T5:E3 • Propósito de vida • Inspiração x Aspiração

Mansão do Caminho 23/08/2023 (há 2 anos) 51:17 7,306 visualizações 871 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 03 - Inspiração x Aspiração ► Referências Bibliográficas • Momentos de Saúde e de Consciência, cap. 10. • O Ser Consciente, cap. 10. • Amor, Imbatível Amor, cap. 5. • O Despertar do Espírito, cap. 1 e 5. • Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda, cap. 1. • Triunfo Pessoal, cap. 9. » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. Nesta temporada, nós estamos trabalhando como eixo central o tema propósito de vida. é um assunto que costuma passar pelas nossas reflexões. No entanto, é um daqueles temas que a gente sabe que é fundamental. No entanto, a gente tem bastante dificuldade em trazer isso pra vida diária, em entender exatamente o que significa ter um propósito de vida, como eu encontro um propósito de vida, onde que nós vivemos no nosso na nossa rotina o propósito de vida. Então, em cada encontro, nós vamos trazer um um subaspecto desse tema propósito de vida. Vamos entender no primeiro, nós entendemos, falamos a respeito no primeiro episódio sobre o tema geral, o que seria propósito de vida, fazendo diferenciação, distinção entre propósito de vida, metas aqui na Terra, objetivos de curto e longo prazo. Depois nós falamos também outras diferenças que a gente pode encontrar dentro desse grande tema, sempre procurando e eh dividir, smiilçar, detalhar, diferenciar para que a gente possa realmente ir construindo esse conceito internamente, o que que vale dizer internalizar, internalizar o o que seria esse propósito de vida. Falamos sobre diferença entre desejo e vontade em um outro episódio de novo, porque muitas vezes nós corremos atrás daquilo que desejamos, mas que tem a conotação passageira e passamos a vida inteira, deixamos a vida passar correndo atrás de satisfazer desejos que são momentâneos e não damos a devida atenção para aquilo que nós chamamos naquele episódio de vontade. Ou seja, a vontade é aquilo que me impulsiona a crescer em espírito. O desejo é aquilo que me satisfaz no momento eh eh naquela situação momentânea. E hoje nós vamos conversar fazendo o mesmo exercício. Vamos trazer dois substantivos, dois conceitos que são tido como sinônimos, praticamente como sinônimos. No entanto, nós vamos fazer uma distinção entre eles para efeito de estudo. Não que seja realmente a a a o verbete no dicionário não vai ser encontrado exatamente como

os, praticamente como sinônimos. No entanto, nós vamos fazer uma distinção entre eles para efeito de estudo. Não que seja realmente a a a o verbete no dicionário não vai ser encontrado exatamente como nós vamos trabalhar aqui. Nós vamos trabalhar aqui para compreender melhor o todo. Por isso, nós vamos utilizar um pouquinho diferente o o conceito de inspiração e o conceito de aspiração. Vamos começar tentando entender a origem da palavra, procurando portuguesa, a parte literária desses dois conceitos, inspiração e aspiração. Se formos olhar no dicionário, como eu disse, praticamente sinônimo, não vai ter muita diferença. No na origem da palavra, na na etimologia da palavra, nós vamos encontrar que o que a inspiração vem de inspirátilo, que é colocar o ar para dentro, é inalar. Esse in significa dentro, né? Então vai ter a ver com espirar, que é o respirar, mas é a parte da inalação. A inalação é eu coloco o ar para dentro. A aspiração, ou seja, o o o a origem da palavra da aspiração vem também do latim, que é aspirare. E esse aspirare tem algo a ver com respirar da mesma forma. Mas tem também algo como eh soprar. Também pode ser usado como soprar. Quando a gente usa hoje em dia no nosso no nosso na nossa vida cotidiana, a gente faz uma pequena distinção entre eles. Quando, por exemplo, quando a gente diz assim, ó, inalação é inspirar. A gente fala assim: "Inalaiz". Então, quando eu trago o ar para dentro pelas narinas, utilizando o canal que começa nas narinas, é o inspirar. E quando nós utilizamos o aspirar, a gente não fala que tem caso aspirador de pó, porque realmente ele chupa, ele suga. Então é como se fosse uma boca. Então, quando a gente faz, ah, a gente aspirou o ar, de qualquer forma, o arro, concordam? Tinha ar aqui fora e eu coloquei ele para dentro do meu corpo, ou seja, pela inspiração, ou seja, pela aspiração. Quando eu uso o aparelho de inalador, eu posso usar a inalação das duas formas, né? Mas vamos imaginar que eu inhalo o ar pelas narinas, mas quando eu

u seja, pela inspiração, ou seja, pela aspiração. Quando eu uso o aparelho de inalador, eu posso usar a inalação das duas formas, né? Mas vamos imaginar que eu inhalo o ar pelas narinas, mas quando eu uso a bombinha para quem tem problema de asma, bronquite ou alguma coisa do tipo, a gente coloca a bombinha na boca e suga esse ar. Então, no nosso dia a dia, na nossa vida cotidiana, a gente faz essa distinção. A gente fala inspirar pelas narinas e aspirar pela boca. Mas de novo, guerra de palavras, como diz o evangelho, porque de fato eu posso usar como sinônimo. Por que que eu faço questão de aqui trazer a diferença? Porque quando nós trazemos pro lado simbólico, aí muda muito as coisas. Então, estou reforçando, não estou fazendo uma aula de literatura, nem tenho competência para isso, não estou aqui discutindo língua portuguesa e não estou afirmando que eles são diferentes. A gente pode usar inspiração e aspiração como sinônimo, porque os dois se tratam de tomar o ar para dentro, jogar o ar de de fora para dentro no nosso organismo. Mas aqui eu gostaria de hoje propor que a gente tratasse esses dois conceitos um pouco diferentes. E quando nós trazemos para um conceito em termos de comportamento, de pensamento, de emoção, de ponto de vista diante da vida, a gente vai ver que essa pequena mudança gera muito, um resultado muito diverso. Então, como nós vamos utilizar na no nosso na nossa reflexão de hoje, esses dois conceitos, inspiração e aspiração, a gente vai falar de inspiração aquilo que é inspirador, aquilo que é motivador. Então, é como se a gente falasse assim: "Ai, eu tive uma inspiração de fazer algo que me levou a ter uma conquista. essa conquista a longo prazo, uma conquista que eu não perco, algo que fica para mim, que me transforma. E nós vamos usar o aspirar a a no sentido de que eu aspiro algo que pode ser passageiro, que pode ser momentâneo, que pode ter relação com ego. Então nós vamos trabalhar hoje quando nós falarmos sobre aspiração, os desejos do ego, e quando nós falarmos

aspiro algo que pode ser passageiro, que pode ser momentâneo, que pode ter relação com ego. Então nós vamos trabalhar hoje quando nós falarmos sobre aspiração, os desejos do ego, e quando nós falarmos sobre inspiração, a vontade do espírito. E aí muda bastante. Os dois vão nos motivar, os dois vão nos dar energia para correr atrás de coisas, de aprender, de crescer, de evoluir, de desenvolver. Um num sentido mais a curto prazo, com relação às coisas da matéria e com desejos mais personalísticos que t a ver mais com nossa identidade atual. E o outro também vai nos motivar a crescer, a aprender, mas vai nos fazer correr atrás de algo que seja mais para longo prazo, que nos que nós possamos levar daqui, que seja eterno, que seja um crescimento do espírito. Na verdade, sempre que eu estou me desenvolvendo, não importa a forma, eu sempre estou causando motivação para crescimento espiritual. Mas ao longo das nossas reflexões vocês vão perceber essa diferença com mais e eh facilidade. Bom, a gente costuma falar inclusive eh a gente costuma usar assim, ó, ai eu aspiro a uma promoção no meu trabalho. Eu aspiro a um cargo específico. A gente não fala, eu eu me inspiro, eu falo eu aspiro. É quase como eu almejo, eu desejo aquele cargo. A, eu aspiro a ser rico. Ah, eu aspiro a ter uma posição de relevância. E outras vezes a gente usa, ai, me inspirei em Jesus para fazer tal coisa, tal movimento. Me inspirei em um alguém que eu tenho como eh referência em minha vida para tomar a decisão. Me inspirei na meu na minha vontade de ajudar a humanidade para fazer a definição da minha carreira. Então, é como se a gente falasse assim, por exemplo, eu aspiro a profissão de médico. Eu aspiro, por quê? Porque tem status, as pessoas têm reverência, é algo muito importante, o retorno financeiro é relevante. Então, eu aspiro à profissão de médico, mas eu me inspiro no amor ao próximo para ser médico. Eu me inspiro na atenção com o outro. Eu me inspiro no na vontade de fazer o bem, na vontade de cuidar, de curar, de atender,

profissão de médico, mas eu me inspiro no amor ao próximo para ser médico. Eu me inspiro na atenção com o outro. Eu me inspiro no na vontade de fazer o bem, na vontade de cuidar, de curar, de atender, de ajudar alguém que está em situação de algum tipo de doença, distúrbio, transtorno. Então, eu aspiro à posição, mas eu me inspiro na dedicação, no cuidado, no atendimento. Às vezes a gente vai para um consultório médico, já que a gente está falando desse exemplo, escolhemos esse exemplo, às vezes a gente entra num num consultório médico e você percebe nitidamente que falta a inspiração. Ele aspirou a carreira, ele se desenvolveu, ele fez faculdade, ele se especializou, ele é ótimo no que ele faz, ele medica, ele atende, mas é só no cargo de médico. Ele não traz junto a alma inspirada no amor ao próximo, no atender ao outro, no cuidar do que está doente. Então você sente que você está quase que diante de um robô muito inteligente, com muito conhecimento, com muita competência, com muita destreza, mas não é alguém que se inspira ou que te inspira. Não é alguém que demonstra inspiração na profissão que está. Não faz com aquele amor, com aquele comprometimento do olhar, com com nesse olhar no olhar, olho no olho. E a gente diz: "Nossa, ele nem me olhou, ele foi frio." Ele falou o que precisava ter falado, deu o remédio que precisava ter dado, mas faltou a inspiração da medicina. tinha tinha mais uma aspiração à postura, ao cargo, à profissão. Outras vezes a gente vê o contrário. A gente vê um médico e que a gente fala: "Olha, ele nem me ajudou muito, não me passou uma pessoa com grandes competências técnicas, parece que nem sabia muito bem o que estava falando. Talvez a gente encontre assim alguém, mas a gente fala, mas era de uma inspiração que parece que ele entendeu o que estava acontecendo comigo, não tecnicamente, mas porque se conectou comigo, porque me olhou de forma inteira, porque se envolveu com aquilo que eu trouxe para ele. Parece que ele foi inspirado. Então, muitas vezes a gente vai dizer:

ecnicamente, mas porque se conectou comigo, porque me olhou de forma inteira, porque se envolveu com aquilo que eu trouxe para ele. Parece que ele foi inspirado. Então, muitas vezes a gente vai dizer: "Gente, esse médico que me atendeu, ele me atendeu sob inspiração. Ele falou comigo é de dentro. Nossa, parecia que ele tava até iluminado. Essa é a inspiração. E outras vezes a gente vai falar: "Nossa, o médico é consultório maravilhoso, mil diplomas, sabia tudo, mas foi técnico, não senti uma inspiração envolvendo aquele profissional." E isso a gente leva para tudo, né? A gente leva para uma sala de aula. Tem professores que não só aspiraram a à função, mas se inspiraram na verdadeira educação e na maternidade, na paternidade e na caridade. Tem pessoas que que fazem a caridade de forma metálica. Aí eu aspiro a seguir Jesus. Então eu que que Jesus mandou fazer? Deixa eu pesquisar. Ah, Jesus mandou fazer isso. Eu vou lá e faço. E tem gente que se inspira em Jesus, que não sabe nem muito bem o que vai fazer, mas vive pronto para servir, vive pronto para buscar o amor. Então, essa é a distinção. Trazendo isso para o propósito de vida, não é difícil da gente imaginar que, óbvio que os dois me fazem crescer porque os dois me tiram do lugar, os dois me fazem buscar, me sacrificar, tentar crescer. Mas quando a gente fala de propósito de vida, aquilo que preenche mais o espírito é aquilo que me inspira, é aquilo que vem do âmago do ser, é aquilo que brota do espírito, é aquilo que é inspirado pelos espíritos. A gente não costuma falar: "Um espírito amigo me aspirou uma mensagem. Ele me inspirou porque ele fez com que isso brotasse de dentro de mim. É essa sensação mais íntima. A aspiração parece que é uma coisa aqui do mundo de fora. É o ego desejando um cargo, desejando uma experiência, enquanto que a inspiração parece que é o espírito dando voz aquilo que é o da sua compreensão, do seu entendimento, né? Então a gente fala muito no dia a dia, a gente já faz essa distinção. E

riência, enquanto que a inspiração parece que é o espírito dando voz aquilo que é o da sua compreensão, do seu entendimento, né? Então a gente fala muito no dia a dia, a gente já faz essa distinção. E pensando então a respeito disso, daquilo que vem de dentro, existem existe na na mitologia as musas, porque eu pensei, o que que me inspira? A gente não fala assim, ai fulana é uma musa na minha vida porque ela me inspira. a gente fala das musas que ajudaram os artistas a produzirem maravilhosas obras de arte. E aí a gente pesquisando o que que nos inspira, que que seria uma musa inspiradora, a gente chega lá na na mitologia e eles contam a o mito conta que elas são fruto eh de uma sequência de noites de amor vividas entre Zeus e a Titân de Minemosini, né? Que nome difícil tem a ver com memória. Então, Memosine era uma titânide e Zeus se encontra com ela por sucessivas noites e para cada encontro é gerada uma filha. Alguns mitos contam que era uma, outros que eram três, 7, nós vamos ficar com essas nove. E aí, quais são as musas que nascem dessa relação de Zeus com a memória, né? Então, nós temos Caliop, que era a da bela voz. Então, Caliop era a musa inspiradora da poesia e da retórica, Clio, a proclamadora, que era a musa inspiradora da história. Erato, que era considerado a era era a amável, ela representava o canto. A Musa inspiradora do canto era Herato. Terpe, a doadora de prazeres, representando a poesia lírica, Mel Pomeni, que era a poetiza, representando a tragédia, um tipo específico de poesia, polimínia a de muitos hinos, representando a musa inspiradora dos hinos a deuses, a heróis. Ter psícore, olha outro nome difícil, a rodopiante, representando a dança, a música inspiradora inspiradora da dança. Táia, a que faz brotar flores, que era representante da comédia, Urânia, a celestial, representando astronomia. Então, essas musas eram elas que se conectavam com os pensadores, os artistas, os filósofos da época. para que eles produzissem grandes obras, grandes pensamentos,

celestial, representando astronomia. Então, essas musas eram elas que se conectavam com os pensadores, os artistas, os filósofos da época. para que eles produzissem grandes obras, grandes pensamentos, grandes reflexões. Então, o que que a a mitologia nos inspira, nos ensina? que é muito diferente eu produzir uma obra de arte mecanicamente falando, ah, eu aspiro fazer um quadro moderno, pera aí, eu vou lá comprar as coisas, eu vou pegar uma tela, vou pegar pincéis, pergunto lá quais tintas que servem, venho aqui, me concentro, pinto uma um quadro moderno, eu aspiro a produzir isso, ou seja, eu tenho um desejo de pintar, eu vejo todo mundo pintando, quero pintar Também é bem diferente de falar, eu fui inspirada a pintar um quadro. É quase que algo que me toma. Eu já sou um instrumento da inspiração. Eu já sou um instrumento que a inspiração se serve para ser expressada. Então, quando eu vou e pinto um quadro sob inspiração, na verdade o caminho foi algo me inspirou de dentro, de cima, do alto, não sei. Um sagrado, um sagrado, algo divino que me transcende, me inspirou. Então, eu peguei o meu corpo e fui até uma loja para comprar os os instrumentos. Eu utilizei a minha mente para poder planejar, preparar e eu deixei que a inspiração tomasse forma de traços e seja do que for na tela. Então, quando eu aspiro fazer um quadro, eu não estou de eh eh conectada com o divino, com o sagrado. Ou seja, eu não estou aqui na presença das musas inspiradoras. que representam essas esse essa força sagrada, representa a presença do divino junto conosco na execução daquilo que a gente se propõe a fazer. Então, quando eu me inspiro para fazer uma obra de arte, é um outro nível de produção do que quando eu aspiro fazer um quadro, porque todo mundo faz, eu quero ver como que sai o meu. É bem diferente uma coisa da outra. E como é que eu faço para ser inspirada? Pois é, eu tenho a minha participação, que é a minha busca, o desejo. Então, quantas vezes a gente vai fazer alguma coisa, a gente para um pouco antes, a

utra. E como é que eu faço para ser inspirada? Pois é, eu tenho a minha participação, que é a minha busca, o desejo. Então, quantas vezes a gente vai fazer alguma coisa, a gente para um pouco antes, a gente se conecta com a gente, a gente respira fundo, inspira, fica, a gente faz uma oração, a gente tenta abrir as antenas, a gente tenta se promover, se propor, se estar em uma posição de ser inspirada. Aí pode ser que a gente consiga acionar conteúdos do nosso inconsciente, a gente consiga ouvir a voz inspiradora dos benfeitores e a gente consiga transferir paraa tarefa que nós estamos fazendo um conteúdo que veio sob inspiração, que vai dar toda uma energia muito diferenciada. Ou eu posso sair executando mecanicamente minhas tarefas como quem aspira a terminar logo o serviço. Preciso fazer isso, aquilo e vai e vai terminar, vai fazer, vai produzir, mas pode ter ficado para trás e essa energia sagrada na execução daquilo que a gente faz. Bom, eu espero que eu tenha conseguido transmitir a vocês a minha ideia dessa reflexão. E aí agora a gente vai buscar em Joana de Angeles os textos que fazem sintonia com o que a gente está trabalhando aqui. Vamos primeiro no livro Momentos de Saúde e de Consciência, capítulo 10. Então, Joana vai falar dessa aspiração, esse desejo do ego, essa coisa relativa a valores passageiros. Ela diz assim: "Conquista lúcida da consciência abre espaços para o entendimento das leis que regem a vida, facultando o progresso do ser, que se entrega à tarefa de educação pessoal e, por consequência, da sociedade na qual se encontra." Então, tudo bem. Ela está dizendo que o nosso processo de desenvolvimento, de progresso, passa por uma aquisição lúcida da consciência e que quando a gente vai desenvolvendo essa consciência, a gente passa a investir no nosso próprio progresso pessoal e por consequência do progresso do entorno, porque quando eu me melhoro, o entorno se melhora. Aí ela continua: "Não mais lhe atendem as aspirações, os conceitos utópicos, as afirmações

gresso pessoal e por consequência do progresso do entorno, porque quando eu me melhoro, o entorno se melhora. Aí ela continua: "Não mais lhe atendem as aspirações, os conceitos utópicos, as afirmações puer infantis, destituídas de razão, com os quais no passado se anestesiava o discernimento dos indivíduos e das massas. Então vai chegar o momento em que nossas aspirações, eu quero ser médico, eu quero mudar de carreira, eu quero ser promovida, eu quero ser conhecida. Essas aspirações chega o momento em que elas passam a ser sentidas por nós como poeris infantis, já não me preenchem mais. Nesse momento não mais atendem as minhas aspirações. Eu me cansei de aspirar porque primeiro eu queria ter isso, eu tive. Depois eu queria conquistar aquilo, eu conquistei. Depois eu queria experimentar o não sei o que, eu experimentei. Chega uma hora que eu vi que tudo aquilo que eu achava que ia me preencher não preencheu. Então eu abro mão um pouco das aspirações passageiras, poeris, infantis e aí sim me dedico a primeira parte do texto, que é aí sim tomo consciência e vou investir no auto crescimento, porque daí quando eu me melhoro, a sociedade se melhora junto comigo. Então Joana traz aqui esse atenção, essa vem nos contar como é o processo. O processo é esse. Por isso que a gente não vai se cobrar e ninguém vai dizer aqui que é errado. É aspirar a promoção, aspirar a ter mais dinheiro. Não é. Sabe por que não é? Porque faz parte de um processo. Não dá para eu chegar aos 18 anos sem ter passado pela primeira infância, sem não saber ler, escrever, falar, andar. Então, eu primeiro preciso lidar com as coisas menores para depois despertar para as maiores. Primeiro eu trabalho o nível o nível da simplicidade para depois poder complexar, tornar mais complexa a vida. Então, num primeiro momento, é natural que nós nos encantemos com as coisas da Terra. Ai, eu aspiro a isso, eu aspiro à aquela viagem, eu desejo aquilo, eu queria conquistar, eu queria ter, eu queria possuir, eu queria aparecer, eu queria

que nós nos encantemos com as coisas da Terra. Ai, eu aspiro a isso, eu aspiro à aquela viagem, eu desejo aquilo, eu queria conquistar, eu queria ter, eu queria possuir, eu queria aparecer, eu queria parecer. Faz parte. Se eu me reprimir nesse momento, falar: "Não, não, não, juízo de valores, vem e fala: "Ai, que coisa feia, você tá sendo consumista, materialista, imediatista. Se eu não me permitir ter algum tipo de experiência, eu não resolvo isso. Eu dou um salto paraa frente e fico com enrosco para trás. Aí eu fico tentando forçar viver uma maturidade que de fato não existe, porque eu ainda tenho uma criança lá que ficou com vontade de coisas, que quis fazer, não teve oportunidade. Então não é caminho reprimir. O caminho é experimentar com juízo, equilíbrio e tirar o maior proveito da experiência para não precisar ficar muito tempo nela. Se eu desejo aspiro, ter dinheiro, qual seria o melhor? corre atrás logo disso para você ter logo esse dinheiro para você perceber que de verdade ele vai te satisfazer numas coisas e não em outras. Então, quanto antes eu puder ter essa experiência para adquirir, para internalizar crescimento a partir da experiência, é melhor. Ai, porque eu preciso ter um diploma. Então vai, corre atrás desse diploma para depois você perceber que ele é só um diploma, que aquele vazio lá dentro ainda não é ele que vai preencher. Então é isso que Joana está trazendo. Não mais lhe atende as aspirações, os conceitos utópicos, as afirmações poeris. Vai chegar o momento em que a gente vai desejar, buscar, querer mais a inspiração, que é a busca de metas com componente sagrado que vem do fundo do meu espírito, lá de dentro do meu coração, que tem um olhar mais amplo pra vida como um todo, que eu possa levar daqui, que eu conte com a presença dos espíritos, das musas inspiradoras, das energias dias da criação. Então, vai chegar uma hora que eu vou buscar esse profundo e não mais só o profano. A gente vai buscar mais o sagrado, o divino em cada pequena coisa que a gente

radoras, das energias dias da criação. Então, vai chegar uma hora que eu vou buscar esse profundo e não mais só o profano. A gente vai buscar mais o sagrado, o divino em cada pequena coisa que a gente for fazer. Eu vou fazer um alimento. Eu vou preparar um alimento. Eu posso aspirar, preparar um alimento para dizer que eu sei fazer, para impressionar as pessoas. ou eu posso me inspirar a produzir um alimento que vai nutrir o corpo e a alma daquele que eu vou oferecer. Então, pode ser ali a comida mais simples que tiver, mas ela vai ser um néctar dos deuses, porque ela veio sob inspiração, com cuidado, com meu espírito, com o meu sagrado. Ela se transforma num medicamento, num bálsamo, enquanto que a outra pode estar até destituída de valor nutritivo em termos de espírito, porque não passou simplesmente de uma intenção de impressionar por um prato exuberante. Em tudo a gente vai perceber que nós podemos fazer essas distinções, essa distinção entre inspiração e aspiração, entre aquilo que é superficial e aquilo que é profundo, entre aquilo que é passageiro e aquilo que é para sempre. Vamos lá agora pro ser consciente também, capítulo 10. O ser consciente capítulo 10, Joana vai falar dessa aspiração como vontade do espírito, né? Mas e com relação a conquistas espirituais. Então, por isso que eu disse, dá pra gente usar o o o conceito de aspiração também desse jeito profundo, porque no fim é sinônimo. Vamos ver o que que ela fala. Então, lentamente, mais ou menos aquilo que a gente já estava falando, lentamente, por processo de saturação das distrações, chega. Eu já conquistei tudo que eu queria aqui, eu já tentei tudo, já experimentei, não me satisfaz mais. lentamente por processo de saturação das distrações ou pelo imperativo de novas reencarnações, né? Porque me me forçam, a lei do progresso me força a viver de novo, viver de novo até aprender. O homem aspira à conquista de outros níveis de consciência e emerge do sono, passando a identificar o atraso em que se encontra diante das infinitas

força a viver de novo, viver de novo até aprender. O homem aspira à conquista de outros níveis de consciência e emerge do sono, passando a identificar o atraso em que se encontra diante das infinitas possibilidades que se de que dispõe. Joana está usando o verbo aspirar. mas inspirar. Por isso que eu disse, no fundo é sinônimo. Mas vamos aqui diferenciar pra gente entender o conceito e fazer a diferenciação em termos de conduta, de comportamento. Então, Joana diz que vai chegar uma uma hora, seja porque a gente cai a ficha, seja porque as reencarnações vão nos conduzir a isso, nós vamos nos saturar de distrações, de coisas passageiras, de conquistas. eh, superficiais e momentâneas. E nesse momento nós vamos aspirar à conquista de outros níveis de consciência. Esse aspirar é no sentido de inspirar do que nós estamos trabalhando aqui, no sentido de que eu vou querer buscar aquilo que é mais profundo, que é mais sagrado, que é vai que vai me transformar para sempre, porque vai mexer comigo em espírito, não apenas em ego, em personalidade atual. Então, mais uma vez, ela diz que faz parte de um processo. Então, eu estou caminhando por enquanto, eu gosto de coisas passageiras, desejos sensoriais, eu quero viver a vida do corpo, eu quero correr atrás de coisas daqui. Chega uma hora que eu desperto, eu acordo, isso já não me satisfaz mais. Eu agora preciso de coisas mais profundas, que tenham um componente mais sagrado, que venha mais do meu espírito, que faça sentido mais para a vida espiritual. Vamos seguir. E a gente vai agora para o livro Amor imbatível, amor, capítulo 5. Lembrando mais uma vez, a gente faz pequenos recortes, vezes que eu trago um parágrafo de cada livro, porque meu objetivo é trazer aqui um roteiro de estudo. Então, a gente vai tomando nota, eu sei que esse tema tem no livro tal, tal, tal, para que depois eu faça a minha parte de aprofundar. Então eu vou atrás dos livros e leio o texto um pouco mais completo para que a gente faça a nossa parte também, não fique de forma

o tal, tal, tal, para que depois eu faça a minha parte de aprofundar. Então eu vou atrás dos livros e leio o texto um pouco mais completo para que a gente faça a nossa parte também, não fique de forma passiva, simplesmente recebendo o conteúdo que alguém preparou, o ponto de vista que alguém trouxe, porque o ponto de vista que eu estou trazendo é meu, é a minha leitura de Joana. Qual é a sua leitura de Joana? Você pode inclusive ler o mesmo texto que eu e criticar e questionar essa essa essa reflexão dizendo: "Não vi isso". Esse seria o ideal. Então a gente traz pequenas doses, pílulas de Joana simplesmente para facilitar o o trabalho no sentido de ir procurar onde está. Vocês já sabem aqui onde temas interessantes para serem textos interessantes para serem lidos a respeito desse tema. Então, no livro Amor imbatível e Amor, capítulo 5, ela fala das conquistas aqui da Terra, que serve sim de experiência pra gente crescer em espírito, desde que a gente se lembre que precisa colocar mamão a serviço de Deus, desde que a gente se lembre que a gente está na Terra para crescer o espírito, que a gente usa o corpo com a finalidade de desenvolver o espírito. Nós não viemos aqui para desfrutar do que esse corpo é capaz de nos oferecer. Não viemos aqui para passear na terra com tantas coisas legais que a gente pode fazer na terra. Nós viemos na Terra para aproveitar os recursos materiais e fazer o que o Espírito precisa, que é a sua reforma, a sua transformação e o seu crescimento. Então, Joana diz: "Embora a relatividade do ser físico, da existência terrena passa rápido, né, embora a gente não dure muito, o sentido da vida permanece inalterado. se depositam no corpo apenas todas as aspirações, à medida que ele envelhece, que se diminuem, que se lhe diminuem as resistências e possibilidades, claro está que perdem o impacto e objetivo. Observando-se, porém, a vida como um todo, não somente como uma trajetória fisiológica curta, tais anseios se realizam a cada instante, arquivando-se

dades, claro está que perdem o impacto e objetivo. Observando-se, porém, a vida como um todo, não somente como uma trajetória fisiológica curta, tais anseios se realizam a cada instante, arquivando-se no passado e servem de base para novas buscas e motivações. Que que Joana está nos dizendo aqui? Ela está chamando atenção para que se a gente manter a se a gente mantiver a nossa nosso interesse, nossa vontade, nossa energia dedicada às aspirações do corpo, do ego, dessa vida atual, é provável que conforme nós venhamos a perceber que o corpo está envelhecendo, muitas das aspirações que a gente tinha já não vão mais fazer efeito, não vão mais fazer sentido. Ah, eu tenho a aspiração de ter um corpo escultural. Com 60, 70 anos vai começando a ficar complicada a história. Ah, eu tenho uma aspiração de conseguir fazer uma carreira. Se eu já tô com 60 anos e eu não fiz, dificilmente eu vou agora despontar numa carreira. Nada é impossível. Mas quando a gente começa a perceber que as aspirações já começam a não ter mais lugar, pelo menos com facilidade de acontecer, que que pode dar internamente? Vazio existencial. Pronto, acabou a vida. Eu não posso mais ter corpão. Eu não posso mais almejar que eu vou fazer a carreira e chegar não sei aonde, porque nem tenho mais capacidade intelectual e cognitiva para isso. Tô ficando já esquecido, cansado, já não tenho estrutura interna. Enfim, a gente sabe isso, sabe como chama? Envelhecer. [risadas] Que medo que dá de falar. Tô ficando velho, esqueço de coisas, já não dou conta de processar tão rapidamente. Não escuto direito, preciso que a pessoa repita. Não acompanho o raciocínio desses jovens. Nossa, dá desespero porque as aspirações que eu tinha já começam a não dar mais. Se eu não tiver junto comigo atividades, experiências que venham da inspiração, porque essa é eterna. Não importa o não importa o o a idade do corpo, a condição do corpo. Eu posso ter 90 anos e ainda me inspirar a ajudar a humanidade, porque eu vou achar um jeito. A gente tem aí exemplo do

a é eterna. Não importa o não importa o o a idade do corpo, a condição do corpo. Eu posso ter 90 anos e ainda me inspirar a ajudar a humanidade, porque eu vou achar um jeito. A gente tem aí exemplo do Divaldo, né, entre 90 e 100 anos de idade e ele se inspira cada dia, ainda que o corpinho dele já precisa ser carregado. Então, nós temos problema com envelhecimento e talvez um dos problemas que a gente tenha com com envelhecimento seja esse, porque a gente dedica muita energia na nossa vida para aquilo que é aspiração, que são coisas passageiras e que requerem corpo saudável, idade, disposição, energia, alegria. E de repente quando a gente começa a entrar na fase da velha sábia, do velho sábio, em que a gente começa a ter mais atividade espiritual do que corporal, a gente fica perdido porque a gente não sabe como fazer isso. E aí fica tentando voltar, né, com a idade. Eu quero voltar a ser jovem, eu quero me relacionar com jovem, eu quero ter um corpo de jovem, eu quero. Porque dá desespero, porque dá uma sensação de que eu vou cair num vazio, não vai ter o que fazer lá, porque tudo que eu fazia antes não compete mais, não, não faz mais sentido, né? Então, talvez seja esse um dos problemas que a gente tem com a questão do envelhecimento. Vamos continuar. Então agora nós vamos lá pro triunfo pessoal, capítulo 9, que ela vai convidar a gente a perceber também que às vezes, principalmente esse momento histórico que a gente vive, em que os prazeres são extra mega exaltados, todo mundo tem que tá curtindo muito todos os dias. Antes a gente aceitava curtir a vida sábado domingo. Hoje não. A gente quer hour na segunda-feira. A gente quer um espacinho no meio da semana para ir não sei aonde. A gente precisa curtir prazer, prazer, prazer, né? A gente não aceita mais se sacrificar. Eu não, não consigo mais admitir uma atividade na minha semana que eu faça com sacrifício. Eu preciso gostar de tudo que eu faço. Eu não tô não tô dizendo que preciso, tô fazendo apologia ao sofrimento, né? A

não consigo mais admitir uma atividade na minha semana que eu faça com sacrifício. Eu preciso gostar de tudo que eu faço. Eu não tô não tô dizendo que preciso, tô fazendo apologia ao sofrimento, né? A flagelo. Vou me flagelar, não é? Isso. Mas entre um polo e outro tem um monte de coisa interessante no meio, né? Pode ser que antigamente a gente só levava a vida de forma dura, sofrida, a gente não sabia descansar. Mas será que a gente também não tá indo para um outro polo que precisa ter prazer em tudo a todo momento? É uma é uma um frenezi, né? Um frenesia o tempo todo. Tudo tem que tá nossa e todo dia rede social, eu tenho que estar fazendo uma coisa legal porque senão não vou ter nada para publicar essa semana. Bom, então no triunfo pessoal, capítulo 9, Joana diz: "A educação hedonista em que se prioriza o prazer desde cedo trabalha o aprendiz para que ele desenvolva a capacidade de não se deixar enganar para os objetivos que lhe ofereçam recursos para triunfar no conserto social. Ou seja, a gente cria, a gente educa hoje pro triunfo, paraa performance, pro pódio, para o primeiro lugar, para ser reconhecido. A gente educa já para que a criança saia correndo atrás de ter fama, dinheiro, sucesso, reconhecimento, ser o melhor. A gente tem direcionado as crianças para isso, né? As suas aspirações são redirecionadas pelos pais e educadores para estabelecer atividades rendosas. Filho, não sei que que o seu espírito te pede para fazer. Não sei o que te inspira e também não tô muito interessada. Quero saber o que que vai dar dinheiro na sua vida. Ah, você tem a musa inspiradora da poesia, da dança. Isso não dá dinheiro. Isso não dá dinheiro. Deixa essa musa aposentada aí. Vamos correr atrás. da tecnologia, porque é isso que tá bombando hoje. Então, a gente já educa a criança cresça buscando aspirações e nem aprendam a se deixar levar por inspirações. Eh, rendas, os empreendimentos lucrativos, os os mecanismos sociais de poder, o destaque na comunidade, empurrando-os, educandoos em formação

pirações e nem aprendam a se deixar levar por inspirações. Eh, rendas, os empreendimentos lucrativos, os os mecanismos sociais de poder, o destaque na comunidade, empurrando-os, educandoos em formação para esse campeonato insensato. É uma competição para ver quem vai ficar mais famoso, quem vai ter mais dinheiro, quem vai ser mais rico, quem vai ser mais e quem vai ter status maior. Não conhecendo o pretérito desses espíritos, você não sabe o que esse espírito veio fazer aqui. Violentam-lhe os objetivos do renascimento corporal. É como se a gente sequestrasse o planejamento reencarnatório. Ah, tá aqui o seu planejamento reencarnatório. Nossa, isso aqui não dá ibope, não dá fama, não dá dinheiro. Vamos deixar para lá. a mamãe sabe o que que você precisa fazer, né? Quantas vezes a gente não deve estar presenciando situações desse tipo, né? Impondo-lhes pela cultura e pelo comportamento programado a conquista daquilo que pode preencher as necessidades temporais. Vai ser uma ótima aspiração, mas somente vai acalmar desejos de egofogueados. não vai preencher o espírito. E aí a gente fica com essa sensação. O jovem cresce, vai se tornar adulto, sempre com uma sensação de que ficou algo para resolver, que ficou algo para trás, que não era bem isso, que será que eu deveria fazer? Será que eu tô no lugar certo? Por que eu não me sinto realizado, né? Vai ver que é porque eu tô correndo atrás de aspiração e deixei passar aquilo que era inspirador na minha vida. Vamos agora, hoje temos vários livros. O despertar do espírito, tanto capítulo um quanto capítulo 5. O despertar do espírito, capítulo um e capítulo 5. E aí Joana vai falar que aos poucos a aspiração daqui começa já não fazer tanto sentido, que é aquilo que ela já disse em outros trechos, e a gente começa a querer algo maior, que transcenda, mais profundo, né? Então ela diz, durante esse processo, uma inquietação inicial domina o aspirante autorrealização, impondo-lhe um grande desgaste de energia nervosa. Eu aspiro, eu aspiro,

ranscenda, mais profundo, né? Então ela diz, durante esse processo, uma inquietação inicial domina o aspirante autorrealização, impondo-lhe um grande desgaste de energia nervosa. Eu aspiro, eu aspiro, eu aspiro e eu me esgoto. O que pode ser interpretado como de natureza patológica, antes sendo, em realidade de manifestação mística no seu sentido correto. Nesse estágio do encontro com eu, às vezes a gente vai pro psiquiatra, ele fala: "Ah, você está com estafa. Eu vou te dar um remédio". E na verdade ela tá dizendo que é algo místico no sentido de que é o meu espírito dizendo: "Chega até quando você vai correr atrás disso?" Que não é o que a gente veio fazer, né? Então ela diz, às vezes é algo que vem de um outro lugar, que não é simplesmente questão neurológica, né? de ajuste cerebral, de substâncias cerebrais. Então, nesse estágio do encontro com o eu, espírito, a personalidade descobre as respostas para muitos conflitos, se ela se permite mergulhar para dentro, né? Esclarecimentos para as dúvidas e aí sim inspiração para a conduta, ampliação dos objetivos humanos, sociais, artísticos e espirituais. Então, primeiro eu aspiro a atividades que me esgotam para depois acordar e me deixar inspirar por atividades, por ampliação de objetivos para resolver conflitos e ter uma compreensão melhor, maior, mais ampla da vida na Terra. De alguma forma e quase exatamente, concluíram com acerto, tendo-se em vista a localização do centro coronário, que é a área da inspiração divina, do selfie, o incomparável campo de recursos inexauríveis a conquistar o que é superconsciente. Então, esse trecho aqui, ele traz pra gente esse convite. É bonito quando a gente fala: "Ai, tem algo que vem daqui". Como se a gente fala: "Meu coração me pede". É uma dica. é uma dica que tem algo que é mais profundo, que tem relação mais com a com a emoção nesse sentido mais profundo do espírito, né? Então, que gostoso quando a gente consegue ouvir esse desejo que vem lá desse selfie, desse lugar de inspiração

do, que tem relação mais com a com a emoção nesse sentido mais profundo do espírito, né? Então, que gostoso quando a gente consegue ouvir esse desejo que vem lá desse selfie, desse lugar de inspiração divina, quando a gente consegue se conectar com o divino em nós, aí sim a gente vai pôr mamon a serviço de Deus. A gente vai usar as coisas da terra, correr atrás de tudo que tem daqui, mas lá dentro o que eu estou fazendo? Eu estou crescendo em espírito. Menos interessante para mim é o que que eu vou ganhar a curto prazo. Mais interessante para mim é que que eu vou descobrir no caminho, que que eu vou poder desenvolver como recurso íntimo no caminho. E por fim, eu trago aqui Jesus e o Evangelho à luz da psicologia. profunda, capítulo um. Agora sim, eh, Joana fala que nesse momento, quando a gente realmente aprende a ouvir a espiritualidade, a deixar as musas inspiradoras, que nada mais é do que a conexão com Deus, com o divino, com o sagrado, nos despertarem, falarem com nós, falarem por nós, aí sim a gente passa a perceber e a receber essa inspiração para essa ascensão espiritual. Então, Joana diz: "Como efeito inevitável, a inspiração superior vem trabalhando em nome dessa lei para que o espírito modele asas para a ascensão através de disciplinas morais e sociais, mediante as quais aprende a dominar os impulsos e realizá-los, para que no futuro consiga introjetar o sentimento profundo do amor e mergulhado conscientemente na lei natural, consiga utilizar-se da intuição ou comunicação direta com o pensamento universal espraiado em toda parte, asendo aos planos da felicidade que almeja. É uma poesia esse trecho, né? Então, Joana vem nos convidar a experimentar no momento oportuno, com o despertar da consciência essa inspiração superior que faz com que nós ajudemos o nosso espírito a ser moldado para termos asas, para fazermos essa ascensão. E Joana traz aqui a intuição. E eu gostaria de terminar trazendo um pouquinho de uma reflexão a respeito da intuição. A intuição, a gente poderia

moldado para termos asas, para fazermos essa ascensão. E Joana traz aqui a intuição. E eu gostaria de terminar trazendo um pouquinho de uma reflexão a respeito da intuição. A intuição, a gente poderia dizer que é um sinônimo de inspiração. É aquele pensamento, é aquela sugestão, é aquela ideia que surge de um lugar eh profundo e de um lugar espiritual. Se ela vier de dentro de mim, ou seja, é o meu próprio espírito que que que que oferece para mim reflexões mais profundas, se eu consigo tirar isso de forma eh eh de forma que eu possa acessar sem saber como, mas que eu possa acessar a sabedoria de vidas passadas quando tem algo que eu não sei explicar, porque não foi a minha razão, não foi minha consciência que entendeu que o melhor a fazer, mas tem algo que vem daqui que me diz: "É isso que eu devo fazer". Então, existe duas possibilidades. Nós vamos chamar de intuição a inspiração de mim mesma. A intuição nada mais é que meu espírito deixando eu, eu dando possibilidade pro meu espírito me dirigir. Então assim, eu tive uma intuição de conversar com aquela pessoa, de fazer uma ligação, tive uma intuição de procurar aquele lugar. Eu tive uma intuição que o meu, que eu deveria me dedicar a isso, investir naquilo. Se é uma inspiração do meu espírito, utilizando recursos do meu inconsciente de vidas passadas, por todas as experiências que eu já tive, eu chamo de intuição. Se essa inspiração que vem de dentro de mim, mas na verdade começa por uma outra mente de fora, por exemplo, um espírito benfeitor, meu anjo da guarda, se é um outro espírito, uma outra mente, uma outra experiência, uma outra história que me inspira, então já não é intuição, aí já é inspiração espiritual. Então, quando o meu anjo da guarda me inspira algo e eu tenho uma ideia, ai eu acho que eu vou fazer tal coisa, é o anjo da guarda que me sugeriu é inspiração espiritual. Fui eu mesma que de do meu profundo, da minha da minha sabedoria que eu já tenho, meu espírito tem essa ideia, é intuição. Então fica aqui esse último,

a guarda que me sugeriu é inspiração espiritual. Fui eu mesma que de do meu profundo, da minha da minha sabedoria que eu já tenho, meu espírito tem essa ideia, é intuição. Então fica aqui esse último, essa última reflexão pra gente também, não é que seja exatamente isso, é a verdade, mas é uma forma da gente ir se conhecendo, porque aquilo que vem de dentro de mim, às vezes é de mim mesma que vem e às vezes é de um espírito. E muitas vezes a gente acha que tudo é espiritual, não? Às vezes eu mesma tenho boas ideias. Às vezes vem de mim uma sabedoria, uma uma frase que, nossa, brotou uma frase tão sábia na minha mente, deve ser meu anjo da guarda. Não sei. Às vezes a intuição é você mesmo, acessando a sabedoria que você já tem por ter adquirido ao longo das reencarnações. Então, deixo aqui esse convite pra gente refletir e prestar atenção no nosso dia a dia. Vou correr atrás disso. É uma aspiração. Quem que quer isso a curto prazo? O que que eu ganho com isso? o quanto que isso vai me transformar ou é uma inspiração de verdade tem minha alma presente, é algo que vai me realizar, que tem a ver com o meu pensamento de espírito imortal, pra gente se conhecendo e sabendo fazer escolhas melhores que vão estar mais alinhadas com o nosso propósito de vida. Obrigada pela presença de vocês. Conversem comigo aí no chat, comentem, deixe perguntas e a gente se vê semana que vem, se Deus quiser.

Mais do canal