T6:E1 • Painéis da Obsessão • Introdução

Mansão do Caminho 17/11/2024 (há 1 ano) 1:10:18 3,232 visualizações 452 curtidas

Comece a jornada espiritual da 6ª temporada da série Painéis da Obsessão, baseada na obra de Manoel Philomeno de Miranda, psicografada por Divaldo Franco. Neste episódio introdutório, Gisele Risso conduz uma conversa esclarecedora com Marcelo Netto e Tânia Menezes sobre os principais temas que serão abordados ao longo da temporada: obsessão espiritual, reencarnação, provas e resgates. 📌 Conheça os bastidores da atuação dos espíritos superiores no combate à obsessão. 📖 Estudo sério e fundamentado no Espiritismo, ideal para quem deseja compreender os desafios espirituais da atualidade. 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar os novos episódios toda semana! #Espiritismo #PainéisDaObsessão #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #ObsessãoEspiritual #Desobsessão #TVEspírita #Reencarnação #EstudoEspírita

Transcrição

Boa noite, queridos amigos, queridas amigas. É com muita alegria que nós estamos aqui em quase na integralidade dos coordenadores deste grupo tão querido de estudos Sueli Caldas Schuber, para que possamos iniciar mais uma obra do Benfeitor Manuel Filomeno de Miranda, psicografada por Divaldo Pereira Franco, intitulada Painéis da Obsessão. Então, como de costume, nós convidamos todos os coordenadores que podem estar conosco eh nesses minutos iniciais para também que a gente possa ir matando um pouquinho a saudade e trocando o energias, sentimentos, fluidos. e que se estenda a todos aqueles que nos acompanham de agora ou desde o início. Então, antes que eu passe a palavra a cada um, eu convido a todos para que possamos nos unir em oração. Querido mestre Jesus, amigos e benfeitores do mundo maior, é com grande alegria o coração repleto de júbilos. que louvamos a Deus por mais esta oportunidade que nos foi concedida, por estarmos aqui reunidos entre corações tão amados neste reencontro de almas, no propósito de estudarmos juntos, de divulgarmos a boa nova, de sermos os trabalhadores da última hora. Uma grande honra para todos nós, embora reconheçamos não mereccê-la. Que este novo estudo deste novo livro seja muito profío, que possa despertar ainda mais a nossa consciência, consolar os nossos corações e que possamos aproveitar cada oportunidade que o Senhor nos concede, porque cada dia é uma bênção na nossa vida. Que essas bênçãos se estendam, Senhor, a todos aqueles que se reúnem conosco virtualmente para o mesmo propósito desse despertar de consciências, abençoando os nossos lares, a nossa família, nosso local de trabalho, a nossa cidade, o nosso país, o nosso planeta Terra, a nossa mãe terra. Gratidão ao querido benfeitor Filomeno de Miranda, a nossa querida Sueli Calda Schuber, que nos permitem este estudo tão querido. Muito obrigada e que assim seja. Então, nós iremos passar a palavra pro João aqui, que está em primeiro lugar aqui na telinha. Depois nós vamos dar

a Schuber, que nos permitem este estudo tão querido. Muito obrigada e que assim seja. Então, nós iremos passar a palavra pro João aqui, que está em primeiro lugar aqui na telinha. Depois nós vamos dar sequência. João, seja bem-vindo. Boa noite. A palavra está com você. Boa noite, amigos, queridos coordenadores. É uma alegria muito grande estarmos quase todos reunidos aqui. Eh, também é uma alegria muito grande começarmos o estudo de um novo livro nessa nessa jornada que já se tornou parte da nossa rotina. Uma alegria, uma eh bênção divina. Pedimos a proteção de os mentores espirituais, que possamos aprender juntos e mais importante, que possamos colocar no dia a dia, possa possamos colocar no dia a dia todos esses aprendizados, trazer os aprendizados da cabeça pro nosso coração. É uma alegria muito grande e eu volto para você, Gi. Obrigada, João. Marcelo, boa noite. Seja bem-vindo. A palavra está com você. Boa noite, Gisele. Boa noite, amigos queridos que se unem nesta celebração de um novo livro que iremos estudar aqui. E a todos que nos acompanham. É como o nosso João trouxe, uma grande alegria, uma bênção estarmos aqui com esta família quase toda completa, para que a gente possa aos poucos tentarmos descortinar estes painéis da obsessão, esta obra tão especial que vai nos mostrar alguns escaninhos da personalidade humana e da situação, muitas vezes das questões que se estabelecem entre os dois planos da vida, ampliando na nossa capacidade de percepção e nos municiando de informações necessárias para que a gente possa conduzir a vida de uma forma mais justa, mais consciente. Que Jesus possa nos abençoar na condução deste dia e dos próximos que virão. Obrigada, Marcelo Lincol, boa noite, seja bem-vindo. A palavra está com você. Boa noite, Gi, e os queridos corações que participam desta sala querida, amada por todos nós, sempre desejada de estar com vocês. Nós temos plenamente pleno entusiasmo de reiniciarmos ou iniciarmos mais uma obra de Filomeno. E espero assim, na alegria de participar desses

amada por todos nós, sempre desejada de estar com vocês. Nós temos plenamente pleno entusiasmo de reiniciarmos ou iniciarmos mais uma obra de Filomeno. E espero assim, na alegria de participar desses estudos, que ele abra painéis de luz em nosso entendimento, em nossa consciência, para nos tornarmos criaturas mais aperfeiçoadas pelo conhecimento que a doutrina nos traz. Muita gratidão por estar com vocês, os coordenadores e os participantes também dos nossos estudos. Felizes e tenhamos ânimo e bom ânimo para prosseguirmos. Obrigada, Vittor. Boa noite, seja bem-vindo. A palavra está com você. Obrigado, Gisele. Boa noite aos queridos participantes, coordenadores, aqueles companheiros que nos seguem desde o primeiro estudo, que estão conosco, alguns a gente até conhece quando vê o nome ali, e que estão conosco nessa nova jornada que esse livro Painéis da Obsessão Espetacular, por sinal. possa trazer aos queridos irmãos e irmãs aquelas reflexões a respeito da importância de um processo reencarnatório, aquilo que é necessário para esse tipo de aprendizado. O meu carinho a todos os nossos coordenadores que somente hoje, agora dei-me conta que eu estava com saudades de vocês. Então, passo a palavra para Gisele novamente. Obrigada, Víor. Vânia Maria, seja bem-vinda. Boa noite. A palavra está com você. Boa noite, queridos amigos que nos assistem, queridos coordenadores. Quanta saudade a gente se vê, se coordena, mas cada um mora num canto desse mundão. Olha só, os dois de cima ao lado da Gisele moram no exterior, um em Nova York, outro em Miami. Aí temos o vizinho de Foz Iguaçu, temos de Juiz de Fora, nosso amigo Víor, temos de Salvador, a nossa querida Tânia e de Santos, a nossa querida Eulia. E a eu desta cidade que a gente chama de Cascavel, que a gente fica com o pé vermelho do Barro Vermelho, né, Gisele? Então, estamos aqui muito felizes com o início desta nova obra Painéis da Obsessão. Eh, é o quinto livro da série de Manuel Filomeno de Miranda, fora a trilogia, a quadrilogia que nós já estudamos, né? E

ão, estamos aqui muito felizes com o início desta nova obra Painéis da Obsessão. Eh, é o quinto livro da série de Manuel Filomeno de Miranda, fora a trilogia, a quadrilogia que nós já estudamos, né? E só assim um gostaria de dizer uma coisa que me lembrei agora enquanto nos reuníamos, quando iniciamos o mediúnico há uns 25 anos, né? E o Divaldo nos orient nos orientava por bondade extrema dele. Ele pediu para o grupo ler os livros de Manuel Filomeno de Miranda, né? E hoje a gente entende por, né, Víor, o Víor que lida muito com esta área, né? São livros importantíssimos e agradecemos então a vocês que nos assistem, queridos amigos, de longe também. Obrigada, Gi. Obrigada, Vânia. Tânia, seja bem-vinda. Boa noite. A palavra está com você. Boa noite, queridas Gisele, queridos amigos e amigas que acompanham esse estudo e a esse grupo maravilhoso de coordenadores que tivemos a oportunidade de estar conhecendo mais de perto alguns outros neste nesta trajetória de estudo, que nós possamos aproveitar agora em painéis da obsessão vocês que já nos acompanham, buscando cada vez mais levar estas reflexões para o nosso cotidiano. Este é o objetivo maior de estarmos aqui reunidos neste estudo. É com você, Gi. Obrigada, Tânia. Eulália, querida, os últimos serão os primeiros. Boa noite, seja bem-vinda. A palavra está com você. Olha, é uma alegria renovada, Gisele, poder estar aqui todo dia. Pode acreditar que eu agradeço a Suelical Calda Schuber, que foi o pivô de nos apresentar essa família, porque sem ela nós não nos teríamos conhecido. E o quanto essa família se tornou tão importante paraa nossa vida. Estudar Manoel Filomeno de Miranda com vocês é uma honra, é uma alegria incomparável e poder ter criado esse grupo que nos assiste, que embora a gente, como alguns de nós, não nos conhecemos pessoalmente, por incrível que pareça, né? Mas sentirmo-nos uns aos outros nestes momentos desafiadores, podem acreditar que é energia renovada, abençoada pelo mundo espiritual, pelo nosso Manuel Filomeno de Miranda e

incrível que pareça, né? Mas sentirmo-nos uns aos outros nestes momentos desafiadores, podem acreditar que é energia renovada, abençoada pelo mundo espiritual, pelo nosso Manuel Filomeno de Miranda e por Jesus. Eu desejo de toda a minha alma que o dia de hoje em que você e o nosso Marcelo, irmão da alma, nossa Tânia, irmã querida, estão iniciando. Vai ser maravilhoso. Que Deus vos abençoe. Gratidão. Obrigado, Lália. Então, queridos, agradeço pelo tempo que vocês eh desprenderam para estar aqui conosco, para dar um olá para todos aqueles que nos acompanham. É sempre muito bom quando essa sala tá cheia. Se pudéssemos, gostaríamos de encontrar todos, todo o estudo, toda semana, mas sabemos que cada um tem a sua agenda de atividades muito cheia, graças a Deus, todos no trabalho da Seara do Cristo. Então, mais uma vez, muito obrigada. Agora nós ficaremos com Marcelo e Tânia para então iniciarmos eh o estudo desta obra Painéis da Obsessão em que pronto, em que eh a apresentação, né, do livro, não entramos aí, não entraremos ainda no primeiro capítulo, mas Tân e Marcelo abordarão essa apresentação muito importante que Filomeno de Miranda faz a respeito do que o livro vai tratar e que serve para que nós possamos estudar, né? Então, vamos estudar juntos agora iniciando com a nossa querida Tânia. Eh, eu fiquei muito feliz quando Vânia mostrou a capa do livro dela, que a nossa edição não é a edição atual. E, eh, eu gosto muito eh dos livros que ainda tem a página branca por conta da eh hoje a gente vê muito esse papel reciclável, né? reciclável. E aí quando ela mostrou, digo, ih, é igualzinho ao meu? Então, eu tenho uma parceira, né, que vai estar eh aqui conosco e vamos estar falando nesta parte inicial exatamente que eh Filomeno ele intitula painéis da obsessão. E eu queria estar trazendo a primeira eh o primeiro parágrafo que Filomeno diz assim: "Na raiz de todas as enfermidades que se tiam o homem, encontramos no desequilíbrio dele próprio a sua causa preponderante, desequilíbrio dele próprio."

eh o primeiro parágrafo que Filomeno diz assim: "Na raiz de todas as enfermidades que se tiam o homem, encontramos no desequilíbrio dele próprio a sua causa preponderante, desequilíbrio dele próprio." E aí vamos pensar em quantas situações, ocorrências do nosso cotidiano, nós nos desequilibramos, nós nos equivocamos. Então, toda falta, todo equívoco que nós cometemos vai operar em nossa mente um estado de perturbação. Isso já aprendemos ao longo do estudo das obras de Filomena de Miranda. E esse estado de perturbação, ele vai gerar em nós o arrependimento, mas também a vibração daquelas pessoas que de alguma maneira nós levamos a um prejuízo, levamos a um dissabor. Então, essas ondas de pesar que vem do outro, que nós maltratamos de alguma maneira com a nossa forma de agir e também daquelas pessoas que vão sentir por aquilo que fizemos a alguém, que são seus afetos, são as pessoas mais próximas. E tudo isso vai levar para nós que interpretamos este ato, que nos equivocamos, a desarmonias nos centros da nossa alma. E o arrependimento ele chega exatamente com a finalidade de que nós possamos perceber a dimensão daquilo que nós fizemos, do delito, do gravame, de modo que esta consciência ela traga propósitos para que não voltemos a reincidir naquele delito, naquele gravame. Mas isso só vai acontecer se de fato houver um despertar da nossa consciência de que fizemos algo que não deveríamos ter feito. Então, esta permanência da alma neste processo de análise, quando de fato nos colocamos para a percepção de que fizemos algo que não deveria ter feito naquela ocasião, vai se transformar, nós poderíamos dizer, como se fosse um cravo que vai machucar, que às vezes a gente tira e daqui a pouco ele volta, porque nós não conseguimos de fato fazer a limpeza em nós que era necessário para que não voltasse mais. Então, este painel perturbador em nossa consciência, ele é desencadeado mediante o arrependimento. E aí a gente vê que muitas vezes, em muitas situações, às vezes corriqueiras do nosso

voltasse mais. Então, este painel perturbador em nossa consciência, ele é desencadeado mediante o arrependimento. E aí a gente vê que muitas vezes, em muitas situações, às vezes corriqueiras do nosso cotidiano, vamos nos permitir a um descontrole. E esse descontrole ele chega de maneiras diferenciadas e também vão provocar lesões diversas em nós. E aí refletimos quem de nós aqui em algum momento não sentiu raiva, não sentiu ciúme, medo, se desesperou? Então são circunstâncias que muitas vezes mobilizam esse estado íntimo, as nossas emoções. Aí somos tomados pela cólera, pela crueldade. E tudo isso vai criar em nosso corpo físico uma um desajuste, uma desarmonia. E essas células que ficam no desajuste vai talvez comprometer, por exemplo, os nossos mecanismos de defesa. mecanismos de defesa do nosso organismo comprometido vai permitir a cultura de micróbios, de patógenos e vai atuar naqueles locais de menor resistência, porque nós estamos nos permitindo a estas situações, a estas ocorrências que são capazes de nos desestabilizar. E aí quando lembramos do pai da medicina Hipócrates, ele dizia que as nossas forças naturais, aquelas que estão dentro de nós, são capazes de proporcionar cura. Isso ele disse lá atrás. Mas com o passar do tempo, isso foi perdendo este este destino, este movimento. E o ser humano, ele passa a acreditar que a cura ela é decorrente do uso de medicamento. Claro que esse fator externo que é a medicação, nós precisamos usar, mas nós deixamos de mobilizar essas forças internas porque nos permitimos ao desajuste, a desarmonia. É aquele copo que vai enchendo de água e de repente cai uma gota e nós transbordamos de emoções desajustadas. Mas para que de fato nós possamos alcançar este movimento profundo de cura, de cura para a nossa alma, é necessário que mudemos as nossas posturas e isso vai passar, vai transitar pelo reequilíbrio dos nossos sentimentos, das nossas emoções. E nós ainda não nos encontramos em harmonia, ou seja, ainda não estamos integrados entre o que é que eu sinto, o

vai passar, vai transitar pelo reequilíbrio dos nossos sentimentos, das nossas emoções. E nós ainda não nos encontramos em harmonia, ou seja, ainda não estamos integrados entre o que é que eu sinto, o que é que eu sei, o que é que eu penso, o que é que eu falo, o que é que eu estou a fazer no meu cotidiano. E aí quando nós buscamos a benfeitora Joana de Ângeles, que vai falar sobre nós deste homem integral, ela vai dizendo que nós temos que buscar esta harmonia e paulatinamente, com a consciência que vai despertando, eu vou diminuindo a distância entre o conhecimento, entre o que eu faço, entre o que eu falo, entre aquilo que eu sinto e de fato o que mobilizo de vibrações em meu íntimo, que a minha mente é capaz de estar vibrando mesmo diante destas ocorrências que são desastrosas, mas que chegam para nos sinalizar algo. Então tudo termina buscando este equilíbrio em uma linha em que leis sábias elas foram estabelecidas para que nós nos mantivéssemos neste equilíbrio, nesse estado. E aí lembramos de um livro que a benfeitora Joana de Ângeles também traz para nós, que é Liberta-te do Mal. Nesse livro, a benfeitora vai falar um pouco no capítulo Amor e Vida sobre saúde e enfermidade. Por que que nós estamos trazendo um pouco deste tema? Porque Manuel Filomeno de Miranda, quando ele traz essa introdução de painéis da obsessão, ele vai falando sobre esse trânsito nosso por deformidades, por processos de adoecimento. E aí a benfeitora, ela vai dizer para nós que saúde e enfermidade, além das psicogênneas cármicas, porque nós sabemos que esse processo do adoecer, ele traz em sua gênese uma lesão em nosso corpo intermediário. Tem no amor ou na sua ausência ou na alucinação em forma de ódio. é o que nós encontramos aqui nesta obra, nas outras que nós já estudamos, porque há sempre aquela mente que vai sintonizar com outra, estabelecendo uma sintonia que é deletéria porque é o algós que vem cobrar da vítima. E aí se apresentam os casos de obsessão. É justamente na enfermidade que vamos

mente que vai sintonizar com outra, estabelecendo uma sintonia que é deletéria porque é o algós que vem cobrar da vítima. E aí se apresentam os casos de obsessão. É justamente na enfermidade que vamos desencadear esses desajustes em nosso organismo que vão estar permitindo também esta esta eh sintonia, este processo, porque também quando nós amamos, nós temos uma energia que vai nos beneficiar e o ódio ele vai estar trazendo prejuízos. E aí ela vem eh trazendo um desfecho para esta parte que ela nos apresenta a nos dizer em relação às alergias, enfermidades do trato digestivo, do trato respiratório, alguns processos de neoplasias malignas, eles acontecem não somente pela ausência do sentimento de amor, mas pela indiferença que que acontece no amor desvairado, no ressentimento que guardamos diante da atitude do atitude do outro que ocasionou em mim aquele de sabor, aquela ansiedade, aquela raiva e eu guardo. Ao invés de me desvencilhar desta energia, eu alimento e isso no futuro pode ser prejudicial. Então, os reflexos dos sentimentos menos dignos que todos alimentamos, certamente eles vão retornar para nós mesmos. É a lei que funciona. Aquilo que eu vibro de bom, eu também recebo na minha direção as coisas boas. a vibração do mal, a energia do mal, ação má, ela também retornará, porque tudo se converte em ondas mentais. E aí essas ondas mentais elas vão tumultuar o serviço das células nervosas. Onde se encontram essas células? células instaladas em nossa pele, em nossas víceras, na nossa medula, no nosso tronco cerebral. E cada uma delas vai estar desempenhando a função que é pertinente para a manutenção da harmonia do nosso organismo. Se a nossa mente ela não consegue manter esta vibração em equilíbrio, nós vamos gerar os desequilíbrios em nosso organismo. Mas nós não temos uma única existência. Etapa a etapa. O espírito ele vai crescendo, vai adquirindo sabedoria como um aluno dirigente que vai avançando de classe em classe e conquistando conhecimento. Só que este

temos uma única existência. Etapa a etapa. O espírito ele vai crescendo, vai adquirindo sabedoria como um aluno dirigente que vai avançando de classe em classe e conquistando conhecimento. Só que este conhecimento, à luz do espírito, alma encarnada que somos, precisa ser traduzido em ações. E aí vamos com as nossas ações boas, adquirindo os valores que nos tornam pessoas ditosas. Mas será que já adquirimos tudo? Não, ainda nos falta, porque ainda transitamos com a dor, com o sofrimento, com a doença, que nada mais significam. E é o resultado, são os resultados destes comportamentos que já tivemos em existências pregressas e que ainda eles são marcantes em nossa ação atual, que não sabemos utilizar adequadamente o nosso livre arbítrio e terminamos quando fazemos o mau uso deste livre arbítrio, nos tornando os verdugos de nós mesmos, agindo equivocadamente, impondo-se a a cada um de nós essa necessidade de reparação para que possamos reconquistar este tempo que não foi utilizado adequadamente, especialmente quando estamos transitando por estas experiências que são mais desafiadoras. A nossa consciência individual, que ela representa essa consciência cósmica, ela vai estar trazendo para nós esta consciência de culpa pelo delito que praticamos pelos nossos equívocos. E isso vai se apresentar através dos sofrimentos. Então, afetando este equilíbrio da nossa energia espiritual que constitui o ser eterno que somos todos nós, esta nossa consciência individual, ela vai imprimindo nessas engrenagens do corpo intermediário, esses remorços, os recalques, os conflitos que vão estar perturbando este sistema nervoso cerebral e os seus equipamentos que são mais delicados, justamente porque nós permitimos que essas emoções em desalinho elas vão trazendo e vão se ampliando dentro de nós se não tivermos esta consciência de que é preciso interromper aquilo que está trazendo esta desarmonia quando nós reconhecemos e como conseguimos reconhecer quando de fato estamos trabalhando em nosso

se não tivermos esta consciência de que é preciso interromper aquilo que está trazendo esta desarmonia quando nós reconhecemos e como conseguimos reconhecer quando de fato estamos trabalhando em nosso processo de evolução consciente, nos permitindo o autoconhecimento. E aí vemos que as obras de Filomeno de Miranda, elas vêm retratando que aquela ação má praticada gera esta consciência de culpa. E aqui temos um personagem Argos que reencarna com a questão pulmonar importante. Ele vai ter a necessidade de fazer uma cirurgia para extração do pulmão e na observação da vida pregressa, ele se utilizou de um punhal e assassinou alguém. E é justamente esta marca impressa no seu perespírito que traz a oportunidade da expiação e da reparação. Porque a reparação, segundo a definição de Kardec, lá no livro Céu Inferno, no capítulo 7, vem dizer que é que consiste em fazer o bem a todas as pessoas que nós fizemos o mal e vem espiar com a tuberculose, com a internação, com a cirurgia. Mas é nesta obra que nós temos um capítulo perfeito que é intitulado técnica de sobrevida, que vai mostrar para nós como se dá exatamente a oferta de fluido vital para que se consiga viver mais um período de tempo. E o nosso autor principal, ele recebe 5 anos a mais de existência, que se muito bem aproveitado, isso pode ser prorrogado. Se não bem aproveitado, vai ser antecipado o retorno. Então esta mente espiritual, que é a nossa consciência de culpa, aquilo que Argos fez na existência pregressa, vai estar interferindo na Constituição Orgânica. Mas não vamos pensar aqui que é a lei de italião, olho por olho, dente por dente. Não é isso. Porque a própria doutrina espírita nos mostra que nós podemos amortizar e muito as nossas dívidas pelas ações boas que estamos a praticar. E se Argos recebe a oportunidade de continuar na sua experiência, ele teve méritos para isso. E aí vamos pensar nesta ação obsessiva, o livro, o título, Painéis da Obsessão. painéis da obsessão que abre também a introdução desta obra, que nada mais significa, que

a, ele teve méritos para isso. E aí vamos pensar nesta ação obsessiva, o livro, o título, Painéis da Obsessão. painéis da obsessão que abre também a introdução desta obra, que nada mais significa, que são as presenças destes cobradores desencarnados que vão estar atuando porque sintonizam conosco. Como se dar esta sintonia? Através da consciência de culpa que nós carregamos. E aí estes fluidos perniciosos que vibram em nossa direção por conta daquele que se considera sua vítima e ser a vítima e vem atrás do algós, vai estar de alguma forma encontrando um campo de suscetibilidade, porque não temos ideias otimistas, não vibramos, não buscamos positivamente, buscamos harmonia íntima. E diante das adversidades que estamos a nos deparar, nós vamos paulatinamente mergulhando mais e mais neste processo. Porque, conforme diz Allan Kardec lá em a Gênese, o homem ele é geralmente o obsessor de si mesmo. É a autoobsessão. É quando nós não acreditamos no nosso potencial. E aí, nesta queda vibratória que nós nos permitimos, nós vamos ao aos poucos mergulhando nesta onda de malefícios que são direcionados para nós, não permitindo que alcancemos o equilíbrio. Mas nós também precisamos lembrar que essa estadia na Terra é um breve período para o espírito, que se não for bem-sucedido, terá nova oportunidade para retornar e refazer o seu caminho. Somos todos espíritos enfermos. temos dúvidas de que trazemos essas chagas morais, essas chagas que se manifestam também através de doenças no nosso corpo nesta nesta máquina que nos serve de domicílio temporário e que requer este olhar mais atento, mais compassivo e de buscar colocar em prática todo este aprendizado dado que estamos tendo a vocês que nos acompanham dos estudos anteriores, o estudo tem promovido a renovação que deve viger em cada um de nós. Então vamos sair deste sentimento de culpa, porque de fato a culpa quando surge, ela vai funcionar como se fosse uma catarse para que possamos liberar os nossos conflitos, especialmente

ada um de nós. Então vamos sair deste sentimento de culpa, porque de fato a culpa quando surge, ela vai funcionar como se fosse uma catarse para que possamos liberar os nossos conflitos, especialmente quando nós perpetramos os crimes, aqueles erros do passado. ele chega para uma experiência que vai ser uma experiência difícil, mas ele tem como esposa Áurea que ela se coloca, né, naquele papel de auxiliá-lo e de estar desenvolvendo seus valores espirituais. Então, seja o que for que já fizemos ou que deixamos de fazer, a recordação da culpa não vai ajudar em nosso processo, porque nós não podemos apagar aquele equívoco, ficar na lamentação. Eu não devia ter feito isso, por que que eu fiz? já aconteceu. Tem um brocado, um brocado popular que a própria benfeitora Jona de Angeles, ela vai levar, vai lembrar a nós no livro eh Momentos de Saúde e Consciência. Culpa e consciência é o capítulo águas passadas não movem moinhos. Então, cada instante é a oportunidade de ação para o crescimento, para o conhecimento, para a conquista. Então, se ainda nos mantemos nessas paisagens da culpa, ainda não estamos com a consciência desperta de que precisamos sair deste lugar. E aí, caminhando para as reflexões finais, nós lembramos que Allan Kardec traz uma questão que é a 835. Ele vai indagar aos benfeitores, será que a liberdade de consciência é uma consequência da de pensar? E os benfeitores vão estar respondendo que a consciência é um pensamento íntimo que pertence ao homem, como todos os outros pensamentos. Então, esta soma das nossas ações positivas, daquilo que nós estamos vibrando positivamente em nossa mente, aos poucos vai auxiliar a amortização dessas dívidas, dessas pendências que ainda trazemos. Então, os nossos personagens centrais Argos e Aura, Áurea são duas almas que restabelecem novamente os seus vínculos. na área da afetividade para o processo de justa reparação e de progresso, que é inadiável na vida de todos nós. E aí eu queria finalizar com um trechinho que a irmã Angélica ela traz para nós em um

s. na área da afetividade para o processo de justa reparação e de progresso, que é inadiável na vida de todos nós. E aí eu queria finalizar com um trechinho que a irmã Angélica ela traz para nós em um dos capítulos. A irmã Angélica é uma benfeitora espiritual que ela está eh trabalhando com afinco para esta recuperação de Argos. Ela vai dizer assim: "O passado de todos nós é pesada a carga que nem sempre conseguimos conduzir, como seria de desejar. Não raro, muitos reinícios de atividades para a redenção cminam em agravamento de débitos que somente as expiações lenificadoras conseguem ajustar mediante processos mais drásticos para o ser espiritual. Então vamos aproveitar o nosso tempo, o tempo que foi conferido para a nossa reabilitação, para o nosso avanço e especialmente nós que estamos aqui nesse estudo, que nos permitimos a reunião para ouvir reflexões. É uma narrativa que é empolgante, que também traz alguns casos subsidiários que nos alertam e que vão dizer para nós: "Olhe, não siga por este caminho", porque ele foi infeliz naquela escolha. Então, são essas lições vivas que nós aprendemos com este espírito Manuel Filomeno de Miranda, que vem nos alertar sobre os caminhos que já trilhamos de maneira equivocada, mas que agora com este conhecimento vamos estar cada vez mais diminuindo esta lacuna que existe entre o que sei e o que eu estou a fazer. Então, esses são os primeiros as primeiras reflexões sobre a introdução que Filomeno traz aqui para esta magnífica obra. Muito, muito bom, Tânia. Como sempre, você é muito didática, né? Uma professora nata. Eh, fica muito fácil da gente conseguir aprofundar com as suas colaborações. Obrigada, Marcelo querido. Agora a palavra está com você. Muito obrigado, Gi. Muito obrigado, Tânia. E nossa querida Gi. Eu faço das as minhas palavras as suas, porque a Tânia é muito didata. É uma professora Nata, ela fez um apanhado tão especial, já falou de obsessão, já falou que nós somos autores dos nossos próprios destinos. Viver de forma consciente. Eu

porque a Tânia é muito didata. É uma professora Nata, ela fez um apanhado tão especial, já falou de obsessão, já falou que nós somos autores dos nossos próprios destinos. Viver de forma consciente. Eu adorei a sua fala, Tânia. foi verdadeiramente muito especial e nos chamou, nos chegou como se fosse um, uma sacudida para esse despertar da consciência de verdade. Eh, a que me deveria fazer aqui algumas considerações fazem parte deste preâmbulo que Manuel, pelo menos de Miranda, nos traz logo no comecinho da obra. Eu vou trazer algumas considerações a respeito de suicídio. A nossa Tânia já mergulhou bem na questão da obsessão e ela foi magistral na sua explicação. Mas para que a gente pudesse, para que a gente possa, melhor dizendo, trazer alguma coisinha a respeito das considerações que Manuel Flumes de Miranda traz a respeito do suicídio. E vou ler logo no segunda parte que ele nos diz: "Sem que desejemos encontrar responsáveis diretos pelas desditas que desabam sobre a criatura humana, justo é considerarmos a alta carga de compromissos infelizes com que arca o materialismo na atual conjuntura moral e social do planeta. E aí, Manuel Flumes de Miranda vai falando neste aparente, mas real movimento de negação de valores éticos, de uma vida eticamente bem vivida, porque, sem dúvida, todas as questões relacionadas ao materialismo nos convidam a sermos felizes e aproveitarmos, seja lá como quer que aproveitemos hoje, porque a vida é uma só, mas o espiritismo nos traz isto uma sequência e o que estamos vivendo é apenas um um diminuto capítulo da vida imortal. Logicamente ele fala que existem pessoas que militam nas hostes do materialismo, ali está muito bem pontuado, mantém uma filosofia existencial digna, mas ainda não se deram conta destas questões. Lembro-me também de Divaldo falando: "Prefiro um ateu bom cidadão do que um religioso hipócrita". Mas o que Manuel Flumo de Miranda nos alerta e nos traz é exatamente a importância de mergulharmos nas questões do espiritismo, nos mostrando

refiro um ateu bom cidadão do que um religioso hipócrita". Mas o que Manuel Flumo de Miranda nos alerta e nos traz é exatamente a importância de mergulharmos nas questões do espiritismo, nos mostrando que o espírito imortal tem capacidades inimagináveis e é, como muito bem a nossa Tânia trouxe, somos os autores do nosso futuro. na época que Kardec nos traz a codificação, vamos ver um um uma luta, se é que eu posso me utilizar destas palavras, desta palavra, entre as questões relacionadas ao espiritualismo e as questões relacionadas ao materialismo. Vamos vendo pensadores na Alemanha, em outros lugares, proclamando as questões do materialismo. Vamos vendo. Arthur Schopenhauer é o o filósofo do pessimista, do pessimismo, melhor dizendo, e tantos outros trazendo as questões relacionadas ao materialismo. Há uma obra muito interessante trazida por Leon chamado Socialismo e Espiritismo. E Leondeni nos traz no capítulo 4 algumas considerações que nos merecem algum tipo de verificação. Ele nos fala a respeito deste movimento materialismo, materialista, melhor dizendo, que se deu no final do século XIX e entrando pelo começo do século XX. Fala de alguns eh militantes das questões materialistas. Eh, havia um um ele desencar bem no finalzinho do século XIX, talvez 1899. Ele foi um fisiologista alemão e muito conhecido pela sua apologia, pelo apologismo do do materialismo, do materialismo mecanicista. E era um ateu proclamado, né? Muitos outros. Um filósofo holandês, Jacob Molescott, também foi contemporâneo de Bishner, ativista, materialista e vai dizer Leonir nesta obra socialismo e espiritismo, eh, falando que haviam outros Niet, mas ele vai e destaca um em específico neste capítulo 4atro falando do filósofo que apregoava as questões materialistas, o a respeito de Carl Max e ele fala, abre aspas, homem ácido e odioso, cujo objetivo principal é a luta de classes, tudo que é desprovido de generosidade e de grandeza, e só leva à precipitação e ao esmagamento de uns pelos outros.

fala, abre aspas, homem ácido e odioso, cujo objetivo principal é a luta de classes, tudo que é desprovido de generosidade e de grandeza, e só leva à precipitação e ao esmagamento de uns pelos outros. Capítulo 4ro. Fecha aspas. Palavras de Leonir, que conheceu de perto todas as dinâmicas que ali estavam, a obra socialismo e espiritismo. E é interessante porque logo na pergunta 799 de O livro dos Espíritos, pergunta que muitos de nós sabemos de memória quando Kardec pergunta de que maneira poderia o Espiritismo contribuir para que a humanidade progredisse? E a resposta é incisiva, destruindo o materialismo, porque isto é uma chaga para a humanidade. E aí os homens iriam compreender onde se encontram os seus verdadeiros interesses, mostrando que toda a visão materialista nos vai encaminhar para estas situações que Manuel Filomeno de Miranda nos aponta nesta segunda análise deste deste prefácio falando das questões éticas. Há outra questão muito interessante em o livro dos espíritos que trata da lei do trabalho, uma das leis morais, uma das leis de Deus que estão ali muito bem postas no livro terceiro, fala realmente se o homem teria o direito de repousar na sua velice. É a pergunta número 685. E os espíritos falam absolutamente, lógico que sim, né? trabalhamos de acordo com as nossas forças, com a nossa capacidade. E uma vez que não temos mais esta força para trabalhar, é natural que tenhamos o direito de repousar. Mas dando sequência na pergunta 685A, o Kardec começava a tentar entender um pouquinho mais e faz a seguinte afirma pergunta aos espíritos: "Sim, é perfeito. Nós entendemos que o velho, que as pessoas mais velhas precisam descansar, mas precisam eh de recursos para que eles possam viver. Então, como é que faz o o a pessoa mais velha que precisa trabalhar para viver e que está incapacitado de trabalhar pela falta de forças? E os espíritos falam que o forte deve trabalhar para o fraco, mostrando um equilíbrio, uma sociedade justa que olha aquele mais necessitado, não o

está incapacitado de trabalhar pela falta de forças? E os espíritos falam que o forte deve trabalhar para o fraco, mostrando um equilíbrio, uma sociedade justa que olha aquele mais necessitado, não o encostado do ponto de vista eh literal, aquele que verdadeiramente precisa ainda ser acolhido e a pessoa mais forte vai, sem dúvida, gerando recursos para as pessoas mais fracas, mostrando esta caridade que abraça toda a sociedade como um todo, como uma grande família. Mas num determinado trecho da resposta que os espíritos falam, eles nos recomendam, eles nos alertam, melhor dizendo, a respeito de um fator chamado de uma educação moral. E os espíritos falam que não uma educação simplesmente ligadas às questões da intelectualidade, dos livros, mas uma educação não trazida pelos livros, mas algum uma educação que consiste na arte de formar os caracteres, aquela que vai criar hábitos, bons hábitos, para que a gente possa, utilizando-se destes bons hábitos, fazer alguma diferença. E ele segue, seguem os espíritos nos mencionando a respeito de que uma quantidade de indivíduos imensa é lançada todos os dias na torrente da população, sem princípios, sem freios e entregues a seus próprios instintos. E aí nós vamos percebendo que estas ideias materialistas, sem as questões ligadas à moralidade, sem as questões ligadas a esse senso de responsabilidade de uns pelos outros. E aí vamos ver talvez como um elemento central as questões do materialismo de eh iniciando movimentos íntimos até com relação ao suicídio. Porque se os meus objetivos não são alcançados, se as situações que estou vivendo me impõe determinadas limitações e a mídia social hoje em dia apresenta muitas vezes pessoas lá fora com beleza física, com poder, com dinheiro. E se eu não me encaixo, se eu não me enquadro nesta nesta neste quadro, ah, eu prefiro, de repente me utilizar de todos os recursos intelectuais que eu tenho para o mal, para poder conseguir os mesmos objetivos que essas situações temporais e circunstanciais

neste quadro, ah, eu prefiro, de repente me utilizar de todos os recursos intelectuais que eu tenho para o mal, para poder conseguir os mesmos objetivos que essas situações temporais e circunstanciais estão sendo apresentados para mim. Então vemos que na origem das questões do desgosto pela vida, do suicídio, estão como raiz principal. E Manuel Flumes Miranda nos traz isso a respeito das questões do materialismo. Há uma semana atrás, nós recebemos um telefonema do diretor do Hospital Albert Einstein em São Paulo. ele havia escutado uma palestra que havíamos feito e nos fez o convite para que estivéssemos participando de uma aula para alunos de medicina, falando das questões relacionadas ao do espiritismo, trazendo as noções de espiritualidade que a vida continua para aqueles alunos que ali estavam iriam lidar com pacientes que estariam passando pelas enfermidades de toda ordem, pudessem, não só nas questões relacionadas ao conhecimento intelectivo e da medicina trazerem também um pouco de espiritualidade. E ele achou interessante que as noções do espiritismo pudessem ali ser compartilhadas para que os alunos pudessem eh estudar estas questões. Ficamos muito felizes, participamos, foi uma quarta-feira passada, há uma semana atrás, ficamos muito felizes. estava um padre, estava uma rabina, estava uma pessoa ligada às às doutrinas eh budistas, hinduístas. Mas o a o cerne, o ponto central das conversas era exatamente isso. A alma, o espírito segue em frente. Há uma esperança, há um propósito maior para a vida humana. E as questões que estão relacionadas às doenças, às enfermidades, precisariam ser abordadas de uma forma muito mais holística, muito mais ampla do que simplesmente algo circunstancial. E isto tudo nos trouxe eh muita alegria. Então, Kardec vai nos trazer nas perguntas relacionadas a às questões eh do da da transcendência de que o homem centrado na matéria, mais conect, mas não mais centrado na matéria, melhor dizendo, conectado-se com a espiritualidade, ele vai experimentar na Terra outros

s eh do da da transcendência de que o homem centrado na matéria, mais conect, mas não mais centrado na matéria, melhor dizendo, conectado-se com a espiritualidade, ele vai experimentar na Terra outros tipos de prazeres e o sofrimento ele vai conseguir entender que são temporários. A sua felicidade não está mais ligada às questões de uma satisfação momentânea, aos desejos momentâneos, porque tudo isso é muito passageiro. A alma vai ansiar por voos mais altos, não mais as incertezas que nos levam às angústias e muitas vezes aos desejos de suicídio. E a nossa Tânia falou de obsessões. Quantas vezes essas essas obsessões elas são sugestion esses pensamentos são sugestionados por espíritos que nos conhecem do passado, dos erros, dos equívocos, que querem nos ver do lado de lá para que eles possam de uma certa forma interagir de uma forma mais extensa e nos colocar numa posição ainda de muita infelicidade. Então, todos aqueles que têm o sentimento, o pensamento materialista, sem dúvida a morte os atemoriza, eles duvidam do futuro. Existe Deus? Será que existe? Aí o desgosto pela vida, as questões do suicídio e vamos encontrar também no livro dos espíritos, ratificando o que o nosso Manuel Flomeno de Miranda traz nestas primeiras partes, nesta primeira parte. falando do desgosto da vida, né, das questões relacionadas a todas essas esses dramas, o homem tem o direito de dispor da sua vida? Absolutamente não. A vida é um dom de Deus. É a resposta que os espíritos trazem. A pergunta 944 de O livro dos Espíritos. Nenhum de nós tem o direito de dispor da nossa vida, mas temos o livre arbítrio e a decisão final, sem dúvida, passa a ser nossa. Mas a observação vai nos mostrar que os efeitos do suicídio vão ser variados nas diversas situações, nas diversas colocações. E cada um de nós vai experimentar os dramas na medida do deste momento íntimo que vivemos, de como nos comportamos, de como sentimos. Tudo isso precisa ser observado. No livro Céu Inferno, logo no primeiro capítulo, no capítulo um, Kardec vai

s na medida do deste momento íntimo que vivemos, de como nos comportamos, de como sentimos. Tudo isso precisa ser observado. No livro Céu Inferno, logo no primeiro capítulo, no capítulo um, Kardec vai trazer as questões relacionadas a um porvir ou a um nada. E ele nos traz esses questionamentos. falando aqui das questões relacionadas ao suicídio e a raiz disso tudo, o materialismo. Ao deixarmos o mundo, Kardec vai trazer, será que a gente vai para algum lugar? Será que existe a morte e depois de quer dizer, existe a morte? Existe. Depois da morte, para onde é que nós vamos? Estaremos numa condição melhor, pior? Vamos existir ou tudo acaba num pano preto, nada mais ocorre. pela crença no nada, nós todos somos forçados a concentrar os nossos pensamentos na vida futura. Então, sem dúvida, não faria sentido nós nos preocuparmos com o futuro que não iria oferecer absolutamente nada. Kardec vai desenvolver alguma coisa? Então, as questões relacionadas à obsessão pelo agora, essa obsess questão de agora eu viver tudo que eu quero viver, vou aproveitar ao máximo, vai, sem dúvida colocar a gente em situação muito equivocada, sem nenhum controle, sem nenhum freio necessário para que eu possa levar a minha vida um pouco mais ajuizadamente. O respeito social, então ele é secundário, ele vai colocar as pessoas num determinado limite, numa determinada reição. Ou seja, o nada espera o quem eu quero é gozar hoje. Eu quero viver hoje com todas as com toda a intensidade. Então, se há uma doutrina verdadeiramente antissocial, é uma doutrina do materialismo, porque ela vai destruir os alicerces de solidariedade, de fraternidade, que são fundamentais para as relações sociais. E aí a gente revisita a a resposta 685 de O livro dos espíritos para esta juventude que é jogada na sociedade de uma forma até um pouco amoral, nem imoral, sem estes conceitos e revisitando ao final do século XIX, ao começo do século XX, nessas doutrinas que permeiam ao longo dos séculos, nos convidando às posturas materialistas,

ouco amoral, nem imoral, sem estes conceitos e revisitando ao final do século XIX, ao começo do século XX, nessas doutrinas que permeiam ao longo dos séculos, nos convidando às posturas materialistas, nos afastam da nossa verdadeira destinação, que é uma felicidade que transcende a todas as questões momentâneas. Por isso que o nosso Allan Kardec nos traz seguinte o raciocínio nós e ele traz ali bem nesta obra céu e inferno. Ele nos convida a um a um exercício de imaginação. Se por um instante nós imaginássemos toda uma nação que estivesse absolutamente certa de que em pouquíssimo tempo ela seria completamente destruída. assim, uma semana, um mês, ele coloca assim muito pouco tempo. Nenhum dos seus membros sobreviveria, nada restaria nesta civilização. O que que faria essa nação durante esse tempo? Será que essa nação vai trabalhar pro seu próprio bem-estar ou para o seu próprio aprimoramento? Será que esta nação respeitaria os direitos, os bens, a vida dos outros? Será que esta nação, tendo absoluta certeza de que tudo vai se acabar e não existe o porvir, será que ela se submeteria a qualquer lei ou a qualquer autoridade, mesmo que esta autoridade fosse legítima? Existiria então, segue Kardec falando, algum tipo de obrigação moral nesta sociedade? E ele nos responde: Lógico que não, não tem fim. Ou seja, existe um fim, não existe um porvir. Assim, então Kardec vai nos falar que é o que acontece com estas doutrinas materialistas que realizam estas dissoluções de valores de uma forma individual e coletiva todos os dias. E se a incredulidade total se tornasse como maioria no pensamento de uma sociedade, nas suas leis, a sociedade entraria em colapso. Este o destino apontado pelas doutrinas materialistas e aí por consequência o suicídio e talvez as questões relacionadas que Manuel Filomeno de Miranda nos traz neste comecinho, neste comecinho de fala, nestas primeiras partes. Então, o materialismo ah, de maneira alguma numa mensagem, num estudo que foi compartilhado ali em Uberaba, quando Francisco Cândido

neste comecinho, neste comecinho de fala, nestas primeiras partes. Então, o materialismo ah, de maneira alguma numa mensagem, num estudo que foi compartilhado ali em Uberaba, quando Francisco Cândido Xavier e aqueles que participavam do grupo espírita da prece, eles começaram a estudar a lição, a a pergunta número 799 de O livro dos Espíritos e aquela que nós já trouxemos, né, a respeito de que maneira o espíritismo ismo pode contribuir para o progresso da humanidade, destruindo o materialismo, porque aí isto é uma grande chaga da sociedade, porque aí o ser humano vai incompreender os seus verdadeiros destinos. Mas trazendo esta pergunta, Emanuel nos traz uma consideração que foi depois publicada no livro Religião dos Espíritos. E esta psicografia trazida no dia 25 de setembro de 1959 nos fala a seguinte informação que eu irei ler para vocês. Não podemos afirmar que os materialistas vêm vindo, estão nos tempos modernos por toda parte, tentando inconscientemente apagar a luz do espírito. cestam telescópios na direção das galáxias e supõe resolver os enigmas do universo pelas acanhadas impressões dos cinco sentidos da esfera física. devotam-se aos mais altos estudos da psicologia transcendentes e atestam que o homem não passa de símbio complexo sem maiores possibilidades de evolução. Dizem, segue Emanuel, que estamos longe de equacionar os problemas do destino e do ser. e estabelecem os materialistas padrões para genética humana, tomando por alicerce o comportamento de drosófilas e de ratos nas atividades reprodutivas. Vejam que interessante agora o que Emanuel nos traz. asseveram os materialistas que é preciso plasmar elites de condutores e dirigem-se à mocidade acadêmica, subtraindoes, subtraindo-lhe as noções da alma, a feição de sorridentes carrascos da responsabilidade moral, destacam o imperiativo da solidariedade e preconizam a sumar eliminação dos que nasçam. Doentes e incapazes. Proclamam-se campeões da liberdade e desprezam quem lhes não aceite o figurino mental. Recomendam a

o imperiativo da solidariedade e preconizam a sumar eliminação dos que nasçam. Doentes e incapazes. Proclamam-se campeões da liberdade e desprezam quem lhes não aceite o figurino mental. Recomendam a investigação das questões do espírito, injuriam as inteligências sinceras e desassombradas que a elas se afeiçõem. Aconselham, seguem os materialistas falando, aconselham o respeito às religiões, mas em vez de ajudá-las no apostulado de amor pela extinção do sofrimento, solapam-lhes a existência a golpes de sarcasmo sutil. A mensagem segue com algumas considerações que nos mostram que estas doutrinas absolutamente não levam a lugar nenhum. e simplesmente vão nos levar a cada vez a maior número de suicídios, como nós estamos vendo nos números atuais, quando as Organizações mundiais de saúde e os devidos países estão trazendo estes números em números galopantes. Por isso, as considerações a respeito do espiritismo, destes painéis que se abram, que se abrem nas nossas mentes para receber as luzes do consolador prometido, para que as obsessões que ainda se fazem necessárias, porque ainda somos os devedores do passado, somos ainda os complicados, mas que nos municiando das verdadeiras ferramentas que o Espiritismo nos proporciona. possamos aos poucos nos despojar destes atavismos que ainda muitas vezes, mesmo nas lides espíritas, dizendo-se espíritas, agem como se fossem mater porque de paradoxo, nós somos espíritas, nos declaramos com a boca cheia, mas se nós prestarmos atenção nas nossas atitudes do dia a dia, quantas vezes Nós ainda nos portamos como verdadeiros materialistas. Eu falo por mim, cada um que v a carapuça se se vestir, mas essas situações são muito interessantes. Por isso, neste primeiro momento, neste primeiro dia de estudo das obras, nós verdadeiramente esperamos que todos gostem muito de estudar estas páginas trazidas pelo Espírito Manuel F Miranda através do nosso Divaldo. através destes 32 capítulos que compõem, vamos observar a os painéis que retratam as obsessões,

gostem muito de estudar estas páginas trazidas pelo Espírito Manuel F Miranda através do nosso Divaldo. através destes 32 capítulos que compõem, vamos observar a os painéis que retratam as obsessões, os estudos e reflexões muito importantes, especialmente procurando demonstrar, como diz o nosso Manuel Flum Miranda, as questões relacionadas aos desequilíbrios emocionais causados pelas perturbações de alentúmulo mais acolhidas por nós mesmos. aqueles que estamos ainda na carne. Manuel Flum de Miranda então vai nos dizer nestas primeiras considerações que embora as personagens centrais da narrativa fossem conhecedoras da nossa querida doutrina, não deixaram também de tombar nas ciladas que lhes foram armadas pelos inimigos do passado. nessas questões que ainda pululam nas vidas de relações. Por isso, a importância de mergulharmos no espiritismo, mas melhor ainda, mergulhar no espiritismo com a consciência desperta, como disse a nossa Tânia, para que não seja simplesmente um momento de puro diletantismo, de passar o tempo estudando, memorizando algumas palavras, memorizando algumas algumas leituras, algumas perguntas, mas trazendo as daqui para aqui. Chegará dia que este casamento, mente e coração farão as verdadeiras pazes e nós vamos dar voos mais ousados na direção de umaidade comculo, vendo não mais os painéis da obsessão, mas os painéis que se abrem para a grande luz que a todos nos conduz. Muito obrigado a todos. Estam eram as algumas conspirações a respeito destas primeiras linhas desta obra. Obrigada, Marcelo. Muito importantes as suas colocações. Enquanto você falava, me veio a frase, né, que o espiritismo é a chave com o auxílio da qual tudo se explica de modo fácil, né? Jesus sendo a porta e o espiritismo sendo a chave. Aí não há materialismo que resista, porque nos convida a essa terra. raciocinada e nós daí começamos a compreender o porquê acreditamos, né? Então que Deus nos abençoe aí nesse nessa nova jornada. Obrigada, Tânia, obrigada Marcelo, a todos aqueles que estiveram conosco

raciocinada e nós daí começamos a compreender o porquê acreditamos, né? Então que Deus nos abençoe aí nesse nessa nova jornada. Obrigada, Tânia, obrigada Marcelo, a todos aqueles que estiveram conosco neste primeiro dia e que possamos nos reencontrar semana que vem com a bção, com as bênçãos de Deus. Até lá.

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