Simpatia e antipatia terrenas • Lusiane Bahia

Mansão do Caminho 27/02/2026 (há 1 mês) 1:01:29 2,716 visualizações

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Simpatias #AntipatiasTerrenas #LusianeBahia #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos todos os amigos que estão nos acompanhando aqui pela UVCTV, bem como aquele outros que estão conosco pela TV Mansão do Caminho. Sempre uma imensa satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante reflexão em torno da mensagem do mestre, à luz da doutrina espírita. Para melhor sintonizarmos com este momento, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino amigo, mais uma vez, Senhor, te buscamos pelas portas do coração, para que desta feita, amigo, tenhamos a coragem de estar com os ouvidos despertos para ouvir-te e guiçar, Senhor, segui-lo em espírito e em verdade, nos desnudando das nossas limitações para trabalhar a nossa potencialidade em função de um ser para o trabalho e renovação do nosso íntimo para melhor. E assim nós te rogamos a tua presença generosa a nos orientar através dos teus prepó auxiliam neste tempo. que sejamos, Senhor, compartícipes contigo na grande tarefa de renovação de nós mesmos para trabalhar o teu reino em nós e fora de nós. Te convidamos, amigo, que permaneça conosco, iluminando as nossas consciências hoje e sempre. Nós temos a alegria hoje de receber mais uma vez em nossos canais nossa querida amiga, irmã Luziane Bahia, trabalhadora da mansão do caminho, que hoje vai nos abrandar com seu verbo fácil para trazer o tema simpatias e antipatias terrestres. Lu, a casa já é sua, minha amiga. Seja bem-vinda sempre pagando voto de muita paz, passamos a palavra para você. Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus. Nós agradecemos a Deus por esta oportunidade de estarmos juntos. Agradecemos a EVC TV e a TV Mansão do Caminho por nos trazer a oportunidade de estarmos conectados com muito mais corações. Agradecemos a União Espírita de Vitória da Conquista por esta oportunidade de entrelaçar corações, trazendo-nos temáticas de estudos tão importantes para ampliarmos as nossas

com muito mais corações. Agradecemos a União Espírita de Vitória da Conquista por esta oportunidade de entrelaçar corações, trazendo-nos temáticas de estudos tão importantes para ampliarmos as nossas percepções. Cumprimentamos a Naira que que tá aqui com a gente, a Roque acabou de fazer a apresentação, a prece tão linda e também a Ivic que está com a gente nos bastidores. Cumprimentamos cada um de vocês que estão aqui chegando, mas também aqueles que nos assistirão posteriormente. Vamos vincular o nosso pensamento a Jesus, porque dessa forma percebemos o seu evangelho numa nuance e numa dimensão especial. que ele nos abençoe, nos envolva para que o aproveitamento da mensagem da noite de hoje seja o maior para os nossos corações. Jesus, no seu brilhantismo e na sua condição pessoal sempre nos traz muitas lições. Observar o mestre, identificar as suas escolhas e decisões, faz-nos perceber que há um universo a ser desbravado por nós. São lições que vão além da superficialidade, da materialidade. São lições que querem nos trazer de dentro para fora a expressão, a essência, para que entendamos, diante desta convivência na qual estabelecemos os mecanismos de sabedoria que mais podemos adotar, trazer para que assim vivenciemos este reino de Deus nos corações esse reino que Jesus veio trazer com o seu evangelho. Como nós sabemos, para tracejar essa história e esta presença de Jesus aqui conosco naqueles 33 anos que esteve aqui na terra, em que esteve sob a maternidade de Maria, a paternidade de José, que foi autor de tantos milagres, de tantas predições, de tantas profecias, de tantos feitos naquele período, naquela jornada. naquele processo que a humanidade jamais vai se esquecer pelo impacto único que produziu no contexto da Terra naquele momento. Nós sabemos que Jesus escolheu para estar com ele 12 homens, porque naquele contexto eram os homens que tinham a proeminência social. Se ele elegesse as mulheres para fazerem parte deste contexto do colegiado, elas não conseguiriam caminhar ao lado dele.

omens, porque naquele contexto eram os homens que tinham a proeminência social. Se ele elegesse as mulheres para fazerem parte deste contexto do colegiado, elas não conseguiriam caminhar ao lado dele. Ele estaria desobedecendo a lei e elas estariam desobedecendo a lei e poderiam receber represálias, admoestações, julgamentos e punições. Por conta disso, ele escolhe 12 homens com características, personalidades, interesses, vontades muito particulares e individuais. cada um com o seu jeito emocional, com a sua forma de receber as situações, as informações, os acontecimentos e deixar a devolutiva dos efeitos, das consequências das atitudes espraiarem cada um da sua forma. alguns mais serenos, outros mais impetuosos, alguns com características de dúvidas, outro com absolutas certezas, enfim, cada um em um perfil. E nesse caledoscópio de personalidades tão diversificadas, Jesus traz para si esse contexto diversificado para ser o pontapé inicial de toda mensagem de fraternidade, de amor, de justiça, de caridade, de compreensão que a humanidade venha conhecer através do seu evangelho. e faz o convite para esses 12, para que eles igualmente sejam os multiplicadores da sua mensagem, que eles multipliquem e levem à distância e assim por que a humanidade pudesse, a partir desse conhecimento propagado, dessa verdade multiplicada, pudesse ter acesso como hoje, tanto tempo depois, milênio, Depois da vinda do Cristo, nós aqui estamos conversando, buscando aprender, decifrar, esmiuçar, mergulhar na essência do que Jesus nos trouxe como convite de amor. Então, esses discípulos, de uma certa forma, mesmo que não tenham sido naquele momento, mas os 12, ao longo das reencarnações, trouxeram as suas contribuições e trouxeram para a marca da terra, do contexto da Terra, a essência do evangelho, mesmo que não tenha só sido naquele episódio, mas que tenham voltado a o prossênio da Terra para estas lições. Jesus caminhava e caminhava muitas vezes na companhia deles. que se o objetivo era que eles tivessem

ão tenha só sido naquele episódio, mas que tenham voltado a o prossênio da Terra para estas lições. Jesus caminhava e caminhava muitas vezes na companhia deles. que se o objetivo era que eles tivessem as suas missões, Jesus precisava ser o educador por excelência que convive com os seus educandos e a partir da prática e da evidência efetiva da verdade, aquilo servir de exemplo, servir de contribuição verdadeira para aqueles que estão seguindo o mestre. Conta-se que numa dessas travessias Jesus estava acompanhado dos 12. Ele estava um passo um pouco recuado, enquanto que os discípulos, todos eles, estavam à sua frente. Caminhavam às vezes de dois em dois, às vezes grupos de três. Eles iam dentro das suas afinidades, dentro das suas conexões, estabelecendo esses pequenos grupos dentro do grupo dos 12. Acontece que um deles retarda o passo para, alcançando Jesus, começar o seu rosário de lamentações. Quando ele percebe que está sendo escutado pelo mestre, ele começa a dizer mais ou menos assim: "Senhor, olha para todos eles. Consegue perceber como eles são unidos? como eles possuem afinidades, como eles têm interesse, interesses comuns. E Jesus presta atenção no que aquele discípulo está falando e vai olhando, vai percebendo a forma como os discípulos estão agrupados. Mas aquele discípulo interlocutor continua falando: "Senhor, eles me isolam. Eles formam estes grupos e me deixam à parte. Esse discípulo que estava se queixando de Jesus era Judas Iscariotes, que sentia-se excluído do grupo, que aqueles outros companheiros não observavam o seu querer. E ele dizia: "Um, possui muita afinidade" e ele se referia a João. Com toda a sua sensibilidade, ele encontrava uma certa identidade com Pedro, João mais novo, Pedro mais velho, mas ele entendia que eles tinham uma afinidade, que não sabia descrever o que era, mas que eles se entendiam, que Thago também fazia parte desse grupo e que acabava se entendendo, entendia-se com os outros dois. E ele foi apontando para Jesus e exemplificando quais seriam essas

era, mas que eles se entendiam, que Thago também fazia parte desse grupo e que acabava se entendendo, entendia-se com os outros dois. E ele foi apontando para Jesus e exemplificando quais seriam essas afinidades. Afinidades do pensamento, do querer, da vontade, de planos, de projetos, de forma de olhar o governo de então, as autoridades daquele contexto, os aspectos religiosos, morais, sociais, enfim. E ele ia descrevendo que esses discípulos formavam os seus grupos, mas que isolavam-no e que de alguma forma ele não fazia parte de todo aquele contexto. Jesus escutava Judas com muita atenção, porque o mestre ele tinha, ele tem sempre apresenta uma paciência e também uma sabedoria, mas é muito mais do que isso, um exercício de fraternidade para saber escutar mesmo aqueles que razão não tem ou que em momentos não apresentam determinada lógica. tem tido e que estão blasfemando, estão reclamando, estão revoltados. O trajeto seguia e Judas seguia enumerando cada um, dizendo as falhas de cada um deles e dizendo que quando ele chegava eles paravam de conversar, que ele não era incluído nos momentos de algumas saídas, que algumas conversas não eram com ele compartilhadas e ia citando esses exemplos. E eles vão atravessando os discípulos e conversando. E com muita paciência Jesus presta atenção em cada traço destacado por Judas, cada percepção por aquele irmão observado. Quando olhamos este cenário de lamentações, de reclamações, mas principalmente as descrições de Judas, dos grupos sendo formados, das parcerias sendo organizadas, nós pensamos no próprio contexto em que nós vivemos. E quando pensamos nessa temática das simpatias e das antipatias terrenas, foi algo que nos veio à mente. Nos veio à mente essa história de Judas, esse relato de Judas a Jesus, esse olhar para com esses contextos dos apóstolos, dos discípulos do Mestre, excluindo-o, colocando-o à margem. Em o livro dos espíritos, nós encontramos nas questões 386 a 391, perguntas do codificador e respostas dos espíritos da equipe do espírito de

s discípulos do Mestre, excluindo-o, colocando-o à margem. Em o livro dos espíritos, nós encontramos nas questões 386 a 391, perguntas do codificador e respostas dos espíritos da equipe do espírito de verdade acerca das simpatias e antipatias terrenas. É um trecho que fala sobre a volta do espírito à vida corporal. E essas questões formuladas pela sagacidade, pedagogia, inteligência e lógica do codificador trazem-nos respostas muito significativas para prestarmos a atenção nesse contexto que não é só de Judas, é um contexto extremamente atual, porque onde há convivência há escolhas. Onde há sociedade, existem grupos. Onde existem grupos, existem grupos menores. Isso é muito natural que aconteça em Oro dos Espíritos, as questões que vão se sucedendo vão trazendo-nos reflexões. Então, Kardec pergunta: "Spíritos que vivenciaram uma experiência em outras vidas, quando chegam nessa existência, se eles podem se aproximar e se eles se reconhecem, se eles se identificam." Os espíritos dizem que se reconhecer não, mas que eles são aproximados, que eles se buscam mutuamente, justamente por já terem vivido experiências que tornam agora a relação simpática. são aquelas pessoas com as quais nós nos encontramos no contexto social e não falamos de família, porque família naturalmente traz uma aproximação da convivência, apesar de que dentro da família nós temos aqueles com os quais nós simpatizamos muito mais do que outros que são mais distantes de nós. Mas quando levamos isto pro contexto social, percebemos que espíritos encarnados, muitas vezes, reencarnados muitas vezes, em espaços físicos tão distantes, conseguem aproximar-se. Eles se aproximam, eles se identificam no sentido de entender essa conexão que une-os, que faz com que eles estejam sendo atraídos uns para os outros. São os relacionamentos que são muito naturais. Sabe aquelas pessoas que parecem que leem os nossos pensamentos? Sabe aquelas pessoas que um olhar basta, um sorriso para que elas entendam o que a gente deseja comunicar, demonstrar?

muito naturais. Sabe aquelas pessoas que parecem que leem os nossos pensamentos? Sabe aquelas pessoas que um olhar basta, um sorriso para que elas entendam o que a gente deseja comunicar, demonstrar? E às vezes essas pessoas em um determinado momento da nossa existência invadiram a nossa história e não sabemos porque tanta conexão, porque quando encontramos pela primeira vez, simplesmente nos simpatizamos. Aqui na Bahia é muito comum, por causa do sincretismo religioso, dizer assim: "Ah, meu santo bateu com o seu ou meu anjo da guarda bateu com seu anjo da guarda". Em outras palavras, eu fui com a sua cara. palavras usuais do costume que mostra quando duas pessoas que jamais se viram nessa existência, que não tem laços consanguíneos, simplesmente se olham e encontram um ponto de afinidade, se sintonizam e estabelecem a partir dali construções. São convivências onde projetos, construções, realizações são muito fáceis de acontecer. Porque como se um completasse o outro e trouxesse para aquela relação, aquela convivência a dois, uma naturalidade comportamental que não se não se distingue o que é um do que é do outro, simplesmente é do conjunto que está harmônico, que está sintonizado a partir de uma simpatia. E essa simpatia de existências anteriores, é bom que a gente reflita que não são apenas simpatias para as coisas boas, porque simpatia, identificação, identificar-se com o outro tem a ver com afinidade, tem a ver com sintonia, que são coisas diferentes. Nós já conversamos aqui oportunamente sobre sintonia, sobre afinidade, que são capítulos que estão no livro Roteiro do Espírito Emanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier e o livro é da Federação Espírita Brasileira. Ali o benfeitor espiritual distingue sintonia de afinidade, dizendo que sintonizar é algo que pode ser momentâneo. Eu agora sintonizo com algo positivo, porque eu estou tendo pensamentos positivos, eu estou animando realidades positivas, mas eu posso sintonizar com aspectos negativos. Se eu estiver

ser momentâneo. Eu agora sintonizo com algo positivo, porque eu estou tendo pensamentos positivos, eu estou animando realidades positivas, mas eu posso sintonizar com aspectos negativos. Se eu estiver pensando negativamente, se eu estiver pessimista, se eu estiver olhando para aquela situação com uma percepção desanimadora, entristecida, e eu posso me sintonizar, eu posso me vincular a espíritos encarnados ou desencarnados que estejam naquela mesma faixa vibratória. Nós espíritos estamos envolvidos pelo corpo espiritual chamado perespírito. Ele guarda as nossas memórias, mas ele também tem várias faculdades que nos permitem através dele, nós espíritos, fazermos com que os nossos pensamentos, as nossas vontades, as nossas vibrações possam espraiar. O pensamento que emana da mente, cujo cérebro é o órgão responsável pela propagação. Os pensamentos eles apresentam aspectos energéticos, vibrações. Eles criam ondas e essas ondas possuem a sua frequência. frequência de um contexto vibratório que outras mentes, que outros pensamentos, que outras individualidades poderão sintonizar. Essas sintonias podem ser fortuitas de uma hora para outra. Eu fui envolvida por uma melancolia, por algo exterior que me aconteceu e de repente a o meu contexto vibratório, emanação do pensamento, essas ondas e essa condução e irradiação daquilo que eu estou pensando vai ao encontro de outras que sintonizam numa mesma frequência e vibram no mesmo compasso. E é uma retroalimentação de uma mente com a outra mente, sintonizando. Quando isso já vem de um processo de conquista, de existências anteriores, de um trabalho, de uma convivência mais laborada, aí nós temos a afinidade. Afinidade requer mais tempo. Nós criamos afinidades com um tempo maior de convivência. de escolhas em conjunto, de saber trabalhar junto e desenvolvendo essas afinidades. Afinidade eu posso estabelecer, bem como a sintonia, para coisas boas ou para coisas ruins. Então, se eu venho de uma existência, uma existência anterior,

alhar junto e desenvolvendo essas afinidades. Afinidade eu posso estabelecer, bem como a sintonia, para coisas boas ou para coisas ruins. Então, se eu venho de uma existência, uma existência anterior, onde eu tive vícios comportamentais e morais, eu chegar aqui, eu identifico espíritos que vibram na mesma sintonia de ondas de frequência. E eu identifico e me simpatizo. Fui com a cara de fulano, de fulana. E como dizem e como diz uma linguagem mais jovem, aquela pessoa pertence à minha tribo, ela faz parte dos meus pensamentos e não necessariamente as parcerias anteriores foram positivas, mas foram de tal forma forjadas, insistentemente repetidas e parcerias foram estabelecidas que quando chegamos aqui é fácil identificar e somos simpátic E assim nós temos os processos das relações diversas, seja no núcleo familiar onde nós nos referimos, tem aquelas pessoas que nós temos mais simpatias em relação a outros. Ou seja, no contexto da sociedade, quando nós refletimos sobre os nossos amigos, sobre os nossos afetos, as pessoas que já passaram pela nossa vida, por exemplo, na área da afetividade e que às vezes a gente vai fazer um balanço e vai pensar, mas tem características muito parecidas. Existem aspectos que se repetem por quê? simpatias, atrações, repetições do mesmo comportamento. E não é porque existe uma relação do passado naquele formato que a simpatia deve conduzir novamente os espíritos para a mesmíssima realidade. Porque imaginemos esses grupos, essas organizações para defecções, para as faltas, para os equívocos. Encontrarem-se em simpatia não significa que deve ser que é uma fatalidade, que sejam conduzidos pro mesmo comportamento, porque somos dotados do livre arbítrio e temos de ter a eleição, inclusive, de rompermos este estilo de simpatia para angarearmos outros. Então, quando Allan Kardec enfrenta esse tema na 386 e que os espíritos respondem acerca desse conhecimento de existências anteriores, o codificador pergunta na 386, letra A: "Então, todas as relações

Então, quando Allan Kardec enfrenta esse tema na 386 e que os espíritos respondem acerca desse conhecimento de existências anteriores, o codificador pergunta na 386, letra A: "Então, todas as relações advém do passado? Essas simpatias?" E os espíritos respondem que não. Por quê? O pensamento, as ideias, as vontades no mesmo compasso vão nos fazer ter simpatias por espíritos que não conhecemos antes. E ali vão se estabelecer novos laços e ali vão se estabelecer novas conexões. Então, é possível que as pessoas com as quais simpatizemos, que não seja da nossa família, que seja um amigo, uma pessoa que chegou pro nosso ambiente relacional, que essa pessoa a gente não tem encontrado em outras existências, mas essa pessoa vibra de uma mesma forma, com pensamentos que se coadunam, com objetivos que se coadunam. Então, pode nos ser simpático, pode nos agradar a presença desta pessoa. Às vezes não são pessoas que estreitamos seicar laços, mas que quando encontramos, seja no ambiente do trabalho, seja na casa espírita, onde quer que seja o nosso ambiente relacional, nos diversos cursos, estudos, quando nós nos encontramos, é uma energia boa. Existe uma coisa boa que sai de nós para essa pessoa, mas que também vem dessa pessoa ao nosso encontro e que a gente não precisa ter maiores vínculos, nem maiores estreitamentos, mas aquilo ali já tem essa simpatia, já tem essa conexão e de alguma forma isso conecta, expressa realidade de ligação entre esses espíritos. À medida que Kardec vai trazendo as elucidações, nós vamos refletindo sobre essas questões de simpatia. Kardec enfrenta também esse aspecto de olharmos para essa realidade de simpatia e identificarmos o que é que daí se constrói, o que que daí pode se originar. Porque quando ele entra, principalmente indo pro viés dessa simpatia instantânea, ele mostra esse reconhecimento, não reconhecimento de, ah, você é da existência tal, onde nós vivemos determinada experiência, mas essa identidade de propósitos, de interesses, de pensamentos. E ele fala

mostra esse reconhecimento, não reconhecimento de, ah, você é da existência tal, onde nós vivemos determinada experiência, mas essa identidade de propósitos, de interesses, de pensamentos. E ele fala que isso, essa condição tão direta facilita os processos construtivos. E ele mostra que o contrário também acontece, que da mesma da mesma forma que a gente se simpatiza com alguém de cara, a gente também pode se antipatizar, a gente pode não gostar daquela pessoa. Aquela pessoa não nos fez nada. a gente nunca viu aquela pessoa. E instantaneamente nós temos uma antipatia, uma aversão, um distanciamento, uma repulsa. E é interessante que ele pergunta também sobre essa antipatia instinar atenção. Eh, não sei se já aconteceram com vocês, mas já aconteceu comigo algumas vezes de eu sentir simpatia e antipatia ao mesmo tempo. Talvez sejam esses espíritos com os quais eu estive em eleições não muito boas e que num primeiro momento eu me simpatizo, encontro uma afinidade, porque exatamente afinidade com o passado que ainda está em mim, mas depois uma antipatia que é em relação ao presente que eu desejo ter e do passado que está em mim, mas que eu não quero mais, que tenha força que tinha em outro momento. Ah, isso já aconteceu comigo algumas vezes. E essa dualidade é uma pessoa que eu me simpatizo ou que ela é antipática a mim? E é como se representasse isso. É óbvio que aqui nós estamos fazendo deduções. Eu também não tive acesso a nada disso. Eu não tenho essas revelações. Mas são coisas que acontecem e que às vezes esse essa antipatia instintiva é um alerta. Quando a gente observa a função do instinto em nós, essa inteligência, porque é uma uma forma de inteligência que nos traz uma ação condidente com as leis da natureza, é uma um contexto que nos coloca muito mais para condições acertadas. Porque quando agimos sob o amparo do livre arbítrio, nos podemos nos comprometer a depender das nossas escolhas. Mas o instinto, esse instinto que nos conduz a uma proteção no estado de alerta, a sairmos

que quando agimos sob o amparo do livre arbítrio, nos podemos nos comprometer a depender das nossas escolhas. Mas o instinto, esse instinto que nos conduz a uma proteção no estado de alerta, a sairmos de um perigo, a retirarmos a mão porque aquele recipiente está quente, a termos um uma atitude no sentido contrário, porque algo está vindo na nossa direção. Esses impulsos reativos, mas que são medidas de segurança, sempre são acertados quando nos envolvemos e permitimos que essa inteligência se expresse. Só que, como nos explica a Gênese e também o livro dos espíritos, quando nós trazemos a inteligência a iluminar o instinto, nós vamos aprimorando essa capacidade instintiva. Então ela não fica a mera reação de proteção, de vigilância, mas ela também ganha o coeficiente da inteligência e consegue ser mais abrandada. E a inteligência permite que esse instinto esteja a serviço da nossa própria construção e daquilo que vai ser essencial para o nosso crescimento. Então essa antipatia instiva, ela pode nos servir de um alerta, uma pessoa que nunca vimos, nos antipatizamos e de uma forma a criar no organismo, porque quando é algo instintivo, todo o organismo se movimenta, não é assim? a gente consegue sentir as batidas do coração do estado de alerta, a saliva que sai da boca, ficamos naquele estado de alerta, as mãos que começam um suor, todo esse campo de proteção, de alerta, de perigo. Quando isso acontece diante de uma pessoa que a gente nunca viu na vida, é pra gente ficar em atenção. A gente não vai ignorar isso. A gente não vai deixar isso simplesmente passar sem qualquer relevância sobre o nosso olhar. Esses conceitos de simpatia e antipatia, eles requerem de nós atenções mais aguçadas ainda. E era isso que Jesus estava tentando instruir Judas. Inicialmente no silêncio, naquela travessia que nós falávamos, inicialmente no silêncio, Jesus escutava. E o silêncio de Jesus é indicativo de meditação, porque dialogar com ele é também saber decifrar o que o seu silêncio representa. O que significa

s falávamos, inicialmente no silêncio, Jesus escutava. E o silêncio de Jesus é indicativo de meditação, porque dialogar com ele é também saber decifrar o que o seu silêncio representa. O que significa aquele silêncio? Porque ele está em silêncio diante de tantas coisas que estão sendo faladas. Ele está respeitando uma catarse. Ele está fazendo com que o silêncio dele ajude-nos a nós escutarmos o que nós mesmos estamos falando? Porque quando a gente tá reclamando, e a gente tá reclamando com muita evidência, a os gritos internos eles são altos. E se Jesus fica em silêncio, a gente vai ouvir esses gritos e em algum momento a gente vai ficar com vergonha desses gritos. Então, qual o significado do silêncio de Jesus? Mas ele manteve-se ali até um determinado momento. Eles atravessavam, imaginemos os discípulos nesses grupinhos que Judas está falando, eles estão conversando e atravessando os discípulos. Ou seja, passando no meio daqueles grupinhos e seguindo a trajetória. E nesse momento ele rompe o silêncio dele e convida Judas a refletir. E a primeira pergunta de Jesus é: será mesmo que eles te isolam? Será mesmo que eles desconsideram você? Essa é a primeira pergunta. Jesus convida Judas a olhar o todo, sair um pouco daquela ideia fixa de que simplesmente eles não se simpatizam comigo, eu sou antipático para eles. Então Jesus começa a buscar na mente de Judas uma elaboração, uma reflexão para ver se realmente é assim que as pessoas vem ele, que os discípulos vem ele. E esse é o primeiro exercício, minhas irmãs, meus irmãos, identificarmos se aquelas pessoas, principalmente as que nós não nos simpatizamos ou que não simpatizam conosco, se realmente é assim que a gente olha para elas ou que elas olham pra gente, perdão, se é exatamente assim que elas nos percebem, se elas realmente têm por nós antipatias, porque existem no nosso círculo de convivência pessoas que se sentem muito atraídas por nós, que querem muito a nossa atenção, que querem muito serem, querem muito escutar

ente têm por nós antipatias, porque existem no nosso círculo de convivência pessoas que se sentem muito atraídas por nós, que querem muito a nossa atenção, que querem muito serem, querem muito escutar algo de nós, querem muito que os nossos ouvidos escutem o que ela tem a dizer, mas às vezes são aquelas pessoas tão insistentes, inconvenientes, com algumas características que nos incomodam. E aí a gente diz: "Ah, mas eu não me simpatizo com essa pessoa". Será que é antipatia mesmo? E é isso que Jesus quer saber. Será que essas pessoas mesmo elas não se simpatizam conosco? Se a gente olha sobre esse prisma, aquela pessoa que parece que agora está nos evitando, parece que agora não quer falar conosco, em outro contexto, estava buscando muito a nossa atenção e não fomos sensíveis para percebermos isto e colocamos lá na conta da antipatia, porque não nos demos conta de que estas pessoas não olhavam assim pra gente, que não foi o tempo inteiro que a nossa relação apresentou-se assim deles para nós. Jesus faz então uma segunda pergunta, porque Judas fica maturando e na mente de Judas ele começa a lembrar dos comportamentos de João, de Pedro, de Bartolomeu, de Tomé, de Tiago, de Felipe. Ele vai pensando nesses comportamentos e quando ele está nessa efervescência mental, nessa efervescência dos pensamentos, Jesus vem com uma segunda pergunta: "E será que você não contribui para essa ausência de conexão, para essa ausência de simpatia?" Quando a gente reflete a primeira pergunta, a gente acaba trazendo a resposta desta segunda. E talvez a segunda nem ficasse necessária que fosse feito, mas Jesus quis ser mais efetivo, mais incisivo, mais direto no que ele gostaria de expressar. E ele pergunta para Judas, será que você, ou seja, será que no comportamento de Judas não tinha algo que trouxesse repulsa paraas pessoas, que as pessoas se evadissem da convivência com ele? Porque talvez ele fosse muito impetuoso, porque talvez ele fosse muito o aqui agora imediato. Será que não existiam características

paraas pessoas, que as pessoas se evadissem da convivência com ele? Porque talvez ele fosse muito impetuoso, porque talvez ele fosse muito o aqui agora imediato. Será que não existiam características nele? E aí é o ponto importante da simpatia e da antipatia aqui na Terra, entre as nossas relações na convivência. É fazermos esse processo de percepção, de reflexão sobre as nossas atitudes. Nós não temos ingerência sobre as atitudes do outro. Não temos como obrigar a quem quer que seja para que haja dessa ou daquela forma. O único controle que deve estar sobre o nosso comando é do nosso próprio pensamento, da nossa própria vantagem, das nossas próprias escolhas. E olha que isso que está sob a nossa responsabilidade, quantas vezes deixamos sem qualquer comando, deixamos suscetíveis as armadilhas e deixamos que outras mentes coordenem, governem, movimentem, administrem algo que nos diz respeito. Mas quando é o outro, nós queremos governar, nós queremos administrar. Enquanto que o que a gente tem para dar conta é esse mundo íntimo. Como está a nossa atitude nas relações? Que tipo de amigo, de companheiro, de companheira, de filho, de pai, de mãe, de irmão, de membro na sociedade? Que tipo de cidadão exercendo a profissão que nós escolhemos? como está sendo o nosso comportamento, de que forma eu lido com as pessoas e se eu tenho posturas de autoridade, de cargos, de funções, seja no trabalho ou em qualquer contexto administrativo, como eu estou desempenhando essas funções? Eu estou sendo autoritário ou eu estou sendo um administrador que está ali naquela função porque tem a responsabilidade de velar pelo todo e foi a pessoa escolhida para coordenar, para auxiliar o todo. ou estamos nos investindo de um personalismo, de um individualismo, e estamos distribuindo a mancheias situações antipáticas. Porque existem, minhas irmãs, meus irmãos, pessoas com as quais nós nos simpatizamos. Existem pessoas com as quais nós nos antipatizamos, mas existem pessoas que estão antipáticas gratuitamente

ticas. Porque existem, minhas irmãs, meus irmãos, pessoas com as quais nós nos simpatizamos. Existem pessoas com as quais nós nos antipatizamos, mas existem pessoas que estão antipáticas gratuitamente para todos, como existem pessoas simpáticas para todos. Aquelas pessoas que ninguém tem nada a dizer porque são tão simpáticas, elas exalam o melhor delas, que elas estão sempre trazendo coisas boas para com quem convive. Mas o outro lado também é uma realidade. Será que eu estou sendo antipático para alguém? Porque é esse o ponto que Jesus convida Judas a perceber. A Judas não tem gerência nas afinidades dos apóstolos. Mas por que num grupo tão heterogêneo de 12 pessoas, ninguém se afiniza com ele? Será que a responsabilidade estão está só naqueles 11 outros que não se afinizaram com ele? Será que não tem nada da característica dele que ele possa observar para se educar, para promover? essa oportunidade de convivência, nós olhamos para o contexto do planeta e vemos muita violência. Há alguns anos, talvez a antipatia fosse apenas não fui com a cara do outro. Hoje em dia, nos alarmantes índices de violência, essas antipatias, eu não fui com a cara do outro, eu não gostei do que o outro fez comigo, eu achei que isso aquele não deveria ter feito, tem gerado em proporções muito intensas consequências muito tristes pro nosso contexto social. E isso, minhas irmãs, meus irmãos, é a ausência de tolerância. Essa palavrinha que o codificador destacou como algo extremamente eficaz para reger nossas relações. Tolerância diz muito de cuidado com a diferença, respeito para com a diferença. Tolerância em si já não traz que todos nós temos de ser iguais. num castelo onde tudo apresenta o melhor final, o final feliz, os coloridos, não é nada disso. Nós estamos no mundo de realidades, de escolhas, de impactos, de decisões, de espíritos encarnados influenciando e atraindo espíritos desencarnados e espíritos desencarnados influenciando e atraindo encarnados. Espíritos desencarnados alimentando sonhos de encarnados.

isões, de espíritos encarnados influenciando e atraindo espíritos desencarnados e espíritos desencarnados influenciando e atraindo encarnados. Espíritos desencarnados alimentando sonhos de encarnados. Encarnados no momento do sono, alimentando organizações nefastas no plano espiritual do mal e do contexto inferior. É uma realidade. E todo esse encharcamento de sintonias negativas precisam extravazar. Porque o mal é muito pernicioso e nós não conseguimos guardar. Não foi à toa que Jesus disse: "Retribua o mal com o bem?" que os espíritos ensinam isso no Evangelho Segundo o Espiritismo, comentando e trazendo lições para tanto. Não é à toa que Francisco de Assis, através da oração que lhe foi atribuída, inspirando a construção dessa oração, disse: "Fazei-me instrumento de vossa paz, Senhor. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Se eu vou levar, eu tenho de ter. Se eu tenho de ter, eu tenho de me exercitar. Não é a toa que esses espíritos e a própria lei de Deus nos alerta sobre o coeficiente do mal em nós. Porque é a ausência do bem, é um disparate em relação às leis divinas, é um distanciamento da justiça de Deus. das suas leis. E esse afastamento acarreta consequências que são danosas para nós mesmos. E quanto mais o mal é concentrado, mais ele é uma bomba que pode explodir. Por quê? Porque o nosso organismo, a nossa essência, a nossa condição espiritual não abriga em si o mal na proporção que muitas vezes o ser humano vai se imiscuindo e vai se permitindo vivenciar. E como não damos conta disso, extrapolamos para além de nós. E aí é que agredimos o outro. E cada vez mais numa sociedade acelerada, superficial, materialista, vamos agredindo o outro semivação alguma. Com motivação já não é acertado agredir. Imaginemos agredir sem motivação alguma, porque simplesmente o outro olhou de forma diferente, porque simplesmente a fala no ambiente não se coadunava. Um pensava A, o outro pensava B. Eu tenho que eliminar o que pensa B. Não só a ideia, mas eu tenho que eliminar o próprio B.

e forma diferente, porque simplesmente a fala no ambiente não se coadunava. Um pensava A, o outro pensava B. Eu tenho que eliminar o que pensa B. Não só a ideia, mas eu tenho que eliminar o próprio B. E chegamos nesse processo e os espíritos nos alertam. Tolerância. Tolerância para respeitarmos as diferenças. Porque nós temos muito mais pontos de contato e o nosso principal ponto de contato é afiliação para com Deus do que pontos que nos distam, nos distanciam. As nossas diferenças servem como somatório de um prisma muito maior chamado criação divina, onde as nossas peças, a nossa individualidade, a nossa história se encaixa tão bem na amorosidade que o Pai traz para todos nós através da sua criação. Então, esse alerta que Jesus faz é o alerta para nós. Porque quando a caminhada chega ao final, todos estão muito cansados. E Judas e Jesus já tinham atravessado o contexto dos discípulos e já caminhavam bem à frente. Quando Judas à vista uma um lugar com água, como se fosse um pequeno lago, uma pequena represa de água e ele se lança correndo à frente de todo mundo. Estavam todos, eram 13 homens, Jesus e mais 12. Ele sozinho sai correndo naquele, naquela represa e bebe a água com avidez, com rapidez. E o que que acontece? Ele revolve o fundo, a areia que está no fundo da terra. E aquele pequeno recipiente, aquela pequena represa, fica como a água? barrenta. Os outros vão poder matar a sua sede. E Jesus olha para Judas. O que foi isso? Ele não fala, ele só olha. E aí, nesse momento, quando Jesus, quando Judas está lá bebendo da água que ele termina e que todos estão sem beber, Jesus convida Judas a refletir. Olha a sua impetuosidade, olha o seu imediatismo. Em outras palavras, olha o seu egoísmo. Pensou nos outros? Pensou só em si? Olha a antipatia gerada. a partir de um evento ali, que eventos iguais e equivalentes a esse vão se multiplicando e vai deixando a pessoa por ela mesma afastada, enquanto que às vezes nós culpamos o outro, queremos responsabilizar o outro. Joana de Angeles no livro Estudos

equivalentes a esse vão se multiplicando e vai deixando a pessoa por ela mesma afastada, enquanto que às vezes nós culpamos o outro, queremos responsabilizar o outro. Joana de Angeles no livro Estudos Espíritas, é um livro da benfeitora Joana deângeles, psicografia do nosso querido tio Divaldo. Ela tem um trechinho que ela chama de tolerância. E olha o que que ela fala sobre isso, sobre o que a gente tá conversando. Ela diz assim: "Há muitos com prais vencer". Olha o que a gente falou de autoritarismo, de eh condição de de ser suprimo em relação aos outros, né? Vencer, esmagar, sobressair. Embora os métodos infelizes impetrados e os ódios gerados. Ah, aqui no Evangelho a gente tem uma página assim, né? Aqui todos me respeitam e acrescento o espírito, mas também todos me odeiam. É um respeito, mas não há uma simpatia, não há uma conexão. É um respeito pelo autoritarismo e não pela autoridade. E vencer é tarefa de fácil consecução. Nesses caminhos aqui, vencer é uma tarefa de fácil consecução, desde que se pretenda triunfar sobre os outros. Multiplicam-se métodos da ediondez e da pusilanimidade, desde o que os que destróem o corpo aos que dceram a alma. E aí vem Joana. A urgente tarefa a que todos se devem atirar é de vencer-se a si mesmo. A gente se lança para vencer o outro, mas a nossa tarefa urgente é vencer-se a si mesmo, sublimando as mais tendências e mantendo vitória sobre as inclinações negativas e as paixões subalternas do espírito enfermo. Então, o que que a gente tem para fazer diante da simpatia e da antipatia? da simpatia, que são aqueles espíritos que naturalmente a gente se vincula, identificar o que é que nos vincula, o que é que aquela simpatia desperta em nós, porque não deve ser simplesmente alvo de conexão, porque nós podemos repetir através daquela parceria equívocos cometidos por esta parceria em outros contextos. Então, a pergunta, que nível de simpatia é essa? provoca ou sai de mim que tipo de vontade eu irradio? O quê? A partir dessa simpatia, dessa conexão? Eu estou

os por esta parceria em outros contextos. Então, a pergunta, que nível de simpatia é essa? provoca ou sai de mim que tipo de vontade eu irradio? O quê? A partir dessa simpatia, dessa conexão? Eu estou buscando o quê? Outro ponto, ah, eu me afinizo tanto que eu não quero mais saber do mundo. Eu só quero viver com essa pessoa, para essa pessoa ou com essa conexão. Olha, outro abuso, outra desproporção. Não é porque é simpatia, não é porque tem uma afinidade que vai se esquecer, se isolar de tudo para viver só aquilo que se conecta. Porque se nós convivêsemos somente com aqueles que sempre sempre aderem àquilo que estamos propondo, evolução não existiria para nós, porque não seríamos desafiados, caminharíamos paraa acomodação. Então, a simpatia, ela deve ser observada para que haja uma construção, que a partir dela nós construamos, que ela seja uma base. Eu já tenho esse coeficiente em relação aos outros. As outras pessoas eu não tenho essa essa simpatia toda, mas eu já tenho aqui, então já tem meio caminho andado. Então vamos construir coisas boas, vamos realizar parcerias, vamos trazer ânimo, coragem e através dessa simpatia colocar frutos bons, ressignificar simpatias do passado, ressignificar, olhar outros objetos, outros propósitos. se for possível, para que não se mantenha, como dissemos, as mesmas práticas. Mas diante daqueles que nos são antipáticos, e tem a última questão dessa mensagem, desse desse tema em o livro dos espíritos, quando Kardec pergunta sobre aquele espírito que é mais evoluído, aquele espírito que não é tão evoluído, quem é que identifica primeiro a antipatia? E os espíritos respondem um e outro, os dois se antipatizam. A diferença o que vai se fazer com essa antipatia? Então, se nós nos se nós não nos simpatizamos com quem quer que seja, o que é que vamos fazer desta antipatia? Vamos nos afastar? Não, porque às vezes este que nós não nos simpatizamos está dentro do lar, está dentro da casa espírita, numa tarefa ao nosso lado, às vezes tá no nosso trabalho dividindo a

ipatia? Vamos nos afastar? Não, porque às vezes este que nós não nos simpatizamos está dentro do lar, está dentro da casa espírita, numa tarefa ao nosso lado, às vezes tá no nosso trabalho dividindo a mesa conosco. E o que que eu vou fazer com isso? Eu vou fugir, diz o espírito Jonas de Angeles, ressignificar essa antipatia. Eu vou orar por ele para que as vibrações, lembra que a gente falou do pensamento, das ondas, elas vão mudar o perfil. Ao invés de serem ondas que vão emitir para o outro uma repulsa que vai fazendo assim, vai distanciando, a gente vai começar a emitir ondas de que o outro esteja bem. de que tudo com ele, com a família dele possa estar bem, a gente vai começar a querer coisas boas pro outro, porque assim o seu cenário de antipatia inclusive pode se modificar. Então, diz a benfeitora a orar, mas ela diz também paciência. Não seria benfeitora se não indicasse paciência. paciência, porque aqueles com os quais nós não nos simpatizamos e convivem conosco em tarefas, como nós exemplificamos aqui, que são de extrema importância pro nosso processo evolutivo, não estão ali por acaso. Aquelas antipatias precisam girar a chave e aquela relação precisa se modificar. É como a resposta que que os espíritos dão a Kardec. O espírito bom, o espírito evoluído vai se antipatizar. Mas o que que ele vai fazer dessa dessa antipatia? Ele vai entender que o outro vibra numa com ondas diferentes, num contexto de vibração que traz impactos que não são vibrações positivas, mas ele vai trazer e buscar para o outro melhor. Nesse contexto aqui da Terra, onde somos muito parecidos com aqueles com os quais nós antipatizamos, tenhamos mais paciência. E uma lição que fica ao nosso coração reforçando o que a benfeitura traz, porque ela traz oração, ela traz paciência, ela traz a tolerância, traz também a vigilância, que é o que a gente ponderou aqui, que quando nós temos essa antipatia, a gente tem que est vigilante, porque pode ser alguém que já aprontou com a gente e que a gente tá

ia, traz também a vigilância, que é o que a gente ponderou aqui, que quando nós temos essa antipatia, a gente tem que est vigilante, porque pode ser alguém que já aprontou com a gente e que a gente tá naquele contexto ali o tempo todo buscando ressignificar, mas é igual as serpentes e a pomba. A gente traz a paz da pomba, mas a vigilância da serpente. Ou seja, estarmos alertas, estarmos atentos. E aí vem uma lição que a gente guarda com muito carinho aqui da mansão. E assim a gente vai buscar encerrar as nossas palavras, essa nossa conversa, que é uma das tias aqui da mansão, muito querida, assim, um doce de pessoa, um doce. Tia Zizi, tão especial. trabalhou anos na gráfica da mansão do caminho em parceria muito constante com tio Nilson e ela é uma dessas pessoas que exalam simpatia. Sabe o verbo cativar? O que ela cativa e sempre cativou são coisas doces, são melodias suaves e agradáveis. E a tia Zizi, que hoje está no plano espiritual, eh, ela tem uma lição preciosa. Uma vez conversando com ela, ela disse assim: "Olha, diante das pessoas com as quais nós não nos simpatizamos, nós sejamos ainda mais gentis". Olha que sabedoria. Extraiamos de nós a melhor palavra, o melhor pensamento, a melhor vibração, porque isso vai impactar naquela relação. Não é que nós sejamos, e ela disse, não é que nós sejamos superiores ao outro, a energia tá no mesmo patamar, tá ali no mesmo sentido. Se vibramos nessa outra frequência, nós vamos trazer para aquela relação que é antipática, ou por questões atuais ou por questões anteriores, um perfume diferenciado, uma uma vibração diferenciada, um contexto psíquico diferenciado. E ela costumava dizer que assim ela agia, que quanto mais existiam aquelas pessoas que não empatizavam com ela, mas ela trazia esse aspecto. E tem tudo a ver com a lição de Jesus para Judas. Será que essas pessoas elas não se simpatizam mesmo conosco? E será que nós não trazemos algo que possa tornar esse contexto antipático? Ficam aí para as nossas reflexões, minhas queridas irmãs e irmãos,

á que essas pessoas elas não se simpatizam mesmo conosco? E será que nós não trazemos algo que possa tornar esse contexto antipático? Ficam aí para as nossas reflexões, minhas queridas irmãs e irmãos, agradecendo imensamente a EVCTV por essa oportunidade, a todos os trabalhadores que compõem esse contexto tão organizado de levar essa mensagem de consolação, de estudo aos corações. Agradecemos a Naira, a Ró, a Ivic, a todos vocês que aqui estiveram por esta parceria, por estarmos juntos, cumprimentando também aqueles que estiveram conosco pela TV Mansão do Caminho e aqueles que vão nos assistir posteriormente. Um grande beijo e até breve. Nossa gratidão, Lu, pelas excelentes explanações, pro COVID, né, a sermos gentis, a termos a paciência para com o outro, assim como o outro deveria ter para conosco também. Então, que Deus te ilumine a tua caminhada e que não demore muito para aparecer, que sumiu bastante, né, pés e luz. A nossa gratidão também a tantos amigos que aqui estão conosco, tanto aqui na UMBCTV como aquele outros que nos acompanham pela TV Manão do Caminho. Lembrando que todas as manhãs às 7 horas para começarmos o dias na luz da oração, nós temos aqui na UVCTV o nosso momento de reflexão. Todos os dias às 7 horas da manhã, todas as quartas-feiras às 21 horas nós temos o nosso programa Somos Todos Imortais. Então a sua presença generosa é sempre bem-vinda. No mais, a nossa imensa gratidão a tantos amigos que nos acompanham. Paz e luz a todos e que tenhamos um bom fim de semana.

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