REFORMA ÍNTIMA NA PRÁTICA - Pedro Paulo Záu
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que tá de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Boa tarde a todos, a todas que nos acompanham aqui no nosso salão, Dr. Bezerra de Menezes. A todos que nos acompanham pelas redes sociais também, pela rádio TV Comunhão. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma palestra do nosso querido Pedro Paulo no nosso programa Reforma Íntima na Prática. Então, antes de começar nossa palestra, vamos ler a lição do nosso livrinho Fonte Viva, lição 70, Solidão. É um comentário de então do espírito emanuo. É uma a passagem de Mateus que diz assim: "O presidente, porém, disse: "Mas que mal fez ele?" E eles mais clamavam, dizendo: "Seja crucificado." A medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos simos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensível. Onde se encontram os que sorriram contigo no Parque Primavereilu da Primeira Mocidade? Onde pousam os corações que te buscavam aconchego nas horas de fantasia? Onde se acolhe quantos te partilhavam o pão e o sonho nas aventuras ridentes do início? Certo, ficaram. ficaram no vale voejando em círculo estreito a maneira das borboletas douradas que se esfaccelam ao primeiro contato da menor chama de luz que se lês descortine à frente. Em torno de ti a claridade, mas também o silêncio. Dentro de ti a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não seres compreendido. Tua voz grita sem eco e o teu anseio se alonga em vão. Entretanto, se realmente sobes que ouvidos te poderiam escutar a grande distância e que coração famento de calor do vale se abalançaria a entender de pronto os teus ideais de altura? Choras, indagas e sofres. Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso? Lembra-te do Senhor que escalou o
mento de calor do vale se abalançaria a entender de pronto os teus ideais de altura? Choras, indagas e sofres. Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso? Lembra-te do Senhor que escalou o Calvário de cruz aos ombros feridos. Ninguém os seguiu na morte afrontosa, a exceção de dois malfeitores constrangidos à punição em obediência à justiça. Recorda-te dele e segue. Não relaciones os bens que já espalhaste. Confia no infinito bem que te aguarda. Não esperes pelos outros na marcha de sacrifício engrandecimento. E não ouvides que pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o divino amigo dos homens não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado. Então, com coração voltado ao nosso mestre Jesus, com muito agradecimento em nossos corações, em nossas almas, te agradecemos, amado mestre, por aqui estarmos em mais uma tarde, sábado, podendo falar sobre o teu evangelho. Hoje, sobre a luz da psicologia espírita, teremos a nossa palestra para acalmar as nossas mentes e vincular os nossos corações a ti. Pedimos a inspiração para o nosso querido palestrante e que nos abençoe, nos envolva. E assim pedimos permissão para iniciarmos a palestra da tarde de hoje. Pedrinho, seja muito bem-vindo. Quem quiser fazer perguntas pelo WhatsApp que se encontra aqui na tela. aqui pela mesma. >> Ela mesma cena. >> Boa tarde a todos. Todo mundo aí atrás me ouve bem? Antes de mais nada, eu queria agradecer a Deus pela oportunidade de estar vivo e reencarnado, né? Mais reencarnado do que vivo, né? Porque viva a gente, o espírito fica o tempo todo, desde quando nasce na mão dele, né? Mas a reencarnação é uma dádiva e a gente não pode esquecer disso. Nas dores, nos amores, nas graças, nas desgraças, nos momentos bons e ruins, nas alegrias, na tristeza. A reencarnação é uma graça sempre, sempre, porque através dela a gente consegue reescrever a nossa história, né? a gente consegue dar um outro caminho paraa gente. Eh, esse tema, dependência emocional é
reencarnação é uma graça sempre, sempre, porque através dela a gente consegue reescrever a nossa história, né? a gente consegue dar um outro caminho paraa gente. Eh, esse tema, dependência emocional é um tema que envolve todos nós. Eh, e é interessante porque eu botei a dependência emocional e a busca da autonomia espiritual, né? A busca da autonomia espiritual é a nossa evolução espiritual. E qual é o auge da nossa evolução espiritual? é adquirir a verdadeira capacidade de amar, né? É a gente compreender a lei de amor na teoria e na prática. E a dependência emocional e a gente combate ela, a gente eh se livra da dependência emocional, desenvolvendo a verdadeira capacidade de amar. Só que ela é muito confundida. Muitos de nós afirmamos que amamos as pessoas, mas ou nós não amamos verdadeiramente, ou nós amamos misturados com a dependência emocional. E às vezes tem muito mais dependência emocional do que amor. Como assim? Eh, uma das características, eu acho que mais importante, um dos indicadores mais importantes que a gente tem que ter para avaliar a nossa verdadeira capacidade de amar é a liberdade. Se eu não me sinto livre e se eu não deixo as pessoas à minha volta livres, eu não tô amando. Eu tô fazendo outra coisa, mas não o amor propriamente dito. E logo em seguida ao conceito de liberdade, a gente vai também ter o conceito de progresso. Aliás, são duas leis que a gente vai já falar daqui a pouquinho. Então, se eu estou amando alguém, seja filho, marido, mãe, pai, quem for, namorado, esposa, e eu não estou progredindo e nem esta pessoa que está sobre o meu amor não está progredindo, isso é um sinal que eu não estou anumando verdadeiramente. E aí o conceito de progressão e de liberdade, ele é subjetivo, né? Só que aí a gente vai vai partir principalmente eh da capacidade do desenvolvimento do ser humano como um todo. Quando a gente fala de progressão, então a gente tem a progressão física, intelectual, emocional e espiritual. Nós temos quatro áreas para avaliar se a gente está
olvimento do ser humano como um todo. Quando a gente fala de progressão, então a gente tem a progressão física, intelectual, emocional e espiritual. Nós temos quatro áreas para avaliar se a gente está progredindo ou não, se as pessoas ao nosso redor estão progredindo ou não. É importante que quando a gente fala de progresso, nem sempre a gente vai ter eh a caminhada do progresso, ela vai se dar de maneira crescente, linear. O progresso às vezes ele se dá de várias formas. Às vezes tem pico, às vezes tem vale, às vezes tem platô, mas tudo isso compreende a progressão. É porque dependendo do recorte que a gente faz, às vezes a gente diz assim: "Ah, mas a pessoa não tá progredindo". Às vezes ela tá num platô. O que que é o platô? é o tempo que ela tá solidificando aquilo que ela compreendeu antes. Ou então, às vezes ela começa a cometer erros que ela já não cometia antes. Ela tá num vale, ela tá numa descida, mas normalmente os vales eles antecipam uma progressão. Só que eu só consigo analisar essas questões, gente, baseado em um tempo que a gente chama de longitudinal. O que que é isso? um tempo maior. Então, por exemplo, se eu for avaliar uma pessoa se ela tá progredindo, eu não posso avaliar essa progressão em semanas, em meses. Às vezes eu tenho que avaliar uma progressão em anos e décadas, às vezes até em séculos do ponto de vista reencarnatório, entende? Mas como que a gente trabalha a dependência emocional e como que a gente trabalha a nossa autonomia espiritual? Vamos lá. Aqui tem uma provocação pra gente, ó. Quantas vezes já sofremos por depender demais de alguém? Da sua aprovação, da sua presença ou do seu amor? Vamos fazer uma enquete rapidinho aqui. Quem já sofreu por depender demais de alguém aqui, levanta a mão. É, parece que é a maioria, né? Todos nós em algum momento, ou já sofremos, ou estamos sofrendo, ou podemos sofrer de dependência emocional. E como que a gente identifica esse processo, né? Primeiro eu trouxe aqui duas leis do livro dos espíritos, a lei
mento, ou já sofremos, ou estamos sofrendo, ou podemos sofrer de dependência emocional. E como que a gente identifica esse processo, né? Primeiro eu trouxe aqui duas leis do livro dos espíritos, a lei da liberdade e a lei do progresso. Aqui eu já tô trazendo um pouco do antídoto da dependência emocional. E aí eu fiz um resumo bem resumido dessas duas leis aqui, só alguns tópicos pra gente entender. Por exemplo, a lei da liberdade. O que que ela diz? A liberdade é o dom divino e a base da responsabilidade moral. O livre arbítrio é o instrumento de progresso espiritual. A verdadeira liberdade é a liberdade interna, libertar-se das paixões e do egoísmo. A liberdade de consciência, ela é sagrada e inviolável. O uso equilibrado da liberdade conduz à justiça e a perfeição moral. O que que tem a ver dependência emocional com liberdade? Porque a dependência emocional, via de regra, ela traz relacionamentos baseados em padrões, eh, vem a palavra assim, escravizados, dependentes, que é o contrário de liberdade. Se eu sou dependente, eu não sou livre. Se eu dou, se eu sou dependente de alguma coisa, eu não sou livre sobre aquela coisa. Correto? E a liberdade, ela é um princípio da vida, ela é uma lei natural da vida. Por quê? Porque muit das vezes as pessoas pelas quais a gente é dependente, um dos sinais da nossa dependência é o controle da vida do outro. E por que que eu controlo a vida do outro? Porque se eu sou dependente dele e acontecer alguma coisa de ruim com o outro, quem é que sofre? Eu. Não é assim? Não é assim que a gente sempre fala. Mas eu tenho que fazer porque se acontecer alguma coisa ruim no final das contas vai sobrar para mim. Sobra para você porque você não tem outras bases de sustentação. Você tá sustentada somente naquele ser. E se acontecer alguma coisa com aquela pessoa, logo você vai sofrer imediatamente, entende? Então, a liberdade é um princípio natural, mas junto com a liberdade veio a lei do progresso. Olha o que que os espíritos falam. O progresso é universal, contínuo e
vai sofrer imediatamente, entende? Então, a liberdade é um princípio natural, mas junto com a liberdade veio a lei do progresso. Olha o que que os espíritos falam. O progresso é universal, contínuo e inevitável. Um homem progride moral intelectualmente. As crises são meio de avanço. Olha que interessante. As crises servem pra gente evoluir. O livre arbítrio é o motor da evolução e o destino de todos é a perfeição espiritual. Qual a nossa grande dificuldade? é que essa visão aqui é uma visão transcendente do ponto de vista material. Essa visão aqui, ele ela está considerando o espírito do momento que nasce das mãos de Deus até o momento que ele chega a anjo. Só que a nossa visão é sempre uma visão material. Então eu tô preocupado com a evolução, com o progresso das pessoas que estão à minha volta nesta vida. Eu não estou tendo uma visão ampla sobre a situação e a gente precisa compreender isso. A vida que nós estamos vivendo é um capítulo de uma história eterna. Isso significa que eu tenho que me despreocupar totalmente? Não, mas eu preciso compreender que as mudanças espirituais elas vão se dar por várias encarnações, não é apenas numa. E às vezes a gente cria uma expectativa em relação ao outro em termos de atingimento de metas, de evolução, de progresso. Tudo baseado somente nessa vida. Numa vida não dá. Tem muitos espíritos que vão precisar às vezes para desenvolver, por exemplo, o o a libertação de um vício por várias vidas. E a gente não compreende isso. Só que cada vida que a pessoa tem é uma oportunidade de ela ir evoluindo e crescendo. A gente só tem que entender qual é o limite que essa pessoa pode alcançar, porque senão, se eu sou dependente dessa pessoa, eu fico forçando a evolução do outro, eu fico gerando expectativa irreal e aí eu vou me frustrar e vou me sofrer e vou me tornar mais dependente ainda. OK? Vamos ver o que que o Ramed fala nas dores da alma sobre dependência. Ele diz assim, ó: "Nossa autonomia, tanto física, emocional, mental como espiritual, está
vou me tornar mais dependente ainda. OK? Vamos ver o que que o Ramed fala nas dores da alma sobre dependência. Ele diz assim, ó: "Nossa autonomia, tanto física, emocional, mental como espiritual, está diretamente ligada às nossas conquistas e descobertas íntimas. As dificuldades de nosso desenvolvimento e crescimento espiritual se devem ao fato de que nem sempre conseguimos encontrar com facilidade a nossa própria maneira de viver e de evoluir. Eu vou fazer uma pergunta rápida aqui. Os nossos pensamentos e as nossas preocupações, elas se dão em grande maioria mais em relação aos meus sentimentos e aos meus pensamentos ou aos sentimentos e os pensamentos das pessoas que me rodeio. Eu me ocupo mais dos outros ou de mim? Dos outros. Não é por justamente por conta disso que ele tá falando aqui, ó. Se a gente se a gente não entender que a minha evolução interna é que vai me dar paz, é que vai me dar equilíbrio, é que vai me dar evolução, eu vou ficar negando essa responsabilidade e projetando isso na vida dos outros. Agora mesmo a gente estava num grupo de estudo sobre reforma íntima e aí a gente estava fazendo exercício sobre empatia, que é a capacidade que eu tenho de perceber a necessidade dos outros. E era uma prática. A gente viu os conceitos da empatia e a gente ia fazer, ia escolher uma pessoa e fazer o mapa da empatia, verificar como é que essa pessoa pensa sem julgamento. E aí metade da turma começou a ficar inquieta para fazer isso. Não queria, achava que era difícil, achava que não sei o quê. E aí eu virei para ele e disse: "Vocês sabe por que é difícil fazer isso? Porque a gente não tem o hábito de fazer isso. A gente não costuma pensar no outro". A gente pensa no outro através da gente. A gente não pensa no outro a partir do outro, né? E é isso que ele tá falando aqui. A nossa autonomia, ela só vai se dar quando a gente focar mais dentro da gente do que no outro. Isso é fato. Não tem para onde mudar isso, né? Olha o que ele continua falando. Cada um de nós está destinado a
autonomia, ela só vai se dar quando a gente focar mais dentro da gente do que no outro. Isso é fato. Não tem para onde mudar isso, né? Olha o que ele continua falando. Cada um de nós está destinado a participar de uma maneira específica e peculiar na obra da criação. Entretanto, é imprescindível compreendermos nosso valor pessoal como seres originais, ou seja, criados por Deus sob medida, percorrendo particularmente o nosso caminho e assumindo por completo a responsabilidade pelo nosso crescimento pessoal. Se eu dependo do outro, eu vivo em função do outro e aí eu não faço o que eu tenho que fazer para mim, entende? E é muito doido isso, porque a gente cria esse mecanismo de projeção, de deslocamento da nossa responsabilidade pro outro. Aí a gente não consegue resolver a vida do outro, porque a vida do outro só quem resolve é ele. E aí no final a gente culpa o outro porque a gente tá lascado, porque a gente não progride, porque a gente não é feliz. Não é assim? A gente cria o problema, a gente potencializa o problema e depois a gente culpa as outras pessoas pelo problema, quando na verdade a responsabilidade ela é nossa. Parece que o pessoal começou a ver que eu tô suando muito, né? Eu já tô acostumado. Eu sou um urso polar que nasceu por errado nos trópicos. Isso faz parte da minha expiação e da minha provação. Já sou resignado em relação a isso. Vamos lá, ó. Ser nós mesmos é tomar decisões, não para agradar agradar os outros que nos observam, mas porque estamos usando consciente responsavelmente nossa capacidade de ser, sentir, pensar e agir. Aí tem a turma do sincericídio que quando eu leio isso aqui diz assim: "Tá vendo? Por isso que eu sou o tempo todo verdadeiro." Não, você não é verdadeiro, você é mal educado. É outra história, né? Porque na convivência, uma parte da inteligência relacional é a gente desenvolver as habilidades sociais. E as habilidades sociais, elas ela ela passa também por uma série de atitudes, de comportamentos, aonde eu tenho que considerar o meu direito e o
lacional é a gente desenvolver as habilidades sociais. E as habilidades sociais, elas ela ela passa também por uma série de atitudes, de comportamentos, aonde eu tenho que considerar o meu direito e o direito do outro. Falar tudo que eu penso para as pessoas, eu estou considerando o direito dos outros de ouvir tudo que eu penso? Não, porque ninguém tem que ouvir tudo que eu penso. Aliás, eu não tenho que falar para as pessoas tudo que eu penso. Porque se a gente fizer isso, o que que vai acontecer? A gente vai voltar lá para 100, 100, 1000 anos atrás. A gente vai viver como bárbaros. O evangelho fala que a lei do amor, ela é um processo progressivo do espírito quando ela se desenvolve dentro da gente. E ela passa por instintos, por percepções e por sensações. Aliás, por sensações e sentimentos. Hoje nós já estamos na era dos sentimentos. Significa o quê? a gente tem que ter uma inteligência emocional, uma inteligência relacional baseada no autoconhecimento e no autocontrole. Eu posso eh tomar decisões baseadas no que eu penso, no que eu sinto, no que eu ajo? Posso e devo, mas eu tenho que considerar o ecossistema que está à minha volta. Eu tenho que considerar tudo que está à minha volta, porque se eu faço isso sem considerar, eu vou estar sendo o quê? Egoísta. Então, uma parte eu posso pensar em mim, mas outra parte eu tenho que pensar nos outros. Tem que ser nos dois pontos. Ele continua aqui dizendo assim, ó. Ser nós mesmos, ser nós mesmos é eliminar os traços de dependência que nos atam às outras pessoas, não nos esquecendo, porém, de respeitar-lhes a liberdade e a individualidade e defender também a nossa, sem o medo de ficar só e desamparado. Esse é um outro problema. E a gente vai já ver daqui a pouco a teoria do apego. Muitos de nós eh trazemos um conjunto de sentimentos extremamente desamparados, seja pelas vidas passadas que nós tivemos, seja pela forma como nós fomos educado, seja pela cultura que nós estamos inseridos. Uma coisa que eu sempre converso com as
entos extremamente desamparados, seja pelas vidas passadas que nós tivemos, seja pela forma como nós fomos educado, seja pela cultura que nós estamos inseridos. Uma coisa que eu sempre converso com as pessoas, eu digo assim: "Deduca seus filhos pelo medo ou pela fé? Como você educa seus filhos? Se eu viro pro meu filho e digo assim: "Eu tenho duas filhas e elas vão fazer uma viagem, vão sair, sei lá". Eu digo assim: "Olha, cuidado, presta atenção, tá cheio de bandido, tá cheio de gente ruim, olha as tuas coisas, presta atenção onde tu tá e eu vou falando um bocado de coisa ruim para essa pessoa para protegê-la." Eu tô educando ela pelo medo ou pela fé? pelo medo, né? Eu tô alimentando medo, eu tô destilando medo. Ah, Pedro, mas a gente não tem que que falar pros nossos filhos se precaverem? Pode, mas eu posso pedir para precaver e também falar da fé. Eu posso dizer paraas minhas filhas: "Olha, toma cuidado por onde você anda, com quem você fala, né? quem são as pessoas que estão ao seu redor, mas você não vai ter condições de ter o controle sobre tudo isso. E pra parte que você não vai ter o controle, você tem um anjo da guarda que anda o tempo todo com você. Você tem espíritos, amigos que estão te protegendo. Então, sempre abre a tua intuição e acredita no bem, acredita no melhor, acredita na providência divina. Porque ainda que existam pessoas que possam te querer fazer mal, se você tiver numa frequência positiva, isso vai ser uma forma de te proteger. Eu preveni, eu falei do mal, mas eu falei para ela ter o quê? fé, confiança, entende? E isso às vezes a gente não consegue desenvolver, a gente fica muito preso. E se eu tenho medo, eu vou estar com constante sentimento de desamparo, de insegurança. Se eu estou desamparado, eu vou sempre buscar alguém ou alguma coisa que me ampare. E aí começa o processo da dependência. Faz sentido isso para vocês? essa lógica, né? É por isso que é muito importante também a gente desenvolver a nossa consciência sobre a espiritualidade, a
ampare. E aí começa o processo da dependência. Faz sentido isso para vocês? essa lógica, né? É por isso que é muito importante também a gente desenvolver a nossa consciência sobre a espiritualidade, a nossa consciência sobre da onde a gente veio, quais são as leis que nos regem, quem que controla isso tudo. E aí vai muito da maneira como eu percebo, como eu julgo e como eu vou concluir o que eu julgo. Se chegarem para mim disse assim: "Pedro Paulo, você acha que o mundo tem gente ruim?" Eu digo: "Tem. Mas tem um bocado de gente boa. Tem, Pedro Paulo, tem. Mas eu não convivo, eu não conheço ninguém, gente boa. É porque você não procura, você tem medo das pessoas, você acha que todo mundo é ruim, você tem uma desconfiança, você tem uma insegurança dentro de você. Se você pular essa sua insegurança e você começar a observar ou querer ou se disponibilizar para estar perto de pessoas boas, daqui a pouco você tá cheio de de pessoas boas ao seu redor, porque eu atraio aquilo que eu desejo e que eu vibro. Se eu acho que todo mundo é escroto, que todo mundo, né, tá querendo passar a perna nos outros, que é uma disputa o tempo todo, é assim que eu vou vibrar, é assim que eu vou acreditar. Tá cheio de gente morando na rua. Se eu achar que todo mundo tem que estar morando na rua e eu quiser ir morar na rua, eu vou para lá. Eu vou ficar lá naquela frequência. Mas se eu achar que não é para eu estar lá, eu não tô lá. Não é assim que a gente faz as escolhas. A mesma coisa são os nossos pensamentos. Eu escolho todos os dias acreditar que o mundo tá cheio de gente boa, apesar das pessoas ruins, e que eu vou me cercar de pessoas boas. Como que a gente se cerca de pessoas boas? Simples, fazendo coisas boas. Se você faz coisas boas o tempo todo, você vai atrair pessoas boas. Agora, se você pensa ruim o tempo todo, você vai atrair pessoas que pensam ruim. Aliás, você vai querer ouvir pessoas que pensam ruim para poder justificar o seu negativismo, o seu pessimismo. É por isso que muitas pessoas ficam o
mpo todo, você vai atrair pessoas que pensam ruim. Aliás, você vai querer ouvir pessoas que pensam ruim para poder justificar o seu negativismo, o seu pessimismo. É por isso que muitas pessoas ficam o tempo todo se alimentando, seja pela internet, na TV, só de notícias ruins. Por quê? Porque elas estão presas e elas precisam justificar esse aprisionamento de pensamentos, de sentimentos. Aí elas vibram assim. Continuando, olha o que Ramed vai falar sobre porta estreita e dependência emocional. Ele diz assim: "A porta é estreita da parábola do Cristo, né, que fala da porta larga e da porta estreita. Porque ainda não entendemos que mesmo vivendo em comunidade, estaremos vivendo essencialmente com nós mesmos. Pois para transpor essa porta é preciso aprender a arte de ser. E o que que é essa porta? É, exatamente eu consegui ter uma amplitude de consciência espiritual e existe uma porta para eu ter essa amplitude. Só que essa porta ela é estreita do ponto de vista da minha pequena visão. Efetivamente, atingiremos nossa independência quando percebermos a inutilidade dos passatempos, das viagens, do convencionalismo da etiqueta, do comunismo que fazemos, do consumismo que fazemos somente para conquistar a aprovação dos outros e não porque decorre de nossa livre vontade. Eliminar o domínio, a autoridade ou a influência das ideias das pessoas, das diversões, dos instintos, do trabalho e dos lugares não significa que precisamos extirpar ou abandonar completamente todas essas coisas, mas somente a dependência. Eu posso beber álcool? Posso. Eu não posso ser o quê? Dependente. Eu gosto de sexo. Eu posso fazer sexo? Posso, eu só não posso ser o quê? Dependente do sexo. Eu não vou falar de comer que você já sabe que eu sou dependente da comida. Todo mundo aqui já sabe disso, né? Eles estão falando aqui para mim falar: "Tá bom, eu posso comer?" Posso. Eu só não posso ser dependente da comida como eu sou. Eu posso viajar? Posso. É bom viajar. É. Eu só não posso ficar dependente da
s estão falando aqui para mim falar: "Tá bom, eu posso comer?" Posso. Eu só não posso ser dependente da comida como eu sou. Eu posso viajar? Posso. É bom viajar. É. Eu só não posso ficar dependente da viagem. Eu conheço uma pessoa que ela acha que viagem é terapia. Ela faz de tudo para viajar, fica contando os dias, as horas, fica gastando todo o dinheiro, vendo tudo quanto é negócio de milha, tudo para viajar. Parece que a viagem vai salvar o mundo. Aí você viaja, aí dependendo do teu dinheiro, tu fica lá uma semana, duas, três, no máximo. Eu tem lá em casa tem duas pessoas que chamam a gente de volta da viagem. É o limite do Mastercard e do Credc. Chega uma hora que ele diz: "Chega, volta, porque alguém tem que trabalhar e pagar a fatura, né? É bom viajar. É, agora eu vou ficar dependendo de ficar feliz só quando eu viajo?" Não, que aí eu vou me lascar, entende? Então, a gente precisa ver que dependências que vão me edificar, que não vão me tirar a minha autonomia. Eu depender de me desenvolver espiritualmente, isso vai me prejudicar? Não. Eu depender de ser uma pessoa melhor, isso vai me prejudicar? Não. Então eu tenho que avaliar as coisas que eu estou fazendo que são sinônimo de felicidade e que se estão me dando felicidade de maneira sustentável e contínua, ou se estão me dando felicidades pontuais, fugazes, e que eu não vou conseguir ter isso o tempo todo e que isso não vai me preencher o tempo todo. O meu desenvolvimento emocional e espiritual vai me dar sustentabilidade, principalmente sobre uma coisa que todos nós estamos sofrendo muito, sofremos há muito tempo já, mas agora a gente tá começando a perceber. Chama-se regulagem de emoções, regular o nosso humor. O humor, se eu não regular, ele vai pros extremos. Quais são os extremos? Ou eu fico na euforia ou eu fico na depressão. A gente pode oscilar, não tem problema o nosso humor oscilar. O problema é que quando ele oscila nos extremos, o sofrimento é muito grande ou quando ele para nesses extremos. E todos nós precisamos regular o nosso
oscilar, não tem problema o nosso humor oscilar. O problema é que quando ele oscila nos extremos, o sofrimento é muito grande ou quando ele para nesses extremos. E todos nós precisamos regular o nosso humor. E o desenvolvimento espiritual, emocional, psíquico, ele é muito importante para isso. Continuando, podemos nos ocupar desses assuntos quando bem quisermos, conforme nossas necessidades e conveniências, sem a escravidão do condicionamento doentil. Ainda sobre ele tava falando antes, perguntamos-nos quantos de nossos atos e atitudes são subprodutos de nossas dependências estruturadas na subordinação da sociedade? Eh, trocando em miúdos, o que que eu estou fazendo? Quais são os meus desejos e necessidades que são baseados em padrões de consumo e de status da sociedade? tecnologia, celular, eu consigo ficar com o celular de maneira funcional ou o meu celular ele representa um status e uma validação social? A roupa que eu uso é uma roupa que me é confortável, que me é conveniente nos lugares ou eu uso a roupa, os acessórios para que eu seja validada pelas pessoas. O carro que eu tenho, ele funciona para me movimentar e para que eu possa ajudar a movimentar outras pessoas, compartilhar com outras pessoas. Onde é um carro de símbolo de status? É isso que ele tá falando das minhas várias dependências. Eh, eu eu atendo muitas pessoas no consultório que t problema de relação e querem buscar um companheiro ou uma companheira. Aí passa o tempão, não consegue, reclama e, né, e sofre. Aí eu pergunto assim: "Qual é o seu critério, né, para para conseguir alguém rico e bonito?" Lascou-se aí. Lascou-se porque primeiro é a minoria. Rico, bonita é a minoria. Vamos, vamos ser sério. Segundo, dinheiro e boniteza não sustenta a relação. Não sustenta. Pode ajudar para você, né, passear do lado como status e tudo mais, mas não sustenta. Quem é casado aqui há mais de 30 anos levanta a mão. É pouco, né? Somos sobreviventes, né? Quem tem uma relação por 10, 20, 30 anos sabe o que eu tô falando. A beleza não é
udo mais, mas não sustenta. Quem é casado aqui há mais de 30 anos levanta a mão. É pouco, né? Somos sobreviventes, né? Quem tem uma relação por 10, 20, 30 anos sabe o que eu tô falando. A beleza não é o fundamental. O dinheiro ele é fundamental para você ter pelo menos o básico. Porque também viver na miséria é muito ruim. Não tem relação que se sustente, é muito difícil. Mas dinheiro para você utilizar de superf, de estátua, às vezes muito mais atrapalha do que mantém uma relação. Porque uma relação ela vai se basear, ela vai se sustentar principalmente por inteligência emocional e inteligência relacional e espiritual. Se você não tiver esses três componentes dentro de você, não tem relação que se sustente. Ou se sustentar, ela vai ser por conveniência ou por interesse, o que vai gerar muito sofrimento para as pessoas que estão envolvidas nisso, né? Ele continua aqui, ó. A submissão social tem a sua base inicial na busca da aprovação dos outros, colocando os indivíduos na na posição de permanentes escravos e pedintes do aplauso hipócrita e do verniz da lisonja. Aqui Ramed baixou, pegou bem pesado, né? E é verdade. Eh, eu atendo pessoas que ficam querendo ter todas as relações no mesmo nível de validação e elas não conseguem porque ninguém, nem todo mundo vai me validar da mesma forma. Tem pessoas que vão gostar de uma coisa, que não vão gostar de outra. Tem pessoas que vão me achar maravilhoso, outros chatos. Tem pessoas que me me acham feio e eles estão certos. Tem os mentirosos que me acham bonito e tudo bem. Faz parte da diversidade, né, de carismas. Quando eu fico buscando muita validação com todo mundo, eu vou sofrer, eu vou somar frustrações. Eu sempre falo lá no consultório que eu uso a técnica das caixinhas na minha relação, nas minhas relações. Que que é isso? Eu tenho a minha relação profissional, eu tenho a minha relação social, eu tenho a minha relação espiritual, eu tenho a minha relação familiar, de amizade, eu tenho a minha relação casual, aleatória, eu tenho
a minha relação profissional, eu tenho a minha relação social, eu tenho a minha relação espiritual, eu tenho a minha relação familiar, de amizade, eu tenho a minha relação casual, aleatória, eu tenho várias caixinhas, tem pessoas que são poucas que elas vão estar em todas as minhas caixinhas. Eu vou me relacionar com elas em todas essas dimensões. Tem outras que eu vou me relacionar em metade. Tem outras que eu vou me relacionar só numa caixinha. Porque a vida é assim. Eu não preciso me relacionar com todo mundo o tempo todo. Eu posso saber separar assim. Eu não preciso ficar tendo a validação de todo mundo o tempo todo. Eu vou gerando expectativas diferentes para situações diferentes. Fica mais fácil, fica mais flexível, fica mais diverso. E outra coisa, eu valido também a caixinha principal. Qual é a caixinha principal? é da relação de mim comigo mesmo. Essa relação ela é fundamental de como eu me vejo, de como eu me cuido, de como eu me trato, de como eu me perdoo, de como eu me parabenizo, de como eu me responsabilizo, de como eu me critico. Essa relação é muito importante, muito importante. Só que nós estamos ainda aprendendo a fazer isso. Por quê? Porque até 100 anos atrás a gente estava preocupado com bombas caindo nas nossas casas através das guerras. Faz poucos anos, poucas décadas que o mundo tá começando a parar de dizimar um ao outro. E agora tá dando tempo pra gente olhar para onde? Para dentro da gente. Porque antes a gente estava mais preocupado com a nossa sobrevivência material. Agora chegou a era da sobrevivência emocional. É por isso que a gente se depara com tanta depressão, com tantos problemas de saúde mental, né? Continuando, nossa autonomia, tanto física, emocional, mental como espiritual, está diretamente ligada às nossas conquistas e descobertas íntimas. Nossa tão almejada realização interior está relacionada com o conhecimento de nós mesmos. A gente já falou isso. Ele diz assim sobre a porta estreita: "Apertado é o caminho porque exige importantes
s. Nossa tão almejada realização interior está relacionada com o conhecimento de nós mesmos. A gente já falou isso. Ele diz assim sobre a porta estreita: "Apertado é o caminho porque exige importantes esforços importantes para que possamos eliminar nossos laços de dependência neuróticas, os quais nos condiciona a viver sem usufruir da nossa liberdade interior, aceitando ser manipulado pelos juízos e opiniões alheias. A maioria das criaturas foi educada ouvindo fábulas de mitos de amor romântico." Aqui ele vai começar. Antes ele tava falando da dependência material e social. Aqui ele vai começar a falar da dependência emocional no setor amoroso. Olha o que que ele fala. A maioria das criaturas foi educada ouvindo fáblos e mitos do amor romântico. Os tabus sexuais, as velhas estruturas familiares, as normas tradicionais do matrimônio, consideradas virtudes femininas, estabeleceram na formação educacional das mulheres todo um comportamento de dependência e relação aos homens. Elas centraram suas vidas em outros indivíduos preocupadas em receber proteção e cuidados e destruíram com o tempo suas vocações e aptidões mais íntimas. Faz sentido isso para vocês, especialmente para as mulheres? Faz, né? Porque quando eh tem uma tem uma nesse capítulo aqui tem uma pergunta do livro dos espíritos que Kardec pergunta eh se existe diferença, né, da questão do desenvolvimento do homem e da mulher. Ele diz: "Não, tanto o espírito num corpo de homem como o espírito no corpo de mulher tem as mesmas probabilidades, tem as mesmas condições de desenvolvimento, mas a gente percebe que socialmente isso vem começando a ser percebido agora." E isso é muito importante, porque isso aqui, esse conceito faz com que muitas mulheres acreditem que elas só podem ser validadas se elas tiverem o quê? um casamento e os homens também, só que as mulheres muito mais. E não é a questão do casamento. Eu não tô aqui eh demonizando o casamento, dizendo que não é para ter família, até senão eu não, eu eu sou casado há mais
homens também, só que as mulheres muito mais. E não é a questão do casamento. Eu não tô aqui eh demonizando o casamento, dizendo que não é para ter família, até senão eu não, eu eu sou casado há mais de 30 anos. Eu adoro, eu adoro estar casado, adoro minha família, só que sei de todas as dificuldades e todas as necessidades que existe para você manter uma relação sadia, uma relação em que eu e o outro ou a outra pessoa cresça junto comigo, aproveite essa encarnação. E isso passa por direitos e necessidades equilibradas. Só que às vezes a gente tem que verificar as crenças sociais que foram estabelecidas pra gente avaliar. Faz sentido isso do ponto de vista das bensaventuranças? Faz sentido isso do ponto de vista dos princípios espirituais, né? É uma coisa que ele fala aqui sobre essa questão do do da dependência. Muitos acreditaram que o amor seria o amor seria somente despertado por uma varia de condão ou por uma flecha do cupido, que ao tocá-los acordasse das profundezas de seu inconsciente o sentimento há muito tempo adormecido. Existe aqueles que ingênuo passam uma encarnação inteira esperando que essa dádiva mágica desabroche de repente entre a procura e a espera do ser amado, pagando desesperadamente qualquer preço. E é o que eu mais atendo. São pessoas que não conseguiram achar a metade da laranja, se é que tem metade da laranja, né? Tá? Existe aqueles que colocaram o amor dentro de uma estrutura romântica, ou seja, fazem prevalecer um sentimentalismo exagerado e uma imaginação irreal, desprezando o significado dos sentimentos autênticos. Eles acreditam que o casamento estigue por completo todas as adversidades e infortúnios existenciais e que as ansiedades do cotidiano acabariam terminantemente quando a cerimônia sacramentasse num abraço de ternura o felizes para toda a eternidade. Quem tá casado há muito tempo sabe que não é assim, né? Quem já passou por um casamento sabe que não é assim. A necessidade recíproca de controle, as promessas de que renunciariam à própria
ternidade. Quem tá casado há muito tempo sabe que não é assim, né? Quem já passou por um casamento sabe que não é assim. A necessidade recíproca de controle, as promessas de que renunciariam à própria individualidade e teriam os mesmos objetivos para todo sempre são os primeiros indícios de uma enorme desilusão na vida dois. Compromissos de amor são válidos, desde que aprendamos que nossa vida está constantemente em renovação. Quando eu atendo casais em terapia de casal, a primeira coisa, eles perguntam para mim: "Como é que é a terapia de casal?" Eu disse: "Olha, eu vou ouvir vocês dois uma vez no início e depois eu vou ter que tratar vocês separados". Ela: "Você vai ter que tratar separado?" Vou, porque eu preciso primeiro entender os indivíduos para depois começar a fazer as estratégias conjugais, porque não existe casal sem o indivíduo. Concordam? Não existe relação sem um indivíduo sadio. Se eu tenho um indivíduo que está adoentado, que ignora essa doença, que sofre e que essa doença só progride, o que que ele vai levar pra relação conjugal? A doença, o sofrimento, a dor, a confusão. E é o que acontece. Muitos casais vivem de maneira instáveis. ou em sofrimento, em briga e confusão. Por quê? Porque um ou os dois estão adoecidos emocionalmente, espiritualmente e não buscam tratamento para isso. E aí entra naquela parte que a gente falou no início, eu vou e responsabilizo o outro por conta do meu fracasso individual e relacional. >> Temos uma pergunta, Pedrinho. >> Vai lá. eh, daqui de Brasília, não se identificou e pergunta o seguinte: "Considerando que vivemos em sociedade, não seria natural do ser humano buscar aprovação dos outros?" >> Sim. A necessidade de aprovação, ela é instintiva. Todos nós vamos buscar reconhecimento e prestígio. Todos nós. A questão é quando a gente depende somente da validação externa. Eu tenho que ter a validação externa e a autovalidação. Se eu não me autovalido, eu vou ficar dependendo sempre de fora, entende? Então eu vou buscar a validação sim do
e somente da validação externa. Eu tenho que ter a validação externa e a autovalidação. Se eu não me autovalido, eu vou ficar dependendo sempre de fora, entende? Então eu vou buscar a validação sim do outro, mas equilibrado com a minha autovalidação. Eu já passei algumas situações em que as pessoas duvidaram dos meus valores, da minha ética, da minha moral, quando eu estava correto. Inclusive até ameaçaram de chegar aqui na comunhão e falarem: "Olha, eu vou falar dos seus podres, não sei o quê, do que você fez. A pessoa tava achando que eu estava fazendo uma coisa e eu não estava fazendo de errado. Aí uma pessoa que que era comum a nós dois, a quem estava me julgando, virou para mim e disse assim: "Pedro Paulo, eu acho melhor você dar um tempo das palestras, porque se o fulano for lá e falar o que ele tá querendo falar, vai ser um escândalo." Eu disse: "Eu não vou parar de fazer as palestras. Primeiro, porque eu não fiz nada de errado. Segundo, para você acusar alguém, você tem que provar. Se você não provar, você vai ter uma consequência em relação a isso. >> Né? E eu continuei fazendo a palestra. E foi interessante porque às vezes eu chegava aqui, era uma pessoa que já que tinha assistido minhas palestras, que tinha tido uma convivência comigo e às vezes a pessoa tava aí no banco e eu chegava com a minha consciência tranquila, subia, dava palestra, dava 2, 3 minutos, a pessoa ia embora. Ah, Pedro Paulo, ele poderia fazer um escândalo falar: "Poderia, pode." A gente tá sujeito isso a todo tempo, né? Das pessoas acharem que a gente tá fazendo alguma coisa errada, mesmo a gente não fazer. O tempo todo nós estamos sob o julgamento dos outros. Mas o que que é mais importante para mim? O mais importante para mim é a minha consciência. E quando eu falo consciência, não é só consciência dos meus acertos, é a consciência dos meus erros, porque eu erro, entende? Se essa pessoa chegar para mim, dissero: "Paulo, você errou e eu errei". É simples. Eu vou pedir desculpa dessas
consciência dos meus acertos, é a consciência dos meus erros, porque eu erro, entende? Se essa pessoa chegar para mim, dissero: "Paulo, você errou e eu errei". É simples. Eu vou pedir desculpa dessas pessoas e vou tentar reparar. Não tem problema. Agora, se essa pessoa chegar e disser para mim alguma coisa que eu não fiz e insistir com isso e não ter nenhuma prova, eu vou me manter na minha convicção de que eu não fiz e eu não vouer o que a outra pessoa tem para trazer para mim. Porque isso, gente, é o princípio da humildade. A humildade é reconhecer quem eu sou e quem eu não sou e quem eu posso ser. Como que eu posso ficar com a minha consciência tranquila? Primeiro, abaixando o meu orgulho e tendo consciência de todos os defeitos que eu tenho. E são muitos. E cada vez mais. Só um segundinho, por favor. Eh, só eh nesse sentido todo, eu preciso ter consciência sobre mim. Eu preciso ter autoconhecimento. Caso contrário, eu vou sempre ficar a mercer de alguma opinião de que eu não percebo. Isso é muito ruim. É melhor eu entender todos os meus defeitos, porque quando eu fizer alguma coisa errada com alguém e alguém reclamar, eu vou reconhecer logo. Eu tenho possibilidade de reparar o que que acontece com muitas pessoas. Elas não têm consciência dos seus defeitos, elas não querem saber dos seus defeitos. E quando elas são criticadas, elas negram e se ofendem e elas ficam presas a essa ilusão de alta imagem. Pode, pode falar, por favor. Desculpa, só para concluir. Não sabe por errar é humano. >> Sim. >> Todo mundo erra. >> Sim. >> Ninguém deixa de errar às vezes. Não se preocupe com isso, não. Se você errou alguma vez, não tem problema não. A gente erra para aprender a não errar. Isso mesmo, isso mesmo. Desculpa, tô falando. >> Não, não, o senhor tá falando certo. Isso mesmo. Tá. Vamos lá. Por causa do nosso tempo. Ramed continua dizendo assim: "Assim como as pessoas passam por diversas transformações, tanto o amor que sente pelos outros se transforma. Quanto mais observamos os ciclos da vida, mais
nosso tempo. Ramed continua dizendo assim: "Assim como as pessoas passam por diversas transformações, tanto o amor que sente pelos outros se transforma. Quanto mais observamos os ciclos da vida, mais entenderemos as transformações que ocorrem em nossa intimidade, porque nós também somos vida". Por que que ele tá falando isso em relação à dependência? Porque às vezes a gente fica eh preso a uma ideia fixa de evolução e isso não acontece. A vida ela vai mudando os cenários o tempo todo. E eu preciso me atualizar em relação a isso. Se eu fico preso conservando um pensamento fixo, vai ter uma hora que eu vou ter dificuldade de compreender a realidade que tá em minha volta, sabe? Então eu preciso compreender esses ciclos da vida. Cada um tem um ciclo. Eu atendo um paciente que ele tem uma mãe de 93 anos e ela é ela é lúcida, ela, né, tem mobilidade física e tal. E ela sempre antes viajava muito, passeava com ele e agora ela não quer mais. E ele fica inquieto. Eu disse para ela, eu disse para ele: "Cara, a sua mãe tem 93 anos. Ela tem o direito de não querer mais ficar andando para lá e para cá. Aliás, ela pode até ter um limite em relação a isso, né? A vida mudou. Antes ela tinha uma condição, hoje ela tem outra condição. Você precisa atualizar a sua percepção em relação a isso. É isso que ele tá falando aqui. Cada fase da nossa vida a gente vai vivendo diferente. A gente vai tendo desejos, necessidades, potencialidades, limitações diferentes. E a gente precisa compreender isso. Por exemplo, tem pais e mães que ficam infantilizando seus filhos a de eterno. não percebe que eles já são adultos, que eles já sabem tomar as decisões, que independentemente das decisões erradas que eles tomarem, eles têm condições de assumir as consequências disso, que você não precisa ficar o tempo todo lá do lado. São fases de vida. Lembra que ele falou agora que o sofrimento ele faz parte do processo evolutivo também dentro da lei de progresso. As crises fazem parte da evolução. A gente precisa compreender a vida como
s de vida. Lembra que ele falou agora que o sofrimento ele faz parte do processo evolutivo também dentro da lei de progresso. As crises fazem parte da evolução. A gente precisa compreender a vida como ela é. Eh, eu vou passar Ramed nosso tempo e eu quero chegar aqui, ó, na questão dos apegos. A dependência emocional ela vai ser eh uma consequência do tipo de apego que a gente desenvolve. E aí tem um autor, eu não vou lembrar o nome dele agora, Joe Bowy, alguma coisa assim, eh, um psicólogo que ele criou a essa teoria do apego. Ele diz que nós podemos desenvolver quatro tipos de apegos de acordo como nós somos criados, de acordo com o estilo da família. Então, por exemplo, o primeiro apego aqui que ele fala do apego seguro, o que que acontece na infância? Ele confia que o cuidador estará disponível. Então, quando a gente tem pais presentes, pais democráticos, pais que são equilibrados, que conseguem diálogo, que conseguem compreensão, que se autoconhecem, que se trabalham, eles vão desenvolver na criança um apego seguro. E qual é o reflexo disso na vida adulta? Relacionamentos saudáveis e autonomia emocional. Agora, olha o apego ansioso. Que que acontece na infância? insegurança sobre a disponibilidade do cuidador. Qual é o o reflexo disso? medo de rejeição, necessidade constante de validação. Se eu tenho uma falta de segurança na minha infância, e aí a segurança ela ela ela corresponde a vários fatores. Segurança material, segurança física, segurança emocional, segurança energética, espiritual, são vários fatores que compõem a segurança. Se eu não tenho um ambiente que proporcione isso para uma criança, provavelmente ela vai ter algum tipo de consequência lá na frente. Pedro, isso aqui é uma regra básica? Não. Por quê? Porque às vezes a bagagem do espírito é maior do que aquilo que ele vai receber no ambiente familiar. Dois exemplos clássicos disso. Uma criança nasce, um espírito nasce num lar de traficantes e de usuários de droga. Pai, mãe, irmão, tio, avó, todo mundo é da boca do do das
ceber no ambiente familiar. Dois exemplos clássicos disso. Uma criança nasce, um espírito nasce num lar de traficantes e de usuários de droga. Pai, mãe, irmão, tio, avó, todo mundo é da boca do do das drogas. Ele nasce lá, mas ele se torna um juiz de direito. O espírito transcende o ambiente. O contrário também acontece. Uma criança nasce num lar equilibrado, honesto, com valores morais, espirituais, etc, etc, etc, funcional. E ele se torna um criminoso, um sociopata, um psicopata, um estelionatário, entende? Ali o espírito transcende o ambiente. Mas o ambiente ele sempre vai ter uma possibilidade de influência. Por isso que a gente sempre remete-se a isso e se preocupa de ter o melhor ambiente possível, não é o perfeito, porque a gente não tem perfeição ainda, não vai ter pai e mãe perfeito, senão você vai criar uma neurose em relação a isso. Mas possível no sentido de você compreender como funciona essa dinâmica de constituir uma família e educar filhos. O outro apego que ele traz é o apego evitativo. Na infância, ele aprendeu a não depender do cuidador. Qual é o reflexo na vida adulta? Dificuldade com intimidade, expressão emocional. E por último, o apego desorganizado, aonde ele tem um cuidador imprevisível ou abusível. Que que vai acontecer na vida adulta? Medo de se machucar e relações confusas ou estáveis. Então, a sua dependência emocional, ela tem, ela pode ter uma causa na relação parental que você teve, nas experiências que você teve. Pedro, mas eu não posso mudar o passado. Para que que eu tenho que ver meu passado? Para você entender a dinâmica. Por quê? Porque às vezes os traumas ou as negligências ou as violências que você sofreu na sua infância e na adolescência, ele vai gerar crenças limitantes que vão repercutir em situações parecidas na sua vida adulta. E você não vai entender porquê. Você só vai reagir a isso porque você tá condicionado. Quando a gente entende essa dinâmica toda, a gente tem possibilidade de recontextualizar as situações atuais.
ta. E você não vai entender porquê. Você só vai reagir a isso porque você tá condicionado. Quando a gente entende essa dinâmica toda, a gente tem possibilidade de recontextualizar as situações atuais. é um processo de recontextualização da situação em sua volta e de ressignificação do seu sentimento. Entende? Por isso que é importante a gente entender esse processo todo. Não é para ressofrer, não é para retraumatizar a pessoa, é para eu psicoeducar e entender as minhas dinâmicas psicológicas, conscientes e inconscientes. E às vezes a gente consegue trocar isso. Tá bom? Para finalizar, que nosso tempo já foi embora. Aí eu trouxe aqui alguns sinais de dependência emocional, tá? Primeiro, medo intenso de rejeição ou abandono. A pessoa vive com receio de ser deixada de lado, o que gera ansiedade, comportamento de controle ou submissão para afastar, para evitar o afastamento do outro. Segundo, necessidade constante de aprovação. A autoestima depende fortemente da validação externa. A gente já falou isso aqui. Terceiro, dificuldade de ficar só. O silêncio, a solidão ou distorciamento são vividos como algo doloroso. A pessoa busca companhia constantemente, mesmo que isso signifique manter relações insatisfatórias ou abusivas. Isso acontece muito nas relações tóxicas. As pessoas não conseguem sair dessas relações abusivas porque elas têm medo de ficar sozinho, né? Inclusive o abusador e ele retroalimenta esse medo. Normalmente as pessoas dependentes de abusadores, eles falam, eles eles eles destróem mais ainda a autoestima da pessoa para ela ficar presa à condição que ele impõe. Quarto, perda da identidade pessoal. A pessoa dependente tenta moldar seus gostos, opiniões e comportamentos para agradar o outro, deixando de lado seus próprios desejos e limites. Quinto, desequilíbrio na relação. A relação se torna simétrica. Um lado se doa excessivamente, quanto o outro assume o papel de centro da relação que reforça o ciclo de dependência. Eh, isso é muito importante. Eh, não tem relação
ão. A relação se torna simétrica. Um lado se doa excessivamente, quanto o outro assume o papel de centro da relação que reforça o ciclo de dependência. Eh, isso é muito importante. Eh, não tem relação perfeita, mas eu preciso estar mais ou menos equilibrado. Se um tá doando tudo e o outro nada, vai dar ruim. Tem algum problema aí que tem que ser avaliado, tá? Sexto, sentimento de insegurança e ciúme. A insegurança constante leva a comparação com outras pessoas, desconfiança e tentativa de controlar o parceiro ou a parceira. Sétimo, dificuldade em encerrar relações. Mesmo quando o relacionamento é prejudicial, a pessoa dependente tende a permanecer por medo de solidão. A gente já falou isso lá atrás. E por último, culpa e autoanulação. É comum sentir culpa por querer algo diferente do outro ou por colocar limites. A pessoa tende a se anular para manter a paz. Na relação, você vê que todos esses comportamentos são de pessoas que dependem do outro. Agora, todo dependente tem um controlador, correto? Todo dependente tem um controlador e no decorrer da relação há uma flipagem, há uma troca. Tem horas que um assume o controle, tem horas que o outro muda. Por quê? É quando acontece o esgaçamento, porque o abusador tem hora que ele vai sentir culpa. Aí o que é abusado se torna abusador, porque aí ele vai para desforra, ele vai para vingança e aí o ciclo fica se retroalimentando o tempo todo e a vida fica horrível, né? Aqui, ó, eu não não vou a gente não vai poder fazer um questionário, mas algumas perguntas que é interessante, quem quiser tirar foto, compartilhar, mandar para alguém, são 10 perguntas que indicam sinais da dependência emocional. A primeira, tenho medo que as pessoas que amo me abandonem? Sinto necessidade constante de saber se gostam de mim? Quando alguém se afasta, fica ansioso ou inseguro? Quando alguém se afasta, fico ansioso ou inseguro? Costumo colocar as necessidades dos outros acima das minhas? Tenho dificuldade de tomar decisões sem pedir opinião ou aprovação?
ansioso ou inseguro? Quando alguém se afasta, fico ansioso ou inseguro? Costumo colocar as necessidades dos outros acima das minhas? Tenho dificuldade de tomar decisões sem pedir opinião ou aprovação? Evito expressar o que realmente penso por medo de causar conflito? Já permaneci em relações que me faziam mal por medo de ficar só? Sinto que não seria feliz se perdesse determinada pessoa? Preciso estar em contato frequentemente com quem amo, mensagens, ligações, etc? Esses dias eu falei com uma mãe e o filho dela começou a estudar na UnBe ia de carro. Aí ela disse assim: "Pedro, o fulano começou a a estudar e tudo mais e eu coloquei um aplicativo de localização no celular dele. Aí eu disse: "É, eu disse: "Por que você colocou?" Ela disse: "Porque assim eu fico mais segura". Eu disse: "Você tá se sentindo mais segura?" Ela disse: "Tô." Como? Ela disse: "Agora de hora em hora eu fico vendo lá no aplicativo onde ele tá. Aí eu penso, né, sozinho e não falo por educação. Eu digo, mas isso é se tornar mais seguro, eu tenho que ficar olhando de hora em hora uma coisa que pode acontecer de ruim, que eu saiba, segurança e paz é quando eu tenho confiança, não quando eu tenho insegurança e checagem o tempo todo, né? Então é isso, é você ter a pessoa dependente, ela ela tem essa necessidade de ficar checando a respiração, a temperatura, o calor, tudo da pessoa para ver se a pessoa não vai morrer. Se ela morrer, ela vai morrer junto, né? E por último, sinto que minha autoestima depende de quantos outros me valorizam. Gente, eh nosso tempo acabou. Eu agradeço muito a participação, a paciência e a tolerância de vocês. Tudo isso que a gente traz aqui faz parte do nosso processo evolutivo. Eu tenho várias características dessa com algumas pessoas que eu convivo e eu tento me trabalhar, eu tento desenvolver para que eu não fique dependente. A maior dependência que hoje eu busco e que não é fácil para mim é depender de Deus. Aliás, não sou eu que falei isso. Quem sugeriu isso para nós foi Jesus, quando
er para que eu não fique dependente. A maior dependência que hoje eu busco e que não é fácil para mim é depender de Deus. Aliás, não sou eu que falei isso. Quem sugeriu isso para nós foi Jesus, quando ele disse: "Amai a Deus sobre todas as coisas". E aí depois ele diz: "Amai ao próximo como a si mesmo". E eu peço, eu peço muito que a espiritualidade amiga ajude cada um de nós a buscar essa dependência de Deus, a buscar compreender o amor de Deus nas nossas vidas, porque assim a gente verdadeiramente vai adquirir a capacidade de amar. E aí a gente se torna livre e deixa as pessoas ao nosso redor livres, confiando no livre arbítrio, que é a maior capacidade que Deus nos deu pra gente progredir e ser feliz. É isso que eu desejo para todos nós. Um bom retorno para casa, um bom final de semana a todos vocês. Muito obrigado. Me lembrando da importância dessa palestra e da gente tirar essa dependência emocional ou trabalhar essa dependência emocional, inclusive por conta das relações espirituais, né, Pedrinho? Podia trazer essa vinculação com a obsessão, né? >> É, aí é total. que aí a gente é é um problema grande. >> Se pensa nisso pra próxima palestra. Então, meus queridos, vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, agradecer por esse momento de paz, esse momento de tanta reflexão, tantos esclarecimentos. É tão bom, Senhor, quando nos equilibramos, quando nosso coração harmoniza e quando te sentimos mais perto, mais perto de nós. Que possamos trabalhar nessa confiança em ti, que possamos trabalhar em sermos melhores a cada dia e tratarmos melhor a nossa mente, os nossos pensamentos, as nossas emoções. Em teu santo nome, Jesus, profundamente agradecidos, te pedimos permissão e ao nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, te pedimos permissão para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Queridos, tenhamos todos um excelente final de semana e até a próxima palestra do Pedro Paulo. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de
do graças a Deus e graças a Jesus. Queridos, tenhamos todos um excelente final de semana e até a próxima palestra do Pedro Paulo. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios. por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares,
ituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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