RELIGIOSIDADE E EU - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Meus amigos, boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos a esse nosso momento de reflexão. Vou abrir aqui para nós ao acaso uma lição que está no livro Agenda Cristã pelo espírito André Luiz e que se intitula Conclusões e nos diz assim para que todos nós possamos pensar um pouquinho sobre isso, que a vida física é uma escola abençoada é insofismável, mas se você não se aproveitar dela, A fim de aprender suficientemente as lições que se destinam ao seu engrandecimento espiritual, em nada lhe valerá o ingresso no aprendizado humano. Que o caminho do bem é laborioso e difícil não padece dúvida. No entanto, se você não se dispuser a segui-lo, ninguém o livrará da perigosa influência do mal. que a felicidade eterna a realização superior, fora dos quadros transitórios da carne, é incontestável. Contudo, se você deseja preservar, perseverar no caminho das dos prazeres fáceis e inferiores, das esferas mais baixas, dentro delas perambulará indefinidamente. Que Deus está conosco em todas as circunstâncias é verdade indiscutível. Todavia, se você não estiver com Deus, ninguém pode prever até onde descerá o seu espírito nos domínios da intranquilidade e da sombra. Meus amigos, vamos fazer a nossa prece, então, quem desejar fechar os olhos, né, para que a gente fique bem à vontade. E fechando os olhos, nós começamos a perceber o ambiente espiritual que nos envolve, esse ambiente cercado pelos nossos mentores, nossos anjos da guarda, que também cuidam de nós e especialmente nos apoiam nesses momentos em que o nosso coração se dedica a buscar alguma luz, alguma tranquilidade. algum direcionamento. E por isso nos reunimos aqui em nome do nosso querido mestre Jesus, pedindo a ele: "Senhor, nos protege nos abençoa, abençoa o nosso entendimento, abençoa a nossa força de vontade para que saibamos e tenhamos a certeza do que
qui em nome do nosso querido mestre Jesus, pedindo a ele: "Senhor, nos protege nos abençoa, abençoa o nosso entendimento, abençoa a nossa força de vontade para que saibamos e tenhamos a certeza do que realmente queremos da nossa existência. que saibamos colocar em prática o que aprendemos. Que essas tuas lições tão maravilhosas possam ser para nós muito mais do que palavras bonitas, mas possam ser a nossa ferramenta de construção da paz e da felicidade. E assim, mestre querido, pedimos a tua permissão para o início da nossa atividade de hoje. Graças a Deus. Meus amigos, o nosso tema de hoje é religiosidade e eu. E eu achei interessante a última frase que nós lemos aqui ao acaso, né, da lição de preparação, que nos lembra que Deus está conosco toda hora, em todas as circunstâncias. Não tem jeito dele não estar conosco. Isso é um fato. Mas se nós não estivermos com Deus, ninguém pode prever até onde nós vamos nos deixar envolver pela intranquilidade, pela sombra. E é exatamente isso que nós verificamos quando nós falamos da religiosidade. Se a gente olha para o nosso passado, vamos ver que já houve períodos da nossa história em que nós falarmos de uma certa religião, professarmos uma fé, não era só valorizado, bonito, mas era quase que natural. E quando a gente para para olhar hoje em dia como que o mundo anda, como é que as pessoas andam, a gente percebe com alguma tristeza que aparentemente falar de religião virou uma coisa assim sem graça, né? Uma coisa meio até brega, pessoa religiosa, né? Tem gente que se refere até de uma maneira meio que desqualificando, como se fosse uma pessoa mais bitolada das ideias, né? Ah, o fulano é muito crente, o fulano é muito religioso. E essa nossa conversa de hoje vem nos mostrar que não é isso. Muito pelo contrário, que o abraçar nosso a religiosidade, seja como ela se manifeste através desta ou daquela profissão de fé, nós temos vários, né? Ela é um caminho natural do espírito. E Joana deângeles fala sobre isso no livro Triunfo
sso a religiosidade, seja como ela se manifeste através desta ou daquela profissão de fé, nós temos vários, né? Ela é um caminho natural do espírito. E Joana deângeles fala sobre isso no livro Triunfo Pessoal, que eu trouxe aqui para que nós, né, possamos ver esse aqui, Triunfo Pessoal, é da coleção psicológica dela. E tem um capítulo que se dedica, que ela dedica a falar dessa religiosidade. E ela começa então dizendo que o ser humano é um animal essencialmente religioso em razão da sua procedência, em razão de quem nos criou. Nossa essência é religiosa. E aí ela vem nos falar dessa religiosidade que é inata, que nasce com a gente. Será que é verdade? Será que procede essa afirmação? Vamos olhar para nós mesmos no passado, nas eras primitivas, mais do iníciozinho da nossa caminhada pela Terra. Nós vemos que naquelas sociedades mais primitivas sempre houve a organização com base no fundamento da das crenças, os mitos, as que são heranças do nosso passado evolutivo. E se a gente vai mais longe ainda, se a gente vai lá no período paleolítico, nós vamos ver isso aí. A gente tá falando, olha só o quanto de tempo, de 25 milhões e meio de anos para trás até 10.000 anos atrás. Esse período é o paleolítico, segundo a as classificações que a gente estuda, né? Então, nesse período em que a gente vai ver ainda um ser humano muito primitivo, os estudos de escavações, os estudos arqueológicos foram nos contando de encontros que de corpos que foram encontrados nas cavernas, né? Tem um que tá as cavernas de Chanidar, que é o atual Iraque, onde eles encontraram corpos muito, muito antigos de sociedades primitivas enterrados com flores. Uai, mas por que enterrar alguém com uma flor? Isso significa, segundo os estudos que foram feitos, algum tipo de homenagem ou de crença na imortalidade da alma. Alguma coisa que nos faz ver aquele momento da passagem, aquele momento da morte como algo a ser de alguma maneira sinalizado, assinalado por um ritual, por uma homenagem. É um momento importante, não
Alguma coisa que nos faz ver aquele momento da passagem, aquele momento da morte como algo a ser de alguma maneira sinalizado, assinalado por um ritual, por uma homenagem. É um momento importante, não é só alguma coisa que tá ali corriqueira tanto faz, não. Homenagens foram sempre feitas nas sociedades primitivas e até hoje a gente faz. Então, eh, indicando uma possível crença da vida após a morte. Sepulturas com ofertas de ferramentas, né, de oferendas de alguma maneira. Para que que a gente vai colocar uma oferenda perto de um corpo que não vai mais se levantar e precisar daquela ferramenta? Isso quer dizer alguma coisa desse homem primitivo e fala dessa nossa religiosidade que é inata, ou seja, que vem antes da gente nascer. E Joana deângeles frisa para nós esse ponto. Tem a ver com a nossa procedência, a nossa procedência divina. Então, meus amigos, fazendo esse estudo do nosso pretérito espiritual, nós acabamos percebendo que essa nossa vivência religiosa de algum de várias maneiras expressa ao longo do tempo, elas acabam eh simbolizando algumas conquistas nossas, conquistas que favoreceram a nossa cultura como ela é a nossa cultura que se fundamenta em uma escala de valores. O que que é isso? Tem coisas que a gente considera importantes. Por exemplo, o bem, a justiça, são valores que a gente quer preservar, valores morais e espirituais. A honestidade, por exemplo, a gentileza, são valores que são caros para nós. E essa escala de valores, o entender nosso de que esse ou aquele valor é importante tem a ver com as nossas vivências passadas, em que a gente foi na nossa cultura organizando essa escala de valores morais e espirituais, que são importantíssimos para o nosso equilíbrio através das experiências que a gente vai vivenciando ao longo das nossas das nossas caminhadas, da nossa essa jornada. Como que é isso? Por que que é importante pro equilíbrio? Porque os valores eles vão funcionar como um trilho por onde o meu trem da minha vida vai passar. Isso é importante para mim.
sa essa jornada. Como que é isso? Por que que é importante pro equilíbrio? Porque os valores eles vão funcionar como um trilho por onde o meu trem da minha vida vai passar. Isso é importante para mim. A bondade é importante, a justiça é importante e mais do que isso, essa escala de valores que tem a ver com as nossas vivências religiosas lá do passado que a gente veio construindo essa escala de valor de, por exemplo, liberdade, a gente quer ser livre, fala escravidão, opa, até arrep. Não queremos, queremos a liberdade, queremos a felicidade, queremos, entendemos que é importante o amor ao próximo. É verdade que a gente às vezes não consegue esse tal desse amor ao próximo. A gente olha assim: "Opa, tô precisando dar uma uma atenção maior a essa área porque não consegui ainda esse amor na medida em que um dia conseguirei." Mas são valores importantes. E se nós não tivéssemos esses valores, nos fala Joana de Angeles, o nosso sentido existencial desapareceria. Esses valores são tão importantes que eles eles constituem a base de todas as doutrinas religiosas. Todas. Não tem nenhuma religião que fale assim: "Ah, não, o bom é ser malvado, o bom é ser injusto. Nenhuma. Ah, nós não queremos saber da felicidade. Tanto as escolas religiosas como as escolas filosóficas prezam e se fundamentam nesses valores. Esses valores são que dão motivação pra gente, pra gente prosseguir, pra gente acordar todo dia, pra gente fazer as nossas tarefas, pra gente lutar por um trabalho que a gente acha importante, pra gente lutar para cuidar da nossa saúde. saúde é um valor importante. Eu quero tá bem, quero poder, né, me expressar. A gente luta por isso, a gente se empenha para buscar nossa felicidade. Enfim, família é um valor importante. A gente quer que a nossa família esteja bem, né, da na medida que seja possível. A gente sabe que as famílias muitas vezes se formam não por laços de afinidade, mas por compromissos. Mas é um valor importante. Às vezes a gente briga com alguém na nossa família,
que seja possível. A gente sabe que as famílias muitas vezes se formam não por laços de afinidade, mas por compromissos. Mas é um valor importante. Às vezes a gente briga com alguém na nossa família, a gente tá ali nos suportando irmão, alguém, aí vem o vizinho falar mal do irmão, a gente vai lá e quer tirar satisfação com o vizinho. Não, só eu que posso falar mal, a minha família, eu falo mal, mas também só sou só eu. É a essa significação que existe, que tem para nós do valor família. Então, meus amigos, para que que Joana de Angeles vem nos falar disso tudo? Para falar que esse essa ideia, esse arquétipo da fé religiosa, ele já se apresentava como uma necessidade que nós temos da gente apoiar algo que é maior do que nós, algo que sobrevive à morte. Existe algo, não sei o que que é, mas tem um algo. E nós, como seres humanos, nós passamos a nossa história buscando por esse algo. O que que é esse algo? O que que me falta de alguma maneira e que eu estou em busca para que isso venha me completar? Então, Jana de Angeles vai se apoiar muito nos estudos do Freud, né, psicanalista e do Jung também, que lá pelas tantas rompeu com Freud e fundou uma outra escola, né, que não era psicanálise mais, mas era a psicologia analítica. E ela vai se apoiar muito no que Jung fala sobre os arquétipos, que são essas histórias que a gente traz e que são comuns a toda a cultura. Por exemplo, o arquétipo do herói. Todas as histórias têm um herói. O herói é sempre aquele, a gente fala outra língua, a gente vai para outra época, para outro país, mas a história, o a estrutura da história é muito parecida. É aquela pessoa que vai e que tem dificuldade, aí é a diversidade, aí ele supera aquela adversidade e ele vai no final bem prevalece. é um arquétipo que está marcado dentro de nós e nós temos esse arquétipo também da da fé religiosa. E ele vem nos falar, o Yung existe, bom, a gente tem o nosso consciente, né, que é o que a gente sabe da gente. Eh, assim, quando a gente brinca assim, bom, quando eu me entendo
ém da da fé religiosa. E ele vem nos falar, o Yung existe, bom, a gente tem o nosso consciente, né, que é o que a gente sabe da gente. Eh, assim, quando a gente brinca assim, bom, quando eu me entendo por gente, né, o que eu penso é o consciente. e tem um inconsciente que é muito grande e a gente não tem muito acesso a ele. Tem acesso assim às vezes através de um ou outro e tipo de mensagem que o inconsciente manda para nós. Mas é nesse nesse nessa totalidade do nosso ser que muitas vezes vai falar para nós, existe uma fonte geradora desses fatores desconhecidos que estão lá na nossa no nosso inconsciente, que a gente pode chamar de uma consciência mais ampla que se manifesta pra gente entender melhor o que ele tá falando, por exemplo, através da intuição. Como é que a gente sabe o que a gente não sabe? E aquilo ali aparece de uma maneira para nós. Ah, me deu uma coisa, eu achei melhor, sei lá, tive uma intuição de fazer assim ou assado. Que que é essa intuição de que nós falamos? E Joana deângeles vai nos dizer que se a gente fizer uma análise religiosa da intuição, ela nós vamos perceber que é isso que provém da divindade, é Deus nos guiando para que a gente vá superando os nossos obstáculos. Então, por isso que Jung vai falar do valor da fé religiosa. Qual fé? Todas. Ele quando atendia, ele procurava saber, ele defendia muito a, apesar de ser filho de protestantes, né, a fé católica, porque ele dizia que eh existia um poder muito grande, por exemplo, na na no falar ritual, né, mas na prática da confissão, onde a pessoa, por conta lá das mecanismos, né, da religião, era levada a fazer um exame de si próprio, contar para alguém. Bom, no que eu tô contando já tô ouvindo, né? Tô falando até para mim mesmo. E aí, através daquele confessar algo, a pessoa poder se entender culpada, bom, e agir errado, e recebe uma punição e aquela punição, de alguma maneira traz um certo alívio à aquele coração. Ou então não, você tá certo, tá absorvido, tá tudo bem. E a gente encontra aí um mecanismo para lidar com
recebe uma punição e aquela punição, de alguma maneira traz um certo alívio à aquele coração. Ou então não, você tá certo, tá absorvido, tá tudo bem. E a gente encontra aí um mecanismo para lidar com a culpa ou com a liberação dos nossos erros. E ele via um valor grande eh na fé religiosa. Ele vai dizer que a fé religiosa é importante pela autoridade que exerce sobre as criaturas, atendendo-as nos seus momentos graves e de conflitos. Então é onde nós buscamos assim um apoio, um amparo. Mas quando nós olhamos para o nosso dia a dia, a gente vê que essa fé foi sendo deixada de lado, de lado, não é? Antigamente todo mundo processava uma certa religião. Ah, mas é da boca para fora. Podia até ser, mas aquele estar inserido naquela fé nos colocava algum limite e aí nos impedia de algumas vivências que podem nos trazer muito prejuízo. O que que ele tá querendo dizer com isso? Bom, o ideal é que a gente eh não queira avançar no outro para roubar a comida dele, porque a gente entendeu que isso é errado, que eu não posso fazer isso porque eu tô apoiada na minha escala de valores. Mas essa escala de valores, eu como um sujeito que tô me construindo, que tô evoluindo, vamos dizer que no meu processo evolutivo, ela não tá ainda bem eh sedimentada em mim, tá meio ainda assim eh em construção, que nem aquela quando a gente passa numa obra, né, fala assim, homens trabalhando, né, tá indo em construção. A proibição, você não pode roubar o outro, já me freia. E aquele freio me impede de algumas vivências que vão ser desastrosas para mim, porque se eu rompo aquela barreira, eu vou acabar, ao agir mal, em razão da lei de causa e efeito, me colocando em situações de muito sofrimento. Então, vejam como mesmo aquela fé que ele vai dizer assim que é mais eh mais castradora, mais punitiva, ainda assim ela tem muito valor, tem um valor muito grande. Então, Jonas deângeles vai dizer para nós assim, para todos nós, no nível evolutivo que nós estamos, a fé religiosa é para nós uma necessidade por
assim ela tem muito valor, tem um valor muito grande. Então, Jonas deângeles vai dizer para nós assim, para todos nós, no nível evolutivo que nós estamos, a fé religiosa é para nós uma necessidade por conta da nossa procedência divina. De acordo com o nosso momento de evolução, a gente vai estar naquele momento, já estivemos no passado, se a gente olhar pra história das religiões, né, em que nós professávamos uma fé que era muito castradora, proibitiva, não pode, é pecado, é erro, não, né, de jeito nenhum, eh, e geradora de culpa. E existe uma outra possibilidade que é uma crença religiosa que tenha um caráter mais estimulante. Vamos, vamos em frente, vamos crescer. Não presa na culpa, mas presa num processo quase que psicoterapêutico de reeducação, um processo de oferecer consolo essa fé raciocinada. Então, meus amigos, quando nós estamos nesse momento ainda presos a uma necessidade de uma fé mais castradora, o que acontece? A gente acaba transferindo os nossos conflitos internos, que parece que eles se aquiam, tão tudo tranquilo, ah, não tem mais nada de mal em mim, só tem bondade. Ah, que encontrei Jesus, né? Opa, mudou tudo de repente. Então, a gente encontra assim aquela aparente tranquilidade ou apaziguamento em relação aos nossos conflitos. Mas como eles não foram elaborados ainda pela gente, que que a gente faz? a gente acaba transferindo, a gente acaba recalcando e aquele conflito ressurge de uma outra maneira com a intolerância em relação ao outro. Para não ver o que eu não consigo ver em mim mesmo, eu sou intolerante com o outro. É um momento da nossa evolução. É certo, errado, é apenas um momento evolutivo. Mas ainda assim podemos extrair alguma coisa de bom, mesmo dessa fé cega, porque ela impõe uma barreira a prática do mal. Ah, não é por esclarecimento, é por temor. Tudo bem, mas ainda assim, de alguma maneira nos protege e nos protege de uma situação que nós vivenciamos agora. que é a de nos encontrarmos assim como humanidade caídos no vazio. Porque se
or temor. Tudo bem, mas ainda assim, de alguma maneira nos protege e nos protege de uma situação que nós vivenciamos agora. que é a de nos encontrarmos assim como humanidade caídos no vazio. Porque se nós nos afastamos pouco a pouco das fés religiosas, sejam quais forem, acabamos escolhendo o novo Deus. é o materialismo, é a ciência, como se fossem inconciliáveis e não são. A gente vai lá no Evangelho Segundo Espiritismo, comecinho dele, tem uma parte que se chama aliança entre a ciência e a religião, que vai nos dizer assim: "A ciência e a religião são duas alavancas da inteligência humana. Precisamos das duas. Por quê? Porque uma revela as leis do mundo material, a ciência. enquanto a a outra do mundo moral. Mas essas duas leis, mundo material e mundo moral, elas tem o mesmo princípio que é Deus. Então veja a necessidade nossa de fazer essa integração. A gente não pode ficar capenga só de um lado, não dá, vai nos faltar algo. E o que que acontece? Por que que havia essa separação? Porque faltava alguma coisa que as ligasse e essa alguma coisa surgiu através da explicação das leis que regem o mundo espiritual. E aí nós começamos a ver um elo entre a ciência e a religião em que uma, ao invés de em vez em vez de se contrapor e atacar a outra, vai se fortalecer. Como diz Kardec, a fé, aquela, aquela fé raciocinada é que pode estar frente à frente com a razão em todo e qualquer momento e questionando e perguntando e nós vamos vendo o tanto que a ciência vai avançando e coisas, por exemplo, quando a gente vai estudar a obra de André Luiz, que ele falava lá na década de de 30, de 40, a ciência agora a ciência médica começa a descobrir e a gente não vai entrar aqui nesse mérito porque aí já é uma outra história muito maior, né? Mas apenas para dizer dessa nossa necessidade de fazer essa integração, porque nós somos espírito e matéria. Se a gente fosse só matéria, tudo certo, mas não somos. Então, como é que a gente fica? a gente precisa realizar essa integração. Então, essa essa outra possibilidade que
nós somos espírito e matéria. Se a gente fosse só matéria, tudo certo, mas não somos. Então, como é que a gente fica? a gente precisa realizar essa integração. Então, essa essa outra possibilidade que Joana de Angeles nos traz de religiosidade através desse caráter da religião, de estimuland estimular, de nos consolar, esse caráter de cuidar das nossas feridas, como com o chicote da culpa, da desqualificação, não. o entendimento de que nós somos seres em evolução. Por isso é muito bom que a gente olhe para trás e fale: "Meu Deus do céu, errei feio". Excelente. É uma prova de que nós estamos evoluindo. Porque se a gente olhar para trás e falar: "Nossa, tudo lindo, não muda uma vírgula", que significa que a gente tá exatamente no mesmo lugar. Então é muito bom. Agora, diante da contemplação do nosso erro, qual que é a nossa atitude? é da gente se martirizar, da gente se punir, da gente se diminuir, não é da gente se reconstruir, que é o que nós viemos fazer aqui na terra. Todos nós viemos nos reconstruir. Então, nós vamos aprendendo que nós temos níveis de consciência diferentes. A consciência de sono é aquela que ainda tá ali adormecida para a realidade da vida. vida com V maiúsculo da vida como um todo. Porque não existe vida material e vida espiritual. Existe vida, só uma que se manifesta de várias maneiras. Então, meus amigos, nós começamos a perceber que nossos níveis de consciência vão mudando. A gente vai pouco a pouco deixando aquela consciência do sono em que a gente tá ali, como a gente diria na linguagem mais corriqueira, piloto automático, tá ali. Aí vai vivendo, não pensa muito, vai, vai reagindo, não vai agindo, vai reagindo sempre. consciência de sono, a nossa consciência começa a despertar. E esse despertar da nossa consciência é maravilhoso, porque nos coloca ferramentas nas mãos para que a gente possa se trabalhar. Nos chama a nossa responsabilidade para que nós, como criaturas de Deus, desempenhemos o nosso papel, que é também de criar. Ou vocês acham
ca ferramentas nas mãos para que a gente possa se trabalhar. Nos chama a nossa responsabilidade para que nós, como criaturas de Deus, desempenhemos o nosso papel, que é também de criar. Ou vocês acham que a gente não cria? Aí alguém pode falar: "Ah, cria, sei lá, o artista, né? Alguém que faz alguma coisa." Nós estamos todos criandos, criando agora porque estamos todos emitindo um pensamento. Esse pensamento se exterioriza no plano espiritual e material também e produz efeitos. a gente cria o tempo inteiro, a gente só não percebe que tá fazendo isso. Então, estamos criando coisas boas, coisas ruins. Quando a gente, por exemplo, se apega ao pessimismo, pessimismo que às vezes tem até o seu fundamento, experiências que a gente viveu no passado. Puxa, muita coisa deu errado. Eu não espero nada dar certo, não. Sou pessimista mesmo. Aí tem gente que fala assim: pessimista não, realista. pessimista, não precavida. Como se a gente esperar pelo pior, fosse nos deixar mais fortes, apenas vai nos impedir de vivermos períodos, momentos de felicidade que a gente pode viver de tranquilidade. Mas se eu tô toda hora esperando o pior, esperando o pior, gente, eu já tô no pior, né? Não tem que esperar mais nada, porque na hora que eu tô projetando alguma coisa, em termos de consciência, eu já estou experimentando todas as sensações que aquela realidade que ainda não aconteceu vai me trazer um dia. Então, vejam a necessidade de que nós nos entendamos como seres criadores. Também estamos criando o tempo inteiro. Vamos procurar direcionar todo esse nosso poder. para criar o nosso bem-estar. Então, a Joana de Angeles vai nos dizer para para nós que na hora que nós eh estamos em condição de ter uma fé mais raciocinada, nós começamos a enfrentar a culpa de uma forma positiva. E é isso que a gente tá falando. A percepção de que eu me equivoquei me traz o quê? peso, dor, sentimento de desvalia. Opa, isso não, isso daí é de um momento anterior. Nós nós já estamos evoluindo. Nos traz instrumentos específicos
A percepção de que eu me equivoquei me traz o quê? peso, dor, sentimento de desvalia. Opa, isso não, isso daí é de um momento anterior. Nós nós já estamos evoluindo. Nos traz instrumentos específicos para a redenção. É, vamos arregaçar as mangas e vamos reconstruir redenção através da reparação do mal. essa reparação do mal que não nos deixa fixados no que a gente fez que não foi bom, que deu errado. Não, mas a gente pode, a gente está vivo, nós estamos vivos eternamente. Temos ferramentas para continuar fazendo coisas boas para nós e para os outros. Então, veja como que é diferente a análise racional do erro. Eu errei, analisei aqui racionalmente, é realmente pensando bem, a gente faz aquela ponderação, nos leva a uma consciência da desnecessidade do sofrimento. Antigamente a gente achava: "Ah, eu tenho que sofrer para pagar". Isso tá de tal forma, tão incutido na gente que até hoje a gente fala assim: "Meu Deus do céu, vai vir, plantei ali, vai vir alguma coisa, vou colher". Mas é a nossa interpretação equivocada da lei de causa efeito. Porque Jesus não quis de forma alguma nos colocar em posição de sermos punidos, mas de aprendermos, de construirmos, de amarmos. Então, o sofrimento evolui alguém? Não, não evolui. O sofrimento não faz a gente evoluir. O que faz a gente evoluir é a gente aproveitar aquela experiência que pode ser de sofrimento, pode ser de alegria e construir com aquela experiência. Isso que nos faz evoluir. Então, a análise racional do erro, diz a Joana de Angeles, vai nos trazer a consciência da desnecessidade do sofrimento como mecanismo de libertação. Sofrimento faz parte da nossa realidade, mas ele não nos liberta. Não é ele que vai nos libertar. E a oferta da nossa parte da ação bem fazeja, ou seja, ação no bem que vai levantar a vítima e vai apaziguar o algós. Eu errei, eu vou apaziguar meu coração. Por quê? Porque eu também sou capaz de coisas boas. Olha a diferença. E por isso, meus amigos, Joana de Angângeles vai nos dizer o quanto que a religiosidade é
Eu errei, eu vou apaziguar meu coração. Por quê? Porque eu também sou capaz de coisas boas. Olha a diferença. E por isso, meus amigos, Joana de Angângeles vai nos dizer o quanto que a religiosidade é importantíssima para a nossa saúde. É uma necessidade nossa. A fé que eu processo, a religião pouco importa, porque são características diferentes, roupagens diferentes, mas os valores, as escalas de valores são as mesmas. E isso que importa. Esses valores são os nossos guias. O nosso trilho em que a gente precisa caminhar é de essencial importância para a nossa saúde, para que a gente possa lidar com os nossos conflitos pessoais, de forma a nos valorizarmos, a nos libertarmos e a reconhecermos o nosso potencial de trabalho, o nosso potencial de produção de coisas boas e positivas para nós e para os outros. Então, meus amigos, eu agradeço a vocês. É um tema complexo, né? Tá, para quem tiver interesse no livro Triunfo Pessoal, é o capítulo 10 que vai nos falar desse tema. Então, agradeço muito a vocês a atenção, muito carinho, os pensamentos bons que a gente não consegue ver, mas que chega no coração através daquele quentinho bom. E vamos convido a vocês para que a gente faça a nossa prece, nos religando nesse instante ao nosso pai, ao nosso criador, agradecendo pela possibilidade da reflexão, agradecendo ao nosso querido mestre Jesus, que sempre nos ampara, que nos mostra o caminho a seguir e que acima de tudo, desde o primeiro momento, sempre acreditou e valorizou cada um de nós. Obrigado, querido amigo, pelo presente do teu amor, pelo presente da tua confiança. que nós possamos receber esse presente com muita alegria e dele fazer algo de positivo em nosso proveito, em proveito daqueles que nos cercam, espalhando de alguma forma um pouquinho da tua alegria, um pouquinho da confiança, da esperança. Nos ajuda, Senhor, para que desempenhemos o nosso papel de oferecer sempre, em cada circunstância o nosso melhor. E quando o nosso melhor não for suficiente, nós tenhamos a coragem de
a, da esperança. Nos ajuda, Senhor, para que desempenhemos o nosso papel de oferecer sempre, em cada circunstância o nosso melhor. E quando o nosso melhor não for suficiente, nós tenhamos a coragem de refazer o caminho e prosseguir assim, abençoados e protegidos pelas tuas bênçãos de amor. Graças a Deus. Meus amigos, boa noite a todos. Passamos agora à fase do passe com a nossa amiga Evons. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o
ontinue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
ENFRENTANDO OS MEDOS - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
DIANTE DOS DESAFIOS, SERENIDADE E FÉ - Márcia Sirotheau [PRECE AOS SUICIDAS]
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
Márcia Sirotheau | A GLÓRIA DO ESFORÇO (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
EM ESPÍRITO E VERDADE - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
Márcia Sirotheau | SOOU A HORA - A IMPORTÂNCIA DA VONTADE (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
Márcia Sirotheau | O MÉDICO DAS ALMAS (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
A CONQUISTA DA LIBERDADE - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
Márcia Sirotheau | DIANTE DA JUSTIÇA (GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER)
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau