T5:E03 • Momentos de Consciência • Comportamento e consciência
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Comportamento
meus amigos meus irmãos bem-vindos a mais um encontro do nosso estudo da série psicológica Joana deangeles Esse estudo maravilhoso que nos ajuda a compreender um pouquinho mais do nosso processo psicológico espiritual estudando nesse momento o livro momentos de consciência hoje o capítulo 3 comportamento e consciência conosco juntos aqui a Guadalupe Amaral a re que vão trabalhar esse capítulo comigo então bem-vindas em mais esse momento especial com a nossa querida benfeitora Joana De Angeles não tô te ouvindo Guadalupe Olá a todos que nos acompanham tinha deixado do microfone ali é uma alegria estar aqui de novo e queria começar né trazendo alguma informação sobre esse capítulo comportamento e e consciência o que mais me chamou atenção além dessa questão do comportamento em si é o quanto a Joana De Angeles traz a importância do núcleo familiar da das questões ligadas a essa receptividade essa recepção a esse acolhimento do ser espiritual encarnado na terra que é um lugar que a gente pode eh transitar por vários aspectos tanto eh como o quanto isso reflete na nossa fase já adulta mas principalmente quando já adulto a nossa responsabilidade perante aqueles seres ainda informação eem um momento mais maleável Apesar de nós sabermos que são Imortais também e e isso claro todo o o espiritismo nos traz dessa importância dos laços familiares e do nosso compromisso com aqueles que chegam até nós mas achei muito interessante vir justamente aqui nesse livro que fala sobre a ciência eh de uma forma tão pontual tão destacada disso é é uma alegria est aqui com vocês eu gostei muito desse Capítulo pelo aspecto eh didático e prático que a Joana propõe aqui e eu pontuei assim para a gente começar a conversar a última frase que ela coloca aqui no capítulo que é o comport é resultado do nível individual de consciência de cada ser E aí a Joana coloca então que acho que a gente podia aprofundar um pouquinho esses esses três tipos assim né de comportamentos que ela coloca como uma espécie
vel individual de consciência de cada ser E aí a Joana coloca então que acho que a gente podia aprofundar um pouquinho esses esses três tipos assim né de comportamentos que ela coloca como uma espécie eh de uma referência pra gente a partir disso a gente poder se olhar né Então nesse sentido eu achei muito didático esse capítulo Porque a partir de como a gente tá no de como a gente compreende as coisas de como a gente reage a gente pode trazer mais consciência realmente né pra nossa caminhada é Acho interessante né marl Guadalupe porque realmente se no capítulo anterior a gente viu aquela Tríade né de de que sustentam né a base de formação e caminhada evolutiva né que é que é Deus a sobrevivência do espírito e as relações baseado no amor ao próximo né Então tudo isso eh vai compor também essa Tríade de padrões de comportamento que ela vai trazer aqui agora né quando ela vai trabalhar esses três padrões arquetipos né formas de viver a realidade né e de uma certa maneira já que o ser humano é um ser humano ainda em falta né a gente não chegou ainda à condição de Jesus esse arquétipo do do homem integral que que Joana vai nos trazer né a gente tá ainda em construção movido pela falta movido pelas necessidades internas e dos conflitos ainda não elaborados que cada um traz mas dentro dessa falta dentro dos conflitos dentro dos anseios a gente tem uma tipologia ou seja uma forma de viver isso né E ela então coloca essas duas Eh esses dois lados eh polarizados né um lado codependente e um lado insatisfeito né um lado belicoso né então os dois falam dessa falta né existe uma falta como é que eu lido com essa falta seja essa falta de representação da minha imagem afetiva seja a falta enquanto questões que ainda eu tô buscando integrar na minha vida seja esse vínculo com o Divino e com o outro que ainda me mobiliza processos movidos por minha inconsciência e assim por diante da qual eu transfiro para a vida para o mundo esses processos não resolvidos mas de uma certa maneira tem né eh essas duas
inda me mobiliza processos movidos por minha inconsciência e assim por diante da qual eu transfiro para a vida para o mundo esses processos não resolvidos mas de uma certa maneira tem né eh essas duas tendências chegar na terceira né Vamos começar pensando nessas duas primeiras né que são as mais comuns né eh como é que a gente pode começar a pensar né nessa esses duas padrões que é bem presente no comportamento humano acho que uma uma coisa que me vem assim agora pra gente elaborando eh é o fato de que e ah da necessidade do nosso autoconhecimento né O que é óbvio porque senão são padrões que acabam eh linc um com o outro né então o o codependente pode ter eh naquele mais instável mais insatisfeito a visão de alguém que é mais determinado na vida de alguém que é mais eh protetor que é uma visão equivocada né mas por por ter por externar outra forma de de se comportar e acaba sim criando laços de codependência não só do codependente né mas do insatisfeito com codependente e assim por diante nesse nesse lugar onde ao invés da gente eh procurar se trabalhar acaba olhando no outro coisas que a gente não se olha e perpetuando esses padrões de paz de trios padrões familiares onde se tem um um b expiatório ou ou algo assim mas aí se volta para se chegar nesse terceiro padrão se volta essa necessidade que se eu não me abro a perceber isso em mim isso acho que é o principal onde é que eu me posiciono como a marl trouxe ali acaba que eu vou identificar todos os codependentes todos os insatisfeitos e vou me colocar no grupo dos ajustados e será que existem tantos ajustados assim então acho que que isso é a primeira questão né que a gente se olhe H realmente assim com vontade de de se perceber dentro dessa dinâmica porque o problema não é é pertencer a um desses grupos do qual de uma forma ou de outra né a gente pode estar dentro mas é não reconhecer que isso é possível e se colocar em um lugar que não é do nosso tamanho à Não que a gente não possa alcançar não que a gente não tenha partes da nossa
né a gente pode estar dentro mas é não reconhecer que isso é possível e se colocar em um lugar que não é do nosso tamanho à Não que a gente não possa alcançar não que a gente não tenha partes da nossa personalidade mais ajustadas mas será que é toda ela mesmo né então acho que que esse é um questionamento que tem que tá sempre presente quando a gente fala de de consciência seja o ângulo que se se vai abordar ela fala uma coisa que me chama muita atenção aqui quando a gente ela começa a falar do codependente da falta de confiança em si mesmo né então pessoas que têm uma falta de confiança e aí condicionam como ela diz né Eh elas são condicionadas elas estabelecem as suas metas através de circunstâncias alheias à sua vontade não adquirindo uma consciência pessoal de satisfação como esforço individual autorizador aí linc com o que tu trouxeste no início Guadalupe eu me lembrei eh de um psicólogo não sei se ele é psicólogo psiquiatra americano o Eric Ericsson né que ele fala das fases dos estágios de desenvolvimento da personalidade e o primeiro estágio que ele nomeia na criança ele vai chamar que o grande desafio vai ser a confiança versus a desconfiança né então esse valor essa autoestima eu eu eu eu saber o meu valor pode tá muito ligado com com essa questão de uma criança que não foi olhada adequadamente que não teve as suas necessidades básicas reconhecidas né porque eh toda a nossa a nossa ideia de Eu a nossa construção ela vai começar lá né no Desde da gestação e essa questão da confiança né de eu acreditar em mim nas minhas possibilidades ela pode est ligado muitas vezes a uma falha a uma falta lá nesse início né então me chamou atenção que essa codependência ela tem a ver assim com uma falta de reconhecimento mesmo das potencialidades E aí como eu não reconheço em mim eu acabo esperando que o outro né eu vejo no outro então aí ela fala né olha Essas pessoas só vão ser felizes se elas se sentirem amadas se acontecer alguma coisa na vida delas eu só vou me realizar se acontecer se eu
o que o outro né eu vejo no outro então aí ela fala né olha Essas pessoas só vão ser felizes se elas se sentirem amadas se acontecer alguma coisa na vida delas eu só vou me realizar se acontecer se eu tiver esse emprego que eu sonho né Eh tudo fica muito condicionado porque eh conforme a Joana coloca aqui né existe realmente essa falta de confiança em si mesma e isso vai gerar uma série de desequilíbrios e assim marl isso é uma questão importante mas de uma certa maneira o segundo grupo também quer ser amado né Eh o segundo grupo também se mo por uma falta por uma dificuldade querem serem compreendidos querem que as coisas sai como eles gostariam se não sai as coisas eles ficam frustrados irritados agora a diferença aqui então a gente tem de um lado a questão da confiança que tu colocou muito bem né porque justamente eh eu tenho quando a criança né o espírito reencarna nesse novo corpo nessa nova condição é natural que ele quera ser bem recebido pelo mundo né E se ele é bem receb o mundo e aceito pelo mundo e olhado né n quando tem um olhar positivo que reconhece o valor dele que ajuda ele também a discriminar então eu posso de uma certa maneira encontrar recurso né nesse mundo que eu sou bem aceito posso confiar em mim confiar na vida confiar nos outros essa confiança básica que tu colocou que é uma questão realmente de todos nós e de outro lado tem os insatisfeitos né tem os os que têm falta de confiança pela baixa autoestima e os insatisfeitos que também T baixa autoestima porque os des satisfeitos também eh eh não Talvez seja mais orgulhosos em alguns aspectos né porque o orgulho faz com que a gente fique de uma certa maneira não reconhecendo a nossa necessidade e exigindo do outro que o outro dê para nós aquilo que nos falta porque a gente não reconhece a nossa limitação né então mas um foco é mais a insatisfação e outro foco é na na confiança na E aí eu me lembrei na mitologia né A questão do mito de Narciso né a gente tem no mito de Narciso Narciso e Eco que se apaixona
ntão mas um foco é mais a insatisfação e outro foco é na na confiança na E aí eu me lembrei na mitologia né A questão do mito de Narciso né a gente tem no mito de Narciso Narciso e Eco que se apaixona por Narciso a gente sabe que na história de Narciso ele era um uma figura muito bela e que se apaixonou pela sua própria imagem né a ponto de ficar paralisado e cair no Lago e morrer no Lago né em função dessa eh excesso né de de identificação com sua própria imagem e Eco que era uma contadora de história que perdeu essa habilidade em função de era que culpou ela eh pela traição do marido Zeus né e ficou errando pelo mundo e era uma Deco dizendo que ela que ela pederia o dom da expressão e que a única coisa que ela poderia dizer é a última palavra da daquilo que ela ouvisse Então a gente tem essa figura de eco que perdeu a identidade própria e fica repetindo né e eh o que vem do outro e tem Narciso preso nele mesmo então acho que de uma certa maneira esses dois padrões são que João tá colocando ou a falta de confiança gera essa personalidade Eco onde eu tenho que refletir o outro porque como não confio em mim como não tenho uma referência positiva e nem acredito que mereço no mundo porque o mundo não me acolheu e faltou essa confiança de ser aceito então eu saio de mim para poder dar conta do mundo para ser reconhecido pelo mundo então esse de refletir o outro para que o outro me devolva para mim né então por isso que que é um ser codependente ou seja ele vive muito na dependência do outro para poder eh dar conta da necessidade do outro porque assim ele se torna com valor o outro reconhece que ele existe e ele pode de uma certa maneira então ter a importância e o afeto que ele não acredita e o insatisfeito é o narcisista né aquele que a vida não deu o que ele queria mas ele se sente no centro do mundo né E aí se dando no direito de cobrar de todo mundo né eu que aí entra a questão do orgulho e do egoísmo né a pessoa centrada mas neuroticamente centrada nela né achando que de uma
no centro do mundo né E aí se dando no direito de cobrar de todo mundo né eu que aí entra a questão do orgulho e do egoísmo né a pessoa centrada mas neuroticamente centrada nela né achando que de uma maneira caprichosa que o mundo tem que corresponder aos seus anseios e como o mundo não dá conta né nunca vai dar conta da nossa necessidades ele fica insatisfeito ele fica de mal com a vida achando que as pessoas não valorizam ele como ele quer Eh que nada sai bem incomodado com as coisas frustrado né Há essa insatisfação permanente né de que e e ele não consegue estar em paz com ele mesmo né então esses dois padrões aí que reflete tanto um um grupo como num outro grupo né nesse grupo né J que tu tá falando ela coloca os déspotas né os tiranos os guerreiros e os criminosos né E e essa questão da autodestrutividade mas é é interessante né porque perante o mundo São pessoas que eh eh se se mostram como cheias de autoconfiança mas na realidade ao contrário né como elas não sabem o seu valor então elas precisam reagir assim né sendo com essa Ira toda né Essa raiva e e muitas exigências né são pessoas de muito difícil convivência eu acho que dentro disso a gente eh tem essa questão antes de falar do do terceiro grupo mas pode ampliar um pouco essa questão do do grupo familiar como responsável porque também de acordo com as feridas que se vai trazendo da infância é o tipo de personalidade que vai aparecendo claro que cada um Dent suas peculiaridades mas é o tipo de personalidade que vai vai aparecendo aqui dentro desses três tipos que que Joana De Angeles trouxe e e e cada um com a sua dinâmica mas as questões do abandono e da rejeição elas acabam permeando essas vivências da infância muitas vezes e conforme cada um reage conforme o ar que é típico de cada um elas vão lidar com isso de maneiras às vezes muito até paradoxalmente diferentes mas continua vindo nessa raiz da infância essas questões muito ligadas à rejeição e abandono como tu também tava trazendo né Marluci Quando trouxe
maneiras às vezes muito até paradoxalmente diferentes mas continua vindo nessa raiz da infância essas questões muito ligadas à rejeição e abandono como tu também tava trazendo né Marluci Quando trouxe Então esse outro esse outro autor né Eh a gente não começou Gelson a falar das das criaturas ajustadas Mas o que eu tava trazendo aqui é o fato de que cada um reage de uma forma com as questões da infância mas que a rejeição e o abandono costumam permear esses padrões que depois durante a a fase adulta vão se estabelecer dentro de um tipo ou de outro dentro daquilo que que a Joana De Angeles traz né E então não sei se a gente fala um pouco aga das criaturas ajustadas ou ou né vai complementando com alguma outra coisa eu não sei se eu fiquei com uma sensação Olha se eu entendi certo aqui né que os C A Apesar deles deles terem na base Então essa questão da de não saber o seu valor e essa esse não reconhecimento do seu valor um vai reagir mais na mágua no ressentimento na na Quietude ali o outro vai reagir de forma contrária né né vai pela raiva vai vai por esse Esse aspecto mais autodestrutivo né então seriam polos vamos dizer assim opostos mas que estariam na na raiz a mesma questão né É se a gente fosse usar uma imagem para pensar um explode o outro implode né quase que que se tem essa questão do jeito que L dão né porque realmente na raiz tá O Desamor né é todos nós carregamos essa ferida narcísica né Em algum momento a mãe esqueceu a gente no colégio Em algum momento alguém foi Rude com a gente em algum momento a gente foi frustrado né de uma certa maneira é impossível eh que a vida sempre nos acolha e responde de maneira adequada a nossa necessidade né até porque o conflito e a frustração é necess também né porque sem frustração não há como a gente poder também aprender a ter uma uma uma noção mas realista da realidade uma criança que ela vive de uma maneira sempre provida de tudo ela vai ter uma falsa ideia do mundo e não vai se preparar também para as lutas da vida né ela não vai estar
ão mas realista da realidade uma criança que ela vive de uma maneira sempre provida de tudo ela vai ter uma falsa ideia do mundo e não vai se preparar também para as lutas da vida né ela não vai estar preparada pro não a questão toda que favorece que o terceiro grupo seja diferente dos outros dois não é porque faltou eh em algum momento eh eh também a afeto o afeto vai pode ter assim eh eh figuras positivas na vida deles mas também vai ter muitos momentos de dor de limitações e dificuldades né Então isso que que J cham de criaturas ajustadas é que atualmente chama de de de resiliência as pessoas resilientes né e as pessoas resilientes não é que elas não tenham conflitos e dificuldades na vida é o a forma de se relacionar com a vida que é diferente então São pessoas que conseguem de uma certa maneira aceitar a vida então Eh seja por humildade seja por valores seja por uma compreensão né seja de não culpar o mundo eh pelas coisas que que que que são ruins então de uma certa maneira eh elas e e e por uma questão também de confiança na vida né confiança em si mesmo confiança em Deus pela fé vários elementos que faz com que elas tenham um preparo emocional de poder enfrentar de maneira mais adequada a a as realidades da vida né isso eu acho super importante né porque quando a gente lê assim ali né dos ajustados como pessoas autorrealizadas tranquilas confiantes eh não quer dizer que realmente não tenha que que as que as pessoas TM uma vida assim sem problemas né não é isso E aí eu me lembrei eh de um filme maravilhoso chamado as cartas de Madre Teresa que é sobre a história de de de mar Teresa de Calcutá né E ela ela tinha uma uma força espiritual assim uma confiança mas ela tinha altas dúvidas e conflitos pessoais né E mesmo assim diante de todas essas dúvidas que ela tinha ela tinha um padre da qual ela era confidente ali e tem um documentário sobre a vida dela também eh ela aquilo não era um impedimento para ela seguir o coração dela e fazer aquilo que ela achava que ela tinha que
padre da qual ela era confidente ali e tem um documentário sobre a vida dela também eh ela aquilo não era um impedimento para ela seguir o coração dela e fazer aquilo que ela achava que ela tinha que fazer ela achava que o lugar dela era lá na Índia junto aquelas pessoas né Por mais que ela tivesse conflitos como tem um determinado momento que ela tá se confessando com esse padre e ela dá a entender que é muito difícil ela entender a justiça divina por exemplo dentro do contexto do catolicismo que ela estava né mas ela mesmo assim ela abraçou aquele ideal e ela foi fiel a isso né então não que não houvesse conflito sofrimento mas tinha uma confiança e algo maior né que norteava ela né então eu eu acho isso importante assim senão a gente pode ficar com a ideia de que ah então são pessoas tão equilibradas que nada acontece que tá sempre assim né Zem e que tá tudo bem né mas mas não né No fundo é essa resiliência que tu tá trazendo né isso toca muito na questão da do do mito pessoal né de e de realmente bancar aquela razão do coração e e seguir esse caminho e não ficar eh dependendo da aprovação então Eh Nesse quesito é importante a gente destacar que por vezes tem pessoas que a gente vê como tu tá trazendo com uma vida eh que nós admiramos e não percebemos A grande luta que tem por trás né Porque as pessoas não precisam ficar se autocomiseração eh se adulando por outro lado elas vão né Elas vão e elas vão seguindo essa essa intuição mas não como uma função da consciência mas com algo que conecta realmente uma certeza com uma também uma entrega com esse tanto de salto no escuro que essa fé em si também fé em Deus mas fé também em si enquanto criatura de Deus e e isso é muito bonito porque é outra forma da gente trazer um pouco da da resiliência mas eh se tem muitos exemplos assim né e e por vezes a gente só olha a parte verde da grama e não vê o quanto foi ali preparada aquela terra quantos quantas graminhas foram plantadas e secaram quantas vezes eu tive né a pessoa teve que estudar ali
vezes a gente só olha a parte verde da grama e não vê o quanto foi ali preparada aquela terra quantos quantas graminhas foram plantadas e secaram quantas vezes eu tive né a pessoa teve que estudar ali mas qual é o terreno no melhor então eu vou plantar de novo e e isso passa desapercebido por aquele que não coloca em si a a sua potência de vida a sua potência de fazer que todos nós temos né E e aí eu acho a a Joana deang muito genial na forma que ela conduz aqui o capítulo porque ela começa falando desse primeiro momento né que o espírito reencarna que nessa nova f eu esqueci o passado para poder construir uma nova imagem de mim mesmo para poder recomeçar né recomeçar e e ajustar o passado trazer coisas novas que vão aos pouquinhos desmanchando essa sombra do passado essa possibilidade de ter experiências felizes e informações renovadas elementos que agre de maneira favorável positivo para ir contrapondo aqueles conflitos que eu trago do passado então é necessário retomar a partir desse momento Zerado né faz de conta que a gente não tem um passado mas temos para que a gente possa acreditar no novo projeto né então ela fala da importância justamente desse ambiente ser receptivo desse ambiente ser amoroso do quanto facilita pro Espírito se ele encontra na educação no ambiente do do Lar um ambiente de proteção espiritual de acolhimento de afeto né então ela fala que o espírito encarnado vai plasmar na consciência essa escala de valores que vai orientar toda a sua trajetória terrena né E isso depende como ele é tratado n ele é recebido mas depois né quando ele começa falando do espírito que reencarna no ambiente necessário eh enquanto aquilo que a alma precisa né Ou seja que os os lares infelizes as dificuldades são inerentes também as necessidades que eu carrego quanto aprendizado daí ela vai trazer a ciência né do do self seja do próprio espírito que vai assimilar de maneira mais favorável ou menos favorável a essas experiências básicas da existência Então ela tá ela
rendizado daí ela vai trazer a ciência né do do self seja do próprio espírito que vai assimilar de maneira mais favorável ou menos favorável a essas experiências básicas da existência Então ela tá ela tá de um lado falando da importância da da da primeira infância mas ela tá dizendo que essa importância também é dada pelo filtro emocional da Consciência do espírito e a gente vê isso né gente a gente vê às vezes Eh alminhas que reencarnam que não que num lar e estruturado em boa parte né pais com referências positivas mas que não sabe lidar com a vida pequenas frustrações El já descompensa são exigentes Então esse traço insatisfeito é do espírito é interior do ambiente que eles encontraram e outras alminhas que encontram ambientes bastante difíceis né pais violentos pais negligentes consegue mesmo assim criar um arranjo favorável e e se colocam de maneira a encontrar e se tornar parte desse terceiro grupo de pessoas ajustadas mesmo no histórico muitas vezes pesado de difícil né Então aí entra a consciência do espírito que vai dialogar inconscientemente com essa realidade da qual Ele tá vivendo ali e de uma certa maneira ou ele Vai eleger e valorizar aquilo que que é positivo para ele ou ele Vai eleger e vai vai vai valorizar o que é negativo na vida dele então aí o espírito já tem uma eh seleção que é própria de cada um de nós que não é só do ambiente eh familiar da qual ele tem inserido né Essa ideia eu acho assim bem profunda Porque de fato ao mesmo tempo que a família é fundamental e aqui ela traz a responsabilidade que todos temos né ela fala ali que que apesar de cada espírito reencarnar aonde precisa ali Lar que tem necessidade isso não dá né a aos pais os genitores os cuidadores o direito dessas arbitrariedades né porque eles vão ter que dar conta disso tudo a sua própria consciência e a consciência cósmica Que bonito isso então todos somos co eh responsáveis aqui pelas pela questão do do espírito e isso daí me faz voltar ao capítulo dois ali que tu tava mencionando né G que daí a gente ter
ência cósmica Que bonito isso então todos somos co eh responsáveis aqui pelas pela questão do do espírito e isso daí me faz voltar ao capítulo dois ali que tu tava mencionando né G que daí a gente ter como Pilares conhecimento né da da divindade que governa tudo da da da da de nós enquanto espíritos Imortais isso ajuda muito a gente ampliar a nossa visão dos das coisas que acontecem na nossa vida porque senão a gente pode também ficar eh nesse discurso muito empobrecido assim eu sou o produto do meu meio né e não e não trazer Então essa essa questão de que como tu diz o espírito já vem né com aquela com aquela estrutura ou com essa ideia né Assim como esses espíritos que ela vai falar ali depois né os os grandes vultos da humanidade Claro eles passaram por todo um processo até chegar né nesse nessa condição é algo que é bastante frequente que se precisa eh cuidar é a questão da paternidade da maternidade como figuras não necessariamente né biológica daqueles pais cuidadores que não vivem a sua vida e projetam de forma maciça nos filhos mais consciente ou mais inconscientemente e como que isso se reflete também nesses nesses comportamentos né de tentar dar conta de de questões que nem são suas E para isso novamente vem a a chave que é claro to toda nossa bagagem de acordo com que a gente precisa mas que é a a questão do do autoconhecimento de tentar se encontrar realmente Quais são os valores dessa vida o que que eu né que que eu posso fazer aqui que diz respeito a mim sem lesar ninguém para que consiga realmente o a criancinha que se torna adolescente enfim realmente seguiu o seu caminho tem essas questões entrin adas que que se fala tanto né como o ambiente familiar e essa vida não vivida que às vezes sem perceber se carrega enquanto adulto porque eh sen não é isso né marlu como como trouxeste outras vezes a gente fala senão a gente tende a não perceber que tá vivendo a vida de outro ou o que muitos fazem ficam com aquela questão de eu nasci nesse Lar eu sou assim e não
como como trouxeste outras vezes a gente fala senão a gente tende a não perceber que tá vivendo a vida de outro ou o que muitos fazem ficam com aquela questão de eu nasci nesse Lar eu sou assim e não tem mais o que fazer e pobre de mim ou é isso que e a gente sempre pode mudar né nesse movimento que é a vida todo momento é momento então não tem Eu já fiquei velha eu já fiquei velho sempre é momento de mudar os padrões que que acabam nos governando quando a gente percebe isso me lembrou Guadalupe um casal que acompanhei ali na manção do caminho e foram conversar com com Divaldo em função de um filho que estava com uma série de dificuldades da adaptação respostas emocionais que eram inadequadas e os filhos muito preocupados os pais muito preocupados com o filho se aquilo ia avançar ao longo da idade da luta que teriam e das limitações psicológicas que talvez a criança trouxesse né E aí o Divaldo com a orientação da né explicou PR os pais que apesar das dificuldades da da Criança e muito pela sensibilidade do próprio espírito ele sabia quem ele era né E que de uma certa maneira essa consciência do que ele i ia fazer aqui e do compromisso dele eh ajudava ele a transcender as lutas que ele trazia e e os outros aspectos ligado à duza sensível dele no enfrentamento da vida então essa consciência é do espírito né e por isso quando a marl comenta que sobre os grandes vos da humanidade né e Joana fala que eles possuem uma superior consciência de comportamento né ou seja uma superior consciência de comportamento ou seja Eles já integraram e assimilaram eh com conquistas né de valores de compreensão como agora falou né que já estão lá mesmo que abafados pela essa nova roupagem e pelas dificuldades da vida e aí ela diz que ela eles tende a se apegar nas reminiscências positivas seja de um avó ou de um mestre ou de um exemplo digno que atravessou o caminho deles né então Eh E então ou eles eles aproveitam o lar feliz ou ela fala aqueles que são vítimas dos holocaustos Eles já possuem uma natureza pacificada
u de um exemplo digno que atravessou o caminho deles né então Eh E então ou eles eles aproveitam o lar feliz ou ela fala aqueles que são vítimas dos holocaustos Eles já possuem uma natureza pacificada e uma consciência que faz com que eles possam sacrificar e superar as adversidades da realidade então Claro quanto mais um lar tiver comprometido com a educação moral dos seus filhos e uma base amorosa Isso é uma alavanca maravilhosa transformadora extremamente importante pras almas que estão reencarnadas porque é a educação das Almas né esse é um elemento central e básico e por isso que a gente tem que reencarnar e passar por estágio de Infância para assimilar melhor os elementos de que que a vida tá nos oferecendo Então essa base é preciosa mas né Quanto mais evoluído for o espírito quanto mais consciência ele tiver essa consciência que J coloca superior menos sujeito ao mundo externo ele estará mais força e mais capaz de transcender o mundo material e ficar fiel a ele mesmo então a gente vê assim né esses dois aspectos interagindo dentro de uma complexidade que vai formar as personalidades de cada um de nós Eu acho que isso é uma coisa fundamental né g a gente nunca pode desconsiderar e desmerecer o poder de um olhar amoroso né porque aí tu pode pegar até um adulto que teve uma infância muito difícil tem uma autoestima muito comprometida né E se esse adulto é olhado e alguém olha e diz eu acredito em ti e tu consegue né o amor realmente tem a capacidade de alavancar muitas coisas né então e nesse sentido essa esse universo essa consciência cósmica que ela tá trazendo do quanto todos nós estamos conectados né E quem em muitos momentos não precisou né de alguém que dissesse não vai lá tu dá conta tu consegue né Mesmo quando a pessoa não acredita o olhar do outro né então é essa força amorosa aí ela é fundamental né mesmo com histórias às vezes muito difíceis de vida né que a gente vê com certeza E aí gente entra né nessa frase que a Malu trouxe né Essa frase final do capítulo né Eh que é que o
a é fundamental né mesmo com histórias às vezes muito difíceis de vida né que a gente vê com certeza E aí gente entra né nessa frase que a Malu trouxe né Essa frase final do capítulo né Eh que é que o comportamento é o resultado do nível individual da a consciência de cada ser então de uma certa maneira eh Tod toda a atitude Nossa porque o comportamento ele é o produto final desse dessa dinâmica né então o comportamento é uma resposta de uma síntese do que a gente assimilou do que a gente elaborou do que a gente aprendeu e enquanto comportamento então é a expressão do da nossa atual condição né que pode mudar que tá sempre mudando né E para algumas coisas a gente tem um comportamento adequado né então a gente tem elementos adequados né ter comportamentos positivos né E às vezes eh em outros situações Através de outros estímulos Aquela aquele adulto vai embora vai embora vem a criança infeliz ou ferida a gente estrambelhados grau evolutivo então isso eu acho que é importante a gente considerar também né são ilas de é um sistema psíquico e esse sistema tem eh sistemas menores de consciência que é a Lucidez né e e e a capacidade Nossa de se autorregular e de autonomia em relação à vida então partes minhas já estão mais evoluídas e eu tenho comportamentos mais adequados e vou responder de maneira favorável e partes minhas Eu ainda tô lá num nível mais primitivo né então não avancei muito e aí Claro quando eu tenho que lidar com situações que tocam naquela natureza minha ainda não trabalhada a o meu comportamento vai refletir essa minha natureza e o grau de consciência que eu estagio né então e por isso que muitas vezes a gente é tão adulto para algumas coisas e para outras coisas a gente é tão infantil né a isso consola né Gelson Então porque senão fica uma coisa muito difícil né E ela fala né que na realidade a reencarnação é para aprimorar aptidões que dormem na consciência Olha que bonito né então elas estão ali mas a gente vai ter que passar por tudo isso né e e bem isso tem
ela fala né que na realidade a reencarnação é para aprimorar aptidões que dormem na consciência Olha que bonito né então elas estão ali mas a gente vai ter que passar por tudo isso né e e bem isso tem que se defrontar com esses lados nossos que às vezes são difíceis da gente lidar né com o nosso lado também raivoso né que quer que o mundo nos sirva ou às vezes o nosso lado mais dependente né Essa eu acho interessante essa questão que vocês estão trazendo porque a gente muitas vezes tem essa fantasia de querer saber quem foi nas vidas passadas e né mas se olhar e e como é que porque isso é essencial para ver o que faz agora enfim né dentro do espiritismo e Mas se a gente olhar para esses momentos que que que o Jerson tá trazendo onde a gente parece que tá obsediado né e é por nós mesmos eh na hora a gente né tá ali enfim aconteceu né Mas se a gente olha em retrospecto vai ver com muita clareza quando volta essa personalidade mais né estruturada vai ver com muita clareza Onde estão nossas dificuldades sejam de outras vidas sejam dessas então é um exercício muito bom olhar quando o nosso comportamento sai daquele lugar onde a gente quase não se reconhece e a gente já sabe que não adianta botar culpa no obsessor né Por mais que essas energias de de nossos irmãos permeiem a nossa vida né Isso é uma responsabilidade Nossa mas se a gente olha em retrospecto depois que sai daquele momento e existe um grande ouro ali né um grande presente da vida nos mostrando justamente por onde a gente deve ir para chegar onde a gente quer que essa nessa Plenitude no amor divino de trabalhar egoísmo vaidade orgulho Enfim então às vezes a gente fica olhando pros lados ou para trás e deixa de se olhar né quando sai desses momentos Então acho que isso é um é uma dica assim prática que que pode ser interessante para algumas pessoas por isso que ela traz né A questão número 918 do Liv dos Espíritos quando Kardec pergunta né sobre a a a questão da da do enfrentamento da vida né E aí eh os espíritos respondem né que o
gumas pessoas por isso que ela traz né A questão número 918 do Liv dos Espíritos quando Kardec pergunta né sobre a a a questão da da do enfrentamento da vida né E aí eh os espíritos respondem né que o espírito prova a sua elevação quando com os seus aos da sua vida né representam a prática da lei de Deus né E e compreende a vida espiritual né então de uma certa maneira né gente aí nesse nesse processo todo que Joana tá trazendo sincera dentro disso que estou falando tanto a prova como a expiação e como a evolução né a missão de cada um de nós então conforme o nível de consciência também esse comportamento nosso vai refletir essas três dinâmicas espirituais ou a experiência é de expiação aonde o meu comportamento tá sendo tendo que ser modelado confrontado e de uma certa maneira pela dor e sofrimento trabalhado né e eu tô expurgando conteúdos ainda pesados da minha do meu mundo interno ou eu tô né na provação ou seja sendo testado se eu já assimilei e já já já tenho essa consciência que faz com que eu consiga lidar com a vida e ter um comportamento de acordo com essa consciência ou só tenho aqui na cabeça mas não assimilei no coração ainda né então muitas vezes gente sabe eh em tese em teoria mas vamos ver se realmente na prática eu realmente consigo dar conta disso e de outro lado a missão que eu já conquistei né valores já conquistei uma aprendizagem já ten uma consciência elabor ada E aí eu posso oferecer através do meu comportamento né um caminho e um apoio para aqueles que ainda não tem a mesma compreensão então a gente tá aí nessa nesse processo que Joana nos coloca né no nível de de de de de consciência a a a expressão do nosso comportamento dentro dessa lógica né de provas e expiações e de missão de cada um de nós em relação a a nossa trajetória terrena e tem muito da da questão da sair da reação paraa reflexão a consciência mais reflexiva eh até que planificada mas principalmente esse momento de sair da reação para para refletir a respeito né É É um passo interessante é Com certeza
da reação paraa reflexão a consciência mais reflexiva eh até que planificada mas principalmente esse momento de sair da reação para para refletir a respeito né É É um passo interessante é Com certeza né Guadalupe porque se de uma certa maneira a gente tá falando em em em consciência como tu falou é um movimento antes que tu falasse né é um movimento em direção a nós mesmos então tanto codependente tem que sair da dependência do outro e ir para si mesmo reconhecendo os seus valores se trabalhando como o insatisfeito tem que deixar de cumprar a vida e também se voltar para cim então em qualquer situação o caminho é o caminho de reconciliação conosco mesmo e de tomar consciência da nossa própria realidade interna então sem esse autoconhecimento que tu mencionava antes sem esse processo né de de em vez de se voltar para fora poder de uma certa maneira puxar para nós a responsabilidade pela nossa própria realidade não há como a gente fazer uma transformação e mudar nosso comportamento isso seria aceitar as provas né G quando quando a gente traz para nós né então aquilo que a vida traz como oportunidade ali para despertar essas aptidões que dormem na consciência e ganha uma outra dimensão né Aí eu eu quero ir pra prova no sentido Então vamos ver como é que as coisas estão se desenvolvendo como é que tá esse aprendizado né Com certeza não é fácil né não é fácil não é muito bem gente então aqui a gente tem uma ideia né que consciência e comportamento de uma certa manea então se equivalem para juna de Ângeles né o meu comportamento representa a minha consciência Então aquela ideia que a gente já vê em vários sábios ser e saber são a mesma coisa se eu sei eu sou se eu sou é porque eu já sei então se eu não sou ainda né Mesmo que eu tenha informação informação não quer dizer a gente comentava isso no no encontros anteriores né então de uma certa maneira a consciência representa uma aquisição de mim mesmo quanto mais consciência mais recurso Eu tenho então mais integrado eu tô na minha totalidade
o no encontros anteriores né então de uma certa maneira a consciência representa uma aquisição de mim mesmo quanto mais consciência mais recurso Eu tenho então mais integrado eu tô na minha totalidade do meu ser até chegar num estágio que é eh o estágio de Jesus de do homem integral de uma consciência planificada né e integrada em comunhão com o próprio com a própria divindade né que esse é o nosso eh futuro em algum momento da nossa evolução muito bem alguém alguma coisa mais do capítulo Guadalupe Malú querem sublinhar em relação o que a Ben feitura nos coloca eu acho que é um capítulo que vale a pena Sim a gente ler com com carinho e cuidado né porque eu como eu falei no início eu achei ele bem didático sabe nesse nesse Nessa proposta da série psicológica da Joana desse autodescobrimento né a gente olhar mesmo pro nosso comportamento parece tão Óbvio mas não né passa despercebido a gente tá tão tão imerso ali nas queixas que às vezes não não se dá esse tempo né então acho Achei bem bem legal esse capítulo mesmo verdade é é interessante que o André Luiz ele fala que quando o espírito reencarna na gestação ele Repassa todo o processo evolutivo dele ele passa lá por eh girino depois por réptil vai entrando numa fase de mamí até estagiar na fase hominal onde ele se encontra né E isso do ponto de vista espiritual também é como se a gente revisit asse a nossa história né E quando a gente reencarna a gente eh assume né frente a vida o estádio a gente se encontra né E aí quando a gente assume a nossa personalidade com os elementos que a vida nos deu a gente vai ter que de uma certa maneira né Eh dialogar né compor com que a vida nos deu seja com o corpo que a vida nos deu seja das Ferramentas ou as faltas que que que que a vida nos deu e de uma certa maneira de maneira criativa e responsável fazer o melhor que nós temos né E aí que entra então Eh nesse nesse nessa condição a o comportamento reflete né Como diz Joana né o resultado do nível de consciência de cada cada um né então de uma certa
er o melhor que nós temos né E aí que entra então Eh nesse nesse nessa condição a o comportamento reflete né Como diz Joana né o resultado do nível de consciência de cada cada um né então de uma certa maneira e mais do que os fatores que a vida nos coloca mais do que os atributos que nós temos um é bonito out é fe feio um é rico outro é pobre um tem uma limitação emocional ou uma limitação física ou seja tudo isso não reflete a nossa natureza o que reflete a nossa natureza é sim o que a gente faz com tudo isso que representa o grau de consciência e consequentemente o o comportamento que cada um tem frente aos movimentos da vida e os elementos que eu tenho para compor com a vida a partir das necessidades que a minha alma tem naquilo que eu tenho que aprender ou naquilo que eu tenho que superar ou naquilo que eu tenho que demonstrar pro mundo de iguma maneira através do meu exemplo ou de uma missão ou mesmo da minha aprovação e expiação né então de uma certa maneira A vida sempre é é esse jogo né essa dança maravilhosa do do que é bom do que é ruim do que é limitado do que é exuberante mas que nesse caldo todo emerge a consciência de cada um na atitude nossa frente a cada momento da nossa existência que reflete verdadeiramente quem a gente é então aquilo que D no evangelho né É pelo fruto que se conhece a realidade da pessoa né Então tá aqui né consciência e comportamento muito bem gente agradecemos então a Guadalupe a Marlúcia a todos que nos acompanham nesse estudo maravilhoso da série psicológica Joana de Ângeles e convidamos a todos a permanecer Então no próximo semana com o capítulo número quatro conflitos e consciência do livro momento de consciência grande abraço que Jesus abençoe a todos
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