ANSIEDADE E O TEMPO PERDIDO - Pedro Paulo Záu [9º SEMINÁRIO DO GRUPO ACOLHER]

Comunhão Espírita de Brasília 27/06/2025 (há 9 meses) 1:12:26 2,522 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa noite, amigos. Que a doce paz do Jesus esteja com todos nós aqui do salão Bezer de Menezes. Aqueles que estão nos ouvindo pelos meios de comunicação da comunhão espírita, é muito bom tê-los conosco nesse nono seminário do grupo Acolher. E para começar esse nosso momento, a gente vai pedir o Tomás, que é o conselheiro da Diretoria de Atendimento e Orientação, que é responsável por esse por esse evento, para fazer a prece inicial por todos nós. Boa noite a todos. É com muita alegria que nós estamos aqui mais um dia dessa semana para participar desse seminário que nos ajuda muito. Queremos então fazer a nossa prece inicial para aqueles que puderem fechar os olhos, respirar profundamente para lembrar da figura amorosa de Jesus, nosso irmão maior, nosso mestre, amigo querido de todas as horas, para falarmos do fundo do nosso coração, dizendo: Senhor Jesus, estamos aqui, mestre, querendo mais uma vez aprender um pouco mais dos teus ensinamentos. Que esse momento possa continuar trazendo tudo que nós necessitamos, pois sabemos que estamos aqui com o propósito de crescer, de evoluir. E esse trabalho que está acontecendo nesta semana nos ajuda muito nesse propósito. Que o nosso irmão Pedro Paulo possa continuar intuído pelos bons espíritos, nos trazer o que ele possui bom para o nosso conhecimento. Quecer ao nosso mentor da casa, Bezerra de Menezes, por tudo que faz por nós. Que nós possamos honrar todo esse trabalho que é feito para o nosso progresso, que nós possamos, mestre, também nesse momento concentrarmos nas mensagens, analisar como que estamos e o que que podemos auxiliar o nosso próximo. esse momento, então, continue a trazer toda a luz que necessitamos. Que os nossos irmãos que não puderem estar aqui na internet, da rádio e TV Comunhão,

s e o que que podemos auxiliar o nosso próximo. esse momento, então, continue a trazer toda a luz que necessitamos. Que os nossos irmãos que não puderem estar aqui na internet, da rádio e TV Comunhão, possam sentir todas essas vibrações amorosas que recebendo agora. Pedimos então permissão para iniciar este nosso encontro, dizendo graças a Deus e graças a ti, mestre. Que assim seja. Bom, amigos, nós estamos, como eu disse, no nono seminário do grupo Acolher. E o tema central desse seminário é: quem governa o mundo é Deus. E o amor não age com inquietação, Jesus. E a gente pergunta: "O que que é o grupo acolher?" O grupo Acolher tá acontecendo hoje, aconteceu lá na sala 13, né? tava repleto de pessoas maravilhosas participando. O grupo Acolher é um grupo que foi criado a uns 15, 16 anos para oferecer momentos de compartilhamento à pessoas em sofrimento, transtorno de ansiedade, medo, insegurança, depressão e outros transtornos emocionais. Ele funciona as quintas-feiras e à sextas-feiras no horário de 19 horas, vai até 2030 mais ou menos. Esse grupo ele é aberto a qualquer credo religioso. É um grupo que tá naquele piso acima da ali do café comunhão na sala 13. Não precisa de passar pelo atendimento fraterno, basta chegar na sala 13, se acomodar, que é muito bem-vindo. Passando pelo atendimento fraterno, o atendente vai eh vai encaminhá-lo para o nosso grupo. Bom, hoje nós tivemos na segunda-feira, na terça, na quarta, com palestras maravilhosas nossos amigos. E hoje nós temos o Pedro Paulo, que já é um amigo bem antigo, né? bem antigo. Ele não é idoso não. Ele desde muito novo ele tá aqui conosco, né? Fala. Então ele vai falar para nós da ansiedade e o tempo perdido. Viver no presente é confiar no amor de Deus. Então a palavra está com ele e vamos começar, né, Pedro Paulo? Boa noite a todos. Todo mundo aí atrás me ouve bem? Legal. Eh, tem um telefone aqui, é o meu telefone que tá com ela. Se vocês quiserem durante a palestra fazer alguma pergunta, ela tá autorizada a me

Boa noite a todos. Todo mundo aí atrás me ouve bem? Legal. Eh, tem um telefone aqui, é o meu telefone que tá com ela. Se vocês quiserem durante a palestra fazer alguma pergunta, ela tá autorizada a me interromper aqui, até porque a gente bate um papo também, né? Não fica só eu falando, falando, falando o tempo todo aqui. Ansiedade, quem não é ansioso, né? Quem não sofre com a ansiedade, quem não sofre com os pensamentos acelerados, pensamentos intrusos, pensamentos catastróficos, né? Hoje, mais do que nunca, a ansiedade ela é muito falada, né? Muito debatida e muito sentida também. A ansiedade por si só, como todos os repertórios emocionais que nós temos, ela não é uma vilã, ela não é mal, ela é um componente que nós temos internamente, emocionalmente, para que a gente possa se desenvolver e evoluir. O problema é quando essa ansiedade, esse conjunto de emoções que às vezes nos nos pega, ele passa a se tornar excessivo, ele passa a se tornar disfuncional. E o que que é disfuncional? É quando a gente não funciona direito por conta de um sentimento que tá nos atrapalhando. E ansiedade e excesso, a Rute acabou de falar na psicologia, a gente chama de transtorno de ansiedade, né? quando ela sai da normalidade passa a ser disfuncional. E aí ela vai atrapalhando minha vida acadêmica, minha vida familiar, minha vida social, minha vida amorosa, minha vida espiritual. E o espiritismo tem uma uma, eu digo, tem um antídoto muito bom paraa ansiedade, que é uma lei que muitos conhecem, chamada lei de ação e reação, lei de causa e efeito. E essas leis elas dizem pra gente de maneira sintética que tudo está no lugar certo, né? que tudo que está sendo proporcionado, que as possibilidades que a gente tem, que as limitações que a gente tem, fazem parte de um encadeamento lógico, baseado principalmente no nosso livre arbítrio durante todas as nossas reencarnações. Então, pra gente falar de ansiedade eh e desse tempo perdido, a gente precisa compreender esses conceitos de reencarnação, de lei de causa e efeito,

vre arbítrio durante todas as nossas reencarnações. Então, pra gente falar de ansiedade eh e desse tempo perdido, a gente precisa compreender esses conceitos de reencarnação, de lei de causa e efeito, de ação e reação, de lei de progresso, da cadência e do tempo de cada um, até para que a gente possa viver o tempo presente. Porque a ansiedade ela nos tira do tempo presente, ela sempre nos coloca num tempo imaginário, futuro e quase sempre catastrófico, negativo. Então, além de a gente não viver o que tem hoje, a gente fica vivendo uma hipótese lá na frente e sofrendo, né? Porque a ansiedade ela termina gerando um sofrimento muito grande. Eh, eu trouxe aqui alguns conceitos até de outras palestras que a gente já fez. Primeiro trazendo essa passagem de Jesus que é muito significativa no que diz sentido da orientação dele sobre ansiedade para ver como a ansiedade é antiga, né? Lá atrás já existia. Ele disse assim: "Observai os pássaros do céu, não semeiam, não ceifam, nada guardem celeiros, mas vosso Pai celestial os alimenta. Não sois muito mais do que eles? Qual de vós, por mais que se preocupe, pode acrescentar algum tempo a jornada da sua vida, né? Qual de nós pode, com as nossas preocupações, trazer os os problemas futuros para resolver hoje? Nem ninguém consegue isso, né? E Jesus continua: "E por que andais preocupados quanto ao que vesti? Observai como cresce os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem. Não andeis ansioso por motivo algum, pelo contrário, sejam todas as vossas solicitações declaradas na presença de Deus por meio da oração. Então aqui Jesus já dá um roteiro mais ou menos no sentido, principalmente do conceito da providência divina. E a ansiedade sem o conceito da providência divina, eu não consigo diminuí-la dentro de mim. Aliás, é esse o grande problema, um dos grandes problemas é porque nós acreditamos em Deus, nós falamos de Deus, né? Nós ensinamos sobre Deus, falamos dos pressupostos dele, mas no dia a dia esquecemos que ele é que controla tudo, que ele é onipotente,

lemas é porque nós acreditamos em Deus, nós falamos de Deus, né? Nós ensinamos sobre Deus, falamos dos pressupostos dele, mas no dia a dia esquecemos que ele é que controla tudo, que ele é onipotente, onipresente, onisciente, soberanamente justo e bom. A gente duvida meio disso, né? Parece que essa história Deus faz lá em cima, mas ele não faz aqui. E Jesus já avisou aqui pra gente: "Ore e se entregue." Basta só eu orar sem eu resolver as coisas, Pedro? Não, mas através da oração, você começa a criar uma frequência mental aonde toda a espiritualidade do bem que está disposta a lhe ajudar, ela vai começar a lhe intuir para que você busque as ferramentas certas para resolver os seus dilemas. É por isso que a oração é importante, a oração, a meditação, a reflexão, o estudo, porque são canais de conexão que a gente tem. Eu acho que vocês já devem ter experimentado ou já devem ter conhecido pessoas que às vezes a vida tá um um furacão, um bocado de coisa errada, um bocado de coisa dando errado, difícil, e essa pessoa começa a buscar um nível de espiritualização, de reflexão, de ponderação, de autoconhecimento. E aí aquilo, aquelas situações que antes eram só catástrofe, eram só negativismo, pessimismo, desesperança, a gente começa a clarear a mente, a perceber que existem algumas outras possibilidades, algumas outras soluções. A gente começa a perceber, inclusive que muito do sofrimento quem causa somos nós, com as nossas ignoranças, com nossos medos, com as nossas distorções da realidade, do pensamento. Então, quando sempre é proposto que a gente ore, é para que a gente descubra rotas diferentes pros problemas que a gente enfrenta. Não é simplesmente para eu pedir que se resolva o problema, mas é eu pedir orientação para eu ver soluções alternativas àquelas que eu tô pensando. Ainda sobre ansiedade, eu trouxe aqui dois tópicos do livro do Ramed que eu gosto muito, que são as dores da alma e os prazeres da alma e renovando atitudes. Ramed diz assim: "Despediçamos, por

sando. Ainda sobre ansiedade, eu trouxe aqui dois tópicos do livro do Ramed que eu gosto muito, que são as dores da alma e os prazeres da alma e renovando atitudes. Ramed diz assim: "Despediçamos, por consequência tempo e energias preciosas, obsecados com os eventos do porvir, sobre os quais não temos qualquer tipo de comando, pois ouvidamos ou esquecemos que tudo que podemos e devemos dirigir é somente as nossas próprias vidas." Ansiedade é sinônimo de controle. Tanto que quando chega no consultório, paciente com ataque de pânico, a primeira pergunta que eu faço: "Você é muito controlador?" E adivinha o que que responde? Sim, né? E por que que o controle ele é prejudicial nesse sentido? Eh, na nossa formação neurológica, lá da época das cavernas, o nosso cérebro ele era muito primitivo e basicamente o que o que funcionava mais era essa parte daqui de trás, que era responsável pela percepção de ameaça a sua vida. E esse cérebro, ele tem essa função até hoje. Ele ele ele fica verificando os nossos sentidos e a nossa percepção. Ela verifica se tem uma ameaça. Se tiver uma ameaça, ela manda um comando para esse cérebro. Esse cérebro dispara dois comandos. Ou você tem que lutar, ou você tem que fugir diante de uma ameaça. E aí ele entende que para eu lutar e fugir, eu vou precisar dos meus músculos. Para eu precisar dos meus músculos, eu vou precisar de sangue nos meus músculos. Eu vou precisar irrigar sangue. E aí ele dispara quem? O coração. Por isso que toda vez que a gente se sente ameaçado começa a bater mais forte aqui. Esse é o processo fisiológico que todos nós temos. fazemos isso o tempo todo. A questão é que quando a minha, o meu lobbro frontal, ele começa a achar, a pensar que tem ameaça o tempo todo, ele fica mandando um comando lá para trás o tempo todo, dizendo: "Tem ameaça, tem ameaça, tem ameaça". O cerebelo vai, faz todo o processo de novo para eu poder lutar ou atacar. Só que chega num momento que ele diz assim: "Não tem jeito, eu já mandei todas as

endo: "Tem ameaça, tem ameaça, tem ameaça". O cerebelo vai, faz todo o processo de novo para eu poder lutar ou atacar. Só que chega num momento que ele diz assim: "Não tem jeito, eu já mandei todas as informações e ameaça não para, que é o quê? a hipervigilância, o negativismo, o pessimismo. É o que ele fala aqui da da obsessão pelo controle do futuro. Porque se eu começo a querer controlar o futuro o tempo todo, eu vou gerar um estado de ansiedade o tempo todo, correto? Nesse momento que o cérebro fica mandando essa informação, tem hora que ele diz assim: "Não vai ter jeito, eu vou morrer". Porque eu já mandei várias informações e a ameaça não vai embora. E aí acontece o quê? O ataque de pânico, que é quando, para quem já sentiu, é uma sensação terrível, horrível, de que você vai morrer. E todo esse processo, ele se dá a partir de uma condição psíquica, fisiológica deturpada. Por isso que é muito importante quando você busca controlar sua ansiedade, você autoanalisar e autocriticar o quê? Os seus pensamentos, a sua percepção sobre aquilo, porque com certeza a sua percepção está distorcida, está irreal. É o que a gente chama de medo egocêntrico. Medo egocêntrico que é o medo irreal. Existe o medo real. Se eu tô na rua, passo um carro na minha direção, eu vou me autopreservar. Se eu chegar na beira de um de um edifício e tiver pronto para cair, eu vou voltar para trás. Esse é o medo real, o medo necessário de autopreservação. Mas existe um medo irreal, que é o medo do e si e se acontecer isso e ele não para. Vou dar um exemplo para vocês. Eu tô desempregado, aí eu começo a buscar emprego, aí aparece o medo egocêntrico. E se eu for reprovado na entrevista? E se eu não conseguir a vaga que eu quero? E se eu ficar desempregado muito tempo? E ele vai sofrendo com aquilo, aquilo o tempo todo? Aí ele consegue o emprego e começa a trabalhar. O ISI muda de lugar. E se eu for demitido? E se o patrão não gostar de mim? E se a empresa falir? Ou seja, ele vai só pulando de lugar.

lo o tempo todo? Aí ele consegue o emprego e começa a trabalhar. O ISI muda de lugar. E se eu for demitido? E se o patrão não gostar de mim? E se a empresa falir? Ou seja, ele vai só pulando de lugar. Vocês estão rindo, né? Que é assim que acontece? Vocês conhecem gente que é assim? Não é para olhar pro lado, por favor, gente, senão a gente não vai sair daqui harmoniosamente, tá? Então, o ansioso em excesso, o obsecado pelo porvi, obsecado pelo controle, ele vai estar constantemente hipervigilante. Ele vai estar constantemente querendo controlar as coisas e ele fica com uma visão limitada e isso faz com que você perca tempo e energia. foi feita uma pesquisa, eu acho que na segunda onda do COVID, anos atrás, eh, sobre o nível de preocupação das pessoas com a morte, que é natural, né? Tava todo mundo morrendo, e aí mediram o nível de preocupação de um conjunto de pessoas. Um ano depois foram lá para verificar se aquelas preocupações das pessoas tinham se realizado. Menos de 30% se realizou, quase 70% não aconteceu nada. Só que as pessoas estavam vivendo como fosse acontecer o tempo todo. Pedro, mas tinha um indicador? tinha um indicador, mas nem sempre um indicador determina o fato. Só que o hipervigilante, ele vai pegar um indicador de 10% e ele vai considerar esse indicador quantos por c? 100. Ele não consegue pegar esse indicador por 10. Tem 10% de probabilidade de dar alguma coisa ruim, ele vai achar que ele vai estar nesses 10% 100%. Que é uma distorção que a gente faz da realidade, né? Red continua dizendo: "Nossa educação social estimula o vício do pensamento preocupante, principalmente no convívio familiar, onde teve início o fato de relacionarmos preocupação com dar proteção." Essa é uma outra uma outra distorção que a gente às vezes faz. Quem dá o filho pra gente a providência divina? Quem faz o filho retornar paraa parte espiritual? a providência divina através das suas leis. Só que quando você gera um filho, você acredita que aquele filho não é seu e é de Deus?

rovidência divina? Quem faz o filho retornar paraa parte espiritual? a providência divina através das suas leis. Só que quando você gera um filho, você acredita que aquele filho não é seu e é de Deus? Sim ou não? Na maioria das vezes não. E aí a gente começa a achar que a gente é responsável 100% pel aquele espírito. Só que aquele espírito ele está num processo. Ele não é aquele processo. Ele está filho. Ele não é meu filho. Ele é um espírito e meu irmão, filho de um pai que controla tudo e que é extremamente inteligente e sábio. Só que na hora que eu exerço a paternidade ou a maternidade material, eu esqueço disso. Eu esqueço desse processo da origem, do meio e para onde vai. E eu começo a agir como se aquilo fosse uma posse minha. E como eu não tenho todo o controle, eu não tenho toda a proteção, eu não tenho todo o poder, eu não tenho toda a presença, eu não tenho toda a ciência, eu descubro que eu sou impotente para isso. Aí eu começo o quê? a me preocupar e a achar que eu sou responsável. Se acontecer alguma coisa na vida desse ser, eu sou responsável 100%. Você é responsável? É 100%. Não. Até porque todo espírito tá dentro das leis naturais, tá dentro das leis espirituais. Essas leis é que regem todo o processo. Por isso que Jesus falou na primeira lei, ama a Deus sobre todas as coisas. Quando foram tirar Jesus lá no meio da praça, porque ele tava pregando e poderia ser preso, disseram: "Jesus, tá chegando aí tua mãe, teus irmãos." Ele disse: "Quem é meu pai? Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos?" Por quê? Porque o conceito da paternidade de Jesus era Deus. E ele falava o tempo todo. Ele falou isso o tempo todo pra gente. A gente ainda não consegue compreender, introjetar isso. E aí, como a gente não é Deus, a gente tenta ser o quê? Sem Deus. E dá certo a gente ser semideus na vida das outras pessoas? Não, porque a gente tem a intenção de consegue. E aí isso vai gerar o que Ramed tá falando aqui. A gente confunde o conceito de relacionamento de preocupação com dar

mideus na vida das outras pessoas? Não, porque a gente tem a intenção de consegue. E aí isso vai gerar o que Ramed tá falando aqui. A gente confunde o conceito de relacionamento de preocupação com dar proteção. Por exemplo, uma coisa básica que nós espíritos espíritas buscamos muito, o passe. Todo mundo busca o passe, né? Todo mundo sabe que o passe é bom. E o que que é o passe? É uma doação de energia. Eu tenho uma energia supostamente sadia, amorosa, positiva, que vai ser doado para um outro espírito para ele transmutar as energias negativas dele e energias positivas. Quantos de nós damos passes nos nossos filhos, nos nossos familiares, na nossa mulher, no nosso marido, na nossa sogra. Sogra é mais difícil, né? Mas tem que dar passe na sogra. Nosso sogro. Quantos de nós acreditamos que podemos ser instrumento da energia positiva dos espíritos para os nossos familiares? Aí o nosso familiar começa a ter problema físico, mental, espiritual. A gente fica desesperado, mas a gente não dá o passe. Paulo, mas a pessoa não quer receber o passe. Quando dormir vai lá e dá o passe cima dele. É uma doação de energia. Você quer um passe mais poderoso de uma mãe para um filho, de um pai para um filho, né? Ah, não, mas o passe é só quando vai lá, não sei o qu. O amor que eu tenho pela minha minhas filhas, eu dou um passo aqui na comunhão, eu dou um passo em outro centro, eu não posso dar um passo na minha filha, dentro da minha casa com meu amor. Não tem nada que me impede disso. E a gente meio que que eh fica mais complexo quando é mais simples. Nós às vezes nos limitamos muito às ações físicas das nossas relações. Nós nos relacionamos fisicamente, emocionalmente, mentalmente, socialmente, espiritualmente e energeticamente. A nossa relação subjetiva, ela tem um poder enorme através de uma coisa chamada magnetismo, que é doação de energia. Mas a gente só acha que vai resolver alguma coisa fisicamente, falando, dizendo, orientando, mandando, cobrando. Se você tem um familiar que tá com

a coisa chamada magnetismo, que é doação de energia. Mas a gente só acha que vai resolver alguma coisa fisicamente, falando, dizendo, orientando, mandando, cobrando. Se você tem um familiar que tá com dificuldade, isso te gera preocupação, isso te gera ansiedade, iso gera alguma coisa, começa a vibrar positivamente, começa a doar a tua energia, o teu amor, aquilo que tu acredita, a tua fé para aquela pessoa. faz isso e não fala nada, até porque se falar vai ser pior, vai ter conflito, vai ter briga, vai ter confusão. E verifica o resultado que isso dá. Até porque, como é que os espíritos cuidam da gente? Eles se materializam e diz: "Olha, Pedro Paulo, não pode fazer isso, não pode fazer aquilo, não vai por aí, não bebe, não come no isso, naquilo". Não. Eles fazem como? telepaticamente, vibracionalmente. Não é assim? Assim nós podemos fazer, porque nós somos o quê? Espíritos encarnados. O fato da gente estar encarnado não tira a nossa essência espiritual. Nós somos seres originalmente espirituais numa experiência material. Então, todas as potencialidades espirituais estão comigo, dentro de mim. Não tá no meu corpo, não tá na minha mão, não tá na na articulação da minha fala. E às vezes a gente esquece disso e aí a gente se desespera porque se a gente não tiver falando, se a pessoa não tiver escutando, se a pessoa não tiver prestando atenção, parece que eu não tô fazendo nada. Pelo contrário, você pode fazer muita coisa a partir do momento que você acalma o seu coração e que você serve de instrumento pros mentores da sua família para você ser utilizado vibracionalmente, energeticamente. E às vezes a gente ignora isso e a gente fica horas e horas se preocupando, se lamentando, com ansiedade, etc., né? Tá, obrigado. Eu mesmo no inverno sou, né? É impressionante. Ramed continua dizendo assim, ele fala de algumas frases que são autojustificações, né? Lógico que eu me preocupo com você, afinal de conta eu o amo. Você tem que se preocupar com seus pais. Quem tem filho vive em constante

assim, ele fala de algumas frases que são autojustificações, né? Lógico que eu me preocupo com você, afinal de conta eu o amo. Você tem que se preocupar com seus pais. Quem tem filho vive em constante preocupação. É realmente quem tem filho vive em constante preocupação. Mas eu posso balancear isso a partir do momento que eu também quem tem filho vive em constante oração, confiança, entrega, vibração, né? Já que a gente tem um amor tão grande por eles, eu posso exercitar todas essas coisas. ao invés de ficar ansioso e ficar querendo controlar e ficar gerando confusão na vida dos outros, desrespeitando às vezes o livre arbítrio dos outros, que é o que muito acontece nas famílias. Um dia desses eu tava conversando com uma mãe e ela tava reclamando porque ela fala, ela quer cuidar das filhas adultas. As filhas já t uma tem 28, outra tem 32 anos. E ela vai lá e fala e a filha não liga, ainda fica aborrecida e tal. Aí ela virou para mim e disse bem assim: "Depois que eu morrer vai dar valor". Vocês já ouviram essa chantagem toda, esses drama todo? Depois que eu morrer, aí vão dar valor. Quantos filhos querem uma mãe como eu? Digo Jesus Nazaré. Porque às vezes você confunde a sua função. Você acha que amar é isso que Ramed tá falando aqui é eh em nome do amor eu tenho que te salvar a partir da minha visão, a partir do meu egoísmo, a partir do meu orgulho. Por quê? Porque você é meu. Aí entra a questão da posse. É meu filho, é meu marido, é minha mulher, é minha mãe. Agora a pouco atendi um paciente, a mãe dele tem 87, 88 anos e ela tem uma série de prescrições médicas para fazer e ela não faz. E ele lá o tempo todo querendo ajudá-la, querendo auxiliá-la e ela tá nem aí, diz que ela adora farofa e não pode comer farofa. Eu disse: "Eu também eu adoro farofa". Eu quando eu ficar um velho, se tirar a farofa de mim vai dar ruim. Aí eu disse: "E aí?" Ele disse: "Pedro Paulo, no início eu ficava muito chateado para não dizer outra palavra, né? Mas hoje eu entendi que ela quer

car um velho, se tirar a farofa de mim vai dar ruim. Aí eu disse: "E aí?" Ele disse: "Pedro Paulo, no início eu ficava muito chateado para não dizer outra palavra, né? Mas hoje eu entendi que ela quer ficar assim, que ela fica assim, porque antes eu ficava brigando, era discussão, era um clima pesado e não acontecia nada de bom quando eu queria ficar controlando. E eu disse: "Eu não posso fazer isso, é minha mãe. Em nome de um amor, eu vou ter um desprazer com ela o tempo todo, tá? alguma coisa não bate. E aí ele disse: "Pois agora ela vai fazer do jeito dela, até porque é um direito, né, o livre arbítrio dela. Se ela não tiver pegando uma faca e querendo enfiar nela, mas os gostos, o desejo, se ela não quiser comer, vai enfiar a comida lá dentro da boca dela. Se ela não quiser ir pra fisioterapia, vai fazer a fisioterapia por ela? Não tem como. E aí ele passou a aceitar o modo de viver, a escolha que a mãe dele tem. E a relação dele está linda, perfeita. Ele não sabe quanto tempo ela mais vai ter, mas ele quer ter ter com ela os últimos momentos da melhor maneira possível. E às vezes em função da nossa obsessão, né, do nosso controle, a gente fica ali destruindo uma relação, perdendo tempo com coisa que não tem que perder, porque o seu egoísmo entende que tem que ser daquela forma e a sua imposição de vontade tem que se estabelecer daquela maneira, porque é uma imposição de vontade em relação a isso, né? Porque a gente não tem como, a não ser se for um caso, por exemplo, de um Alzheimer, alguma coisa, que aí uma doença mais que tira a autonomia da pessoa, mas enquanto a pessoa tem autonomia, enquanto a pessoa tem lucidez, você vai fazer o quê? tem que conviver da melhor maneira com isso. E aí ele aceitou essa realidade e hoje ele vive bem melhor ainda dentro dessa questão das causas, né, do do processo da ansiedade, continuando no texto de Ramédio, pera aí, deixa eu só mudar aqui a tela, que eu acho que vai aparecer aqui. Eh, nas dores da alma, Ramed fala de três,

stão das causas, né, do do processo da ansiedade, continuando no texto de Ramédio, pera aí, deixa eu só mudar aqui a tela, que eu acho que vai aparecer aqui. Eh, nas dores da alma, Ramed fala de três, dois ou três capítulos sobre o medo. E o medo tem tudo a ver com a ansiedade. Olha só o que ele fala na parte destacada. Quando destacamos algo, convergimos todas as nossas percepções mais íntimas para o motivo de nossa atenção. E ao examiná-lo, estaremos estabelecendo profundas ligações mentais através do nosso olhar ligado a esse lugar específico. Focalizar com a lanterna das nossas atenções os lugares, as pessoas, os fatos, eventos e as coisas em geral significa que estaremos enfatizando para nós mesmos o que queremos que a vida nos mostre e nos forneça. O espírito unicamente vê e ouve o que quer. Dizemos isso de um ponto de vista geral, em particular, com referência aos espíritos elevados. A percepção é um atributo do espírito. Quanto maior o estado de consciência do indivíduo, maior será a sua capacidade de perceber a vida, que não se limita apenas aos fragmentos da realidade, mas sim a realidade plena. mais embaixo, saber direcionar convenientemente nossa percepção e atenção no momento exato e para lugar certo. Quanto mais pensarmos e voltarmos nossa atenção para as calamidades e desastres, mais teremos a impressão de que o mundo está limitado à nossa pessoal maneira catastrófica de vê-lo e senti-lo. Então o que que ele tá dizendo aqui? Que aquilo que eu selecionar paraa minha mente é aquilo que eu vou sentir, é aquilo que eu vou viver, é aquilo que eu vou acreditar. Correto, Pedro? Mas o mundo tem desastre, tem calamidade, tem guerra, né? A gente tá vendo aí na TV processo, tem muita coisa ruim. Tem muita coisa ruim, mas tem muita coisa boa. Tem muita coisa do bem. Pedro, eu não vejo isso. Você procura isso? Você deseja isso? Como é que é a sua network? Quem são as pessoas com os quais você se relaciona? Quem são os grupos que você convive? Qual é o objetivo desses grupos? Qual é o

sso. Você procura isso? Você deseja isso? Como é que é a sua network? Quem são as pessoas com os quais você se relaciona? Quem são os grupos que você convive? Qual é o objetivo desses grupos? Qual é o objetivo dessas pessoas? Você está lidando com pessoas mais materialistas ou mais espiritualizadas? Porque de acordo com o foco do grupo, todo mundo vai. Afinal de conta, o grupo ele vai a partir de uma convergência de desejos, de ideias e etc. Uma vez eu, um amigo meu virou para mim e disse assim: "Cara, meu filho, o filho dele tem mais ou menos a mesma idade das minhas filhas, 26, 27. Meu filho tá em depressão, ele disse que o mundo não presta, só tem coisa ruim e ele quer ir embora. Ele não quer mais ficar aqui. Ele não vê nada de bom no mundo." E ele vem me perguntar: "Eh, por que que Deus deixa isso acontecer?" Aí eu disse: "E, e o que tu respondeu?" Ele disse: "Eu não sei. Às vezes eu concordo com ele, às vezes não". Aí eu disse para ele: "Se você chegar com as minhas filhas hoje e perguntar para elas assim: "O mundo tá mais ruim ou bom?" Elas vão dizer: "Os dois". Por quê? Porque uma cultura que nós temos lá em casa, e não é porque a gente é melhor, mas é porque a gente entende que é uma necessidade, é da gente sempre estar inseridos em projetos sociais, independentemente de religião. Não interessa qual é a crença, não interessa o que elas querem fazer, qualquer coisa, mas nós temos essa cultura de estarmos sempre em grupos que estão ajudando pessoas que sofrem muito mais. E quando você integra uma network dessa, você começa a perceber a característica dessas pessoas e você começa a entender que tem sim muita gente fazendo mal, mas tem muita gente fazendo bem. Mas você só vai, como como o Ramed tá falando aqui, você só vai focalizar nisso se você tivesse experiência, se você tivesse desejo, se você tivesse a crença. Mas aí o rabugento, ansioso, negativista, ele diz assim: "Tá bom, Pedro Paulo, tu me convenceu, eu vou lá fazer caridade no grupo X". Aí ele chega lá,

se você tivesse desejo, se você tivesse a crença. Mas aí o rabugento, ansioso, negativista, ele diz assim: "Tá bom, Pedro Paulo, tu me convenceu, eu vou lá fazer caridade no grupo X". Aí ele chega lá, passa uma hora lá e sai reclamando de Deus e todo mundo, vendo defeito e tudo quanto é canto. Se ele não se permitir ser sensibilizado, se a gente não se permitir também trabalhar as questões internas, ainda que eu esteja no meio de um jardim, eu vou sentir um odor. Só que não de fora, mas de dentro, entende? Mas é preciso que a gente tenha essas experiências. É como ele falou aqui, eu tenho que selecionar o que vai paraa minha mente. Antigamente a gente a gente gosta de assistir televisão lá em casa e aí a gente botava o jornal e ia comer. A gente comia com morte, com assalto, com estupro, com guerra, com um bocado de notícia boa. Vendo a a a política, né, tudo que os os maravilhosos políticos fazem. Hoje eu não vejo mais TV de jornal na hora do da minha alimentação, porque eu digo assim, cara, eu vou eu vou me eu vou comer uma comida e me intoxicar minha mente em relação a esse processo. Pedro, mas tu não tem que ter notícia, tu não tem que ser informado. Tem, mas eu escolho hoje o que eu quero ser informado e até onde eu vou ser informado? Ah, a menina foi agora, caiu lá, né, e morreu na beira do vulcão. OK, morreu, infelizmente. Eu enquanto não sabia que ela tava morrido, tava morrendo, tava vibrei para ela se salvar. Agora eu vou saber como ela caiu, aonde ela caiu, quanto tempo ela ficou, o que que aconteceu com ela, de que que ela morreu. Eu não sou, essa informação não me não me agrega nada. Eu fico triste porque ela morreu. Ao mesmo tempo, eu também sei que existe uma causa por isso, né? Agora, querer buscar mais informação acerca disso, para quê? Para mim, para eu ter mais medo. Porque aí se eu começo a saber todos os detalhes do que aconteceu, se amanhã ou depois eu for fazer uma trilha na beira de um peasco, eu vou achar que eu vou morrer também. É simples.

u ter mais medo. Porque aí se eu começo a saber todos os detalhes do que aconteceu, se amanhã ou depois eu for fazer uma trilha na beira de um peasco, eu vou achar que eu vou morrer também. É simples. Então, às vezes, a gente precisa ter essa inteligência emocional. Do que que eu vou colocar paraa minha mente? Do que que eu vou focar? Eu vou focar nas coisas boas ou eu vou focar nas coisas ruins? Eu vou me alimentar de catástrofe ou eu vou me alimentar de graça? Eu vou me alimentar de desgraça, de pessoas falhindo na vida ou eu vou me alimentar de testemunhos de pessoas que conseguiram superar o vício, superar a depressão, sabe? sair de um estado de miséria, sair de um estado de ignorância e conseguiram mudar a vida e se tornar pessoas melhores e felizes. Eu escolho, eu sou muito grato à minha profissão, porque eu vejo muitas pessoas em estado de miséria psíquica e depois irem mudando, irem mudando, ir mudando e se tornando pessoas fortes, sabe? Pessoas que depois servem de instrumento para outras pessoas. E isso me gera uma esperança muito grande, inclusive comigo, porque o meu combate interno, a minha luta interna, ela ela também existe. Eu não tenho o tempo todo essa consciência aqui, né? Essa esse humor que eleva. Não, tem momento que eu acho que eu não sou bom, tem momentos que eu acho que eu sou um hipócrita, ainda mais porque eu venho aqui e falo um bocado de coisa aí no meu dia a dia eu não consigo botar em prática. Aí eu acho que eu sou um impostor. Digo, olha aí, Pedro Pala, bonito. Tu vai lá, fala grosso para todo mundo o que que é, o que que não é. Eu digo: "Não sou eu. Tem gente aqui me usando." Só que a minha consciência me acusa, né? Eu já falei várias palestras aqui que eh eu sou palestrante porque eu sou o mais necessitado, porque o ouvido mais próximo da minha boca, qual é? É o de vocês ou o meu? O meu, eu tenho que ouvir isso aqui várias vezes. Antes de eu vir para cá, eu li, eu já li esse texto várias vezes. Toda palestra eu tenho que ler. E quando

minha boca, qual é? É o de vocês ou o meu? O meu, eu tenho que ouvir isso aqui várias vezes. Antes de eu vir para cá, eu li, eu já li esse texto várias vezes. Toda palestra eu tenho que ler. E quando eu leio, eu tô alimentando a quem? A minha consciência. É por isso que ele disse: "Pedro Paulo, vai lá, tu vai ser palestrante para tu não esquecer do que tu tem que fazer. Porque se tu ficar com qualquer outra função que tu não tenha que ler essas coisas, tu vai esquecer, tu vai repetir tudo errado de novo, tu vai voltar, vai dar trabalho de novo. Então essa luta interna é de todos nós. Nós somos mais ou menos farinha do mesmo saco. Nós somos espíritos medianos num planeta, num planeta mediano. Se a gente for pegar a categoria dos dos mundos, ele começa com quê? primitivo, prova, expiação, regeneração, de tose celeste, é cinco, cinco níveis. Segundo os fofoqueiro do além, nós estamos entrando no terceiro nível. No terceiro nível é o quê? É metade. Por isso nós somos medianos, correto? Tirando o povo que tá aqui em missão, que é o pessoal iluminado, que vem dos outros planetas para cá ajudar a gente, o resto é tudo mediano. Estamos aqui lutando, buscando. Então, não adianta eu ficar me comparando, não adianta eu ficar alimentando meu orgulho, achando que eu sou maior, que eu sou menor. Eu não sou maior e menor. Eu tô dentro da minha trilha evolutiva, da minha cadência, do que eu posso fazer. Eu não posso ignorar meus defeitos, mas eu não posso também ficar me autocondenando o tempo todo. Eu não posso achar que a vida das pessoas tem que ser 100% congruente, acertadas. Não, as pessoas vão errar, vão acertar, vão se arriscar. Eu não posso ficar achando que eu tenho que controlar tudo e todos para que as pessoas não sofram, para que as pessoas não morram. Até porque a gente sabe que morrer e viver tá dentro de uma programação das leis da vida. Esses dias eu tava conversando com um amigo, ele tava falando que na visão dele eh um assassinato depende do livre arbítrio do assassino.

morrer e viver tá dentro de uma programação das leis da vida. Esses dias eu tava conversando com um amigo, ele tava falando que na visão dele eh um assassinato depende do livre arbítrio do assassino. disse: "Opa, eu acho que não, porque o assassino, ele tem o livre arbítrio para decidir se ele quer matar ou não, mas ele não tem o poder sobre o livre arbítrio do outro, sobre a programação reencarnatória do outro. Isso esbarra. Ah, Pedro, mas a gente vê muita gente atirando e matando. E quantos assassinos a gente não vê acontecer por conta da lei de causa efeito? Olha só como a gente pode ter uma abstração seletiva, né? Olhar só a desgraça, mas não olhar a graça. Quantos de nós passamos por alguém mal intencionado que tava querendo matar alguém e não matou a gente porque não era para ser? entende como existe uma lógica por trás disso, mas às vezes a gente tem uma tendência a verificar só de uma forma. E por que que a gente tem essa tendência, Pedro? Já entendi. Às vezes minha mente é negativa, é hiper vigilante. Eu queria mudar isso. Eu queria ser mais tranquilo, queria ser mais confiante, eu queria entregar minha vida e a vida da minha família a Deus, né? Para não ficar nessa agonia toda. Já entendi isso. Por que que eu sou assim? Porque nós há pouco tempo atrás não dávamos valor nenhum para a vida. A vida era extinta por qualquer coisa. Fazem mais ou menos 150 anos que a gente começou a abrir um livro que Jesus deixou chamado amor. E agora que a gente tá entendendo o que que é amor, e esse entendimento os próprios espíritos falam pra gente. Se você pegar o livro dos espíritos, qualquer obra, eh, eles vão falar a concepção do amor, ela se dá a partir do autoconhecimento, a partir da compreensão da nossa dinâmica psíquica, emocional e energética. E isso nós estamos descobrindo agora. Agora que eu tô entendendo que eu sou orgulhoso, agora que eu tô entendendo que eu sou egoísta, agora que eu tô entendendo que eu acho que eu tô amando, mas eu tô controlando. Agora que eu tô entendendo que eu acho

ô entendendo que eu sou orgulhoso, agora que eu tô entendendo que eu sou egoísta, agora que eu tô entendendo que eu acho que eu tô amando, mas eu tô controlando. Agora que eu tô entendendo que eu acho que eu era humilde, mas na verdade eu queria atenção, eu queria validação. E quando não vinha, eu me frustrava, me magoava. Agora que a gente tá começando a entender isso e tudo bem, pelo menos agora tá sendo dado oportunidade, agora a gente tá se interessando, porque antes não se tinha nem termos para falar sobre isso, não se tinha nem nomenclatura. Hoje a gente sabe o que é um ataque de pânico, hoje a gente sabe o que que é um autismo. Hoje a gente sabe o que que é um narcisismo. Hoje a gente sabe o que é uma psicopatia. Hoje a gente sabe o que é uma esquizofrenia. o que que é uma ansiedade. Hoje a gente tá começando a entender como é a nossa dinâmica emocional, porque antes nós éramos muito mais instintos. Nós ainda não éramos, ainda não tínhamos formado as emoções, os sentimentos, como o evangelho fala. E que bom, que bom que a gente tá tendo essa oportunidade, mas a gente precisa também fazer a nossa parte no sentido de que se hoje eu identifico que existe um defeito que é muito forte dentro de mim e que me gera esse medo, me gera essa ansiedade, me gera essa necessidade de controle, eu me disponha, pelo menos, ainda que paulatinamente, a buscar ajuda, a buscar me transformar. Pode demorar o tempo que for, não tem problema. Eu sou eterno, mas pelo menos eu começo de alguma maneira e eu começo fazendo isso com uma meta diária. Porque o que que qual é o tempo que eu tenho? O tempo de hoje, né? Eu não preciso me apressar a correr, até porque eu não tenho todo o tempo do mundo. Eu só tenho o tempo de hoje. Mas eu preciso começar a desenvolver alguma forma para eu melhorar esse estado de espírito. Nós não fomos criados para ficar ansiosos o tempo todo. Nós não fomos criados para ficar controlando e comendo o tempo todo. Nós fomos criados pra gente raciocinar, pra gente discernir, pra gente perceber

não fomos criados para ficar ansiosos o tempo todo. Nós não fomos criados para ficar controlando e comendo o tempo todo. Nós fomos criados pra gente raciocinar, pra gente discernir, pra gente perceber uma realidade como um todo e compreender como é que funciona o fluxo da vida. E o fluxo da vida é simples. Se eu faço o bem, eu colho o quê? O bem. Se eu faço o mal, eu colho o mal. Se eu gero autoconhecimento, eu vou ter uma probabilidade muito menor de não me autoenganar, correto? Porque é inversamente proporcional o autoconhecimento com autoengano. Só que para que eu me autoconheça, eu preciso diminuir o meu orgulho, eu preciso diminuir a minha vaidade e eu preciso aumentar a minha humildade. Porque a humildade ela permita que eu reconheça quem eu sou, quem eu não sou e quem eu posso ser, ou seja, as minhas qualidades, os meus defeitos e o que eu posso reformar. O meu orgulho não. Meu orgulho quando dizem para mim, Pedro Paulo, tu é muito explosivo, tu é muito grosso. Eu vou dizer, eu não sou grosso, eu sou diretivo. Não, eu sou grosso. Às vezes eu sou muito grosso, mas às vezes eu sou muito explosivo. Às vezes eu sou muito impaciente, intolerante. Às vezes eu sou muito crítico, muito rígido. E eu preciso sempre estar observando essas coisas. Se eu não consigo ainda admitir o tempo todo por conta do meu orgulho e da minha vaidade, que eu permita, pelo menos, que as pessoas que me amam, estão em volta de mim, me ajudem, me sinalizem. Antigamente, quando minha mulher falava dos meus erros, me criticava, eu queria reagir. Hoje, quando ela fala, "Eu sei que ela tá certa, eu fico calado." Eu não gosto, mas eu fico calado. Eu vou falar o quê? Eu vou ficar defendendo o indefensável? Não. E isso é uma autorresponsabilidade. É para isso que eu estou aqui. Eu não estou aqui só para estudar, me formar, ganhar dinheiro, ser psicólogo, ser isso, aquilo. Eu não sou, não tô aqui só para isso. Eu tô aqui para reformar o meu espírito, porque é o meu espírito que vai levar o bom e o ruim que eu conquistar para ele.

nheiro, ser psicólogo, ser isso, aquilo. Eu não sou, não tô aqui só para isso. Eu tô aqui para reformar o meu espírito, porque é o meu espírito que vai levar o bom e o ruim que eu conquistar para ele. E eu não preciso necessariamente ter grandes coisas para isso. Eu preciso entender isso e me disponibilizar. Eu sou um ser imperfeito que estou me aperfeiçoando e quero me aperfeiçoar. Tem vezes que eu saio de casa dizendo para mim mesmo que tenho mais paciência, tem mais tolerância com as pessoas, tem mais aceitação. Às vezes, quando eu não consigo, eu peço ajuda dos espíritos. Me dei força, me dei lucidez, me intuam. E eles mandam brasa, eles ficam falando aqui o tempo todo. Antigamente eu ignorava, hoje não adianta, até porque quando eu ignorei, qual é o resultado disso? Dois sofrimento. Eu me lasquei hoje. Não. Hoje quando eu me revolto com alguma coisa, quando eu tenho alguma coisa, eles começam. Calma, Pedro, calma. Baixa a bola, fica mais quieto. Aí eles vão pegando tudo que eu falo. El dis: "Ó, tu falou isso, tu falou aquilo. Aí não tem como fazer o quê? Eu vou dizer que eu não falei. Tu explicou isso para fulano, tu disse isso para cicrano. Eu vou dizer é. E aí eu fico me mordendo por dentro, mas eu tenho que me acalmar. Aí quando eu não consigo me acalmar, o que que eu faço? Eu respiro fundo e digo assim: "Vai passar, não faz nada, não fala, não discute, não toma decisão, vai passar". E o o a a o pensamento destrutivo fica lá, né? Capiroto junto contigo, porque capiroto não entra na nossa mente sozinho, tá? O obsessor, ele é um cara que tem convergência com a gente. E aí fica lá, fica lá, fica lá alimentando. É isso mesmo, não sei o quê. Não podia ter falado contigo assim, olha, desse jeito e não sei o quê, tu não vai fazer nada. Então tem que te preocupar com isso, tem que tomar posição disso, tem que isso, que aquilo. Cara, não tenho que fazer nada. Eu tenho só que me acalmar. Eu tenho que me acalmar porque se eu tomar qualquer atitude nesse estado emocional

o, tem que tomar posição disso, tem que isso, que aquilo. Cara, não tenho que fazer nada. Eu tenho só que me acalmar. Eu tenho que me acalmar porque se eu tomar qualquer atitude nesse estado emocional não vai dar certo como nunca deu. Não adianta. Você quer ter razão ou você quer ter paz. O bo é ter as duas. Mas às vezes não dá. A sua razão tá errada. Nem sempre a nossa razão tá certa. E a gente às vezes tem que admitir isso tá errado. Ah, mas aquilo ali tá tudo errado. Tu não vai falar nada. Cara, eu não preciso falar isso. Eu não sou juiz do mundo. Eu não sou controlador de nada. Eu tô dentro de uma paternidade extremamente sábia. Eu estou dentro de um ecossistema divino, universal, galático, seja lá o que for, que sabe muito, mas muito mais do que o meu pequeno cérebro, do que o meu conjunto de experiências, que é desse tamaninho. Como diz o outro, quem sou eu na fila do pão? Né? Às vezes eu me preocupo, eu tenho duas filhas, ah, pô, não sei o quê, vai acontecer, isso, vai acontecer aquilo. Quando minha minha filha mais velha começou a sair, né, de noite e tal, pra festa, aí minha mulher não dormia e eu ia dormir, só que ela não dormia e me acordava. Aí ficava eu e ela acordava. Aí dizia: "Vai dormir, não, não consigo, não sei o quê. Liga para ela, eu não vou ligar não. Liga para ela e tal". Aí depois de um tempo, eu acho que isso passa por osmose. Ela não tava dormindo, eu também não tava conseguindo dormir. Aí não precisava nem ela me acordar. Aí nessa história, meu anjo da guarda chega comigo e começa a conversar. Por que que você não tá dormindo? Eu disse: "Porque eu tô preocupado. Você tá preocupado com o quê? Eu disse que ela tem um acidente, que assalte ela, que estupre ela, que ela se envolva numa confusão, né? tem uma porcar de coisa que pode acontecer. Ele disse: "Você tem controle sobre isso?" Eu disse: "Não tenho." Ele disse: "A sua preocupação vai mudar o resgate dela se ela tiver esse resgate?" Eu disse: "Não". Ele disse: "E por que você tá preocupado?" Eu disse: "Não sei, mas eu

isso?" Eu disse: "Não tenho." Ele disse: "A sua preocupação vai mudar o resgate dela se ela tiver esse resgate?" Eu disse: "Não". Ele disse: "E por que você tá preocupado?" Eu disse: "Não sei, mas eu tô preocupado". Aí ele virou muito sério e disse assim: "Se ela tiver de passar por tudo isso, seja por uma questão de vidas passadas ou pela decisão equivocada dela agora, ela vai passar e você não vai poder fazer nada, a não ser a partir do momento que você souber do que aconteceu, tentar auxiliá-la". Mas evitar, você não vai conseguir. Você vai amarrar ela aqui no no pé da cama para ela não sair. Tem como, né? Aa mais quando se torna adulta. É o sonho de muita mãe, muito pai, né? Amarrar o filho em casa. Ele disse: "Você já sabe da lei de ação e reação. Se ela não tiver de passar, pode aparecer todos os perigos perto dela. Ela não vai passar. Mas se ela tiver de passar, você pode guardar ela aqui dentro. as sete chaves e ela vai passar. Por isso, durma. E no final ainda foi bonzinho comigo. Ele disse assim: "Não se preocupe, ela não vai passar". E eu acreditei. E eu acredito porque dessa forma eu consigo segurar na mão de Deus e confiar nele. E hoje, todas as noites, quando eu vou dormir, eu rezo por elas e tudo, peço a proteção, né, para todo mundo. Mas eu aprendi nas preces lá no final do Evangelho Segundo Espiritismo, tem uma coletânia de preces e são preces muito ponderadas, aonde todos os pedidos eles vêm, você faz o pedido do que você quer e depois ele vem com uma proposta de aceitação da realidade. E todos os dias eu peço, se vocês puderem proteger as minhas filhas, a minha família, por favor, façam isso. caso não seja possível, caso esse meu pedido seja eh eh desassistido, não seja atendido, que elas segurem na mão de Deus e confiem. E que eu segure na mão de Deus e confie, porque para onde ele nos levar vai ser necessário paraa nossa evolução. E eu confio nele. Eu confio nas leis de Deus. Não interessa o que tiver de acontecer. Todos os dias eu passo essa mensagem pro

, porque para onde ele nos levar vai ser necessário paraa nossa evolução. E eu confio nele. Eu confio nas leis de Deus. Não interessa o que tiver de acontecer. Todos os dias eu passo essa mensagem pro meu cérebro e pro meu espírito. Pedro, mas se um dia acontecer alguma coisa com as tuas filhas, tu vai reagir como? Eu não sei, mas eu me proponho a reagir dessa forma, com fé, com confiança, com entrega, sabe? acreditando no senso de justiça, no senso de amor, na inteligência suprema, porque sinceramente, gente, eu não vejo Deus como um ser que castiga, que pune. Eu não vejo as suas leis dessa forma. Eu não acho que a dor é necessariamente algo ruim. A dor faz a gente se sentir ruim. Mas Deus às vezes nos aflige porque nos quer salvar, porque quer que a gente desperte, porque quer que a gente acorde, porque quer que a gente confie, porque é exatamente na nossa insegurança, nos nossos medos, na nossa ansiedade que a gente não desenvolve a fé sustentável, que a gente não desenvolve aquela fé que Jesus sempre pediu pros apóstolos terem, que depois de um tempo, os apóstolos vieram entender. A minha fé, ela tem que ser prática, ela tem que ser todos os dias renovada, ela tem que ser todo dia anunciada pro meu cérebro, pro meu espírito, para que a ansiedade não me tire do momento presente. Hoje minhas filhas até antes de eu entrar aqui, elas estão aí vivas, sem nenhum arranhão. E eu tenho que agradecer, eu tenho que ser feliz, sabe? Eu tenho que me regogizar por isso, ao invés de deixar a ansiedade ficar me preocupando o tempo todo, achando que vai acontecer alguma coisa, achando que isso, achando que aquilo, porque eu me preocupo, porque eu quero controlar, porque a minha insegurança ainda me deixa vacilante diante do destino das pessoas que eu amo. Mas todos os dias eu faço um exercício de confiança, de entrega, de fé. para que eu não perca esse tempo de agora, para que eu viva da melhor maneira, celebrando, convivendo, interagindo, aprendendo, trocando, se ajudando mutuamente.

cício de confiança, de entrega, de fé. para que eu não perca esse tempo de agora, para que eu viva da melhor maneira, celebrando, convivendo, interagindo, aprendendo, trocando, se ajudando mutuamente. Esses dias eu falei para alguém assim: "Cara, nós já viemos da morte. Nós já viemos da morte física". Por quê? Porque antes nós éramos espíritos desencarnados. O que que é um espírito desencarnado paraa vida material? Um morto. Não é? É do ponto de vista material, o espírito desencarnado, ele é o morto. Então eu vim da morte. Hoje eu estou na vida material e eu vou voltar, na verdade, não pra morte, mas pra vida eterna, que é da onde a gente vem e para onde sempre a gente vai. Por isso, esse conceito, esse medo da morte, do ferimento, do que acontecer, da tragédia e tudo mais, a gente precisa exercitar e transceder. Ou a gente precisa que Jesus seja crucificado de novo, seja colocado dentro de uma tumba, de uma gruta e ele saia, ele se materialize pra gente tocar nele igual São Tomé, pra gente acreditar que não existe a morte. É o nosso desafio viver uma vida material. sabendo que somos eternos espiritualmente e aproveitar todo o tempo que essa eternidade nos dá o tempo todo. É isso que eu desejo. Peço a Deus, Nossa Senhora Jesus para todos nós hoje e sempre. Muito obrigado pela atenção, pelo silêncio de vocês. Uma boa noite. Bom, amigo, chegando o final, né, de mais essa esse dia, né, agradecendo agradecendo imensamente a Paulo, né, ele é um companheiro nosso, tá sempre que possível ele estar aqui. A última vez ele não poôde aceitar, né, ele tinha uma viagem marcada, mas a gente tá sempre, o convite é sempre feito. Nós amanhã temos, não terminou o nosso seminário, né? Amanhã nós temos a Dra. Márcia Leon, que é da Associação Médica Espírita do Planalto Central, que ela vai falar para nós o que é afinal a cura, caminhos de libertação e entrega. aqui nesse mesmo salão, no mesmo horário. Quem não puder estar aqui, assista pelo meio de comunicação da comunhão, pelo YouTube, né, que já tava

que é afinal a cura, caminhos de libertação e entrega. aqui nesse mesmo salão, no mesmo horário. Quem não puder estar aqui, assista pelo meio de comunicação da comunhão, pelo YouTube, né, que já tava aqui, eu já vi todas as mensagenzinhas, o então contamos com a presença de vocês. No sábado nós temos Dr. Wesley, ele é um também é um um colaborador, né, que vai estar às 17 horas, vai falar para nós cuidar com amor quando o outro nos ensina a sentir e a servir. É às 17, às 19 ele continua aqui conosco no sábado, mas no comunhão inspira. Aí é um bate-papo entre ele e o a pessoa responsável. e ele vai falar da autoobsessão. Então aí nós terminamos o nosso seminário, mas enquanto não terminamos, a gente tem que agradecer o amigo que veio e vamos fazer a prece final. Vamos convidar Evani Bueno, Evani Bueno é a diretora da da diretoria de atendimento e orientação para fazer a prece final por todos nós. Um beijo no coração de vocês, um beijo no coração desses que nos assistem e até amanhã. Boa noite a todos. É com uma imensa alegria estamos realizando esse seminário do grupo Acolher da nossa diretoria Dal. E vamos com gratidão agradecer a Deus, a Jesus, por estarmos aqui hoje aprendendo com tantos esses ensinamentos que o Pedro Paulo trouxe para nós, que possamos refletir em casa cada um, a sua dor, a sua aflição, a sua ansiedade, que possamos trabalhar com o mestre Jesus em nossos corações que Saímos daqui hoje com tantas opções que podemos modificar esse comportamento em nossa vida e trazendo aos nossos familiares a paz, a união e o amor. Por isso, agradecemos ao Mestre Jesus por tantas bênçãos que recebemos em nossas vidas, que possamos focar no que é bom, no que faz melhor a cada dia. a nossa vida. Muito obrigada, mestre. Muito obrigada a Deus, nosso pai por tantas bênçãos recebidas. Que assim seja. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual,

das. Que assim seja. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à

tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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