SOU LIVRE PARA FAZER MINHAS ESCOLHAS - Márcia Sirotheau [19° Sem. de Dependencia Química]

Comunhão Espírita de Brasília 18/11/2025 (há 4 meses) 1:11:16 505 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei. >> na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor >> dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. Boa noite aqueles que nos assistem pela TV Comunhão, aqueles que vão ter oportunidade de nos ouvir em outra ocasião. Sejam todos bem-vindos a essa casa de Jesus. E olha, eu vou confessar para vocês que essa semana é uma semana muito especial pro meu coração. Estava comentando com a Márcia, porque aqueles que têm o hábito de nos acompanhar sabe que a nossa diretoria de atendimento e orientação ao longo do ano, planeja seminários que são momentos de reflexão sobre temáticas que nos trazem orientação, que nos trazem consolo, que nos trazem acalo. E hoje nós estamos começando um seminário que, pro meu coração, é muito especial, né? Eu falo para para pra equipe, né, a direção da Dal, é é o chodozinho do meu coração, que é o nosso seminário do grupo Miozotes. que são 19 anos de caminhada, que esse seminário acontece nessa casa, vencendo a pandemia, mesmo naquele momento difícil que nós precisamos estar em casa, o nosso seminário não deixou de acontecer mesmo online, então não houve uma interrupção nesse trabalho. Então, são 19 anos que a nossa diretoria de atendimento e orientação vem trazendo para nós reflexões e partilhas para orientar os nossos espíritos, para nos consolar, em especial aqueles que lutam com as dores que o adoecimento pela substância psicoativa traz para si mesmo e pros seus familiares. Então, o grupo Miozotes, porque vocês devem estar se perguntando que grupo é esse? É o nosso querido grupo da dependência química. E

la substância psicoativa traz para si mesmo e pros seus familiares. Então, o grupo Miozotes, porque vocês devem estar se perguntando que grupo é esse? É o nosso querido grupo da dependência química. E por que miozotes, né? Aqui nós vamos falar das flores miozotes, flores delicadas que simbolizam a dedicação. Os miozotes são a metáfora dos filhos que nos exigem muito cuidado, muita atenção, dada a sua impulsividade aos seus melindres, a sua capacidade de transitar de um extremo ao outro. Então, quem tiver interesse, né, existe um texto belíssimo que fala dos filhos miozotes e dos filhos geraçóis. Os filhos giraçóis buscam de imediato a luz, são mais obedientes, resilientes e os biozotes exigem um cuidado, uma atenção especial nossa. Esse é o nosso grupo querido. E esse ano a nossa diretoria de atendimento e orientação, a DAL, ao longo dessa semana, começando hoje, indo até sexta-feira, sempre às 20 horas. E no sábado, em dois momentos, em horários diferentes, às 17 e às 19 horas, nós vamos estar refletindo sobre a libertação interior, o despertar da consciência para a vida real. O nosso tema envolve falar de liberdade. Sou livre, né? Eu faço o que eu quiser, né? Posso fazer o que eu quiser, inclusive usar droga para a hora que eu quiser. Será que é mesmo? Então essa reflexão em busca dessa liberdade que nos permite o encontro com a verdadeira liberdade no encontro da consciência e da vida real. Mas para que nós possamos fazer essa trajetória juntos nessa semana, nós vamos manter sempre a nossa sintonia aqui nesse ambiente, elevar o nosso pensamento, buscar pensar nos nossos irmãos que vivem os desafios da abstinência ou de tentar viver a vida sem a droga, das famílias que vivem essa dor. E nós vamos, ao longo dessa semana, é um convite que Adal faz a todos, vibrar por esses irmãos para que eles tenham coragem e perseverança. E para que a gente possa est vibrando e sintonizado na mesma energia, eu quero convidar a nossa diretora Evan Ribeiro, Evani Bueno, para fazer a nossa prece

ara que eles tenham coragem e perseverança. E para que a gente possa est vibrando e sintonizado na mesma energia, eu quero convidar a nossa diretora Evan Ribeiro, Evani Bueno, para fazer a nossa prece para que a gente possa, de mãos dadas nos fortalecer nessa sinergia de fraternidade. Boa noite a todos. É com uma alegria imensa que a gente começa essa semana, essa jornada que vamos ter até sábado, de tantos conhecimentos que vamos adquirir, de tanto consolo, de tanta esperança, como a Patrícia disse, que vamos ficar harmonios nos trazendo essa alegria de estar aqui. Por isso, pedimos a Deus, nosso pai, a Jesus, o nosso irmão maior, o mentor da nossa casa, Dr. de Menezes, os mentores de todos os grupos que nos acompanha, para que sejamos acolhidos nesse momento, intuídos a fazer o melhor, em adquirir conhecimento para que possamos tomar decisões e fazer escolhas mais acertadas. Por isso pedimos Jesus nos abençoe neste momento, trazendo para nós esse lenitivo de cura e de esperança. Esperança de um porvir melhor. que possamos ser abraçados hoje com todo o amor de Jesus, de Maria Santíssima, nessa início de nossa jornada. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Que assim seja. Bom, o nosso tema principal ele se desdobra, né, em vários temas para que a gente possa ao longo de toda a semana ir olhando os vários aspectos que a nossa temática da dependência química nos convida a refletir. Então, nessa nossa primeira noite de encontro, quem vai nos trazer a reflexão é a nossa irmã, trabalhadora da casa, trabalhadora da nossa diretoria, Márcia Cirotô, e ela vai trazer pra gente reflexões acerca da seguinte temática: sou livre para fazer as minhas escolhas. Então, sem mais delongas, Márcia, seja bem-vinda. Meus amigos, boa noite a todos. Uma alegria participar desse seminário. E a Patrícia tava falando do Miozotes. Eu também fui atrás do miozó, sabe, Patrícia? Porque eu achei tão linda a arte do seminário, aquelas florezinhas azulzinhas com aquele miolo amarelo. E eu fui atrás de saber que flor é essa,

Miozotes. Eu também fui atrás do miozó, sabe, Patrícia? Porque eu achei tão linda a arte do seminário, aquelas florezinhas azulzinhas com aquele miolo amarelo. E eu fui atrás de saber que flor é essa, né? E tive a agradável surpresa de descobrir que essa flor ela é muito delicada, igual a Patrícia falou, né? Mas ela é conhecida como não me esqueças também. E essa flor, ela traz em si o simbolismo do amor, da irmandade, de ter na lembrança algo que nos é caro. Então eu fiquei pensando que grupo é esse que tem esse nome? Miotes? Por quê? O que que nos une enquanto grupo? E por que o simbolismo dessa flor? Não é que nós compartilhamos nesse grupo querido, abençoado, assim como nos outros grupos também de mútuo ajuda, né, que agora se fala assim, nós compartilhamos essa irmandade, essa esse laço que nos une, que tem a ver com o tipo de dor que a gente experimenta, ou melhor, com o tipo de desafio que a gente é convidado a enfrentar. Então essa irmandade nos une e nos fortalece e nos lembra de não esquecermos uns dos outros, assim como a espiritualidade também não deixa nenhum de nós desamparado nas nossas lutas. Então achei esse simbolismo uma coisa mais linda, né? Porque vem nos lembrar dessa proteção, dessa união, dessa necessidade que nós temos de nos unir para nos ajudar, para nos fortalecer. Eu não tô sozinha, o outro sente parecido, o outro superou também o que eu tô vivendo. Então isso vai nos dando assim ânimo, alento. E como é lindo esse símbolo, então desse desse amor, desse carinho, que é essa flor tão tão linda, né? Uma gracinha, tão bonitinha. Então, meus amigos, o nosso tema de hoje é sobre a liberdade. A liberdade para fazer as nossas próprias escolhas. E esse tema é muito provocador, né? Porque a gente pensa assim: "Bom, será que eu sou livre mesmo? Que que é ser livre?" A gente às vezes acha que ser livre é eu poder ir para onde eu quiser, né? Me deslocar para onde eu quiser, andar por aí, né? e fazer o que eu bem entender, poder decidir a minha vida, poder ter

vre?" A gente às vezes acha que ser livre é eu poder ir para onde eu quiser, né? Me deslocar para onde eu quiser, andar por aí, né? e fazer o que eu bem entender, poder decidir a minha vida, poder ter tudo que eu quero. Às vezes a gente trabalha para ter uma independência econômica, ah, eu vou ser livre, né? E nós vamos tendo essas noções aí de liberdade, não ter amarras, não dá satisfação, não devo nada a ninguém, então sou livre. E a gente fica, então, muitas vezes eh preso na ilusão do que a gente acredita que é a liberdade. Mas será que a liberdade tem realmente a ver com isso de eu não dar satisfação, de eu fazer o que eu quero? Será que isso é a liberdade? E quando a gente começa a se aprofundar um pouquinho nesse nesse conceito, a gente percebe que a nossa visão de liberdade, às vezes ela tá ligada a alguma coisa que tá fora, a um conceito externo. Eu tenho um carro para me locomover, ou eu tenho o dinheiro para poder viajar, ou eu não d satisfação não ter chefe, né? E a gente pensa sempre em alguma coisa de fora, mas a liberdade que realmente nós precisamos e que é a liberdade real, ela não tem a ver com nada de fora, ela tem a ver com algo de dentro de mim. Isso que me faz ser livre. Tem uma historinha muito interessante que ela tá no livro Paz Íntima e ela é uma lenda antiga que nos é trazida pelo espírito Eros nesse livro, pela psicografia do Divaldo Franco. E essa lenda diz justamente sobre essa busca da liberdade em eventos externos. E essa lenda diz assim: "Tinha um lenhador que ficava, tinha uma casinha ali muito pobrezinha nas marchas de uma floresta perto da rodovia, mas assim perto dessa floresta, né, vamos dizer assim, na borda da floresta. Era uma mata muito grande, desconhecida. E ele tinha a casinha dele lá e morava com a mulher, com os filhos. E ele vivia de coletar ali pequenas gravetos, a lenha que tinha ali naquela floresta, naquele aquela regiãozinha, né? E ele coletava aquele material e levava pra cidade, vendia e assim ele ia mantendo a sua família, mas um jeito

equenas gravetos, a lenha que tinha ali naquela floresta, naquele aquela regiãozinha, né? E ele coletava aquele material e levava pra cidade, vendia e assim ele ia mantendo a sua família, mas um jeito muito precário, com muita dificuldade. E uma vez passou lá pela região dele um homem santo, muito sábio. E vendo aquela casinha tão tão pobrezinha, com tanta dificuldade, esse homem sábio resolveu pedir paraa pernoitar lá. para de alguma forma poder, quem sabe trazer algum tipo de ajuda para aquela família. Então ele se hospeda lá e aí o lenhador fica tão feliz daquele homem tá lá e ele procura assim se desdobrar em 1000 para de alguma maneira de trazer algum conforto, dividir um pouquinho ali que ele tinha. Então ele vai e prepara um caldo muito simples, era o que ele tinha, mas muito gostoso. E serve aquela comidinha à noite, tava um frio danado e fica assim se desdobrando em atenção. E o homem sábio então percebe o tanto de carinho com que ele estava sendo cercado por aquela família e resolve então dar de presente uma lição para aquele homem, para sua família. Então ele ao se despedir no dia seguinte ele fala assim: "Homem, entra na floresta. Esse é o presente do homem sábio." E o lenhador fica ali pensando, né? Que que será que ele quis dizer com Ib? Entra na floresta. A floresta tá aqui. Ele só pode dizer para eu, né, me aventurar aqui nessa mata. E ele resolve então pegar o machado e começa a abrir lá um caminho na floresta e obedeceu o que o me sábio tinha dito. E aí ele anda assim uns 500 m e ele se depara com uma quantidade imensa de mógno, que é uma madeira muito boa, né? Muito muito nobre, muito valorizada. E aí ele se depara com aquela quantidade de madeira e aí resolve então derruba uma árvore e resolve então explorar aquela madeira. E aí vende essa madeira na cidade e com esse dinheiro ele compra o maquinário e começa a explorar todas aquelas aquelas árvores que estavam ali. E com isso ele monta uma serraria. E aí a situação dele muda, porque ele já consegue comprar uma

sse dinheiro ele compra o maquinário e começa a explorar todas aquelas aquelas árvores que estavam ali. E com isso ele monta uma serraria. E aí a situação dele muda, porque ele já consegue comprar uma casa melhor na cidade, ele já consegue botar os filhos em uma escola boa, ele já consegue eh frequentar ali um meio social que tá mais eh mais com mais fartura, né? E aí ele fica muito feliz de ter seguido o conselho do homem, sabe? E aí então passa um tempo e ele tá lá na varanda casa dele pensando, né, já com a madeireira, já é um homem rico, né, e tá ali pensando e de repente ele vem, vem a mente dele, a imagem do homem sábio e a frase: "Homem, entra na floresta". Ele resolve entrar mais um pouquinho, já tem recurso, né? E ele entra então mais um pouquinho nessa floresta. E aí já com seu próprio carro, né? com em agrônomo ali do lado, geo geógrafo, não, geólogo do lado. E aí ele descobre ali um precipício e depois desse precipício, ele vê uma montanha brilhando diferente e o geólogo fala assim: "Olha, aquilo ali é uma mina de cobre. Aquele é cobre que tá brilhando lá. Ah, que maravilha! Então, ele vai atrás, consegue lá na cidade uma licença para explorar aquela mina. também, assim como ele havia feito com a plantação de Mógno. E aí começa a explorar essa mina e de repente, então, ele já tem duas indústrias, tem a serraria e já tem a mineradora. E aí a coisa também fica melhor. Os filhos vão estudar no exterior, ele começa a exportar tanto a madeira como o cobre e aí vai acumulando uma fortuna. E aí ele já tá com 40 anos de idade, tempo já havia passado. E ele tá lá na mansão lindíssima que ele havia comprado e pensa de novo no velho sábio. Homem entrando na floresta e ele já com mais recurso vai no seu próprio helicóptero, contrata ali um piloto e vai fazer aquela incursão mais a fundo naquela floresta com helicóptero. E aí vem um riacho tão lindo. E ele resolve então pedir pro piloto pousar ali numa clareira e andar ali naquele riacho. E ele vê um brilho diferente nas

mais a fundo naquela floresta com helicóptero. E aí vem um riacho tão lindo. E ele resolve então pedir pro piloto pousar ali numa clareira e andar ali naquele riacho. E ele vê um brilho diferente nas águas. Eram pedras preciosas, diamante, rubi, esmeralda. Meu Deus do céu, uma mina de pedra preciosa. E aí ele já sabe todos os recursos que ele precisa utilizar para explorar aquela aquela aquela área da natureza, né? E aí então ele adquire também uma mineradora de pedras preciosas. Então, olha só, era a serr a madeireira dele, era mina de pobre, a mina de pedra preciosa. E aí, nessa altura ele já era um milionário. Os filhos, cada um tocando uma empresa, eram várias empresas que aí elas foram, né, rendendo e aí a vida tá muito diferente daquela vida simplesinha que ele tinha lá no começo. E aí ele já tá com 60 anos de idade, tão cansado, exausto de tanta, de tanto problema, de tanta coisa para resolver, de tanta demanda, advogados, problema com sindicato, aquela confusão. E ele pensa assim: "Puxa, mas eu tive tanta coisa, mas eu sou feliz. Eu não sou feliz de jeito nenhum. minha vida é um tumulto. E aí ele se retira para uma casa de praia dele e lembra novamente daquele homem sábio que diz a ele: "Homem, entra na floresta e dessa vez ele não vai a lugar nenhum. Dessa vez ele resolve fazer uma viagem que é das mais difíceis, uma ao seu próprio coração. E ele faz essa viagem interior com os recursos da coragem, da humildade. E ele começa a se lembrar dos momentos em que ele tinha paz, quando ele era muito simples, e percebe que o que ele buscava, a liberdade não tem a ver com os recursos exteriores. Não foi dada pela mina de cobre, nem pela madeireira, nem pela mina de pedra preciosa, nem pelo dinheiro, o status social, nada disso conferiu a ele a liberdade que ele buscava. E ele começa então nessa jornada pro próprio coração descobrir a verdadeira liberdade, que é a liberdade que se tem a partir do momento em que a gente para para se conhecer, em que a gente para para

. E ele começa então nessa jornada pro próprio coração descobrir a verdadeira liberdade, que é a liberdade que se tem a partir do momento em que a gente para para se conhecer, em que a gente para para entender os nossos sentimentos, as nossas demandas, o que que eu realmente quero quando eu vou atrás de algo lá no mundo exterior, o que que tá me faltando? Que que esse vazio que eu tenho? O que que ele me diz sobre mim? Quais são as minhas dores? Quais são as minhas necessidades? O que eu busco nessa vida? Essa viagem interior que é o entrar na floresta, meus amigos. Então, pra gente entrar nessa floresta, o homem utilizou na floresta física, né, carro, depois helicóptero e e maquinário. E essa viagem interior, quais são os instrumentos que a gente usa? É a coragem, é a humildade, é a confiança de saber que quando nós temos um propósito maior, nós não estamos sozinhos, nós somos dirigidos por alguém, alguém superior a nós, uma força superior, né, nosso pai. Então, nós vamos descobrindo a verdadeira liberdade que tem a ver com esse autoconhecimento. Quando nós falamos em liberdade, a gente lembra que a liberdade é uma lei divina. tá lá no livro dos espíritos, né, da as leis naturais ou leis divinas, que a liberdade, sendo uma lei divina, ela é, portanto, um direito nosso. Nós temos esse livre arbítrio, essa capacidade de decidir, de se autodeterminar. Temos o livre arbítrio. A gente vai ver no livro dos espíritos a questão 843, quando Kardec fala assim: "O homem tem livre arbítrio?" E os espíritos falam: "Sim, porque ele tem a liberdade de pensar". Então, se a gente tem a liberdade de pensar, dizem os espíritos, a gente tem a liberdade de agir também de acordo com o nosso pensamento. Tem o livre arbítrio, a gente seria só umas máquinas, uns robôs, né? seríamos humanos. Então, a lei de liberdade é uma lei divina. Por isso nós ansiamos tanto pela liberdade, porque a lei divina tá inscrita na nossa consciência. Então a gente quer ser livre, mas muitas vezes a gente procura essa liberdade como um

uma lei divina. Por isso nós ansiamos tanto pela liberdade, porque a lei divina tá inscrita na nossa consciência. Então a gente quer ser livre, mas muitas vezes a gente procura essa liberdade como um homem entrando na floresta atrás de coisas exteriores, quando na verdade o nosso percurso precisa ser de autoconhecimento. E a lei de liberdade, sendo uma lei divina, ela, para ser bem entendida por nós, ela precisa ser entendida em harmonia com uma outra lei divina, que é a lei de causa e efeito. O que significa isso? Significa que nós somos livres para fazer o que a gente bem entender. Nós somos livres nas nossas escolhas, mas nós somos escravos das consequências dessas escolhas. Então, eu posso escolher qualquer coisa, mas eu tô atrelada às consequências daquilo que eu escolhi pro meu próprio bem. Porque na hora que eu tô presa as consequências, se elas estão positivas, que ótimo eu tô aprendendo. Elas estão negativas, que ótimo também. Também tô aprendendo, porque a gente aprende com os nossos erros. E vamos atrás da dignidade daqueles que erram e chamam para si a responsabilidade de consertar. A gente erra, erra. Vamos ter a dignidade também de aproveitar a oportunidade de consertar. E aí a gente vai então caminhando. Então, quando a gente pensa em alguma coisa que nos acontece, quando a gente exercita o nosso livre arbítrio e às vezes o resultado não é exatamente o que eu queria, precisamos ter muito clara a noção. Não é um castigo de Deus. Isso Kardec perguntou pros espíritos também. Tá lá no livro dos espíritos. É a questão 580, aliás, 258. Não é Deus que impõe ao homem as tribulações da vida como castigo? As dificuldades que a gente enfrenta é castigo, gente? Será? Quantas vezes a gente fala assim: "Ah, tá acontecendo uma coisa ruim para mim. Nossa, eu devo ter jogado pedra na cruz. É coisa lá da outra vida, né? A gente não fala assim às vezes: "E será que é castigo mesmo? E os espíritos respondem a Kardec: "Nada pode acontecer sem a permissão de Deus, porque ele estabeleceu todas as leis que

outra vida, né? A gente não fala assim às vezes: "E será que é castigo mesmo? E os espíritos respondem a Kardec: "Nada pode acontecer sem a permissão de Deus, porque ele estabeleceu todas as leis que regem o universo. Deus lhe deixa, ou seja, ao homem, a nós, a responsabilidade de seus atos e suas consequências. Então, ainda bem que nós temos a responsabilidade pelos nossos atos, porque aí a gente, de acordo com o resultado que a gente obtém das nossas ações, a gente pode o quê? A gente tem mais elemento pra gente decidir, quero fazer isso aí, foi o bom caminho, OK, não foi bom, posso mudar, posso me esforçar para essa mudança. Então, é interessante quando a gente pensa em liberdade, em escolher, em fazer o que eu quero, a gente pensa também na nossa saúde mental. Tem um livro chamado, nós até estudamos aqui, né, na quarta-feira, grupo que a Rute dirige quarta-feira às 6 horas da tarde, esse livro que é maravilhoso, que se chama Leis Morais e Saúde Mental, onde o autor Sérgio Lopes, ele começa a fazer uma relação entre essas leis divinas e o tanto que o cumprimento delas a nossa vida ou o afastamento delas à nossa vida tem a ver com a nossa saúde mental, afeta diretamente a nossa saúde mental. E Sérgio Lopes vai dizer pra gente que a nossa liberdade de pensar, ela vai determinar a nossa liberdade de agir, mas ela é condicionada à nossa capacidade íntima. Cada um de nós tá no nível no nosso desenvolvimento espiritual, emocional. Então, quanto mais eu tenho condições internas mais adequadas, quanto mais fortalecida eu estou, mais eu tenho capacidade para pensar. Porque se eu tiver numa situação de muito afastamento de mim mesma, de muita negação, de muito apego ao que tá fora, e aí a gente pode pensar na dependência química ou qualquer outro tipo de dificuldade que a gente tenha, quanto mais eu tô apegada ao que tá fora, menos eu tô cuidando de construir os meus recursos internos. Eu tô sempre buscando fora. E como é que eu vou me desenvolver? Como é que eu vou crescer?

tenha, quanto mais eu tô apegada ao que tá fora, menos eu tô cuidando de construir os meus recursos internos. Eu tô sempre buscando fora. E como é que eu vou me desenvolver? Como é que eu vou crescer? Então, essas condições internas que ele nos fala são os nossos recursos criativos. A situação tá difícil. Com que será que eu vou aparecer na minha cabeça de solução para enfrentar aquela dificuldade? são os nossos recursos criativos que t a ver com a nossa capacidade interna, que não são iguais em todo mundo, que dependem do nosso nível evolutivo. E aí, meus amigos, a gente precisa pensar antes da gente pensar sobre a nossa liberdade de escolher, sobre os nossos hábitos mentais. Os nossos hábitos mentais são um fator decisivo para que eu possa avaliar. Eu sou mesmo livre, eu consigo escolher que que são os hábitos mentais. São a nossa, bom, aqueles hábitos, né? O que a gente cotidianamente faz sem perceber um hábito, né? Tem um hábito de escovar os dentes de manhã, passa aquilo ali no automático, né? Isso é um hábito. O hábito de tomar água à noite, eu tenho um hábito, é horrível, né? Eu fico acordando para tomar, é um hábito físico, mas nós temos os mentais também. São aqueles condicionamentos que a gente traz de outras existências. O espírito Joana de nos falar desses hábitos, dizendo para nós que quando nós chegamos na nossa presente encarnação, nosso cérebro, claro, ele tá ainda é um cérebro de um bebezinho, não tem condição de dar vazão a tudo que nós somos, ao nosso pensamento. Não tem condição. medida que a gente vai se desenvolvendo fisicamente, o nosso cérebro ele vai conseguindo captar a nossa essência e nós trazemos aprendizados de outras existências que ficaram lá atrás. E esses aprendizados de Joana de Angeles, vão ser os nossos hábitos mentais. Os hábitos mentais, o que é importantíssimo sobre eles são fixações de aprendizagem intelectual. ou emocional que nós costumamos repetir. Então, ficou fixado em mim aquele determinado hábito. Pensar no exemplo simples. Eh, eu passei a vida inteira

re eles são fixações de aprendizagem intelectual. ou emocional que nós costumamos repetir. Então, ficou fixado em mim aquele determinado hábito. Pensar no exemplo simples. Eh, eu passei a vida inteira ouvindo na minha família, você é uma desajeitada, você não dá conta, você é preguiçosa. Eu crio o hábito mental de me autodesvalorizar. Exemplo simples. E aquilo ali fica tão automático que eu não paro para ver. que isso é apenas um hábito e que se eu desenvolvi nesse sentido, eu posso desenvolver também no sentido contrário, mais positivo. Então, a Joana de Angeles vai nos falar que os nossos hábitos mentais eles passam a dirigir a nossa conduta. Aí chegou no cerne da nossa questão, eu sou livre para fazer minhas escolhas ou até que ponto eu tô agindo condicionada pelos meus hábitos mentais? Eles condicionam a minha escolha, diz Joana de Angeles. Eles decidem a minha conduta. Então, às vezes eu tô indo no automático. Aí eu acostumei que toda segunda-feira eu faço, encontro com determinados amigos um determinado lugar que não me faz nada bem. Às vezes não é segunda, né? mais sábado, domingo, mas eu posso também me condicionar a, por exemplo, segunda-feira vir pro grupo Miozotes, encontrar aquelas pessoas que me fazem bem, que vão me nutrir, que estão enfrentando os mesmos problemas que eu enfrento. É um hábito que eu vou adquirindo. Ela nos diz que essa questão ela é muito importante, porque quando nós nos deixamos conduzir pelas nossas manifestações primitivas, a gente vai repetir, sem o resultado positivo, as atividades que nos mantém no estágio em que a gente se encontra. Ou seja, se eu faço a mesma coisa automaticamente eu vou continuar no mesmo lugar, não tem jeito. São os hábitos mentais, sem ter o valor moral para alcançar patamares mais elevados na evolução. Mas esa aí, gente, esse negócio de hábito mental dessa maneira, eu não tô gostando desse rumo que tá tomando essa prosa. Parece que eu não tenho liberdade, então eu vou só repetir no automatismo. Não, a gente tem a liberdade, tem o

de hábito mental dessa maneira, eu não tô gostando desse rumo que tá tomando essa prosa. Parece que eu não tenho liberdade, então eu vou só repetir no automatismo. Não, a gente tem a liberdade, tem o livre arbítrio que tem que entrar também no nossa na nossa consideração, tem que ser por nós encarado também. E esse livre arbítrio, ele me autoriza a mudança. Se eu estava pensando de uma maneira equivocada, eu posso decidir me esforçar por pensar corretamente. E esse é o grande desafio para todos nós. E a gente pode pensar em qualquer conduta que seja prejudicial para nós, para a construção da nossa felicidade não está adequada. Eu posso constatar que aquilo ali não tá adequado e eu posso me esforçar para querer mudar. Então, ela nos diz nesse texto que em decorrência das nossas vivências anteriores, a gente fica com marcas profundas nos de alguns pensamentos, pensamentos de dor, de angústia, de pessimismo. Por que que eles ficam marcados de uma forma tão assim forte em nós? em razão de sua força desequilibradora. Então, o que nos desequilibra nos marca. Claro, a gente se afasta da lei de amor, per marca, faz uma cicatriz em nós. Então, essas o que ela chama de evocações inconscientes, ou seja, o que vem na minha cabeça, eu não tava nem pensando, veio aquele assunto, veio aquela maneira de agir, aquela aquele modo de ser. Eu não resolvi nada. Quando eu vi, eu tô lá fazendo, são evocações inconscientes que nos assaltam a a casa mental no nosso cotidiano. E a gente acaba então repetindo uma conduta sofredora, mas sabendo que nós temos o livre arbítrio, que nós estamos aqui para melhorar, a gente não veio para essa existência de modo algum para sofrer, para continuar ali parado, fazendo a mesma coisa, recebendo o mesmo resultado, de jeito nenhum. A gente veio para melhorar. Então, podemos utilizar o nosso livre arbítrio para começar a resolver esses conflitos, para começar a fazer a viagem que a gente falou lá no começo para dentro da floresta do nosso coração. E aí a gente vai perceber que nós

o nosso livre arbítrio para começar a resolver esses conflitos, para começar a fazer a viagem que a gente falou lá no começo para dentro da floresta do nosso coração. E aí a gente vai perceber que nós manifestamos algumas tendências, como por exemplo, o masoquismo, eu me colocar em situação de sofrimento, cultivando hábitos mentais que geram conflitos e padecimentos. Então, a gente entra numa crise e ao invés de procurar sair da crise, a gente se complica mais. é um hábito mental ligado a esse masoquismo, eu me colocar em posição de sofrimento. Então, por exemplo, a gente pode pensar não apenas na dependência química, mas a gente pode pensar em naquelas ideias de que nada vai dar certo, de que tá tudo errado, de que eu não sei o que eu tô fazendo nesse mundo. Esperar sempre pelo pior é um hábito mental muito destrutivo. Ah, quer ver que vai dar errado? Outro dia eu conversava com uma pessoa que me falou assim: "Ai, minha vida tá tão boa, tô só esperando, viu? Porque daqui a pouco vem chumbo grosso". Eu f Como assim? Ah, porque não tá acontecendo nada. Tô esperando. Vai acontecer. É um hábito mental de esperar pelo pior. Olha como isso nos enfraquece. Olha como isso nos machuca profundamente, o hábito mental de ter conceitos destrutivos sobre pessoas e coisas que nos acontecem, né? E aí a gente acaba então irradiando, porque a gente tá toda hora irradiando algum tipo de energia, a gente acaba irradiando vibrações que nos prejudicam. Ah, mas eu não escolhi fazer isso. Escolheu. Só só não percebeu a sua escolha. Você só não estava atento para a sua escolha, mas escolheu. Quando eu escolho o que eu penso, quando eu escolho, a gente não escolhe os amigos. Então, por exemplo, a gente não vai entrar em nenhum grupo de WhatsApp sem querer. Bom, às vezes alguém até coloca a gente, né? Aí a gente já sai se não for do nosso interesse. E assim também a nossa sintonia espiritual. A gente escolhe a nossa sintonia com a nossa conduta, com os tipos de pensamento. Não que venha a minha

né? Aí a gente já sai se não for do nosso interesse. E assim também a nossa sintonia espiritual. A gente escolhe a nossa sintonia com a nossa conduta, com os tipos de pensamento. Não que venha a minha cabeça, porque pode vir qualquer pensamento, mas o que que eu tô cultivando? O que vem paraa minha cabeça que eu cultivo? É uma escolha nossa. Então, Joana deângeles fala para nós que a gente precisa eh guardar ou ela fala mealhar recursos, ou seja, juntar recursos de fortalecimento. Que que a gente tá fazendo aqui hoje? Juntando recursos pra gente se fortalecer. E aí a gente vai se preparando para enfrentar as situações que a vida nos apresenta. E aí ela vai dizer para nós assim, ela vem propor uma mudança. Ela fala assim: "Olha, que que a gente faz diante dessas escolhas que não são ruins, que não são boas? A gente deve substituir o pensamento, porque tudo começa no pensamento, né? Primeiro eu penso, depois eu vou agir. Então a gente deve substituir o pensamento que não tá adequado por um pensamento mais adequado. Ah, se fosse faço assim, tava bom, né, dona Joana de Angeles, como é que eu faço isso? Ah, troca o pensamento. Mas como é que eu troco o pensamento? É assim fácil? E ela sabendo, essa mentora querida da nossa dificuldade, sabendo que a situação não é simples, ela vem nos propor uma experiência. que tem quatro passos e eu vou ler aqui pra gente. Ela diz assim: "Peira coisa, no início dessa experiência, a nossa acomodação vai nos levar a não acreditar que vai dar certo. Sei não, esse negócio tá muito lindo no livro, mas na minha na prática não sei dizer não." Ela vai dizer, então isso é no livro Quem se interessar, vida, desafio e soluções, a Jona de Angeles. Então ela vai dizer para nós, a princípio e acomodação vai nos levar a não acreditar nessa experiência. E aí, qual que vai ser a nossa atitude? Cabe insistir, perseverar, abrindo um espaço no nosso campo mental. viciado, acostumado a fazer sempre do mesmo jeito, sempre do jeito que não tá dando bom resultado. Então, a gente procura

a atitude? Cabe insistir, perseverar, abrindo um espaço no nosso campo mental. viciado, acostumado a fazer sempre do mesmo jeito, sempre do jeito que não tá dando bom resultado. Então, a gente procura insistir e perseverar naquela conduta que é a mais adequada. E aí assim a gente começa a abrir um espaço no nosso campo mental. E aí esse espaço então que nós começamos a abrir, ele pode começar a ser preenchido plantando as sementes novas do otimismo e da esperança, a fim de que a gente possa sair desse estado de adoecimento, que os hábitos negativos eles são o estado de adoecimento, tanto que como qualquer doença, eles vão nos trazer o sofrimento. Então nós vamos procurando sair desse desse estado de adoecimento. O segundo, o terceiro passo é valorizar tudo que se encontra à nossa volta, libertando-nos das construções negativas e pessimistas. Como é que é isso? Eu tô ali presa naquela circunstância, naquela escolha que é infeliz para mim. Eu preciso, já que eu quero sair, eu deliberei com o meu livre arbítrio, sair daquela situação, eu preciso olhar ao meu redor e ver o que eu tenho de ferramenta de ajuda. Vê, ela vai dizer para nós o que que eu posso valorizar que tá ao meu redor e aí eu vou me libertando dessas construções negativas e pessimistas. Puxa, eu não tô sozinha, eu tenho um grupo que me ajuda, eu tenho recursos, eu tenho outras coisas que eu posso fazer a meu favor. Se até agora eu fiz alguma coisa que não é ao meu favor e a gente faz muitas, como é que eu posso mudar essa conduta, já que ela está me trazendo sofrimento e eu começo a valorizar as ferramentas que eu tenho à minha disposição. Aquele horário que eu fazer alguma coisa que não é mais adequado para mim, eu substituo com outra atividade. Ah, mas não quero ir, é chato, eu quero mesmo fazer o que eu fazia. Mas eu não resolvi que aquela conduta não tá mais adequada, então eu posso, eu tenho o direito de querer mudar, eu tenho livre arbítrio. E aí a gente começa então a fazer esses ensaios. E aí ela nos diz que o novo

solvi que aquela conduta não tá mais adequada, então eu posso, eu tenho o direito de querer mudar, eu tenho livre arbítrio. E aí a gente começa então a fazer esses ensaios. E aí ela nos diz que o novo hábito irá pouco a pouco se implantando no nosso subconsciente até tornar-se parte integrante do nosso comportamento, como por exemplo, frequentar o grupo de autoajuda. Eu frequento, né, eu acolher já há alguns anos, gente, por dia que eu não venho nem sei, não fico doida nem nada, mas eu sinto uma falta da nada, porque é um lugar de nutrição em que eu venho eh receber recursos que me ajudam a me enxergar e a me fortalecer. E assim também o grupo Miozotes e todos esses outros grupos que existem por aí com o mesmo objetivo, onde iguais se reúnem para compartilhar só a dor de forma alguma. A dor a gente compartilha, mas a gente compartilha também a esperança, a gente compartilha também o que deu certo para nós e aí um vai fortalecendo o outro e aquela conduta vai se incorporando ao nosso ao nosso subconsciente. Tem uma história que eu acho muito interessante, é uma lenda indiana, né, da árvore dos desejos. E essa história vai nos alertar para que a gente possa ter cuidado com o que a gente deseja, que a gente possa também tomar consciência do nosso imenso potencial de criação. Eu tô pensando, eu tô criando o tempo inteiro, eu tô manifestando uma energia no universo, eu tô sentindo algo, eu também estou criando, impactando o meio à minha volta. Então, essa história vai contar eh vai nos relatar sobre o paraíso. É o paraíso nos moldes que o hinduísmo conhece, né? E os paraísos que o hinduísmo descreve, eles se caracterizam pela existência de árvores do desejo, que na tradição hindu, elas estão lá no paraíso e elas são elas têm a faculdade, a capacidade de fazer com que os desejos se realizem imediatamente. Então o homem chega ao paraíso e aí ele tá tão cansado e ele vê uma árvore. uma árvore dessas, uma árvore dos desejos. Ele chega lá, encosta na árvore, tá cansada. Aí ele pensa assim: "Meu Deus,

ente. Então o homem chega ao paraíso e aí ele tá tão cansado e ele vê uma árvore. uma árvore dessas, uma árvore dos desejos. Ele chega lá, encosta na árvore, tá cansada. Aí ele pensa assim: "Meu Deus, eu tô com uma fome da nada". De repente aparece aquela comida na frente dele, deliciosa. Ele avança sem nem pensar direito. "Que delícia de comida, meu Deus! Apareceu ali na frente dele, aproveitou e aí enche a barriga e mata a fome. Aí tá lá, né, satisfeito, barriga cheia. Aí pensa: "Meu Deus, que sede que eu tô. Era tão bom se tivesse alguma coisa para eu beber". Aí aparece um suco de uva maravilhoso. Ele pega aquele suco e rapidamente bebe feliz da vida também. Que maravilha. E aí de barriga cheia de sede já satisfeita. Ele pensa assim: "Ai, que esquisito, hein? Como é que isso aí tá aparecendo para mim? Da onde que veio isso? Será que tem algum tipo de demônio fazendo alguma alguma brincadeira comigo? E se aparecer um demônio, se esse demônio acabar comigo? se me matar e aí aparece o demônio e acaba com a vida dele. Por que que essa história é interessante para nós? mesmo ela tendo todo esse conteúdo de fantasia, porque ela nos convida a prestar muita atenção em que tipo de desejo nós estamos emitindo, porque a nossa liberdade ela começa no pensamento e ela vai desembocar nas ações. Então, meus amigos, precisamos ter a disciplina da nossa vontade. A gente não pode querer tudo, eu faço tudo, eu dou conta de tudo, é tudo do meu jeito. Não. Vamos disciplinar a nossa vontade a nosso favor, a favor do meu crescimento, da minha melhora, da minha felicidade real, que não tem nada a ver com a satisfação do ego, dos desejos. Já pensou se fosse tudo do jeito que a gente quer, nós seríamos insuportáveis. É tudo do jeito que eu quero e do outro também. Do outro também. Imagina a loucura que ia ser esse planeta. Ia ser insuportável. Ainda bem que a gente é confrontado pela adversidade que vem nos convidar à superação, a que a gente pegue aquela situação ali incômoda e retire dela o

ra que ia ser esse planeta. Ia ser insuportável. Ainda bem que a gente é confrontado pela adversidade que vem nos convidar à superação, a que a gente pegue aquela situação ali incômoda e retire dela o que a gente precisa para o nosso crescimento. Como que nós vamos disciplinar a nossa vontade? A Joana de Angeles vai nos falar paciência, perseverança e autoconfiança. Paciência de saber que qualquer trabalho que eu faço, eu sei quando ele ele começou. Ah, foi agora que eu resolvi fazer o trabalho. OK, começou. Quando que ele vai terminar? Eu não sei, porque a cada a cada etapa que eu venço, eu melhoro, não melhoro, eu sou outra pessoa, surge outra etapa mais desafiadora. E assim que eu vou crescendo. Então os desafios eles vão se renovando. Por isso o nosso trabalho ele precisa ser constante. Não vamos nos deixar dominar pela ansiedade. Ah, eu quero para ontem. Pera aí. A gente vem há milênios às vezes numa situação complicada, lidando com algumas dificuldades. Como é que a gente vai resolver do dia para outro? Mas a gente precisa se colocar naquele caminho firme de tomar aquela atitude e ir em frente com a paciência. Focando, então, meus amigos, não tanto eh na perfeição, mas no ritmo do trabalho, que não deve ser interrompido. Lentamente a gente vai criando no nosso inconsciente condicionamentos de novo, Jonas de Angeles, e os condicionamentos em favor da faculdade de esperar. A coisa não é como eu quero imediatamente. Eu não consigo refazer tudo que eu fiz e que não tá mais adequado do dia paraa noite. Algumas coisas vão levar tempo para ser reconstruídas. Por exemplo, a confiança que eu abalei no outro quando eu não agi de da melhor maneira. Então preciso ir reconstruindo aquelas relações. E aí lentamente a gente vai desenvolvendo essa faculdade de esperar. a perseverança para que a gente possa insistir no trabalho em andamento. Ah, eu quero fazer tal coisa. Vamos perseverar. E aí a perseverança, Joana de Angângeles, vai falar uma coisa muito interessante. Ela vai amoldar a minha

gente possa insistir no trabalho em andamento. Ah, eu quero fazer tal coisa. Vamos perseverar. E aí a perseverança, Joana de Angângeles, vai falar uma coisa muito interessante. Ela vai amoldar a minha ambição aos meus atos, tornando-os realizáveis, a moldar a ambição, ou seja, o que eu quero ao que eu estou fazendo. Eu vou com a perseverança, realizando aos poucos aquela tarefa e a autoconfiança, a certeza das possibilidades que eu tenho. tenho recursos. A gente não fez ou não se propôs a fazer essa essa jornada até a nossa floresta interior, onde tem todas as pedras preciosas que a gente precisa. Então, a autoconfiança que vai dissolver os medos, que vai dissolver aqueles mecanismos autopunitivos que eu tenho de me achar culpado, eu não mereço, vai dar coisa errada. Que que é isso? é mecanismo autopunitivo que tá lá no inconsciente. E aí a autoconfiança vai aos poucos dissolvendo aquelas fixações mentais que eu ainda trago. Então, meus amigos, é a vontade que vai se amoldando, vai se deixando moldar pela minha mente saudável, que diz: "O que eu devo fazer? O que que eu posso fazer? Quais são os meus objetivos, não apenas os imediatos, mas da minha existência aqui na Terra? Como é que eu vou amadurecer emocionalmente, psicologicamente? Então isso tem a ver com a nossa disposição de direcionar o nosso querer para o que seja saudável, ter a paciência de saber que os resultados não são imediatos, mas eu posso sim me comprometer a colocar o pé no caminho. Eu estive esses dias aí, tô muito encantada, né, eh, com um psiquiatra já falecido, o Victor Frankel, que é um ser humano absolutamente extraordinário, porque ele foi aprisionado na época da guerra, em campos de concentração. Ele esteve em Auschwitz, em Daral, em outros também. ficou anos aprisionado e ainda assim conseguiu, depois de tanto sofrimento, sair de lá uma pessoa muito melhor. E ele nos traz então um ensinamento que eu acho precioso. Perdeu o pai, a mãe, a esposa, o irmão, acho que ficou só uma irmã dele ou foi ao contrário. E ele sai

to, sair de lá uma pessoa muito melhor. E ele nos traz então um ensinamento que eu acho precioso. Perdeu o pai, a mãe, a esposa, o irmão, acho que ficou só uma irmã dele ou foi ao contrário. E ele sai de lá e desenvolve toda uma teoria de ajuda e a logoterapia. E vai nos falar que quando nós nos desesperamos por alguma coisa, é porque ele vai criar uma fórmula. Eu estou diante de um sofrimento meu para o qual não vejo sentido. E aí vem o desespero. Então ele nos propõe que diante dos sofrimentos a gente procure encontrar dentro de nós um sentido para aquele sofrimento. E esse sentido vai nos direcionar, vai nos fortalecer e vai ser o nosso norte. E aí esse sentido que nós buscamos, ele é capaz de transformar as nossas tragédias em triunfo pessoal. E ele conta uma história interessante falando da nossa liberdade de escolha. Nós somos condicionados, já que a gente tá falando de liberdade, né? A liberdade não é absoluta. A gente é condicionado pela nossa biologia, a gente tem limitações físicas. A gente é condicionado pelo meio que a gente vive, sociais, políticas, econômicas, enfim, tem um monte de coisa. as circunstâncias acabam tirando a minha liberdade, que não é absoluta, mas existe uma liberdade que é para nós absoluta, que é da escolha diante da circunstância desfavorável, como eu vou agir? E ninguém melhor do que ele que passou por aquele sofrimento inteiro, aquela barbárie dos campos de concentração, para nos falar que diante das circunstâncias mais desfavoráveis, nós sempre podemos escolher como agir, como eu vou enfrentar isso que me acontece. E ele conta a história de um rapaz que escreveu para ele, era um um rapaz que morava no Texas, que tinha cerca de 17 anos, quando ele sofreu um acidente de mergulho e ficou paralisado, pescoço para baixo, tetraplégio. Esse rapaz então escreve uma carta para o Dr. Frankel e vai dizer para ele assim: "Eu quebrei meu pescoço, mas o que aconteceu com meu pescoço não me quebrou. O acidente quebrou meu pescoço, mas não me

sse rapaz então escreve uma carta para o Dr. Frankel e vai dizer para ele assim: "Eu quebrei meu pescoço, mas o que aconteceu com meu pescoço não me quebrou. O acidente quebrou meu pescoço, mas não me quebrou. Eu sou deficiente e provavelmente essa deficiência vai me acompanhar a vida toda. Não vai ter jeito, é uma circunstância, né? Mas eu não interrompi meus estudos e eu quero, por causa da minha deficiência, ajudar outras pessoas. Quero me tornar um psicólogo para ajudar outras pessoas e tenho certeza que o meu sofrimento vai aumentar substancialmente a minha capacidade de compreender e ajudar o outro. Olha que coisa linda. As nossas dificuldades nos habilitam para que a gente possa se aproximar mais do outro e nós também dividirmos tudo que nós recebemos, compartilharmos a luz que cada um de nós traz dentro de si. E esse rapaz, já pra gente ir concluindo, né? 3 anos mais tarde, dessa carta, ele é então convidado para o um encontro, era o terceiro encontro mundial de logoterapia. eh numa cidade alemã, Hegensburg, e aí ele é convidado para fazer uma conferência e ele faz uma conferência, o título O poder disciplinador do Espírito Humano, aliás, o poder desafiador do espírito humano, o poder que cada um de nós tem de ultrapassar as circunstâncias e decidir como nós queremos agir. É a nossa liberdade última. E ele termina a conferência dele de maneira muito tocante, dizendo assim: "Eu sei que isso é possível. Eu sou a prova disso." Então, vejam, meus amigos, nós sempre temos a possibilidade de escolha. Diante das circunstâncias e das limitações que eu trago. Qual é a minha opção? O que eu vou, como eu vou agir, como eu vou me colocar diante das minhas dificuldades? Eu escolho me deixar aprisionar por elas e me envolver num vitimismo ou eu escolho me fortalecer para ir enfrentando essas dificuldades? São as nossas escolhas, não é, que nós podemos sempre fazer. E o que é bom é que nós a cada momento podemos escolher de maneira mais adequada. Eu escolhi errado, OK, era o que eu tinha para escolher naquele

nossas escolhas, não é, que nós podemos sempre fazer. E o que é bom é que nós a cada momento podemos escolher de maneira mais adequada. Eu escolhi errado, OK, era o que eu tinha para escolher naquele momento. Posso escolher de novo. E nós sempre temos a possibilidade de escolher para nós o que seja mais favorável para o nosso crescimento, para a nossa felicidade. Eu agradeço, meus amigos, a vocês a oportunidade. Desejo a todos uma excelente noite e que a gente possa aproveitar essa nossa liberdade da maneira mais proveitosa, da maneira mais eh cuidadosa, amorosa para conosco mesmos. Eu agradeço a vocês, desejo uma boa noite a todos. Obrigada. Nós temos alguns irmãos no chat aqui pedindo ajuda, né? E a nossa vice-diretora já alertou, né? Esclareceu que nós temos o nosso atendimento fraterno online, temos o nosso atendimento fraterno presencial. Nós somos sirineus uns da vida dos outros. O que a Márcia veio trazer pra gente hoje com a reflexão é um cadinho do serineu que ela é, né? Para nos ajudar a refletir, para nos ajudar a pensar, para nos ajudar a enxergar um pouquinho no emaranhado dos nossos problemas e das nossas dificuldades. Lembrando sempre que nós estamos aqui mergulhados nesse mundo que é governado pelo amor, por um amor imenso, né? Numa certa ocasião lá, quando Jesus se encontra com Maria, ele diz para ela: "Eu pedi a meu pai que no meu reino você fosse a rainha". Quando ele diz isso para Maria, ele tá dizendo pra gente que esse mundo é governado pelo amor, pelos que amam. Então, ainda que seja no emaranhado das nossas dificuldades, dessas escolhas confusas que a gente faz, quem governa as nossas vidas é um amor imenso. Significa que nós temos oportunidade sempre de refazer as nossas escolhas. Então, para aqueles que estão nos assistindo, que estão nos ouvindo, que vão assistir novamente, que possam acolher em seus corações a certeza de que nós estamos juntos. E aqui nessa casa nós temos o grupo que a Márcia falou várias vezes aqui na sua fala, o grupo Miozotes,

vão assistir novamente, que possam acolher em seus corações a certeza de que nós estamos juntos. E aqui nessa casa nós temos o grupo que a Márcia falou várias vezes aqui na sua fala, o grupo Miozotes, que funciona nessa casa na segunda-feira e na quarta-feira, na sala 13, às 19 horas. É um grupo para receber esses que como aqui no chat, eu preciso de ajuda e nós estaremos lá sempre, né, Rute? As segundas e quartas-feiras para recebê-los. A Rute costuma dizer, é a última porta do corredor, mas é uma porta que é um coração, porta à direita é um coração, ele tá sempre aberto. Por isso que o mundo é governado pelo amor. Então, quem estiver em necessidade, venha dividir as suas lutas, as suas batalhas conosco. Juntos nós vamos sendo serineus uns da vida dos outros. E para que nós possamos continuar com essa energia serena e de esperança que a Márcia nos trouxe, eu convido Tomás Rosa, nosso conselheiro da Dal, para fazer a nossa prece e nos manter com o pensamento elevado e afinizado, com a espiritualidade maior. Boa noite a todos. Após essa ótima apresentação, queremos agradecer a Jesus, nosso irmão maior, nosso mestre, por mais esta oportunidade de esclarecimento, de reflexão, para que nós possamos melhorar a cada dia, que nós possamos, Jesus, sermos espíritos que buscamos a evolução diariamente, que nós possamos continuar vivendo esses momentos de luz, de esclarecimentos, momentos que nos trazem a paz, o consolo, a esperança e tantas outras oportunidades de crescimento, oportunidades para melhorar o nosso ser e, ao mesmo tempo ajudar aos nossos semelhantes. Agradecemos a todos aqueles que trabalham com este propósito de trazer o bem para aqueles irmãos que estão necessitando de ajuda. E esse momento então sirva para nós de reflexão, para que nós possamos aproveitar todo o progresso que estamos tendo à nossa disposição. Que nós possamos, Jesus, aceitar o teu chamado para seguir o teu evangelho e sermos melhores a cada dia. Que esse momento continue aqui vibrando em nossos pensamentos.

stamos tendo à nossa disposição. Que nós possamos, Jesus, aceitar o teu chamado para seguir o teu evangelho e sermos melhores a cada dia. Que esse momento continue aqui vibrando em nossos pensamentos. Que o que a nossa irmã Márcia nos trouxe sirva de alento para nossas dores, para que nós possamos acreditar que podemos melhorar com base no nosso esforço próprio, com a nossa opção de seguir o bem, exercitando livre arbítrio para fazer boas escolhas. Pedimos então Jesus e também a Bezerra de Menezes, nosso mentor da casa, e a José Grosso, nosso mentor da DAL, da nossa diretoria de atendimento e orientação, a permissão para encerrar esse nosso encontro, dizendo graças a Deus e graças a ti, Jesus. Que assim seja. E antes de passarmos paraas atividades do passe, quero fazer o convite a todos. Nós dissemos que hoje nós começamos o nosso seminário. Nós vamos começar essa viagem para dentro da floresta, igual a Márcia convidou. Então, amanhã às 20 horas nós temos novamente o encontro aqui com o nosso irmão Pedro Paulo Zaú e ele vai falar pra gente sobre a sedução das substâncias psicoativas e a fragilidade do espírito. Então, quem não puder estar conosco presencialmente, nos acompanhe pelo canal da comunhão no YouTube, dê o seu like. O like é a maneira da gente dizer paraa inteligência artificial, esse conteúdo é valioso, precisa ser replicado para que a gente possa chegar nos corações que necessitam. Uma boa noite e até amanhã. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado.

ia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e [música] também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

sus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja. >> M.

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