REFLEXÕES SOBRE A MATERNIDADE COM MARIA - Dra. Márcia Léon, Dra. Débora Moraes e Saulo César
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Sejam bem-vindos a essa casa de Jesus para mais uma um momento de reflexão, né, sobre o evangelho do Cristo, seus colaboradores. E como eu falei no momento nosso de encontro às 17 horas, é um momento de muita alegria para nós, em especial na diretoria de atendimento e orientação, quando nós temos a oportunidade de trazer alguns temas que nos aparecem com mais frequência no atendimento fraterno, que são temas que nos ajudam nos trabalhos voluntários da casa. Então, esse mês, né, no momento das 17 horas e agora nesse nosso momento, nós, a diretoria de atendimento e orientação, a nossa querida Dal, planejou esse momento para nós refletirmos um pouco sobre a maternidade. Então, nós fizemos isso às 17 horas. Quem não teve oportunidade pode assistir depois no YouTube, né? E agora o momento em que vocês podem participar fazendo perguntas, nos encaminhando perguntas. A Rute e o Abílio vão estar aqui, de vez em quando, vão levantar se vocês quiserem mandar pergunta para que nós possamos refletir juntos sobre a temática da noite de hoje. Mas antes de nós falarmos exatamente dessa temática e apresentar os nossos convidados, né, que vão conduzir essa reflexão, o nosso tema é reflexões sobre a maternidade com Maria. Então, nós não podíamos deixar de trazer aqui um momento da reflexão sobre Maria que Humberto de Campos nos traz lá no livro Boa Nova. Eu vou ler só um trechinho, é uma degustação para que vocês depois possam ir até o livro. Quem não tiver, puder adquirir, mas também tem um livro disponível em PDF, na internet, leiam em especial esse capítulo que é o capítulo intitulado Maria. Então, capítulo 30 dessa obra Boa Nova de Humberto de Campos. E era um momento no final de tarde, Maria estava ali envolvida em suas meditações, o sol já se punha e ela não se sentia sozinha, abandonada. Ela estava envolta nas suas reflexões. E aí ela viu se aproximar da de onde ela se encontrava. Ela morava em Éfeso com João, né? E ela viu se aproximar um pedinte. E esse pedinte chega até ela e
nada. Ela estava envolta nas suas reflexões. E aí ela viu se aproximar da de onde ela se encontrava. Ela morava em Éfeso com João, né? E ela viu se aproximar um pedinte. E esse pedinte chega até ela e diz: "Minha mãe, venho fazer-te companhia e receber a sua bênção." E Maria maternalmente convidou aquele pedinte para entrar na sua casa. O peregrino lhe falou do céu, confortando-a delicadamente. Comentou as bem-aventuranças divinas que aguardam a todos os devotados e sinceros filhos de Deus, dando a entender que lhe compreendia as mais ternas saudades do coração. Que mendigo seria aquele que lhe acalmava as dores da alma saudosa com bálsamos tão dulço, tão dulçorosos, tão dulce, tão doces, né? Nenhum lhe surgira até o momento para dar. Era sempre pedir alguma coisa. Foi quando o hóspede anônimo lhe estendeu as mãos, lhe estendeu as mãos generosas e lhe falou com profundo aceno de amor: "Minha mãe, venha os meus braços". Tomada de emoção profunda, viu nelas duas chagas, como as que seu filho revelava na cruz. instintivamente, dirigindo o olhar ansioso para os pés do peregrino amigo, divisou também ali as úlceras causadas pelos cravos do suplício. Meu filho, meu filho, as úlceras que te fizeram. E precipitando-se para ele, como mãe carinhosa e desvelada, quis certificar-se tocando-lhe a ferida. num ípeto de amor, fez um movimento para se ajoelhar. Ele, porém, levantando-a cercado de um alo de luz celestial, se lhe ajoelhou aos pés e, beijando-lhe as mãos, disse carinhosamente: "Sim, minha mãe, sou eu. Venho buscar-te, pois meu Pai quer que sejas no meu reino a Rainha dos anjos. É assim, envoltos na energia dessa nossa querida mãe da humanidade, que nós vamos partir paraa nossa roda de conversa. Vamos falar um pouquinho sobre o que é que nós temos a aprender com Maria acerca da maternidade. E os irmãos que estarão conosco nesse momento é a nossa querida Dra. Márcia Leon da Associação Médico Espírita do do Planalto, o nosso irmão Saulo César, trabalhador da Federação Espírita do
ernidade. E os irmãos que estarão conosco nesse momento é a nossa querida Dra. Márcia Leon da Associação Médico Espírita do do Planalto, o nosso irmão Saulo César, trabalhador da Federação Espírita do Distrito Federal. Saulo já esteve conosco aqui em outros momentos na nossa casa e eu preciso fazer uma tietagem, né? Uma alegria enorme ter você aqui, acompanhá-lo nos estudos do evangelho de Jesus por Emanuel. É uma alegria enorme. Então, quem não conhece, tá tudo disponível no YouTube para fazê-lo. E a nossa querida Dra. Márcia já é da, né? já é nossa parceira dal conduzir essa conversa boa, amorosa com esses dois irmãos queridos, a nossa querida Dra. Débora Morais da Associação Médico Espírita do Distrito Federal, que vai conduzir essa nossa atividade, fazendo a prece e dando início a essa conversa boa e amorosa com Maria e com esses irmãos queridos. Meus amigos, vamos orar. Aqueles que se sentirem à vontade, que quiserem fechar os seus olhos, nesses instantes nos dirigimos em súplica, ao coração amoroso de Maria. Maria de Nazaré, a nobre mãe de Jesus. E nos entregamos a essa vibração de amor puro, rogando a ela, mãe de todos nós, que nos envolva em seu amor, serenando os nossos corações, aclarando nosso entendimento para que, baseados no seu exemplo de maternidade sublime, possamos refletir sobre essa nobre tarefa que possamos durante os momentos em que estaremos aqui reunidos estar todos envolvidos neste amor. Que assim seja, Senhor. Boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos a este nosso momento que é uma iniciativa da DAL, a diretoria de atendimento e orientação, representada aqui na figura da Ruteia, na figura da Patrícia. É com muita alegria que nós recebemos todos vocês para que possamos refletir sobre a maternidade com Maria. É o tema dessa nossa roda de conversa. Temos aqui hoje com alegria em nosso coração, eu poderia dizer que o nosso coração está em festa, porque a nossa casa recebe dois amigos muito queridos. a Dra. Márcia Leon e o Saulo César. Dra. Márcia
Temos aqui hoje com alegria em nosso coração, eu poderia dizer que o nosso coração está em festa, porque a nossa casa recebe dois amigos muito queridos. a Dra. Márcia Leon e o Saulo César. Dra. Márcia é pediatra, médica pediatra, participa da Associação Médico Espírita Planalto, uma trabalhadora do movimento espírita, levando muito conhecimento. Ela tem uma seara belíssima na área da infância, da adolescência, da família. e Saulo César, né, esse companheiro já conhecido de muitos de nós e palestrante, trabalhador, intimorato do movimento espírita, um trabalhador do Cristo, não é Saulo? Então, sejam muito bem-vindos os dois. Maternidade, minha irmã, se Deus te deu a luz da maternidade, deu-te a tarefa divina da renúncia e da bondade, busca imitar no caminho a rosa de Nazaré, irradiando o perfume de amor, de humildade e fé. Recorda que está contigo a missão de renovar, de corrigir perdoando, de esclarecer e ensinar. Então, meus amigos, embalados pelas doces palavras da poesia, vamos refletir sobre a maternidade com Maria. A figura materna será sempre merecedora de reverência. E hoje nós falaremos sobre isso, sobre essa missão, sobre a importância da maternidade. Falaremos de Maria, esse modelo de maternidade que trouxe ao vent ao ventre Jesus, o nosso modelo e guia. Entenderemos também aqui na nossa conversa por todo ventre é celeiro de luz. Então, sem mais delongas, nós começaremos aqui com as nossas perguntas. Inicialmente eu vou perguntar a Dra. Márcia. O espírito Joana de Angeles, ele afirma que a vida não improvisa, sendo todo um trabalho de organização superior. Então, Dra. Márcia, à luz dessa assertiva, quem são nossos filhos? Boa noite a todos. Uma alegria estar aqui agradecendo na pessoa da Rute, da Patrícia e da Débora Adal pela oportunidade da reflexão. Como nós sabemos, amigos, nossos filhos são espíritos imortais, são espíritos que têm a oportunidade de terem sido criados por Deus e que têm uma trajetória ímpar e uma trajetória abençoada ao longo das suas várias
os, amigos, nossos filhos são espíritos imortais, são espíritos que têm a oportunidade de terem sido criados por Deus e que têm uma trajetória ímpar e uma trajetória abençoada ao longo das suas várias existências. Esse momento em que ocorre a fertilização e a fecundação é um momento que o espírito se liga a célula ovozigoto para dar um reinício na sua jornada enquanto espírito imortal. Ele traz dentro de si um passado. Ele traz aquisições cognitivas. Ele traz os seus amores, ele traz também os seus desafetos, ele traz também as recordações de um tempo distante, mas ele traz em especial a esperança de um projeto reencarnatório dentro de uma família que tutelado por um pai e por uma mãe. Ele terá oportunidade de ter uma vivência. E quando nós pensamos nesta vivência amparado pelo Evangelho segundo o Espiritismo, nós teremos a oportunidade de, ao longo desta existência e de quantas forem necessárias neste anjo tutelado por nós, em transformá-lo em um homem e uma mulher de bem. dentro dos princípios do evangelho do Cristo, mas principalmente pela nossa ação enquanto pais e enquanto mães, enquanto cuidadores, de dar uma dignidade a esse espírito imortal. Então é de nossa responsabilidade primeira, o nosso compromisso primeiro enquanto pais para com esta criança que renasce nas mais variadas tipos familiares, mas também das mais variadas provas ou expiações, ambas com o intuito do aprendizado desse espírito imortal e principalmente com a oportunidade de vivenciar um lar e aprender com seus pais aquilo que é necessário para um ser humano, que é o aprendizado do evangelho. Essa é a premissa máxima. E a partir daí, as experiências da vida vão trazendo para esta criança os aprendizados, as conquistas dos valores morais, éticomorais. E a partir daí, tanto no Velho e no Novo Testamento, nós encontraremos a seguinte frase: "O que fizestes do O que fizestes do ser que lhe confiei? O que fizestes do filho que lhe confiei?" Daí a necessidade de uma maternidade, de uma paternidade responsável, porque nós
s a seguinte frase: "O que fizestes do O que fizestes do ser que lhe confiei? O que fizestes do filho que lhe confiei?" Daí a necessidade de uma maternidade, de uma paternidade responsável, porque nós estamos trabalhando, educando e experienciando uma vida maravilha, não é, minha gente? Nossos filhos são espíritos imortais. Emanuel vai nos dizer, né, Dra. Márcia, enquanto você dizia, eu me lembrava de Emmanuel falando no Consolador, essa belíssima obra. Nossos filhos, em primeira instância são filhos de Deus colocados temporariamente sob a nossa guarda. E como Dra. Márcia lembrou em o Evangelho Segundo o Espiritismo, Santo Agostinho nos dizendo, não é? Que cabe a nós paz. aproximar essas almas de Deus, como Dra. Márcia bem ressaltou, evangelizando-os. Então, a coisa é séria, né, minha gente? Bem, Saulo ainda conforme o espírito Joana deângeles nos diz, né, a chegada de um filho é um convite a mudanças para os genitores que o recebem. Quais as principais mudanças podemos destacar? Essa é uma questão muito interessante, mas eu não poderia deixar de inicialmente agradecer a oportunidade de estar aqui nessa casa. A comunhão espírita tem sido uma casa que de maneira muito diligente, muito laboriosa, tem contribuído sim para que a doutrina espírita, o evangelho de Jesus chegue a muitos corações. É uma casa que nós temos muito carinho, muito respeito. Eu queria agradecer a Patrícia pela oportunidade do convite. Quando ela me chamou para est aqui, eu não teria como negar, porque para mim é um presente estar aqui com vocês ao vivo e aqueles que estão nos acompanhando pela internet, porque essa casa é uma casa muito especial. A gente sente isso, ainda mais na presença da Dra. Márcia, da Débora, que a gente possa ter nesse momento aqui um momento de convívio fraterno. E quando a gente fala de mudança, é interessante, conversava um pouco com a Dra. Márci, antes da gente entrar, a maternidade, sobretudo paraa mulher, ela é um projeto que tem várias fases, vários elementos de mudança,
fala de mudança, é interessante, conversava um pouco com a Dra. Márci, antes da gente entrar, a maternidade, sobretudo paraa mulher, ela é um projeto que tem várias fases, vários elementos de mudança, porque a mulher ela começa a lidar com a maternidade antes de ser mãe. Já existe uma expectativa, uma expectativa que pode ser cumprida ou não, dependendo do tempo. As mães aqui sabem da ansiedade. Eu me lembro quando eu casei e a gente a gente começou a preparar os nossos filhos 3 anos antes de casar. Eu e a minha esposa Larissa, a gente ia nas livrarias, comprava os livros, ia se preparando, né? Aí casamos, o filho não chegava, a Larissa com aquela ansiedade, aí eu comprei um cachorrinho, né, para diminuir a ansiedade. Aí diminui a ansiedade, a filha veio logo depois. Então, é um processo de mudança que começa antes do fato, do momento da gente ter filhos, para que a gente possa se preparar para eles. E sempre que a gente fala de maternidade, tem uma frase que eu ouvi, não é minha, eu ouvi de uma mãe, eu achei muito profunda. Ela disse assim: "A maternidade me completa, mas ela não me define." "A maternidade me completa, mas ela não me define." A mulher tem na maternidade um elemento que completa a sua individualidade, a sua personalidade, mas a mulher também tem outras coisas. E eu acho que isso aparece muito quando os filhos vêm, porque muitas vezes as mães têm que abandonar todas as outras coisas e é um grande uma grande mudança para poder cuidar daquela criança que chega. Descobre que aquela história de dormir 7, 8 horas por noite é raras vezes cumprida. as dificuldades do ponto de vista hormonal, do ponto de vista psicológico, da relação conjugal, surgem nessa fase inicial. Ser mãe de criança é um desafio muito grande. Depois chega a fase de ser mãe de adolescentes e no momento atual que nós vivemos, esse é um grande desafio. Porque eu sou da época que eu sabia o que que cair a ficha significava como expressão. Eu sei o que que é uma fita cassete que a gente rebobinava com
o atual que nós vivemos, esse é um grande desafio. Porque eu sou da época que eu sabia o que que cair a ficha significava como expressão. Eu sei o que que é uma fita cassete que a gente rebobinava com caneta biquing, mas eu não nasci com internet, eu não nasci com celular, eu não nasci com rede social. A maioria de nós que estamos aqui vivenciamos essa mudança, essa transformação. E como lidar com jovens e adolescentes que crescem com isso definido, né? já é dado. O adolescente hoje já entra no mundo convivendo com rede social, com internet, com celulares, com meio de comunicação. Então é uma um novo desafio, uma nova mudança. E depois chega uma outra mudança ainda, que é a mudança de ser mãe de filhos adultos. Muitas vezes a síndrome do ninho vazio, muitas vezes as expectativas que nem sempre são atendidas no ponto em que a mãe e o pai esperavam. é uma mudança grande. Então, quando a gente fala de dessas fases, né, existem várias mudanças, mas todas elas apontam, eu acho que para uma essência que é da nossa transformação, da mãe ter a oportunidade de olhar para quem ela é, como mulher, como espírito, como esposa e ela ir reconfigurando esses papéis do ponto de vista dela contribuir com aquele espírito que vem, como a Dra. Márcia colocou muito bem por algum tempo sobre a nossa tutela. É uma responsabilidade que se assume, uma responsabilidade que a gente precisa entender com um pouco de profundidade paraa gente não cair no equívoco de considerar que a maternidade ou a paternidade tem o poder de moldar, de controlar, de determinar o que seja a experiência daquele espírito. é um espírito que tem uma trajetória antes, tem uma passagem ao nosso lado e tem objetivos que muitas vezes a gente sequer desconhece, a gente sequer conhece. Eu não sei se foi só com os meus filhos, mas os meus nenhum deles vem com manual de instrução. Ó, funciona assim, tem esse objetivo, o propósito é esse, o botãozinho de desligar tá aqui, não veio, né? a gente vai sendo surpreendido ao longo do tempo
eus nenhum deles vem com manual de instrução. Ó, funciona assim, tem esse objetivo, o propósito é esse, o botãozinho de desligar tá aqui, não veio, né? a gente vai sendo surpreendido ao longo do tempo por uma criatura que vai crescendo, vai se desabrochando, vai se revelando nas suas próprias características. Então, essa mudança nos papéis que a mulher sofre ao longo do processo da maternidade vão ajudando a se conhecer, a se entender, para que ela possa melhor se posicionar nessa que é uma relação que começa antes dos filhos chegarem e ela se estende até depois que eles partem. Todas as mães, eu tenho a oportunidade de de conduzir um apoio a um grupo que trabalha com mães que perderam os filhos, que os filhos já desencarnaram. E uma mãe nunca deixa de ser uma mãe. Ela nunca deixa. Ainda que o filho esteja ausente, a mãe continua sendo mãe. Então é uma tarefa muito bonita e que tem esse papel de contribuir pro crescimento da mulher e ela sentir a responsabilidade, o trabalho que é contribuir com aquela vida que temporariamente tá sobre a nossa tutela como mães e como pais. Maravilha. Os meus também não, viu Saulo? Eu te confesso que teve momentos em que eu queria muito que eles tivessem vindo com esse manual manualzinho bem descritivo, mas eu penso também que perderia a graça, não é? Porque o grandioso dentro da maternidade são essas fases que o Saulo nos trouxe, esses desafios. e que vão nos engrandecendo, né? Dizem que com o filho nasce uma mãe, não é? E eu penso que é nessa trajetória, tentando solucionar os desafios, os percalços, que nós vamos nos engrandecendo, né, como seres humanos. Nós e esses espíritos imortais, como vocês dois trouxeram, que estão temporariamente ocupando esse lugar de nossos filhos. Mas, Dra. Márcia, se olharmos para Maria de Nazaré e considerarmos que ela nos ensina um modelo de maternidade, o que podemos aprender com ela na educação do espírito? Antes de responder, eu falo pros meus pais, né, minhas mãezinhas que chegam no consultório com a consulta de sete dias
um modelo de maternidade, o que podemos aprender com ela na educação do espírito? Antes de responder, eu falo pros meus pais, né, minhas mãezinhas que chegam no consultório com a consulta de sete dias recém-nascido. Falo para elas assim e pro pai também, aproveita, logo logo faz 18 anos, não é? Porque passa muito rápido, gente. A maternidade ela é eterna, mas os filhos passam muito rápido. E uma das coisas importantes que a gente vê quando espelha em Maria de Nazaré já começa quando ela recebe a visita do anjo e lhe é informado do seu processo gestacional em breve. E ela diz: "Eis-me aqui a serva do Senhor, faça-se em mim a vossa vontade". Isso já nos dá uma ideia de que é alguém, assim como todas mães o são, é alguém que confia, é alguém que espera, é alguém que tem expectativas, é alguém que sonha, não nem tem ideia do tamanhozinho que é um bebê de 4 semanas. sean 12 semanas, mas já sonha, já cria planos, já galga no seu pensamento quase que uma trajetória inteira. A gente tem essa capacidade de observar, assim como Deus nos observa na nossa infância espiritual, como os espíritos perfeitos lá na frente. Mas a mãe tem essa capacidade. Quando se olha para o posicionamento de Maria, em que ela é uma mulher de fé, de esperança, de confiança, resignada, esperança naquilo que há o de melhor para acontecer para com seu filho, mas ao mesmo tempo preocupada porque ter um filho com Jesus não deveria Isso é fácil para uma mãe porque já era um espírito que sabe e sabia época a sua trajetória. Já era uma criança diferenciada, mas ninguém lembra de Jesus bebê. A gente tem o hábito de pensar em Jesus na vida adulta, mas ninguém lembra que ele aprendeu a engatinhar, ele aprendeu a comer, ele aprendeu a andar, ele aprendeu a correr. Ele caiu várias vezes e ela se desesperou várias vezes. Quando ele caiu, corria ao seu alcance. E quando a gente observa isso na vida de uma mãe, nessas várias fases que o Saulo trouxe pra gente, a gente vê o quanto que é importante a gente ter uma dimensão do futuro
caiu, corria ao seu alcance. E quando a gente observa isso na vida de uma mãe, nessas várias fases que o Saulo trouxe pra gente, a gente vê o quanto que é importante a gente ter uma dimensão do futuro comprometido com a verdade. Porque Maria trazia em si a certeza de que tudo estava dentro de uma programação estabelecida por Deus, anunciada pelos anjos, tutelada na manjedoura. Porque hoje em dia a gente vê, quando você está prestes a ganhar o bebê, toda uma dificuldade, uma preocupação. Como será? Será que vai dar tudo certo? Será que meu bebê vai nascer bem? Será que ele vai ter algum problema? Será que o cognitivo dele vai ser bom? Será que será um bom aluno? Será que será um bom filho? Mas Maria, ela tinha certeza, porque ela era tutelada pela sua reverência às palavras de Deus. Então, quando a gente toma ela como exemplo para nós mães, nós temos esse olhar ao longe. E uma das coisas que eu percebo muito nas mães atuais e desde os meus 30 anos de profissão, trabalhando com mães, com pais, com famílias, como pediatra, é que ao longo dos anos as incertezas aumentaram. Porque ninguém vem com manual de instrução. Mas a certeza, as incertezas quanto ao futuro, porque nós somos ainda muito imediatistas, queremos tudo para agora, para ontem, de preferência. E as crianças que têm renascido no orb, que a gente tem visto no consultório, muitas vezes são crianças que estão além do seu tempo, mas mesmo estando além do seu tempo, precisam ser educadas, precisam ser orientadas, precisam ser buriladas, porque como espírito imortal que são, eles dependem dessa orientação segura, principalmente quanto pautada nas verdades do evangelho. Então, para mim, Débora, quando olho para Maria como espelho, é isso que a gente vê, é isso que a gente espera, mas principalmente, amigos, a confiança sempre, porque nós nunca estaremos sem a tutela da espiritualidade amiga. os nossos benfeitores, os nossos anjos de guarda, os nossos amigos espirituais estão sempre ali a nos inspirar, a nos orientar, não só na condução eh da
staremos sem a tutela da espiritualidade amiga. os nossos benfeitores, os nossos anjos de guarda, os nossos amigos espirituais estão sempre ali a nos inspirar, a nos orientar, não só na condução eh da educação dos nossos filhos, mas principalmente na orientação segura do evangelho, às vezes tão distantes ainda das famílias. A gente tem oportunidade de conversar com essas famílias, despertar independente da religião, mas despertar o estudo do evangelho no lar. Muitas famílias acham estranho isso estar num consultório de pediatria, de consultório médico, mas muitas acabam pela curiosidade implantando ao seu modo e se sentem seguras e se sentem felizes, porque acaba que no final todo mundo participa e o ambiência psíquica da casa melhora. infinitamente. Então, espelhar em Maria é uma boa proposta para todos nós. Que beleza, né, Márcia? Você trouxe o evangelho no lar, que é luz, né, nos lares, como diz Joana, a o lar que tem essa prática, né, convida o Cristo a pernoitar com aquelas pessoas, com aquela família. E eu me lembro também da evangelização espírita cristã. Nós temos a responsabilidade, como pais espíritas de apresentar o evangelho de Jesus aos nossos pequeninos como elemento de transformação para esses seres que, como foi dito aqui pelo Saulo, não são páginas em branco, trazem uma bagagem espiritual, trazem um passado. feliz e também trazem a sua cota de experiências equivocadas. E é nesse período tão importante da infância que os espíritos estão mais maleáveis a novos ensinamentos, a novas propostas educativas. E nós temos, como Dra. Márcia trouxe o evangelho no lar e a evangelização nas nossas casas espíritas. Nós sabemos que muitas vezes a família renuncia a algum momento de lazer. Geralmente a evangelização é no final de semana, uma vez que as crianças têm as aulas, não é, durante a semana. Mas olha que possamos, eu garanto a vocês que o sacrifício é pequenino frente ao valor que a educação moral, né, dentro da dos moldes evangélicos, cristãos, espíritas trarão paraas nossas
te a semana. Mas olha que possamos, eu garanto a vocês que o sacrifício é pequenino frente ao valor que a educação moral, né, dentro da dos moldes evangélicos, cristãos, espíritas trarão paraas nossas crianças. Muito lindo que Dra. Márcia disse, não é? A confiança de Maria. E na palestra dela mais cedo, ela dizia que a maternidade é um segredo entre Deus e a mulher. E eu penso que nessa relação da mulher com Deus, quando ela se torna mãe, a confiança se faz necessária, imprescindível, porque esses filhos que virão por nós trarão as suas necessidades reencarnatórias, que nem sempre estão alinhadas com os nossos desejos. Então, que saibamos corajosamente confiar em Deus e fazer o melhor por esses espíritos. Muito bem, Saulo. Nós vamos ver em um livro dos espíritos, quando Kardec estuda a missão dos espíritos, que a paternidade barra maternidade é uma missão. Os espíritos nos asseveram isso, né? Então, à luz da doutrina dos espíritos, qual a importância da maternidade para o espírito que aceitou essa missão? Excelente questão. Eh, eu gostaria só de lembrar, a gente táa falando dessa questão de evangelização. Eu acho isso tão importante e a gente precisa encarar isso com muita seriedade. Eu me lembro que quando a minha filha do meio tava com 5 anos, começou a dar muito trabalho para ir na evangelização. Eu não quero ir, não gosto da ti, acho chato. E a gente como pai espírita, né, você vai argumentando, vai dizendo, vai falando. Se fosse a minha avó, teria recorrido àquela metodologia havaianas. Não sei se alguém se lembra dela. Resolviu o problema rapidinho, mas a gente não pode. OK. Sei que eu falei, falei, falei e esgotei meus argumentos. Chegou uma hora assim, vou ser vencido, não tenho mais o que argumentar. E aí na hora me veio uma inspiração, eu peguei ela, pus em cima da mesa, sentei, pus o dedo no nariz dela e disse assim: "Quando você decidiu nascer, você sabia que eu era espírita. Você veio por que você quis. Agora você vai na evangelização. Eu acho que ela
cima da mesa, sentei, pus o dedo no nariz dela e disse assim: "Quando você decidiu nascer, você sabia que eu era espírita. Você veio por que você quis. Agora você vai na evangelização. Eu acho que ela não entendeu nada, mas nunca mais me deu trabalho. Então acho que a gente tem que assumir esse papel, assumir essa responsabilidade, essa missão que é uma missão de contribuir, de oferecer, de ofertar o que nós temos de melhor. E eu diria que isso se desenvolve em dois aspectos. O primeiro deles é da gente realmente proporcionar aquilo que a nossa experiência, que o nosso conhecimento, que a nossa vivência nos deu. Quando um espírito vem para um contexto familiar, ele não vem necessariamente porque os pais têm conhecimentos teóricos, tá? Ele vem por conta da vida, do exemplo, do que aquelas pessoas são. E é muito interessante porque as pesquisas apontam as crianças são muito mais influenciadas pelo que os pais são do que pelo que eles fazem. Pode parecer um pouco estranho, mas deixa eu pontuar isso. Por exemplo, se a criança, se o pai e a mãe trazem o filho na evangelização, mas não fazem o culto do evangelho no lar, o que que a gente acha que vai influenciar mais? Em casa ele não tem a referência. Se a gente lê aquele livrinho no final da noite, mas o filho ou a filha nunca vê a gente lendo um livro, como é que ele vai se espelhar no comportamento? Então, quando a gente fala da missão do espírito, é muito a gente olhar assim para aquilo que a gente é, para aquilo que a gente tem no nosso comportamento, no nosso estilo de vida, nas coisas que a gente faz, porque isso é o que vai imprimir de maneira muito mais intensa algo nos nossos filhos. E muitas vezes a gente recebe desafios pelo que a gente é. Eu eu gosto sempre de brincar. Imaginemos se a gente tem dois espíritos para reencarnarem e um deles é um espírito cordato, disciplinado, estudioso, amoroso, alguém que é preocupado com questões sociais, correto, disciplinado. E o outro é uma peste sensualista, orgulhoso, egoísta, pensa em si mesmo,
é um espírito cordato, disciplinado, estudioso, amoroso, alguém que é preocupado com questões sociais, correto, disciplinado. E o outro é uma peste sensualista, orgulhoso, egoísta, pensa em si mesmo, não pensa nos outros. E aqui a gente tem uma família. A família vai na comunhão toda semana, faz o culto no evangelho no lar, se preocupa com a parte assistencial, ajuda as pessoas, manter um bom clima doméstico. Se a gente trabalhasse no departamento de reencarnação do nosso lar, que filho a gente mandaria para essa família? É, pra gente entender que nós temos uma contribuição para fazer. A nossa missão é contribuir com o que nós somos, contribuir com o que a gente é, ofertar para aquele espírito que durante algum tempo vai estar dentro da nossa casa aquela convivência, a interação profunda. Os momentos mais significativos que eu tive com os meus filhos, tem três filhos, não foram aqueles que eu falei das minhas vitórias, do que que eu fiz? Mas foi quando eu falei: "Olha, eu também tive problema nessa área, eu também tive um problema na escola, assim." E a gente despira a capa de superheróis, porque nós como pais e como mães, temos que para exercer essa missão, reconhecer a nossa humanidade, reconhecer a condição que nós temos, as nossas virtudes, os nossos defeitos, as nossas conquistas, os nossos desafios. Porque aquele espírito, ele não foi colocado ali para que a gente fosse professor e professora. Eles vão ter professores e professoras ao longo da vida. Eles não foram colocados ali para que nós fôssemos meramente amigos. Podemos ser amigos, nada de errado com isso, mas eles vão ter muitos amigos. Mas a relação de pai e de mãe é só com a gente, é só com aqueles que assumem esse papel. E essa relação, ela pressupõe intimidade. a gente conhecer os nossos filhos, a gente se expor pros nossos filhos, a gente se abrir dentro do contexto doméstico para que a gente possa trocar aquilo que é o de mais valioso que esse espírito veio buscar naquela família, a experiência, a
se expor pros nossos filhos, a gente se abrir dentro do contexto doméstico para que a gente possa trocar aquilo que é o de mais valioso que esse espírito veio buscar naquela família, a experiência, a vivência daqueles que o recebem como pai, como mãe, para que a gente possa entender que a missão da maternidade, a missão da paternidade, não é uma missão que a executa, como a gente faz alguma coisa fora de casa. Ela é muito mais profunda, muito mais séria do que isso. Ela é realizada com o que nós somos. Por isso autoaperfeiçoamento, por isso a gente buscar crescer espiritualmente, por isso a gente reconhecer os nossos desafios perante os nossos filhos, a gente oferecer as dificuldades que a gente tem, porque isso marca de maneira muito mais profunda aquela criança do que qualquer coisa que a gente possa dizer do ponto de vista teórico. Então, a gente reconhecer que é uma missão em que a gente precisa se colocar, a gente precisa estar presente na maternidade e a gente precisa se abrir para o outro. Às vezes eu vejo pais e mães que me procuram, falam assim: "Saulo, eu tenho muita dificuldade porque eu não consigo conversar com os meus filhos, sobretudo os adolescentes. Eu não tenho diálogo, né? A gente vai paraas reuniões de família, cada um pega o seu celular, tá num canto. Aí eu faço três perguntas pro pai e pra mãe. Pergunta assim: "Qual que é a série favorita do seu filho?" Silêncio. Quais são os amigos que seu filho mais gosta? Silêncio. Qual que é o jogo que seu filho mais curte, que ele mais gosta? silêncio. Então, como a gente vai estabelecer uma relação se a gente não se interessa pelo outro como ele é, né? E essa missão, ela precisa ser entendida que é uma missão de contribuição. Aquele espírito, ele vai aflorar nas suas características. E eu sei que às vezes é difícil a gente reconhecer isso, porque nós como pais, como mães, Dra. Márcia colocou isso, né? A gente tem as nossas expectativas e embora não haja nada de errado com ter de expectativas, a gente precisa entender que o nosso filho, a
orque nós como pais, como mães, Dra. Márcia colocou isso, né? A gente tem as nossas expectativas e embora não haja nada de errado com ter de expectativas, a gente precisa entender que o nosso filho, a nossa filha não tem a obrigação de atender as nossas expectativas. A gente precisa libertá-los desse peso. Já é difícil a gente atender as nossas próprias expectativas sobre a gente mesmo? Quem dirá pedir ao outro que atenda as nossas expectativas sobre ele? E a gente entender que nessa missão existe algo fundamental, a gente contribui com a felicidade dos nossos filhos, das nossas filhas. Felicidade, que é uma palavra que precisa ser entendida de uma maneira profunda, porque felicidade não é prazer. Prazer e felicidade são duas coisas muito diferentes. O prazer se esgota, a felicidade não. E quando a gente fala de felicidade, muitas vezes isso significa a gente exercer um papel mais firme, mais duro. É nossa responsabilidade, sobretudo quando é criança e quando é adolescente. Isso vai diminuindo da adolescência. Mas imaginemos o seguinte, se uma criança de 3 anos tiver caminhando na direção de uma tomada e for botar o dedinho na tomada, o que que a gente faz? A gente vira pra criança fala assim: "Meu filho, se você encostar o dedo na tomada, vai fechar um circuito elétrico. Desse circuito elétrico vai passar uma corrente elétrica, vai produzir um processo de desidratação quase instantânea. Vai doer muito, você pode até morrer, mas a escolha é sua." Alguém faz isso? Não. Você fala: "Não pode, às vezes até dá um tapinha na mão que é para lembrar que aquilo é perigoso." Então nós não podemos abrir mão do nosso papel. Então eu diria que a missão ela pode se resumir a gente se conhecer e se posicionar, a gente se abrir para o outro e a gente não abrir mão do nosso papel. Professores, nossos filhos e filhas terão, amigos também terão, mas pai e mãe somos a gente. Então, esse papel nós não podemos abrir mão dele, porque quando a gente abre mão, a gente corre o risco de falhar na parte que nos cabe
filhas terão, amigos também terão, mas pai e mãe somos a gente. Então, esse papel nós não podemos abrir mão dele, porque quando a gente abre mão, a gente corre o risco de falhar na parte que nos cabe para contribuir com a felicidade dos nossos filhos e filhas. Perfeito, Sal. Esse papel é nosso, né? E é no cadinho, na intimidade colocando-se, né? Muito bom. Muito bem, Dra. Márcia, agora nós gostaríamos de abordar uma maternidade especial, a maternidade atípica, aquela que contempla crianças especiais, crianças portadoras de transtornos do neurodesenvolvimento, como, por exemplo, crianças portadoras do transtorno do espectro o TDH, né? O transtorno da atenção e da hiperatividade, o déficit de atenção e hiperatividade, paralisia cerebral, deficiências intelectuais, crianças sindrômicas, portadoras de doenças genéticas, síndromes raras. Quem são esses espíritos? Quem são essas mães e como exercer a maternidade nesse contexto de forma que se obtém avanços espirituais? Amigos, esse tema é um tema delicado e muito sensível, porque, como eu disse a vocês, há 30 anos, a gente convive com famílias das mães típicas e atípicas. Só para entender o linguajar, a mãe típica é o que nós chamamos de uma mãe dentro da área médica, da área da pediatria, com filhos que não tem nenhum desses problemas. As mães atípicas são todos esses e mais alguns. A vida dessas mães não e desses pais, porque aí nós estamos falando de família, não é algo simples, porque passa pela dificuldade de três aspectos quanto aos seus filhos. Primeiro, a dúvida da possibilidade do diagnóstico depois do diagnóstico realizado, porque muitos são neonatais, ou seja, as crianças já têm alguns diagnósticos de doenças sindrômicas, algumas alterações físicas, alguns comprometimentos do corpo físico que já são vistos durante o pré-natal, os exames que as mães fazem durante o pré-natal, outros não, eles vão sendo eh trabalhados e vão aparecendo serem notados ao longo da primeira infância. E muitas vezes quando na possibilidade
é-natal, os exames que as mães fazem durante o pré-natal, outros não, eles vão sendo eh trabalhados e vão aparecendo serem notados ao longo da primeira infância. E muitas vezes quando na possibilidade do diagnóstico, a caminhada dessa mãe e desse pai é uma caminhada árdua, porque primeiro vem as opiniões alheias da família, segundo vem as possibilidades ditas pelas redes sociais. E a terceira é quando ela está de frente ao profissional, a uma equipe de profissionais que vai fazer a interpretação dos exames de laboratório, os cereótipos da parte genética, as avaliações psicopedagógicas, neuropsicológicas e aí fecha-se um diagnóstico. Até então é um drama familiar. E se vocês conhecerem famílias que são eh famílias atípicas, é um drama desde o início. Mas aí ele vai passar por três fases distintas. Primeiro, a fase da negação, que é essa fase que antecede, mas há a possibilidade. E ao fazer um diagnóstico, essa fase de negação faz com que essa família busque vários outros profissionais para ter certeza que não é nada daquilo que o primeiro profissional disse. Quando passa-se por vários profissionais e fecha-se novamente o diagnóstico, existe a segunda fase que a da revolta. Por que Deus permitiu que isso acontecesse? Por que na minha família e não na família de fulano, que é uma família, o fulano não dá toda a atenção pra família, é uma família disfuncional. Por que Deus permitiu que isso acontecesse na minha vida? Porque eu sempre fui uma pessoa boa, frequenta a casa espírita, vou nas reuniões públicas, tomo o passe, faço o evangelho no lar, trabalho. Por quê? Essa fase demora-se muito tempo às vezes. E quando concretizada e superada, vem a melhor fase, que é a fase da aceitação, em que todos respiram a possibilidade e a concretização dos acompanhamentos, dos tratamentos e da aceitação social, que nem sempre é adequada. Muitas dessas crianças dentro das escolas, que a maioria das escolas ainda ao se dizerem preparadas não o são, trazendo para essas mães, para esses
os e da aceitação social, que nem sempre é adequada. Muitas dessas crianças dentro das escolas, que a maioria das escolas ainda ao se dizerem preparadas não o são, trazendo para essas mães, para esses pais muito desconforto. Mas quando essas famílias assumem a sua a sua missão de cuidar desses filhos, em que elas têm a certeza de que há um propósito maior e superior a tudo isso e que elas o desconhecem, aí vem uma fase importante que é a fase da excelência do amor. Porque a maioria dessas mães, muitas delas, na grande maioria, elas andam sozinhas. Nem sempre os maridos ou os outros companheiros tem a facilidade de estarem com elas no tete a tete do dia a dia, porque muitas delas são abandonadas, como se o problema, entre aspas, fosse só dessa mãe. Mas aí aparecem os anjos tutelares. É a avó, é o tio, é o vizinho, é a comadre, é a evangelizadora, é aquele que está à frente do grupo de pais na casa espírita ou na religião que professar. E aí aquela dificuldade do início, ela não se dilui, mas ela se ameniza. E quando a gente observa isso no livro No Mundo Maior, André Luiz vai trazer a experiência de uma mãe que passou por tudo isso com o seu filho, que era acamado, era convulsivo, tinha síndromes à época não tão bem diagnosticadas, porque em 1946 a medicina não tinha tantos recursos. E aquele filhinho eh junto a sua mãe convulsionando, sem medicação, às vezes só com um chazinho. Calderaro, que é o instrutor de André Luiz nesse livro, chama André Luiz e mostra: "Olha como essa criança é cuidada, como ela é bem amada, como ela é bem quista, como ela é uma criança que tem tudo para acalmar o seu coração, os seus processos convulsivos. Porque esta mãe, nós estamos aqui diariamente, de tal a tal hora com ela, fortalecendo-a no momento da prece. Quando eleva, ela eleva ao a alto a sua prece em prol do seu filho. Repare, André, as convulsões diminuem. E a gente tem tido essa oportunidade no consultório de fazer o convite a essas mães, de que elas eh trabalhem esse autonhecimento e a partir dele dispenda
filho. Repare, André, as convulsões diminuem. E a gente tem tido essa oportunidade no consultório de fazer o convite a essas mães, de que elas eh trabalhem esse autonhecimento e a partir dele dispenda para os seus filhos as benéces da prece da oração. E tudo tem se tornado menos difícil. tudo se torna um pouco mais fácil. Então, essas mães são lutadoras. A maternidade atípica não é uma maternidade fácil, porque quando uma criança atípica entra um salão de palestras acompanhada dos seus pais e ela começa a ter as suas crises por causa do barulho, por causa da luminosidade, por causa que é um ambiente diferente, os olhares todos se voltam para olhar quem está gritando. quem está naquela situação. E muitos pais se sentem desconfortáveis. A gente já escutou inúmeras vezes famílias que optaram por deixar a frequência a religião por conta desses comportamentos nossos, que são comportamentos emocionais que não são adequados para este tipo de situação, uma imaturidade emocional nossa, porque a maternidade atípica pode acontecer em qualquer casa e são filhos muito especiais. Todos esses que a Débora citou, todos são filhos de Deus. Todos estão passando por essa experiência por aprendizado. Muitas vezes é uma expiação para a criança, mas é uma prova para a família. Daí quando nós nos reunimos no entendimento e quando observamos todas essas nuances da maternidade atípica, nós temos a certeza da misericórdia divina para cada um de nós. Porque enquanto aquele irmão está passando muitas vezes por uma expiação, ele já está no caminho da correção. Ele já está no caminho do aprendizado, mesmo que inconscientemente, porque as demandas da maternidade atípica são inúmeras. Mas quando bem trabalhada, quando bem administrada, quando conscientes do seu papel de anjo tutelar daquele filho, tudo ou quase tudo se ameniza no coração desta mãe. Daí a rede de apoio ser extremamente importante. Muitas mães atípicas que frequentam o nosso serviço, elas vão trazem nos seus corações as dores da alma.
ou quase tudo se ameniza no coração desta mãe. Daí a rede de apoio ser extremamente importante. Muitas mães atípicas que frequentam o nosso serviço, elas vão trazem nos seus corações as dores da alma. Mas quando a gente tem a possibilidade de apresentar para elas uma visão do evangelho, nem sempre a visão espírita, mas a visão do evangelho, essas mães têm um conforto e um consolo. E isso faz também com que esta criança receba em em numa nuance muito intensa as benéces das preces de uma mãe. que Jesus veio para aqueles que sentem as necessidades mais íntimas da alma e ele sabe como trabalhar o aprendizado dos seus tutelados. E para isso a gente necessita de encarar com muita tranquilidade e com muita amorosidade e muito acolhimento toda esta maternidade e paternidade atípica. Me permite uma observação? Tem tem uma palavra que os nossos irmãos evangélicos utilizam muito. Eu vou utilizar ela aqui a pedido deles. Vou dar um testemunho, né? Porque o meu filho mais novo de 7 anos é autista nível dois. suporte. E muitas vezes quando a gente passa por essa situação, um dos principais problemas que a Dra. Márcia destacou é você se identificar com aquilo. A pessoa falou assim: "Será que fui eu um erro meu?" E a gente precisa parar de olhar dessa forma, porque esse é um grande equívoco. E nós como espíritas temos um conhecimento mais profundo para abordar aspectos que muitas vezes é difícil para outras pessoas de outras religiões, com todo o respeito que nós devemos a elas. Mas eu acho que a proposta espírita ela é muito mais esclarecedora. Quando a gente pensa no autismo, o autismo não é uma tragédia. Os problemas que existem não são a tragédia, são um triunfo. É a vida querendo se expressar apesar das dificuldades. Aquela criança que chega nas suas variadas condições é a vida querendo se expressar. E nós temos a oportunidade de ter isso nas nossas casas e aprender. O que eu aprendi com meu filho autista é algo impressionante, inclusive com a oportunidade de falar sobre o temas. Eu tive, tem um grande
temos a oportunidade de ter isso nas nossas casas e aprender. O que eu aprendi com meu filho autista é algo impressionante, inclusive com a oportunidade de falar sobre o temas. Eu tive, tem um grande amigo meu que é evangélico e ele me procurou para, olha, como é que eu monto a minha igreja aqui? Porque a gente tem várias, vários autistas, a gente não tá conseguindo entender, porque são crianças que têm necessidades diferentes. Então a gente aproveitar essa experiência sem entrar naquela neura de que que eu fiz errado, será que eu sou culpado ou não, assim, se essa é a experiência que Deus me deu, o que que eu posso aprender com ela? Como é que eu posso contribuir com isso? E eu me lembro quanto o Artur me ensinou, porque como a criança autista, em algumas situações, ela traz características. Quem conhece um autista conhece só um autista, eles são todos diferentes. O Artur, por exemplo, tem crianças autistas que são não verbais, né? O Arturo é hiperverbal, ele fala o tempo todo. E se a gente interage com ele, mas se você dá muitas palavras, você vai ter que explicar cada uma delas para ele. Então a gente aprendeu a ser muito mais objetivo. Se ele perguntar assim: "O que que é aeira?" Aueira é uma planta. Porque se você falar que é uma planta bonitinha que tem flor vermelha, você vai ter que explicar todas as palavras. Por que que é bonitinha? Porque é vermelha, por que não é amarela. Então você vai aprendendo, você vai aprendendo novas formas de interagir. E na atualidade nós temos muitas possibilidades. A internet nesse ponto é uma fonte extraordinária. Em Brasília nós temos talvez uma das mais avançadas redes de apoio até o movimento, né? O acho que é o o não sei se a rua principal ali, esqueci o nome, mas que tem um evento que eles fazem só com mães atípicas. Então, a gente entender que isso é uma oportunidade. E o Artur pra gente hoje foi essa grande oportunidade da gente aprender com ele, da gente aprender sobre a gente, da gente poder falar sobre temas, da gente poder se conectar
isso é uma oportunidade. E o Artur pra gente hoje foi essa grande oportunidade da gente aprender com ele, da gente aprender sobre a gente, da gente poder falar sobre temas, da gente poder se conectar com outras pessoas. Então, viver essa experiência, se a gente se abre para ela, como a Dra. Márcia colocou, com amor, é uma experiência extremamente enriquecedora. Ela é desafiadora sobre muitos aspectos. Mas ela é extremamente enriquecedora se a gente se abre para ela. Maravilha. Emociona ouvir vocês dois, o Saulo com seu testemunho pessoal, né, Dra. Márcia, com a sua experiência e como é importante, né, esse esses temas. E a gente fica feliz, né, em em ver que a casa espírita tem aberto esses espaços. E aqui a gente agradece a Dal, né, por ter trazido. E e eu penso que um dos papéis da casa espírita é exatamente esse, não é? Trazer a reflexão, trazer o o tema para que possamos pensar juntos. e para que possamos auxiliar essas famílias a chegarem nessa fase que Dra. Márcia trouxe da aceitação, que é tão importante. E eu quero dizer que dentre a lista que você elencou dos anjos tutelares, eu quero colocar os pediatras e aqui em público, não é? cumprimentá-la, porque eu sei do seu trabalho no âmbito profissional e também no movimento espírita junto à AN. É um trabalho belíssimo com essa maternidade. Então são, sem dúvida nenhuma, anjos tutelares apoiando essas mães, essas famílias e que possamos trazer cada vez mais o tema tão importante para todos nós. Muito bem, Patrícia. Eu não sei como nós estamos de tempo estourado, né? A prosa tá muito boa, né, minha gente? Eu nem vi aqui. Então, olha, eu sei que o tema maternidade se estende, nós poderíamos ficar aqui, né, uma noite mais, mas o relógio já nos alerta, né, e a casa tem que continuar, temos outros trabalhos. Eu quero agradecer muitíssimo de todo o meu coração, a esses dois amigos queridos, Dra. Márcia Leon e o Saulo por terem eh vindo, né, atendendo a esse convite aqui da comunhão, trazerem os seus conhecimentos, os seus saberes e
imo de todo o meu coração, a esses dois amigos queridos, Dra. Márcia Leon e o Saulo por terem eh vindo, né, atendendo a esse convite aqui da comunhão, trazerem os seus conhecimentos, os seus saberes e compartilhá-los conosco. Muito obrigada e voltem mais vezes. Obrigada, meus amigos. Passo a palavra pra Patrícia. Tava aqui torcendo pro relógio do Rodrigo tá bem atrasado e demorar bem a nos alertar que o tempo já era chegado, né? Mas tem uma irmã que diz que o relógio da comunhão não para, então temos que encerrar. E aí, envolvidos nesse sentimento, né, de amorosidade, com tanta riqueza do que foi falado aqui, nós vamos pedir apoio a Emanuel, ao nosso benfeitor, espírito Emanuel, para nos ajudar nesse momento de encerramento, de agradecimento por esse banquete gostoso que nós podemos compartilhar nesses breves minutos, né, em louvor das mães. O lar é a célula ativa do organismo social e a mulher dentro dele é a força essencial que rege a própria vida. Se a criança é o futuro, no coração das mães repousa a sementeira de todos os bens e de todos os males do por vir. O homem é o pensamento, a mulher é o ideal, o homem é a oficina, a mulher é o santuário. O homem realiza, a mulher inspira. Compreender a gloriosa missão da alma feminina no soergimento na terra é apostolado fundamental do cristianismo renascente em nossa doutrina consoladora. Auxiliar assim o espírito materno no desempenho de sua tarefa sublime constitui obrigação primária de todos nós que abraçamos nos centros espíritas novos lares de idealismo superior e que buscamos na boa nova do divino mestre a orientação maternal para a renovação de nossos destinos. Nesse sentido, se nos cabe reconhecer no homem o condutor da civilização e o mordomo dos patrimônios materiais na gleba planetária, não podemos esquecer que na mulher devemos identificar o anjo da esperança, ternura e amor, e a descer para ajudar, erguer e salvar nos despinhadeiros da sombra. oferecendo-nos no campo abençoado da luta regenerativa novos tabernáculos de
emos identificar o anjo da esperança, ternura e amor, e a descer para ajudar, erguer e salvar nos despinhadeiros da sombra. oferecendo-nos no campo abençoado da luta regenerativa novos tabernáculos de serviço e purificação. Glorifiquemos desse modo o ministério santificante da maternidade na Terra, recordando que o todo misericordioso, quando se dignou a enviar ao mundo sublime legado para aperfeiçoamento e a elevação dos homens, chamou um coração de mulher em Maria Santíssima e através das suas mãos devotadas a humildade e ao bem, à renunciação e ao sacrifício, materializou para nós o coração divino de nosso Senhor Jesus Cristo, a luz de todos os séculos e o alvo de redenção da humanidade inteira. Assim, agradecemos profundamente aos nossos amigos espirituais que nos trouxeram aqui na noite de hoje para que pudéssemos levar em nossos corações as reflexões que aqui foram compartilhadas. E pedimos a Jesus que abençoe a cada irmão, a cada irmã encarnado e desencarnado, e que no retorno aos seus lares ou as suas moradas espirituais, possamos quando lá chegar sermos um pouquinho melhor do que quando de lá saímos. Que Jesus nos abençoe, nos guarde e nos fortaleça. Que é assim, Cia. Muito obrigada a vocês por esse banquete que nos ofereceram. Obrigados a obrigada a todos que compartilharam conosco até aqui, os que vão nos assistir ainda, e que nós possamos aqui no nosso coração transformar todas essas reflexões em ferramentas e aprendizados paraa nossa jornada aqui na Terra. Fiquem em paz e até uma próxima oportunidade. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir
irituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como
ue estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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