Conflitos Existenciais • Lusiane Bahia
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #palestraespirita #espiritismo #evangelho
Que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos todos os amigos que se encontram nos dois planos da vida para mais um momento de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espíritas. Os amigos que se encontram aqui no nosso canal da UVCTV, bem como aqueles que nos acompanham pela TV Mansão do Caminho, sejam sempre muito bem-vindos. para melhor sintonizarmos com este momento, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino amor de nossas almas, eis-nos aqui, Senhor, qual outrora te buscávamos nos campos, nos bosques, nas praias, nas aldeias. E desta feita, Senhor, que sabe possamos estar verdadeiramente revestidos da coragem de seguir-te onde quer que fores. Por isso, amigo, nessas horas de grandes desafios em que passa a humanidade, que a tua presença generosa, através de amigos, os dois planos da vida, possa estar presentes em nossas mentes e corações, assessorando-nos para que assim não nos perquemos dos caminhos assumidos outrora e desta feita, Senhor, seguir contigo sempre auxilia-nos, Senhor, a fim de que tenhamos capacidade para vivenciar o teu evangelho, exemplificando-o em todos os lugares. Que sejamos a luz que vem de ti, refletindo nesta terra primordialmente, trabalhando para um ser cada dia melhor. Por isso, te rogamos a tua presença generosa hoje e sempre. dentro de nós. Hoje temos a alegria, a honra de receber mais uma vez a nossa querida amiga, irmã Luziane Bahia, que tantas vezes está aqui conosco, como membro sim da União Espírita de Vitória da Conquista. Então, Luco, muita alegria, nós te convidamos para refletir sobre o tema conflitos existenciais, rogando votos de muita paz. Passamos a palavra para você. Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Nós gostaríamos de agradecer imensamente a Deus pela oportunidade de unir os nossos corações, de nos trazer ensejos de crescimento e de aprendizado. Agradecermos ao EVCTV por essa
nos nossos corações. Nós gostaríamos de agradecer imensamente a Deus pela oportunidade de unir os nossos corações, de nos trazer ensejos de crescimento e de aprendizado. Agradecermos ao EVCTV por essa iniciativa de colocar tão pertinho de nós o conhecimento, o estudo aprofundado da nossa doutrina. Cumprimentamos a querida Ró, que trouxe-nos aqui a prece, as suas palavras iniciais, Ivic, que tá com a gente nos bastidores, o querido irmão Barreto também que tá aqui com a gente, cumprimentando todos vocês que estão aqui, que já estão chegando, deixando as suas mensagens e também aqueles que vão nos assistir posteriormente. Cumprimentamos o nosso querido público, tanto aqui do EVCTV quanto da Mansão do Caminho e de quantos corações essa mensagem possa alcançar esse momento especial de compartilhamento, de juntos estarmos aurindo dos bons espíritos este momento aprasível que nos faz bem ao coração. Nós encontramos no Evangelho Segundo o Espiritismo um trecho que é de tamanha reflexão. Está o codificador colocou esse trechinho no capítulo quarto do Evangelho Segundo Espiritismo intitulado: "Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo". É um trecho que somente é trazido pelo evangelista João. Então, dos quatro evangelhos, Mateus, Marcos, Lucas e João, somente João aborda essa passagem. está no seu capítulo terceiro, versículos 1 a 12, esses pontos aqui destacados pelo codificador. Mas quando a gente vai lá no capítulo 13, a gente encontra um pouquinho mais de versículos acerca dessa abordagem que o codificador quis colocar aqui, trazer esse trechinho da mensagem do evangelista, que é a mensagem de Jesus e que João anotou. E o trechinho é assim nós vamos ler e vamos buscar aprender. Essas palavras são conhecidas nossas. mas são muito valiosas. Ora, entre os fariseus havia um homem chamado Nicodemos, senador dos judeus, que veio à noite ter com Jesus e lhe disse: "Mestre, sabemos que vieste da parte de Deus para nos instruir como um doutor, porquanto ninguém poderia fazer os milagres que
icodemos, senador dos judeus, que veio à noite ter com Jesus e lhe disse: "Mestre, sabemos que vieste da parte de Deus para nos instruir como um doutor, porquanto ninguém poderia fazer os milagres que fazes se não estivesse com ele." Jesus lhe respondeu: "Em verdade, em verdade digo-te, ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo". Disse-lhe Nicodemos: Como pode nascer um homem já velho? Pode tornar a entrar no ventre de sua mãe para nascer segunda vez?" Retoquiu-lhe Jesus: "Em verdade, em verdade digo-te, se o homem não renasce da água e do espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do espírito é espírito. Não te admires de que eu te haja dito se preciso que nasças de novo. O espírito sopra onde quer e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem ele, nem para onde vai. O mesmo se dá com todo homem que é nascido do espírito. Respondeu-lhe Nicodemos com a pergunta, né? Como pode isso fazer-se? Jesus lhe observou: "Pois quê? És mestre em Israel e ignoras estas coisas? Digo-te em verdade, em verdade, que não dizemos senão o que sabemos e que não damos testemunho senão do que temos visto. Entretanto, não aceitas o nosso testemunho. Mas se não me credes quando vos falo das coisas da terra, como me crereis quando vos fale das coisas do céu? São João, capítulo terceiro, versículos 1 a 12. Esse trechinho é muito conhecido nosso, como a gente disse aqui antes de lermos, é uma conversa entre Jesus e Nicodemos. E é um diálogo de tamanha beleza, porque traz em profundidade aspectos da vida, aspectos da esperança, da coragem. Porque ao Jesus dizer que é necessário nascer de novo, traz um ânimo, traz um estímulo, traz uma proposta de renovação, retomando os nossos corações à esperança e trazendo como uma força a coragem e a fé para que consigamos vivenciar as experiências da vida. Então, é um diálogo repleto de vida. É um diálogo repleto de misericórdia. Misericórdia pelas sucessivas oportunidades. Que fica claro no texto que é necessário
amos vivenciar as experiências da vida. Então, é um diálogo repleto de vida. É um diálogo repleto de misericórdia. Misericórdia pelas sucessivas oportunidades. Que fica claro no texto que é necessário nascer de novo, que é necessário voltar para conseguir libertarmo-nos, para conseguirmos a felicidade, para conseguirmos a vida eterna. E esse essa conversa que traz tantas oportunidades e traz essa esse olhar da misericórdia, traz esse essa tranquilidade de percebermos que estamos sempre amparados sob o olhar da divindade, que tudo está sob a sua coordenação e que diante das nossas defecções e dificuldades, Deus, que muito nos ama nos concede novos ensejos e constatarmos isto num diálogo tão direto, até mesmo parando na própria dúvida de Nicodemos e que é muito interessante que ela tenha se expressado, por mais que Nicodemos soubesse, porque Jesus redargo e justamente é o conhecimento natural de Nicodemos, das coisas, das leis, das leis da vida, porque a reencarnação não é um postulado que acontece somente no século XIX, quando o Espiritismo cataloga em 1857 a plural realidade das existências como um dos seus princípios, um dos seus aspectos basilares, onde a doutrina se fundamenta, onde ela se aliceça, mas para toda a vida, desde sempre, desde que a criação se expressa, desde que Deus traz todos esses elementos da criação para se expressarem ou mesmo antes, a existência dessa oportunidade dentro da lei divina de retorno e de reformulação. Esse trechinho de Nicodemos com essa misericórdia, com esse amor divino, com essa justiça das leis de Deus, também nos faz lembrar um outro trechinho que está no Evangelho Segundo Espiritismo, que também é muito conhecido nosso, porque todas as vezes que a gente fala de reencarnação, a gente lembra dessas questões que iniciam-se ali na 166. E é por ela que a gente gostaria de relembrar o conteúdo e relembrar esse momento de reflexão sobre a reencarnação. Porque Kardec vai perguntando ele que não tinha um convencimento dessa questão
166. E é por ela que a gente gostaria de relembrar o conteúdo e relembrar esse momento de reflexão sobre a reencarnação. Porque Kardec vai perguntando ele que não tinha um convencimento dessa questão de vidas sucessivas de uma vida após a outra, de sair do corpo, mergulhar novamente num outro corpo, numa outra estrutura corpórea. Ele inicia o capítulo quarto do Evangelho Segundo Espiritismo, só que aqui é a segunda parte das pluralidades das existências. Ele inicia com a pergunta 166. Como pode a alma que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea acabar de depurar-se? Os espíritos respondem, sofrendo a prova de uma nova existência. Os espíritos são claros, taxativos. Mas Kardec quer saber mais. Letra A. Como realiza essa nova existência? Será pela sua transformação como espírito? Depurando-se a alma, indubitavelmente experimenta uma transformação, mas para isso necessária lhe é a prova da vida corporal. Falou mais esmiuçadamente. Letra B, Kardec. A alma passa então por muitas existências corporais? Sim, todos contamos muitas existências. Os que dizem o contrário pretendem manter-vos na ignorância em que eles próprios se encontram. Esse o desejo deles. Letra C. Kardec, parece resultar desse princípio que a alma depois de haver deixado um corpo, toma outro ou então que reencarna em novo corpo. Olha a palavra surgiu. É assim que se deve entender? E os espíritos responderam. Evidentemente é lindo. Isso é o nosso codificador também buscando, pela sucessividade das perguntas alcançar essa constatação lógica. Porque a reencarnação ela nos traz explicações lógicas lúcidas, nos coloca diante do panorama de uma naturalidade diante das coisas que nos acontecem, seja nesse contexto atual, seja em contexto anterior, que tem repercussões no contexto atual. é a reencarnação e é essa análise da nossa linha de evolução, linha do progresso, de nós sairmos do corpo físico, vivenciarmos a experiência no plano espiritual, reprogramarmos, retornarmos. Essa saída e esse mergulho sucessivas
álise da nossa linha de evolução, linha do progresso, de nós sairmos do corpo físico, vivenciarmos a experiência no plano espiritual, reprogramarmos, retornarmos. Essa saída e esse mergulho sucessivas vezes, tantas vezes quantas sejam necessárias para a nossa transformação, para o nosso burilamento, vai nos trazendo, vai nos trazendo explicações e vai nos colocando diante de uma evidência que é a complexidade do ser. Quando nós tentamos taxar o ser, limitar, cercear, colocar aspectos que são finitos ou objetivos, melhor dizendo, no ser, nós encontramos a barreira dessa complexidade. Nós temos a barreira de termos, através daquela atitude um comportamento injusto. Seja porque dissemos: "Ah, tal pessoa conheço demais, conheço os pensamentos, os atos, as vontades, conheço demais, sei o que pensa, sei o que sente." Ora, se temos dificuldade de encontrarmos tudo isso, todas essas evidências em nós mesmos, como é que podemos afirmar com tanta certeza, com tanta veemência em relação ao outro e dizermos que temos esse conhecimento todas as vezes, que objetivamos o outro, que enquadramos o outro, que limitamos? E isso acontece muito quando qualificamos, quando qualificamos alguém, adjetivamos, nós cercamos aquele alguém naquele processo, naquela característica que nós apresentamos. E aí nós deixamos de fora essa complexidade que é do ser humano, essa complexidade que é do navegador das existências, desse que trafega múltiplas existências e por isso abriga em si um complexo de emoções, de sentimentos, um complexo de situações e de experiências. E é esse complexo, essa esse fator que nos compõe, que define quem nós somos. é que temos a grande beleza de a cada existência buscarmos descobrir um pouquinho mais. E aí o espírito Joana deângeles quando conversa conosco em diversos dos seus livros e notadamente no livro que tem por título o título da nossa conversa, que é conflitos existenciais. O meu livrinho é dessa capa aqui, ó. tem uma capa mais recente, é um livro da série psicológica, então
notadamente no livro que tem por título o título da nossa conversa, que é conflitos existenciais. O meu livrinho é dessa capa aqui, ó. tem uma capa mais recente, é um livro da série psicológica, então também tem ele em capa dura, tem toda a coleção dos livros da série psicológica. O meu é esse aqui, foi é a capa do lançamento, né? Quando foi lançado esse livrinho que é de 2005, salvo engano, quando foi lançado era essa capa, né? E aqui no prefácio desse livro, a benfeitora Joana de Angeles sobre a psicografia do nosso querido tio Divald, que hoje, dia 13 de junho, traz-nos uma recordação ainda mais forte, porque completa um mês da sua partida física aqui da experiência junto conosco. E rogamos, como sempre vemos, venemos fazendo, trazemos no coração as nossas rogativas de paz, de serenidade, que sabemos que são experimentadas por esse grande semeador de estrelas, por esse grande discípulo de Jesus. Nesse livro Conflitos Existenciais, no prefácio, a benfeitora diz que essa natural, esse natural movimento de reencarnação e natural movimento das experiências da existência faz com que tenhamos desafios nas existências. Nós somos desafiados porque, como nos suscita o próprio livro dos espíritos na questão 167, a partir de um questionamento de Kardec que vem logo depois dessa sequência que nós lemos, ele pergunta qual a finalidade da reencarnação e os espíritos respondem que é a expiação e o melhoramento progressivo da humanidade. Quando olhamos a própria resposta, nós sabemos que aqui nós seremos desafiados. Seremos desafiados para alcançarmos algo melhor, melhoramento progressivo. Enfrentamos dificuldades expiatórias de equalizamento, de equilíbrio ou de reequilíbrio em relação ao nosso passado. E aí vamos fazendo essa esse comportamento que é de resgate de avanço. De resgate de avanço, vivendo as experiências na reencarnação, vivendo as experiências dentro da existência. E esses desafios, e a própria palavra desafio, ela nos traz uma perspectiva de superação, de vencermos a nós mesmos, de
o as experiências na reencarnação, vivendo as experiências dentro da existência. E esses desafios, e a própria palavra desafio, ela nos traz uma perspectiva de superação, de vencermos a nós mesmos, de alcançarmos um patamar melhor. Desafiar-se significa colocar-se à prova e identificar se aqueles fatores teóricos, aquela bagagem intelectiva nos corresponde na atitude, nos corresponde no comportamento. Então, essa esse desafio existencial ou desafios existenciais se justificam. A existência ela vem para nos conduzir em processos expiatórios diante de um passado em que nós cometemos equívocos, mas também em uma um mundo presente, um contexto presente, onde seremos desafiados pelas provas para alcançarmos o melhoramento de nós mesmos. é muito natural, faz parte do progresso, que é uma lei inexorável, faz parte dessa sacudidela para que a gente não fique no estracismo e na acomodação. E por isso somos desafiados e desafiados dentro da misericórdia de Deus. diz a benfeitura, acontece que dentro desses comprometimentos nossos e a forma como nós emocionalmente lidamos, pautado no nosso estágio de consciência, na nossa fé, na nossa relação com Deus, na nossa relação com a vida, no nosso processo de entendermos a nossa responsabilidade diante de tudo que estamos vivenciando, a nossa parcela de atuação, a nossa parcela de compromisso diante Diante de tudo isso, acende-nos, diz a benfeitura, momentos, a depender de como lidamos, momentos conflitivos. E existe o conflito quando há uma incompatibilidade entre aquilo que se precisa fazer e aquilo que se quer fazer. Paulo foi muito sábio ao dizer que tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Ele foi muito sábio em dizer isso. Ele mostrou uma um uma percepção de uma atitude que deve vir e há de vir dentro daquilo que me é necessário, daquilo que eu tenho de vivenciar com um processo evolutivo. Mas é dele também a perspectiva de que ele gostaria de fazer coisas que ele não faz e acaba fazendo coisas que ele não gostaria de fazer.
, daquilo que eu tenho de vivenciar com um processo evolutivo. Mas é dele também a perspectiva de que ele gostaria de fazer coisas que ele não faz e acaba fazendo coisas que ele não gostaria de fazer. Todas as vezes que temos estas incompatibilidades, que Leon Denis chama de incoerências, todas as vezes nós entramos num processo de conflito. Se os estágios emocionais, os estágios sentimentais, a forma como nós lidamos não está em compatibilidade com a linha de aprendizado que precisamos vivenciar. E aí de desafios existenciais transformam-se em conflitos existenciais. Porque pela temosia repetimos alguns vícios. Porque pela situação de não querermos avançar ou de não compreendermos ainda a necessidade de avançar, sabemos que precisamos, mas não temos ainda aquela consciência que é tão firmada e que faz com que chova ou faça sol. Nós vamos nos levantar em prol do trabalho da nossa própria transformação. Seja uma situação de intempere, seja uma situação de satisfação, estando fora das CNTPs ou dentro da CNTPs, nós vamos nos levantar para agir, para trabalhar, porque temos aquela consciência forte e firme de que o trabalho é o veículo para essa transformação, é a ferramenta, é o instrumento para essa transformação. Sim, quando nós enveredamos por esses processos que saem da ideia de desafios e vão para ideias de conflitos porque tem uma reclamação, tem uma revolta, tem uma temosia, é a ausência da obediência, ausência da resignação, ou seja, a ausência do consentimento da mente e do coração, da razão e do coração. Nós entramos nesses processos conflituosos ou conflitivos, que são os conflitos existenciais denominados e estudados pela benfeitora nesse livro. A benfeitora ela é muito feliz e eu vou trazer aqui para vocês algo que eu compartilhei numa outra oportunidade onde aqui conversamos sobre esse mesmo tema. Eu lembro ter dito, ter compartilhado com vocês uma experiência nossa de que quando a gente viu esse índice aqui, que tem assim, conflitos existenciais, que eu prefá, depois a
s sobre esse mesmo tema. Eu lembro ter dito, ter compartilhado com vocês uma experiência nossa de que quando a gente viu esse índice aqui, que tem assim, conflitos existenciais, que eu prefá, depois a gente tem fugas psicológicas, preguiça, raiva, medo, ressentimento, culpa, ciúme, ansiedade, crueldade, violência, neurastemia, drogadição, tabagismo, alcoolismo, vazio existencial, estresse, fobias, coragem, amor, morte. Quando vimos este leque de temas, de sugestões reflexivas aprofundadas, nós marcamos aqui no próprio prefácio, no próprio sumário, no próprio índice, aquilo que nos traz pontos de maior dificuldade. Isso como um processo de autoconhecimento, de autorreflexão, porque quando a gente toma de um livro, a gente se debruça para estudá-lo, mas a gente tem o dever de se estudar a partir daquilo que o livro está nos propondo, porque é um arcabolso teórico, mas que tem uma funcionalidade. Cada livro tem o seu objetivo. Livro espírita, ele acolhe, ele esclarece, ele consola. Ele é um amigo fiel, um amigo que está sempre pronto para nos atender, um amigo que às vezes a gente deixa na prateleira, mas quando a gente necessita, que a gente vai lá e abre por acaso, cai lá a mensagem que eu diz: "Meu Deus, essa mensagem é para mim, mas não é para mim no ontem, não é para mim no amanhã, é para mim hoje, nesse exato momento eu abri o livro e tem essa mensagem para mim". Então, o livro espírita, principalmente o livro espírita, ele tem esse essa função de nos trazer esclarecimento, acolhimento, orientação e vai nos proporcionar sempre algo que vai nos direcionar para aquilo que precisamos. Então, se a gente marca aqui no sumário aquilo que pode nos chamar mais atenção, a gente sempre quando abrir o livro, nós vamos voltar para esse ponto e dizer assim: "Hum, não me libertei desse item ainda. Esse item ainda me traz dificuldade, como é que eu tô trabalhando esse item? Será que ele tá sendo alvo da minha ocupação? Será que eu coloquei no meu caderninho do autoconhecimento, que pode ser
nda. Esse item ainda me traz dificuldade, como é que eu tô trabalhando esse item? Será que ele tá sendo alvo da minha ocupação? Será que eu coloquei no meu caderninho do autoconhecimento, que pode ser impresso ou não? Mas será que eu coloquei ali esse fator? Eu tô trabalhando esse fator ou ele já tá, ele tá esquecido para mim ou eu deixei isso despercebido? E aí a gente volta e tá aqui sinalizado, porque foi orientação nossa mesmo. E a gente até percebe se a gente não já notou outros, porque talvez quando a gente leu pela primeira vez a gente, por exemplo, percebeu a preguiça, mas não percebeu a raiva. E não seria interessante a gente identificar? Então olha o leque de oportunidade que a benfeitora traz. para que a gente reflita sobre a nossa própria questão nos conflitos existenciais. E para compartilhar aqui algumas reflexões a respeito deles, nós gostaríamos de trazer alguns, porque a benfeitora ela é muito didática, ela traz aqui em cada capítulo o título com essa situação, esse conflito existencial que ela quer nos suscitar a reflexão, entendimento, aprofundamento. Aí ela apresenta, então tem o primeiro item de apresentar. Então assim, que que é preguiça? Aí ela mostra de onde é que vem a preguiça, ela mostra a acomodação, ela mostra uma insatisfação por dar continuidade a um trabalho. Mas ela mostra também que às vezes a preguiça pode vir de um trauma, um trauma muito forte que nós experimentamos e que aquilo nos limitou, nos cerceou a atuação e faz com que nós não tenhamos uma ação, um trabalho naquela área que precisaríamos ser ativos. E por isso a preguiça se desenvolve como um processo de sedimentação numa acomodação que advém de um trauma. Olha ela explicando pra gente como é que a preguiça tem um sentido, tem essa questão de esmorecimento da vontade, mas também essa explicação tão lúcida que mostra outros aspectos, outros leques para não cercearmos, não limitarmos. nem as pessoas, nem as situações que revestem a cada um de nós. Logo depois que ela fala
ambém essa explicação tão lúcida que mostra outros aspectos, outros leques para não cercearmos, não limitarmos. nem as pessoas, nem as situações que revestem a cada um de nós. Logo depois que ela fala da gênese, ela mostra o comportamento. Então, ela começa a nos auxiliar a observarmos as nossas próprias atitudes. Será que eu estou assumindo compromissos? Estou deixando esses compromissos de lado? Aquele que tem o conflito existencial da preguiça costuma postergar as suas ações, costuma procrastinar os seus planejamentos, os seus projetos, as suas atitudes. E ela começa a descrever, mostrando o aspecto psicológico, mas o aspecto espiritual, que reveste o ser por si mesmo, ou seja, gênese em causas anteriores, gênese em causas atuais. mas também influências espirituais que nos estimulam na manutenção daquele conflito existencial chamado preguiça, no exemplo que a gente tá dando, que a gente tá trazendo. E aí ela parte para colocar toda todo o painel fruto dos seus estudos, das suas reflexões, da sua maturidade espiritual e finaliza sempre com a terapêutica, mostrando-nos como vencemos aquele conflito existencial em específico. Porque quando ela aborda que o ser é uma complexidade, existe um leque de conhecimento nas ciências materiais e na própria ciência espiritual. E por isso que é importante o estudar-se, porque quando nós estudamos um conteúdo e nos estudamos para e passo a esse conteúdo, nós nos permitimos a retirarmos o que é geral e trazermos para o específico. Então, nós podemos olhar as causas da preguiça e se nós não tivermos trauma nenhum nessa existência, pensarmos: "Não, não é, não é isso que cabe para mim. na minha situação, no meu contexto de ostracismo, de acomodação, de ficarmos da mesma forma, não querer novos projetos, novas realizações, essa característica não veio por causa de um trauma. Mas qual é a causa? Ela nos provoca a identificarmos isso, a vermos o painel do nosso comportamento, as influências espirituais e como nós nos libertamos disso, como é que nós nos desvencilhamos
auma. Mas qual é a causa? Ela nos provoca a identificarmos isso, a vermos o painel do nosso comportamento, as influências espirituais e como nós nos libertamos disso, como é que nós nos desvencilhamos disso para termos uma felicidade, uma libertação e transformando esse ponto nodal que está agora como conflito, voltar a ser um desafio, porque os desafios são naturais. vencermos situações que convidam-nos à acomodação, a um uma situação de repetição dos mesmos comportamentos, de mantermo-nos viciados nos hábitos negativos. Isso pode se apresentar naturalmente no contexto da existência, mas a forma como eu vou lidar é que faz a influência para identificar a possibilidade de superação ou a possibilidade de encharcamento, de envolvimento naquela perspectiva de conflito e que nós temos dificuldade de sair dela. Um outro que a gente gostaria de compartilhar é a raiva. Muito motivada por algumas leituras, mas também por pelo compartilhamento de algumas situações próximas, identificando a raiva como a gênese. É muito natural entrevistar alguém que cometeu um crime, às vezes um crime ediondo, buscarmos a causa e em alguns momentos está ali a raiva. A vítima teve algum comportamento ou não teve comportamento algum ostensivo, mas que lhe provoca uma raiva, de alguma maneira lhe intactou e provocou essa emoção. A raiva é uma emoção, é uma condição do ser humano e que fez com que ela eclodisse, mas de uma forma a que a inteligência não foi capaz de educá-la. ou até mesmo a expressão que Kardec utiliza para um processo que é anterior à educação. Domar. Domar é um processo de cercear, de limitar, de conter. Quando eu vou domar algo, quando a gente diz: "Ah, tem que domar um animal selvagem". Domar traz essa ideia de conter. E conter em nós a raiva passa por um estágio inicial de domar. para que posteriormente num processo de consciência eu possa alcançar aquele fator educativo, que já é um fator que consegue, com que a gente consegue identificar os momentos em que estamos passando do limite e isso termos uma
m processo de consciência eu possa alcançar aquele fator educativo, que já é um fator que consegue, com que a gente consegue identificar os momentos em que estamos passando do limite e isso termos uma equalização propícia, contributiva, atuante no nosso processo de educação. Então, a raiva ela é motivadora de muitas coisas que depois a gente se arrepende, que a gente diz assim: "Eu não deveria ter feito. Eu fui motivado pela raiva, eu fui motivado pelo impulso. Eu tive um impulso e eu não controlei aquele impulso." E quando a benfeitora fala da raiva e fala da gênese da raiva, ela traz algo muito interessante, reflexivo. Ela diz que um dos fatores para essa raiva e com tanta veemência é exatamente o ego ferido. É exatamente quando nós temos uma contrariedade em relação aos nossos postulados, à nossas verdades, aquilo que nos compõe, aquilo que reveste o nosso pensamento, as nossas ideias. Então, é muito natural algumas pessoas brigarem porque tem times esportivos de futebol diferentes, religião diferente, opiniões diferentes, partidos políticos diferentes. E diante dessa diferença, no momento de ego ferido, porque o outro falou algo que aquilo eu não admito que fique, que se perdure, que se propague, eu tenho que dizer alguma coisa e aí o outro também tem que dizer alguma coisa. E parece que aquele, aquela situação começou com o diálogo, transforma-se em uma briga, em uma desavença, tendo proporções menores ou maiores, a depender do uso da reflexão do processo intelectivo da inteligência para domar ou para educar, a depender do processo no qual nós estejamos. Então ela sinaliza, a benfeitora, de que a raiva vem como esse fator de explosão e que ela traz aspectos comprometedores. Porque no momento em que esse gatilho existe, dispara a raiva, é como se saíssemos de um processo de lucidez, de discernimento. Somos dotados de fatores biológicos numa descarga de adrenalina e de fatores enzimáticos. que vão sendo espalhados pelo por todo o nosso corpo através da corrente sanguínea e faz com que nós
rnimento. Somos dotados de fatores biológicos numa descarga de adrenalina e de fatores enzimáticos. que vão sendo espalhados pelo por todo o nosso corpo através da corrente sanguínea e faz com que nós fiquemos em alertas pronto ao ataque, porque é uma situação do corpo físico defender-se em aspectos de contrariedade e que está na nossa história de evolução e que vemos lá atrás quando a gente estuda a codificação no livro dos espíritos, inteligência e instinto. Quando a gente vai em a Gênesis, capítulo terceiro, que fala do bem e do mal, que fala de inteligência, de instinto, nós vamos vendo que isso é uma condição instintiva de defesa, que está em nós como um aspecto protetivo. A raiva faz com que a gente saia de um processo de acomodação e a gente pode ficar indignado e a indignação nos movimentar a fazermos algo bom. Não a indignação que saia de uma proporção e que coloque a gente numa situação além dos limites e faz com que nós sejamos desproporcionais e, portanto, violentos ou qualquer outra perspectiva desagradável. Mas a raiva no aspecto instintivo, ela é sinalizadora, ela é protetiva. Então, essas descargas físicas enzimáticas são para a proteção, mas não significa que temos de atacar, porque não somos mais aqueles seres primitivos que precisávamos desses expoentes corpóreos e somente esses naquele momento, porque não estávamos com a inteligência desperta ou aguçada ou com consciência da inteligência que se tem para se utilizar a favor de si mesmo. algo mais fez, levou, aconteceu, tem a consequência, tem ação, eu tenho a reação. Mas o nosso estágio de evolução não é esse. comporta na no grande momento em que estamos vivenciando de um planeta já no mundo, na madrugada do mundo de regeneração, não comporta que nós não controlemos os nossos impulsos, impulsos de todas as ordens, mas trazemos aqui no exemplo da benfeitora a raiva e o como ela conversa. E é interessante quando ela traz a terapia, ela diz silêncio, meditação, ora, a gente com raiva a última coisa que a gente quer silenciar,
aqui no exemplo da benfeitora a raiva e o como ela conversa. E é interessante quando ela traz a terapia, ela diz silêncio, meditação, ora, a gente com raiva a última coisa que a gente quer silenciar, mas ela dá dica. Silêncio, é o freio, é o estancar do passo. Ler isso é trazer para si. Olha, quando eu tiver com raiva, eu tenho que resgatar de mim esses processos terapêuticos e vivenciar e superar esse conflito existencial. não permitindo que aquela situação seja alvo de um comprometimento para mim de tanto tempo. O quão isso é real que acontece conosco, acontece com tantas pessoas, aconteceu com a dona Ivone do Amaral Pereira. A gente vê isso na narrativa do seu livro, nas voragens do pecado. É um livro de autoria do Charles, mas eu digo seu livro porque conta a sua vida, a vida da MMO Ivone do Amaral Pereira. No momento em que ela tem oportunidade de decidir diferente, é aquela instante ali, ela está movimentada pela raiva, que a conduz a vingança e ela está obnubilada no seu discernimento. Então, perde o discernimento, está apaixonada, está sem a sua razão para poder trazer a contribuição para aquela faculdade instintiva que também é uma inteligência e que também, como vimos, nos auxilia. e acaba por enveredar pelo processo de vingança que a compromete por três séculos à frente e tendo na sua bagagem dois suicídios por falta de firmeza. Não são minhas palavras julgando a dona Ivone, são palavras dela para com ela mesmo, faltando-lhe firmeza por conta da fragilidade na sua moralidade e que foi abarcada por estas desproporções, imersa cada vez mais, chafordada cada vez mais nesses conflitos existenciais e que se não alertamos-nos para nós mesmos, corremos riscos nesses processos de início. da nossa atitude, mas de uma instalação e de uma evidência obsessiva na nossa realidade, na nossa no nosso dia a dia, fazendo parte da nossa história. E mais outros dois que nós gostaríamos de trazer, além da preguiça e da raiva, a gente também destacou aqui o ciúme. O ciúme ele está no capítulo sétimo. E eu
a a dia, fazendo parte da nossa história. E mais outros dois que nós gostaríamos de trazer, além da preguiça e da raiva, a gente também destacou aqui o ciúme. O ciúme ele está no capítulo sétimo. E eu acho que isso aqui a gente não vivencia, né? Ciúme é algo que nem é tão forte na nossa condição humana. E o ciúme que ela coloca a característica do ciumento, aquele que identifica situações, que vê situações onde elas nem existem, que se antecipa acontecimentos, tendo até um componente de ansiedade, não é? antecipa-se. E aquilo nem tava na mente das pessoas que estavam envolvidas, nem fazia parte do contexto, estava na mente, na criação do ciumento. E ela traz uma gênese muito interessante. O ciumento, diz a benfeitura, um das uma das possibilidades de ter de ser tão forte esse ciúme no contexto de agora é uma culpa do contexto passado. algo que foi feito por esta pessoa numa reencarnação anterior, numa existência anterior. E olha como a gente falou da complexidade, né? Como nós somos complexos. E vindo de lá para cá, aquela defecção feita por aquela pessoa, vindo para cá, para a presente reencarnação, tá sempre uma ideia de temor, sempre de desconfiança. Porque se alguém que fez, que realizou algo, vem na outra existência, tendo alguma, algum momento reflexivo no plano espiritual e que é o que a benfeitura destaca, que muitas vezes essa reflexão no plano espiritual traz essa esse início de percepção. Então, sabe que o que fez foi errado. Vem na existência atual com um certo alerta, como se estivesse a todo momento apreensivo diante de que aquela situação pode acontecer agora consigo como sendo vítima, como sendo aquele que vai estar envolvido num processo que na existência anterior deu causa com aquelas personagens ou não. E não estamos falando de ciúme somente na afetividade do relacionamento a dois, não, mas ciúme de um modo geral em relação aos amigos, em relação aos parentes, aos filhos, que faz com que o ciumento não tenha uma vida tranquila. É um conflito que traz um desgaste
onamento a dois, não, mas ciúme de um modo geral em relação aos amigos, em relação aos parentes, aos filhos, que faz com que o ciumento não tenha uma vida tranquila. É um conflito que traz um desgaste emocional muito grande, porque sempre tentando se antecipar, sempre tentando pegar o outro naquilo que imagina o que acredita que o outro está fazendo, sempre querendo colocar prova, criando até mesmo situações diante de coisas que não existem. O ciumento chega a ponto destaca benfeitora, de criar uma armadilha para aquela pessoa que ele tem ciúme, ele ou ela tem ciúme, ele cria a armadilha, a outra pessoa cai naquela armadilha porque deu teve algum tipo de correspondência com aquela situação. E aí o suminento volta-se e diz: "Tá vendo? Tá vendo que existe realmente uma situação dessa em você?" Mas meu Deus, não foi provocada pela própria pessoa? Não existe aquela situação. Ele era uma armadilha, era uma fantasia, era uma ilusão, uma situação criada. Mas não foi a própria pessoa que criou aquela situação. Ela não sabe quem está por trás daquela mensagem ou daquela situação fática. Não é uma história ao invés de ser uma história, porque ela mesma envereda nisso. Então, a quantidade, a carga de sofrimento para essa situação que é o senhor. E a benfeitora traz o olhar do auto perdão. É incrível isso. Incrível. Para nós deixarmos de ser de ser ciumentos, nós temos de trazer para nós o autoperdão, para que esse autoperdão nos liberte de algo que está no passado, que a gente não tem consciência, mas que a própria atitude de agora tão veemente pode nos trazer evidências disso. E é como ela mesma diz, nós temos evidências nesses conflitos de quais são as nossas marcas do passado e aí nós conseguimos buscar a libertação, a superação, para não nos permitirmos enveredar no adoecimento que o ciúme proporciona. e também como componente conflitivo, traz processos obsessivos e traz pontos tão fortes de subjulação, de possessão, onde também crimes são realizados a partir dessa situação. E a gente pode ver aí a
e também como componente conflitivo, traz processos obsessivos e traz pontos tão fortes de subjulação, de possessão, onde também crimes são realizados a partir dessa situação. E a gente pode ver aí a quantidade de feminicídios que aumentam, que aumenta a cada dia, situações de crimes passionais, independentes de seu feminicídio e que dão causa a essa expressão de um ciúme, de algo individual, mas que também tem essa carga espiritual de outras mentes que conosco sintonizam e que vão levando adiante esse processo. e também ansiedade que ela traz como um medo desconhecido de situações que vão advir, situações novas que vão trazendo esse esse aspecto da ansiedade. E ela vai falando da ansiedade, descrevendo-nos painéis que são muito da atualidade. Quando lemos e estudamos o conflito existencial que ela aponta sendo a ansiedade, nós identificamos muito, muitos comportamentos que estão no contexto da sociedade de um modo geral, mas que também estão no indivíduo que forma essa sociedade e que vai trazendo essa carga ansiosa de uma pressa, de uma efemeridade, de uma superficialidade, de olharmos o outro nessa superficialidade objetiva ou às vezes nem olharmos o outro, Porque estamos tão imersos nesse processo conflitivo que não identificamos aquilo que pode nos libertar de um medo que conduz à ansiedade, de uma condição apressada, de uma condição superficial que vai nos trazer essa perspectiva. A benfeitora nos fala muito nesse aspecto aqui da terapia da meditação, mas também do trabalho no bem. Ela fala tão lindo de que a gente pode buscar de alguma forma a utilidade para que assim auxiliando a gente consiga se auxiliar. E aí, pensando nesses conflitos, a gente precisa pensar o que que a gente faz diante deles, como é que a gente se cuida, como é que a gente cuida dessas situações e como é que a gente cuida no outro e cuida em si mesmo. Porque ler esse livro de conflitos existenciais, partir dessa perspectiva de que nós somos complexos, nós nos lembramos muito das regras de ouro, do fazer ao outro
cuida no outro e cuida em si mesmo. Porque ler esse livro de conflitos existenciais, partir dessa perspectiva de que nós somos complexos, nós nos lembramos muito das regras de ouro, do fazer ao outro que gostaria que o outro nos fizesse. Nós lembramos muito da funcionalidade da dor nossa vida. Nós lembramos muito do processo da reencarnação que faz com que nos auxilie no entendimento de que existe uma confluência de situações dentro de nós e desconhecida de nós mesmos e que precisamos fazer algo para aprendermos, para não sermos surpreendidos com esse campo vasto de possibilidades, mas que desconhecemos. é algo que tem uma potência, tem uma dimensão expressiva e que sequer reconhecemos ou sabemos ou conhecemos mesmo a potência de tudo isso. E aí nós tomamos em auxílio, além do que a benfeitora aborda para cada um desses conflitos, eh, trazendo as suas terapias, nós tomamos também como auxílio esse livro, Cendas Luminosas. Ele foi lançado na véspera do aniversário do Silio Divaldo desse ano, quando Chilio Divaldo completou 98 anos. É o livro da benfeitora Joana deângeles, a psicografia do nosso querido Gio Divaldo. Todos os dois livros são da Leal, né, da editora Leal. Eh, e esse livro aqui é um livro já antigo que traz pra gente lá da década de 90 de uma viagem que o tio Nilson e o tio Divaldo fizeram a Europa. E a cada capítulo aqui a gente vê a psicografia que o tio Divaldo trouxe numa região específica da Europa. E é e são mensagens lindíssimas. E tomando aqui desse livro, no capítulo 5to, que é intitulado Curas, nós encontramos alguns aspectos que podem nos ajudar para que a gente consiga se libertar desses conflitos e revertendo a situação, transformando esses conflitos, quando eles são notados, percebidos, nós modificarmos a faceta. É a outra face que Jesus fala. Não olharmos a mesma face, a face ali da preguiça, a face da raiva, do ciúme, da ansiedade, que foram os quatro exemplos que nós trouxemos, mas de tantos outros que aqui estão e de outro outros mais. Mas olharmos a outra
face, a face ali da preguiça, a face da raiva, do ciúme, da ansiedade, que foram os quatro exemplos que nós trouxemos, mas de tantos outros que aqui estão e de outro outros mais. Mas olharmos a outra fase. Qual é o outro lado da moeda que pode ser alavancado ao identificarmos esse conflito existencial? Que que a gente pode fazer? E a benfeitura começa nos dizendo num desses passos de que o primeiro deles seria a disciplina mental. Disciplina mental é disciplinarmos do pensamento, é termos o cuidado com aquilo que pensamos. Vigiar as nascentes do coração de onde promam os bons e os maus pensamentos. é pensarmos sobre o que estamos pensando, é nos educarmos dentro desse processo. Olha, disciplina já apresenta ali limite, cerceamento, já ajuda no processo da educação, que educação, como nos ensina Allan Kardec no comentário a questão 685 do livro dos espíritos, é a substituição de hábitos. Então, ainda não é limitar, é além. A disciplina vai nos ajudar a equalizarmos, a trazermos instrumentos que sejam até do domar, mas a educação vai fazer com que tenhamos um passo além. Eu não preciso só me conter, eu não preciso, eu tô com raiva, eu tenho que me conter. O que que eu preciso fazer? Qual é a atitude boa? Qual é outra face? A outra face daquela perspectiva que eu não tô enxergando e que eu só tô apresentando a mesma face. Então, a disciplina mental ela coloca como primeiro aspecto que é de onde tudo vem. O pensamento ele é a exteriorização da nossa vontade, ele emana aquilo que é da nossa intenção. E as nossas ações elas estão com o nascedouro no nosso pensamento. Então, disciplina mental é o primeiro aspecto. Depois, a benfeitura diz: "Disciplina moral". Olha que interessante, disciplina mental, disciplina moral, já nos coloca num passo do fazer. Eu vou disciplinar o meu pensamento para ter pensamentos que são adequados, coerentes, mas eu vou ter de ter uma disciplina moral para que eu possa agir de acordo com o que eu tô pensando, que é o que Leond traz da coerência. Eu não
nto para ter pensamentos que são adequados, coerentes, mas eu vou ter de ter uma disciplina moral para que eu possa agir de acordo com o que eu tô pensando, que é o que Leond traz da coerência. Eu não posso ter incompatibilidades. E todas as vezes que a gente tem essas incompatibilidades, que a gente sabe o que é certo, mas faz o que é errado, a gente costuma adoecer. Porque a saúde nada mais é do que o equilíbrio da coerência em nós. E quando a gente destoa disso, a gente sabe o que é certo, mas a gente faz o que é errado. E aí destoa e dentro de nós mesmos a gente tá dizendo, mas aquilo foi errado. Aquilo que você fez foi errado. E aí fica nesse processo que acaba adoecendo por uma autocobrança, por uma autopercepção de que aquilo está equivocado. E é claro que se a gente adentra por uma culpa consciente ou responsabilidade, a gente sai desse ponto que vai circulando, que vai girando no mesma análise, na mesma perspectiva e consegue avançar. Então, disciplina moral, atitude boa, atitude no bem, um comportamento moralizado, um comportamento do sim, sim, do não, não, do que é certo e do que é errado, do discernimento. Disciplina. Disciplina. Disciplina traz método, a ciência traz método, a codificação traz método. A mediunidade, Kardec mostra nos métodos, dentro desse aspecto da mediunidade, do livro dos médiuns, método. Precisamos de métodos para lidarmos com a disciplina das nossas ações, da nossa disciplina moral. A benfeitora sai de disciplina mental, disciplina moral e vai para a educação dos instintos. Olha que interessante que é exatamente que a gente começou a comentar quando a gente falava de instinto e inteligência e que o codificador traz de forma brilhante e de forma tão didática. Essa educação dos instintos, ela propõe exatamente colocarmos a inteligência a serviço desta outra inteligência, que, como diz Kardec em a Gênese, ela não falha. Ele fala isso lá no capítulo terceiro. Ela ele diz a a o instinto ele não falha. E o que que falha? O livre arbítrio. E o livre arbítrio está
ligência, que, como diz Kardec em a Gênese, ela não falha. Ele fala isso lá no capítulo terceiro. Ela ele diz a a o instinto ele não falha. E o que que falha? O livre arbítrio. E o livre arbítrio está pautado no quê? Na razão. Educar os instintos é sair do primarismo, é sair de uma consciência. de sono sem sonhos ou de sono com sonhos para ir para uma consciência desperta e caminhar para os próximos passos de uma consciência transcendental, uma consciência cósmica, de identificarmos aquilo que a gente precisa fazer como seres inteligentes que somos num inteligência não somente intelectiva, mas emocional, sentimental e espiritual. educar os instintos, fazendo com que nós, espírito que somos, possamos iluminar a matéria que nós temos à disposição, esse instrumento divino que nós temos à nossa disposição para nós avançarmos nos partamares aqui das sucessividades, das experiências. Então, olha que lindo, educação dos instintos. Logo em seguida, ela coloca autotransformação, disciplina mental, disciplina moral, educação dos instintos, autotransformação, autoconhecimento, autopercepção. fazer esse processo de autocuidado para que eu identifique em mim a necessidade de me transformar, de vencer-se a mim mesmo, exaltando aquelas coisas boas que já reconheço e trabalhando aquelas outras que são defecções e fragilidades, que me conduzem vez que outra ao abismo de mim mesmo e que são prejudiciais, fazendo com que nós insistamos naquelas práticas habituais negativas. habituais, viciosas. Então, termos o comprometimento com a nossa autotransformação, sairmos da preguiça, da acomodação de sermos nós mesmos, eu sou assim. Quantas vezes alguém nos fala de alguma coisa que a gente tá errado e e a gente responde: "Mas eu sou assim". Não teria problema se a gente respondesse: "Eu sou assim, porque eu reconheço a minha falta". Mas é problema quando a gente diz: "Eu sou assim, ponto final, assunto acabado. Eu sou assim e continuarei sendo assim". E a gente pode responder: "Eu sou assim,
m, porque eu reconheço a minha falta". Mas é problema quando a gente diz: "Eu sou assim, ponto final, assunto acabado. Eu sou assim e continuarei sendo assim". E a gente pode responder: "Eu sou assim, mas eu não quero. Tô tentando, sabe? Mas não consegui ainda. Tô tentando. Tem um esforço, mas não consegui ainda." Então esse processo de autotransformação é esse esforço que nós temos de de empreender para não ficarmos na mesma condição, no mesmo ponto. E o mesmo ponto, a acomodação nos traz sofrimento, traz dor, traz embaraços. e maiores dificuldades que não seriam necessários. Nós não estamos aqui para sofrermos. Nós estamos aqui para sermos felizes e superarmos as nossas defecções, encontrando a luz de dentro tão linda, que ainda não foi descoberta e que precisa brilhar, ecoar com evidência, com certeza, com verdade. Só que aí a benfeitura continua e diz que é necessário burilarmos os fatores que pertencem ao nosso passado, aquilo que se apresenta em nós como atavismos. E num capítulo lindo, nesse livro Sendas Luminosas, capítulo 20, intitulado Lembranças do Passado, a benfeitura vai falar sobre isso. Então, no capítulo 5º, ela traz a essa ideia do burilamento como a proposta de autocura, de libertação dentro, principalmente, desse olhar das reencarnações, de não postergarmos e de não colocarmos para outra aquilo que podemos fazer no agora. e elucida nesse capítulo 20 os elementos de nós fazermos esse burilamento. E ela diz que uma primeira perspectiva é identificarmos a bênção do esquecimento do passado, o quão somos aquiinhoados de misericórdia por não nos lembrarmos das nossas falhas, dos mal que fizemos e nem o mal que o outro nos fez. Porque isso nos auxilia a zerarmos aquilo que não está tão zerado no mundo íntimo, no campo psicológico, espiritual, mas erarmos, pelo menos aqui na matéria, no nascer de novo, como diz Jesus, carne, carne. O que é carne? nasce da carne. A gente pode olhar com a própria reencarnação que gera o corpo, que gera o corpo, mas o espírito que advém do
a matéria, no nascer de novo, como diz Jesus, carne, carne. O que é carne? nasce da carne. A gente pode olhar com a própria reencarnação que gera o corpo, que gera o corpo, mas o espírito que advém do espírito e que traz uma proposta, esse olhar do espírito que volta e que surge como a renovação. E esse burilamento em relação aos atavismos é rompermos as algemas. Algemas que nós cultivamos, que nós às vezes adornamos, que nós nos satisfazemos até no processo de vitimização dessas nossas algemas e temos dificuldade de nos libertarmos. E ela fala, quando visitamos o passado no presente, sem termos curiosidades mais elaboradas de tal posto, tal função ou qual situação ou qual personagem nós movimentamos, mas identificarmos o arcabolso de sentimentos, de emoções e de situações que nós temos de lidar no dia a dia. Ali está o sinalizador do que temos de nos desprender, das algemas que temos de arrebentar. E ela diz: "Lembrar do passado tem a utilidade de tomarmos estes fatores que é exatamente que ela explica em conflitos existenciais que são conflitivos e transformarmos para uma outra face, a face que Jesus nos pede como processo educativo." Mas ela também é lenta nessa autocura, além desse gorilamento, dessa libertação das amarras do passado que nós vamos arrastando nas correntes das nossas culpas, da repetição. muitas vezes também do comportamento ou de uma vitimização. Ela nos convida a pensarmos de forma alegre, de termos pensamentos alegres, perspectivas felizes e nada mais é do que sermos otimistas. Nós temos duas escolhas sempre, minhas irmãs, meus irmãos. A gente pode olhar uma situação que é difícil sobre o aspecto bom ou sobre o aspecto ruim. A gente tem sempre essas duas opções, sempre. Mas por que que a gente escolhe? Eu vou olhar isso daqui porque as coisas nem sempre me acontecem, porque comigo é sempre assim. Por que que eu vou olhar sobre esse prisma? Será que não tá me faltando um pouquinho mais de fé para que eu olhe com otimismo a situação e diga: "Eu sou filho de Deus. Eu mereço a
migo é sempre assim. Por que que eu vou olhar sobre esse prisma? Será que não tá me faltando um pouquinho mais de fé para que eu olhe com otimismo a situação e diga: "Eu sou filho de Deus. Eu mereço a felicidade, portanto eu mereço a liberdade, portanto, eu mereço estar numa condição de liberdade, de superação, de progresso. Por que que eu não olho sobre esse prisma de saber que eu eu estou sempre movimentada pelo amor do Pai e ele me concede sempre ensejos de me aproximar a cada instante da real felicidade. escolher dessa forma, diz a benfeitora. E ela tem um livro com esse título, otimismo. É tão linda a benfeitora, porque ela traz pontos que depois ela desenvolvem teses. E a gente tem um livro todinho sobre otimismo, onde ela conversa e fala sobre a necessidade de mantermos pensamentos felizes ou perspectivas ou olharmos os lados bons das coisas e vermos o lado bom das situações, porque assim nós amadurecemos. E aí, completa a benfeitora, finalizando nesses sete passos que aqui descrevemos, o último passo dizendo que nós trabalhemos a nossa superação pessoal, estimulando a superação do outro e da coletividade, que à medida que nós vamos empreendendo esses esforços para nos melhorarmos, encontramos mecanismos de auxiliarmos o outro também nessa perspectiva. E é exatamente um instrumento da caridade que faz com que a maturidade da consciência, e olha a consciência que a gente abordou lá na educação dos instintos, ela volta aqui para que a gente perceba que não somente somos nós, não é somente uma consciência desperta de entender quem eu sou, de onde eu vim, para onde eu vou, o que que eu tô fazendo aqui. Não só essa consciência, mas a consciência de olhar para o outro. A consciência transcendente ao eu. Transcendente está além de mim, se estende para o que está no entorno. E eu consigo enxergar que o outro também é esse viajor das reencarnações. O outro também tem necessidades, o outro também tem dores. E à medida que eu me aperfeiçoo, eu posso criar condições para que o outro aperfeiçoe-se também e
tro também é esse viajor das reencarnações. O outro também tem necessidades, o outro também tem dores. E à medida que eu me aperfeiçoo, eu posso criar condições para que o outro aperfeiçoe-se também e consiga se superar, se libertar e vencer a si mesmo. Quando Jesus diz a Nicodemos que é necessário nascer de novo, é uma tarefa árdua, não só de nós voltarmos num outro corpo e entrarmos novamente para toda aquela beleza que é o nascimento, que é a vida, atravessarmos a situação do parto, os desafios de experimentarmos os primeiros instantes de uma existência. Esse que é um fator de complexidade e que tem muita situação aí no nascer de novo, mas também nascer de novo em cada situação, em cada oportunidade, em cada dia, em cada hora, em cada proposta de crescimento e de esperação. Jesus disse que é necessário para que a gente encontre o reino de Deus, o reino dos céus que está cito em nós. Vamos juntos sobre as bênçãos de Jesus, uns amparando os outros nesse caminho que é tão difícil, que é tão árduo, onde as nossas defecções elas podem não ser exatamente iguais, mas elas se igualam por elas serem inferiores. Então, eu não tenho as mesmas imperfeições que vocês. Nem vocês têm as mesmas imperfeições que as minhas, mas vocês têm imperfeições e eu tenho as minhas. Esse ponto nos une no processo de imperfeição, que não é permanente, que é apenas uma face nossa e que a gente precisa descobrir a outra face, libertando-se desses atavismos, desses conflitos existenciais, para que brilhemos a luz de forma tão linda, nascendo de novo e permitindo que o reino dos céus seja uma realidade em nós na coletividade. Que Jesus nos abençoe a todos. Gratidão imensa a cada um de vocês, aqueles que nos vão assistir, que vão nos assistir posteriormente, aceptão do caminho. Um abraço grande imenso de gratidão. A nossa imensa gratidão, Lu, pelas excelentes reflexões. O convite sempre propício a brilharmos a nossa própria luz em busca do caminho da edificação de nós mesmos. Que o Senhor da vida te ilumine, te inspire.
mensa gratidão, Lu, pelas excelentes reflexões. O convite sempre propício a brilharmos a nossa própria luz em busca do caminho da edificação de nós mesmos. Que o Senhor da vida te ilumine, te inspire. conduz o teu caminho em paz e luz, minha irmã. A nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco, ó, a família de Lu presente, dona Nísia Marcela que sempre aparece aqui quando Luis Geraldo está aqui conosco e tantos outros aqui compartilhando as saudações e as gratificações. Lembrando sempre que estamos aqui todos os dias às 7 horas da manhã com o nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração. todas as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais. Então, sempre o convite para compartilharmos juntos conhecimentos, para despertarmos para a vida. É a vida em abundância que o mestre nos convida. Então, a todos muita paz e que tenhamos sempre o amor infinito do Pai a nos acompanhar todos os dias. เฮ
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