Suely Caldas Schubert fala sobre assédios espirituais organizados. 03-05-2017
A médium Suely Caldas Schubert fala sobre assédios espirituais organizados. Uma reflexão sobre o assédio espiritual organizado aos cristãos. O destaque principal foi a informação apresentada por Divaldo Franco durante o workshop Consciência e Liberdade, transcorrido no dia 30 de abril de 2017.
Bem, nós vamos falar sobre um início especialmente da palestra do Divaldo no dia 30, não é? foi no dia 30 de abril de 2017. Mas antes de entrarmos nesse texto dele, que é um texto muito denso e muito grave, nós vamos meditar um pouquinho, refletir um pouquinho acerca das condições do nosso planeta. Todos aqui sabem, mas para constar e como eh eu quero fazer um introito para chegarmos aqui, nós temos que fazer uma caminhada mental, não é? Muito bem. Eh, o planeta é um planeta muito atrasado, é um planeta de provas e expiações. Nós sabemos que estamos na grande transição planetária e é claro que isso não vai se conseguir assim com calma, com tranquilidade, que de repente as coisas vão cada vez melhorando mais. É o contrário, cada vez as coisas estão piorando mais. E isso está sendo assim um contínuo. Por quê? Porque para haver essa seleção, vamos dizer, do joio e do trigo, é necessário que venham eh situações dramáticas, realmente, a fim de que cada um dê o seu testemunho, se está do lado do trigo ou se está do lado do joio. E essa essa seleção, ela é fundamental e é sobretudo vibratória. O planeta de regeneração é um planeta de é padrão vibratório mais elevado do que este que nós estamos agora. O planeta é que estamos vivenciando é de provas e expiações. Mas é interessante também mencionar que não é o planeta na sua configuração geográfica, mas sim a humanidade que habita o planeta que está nesse nível, nesse patamar, nessa frequência vibratória que é ainda muito atrasada. E isso qualifica o planeta como de provas e de expiações. É claro que às vezes as pessoas perguntam: "Mas será que o mal vai sempre predominar?" Então, o livro dos espíritos vai nos mostrar na questão 932, quando Kardec pergunta se o mal vai sempre estar acima preponderando e com muito mais força, quando os espíritos respondem a essa pergunta do codificador, dizendo que o mal faz alarde e os bons são tímidos. Por isso que aparentemente o mal está preponderando, aparece mais. E nós sabemos que a mídia ela faz questão de
ndem a essa pergunta do codificador, dizendo que o mal faz alarde e os bons são tímidos. Por isso que aparentemente o mal está preponderando, aparece mais. E nós sabemos que a mídia ela faz questão de divulgar esses fatos eh que são traumáticos, que são terríveis, que acontecem na nossa sociedade humana, eh dando ênfase a crimes, a a situações, eh, de maldade mesmo, de crueldade. E isso é muito repisado até cada uma dessas tragédias que ficam às vezes alguns dias sendo retransmitido as mesmas coisas, as mesmas cenas. Isso vai impregnando as criaturas de formas, pensamentos, formas, pensamentos, eh, decorrentes daquelas cenas que nós estamos vendo. Nós estamos vendo as cenas e a nossa mente vai criando algum tipo de pensamento, eh, deduzindo alguma coisa e de repente nós criamos formas, pensamentos. E isso eh se nós não cuidarmos, se nós não substituirmos as formas pensamentos por outras eh ideias, pensamentos melhores, mais equilibrados, as formas pensamentos ganham vida. Elas passam a ter uma primazia na vida da pessoa. Portanto, eu já estou falando os casos mais sérios, mais graves. Portanto, eh essa questão mental, ela é básica na nossa vida. Ela é a nossa própria essência. Nós somos espíritos imortais, temos uma trajetória de muitas e muitas reencarnações, múltiplas reencarnações, e com isso vamos acumulando experiências e vamos aprendendo. E por isso a doutrina espírita hoje vem nos mostrar condições outras que antes nós não imaginávamos. Muitas vezes nós fizemos parte de até mesmo de outros eh de outros eh ângulos do cristianismo ou de outras religiões, olhando religiões pagãs, olhando aquilo tudo da trajetória humana, fizemos parte, estivemos lá, quem sabe muitas vezes exercíamos a crueldade e as coisas foram sendo assim até chegarmos aos dias de hoje. Claro que a doutrina espírita ela nos está proporcionando uma nova visão. Ela nos está proporcionando, como diz Jana deângeles, novas construções mentais. Isso é importantíssimo. Novas ideias, novas construções mentais que vão aos poucos
está proporcionando uma nova visão. Ela nos está proporcionando, como diz Jana deângeles, novas construções mentais. Isso é importantíssimo. Novas ideias, novas construções mentais que vão aos poucos sendo absorvidas por nós e passam a fazer parte do nosso cotidiano. Portanto, essas construções mentais que nós agora já estamos elaborando com muito mais facilidade, elas vão começar a predominar na nossa vida. Para chegarmos nesse ponto que Divaldo Franco está apresentando e que nós vamos agora mesmo tratar disso, é bom lembrar algumas coisas. Por exemplo, eh sabemos que existem regiões na na esfera espiritual, no plano espiritual das sombras, das trevas. Todos nós sabemos disso, não é? Sabemos que os espíritos inferiores habitam essas regiões e até essas regiões elas são decorrentes de de muitos espíritos desse mesmo já exem ponto, digamos assim, que se reúnem em determinado local na espiritualidade inferior e aí formam aquelas eh aquelas regiões de sombra, de dor e tudo mais. esses casos, né? Tudo isso a doutrina tem apresentado aspectos mostrando como que a o ser humano, ainda inferiorizado, ainda com as ideias bem presas à situações mais da vida terrena, da maldade, da crueldade, porque não tem noção do bem ainda ou não querem ter. E aí eles formam esses grupos. Na na literatura espírita, nós encontramos muitas obras que falam a respeito disso. Nós temos eh, por exemplo, uma uma notícia, né? Eu não li esse livro, mas me contam, né? cujo título é O abismo, que fala dessa região abissal, vamos dizer assim, no plano espiritual, aonde almas muito trevosas habitam. E vemos também eh em outros autores, por exemplo, nós temos aqui Ivone Pereira, que está falando a respeito de eh cenas dramáticas que ela viu no plano espiritual e por isso ela está descrevendo os espíritos que se aproximaram dela. E ela diz da seguinte maneira, que eles estavam todos com roupas negras, com capuz envolvidos em longos sudários e negros, não é? E ocultando o rosto. Muito bem. E esses espíritos foram falando com ela todas as
da seguinte maneira, que eles estavam todos com roupas negras, com capuz envolvidos em longos sudários e negros, não é? E ocultando o rosto. Muito bem. E esses espíritos foram falando com ela todas as imoralidades possíveis de se imaginar. E eles falavam com ela de uma forma assim cáica, né, para poder ferir realmente. E também muitos palavrões, muito mostrando a raiva que eles estavam do trabalho que é a Ivone desenvolvia. E por isso então ela estava ainda atendendo eles com amor, procurando amá-los, como ela diz aqui, perdoá-los e tudo mais. E quando eles viram que a Ivone não estava cedendo, nem ficou amedrontada a ponto de sair de pressa da cena, fugir ou demonstrar que estava realmente com medo, mas ela demonstrou exatamente o contrário, coragem, fé, confiança. E aí eles viraram as costas e foram embora sem antes cuspir no chão aonde pé próximo a onde ela estava para mostrar a raiva deles, não é? a ira, a eh a revolta e tudo mais, mas ela nunca desanimou. E então, João, a Ivone sempre continuou no trabalho dela a custa de todo o sacrifício, de toda a doação que ela teve naqueles anos todos constantemente. Sabemos também que André Luiz apresenta no livro Libertação uma cidade das trevas que era dirigida por Gregório. E Gregório, ele tinha uma uma uma vingança que ele estava e realizando através de comparsas que iam atuar na mulher, numa mulher cujo nome era Margarida e que ele tinha ódio dela por algum ressentimento, alguma coisa do passado muito forte. E com isso ele vai colocar ao lado da Margarida ela, ele vai colocar cinco espíritos ovoides, ou seja, espíritos tão atrasados, tão atrasados, que perderam a forma perispirítica e ficaram apenas como se fosse uma grande cabeça oval. todos os implementos eh de de próprias do do perespírito, do corpo físico, no caso, eh retratando o corpo per espírito, atuando no corpo físico, não é? Então, eh, todos os implementos tinham se retraído porque eles tinham uma ideia fixa. E tendo uma ideia fixa nos crimes que cometeram e na maldade, na
rpo per espírito, atuando no corpo físico, não é? Então, eh, todos os implementos tinham se retraído porque eles tinham uma ideia fixa. E tendo uma ideia fixa nos crimes que cometeram e na maldade, na crueldade, todos a a sua ah, por exemplo, braços, pernas, tudo que constituía o perespírito foi se retraindo, foi se retraindo até ficar com essa forma ovoid. Por isso que são chamados de ovoid. são espíritos altamente perturbados. E Gregório, também de uma maneira muito cruel fez com que esses espíritos fossem ligados fluídicamente a Margarida para que ela ficasse totalmente perturbada o que estava acontecendo. Até que em determinado momento há uma interferência de de André Luiz que estava junto com seus orientadores. Era Gúbio o orientador na na no libertação. É. É Gúbio. É. Então, e então, eh, eles interferem porque havia também uma proteção de um espírito mais evoluído, cujo nome era Matilde, que era mãe espiritual de Gregório. Então, eh, Margarida também estava sob o amparo da da Matilde. E com isso, André Luiz, Gúbio e outros foram aonde estava Gregório, que é chamado de uma cidade estranha. Eles foram, é muito interessante a entrada deles, porê quando eles se aproximaram da entrada da tal cidade eh das trevas, eh o orientador disse que eles deveriam condensar o perespírito. Deveriam condensar o perespírito para que eles não os identificassem como espíritos já com uma certa evolução. E por isso eles obedecendo a aquilo que o Gúbio estava propondo, condensaram per espírito de Porque aí é muito interessante a gente ver isso, porque é o poder do pensamento. Então aí com a força do pensamento basta querer estando no mundo espiritual, o perespírito é muito plástico, muito moldável, é claro que ele obedece ao comando da mente do espírito. Portanto, eles entram na cidade de Gregório e ali vão acontecer muitas coisas até que Matilde vai se materializar com a ajuda do próprio Gúbel, que fornece energias para isso, e André Luiz e todos mais. E aí o o Gregório depois vai identificá-los. Por
ão acontecer muitas coisas até que Matilde vai se materializar com a ajuda do próprio Gúbel, que fornece energias para isso, e André Luiz e todos mais. E aí o o Gregório depois vai identificá-los. Por fim, a Matilde vai aparecer para ele e ele é conquistado para mudar daquela sua condição. Os cinco espíritos alvoides também foram desligados da da Margarida, foram atendidos, foram levados também para serem beneficiados. Portanto, nós temos uma ideia de que existem realmente esses espíritos ligados às trevas. espíritos que têm esse propósito de perturbar, de impedir o progresso da doutrina. Isso está acontecendo muito. Por quê? Porque a doutrina veio libertar o ser humano. E aí eu me lembro de uma frase de Emanuel que é assim, que está no Missionário da Luz, no prefácio do Emanuel. Ele fala assim: "Ao Espiritismo cristão cristão, cabe atualmente no mundo grandiosa e sublime tarefa. Não basta evidenciar a sua condição de consolador prometido, mas sim eh evidenciar a sua condição, com as minhas palavras, né? Eh, evidenciar a sua condição de libertador de consciência e de corações. Portanto, o espiritismo é, segundo em Emanuertador, libertador mesmo de consciências e corações. Por isso que o título do livro também foi muito bem dado, libertação, não é? mostrando que as algemas do passado, as correntes, aquilo tudo se abriu e e os espíritos vão ficando livres. E hoje nós temos o texto que Divaldo apresentou como entróito da palestra dele. Isso foi muito interessante e diferente, não é? Diferente, né, Paulo, da daquilo que geralmente Divaldo faz. Ele já vai começar falando de uma um episódio que aconteceu com a presença de um grupo de espíritos que eram, me parece, uns 40, é, que se aproximaram do do Divaldo para, eh, vamos dizer amedrontá-lo ou para constrangê-lo de alguma maneira, querendo que ele eh ou pelo menos se eles entendiam que Divaldo teria uma uma reação superior. Mesmo assim, eles se apresentaram porque era importante que ele também passasse isso para nós todos. Então, foi um benefício
ou pelo menos se eles entendiam que Divaldo teria uma uma reação superior. Mesmo assim, eles se apresentaram porque era importante que ele também passasse isso para nós todos. Então, foi um benefício até eles terem dito o que disseram para Divaldo. E Divaldo começa assim: "Eu me recordo que não há muito, no dia 4 de abril de 2016, tem um ano já, não é? Um grupo de espíritos muito infelizes acercou-se-me e desafiadoramente me disse: "Iniciamos hoje uma guerra, uma guerra contra a esperança. Anote a data, porque a partir de agora recrudecerão as dores, multiplicarseão as dificuldades. E aqueles que pretendem servir ao Cristo de Deus, como vocês falam, terão que demonstrar. Não serão mais as feras do restrito circo romano, nem o empalamento, as fogueiras seremos nós. Estaremos de perto para averiguar a legitimidade do cristianismo e estaremos ao vosso lado, ao lado de todos vós, para poder testar-vos as lições que ensinais aos outros. Procuraremos interferir em vossas vidas porque sois devedores. Aos poucos nós vamos estudando esses aspectos todos. Não nos sentimos na condição de cobradores, mas de material de laboratório para testar a vossa fidelidade. Podeis contar conosco, porque nesse momento de transição que se iniciou nos anos 70 do século passado, as dores que se abateram sobre a Terra são mínimas. É como se a cauda de um cometa passasse a regular distância, provocando alguns leves danos. Mas agora o cometa se volta na direção do planeta terrestre para o grande choque. Contai com a nossa guerra, com a nossa guerra. Estamos em batalha e gostaremos de vê-los chorar, buscar misericórdia, de pregar, desistir. Gostaremos de ver a vossa fidelidade ao evangelho, a começar de ti, Divaldo, né? Nós te cobraremos cada lágrima, cada sorriso e veremos até onde irás. E ele aí coloca: 4 de abril 2016. Anota-o para que não te esqueças. Aí, Divaldo, agora começa a comentar: "Eu os ouvi profundo respeito e falei a um amigo: "A humanidade vai passar por uma das suas piores crises e
ca: 4 de abril 2016. Anota-o para que não te esqueças. Aí, Divaldo, agora começa a comentar: "Eu os ouvi profundo respeito e falei a um amigo: "A humanidade vai passar por uma das suas piores crises e aguardemos que muitas dores virão até nós com clamar-nos a uma ética saudável, a vivermos o evangelho para ajudarmos o nosso próximo." E falei aos mais íntimos da nossa casa, da mansão. muito bom ânimo, pois as coisas vão piorar tremendamente. Oremos para evitarmos guerras nessa guerra do cotidiano, evitarmos as calamidades coletivas, porque as entidades do mal perfilam-se para impedir a chegada de uma nova primavera. Nós resistiremos e enfrentaremos com alegria, porque estamos a soldo daquele que convidou os servidores da última hora. E nós seremos esses trabalhadores da última hora, que mesmo invitados às lágrimas, teremos a luz suave do mestre, enxugando-nos o suor e os olhos. Não temamos, não desfaleçamos, que tenhamos a coragem de carregar uma cruz invisível, que não seja vista, e todos os julguem pela aparência, pelo sorriso, pela alegria, mas pelo caráter rígido, pela fidelidade ao bem e ao amor. Agora, Divaldo, ainda continuando, desde aquela data, eu que sempre desfrutei de muita saúde, tenho sido visitado, como é evidente numa idade bastante avançada, pelos fenômenos orgânicos de um lado e também pela visita desses seres que nunca viem tão grande quantidade nas cidades, cuja psique forma uma nuvem sombria sobre cidades, sobre povoados. resultado da mescla psicosfera humana aturdida, dolorosa, sofrida, quase sem esperança. Então, esse primeiro comentário de Dival termina aqui. Já pegando essa parte final, eu quero falar porque eh eu já teria mencionado isso no na introdução, mas na hora eu me esqueci. E ele trata exatamente do que eu ia falar. Vejamos que ele diz assim: "Também pela visita desses seres que nunca vi em grande quantidade nas cidades, cuja psicosfera forma uma nuvem sombria sobre cidades povoados, resultado da mestra da psicosfera humana, aturdida, dolorosa, sem
ela visita desses seres que nunca vi em grande quantidade nas cidades, cuja psicosfera forma uma nuvem sombria sobre cidades povoados, resultado da mestra da psicosfera humana, aturdida, dolorosa, sem esperança." Muito bem. em uma das obras de André Luiz, que agora eu não me lembro o nome, infelizmente, ele fala que foi a uma via pública e não diz cidade. Eh, dá a entender que parece que era o Rio de Janeiro, não sei, mas ele está, eh, vamos dizer, eh, levitando, né, vamos dizer assim, sobrevoando, que nome daria para isso, né? Ele está ali naquela, não andando no asfalto ou na nas calçadas, mas ele estava ali na parte eh espiritual daquela cidade, daquelas ruas. E o que que ele viu? Exatamente isso, que havia uma nuvem sombria, uma atmosfera de fluídica muito pesada, muito escura, muito densa. E no bojo dessa nuvem escura, monstros, monstros que estavam ali com que com vida, porque significava o resultado do pensamento das criaturas. Então, aquelas formas pensamentos que nós mencionamos há pouco, elas podem tomar também esse aspecto, né, dependendo do grau de perversidade, eh, de maldade, de situações tão terríveis que às vezes nós nem sequer supomos, não é, como seria isso. E resultado dessa mente, das mentes enfermiças, são esses exatamente a a psicosfera muito sombria e os monstros do pensamento. Eu certa vez escrevi um artigo sobre isso, publiquei no reformador, mas eh na hora agora não me lembrei eh de que livro e eu extraí isso, mas depois todo mundo pode procurar e quando achar pode também me ajudar. Muito bem. Vamos ver que o princípio. Puxa para mim aí para baixo, por favor. Vamos voltar lá mais pro princípio. Vamos ver aqui, não é? Aqui, tá bom? Então, que eles começam dizendo sobre uma guerra, não é? Porque nós estamos na fase da transição planetária e isso não vai ser alcançado sem muitas lágrimas, sem muitas dores. Eh, nas últimas três vezes que eu encontrei com Divaldo, com intervalos de meses, às vezes quase um ano, eu falava assim com ele, sempre que dava uma
r alcançado sem muitas lágrimas, sem muitas dores. Eh, nas últimas três vezes que eu encontrei com Divaldo, com intervalos de meses, às vezes quase um ano, eu falava assim com ele, sempre que dava uma jeitinho para eu falar assim mais e baixinho com ele, para não ficar falando para todo mundo ouvir isso, eu falava assim, Divaldo, que como está a situação espiritual? Já está melhorando aí, Divaldo, vai piorar. É, Divaldo, vai piorar. É, vai piorar muito. Aí daí é mesmo que tava de novo, Divaldo, e agora tá melhorando já. Aí eu pergunto sempre, já chegamos no fundo do poço? Não, dá falta muito. Em julho eu perguntei de novo, Júlio. E aí eu falei com ele assim: "E aí Divald? Chegamos ao fundo do Porto? Não vai piorar muito". E agora tá dizendo aqui a a que a situação é como ele disse, não é para nos, vamos dizer assustar, nem para ficarmos atemorizados, com medo, essa coisa toda, mas é para prevenir, porque estando alerta é muito melhor para nós, não é? Porque vamos vibrar num padrão melhor, vamos ter mais confiança, sabendo que a espiritualidade nos está ajudando e tudo mais. Por isso eles dizem, uma guerra contra a esperança. As dores multiplicar-seão, as dificuldades eh estão também e cada vez mais se apresentando, se aprofundando e sobretudo aqueles que pretendem servir ao Cristo de Deus, como vocês falam, terão que demonstrar, teremos que demonstrar, não é? E até aqui então, eh, hoje, aliás, ontem conversando com Divaldo, após todo o término de tudo, a maioria já tinha se recolhido, ficamos ali um pequeno grupo que talvez umas oito pessoas. E aí ele falou sobre isso. Então ele falou como que ele tem tido eh problemas de saúde decorrentes de um assédio que está eh, vamos dizer, tirando muito das energias dele e que ele se recupera muito depois de prece, depois de muita coisa, é às vezes com a com a palestra, com as pessoas, enfim. Eh, ele disse que a ajuda é muito grande também. Quando ele falou essas coisas todas, eu disse assim para ele: "Mas, eh, pelo que você está falando aí, por tudo que ele
alestra, com as pessoas, enfim. Eh, ele disse que a ajuda é muito grande também. Quando ele falou essas coisas todas, eu disse assim para ele: "Mas, eh, pelo que você está falando aí, por tudo que ele apresentou, você eh eh nós podemos entender que nós não fazemos nada. Nós, meus irmãos, não fazemos nada diante do quadro que ele apresentou e isso que está aqui e diante dele que já fez isso tudo na vida dele, esses 70 anos, vamos dizer 90 anos de doação, e nós que não fizemos nem um um pouquinho mínimo, né, do que ele fez, ele tá passando isso. Então, de repente, você chega a conclusão que nós não fizemos nunca nada. Aí todo mundo na mesa é o grupo. É, nós nunca fizemos nada em comparação com tudo isso que Divaldo está sofrendo agora, né? Está apresentando. Muito bem. Vamos continuando aqui. Aí ele diz assim que eles vão estar por perto, né, para averiguar a legitimidade do cristianismo. Estaremos ao vosso lado para testar as lições que ensinais aos outros para viver, não é? Para viver. E aí, meus irmãos, também essa questão da vivência, porque precisamos falar um pouquinho do movimento espírita. O movimento espírita eh tá assim muito difícil, porque nós temos eh além desses assédios todos, né, nós temos aquelas pessoas que dão campo para que essas entidades se aproximem e interferiram e e prejudiquem. Hoje nós estamos vivendo uma coisa que um espírito obseão o ano passado, talvez quase um ano já, ele disse assim que o projeto deles é a vulgarização da doutrina, vulgarizar a doutrina. Então, é aquele expositor, aquela pessoa que vai falar sobre a doutrina doutrina e fica fazendo gracejos, fica fazendo grafinha, conta casos que muitas vezes são eh mais prejudicam do que ensinam. E a gente esquece, não é? A pessoa que tá fazendo isso, esquece que o público ali está procurando às vezes consolo, esclarecimento das suas dores, dos seus problemas, esperança. Mas essas brincadeirinhas, essas coisas todas, não traz nada disso. Não trazem nada disso, nem esperança, nem ensinamento, eh nem
consolo, esclarecimento das suas dores, dos seus problemas, esperança. Mas essas brincadeirinhas, essas coisas todas, não traz nada disso. Não trazem nada disso, nem esperança, nem ensinamento, eh nem conforto. Então, temos que ter muito cuidado, porque a nossa abertura para eles é exatamente isso, vulgarizar doutrina, eh coisas antidoutrinárias que espíritos mistificadores, eh influenciam os médiuns que ficam fascinados e aí eh escrevem livros e trazem eh nas palestras muita coisa que, na verdade são antidoutrinárias, não é? Kardec é pouco lembrado e junta tudo isso, não é? E aí ele diz: "Procuraremos interferir em vossas vidas porque sois devedores." É a nossa condição, não é? Somos realmente somos aqueles alunos dos primeiros momentos, das primeiras horas, ainda incipientes, né? Ainda estamos começando a soletrar as primeiras letras da ciência do infinito e tudo mais. Portanto, como nós somos devedores, é fácil para eles muitas vezes atuar. E outra coisa que Joana nos ensina e que está no livro dela, Rumo Libertadores. Nesse livro tem um capítulo sobre os perseguidores espirituais. E a Joana fala eh a assim, vamos dizer, a como que eles atuam, né, a a forma como que eles estão procurando eh influenciar na nossa vida, prejudicar. Então, a frase é assim: "Atiram pessoas problemas nos braços da ação enobrecedora". Então, eh, quando eles não conseguem com a própria pessoa, eles usam um parente, alguém muito próximo, que não tem conhecimento, que abre a guarda, que deixa que deixa-se influenciar. Então este parente, este amigo, esta pessoa que coisa convivência, nós não temos condição de julgar para lá essa pessoa, de empurrar para lá. Agora você não fica mais aqui, não temos condição para isso. Nós temos que conviver e aí eles vão, esses parentes vão nos impedir de frequentar. Hoje em dia não pode, outro, outro dia tem briga, outro dia isso, outro eh enfim, criar tumulto de todas as maneiras para impedir a pessoa de ir, para colocar a pessoa eh sem condições, desanimada e vai por aí aa porque somos
ro, outro dia tem briga, outro dia isso, outro eh enfim, criar tumulto de todas as maneiras para impedir a pessoa de ir, para colocar a pessoa eh sem condições, desanimada e vai por aí aa porque somos devedores. Aí ele diz assim, só para, vamos dizer, para fingir, não é? Não nos sentimos na condição de cobradores, mas na verdade estão cobrando, né? mas de material de laboratório para testar a vossa fidelidade. Podeis contar conosco, porque ele diz que essa transição se iniciou desde os anos 70 do século passado e as dores desde aquela época até agora são mínimas. E aí vem o exemplo da cauda do cometa. Essa imagem muito interessante, né? é um cometa que passou por hora apenas rastilhos da caudda do cometa, mas agora o cometa fez uma meia volta e e vem de de impacto, né? Portanto, eh preciso que estejamos bem preparados, porque eh eh a situação é bem grave. Nós podemos às vezes fraquejar em algum momento, mas vamos levantar de novo, né? Não vamos ficar eh desanimados. Lembrando Paulo, né, que fala: "Senhor, por eu não faço o bem que eu quero e faço o mal que eu não quero?" Falava isso também, não é? Então, e também se cair, levanta com os joelhos desconjuntados e vai pra frente. E aí seria bom se nós pudéssemos avisar nossos familiares, aqueles que poderiam entender isso, né? Para nos ajudar, para terrar fileiras. Aí eu vou na nossa casa espírita, nós vamos fazer um estudo disso, acho muito importante, não é? E aqui no fim ele fala: "Contai com a nossa guerra e gostariam de nos ver chorar, essa coisa toda". E vem Divaldo depois falando, não é, do quanto que ele está sofrendo até na sua saúde, eh, está se mostrando mais enfraquecido e sim, enfim, eh, ele está sentindo muito isso. E ontem e nós percebemos isso, né, o cansaço e a o o o organismo, né, já muito eh muito solicitado para para superar superação em cima de superação, de superação, de superação. E isso faz com que a pessoa no fim vai ficando mais eh desgastada. É claro que a proteção e eu ainda falei assim e aí a Joana e os
a superar superação em cima de superação, de superação, de superação. E isso faz com que a pessoa no fim vai ficando mais eh desgastada. É claro que a proteção e eu ainda falei assim e aí a Joana e os amigos espirituais aí ele estava falando que também não pode tirar tudo do nosso caminho e e ele falou de Francisco, não é? O quanto Francisco sofreu e inclusive depois Francisco foi expulso da ordem, né? Imagina uma ordem que ele fundou que era o ideal da vida dele. Depois no fim ele vai ser expulso. E com tantas dores, com tanto sofrimento, com tantas doenças. E naquela época não tinha nem nada do que nós temos hoje, os recursos, né, para saúde, para fazer exames, essa coisa toda e tal. Eh, então sim, aí é contar com a nossa guerra. Ele está dizendo, né, que querem nos ver chorar, eh, pedir misericórdia, essas coisas todas. Mas depois aqui, Divaldo ainda vai dizer: "A humanidade vai passar por uma das suas piores crises". E a gente pensa que já tá tão ruim, né? Que eu eu, por exemplo, faço sempre a pergunta: "Já chegamos no fundo do poço?" Não, ainda não chegamos. Mas que poço é esse que nunca chega lá no fundo, né? Pois é. Então, meus irmãos, é preciso eh a estarmos alertas. Divaldo diz aqui que ele falou com os mais íntimos da casa lá da mansão, não é? para que tenham bom ânimo, para orar juntos, para evitar a guerra do cotidiano entre o lar também, né, as paredes do lar. Muito bem. Então, meus irmãos, eu acho que aqui nós já temos um material muito bom paraa nossa reflexão, porque precisamos pensar muito nisso, não é? Precisamos contribuir lá na nossa casa. Nós já adotamos, já de 2 anos para cá, não sei se se mais que anos, reuniões de radiação pela paz, não é? Então, a reunião tem essa finalidade de orar pela paz mundial, paz, a paz do nosso país, pela paz mundial, para que também a violência, né, possa ser substituída pela solidariedade, a fraternidade, o amor, essas coisas todas. E como ele disse aqui, somos os trabalhadores da última hora, que mesmo eh convidados a chorar, teremos sempre a
, possa ser substituída pela solidariedade, a fraternidade, o amor, essas coisas todas. E como ele disse aqui, somos os trabalhadores da última hora, que mesmo eh convidados a chorar, teremos sempre a luz suave do mestre, que não temamos, nem desfaleçamos, que cada um tem a coragem de carregar essa cruz invisível, não é? A cruz da responsabilidade, a cruz do compromisso, porque todos nós aqui somos comprometidos com a doutrina. A doutrina, meus irmãos, ela é uma mensagem de vanguarda. A doutrina espírita está na vanguarda do tempo. Eu tenho falado muito isso nas minhas palestras. Por quê? Porque o que ela fala não é para hoje. Nós não vamos conseguir implementar isso que a doutrina propõe hoje. Mas hoje nós estamos aprendendo como devemos fazer para que agora num futuro, aos poucos, tudo o que ela ensina possa ir gradativamente sendo adotado. Mas não é nesse minuto que nós vamos conseguir, não é nesses nessa, nesse momento, né, que nós estamos vivendo. Nós, ela ela está falando pro futuro. Jesus sempre falou pro futuro, não é? Desde aquela época. Hoje nós somos o futuro daquela época, mas ainda temos o futuro para o qual nós estamos trabalhando. E ela tem esse texto de vanguarda, né, que Joana sobretudo tem uma muitas vezes uma mensagem que é tão avançada, não é, que a gente às vezes até assusta com certos aspectos que ela apresenta. E aqui, isso aqui é uma coisa ainda que nós ficamos sabendo que está acontecendo, mas também é temos a, vamos dizer, a conscientização, que é muito importante estarmos conscientizados disso tudo, porque nós preparamos um futuro melhor. Todos os que trabalham no campo do bem, aí não é só o espiritismo. Todos os que trabalham no campo do bem, que já tem mais fraternidade na sua vida, já estende a mão para o próximo, tem eh uma vivência de mais solidariedade, essas pessoas querem a paz. Eu tenho dito também, por exemplo, eh a a TV mostra a explosão de um homem bomba, eh, lá no na no longinco eh país. E aí aquela explosão se dá dentro de um
s solidariedade, essas pessoas querem a paz. Eu tenho dito também, por exemplo, eh a a TV mostra a explosão de um homem bomba, eh, lá no na no longinco eh país. E aí aquela explosão se dá dentro de um supermercado, por exemplo. Aí os corpos estão estraçalhados, aquelas coisas terríveis. Vem os parentes quando a fumaça, o fogo se dissipam, vem pessoas queridas que tem ali também o seu ente querido que passou por aquilo. Então a gente vê às vezes a a TV mostra a dor estampada no rosto daquele pai, daquela mãe, daquela pessoa que está ali, não é? sabendo que seu ente querido ficou completamente destroçado. Então essa pessoa quer paz no sofrimento que ela está, ela imagina que precisa ter paz, ela quer a paz. Então essas pessoas elas começam a mudar o padrão vibratório. Se se não tinham um padrão muito bom, começam a melhorar o padrão, não é? Se já tinham, aumentam, melhoram, porque a pessoa quer vibrar pela paz, pela paz mundial. Então o sofrimento acarreta isso, né? A necessidade de sentir que precisamos mudar. E eu creio firmemente, como diz o próprio Allan Kardec, que o bem prepondera. O bem é está muito acima do mal, não é? E aí é que a gente não tem noção do número de pessoas que querem o bem, que já são solidárias com o próximo e essa coisa toda. Nós temos esse exemplo de Divaldo Franco, porque quem mais de perto acompanhou o Divaldo sabe das etapas da vida que ele tem vivenciado. Joaquim, por exemplo, que está aqui conosco, não é? que é uma das pessoas muito ligadas pela vivência dele na mansão, dá o depoimento. Eu estava dizendo na viagem da mansão para aqui aonde nós estamos agora, eu estava dizendo daquele livro Meu Coração ainda está aqui, não é? que é o livro da Maria da Paz, em que os filhos do da mansão do Caminho de Edivaldo e Nilson estão relatando o seu depoimento do quanto já foram beneficiados, do quanto estão sendo, do quanto receberam de amor. É porque é um amor muito grande para que depois venha esse jovem que agora tá com está com 40 anos ou até mais filhos e
uanto já foram beneficiados, do quanto estão sendo, do quanto receberam de amor. É porque é um amor muito grande para que depois venha esse jovem que agora tá com está com 40 anos ou até mais filhos e esposa e família e tudo mais e falar eh a mansão do caminho é a mansão do meu caminho, como um deles fala, não é? Então, é uma coisa emocionante nós falarmos isso, porque é um exemplo para todos nós. Eh, eu vi Divaldo passar a maior crise da vida dele em 1962, muito de perto, muito de perto. Então eu sei da postura dele, de como ele venceu aquela crise, de como ele superou e de como de todos aqueles que o acusaram naquela época, ele foi o único que manteve fidelidade à doutrina, ao Cristo e tudo mais. Portanto, nós temos esse exemplo e e isso para nós é um benefício muito grande. Nós, cada um de nós contribui com Divaldo, contribui eh espiritualmente, vibratoriamente, amorosamente, não é? Não precisa trabalhar lá dentro propriamente, porque se nós todos fossemos para lá, mansão tinha que fazer outra outra sede, porque não ia acaber. Mas espiritualmente nós vamos, espiritualmente nós estamos, não é, o tempo todo vibrando, pedindo, a lendo os livros, as obras. E isso é da maior importância, porque Joana Edivaldo e Francisco representam o consolador prometido por Jesus agora plenamente instalado. Claro que Chico, Ivone, Zilda, começando da Zilda, Ivone, Chico, também tiveram a sua contribuição muito importante. Chico Xavier especialmente, mas Divaldo, agora é essa plenitude, né? Porque vivenciar essas lutas todas e é sempre dando o exemplo de fidelidade, não é? De amor a Jesus, de amor à causa, à doutrina. É algo assim que nos eh também nos faz enaltecer, nos faz crescer, que eu quero dizer isso, nos faz crescer, porque o exemplo dele nos motiva, não é? E aí a gente quer também estar de certa forma acompanhando os passos que ele como semeador de estrelas, né, deixa esse rastro de estrelas para nós. E outra coisa também muito importante é que cada um de nós teve uma programação, não é, para voltarmos a
nhando os passos que ele como semeador de estrelas, né, deixa esse rastro de estrelas para nós. E outra coisa também muito importante é que cada um de nós teve uma programação, não é, para voltarmos a nosso plano terreno e cada um com compromisso numa área, cada um num estado, num lugar, é num trabalho, porque somos os trabalhadores das últimas horas. E sendo assim, a nossa parte, a nossa parcela e a nossa cota de contribuição também é muito importante, não é? e que a gente possa então também, não é apenas teoricamente, mas viver. A vivência é muito importante, né, é importante buscarmos nas casas espíritas a convivência o melhor possível, a convivência amorosa, fraterna, que isso é algo da também necessário, né? Eh, essa semana eu participei da segunda-feira agora da reunião mediúnica, não é? E aí veio um espírito, por meu intermédio, falando do livro, que o livro não era para sair, porque o que está sendo relatado aqui não era para ser colocado a nível do público em geral. É, mas já que saiu, tanto ele quanto eu vamos pagar o preço, é do do livro, né? Por causa da porque muitas pessoas não aceitam. Eh, e aí começa a calúnia, começa as a a tudo isso, mas a gente já sabe, então vamos ficar bem atentos também, não é? Porque com os depoimentos todos aí a gente vê a importância, não é? Do que cada um falou, cada um contou. Porque isso deu força pro trabalho do Divaldo, né? Isso aí é é que o exemplo dele ficou na vida dessas pessoas que agora estão relatando. E por isso, meus irmãos, vamos nós nos unirmos cada vez mais. Acho uma felicidade estar aqui com vocês. Uma felicidade que eu nunca imaginei estar lá na mansão do caminho, muitas vezes, como já estive, eh, ao lado do Divaldo, e aprendendo, aprendendo sempre, não é? e procurando ser uma pessoa melhor que ainda falta muito. Que Jesus nos abençoe.
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