T10:E4 • Autores Espíritas Contemporâneos • Cultive-se

Mansão do Caminho 04/05/2025 (há 10 meses) 1:28:35 898 visualizações 153 curtidas

Literatura Espírita: prazer em conhecer » Temporada 10 - Autores Espíritas Contemporâneos » Episódio 4 - Cultive-se (livro) Apresentação: Denise Lino Convidada: Sylvia Vianna Said (coautora) Entrevistadora convidada: Ana Cecília Vasconcelos #literaturaespírita #autoresespíritas #espiritualidade #cultiveamor

Transcrição

Olá, amigos. Sejam bem-vindos ao Literatura Espírita. Prazer e Conhecer. Nós estamos na nossa 10ª temporada apresentando autores espíritas contemporâneos. Este é o nosso episódio de número quatro e teremos hoje conosco a querida Silvia Saíde. Daqui a pouco ela estará na tela conosco. Quero aproveitar nesta manhã de 4 de maio de 2025 em que estamos no ao vivo cumprimentar os nossos parceiros de transmissão que são a web TV Mansão do Caminho, o canal Seridó Espírita que nos coloca no ar nesta manhã, a Web TV da União Espírita de Vitória da Conquista, Web Rádio Fraternidade e a Rai TV. A todos os internautas que nos acompanham neste canal, nosso grande abraço. E aqueles que estiverem conosco neste ao vivo nesta manhã, por gentileza, nos digam de onde nos acompanham e qual é a sua casa espírita. É muito importante saber de onde vocês nos acompanham e a qual instituição vocês estão vinculados. Para quem está chegando aqui no programa, queremos informar que os nossos objetivos são divulgar o espiritismo, divulgar a literatura espírita, instigando os leitores para as múltiplas formas de ler, interpretar e relacionar os textos, sejam eles mediúnicos ou não, e incentivar a aquisição de obras espíritas em editoras e livrarias espíritas. Queremos destacar este último objetivo porque por trás de uma editora espírita há sempre uma obra assistencial a ser mantida. Então, comprar o livro físico ou ebook nas livrarias de referência é muito importante para que a cadeia de direitos autorais seja mantida. Então, contamos com você, internauta, que nos acompanha aqui no Literatura Espírita. E hoje, como dito, 4 de maio, queremos dedicar este programa ao aniversário de 98 anos de Divaldo Pereira Franco, o médium baiano. Esses 98 anos serão completados amanhã, mas já estão sendo celebrados hoje aqui no Literatura Espírita Prazer Conhecer e também num seminário que está sendo transmitido pelo canal Espiritismo Play. Então, a você, Edivaldo, que nos inspira, que é o marco divisor em nossas

oje aqui no Literatura Espírita Prazer Conhecer e também num seminário que está sendo transmitido pelo canal Espiritismo Play. Então, a você, Edivaldo, que nos inspira, que é o marco divisor em nossas vidas, pela obra que você construiu, pelos livros que psicografou, nossos parabéns, nossos votos de saúde e paz para você. Estamos muito felizes de fazer o Literatura Espírita desde o primeiro programa aqui na Web TV Mansão do Caminho. E para começarmos o nosso programa de hoje, como sempre fazemos, nós vamos ler um trecho do livro que vamos abordar, que é este maravilhoso livro aqui, o Cultibice da Silvia Saí com o César Saíde. César já esteve conosco aqui no programa e hoje nós temos a alegria de ter a Silvia, sua parceira e coautora que está aqui, estará daqui a pouco na tela conosco. Então, separamos do capítulo 14 intitulado O que há de melhor em você? O seguinte texto que começa com a epígrafe da carta de Paulo aos Efésios, no capítulo 5, versículo 8, que diz o seguinte: Outrora era treva, mas agora sois luz no Senhor. Andai como filhos da luz. E a Silvia Saíde, juntamente com César Saíd, comenta o seguinte: "O que há no seu jeito de ser que é alvo de admiração das pessoas? Não se trata de narcisismo ou vaidade excessiva, mas de autoconhecimento e autoestima. Não é pecado gostar de si mesmo. Não é errado aceitar elogios sinceros, reconhecer que fazemos algo bem feito e que temos qualidades. Perceber e aceitar esse fato não é se achar ou ver-se melhor ou superior. É admitir que somos luz. Pois Deus, ao nos criar, nos legou como herança a essa luz que precisamos identificar, reconhecer e fazer brilhar. Pessoas diversas, como instrutores, figuras cuidadoras, terapeutas e nossos pais, muitas vezes em seus comentários ao longo de nossa criação, notam o que precisamos melhorar, apontam nossas falhas e isso tem sua importância. Mas precisamos do contraponto. Precisamos de quem afirme igualmente as nossas qualidades e nos faça acreditar em nosso potencial e que vibre com nossas

pontam nossas falhas e isso tem sua importância. Mas precisamos do contraponto. Precisamos de quem afirme igualmente as nossas qualidades e nos faça acreditar em nosso potencial e que vibre com nossas conquistas e celebre conosco o esforço da superação. O que não dependemos, aliás, o que não devemos é depender disso para nos sentirmos bem em nossa própria pele. Precisamos nos gostar, a revelia de quem não nos queira bem ou sinta indiferença por nós. Precisamos nos querer bem, independentemente de quem curta ou não nossas postagens, nossa roupa, nossa religião, nossa orientação sexual e nossa preferência política. Por isso, perguntamos: "O que há de melhor em você? Deixe de olhar apenas para baixo e para fora. Olhe para dentro. Olhe-se no espelho e aceite-se. Admire-se, cultive-se, cative-se, ame-se. Com esse texto maravilhoso, então, da Silvia Saíde, seu coautor, o César Saí, nós trazemos para a nossa tela a Silvia e a nossa convidada especial, Ana Cecília Vasconcelos, que vai dividir essa bancada. comigo nesta manhã. Olá, Silvinha, seja muito bem-vinda. Nós estamos muito felizes de tê-la conosco nesta manhã, assim como você, Ana Cecília, nós estamos muito felizes. Você não sabe o quanto eu esperei por esse dia de estar aqui com você e com a Silvia na tela. OK. E eu queria aproveitar Pois não, Silvia. Muito obrigada. Muito obrigada por essa recepção tão calorosa, tão afetuosa, viu? Obrigada, Denise. É uma alegria também estar aqui nessa bancada com vocês. OK. E para que nós possamos começar esse programa, nós queremos que os internautas conheçam vocês um pouco melhor. Então, vou começar pela Silvia, pedindo que você fale um pouquinho sobre você, Silvia, para quem não lhe conhece ainda passar a lhe conhecer nessa manhã. OK. Bom, eh, volto aqui a exaltar a minha alegria de estar aqui com vocês hoje no programa Literatura Espírita. Denise, não posso deixar de falar da minha admiração por você. Você é uma voz feminina que ocupa um lugar muito importante de inspiração, de motivação

i com vocês hoje no programa Literatura Espírita. Denise, não posso deixar de falar da minha admiração por você. Você é uma voz feminina que ocupa um lugar muito importante de inspiração, de motivação para todas nós mulheres que militamos no movimento, que dedicamos o nosso tempo, a nossa vida, à nossa transformação íntima enquanto espíritos encarnados, independente do sexo, mas de alguma maneira você eh ressoa aqui em mim, no meu coração, essa inspiração e esses estímulos. Então, muito obrigada por fazer também parte da sua vida, essa pessoa que divulga o espiritismo de forma tão bacana. Bom, eu sou Silvia e eu moro aqui em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Frequento o grupo de estudos espíritas Francisco de Assis. E ali no grupo Espírita Francisco de Assis, que é um grupo muito inspirado nesse querido mestre que é Francisco, através dos ícones aí de simplicidade, de alegria, de fraternidade, eu exerço a tarefa da divulgação espírita na exposição doutrinária, nas palestras públicas, também como facilitadora de alguns dos estudos do ESD, do estudo sistematizado da doutrina espírita. E há um projeto que eu tenho muito carinho, que a gente começou recentemente, que é um sábado por mês, o estudo e vivência de meditação e comunicação não violenta à luz do espiritismo. Então, nesse momento, esses têm sido os nossos focos principais, porque a gente se reveza e se ajuda mutualmente dentro dos diferentes setores da casa espírita. Nossa, que inspirador. Fiquei muito feliz aí com esse último projeto que eu imagino quão dinâmico deve ser e quantas respostas interessantes deve trazer. E você, minha querida Ana, conte pros nossos internautas quem é você, o que você faz para que todo mundo além de mim possa te admirar muito nessa manhã. Bom dia, meninas. Sou, estou muito feliz de estar aqui com vocês. É uma alegria. Eh, eu que vi o Literatura Espírita, né, nos bastidores junto, né, nascer paraa Denise. Eh, tenho muita alegria, né, de ver a o crescimento desse programa e é uma honra estar aqui com vocês,

alegria. Eh, eu que vi o Literatura Espírita, né, nos bastidores junto, né, nascer paraa Denise. Eh, tenho muita alegria, né, de ver a o crescimento desse programa e é uma honra estar aqui com vocês, principalmente com você, Denise, que assim como Silva expôs, a gente tem uma profunda admiração e honra de ter você em nossas vidas. Eh, eu sou Ana Cecília, eu moro em Campina Grande e sou trabalhadora da Sociedade Espírita Joana de Angeles. Eh, e a gente trabalha meio que em vários setores, em múltiplos setores, principalmente nos bastidores. Eu sou a pessoa dos bastidores, mas faz fotos lindas e maravilhosas, gente. É uma excelente fotógrafa. Uma das fotos mais bonitas que eu tenho foi Ana Cecília que fez e que eu guardo com muito carinho. Então vamos lá para apresentar o livro dessa manhã que eu já vou adiantar aqui pros internautas. É um livro maravilhoso. Eu já encontrei com internautas presencialmente que me disseram assim: "Ah, mas todo programa você eh diz que o livro é maravilhoso". De fato, é, a gente escolhe livros maravilhosos para trazer para cá, mas há livros pelos quais a gente se apaixona muito profundamente. E esse e é o caso desse livro, né? Quando eu terminei a leitura, a releitura ontem, eu fiquei, ai, ainda bem que tem domingo para eu falar sobre esse livro, porque eu não queria me separar, sabe? Eu não queria terminar a leitura. Então vamos pedir pro Adson colocar os nossos slides no ar e aí nós já vamos começar exatamente a apresentar. O livro é esse para quem não conhece chama-se Cultive-se. De antemão, eu vou dizer algo aqui que eu acho que raramente eu disse para um livro nesse programa. Não é só o conteúdo, é também o projeto gráfico que foi na direção da temática do livro. E quando vocês tiverem o livro físico ou ebook em mãos, vocês verão isso, porque a capa só dá o indício de quão bem cuidado foi esse livro em termos de projeto gráfico. E eu li, gente, até a ficha editorial desse livro, eu li tudo porque de tão maravilhoso que eu achei. Então, está aí

pa só dá o indício de quão bem cuidado foi esse livro em termos de projeto gráfico. E eu li, gente, até a ficha editorial desse livro, eu li tudo porque de tão maravilhoso que eu achei. Então, está aí a capa do cultivese. Estamos destacando nesta manhã a Silvia Saíd, embora o livro seja escrito em Coautoria com César e ele já esteve conosco nesta manhã num programa, aliás, nesta manhã não, ele já esteve conosco num outro programa. estão aí as nossas duas convidadas e queremos destacar que a Silvia é também autora do livro Meditação e Espiritismo, juntamente com o César Saíd, que foi o livro eh que nós destacamos da vez que o César esteve conosco, né? E agora estamos com esse aí que é o Cultipse, saiu em 2024 pela editora Intervidas. E o que temos a dizer sobre esse livro? Quanto ao gênero, é um ensaio reflexivo no formato de livro interativo. Isto está dito já na na abertura do livro, na sua apresentação. E é o maravilhoso livro interativo para adultos. Quem pensava que só existiam livros interativos para crianças acaba de conhecer um livro interativo para adultos. estar num volume único, mas que eu particularmente faço muitos votos que se desdobrem outros livros interativos como esse. Foi publicado em 2024, como já dito, pela editora Intervidas e está sendo distribuído para todo o Brasil. O sumário tem 37 capítulos com títulos maravilhosos. Nós destacamos aí apenas alguns como o dizer não, o adultize-se, os eh capítulos que têm perguntas como títulos. A exemplo do de número oito, quais são seus frutos? Nós temos também um capítulo maravilhoso, celebração. O outro, você se sabota. O interessantíssimo, você já morreu, o outro, você já se converteu, esse de fato me pegou e me surpreendeu. Mas o da minha paixão foi mesmo olhos de gerações, que eu já deixo aqui como uma dica de leitura imediata para quem estiver com o livro na mão. Fazendo o nosso por dentro da obra, o que nós destacamos é a intertextualidade absolutamente bem feita, sutilmente muito bem construída. Começando com um texto que é do item 11,

er com o livro na mão. Fazendo o nosso por dentro da obra, o que nós destacamos é a intertextualidade absolutamente bem feita, sutilmente muito bem construída. Começando com um texto que é do item 11, aliás, o item oito, a lei de amor, do capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é o capítulo Amar ao Próximo como a si mesmo. esse texto, A lei de amor do espírito Lázaro, e dá ensejo a muitas reflexões, foi de onde os autores tiraram um trechinho desse texto para construir todo o livro, que traz muitas citações de Jesus, sempre um versículo, sempre uma coisa pontual, curta, pra gente não sobrecarregar a mente de informações e poder pensar. Além de textos, eh, sentenças de Jesus, há textos bíblicos de Isaías, do Eclesiastes, muitas recomendações eh de cartas de Paulo e o mais importante é que vários dos capítulos, seão quase todos eles, terminam com um detalhe lá embaixo, recomendando uma pesquisa acadêmica ou trazendo a citação de uma pesquisa acadêmica para embasar o que foi dito no capítulo. Com tudo isso, não se trata de um livro denso, pesado, ao contrário, um livro muito leve de ler. As epígrafes, eu acho que ocupa um espaço muito especial nesse livro, porque são epígrafes constituídas de um versículo e ali toda a profundidade daquele texto. E da própria obra dos autores, eu quero destacar as definições escritas de forma clara, de fácil entendimento. Os conceitos, por vezes, são ali trazidos da forma mais evidente possível, não obstante, por trás do texto estejam conceitos muito profundos. Mas aquela ideia de um livro sobre autodescobrimento, pesado, difícil, que faça chorar de dor, este livro aqui, o cultivo se coloca por terra. traz muitas atividades práticas de autoconhecimento, acessíveis, atividades criativas, atividades que a gente faz uma vez e tem vontade de fazer muitas outras vezes. O livro nos traz perguntas, não só nos títulos de alguns capítulos, mas dentro do do texto, que são perguntas reflexivas e nos traz muitas sugestões práticas para as nossas vidas.

muitas outras vezes. O livro nos traz perguntas, não só nos títulos de alguns capítulos, mas dentro do do texto, que são perguntas reflexivas e nos traz muitas sugestões práticas para as nossas vidas. E aí algumas alguns dos pontos importantes do texto, os próprios autores chamam esse acessar o nosso coração ou a nossa consciência de jardim interior e trazem uma proposta que aparece já na apresentação nos dizendo que é preciso cuidar pessoalmente desse tesouro que é o nosso autodescobrimento, que é importante cultivar-se e assim reconhecer que temos um jardim interior do qual precisamos cuidar. com zelo, atenção e carinho. E nos dizem ainda que o cultivo é algo genuíno, que precisa ser do nosso jeito, no nosso tempo, no ritmo de cada um de nós e como cada um pode conseguir e fazer da sua forma, do seu jeito. E eles nos trazem ainda atividades práticas que são a nossa jardinagem propriamente dita. Vou destacar apenas quatro aqui. O pote da gratidão, que eu achei muito criativa, maravilhosa, já comecei a fazer e tem em vista desenvolver a nossa percepção sobre o que nos ocorre. A excelente técnica oi obrigada e tchau, que é para focar a atenção naquele momento em que a mente está um turbilhão de pensamentos. a carta para a nossa criança interior que vai favorecer o acolhimento, a aceitação e o autocuidado com a nossa própria história e a interessantíssima pose do poder para que nós possamos exercitar a superação da autossabotagem. Queremos ainda destacar como pontos importantes os frutos que colhemos nesse processo. O autoconhecimento, a clareza sobre quem cada um de nós é e para onde quer quer ir. a autoaceitação, que é a paz com as nossas imperfeições e os nossos talentos que precisam vir à tona, o auto amor, o cuidado diário com cada um de nós. Exatamente. E por fim, a vida equilibrada e harmonia com os princípios da vida e com as leis divinas. E para quem quiser saber mais sobre a nossa querida Silvia Saí, há muitas palestras no YouTube com ela, ah, por vezes sozinha, várias vezes com o César. e nos

princípios da vida e com as leis divinas. E para quem quiser saber mais sobre a nossa querida Silvia Saí, há muitas palestras no YouTube com ela, ah, por vezes sozinha, várias vezes com o César. e nos trazendo muitos exercícios de meditação, porque esse é um dos seus talentos, uma das suas artes e que ela faz e compartilha com todos nós. Então, sem mais demoras, vamos paraa nossa entrevista. Vamos começar aqui perguntando paraa nossa Silvia, que escreve tão bem e que é tão criativa. Eu quero saber, Silvia, inicialmente sobre a Silvia leitora, porque todo escritor é, antes de mais nada, um grande, um bom leitor. O que é que você gosta de ler? A Silvia leitor é uma Silvia de fases. Nessa minha fase aqui 50 mais, nesse meu momento de espírita desde a juventude e já tendo trilhado um caminho com muitas etapas dentro da da da minha leitura espírita, é aquela que se dedica hoje a dividir o espaço com a literatura espírita e com a literatura não espírita. Então, hoje os meus interesses eles versam muito sobre a área de afinidade com o livro Cultive-se, que é do que mais eu me nutro nesse momento. Então, dentro da literatura espírita, por exemplo, hoje o livro que eu tô lendo com muita alegria é o Impermanência e Imortalidade, que foi psicografado pelo Divaldo Franco e é do Carlos Torres Pastorino. É um livro pelo qual estou muito apaixonada, integrada. promovendo descobertas e redescobertas dentro desses ensinamentos do corpo doutrinário do Espiritismo e principalmente no campo do autoconhecimento. E paralelamente ao Impermanência e Imortalidade, há alguns livros que eu vou lendo mais aos poucos, vou acessando aos poucos. Então, a poesia, que também de um tempo para cá é algo que não pode mais deixar de ser acessada. E tem uma poeta contemporânea chamada Rup Cur. E eu tenho um livro dela, Meu Corpo, Minha Casa e que acessa muito o contexto do feminino nos dias atuais, principalmente. Então essa poesia tá comigo e em gotinhas homeopáticas, na cabeceira eu levo pros meus grupos também de trabalho, de

nha Casa e que acessa muito o contexto do feminino nos dias atuais, principalmente. Então essa poesia tá comigo e em gotinhas homeopáticas, na cabeceira eu levo pros meus grupos também de trabalho, de meditação, de autoconhecimento. e a literatura do Marcho Rosemberg, que é sobre comunicação não violenta, que junto com o autor espírita chamado Vinícius Lozada, lá do Rio Grande do Sul, também me alimenta a alma. Ele tem um livro chamado Linguagem do Coração, que faz esse link entre a comunicação não violenta, círculos de paz, justiça restaurativa à luz do Espiritismo. Então, a RUP, Cauro, Marcho Rosemberg e toda essa literatura que trabalha essa expansão de escuta. Então, tem um autor brasileiro que eu também acompanho com leituras homeopáticas, que é o Cláudio Tebas e que tem também me trazido eh revelações internas importantes. Então, a Silvia, leitora espírita, abraça hoje as releitoras da Joana de Ângeles, mas tá extremamente encantada com impermanência e imortalidade. Nossa, que bom. Então, antes de passar aqui a pergunta paraa Ana Cecília, eu quero lembrar aos internautas que para nós é muito importante saber de onde vocês nos acompanham nesta manhã e lembrar também que perguntas e comentários dos internautas tem um lugar sim neste programa. Nós deixamos o quarto bloco para isso. E quem tiver sua pergunta ou seu comentário paraa Silvia pode deixar aí nos chats dos vários canais parceiros que a nossa equipe eh está atenta, acompanhando e recolhe essas perguntas. Seguimos com você, Ana Cecília. Eh, antes de de fazer a pergunta, eu só gostaria de externalizar, né, a alegria do livro, porque é um livro que eu considero hoje como sendo aquele livro que a gente tem que ter embaixo do braço, né? Não só um livro de cabeceira. porque acho que dada a sua dinâmica e a a as atividades que estão lá, né, pra gente exercitar, acaba trazendo a gente de volta, né? Acho que essa talvez seja, para mim foi uma grande contribuição que o livro trouxe, é me trazer de volta e considero e recomendo para que todos que

ente exercitar, acaba trazendo a gente de volta, né? Acho que essa talvez seja, para mim foi uma grande contribuição que o livro trouxe, é me trazer de volta e considero e recomendo para que todos que estão nos assistindo corram e busquem o seu exemplar. Eh, mas uma coisa que uma questão que ficou para mim, Silvia, é como surgiu a ideia desse livro, né? Eh, qual a história de vida dele, como é que vocês pensaram ou ele surgiu naturalmente? Ana, primeiro o meu abraço direto para você, porque no momento em que a gente se cumprimentou aqui na abertura do programa, não me dirigi diretamente a você, a gente que começou a ter algum contato virtual já com muito carinho, com muita identificação. Obrigada pela generosidade, pela sua fala quanto ao livro. É muito gratificante ouvir você dizer que o livro nos traz de volta para nós mesmos. E respondendo a sua pergunta, ele surge exatamente desse movimento natural, dessa necessidade de uma reconexão ainda maior e ainda mais profunda comigo mesma. Ele tem uma história e nessa história a gente remonta lá antes da pandemia. antes da pandemia, eh, eu e César estávamos nesse processo de robustecer as nossas práticas de meditação. Então, nós já sabíamos meditar, já havíamos inclusive feito algumas formações com vistas a quem sabe começar a fazer instruções de meditação. Eu já tinha começado a instruir, a facilitar. E essa prática administração mais robusta, ou seja, mais disciplinada, ela naturalmente foi abrindo o nosso campo de percepção sobre nós mesmos, não é? sobre a nossa relação com as pessoas, com o mundo, foi expandindo o nosso campo de percepção em relação ao conteúdo doutrinário, ao evangelho do Cristo. Parece que nós conseguimos eh eh ganhar um pouco mais de limpidez do nosso olhar. Nossa, ainda falta limpar tanto esse olhar daqui paraa frente, né? Tem tanta coisa escondida ainda atrás desses nossos condicionamentos, dos nossos satavismos, das nossas dificuldades, do nosso ego. Porém, as práticas de meditação, elas nos ajudaram e têm nos

te, né? Tem tanta coisa escondida ainda atrás desses nossos condicionamentos, dos nossos satavismos, das nossas dificuldades, do nosso ego. Porém, as práticas de meditação, elas nos ajudaram e têm nos ajuda, conseguir perceber ainda mais luz eh através do nosso olhar pessoal. Então, as nossas conversas começaram a se intensificar muito, porque veja, dois autores com temperamentos muito diferentes. Pode até não parecer, mas nós temos temperamentos bastante diferentes, traços de personalidade também bastante diferentes. No entanto, nós temos também algumas afinidades e uma das nossas afinidades, além da doutrina espírita, que estudamos e nos dedicamos desde a juventude, é essa busca, essa busca por mais leveza, essa busca por um autoencontro de maneira mais suave, não é? Esse encontro com o julgo leve, a qual Jesus nos disse, não é? Que se estivéssemos com ele, o fato seria suave, o julgo seria leve. E através da meditação, nós fomos encontrando vislumbres da possibilidade do treinamento, do encontro com essa leveza, com essa suavidade. Então, os nossos papos e as nossas conversas, Ana Denise e amigas internautas começaram a versar muito sobre as temáticas abordadas no livro e conforme um ou outro trazia um tema e ia comentando sobre essas novas percepções, percepções mesmo renovadas, César começou a escrever. E aí ele no final do dia, normalmente as nossas conversas eram pela manhã, no café da manhã, no final do dia, ele me trazia o texto, eu lia e dava algumas ideias, algumas sugestões em relação até a questão de vocabulário, a estruturação das frases. E a gente foi arrumando e ajeitando. E aquela época a César fazia postagens semanais numa rede social e ele postava esses textos. Então ele escreveu 70 textos, todos eles foram postados e ele notava uma boa receptividade das pessoas. Foi assim que ele selecionou alguns desses textos e publicou junto à Federação Espírita do Paraná um livro chamado Flores onde estiver. Uhum. Os outros textos ficaram então aguardando uma nova

essoas. Foi assim que ele selecionou alguns desses textos e publicou junto à Federação Espírita do Paraná um livro chamado Flores onde estiver. Uhum. Os outros textos ficaram então aguardando uma nova oportunidade. Esse livro saiu Floress estiver em plena pandemia em março de 2020. E com o passar do tempo, as práticas meditativas foram se intensificando e foram criando espaços para práticas de cultivo. Elas foram abrindo festas, abrindo espaços no nosso cotidiano, não apenas para essas conversas, esse entusiasmo em relação a percepções mais afloradas e mais claras do evangelho de nós mesmos, mas de práticas pessoais muito simples e cotidianas que poderiam ainda mais nos aprofundar ao autoencontro. Então, daí começa a surgir a ideia do cultive-se. Para que pudéssemos florescer onde estivéssemos, haveríamos então de, primeiramente nos dedicar a um trabalho de cultivo para além da mente pensante, para além do esforço mental para compreender conceitos, para além desse esforço cognitivo de comparar, ajustar, descobrir, buscar novas revelações de outros autores, que o caminho precisar ser ainda mais profundamente feito, que é para dentro, tocando no campo da sensibilidade, para que as duas asas, então, a do intelecto e a da moralidade, ou seja, a do pensar e a do sentir, pudessem trazer equilíbrio e que esse voo pudesse ser um voo mais alto, mais leve, mais expandido. A partir daí, então, surge a ideia de unir entre os textos que não haviam sido publicados no livro Flores atividades de cultivo para que a ideia ganhasse ainda contornos mais pessoais. Então, cada exercício feito no livro, ele é único para cada pessoa. Ele vai despertar sensações, percepções, insites muito peculiares, não apenas em cada pessoa, mas em cada momento diferente em que a gente busca fazer. Uhum. E esse afloramento do sentir, Ana Denise, amigos e amigas, foi o grande e e entregar para essa editora tão querida que é Intervidas, que como Denise disse trouxe no projeto gráfico au tudo que a gente precisava, um

ento do sentir, Ana Denise, amigos e amigas, foi o grande e e entregar para essa editora tão querida que é Intervidas, que como Denise disse trouxe no projeto gráfico au tudo que a gente precisava, um casamento perfeito com as nossas ideias para trazer pro leitor esse convite, como Ana disse, a voltar a fazer o caminho de volta a voltar para si mesmo. Mais ou menos por aí, sem querer me alongar, porque acho que já me alonguei, a história do cultivice, da ideia do livro Cívice. Nossa, maravilhosa a história. E aí já fica a dica aí, gente. O Flores onde estiver é também uma obra extraordinária, né? Antes que a gente prossiga aqui entrevistando a Silvia, eu quero destacar os lugares de onde estamos sendo assistidos nessa manhã. Nós temos uma primeira leva aqui no levantamento. Estamos sendo assistidos de Campina Grande, Paraíba, Cascais em Portugal, Vitória no Espírito Santo, Brumado na Bahia, Timbaúba em Pernambuco, Pau dos Ferros no Rio Grande do Norte, Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, Porto de Galinhas em Pernambuco, eh Taperoá na Bahia, Houston nos Estados Unidos, Miguel Calmon também na Bahia, Belém do Pará, Londrina no Paraná, Uberlândia, Minas Gerais. Também Vitória da Conquista na Bahia. Estamos sendo acompanhados na Suécia, numa cidade que eu não vou me arriscar aqui a pronunciar o nome, não sei nem para onde vai. Quero agradecer esse amigo ou amiga da Suécia que nos acompanha nessa manhã, mas compreensível, né, gente? Não vou me arriscar aqui na pronúncia, mas vou dizer em bom português que estamos sendo acompanhadas em Lauro de Freitas na Bahia e também Bom Jesus da Lapa na Bahia. Então, para todos os internautas que nos acompanham nessa manhã, um grande abraço. Daqui a pouco nós traremos uma outra lista de cidades também, porque os internautas vão entrando no nos canais, vão se cumprimentando. Hoje é um dia muito feliz, tem muita gente também nos canais cumprimentando o aniversário de Valdo Franco, muito justo, né? Então, a nossa equipe está fazendo essa recolha de

s, vão se cumprimentando. Hoje é um dia muito feliz, tem muita gente também nos canais cumprimentando o aniversário de Valdo Franco, muito justo, né? Então, a nossa equipe está fazendo essa recolha de informações e daqui a pouco nós traremos. Silvia, eu tô assim completamente encantada com a história que você nos conta do cultivese. E eu imaginei uma história de de produção do livro, talvez ainda pelo olhar que eu tenha ah um pouco diferente, mas eu confesso que ontem à noite me deu aquele toque, não foi exatamente assim, foi um pouco mais leve, então chegou aí acho que próximo do que você contou, mas eu queria que você nos falasse agora sobre eh dois tópicos. Primeiro, se vocês tinham um leitor em mente, aquilo que as editoras chamam de o leitor beta, né? Se vocês tinham esse leitor em mente e depois assim, como é que vocês foram pensando os títulos desses capítulos, né? E como é que foi essa organização de um capítulo que vem depois para, por exemplo, óleo dos girassóis, que foi o que me tocou mais, ter ficado lá no final. Oi. Acho que a Silvia vai voltar. Voltamos. Voltamos. Pode seguir, Silvia. Sim. A primeira pergunta, Denise, é sobre se vocês tinham um leitor em mente, tá? Sim. Sim. Bom, dentro do nosso campo espírita, nós tínhamos um leitor em mente inicialmente, que é esse leitor que se afiniza com o momento que nós vivemos, nós autores, um não um leitor ortodoxo, num bom sentido, aquele que busca proteger a doutrina espírita de quaisquer inserções inovadoras, um receio de distorções de conteúdos doutrinários. Nós pensamos no leitor que nesse momento tivesse carecendo de um encontro com sua dimensão mais sutil a partir de uma linguagem fácil, através de um modelo simples de narrativa. Nós pensamos no leitor ávido por um respiro num processo de encontro consigo com aceitação, com necessidade de mais autoacolhimento perante aquilo que nós chamamos de mais inclinações, de mais tendências na doutrina espírita e que muito certamente nos compõe, porque somos espíritos ainda num nível de consciência

is autoacolhimento perante aquilo que nós chamamos de mais inclinações, de mais tendências na doutrina espírita e que muito certamente nos compõe, porque somos espíritos ainda num nível de consciência muito presos, muito condicionados a comportamento os pretéritos. Então, nós estamos aqui justamente para nos redimir, para nos liberar, para nos libertar desses condicionamentos. Ocorre que muitas vezes nós nos prendemos a essa visão e isso fortalece um estado de culpa muito grande. Isso traz peso pros nossos dias. Então, o leitor que nós imaginamos é aquele de uma maneira começou a abrir uma mais carinho, mais gentileza, mais atenção nesse processo, sem dispensar esforços para superar suas más inclinações. muito ao contrário, porque compreendemos que essa leveza, essa linguagem simples, que essa sugestão de exercícios diários ao alcance de cada um, que são consubstanciadas pela neurociência, confirmadas com evidências científicas de que podem nos trazer mais atenção, podem nos trazer mais foco, podem nos trazer mais presença, podem nos conectar mais com a nossa essência enquanto humanos que somos espíritos encarnados na terra, de posse de um corpo físico que nos conectando conosco, abre um espaço para uma conexão com o próximo mais natural, mais genuína, mais espontânea e não forçada por conta de conceitos externos que nos chamam a um comportamento moral mais adequado. Províbio que precisamos dessas exortações externas, tendo em vista a rebeldia espiritual que ainda temos, as nossas resistências ainda são muito grandes, mas o público que inicialmente pensamos são foram os corações que, como nós estávamos ávidos desse momento consigo, desse intervalo, dessa brecha, dessa fresta eh de atividade. idades muito pesadas cotidianas na sua vida no mundo, na sua vida profissional, na sua vida familiar e que enquanto espíritas sentem de alguma forma o peso da cobrança por não estar sendo suficientemente bom na presente encarnação como uma oportunidade única e rara de redenção perante a própria

iliar e que enquanto espíritas sentem de alguma forma o peso da cobrança por não estar sendo suficientemente bom na presente encarnação como uma oportunidade única e rara de redenção perante a própria consciência. Sim, é uma oportunidade única e rara que precisa ser aproveitada em todos os menores instantes de nossa vida. A cada respiração, nós gostamos de dizer, porém pode ser encharcada de um olhar amoroso sobre si mesmo, como o mestre nos disse, amar ao próximo como a si mesmo. A conexão com uma percepção de autocompaixão conosco abre espaços, então, para que possamos transbordar essa compaixão perante as pessoas que convivem com a gente. um olhar mais compreensivo, mais empático, mais compassivo. A partir daí, Denise, Ana e amigos e amigas, certamente eh nós desejamos que o livro possa ser acessado, possa ser tocado, possa atravessar realidades de pessoas de diferentes procedências, sejam espíritas ou não, o que vem acontecendo, graças a Deus. Então, sobre o público, inicialmente, foi esse o pensamento, a estruturação dos capítulos, a ordenação dos capítulos e os olhos de girassóis que foram postos lá no final, não é? em alusão ao Fernando Pessoa, que é um poeta que eu e César dentro desse conjunto de afinidades que nós temos aqui um com o outro, é o nosso poeta preferido e especialmente o heterônimo Alberto Cairo nos fala muito profundamente ao coração. Nós lemos e relemos e também levamos pros nossos trabalhos, entregamos pros nossos clientes, pros nossos pacientes, levamos paraa casa espírita, inserimos nas nossas palestras, porque entendemos que esse poeta especialmente, mas a poesia de uma forma geral é um elemento que precisa compor a nossa vida cotidiana, o girassol que remete a gente ir ao encontro da luz, ao encontro da luz que o espiritismo representa indiscutivelmente. nas nossas vidas, uma doutrina sem a qual nós de fato não saberíamos dizer o que estaríamos fazendo e onde estaríamos nesse momento. A referência maior do nosso querido mestre Jesus, mas os olhos de geraçóis são uma

s, uma doutrina sem a qual nós de fato não saberíamos dizer o que estaríamos fazendo e onde estaríamos nesse momento. A referência maior do nosso querido mestre Jesus, mas os olhos de geraçóis são uma inspiração nossa de muitos de muitos anos atrás e não poderiam faltar não poderiam faltar no livro. Então, a composição e a ordenação dos capítulos, a parte dos exercícios, ela ficou como minha responsabilidade. Então, essa jardinagem que você expôs aí, na forma como fez a análise do nosso livro, ela ficou como minha responsabilidade. Assim como César escrevia os textos lá antes da pandemia, trazia para que eu lesse e pudesse fazer algumas sugestões, eu criei algumas atividades, outras eu simplesmente reproduzi, porque são atividades que já existem, e então entregava para ele para que ele fizesse esse mesmo olhar atento, cuidadoso, estabelecendo a relação entre a atividade, o teor do capítulo, a pertinência, o quanto o leitor poderia se inspirar a partir da estrutura de prosa poética, que já toca um pouquinho mais o nosso coração. E em vez de ingressar diretamente no outro capítulo, dando sequência a esse estado de pensamento, sem digerir suficientemente o texto anterior, ele pudesse deixar um pouquinho o livro. E ainda que nas atividades em que ele registra ali através da escrita, ele pudesse se perguntar, se questionar, se observar, se acolher, se sentir e quem sabe se amar um pouquinho mais. Nossa, que maravilha, né, gente? E se alguém se sentiu emocionado aí ou tá pensando assim: "Esse livro é para mim que estou sem foco, que estou ansioso ou que estou buscando entender o que é autodescobrimento, né? Não tô conseguindo entender isso. Escreve aí nos comentários, né? Esse livro é para mim, né? Porque é dessa forma que nós nos sentimos, né? Esse livro me caiu nas mãos numa hora que eu eu vinha dizendo, "Eu preciso desacelerar. e o quão foi bom. E rapidamente num encontro com a Ana Cecília comentamos, né? Precisávamos ler esse livro. Ana, antes de passar a pergunta para você, vou só destacar que

ndo, "Eu preciso desacelerar. e o quão foi bom. E rapidamente num encontro com a Ana Cecília comentamos, né? Precisávamos ler esse livro. Ana, antes de passar a pergunta para você, vou só destacar que temos internautas de mais lugares além daqueles inicialmente citados. Temos também nossos amigos de Santa Rita do Passa 4 em São Paulo que estão sempre conosco aqui. São Carlos, São Paulo. Timbaúba, Pernambuco também nossos amigos que nos acompanham. Palmares também Pernambuco. Novo Iguaçu, no Rio de Janeiro. Houston, no Texas, Piracicaba, São Paulo, Guachupé, Minas Gerais, Nilópolis, Rio de Janeiro, Váia Grande em Mato Grosso, Araci, na Bahia, Campinas, São Paulo e Parnaíba, no Piauí. também de São Bernardo do Campo, Itaperoá na Paraíba, que tínhamos citado a da Bahia. Então, por enquanto, são esses os internautas que nos acompanham nesse ao vivo. E para quem venha nos acompanhar depois, quando essa live já tenha se tornado um produto offline no YouTube, nós desejamos a você tudo de bom. Seja muito bem-vindo ao nosso literatura espírita e seguimos com você, Ana. Eh, pegando ainda um pouquinho, você já começou a falar, Silvia, sobre a questão das atividades, né, como foi que elas surgiram, né, de alguma forma. Eh, e essa foi uma uma das reflexões que você coloca também foi uma reflexão que eu trouxe assim, essa essa necessidade de que a atividade ela vinha como esse respiro, né, para meio que forçar, né, forçar entre aspas para que o leitor ele pudesse respirar e voltar para si. Eh, eu ainda acrescento, eu acho que o livro, assim como todo o livro e as atividades, ele é um convite a não distração, né? A gente, nesse momento em que a gente vive com tantos elementos que nos distraem o tempo inteiro, eu posso de minha percepção enquanto leitora foi que esse livro ele traz pra gente essa não distração. E não distração não só do mundo, mas a distração da nossa vida, né? Porque na medida em que a gente vai fazendo as atividades, a gente vai voltando para si e a gente vai eh destacando e e de fato

ção. E não distração não só do mundo, mas a distração da nossa vida, né? Porque na medida em que a gente vai fazendo as atividades, a gente vai voltando para si e a gente vai eh destacando e e de fato retomando aquilo que de fato é importante pra gente, né? Para aquilo que é importante pro nosso percurso, pra nossa caminhada terrena. E nesse sentido, eh, surgiu uma uma reflexão, uma questão, né, uma curiosidade que é de como essas atividades elas surgiram. Qual foi a ideia das atividades? já era uma prática de vocês antes da escrita do livro ou as esse conjunto de atividades, ele surgiu com a ideia do livro. E se vocês já tiveram outros feedbacks de outros leitores eh sobre o exercício, né, de realizar essas atividades, conta pra gente um pouquinho disso. Sim, essas atividades elas já eram práticas nossas e a gente procura sempre incrementar essas atividades e sim, Ana, são atividades de presença, são atividades de não distração, né? não apenas de não distração da da mente pensante que nos dissuade de um objetivo, não é, que a gente tá desejando se entregar naquele momento, mas elas fortalecem a nossa capacidade de não extração, de presença, de concentração para aquilo que realmente importa na nossa vida. Então, nós somos chamados e convidados, somos exortados incessantemente pelos amigos espirituais. pelos dirigentes nas casas espíritas, às vezes quando nós mesmos somos os dirigentes, para que as pessoas se pacifiquem, para que as pessoas se concentrem, para que as pessoas estejam em paz, para que as pessoas mentalizem, para que as pessoas se harmonizem. E nós oferecemos pouca pouca instrumentalização, técnicas, métodos. Nós temos um recurso indispensável, que é o recurso da prece. Sim, é um instrumento raro e que nós não devemos abrir mão dele. E colocamos em prática, tanto na casa espírita como fora, a leitura. A leitura é um momento de presença, embora seja uma atividade mental intensa e a depender do contexto, densa e profunda e muitas vezes complexa, exige de nós

nto na casa espírita como fora, a leitura. A leitura é um momento de presença, embora seja uma atividade mental intensa e a depender do contexto, densa e profunda e muitas vezes complexa, exige de nós presença, concentração, atenção, mas existe eh de acordo com as recentes descobertas aí da neurociência, com esse avanço das técnicas de autocompaixão, que não é autocondescendência com nossos comportamentos arraigados, não, mas temos uma série de exercícios de metodologias eidade que o corpo de doutrina espírita que o evangelho de Jesus de Jesus nos pede e nos convida. Esse amor, a atenção em si, o olhar que observa, o olhar que se detém e se mantém, o olhar que deixa ir um pensamento para observar sua pureza em si, ele é um olhar já acolhedor. E esse acolhimento vai se dando de forma natural, sendo descoberto, redescoberto e ressignificado. Portanto, essas atividades que nos conduzem à presença, a não distração, elas nos trazem para nós, como você mesmo falou no início, e esse se trazer para si, se aprofundar no campo dessa nossa virtuosidade essencial que está narrada em o Evangelho Segundo o Espiritismo, quando nos fala ali no capítulo C de perfeitos, existe uma virtuosidade essencial, essencial no sentido de fundament ental. Sim, mas no sentido de essência. Nós em essência, a internet da Silvia tá oscilando um pouco, mas vamos esperar. passo entre pensamentos apressados, atitudes reativas que nós vamos conseguir resparar e acessar esse conteúdo virtuoso. Isso não é o que estou falando. Todos nós espíritas que estudamos minimamente a exortação de Santo Agostinho na questão 91 a série psicológica, entendemos que é o processo de autoconhecimento que é fundamental para que a gente acesse a nossa essência, a nossa dimensão mais sutil. Denise, quando conversávamos antes de entrarmos aqui no ar, contava-nos sobre uma experiência que fez com uma das atividades a do banho, não é, Denise? Já estou aqui antecipando uma coisa que é da sua particularidade, mas dizendo para nós o

trarmos aqui no ar, contava-nos sobre uma experiência que fez com uma das atividades a do banho, não é, Denise? Já estou aqui antecipando uma coisa que é da sua particularidade, mas dizendo para nós o quanto quando ela volta da atividade, ela percebe com muita nitidez a presença de mais foco, de mais atenção, de mais clareza. Então são atividades que são muito gratas. Você executa e consegue perceber o efeito rapidamente. A menos que sua mente esteja muito acelerada ou que você esteja com alguma questão mais profunda de desalinho emocional, a gente já consegue perceber os efeitos quase que instantaneamente. Cultivo, esse voltar para si pressupõe constância, pressupõe disciplina. pressupõe um despertar de motivação para que esse jardim seja cultivado com frequência. Do contrário, ele perderá a força, irá fenecendo. As ervas daninhas novamente irão tomando conta quais sejam nossos condicionamentos, nossa inconsciência. Então, nós nos dedicamos a esses exercícios com a com o esforço que todo ser humano se dedica. Algumas vezes nós esquecemos e quando nós esquecemos nós percebemos diferente. Então, junto aos elementos que o próprio Espiritismo já nos instrumentaliza, como citamos a oração, todos eles vieram a trazer para nós essa grande revelação interna, que é bom, eu preciso cultivar, porque se eu não cultivar eu não vou florescer e eu só vou cultivar se eu tiver o meu olhar repousado sobre mim de maneira respeitosa, de maneira consciente. acolhedora e isso desperta força, engajamento, motivação para o agir, para eu chegar no coletivo e poder crescer nessa prática que é conjunta, não é solitária. O cultivo muitas vezes precisa ser solitário, sim, silencioso, mas o fazer ele é de mãos dadas, ele é coletivo sempre. Denise, você tá sem som. Desculpa, eu não quis interromper eh com barulho. Só para lembrar pros internautas aqui, eu fiz as tarefinhas que estavam no livro. Essa é a cartinha pra criança interior. E esse aqui é o acróstico, gente. Tinha um acróstico com a palavra separações. Aí eu quando

ar pros internautas aqui, eu fiz as tarefinhas que estavam no livro. Essa é a cartinha pra criança interior. E esse aqui é o acróstico, gente. Tinha um acróstico com a palavra separações. Aí eu quando olhei, né, a mente racional, como é que eu vou começar uma palavra com ccidilha? Não existe palavra com ccidilha inicial em português. Na mesma hora, aquilo que vai acalmando diz: "Concentra no som". E aí saiu algo assim maravilhoso assim. Muitos exercícios são excelentes de serem feitos. São alguns de escrita, outros são práticos, são exercícios de respiração. E aí eu queria falar, Silvinho mais sobre isso, né? Além de mim, que te dei o feedback antes aqui da nossa entrada no ar, você e o César t recebido feedbacks do livro de leitores? Como é que tem sido a recepção dessa obra junto aos leitores? Não sei se o meu som chegou, Silvia, conseguiu ouvir a pergunta. Eu acho que a Silvia tá está temporariamente sem nos ouvir, Ana. E nós vamos seguindo aqui até que ela Sim, a Silvia está no ar. Sim, ela tá nos perguntando aqui internamente se está no ar, mas eu vou sugerir que ela saia e que ela volte, porque talvez esse link Exatamente. Oi, Silvia, você consegue nos ouvir agora? Acho que ainda não. Eu vou pedir aqui internamente para ela eh sair. Vou pedir para ela sair e voltar. E enquanto a Silvia faz isso, ela se desloga e vai voltando aqui. Ana, eh, eu queria agora entrevistar você, Ana Cecília, te perguntar aí como foi o das atividades, se tem alguma resposta das atividades que você fez, que você não conhecia, que você queira partilhar com a gente. Sim, algumas atividades, né? Acho que a primeira a primeira atividade que que me deparei foram dos capítulos que eram questões, né? Eh, algumas os capítulos que se inicciavam com perguntas, eles já me deixavam inquietas. Então, eu parava um instante e ficava refletindo, tentando responder aquela pergunta que o capítulo trazia. Eh, e em relação às próprias atividades, algumas, por exemplo, como acróstico, eu lembrei, eu retomei a Ana Cecília

tante e ficava refletindo, tentando responder aquela pergunta que o capítulo trazia. Eh, e em relação às próprias atividades, algumas, por exemplo, como acróstico, eu lembrei, eu retomei a Ana Cecília criança, que fazia muitos acróticos quando era criança, e de repente eu não consegui fazer. Foi uma atividade que eu não consegui fazer do livro, foi essa ainda, Silvia, mas eu me comprometi a retomar e foi interessante refletir sobre isso, onde foi que se perdeu isso, né? Onde foi que se perdeu o hábito de fazer o acróstico? e tantas outras atividades que eu acho que o livro traz essa reflexão, porque às vezes a gente vai se perdendo. E eu acho que por isso que essa questão da distração, ela ficou muito forte em mim ao ler o livro, porque eu trouxe, tive essa sensação de que a gente vai se distraindo e a gente vai se perdendo. E na medida em que a gente vai, foi que eu fui fazendo essa leitura e fui fazendo as atividades, é como se eu pudesse reencontrar uma Ana Cecília que tava tinha ficado à margem da estrada e que eu precisei lá buscar ela pela mão. Então essa experiência eh essa é a experiência das atividades para mim foi bem bacana. OK. Muito obrigada, Silvia. Enquanto você saiu e voltou, nós estávamos comentando sobre as atividades e o que eu ia te perguntar é se você tem recebido feedbacks de leitores sobre essas atividades e eu queria que você partilhasse alguns desses feedbacks conosco, porque eu acredito que tem chegado, sim, tem chegado, tem chegado. Algumas pessoas enviam para mim mensagens e digoam assim: "Nossa, essas atividades estão me pegando pelo pé". Outras pessoas estão refazendo, já leram o livro e estão relendo para refazer as atividades. E isso isso é muito gostoso da gente ouvir, né? Eh, relatam sim que algumas atividades fizeram com mais facilidade, com mais fluidez e e outras não fizeram. Contando volta pro lúdico. É muita dificuldade às vezes a gente sente nesse processo. Houve quem me dissesse que se sentiu chacoalhada pelas atividades, se

de, com mais fluidez e e outras não fizeram. Contando volta pro lúdico. É muita dificuldade às vezes a gente sente nesse processo. Houve quem me dissesse que se sentiu chacoalhada pelas atividades, se sentiu assim, sentiu como se fosse um chamamento. Ã, o feedback que eu tenho mais frequente, ele é sobre a leveza, não é? sobre a o quanto é grato e fluido poder estar fazendo contato consigo através das atividades. Mas eu já recebi também feedback de que a pessoa se sentiu chacoalhada, se sentiu um pouco pressionada pelas atividades, talvez por ter sentido alguma dificuldade de ter abertura para fazê-las. Existe essa questão do de que o simples muitas vezes ele não é visto como algo poderoso, potente, com poder de influenciar e transformar. né? Mas em verdade não é só o o o simples, nem sempre ele é algo fácil de se fazer, né? Às vezes a profundidade se encontra através de um fazer muito simples. E às vezes o que parece complexo pode ser algo no campo da superficialidade que não vai te transformar, não vai te atravessar, não vai te levar a lugar algum. Eu recebi um feedback de uma leitora, não foi exatamente um feedback, mas foi um uma proposta inusitada da compra de alguns exemplares num número maior para dar de presente de Páscoa. Ela disse para mim: "Você separa para mim tantos livros que nessa Páscoa eu vou presentear. Vai junto com uma barra de chocolate". E isso para mim também foi muito legal, né? a partir das experiências que ela teve com a leitura e com as atividades, ela eh querer entregar o livro como uma forma de presente dentro da simbologia da Páscoa. E algumas pessoas relatam mais dificuldades com algumas atividades e mais facilidade com outras, porque a gente tem ali atividades que despertam sua criança interior, que fazem com que você se dedique a atividades artísticas, outras que fazem com que você exercite a espera e a paciência, exercite a escuta. Outros demandam uma criatividade a partir da escrita, uma expressão, né, escrita. Então, há uma diversidade muito

cas, outras que fazem com que você exercite a espera e a paciência, exercite a escuta. Outros demandam uma criatividade a partir da escrita, uma expressão, né, escrita. Então, há uma diversidade muito grande e as pessoas relatam mais facilidade com umas atividades e menos com outra, mas via de regra, o retorno é de que é bom, de que é prazeroso. E aí então eu digo, é prazeroso estar com você mesma. A maior parte é constituída de mulheres. Sim, sim, sim. Hum. Alguns homens, alguns homens trazem retorno, mas via de regra um pouco mais superficial, mas a maior parte dos retornos é do público feminino e os retornos são mais profundos, são mais específicos e a gente vê que nós mulheres, via de regra, temos mais abertura para esse tipo de proposta. O cuidado que a gente dispensa outro, muitas vezes a gente não dispensa a si mesma. E acho que o livro pro público feminino traz esse resgate de bom. Você precisa se cuidar e se olhar com a amabilidade, com a afabilidade e a doçura que o evangelho te recomenda para o próximo também com você mesma. Isso aí. Olha aí, mulheres, vamos nos cuidar para que a gente cuide melhor de quem a gente está cuidando. E aos homens, né, queridos, vocês precisam se cultivar para nos cultivarem melhor também, né, nessa relação aí que estamos aqui propondo pro livro, que cada um que se cultiva cuida melhor de quem tá em torno de si e de todas as suas preferências e de todas as suas escolhas na vida. Silvia, você adiantou um comentário que eu já ia puxar aqui o gancho e fazer para os internautas. Se alguém pensou assim: "Ah, eu acho que eu vou dar esse livro de presente paraa minha mãe, já que o dia das mães é domingo que vem". Faça isso, dê esse livro de presente pra sua mãe. E se você pensou assim: "Ah, mas a minha mãe não é espírita". Olha, ela nem vai reconhecer o espiritismo, né? Porque eles só fizeram a uma epígrafe ali abrindo o livro com o texto um período, na verdade do lindo texto de Lázaro no item oito. E seguem ah com as citações de Jesus, de Paulo, do

espiritismo, né? Porque eles só fizeram a uma epígrafe ali abrindo o livro com o texto um período, na verdade do lindo texto de Lázaro no item oito. E seguem ah com as citações de Jesus, de Paulo, do Eclesiastes. E aí dizendo isso, Silvia, eu quero aproveitar para te perguntar o seguinte: vocês tinham em mente já esse público mais amplo mesmo para além das fronteiras espíritas, um livro lançado por uma editora espírita. Vocês estavam já pensando nesse diálogo com outros grupos de leitores? Sim, sim, sempre. Desde o desde o meditação e espiritismo também. Ah, que vem que segue nessa mesma linha. O cultivice é um pouco filho do Flores onde estiver e do meditação e espiritismo. Todos esses dois livros que são um pouco pais do cultivice t esse pensamento na sua base, encontrar os nossos irmãos espíritas para que essas conexões entre os conteúdos mais formalmente doutrinários possam ser feitas, mas também entre as pessoas que não são formalmente espíritas, mas que trazem em si essa espécie de abertura para o contato com o conteúdo que as leve ao autoconhecimento de maneira simples, com a linguagem, como falamos antes, com essa narrativa e essa linguagem bem humanizada, bem trazida para o nosso dia a dia, com propostas que são comuns a todas as pessoas, independentes do segmento religioso, que são comuns à sociedade em que nós estamos inseridas, em que estamos imersas, suas solicitações, suas demandas, suas influências, entre elas a tecnologia, as comparações, muito fortemente nos trazendo uma espécie de sofrimento muito peculiar, a ansiedade e por aí vai. Então sim, pensamos que todo todas as pessoas que se que sentem esse chamado a começar pela apresentação gráfica, como você falou, pela capa, que encontram esse toque de delicadeza e de autocolhimento, pudessem ter acesso e e que o livro possa colaborar para que elas encontrem consigo mesmas de uma não só leve, mas ah meninas, é encontrar alegria, alegria em ser quem Se é isso, muitas vezes é confundido com permissividade, com descendência, com

borar para que elas encontrem consigo mesmas de uma não só leve, mas ah meninas, é encontrar alegria, alegria em ser quem Se é isso, muitas vezes é confundido com permissividade, com descendência, com acomodação e e é exatamente o oposto disso. O que nós temos despertado é a motivação para aprender, para crescer e sim para servir, que é o que mais o evangelho nos chama, não é? a prática da caridade, a conexão conosco e com o próximo. Então, a alegria de ser quem se é, ela ela pode existir, ela deve existir, ela precisa ser resgatada. resgatada. Porque quando nós éramos crianças, espíritas recém reencarnados, nós já trazemos inerente essa alegria, essa alegria de viver, essa curiosidade por descobrir, por experimentar, por se permitir ser e sendo errar e aprender e assim evoluir. Então, nós temos um amigo espírita e eu aqui na minha mente falei, falei, falei mentalmente, eu vou falar agora vocalmente, né? muito espírita. Será que pode existir um um pouco espírita e um muito espírita? Mas muito espírita é porque é muito dedicado ao movimento, é extremamente estudioso e por duas vezes ele já enviou para nós mensagem dizendo: "Silvia, no momento o cultive-se". É um livro que eu tenho presenteado muito há muitos amigos, principalmente não espíritas, e tenho tido um retorno muito positivo. Vejam que ele me enviou essa mensagem duas vezes. Então, respondendo a pergunta de Denise, eu fiquei muito contente com esse retorno, né, principalmente por saber que as pessoas estão gostando. E de alguma forma ali elas percebendo que existe uma epígrafe, que é uma editora espírita, elas também, quem sabe possam ter um olhar um pouquinho mais aberto e se sentirem um pouco mais motivadas a acessar aí sim o conteúdo mais realmente doutrinário, corpo finance doutrina espírita que nos faz também. Uhum. Eu vou aproveitar adiantar a pergunta da Valéria Maria que entrou no chat agora e ela pergunta: "Que livro é esse? Onde encontro esse livro maravilhoso?" Eu não conhecia a Silvia. Então, Valéria, o livro é esse

oveitar adiantar a pergunta da Valéria Maria que entrou no chat agora e ela pergunta: "Que livro é esse? Onde encontro esse livro maravilhoso?" Eu não conhecia a Silvia. Então, Valéria, o livro é esse aqui. Cultive-se. Se é dele que estamos falando, é da editora Intervidas. Você acha no site da editora Intervidas, que é o wwwintervidas.com, você encontra também nas grandes livrarias brasileiras de comercialização de livros. E é possível, né, que esteja bem próximo aí na sua casa espírita. E falando aqui paraa Casa Espírita, eu tô olhando bem para Ana Cecília e lembrando de dizer a quem organiza Livraria de Casa Espírita, compre o cultivo, se coloque bem na frente, porque esse livro precisa estar nas livrarias, precisa ser conhecido, precisa ser visto, porque é um livro que vai nos trazer essa leveza que nós precisamos, inclusive ou sobretudo para atender entender o espiritismo. E antes de passar pra próxima pergunta, Silvia, eu queria comentar também ainda sobre o a parte gráfica. Teve um capítulo que eu abri com uma página é assim em preto e branco, me deu uma vontade de preencher aqueles espaços ali do desenho de colorir. Aí eu fui lá colorir, colorir tudo com calma. Aí deu aquela esvaziad, agora eu vou seguir, agora eu vou ler, né? Eu fiquei procurando aqui coisa linda. Mas Pois é, é o o design gráfico, né? Não, não me tocou também. E entre achar aqui o capítulo, olhar pro comentário dos internautas e seguir aqui, acabei nem localizando qual foi o capítulo, mas queria fazer esse registro que é um feedback importante, inclusive para quem faz design gráfico de livros, porque o design precisa est muito bem casado com a proposta do livro, senão não fizga o leitor. E dizendo isso, eu também quero me referir aquele internauta que pensa assim: "Ah, e eu gosto do programa, mas eu eu tenho preguiça de ler, eu não gosto de ler". A gente ouve muitos feedbacks desses, né? Porque o hábito da leitura é um hábito que se constrói e se reconstrói ao longo da vida. Eu quero dizer pros

u eu tenho preguiça de ler, eu não gosto de ler". A gente ouve muitos feedbacks desses, né? Porque o hábito da leitura é um hábito que se constrói e se reconstrói ao longo da vida. Eu quero dizer pros internautas, é inclusive um livro que você pode ler aos poucos. Aliás, ele não deve ser lido de uma vez, ele deve ser lido aos poucos, né? um capítulo por dia para que você pense bem no ritmo da elaboração. Um capítulo por dia, uma das atividades por dia. É nesse ritmo que o livro deve ser lido. É um livro maravilhoso. Mas a nossa hora tá passando aqui muito rapidamente. Eu vou retornar a voz paraa Ana Cecília para que ela nos faça mais alguma pergunta e aí damos seguimento com você. Silvia, eh, você já falou algumas vezes aqui que, eh, esse livro ele ele de alguma forma ele é uma ainda um filho, né, do Flores onde estiver, mas o meditação espiritismo traz contribuições para esse livro. de alguma forma ele abriu portas para que o cultivo se pudesse existir. Existe correlação, vocês conseguem enxergar alguma correlação que traga, né, entre o meditação e espiritismo e o cultivo-se. Toda a relação, Ana, toda toda. Ele ele tem o pai e a mãe, então é o é o Floressa. E o é o Floressa e o Meditação Espiritismo. Meditação e Espiritismo vinha sendo escrito. Tinha até um outro título, era o Espiritismo e Meditação, mas graças a Deus, no movimento espírita houve uma leva de livros, uma pequena leva de livros relacionados à meditação que surgiram quase que ao mesmo tempo. Tem um da Associação Médico Espírita, se não me engano, do Rio Grande do Sul, que é Meditação Conexões Médico Espíritas. Tem um também que era o Dutra editor e junto, quase junto com o nosso surgiu o do o Alberto Almeida e o título era espiritismo e meditação e graças a Deus deu tempo porque o nosso livro já tava quase indo pra gráfica com esse mesmo tema, espiritismo e meditação e nós trocamos e colocamos meditação e espiritismo. Mas ele é ele é totalmente responsável pelo cultivese, né? como a gente falou no início, foram as práticas

esse mesmo tema, espiritismo e meditação e nós trocamos e colocamos meditação e espiritismo. Mas ele é ele é totalmente responsável pelo cultivese, né? como a gente falou no início, foram as práticas da meditação que foram nos ajudando a ter esses insites em relação aos textos a partir das conversas e foi foram as práticas de meditação que nos conduziram a essas práticas do cultivo, aos exercícios cotidianos de presença, de sensibilização, de autopercepção e de autoacolhimento. Então, eh, totalmente, totalmente. A Joana de Angeles é uma das nossas grandes inspirações. A gente não pode deixar de falar, né? A gente desde do início da série psicológica dela, a gente vê a Joana de Ângeles nos chamando a prática da meditação. Ela fala de meditação de maneira pulverizada em diversas das suas obras, mas embora esteja pulverizada, ela tem alguns textos que são inteiros sobre a prática de meditação e do silêncio. Assim como o Emanuel também tem textos lindíssimos nos convidando à meditação e ao silêncio. Então essa leitura muito pregressa daqueles primeiros livros da série psicológica, as releituras que César sempre costuma fazer, eu menos costumeiramente, ele mais, mas são a grande inspiração. Acho que foi o que ficou dormitando ali num cantinho, né, da nossa mente, esperando a hora de dizer: "Presta atenção nisso, observa isso, isso é fundamental, vocês estão deixando para trás, resgata, traz de volta, tenta fazer uma contribuição, ainda que muito humilde, muito singela, que é a nossa contribuição muito pequenina, mas para que de alguma maneira ela possa abrir portas para que mais pessoas priorizem o estarem consigo. Joana nos diz que a meditação é o melhor método para a incursão profunda. São palavras dela. Então, é através dessa prática milenar que a gente está tem podido a pouco e pouco promover o nosso a nossa caminhada interior e chegar no cultive-se aqui, né? Também mais uma vez exaltando a parte gráfica. Gratidão Intervidas Ari Dourado. Vocês são realmente fantásticos. Muito obrigado.

ver o nosso a nossa caminhada interior e chegar no cultive-se aqui, né? Também mais uma vez exaltando a parte gráfica. Gratidão Intervidas Ari Dourado. Vocês são realmente fantásticos. Muito obrigado. Ô, Silvia, eu vou então pra última pergunta de conteúdo pra gente passar aqui pros comentários dos internautas. E você fez de fato a ponte ali que tava aqui na minha mente. É entre o autodescobrimento que essa a a conceito central na obra de Joana de Angeles e que por vezes parece um conceito muito difícil e é apresentado como se fosse muito denso, né? E aí vocês fizeram um trabalho que a gente conhece como de didatização, tornaram didático esse conceito. Muito importante. Foi um grande trabalho que vocês fizeram. Mas a ponte que eu queria pensar aqui junto com você é entre o autodescobrimento e a transformação moral, né? Você compreende assim que há um grande salto entre o autodescobrimento e a transformação moral proposta por Kardec? a transformação moral, né? O verdadeiro espírita reconhece pelos esforços que faz em domar suas mais inclinações. Daí a gente vê a transformação moral como um processo. E muitas vezes a gente fala, a gente entende que é um processo, mas a gente se comporta como se fosse uma finalidade, um lugar onde você vai chegar e que você precisa correr e que você precisa se apressar e que de alguma maneira os instrumentos que você usa são tão pouco conscientes que você se maltrata nessa caminhada, que é uma caminhada que em vez de te libertar, ela te prende, ela te segura, porque ela tá envolvida numa série de autocob cobranças e de um desassego, por você não gostar de ser quem você é, porque rapidamente você precisa superar todas essas más inclinações. Eu penso que a proposta do cultivo se é contribuir para que a gente vá desconstruindo essa parte que não é a parte que vai dispensar sacrifício, o sacrifício não vai dispensar. Ela não vai dispensar a dor, ela não vai dispensar instantes de sofrimento, ela não vai dispensar dificuldades nesse processo de busca, mas ela vai nos

nsar sacrifício, o sacrifício não vai dispensar. Ela não vai dispensar a dor, ela não vai dispensar instantes de sofrimento, ela não vai dispensar dificuldades nesse processo de busca, mas ela vai nos despertar pro quão raro, importante é o momento presente, é o aqui e agora. A consciência só despertar aqui, a consciência só desperta agora. Ela ela não desperta amanhã, porque amanhã quando chegar já vai ser hoje de novo, já vai ser agora. Então, se o meu olhar tiver sempre projetado eh na busca em si mesmo como finalidade, eu tô andando em círculos. Então, penso que eh esse olhar de didatização é venha eh se dedique a si mesmo aqui e agora. Esse é o processo e a sua transformação, querida, querido, ela está no processo. Abrace seu processo. dê as mãos. Não se puxe com força, com agressividade, com violência, negando a si mesmo no sentido de estar insatisfeito com quem você é, negando a si mesmo no sentido de não aceitar passivamente padrões de pensamento e de comportamento que já não correspondem mais ao que você acredita, ao que você deseja, a quem você sabe que você é inicência, um espírito encarnado que é luz, que é o sol da terra. terra que é a luz do mundo. Então, se é já é, precisa ser cultivado para que possa florescer. Existe um trabalho a ser feito. Portanto, há o sacrifício, sim, há o sacrifício, há as dores, há as delícias que fazem parte do processo, mas a leveza do olhar consciente e amoroso, tal qual chamou Jesus, ela pode ser cada vez mais expandida. E assim a gente vai se dar as mãos também com mais compreensão, porque à medida em que eu me compreendo, eu te compreendo, eu noto essa humanidade comum que há entre nós duas, entre nós três, entre nós todas, entre nós todos. Então, a transformação moral como processo, o trabalha e confia, trabalha e espera, mas esteja plena e inteira no trabalho, porque o que você tem é apenas esse instante, o aqui e agora. Teu corpo não é tropeço. Teu corpo não é empecílio. Teu corpo é aliado. É através dele que você

a, mas esteja plena e inteira no trabalho, porque o que você tem é apenas esse instante, o aqui e agora. Teu corpo não é tropeço. Teu corpo não é empecílio. Teu corpo é aliado. É através dele que você manifesta suas emoções, que você pode notar como você se sente. É através das percepções no seu corpo que você reconhece quais são suas reais necessidades aqui e agora e honestamente poderá escolher entre atendê-las ou não. Então penso, Denise, Ana, amigas e amigos, que nesse sentido um encontro com a simplicidade pode ser uma grande didática para transformação moral. Com certeza, Silvia. Eu já tô pensando aqui que essa sua resposta agora nós vamos cortar desse vídeo como um short, né, e ficar reproduzindo aí esse recurso que o YouTube nos permite, né, para apresentar para muitas outras pessoas que não tiveram como ouvir aqui e colocar no nosso Instagram também. Mas eu quero, Silvia, aqui trazer alguns comentários dos internautas. Nós temos só uma pergunta e temos muito mais comentários. Já respondemos a pergunta da Valéria sobre o título do livro. Ela já disse que vai comprar e eu tenho certeza que a Valéria vai amar. E o comentário que nós temos aqui é da Rosana de Brumado, que é da nossa equipe aqui do Literatura Espírita. E ela diz assim: "Esse livro é muito transformador. Eu vou voltar a ler do início um capítulo por dia, fazendo cada atividade com bastante concentração, porque li para fazer os cards. Agora eu vou ler degustando cada capítulo com carinho." Então, ela leu para fazer a tarefa da divulgação, agora ela vai ler como uma leitora comprometida consigo, tá? E eu quero aproveitar para dizer que eh coincidentemente os cards que que a Rosana fez paraa divulgação desse literatura espírita foram os mais suaves que ela já fez. Era de uma delicadeza. Inclusive eu reproduzi um no meu Instagram dizendo isso. Olha, a equipe tá num capricho total porque os cards estão lindos. Então já era o cultive influenciando a nossa designer que, né, que era que é a Rosana, né? Eh, nós

um no meu Instagram dizendo isso. Olha, a equipe tá num capricho total porque os cards estão lindos. Então já era o cultive influenciando a nossa designer que, né, que era que é a Rosana, né? Eh, nós temos aqui um outro comentário que é da Dari. Oi, deixa Silvia voltar. Obrigada, Rosana. Obrigada. OK. Vamos seguir aqui. Nós temos E aí, meninas? Tô aí com vocês? Tá sim, tá sim. tá aqui com a gente. Nós temos o comentário da Dari Silva, ah, que nos disse que já leu o Meditação e Espiritismo, que é muito bem construído e o que nós apresentamos hoje, que foi o cultivo, se despertou o interesse dela e que a Silvia Encanta mesmo, encanta 100%. Então nós atingimos o objetivo dessa manhã, que é um internauta dizer: "Eu vou ler esse livro". Esse é o grande objetivo do Literatura espírita. A gente fala para um número muito grande de pessoas, mas o que interessa é que uma pessoa diga: "Ah, eu não conheci esse livro e eu vou ler". Esse é o nosso grande objetivo e atingimos nessa manhã com esse depoimento aqui da da Ari Silva que nos colocou aqui. Aí nós temos ah um um comentário do César Saíde que está nos acompanhando e disse assim: "Que encontro maravilhoso! Estou muito feliz por essa troca rica e fraterna e fecunda. Aprendo muito com vocês três. Quanta delicadeza e leveza. E ele nos mandou um girassolzinho de presente, né, César? Nós estamos muito felizes também. Sua audiência é muito honrada para todos nós. Saiba que você é alguém a que nos referimos internamente, sempre tomamos aqui como um referencial, né, Ana Cecília, Suenia, né, nossa amiga C. sempre tomamos o César como uma referência, um grande irmão para todas nós. E aí temos uma pergunta da Marlene Rosa, que é também da nossa equipe. E a Marlene vai lá pras relações intertextuais, Silvia, que vocês construíram. Vocês nos trazem autores da psicologia, outros pesquisadores. E a Marline quer saber se à medida que você, como leitora e como autora, lê essas referências, você identifica que nelas há o que a gente poderia chamar mesmo de uma conexão com

outros pesquisadores. E a Marline quer saber se à medida que você, como leitora e como autora, lê essas referências, você identifica que nelas há o que a gente poderia chamar mesmo de uma conexão com o conteúdo espírita. ou dizendo de outra forma, se o conteúdo espírita aparece ali, digamos, parafraseado, como é que você percebe essa relação? Ai, o tempo todo eu sou assim. Eu eu desconfio que vocês também sejam assim. A gente tá o tempo todo lendo outras obras de outros autores, graças a Deus, sem deixar as leituras espíritas. E o nosso pano de fundo é o espiritismo, né? Embora a gente procure cultivar sempre uma abertura muito grande, é importante a gente também não perder de vista que a doutrina espírita é progressiva, né? Então, é é a doutrina espírita se torna para nós um estilo de vida, uma forma de ver o mundo, de se mover no mundo a partir de tudo que a gente estuda, dos desdobramentos dos seus princípios básicos, das obras de Allan Kardec e depois todas as outras que vieram na sequência, que ainda estão vindo. Mas quando eu leio os outros autores, esses que eu citei no início e tantos outros, eh sempre me vem os conceitos espíritas, o quanto de relação eu posso estabelecer. Muitas vezes eu eu noto que ali há expressões genuinamente espíritas, porém não formalmente espíritas. e via de regra, eu marco esses conteúdos, destaco esses conteúdos, separo e isso acabou se refletindo no cultive-se. Então, à medida em que a gente cita alguma alguns autores ali, eh, de fato, porque isso aconteceu muito fortemente, mas eu como leitora, isso acontece comigo fortemente sempre. Às vezes eu até, às vezes eu até escrevo no livro isso e nos dá muita alegria, né? Porque a universalidade dos ensinos não tá só dentro do movimento e das publicações espíritas, ela também está em outras publicações, porque todos somos espíritos com a missão aí de nos despertar e nos despertar conjuntamente também, né, sendo solidários com o despertar dos nossos irmãos. É maravilhoso quando a gente acha, né,

ções, porque todos somos espíritos com a missão aí de nos despertar e nos despertar conjuntamente também, né, sendo solidários com o despertar dos nossos irmãos. É maravilhoso quando a gente acha, né, essa universalidade em outras obras. Nossa, que que alegria. Eh, Silvia, uma dos um dos nossos internautas, num comentário que já ficou um pouco mais atrás, não consigo resgatar o nome, pede para você citar novamente aquelas obras que você citou no início da poetisa que você lê, ah, aquele livro do nosso amigo do Rio Grande do Sul. Na agora eu até tentei anotar, mas não consegui. E queria que você repetisse isso e indicasse também a casa que você frequenta no Rio de Janeiro, qual é o bairro ou se na região metropolitana. Acho que a pessoa quer ir lá te conhecer pessoalmente. Hum. Vai ser uma alegria. A leitura da da poetisa é a Rup Kauer, Indiana, eh, naturalizada canadense, é uma poetisa contemporânea, uma jovem. Acho que é essa leitura especificamente, né, da poetisa e a do Vinícius Lousada também, que é um livro fantástico, que que é o meu livro de recorrer sempre, que traz esse paralelo entre a comunicação não violenta, a círculo de paz, justiça restaurativa, com uma fundamentação espírita profunda, linda, eh, a linguagem do coração, se não me engano, não tô com ele pertinho de mim aqui agora, Mas eu posso depois, se a pessoa quiser, fazer um contato direto comigo pelo Instagram, eu tiro uma foto e envio. Mas é o autor e editora é Ferges da Federação Espírita do Estado do Rio Grande do Sul. Ah, minha casa espírita é o grupo de estudos espíritas Francisco de Assis. Fica em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Olha, um anjo trouxe aqui, ó, livro do Vinícius, a linguagem do coração, educação dos sentimentos e cultura de paz. E a casa espírita fica em Nova Iguaçu. Isso. Isso. Bem no centro de Nova Iguaçu. Diga, diga Denise. Não, pode, pode seguir, Silvia. Pode seguir. Então, eh, fica no centro de Nova Iguaçu a Casa Espírita Francisco de Assis. É isso. E essa casa tá aberta para receber o

e Nova Iguaçu. Diga, diga Denise. Não, pode, pode seguir, Silvia. Pode seguir. Então, eh, fica no centro de Nova Iguaçu a Casa Espírita Francisco de Assis. É isso. E essa casa tá aberta para receber o público em quais dias da semana, Silvia? Ah, as segundas-feiras a gente tem uma reunião pública na parte da tarde, 2:30. E as terças-feiras, outra reunião pública às 7 horas da noite. Quartas e sextas nós temos o grupo de estudos sistematizados 7 horas da noite. Três sábados por semana, um é o grupo Bem Viver. 9:30 da manhã, você vai ter ali estudo das obras de Joana de Ângeles, o grupo Juntos pela Vida, que é um grupo específico para valorização da vida e o nosso grupo que é o Caminhos para Paz, que estuda e pratica meditação e comunicação não violenta à luz do Espiritismo. Então você tem esses horários aí, você pode encontrar no Instagram, você coloca lá @gefa_line fazendo obem. Olha aí, não tem como não achar, né? Não tem como não achar esse grupo, meninas. E o nosso tempo tá chegando, nós precisamos encerrar o programa. Vou pedir a Ana Cicília para se despedir aqui do dos internautas que nos acompanham nessa manhã. Bem, eu gostaria de agradecer a vocês, a Denise pela pelo convite para estar aqui, Silvia, pela partilha, pelo livro, pelo presente que você nos deu junto ao César, que foi esse livro. E vida longa ao literatura espírita, vida longa ao cultivice e aos a toda a literatura espírita que nos alimenta e nos sustenta. Um abraço a todos que nos acompanharam e divulguem o programa, divulguem o livro, porque de fato alimenta as nossas aulas. OK. Muito obrigada. E Silvia, você agora sua vez de se despedir do público. Bom, Ana, muito obrigada pelas palavras, muito obrigada pela presença. Minha vontade era de te dar um abraço presencial agora, mas sinta-se abraçada, viu? As nossas almas estão realmente conectadas. Denise, da mesma forma. Convite, carinho, como falei no início, uma honra. Muito obrigada por esse abraço através desse papo, dessa conversa, pela atenção ao livro, pela

as estão realmente conectadas. Denise, da mesma forma. Convite, carinho, como falei no início, uma honra. Muito obrigada por esse abraço através desse papo, dessa conversa, pela atenção ao livro, pela generosidade comigo, com o César, por essa conexão através dessa afinidade que é a doutrina espírita nas nossas vidas. Muito obrigada, internautas, muito obrigada, equipe do Literatura Espírita. Parabéns por esse trabalho lindo. É um momento que eu jamais vou esquecer, ter tido a oportunidade de estar aqui com vocês, conversando, trazendo esse livro que é um reflexo de um de um momento de vida mesmo, de uma necessidade pessoal, um abraço bem caloroso e boas leituras espíritas sempre para nós. Nós precisamos muito disso. Obrigada, Denise. OK. Então, muito obrigada a vocês duas por terem eh ficado essa manhã aqui conosco e aos internautas também, né, que dedicaram a sua manhã de domingo para estarem aqui, quem leu o livro, quem ainda não leu. E nós seguimos aqui com o nosso literatura espírita, que no próximo mês estará de volta, no dia 1eiro de junho. E nós traremos a Ana Teresa Camasmi, que é autora do Palavras da Alma, é autora também do caminho a que a vida te encontra. esse livro maravilhoso e é autora também recente dessa obra aqui sobre mãe. Na verdade, o livro chama-se Mãe As Forças, aliás, As Faces da Força do Amor Materno. Então, As Faces da Força do Amor Materno da Ana Teresa Camesmi, é essa autora que estará conosco no próximo programa. E vocês acompanham a nossa preparação através do nosso canal oficial no Instagram que é o @literatura.espesírita. Ao longo do mês, nós começamos a postar os cards com frases do livro. Vamos falando aí da preparação, de como tá o nosso ritmo de leitura aqui. E agradecemos que vocês deem o like nesses canais do YouTube que estão colocando esse programa no ar, porque o algoritmo do YouTube entende que esse é um conteúdo relevante, o leva para muito mais pessoas. E se vocês também curtem as nossas postagens no Instagram, o algoritmo, da mesma forma entende que é

ue o algoritmo do YouTube entende que esse é um conteúdo relevante, o leva para muito mais pessoas. E se vocês também curtem as nossas postagens no Instagram, o algoritmo, da mesma forma entende que é um conteúdo relevante e leva essa consolação da literatura espírita para muitos mais corações. Então, por um dia leve, por uma vida com muito cultivo, de leveza, de amor, de abertura à nossa condição espiritual transcendental e a nossa condição essencial. Um bom domingo a todos e muito obrigada por essa manhã. Até logo.

Mais do canal