T6:E2 • O Ser Consciente • A quarta força (Parte 01)

Mansão do Caminho 06/02/2025 (há 1 ano) 1:04:15 391 visualizações

No segundo encontro desta temporada, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Tiago Rizzoto reúnem-se para debater o capítulo um do livro "O Ser Consciente". Neste capítulo, a autora espiritual Joanna de Ângelis apresenta uma definição sobre o conceito da quarta força e aborda o homem psicológico maduro. Dividido em duas partes, os facilitadores exploram os conteúdos nos quais a autora estabelece, de forma clara, a conexão entre as propostas psicológicas da quarta força e a Doutrina Espírita. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #aquartaforça

Transcrição

meus amigos é muito bem-vindos a mais esse encontro da série psicológica Joana De Angeles nesse momento onde estamos iniciando o capítulo um no encontro anterior Vimos a introdução do ser Consciente e hoje a gente começa então o Episódio 2 que é o a quarta força do ser consciente então Desejamos a todos um momento de bastante alegria e estudo profundo em cima da proposta da benfeitora hoje especialmente com a gente né o Tiago risoto que começa a participar da equipe que Coopera aqui com conosco Então bem-vindo Tiago a esse primeiro encontro de muitos né E também a que hoje estará conosco aqui debatendo esse tema como é que vocês estão tudo bem com vocês né Olá muita alegria estarmos aqui hoje com Tiago né então duplamente felizes por estarmos aqui porque estamos iniciando o livro de Fato né porque a gente no passado a gente fez a introdução e agora então de fato para esse primeiro capítulo e com o Tiago compondo a equipe então eu gosto sempre quando o capítulo é grande falar dessa estrutur Zinha né Gelson eu gosto de ver como que fazer esse exercício de como a Joana eh escreve e aqui é um capítulo longo onde ela divide em Cinco partes praticamente né ela faz uma breve introdução do próprio Capítulo aí ela faz o conceito da quarta força o homem psicológico maduro os novos modelos e paradigmas e a nova estrutura do ser humano e como é muito grande a gente vai est dividindo aí em duas partes né E e aí ela vai est fazendo toda uma introdução então ela vai fazendo toda uma eh como se ela fosse fazendo né uma costura nessa ideia nesse fio que direciona todo esse tema tão importante que vai construindo esse livro o ser Consciente e você thago o que que você achou disso tudo eu primeiro quero agradecer a oportunidade estar com vocês é sempre uma bênção uma alegria de compartilhar né ideia reflexões em torno desse material tão rico que Joana construiu ao longo de tanto tempo né para nos oferecer como comunidade Espírita e que a gente possa ampliar nossa capacidade de compreendermos quem

reflexões em torno desse material tão rico que Joana construiu ao longo de tanto tempo né para nos oferecer como comunidade Espírita e que a gente possa ampliar nossa capacidade de compreendermos quem somos para onde a gente está indo eu eu eu considero esse livro muito importante como essa de fato ela estabelece de maneira muito muito clara a conexão entre as propostas lógicas dessa quarta força né que ela traz para nós e a doutrina espírita há uma comunicação muito importante entre essas propostas e o que fica subentendido também no texto é como que esses espíritos reencarnam justamente também para promover né para deslocar a compreensão para eh questionar paradigmas questionar modelos de compreensão de quem somos como ser como ente né e que são espíritos sem missionários mesmo que não sejam de fato espíritas eles são espíritos comprometidos em buscar a verdade de quem somos e Joana ela nos oferta reflexões em torno dessas dessas contribuições tão expressivas que são os teóricos né Desse amplo espectro que nós chamamos de Psicologia transpessoal é e é interessante né thgo porque realmente a gente vê que tudo evolui né inclusive o pensamento humano né E aí realmente ela tá tá dando uma ideia né de como esse eh estudo da da mente do comportamento Esse estudo né psicológico do ser humano também vai avançando né dos grandes pensadores né da psicanálise né do beriso né que são o primórdio de uma psicologia mais organizada e mais científica né então começa ali visões de homem de mundo na compreensão de como essa estrutura se organiza a dinâmica interna e isso vai avançando daí chega o Jung abrindo um campo mais vasto junto com a psicologia humanista E aí por último eh a psicologia transpessoal que é essa quarta força que justamente ela vai trazer aqui desse momento então da nossa maturidade espiritual né esse momento consciencial da humanidade aonde essas novas ideias começam a ser assimiladas para nos ajudar a seguir adiante tanto na compreensão do ser humano como no aproveitamento da nossa

ritual né esse momento consciencial da humanidade aonde essas novas ideias começam a ser assimiladas para nos ajudar a seguir adiante tanto na compreensão do ser humano como no aproveitamento da nossa Encarnação Então acho bem interessante isso que ela tá propondo aqui e aqui ela vai construindo né todo um histórico de como essa quarta força foi se configurando né então quando ela fala que hou vieram valiosa as contribuições desde o pensamento oriental aí dos taoístas tibetanos até os físicos nucleares né então entra todo tipo de conhecimento vasto da ciência né dos Pensamentos orientais das das práticas e aí vão contribuir inclusive com as técnicas né aí ela traz a meditação a respiração oração magnetismo magnetização da água bioenergia exercício do taiuan o controle mental para poder ver o ser nesse Tríplice aspecto né então é importante ver como que o pensamento foi construindo foi sendo construídos aí Ela traz ali né Eh Desde da das explicações junguianas aí outros teóricos né como a coer ros que estudou praticamente a morte o morrer esses outros eh Maslow né que foram dando todo esse campo para que a gente pudesse conhecer o inconsciente entender como que se faz esse mergulho e como que a gente consegue o acesso a esses conteúdos que trou que trazemos de outras encarnações que estão ali arquivadas né sim eh queria só fazer um comentário importante ela começa citando a contribuição a contribuição freudiana e é interessante pensar em Freud como eh Sem dúvida ele é ele que abre né a assim do ponto de vista né da pesquisa mais categórica né a a a exploração desse conceito que já era conhecido que era inconsciente e quando a gente eh a gente pesquisa a literatura da própria Joana e de outros espíritos a gente percebe que o nome de Freud aparece né com uma certa frequência mas sempre com muita reverência Com muito respeito mas sempre como o próprio espírito Aniceto né ele ele e um outro mentor espiritual na obra no Mundo Maior fazem comentários muito parecidos do que

ia mas sempre com muita reverência Com muito respeito mas sempre como o próprio espírito Aniceto né ele ele e um outro mentor espiritual na obra no Mundo Maior fazem comentários muito parecidos do que faz Joano na obra estudos espíritas as construções do do do espírito do tempo na época de Freud eh fizeram se proteger em relação a um risco de ter eh categorizado a sua proposta para aquilo que ele tinha muita dificuldade de lidar que era o chamado ocultismo né mas o que chama atenção é que sem dúvida o Freud ele ele ele abre um um um um mundo novo e que todos os outros grandes nomes e correntes psicanalíticas vão estar bebendo e construindo propostas ve alternativas questionando certas verdades que ele buscava estabelecer mas sem dúvida as contribuições desses espíritos eles se a gente for pensar eles são vamos dizer assim cientificamente os desab bravadores daquilo que o nosso estudioso querido Wellen Berger traz que a descoberta do inconsciente na verdade você tem um um matriciamento que é histórico encadeando um fluxo que é de muitos séculos para né para desaguar naquilo que Freud Jung Adler e tantos outros escreveram então quando ela traz as traz assim o nome de Freud depois Jung é importante a gente pensar que na dimensão psicodinâmica da daquilo que eles descobriram das leis que regem a psique né do movimento da Alma eles na verdade trazem fazem contribuições muito importante paraa compreensão do que do que somos e de quem somos na verdade né É mas vante também entender né Thiago tem um um Historiador o sono chandani que ele fala que muito do de dos congressos de psicologia do início do século XX final do século XX início final século XIX começa século XX eh tinha estudos mediúnicos e ele comenta que vários pensadores psic da época faziam estudos féries sobre medidade inclusive o brer e o Jung e e ele então diz que que a que a mediunidade o estudo dos Médiuns e a mediunidade foi também uma alavanca muito importante paraa psicanálise na confirmação do inconsciente desse mundo

o brer e o Jung e e ele então diz que que a que a mediunidade o estudo dos Médiuns e a mediunidade foi também uma alavanca muito importante paraa psicanálise na confirmação do inconsciente desse mundo interno Claro Eles tiraram de de lado um pouquinho a realidade do espírito e fica ficaram com esse universo profundo do inconsciente justamente pela colaboração que o espiritismo foi dando também na trazendo a tona a experiência psíquica tanto é que o Kardec chama Revista Espírita de jornal de estudos psicológico que justamente ali já tava na proposta kardequiana né essa noção que fala do espírito e fala da psique então e falar da psique é fazer psicologia então muito dos estudos eh espiritistas eram segundo Kardec uma proposta de entendimento psicológica E então de uma certa maneira o que Joana tá fazendo aqui é resgatar uma proposta que já tá lá em Kardec na na Revista Espírita né Uhum E ela também traz outras técnicas como a técnica de regressão de memória as drogas psicodélicas que se pensarmos o próprio o próprio Freud fez um estudo Amp amplo sobre a cocaína como age né na na na na psique humana hipnose são técnicas que foram se somando na construção né para determinar os fatores patogênicos né que estão anteriores A à questão da Concepção do ser E aí vai tá eliminando essa questão da genética para desencadeamento das psicoses das eunos os conflitos e os tormentos trazendo do outras questões então se a a a genética não é um fator tão determinante O que é que está atuando ali para que apareça essa e eh essa eh eh essa patologia né E aí vem a questão da telepatia como o Gelson coloca né dessas desses fenômenos a clarividência os fenômenos retro e pré cognitivos a ectoplasmia lembra da época do Kardec né aquelas fotos que eram feitas do do dos da ectoplasmia o deslocamento de objeto então ae foi criando né nessa consciência coletiva uma necessidade de ir além da das técnicas psicológicas até então que partiam do Ego que partiam do eu agora que partiam do e que e que olhavam para

então ae foi criando né nessa consciência coletiva uma necessidade de ir além da das técnicas psicológicas até então que partiam do Ego que partiam do eu agora que partiam do e que e que olhavam para algo que estivesse antes né Eu acho que tem duas coisas aí que que ela que ela acentua que eu gostaria realmente de sublinhar que é a questão do numinoso que ela traz o conceito do de Jung de numinoso né aqui eh que que é uma forma de começar a quebrar com o ceticismo e com essa leva materialista que começou surgindo no começo do século XX porque os congressos de Psicologia até o início do século XX tinha muito estudo sobre espiritualidade mediunidade essa questão da mente do Espírito mas houve um contraponto importante com a a psicologia fisiológica justamente pela questão do do materialista que foram roubando o espaço né tirando o espaço dessa visão mais espiritualista E aí aos poucos a espiritualidade começa a declinar no campo científico da Psicologia né mesmo com algumas colaborações como é o caso aqui do centro de luminoso do Jung que da qual a a Joana vai depois na sée psicológica se ocupar de uma maneira bastante frequente né o numinoso para Jung é um um tema do do oto que representa a experiência emocional eh de um de uma vivência religiosa né então toda religiosa vai provocar estados emocionais que de numinoso que representa ao mesmo tempo o que é grandioso né então o que fascina e o que gera espanto temor porque aquilo que não cabe em nós né então e então o Yung abre já um campo maior retomando Então essa dimensão Luminosa que que Jona vai ampliar depois a gente não vai se ocupar do conceito agora só estamos Dando uma uma pequena ideia já que ela cita aqui no capítulo né mas ele já abre então para na expera linos para essa experiência que leva um outro uma outra percepção uma outra condição de consciência tanto do ponto de vista do significado como da experiência emocional Então ela começa a trazer esses autores Até chegar na Justamente na quarta força que é da Psicologia

outra condição de consciência tanto do ponto de vista do significado como da experiência emocional Então ela começa a trazer esses autores Até chegar na Justamente na quarta força que é da Psicologia transpessoal e trazendo o conceit do vira ser também desse desse homem Divino né Desse potencial a ser realizado então uma psicologia positiva voltada pros aspectos eh sadios e pros potenciais não realizados então uma prova de uma psicologia que se volta para ampliar as dimensões da consciência na busca da da da integralidade do ser né do homem uma dimensão integral do ser humano em busca da plenitude por isso uma psicologia transpessoal eh tanto que o Jung estuda né na sua tese de doutoramento o estudo dos fenômenos dito ocultos eh quando ele se depara e estuda cientificamente a mediunidade da prima então o quanto que ele tenta fazer essa aproximação desses fenômenos até então paranormais para mostrar que que a psique ela tem toda essa relação né com esses fenômenos eh e e o quanto que ele busca aqui na no conceito do virer a questão da dos avanços da física quântica a relatividade do tempo e espaço e a teoria da Incerteza então quanto essas essas todas essas correntes foram construindo esse anteparo para uma quarta força eh eh interessante que eu me recordo de uma obra de André luí em que o companheiro dele de atividades né o el recorda de Freud um dado momento e fal Nossa Freud Você viu a verdade e aí o mentor espiritual responde assim para ele olha Freud viu a verdade mas uma luz sem amor é uma luz fria então uma abrangência de compreensão do que de fato é o ser então em torno de um paradigma a gente tem pensou muito bemde positiva ou os potenciais adormecidos ou ainda latentes em nós com a perspectiva da Psicologia positiva que é uma outra questão Mas de fato a dimensão do vir a ser esse Devir do espírito da Alma da psique é uma dimensão paradigmática né porque você tem uma perspectiva Em certas correntes em que a gente percebe tá Mas para onde vai isso tudo Qual é a

do vir a ser esse Devir do espírito da Alma da psique é uma dimensão paradigmática né porque você tem uma perspectiva Em certas correntes em que a gente percebe tá Mas para onde vai isso tudo Qual é a noção de ser ou de homem que se tem em torno de certas concepções muitas vezes elas são acabam sendo reduzida a uma perspectiva materialista e aqui o paradigma da quarta força é justamente exaltar aquilo que o grof deu comentou numa entrevista que a inquietação do Abraham Maslow né na psicologia humanista é que faltava alguma coisa falta alguma coisa e era a dimensão espiritual e aí se abre as portas para proposta transpessoal e que ela coloca aqui na no no capítulo né que uma frase que eu achei muito interessante ela diz o ser consciente o ser humano é constituído de elementos complexos que escapam a uma observação superficial então a essa tendência reducionista muitas vezes da ciência de interpretar o ser humano a partir de um conceito biológico ou de um de limitações e ela faz uma crítica então eh claramente né Justamente a esse essa visão materialista do ser humano que não atende né Eh as necessidades éticas e demais necessidades que envolvem eh a nossa dimensão profunda e ela retoma a proposta eh Espírita da da da realidade espírito matéria né dessa dessa dimensão de resgatar de novo como o ti tá falando é essa dimensão espiritual que já tá sendo então anunciada de uma certa maneira por alguns autores e pesquisadores da Psicologia tanto na psicologia humanista já tá lá no James no William James lá nos Estados Unidos ele também já tá já eh antes falava dessa dimensão espiritual né então isso vem vindo Pouco a Pouco de um jeito ou de outro sendo anunciado até começar a ser resgatado de maneira mais inteira eh quando se se institui então a psicologia transpessoal E aí ela coloca concluindo ali essa primeira partezinha que cabe a psicologia transpessoal ou quarta força a tarefa né que inicia de um período real da compreensão da criatura como ser fadado a felicidade então deixa-se de

indo ali essa primeira partezinha que cabe a psicologia transpessoal ou quarta força a tarefa né que inicia de um período real da compreensão da criatura como ser fadado a felicidade então deixa-se de estudar o estímulo resposta Como aquela coisa muito controlada como se esse homem fosse um reloginho capaz de né de ser essa folha em branco que eh a que eu posso construir dele um ladrão assaltante um médico Engenheiro enfim o que eu quiser então cai essa essa ideia eh e aí a gente vai ver esse ser completo espírito pel espírito matéria eh sendo ele eh fadado felicidade Então ela muda esse esse olhar para uma ciência com alma né uma ciência onde o ser ele tem um propósito uma finalidade como ela coloca né nos nas obras dela a gente não tá aí como uma pedra solta rolando no no leito de um rio não nós temos uma função uma finalidade e e nós somos fadados a essa Plenitude então Eh ela também traz a proposta de uma psicologia muito positiva né Muito muito muito linda é importante fazer essa diferença da Psicologia positiva como escola e proposta psicológica da qualidade positiva né que fala que é porque a fal numa visão positiva com uma qualidade né da proposta que J propõe porque no no capítulo ela fala dessa ciência da Alma que já tá lá em Sócrates e Platão né que trazia uma ética moral otimista que buscava o o o equilíbrio entre mente e corpo eh que a que acreditava no potencial do ser humano na questão dos valores né E E então nessa postura criativa muito mais de poder desenvolver consciência e potencial do que ficar só na Patologia e essa que que é uma ideia importante também da Psicologia eh que começa a resgatar o saudável e ampliar o universo do ser humano para além do conflito e do sofrimento psicológico isso tudo tá tá tá tá nesse movimento de abrangência que a psicologia aos poucos vai tomando o pé até chegar na especias anômalas né que é justamente esse termo novo para o que é Paranormal né então esp anômala começa de novo a ser um uma preocupação na psicologia

logia aos poucos vai tomando o pé até chegar na especias anômalas né que é justamente esse termo novo para o que é Paranormal né então esp anômala começa de novo a ser um uma preocupação na psicologia que é tudo aquilo que é que é extraordinário que foge aquilo que é dito a norma né o o mediano então na experiência anômala enta experiência de cura experiência de quase morte experiências de de ações do pensamento a mediunidade e assim vai então hoje em dia a gente vê também vários universidades no mundo inteiro abrindo espaço para poder realmente reconhecer a importância da experiência anômala trazendo recursos e possibilidades para nós que que de repente estavam sendo negligenciadas pela própria psicologia e que pode favorecer muitos entendimentos e abrir novos horizontes enquanto possibilidade do ser humano Então isso é um novo movimento que tá acontecendo é o que o que Fala querida pois não uhum não eu só ia dizer que aí na sequência ela fala né que definir é limitar e restringir mas ela define né ela fala que é limitar mas de alguma forma é necessário didaticamente para que a gente possa entender o conceito que ela tá propondo né então seria Ah esse essa quarta força seria aquela que compreende esse ser humano na sua estrutura física psíquica e transcendental que apesar dela deixar ela vem e e didaticamente ela define por isso que ela começa o capítulo com o título definição e conceito apesar de ser uma forma de restringir e limitar porque o conceito é muito mais amplo do que só isso Eh e um não sei se vocês tiveram essa percepção mas a a Joana quando ela nesse nessa parte né nesse tópico do defo definição em conceito a impressão que me passa é que ela tá ela tá reconstituindo né retratos históricos de como que as ideias psicológicas se desenvolveram no curso das culturas na filosofia até porque a psicologia nasce da Filosofia mas ela parece trazer um nessa reconstrução histórica elementos que são imanentes do ponto de vista pro desenvolvimento psicológico então quando

na filosofia até porque a psicologia nasce da Filosofia mas ela parece trazer um nessa reconstrução histórica elementos que são imanentes do ponto de vista pro desenvolvimento psicológico então quando ela resgata uma ideia né da do pensamento grego por exemplo e cita esses autores ela tá fazendo uma ponte com agora ela tá mostrando osos elementos centrais nas filosofias em valores em princípios mas que na verdade são a arquitetura de como que a alma vai se desenvolver no curso né da história e ela traz sempre houve esse embate entre aqueles que tinham uma concepção mais materialista e aqueles que tinham uma concepção Vamos colocar assim né que era o campo das ideias o idealistas o campo da Alma então é interessante porque o que ela faz me parece é reconstruir mas apontar vejam esses elementos que parecem dispersos no curso histórico ele na verdade se encadeia para dar sentido a verdades mais profundas sobre a alma né E tem uma frase que diz a a o o a novidade é aquilo que não envelhece com o tempo né então de uma certa maneira eh ela tá resgatando realmente esses elementos essenciais que já estão lá em várias filosofias seja orientais como no Ocidente que realmente revelam essa esses elementos de verdade né da dimensão humana que ela então tá realmente eh valorizando retomando para mostrar que a psicologia agora tá acordando para isso né e e reconhecendo isso e o bonito disso tudo é pensar né que como nós não somos uma pedra rolando no leito do rio eh não foi por acaso que esses espíritos vieram naqueles nesse conforme ela foi construindo né a ideia anax síes anaxágoras depois o próprio Sócrates Platão então esses pensadores Eles foram vindo trazendo essas ideias como se fosse assim pequenas pecinhas que agora vão compondo esse mosaico do da Psicologia transpessoal que é a possibil idade de juntar todo esse essas ideias num processo de integração Então se pensarmos na no planeta terra ele também tá individuando as partes cindidas da sua psique né onde vieram esses pensadores esses espíritos

tar todo esse essas ideias num processo de integração Então se pensarmos na no planeta terra ele também tá individuando as partes cindidas da sua psique né onde vieram esses pensadores esses espíritos iluminados trazendo essas novidades que não se tornaram velhas elas continuam novas e a partir daí é possível então fazer um novo contexto olhando a ciência da alma como ela coloca né que nos primórdios tiveram embutida nessa questão de Sócrates e Platão trazendo aquele pensamento da criatura Dual do mundo das ideias que agora a gente entende que é o mundo dos espíritos e aí a gente vai est percebendo eh o quanto que a espiritualidade traz para nós aquilo que é necessário Então não é um planeta eh não é mais um Vale de Lágrimas sim eh esse planeta escola que Viera esses professores que ela vai citando para construir esse grande corpo teórico esse grande corpo que é a psicologia da quarta força hoje eh um um existe um autor que eu gosto muito que é o John C que é um filósofo da mente e ele faz reflexões ainda que não preocupado com uma dimensão metafísica do ser ele fala como pode o universo ter tantas partículas não consci entes e ao mesmo tempo produzir consciência como é que é possível o fenômeno da consciência existir no universo que em si tem partículas unidades que não são conscientes então ele traz uma reflexão que a gente entende hoje ponto de vista ontológico Espírita que é o espírito e esse conceito passa a aparecer agora no texto Quando Ela traz a dimensão de Jesus nesse lugar né Nessa proposta nessa singularidade histórica e psicológica de uma presença eh relacional vivencial e que traz elementos muito profundos do que a proposta de Jesus né é muito importante este momento aqui do capítulo acho que é um momento Central quando ela traz o pensamento ético de Jesus como esse ponto de equilíbrio entre todas ess essa corrente né de pensamento seja antigas como Os Atuais e ela fala então que ele faz uma ponte né psicológica e filosófica entre as civilizações né

sus como esse ponto de equilíbrio entre todas ess essa corrente né de pensamento seja antigas como Os Atuais e ela fala então que ele faz uma ponte né psicológica e filosófica entre as civilizações né orientais e entais e ao mesmo tempo eh trazendo né outros elementos a mais para uma nova abertura uma nova proposta né PR a humanidade então ele J resgata a reencarnação lá do oriente né e e e e pega o idealismo socrático também de de Joana né E aí acrescenta a lógica do coração a lógica do amor né então que é uma outra lógica tinha uma lógica do Poder do do Ego autocentrado no movimento para fora e Jesus inverte a lógica né inverte a lógica que diz que o reino de Deus está dentro de nós então de uma certa maneira Jesus também inaugura a subjetividade onde diz olha existe um mundo interno e é onde tá o reino de Deus e eh traz uma outra lógica que é a lógica do Amor em vez de de matar perdoa em vez de impor né com violência coopere né com vida para né doa e assim por diante então Joana vai trazer realmente a figura do Cristo né como el tem a imagem bonita de Jesus como um rei solar que mergulha nas somas da Terra para que não faltasse mais eh que não houvesse mais treva da humanidade né e e justamente o Jong vai trazer isso também e vai dizer que toda a psicologia do homem ocidental em especial passa necessariamente pela presença ou ou mito do Cristo então de uma certa maneira eh Jesus nos nos autoriza a a a fazer esse caminho agora a de maneira própria individual pelo esforço de cada um onde a partir deles todos nós estamos autorizados também a ser um Cristo isso eh é é muito bonito né e Yung vai dizer né que e que que que que justamente Cristo eh eh quando ele fala da individuação né Cristo é o homem interior diz o Jung a qual se chega pelo caminho do autoconhecimento então quando gente fala em ser consciente em homem integrar está falando desse caminho em direção não só a a proposta do Cristo não só o Cristo enquanto arquétipo doal não só como o Cristo enquanto eh psicólogo também né aqui mas também a

nte em homem integrar está falando desse caminho em direção não só a a proposta do Cristo não só o Cristo enquanto arquétipo doal não só como o Cristo enquanto eh psicólogo também né aqui mas também a a experiência de tornarmos um Cristo em nós enquanto realização desse homem integral e ela coloca ele aqui como o marco mais importante da a psicologia transpessoal porque ele tem esse movimento de penetrar nos arquivos inconscientes das pessoas né ela usa o termo auscultar a alma e aí com isso ela vai considerar esse indivíduo essencialmente espiritual né então é importante olhar o papel de Cristo que ele faz esse movimento e e depois ela fala do cristianismo né com salvos e exceções mas a contribuição negativa que estes né pseudos cristãos trouxeram quando ele traz movimento de repressão restrição e condenação trazendo eh como ela coloca toda Fonte de Prazer como pecado e aí obrigando ser trazendo no ser construindo no ser a ideia de culpa Porque Jesus não trouxe isso isso não é uma questão de Jesus Ela traz né Francisco de Assis né santra Santa Teresa da Ávila como algumas exceções mas salvo essas eh exceções eles trouxeram essa projetando na mulher essa essa questão do desrespeito do simbolismo da criatura humana tornando ela como um ser inferior E aí essa postura teológica Então ela critica a postula postura teológica porque ela trouxe alienações e desditas e a partir daí foi necessário que a ciência viesse para tentar de alguma forma anular esse efeito pernicioso da própria igreja nesse sentido para que a gente pudesse então entrar nesses painés do inconsciente e libertar o ser da culpa que é essa culpa que adoece né E aí vem ela cita o espiritismo como essa alavanca que trouxe essa ideia espiritualista para a tona para que então a quarta força pudesse desenvolver então a importância de olhar Como foi construída também então se por um lado tinha teorias que construíram todo um arcabouo teórico para que a gente pudesse ter a quarta força hoje por outro lado tiveram outras instituições

olhar Como foi construída também então se por um lado tinha teorias que construíram todo um arcabouo teórico para que a gente pudesse ter a quarta força hoje por outro lado tiveram outras instituições que construíram todo um processo que aliena eh é interessante porque a gente perde Às vezes a simplicidade do que o evangelho mas que tem profundidade que por Excelência a a mensagem a proposta de Jesus é uma nova ética uma nova ética de cuidado cuidado de si cuidado do outro então o que me o que me chama a atenção entre o começo das da da da da desse trecho em que Joana traz Jesus né Pro palco né da história é que ela faz um contraste muito claro entre a proposta que ele tava trazendo a forma como viveu essa proposta que por Excelência era uma uma forma de uma é de cuidado é muito profunda psicologicamente falando né E que na verdade ela em algum momento é justamente o oposto que acontece na história né então há uma há uma há uma violação dos princípios mais Magnos em torno do dos valores que ornamentam e governam essa ética porque a experiência evangélica psicologicamente ela tem uma dimensão que é o desenvolvimento de uma consciência ou dessa Lucidez consciencial que é a grande jornada de todos nós que que nasce na nossa intimidade Mas é uma dimensão que é experiencial relacional a gente não pode perder isso e se a gente for pensar o que aconteceu né A partir do momento em que se institucionaliza o cristianismo e a todos os problemas relacionados com a ascensão eh de um discurso que era muito mais vinculado ao pecado do que Redenção muito mais a a uma violência simbólica e psicológica do ponto de vista de controle de massas a gente percebe justamente isso a perda da conexão do indivíduo com o outro a hierarquização das relações e em Essência a perda da luminosidade da amorosidade que constrói laços e que estabelece caminhos para que a gente possa amadurecer psicologicamente Eu acho que isso é um ponto muito grave e que ela coloca permanece hoje ainda na psíquica Cristã

osidade que constrói laços e que estabelece caminhos para que a gente possa amadurecer psicologicamente Eu acho que isso é um ponto muito grave e que ela coloca permanece hoje ainda na psíquica Cristã nós somos espíritas nessa Encarnação mas eh a gente tem que pensar que uma dimensão muito profunda e sombria ainda eh permeia a psique Cristã eu acho que não importa a designação religiosa tendo em vista todos esses problemas que foram desenvolvidos no curso da história e nós somos nós somos herdeiros dessas construções talvez que nós mesmos o fizemos né temos que agora voltar paraa doutrina espírita e só para esse esse esse ponto é importante porque a a marca psicológica que a doutrina espírita traz e que ela exalta É que na verdade se a lei a seu tempo né no no contexto Israelita eram duas tábuas né olha que interessante esse movimento duas tábuas de repente vem Jesus a representação da lei da Verdade é um homem e a doutrina fala não os espíritos dizem Todos nós somos essa representação a verdade tá em ti tá em mim e nós temos que desenvolver esse processo Olha como esse é uma dimensão Libertadora de compreensão de como que a alma se desenvolve do ponto de vista religioso na Perspectiva Cristã né somos nós nós somos cristos seremos Cristo a seu tempo né É de uma certa maneira Jesus inaugura Então essa dimensão madura né de saí da infância psicológica espiritual com essa dimensão consciencial de responsabilidade e de poder realmente acreditar no ser humano no seu poder transformador então Jesus acredita em nós olha e liberta a nossa consciência daquele jogo infantil de homem voltado para fora seja pela religião seja pel pela dinâmica do mundo social para um homem interior a partir dos valores espirituais né e acho muito interessante e por isso que ali no no final desse primeiro item né ela vai dizer que justamente essa quarta força eh vai possibilitar a esse essa ampliação para para poder realmente integrar essa a a criatura com o criador essa perfeita integração ela

rimeiro item né ela vai dizer que justamente essa quarta força eh vai possibilitar a esse essa ampliação para para poder realmente integrar essa a a criatura com o criador essa perfeita integração ela disz entre a criatura e o criador e a e e essa dimensão cósmica da consciência pulsante e Universal acho tão bonito né que eh que então essa dimensão divina né Essa dimensão dessa coisa cósmica pulsante Universal que permeia também a nossa vida dentro dessa proposta que o Thiago tá falando de uma verdade né Que Habita dentro de nós como o Divino habita dentro de nós também então com certeza aí a gente tem em Jesus e a joa vai colocar a partir dessa Perspectiva da Psicologia profunda essa proposta do ser que o ser vive para amar e ser amado iluminando as nossas Trevas no sentido da ignorância das limitações esse jogo da humanidade que sempre foi assim né um passo pra frente um passo para trás vem a Luz traz uma nova realidade os homens compreendem mal apaga um pouco essa luz nessa circularidade evolutiva né que daí Repassa traz outros elementos novos vem e relembra O que foi esquecido AC crecendo alguma coisa e Jesus como médium de Deus traz justamente né né A Proposta psicoterapeuta preventiva como Joana coloca né trazendo esse hino de exaltação né de vivência dessa Liberdade da conscientização do indivíduo e da sua autoresponsabilidade enquanto capacidade agora de gerar o seu próprio caminho de maneira mais plena Então realmente Jesus é um libertador de consciência e nos dando um caminho agora para essa dimensão mais profunda da nossa realidade que até então tava Adormecida Então olha que lindo o caminho que ela percorre ela explica o que é a quarta força Ela traz o conceito como ela como se desenvolveu essa quarta força Ela traz as escolas as linhas as correntes as teorias aí Ela traz Jesus e aí ela traz o homem psicológico maduro por quê Porque ela traz Jesus como esse arquétipo do homem biológico Maduro e como nós conseguiremos ser esse ser consciente que é o tema do livro né nós

Jesus e aí ela traz o homem psicológico maduro por quê Porque ela traz Jesus como esse arquétipo do homem biológico Maduro e como nós conseguiremos ser esse ser consciente que é o tema do livro né nós conseguiremos ser esse eh o ser consciente a partir do momento que nós formos amadurecendo enquanto ces e essa maturidade ela vai trabalhar muito nesse capítulo falando que existe é processo né então Jesus chegou até onde foi fruto ao desenvolvimento dele pessoal que ele foi processo a processo e hoje ele tá naquela condição E aí ela nos coloca como esse ser ainda imaturo então ela vai trazendo que existe um é um processo que existe fases e que essas fases têm que ser observadas para que a gente possa então ir aos pouquinhos amadurecendo né E aí ela culmina com as fases desse processo Então olha a construção dela então às vezes a gente olha o livro A gente falar não entendi por que que ela coloca isso aqui e depois Traz esse outro assunto que não tem nada a ver não mas se você ampliar e se afastar um pouquinho você vai ver direitinho essa linha de pensamento percorrendo né formando uma costura formando um viés muito muito didático que ela trabalha né é Não sei se vocês perceberam também uma coisa interessante ela apresenta a complexidade do ser no primeiro item a complexidade constitutiva do ser ela agrega dimensões que as forças anteriores ou não viram ou não ou tocaram não reconheceram Ou não admitiram né Vamos pensar assim pode ter acontecido e nessa segunda etapa eh em que ela apresenta esse homem que Que vai amadurecer psicologicamente eu percebi que ela mostra que a tarefa é árdua que não existe assim não é um processo simplório e que ela vai desenvolver né na narrativa dela eh apresentando um conjunto de Vamos colocar assim né fragmentos de representações da vida cotidiana de quem é o homem de quem é o ser humano contemporâneo e que é uma complexidade de fatores e que é árduo esse processo ele não é simples e pelo menos assim né a gente se afasta muitas vezes de um

iana de quem é o homem de quem é o ser humano contemporâneo e que é uma complexidade de fatores e que é árduo esse processo ele não é simples e pelo menos assim né a gente se afasta muitas vezes de um discurso que basta que sejamos homens Moris sejamos pessoas éticas Ok mas isso é um princípio Idealista Isso é uma dimensão que no concreto ela é muito mais é muito mais complexo de você de fato operacionalizar e no texto ele vai mostrar como que a essa realidade né trans existencial ou essas dimensões de que de que nós o dia fomos talvez até reconhecendo o que hoje vemos como sombrio no passado como Virtuoso mas que essa camadas ou essas dimensões muito ativas na nossa psique permanecem muito presentes e eu acho que essa grande herança que precisa ser elaborada e trabalhada é o nosso grande desafio né é interessante que realmente como a tá colocando como ela começa a fazer esse contraponto né entre a imaturidade A maturidade dessa complexidade que o thago tá trazendo por isso que ela usa o conceito de individuação do Yung no início ali do desse segundo item ela fala da individuação que de uma certa maneira realmente reponta um processo todo né cuja meta é essa planificação mas começa a gente se tornar um indivíduo então não a gente não tá falando em perfeição ainda porque a perfeição tá muito distante né mas é de um processo que é de uma interza né ou seja de uma capacidade de nós começar a conversarmos com nos começos e nos reconhecer e nesse sentido né Desse amadurecimento que propõe a a individuação do Jung eh se tornar uma pessoa não dividida porque indivíduo é um ser não dividido Ou seja a gente poder realmente fazer um trabalho de reconhecimento de acolhimento e aceitação de nós mesmos mas numa proposta de crescimento porque ela fala que Justamente esse ess esse homem imaturo ele ele há uma certa recusa Claro tem essa complexidade toda de fatores hereditários sociais econômicos que trabalham eh gerando fatores que reforçam né de uma certa maneira os conflitos e as

imaturo ele ele há uma certa recusa Claro tem essa complexidade toda de fatores hereditários sociais econômicos que trabalham eh gerando fatores que reforçam né de uma certa maneira os conflitos e as dificuldades né mas tem um certa condição profunda da próprio espírito que talvez não se acredita em si ou quer ficar acomodado nessa condição espiritual mais infantil e por isso que ela fala que esse processo de amadurecimento psicológico e é uma larga gestação como o Thiago tava colocando ele é um processo né E que cujo parto é doloroso né gerar consciência Dói né gerar esse desp dói mas quando a gente consegue aceitar isso né e e romper essa a dimensão mais limitante de nós mesmos porque essa imaturidade ela fecha e impossibilita eh o crescimento nosso e isso gera sofrimento e como ela diz também eh tu compensa da esse movimento pro meta sem significado no conquistar no ter n compensações do mundo lá fora e a gente perde aí a conexão com a vida conosco mesmo e por consequência um sentido da vida então tudo isso ela fala dessas pessoas que som a maioria de nós dentro dessa dimensão ainda muito eh infantil limitada e de uma certa maneira eh caprichosa né porque Como diz Manuel toda a criança teme e exige muito até chegar a essa proposta da maturidade que ela traz né que realmente que também eh envolve várias etapas aqui ela vai falando de várias etapas dessa maturidade psicológica ou seja isso é uma construção né que que Como como ela mesmo disz H um um curso acidentado ou seja né a gente vai ter que repetir cair levantar despertar para alguma coisa integrar outra coisa e que começa com a questão da afetividade isso eu achei interessante né Eh eh que esse processo de aidade envolve um trabalho com a nossa afetividade eh como uma questão fundamental nessa caminhada aí de de amadurecimento eu queria pegar algumas duas questões que eu achei importante né antes ela fala que esse desenvolvimento fisiológico raramente acompanha o emocional né então isso é um fator importante porque às vezes a gente vê

egar algumas duas questões que eu achei importante né antes ela fala que esse desenvolvimento fisiológico raramente acompanha o emocional né então isso é um fator importante porque às vezes a gente vê pessoas aí com 70 80 anos que são eh imaturos como um menino de 15 e às vezes a gente vê um menino de 15 que tem uma maturidade muito grande então aí a gente vê realmente a a As Verdades da doutrina espírita onde a matéria é apenas um invólucro mas o espírito sim eh é aquele ag gente né E aí ela fala que como a gente tá imantado aos instintos e atavismos né Nós temos nós despertamos para essa necessidade isso é inato né então a individual situação ela seria isso a gente tem uma capacidade de Despertar para esses valores adormecidos só que aí ela começa a mostrar como que constitui maturidade fatores hereditários psicossociais econômicos pode contribuir para essa pessoa para esse ser permanecer nesse estado infantil por muito tempo né E aí ela vai tá dizendo de como que expressa-se essa imaturidade mas ela vai enfatizar muito o papel e a importância do perispírito aqui eu achei interessante porque ela vai fazendo um caminho aí ela entra nessa questão que embora esses fatores genéticos contribuam pro desenvolvimento da maturidade o pir espírito ele é preponderante porque ele é responsável por essa harmonização necessária à existência né então por isso que a quarta força vai olhar espírito per espírito e matéria e nesse nesse né nesse tem per espírito entender o per espírito a relevância na causalidade de todos ela coloca todos esses fenômenos humanos é realmente a proposta da Psicologia transpessoal onde ele o perispírito vai fazer a ponte a junção dessa cisão do eu e do si mesmo então é o aquele espírito vai contribuir também para que haja a questão da individuação né pro ser ficando inteiro colando os seus pedacinhos E aí ela faz a diferenciação entre personalidade e individualidade que é outra questão muito importante nesse capítulo dela fazer essa distinção né personalidade então eu Adriana resulto

us pedacinhos E aí ela faz a diferenciação entre personalidade e individualidade que é outra questão muito importante nesse capítulo dela fazer essa distinção né personalidade então eu Adriana resulto da experiência minha nesse nesse exato momento agora eu nessa existência e a individualidade é esse todo é a soma de tudo né todas as realizações sucessivas desde o momento em que eu fui criado simples e ignorante até chegar agora então são eh por isso que eu falei Esse é um capítulo com muitos muitos detalhes importantes que a gente teria que ficar aqui aprofundando muito porque são muito interessantes a gente podia ficar aqui né falando dessa questão da personalidade e individualidade por pela noite inteira né então é mas identidade também né que é um outro conceito diferente identidade personalidade e individualidade são concelhos diferentes né que cada um desz respeito a algum elemento né PR é o questõ bem bem interessante diga thago eu quando eu li quando eu relia esse capítulo na verdade não sei vocês mas parecia ao mesmo tempo que ela tava falando de uma dimensão da estruturação do Ego em uma Encarnação da Etapa infantil até idade adulta mas e parecia também que ela tava fazendo uma narrativa que era antropológica no sentido de como que o o espírito quando adquire né a a capacidade eh humana né a condição humana ele começa a desenvolver a a atividade mental de raciocínio que tá aqui no texto né ela fala de uma afetividade mas que também aparece uma capacidade às vezes muito prematura de discernimento eu me recordei de uma passagem lá na evolução em Dois Mundos em que ao falar sobre o nascimento da responsabilidade e a construção da noção de direito ela fala de comunidades muito primitivas que psicologicamente são muito instintivas muito violentas muito protetoras de sua PR o que se espera de uma condição existencial nessa faixa evolutiva mas que é justamente ento afetivo de proteção de cuidado que tá nascendo uma afetividade eu pensei aqui no contexto antropológico mas a dimensão

spera de uma condição existencial nessa faixa evolutiva mas que é justamente ento afetivo de proteção de cuidado que tá nascendo uma afetividade eu pensei aqui no contexto antropológico mas a dimensão da noção do Direito é assim que a Joana fala né você vai usar com uma uma uma regra importante paraa compreensão do seu lugar relacional com o mundo não ultrapassando os limites e não ferindo né o direito do outro e isso lá em André luí que é interessante pensar de que alguma forma isso começa eh esse homem selvático né ele vai aos poucos abandonando dimensões muito instintual de apetites de prazeres né E passa a a a a a reger para si próprio elementos que lhe dão freio à própria liberdade então ao falarmos de uma afetividade que aparece relacionalmente há uma dimensão também que é consciencial ainda muito prematura e que pode ser tanto no Desenvolvimento Infantil quanto no desenvolvimento antropológico de como é necessário a aquisição da Razão paraa compreensão dos próprios processos né É com certeza tá falando tanto do processo do da construção da consciência e do Ego nessa Encarnação mas tá falando de todo um processo do Espírito também então realmente esse espírito começa a despertar Quando o homem levanta né uma homem primitivo levanta e libera as mãos e libera o olhar a um salto qualitativo que com as mãos é começa o homem fáb o trabalho é criativo e o afeto também né as relações então quando homem eree né em cima sobre seus próprios pés o fato deixa de de ter uma importância e começa a ter a visão começa a ter uma importância maior e e a visão é um símbolo de consciência Então olha só toda essa dinâmica que vai acontecendo do ponto de vista filogenético e ontogenético também né então começa esse amadurecimento afetivo né que é um passo importante para depois começar o que ela cham de uma AM amadurecimento mental que justamente vai gerando essa compreensão do que é a vida esse amadurecimento mental tu vai começar a criar adquirir não só a emoção mas também os valores

ue ela cham de uma AM amadurecimento mental que justamente vai gerando essa compreensão do que é a vida esse amadurecimento mental tu vai começar a criar adquirir não só a emoção mas também os valores que constituem a a a nossa existência né E aí a gente vai aos pouquinhos realmente eh com o o amoro afetivo fazendo o o o o Moral segundo feio afetivo não Ten o Moral e aí começa a conquista da razão né que é um princípio ordenador E aí começa daí então uma uma as outras etapas a partir disso né de de de de construção dessa maturidade né depois então Eh vemo moral né junto com mental e depois né do moral né vem o por último o social né então a gente vê realmente tudo um processo de que de complexidade e de elaboração dos processos da vida básicos até chegar numa transformação ética e social é muito bonita a forma como ela vai construindo aqui esse entendimento e esse processo de maturidade e e e e essa distinção entre o ser imaturo e o ser maduro é o o que me chama o ponto que me chama atenção é justamente essa diferenciação que ela faz entre uma moralidade que é modelada pela cultura uhum pela conveniência pela convivência social e que o indivíduo às vezes obedece por conta da contingência e uma dimensão moral que ela é uma dimensão moral já no processo acredito que está associado a essa dimensão mais profunda da Alma né do processo da individuação e que o lugar do indivíduo não mais eu acho que disperso ou diluído num coletivo psicologicamente repetindo padrões e condutas mas compreendendo sua própria consciência perante o coletivo e e sendo partícipe da construção dessa coletividade então quando ela comenta bem aqui esse trechinho bem bonito né que ele passa é ele logo uma consciência individual ele abdica da violência tno uma pacificidade relacional reconhecendo a autoridade do outro e também ele consegue se integrar o grupo social promovendo isso isso isso tem uma beleza ética no sentido de cuidado de si e o cuidado do outro né E que a gente percebe hoje na no na nossa sociedade

e também ele consegue se integrar o grupo social promovendo isso isso isso tem uma beleza ética no sentido de cuidado de si e o cuidado do outro né E que a gente percebe hoje na no na nossa sociedade Como faz falta ainda essa dimensão de fato de nos sentirmos pertencentes e partícipes de construção de novas relações mais afetivas mais amorosas mais cuidadosas e mais conscientes né é interessante que tudo isso né Tiago fala dessa cadeia de relacionamento que a relação é a base do universo D da lei do amor que tudo tá em relação né então de uma certa maneira ela fala desse ser imaturo que se relaciona só com consigo mesmo né auto sentado egocêntrico a para para sair para para pro mundo familiar né Eh o Cico familiar que que que envolve da uma dimensão um pouquinho mais mais Ampla dessa consciência onde tem vários tipo de pensamento que ela dizendo que o pensamento também vai sendo elaborado e se tornando mais refinado mais complexo e mais profundo enquanto reflexão e até chegar na no rompimento do familiar e e uma abertura para a comunidade que é a grande escola da vida então também e a gente vê essas relações se ampliando né entre o individual o familiar o social e o cósmico né quea dimensão daí de uma consciência integrada né com a natureza com o universo e assim por diante então também há todo movimento que passa por essas várias dimensões do nível de relação também e e me parece psicologicamente que nessa nessas condições aqui nesses nesse nessas ideias que estamos trocando agora ao final elas elas ajudam a gente entender psicologicamente a posição de Jesus quando naquele momento ele fala quem é meu pai queem é minha mãe quem são meus irmãos porque ele sai de uma identidade que é muito vinculada à cultura familiar né para uma dimensão que é mais ampliada de uma coletividade de identidade de valores de princípios e que nos torna agregados né no sentido mais profundo com as pessoas em t das quais a gente se relaciona né Uhum bem mas a gente já tá acabando o tempo como passou

identidade de valores de princípios e que nos torna agregados né no sentido mais profundo com as pessoas em t das quais a gente se relaciona né Uhum bem mas a gente já tá acabando o tempo como passou rápido eu não sei nessa semana no próximo encontro a gente vai vai continuar no capítulo um né então hoje teve a primeira parte do Capítulo e semana que vem então a gente continua pegando a questão da do da do paradigma né da dos modelos e paradigmas e avançando até o final do capítulo mas eu não sei se vocês queriam terminar hoje o nosso estudo com algum elemento ainda para fechar o esse momento Adriana tu quer trazer alguma algum elemento para finalizar também talvez é o último parágrafo dela que ela traz né que o homem maduro psicologicamente vive das aspirações do bom do Belo do verdadeiro e esvaído do Ego atinge o self tornando-se homem integral ideal rumo ao infinito então eu achei poético esse último parágrafo mas que para nós representa ainda muito esforço muito muito chão pela frente para que a gente possa galgar esse status de homem integral uhum muito bem thago algum elemento mais pra gente para finalizar o encontro de hoje eh eu acho que exaltar a positividade do que desses elementos em torno da quarta força e que se se comunicam e e se conjugam de uma maneira muito bonita com a doutrina espírita da forma como colocam esse homem que vai vir a ser né em sua plenitude um potencial latente em todos nós e que vale a pena viver é bonito viver é agrido Tem dificuldades mas tendo a compreensão de que a transitoriedade daquilo que nos aflige mas as possibilidades de como a gente pode alcançar uma felicidade um bem-estar envolve essas dimensões do desenvolvimento individual de cada um de nós e que para mim esse é um valor que é para mim ele é ele é imensurável ele é valiosíssimo na proposta Evangélica de Jesus estejamos uns com os outros é assim que a história se torna mais bonita viver junto sofrer junto alegrar junto crescer junto é um é uma é uma condição muito bonita e

mo na proposta Evangélica de Jesus estejamos uns com os outros é assim que a história se torna mais bonita viver junto sofrer junto alegrar junto crescer junto é um é uma é uma condição muito bonita e particular da proposta Cristã porque foi isso que Jesus fez até o seu último dia né com a gente esteve sempre ao lado das pessoas auxiliando erguendo amando cuidando orientando e libertando né Muito bem gente realmente né Eh é uma proposta muito bonita essa da Joana em relação a essa amplidão infinita de aspirações como a Adena colocou e o Thiago também tá tá reforçando e nós convidamos a todos então a continuar o estudo desse Capítulo eh na próxima semana dando continuidade ao nosso estudo então da série psicológica Joana de an um grande abraço a todos que a paz de Jesus nos abençoe nessa caminhada e até então o nosso encontro Onde teremos a segunda parte do Capítulo 1

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