T6:E24 • Painéis da Obsessão • Campo Novo de Ação

Mansão do Caminho 11/05/2025 (há 11 meses) 1:00:43 1,488 visualizações

Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert | Estudo da Obra Neste 24º episódio da sexta temporada da série Painéis da Obsessão, baseada na obra de Manoel Philomeno de Miranda, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert aprofunda o capítulo “Campo Novo de Ação”. João Korngold conduz a apresentação e o resumo do conteúdo, com contribuições enriquecedoras de Eulália Bueno e Gisele Risso. Um convite ao entendimento profundo da dinâmica espiritual envolvida na obsessão, com reflexões atuais à luz da Doutrina Espírita. 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📘 Livro: Painéis da Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda (psicografia de Divaldo Franco) #Espiritismo #PainéisDaObssessão #ManoelPhilomenoDeMiranda #JoãoKorngold #EuláliaBueno #GiseleRisso #EstudoEspírita #GrupoSuelyCaldasSchubert #Mediunidade #Desobsessão #DoutrinaEspírita

Transcrição

Olá, amigos, amigas, muito bem-vindos a mais um estudo do livro Painéis da Obsessão. Hoje estamos aqui na companhia das nossas queridas, Eulália Bueno e Gisele Riço, eh, estudando o capítulo 23, Campo Novo de Ação. Mas antes então de entrarmos no estudo, vamos fazer a nossa oração pedindo a proteção dos amigos espirituais, que nos inspirem, nos guiem para mais esse dia de estudo, que possamos aprender, internalizar e, acima de tudo, colocar no nosso dia a dia, em prática todos os ensinamentos que recebamos hoje. Agradecemos a proteção e a inspiração da nossa mentora Sueli Caldas Schuber. Pedimos também pela recuperação, pelo auxílio ao nosso querido Divaldo Franco, que comemorou mais um aniversário esta semana. Agradecemos o trabalho ao longo desses anos, a inspiração que traz a todos nós para prosseguirmos na luta. E também ao nosso querido Manuel Filomeno de Miranda, que nos abrilhanta os estudos com seus livros, com seus descrições da vida do mundo espiritual. Pedimos a proteção a todos que nos assistem, que possa ser estendido a seus familiares, a seus amigos, que possamos estar estar todos reunidos, protegidos e agradecemos acima de tudo ao Mestre Jesus por mais desta oportunidade de trabalhar em seu nome. Pedimos permissão para começar os nossos trabalhos. Que assim seja. Então, como eu mencionei, hoje nós vamos falar do capítulo 23, Campo Novo de Ação. É, Manuel Filomeno de Miranda nos fala na primeira parte desse capítulo sobre o amor, que o amor é o combustível da caridade. É o amor que inspira os grandes ideais e os sentimentos mais nobres. É ele que nos ajuda a renunciar a nós mesmos, desenvolvendo a capacidade de sacrifício e dedicação ao próximo. O amor é apoio essencial nos trabalhos importantes da vida, sendo ele base do perdão e o principal ingrediente da caridade. Sem amor, a caridade perde força e vira apenas filantropia ou solidariedade superficial sem profundidade. Como ele vem de origem divina, o amor não se exibe nem se fraquece. Ele vai além das aparências,

m amor, a caridade perde força e vira apenas filantropia ou solidariedade superficial sem profundidade. Como ele vem de origem divina, o amor não se exibe nem se fraquece. Ele vai além das aparências, das diferenças de gênero, da posição social ou da condição financeira. cria verdadeiros laços de fraternidade e espalha carinho e afeto sincero onde quer que esteja. Quando nossos instintos mais agressivos, que vem das nossas fases anteriores da evolução espiritual forem substituídos por atitudes baseadas no amor, o mundo, sem dúvida, vai mudar, as dores da existência vão diminuir e vamos viver mais compreensivos e tolerantes, ajudando uns aos outros. Ele continua nos dizendo que Jesus é o maior exemplo desse amor. Ele viveu e continua viveu o amor e continua sendo o nosso modelo. É um tipo de amor, é um tipo de amor que precisa ser vivido por todos e que se deve se tornar uma meta para o nosso futuro próximo. A verdadeira fraternidade cristã que nasce desse amor superior vai transformar o planeta e todos os nossos costumes, abrindo então o caminho para uma felicidade mais ampla. Ele nos lembra também que o espiritismo tem um papel fundamental nisso, pois ajuda a libertar as pessoas dos limites que ainda dificultam a compreensão das leis divinas e contribui muito para que o paz e o respeito cresçam entre todos. Então, quando Argos e Áurea voltam à cidade onde moravam, foram eh contar pessoalmente ao médium Venceslau, um amigo antigo do casal, a boa notícia da recuperação de Á. Queriam ouvir a opinião dele e, se possível, também uma mensagem do mundo espiritual. A irmã Angélica, que acompanhava o trabalho mediúnico de Venceslau, também era parte importante dessa história. Aliás, o médium já tinha uma ligação com alguns acontecimentos históricos do passado do dos conflitos religiosos na época do de Jan Rus na antiga Boia. Vencesla sempre teve uma ligação afetiva com Argos e Áurea. Embora tenham eh escolhido caminhos diferentes, eh o caminho dele sendo um pouco mais suave, nunca deixou de

a do de Jan Rus na antiga Boia. Vencesla sempre teve uma ligação afetiva com Argos e Áurea. Embora tenham eh escolhido caminhos diferentes, eh o caminho dele sendo um pouco mais suave, nunca deixou de oferecer amizade sincera, palavras de conforto e apoio evangélico. Ele reconhecia, por percepção espiritual, que os conhecia que já conhecia o casal de outras vidas. por isso, nunca negou ajuda ou carinho a eles. Ficou muito feliz com a recuperação de Argos e passou bastante tempo conversando com os dois, relembrando o passado e planejando os próximos passos da vida com base em valores verdadeiros. A irmã Angélica, por inspiração espiritual, também participou dessa conversa. Como Argos estava com limitações físicas, decidiram então que seria melhor ele se aposentar, que assim ele poderia se usar seu tempo melhor, de maneira mais equilibrada e proveitosa, ajudando os outros e servindo com amor. Penceslau já participava de um projeto voltado para ajudar crianças, adolescentes, idosos, órfãos e doentes. E era um trabalho que sempre estava aberto para receber mais voluntários que quisessem crescer espiritualmente e se iluminar por dentro. Eh, Miranda nos fala que, claro, que esse tipo de tarefa não é fácil. E ele nos fala que a criança frágil de hoje vira o jovem e depois o adulto de amanhã e nem sempre será grato ou gentil. O doente às vezes se irrita com facilidade e não tem paciência para quem ajuda. Quem está em necessidade, quando tem o seu problema resolvido, logo vem com outra demanda. E mesmo quando o ignorante começa a aprender, isso não significa que ele já se libertou das paixões que limitam suas emoções. E aí ele nos diz que a caridade é uma bênção dupla. Ajuda primeiro quem está sofrendo e depois traz muito, muitos benefícios para quem a pratica. A caridade melhora, eleva e acalma o coração de quem ajuda. A comunidade dirigida por irmã Angélica no mundo espiritual era uma tentativa de reproduzir, mesmo que de forma imperfeita, uma colônia espiritual onde ah ela vivia na próxima da Terra numa

uem ajuda. A comunidade dirigida por irmã Angélica no mundo espiritual era uma tentativa de reproduzir, mesmo que de forma imperfeita, uma colônia espiritual onde ah ela vivia na próxima da Terra numa outra dimensão. Nada nas leis de Deus é feita feito de qualquer jeito. Tudo é planejado com cuidado. Aos poucos, o terreno eh no mundo físico, seco e difícil, foi se transformando em jardim e pomar, graças à inspiração dela e ao trabalho dos voluntários. O ambiente antes agitado foi se acalmando e ficando mais leve, com a ajuda de técnicos espirituais que seguiam o plano da mentora dedicada. Com o tempo, o clima de prece e esperança criou recursos espirituais que beneficiavam quem ia lá no lugar. A colônia passou a ser usada também para ajudar espíritos que tinham acabado de a colônia da irmã Angélica era usada também para ajudar espíritos que tinham acabado de desencarnar ou que precisavam de apoio espiritual urgente. Eh, Manuel, então, nos informa que esse trabalho havia sido planejado quase 100 anos antes o trabalho desta colônia que vem ceslar o trabalho. quando todos os envolvidos ainda estavam desencarnados, que engenheiros espirituais muito preparados traçaram plano geral da obra e prepararam os colaboradores que iriam reencarnar, dando a eles os recursos necessários para levar a missão adiante. Contudo organizado, a equipe espiritual levou o plano para ser avaliado por um espírito superior, fiel seguidor de Jesus. Esse espírito se prontificou a ajudar na concretização do projeto na Terra, pedindo apenas uma coisa, que naquela comunidade nunca se deixasse de lado o amor pelos sofredores, que a caridade jamais fosse negada aos mais necessitados e que nunca se permitisse o surgimento da vaidade, pois ela destrói os melhores sentimentos. Com o tempo, os trabalhadores foram reencarnando e não foi fácil. enfrentaram muitos desafios, inclusive a oposição de pessoas que ainda se revoltam contra o Cristo, agindo de forma cega e confusa. Mas com lágrimas e sorrisos, dores e bênçãos, a base da obra foi

il. enfrentaram muitos desafios, inclusive a oposição de pessoas que ainda se revoltam contra o Cristo, agindo de forma cega e confusa. Mas com lágrimas e sorrisos, dores e bênçãos, a base da obra foi construída em sólido árido, em solo árido. E o amor de Cristo se encarregou de fazer florescer a esperança e a paz. Ele nos lembra que na Terra não existe lugar sem lutas ou dificuldades, pois o sofrimento ainda faz parte da nossa caminhada evolutiva. Mesmo assim, como os sentimentos cristãos predominavam na comunidade, o ambiente se tornava especial, recebendo constante, constantemente reforço de energia positiva e serenidade. A cada dia crescia o trabalho de ajuda aos necessitados e se fortaleciam os esforços de educação moral e orientação doutrinária, que são fundamentais para alcançar os resultados desejados. Colônia era aberta ao público em geral e funcionava como uma espécie de laboratório de amor e serviço, mostrando que é possível viver com o coração voltado para o bem, mesmo sem se desligar dos completamente do mundo, mas também sem se prender aos seus vícios. Esse era então o caminho novo que irmã Angélica oferecia aos seus culpos. Um mundo novo baseado no amor, onde eles poderiam crescer e se transformar, ajudando posteriormente também Felipe e seus companheiros a enxergar a vida com outros olhos. Esse então seria o resumo desse capítulo. Nós vamos convidar então a nossa querida Gisele para começar eh o os aprofundamentos com você, Gi. Obrigada, João, pelo resumo. Excelente, como sempre. Boa noite, Eulália. Então, boa noite, João. Boa noite a todos aqueles que estão aqui conosco para o estudo de mais um capítulo desta belíssima obra. Então, como nós podemos observar do resumo que o João nos apresentou, o bem benfeitor Manuel Filomeno de Miranda vai nos trazer essas lições ricas a respeito do amor, né? esse sentimento, essa postura de vida, né, digamos assim, que faz com que nós caminhemos no rumo, né, no caminho trilhado por Jesus paraa nossa felicidade. E é interessante falar sobre

to do amor, né? esse sentimento, essa postura de vida, né, digamos assim, que faz com que nós caminhemos no rumo, né, no caminho trilhado por Jesus paraa nossa felicidade. E é interessante falar sobre o amor porque muitas vezes, como nós vimos aprendendo com a doutrina espírita, muitas vezes antes de conhecermos eh o amor apresentado pelo Cristo, pelo esp desvendado pelo Espiritismo, nós pensamos nesse amor passional, né, nesse sentimento que a gente pensa que vai naturalmente se desenvolver, né, que tá ali aquela sementinha plantada. nos nossos corações e que a gente não precisa fazer nada, não, a gente não precisa se esforçar porque isso naturalmente vai se desenvolver. E quando, na verdade, não só o espiritismo, mas também outros cientistas, eh, a a neurociência principalmente vem nos convidar a nos exercitarmos para que essas virtudes possam ser desenvolvidas. E ao conjunto dessas virtudes, nós então chamamos de lei de amor, que é o que Jesus nos apresenta, né, resumindo os 10 mandamentos lá de Moisés, como amar a Deus sobre todas as coisas. e ao próximo como a si mesmo. Então, nós vamos dar algumas pinceladas eh não só no Evangelho Segundo o Espiritismo, também no livro de Joana deângeles e Dival do Amor, imbatível amor, mas eh em outras teorias de outros cientistas que nos apresentam os benefícios para aquele que ama, os benefícios físicos, emocionais, né, de de saúde, de alegria, de viver, de felicidade, para que todos nós nos sintamos estamos estimulados à prática destas virtudes. Então, hoje, graças a esses neurocientistas, essa visão do amor, ela é comprovada a realidade científica, que foi desenvolvida em alguns laboratórios de pesquisa de saúde em diversas universidades do mundo. A exemplo da Dra. Dana Dana Zorrá, né, que ela professora de física quântica da Universidade de Oxford, ela vai identificar a inteligência espiritual e procurando decodificar essa inteligência, ela vai apresentar a necessidade da vivência do amor no indivíduo para que seja possível que

sidade de Oxford, ela vai identificar a inteligência espiritual e procurando decodificar essa inteligência, ela vai apresentar a necessidade da vivência do amor no indivíduo para que seja possível que cada um de nós superemos os obstáculos da vida. Não só ela, mas também em Harvard, nós vamos encontrar dois doutores, David B e Stuart Wolf, também físicos quânticos, que vão definir que o amor é a energia ciclópica da vida, que é também o mais notável processo psicoterapêutico para que a gente tenha uma existência saudável. E quando eles analisaram então os neurônios cerebrais, em particular os neuropeptídeos, eles informaram, abre aspas, quando se ama, quando se perdoa, quando se cultivam pensamentos bons, se estimulam os neurônios que produzem uma energia semelhante ao fóton, essas moléculas que são transferidas dos neurônios para o sistema nervoso central. posteriormente paraas glândulas endócrinas e por fim pro sistema imunológico, dando vitalidade a ponto de poder resistir às invasões microbacterianas. Então, aqueles que amam mais, aqueles que vivem a caridade, né, que vivem as virtudes inerentes ao amor, são pessoas mais saudáveis também, mais imunes a essas microbactérias. Joana de Angeles, então a mentor espiritual no livro Amor, imbatível amor, né, concordando já eh, mais na à frente, né, dos cientistas, ela veio dizer antes deles que o nosso pensamento quando irradia essa onda de simpatia afetuosa, vai estimular os nossos neurônios a produção de enzimas saudáveis. que vão responder pela harmonia do nosso sistema nervoso simpático e também estimulando as glândulas de secreção endócrina, superando as toxinas de qualquer natureza, responsáveis pelos processos degenerativos e pela deficiência imunológica que facultam a instalação das doenças. Então, a importância de nós nos mantermos saudáveis de dentro para fora, a partir de como nós pensamos, de como nós vemos o mundo, de como nós encaramos as dificuldades, da nossa religiosidade, da nossa transcendência através da

nos mantermos saudáveis de dentro para fora, a partir de como nós pensamos, de como nós vemos o mundo, de como nós encaramos as dificuldades, da nossa religiosidade, da nossa transcendência através da meditação, através da oração, da importância, né, desses hábitos e que, por outro lado, eh, em face desse enriquecimento emocional que que o amor vai proporcionar também nós vamos ter essa alegria de viver que vai estimular também a multiplicação das nossas imunoglobulinas que vão preservar o nosso organismo físico de várias infecções e que se torna responsável por um estado saudável, né? Nós sabemos que a imunoglobulina presente na saliva, ela também foi testada eh numa oportunidade na Califórnia, quando os cientistas colocaram as pessoas para assistirem a dois filmes diferentes. Foram dois grupos diferentes a assistirem dois filmes diferentes. Um era o filme de Charles Chap, um filme de comédia, de descontração, e o outro era um filme pornográfico. E aí então depois eles fizeram a medição da imunoglobulina nessas pessoas e perceberam que aqueles que assistiram ao filme de Chaplin possuiam uma alta dosagem dessa imunoglobulina e permaneceram logo tempo, um longo tempo depois mais imunes, enquanto que aqueles que foram expostos a filmes pornográficos não tiveram imunoglobulina eh reduzida e adoeceram, né, nas semanas seguintes, comprovando realmente mente que tudo o que nós colocamos para dentro, né, vai influenciar naquilo que se manifesta para fora. Então, ao mesmo tempo, a irradiação psíquica produzida pelo amor direciona vibrações específicas em favor das pessoas pelas quais nós também estamos mentalizando, pensando, nos permitindo sintonizar com essa faixa e que também se beneficiam por essas ondas de vitalidade salutar. O João mesmo disse na sua prece inicial que nós também irradiássemos, né, paraas pessoas eh da nossa família, enfim, para aqueles quem amamos, porque elas também são alcançadas e beneficiadas. Amorterapia, portanto, diz a mentora, é o processo mediante o qual

diássemos, né, paraas pessoas eh da nossa família, enfim, para aqueles quem amamos, porque elas também são alcançadas e beneficiadas. Amorterapia, portanto, diz a mentora, é o processo mediante o qual se pode contribuir conscientemente em favor de uma sociedade mais saudável e mais justa e nobre. é o que que está no nosso capítulo estudado hoje, né? Essa terapia, então, diz a mentora, ela vai decorrer do autoamor quando a gente se enriquece de autoestima, descobrindo o nosso lugar de importância sobre o sol da vida e esplendente de alegria, repartimos com as demais pessoas esse sentimento que nos assinala, ampliando de maneira vigorosa a benefício de várias criat atures. A mentora ainda ressalta que esse sentimento nobre não precisa ser correspondido. Nós não precisamos esperar ser amados, embora, né, o o seu calor se intensifique quando é recíproco, mas que nós não nos importemos em sermos amados, mas em amar. E ele também, o amor é essa luz permanente no cérebro e a paz contínua. no coração. Psicólogo italo-americano Leonardo Buscaglia, ele deixou um legado de obras psicológicas a respeito do amor. Ele atuava na Universidade de San Diego. E aí então ele narra num dos seus livros chamado Amor, que durante uma aula e algum algumas aulas, na verdade depois, né, em uma determinada aula, ele vai constatar a ausência de uma aluna, já que faltava há muito tempo. E aí então ele soube que aquela aluna havia passado por um problema psicológico grave, que havia se suicidado. E aí ele toma um choque, ele se surpreende porque ele pensa assim que como que ele não percebeu esse estado da menina, como que ele não deu falta da menina nas outras vezes, mesmo sendo psicólogo? E aí então ele conclui no seu livro que ele não detectou o problema da menina porque ele não a amava. E aí ele sugere no seu livro, será que a gente não pode ensinar os jovens a arte do amor? Não, esse amor aí do do Woodstock, né? Paz e amor e e sem compromisso e liberdade com libertinagem. Nada com relação a esse tipo de sentimento, na

ue a gente não pode ensinar os jovens a arte do amor? Não, esse amor aí do do Woodstock, né? Paz e amor e e sem compromisso e liberdade com libertinagem. Nada com relação a esse tipo de sentimento, na verdade é mais uma sensação, né? E aí ele fala: "Ensinamos a matar, a destruir quase tudo, a corromper. E por que nós não ensinamos a amar? Aí ele fala: "O amor, que é o que eu me refiro é o amor ternura, o amor altruísta." E aí ele continua ensinando que nunca é tarde para nós aprendermos algo para o qual nós temos potencial e que se nós desejamos aprender a amar, nós devemos começar pelo processo de descobrir o que significa, que qualidades formam uma pessoa amorosa e como desenvolvê-las. e que cada pessoa tem o potencial pro amor, mas o potencial nunca é percebido sem o esforço. E que isso não significa sofrimento, que a gente precisa sofrer para aprender, não. Ele diz assim que o amor é aprendido melhor na alegria, na paz, no viver. Ele vai dar exemplos depois de como ele estimulou os alunos a prática do amor. E ele fala sobre o trabalho voluntário, né? O atendimento ao necessitado de forma desinteressada, gratuita, sem querer nada em troca. Em troca. Quando amamos alguém, somos capazes de escutar essa pessoa, de olhar para essa pessoa de forma cuidadosa, sem pressa, sem preconceitos. de respeitar nas suas diferenças e as suas dificuldades. Teremos essa paciência, seremos generosos, empáticos, gentis. Compartilharemos o nosso amor com aqueles que estão ao nosso redor e posteriormente com a humanidade, conforme ensinou Jesus. Então o amor ele precisa de liberdade, pois quem ama liberta, perdoa, permite que o outro siga o seu caminho e não o caminho que nós pensamos ser o melhor, porque vai nos beneficiar. É muito difícil pensarmos nesse tipo de amor que renuncia, mas o amor é renúncia. É renúncia das nossas vontades, das nossas prioridades, dos nossos desejos em benefício da felicidade do outro. mesmo que nós não estejamos inseridos na meta de felicidade do outro, né? Então,

núncia. É renúncia das nossas vontades, das nossas prioridades, dos nossos desejos em benefício da felicidade do outro. mesmo que nós não estejamos inseridos na meta de felicidade do outro, né? Então, significa essa renúncia, esse saber libertar. O espírito Sanson no Evangelho Segundo Espiritismo vai nos ensinar que amar no sentido profundo é o homem ser leal, probo, consciencioso, fazer aos outros o que gostaria que lhe fizesse. é procurar em torno de si o sentido íntimo de todas as dores que acabrunham o nossos irmãos para que nós possamos suavizar essas dores. É considerar como sua a grande família humana, porque esta família toda a encontrareis dentro de certo período nos mundos mais adiantados. Não é isso que a mentora fala que é o nosso futuro, né? vivermos em harmonia e falarmos das guerras como coisa do passado. E os espíritos que a compõe são como nós, filhos de Deus, destinados a se elevarem ao infinito. Também nesse livro de Leonardo Buscaglia, ele vai dizer de um exemplo em que eh um aluno vai reclamar para ele, né, uma aluna vai reclamar para ele que ela não recebe a simpatia dos demais colegas de sala e que ela se sente deixada de lado, ela se sente excluída e que até o cachorro de rua, que certa vez tinha entrado na sala de aula, tinha recebido mais atenção do que ela. Porque onde é que já se viu, ela tava indignada. E aí o professor disse assim: "Mas você já reparou que enquanto você entra na sala de cara fechada, não cumprimenta ninguém, não sorri, não dá nada de si, né? O cachorrinho entrou aqui, abanou o rabinho, foi lá, pediu carinho, ficou perto de um, deu a barriga pro outro, rolou, ficou feliz da vida. Então, querendo dizer, se nós queremos, né, receber esse carinho, essa atenção, nós temos que ser os primeiros a oferecer, porque o universo vai nos devolver aquilo que estamos dando pro universo para vir. não tem como ser diferente. E aí, então, continuando nesse sentido, nós vamos encontrar outro pesquisador famoso, Skills, né, também psicólogo e educador, que publicou

mos dando pro universo para vir. não tem como ser diferente. E aí, então, continuando nesse sentido, nós vamos encontrar outro pesquisador famoso, Skills, né, também psicólogo e educador, que publicou algumas décadas atrás um estudo que ele fez com crianças hórtans, onde a única variável era o amor humano e a educação, a pesquisa dele. E aí um grupo de 12 crianças permaneceu morando no orfanato. E num segundo grupo também de 12 crianças, elas eram levadas diariamente para receber cuidados e atenção de um adolescente numa instituição das redondezas, né, vamos dizer assim, que substituir o carinho de uma mãe, de uma tia, de uma avó, né? As suas conclusões de skills, elas se tornaram clássicas na literatura. Depois de 20 anos de estudos, ele descobriu que aquelas crianças do primeiro grupo que permaneceram na instituição sem o contato do amor pessoal, elas se encontravam no momento, se não mortas, internadas em instituições para mentais ou em instituições para doentes mentais. e que as outras do segundo grupo que receberam amor, carinho, atenção, mesmo que não fosse de um parente seu, elas eram autossuficientes. A maioria já tinha concluído os estudos e eram felizes no casamento, com exceção de um divorciado. Então, são estatísticas surpreendentes e são reais, são dados, né, que nós temos que levar em consideração. Então, o amor ideal é aquele que tudo dá e nada espera em troca. É o amor desinteressado, porque ele não se importa em dar, mas sim em, aliás, em receber, mas sim em dar, em doar. E nós só podemos doar aquilo que nós temos. Então, amar faz bem para quem ama. Mas se a de nós amarmos com qualquer expectativa, nós vamos nos decepcionar, porque não é provável que a maioria das pessoas vá corresponder às nossas necessidades, mesmo que o nosso amor por elas seja grande. Então, nós não podemos transferir pro outro a responsabilidade de nos tornar felizes. A nossa felicidade, ela deve vir de nós mesmos, por nós mesmos. E eu acredito que esse seja um dos maiores desafios da

o, nós não podemos transferir pro outro a responsabilidade de nos tornar felizes. A nossa felicidade, ela deve vir de nós mesmos, por nós mesmos. E eu acredito que esse seja um dos maiores desafios da humanidade. Então, esperar alguma coisa de alguém por ser nosso direito é procurar a infelicidade. O ser humano aprende a maldade da mesma maneira que vai aprender a bondade. Se nós acreditamos num mundo de maldade, responderemos de forma suspeita. Vamos estar constantemente procurando e encontrando a maldade que nos preocupa. Mas se por outro lado nós acreditamos no mundo de bondade, permaneceremos confiantes, seremos amigos, estaremos vulneráveis e esperançosos. Outro grande estudioso da arte da ciência de Amar, o médico Dr. Dip Chopran, escreve uma obra chamada Cura Quântica, onde ele vai relatar diversos casos de pacientes que são doentes, não apenas tem doenças, ele destaca que são espíritos doentes nos quais as doenças se manifestam. Ele vai contar uma série de casos daqueles indivíduos que estão preocupados terrivelmente por conquistar o mundo, por vencer no mundo, por brilhar no mundo e hoje, né, apresentados pela mídia, pelos likes, enfim, mas não com essa felicidade real, né, a autoconquista, querem parecer e aí acabam sendo doentes, não tendo doenças, mas sendo doentes, porque tem essa essa proposta, essa visão equivocada da vida, né? Então, meus irmãos, a proposta do amor hoje nos chega com uma conotação terapêutica, nos levando de volta ao evangelho de Jesus. Lembrando novamente a mentora Joana quando disse Adival, no teu serviço de dedicação a Jesus terás muitos inimigos. Tem cuidado para que nunca sejas inimigo de ninguém. Então, que a nossa postura seja essa de pelo menos tentarmos amar desta forma, renunciarmos, né? termos essa paciência, nos dedicarmos ao outro de forma desinteressada, lembrando que os primeiros beneficiados seremos nós. Então, ainda até temos essa essa motivação egoística que é o benefício pr próprio, mas de início, mas depois nós

ao outro de forma desinteressada, lembrando que os primeiros beneficiados seremos nós. Então, ainda até temos essa essa motivação egoística que é o benefício pr próprio, mas de início, mas depois nós vamos desenvolvendo essa virtude, essa faculdade para em futuras existências sejamos espíritos já mais maduros, mais seguros, mais felizes e sabendo amar. Então, João, devolvo a palavra a você agradecendo pela oportunidade. Obrigado, Gi. Reflexões excelentes sobre o amor, essa essa essa qualidade tão importante e tão difícil, né, de adquirirmos, né, de aprendermos a amar, eh, com desprendimento, né, a gente ama querendo receber de volta na grande maioria das vezes, né? Bom, vamos passar então paraa nossa querida Eulália, que vai fazer a segunda parte dos aprofundamentos. Olá, querida família. Souicalda Schubber, querido irmão João, querida Gi, olha, vocês foram excepcionais, tanto no resumo quanto a Gisele agora nessa belíssima explanação sobre o amor, que toma, por assim dizer, metade do capítulo. tão interessante, porque antes de ser explanada como era a obra do médium venclau, a benfeitora Angélica ofereceu, Emanuel Filomeno de Miranda recolheu e nos deu de presente essa explicação sobre o amor, a necessidade de que se você vai se dedicar ao pró próximo, principalmente através de uma obra de caridade, você não pode estar movido pelo interesse pessoal. Você tem que estar consciente de que nada receberá em troca, porque muitas vezes pela própria dor, pela própria falta de conhecimento, esses irmãos e irmãs necessitados por si só revoltados. E uma das revoltas mais expressas é contra exatamente aquele que está doando, simplesmente porque ele tem. Então isso mostra eh um certo sentido de constrangimento que somente o amor, somente ele tem o poder de amainar. Então nós vamos seguir adiante. E para aqueles que depois quiserem acompanhar, nós numeramos os parágrafos e vamos fazer o estudo a partir do parágrafo 24, quando é descrita ali, começa a ser descrita a comunidade conduzida pela

te. E para aqueles que depois quiserem acompanhar, nós numeramos os parágrafos e vamos fazer o estudo a partir do parágrafo 24, quando é descrita ali, começa a ser descrita a comunidade conduzida pela irmã Angélica e que eles que os benfeitores levam em referência à casa do caminho de Simão Pedro, onde ele cultuou o exemplo do amor e da caridade pela memória daquilo que Jesus havia deixado a todos. Porque Jesus não se doou, ele continua se doando e tirando por nós individualmente. Ele não pode esperar nada em troca. Nós somos profundamente ingratos porque estamos sempre envolvidos demais pelos nossos interesses, pelas nossas ocupações. Não temos tempo sequer às vezes de elevar uma prece de gratidão. Prece para nós é sinônimo de necessidade. Nós queremos pedir quando a prece ela tem três funções que é pedir, louvar e agradecer. E parece que essas duas últimas andam bastante esquecidas da nossa parte. Mas conforme se descreve a comunidade da irmã Angélica, já vai se dizendo que a erguida na terra sob a responsabilidade do médium vencedesal, que logo adiante vamos perceber que foi incansavelmente preparado no mundo espiritual, não apenas ele, mas todos os seus colaboradores que depois foram sendo chamados conforme ele desenvolvia a tarefa, eh, que é uma cópia imperfeita da que a benfeitora tem próxima à crosta terrestre. E aí nós fomos buscar no livro Tormentos da Obsessão também da coletânea de Manuel Filomeno de Miranda, o capítulo intitulado Lições de sabedoria, quando a narrativa de que o próprio Eurípedes Barçanufo, que criou o Hospital Esperança, que era especializado em receber trabalhadores, médiuns falidos, foi por assim dizer dizer eh o idealismo para que Eurípedes Barsanufo levantasse toda a sua obra eh em sacramento, né, os padrões pedagógicos dessa obra conduzidos à luz do Espiritismo. E esse fato aconteceu no início do século XX. E no livro ele narra, Manuel Filomeno de Miranda narra que por diversas vezes Eurípedes se deslocou ao mundo espiritual para relembrar

luz do Espiritismo. E esse fato aconteceu no início do século XX. E no livro ele narra, Manuel Filomeno de Miranda narra que por diversas vezes Eurípedes se deslocou ao mundo espiritual para relembrar compromissos e abastecer-se de energias para o enfrentamento da obra. Até porque não há nenhum tipo de improviso numa obra espírita. E não apenas, abrimos aqui aspas para dizer que não apenas numa obra do porte da Vencesal, eh, essa cópia imperfeita da obra da irmã Angélica, por ela eh conduzida, inspirada, mas também ela levou esses trabalhadores até um discípulo do Cristo para que ele apadrinhasse a obra e ele faz o pedido de que nunca se permitisse invadir por quereras, por discussões, por disputas que o amor e aí a Gisele traz todas as informações científicas sobre o amor, todas as ações que o amor reflete no nosso corpo biológico, no nosso campo cerebral. que é uma cópia imperfeita de nós mesmos no mundo espiritual. E enquanto ela descrevia, eu imaginava, cheguei alguns momentos a fechar os olhos, a imaginar toda essa luz cerebral a que ela se refere eh no nosso campo espiritual. Eh, que que aspecto deve nos oferecer, mesmo sendo esses espíritos cobertos de imperfeições, que milagre o amor não deve produzir em nós e obviamente ao nosso redor. Então, percebam que antes dessa obra se erguer e já fazia aproximadamente 100 anos que ela existia no mundo espiritual, nós vemos a o trabalho dos benfeitores espirituais em praticar um procedimento eh de ozônio especial. É dessa forma que está aqui citado no livro, que era uma área deserta e que de repente ela foi trabalhada com elementos químicos. Tudo bem, o ozônio a gente conhece, mas com absoluta certeza estamos muito distantes de um conhecimento amplo, profundo. Tanto que a ozoneoterapia ela tem eh as suas desconfianças, não é um tratamento padronizado oficial, é um tratamento complementar, mas quando nós fomos buscar, porque ela faz eh uma observação e Manuel Filomeno de Miranda nos passa esse ozônio especial que agiu na

é um tratamento padronizado oficial, é um tratamento complementar, mas quando nós fomos buscar, porque ela faz eh uma observação e Manuel Filomeno de Miranda nos passa esse ozônio especial que agiu na psicosfera agitada daquela ambiência, carreado por abnegados técnicos espirituais que lhe obedeciam a planificação. Então nós fomos buscar e diz aqui, olha, o ozônio medicinal, uma mistura de ozônio e oxigênio, é utilizado para melhorar a oxigenação dos tecidos, fortalecer o sistema imunológico. O amor fortalece o sistema imunológico. E percebam que ali ela incendia com um tratamento químico para talvez neutralizar vibrações eh maléficas que se encontravam revoltosas para que o ambiente, por assim dizer, estivesse mais favorável a receber toda a dedicação de nós, os que estamos reencarnados e ainda ainda tão distantes de viver o amor, que seja por egoísmo, mas procurar vivê-lo da melhor maneira. Temos a escola bendita da família, do lar, nos pedindo agir com doçura, agir com compreensão, exercitar o amor. E aí diz assim que o ozônio ele pode ajudar a reduzir inflamações, combater bactérias, fungos, vírus. E não é que o painéis da obsessão vem exatamente nos falar, começando pelo caso de Argos, eh, da da da tuberculose, então do bacilo de coque, que vai encontrando o ambiente propício no campo vibracional de pendências morais que todos nós trazemos. Então, percebam o trabalho de preparo dos benfeitores espirituais para qualquer obra com um fundo moral digno, seguindo os passos do Cristo, toda a contribuição, porque nós não temos esse porte moral, eh, que nos é pedido para lidar com essas situações, mas quando nos debruçamos sobre elas, Os benfeitores espirituais nos oferecem suportes inimagináveis. E aí o livro segue dizendo que com o suceder do tempo, então veio aquele trabalho emergencial dos benfeitores espirituais e com o suceder do tempo, o próprio clima de prece, de otimismo, de entrega de todos aqueles que compunha equipe que acompanhava o médium vencla, foi criando recursos para

dos benfeitores espirituais e com o suceder do tempo, o próprio clima de prece, de otimismo, de entrega de todos aqueles que compunha equipe que acompanhava o médium vencla, foi criando recursos para acolher, igualmente se fazia na colônia, os necessitados, encarnados e desencarnados. Então, nós somos resgatar um livro que eu admiro profundamente, que o espírita devia consultar, que é o Dimensões espirituais do centro espírita da nossa querida Sueli Caldachuber. E aí nós reproduzimos no capítulo A importância do Centro Espírita uma fala de Bezerra de Menezes, onde ele nos ensina que as vibrações disseminadas pelos ambientes de um centro espírita, pelos cuidados dos seus tutelares invisíveis, é exatamente o que nós acabamos de ver partindo da irmã Angélica e de outros bem enfeitores em direção ao ambiente físico que receberia a obra. Então ali ele diz que os fluídos, os fluidos, perdão, eh, delicados que vão ser utilizados para o alívio das dores dos enfermos, seja do corpo, seja da alma, que são elementos essenciais, indispensáveis, para que eles se mantenham imaculados espera de nós um comportamento moral digno, adequado, um respeito ao ambiente que voltamos a falar é uma cópia imperfeita daquele que lhe deu origem, cuja sede está no mundo espiritual e que se nós não soubermos com a nossa vibração, com o nosso otimismo, com a nossa alegria de de servir. Se nós não conseguirmos manter, obviamente estaremos interferindo no trabalho dos benfeitores. Estaremos falindo, porque ninguém, conforme foi dito, está numa obra dessas ao acaso. Tanto que todos os que compunham a equipe e partilhavam no mundo espiritual quando o médium venclau recebeu toda todo o planejamento, toda a planificação da obra e se propôs a ser o exemplo, a ser o que convocava os outros. Então, imaginem a dedicação dessa criatura que tornou a sua vida eh um martírio no sentido de nunca pensar em si mesmo, eh nunca estar preocupado com os seus problemas, nunca estar voltado para realizar os seus sonhos. Mas essa

dessa criatura que tornou a sua vida eh um martírio no sentido de nunca pensar em si mesmo, eh nunca estar preocupado com os seus problemas, nunca estar voltado para realizar os seus sonhos. Mas essa doação integral que por si só se tornou um exemplo combustível do amor, que a Gisele colocou tão bem, que deu força, ânimo para que todos os que ali estavam não perdessem a oportunidade. E a gente precisa pensar isso muitas vezes, a casa onde nós estamos, o que é que nós estamos contribuindo, se realmente essa contribuição é positiva, porque contribuindo nós estamos, precisamos saber para que lado, para que tipo de espíritos estamos eh deixando chegar a nós as ideações, porque a casa permanecerá A obra não era do médium venceslau, era da benfeitora Angélica. Passado o tempo de Venceslau e de todos aqueles que ali estavam, outros viriam, porque enquanto eles estão aqui, outros estão sendo preparados, porque a obra não veio com tempo limitado. E quando nós olhamos, cada vez mais percebemos que essas obras se tornam infinitamente necessárias. E ao contrário do que muitos de nós espíritas pensam, mais necessárias para a mendicância moral do que para a mendicância espiritual. Eh, ou melhor do que a mendicância material, porque aqueles que estão nas necessidades materiais, eles já estão por si só ombreando com a dor, eh, buscando recursos. Agora, nós que muitas vezes estamos ali representando o trabalho do Cristo, permanecemos muito distantes eh do projeto principal daquela obra à qual nos atrelamos e o nosso tempo nela será muito curto quando imaginarmos já estamos de volta ao mundo espiritual e com que cara entraremos na sede espiritual, iremos encarar dos benfeitores que eh colocaram o aval de suas condições morais na nossa recuperação. Então, a Sueli Calda Schuber, ela nos recorda nesse mesmo livro, no capítulo um, alicerces espirituais. Os alicerces espirituais, portanto, são levantados bem antes, servindo de modelo para a obra que se pretende edificar no plano terreno.

ecorda nesse mesmo livro, no capítulo um, alicerces espirituais. Os alicerces espirituais, portanto, são levantados bem antes, servindo de modelo para a obra que se pretende edificar no plano terreno. Então, não é obra do acaso, não é obra da dissensão por qualquer situação, é dentro da casa espírita, sai aquele grupo, já vai montar outra casa. Eu deixo aqui uma pergunta, uma reflexão. Vocês acham mesmo que o mundo espiritual tem o planejamento de uma obra em certo período de uma casa montada que vai se erguer da disensão? Então, a dissensão não faz parte do planejamento do mundo espiritual. Ela está atrelada diretamente às nossas más inclinações, porque do mal não pode surgir nenhuma obra boa. E quando nós compreendemos exatamente o que está sendo explicado aqui, a gente sabe que não estamos participando da obra para concordarmos com tudo que nela acontece. Mas para usufruirmos, por mais que a gente trabalhe, por mais que a gente diga que está sobrecarregado, que está cansado, nós estamos usufruindo de uma chance única que os benfeitores espirituais nos patrocinaram. Então, nós não servimos a fulano, a Beltrano, a Cicrano. Lembremos que fomos todos resgatados por esses benfeitores em situações muito difíceis. Fomos socorridos, eh, fomos tratados, fomos esclarecidos, fomos preparados para resistir às influências dos espíritos infelizes que sempre formam verdadeiros magotes, tentando atacar as obras que tem a chancela de Jesus. E eles não vão disputá-las com Jesus, eles vão disputá-las conosco, porque nós somos aqueles que têm um campo vasto de inclinações infelizes para as quais eles não vão eh poupar esforços. Então, nós fomos eh buscar, tá lá no parágrafo 33 do livro, dizendo que assim os obreiros que foram se corporificando, vinculados a processos redentores, até quando vences pôde compreender a tarefa de chamar os amigos à construção da fraternidade, ele foi um instrumento, era o que estava mais capacitado. que estava mais consciente. Então, foi aquele motor, aquela

vences pôde compreender a tarefa de chamar os amigos à construção da fraternidade, ele foi um instrumento, era o que estava mais capacitado. que estava mais consciente. Então, foi aquele motor, aquela turbina que começou a gerar o movimento do amor eh na coletividade, aquele exemplo que nós nunca devemos perder de vista. E a gente não podia tomar outro caminho para encerrar a explicação que nos cabe de ir buscar em Joana de Angeles, no livro Após a Tempestade, o último capítulo, Os novos obreiros do Senhor, Labor em equipe, onde diz assim que não há sido pequeno o trabalho envidado pelos administradores espirituais de nossa vidas, a fim de nos reunir, de nos acercarmos uns dos outros após incessantes períodos de disputas infelizes e de justas inexplicáveis. Para tanto, resolvamo-nos em definitivo a produzir em profundidade. Ou seja, trocando em miúdos desta vez, não deixemos Jesus. Vai ser difícil. Claro, cada dia está mais difícil, mas é muito mais promissor neste momento de escuridão nós sermos uma lâmpadazinha de amor, iluminando o caminho de quem está totalmente desesperançado. Aí continua Joana no livro Após a Tempestade. Adversários, cujas matrizes estão esculpidas em nosso hino, surgirão a cada passo, de dentro para fora, e incontáveis virão em cerco de fora para dentro, colocando o cáustico da aflição no cerne dos nossos sentimentos. E a benfeitora nos relembra de uma forma magistral a multidão. Com absoluta certeza, todos nós fazíamos parte dessa multidão que se acercou quando Hipolite Leon Denis Rivo, nosso Allan Kardecou com a responsabilidade de trazer as luzes do consolador. Nós nos abordamos ou os abordamos, a equipe do Consolador, os abordamos suplicando a oportunidade de uma reencarnação nessas novas tarefas que surgiam, prometendo ampliar o horizonte de esperança na Terra, trazer a lógica para todas as dores, para todos os desafios. e que nós não escolhíamos serviço, nós queríamos o serviço mais humilde, porque no fundo o que nós precisávamos era voltar

erança na Terra, trazer a lógica para todas as dores, para todos os desafios. e que nós não escolhíamos serviço, nós queríamos o serviço mais humilde, porque no fundo o que nós precisávamos era voltar definitivamente ao convívio de Jesus, ao convívio do amor, cuja distância nos enfraqueceu de tal maneira que nós vivemos por longo e longo tempo à margem do caminho. Então, que sejamos nós os convocados por Manuel Filomeno de Miranda e Sueli Caldachuber para esse novo campo de ação. Gratidão, meus irmãos queridos. Gratidão, Gi, João. Que Jesus nos abençoe. Obrigado, Eulália. Excelente, como sempre, reflexões muito importantes, o papel do Centro Espírita, a importância de estarmos presentes no centro espírita. Eh, o recurso de computador é sempre bom, mas nada substitui a presença nossa nos centros espíritas. Então, pedimos a todos que reflitam sobre isso, porque, como é sempre importante, agradecemos a atenção de todos, convidamos a todos para estarem conosco na próxima semana, quando estaremos estudando o capítulo 24, Obsessão sutil e perigosa. Que tenha uma semana abençoada com a graça de Deus.

Vídeos relacionados

T4:E23 • Tramas do Destino • O passado revela o presente

Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, João Korngold, Eulália Bueno, Laudelino Risso

T5:E6 • Nas Fronteiras da Loucura • Primeiras providências

Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Eulália Bueno, Tânia Menezes

T4:E29 • Tramas do Destino • As alegrias e os testemunhos

Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, João Korngold, Eulália Bueno, Laudelino Risso

T5:E15 • Nas Fronteiras da Loucura • O drama de Noemi

Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, João Korngold, Eulália Bueno, Marcelo Netto

T5:E18 • Nas Fronteiras da Loucura • Apontamentos necessários

Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, João Korngold, Gisele Risso, Laudelino Risso

T4:E28 • Tramas do Destino • Caridade: discrição e devotamento ao bem

Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, João Korngold, Tânia Menezes

T5:E27 • Nas Fronteiras da Loucura • Considerações e preparativos

Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Jussara Korngold, João Korngold

T5:E31 • Nas Fronteiras da Loucura • Reencontro feliz

Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Eulália Bueno, Laudelino Risso