Literatura Espírita | T11:E4 • Autores Espíritas Contemporâneos • Viver Melhor

Mansão do Caminho 02/11/2025 (há 4 meses) 1:25:14 928 visualizações 186 curtidas

Literatura Espírita: prazer em conhecer » Temporada 11 - Autores Espíritas Contemporâneos » Episódio 4 - Viver Melhor – Uma Abordagem Espírita para a Vida em Sociedade (livro) Apresentação: Denise Lino #literaturaespírita #autoresespíritas #espiritualidade #joannadeângelis #améliarodrigues #dilvadofranco

Transcrição

Olá amigos, muito bom dia a todos. Eu sou Denise Lino e este é o Literatura Espírita. Prazer em conhecer que no programa de hoje trará o expositor e escritor espírita Simão Pedro de Lima e abordaremos o livro Viver Melhor, uma abordagem espírita para a vida em sociedade. Nós já estamos na nossa 11ª temporada e este é o quarto programa desta temporada em que estamos abordando os autores espíritas contemporâneos e os seus livros. Então, sinta-se feliz por estar conosco nessa manhã. Queremos aproveitar e saudar os internautas que nos acompanham a partir dos nossos parceiros de transmissão. Então, para você internauta que nos acompanha pela web TV da Mansão do Caminho, pelo canal Celedor Espírita, pela web TV da União Espírita de Vitória da Conquista, Web Rádio Fraternidade, a Rai TV, a TV7 e a Web TV da Federação Espírita Paraibana. Sinta-se abraçado por toda a equipe do Literatura Espírita que coloca este programa no ar nesta edição. É importante lembrar os objetivos deste programa, que são divulgar o espiritismo, divulgar a literatura espírita, instigando os leitores para as múltiplas formas de ler e interpretar, relacionar os textos, sejam eles mediúnicos ou não, e incentivar a aquisição de obras espíritas em editoras e livrarias. espíritas, porque assim a cadeia dos direitos autorais fica mantida e as obras sociais que são mantidas por essas livrarias e editoras permanecem com as portas abertas. O nosso programa hoje, nesse 2 de novembro de 2025, presta uma homenagem ao dia de finados e ao aporte consolador da doutrina espírita sobre esse tema. Para começar, nós vamos ler um trecho da apresentação do livro que vamos tematizar neste programa. E o autor, o Simão Pedro, diz o seguinte: "Qual a contribuição do Espiritismo para o mundo melhor? Pode-se dizer que contempla a educação?" "Sim, é evidente. Em que sentido? Encontrar a resposta adequada é complexo, pois o universo de estudos sobre o espiritismo é vasto, espraiando-se por suas vertentes, quais sejam a filosofia, a ciência e a

, é evidente. Em que sentido? Encontrar a resposta adequada é complexo, pois o universo de estudos sobre o espiritismo é vasto, espraiando-se por suas vertentes, quais sejam a filosofia, a ciência e a religião. O que se pode afirmar é que o Espiritismo vem mostrar caminhos para que o homem cumpra a orientação de Jesus, sede perfeitos. A obra Viver Melhor, abordagem espírita para a vida em sociedade, discute o assunto sobre a visão da moral trazida pelo Cristo de Deus, portanto, a visão da religião, pois assim são classificados os ensinos do mestre para o atual estágio de entendimento humano. Em se tratando de espiritismo, em algum momento esta vertente religiosa encontra as demais, cada uma apoiando ou esclarecendo os pontos de vista da outra. É sabido que o objetivo do espiritismo é orientar o homem na busca da perfeição a que Jesus nos convida. para alcançá-la, longo e persistente esforço pessoal lhe é exigido. Isso nos leva a buscar informações, instrumentos que, ao mesmo tempo que apresentam suas características e resultados próprios, permeiam todas as facetas da educação terrena. Ao tratarmos de refletir sobre a trajetória evolutiva do ser humano, ao analisarmos as orientações espirituais e sugerirmos ações que afetam o comportamento pessoal e o relacionamento com os semelhantes, não nos consideramos acima dos que nos leem. Todos nós somos seres em evolução. Desejamos que este diálogo travado entre o silêncio das palavras acrigadas e as nossas reflexões nos leve a perceber que cada um de nós pode contribuir com a obra educacional do Evangelho e do Espiritismo e assim construirmos um modo melhor de viver para a parcela da humanidade à qual nos ligamos, seja como indivíduos, familiares ou membro dos grupos sociais. Esse é então o trecho de Simão Pedro na apresentação do seu livro Viver Melhor, uma abordagem espírita para a vida em sociedade. Nós vamos então chamar o Simão, que é o nosso entrevistado nessa edição do programa, e a Ivana Raisque, que nos auxilia nessa entrevista para

r Melhor, uma abordagem espírita para a vida em sociedade. Nós vamos então chamar o Simão, que é o nosso entrevistado nessa edição do programa, e a Ivana Raisque, que nos auxilia nessa entrevista para estarem na tela conosco. Simão, Ivana, sejam muito bem-vindos ao Literatura Espírita. É de fato um prazer estar com vocês aqui nessa manhã. E Simão, você é um autor e um expositor espírita muito conhecido, mas eu gostaria que você falasse sobre você, mesmo se apresentando aos nossos internautas. Bom, bom dia, Denise, bom dia, Ivana, queridas amigas e bom dia à pessoas que estão conosco nessa manhã. Eu sou um mineiro, mineiro de de nascimento, mineiro de coração, mineiro de jeito, né? Eu sou mineiro de todas as formas. Sou lá de São Gotard, minha terra querida. E aqui moro em patrocínio já há muitos anos, há três décadas. E aqui me dedico ao trabalho espírita na Sociedade Espírita Casa do Caminho, que é uma casa espírita já bem mais velha do que eu, né? e que me acolheu como um colaborador pros trabalhos da casa. Então esse sou eu, né, esse esse mineiro comum, natural, né, de de com vontade de viver, né, de viver melhor. >> OK, Ivana, é uma alegria tê-la pela primeira vez no nosso programa e eu queria que você também falasse pros internautas quem você é, qual a sua atuação no movimento Espírita. Bom dia, Denise, bom dia, Simão. Bom dia a todos que estão nos acompanhando e que depois vão assistir em algum momento, né, essa nossa eh programação. Bom, eu sou uma goiana e os goianos são muito parecidos com os mineiros, viu, Simão? Aqui em Goiás a gente diz, Denise, que metade da população de Goiás é mineiro e a outra metade é filho de mineiro, porque existe uma influência muito grande, né, da cultura, culinária de Minas Gerais aqui em Goiás. Então, eu sou uma goiana do interior de Goiás, de Jataí, mas que vive em Goiânia desde a infância e que teve a alegria de encontrar o Espiritismo logo ali no início da vida adulta. Eu tinha 21 anos quando eu me tornei espírita e foi justamente o que, né, trouxe as

vive em Goiânia desde a infância e que teve a alegria de encontrar o Espiritismo logo ali no início da vida adulta. Eu tinha 21 anos quando eu me tornei espírita e foi justamente o que, né, trouxe as respostas que eu buscava, que eu buscava e eu não me encontrava em lugar nenhum. Então, a partir daí, eu digo que isso foi um divisor de águas na minha vida, né? que eu posso classificar minha vida de antes e depois que eu conheci o Espiritismo. E sou uma apaixonada pela doutrina espírita, uma apaixonada por divulgar essa doutrina, não no sentido do proselitismo, mas no sentido de que as pessoas com certeza terão muito a ganhar em conhecer o espiritismo. E por isso é uma alegria estarmos aqui juntos nessa manhã. >> Que bom. Então, esse é um programa feito por uma paraibana, com um mineiro, uma goiana para todo mundo que tá no Brasil, nas diferentes regiões e também no exterior. E eu já aproveito e peço pros internautas que nos acompanham deixarem no chat de onde nos acompanham, qual a cidade, qual a casa espírita, porque gostamos de saber exatamente disso, de onde as pessoas nos acompanham e aonde estão enraizadas no trabalho espírita. E mais do que saber isso, uma grande alegria é quando nós encontramos internautas que dizem: "Ah, eu assisti o Literatura Espírita. Eu li o livro porque vi o comentário lá ou vi o ouvi o autor ou o entrevistador que estava lá. Então, uma alegria estar aqui com vocês e com os internautas que nos acompanham. Ah, antes de colocarmos os nossos slides no ar, eu já quero lembrar pros nossos internautas que em função das nossas agendas, esse programa foi gravado, mas está indo ao ar na sua data prevista, que é o 2 de novembro, e a nossa equipe já está aí no chat interagindo com os internautas. Então, os comentários, aquelas perguntas, nós estamos com toda a equipe no chat. Vamos então apresentar o livro do nosso querido Simão Pedro para que todos possam conhecer esse que é o primeiro livro do Simão, porque já tem um segundo livro aí que foi lançado.

da a equipe no chat. Vamos então apresentar o livro do nosso querido Simão Pedro para que todos possam conhecer esse que é o primeiro livro do Simão, porque já tem um segundo livro aí que foi lançado. Então, é o Viver Melhor, uma abordagem espírita para a vida em sociedade, que foi lançado em 2016 pela editora da Federação Espírita do Estado de Goiás. Além desse livro, Simão publicou capítulos em outras obras espíritas, mas agora em 200025, pela intelítera, ele nos brinda com o paz além das palavras. Esses são os seus dois livros autorais. Queremos lembrar que o livro que focalizamos é do gênero expositivo argumentativo, com um tom reflexivo e uma prosa muito mineira, um livro excelente de ser lido, um livro com apenas 160 páginas. A edição que tomamos como referência para o nosso trabalho neste literatura espírita foi a segunda edição de 2022. Queremos já destacar da página o autor e o seu texto, quando ele diz: "Redigimos a maior parte deste livro na primeira pessoa do plural, exceto quando a mensagem exigir uma concordância verbal ou nominal diferente. Assim, fazendo o autor, a equipe espiritual e leitores, aliás, a equipe editorial, perdão, e leitores, estaremos em mesmo patamar. Afinal, ninguém tem o domínio sobre os assuntos abordados nesta obra. E aí, no sumário, o sumão já nos brinda com algo extraordinário. Primeiro capítulo, o surgimento do espiritismo. E ele nos leva a conhecer a doutrina espírita. Segundo capítulo, contribuições do Espiritismo. E ele nos leva a compreender como os princípios fundamentais nos fazem viver melhor. Terceiro capítulo, como atingir a perfeição sendo imperfeito. E ele nos leva aí a sentir. Depois, o quinto capítulo, como viver a lei de sociedade. E ele nos propõe transformação. Depois nós vamos para o caminho para a felicidade real, que é o conviver, o convite apresentado pelo Simão. No penúltimo capítulo, a educação na sociedade atual. E ele nos leva ao melhorar se por fim o ápice Jesus modelo e guia, ele nos leva a nos inspirarmos.

é o conviver, o convite apresentado pelo Simão. No penúltimo capítulo, a educação na sociedade atual. E ele nos leva ao melhorar se por fim o ápice Jesus modelo e guia, ele nos leva a nos inspirarmos. Cada capítulo é um passo, cada passo um despertar. E no alto dessa caminhada, Jesus nos inspira a continuar subindo. Seguindo ainda por esse livro, pontos importantes que queremos destacar. Inicialmente o a temática o tempo de Deus e o silêncio do Cristo. O livro começa com uma pergunta que atravessa os séculos. Por que Jesus ficou em silêncio tantas vezes? A resposta nos convida a compreender que o divino respeita o ritmo da maturidade humana. É uma espera que consola. O silêncio do Cristo não representava ausência, mas paciência. A humanidade precisava amadurecer a sua capacidade de compreensão antes de receber as verdades mais profundas que vieram no século XIX com o Espiritismo, o despertar da razão. E o Espiritismo surge quando o homem aprende a pensar com o coração. Kardec não inventa uma fé, mas desperta a razão da fé, unindo o sentimento e entendimento. E aqui destacamos de novo do texto do autor quando ele diz: "É sabido que o objetivo do Espiritismo é orientar o homem na busca da perfeição a que Jesus nos convida. Para alcançá-la, longo e persistente esforço pessoal é exigido. Depois queremos ainda destacar outro ponto importante, a fé que pensa e a razão que crê. Fé e ciência não são rivais, são irmãs que caminham juntas na busca pela verdade. O espiritismo surge como cinte harmoniosa de três forças que movem o mundo, a ciência, a filosofia e a religião. E nos diz o Simão Pedro: "Tudo que surge antes tende a ser abortado. Tudo que vem depois de seu tempo tende a ser desconsiderado. Atitudes certas em momentos errados darão resultados errados. Atitudes erradas em momentos certos darão resultados errados. Atitudes certas em momentos certos darão resultados certos. Tudo está devidamente ajustado. Prosseguindo ainda com o livro nos pontos importantes, temos um terceiro

os certos darão resultados errados. Atitudes certas em momentos certos darão resultados certos. Tudo está devidamente ajustado. Prosseguindo ainda com o livro nos pontos importantes, temos um terceiro que eu já diria aqui para os internautas, foi aquele que me pegou no livro e eu considerei interessantíssimo. Somos imperfeitos ou inacabados. Uma mudança profunda de perspectiva. A imperfeição não é falha, mas estágio. Somos seres em constante transformação, obras vivas do amor divino. A aprendizagem é vista como um processo e cada erro uma lição integralizada. Jesus, o nosso grande arquétipo. O Cristo nos mostra o caminho. O homem que se conhece profundamente alcança a plenitude espiritual. Somos imperfeitos ou perfectíveis? Jesus é perfeito e veio tornar o homem perfectível, recriando-o por dentro. E destacamos ainda viver em sociedade, uma escola de almas. A convivência humana é apresentada como a grande oficina do espírito, na qual cada encontro, cada palavra, cada silêncio influenciam o quem nos tornamos. Vivemos relações das quais retiramos lições e cada vínculo é uma oportunidade de aprendizado. A palavra tem o poder de criar realidades. Podem curar ou ferir, construir pontes ou erguer muros. E o livro reflete sobre o valor do verbo no cotidiano e nos faz pensar sobre a caridade verdadeira, aquela que transcende o ato de dar coisas materiais, mostrando no doar-se, no compartilhar a presença, oferecer compreensão sem julgamentos. E por fim, o último ponto que consideramos importante, a felicidade, a ciência de uma consciência tranquila. A felicidade não é alegria passageira, mas a serenidade profunda de quem vive em paz consigo mesmo. É fruto de uma consciência tranquila, cultivada dia após dia. E três pontos são importantes para essa felicidade. O perdão que liberta a educação moral como foco da regeneração humana através da educação das almas e o autoconhecimento que protege. Conhecer a si mesmo é construir uma fortaleza interior. Quem se conhece não se perde nas tempestades externas. E

o da regeneração humana através da educação das almas e o autoconhecimento que protege. Conhecer a si mesmo é construir uma fortaleza interior. Quem se conhece não se perde nas tempestades externas. E quem quiser saber mais, há incontáveis palestras do Simão Pedro nos diferentes canais que divulgam o movimento espírita. É só você procurar por Simão Pedro e terá um farto material para o seu estudo, para a sua reflexão. Voltamos agora com os nossos convidados. paraa entrevista dessa literatura espírita. E eu vou começar perguntando para o Simão Pedro sobre o Simão Pedro leitor. O que é que você gosta de ler, Simão? E como é que surgiu aí o Simão Pedro, escritor, que já era um expositor conhecido no movimento espírita? >> Denise, eu gosto de ler. Eu digo que eu leio até bula de remédio, né? Eu gosto de ler, isso exercita o o cérebro. É minha é uma é um tipo de academia, né? Muitos buscam academia pro corpo físico, eu busco também pro meu campo mental. E a leitura é isso, né? Gosto da leitura filosófica em especial, leitura reflexiva. Gosto da literatura como um todo, principalmente a nossa literatura brasileira, que eu acho riquíssima. Gosto muito dos escritores modernistas, sou gosto de passear pelos escritores parnasianistas, gosto bastante desse mundo. E a leitura, por assim também fala, chamar de deleite, né? Gosto de ler algumas ficções. Gosto de ler, por exemplo, eh, Senhor dos Anéis, que é uma grande ficção, que nos permite eh viajar por uma por uma terra imaginária com os problemas do da terra conhecida. Gosto muito desse do dos do Guerra dos Tronos, né, que também traz muito essa ideia ficcional, mas para uma vida em disputas. Então, eu gosto da literatura ficcional que também nos permite viajar um pouco, né? Então, essa essas são as minhas leituras. >> OK. E o Simão escritor, como é que surgiu aí nesse meio? >> Culpa da Ivan. >> Ah, é? [risadas] se tiver alguma reclamação é com ela, algum algum elogio para ela. Eh, na verdade, no o Simão escritor, ele não existe, né? Existe um um Simão que

aí nesse meio? >> Culpa da Ivan. >> Ah, é? [risadas] se tiver alguma reclamação é com ela, algum algum elogio para ela. Eh, na verdade, no o Simão escritor, ele não existe, né? Existe um um Simão que escreveu, né? E que escreve. Eu não me qualifico como escritor, aliás, nem como orador, né? Me qualifico como um proseador mineiro e que resolveu colocar no papel aquilo que ficava pela saía pela boca. Foi isso que a Ivânia me fez fazer na época que ela presidia a Federação Espírita do Estado de Goiás e por decorrência a editora FEGO. E ali ela me incentivou e não só incentivou, ela me fez escrever aquilo que eu falava. e com a ajuda de uma querida amiga, Fátima Salvo, que teve a paciência, a caridade de ouvir diversas falas minhas e me sugeri uma sequência de temas, uma sequência de assuntos e até mesmo uma sequência de falas. E ali então transformamos, digo transformamos porque sem essas duas, sem Ivana e sem a Fátima não teria o livro. Eh, transformamos o que era uma oratória em um texto, né? Um texto escrito com as características de um texto escrito, mas sem perder a essência da oratória. Muitas pessoas me dizem: "Simão, mas ler os seus livros é como se nós o ouvíssemos falando". Falei: "Mas exatamente isso. Eu nunca escreverei diferente daquilo que eu falo, porque sou eu dos dois momentos, né? uma hora falando, uma hora escrevendo. E assim é que nasceu esse livro, viver melhor, nasceu o segundo e o terceiro que vai que vai tá para aparecer, mas tudo porque foi Vânia. Aliás, esses três livros, os o os dois já existentes e o terceiro, graças a ela, porque todos nasceram na mesma época. Então assim que nasceu o Simão que escreve e não o Simão escritor. >> OK. Muito bem. E aí, Ivana, você já tá com o gancho para nos responder, né, um pouco sobre a história desse livro, a produção e como é que você achou esse Simão que escreve no Simão que já falava. Nos relate aí essa experiência. >> Bom, você já percebeu que o Simão é um mineiro muito modesto, né? Ele sempre se coloca, né, com muita simplicidade, mas

sse Simão que escreve no Simão que já falava. Nos relate aí essa experiência. >> Bom, você já percebeu que o Simão é um mineiro muito modesto, né? Ele sempre se coloca, né, com muita simplicidade, mas nós conseguimos ver muito claramente todo o potencial que havia ali naquele Simão que falava, né, aquele palestrante que envolvia e que nós sabemos que o livro ele eterniza esse conhecimento, né, aquela fala, muitas pessoas quando ouvem elas compreendem um pouco, mas quando leem é uma outra forma, um outro mecanismo de retenção de conhecimento. Então nós fizemos essa proposta ao Simão, né? Vamos colocar isso que você fala e de forma escrita, porque mais pessoas vão ter acesso a esse conteúdo, né? A pessoa vai guardar ali na estante, a qualquer momento ela pode tirar. E nós tínhamos realmente, como Simão disse, né, uma equipe muito boa, Fátima Salva, trabalhando com a gente e assim, né, com a o Simão topou a proposta, confiou na gente e nós somos muito gratos porque conseguimos, né, publicar o livro e nessa mesma época surgiram as ideias desses outros livros que, né, como diz o Simão, de repente é porque não era o momento certo, né, com a coisa certa para que desse certo. no momento certo foi agora, né, que foi lançado o segundo e já está sendo trabalhado aí o terceiro. E a gente fica muito feliz por isso. >> Que bom. E eu fico felicíssima porque eh eu sempre ando atrás dos editores também para entrevistá-los, né, porque um livro é sempre uma parceria do autor com os editores. Então nós estamos muito felizes, Ivana, de tê-la conosco aqui juntamente com Simão Pedro, nos auxiliando nessa entrevista. Eu já passo para você começar aí a primeira pergunta que verticaliza esse encontro aí com o Simão, que escreve conforme ele diz. >> Pois é, Simão, quando você escolheu o título do livro, né, Viver melhor, o que que significa viver melhor? Nós estamos falando de qualidade de vida, de evolução espiritual ou de uma nova forma de convivência entre as pessoas? Estamos falando de vida e

ro, né, Viver melhor, o que que significa viver melhor? Nós estamos falando de qualidade de vida, de evolução espiritual ou de uma nova forma de convivência entre as pessoas? Estamos falando de vida e o o viver melhor. Eu até sugeri à editora que colocasse um subtítulo, quer dizer, uma abordagem espírita paraa vida em sociedade, porque nós só nos realizamos no convívio com semelhante. Ah, ninguém se realiza sozinho, ninguém se constrói a si mesmo sozinho. Eh, nós somos o resultado de uma construção coletiva, os nossos esforços com a colaboração das demais pessoas. Por isso, a sociedade é uma lei, né? lei de sociedade. Então, por isso a ideia de viver em sociedade. E esse viver melhor é uma conexão conosco. Nós somos um grande desconhecido de nós mesmos. Prova quantas vezes nós já dissemos nunca mais e não respeitamos esse nunca mais. Quantas vezes dissemos: "Nunca mais farei isso". E fizemos e continuaremos a fazer, porque nós não nos conhecemos efetivamente. Então, é preciso uma viagem interior para entender o que é vida. E entendendo o que é vida, não há outra forma de viver senão viver melhor, viver mais intensamente, viver com toda a completude que a vida nos oferece. Se olharmos que a vida é um dom divino, o senhor da vida que nula deu, então não há como não viver melhor. Não é o viver melhor no sentido superficial de uma de uma autoajuda, como normalmente se diz, é esse viver melhor entendendo a vida, entendendo que existem alternâncias, que existe momento de ir, momento de vir, momento de falar, momento de ouvir, que a vida é uma sucessão de momentos e que precisamos entender a parte para depois ou as partes para depois entendermos o todo. E vivendo a vida a cada momento, entendendo os seus porquês, nós vamos construindo efetivamente a vida. E ela é complexa? Não. Na verdade, a vida é simples, porque a vida ela é uma só para cada pessoa. Cada pessoa só pode viver a sua vida. Então, a vida não é um elemento complexo, é um elemento simples. A vida ela é indivisível. Eu

dade, a vida é simples, porque a vida ela é uma só para cada pessoa. Cada pessoa só pode viver a sua vida. Então, a vida não é um elemento complexo, é um elemento simples. A vida ela é indivisível. Eu nunca posso dividir a minha vida. para vivê-la. Eu posso incluir na minha vida pessoas e ser incluído na vida das pessoas. Mas só eu vivo a minha vida. Ela é sob medida. Ela é o dizem Deus é o grande arquiteto. Eu posso dizer que ele é o grande alfaiate, porque ele construiu a vida sob medida. Não é uma, não é uma construção que a gente vai em uma loja, por exemplo, adquire uma roupa e damos um jeito para para que ela caiba em nós. Na verdade, a vida ela já foi tecida seguindo as nossas próprias medidas. Então, quando nós entendemos isso, é viver melhor. Eh, eu vi, eu cito muito os os filósofos, que eu gosto de chamá-los assim, ao Missata de Renato Teixeira, quando eles escrevem esse tratado existencial chamado Tocando em frente, falando da vida, dizendo: "Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir tocando em frente." E o que é compreender a marcha? A dinâmica da vida. como a vida funciona. Se nós entendermos como a vida funciona, por exemplo, nascer, morrer, progredir sempre, né, renascer ainda, progredir sempre, tal é a lei. Isso dá uma ideia da dinâmica da vida. E entendendo a dinâmica, é só viver. Então essa é a ideia do viver melhor. >> Perfeito. Simão, você disse ainda há pouco que lê tudo, lê inclusive bula de remédio e eu sou uma leitora que vai nessa direção, mas lê também e sobretudo ficha catalográfica. É uma leitura que que me agrada, uma ficha catalográfica. E quando eu comecei a ler o seu livro para esse programa, claro que eu fui lá na ficha catalográfica e o seu livro tá indexado como autoconhecimento, psicologia, espiritismo, evolução humana. E pensando nessa classificação, qual foi o público alvo que você tinha em mente 10 anos atrás, porque a primeira edição é de 2016, então quase 10 anos atrás, qual era o público alvo que você tinha em mente? E esse público

sificação, qual foi o público alvo que você tinha em mente 10 anos atrás, porque a primeira edição é de 2016, então quase 10 anos atrás, qual era o público alvo que você tinha em mente? E esse público alvo mudou nesses quase 10 anos? Como é que tá essa relação aí? >> Primeiro eu nem sabia se teria público, quanto mais alvo, né? Mas [risadas] na verdade é um texto singelo. Então o público alvo são todas as pessoas. É um texto singelo, é um texto numa verdadeira prosa, né? Só só não é um diálogo porque são letras, né? escritas e o o leitor pode até falar, mas o autor não ouvirá, né? Então, não diria que é um diálogo, mas é uma prosa, é um estilo bem bem do dia a dia, do meu dia a dia. Então, na verdade, eu escrevi para as pessoas, eu escrevi aquilo que eu que eu reflexiono para mim e gostaria de compartilhar essas reflexões com as pessoas. Então, o livro, na verdade, não foi para as pessoas, o livro foi para a reflexão. E aí sim as pessoas podem refletir eh sobre o texto, criticá-lo, melhorá-lo, né? Eu eu sou daqueles que entendo que uma obra não tem autor, ela tem resultado, né? Se o resultado for bom, a obra vale. Não interessa quem a escreveu, não interessa. Eu respeito todos os direitos de editora, né? logicamente a respeito, mas eu tenho na vivência que o direito autoral, na verdade é o direito de todos lerem, né? Acho que o único direito que o autor tem é que todos leiam a obra que ele escreveu, porque essa é a finalidade da obra. E se reproduzirem o que está escrito, para mim como autor não há nenhuma nenhum problema. pelo contrário, atingir o objetivo que é reverberar, que é capilarizar a o pensamento. Então eu digo que, com todo respeito aos direitos de editora, os direitos de autor eu nunca os tenho, porque eu sou daqueles que diria assim: "Eh, o conteúdo, o texto contido nessa obra poderá ser reproduzido por quaisquer meios, independentemente da autorização do autor." Por quê? Porque o livro foi escrito para isso. E como eu disse, eu não sou um escritor, eu apenas

ido nessa obra poderá ser reproduzido por quaisquer meios, independentemente da autorização do autor." Por quê? Porque o livro foi escrito para isso. E como eu disse, eu não sou um escritor, eu apenas escrevi, então não tem que que criar reservas de reprodução. E então por isso é que eu digo que o texto, é lógico, as reservas da editora tem que existir, mas do de o autor não. Então quando fala assim, bom, mas você doa os direitos autorais, eu falo: "Eu não tenho direitos autorais, né? O o direito que eu tinha era escrever. e eu escrevi. E então essa é a ideia para todas as pessoas, para quaisquer pessoas, para quando elas quiserem, se quiserem, né? >> OK. Simão, antes de passar paraa Ivana, eu queria só destacar, Ivana, que se eu fosse fazer essa ficha catalográfica, eu ainda colocaria mais um termo ali, educação. Eu acho que esse livro nos leva para essa autoeducação que o Simão discute também no livro. Vou seguindo com você, Ivana. É verdade. Bom, eu quero apenas comentar, né, que o Simão sempre dou os direitos autorais do livro. Eh, natural que os autores tenham esse direito autoral, mesmo quando o Simão não se sente, né, pertencente. Esses direitos autorais, eles são doados para instituições, né, que vão multiplicar esses direitos em obras. Mas é bom dizer também que se você tem a assinatura lá da Amazon, do Kindle, o livro está disponível lá para leitura, né, para empréstimo, para quem faz a assinatura lá do Kindle. Olha aqui, >> é esse li no formato digital aqui o livro do Simão >> com todas as marcações. >> Então ele tá disponível, né, lá na loja do Kindle para quem, né, ainda não conhece e queira conhecer. Mas eh, Simão, no início do livro também você fala, né, você afirma que o espiritismo ele surgiu na Europa durante aquele período em que o positivismo estava ali, né, influenciando muito e que a ideia principal seria unir a fé e a ciência. Como é que você vê hoje essa união, né, depois de mais de 150 anos do lançamento do Espiritismo, como é que você vê essa

i, né, influenciando muito e que a ideia principal seria unir a fé e a ciência. Como é que você vê hoje essa união, né, depois de mais de 150 anos do lançamento do Espiritismo, como é que você vê essa união hoje entre fé e ciência? >> Depende muito das pessoas. Quando a gente fala união, não estamos falando em uniformização. A ciência tem uma forma de pensar, tem o seu método e a religião no sentido amplo da palavra, não no sentido institucional aplicado à palavra. Então, caminhamos pro campo, então, da religiosidade, da espiritualidade, que nós podemos resumir nesse monossílabo, fé, eh, também tem a o seu caminho. Eu diria que a fé não tem metodologia, porque há um subjetivismo na fé, há uma uma personalidade na fé, diferente da ciência que tem o método. Por isso que uma e outra não podem ser analisadas pelo prisma, prisma de uma, né? Então, se a fé olha a ciência com o prisma da fé, ela distancia-se da ciência. Se a ciência olha a fé com o prisma da ciência, ela se distancia da ciência, da fé. Então hoje nós vemos que talvez se aproximem mais, porque hoje nós temos pessoas que buscam fazer aquilo que Kardec sugeriu quando lá no livro A Gênese ele diz que a religião a sem a fé ela ficaria des a desculpe a religião sem a ciência ela ficaria desprovida de provas e a ciência sem a religião ficaria possibilitado de explicar uma série de fenômenos que transcendem o elemento material. Então, hoje nós vemos isso, que a ciência está comprovando elementos religiosos. Quando vemos estudos, por exemplo, da do efeito da da imposição das mãos, aquilo que no meio espírita chamamos por paz, temos estudos agora da academia apresentando de forma mais ampla os efeitos desse desse aspas tratamento. Quando vemos estudos sobre a fisiologia humana indicando pendores característicos na estrutura cerebral para aqueles que têm, por exemplo, o pendor mediúnico, a ostensividade mediúnica e estudos feitos nesse último, por exemplo, na Universidade Federal de Juiz de Fora, né, e muito bem trabalhado. Então, a

ra aqueles que têm, por exemplo, o pendor mediúnico, a ostensividade mediúnica e estudos feitos nesse último, por exemplo, na Universidade Federal de Juiz de Fora, né, e muito bem trabalhado. Então, a ciência vem hoje demonstrando alguns elementos do campo da fé, da religião. E é interessante observarmos isso quando eu escrevi que o espiritismo veio nesse contexto. Na verdade Emmanuel nos falava isso no livro A caminho da Luz, quando ele disse: "O espiritismo veio na hora psicológica das grandes transformações ajustar o espírito humano, ou seja, a hora aprasada. E que que era essa hora aprasada?" A humanidade já havia experimentado a fé absoluta. Havia uma frase de Santo Agostinho que ele dizia: "Credonquia absurdum". Eu creio porque é absurdo. Então era uma fé que obnubilava o raciocínio. E vivemos séculos e séculos sob esse guante e depois séculos e séculos vivendo sobre o outro aspecto. Não credam que cri queia me passa e absurdo. Quer dizer, eu não creio justamente porque é absurdo. Que é o período da ciência quando vem refutando a fé. Por que refutando a fé? Porque a fé, ela obnubilava o pensamento e o que a ciência buscava era a abertura do pensamento. E aí surgiu a ideia do do homem ser a medida de todas as coisas, o ser humano ser a medida de todas as coisas. E por três séculos essa ideia se manteve forte. pensadores como Yumi, por exemplo, que vem trabalhando o empirismo, a a experiência, a experimentação. Então, a humanidade havia experimentado o o extremo da fé e o extremo da razão. E nos chega a ideia espírita com uma fala de Kardec dizendo que a fé, a fé inabalável era a fé que enfrentava a razão face a face em qualquer época da humanidade. E aí que nasce então o espiritismo com essa proposta de levar razão à fé e trazer sentimento à razão. É como se a proposta espírita colocasse um coração no cérebro e um cérebro no coração para que entend entendêsemos que nós somos sim movidos a sentimentos, sensações e também a experimentações. Então, aí é o é o que e o que Emanu

colocasse um coração no cérebro e um cérebro no coração para que entend entendêsemos que nós somos sim movidos a sentimentos, sensações e também a experimentações. Então, aí é o é o que e o que Emanu então chamou de hora psicológica. Por isso ele vem nessa segunda metade do século XIX, né? Um século em que se consolidava o pensamento mais voltado pra vida social. Nós temos ali eh Augusto Conte no final da primeira metade do século trazendo essa ideia positivista como que resgatando um racionalismo, o empirismo lá do século X e X e traz essa ideia. E já no nascedouro do século XX, nós temos o nascimento da sociologia, o Emily Durkaim, com, então veja, um pensamento muito voltado paraa vida social. E o Espiritismo veio auxiliar, trazendo como a ideia espiritual para a vida social e não a ideia espiritual para uma vida etérea, mas uma vida bem dentro da estrutura material. Então, eh por isso ele chegou na hora aprasada, juntamente com, digamos que a consolidação do pensamento sociológico vem também a consolidação da parassociologia, ou seja, aquilo que está além do elemento sociológico, mas que interage com o elemento sociológico. E onde nós vemos isso? lá nas leis morais, quando Kardec nos apresenta, por exemplo, a lei de sociedade, mostrando-nos, como dizia Aristóteles, que a a lei da sociedade é natural, faz parte da natureza, porque o homem ele é um ser gregário. Então isso é era importante. Então, por isso é que eu disse logo no início do livro que o espiritismo veio no momento adequado, veio na hora psicológica, como disse Emânio veio nesse bojo do racionalismo positivista e nesse nascedouro do do pensamento sociológico, embora ele não seja positivista, mas é altamente racional e aplicável à vida em sociedade. Por isso, o subtítulo sugerido, né, viver melhor uma abordagem espírita para a vida em sociedade. >> Simão, essa sua resposta agora me levou a pensar que nós precisamos de uns emojis ou uns carimbinhos para colocar aqui no literatura espírita, porque esse

ordagem espírita para a vida em sociedade. >> Simão, essa sua resposta agora me levou a pensar que nós precisamos de uns emojis ou uns carimbinhos para colocar aqui no literatura espírita, porque esse foi o momento aula, momento aula do literatura espírita. Se alguém tem alguma dúvida sobre o momento histórico do surgimento do espiritismo, essa dúvida caiu com a sua resposta nesse momento. Mas vamos seguindo com o livro que eu quero lhe perguntar sobre o capítulo Como atingir a perfeição sendo imperfeito. Como eu disse na apresentação, esse foi o que me pegou, esse foi o que me fez refletir, voltar a ler, não querer adiantar a leitura e ficar ali pensando, porque você nos leva a uma reflexão que é muito importante e poética, porque é muito bonita. Nós não somos imperfeitos, nós somos perfectíveis. Por que essa diferença é tão relevante, Simão, pra gente aprender a viver melhor em sociedade? >> É, esse capítulo, ele ele ele ele nasce justamente como você disse, né? Ele nasce assim num campo de dúvida. Dúvida não com relação a o nosso aperfeiçoamento, mas com relação à forma que nós nos referimos a nós mesmos. E eu sou gosto muito de olhar a morfologia, a estrutura, estrutura morfológica das palavras e gosto de ver a forma, né, com com a qual se com a qual se classificam as coisas. E muitas vezes nós queremos dizer algo dizendo de forma diferente. E eu observava muito bem a ideia das pessoas sempre se colocarem eh como imperfeitas. entendendo imperfeitas como se fosse um elemento das pessoas. E analisando a estrutura morfológica e nós vamos perceber que há um prefixo nessa palavra que nos leva a pensar, nos leva a raciocinar esse prefixo porque uma palavra com estruturas de prefixo, ela é uma palavra derivada. é uma palavra que derivaria ou que vai sofrer uma derivação. E quando vem um prefixo, como o caso do IN, que é um prefixo de negação, não significa que está se colocando como antônimo da perfeição. E dizer que o que não é perfeito é imperfeito, o que não é perfeito não é perfeito. Mas

como o caso do IN, que é um prefixo de negação, não significa que está se colocando como antônimo da perfeição. E dizer que o que não é perfeito é imperfeito, o que não é perfeito não é perfeito. Mas não quer dizer que é imperfeito, quer dizer que ainda não está perfeito. Porque o prefixo é negar. Quando eu me digo imperfeito, eu estou negando a perfeição. E aí eu estou me distanciando dela. E de onde eu fui buscando isso? Da questão 614 do livro dos espíritos, quando se pergunta sobre a lei natural. E lá numa resposta muito tranquila dos espíritos, aliás, todas as respostas são bem tranquilas, a gente é que fica agitado quando lê, eh ele eles disseram, perguntou-se, né, aos espíritos o que se entende por lei natural. E eles disseram: "É a lei de Deus, única e verdadeira para a felicidade do homem. Ela lhe indica o que deve ou não deve fazer, e o homem só é infeliz quando dela se afasta." Eu fui buscar o prefixo na felicidade e perceber que infeliz não é contrário de feliz. Infeliz é negar a felicidade. O a infelicidade é a negação da felicidade. Então, se a pessoa nega a felicidade, ela se faz infeliz. Mas se ela aceita a felicidade, ela se torna feliz. Então, infelicidade não é a o o a antítese, não é o antônimo, é a negação. E a mesma coisa foi paraa ideia de perfeição. Então, quando lia disse: "Mas então imperfeição é a negação da perfeição. Mas onde eu posso buscar algo que possa dizer que nós não somos perfeitos?" E aí eu fui à questão número um do livro dos espíritos, quando se fala de Deus e da questão 1 a 13 é um grande tratado, eh, digamos, eh, de teodiceia, né, de estudos da natureza de Deus. E ali, então, nós vamos percebendo que Deus ele é substantivo em tudo. Ele não tem adjetivo. Deus não é perfeito. Deus é a perfeição. Deus não é bom. Deus é a bondade, então ele tem que ser a um substantivo em tudo. Isso aí nós observamos se Deus e Deus é é eterno. E o que que da eternidade ele nos deu? A imortalidade. Porque eternidade não tem começo e não tem fim. Imortalidade tem começo, mas

bstantivo em tudo. Isso aí nós observamos se Deus e Deus é é eterno. E o que que da eternidade ele nos deu? A imortalidade. Porque eternidade não tem começo e não tem fim. Imortalidade tem começo, mas não tem fim. Então, daquilo que não tem começo, nem tem fim, Deus nos deu o não tem fim. Ou seja, da eternidade ele nos deu a imortalidade. E aí eu fui na perfeição. Da perfeição, Deus nos deu a perfectibilidade. Porque se Deus tivesse feito cada um de nós imperfeito, seria uma incongruência, porque a perfeição não gera a imperfeição. O que é perfeito só gera a perfeição. Então, Deus não poderia ter criado perfeito, imperfeito, desculpem-me. E aí lendo a questão então 115 e a 116 do livro dos espíritos, fechou-se o raciocínio dizendo na questão 115 que os espíritos fomos criados simples e ignorantes, ou seja, nada imperfeito, só não perfeito. E olhando a 116 diz que todos evoluirão. lá na 116 pergunta: "Haverá espíritos que permanecerão para sempre nas camadas inferiores da evolução?" E os espíritos respondem: "Não, todos evoluirão". Então, percebe-se que a evolução é um impulso natural que o espírito tem. Então, esse impulso natural é que permite ele aperfeiçoar, o espírito aperfeiçoar-se. Então, se o espírito, se o espírito aperfeiçoa-se, logo ele é perfectível. O que é perfectibilidade? Capacidade de se aperfeiçoar. Então, nós fomos criados simples e ignorantes e da perfeição que é Deus, ele nos deu a perfectibilidade. E no processo evolutivo, nós vamos nos fazendo imperfeitos. Quando negamos a perfectibilidade, quando negamos a evolução, nós ficamos então refratários a evolução. E refratários à evolução, eu estou negando a evolução. Aí sim, imperfeito. Então, não somos imperfeitos. Somos perfectíveis e nos fazemos imperfeitos. Não fomos criados. Nós não nos criamos imperfeitos. Nós fomos criados perfectíveis e aí sim evoluindo fazemos uso à perfectibilidade. Travando o processo evolutivo, nos fazemos imperfeitos. Então não somos imperfeitos e não somos perfeitos. Não

feitos. Nós fomos criados perfectíveis e aí sim evoluindo fazemos uso à perfectibilidade. Travando o processo evolutivo, nos fazemos imperfeitos. Então não somos imperfeitos e não somos perfeitos. Não ser perfeito não é a mesma coisa de ser imperfeito. Pode até ser quando nego a perfeição, mas se eu não nego a perfeição e busco aperfeiçoar-me, eu não sou imperfeito, continuo sendo perfectível. Essa é a ideia. Então, da perfeição divina, ele nos deu a perfectibilidade, assim como da eternidade nos deu a imortalidade. >> Perfeito, Simão. Eu adorei mais ainda o tema agora depois da sua explicação. Vamos seguir com a Evana. >> Pois é, é muito interessante. Sim. Eu também gostei muito dessa parte do livro e é um conceito diferente, né, e que faz todo sentido, realmente. Eh, Simão, você também nos diz, né, no seu livro que para viver melhor em sociedade, o autoconhecimento é algo fundamental, né? É necessário. Como é que nós vamos eh relacionar a vida em sociedade com o autoconhecimento? E como relacionar o autoconhecimento com a vida em sociedade numa sociedade melhor? que papel realmente tem o autoconhecimento nessa construção da sociedade melhor? >> Na verdade, quem diz isso é Santo Agostinho, né? Eu só reproduzi, né? Santo Agostinho que nos coloca lá na questão 919 do liv dos espíritos, que o autoconhecimento é o meio prático e eficaz eh para se vencer na vida. Aliás, essa pergunta me chamou muita atenção porque é uma pergunta que eu falo assim muito característica em termos de brasile, né? É uma pergunta bem brasileira, porque nós queremos o maior resultado com menor esforço, né? Tá lá escrito qual é o meio prático, ou seja, muito simples e eficaz que dê resultado. E para nós mineiros, isso aí é mineiros, né? Isso aí é um prato cheio, né? Porque nós dizemos, se nós, se a pergunta fosse feita por um mineiro, diria: "Qual é o meio que não é custoso pra gente vencer na vida e aguentar o mal, né? Vamos dizer assim". Então, a resposta foi de Santo Agostinho, conhece-te a ti mesmo.

fosse feita por um mineiro, diria: "Qual é o meio que não é custoso pra gente vencer na vida e aguentar o mal, né? Vamos dizer assim". Então, a resposta foi de Santo Agostinho, conhece-te a ti mesmo. Então, o autoconhecimento é a chave, dizia ele, é a chave para que nós nos libertemos das amarras que nós criamos e retardamos o nosso processo evolutivo. Agora, observando a questão seguinte, a 919, nós podemos perceber que há três três circunstâncias nas quais exercitamos o autoconhecimento. da autoanálise, que é a que ele mais trabalha na questão 919A, mas lá ele deixa dois outros elementos, a dor e o convívio com o semelhante. O convívio com o semelhante nos permite nos autoconhecer. Por isso que a vida em sociedade me permite olhar para mim. Por exemplo, como é que nós somos na rua e como é que nós somos em casa? Na rua eu me mostro como eu gostaria de ser visto. Em casa eu me mostro como eu sou. Por exemplo, na rua entre estranhos. Bom dia, boa tarde, por gentileza, muito obrigado. Você primeiro. Não, não, não, não há de quê. E em casa como é que é? Cala, sai, dá sossego, some. Nós somos o de casa ou da rua. Então, a convivência é uma escola bendita. Ela permite-me aprender sobre mim mesmo, permite-me olhar para mim, permite que eu olhe para mim e analise minhas reações e me faça perguntar: "Por que eu agi tão bondosamente com determinada pessoa e com outra eu não fui tão assim bondoso? Quais eram os meus interesses em ser educado ou em não ser educado? Por eu disse, porque eu não disse, porque eu fiz, porque eu não fiz. E Santo Agostinho nos dá esse indicativo de nos conhecer pela vida social, quando ele fala assim: "Quando estiverdes em dúvida sobre a vossa ação, observai e e avaliai como seria, como qualificaris a ação praticada se fosse feita por outra pessoa." Então, nós podemos olhar, olhar o o convivente como um espelho sobre nós mesmos. Por isso a importância da vida em sociedade, porque ela é uma escola, a escola bendita, a convivência que nos permite nos autoconhecer. Se eu

ar, olhar o o convivente como um espelho sobre nós mesmos. Por isso a importância da vida em sociedade, porque ela é uma escola, a escola bendita, a convivência que nos permite nos autoconhecer. Se eu começar a olhar mais para mim, pela minha forma de conviver com os outros, eu passo a me conhecer melhor. Eu vou perceber que eu fui educado, mas não sou educado. Que eu fui gentil, mas não sou gentil porque havia algum interesse na minha ação. Eu queria ser visto dessa forma. Então, por isso é importante e a vida em sociedade para o autoconhecimento. É uma das três formas, a dor. Por exemplo, quantas pessoas se transformam depois de um de uma visita, por assim dizer, da dona morte, quantas pessoas se modificam, quantas pessoas se se encontram a si mesmas com a dor. E a autoanálise é a oportunidade mais que eu diria mais apropriada e que menos talvez usemos, que é olhar para nós e refletir sobre nós. Agora o convívio com semelhante é a escola de outurna, é a nossa escola diária. Todos os dias estamos com pessoas, todos os dias emitimos julgamentos quando não sentenciamos até sem julgamento. Então, todos os dias eu posso olhar para os outros e enxergar a mim mesmo nas minus nos meus juízos de valores que estabeleço para as outras pessoas. E isso o que leva uma sociedade melhor? Emily Durkaim trabalhava, o sociólogo, trabalhava com a consciência coletiva e a consciência individual. Ele dizia que a consciência coletiva influenciava as consciências individuais, o que é correto, mas, né, com com toda a a vênia devida a a esse grande pensador e quem sou eu para desdizê-lo, mas não é isso. Eh, nós também temos um outro lado, que a consciência coletiva é a soma das consciências individuais. Uma sociedade tradicionalista é porque as pessoas que a compõem são tradicionalistas. As famílias que compõem são tradicionalistas. Então, há também o elemento molecular chamado sociedade, cujas células são as consciências individuais. Então, se as consciências individuais passam a se conhecer, a soma

compõem são tradicionalistas. Então, há também o elemento molecular chamado sociedade, cujas células são as consciências individuais. Então, se as consciências individuais passam a se conhecer, a soma dessas consciências individuais forma dará a consciência coletiva. Então, a sociedade passa a se autoconhecer quando as pessoas que a compõem se autoconhecem. Então, sim, é possível a sociedade como ser coletiva viver melhor, porque ela se conhecendo, ela também terá uma forma, as suas regras, as suas leis serão em conformidade com os níveis de consciência daqueles que formam a sociedade. Então, aproveitando o pensamento de Durkaim, dizendo que a consciência coletiva afeta a consciência individual, eu também posso dizer que as consciências individuais formam as consciências coletivas ou a consciência coletiva. E aí sim cria-se uma simbiose. A consciência coletiva se alimenta da consciência individual e a consciência, as consciências individuais se alimentam da consciência coletiva. Então, se as pessoas podem viver melhor, a sociedade também pode viver melhor. OK, Simão. E aqui eu quero fazer um destaque pros internautas que nos acompanham, que você nos deu uma preciosa dica para resumir a resposta da questão 919A de O livro dos Espíritos. Há três formas de nós nos autoconhecermos, a autoanálise, a dor e a convivência com o próximo. Então, quem achava aquela resposta muito longa tem agora a chave do resumo. São esses três pontos que aí estão. Simão, no livro você discorre sobre o poder da palavra e é um momento do livro muito interessante, pelo menos para mim como leitora. E eu queria que você nos ajudasse a entender, a enxergar o uso da palavra nesse mundo hiperconectado. Tá mais arriscado usar a palavra agora? Como é que você percebe esse poder da palavra nesse mundo hiperconectado? Essa essa parte do livro aí sim eu a chamaria de poética, porque eu fui beber no Evangelho de João. essa esse esse esse trecho. Eu fui beber efetivamente a água limpa no primeiro capítulo de João, já a partir do

arte do livro aí sim eu a chamaria de poética, porque eu fui beber no Evangelho de João. essa esse esse esse trecho. Eu fui beber efetivamente a água limpa no primeiro capítulo de João, já a partir do primeiro versículo, naquela introdução do Evangelho de João, quando ele dizia: "No princípio era o verbo, logos, né, lá no grego, que significa palavra. E ele dizia: "No princípio era o verbo, a palavra". E ele faz e ele discorre muito bem, dizendo que o verbo estava em Deus, o verbo era Deus. E ele acrescenta: "Tudo que foi feito foi feito por causa do verbo." Então ele está dizendo que no início era a palavra, a palavra estava em Deus, a palavra era Deus. E aqui é até interessante a gente fazer um ligeiro parêntese, porque aí essa essa passagem ela merece uma análise sintática e e não só uma uma leitura. Porque quando se está dizendo o verbo era Deus, nós temos que analisar ali as a estrutura da palavra da frase. Quando se coloca verbo, o verbo é o substantivo, é o sujeito da frase, né? Ele está lá precedido da determinante, né? da do artigo definido do determinante o então ele é o sujeito. O verbo que segue ao verbo ser é o verbo de ligação e o que vem depois é o predicado do sujeito, é a qualidade do sujeito. Então quando diz o verbo era Deus não está dizendo que verbo e Deus eram as mesmas coisas. está dizendo, e nesse caso, a função, a a sintática da palavra Deus é predicado do sujeito. Ela é o predicado, então, ou seja, ela é a qualidade. Então, Deus ali não é substantivo. Deus é qualidade e o substantivo é o verbo, é a estrutura da palavra. E essa é a gramática grega também, que é o o texto foi escrito em grego. Então está dizendo que o verbo era divino. Então Deus é qualidade do verbo. Então ali João não está dizendo o verbo e Deus eram as mesmas pessoas, não. Ele está dizendo que o verbo era divino, porque ele estava em Deus, ele era Deus, ou seja, era divino. E o verbo se fez carne. Ou seja, não é Deus que se fez carne, foi a palavra que e veio paraa carne. aquela palavra divina se

o era divino, porque ele estava em Deus, ele era Deus, ou seja, era divino. E o verbo se fez carne. Ou seja, não é Deus que se fez carne, foi a palavra que e veio paraa carne. aquela palavra divina se fez carne, né, e habitou entre os homens. Então isso é é importante esse parêntese, porque muitos usam essa frase para dizer que Deus encarnou e Jesus era Deus. Na verdade é a palavra que se encarna porque ela era divina, né? era a palavra do meu pai, como dizia o Cristo. Mas voltando, então ali diz num certo momento que tudo que foi feito foi feito por causa do verbo. Quando João assim escreve, ele nos leva ao gênesis bíblico, na parábola da criação. E na parábola da criação, se nós olharmos o antes do verbo criar, nós temos a estrutura do sujeito. E Deus disse: "Haja luz". E Deus disse: "Separe as águas." E Deus disse, "Nossa, as plantas." Ou seja, tudo que foi feito, foi feito por causa do verbo. Ou seja, a palavra é que criou tudo, que fez tudo. Deus disse, Deus disse, mostrando-nos que a palavra só tem uma finalidade: sou erguer, criar, levantar, fazer. E quando usamos a palavra em sentido diferente, nós estamos deturpando. Então, a palavra não foi feito feita para desmerecer, a palavra não foi feita para diminuir, a palavra não foi feita para prejudicar, a palavra foi feita para edificar. Por isso João dizer: "Tudo que foi feito foi feito por causa do verbo". E o verbo era divino então a expressão, a fala, ela é a energia divina. E a energia divina só somente cria, ela não destrói no sentido pejorativo, não no sentido transformativo que a gente vê lá no livro dos espíritos. Mas essa é a função da palavra. E hoje talvez ela é pouco usada. Ela é talvez não pouco usada não é bem a expressão, ela é mal usada porque dá-se a palavra um sentido que ela não teria. Usa-se a palavra para diminuir as pessoas, para ferir as pessoas. E palavra é algo tão forte que os hindus têm uma um ditado que diz três coisas. umas vezes, uma vez, uma vez praticadas, nunca voltam à fonte.

palavra para diminuir as pessoas, para ferir as pessoas. E palavra é algo tão forte que os hindus têm uma um ditado que diz três coisas. umas vezes, uma vez, uma vez praticadas, nunca voltam à fonte. Uma flecha atirada, uma palavra proferida e uma oportunidade perdida. Por que não voltam? Porque elas são eternas. Uma vez falada, a ideia reverbera. Então, hoje se usa, talvez mal a palavra, usa-se muito a palavra, mas mal, mal colocada. Por isso uma ideia que os benfeitores nos trazem quando dizem: "Onde tua palavra não ajuda, cala-te". Daí a ideia do silêncio que que abre o texto, o livro na apresentação, o silêncio do Cristo. Como nós tivemos o silêncio do Cristo? Foi feita uma pergunta fundamental a ele e ele não respondeu a pergunta. Quando Pilatos pergunta: "O que vieste aqui fazer?" Jesus responde: "Dar testemunho da verdade." E Pilatos perguntou: "O que é a verdade?" Jesus silenciou. Foi a única pergunta feita a ele que não obteve resposta, porque ele ponderou. A palavra, ela não pode ser dita, na verdade para ouvir dos mentirosos. Então, a palavra precisa ser pensada, porque a palavra é a expressão do sentimento. E se eu nada sinto, por que usar a palavra? seria dar um sentido vão à palavra para não falar viu quando a uso de forma diferente. Então, a importância da palavra, mesmo numa geração tecnificada, nós precisamos aprender a nos comunicar. escrita, a ideia chega, mas o sentimento não. Eu falo muito com as pessoas aqui no meu dia a dia do trabalho, trabalham no mesmo prédio e ficam mandando mensagem de WhatsApp uma para outra. E quando mando a mensagem, eu posso estar rindo e escrevendo a mensagem. E quem lê pode estar chateado e vai dar uma interpretação diferente ao que eu escrevi. Eu escrevi com alegria e o outro leu com tristeza. E agora se por que não eu não por não sair do meu lugar e ir até onde está a pessoa e a e ir aonde ela está e lá conversar, usar a palavra, porque a palavra vai a expressão junto, vai o sentimento junto, a vibração junta e a gente então utiliza

o meu lugar e ir até onde está a pessoa e a e ir aonde ela está e lá conversar, usar a palavra, porque a palavra vai a expressão junto, vai o sentimento junto, a vibração junta e a gente então utiliza outros meios e vamos encolhendo tantas palavras, encolhendo tantas palavras que daqui a pouco elas desaparecerão. Nós poderemos voltar para uma fase quase que gutural, não é só bungunando, porque nós vamos diminuindo as palavras quando deveríamos ampliá-las. Por isso é muito bom fazer a leitura, porque a leitura nos dá palavras e ninguém coloca para fora o que não tiver por dentro. Então, só sai palavras quando elas entram. E a leitura amplia a nossa condição de aumentar palavras. Quantas pessoas não conseguem expressar o sentimento por falta de palavras? Não tem as palavras para isso. E então é importante nós falarmos muito, mas mais importante é falarmos muito e bem. E o que é falar bem? Utilizar a palavra para o finalidade com a finalidade para a qual ela foi criada. Seger levantar, criar, construir. >> OK. Vamos lá, Ivana, porque eu estou aqui embcida. Vamos seguindo com você. >> Pois é. Bom, Simão, eh, no capítulo 5, Caminho para a felicidade real, você fala sobre a vida em sociedade relacionando com o progresso espiritual. Mas a gente tem a impressão de que nós estamos retrocedendo, né? A humanidade está retrocedendo, quer seja socialmente, quer seja individualmente, tanto no campo das relações sociais, quanto no campo das emoções. Por que que nós temos essa impressão? Você pode falar um pouco sobre isso? você utiliza a palavra correta impressão, não quer dizer que seja a realidade. Eu gosto muito, quando falam assim, eu gosto muito de de dizer, olhando o passado que eu de certa forma vivi e dá para ver que eu tenho um bom passado, né? Eh, eu eu fico imaginando como é que era boa a vida no passado, né? Passar roupa com ferro a brasa, por exemplo, era uma beleza, né? Você lavava aquela roupa e a época tinha que alvejar, tinha que engomar e depois de tudo pronto,

o é que era boa a vida no passado, né? Passar roupa com ferro a brasa, por exemplo, era uma beleza, né? Você lavava aquela roupa e a época tinha que alvejar, tinha que engomar e depois de tudo pronto, você vinha com ferro brasa e caiu uma cintas. Olha que beleza. Aí tinha que fazer tudo de novamente, né? Eu fico imaginando isso, né? você usar um um telefone no passado, por exemplo, e para fazer o intero urbano, você pedia com 10 dias de antecedência para na hora marcada dia certo, você está lá para fazer o interbano e você gritava, mas gritava assim e digamos arrebentando os pulmões de tal forma que nem precisava do telefone. A pessoa te ouvia na outra cidade, né? Olha que facilidade que era, né? As doenças, né? Pessoas, a expectativa de vida é um espetáculo, né? de vida de 20 anos, 22 anos, 25 anos, 40 anos. Isso era o passado. Então, nós vamos perceber que é uma questão de observação. Eh, tem um livro de Leon Deni que se chama Um olhar sobre o tempo presente. Ele escreve esse livro na década de 20 do século XX, 1920 alguma coisa. E ele escreve dizendo que aquela época era uma época perdida. Ele dizia que a educação estava de mal a pior, que não via futuro pros jovens, porque os jovens estavam perdidos, que nada se aprendia, que a educação era fraca, o ensino era fraco. E hoje nós olhamos pra década de 20 do século XX e dizemos assim: "Nossa, lá sim tinha um um ensino bom, um ensino perfeito. E lá Leondeni dizendo que não era assim, que havia um desrespeito dos jovens para com os mais velhos. E a gente olha e fala: "Nossa, por que isso? O tempo presente sempre será o tempo efervescente, porque é o tempo no qual nós estamos. Então, por nós estarmos no presente, é que nós enxergamos as situações do presente. E não dá para eu fazer referência ao passado, porque são situações diferentes, porque no passado, embora talvez eu estivesse no do passado, eu não me lembro de ter estado. Então, aquilo passa a ser ficcional e o ficcional ele passa a ser também romântico. E o romântico passa a ser

rque no passado, embora talvez eu estivesse no do passado, eu não me lembro de ter estado. Então, aquilo passa a ser ficcional e o ficcional ele passa a ser também romântico. E o romântico passa a ser idealizado. Então nós começamos a idealizar o passado, coisa que é impossível de ser vivida. E não tem e e o tempo presente é esse que nós vivemos. Então, o tempo presente ele está como deveria estar e como nele estamos é no tempo presente que nós fazemos as transformações. E toda transformação, em todas as transformações existem as forças de conservação e as forças de transformação. E elas se associam e ficam se ficam disputando qual prevalece, a transformação ou a conservação e gera a ebulição que nós nela vivemos. Então, se nós olharmos e conseguíssemos ir ao futuro e olhar o passado, nós diríamos: "Olha que serenidade que era, né?" E mas nós dizemos: "Olha que balbúrdia está." Então, a questão de mas hoje a sociedade não tem tempo. Eh, eu me lembro quando criança levava um ano para passar um ano. Hoje com 6 meses passa um ano, né? É porque está acelerando, não é? Porque eu me acelerei. É porque nós nos aceleramos. É porque nós temos um ditado mineiro que diz assim: "O homem nasce e cresce, corre, corre, fica velho e morre". Ele não vive, ele não sente a vida. Então, falta-nos, talvez perceber isso, perceber que assim como temos notícias e mais notícias de catástrofes por causa humana, nós temos também n notícias de atos bondosos. por ações humanas. Da mesma forma que você tem uma incursão belicosa em um lugar, você tem uma incursão salvacionista em outro lugar. Da mesma forma que você tem aparentemente uma uma guerra sem fronteiras, você também tem uma uma fraternidade sem fronteiras, você também tem um médico sem fronteiras. Então, é uma questão daqueles tempos que Jesus havia falado que nada ficaria oculto. Os painéis estão claros para nós. O painel do bem, o painel do mal, o painel painel do conveniente, do inconveniente, eles estão claros para nós. É uma efervescência natural para que façamos

a oculto. Os painéis estão claros para nós. O painel do bem, o painel do mal, o painel painel do conveniente, do inconveniente, eles estão claros para nós. É uma efervescência natural para que façamos as nossas escolhas. Hoje vi aqui diversas notícias sobre eh o acontecido da semana. eh de de facções criminosas, mas também vi notícias de ações beneméritas desenvolvidas na África. Então, é uma questão de observar o momento. Nós, na atualidade temos uma informação, melhor dizendo, tendo dados mais rápidos do que no passado. No passado, um acontecimento para ser conhecido dependia de jornais impressos e etc. Hoje o acontecimento é visto em tempo real. Então, por Lula, no passado, nós tínhamos 2 bilhões, 2 bilhões e meio de habitantes na Terra. Hoje temos 8 bilhões de habitantes na Terra e quase que no mesmo espaço. Então é natural que a a a efervescência seja maior. Mas dizer que tudo isso está involuindo, não estamos evoluindo. Se olharmos a geração mais jovem, a geração Z, por exemplo, muitos dizem: "Ah, é uma geração indolente, ela não quer trabalhar, é uma geração que não que que não, ela quer trabalhar, ela só quer ter propósito pro trabalho. Ela quer saber o seguinte, qual a finalidade disso que eu estou fazendo? Em que isso contribui pro meu crescimento ou crescimento de alguém? Se não encontram propósito, não querem fazer. Agora, se estamos numa visão de alta produtividade só do ter e fazer, nós vamos olhar para essa geração como sendo uma geração preguiçosa. Mas se ampliarmos o olhar e e querermos viver numa sociedade com propósitos, essas essa geração é geração que está à frente, porque ela já nasce buscando os propósitos existenciais. A geração mais velha buscava o consumismo. A geração mais nova consome buscando a consciência. A geração mais velha quando adquiria um produto, perguntava quanto custa. A geração intermediária perguntava assim: "Qual a qualidade? Quanto custa?" A geração nova pergunta como foi produzido, qual a qualidade? Quanto custa? Ou seja, se a forma de produzir é

quanto custa. A geração intermediária perguntava assim: "Qual a qualidade? Quanto custa?" A geração nova pergunta como foi produzido, qual a qualidade? Quanto custa? Ou seja, se a forma de produzir é desrespeitosa, não interessa a qualidade, não interessa o preço, não se compra. Então isso é consciência, isso é evolução. Então depende muito do prisma que nós olhamos. Daí eu dizer a impressão. Então, temos a impressão, mas talvez falta-nos a visão. Essa visão para transcender os preços e olharmos os valores. Eu diria que a geração de hoje busca comungar valores. Ela não coesifica as pessoas, ela não precifica as coisas. Ela busca o valor nas pessoas e o propósito da própria existência. Então sim, temos as dificuldades, como sempre tivemos no passado. Nós tivemos as duas grandes guerras foi no passado, não está sendo no presente. Nós tivemos grandes problemas de de embates e combates no passado, não no presente. O duelo existia no passado, não no presente. a forma, digamos, da busca das próprias razões, do exercício arbitrário das próprias razões, não mais, né? Então veja, se olharmos talvez com a com outra lente, a gente pode perceber que a cor do mundo não está cinza monocromática, ela continua eh multicor. >> Que bom, Simão. E nesse programa nós vivemos um problema com o tempo. Ele passa muito mais célere do que em qualquer outra circunstância. Nós já rodamos aqui uma hora de programa e nós vamos paraa nossa última pergunta para você, Simão, que é sobre um trecho do seu livro que também me encantou muito, é quando você trata do problema da felicidade. E você muito sensivelmente cita um trecho da conclusão cinco do livro dos espíritos, que é quando Kardec naquela conclusão extraordinária, diz que o Espiritismo toca as fibras mais sensíveis do homem, a da sua felicidade ainda neste mundo ou mesmo nesse mundo, conforme a tradução. E aí, para fechar essa entrevista com você aqui, eu queria que você nos explicitasse o conceito de solicitude você traz nesse capítulo e

de ainda neste mundo ou mesmo nesse mundo, conforme a tradução. E aí, para fechar essa entrevista com você aqui, eu queria que você nos explicitasse o conceito de solicitude você traz nesse capítulo e como o espiritismo te faz feliz. Queria saber sobre isso, extrapolando aí o livro, mas para você trazer essa sua construção de felicidade aí para todos nós. >> Nesse nesse capítulo, nesse tópico, eh eu até disse antes sobre a questão do prefixo, né? Que que que a gente trabalha? A questão 614, ela fala que a lei de Deus é paraa felicidade do homem, do ser humano. Ela diz, é a única e verdadeira para a felicidade do ser humano. Na questão seguinte, a 615, diz que a lei de Deus é eterna e imutável. Então, num silogismo simples, se a lei de Deus é eterna e imutável e a lei de Deus é paraa felicidade, a felicidade é eterna e imutável. Para ela ser eterna e imutável, não pode haver o seu contrário, porque tudo que tem contrário desaparece, né? O o o claro, o escuro, o frio, o quente, o seco, molhado, o duro, mole. E se felicidade não tem contrário, já vimos que infelicidade não é contrário de felicidade. Infelicidade é negação da felicidade. E tristeza não é contrário, porque tristeza se se contrapõe à alegria. Ninguém fica alegremente triste, tristemente alegre. Felicidade, então, não tem contrário. E se ela não tem contrário, e quando que ela acabará? nunca, porque não haverá o seu contrário. Então, felicidade é perene. Então, nós sempre somos felizes. Estando alegres ou estando tristes, somos felizes. Se eu estou triste, tranquilo, daqui a pouco ficarei alegre. Se eu estou alegre, me preparo, porque daqui a pouco ficarei triste. São as alternâncias da vida, são os estar, né, e não o ser. E a felicidade é ser. Por quê? porque ela é da lei de Deus. A lei de Deus é eterna e imutável. Então, a felicidade é eterna e imutável. Então, é algo que nós temos em nós. E aí cito mais uma vez os dois filósofos, e Renato Teixeira, quando eles dizem: "Cada ser em si carrega o dom de ser capaz, o dom

a felicidade é eterna e imutável. Então, é algo que nós temos em nós. E aí cito mais uma vez os dois filósofos, e Renato Teixeira, quando eles dizem: "Cada ser em si carrega o dom de ser capaz, o dom de ser feliz". Então eles perceberam essa lógica da felicidade. Então, felicidade não é um estado. Felicidade é uma essência. e que eu posso estar triste ou estar alegre sendo feliz. E se nós olharmos então mais um ajuste silogístico, se nós entendermos que a felicidade é da lei de Deus e a lei de Deus está na consciência, logo a felicidade está na consciência. Então veja, se a felicidade está na consciência, a lei de Deus está na consciência, felicidade é um estado de consciência. Então, eu, estando com a consciência tranquila, eu sou feliz em quaisquer estados externos, alegres ou tristes. Se eu trago a consciência culpada, eu me sinto infeliz. Eu nego a felicidade por não seguir a lei de Deus, ou seja, não estar em conformidade. Então, posso estar alegre e infeliz, posso estar triste e infeliz. O ideal é alegre e feliz. Mas alegria e tristeza são elementos externos. Então, quando a doutrina espírita nos fala nessa conclusão número cinco, Kardec nos fala que o ponto mais sensível é a felicidade mesmo nesse mundo, é porque é é a busca ou entendimento dessa essência. E aí é algo interessante, lá no capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, nós teremos lá que a felicidade não é deste mundo. Então, como há uma incongruência, a conclusão número cinco do livro dos espíritos e a e o capítulo 5 do Evangelho sobre o segundo espiritismo estão se contrapondo, porque lá fala a felicidade ainda neste mundo e lá no evangelho diz a felicidade não é deste mundo. Não, não há incongruência. É simples entendermos isso. Quantos mundos existem? Dois. O mundo espiritual e o mundo material. Existem muitos planetas, muitos órbes, tá? Mas o mundo são dois, o mundo espiritual e o mundo espiritual. Eh, material. Se está dizendo que a felicidade não é deste mundo material, logo ela só pode ser do mundo

itos planetas, muitos órbes, tá? Mas o mundo são dois, o mundo espiritual e o mundo espiritual. Eh, material. Se está dizendo que a felicidade não é deste mundo material, logo ela só pode ser do mundo espiritual. E nós, nós somos do mundo espiritual ou do mundo material? Nós somos do mundo espiritual, nós estamos no mundo material. Se a felicidade não é deste mundo e eu não sou deste mundo, a felicidade é minha, porque ela é do mundo espiritual e eu também sou do mundo espiritual. Então, encontrar a felicidade mesmo nesse mundo é encontrar-me a mim mesmo. É a minha viagem de consciência. É eu perceber a consciência tranquila. É eu estar quit com a lei de Deus. que o que me traz paz, que é o que Emânio define lá no capítulo 136 do livro Fonte Viva, quando ele diz assim: "A paz decorre da quitação da consciência para com a vida". Então, quando busco a felicidade, entendo a felicidade, que é um estado de consciência, eu me sinto em paz, nós viveremos em paz. Que fica aqui o spoiler como cenas do próximo livro, né? que trato justamente da paz, né, do viver em paz. Então, é esse o sentido da felicidade contido nesse capítulo. E e mais eh no mesmo na mesma conclusão número cinco, Kardec diz: "Com o Espiritismo, a humanidade entrará numa nova fase, a do progresso moral, que lhe é consequência inevitável". Vejamos que o progresso moral não é objetivo, é consequência. O objetivo é o esclarecimento, porque o esclarecimento nos leva à mudança de atitude. E a mudança de de atitude traz como consequência o progresso moral. Então, a felicidade nos abre o caminho pro progresso moral como consequência de um estado de consciência kit com a vida. E quit com a vida estará em paz e estando em paz está sob as leis de Deus. Então, esse é o sentido da felicidade que ali foi colocado no no cap nesse capítulo sobre a felicidade eh é deste mundo, desde que estejamos nesse mundo, porque a felicidade é nossa. OK, Simão. Eu ficaria aqui muitas horas te ouvindo, discutindo esse livro e o novo livro Palavras de Paz, mas o nosso

de eh é deste mundo, desde que estejamos nesse mundo, porque a felicidade é nossa. OK, Simão. Eu ficaria aqui muitas horas te ouvindo, discutindo esse livro e o novo livro Palavras de Paz, mas o nosso tempo tá chegando ao final. Então nós já vamos aqui para as nossas despedidas e eu quero começar com a Ivana já se despedindo aí dos nossos internautas. Bom, gente, dizer que foi uma alegria estarmos juntos aqui, né, ouvindo o Simão, revendo um pouco mais sobre essa obra que é tão especial. Fica aí a dica. Quem ainda não leu, procure, porque vale a pena não somente, né, o viver melhor, mas também eh a paz além das palavras. E um grande abraço a todos. Que Deus nos abençoe. Obrigada pelo convite, Denise. >> OK. >> E uma alegria tá com você, Simão. >> Claro, Simão. Suas despedidas. >> Eu falo que despedida de mineiro é assim, tchau, né? >> Então, mas é não, mineiro, a despedida do mineiro depende de quantos portões tem. A cada portão ele para e fica 2 horas se despedindo, né? Então é mais ou menos assim. Mas o que eu minha despedida é agradecimento, Denise, agradecer a você pelo convite, agradecer a Ivana que gentilmente está aqui conosco, que foi a responsável, sim, né, por eu por eu ter escrito essas obras. foi graças a ao não diria só ao incentivo, não, à fato agiu firmemente para que eu pudesse escrever, né, transformar em escrita, por assim dizer. Então, muito obrigado, Ivana, por isso e obrigado às pessoas que nos acompanharam aqui nesse bate-papo. Desculpe, Denise, porventura não correspondi à expectativa que você tinha ou que todos tinham, mas mineiramente falando, eu agradeço a vocês dizendo Deus lhes pague, que é o nosso agradecimento maior quando a gente precisa agradecer algo que nem os braços conseguem abraçar. Então nós dizemos assim: Deus lhe pague então eu digo a vocês e aos que nos acompanham, Deus lhes pague pela paciência de de ouvir e pelo Deus despague pelo carinho demonstrado. >> Nossa, Simão, nós que agradecemos. Foi um super bate-papo instrutivo, gostoso

cês e aos que nos acompanham, Deus lhes pague pela paciência de de ouvir e pelo Deus despague pelo carinho demonstrado. >> Nossa, Simão, nós que agradecemos. Foi um super bate-papo instrutivo, gostoso de ouvir e que certamente nos trouxe muitas reflexões e o desejo de ler e reler o seu livro. E já ficou esse spoiler aí pro que foi lançado esse ano, o livro Em Torno da Paz e mais um que virá. Então aqui no Literatura espírita, a vez por outra, nós temos aí um furo, não é bem de reportagem, é de edição, que antecipa uma leitura e todos nós aqui estamos unidos em torno do livro do livro espírita da literatura. Então, nesse momento final do nosso programa, eu quero lembrar aos nossos internautas que nós voltaremos no dia 7 de dezembro, encerrando essa 11ª temporada com os autores espíritas contemporâneos. Será o nosso quinto episódio e nós traremos o livro Parábolas do Amor com a Sâmbia Avada. E você poderá nos acompanhar na preparação desse programa pelo nosso perfil no Instagram @literatura.espírita. Mas não termina por aí. Em dezembro nós fazemos dois programas porque tem um especial de Natal. Então, no dia 14 de dezembro nós teremos o nosso especial em torno do livro Um Presente de Natal. E nós vamos conversar com o organizador do livro, o Geraldo Campete. Você também nos acompanhará ao longo desse mês de novembro aí preparando esses dois programas, porque eles vão ser uma atrás do outro, um no dia 7 e outro no dia 14. O Natal merece que a gente faça esse esforço e todo ano a gente faz aqui uma especial de Natal. Então, pro Simão Pedro, para Ivana, para todos os internautas que nos acompanharam nesta manhã ou que nos acompanham em outro momento que não seja de manhã, à tarde, à noite, a gratidão da equipe do Literatura Espírita por vocês estarem conosco. Um grande abraço e até o próximo. Literatura espírita. Prazer em conhecer. เฮ

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