#reprise Jesus e Saúde Mental | nº 99 • Episódios Diários • Insegurança
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ля >> Temos aberto o livro Episódios Diários da Joana de Ângeles pela mediunidade de Divaldo Franco. E hoje, mais uma vez aqui no Jesus e saúde mental pela TV da mansão do Caminho, nós iremos nos debruçar em uma das mensagens muito profundas, diretas e psicoterapêuticas que a Joana Deâ nos traz falando sobre a insegurança. Eu convido você para ficar conosco depois da nossa vinheta. A mensagem é a número 12, insegurança. Há momentos em que se mescuem no sentimento do combatente emoções desconcertantes. Ressabiado do atavismo ancestral, que remanece em contínuas investidas, logra vencer quantos lhe dão guarida, estimulados pela autopiedade e pela presunção. Porque se espalha a agressividade, tens a impressão de que lhe serás a próxima vítima. Diante das incertezas que decorrem da beligerância generalizada, absorve-se o vapor deletéreo que se expressa em forma de insegurança. Tem cuidado com esse tipo de fobia em relação ao presente, ao futuro e aos que te cercam. Aos que se armam pensando em reagir quando agredidos. Outros se condicionam para a agressão em primeiro passo, como mecanismo de defesa. Diversos revestem-se de falsa condição de superioridade, evitando os contatos humanos que lhes parecem desagradar. Desarma-te desses vãos ataveus. Ergue-te em pensamento a Deus e nele confia. Somente acontece o que é necessário para o progresso do homem, exceto quando ele irresponsavelmente provoca situações e acontecimentos prejudiciais por imprevidência e precipitação. Cultivando o otimismo e a paz, avançarás no teu dia a dia, vencendo o tempo e poupando-te aos estados de insegurança íntima, porque estáais sobre o comando de Deus. insegurança e Jana de Angeles, ela dá aqui uma conotação bastante profunda, né, sobre a insegurança. E eu queria então tentar tecer alguns comentários. Primeiro comentário, insegurança como sendo a falta de confiança, a falta de capacidade que você sente que tem para lidar com alguma situação. Insegurança, a falta de capacidade que você sente que tem para lidar com tal
, insegurança como sendo a falta de confiança, a falta de capacidade que você sente que tem para lidar com alguma situação. Insegurança, a falta de capacidade que você sente que tem para lidar com tal situação. Essa insegurança, portanto, pode ser a falta de confiança em você para lidar com uma emoção. E a emoção que ela traz muito aqui é a emoção raiva e a emoção medo. E são emoções básicas porque estão na base do da nossa vida emocional. São emoções básicas porque são aquelas emoções que os animais já sentem e que nós sentimos desde muito pequenos. não precisam de uma elaboração muito grande do nosso intelecto. Então, o medo projeta uma insegurança no sentido de pensarmos assim: será que eu vou conseguir dar conta de lidar com tal situação? Será que tal situação não vai ser tão ameaçadora que vai me destruir? Será que eu vou ter forças para resistir a tal problema? O medo, portanto, direciona a dificuldade, né, de termos confiança em nós diante de situações externas. E essa eh situação externa muitas vezes se alinha a uma situação interna. Como assim? Será que eu vou ter condições de dar com de lidar e de aguentar tal problema? Ou seja, medo de não resistir a tal situação. Não resistir. Como? Será que eu vou ficar com tanta raiva, com tanta fúria, tão enfurecido diante de tal situação que eu vou perder o controle e vou então entrar na agressividade destrutiva para com o outro ou para comigo? Será que eu vou aguentar essa situação a tal ponto de não cair numa tentativa de suicídio? Será que eu vou aguentar tal situação a tal ponto de não cair numa tentativa de homicídio? Então, no final das contas, é, são essas duas emoções que nós temos medo, né? E que nós temos desconfiança, portanto, insegurança, ele darmos. Por isso que diz aqui, há momentos em que se imiscuem no sentimento do combatente, do combatente emoções desconcertantes. Aí na no segundo, no terceiro parágrafo, por que se espalha a agressividade, tens a impressão de que lhe serás a próxima vítima. Ou seja, medo,
to do combatente, do combatente emoções desconcertantes. Aí na no segundo, no terceiro parágrafo, por que se espalha a agressividade, tens a impressão de que lhe serás a próxima vítima. Ou seja, medo, agressividade, medo, raiva. Próximo à vida da raiva do mundo, ou seja, da raiva externa destruidora, e a próxima vítima da raiva interna destruidora. Então, por isso que ela fala emoções desconcertantes e usa a palavra combatente. Porque nessa guerra íntima que nós travamos e nessa guerra evolutiva que nós estamos, nós então temos a a o combate interno. O que Paulo de Tasso tá nos diz, o bom combate. O que o Guita, o Bagava da Guita, fala da batalha entre os pândavas e os cauravas. da batalha íntima entre as imperfeições e as qualidades. O combatente simboliza esse campo de guerra e a guerra simboliza destruição, a guerra simboliza morte e a guerra simboliza conquista. A guerra simboliza um medo de perder, mas também uma esperança em conquistar. E depois que eu conquistar, será que eu vou conseguir dar conta, ter capacidade? Aí já vem outros dilemas. que também a insegurança se desdobra, mas sobretudo aqui eh a gente vai colocar insegurança de dessas emoções, né, mais destrutivas. ela vai dizer assim, eh, o atavismo ancestral que remanece em contínuas investidas da guarida, a autopiedade ou presunção. Porque veja, as marcas que nós temos na nossa intimidade, elas são muito profundas. Quando estávamos no estágio X da nossa trajetória, nos achávamos eh mais potentes do que nós éramos. E aí adiante a gente fala a palavra presunção, ou seja, ter uma assunção, assumir algo antes do tempo. É uma presunção. A gente também pode chamar que a presunção, assumir algo que a gente ainda não é, nos leva a uma prépotência, a uma potência antes do tempo. Então, nesse momento, a gente achava que ah tinha condições muito maiores do que a gente tinha. E aí lidamos com o poder de forma destrutiva, até que chega o momento em que nós vamos arcando com as consequências desse mau uso do poder, dessa prepotência, dessa
muito maiores do que a gente tinha. E aí lidamos com o poder de forma destrutiva, até que chega o momento em que nós vamos arcando com as consequências desse mau uso do poder, dessa prepotência, dessa presunção. E aí vamos lidando com uma situação do da culpa. nos arrependemos, começamos a sofrer e começamos a trajetória de reparação do problema passado. E esta trajetória de reparação é uma trajetória muito complexa, porque fica guardado dentro de nós o atavismo. O que que é o atavismo? É como se fosse assim as amarras, é como se fosse o peso, é como se fosse a âncora que não deixa a gente crescer, que não deixa a gente andar, que não deixa a gente navegar no mar da vida, na evolução espiritual que nós estamos destinados. Então essa insegurança nos fala assim: "Eu não sou digno, será que eu tenho condições? Será que e a insegurança vai ampliando a desconfiança, a insegurança vai ampliando uma série de comportamentos que nos eh atrasam a jornada. Por isso que ela usa a palavra fobia. Esse tipo de fobia não é uma fobia, digamos, eh tecnicamente diagnosticada isso que a gente tá falando, né? Eh, eh, mas é o que tá por trás de uma fobia no sentido evolutivo, de uma fobia existencial, né? O que é que é uma fobia? É um medo elevado à máxima potência. É um medo muito intenso. Quando eu tenho uma fobia de lugar alto, não é um medo só do lugar alto, eu tenho um medo elevado à máxima potência. E aí eu tenho crise de ansiedade, coração acelerado, falta de ar, aperto no peito, entendeu? É um medo elevado a máxima potência que se traduz em crises, inclusive com sintomas físicos, sintomas físicos e eh um comportamento de esquiva. Quando nós temos um quadro de fobia, geralmente, se não buscarmos um tratamento adequado, o o que nós vamos fazer é para não sentir essas coisas, a gente vai se afastar, vai se esquivar. Então, a esquiva é uma forma, digamos assim, eh aparentemente adequada, mas muito inadequada. Porque aparentemente adequada? Porque ela diminui o desagrado, o desconforto, mas é
star, vai se esquivar. Então, a esquiva é uma forma, digamos assim, eh aparentemente adequada, mas muito inadequada. Porque aparentemente adequada? Porque ela diminui o desagrado, o desconforto, mas é inadequada porque ela nos leva a um comportamento de isolamento. E se for uma fobia existencial, nós temos então um isolamento da existência. Então, se o é uma fobia de lugar alto, eu não subo numa montanha russa, eu não vou num andar muito alto, então eu vou me esquivar. É problemático, mas é uma esquiva temporária. Eu posso ficar em lugar baixo. Mas se é uma esquiva existencial, né, uma fobia existencial, eu vou me esquivar, eu vou me esconder de existir. Então vou me esconder de mim mesmo. E aí vem esse problema mais profundo, eh, que Joana de está dizendo, que a Jona de está colocando nessa perspectiva. E ela vai colocar três caminhos, né? quando eh há pessoas assim que se armam pensando em reagir. Então, quando eles são agredidos, elas asas pessoas essas pessoas se armam para reagir e agredir. Mas há outras pessoas que para poder eh existir elas já atacam primeiro. Eu ataco primeiro antes de ser atacado. O melhor, né, a melhor defesa é o ataque. Então, antes de ser atacado, eu já ataco. E eu fico uma pessoa agora eh hostil. uma pessoa desagradável e que desagrega. Então veja que tudo isso comportamento de insegurança. Quando eu uso muito a agressividade para me proteger, eu estou mostrando que eu sou muito inseguro. Na realidade, quando eu preciso me afirmar demais, é porque eu estou com muita insegurança íntima, a tal ponto que eu tenho que me afirmar o tempo todo a partir de comportamentos dessa dessa desse desse porte. Então, a fobia existencial nos fala dessa insegurança ancestral. essa insegurança que é uma reminiscência das perturbações que nós fizemos e do tempo em que usávamos o nosso poder de forma prepotente e presunçosa. É importante que a gente deixe o passado para trás na nossa perspectiva evolutiva. Entendamos que a âncora serve para nos dar um alicerce, mas ela pode
o nosso poder de forma prepotente e presunçosa. É importante que a gente deixe o passado para trás na nossa perspectiva evolutiva. Entendamos que a âncora serve para nos dar um alicerce, mas ela pode atrapalhar a jornada. Então, precisamos tirar esses atavismos, mesmo que seja um terreno meu movediço. Sim, sim. A trajetória evolutiva envolve algum tipo de medo de se arriscar, algum tipo de desafio, mas não mais aquele arriscar-se de forma autodestrutiva a comportamento de risco, mas arriscar-se no sentido de eu não tenho certeza, Senhor da vida, se eu vou dar conta da tarefa que a vida me promete, a vida me abre, mas eu confio em ti, a em tuas mãos. eu me entrego. Então, nesse sentido, é uma insegurança que é alinhada à humildade, no sentido assim, olha, eu não tenho certeza, porque eu não não quero entrar na vaidade de novo, eu não quero entrar na prepotência de novo. Então, eu não tenho certeza. Porém, eu confio em ti, porque se tu me sustentares, eu conseguirei. Aí vem a fé equacionando essa insegurança para que a gente não fique prepotente. Essa insegurança também por para que a gente não fique excessivamente se esquivando. Porque veja que coisa curiosa, às vezes o excesso de insegurança também vai contra a humildade. Como assim? Eu venho pensando sobre isso. O trabalho se apresenta para você. Você pode até não achar que é digno totalmente desse trabalho. O trabalho no bem se apresenta para você. Você pode até achar que não tem a força necessária, né, o que você imaginaria para tal trabalho. Porém, porém a vida se se apresentou, o tempo tá adequado e se você fica com excesso de insegurança, é quase como se fosse uma prepotência às avências. Porque se Deus tá confiando em você, quem é você para desconfiar de você mesmo? Se os benfeitores estão confiando em você, quem é você para desconfiar de você mesmo? Essa desconfiança entra no paradoxo, né? Esse excesso de insegurança entra no paradoxo de você olhar e e dizer assim: "Olha, é como se eu soubesse mais do que a benfeitora, eu
esconfiar de você mesmo? Essa desconfiança entra no paradoxo, né? Esse excesso de insegurança entra no paradoxo de você olhar e e dizer assim: "Olha, é como se eu soubesse mais do que a benfeitora, eu soubesse mais do que o benfeitor, eu soubesse mais do que Deus que tá abrindo essa porta, tá dando esse caminho." Então, veja que paradoxo curioso, a insegurança como consequência de um momento de presunção e a insegurança excessivamente diminuindo, dificultando a humildade. Porque a humildade é se entregar sabendo o que se é, nem mais, nem menos, nem mais para não ficar prepotente, nem menos para ficar desconfiado de Deus, desconfiado da vida, desconfiado das dos planejamentos reencarnatórios. Nesse sentido, aprofundar eh essa mensagem da insegurança é muito interessante para que a gente possa entrar numa humildade mais madura, que é uma humildade que não se rebaixa a de eterno, embora não se ache totalmente digno, mas alguém achou. Embora não se achea totalmente capaz, mas alguém achou. E esse que achou foi uma pessoa que merece toda a tua consideração, porque afinal de contas é o teu próprio guia, é a tua própria guia, são os benfeitores. No final das contas é Deus. Será que eu vou ter condições de ser pai? Será que eu vou ter condições de ser mãe? Será que eu vou ter condições de lidar com essa missão? Mas se a criança veio, veio com a permissão divina. Se a criança veio, veio com a permissão dos benfeitores. Então, pensar que talvez não se dê conta pode ser muito útil para se preparar e para ficar humildemente aberto ao aprendizado. Porém, a tal modo de se esquivar da paternidade e dizer assim: "Ó, não tenho condições. Outra pessoa vai criar porque eu não tenho condições." talvez seja perder uma grande oportunidade de crescer em você o amor de pai, o amor de mãe e ver essa obra chamada filho, filha crescer. A comparação é proposital no sentido que o trabalho no bem, a construção no trabalho do bem é um filho que brota do teu ser com a a força do amor. E na medida que esse filho
mada filho, filha crescer. A comparação é proposital no sentido que o trabalho no bem, a construção no trabalho do bem é um filho que brota do teu ser com a a força do amor. E na medida que esse filho brota do teu ser com a força do amor, tu estás vendo esse filho crescer na medida de direta que você cresce. E quando esse filho cresce e você vai crescendo, você vai amadurecendo e o filho vai amadurecendo junto, a obra, o trabalho vai amadurecendo. Então, seria uma falta de inteligência ou uma presunção muito grande imaginar que se a obra chegou à tua mão, se o filho chegou à tua mão, se a paternidade nessa outra missão que é a paternidade universal, de uma obra que se se transborda não mais como um filho consanguíneo, mas como um trabalho que traz consequência pro dia a dia, talvez seja porque tu tens condição. E a insegurança, a insegurança excessiva não só fala de um atavímo do passado, como pode dar origem também a uma falta de humildade às avessas, porque você tá desconfiando, no final das contas, da vida, tá desconfiando, portanto, do criador. Desarma-te, desarma-te desses vãos atavios. Ergue-te em pensamento a Deus e nele confia. Ergue-te em pensamento a Deus e nele confia. Se você não confia totalmente em si mesmo, que bom, isso é bom para ser humilde. Porém, não a tal ponto de desconfiar da vida e desconfiar de Deus. Porque se ele confia em você, é porque você tem condições. Isso é importante fazer esse germinar. Isso é fé. Somente acontece o que é necessário para o progresso do homem, exceto quando ele irresponssavelmente provoca problemas. Portanto, estais sobre o comando de Deus. Coloca Jana de Angângeles como uma pincelada final da sua mensagem. Estás sobre o comando de Deus. E se tu não confias totalmente em ti, confia em Deus. Entrega-te a ele e deixa que a obra divina se opere dentro de você, gerando confiança, gerando fé e saindo das tramas da insegurança, que é um atavímo que nos prende ao passado. Fique em paz.
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