T6:E15 • Transtornos Mentais • Perguntas e Respostas

Mansão do Caminho 22/05/2024 (há 1 ano) 54:35 6,016 visualizações 756 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 06 - Transtornos Mentais Episódio 15 - Perguntas e Respostas ► Recapitulação dos quatro últimos episódios. » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. Hoje é aquele encontro especial em que interrompemos um pouco a abordagem de novos assuntos para poder trocar um pouco com vocês a partir das perguntas, comentários. provocações que vocês fizeram tanto nos comentários quanto pelo chat durante os últimos episódios. Então, é o nosso episódio de perguntas e respostas. Vamos falar dos capítulos 11, 12, 13 e 14. Então, episódio 11, 12, 13, 14. E nós selecionamos algumas perguntas, não deu para trazer todas por conta do nosso tema. Então, vamos lá. Eu trouxe primeiro com relação ao episódio 11, em que nós falamos sobre o transtorno obsessivo compulsivo, a gente chama do toque, eu trouxe uma pergunta da Silvia Ribeiro e ela diz: "Cris, essa obsessão pode ser também falta de algo químico no corpo?" Então, o transtorno obsessivo compulsivo é como se a gente tivesse eh eh uma necessidade de ter um um determinado ou alguns determinados comportamentos, algo que me leva como que me arrasta, eu não consigo não fazer, eu preciso fazer, eu preciso lavar as minhas mãos tantas vezes. Então, a gente explicou, não dá para voltar tudo, mas o episódio 11, o capítulo 11 tá lá para quem quiser, pode retomar. E a pergunta da Silvia é isso, se essa obsessão não pode ser alguma coisa simplesmente do corpo, uma disfunção orgânica, fisiológica, química. Então, Silvia, eh, certamente existe a participação do corpo, certamente, mas a gente tem essa tendência de querer de querer explicar eh as coisas separadamente. Ah, isso é da minha emoção. Ah, não, isso daqui é do meu pensamento. Ah, isso é do meu corpo. Isso é uma reação do próprio corpo fisiológica. Mas se a gente pensar bem, a gente sabe que não existe nada separado. Nós somos um ser total. as nossas instâncias, os as nossas áreas de de a nossa constituição, nossa estrutura, ela ela sim pode ser estudada na forma de camadas, camadas mais densas em termos de matéria, como o próprio corpo, o soma, camadas mais sutis e mais energéticas,

a nossa constituição, nossa estrutura, ela ela sim pode ser estudada na forma de camadas, camadas mais densas em termos de matéria, como o próprio corpo, o soma, camadas mais sutis e mais energéticas, uma matéria mais em forma de energia, o espírito, a mente, a consciência, mas o fato é que elas estão ligadas. Todas essas instâncias do nosso eu, todos os nossos corpos, eles estão ligados célula a célula. Então, nada acontece no espírito que não faça uma repercussão nos outros corpos, inclusive no material. E nada acontece no corpo material mais denso que não reverbere também nos outros corpos e nas outras instâncias da vida. Então, nós temos a tendência aqui na Terra, porque é o que nós conseguimos enxergar melhor, analisar a matéria. Eu não estou bem, eu vou buscar alguém, um médico, um especialista para analisar o meu corpo e fazer as medições, as aferições necessárias para dizer: "Está descontrolado eh esse nutriente está faltando, eh as as adenais, as enfim, os hormônios, eh não estão trabalhando direito. Existe aqui algum nódulo, num cisto e a gente vai procurar o que que precisa procurar no corpo. Mas dizer que o corpo produziu por si mesmo isso independente da relação com emoção, com mente, com espírito, com os outros corpos, a gente sabe que não. Então, a gente pode pesquisar o corpo e pode influenciar no corpo porque ele vai ter uma expressão, mas não significa que é simplesmente o corpo que se desequilibrou sozinho. Se existe algo químico, como você diz, né, não seria falta de algo químico ou às vezes até um excesso de algo químico no corpo, Silvia. Então, se a gente pensar eh se existe algum problema com o corpo, provavelmente vai existir, mas não é o corpo que gerou o problema dele próprio. O problema do corpo é originado na causa inteligente. É o livre arbítrio que projeta no corpo as questões eh tanto de saúde como de doença. Joana de Angeles tem um texto lindo, acho que é no livre encontro com a paz e a saúde, em que ela fala do binômio saúde e doença. Então

e projeta no corpo as questões eh tanto de saúde como de doença. Joana de Angeles tem um texto lindo, acho que é no livre encontro com a paz e a saúde, em que ela fala do binômio saúde e doença. Então aquilo que meu corpo está hoje expressando, a não ser que seja alguma causa de expiação de vidas passadas, nada mais é do que expressão da minha mente, da minha emoção, da minha psique, do meu espírito. Então, nós podemos pesquisar a parte química do corpo, a gente pode sim. Vamos ao psiquiatra, ao neurologista, ele vai analisar, pode ser que ele encontre algum achado e se ele encontrar, ele vai fazer a medicação para aquilo se reequilibrar. Mas quem gerou isso no corpo? Se esse que gerou pelo uso do livre arbítrio não se rever, não se reposicionar, se a gente não se modificar em termos de causa, porque a causa é inteligente, é o espírito que gera, a gente cuida do corpo aqui e o corpo, o corpo vai adoecer ali. Então, sempre tem relação. Ah, quer dizer que aquilo que eu pensei agora já manifestou no corpo? Já. Só que para manifestar no corpo, a ponto de gerar uma questão corporal de saúde, de doença, de sintoma, de dor, leva um tempo. O corpo ele aguenta a as primeiras expressões energéticas, fluídicas, mas se eu insisto naquilo, é como se eu vou, eu vou machucando, machucando, machucando. Chega uma hora que aquilo machuca mesmo, sangra. Então, sempre tem o o bom, por isso que o bom e e a proposta de Joana de Angeles é a gente cuidar da saúde total. Então, eu tenho que vigiar o meu pensamento, eu tenho que saber lidar com as as minhas emoções, eu tenho que cuidar bem do corpo físico, eu tenho que cuidar do espírito, fazer a minha oração, eu preciso proteger o todo, porque se um lado tá desprotegido, ele vai gerar disfunção, desequilíbrio nos outros, nas outras áreas. H, Naddia Santos nos traz assim, essa sensação de é como se a gente fosse explodir. E só é uma sensação, ela diz, né, para quem tem esse toque, de como a gente fosse explodir e só se executar a tal da tarefa de forma exaustiva

assim, essa sensação de é como se a gente fosse explodir. E só é uma sensação, ela diz, né, para quem tem esse toque, de como a gente fosse explodir e só se executar a tal da tarefa de forma exaustiva é que às vezes faz com que a gente se sinta um pouco melhor. Então, ela tá descrevendo pra gente como costuma acontecer a sensação junto vinda e do transtorno obsessivo compulsivo. Então, ela nos diz, "Parece que a gente vai explodir se a gente não fizer aquele movimento repetitivo tantas vezes." Aí quando a gente faz tantas vezes, a gente alivia essa explosão, mas nem sempre. E também não é uma solução duradoura, me tira daquele lugar naquele instante, mas não soluciona o problema, não gera o que a gente gostaria, que é do reequilíbrio para que a gente deixe de ser tão acessada por esse transtorno, né? Eh, eh, então o que que eu lembrei quando você falou sobre isso, Nádia? Quando a gente estuda a a psicologia de Joana de Angeles, eh, principalmente com base nesse inconsciente descrito por Carl Gustavo Jung, Jung vai falar pra gente sobre a energia psíquica. A energia psíquica é como se, vamos imaginar que a gente tem um quarto escuro e a gente tem um foco de luz, por exemplo, um holofote, uma grande lanterna, um lugar que ilumina. Se eu pego esse foco de luz, essa grande lanterna, essa eh esse holofod e eu projeto para um canto desse quarto, eu vou iluminar o lugar para onde essa luz tá direcionando e eu vou ver o que tem ali. Mas o que tem para trás fica no escuro. Eu já não sei, mas eu não tenho consciência do que tem aqui atrás. E se eu inverto, eu faço o contrário. Aquilo que antes estava iluminado fica no escuro. Eu já não acesso mais. que agora eu estou prestando atenção nisso que está aqui na minha frente e eu posso ir mexendo com esse holofote e iluminando cada cantinho dessa grande sala e cada cantinho que eu iluminar eu tô focando. E o que que é estar focando? é prestando atenção naquilo. Se eu presto atenção naquilo, as outras coisas que estão para cá, elas perdem a minha atenção. Nenhum

cantinho que eu iluminar eu tô focando. E o que que é estar focando? é prestando atenção naquilo. Se eu presto atenção naquilo, as outras coisas que estão para cá, elas perdem a minha atenção. Nenhum ser humano é capaz de prestar atenção em todas as partes ao mesmo tempo. A gente consegue manter na nossa tela mental uma, duas, 3, 4, 5, seis coisas. A gente não consegue manter todas as coisas. Então eu prestei atenção nisso, nisso, nisso, nisso. Outras coisas já ficaram pro esquecimento, foram pro inconsciente. E eu me lembrei desse conceito da energia psíquica. E a energia psíquica é essa essa luz que você projeta dentro da sua da sua psique. Então, me parece que como se essa energia psíquica estivesse iluminando alguma área da minha psique. Muito doída. Estou aqui confabulando, estou imaginando com base na na na no comentário da Nádia. Então, vamos supor que essa energia ela estivesse iluminando um canto do meu quarto aonde tivesse muita coisa que me faz lembrar sofrimento, lembranças difíceis, eh, objetos que eu gostaria de esquecer, que um dia eu tive. Enfim, se eu tiver olhando para aquilo e tiver me doendo muito, existe um jeito de fugir desse sofrimento, que é tirar o foco daqui para lá. Então, eu apago a luz que tava me fazendo ver todo esse sofrimento aqui dentro da minha casa e eu presto atenção lá. Quando eu presto atenção lá, eu esqueci o que tava aqui. Agora eu estou com atenção aqui. Então aquilo que tava me fazendo doer, sofrer, ficou ficou no escuro, ficou esquecido. Então eu me pergunto se esses essas repetições do toque às vezes até quando a gente fere o próprio corpo, né, propositadamente, será que não é a gente tentando forçar essa energia psíquica para deixar de olhar para aquele lugar que eu não sei o que fazer? Me faz doer, eu não enxergo como solucionar e eu não sou capaz de parar de pensar. Porque a gente poderia falar, mas você não precisa forçar. Para de pensar naquilo e quem consegue? Às vezes a gente acorda no meio da noite, por exemplo, e vem um problema na

capaz de parar de pensar. Porque a gente poderia falar, mas você não precisa forçar. Para de pensar naquilo e quem consegue? Às vezes a gente acorda no meio da noite, por exemplo, e vem um problema na cabeça e aí a gente fala: "Não vou poder resolver esse problema agora. Que que adianta eu ficar pensando nele?" Então, não vou pensar nele, tá? É simples assim. Aí o problema faz: "Puf, e vai embora, volta só no dia seguinte". Não, a gente fica, para de pensar, o negócio volta a pensar. Para de pensar, não quero pensar, mas eu continuo pensando. Então, fiquei pensando se essa questão do preciso repetir não me faz forçadamente pôr atenção numa coisa para eu esquecer que tinha uma outra aqui que tava me provocando. Então, acho que vale a pena nessa hipótese, né, que estou elaborando aqui, só como efeito de reflexão com vocês, eh pensar um pouco o que acontece um pouco antes dessa necessidade de repetir um comportamento. Será que eu estava envolvida com algum tema que eu nem prestei atenção no meu inconsciente, de repente aquele lugar que eu acessei me dói tanto que eu forço a minha energia psíquica a prestar atenção em outra coisa? repetição, eu vou lá me me machucar para eu pôr a minha atenção aqui e poder me desligar um pouco daquilo que estava me machucando. Mas não sei, não tô dizendo o que seja, tô dizendo só que eu eu me lembrei desse conceito, achei interessante compartilhar com vocês. E aí fica essa esse convite para que a gente sempre pense que a gente sempre analise o que vem um pouco antes do comportamento, porque o comportamento ele é uma reação a um estímulo antecessor, né? É o comportamento é isso. Eu eu alguém me bate, eu me comporto reagindo ao ao que eu apanhei. Tem gente que sai correndo, tem gente que bate mais ainda do que apanhou, tem gente que pergunta o que que aconteceu e quer conversar, tem gente que senta e chora. é um comportamento reativo a uma provocação, um estímulo. Então, se é um comportamento, por exemplo, essas repetições do toque, será que não existe algo que me

conversar, tem gente que senta e chora. é um comportamento reativo a uma provocação, um estímulo. Então, se é um comportamento, por exemplo, essas repetições do toque, será que não existe algo que me estimulou, que me provocou e que me fez querer fazer repetidamente, né? A gente sabe que o toque é mais complexo que isso e aí acaba sendo uma coisa involuntária mesmo e e e parece que sem muito nexo de causa e efeito, mas acho que vale sim. essa essa análise, porque de novo, toda vez que a gente falou sobre transtorno, a gente sempre falou sobre gradações, que se a gente for pesquisar, a gente vai se enquadrar em todos, porque todo mundo tem um traço daqui, um traço dali. Dificilmente a gente configura certinho o transtorno a ponto de ser diagnosticado. A maioria de nós não vai ser diagnosticado, no entanto, a gente traz traços. Então, para esses que não são transtornos muito já difíceis de de serem controlados, vale essa reflexão para ver se a gente não consegue se conhecer um pouco mais analisando o que que desencadeou aquele comportamento para saber onde que a energia psíquica tava que eu não gostei. E aí eu fiz um movimento de fuga prestando atenção em outras coisas para não ficar doendo ali aonde eu estava. Então, do transtorno obsessivo compulsivo, eu selecionei essas duas perguntas. Muito obrigada, então, Silvia e Nádia. Aí nós vamos agora pro transtorno bipolar. No o transtorno bipolar é aquele que eu convidei a Mariana, minha filha, para vir fazer com a gente, Dra. Mariana, ela fez um trabalho na na sua especialização em psicossomática sobre esse transtorno e ela veio conversar com a gente um pouquinho. Então, é aqueles dois polos, né? Uma hora eu caio numa depressão, outra hora eu estou no episódio depressivo, episódio mania. A episódio mania é esse exagero, é o exagero. Exagero da forma como você se apresenta, da forma como você fala, da forma como você age. Então é uma coisa como se fosse uma euforia frenética, né? E e aí tem um um participante que não identificou o seu login, estava como

ocê se apresenta, da forma como você fala, da forma como você age. Então é uma coisa como se fosse uma euforia frenética, né? E e aí tem um um participante que não identificou o seu login, estava como user, né, usuário, mas esse participante pergunta como se lida com alguém que é bipolar? E é uma pergunta interessante porque acho que muitos querem fazer, né? Porque se é muito difícil a gente carregar algum tipo de transtorno, é igualmente difícil você conviver com quem carrega o transtorno. E ele pergunta como como lidar, né? Então eu acho que todo transtorno ele transtorna não só a pessoa como todo o ambiente. E se tem algo que alguém faz e que me causa transtorno, a primeira coisa que me ajudaria a lidar com essa pessoa, que me ajudaria a me relacionar com essa pessoa, é empatia. é não ficar julgando, não achar que ele está fazendo porque ele conseguiria não fazer, mas ele faz de propósito. É não ficar dizendo que se a gente tivesse no lugar dele, a gente não sabe o que é o que é carregar aquele transtorno. Então acho que tudo começa com uma empatia, sabendo que é uma dor, é um sofrimento o estado que aquela pessoa enfrenta. Então a gente precisa primeiro olhar para essa pessoa como alguém em sofrimento. Às vezes a gente pode ser o maior sofredor porque dependendo do tipo de transtorno, às vezes ele nem tem consciência muito do que ele faz, mas a gente é afetado e todo dia a gente recebe algum tipo de de de ofensa ou de trabalho excessivo. Então, o cuidador de alguém que precisa de cuidado é um papel assim que requer muita atenção, requer também seu cuidado. Então, eu sei que não é fácil lidar com quem carrega os transtornos, né? Mas tudo começa por isso, por uma empatia, sabendo que ele está num lugar hoje de de desequilíbrio a ponto de não conseguir se coordenar, não conseguir se tornar um ser humano funcional. E aí ele ele tanto se perturba quanto ele se quanto ele perturba o ambiente. E acho que é interessante também uma segunda um segundo passo depois da empatia

onseguir se tornar um ser humano funcional. E aí ele ele tanto se perturba quanto ele se quanto ele perturba o ambiente. E acho que é interessante também uma segunda um segundo passo depois da empatia é a gente lembrar que a gente que passa por uma situação em que a gente, por exemplo, convive com alguém que tem algum tipo de transtorno, nós estamos fazendo parte da dinâmica de resgate. Existe um processo de expiação. Esse espírito que usou mal o seu livre arbítrio, causou transtorno mental em si, que pode ser de vários tipos, por exemplo, como o bipolar, né? Então, ele tem esse transtorno porque em espírito, em reencarnação anterior, ele prejudicou, desestruturou o seu o seu aparelho mental. Então, ele vem espiar, ele vem reestruturar aquilo que ele desestruturou. é uma expiação, mas quem vive com ele não foi sorteado no no na loteria para saber, vamos ver quem vai, quem vem passar uma existência no relacionamento de alguém que carrega transtorno é alguém que espia baseado na própria participação, se não com ele em outra situação, mas tem relação com aquilo. Então, não existe vítima, existe sempre causa e efeito aquele que é o autor da obra e aquele que responde pela obra que criou. Então, se hoje eu eu acompanho alguém que carrega algum transtorno, que me transtorna porque é difícil de lidar, que que eu preciso? empatia, porque não tá fácil estar no lugar dele. E segundo lembrar que eu não estou aqui de graça. Eu estou aqui porque eu também tenho algum tipo de relação com essa dinâmica, com essa problemática. Então, aceita a sua parte nesse processo expiatório e desempenhe o seu papel. Vamos lá. A Daniele de Andrade, ela diz que a filha dela tem transtorno bipolar. E tem outros transtornos que ela descreve e ela faz um desabafo, né, Daniele? Não é, não é mole. Não é mole. Dá uma vontade de sumir. Realmente ando cansada, estressada, irritada. Só a fé para não desistir. Bom, eu começo resgatando algo que eu acabei de falar, que é o cuidador precisa de cuidado. Então,

le. Dá uma vontade de sumir. Realmente ando cansada, estressada, irritada. Só a fé para não desistir. Bom, eu começo resgatando algo que eu acabei de falar, que é o cuidador precisa de cuidado. Então, não sei quem é a rede de apoio da Daniele, mas a gente precisa. pessoa que carrega esse fardo de cuidar de alguém que carrega algum tipo de doença, que requer que tem necessidades específicas, que requer cuidados constantes, que não é funcional pra vida, né, sozinho. Essa pessoa precisa muito de uma rede de apoio. Então, se você conhece alguém que é um cuidador, que acompanha um processo difícil, eh de algum tipo de expiação, de resgate, de transtorno, presta atenção, porque essa pessoa precisa tanto quanto e às vezes mais do que aquele que enfrenta na própria pele o transtorno. Então, Daniele, onde está a sua rede de apoio? Busque, peça, chame, você precisa, você merece. Você não precisa se esgotar, se estressar. Eu sei que você pode falar: "Ah, é Cris, fácil você falar: "Você não conhece a minha realidade". Eu não conheço, mas eu conheço que Deus ele manda apoio. Ele nunca deixa a gente carregar um fardo maior do que a gente pode. E muitas vezes o fardo não é maior, porque existe aqueles que nos acompanham. e nos ajudam. Às vezes a gente acha que não merece, às vezes a gente tem vergonha de pedir, às vezes a gente carrega consciência de culpa, às vezes a gente até gosta de de se martirizar, de se vitimizar. Então vamos lembrar que Jesus não carregou a própria cruz sozinha, sozinho o tempo todo. Então, busque ajuda, né? E um ponto importantíssimo que você trouxe, que eu gostaria de deixar aqui, é a questão da fé. Eu fico muito feliz, Daniele, porque a fé vai ser a grande, a grande mola que vai te deixar impulsionando pra vida, que não vai te deixar afundar, porque a hora que você tiver afundando, a fé vai te pôr para cima de novo. Ela vai sempre ser essa, esse movimento que te que te eleva. A gente cansa, cansa, cansa, a fé vem e põe a gente de volta. Então, cultive a fé, se lembre da fé, se apoie

vai te pôr para cima de novo. Ela vai sempre ser essa, esse movimento que te que te eleva. A gente cansa, cansa, cansa, a fé vem e põe a gente de volta. Então, cultive a fé, se lembre da fé, se apoie na fé. E obrigada por compartilhar com a gente. Esse esse desabafo seu, ele é instrutivo paraa gente. Ainda nesse nesse episódio 12 do transtorno bipolar, eu trouxe a fala da Silvana Machado. Silvana disse: "É normal transitar entre os os polos, né? Porque a gente fala bipolar, dois polos." E ela pergunta: "É normal transitar?" E aí eu achei interessantíssimo, porque transitar, Silvana, é o que vai fazer a gente ser saudável. Transitar entre os polos é vida. Tinha uma professora na especialização que eu fiz de de Jung e que é minha analista até hoje e ela fazia essa referência. Ela dizia assim: "Sabe quando a gente faz, coloca aqueles eletrodos para medir o o as os batimentos cardíacos e a gente fica vendo na telinha aquelas ondas, ela sobe e desce, sobe, desce, sobe e desce, né? Entre os poros, ela vai até o máximo, depois ela desce até o mínimo, depois ela vai até o máximo, depois ela desce até o mínimo. E ela perguntava: "E quando essa linha deixa de transitar entre os polos e ela fica linear, significa que não tem mais vida". A vida acontece aqui. Ela acontece aqui. Sobe muito, desce menos, depois sobe menos, desce mais. Mas ela tá ali, ela tá fazendo os movimentos dela, mas ela tá movimentando. Então, transitar entre os polos, sim. Quando é tudo retinho, não é bom. E quando eu paro num dos polos por mais tempo do que eu deveria, também não é bom. Então, o transtorno bipolar é porque ele passa uma temporada, ele não transita, Silvana, ele não transita. Ele para no transtorno manía e ele vive um período eufórico. Ele não dorme, ele passa a noite em claro, ele se ele se se veste extravagantemente. Tudo é demais, exagero. Ele fica, ele fica, ele fica, daqui a pouco ele desce de uma vez. Aí ele cai e ele fica lá embaixo. Ele não quer sair de casa, ele não quer se alimentar, ele não quer tomar banho, ele

demais, exagero. Ele fica, ele fica, ele fica, daqui a pouco ele desce de uma vez. Aí ele cai e ele fica lá embaixo. Ele não quer sair de casa, ele não quer se alimentar, ele não quer tomar banho, ele não quer conversar com ninguém e ele fica uma temporada. Então ele não transita. Por isso que ele adoece. Então, o transtorno bipolar é porque ele fica demais nos polos. O polo é bom para você tocar e sair. Não fica nem um minuto a mais nesse polo, porque ele não é bom. Ele é só o limite para eu poder sair. O melhor da vida, o equilíbrio, é entre os polos, né? É, é, é entre o meio. É o meio. Santo Agostinho não fala do caminho do meio. Aristóteles não fala pra gente que a virtude é exata medida entre duas dois vícios. Então, sempre que eu estou num num polo ou no outro polo, eu estou correndo risco de ficar ou exagerado ou numa escassez. Onde tem saúde é quando eu junto os dois lados. Por isso que o Jung fala da integração, Joana de Angeles fala da integração dos eixos. Porque é bom quando eu consigo ter um tanto de cada lado. Ou seja, eu tô aqui, tô aqui, eu tô aqui, eu tô aqui, eu tenho um pouquinho de cada. Daí eu faço uma combinação bem boa. Então ele é transtorno porque ele fica no polo. Depois ele fica no polo. A saúde é quando eu quase nem eu só passo por ele, eu transito. Ã, vamos então agora pro episódio 13, em que a gente vai falar sobre o transtorno de ansiedade. E a primeira pergunta, esse transtorno da ansiedade, eu vi que foi um dos mais vistos, mais comentados, mais buscados. Então, dá pra gente fazer um termômetro daquilo que toca a humanidade hoje. Parece que dos transtornos a ansiedade é o que tem sido talvez mais eh frequente, né, na massa humana. E e e faz sentido porque eh a ansiedade é essa pressa, essa correria, essa agitação, esse frenesido, se você não parar, não tem um descanso, não tem silêncio, não tem calma, não tem tempo cadente, uma coisa de cada vez, é tudo junto, é 10 coisas ao mesmo tempo. Isso não é o que a gente tem vivido. Sociedade hoje não

r, não tem um descanso, não tem silêncio, não tem calma, não tem tempo cadente, uma coisa de cada vez, é tudo junto, é 10 coisas ao mesmo tempo. Isso não é o que a gente tem vivido. Sociedade hoje não impõe esse tipo de coisa. Eu estou conversando com alguém enquanto eu estou respondendo o celular e com a cabeça lembrando, a gente a gente está assim. Então eu acho que ansiedade é o nome que a gente poderia dar para o nosso modo de viver hoje. Eu diria que nem é nem transtorno, mais é simplesmente o modo como a gente escolheu viver. A gente escolheu viver porque eu tenho, enquanto estou falando com alguém, eu estou segurando o meu celular. Eu escolho ver o celular tocar com a mensagem enquanto eu estou falando com alguém. Então eu aceito essa condição de pensar em 300 coisas e de responder enquanto você tá falando. Eu poderia abrir mão disso e falar: "Não, eu tô conversando com você, nada mais vai acontecer sempre". Mas quem que faz isso hoje? Por isso que parece que é um modo de viver, né? E aí a gente tá ficando doente. Bom, a Ana Melo fala assim pra gente: "De vez em quando eu me percebo mazinha, né? Nesse sentido de mazinha, né? Ou mazinha, mazinha, fica mais fofo. Lembro do Smigle. Lembra do Smigle? Aquele aquele ser que do da trilogia Senhor dos Anéis, em que ele se apaixona por um anel e ele fica tão fascinado pelo anel que ele se consome e ele se transforma num ser grotesco. Então ela falou: "Eu me sinto um pouco ele". E um conflito entre ser boa ou má. Ana, não sei se você tá em algum processo terapêutico, mas eu diria que você já está no caminho, porque o que que a gente precisa? A gente precisa de conscientização, de que todos somos mauzinhos. Quem não é no nosso grau de evolução, se alguém disse: "Ah, não, Cris, e eu não sou. Isso é que eu não sou". Então eu diria: "Então tudo bem, tá pronto ainda para enxergar? Tá certo? Não, não foi capaz de ver, OK, tudo tem seu tempo, a gente não precisa fazer nada guela abaixo. Mas o processo do autoconhecimento começa com a gente tomando consciência

ainda para enxergar? Tá certo? Não, não foi capaz de ver, OK, tudo tem seu tempo, a gente não precisa fazer nada guela abaixo. Mas o processo do autoconhecimento começa com a gente tomando consciência das nossas sombras. E nas sombras, o que mais costuma ter pelo nosso grau de evolução, os nossos vícios, os nossos conflitos, os nossos atavismos, automatismos, aquilo que a gente ainda carrega do mal. Mas a gente tem dificuldade porque a nossa própria sociedade também não aceita muito o lado mal das pessoas, né? A gente prefere que elas escondam. A gente não quer que mostre, porque a hora que mostrar a gente exclui, a gente cancela, a gente se afasta, a gente condena. Então a gente fica nesses montes de máscaras sociais, mostrando só o lado bom, que é o que a sociedade gosta de receber. Então você está eh, Ana, eh, no caminho do autoconhecimento, você já tá sendo capaz de enfrentar isso. Sou capaz de olhar pro espelho e falar, carrego isso. Tenho tendência a falar mal dos outros, a inveja. Me vejo sendo egoísta. Quando eu vejo, eu tô pensando mais em mim, sou orgulhosa, me acho melhor que os outros. Isso é processo de reforma íntima. Eu abri minha casa e tô falando: "Isso daqui já apodreceu, não serve mais. Aquilo lá precisa ser limpo, isso daqui precisa ser reorganizado. Eu tô fazendo a reforma em mim". Mas se eu falo assim: "Não, eu não carrego nada". Eu não abri pra reforma ainda. Eu ainda estou fechadinha. Ninguém vai descobrir que que eu tenho, porque eu ainda estou com uma carinha de anjinho para pr as pessoas acreditarem. Então é isso, é autoconhecimento, é autodescobrimento, é autoenfrentamento e você vai tomando consciência disso, isso vai perdendo a força. Por que que isso isso ganha força? Quando eu não sei que eu faço, quando eu não presto atenção. Às vezes a gente magoa pessoas e você nem vê, porque você fez de forma inconsciente, porque você não é ainda consciente desse lado negativo seu. A partir do momento que eu vejo e falo: "Nossa, eu percebi que eu fui grossa com

ssoas e você nem vê, porque você fez de forma inconsciente, porque você não é ainda consciente desse lado negativo seu. A partir do momento que eu vejo e falo: "Nossa, eu percebi que eu fui grossa com aquela pessoa. Antes eu nem percebera, hum. Então você já tem agora uma ideia a mais de quem é você. A próxima vez que essa tendência viera a se manifestar, eu já conheço, eu vejo ela chegando e eu sou capaz de falar: "Opa, ia escapar de novo, mas agora eu sei que você existe." Então você não escapa mais. Antes eu não sabia que você existia, você passavam por perto de mim, eu nem via. Mas agora eu sei que quando você aparece eu te vejo. Eu te vejo. Então é isso que você tá vendo. E isso é um processo de crescimento muito bom. Temos também a pergunta da Sandra e Cleiton e ele e não sei se é a Sandra ou Cleiton que está falando, mas escreve: "Desenvolvi ansiedade de temporal, de chuva forte, barulho de chuva, de vento. Já tentei acompanhar a meteorologia para ver se fico eh fico melhor, mas só eu sei quanto é difícil como eu fico mal. Eh, eu não sei se vocês assistiram, mas nós fizemos dois episódios dessa sexta temporada que pode ajudar vocês a a refletir um pouco mais. o episódio três e o episódio quatro. Episódio três fala sobre fobias, episódio 4 fala sobre pânico. Eh, eh, eles ainda estão no canal aberto do YouTube da Mansão do Caminho. Então, assistam, depois eles vão para a plataforma Espiritismo Play. Então, assista episódio 3 e qu dessa série, dessa temporada que nós estamos eh fazendo. Vai ajudar vocês, né? Eh, então, pelo que eu entendi, vocês, não sei se é o Cleiton ou se a Sandra, eh, desenvolve como se fosse uma reação eh de ansiedade quando começa o tempo a fazer uma mudança no sentido de de raio, trovão, vento, chuva forte. E você tentou ver se acompanhando a meteorologia você controlaria isso. É como você tivesse tentando controlar o tempo. Se eu souber que tempo vai ser, aí eu não vou ficar com medo dele. É uma técnica que poderia ter funcionado, porque você tava tentando se

trolaria isso. É como você tivesse tentando controlar o tempo. Se eu souber que tempo vai ser, aí eu não vou ficar com medo dele. É uma técnica que poderia ter funcionado, porque você tava tentando se conscientizar do que vai acontecer para para aquilo te pegar de surpresa. E poderia realmente ter funcionado. Eh, se você fala que isso eh não adiantou muito, né? Eh, você pode experimentar outros. Por exemplo, depois que passou a tempestade, você pode ter uma conversa com você mesmo. E aí, Cris, foi tão difícil quanto você imaginou? Porque o problema da tá na imaginação. A imaginação cria o fim do mundo naquela hora. E aí, Cris, você percebeu que você imaginou uma coisa e aconteceu outra? Vamos lembrar da próxima vez que você começar a ficar com com medo. Vamos tentar lembrar que você já passou por isso antes, que você sofreu mais do que você precisava, que depois você mesmo percebeu que era mais imaginação. Então você é sempre por esse caminho de autoconsciência. Além disso, a gente pode trabalhar com recursos de eu não fico ansiosa, a o coração acelera, a respiração fica mais rápida, eu posso fazer uma vacina, um antídoto. Na hora que eu perceber que isso tá ganhando força, eu faço uma tentativa de um caminho inverso. Eu começo a refazer respirações longas e profundas, porque ela vai acalmando o meu batimento cardíaco. Eu começo a visualizar Jesus, eu faço uma oração. São ferramentas que vão tentar contrapor, compensar aquela que tava me acelerando. Então, você já tá, você já tá no caminho, você já tá tentando aí instrumentos. Tenho certeza que em algum momento você vai encontrar aquele que que vai te ajudar. A Maria da Conceição Lima fala assim: "Estou passando por essa sensação. Fico mais ansiosa quando vou dormir. Não consigo dormir, vários dias que não durmo, o que fazer, né?" Então, eh eh eu lembrei de um autor, ele fala muito sobre as técnicas orientais, né, de meditação, o jeito oriental de viver. E ele fala que a gente é muito controlado pelo nosso pensamento. Ele fala que a gente é

eu lembrei de um autor, ele fala muito sobre as técnicas orientais, né, de meditação, o jeito oriental de viver. E ele fala que a gente é muito controlado pelo nosso pensamento. Ele fala que a gente é sequestrado pelo nosso pensamento. Me parece que você é sequestrada pelo pensamento. Você deita para dormir, está na hora de dormir, deveria estar com sono, mas o seu pensamento quer fazer outra coisa e ele fica te levando junto com ele. Eh, Augusto Curi, psiquiatra também brasileiro, ele fala sobre a síndrome do pensamento acelerado. E mais uma vez a gente vai recorrer ao que eu respondi na pergunta anterior. É, você precisa trazer o o contraponto, você precisa trazer a compensação. Então, o pensamento não está acelerado. Você precisa fazer exercícios de desacelerar o pensamento. Mas não só na hora, ao longo do dia. Quando você for percebendo que você tá pensando numa coisa, daqui a pouco você pensa em outra. Pera, calma, Cris. Eu estava pensando nisso, não estava? Então eu vou terminar de pensar nisso, como se eu tivesse que disciplinar a mim mesmo, meu pensamento, a minha mente, ela ela ganhou as ela pegou as rédias e ele faz o que ele quer, ele pensa o que ele quer e eu vou atrás, ele me arrasta, ele arrasta o ser e aí a emoção vai junto, o espírito vai junto, né? Então é você trazer de volta a ré. Então quando você perceber que esse pensamento você pensa numa coisa daqui a pouco você pensa no de novo pulando de galho em galho. Não, que que eu preciso pensar nesse momento? E esse autor Eartoule, acabei não falando o nome dele, Ecartoule, que ele é o o autor, eu acho que é do poder do agora, o poder do silêncio. Ele fala que o pensamento ele deveria ser como uma caneta. Eu só pego a caneta na minha mão quando eu vou escrever. Eu pego a caneta, escrevo, terminei de escrever, eu guardo a caneta. Ninguém anda segurando uma caneta onde vai. O pensar é uma é um instrumento. Eu uso ele para resolver problema, para fazer um planejamento, para refletir sobre um pens uma emoção.

eu guardo a caneta. Ninguém anda segurando uma caneta onde vai. O pensar é uma é um instrumento. Eu uso ele para resolver problema, para fazer um planejamento, para refletir sobre um pens uma emoção. Eu não deveria ficar pensando, pensando, pensando e eu penso daqui, eu penso de lá e eu lembro daqui. Então ele fala que a gente deveria vigiar mais e disciplinar mais esse pensamento. A maioria dos pensamentos que a gente pensa, a gente não precisaria pensar. Não adianta pensar e eu não vou chegar a lugar nenhum por ter pensado. Então ele diz, vigia mais o uso do seu pensamento. Quando você for pensar em algo, tem um propósito. Vou pensar nisso. Então, pera aí, deixa eu pensar. Ah, nisso, aquilo, elaborei, pensei, planejei. Terminou, relaxa, assenta, contempla, sente, observa a natureza. Ele não precisa ficar funcionando o pensamento e é um jeito até de me distrair. Então começa a prestar atenção onde você tá. Ele disse que assim um exercício que você faz é quando você vai de um de carro, por exemplo, de um lugar pro outro, treina não pensar em nada no caminho. Como é que eu faço? Eu vou pondo a minha atenção, eu jogo a minha energia psíquica, por exemplo, nas coisas que vão passando. Olha que árvore linda. Nunca tinha prestado atenção que essa árvore tá aí há tanto tempo. Olha, ela deu uma flor. Olha, eu estou vendo uma nuvem, o tempo hoje. Ah, essa rua eu costume ir por aquela rua. Vai observando, traz a consciência para onde você está. São as técnicas de mindfulness, né? meu, minha mente está onde os meus pés estão. Então, é, é exercício, é treinamento de trazer de volta essa mente acelerada para um estado um pouco mais calmo. Ã, agora, Cíntia Oliveira, preciso acelerar que o negócio aqui tem bastante ainda. Cíntia Oliveira, quando você está bem em um segundo e depois você sente ansiedade, por que isso? Então eu estou bem, de repente eu fico mal, fico ansiosa. Então de novo, o comportamento, a reação, a emoção é uma reação. Então não é do nada. A gente tem a sensação de

sente ansiedade, por que isso? Então eu estou bem, de repente eu fico mal, fico ansiosa. Então de novo, o comportamento, a reação, a emoção é uma reação. Então não é do nada. A gente tem a sensação de que do nada eu fiquei ansiosa, mas não é do nada. O que eu preciso, Cíntia, é eh gastar um pouco de tempo comigo sendo detetive para entender, porque deve ter tido alguma coisa que disparou, aquilo que a gente chama de gatilho, uma origem. às vezes é um pensamento que passou quase inconsciente. Eu não prestei atenção nele, mas ele é um assunto que me deixa nervosa, por exemplo. Então ele veio, já me deixei ansiosa. Nossa, por que que eu fiquei ansiosa? Eu tava bem até agora. Ai, já sei. Eu tava assistindo esse vídeo e e passou ali no fundo do vídeo uma coisa que eu lembrei de uma outra coisa. pode procurar que tem alguma coisa desencadeando. Aí é um convite para estar mais alerta consigo mesmo, mais vigilante, prestando atenção no que você e sente, no que você pensa. Então, meu coração acelerou para volta um pouquinho para trás. Que que eu tava pensando? O que que aconteceu? O que que eu vi? O que que eu ouvi? busca porque certamente você vai encontrar um estímulo para que desencadeou, desencadeador dessa sensação. E tem um usuário que escreveu th a fsb, tá? Fsb. E e disse assim: "Como entender o equilíbrio entre ansiedade e estar prevenida entre estar preparada para uma situação? Ou seja, eu estou ansiosa por algo ou eu estou preparando algo, né? Porque realmente quando você tá planejando um um encontro que faz tempo que você não vê a pessoa e daí quero que dê tudo certo, vem o misto de ansiedade. Isso é ansiedade ou não é ansiedade? Então a gente pode falar que a a nossa emoção é que é o termômetro. Se eu estou planejando um encontro de amigos de faculdade, que faz tempo que eu não vejo e vai me dando essa ansiedade por dentro, mas a emoção é uma emoção que vem junto com alegria, com expectativa, com desejo de que ter tudo bem, existe uma emoção por trás que é uma emoção eh

não vejo e vai me dando essa ansiedade por dentro, mas a emoção é uma emoção que vem junto com alegria, com expectativa, com desejo de que ter tudo bem, existe uma emoção por trás que é uma emoção eh positiva. Então, mesmo que tenha um pouco de ansiedade no sentido de eu estou ansiando que dê tudo certo, eu estou ansiando pra chegada delas, isso não é transtorno. A gente vai falar de transtorno quando essa emoção nos descontrola e rouba a nossa funcionalidade. Ela ela tira de mim o controle e eu me entrego, ela me arrasta, ela me atrapalha, ela ela interfere na minha vida. Isso é transtorno de ansiedade. Então, ansiedade é uma emoção que a gente costuma sentir. Ai, tá chegando a hora da prova, como é que eu não vou, né? Ai, meu Deus, coração disparou. Mas tudo bem, isso é uma emoção. Transtorno de ansiedade é algo que me tira a funcionalidade, é algo que me arrasta, que atrapalha a minha vida, que eu eu deixo de fazer coisas que eu queria fazer, eu faço coisas que eu não queria fazer. Aí é transtorno. Então, ansiedade de vez em quando faz parte do ser humano. Transtorno de ansiedade já passa a ser um diagnóstico. É bem diferente. E vamos para o capítulo, o episódio 14. transtorno do espectro autista. Eu vi alguns comentários assim ardidos, apimentados no sentido assim, acho que eu irritei algumas pessoas, não era minha intenção. Quando eu fui fazer esse esse episódio, como eu fiz pesquisa, eu desde o primeiro momento eu disse: "Sou leiga, não sou técnica e sou uma estudante de Joana de Angeles e procuro ser espírita, porque não é fácil ser espírita, mas eu eu procuro ser espírita e estou aqui como espírita e estou aqui como estudante de Joana de Angeles desde o começo. Então, eu sabia que eu não tenho competência para vir aqui e oferecer aulas, né? Nem esse objetivo. Eu de mim procuro dar muito pouco. Eu procuro só interpretar e trazer a mensagem que eu vou estudando. E uma amiga minha, que é uma das que eu consultei, que ela é uma técnica das melhores especialistas em autismo,

uro dar muito pouco. Eu procuro só interpretar e trazer a mensagem que eu vou estudando. E uma amiga minha, que é uma das que eu consultei, que ela é uma técnica das melhores especialistas em autismo, quando eu disse que eu ia fazer um episódio, ela fiz: "Ai, Cris, não faça." É uma, é uma irmã querida, Cris, não faça. Porque não, eu preciso fazer. As pessoas perguntam muito, Cris, não faça. Esse tema é muito sensível e é impossível você não desagradar alguém. Não importa o que você fale. Eu falei: "Então, a sua tarefa é mais difícil. Você me prepare bem para minimizar o risco que eu vou correr." E admito que ela estava certa. Eh, mas hã de novo, hã, a gente traz aqui em 50 minutos um tema à luz do Espiritismo de Joana de Ângeles, né? Não temos a pretensão de acertar, mas e é só um ponto de vista, é o ponto de vista dessa visão espiritual, espiritualista e paciência, né? Se a gente não acerta sempre. Mas vamos lá. Marisa Frata disse assim: "Obrigada, como sempre, Maurora maravilhosa. Uma questão, dentre os mamíferos, só o humano sofre com transtornos mentais?" Então, Marisa, vamos pensar que o transtorno mental, em todos os transtornos que a gente está estudando, sempre o espírito está por trás. O uso de livre arbítrio em reencarnação anterior desestruturou o aparelho mental, gerou uma expressão no novo corpo, transportada pelo perespírito. Esse perespírito ficou marcado, vai gerar um novo corpo. Esse novo corpo é construído com o molde que está desestruturado da reencarnação anterior. Então vai depender de uma mente pensante, inteligente, que usou o mau livre arbítrio. Se a gente pensar que animal não é responsável pelos seus atos maus, porque ele ainda não tem moralidade, porque ele ainda não tem consciência de si, porque ele ainda não tem livre arbítrio, ele pode até ter eh doenças relacionadas ao cérebro, mas a gente não vai dizer que é um transtorno mental, porque não foi ele que causou em termos de mau uso do livre arbítrio. Então é diferente a a os animais do ser

eh doenças relacionadas ao cérebro, mas a gente não vai dizer que é um transtorno mental, porque não foi ele que causou em termos de mau uso do livre arbítrio. Então é diferente a a os animais do ser humano, porque o ser humano responde por si. E os transtornos mentais é um uso equivocado da mente em experiências anteriores, gerando através do perespírito, plasmando no novo corpo, imprimindo novo corpo esses traços eh disfuncionais. Ã, onde eu estou? Tá, Hilda Soares, ela diz assim: "Eh, grata pelosamentos. Seria possível falar sobre esquizofrenia? Preciso entender melhor para melhor poder ajudar no seio da minha família". Muito obrigada, Hilda. A gente falou sobre esquizofrenia no episódio 17 desta temporada. Então, eh, ou melhor, melhor, a gente vai falar sobre esquizofrenia no episódio 17 desta temporada. Então, a gente já programou, a gente não falou, a gente já programou. Então, aguarde. Nós estamos aqui eh ainda no 15, não é a próxima semana, é depois, tá? Então, obrigada pela sua sugestão. Eh, guarde aí, peça o o para para pro canal avisar você e daqui dois duas semanas a gente vai conversar sobre o transtorno da esquizofrenia, tá bom? A Larissa Grabovski, desculpa se eu errei a forma de pronunciar, eh é que nos trouxe essa crítica e eu acho que eu irritei muito você, Larissa. Me perdoe. Não era a minha intenção e me perdoe pela minha falta ã daquilo que você esperava que eu tivesse. Então você disse, né? Quanta besteira sendo falada, que absurdo. Suposições absurdas reportadas. Quando a gente faz uma crítica, se a gente traz o o o argumento da crítica, a gente dá a chance de um diálogo. Porque se você me dissesse e eh do que você tá falando é do começo ao fim. Você tá falando você criticou o quê? Você criticou a visão do Espiritismo? Você criticou a visão da Joana de Angeles? Você criticou o material do DSM5, que é onde eu eu recorro? Ou você criticou a minha fala da minha participação? Eu não sei. Então eu não vou poder trazer aqui uma ampliação porque eu poderia trazer e

Você criticou o material do DSM5, que é onde eu eu recorro? Ou você criticou a minha fala da minha participação? Eu não sei. Então eu não vou poder trazer aqui uma ampliação porque eu poderia trazer e falar realmente Larissa, você tocou num ponto que eu não tinha pensado. Que legal. A gente pode realmente rever esse ponto conforme eu tinha apresentado. A gente pode, o que eu quis dizer aqui e talvez eu não tenha me expressado direito. Ou eu poderia dizer: "Não, Larissa, você tá falando disso, mas a gente tá trazendo num outro ponto de vista, mas vai ficar no ar". Então, que pena que a gente ainda faz crítica por crítica, como se a gente jogasse coisas sem a responsabilidade do que a gente causa, né? Quem sabe você volta e a gente pode conversar mais dialogando e não nesse monólogo, porque você falou sozinha, não me deu a chance de entender o que que é que te irritou. A Raquel Salama Martins disse: "Interessante essa perspectiva de que o desequilíbrio eh do transtorno de espectro atrista já vem do perespírito. E quanto ao transtorno bipolar é só genético ou vem do perespírito?" Então, de novo, o bipolar, a gente falou no 12, não sei se você assistiu, provavelmente não. Você tá perguntando, fica aí o convite para você voltar e assistir esse vídeo que já ficou lá gravado. E aquilo que eu acabei de dizer, a gente vai falar em todos os transtornos, a gente vai falar do mau uso do livre arbítrio nas questões mentais. Você desequilibra o perespírito e projeta. 100% dos casos, nada é 100%. Essa é a tese, essa é a ideia. principal. Cada caso é um caso. Existe caso do espírito não ter feito nada na vida passada, ter vindo com transtorno? Sim, isso chama missão, não chama expiação. Espiritismo explica, expiação é aquilo que eu venho resgatar com pelo ma uso do livre arbítrio. Mas existe casos de missão. Ou seja, eu não fiz nada, mas eu aceito passar por uma problemática como se eu tivesse ou me testando. Desculpa, gente. Falei missão, falei errado. Volta, volta, volta. Prova, prova. Pode ser missão também.

a, eu não fiz nada, mas eu aceito passar por uma problemática como se eu tivesse ou me testando. Desculpa, gente. Falei missão, falei errado. Volta, volta, volta. Prova, prova. Pode ser missão também. Por exemplo, eu venho com uma missão, eu já sou um espírito mais evoluído, eu não tenho nenhum transtorno, mas eu venho como missionário da minha família. Então, eu venho carregando um transtorno que eu não precisava com a missão de eu fazer a minha família evoluir. Isso pode acontecer espírito jamais evoluído, que não precisava reencarnar. os espíritos que estamos aqui ainda nesse vai e volta, reencarna, volta, reencarna, volta, ou a gente reencarna com transtorno por expiação, resgate, reparo, reequilíbrio das vidas passadas, ou a gente reencarna como provação, como prova. Eu não fiz nada com relação ao a esse transtorno. Não tem relação com o meu na vida passada, mas eu estou me sendo provada no sentido de deixa eu ver como que eu lido com isso. Eu não precisaria já, mas deixa eu passar por essa prova. Deixa eu ver se eu dou conta dela. Isso é possível. não tem a ver com o passado. Eu vou experimentar uma coisa que eu quis experimentar para ver se eu passo nesse teste. Então, provação, expiação e, no caso específico, missão pode acontecer, mas sempre vai ter a ver com essa questão mental. Em linhas gerais, a maior parte das vezes é expiação. Pode acontecer provação, pode acontecer também missão. Ã, e a Rita que vem trazer a última pergunta de hoje e a Rita fala: "O olhar do autista é fixo, né, de alguns autistas, de algum grau do autismo. Eh, é, seria para melhor observação de novo. gente não sabe porque quando a gente fala de espectro, o ser humano é tão diverso que o tempo todo estou falando. Capaz que se eu for fazer aí um diagnóstico, eu passo e raspando lá no autismo. Não sei. São tantas variáveis, né? e que que assim é muito diverso, o ser humano, muito diverso. Então, mas vamos pegar do clássico, aquele que realmente a gente identifica como autista, o o escopo maior aí e ele tem esse olhar

is, né? e que que assim é muito diverso, o ser humano, muito diverso. Então, mas vamos pegar do clássico, aquele que realmente a gente identifica como autista, o o escopo maior aí e ele tem esse olhar fixo, me parece que seja mais, posso estar enganado, me parece que seja mais um olhar de distraído, como se a gente não falou que esse autista ele é alguém que está como se fosse alienado no sentido de eu tô focado em mim, eu estou como se fosse no meu universo, eu tenho dificuldade de me relacionar com o outro. outro. Então, não acho que seja uma questão de prestar muita atenção numa coisa. Pode ser que seja uma coisa mais de, sabe quando a gente tá no nosso mundo e as coisas estão acontecendo, nós estamos aqui dentro, o olhar tá vago, talvez seja um olhar mais vago, não sei de que olhar você tá falando, porque também a gente sabe que alguns autistas trazem aquilo que a gente chama do super superdotado, em que ele foca numa coisa e realmente ele enxerga profundamente aquilo, pode cair o mundo, ele está naquele ponto. Então, não sei bem qual a qual tipo de olhar você se refere, mas me parece que ou a gente está como se fosse eh desligado, como a gente às vezes fica também focado tanto numa coisa que eu tô pensando, que eu desligo o olhar, ou às vezes eu tô focado numa coisa, nessa nessa tendência que grande parte dos autistas têm, eh, é de ficar nessa monotarefa, né? Sabe muito de uma única coisa, se torna um especialista. Por isso que a gente, por isso que a gente fala é superdotado. Às vezes não, não é uma questão de ser superdotado, é que ele sabe muito de um único tema, então ele fica é como se fosse um especialista. Então pode ser que seja esse foco que você esteja dizendo. Bem, nós encerramos aqui. Eu agradeço a participação de vocês. Corri para dar tempo de trazer mais gente possível e tenho uma ótima semana. Espero vocês semana que vem, se Deus quiser.

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