T3:E7 • Grilhões Partidos • Angústias da Obsessão
» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 03: Grilhões Partidos (Philomeno de Miranda) • Episódio 07: Angústias da Obsessão (capítulo 4) » Host: Angela Matté Dutra da Silva Coordenadores: João Korngold e Marcelo Netto
Olá sejam todos bem-vindos a mais um encontro de estudos desta obra magnífica grilhões partidos nessa ocasião estamos aqui com vários alguns dos coordenadores nesse momento que estão conosco para cumprimentar aqueles que nos acompanham semanalmente mas para que nós possamos passar a palavra a cada um deles para que nos tragam a sua o seu cumprimento nós vamos convidá-los a fazermos a nossa prece então Vamos nos unir empréstimo para que possamos encontrar a melhor sintonia dentro das possibilidades que nós temos por estarmos aqui reunidos nessa oportunidade Senhor da vida nós agradecemos porque já reconhecemos a importância desse momento desta hora e nesse momento em que estamos aqui reunidos para avançarmos no estudo queremos pedir que possa transformar as migalhas de cada um de nós na multiplicação das tuas bênçãos e do teu amor para que esta pandemia das obsessões possa encontrar o auxílio Amparo da espiritualidade maior assim então nome senhor iniciamos mais um encontro de estudos que assim seja Então como falamos hoje estamos aqui como costumeiramente temos feito dentro de alguns encontros reunimos aqui alguns coordenadores que vem porque nem sempre estamos todos então esses são os momentos em que podemos estar aqui as carinhas aqui Reunidas nem todos puderam comparecer nesse momento mas os que puder não estão conosco e nós vamos Então nesse encontro estudarmos o capítulo 4 antes de passarmos para o resumo nós vamos passar a palavra para os nossos amigos aqui vamos começar então pela nossa querida Eulália seja bem-vinda eu olha Olá Ângela olá família querida família Manuel Filomeno de Miranda que alegria nos reencontrarmos toda semana e não seremos os responsáveis de hoje Mas seremos transportados a vocês pelo coração daqueles que ficaram e desejamos que seja como todas uma noite de muita luz abraço que Jesus nos abençoe queridos amigos corações dedicados ao estudo Libertador da doutrina espírita que possamos cada vez mais acumular esses conhecimentos em nossa entendimento para ampliar e
z abraço que Jesus nos abençoe queridos amigos corações dedicados ao estudo Libertador da doutrina espírita que possamos cada vez mais acumular esses conhecimentos em nossa entendimento para ampliar e colocar o nosso psiquismo em níveis mais elevados e consequentemente buscarmos A Luminosa caminhada de transferir esses conhecimentos para o nosso coração transformando-os em sentimentos nobres que dirigem as nossas vidas nos campos da luz que buscamos abandonaram definitivamente as sombras que ainda carregamos muita paz a todos que Jesus abençoe os amigos que farão os estudos da noite e todos nós e agora então vamos passar a palavra para o nosso querido Vitor Olá a todos meu abraço carinhoso aos irmãos e irmãs trazendo jobilosamente falando em nossos corações alegria de reencontrá-los é desejando que o estudo de hoje possa atender e atingir principalmente o solo prestado dos nossos corações eu desejo com muito carinho para todos os nossos companheiros que irão fazer o estudo que eles sejam inspirados e que essa noite possa transcorrer de uma situação mais feliz muito obrigado Olá meus queridos amigos meus queridos irmãos como sempre é muita alegria estar aqui pelo menos no início do mês para abraçá-los com o nosso sentimento me lembrei Hoje pedi até a permissão do grupo para a gente falar um pouquinho o que Kardec nos fala sobre os espíritos que não são os obsessores ele vai escrever na Revista Espírita de maio de 1867 o título é atmosfera espiritual ele vai escrever assim sabemos que o espiritismo nos ensina e os espíritos constituem a população invisível do Globo a gente fala o espírito tá lá o espírito tá lá embaixo tá lá em cima não eles constituem a população invisível do Globo junto com a gente né estão nas colônias estão em lugares sofrimento mas aqui em volta da terra que estão no espaço e entre nós vendo-nos e a cotovelando-nos incessantemente de tal modo que quando nos julgamos a sós temos constantemente testemunhas secretas de Nossas ações e nossos pensamentos então eu lembrei de
o e entre nós vendo-nos e a cotovelando-nos incessantemente de tal modo que quando nos julgamos a sós temos constantemente testemunhas secretas de Nossas ações e nossos pensamentos então eu lembrei de trazer aqui hoje porque na questão 170 do Livro dos Médiuns ela é até um pouco engraçada a gente até acaba dando risada no sinal no final Kardec conta que ele estava no teatro junto com um amigo médium vidente assistindo uma peça e esse amigo conversava com o médico com o espírito que estava ali também era espectador do espetáculo E aí de repente o espírito diz assim se tá vindo aquelas duas lá naquele camarote Pois eu vou fazer elas saírem do teatro e dizendo isso ele se afastou e o médium vidente viu ele indo para o camarote um camarote de luxo onde estavam duas amigas e de repente ele viu o espírito lá dentro Aí uma olhou para outra e de repente a sua se levantaram foram embora e não voltaram mais e o Espírito lá do camarote olhou para o médico e falou assim Fez um gesto Viu como eu consegui né eu tava escrito zombieteiro então Kardec comentando isso ele vai falar assim é assim que muitas vezes fomos testemunha do papel que os espíritos desempenham entre os vivos observamos em diversos lugares de reunião em bailes em concertos em sermões in funerais em casamentos etc e por toda a parte os encontramos atiçando paixões mas soprando discórdias provocando rixas e rejubilando-se com suas proísas são os espíritos obteiros brincalhões Mas se nós estivermos numa dessas reuniões porque ele fala etc onde tem uma aglomerado de pessoas e eu falo sempre né se sair uma discussão Se as pessoas se alterarem quer para a gente não se envolver no caldo porque senão a gente baixa sintonia entra na sintonia desses espíritos e aí a coisa acontece nós ficaremos envolvidos Então antes aconteça a gente leve o pensamento e vai embora né Não fiquemos ali porque com certeza seremos influenciados e ele termina falando assim outros espíritos ao contrário combatiam essas influências perniciosas
ça a gente leve o pensamento e vai embora né Não fiquemos ali porque com certeza seremos influenciados e ele termina falando assim outros espíritos ao contrário combatiam essas influências perniciosas porém raramente eram atendidos então quando a gente está naquele caldo naquela influência é muito difícil sair não prestamos atenção nesses dias tão tumultuados em que vivemos muito obrigada meus queridos irmãos tenham um bom estudos com essas duas pessoas maravilhosas que estarão com vocês hoje e mais a Ângela Claro muito obrigada Vânia excelente sua colocação E extremamente oportuna né para o capítulo de hoje iremos para toda essa obra muito obrigada obrigada seu Oi e vamos seguir o nosso estudo então E hoje quem estará responsável pelos aprofundamentos serão o João e o Marcelo mas antes como nós temos feito nós vamos trazer o resumo do Capítulo e o capítulo 4 então que nós hoje traremos para que possamos estudar o benfeitor intitula angústias da obsessão Então nós vamos procurar aqui sintetizar aquilo que é Manuel pelo menos de Miranda vai nos trazer dando sequência aí ao Capítulo anterior então ele vai nos falar que é esse capítulo lhe traz informações de que aqueles meses foram amontoando-se Lugo lugos sem que estar recobrasse a sua razão aqueles olhos brilhantes que ela possuía Em outro momento agora eram na verdade uma expressão a selvajada no rosto pálido sem vida é cabelos que outrora envolviam emolduravam seu rosto já não eram mais assim era o que ele diz um verdadeiro espectro humano que sobrevivia apenas Essas são as considerações que o benfeitor faz no início do capítulo Diz ele que o desvario era agora a sua condição normal naquela instituição estava relegada aos cuidadores servidores funcionários que envolviam ser de forma inescrupulosa com maus-tratos porque diziam se cansados como se não fosse aquela uma escolha realizada por eles e faziam com arrogância com inércia e certa indiferença esquecendo-se que aquelas mãos deveriam as suas mãos deveriam estar a serviço da
ansados como se não fosse aquela uma escolha realizada por eles e faziam com arrogância com inércia e certa indiferença esquecendo-se que aquelas mãos deveriam as suas mãos deveriam estar a serviço da Misericórdia da paciência da compaixão e que pela agressividade que Ester manifestava em muitos momentos eram escolhidos servidores ali para prestar auxílio a ela muito mais identificados pela força física que possuía do que qualquer outra condição como se estivessem lutando fossem lutar com feras contra feras como Na verdade ele sentiam-se feras atacando a muitas vezes diz o benfeitor com bordoados numéricas deixando-a com hematomas e até com falta de alguns dentes a família de Ester estava impedida de visitá-la uma vez que quando eles estavam não era possível nenhum diálogo lúcido racional e quando estavam ali o seu Delírio ela era intensificado Especialmente quando o pai quando estava ali fazendo referência ao pai então porque ela era considerada incurável o benfeitor vai descendo algumas alguns comentários sobre aquela casa de saúde que muitos momentos dizer ele várias casas estão vazias de dignidade profissional e humana onde a ética e o sentimento de amor de Piedade do dever da caridade batem retirada e Diz ele que ali era um local onde os pacientes eram recebidos mais em função da receita orçamentária do que necessariamente para receber os cuidados e que tanto necessitava Segue o benfeitor dizendo nada em suas palavras quem se locopleta todavia com Tais mercantilismos da saúde da vida e das Almas humanas vou virar os mesmos sítios a espiar na sua celas revogando em provérbios engrovinhado em arturgimento inominável essa são palavras do próprio benfeitor e a terapêutica indispensável diz ele em qualquer momento é sem dúvida O amor que consegue não raro o que muitos medicamentos não são capazes de produzir ajudando Inclusive a visualizar causa e efeito dando doando segurança e melhorando até os comportamentos e as reações com vistas a resultados felizes são raros
medicamentos não são capazes de produzir ajudando Inclusive a visualizar causa e efeito dando doando segurança e melhorando até os comportamentos e as reações com vistas a resultados felizes são raros Manuel pelo menos de Miranda os que procuram a inspiração Divina Nebulosa das enfermidades complexas seja pela oração pela sintonia mental com deus argumentando muitas vezes que os tratados médicos que nos tratados médicos não existem as palavras Deus e oração e quando a sombra vai mais se adensando as esperanças vão ficando débis com um raio Dourado de luz rompe e tudo brilha naqueles escaminhos de horror e É nesse momento que Manuel pelo menos de Miranda introduz a presença aqui nesse contexto de Rosângela que era uma jovem recém admitida ali como auxiliar de enfermagem que estava fazendo a sua primeira visita ao Pavilhão daqueles desesperados e ela sente-se tocada por Ester que estava tirada a um Recanto escuro envolvida numa camisa de força e não desmaria o que ele era habitual e na época estava em Estudo estava sendo difundida uma medicação que possuía excelentes qualidades tranquilizantes e Rosângela ouvia naquele momento muitas muitas vezes opiniões estudos sobre essa droga e ela pensou em examinar o prontuário de Ester calculando que pudesse fazer algo por ela naquele naquele maranhado Ester estava mergulhado no incidioso e Estreito Corredor da loucura parecia aflições que são incalculáveis sem que ela pudesse esterilizá-las estava construída por demorada e por demorado envolvimento fluídico como orbífico daquele espírito que é a subjugado e ela era dominada por Agonias Tendo sempre a sensação de que fora arrojada no abismo sem fundo caindo sem cessar aquele corpo que sofria o impacto dessa subjugação trazia o seu coração em descompasso Dores vacinantes envolviam numa profunda sudorese cabeça em redemoinho impedindo seu raciocínio lúcido sem conseguir coordenar ideias no determinado momento ela grita por socorro e ela mesma se surpreende com o funcionamento de suas
profunda sudorese cabeça em redemoinho impedindo seu raciocínio lúcido sem conseguir coordenar ideias no determinado momento ela grita por socorro e ela mesma se surpreende com o funcionamento de suas cordas vocais naquele momento ela produz joga algumas palavras chocantes que ela não conseguia controlar e ela ouve a uma certa distância confusa no som da sua voz que era alterada ao mesmo tempo envolvia Uma emoção odienta que não era a sua ela chorava se contorcia como lágrimas nas pupilas que estavam dilatadas naquela ocasião e ela tremia em arrebatamentos da loucura ela se via fora do corpo e ao mesmo tempo viram agitado numa espécie de duplice sem perceber o que estavam ao redor chocados na sua festa de apresentação social ela estava então expulsa do organismo físico sem dele estar liberta sofrendo impressões confusas deparando-se com estranho perseguidor e ao mesmo tempo agredida por ele procurava retornar na realidade anterior como se estivesse um pesadelo e desejasse sair dali a sua afetividade diz o benfeitor estava estraçalhada diante do abandono e da solidão que ela vivia numa batalha que era impossível de ser travada naquele quadro então sobre essa convulsão que foi produzida uma vez que ela estava numa crise pelo eletrochoque ela estertorava até o desfalecimento mas quando ela despertava ela defrontava novamente esse obsessor asqueroso senhorial e ela fugia cedendo novamente o lugar a ele nesses momentos aqueles urtador a arrebatava para lugares povoados por espectros impossíveis de descritos eram sítios aonde nenhuma claridade estava presente era um Pântano asfixiante ela acreditava naqueles momentos encontrar-se não cemitério infinito de sepulturas abertas antes a contemplação daqueles Furiosos mortos vivos despojos uns Deus conduzirem aos movimentos dese de voltarem a transformar aquele equipamento físico e movimentos lamentando outros por haver entendido aquele corpo lutadores diversos Na tentativa de defenderem as suas vestes agora apodrecidas e ali eram apenas lamentos
rmar aquele equipamento físico e movimentos lamentando outros por haver entendido aquele corpo lutadores diversos Na tentativa de defenderem as suas vestes agora apodrecidas e ali eram apenas lamentos sempre noite gritos diz o benfeitor o inferno diante disso tudo ela Perdia o sentidos ela desvairava despertava novamente sem forças e quais as resistências físicas e psíquicas esgotadas aquele tumulto que ela sofria em espírito alimentar ainda mais Onde o amor dos Pais Aonde a proteção e o socorro não estavam presentes gritava ela até a perda das resistências ela obtinha como resultado daquelas daquelas angústias que ela expressava apenas gargalhadas zombeteiras e agressões daqueles espíritos ali obscenas agressões de rostos particulares deformados e agressivos e em meio essa desordem da sua concatenação ela adorava o socorro de Deus mesmo diante daquela desordem mental ela assim procedia mas isso mesmo desordenada não impediu que chegasse até ela a resposta Divina a semelhança da Brisa que Vem refrescante Sobre aquelas ardências da febre ela recordava Mestres amigas as famílias queridas que cercavam de mimos e que emilharias que agora estavam distantes dela apavorada ela exclamou naquele momento de Delírio e de enlouquecimento lembrando-se da mãe santíssima afirmando que era inocente e sofria naquele local de suplício Sem Fim diz o benfeitor o algoz lhe respondia aquela era inocente em relação a ele mas que ela era odiada porque odiava o seu pai que desgraçava para desgraçar o seu pai e ela perguntava Então quem era pedindo Piedade a ele e o Espírito tegitouso afirmava ser o demônio da justiça e não o anjo da compaixão então sobre aplausos naquele pandemônio que recomeçava nessa situação e o Espírito encarnado ela encarnada menina no corpo ela experimentava incríveis de lacerações Morais diz o benfeitor e era inocente tão só na atual encarna reencarnação então a família atendeu a na educação na instrução porém não a preparou para as verdades espirituais e conclui o
e lacerações Morais diz o benfeitor e era inocente tão só na atual encarna reencarnação então a família atendeu a na educação na instrução porém não a preparou para as verdades espirituais e conclui o benfeitor que Muitos pais consideram os filhos imaturos para serem apresentados aos Ministérios superiores da vida do além do mundo para reflexões sobre a verdade mas que não consideramos filhos ainda imaturos para as paixões de solventes os arremedos de masculinidade ou feminilidade em que vão espezinhando e vão se convertendo em vasos de sensações sexuais de teor baixissimo e ela nesse momento Então essa sensações de teor primitivo vão descambando para as aventuras do domínio pelo egoísmo pelo orgulho pela astúcia com que os armam e de que eles logo se apropriam com facilidades e Então fecha ele o capítulo dizendo que para as impressíveis mensagens Morais do Espírito mortal os jovens sempre parecem os pais jovens demais e Ester diz o benfeitor subjugada por aquele Professor dominado de ódio sucumbia enorme e quase vencida esse meus amigos é o capítulo que hoje nós teremos a alegria de ouvir nos aprofundamentos do João e do Marcelo que mostrarão uma dinâmica um pouquinho diferente e que o farão aí uma reflexão é aprofundamento conjuntamente então estamos requiosos por ouvidos queridos amigos Olá amigos então vamos começar dizendo que esse capítulo nos traz uma coisa muito interessante porque é muito difícil você achar na literatura Espírita e eu até procurei não achei um depoimento da pessoa que está sendo em processo de subjugação ou Possessão a experiência que ela tem em primeira mão quer dizer eu achei esse ponto que eu acho que é onde a gente vai se aprofundar mais porque na verdade o tratamento do hospital o descaso do que ela tá sendo tratada lá é um assunto que tá descrito no capítulo Mas a gente não tem muito mais o que falar além do que da descrição né aquele alma boa que resolve esse se interessar pela por ela Rosângela e que pretende ver consegue curá-la é
descrito no capítulo Mas a gente não tem muito mais o que falar além do que da descrição né aquele alma boa que resolve esse se interessar pela por ela Rosângela e que pretende ver consegue curá-la é importante a gente notar mas a parte relevante do capítulo é simples é exatamente essa experiência que ela está tendo e que ela descreve para gente o Manuel Filomeno de Miranda descreve o que o que se passa com ela o espírito né não porque é o espírito às vezes associado às vezes dissociado do seu próprio corpo físico nunca completamente desligado porque significaria morte mas então só para trazer aqui uma lembrança de Kardec no livro no Livro dos Médiuns chama de subjugação ele chega a falar que não é uma Ele não gosta do termo Possessão mas depois em Gênesis e na Revista Espírita ele usa o termo Possessão porque ele ele comprova que existe A Possessão no sentido de um espírito assumir frase completamente o corpo de um encarnado e atuar por ele então é nós temos aqui no na Gênesis no capítulo 14 que tem aquela introdução no capítulo mas também Kardec nos fala que A Possessão é sempre temporária e intermitente porque é um espírito desencarnado não pode tomar definitivamente o lugar de um encarnado pela razão de que a união molecular do perispírito e do corpo só se pode operar no momento da Concepção Então esse é o basicamente onde a gente vai focar Esse estudo da da mente de Ester e a relação dela com seu corpo físico e com obsessor muito interessante que você trouxe e vale a pena nós visitarmos estas páginas das gêmeas é até do capítulo que fala dos fluidos E aí vamos perceber como aquele outro sensor envolveu Ester numa espécie de um campo fluídico que encontrou esta afinidade se a gente pula um pouquinho para o capítulo 5 a gente vê que o espírito obsessor encontrou na sensibilidade mediúnica de Ester o campo propício para que a incorporação ocorresse indo visitando as páginas do Livro dos Médiuns lá no Capítulo 23 onde ele fala de obsessão lá no item 244 falando de subjugação
de mediúnica de Ester o campo propício para que a incorporação ocorresse indo visitando as páginas do Livro dos Médiuns lá no Capítulo 23 onde ele fala de obsessão lá no item 244 falando de subjugação e Kardec pergunta né literalmente e eu estou com ele aqui na minha frente né Diante Do perigo das questões da obsessão muitas pessoas perguntam tão é elastimável então alguém se tornar ser médium é mais ou menos a pergunta né então meu Deus Diante dessa situação é melhor não ser médium né E aí ele vai segue com outras perguntas não é a faculdade mediúnica que vai provocar esse tipo de situação e segue Afinal Obsessão não vai constituir uma prova de inconveniência das Comunicações espíritas e a resposta é interessante ele pede para que a gente medite falando não foram os médiuns nem os espíritas que criaram os espíritos mas ao contrário são os espíritos que fizeram que houvessem médiuns e espíritos o que que ele quer dizer com isso essa situações ocorrem e a comunicação entre os dois planos da vida sempre ocorreu está ali na pergunta 459 nós sabemos de memória a influência que os espíritos causam até nos guiando como se fosse assim né de ordinário muitas vezes são eles que nos conduzem que nos inspiram que nos que nos manipulam seja para o bem ou seja para o mal aquela suscetibilidade mediúnica e com certeza as faltas as falhas Morais que Ester carregava do passado não nesta como a nossa Ângela trouxe no resumo é possibilitaram aquela situação e aí nós vamos vendo a grande importância da do trabalho de construção destas virtudes que estão aí visitando esta mesma obra lá no comecinho quando a gente vê aquela A prosão aquelas primeiras primeiras palavras ali o nosso Manoel falou Mendes de Miranda traz as questões relacionadas ao psidiário né que somente a obsidiados e obsessões porque a endividados espirituais facultando A Urgência da reparação das dívidas então a gente percebe quão importante é nós tomarmos contato estudarmos esta doutrina que nos liberta todos os dias porque quem de nós pode
s espirituais facultando A Urgência da reparação das dívidas então a gente percebe quão importante é nós tomarmos contato estudarmos esta doutrina que nos liberta todos os dias porque quem de nós pode hoje fazer uma varredura do nosso passado veja que ali uma situação a moça sendo apresentada a sociedade aparentemente um ambiente controlado de felicidade de alegria mas ela tinha as marcas Morais do passado não muito felizes e o Espírito com raiva do seu pai pegou ela como uma espécie de não é bode expiatório pegou ela como se fosse o elemento necessário para vingar-se do pai e ela só conseguiu só teve esse tipo e ele vai menciona com você eu não tenho nada contra mas é o seu pai que eu tenho Então veja que os obsessores se utilizam às vezes de parentes de amizades de situações de circunstâncias em volta da gente porque o alvo na verdade somos nós por isso criar estas Barreiras Morais dentro de cada um de nós para que essa situações não ocorrem eu acho que a obra não traz o momento que ele estava acontecendo a nossa Ester a menina como é que aquilo tudo ocorreu mas eu vou passar agora para o nosso querido João Eu acho que o processo aqui quando quando eles começam quando o Manuel Filomeno de Miranda começa a falar de descrever o que o que passa com Ester numa das primeiras frases ele fala que ela está impossibilitada de controlar a casa mental e quando a gente fala da casa mental imediatamente a gente lembra do livro no Mundo Maior do Capítulo 3 quando calderarmos fala que o nosso O nossos nossa mente é dividido em três andares o nosso cérebro que no primeiro situamos a residência do nossos impulsos automáticos simbolizando sumário vivo do serviços realizados no segundo localizamos o domicílio das conquistas atuais onde se erguens se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando e no terceiro a casa das noções superiores indicando as eminências que nos cumpre atingiram então no primeiro mora o hábito e o automatismo no segundo o esforço é a vontade no último o ideal é
ficando e no terceiro a casa das noções superiores indicando as eminências que nos cumpre atingiram então no primeiro mora o hábito e o automatismo no segundo o esforço é a vontade no último o ideal é a meta superior a ser alcançada Esses são os três andares o subconsciente o Consciente e o super consciente que todos nós possuímos em nós mesmos o passado o presente e o futuro então um processo de uma sessão ou de obsessão ele nos fala que alteraram ainda que espiritualmente rolaram do terceiro andar onde situamos as concepções superiores e entregam entregando seu relaxamento da vontade deixaram de acolher-se no segundo andar sede do esforço próprio perdendo então valiosa oportunidade de se reerguer caíram desta forma na Esfera dos impulsos distintivos onde esse arquivam todas as experiências da animalidade anterior então é importante a gente Lembrar que no tratamento a esses espíritos sofredores isso ainda no mundo maior é desencarnados ou não que é muito importante compreendermos a perversidade como loucura a revolta comigo ignorância e o desespero como enfermidade então é o que Ester passa que alcançava as ideias vertidas pelo cérebro e aí ela se espantava porque não eram os pensamentos dela se esforçava por emitir os desejos mas estava com centros de registro bloqueados a gente vê essa coabitação do corpo físico por dois espíritos com um espírito com vontade mais forte controlando um espírito incapaz de de controlar os seus impulsos e a sua ação ou seja um espírito mais fraco é que é dominado como acontece nesses casos de subjugação e obsessão então é interessante uma coisa aqui também que fala no capítulo que quando ela é submetida aos eletrochoques e desmaia ou seja o corpo físico Deixa de ser útil aos dois tanto a ela Ester como obsessor eles se afastam do corpo físico e obsessor leva ela até esses lugares onde ela descreve em situações como um cemitério infinito de sepulturas abertas com mortos Furiosos Ou seja é interessante como o controle do obsessor sobre ela mesmo quando o corpo físico
ses lugares onde ela descreve em situações como um cemitério infinito de sepulturas abertas com mortos Furiosos Ou seja é interessante como o controle do obsessor sobre ela mesmo quando o corpo físico está em estado de inabilidade de se manifestar ele ainda controla ela e ainda força ela a experiências que que a chocam que a causam repugnância mas ela não consegue lutar pede proteção pede socorro a Deus mas não consegue coordenar os pensamentos porque a influência do obsessor é tão forte que ela não consegue organizar os pensamentos de uma maneira a superar essa presença desse obsessor com ela interessante isso é isso que você traz é realmente assustador entre aspas né porque nós somos muitas vezes nas nossas fragilidades suscetíveis a todo esse tipo de emaranhamento de diapisionamento destas situações que nos remetem ao nosso passado que não foi muito bom eu tenho uma amiga que fala assim ah Marcelo a gente não foi boa a bisca no passado Então as situações vão se apresentar por isso o cuidado realmente tem uma obra João que e Ângela que eu gosto muito enquanto Bezerra estava encarnado que se chama é uma edição da febre tá lá no capítulo 3 que fala de obsessão e ele fala a loucura sobre novo Prisma é uma obra de Bezerra ele escreve sobre pseu e a obra está aqui comigo eu vou ler um trechinho que nos fala exatamente a respeito das questões da loucura e a gente percebe ela está no Sanatório e com todas as terapias da época sem levar em consideração a questão do Espírito Imortal do conteúdo do componente espiritual como se o corpo fosse simplesmente uma máquina que pudesse ser tratado com mecanismos que estivessem diretamente relacionadas a matéria sem colocar o conteúdo espiritual e nesse capítulo Bezerra fala o seguinte que eu vou ler Os relatos de obsessões severas vulgarmente denominados loucuras como nós sabemos representa um casos do domínio intenso e permanente de um ou mais espíritos os quais se empenham em conduzir o indivíduo a um estado de ruptura mental os remorsos provocados por atos
como nós sabemos representa um casos do domínio intenso e permanente de um ou mais espíritos os quais se empenham em conduzir o indivíduo a um estado de ruptura mental os remorsos provocados por atos cometidos no passado em outras encarnações podem até estar amortizados pelo esquecimento Mas jamais serão deletados da memória integral do espírito e segue Bezerra nestas condições é suficiente às vezes que um acontecimento comum perda afetiva o material por exemplo libere lembranças dolorosas que podem conduzir a pessoa a um estado de desestruturação mental considerado repentino porque entre outros fatores não está subordinado a doenças pré-existentes enfermidades infecciosas o traumatismo crânio encefálicos Então vamos trazer aqui talvez uma possibilidade estamos aqui simplesmente fazendo uma análise no campo das possibilidades porque a menina estava ali sendo apresentada a sociedade ela vai tocar o piano e de repente ela tem esta espécie de duplicidade o espírito obsessor Com certeza já estava ali na vizinhança preparando já percebendo as lacunas mora is daquela menina com o objetivo de atingir ao pai provocando algumas situações alguns tipos de sugestões vamos vendo aí o que a Vânia nos trouxe na mensagem Inicial quando o Kardec estava ali no teatro e o Espírito falou vamos lá tirar as duas moças Com certeza o espírito foi ali sugestionou alguma coisa para as duas moças que estavam assistindo o espetáculo e elas foram embora talvez este espírito obsessor sugestionou algum tipo de lembrança algum tipo de situação para Ester ela com a sua suscetibilidade mediúnica deu vazão aquilo e esta situação dupla que a nossa Ângela nos trouxe ocorreu eu não sei se Ficou claro que eu quis trazer mais ou menos mas segue Bezerra falando se antes desses fatos Bezerra de Menezes aconselha sermos mais cuidadosos na forma de como conduzimos a nossa existência o que nós já sabemos procurando agir sempre no bem por maiores seja os desafios E aí o fato da influência dos Espíritos sobre os
a sermos mais cuidadosos na forma de como conduzimos a nossa existência o que nós já sabemos procurando agir sempre no bem por maiores seja os desafios E aí o fato da influência dos Espíritos sobre os encarnados é o mesmo daqui Kardec o Bezerra menor melhor dizendo é o mesmo da que estes exercem um sobre os outros e ele vai discorre de uma forma muito bela trazendo estas situações e aí a gente percebe o dever que nós temos eu gosto muito da parte do evangelho segundo espiritismo e principalmente o capítulo 17 que fala da questão do ser de perfeitos porque constantemente nos convida a esta Auto examinação para que nessa forma de nos conduzirmos não darmos brechas a estas situações que nenhum de nós ainda tem Total conhecimento aí esta obrigação moral que nós temos para conosco e para com o próximo devem ser conduzidas voltando ao comecinho do capítulo a gente vê aqueles trabalhadores ali do Sanatório que não estavam dando importância queriam talvez só questão do dinheiro não se dando conta da importância do trabalho que estavam exercendo e com certeza Como diz ali nas legislação e Ação vão ser convidados mais uma vez no futuro a serem os internos e não mais os trabalhadores então uma uma gama de situações de brechas de possibilidades que nós nos conhecemos e o que vai nos salvaguardar de tudo isso sem dúvida é uma autorização constante mas eu gostei muito do que você trouxe ou João porque você foi na veia das questões trouxe Calderaro trouxe no Mundo Maior isso é muito importante muito importante é interessante que o capítulo começa com uma frase da Gênesis né do Capítulo 14 o Ítalo 48 que nos fala que quando é mal o espírito possessor as coisas se passam de outro modo ele não toma moderadamente corpo desencarnado arrebata se este não possui bastante força moral para ele resistir de novo a força moral é o que vai prevenir a obsessão ele faz por maldade para com obsediado que aquele tortura e martiriza de todas as formas indo ao extremo de tentar exterminá-lo atirando por estrangulação
a força moral é o que vai prevenir a obsessão ele faz por maldade para com obsediado que aquele tortura e martiriza de todas as formas indo ao extremo de tentar exterminá-lo atirando por estrangulação atirando ao fogo em outros lugares perigosos service dos órgãos e membros do paciente blasfema injuria maltrata os que o cercam entrega a excentricidades e atos que apresentam todos os caracteres da loucura Furiosa Mas é interessante que ele começa a falar quando é mal o espírito obsessor E aí Kardec quando ele descreve na Gênesis o processo da obsessão e da subjugação ele fala a obsessão sempre ocorre quando um espírito Quer causar o mal ao outro a subjugação não necessariamente às vezes algum espírito se aproveita da oportunidade de substituir um outro um outro espírito e nona Revista Espírita tem um caso exatamente como esse de um senhor que que subjuga uma uma trabalhadora uma uma empregada doméstica de uma casa e os trejeitos e todos e ele se conversam com esse espírito e perguntam porque que ele tava fazendo isso ele falou tava meio sem o que fazer aqui Aproveitei essa oportunidade para vir conversar com vocês Ou seja é você não é um espírito mal é simplesmente um espírito Vamos beteiro né como aquele espírito que Vânia nos trouxe que foi lá desviar a atenção das duas nossas no teatro né então é é importante também a gente quando a gente tá estudando o processo de subjugação obsessão porque a gente sempre fala que o processo obsessivo é um é um é sempre negativo agora o de subjugação na maioria das vezes é um caso Seríssimo mas pode ser como Kardec nos mostrou um caso de aproveitamento da oportunidade é verdade é verdade tem outra coisa também João a gente tá fazendo aqui Um retalho né a gente vocês perceberam que a gente vai para frente vai para trás tentando pegar alguns recortes deste Capítulo e extraindo algumas situações Porque Nós não combinamos lemos o capítulo fizemos algumas análises e eu e João decidimos esse bate-papo para que a gente pudesse extrair alguns detalhes
s deste Capítulo e extraindo algumas situações Porque Nós não combinamos lemos o capítulo fizemos algumas análises e eu e João decidimos esse bate-papo para que a gente pudesse extrair alguns detalhes outra coisa João e Ângela que eu vi quando é a Ester ela é como que deslocada esta região inferior que vai levar da por este obsessor me lembrei do livro Nosso Lar quando André Luiz falando logo no primeiro capítulo falando daquelas das zonas inferiores né Ele desencarna não é o caso Ester não tá desencarnada ela ainda tá ligado ao corpo mas eu me lembrei das situações que André Luiz tinha falado né que ele estava ele estava daquela região complicada ele tava morto ele se sentia morto mas ao mesmo tempo ele falou não tô morto que ele respirava a longos altos era mais ou menos uma fala que ele traz né se sentindo uma espécie de joguete de forças e irresistíveis né e fala na cabeçados o coração ao saltos medo terrível que que a senhora orava dele ele gritava implorava por Piedade via aquelas almas todas aqueles aquela situação terrível E aí eu encontrei nesta fala a descrição que Ester traz desta região que parecia assim infinita de cadáveres de mortos vivos nestas situações quem visitar o primeiro Capítulo de Nosso Lar vai encontrar a mesma coisa nesta região que é entre aspas uma espécie de região purgatorial né Se a gente pudesse fazer algum tipo de correlação com esta esse meio termo não é nem inferno nem o céu na visão católica Volta na descrição que André Luiz fala de umbral e parece que a Ester foi levada esta região que seria esta região complicada André Luiz fala que um brau vai funcionar como uma região destinada a esgotamento de resíduos mentais numa espécie de zona purgatorial onde a gente vai queimando a prestação um material deteriorado das ilusões que nós adquirimos por atacado quando menosprezamos o Sublime encejo da experiência terrena é dela a forma como André Luiz traz E aí talvez a Ester tivesse recebendo um pequeno aperitivo do que talvez é estes espíritos que se encontram nessa
osprezamos o Sublime encejo da experiência terrena é dela a forma como André Luiz traz E aí talvez a Ester tivesse recebendo um pequeno aperitivo do que talvez é estes espíritos que se encontram nessa situação complicada encontram-se nesta região né nesta nesta região publicarial queimando a prestação esse material estas ilusões essas situações todas que nós aí alimentamos então João é São dias graves que a gente vive né são Dias muito graves né esse nós vivemos numa situação complicada e o espiritismo sem dúvida vai nos fornecer esta e nessa possibilidade de restaurar o evangelho de Jesus e aos poucos clarear o nosso pensamento para que esta ciência que nos explica a transcendência as consequências dos nossos atos seja eles os menores possíveis os mais íntimos mais sutis Elas têm repercussão ao longo dos anos que se que vão se seguir então é algo realmente de se pensar e aí eu passo de novo a palavra para você meu amigo então pegando aí o seu gancho né No fim do capítulo quando manual Filomena de Miranda nos fala que a falta de educação espiritual né não é porque não é ela teve educação religiosa mas não teve educação espiritual que Muitos pais hoje em atitude incomoda atitude moral deixam a educação que eles acham que é que é espiritual e na verdade é simplesmente uma educação religiosa não é uma discussão que você que se tem né com os jovens no espiritismo a gente tem obviamente na evangelização nas classes de estudo dos espíritas se o Além Túmulo é um assunto presente mas mas a gente sabe que fora né do Espiritismo o que acontece é um desconhecimento completo do que acontece do que nos espera né aquelas aqueles conceitos engessados de céu e inferno e purgatório que são tão bem abordados por Kardec no último capítulo do Livro dos Espíritos e mais aprofundados no céu e inferno onde é a gente encontra muitos espíritos que aparecem nas nossas reuniões mediúnicas é reclamando de deles não se encontrarem no que foi prometido a eles no que eles foram receberam pelas religiões né então
a gente encontra muitos espíritos que aparecem nas nossas reuniões mediúnicas é reclamando de deles não se encontrarem no que foi prometido a eles no que eles foram receberam pelas religiões né então é a importância do estudo sempre né que o espiritismo nos fala da importância da educação porque o que a gente sempre fala é se você é chegaram desconhecido se a morte nos colher a morte do corpo físico nos colher de surpresa pelo menos o estranho desconhecido a gente tem condições de tentar fazer sentido para minimizar o nosso tempo nessas regiões mais difíceis né e a educação né obviamente a evolução moral nos leva para para lugares mais abençoados mas a educação intelectual também a evolução intelectual nos ajuda a discernir o que nós estamos enfrentando né um comentário falando que a o espírito se apresenta como demônio da Justiça né que lembra o livro libertação lembra Gregório sim Gregório se se denomina como um Justiceiro se domina como o que executa a justiça divina é porque o Divaldo nos falou recentemente numa palestra dele né que existem aqueles que desde o começo se chamam Justiceiros e que se opõe a Jesus porque Jesus trouxe amor e eles acham que só a justiça é a maneira de Executar a lei Divina então ao longo dos tempos dragões chamados dragões do mal né são esses Demônios da Justiça que é que esse espírito se apresenta Ele também acha que ele está que ele tem todo o direito de trazer a justiça e a gente sabe que a justiça Só existe combinada com amor Ah muito bom isso muito bom isso que você falou e você trazendo essa questão dos Espíritos que chegam nas regiões mediúnicas falando de Justiça quero fazer justiça isso é muito comum e a gente sabe disso tem uma página belíssima do livro entre a terra e o céu que André Luiz traz através da discografia do nosso Chico Capítulo 23 falando do apelo Maternal e muitos de vocês talvez se lembre e vale a pena porque num determinado momento a gente vai ver ali na residência de Amaro né Zulmira que era a sua segunda esposa
Capítulo 23 falando do apelo Maternal e muitos de vocês talvez se lembre e vale a pena porque num determinado momento a gente vai ver ali na residência de Amaro né Zulmira que era a sua segunda esposa atormentada por Odila que era a primeira esposa que tinha desencarnado e era uma espécie de obsessor de Zulmira porque Zulmira tinha dado uma relaxada com relação ao filhinho de Odila e ele se afogou E aí a intervenção dos Espíritos Clarêncio que era um dos ministros de Nosso Lar convoca um espírito Belo chamado Clara para que pudesse interceder ali conversando com Odila a filhinha é esqueci o nome agora a filhinha de Odila fazendo reverência ele exato Evelina Evelina fazendo preces para Odila que era Mãezinha desencarnada como se fosse ajuda assumir a que estava ali drenada totalmente obsediada por Odila no caso Claro de obsessor e obsediado E aí a gente vê Zulmira drenada já era superior e a menininha Coitada orando para mãe que era a própria obsessora aprece dar uma desviada como se a gente pudesse lógica de uma forma só de brincadeira aqui e alcança as esferas maiores Clarêncio convoca Clara que é aquele espírito boníssimo e a beleza Porque você trouxe aí João me lembrou o gancho quando os espíritos querem fazer justiça com as próprias mãos e aí naquele momento Clara aparece abre os braços uma luminosidade uma beleza invade o quarto o obsessor se toca com aquilo percebe o impacto e a gente vê que o espírito obsessor se desarma E aí ela grita né anjo de Deus só corre-me como se fosse me ajuda aqui a matar essa mulher completar o serviço aí a Clara faz ou minha filha o que que você tá fazendo aí ela vai e fala eu estou aqui me vingando por amor e cara fala haverá porém algum ponto de contato Entre o Amor e a vingança ou seja não faz sentido isso de maneira alguma Lógico que a bagagem moral e a beleza a grandeza daquele espírito Clara fazendo toda aquela intervenção eu não me lembro dos detalhes vale a pena quem está nos assistindo ler essa passagem percebendo que o amor
a bagagem moral e a beleza a grandeza daquele espírito Clara fazendo toda aquela intervenção eu não me lembro dos detalhes vale a pena quem está nos assistindo ler essa passagem percebendo que o amor ele sem dúvida será o condutor das nossas vidas porque é do amor que nós viemos e aí esta é a grande é o grande desafio da humanidade de introjetar todos estes pensamentos nesta nova forma de viver e aí quem sabe um dia a gente cansado destas dores desses processos de subjugação desses processos de completa desalinho com essas leis de Deus um dia a gente possa repetir mas não só de um ponto de vista intelectivo e gritarmos bem alto que somos pessoas de bem aqueles que cumprem a lei de Justiça de amor e de caridade da sua maior pureza interrogando constantemente a consciência as nossas consciências sobre os nossos atos se não violamos as leis se não praticamos o mal se fizemos tudo bem Que podíamos ter feito e se não desprezamos voluntariamente alguma ocasião dissemos úteis e aí a gente segue percebendo que há um dever para conosco para com a sociedade para com a humanidade esse dever que é uma espécie de resumo prático de todas as especulações Morais que possamos de alguma forma conceder É como diz o espírito Lázaro a bravura da alma para fora da alma porque é difícil gente mas é a bravura da Alma que enfrenta como Lázaro diz as angústias da luta e ele vai completa este dever ele é alterebrando ao mesmo tempo e fala pronto a dobrar-se as mais diversas complicações mas ele se mantém inflexível diante das tentações que nos batem a porta e aí por isso a beleza desta doutrina porque ela nos Sentra nos coloca no eixo indo para o final deste capítulo quando a gente percebe que a educação que Muitos pais fornecem aos seus filhos sem colocar o a variável da questão do Espírito Imortal Sem dúvida ela fica falha uma conversa uma vez que Chico Xavier tendo com seus sobrinhos isso sobrinhos ali muito trabalhadores com alguma coisa toda tavam se gabando das namoradas da quantidade de namorados que tinham ao
alha uma conversa uma vez que Chico Xavier tendo com seus sobrinhos isso sobrinhos ali muito trabalhadores com alguma coisa toda tavam se gabando das namoradas da quantidade de namorados que tinham ao mesmo tempo parecia assim os pequenos sultões e os seus Arens e o Chico vai e fala para os meninos meus filhos meus sobrinhos que é isso dando aqueles conselhos que as mães que nós damos para os nossos filhos e aí os meninos vão e trazem para o Chico ache você tá vivendo e que época e Chico responde estou vivendo na época da consciência para que um dia a felicidade verdadeira e bata a porta e possa verdadeiramente aí ele repete ser o homem de bem é muito bonito eu sei que falta um bocado para gente mas é todo dia gente caindo levantando caindo e levantando para um dia a gente não cai mais eu para encerrar também eu vou pegar o gancho do Marcelo e convidar todos a lerem o capítulo 1 e 2 do entre o céu e a terra para a gente nos aprofundar sobre prece a importância da oração os diferentes tipos de oração a gente fala está Sempre orando em abertura e fechamento de estudos Mas vamos nos entender um pouco melhor como funciona a oração e esses dois primeiros Capítulos desse livro que o Marcelo citou escreve então bem a oração e o poder da oração né porque o livro todo é baseado numa oração que foi desviada como Marcelo falou começa assim então Agradeço a vocês todos Obrigado Ângela Obrigado Marcelo excelente amigos queridos Marcelo João nós que agradecemos e nós vemos aqui as pessoas comentando como gostaram dessa dinâmica de vocês trocando aí percepções sobre o capítulo foi muito interessante acredito que envolve nos envolve tanto na narrativa que o benfeitor traz o capítulo quanto das possibilidades que nós temos que a doutrina espírita nos oferece de aprofundarmos nosso olhar e a medida em que vocês foram falando me lembro de um texto de um trabalho muito valoroso que é feito pela federação espírita do Paraná a décadas na verdade chamado Momento Espírita existe um texto
ar e a medida em que vocês foram falando me lembro de um texto de um trabalho muito valoroso que é feito pela federação espírita do Paraná a décadas na verdade chamado Momento Espírita existe um texto no momento espírita que se chama visão limitada nós convidamos os amigos a procurarem na internet ele fácil facilidade encontrar mas o finalzinho desse texto nos falar o que nos parece muito oportuno para aquilo que João e Marcelo nos trouxeram do Capítulo que os autores os Escritores dizem que por tanto consideremos que por mais que a nossa visão não consiga contemplar a amplitude de todas as situações Deus sabe Deus vê Deus é tudo prever prover ninguém é vítima pode haver e a injustos injustiças mas nunca houve nem haverá injustiçados diante das leis divinas então aqui nós vamos ver ao longo do restante da obra certamente não há porque a lei Divina é perfeita então ele dos amigos deixamos o nosso abraço a todos e nos encontramos na próxima semana com a permissão de vida até lá
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