AMOR EM FAMÍLIA: COMO CUIDAR SEM APRISIONAR-SE? - Dra. Márcia Leon [19° Sem. de Dependencia Química]
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A perfeição [música] aqui. Eu entendi qual o [música] valor dessa missão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando >> a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. foi nessa [música] >> boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com cada um de nós aqui do salão e aqueles também que estão nos ouvindo pelos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. É um prazer tê-los conosco nesse 19º seminário sobre dependência química. Já estamos quase pegando a maioridade, né? Então é um é um seminário que a gente faz com muito com muito gosto, não é? como diz o mineiro, com muito gosto, porque a gente traz as informações sobre o que é a dependência química, sobre essa doença, que a gente vê falando por aí sobre essa doença de uma forma tão assim, eh, tão difícil, tão desumana às vezes. E é uma doença grave, uma doença séria que requer todo cuidado, todo o amor, toda a caridade, quando a gente referir alguém que tá sobre o uso, né, das substâncias. E quando a gente ouve os nossos convidados falarem, a gente fala: "Nossa, que coisa tão tão tão complexa, tão difícil, mas que exige tanto amor, tanto amor. Porque se não for com amor, nós não vamos dar conta de entender e muito menos de cuidar daquele que precisa ser cuidado às vezes da nossa família. Então, trazemos, já temos segunda, terça, quarta, quinta. Hoje é a sexta-feira, hoje é a Dra. Márcia Leon, que vai falar para nós. Amanhã nós temos mais duas palestras. Eu acredito que depois a gente revenda essas palestras, nós vamos entender bem melhor essa essa temática toda. Então, para começar esse nosso momento, a gente vai falar que nós temos um tema central, é o tema desse seminário, que é libertação interior, o despertar da consciência para a vida real. E nós vamos, antes de anunciar a palestra da Dra. Márcia, nós vamos pedir
e nós temos um tema central, é o tema desse seminário, que é libertação interior, o despertar da consciência para a vida real. E nós vamos, antes de anunciar a palestra da Dra. Márcia, nós vamos pedir a Evan Bueno, que é a diretora da diretoria de atendimento e orientação da comunhão, que é a diretoria responsável pelo seminário. Então, ela vai fazer a prece paraa gente começar esse nosso momento. Boa noite a todos. É com alegria que estamos aqui hoje para aprender um pouco mais como fazer para acolher esses irmãos entre nós que sofrem tanto na sua jornada. Então vamos pedir a Deus, nosso pai Jesus, nosso irmão maior, ao nosso mentor da casa, Dr. Bezerde Menezes, o mentor da nossa diretoria, José Grosso, que possa nos intuir neste momento, abrir os nossos corações, nossas mentes para fazer esse acolhimento com os ensinamentos de Jesus. acolher esses ensinamentos em nossos corações para que possamos aprender a respeitar, a amar, a perdoar as nossas faltas e as faltas dos nosso próximo. Por isso, pedimos a Deus, nosso pai que nos abençoe, que nos ampare, que nos ajude nesses momentos de maior dificuldade, que todos nós possamos aprender a amar aquele irmão que passa tanto sofrimento, tanta aflição, que possamos abrir esse coração e chegar em nosso lar, entre os nossos familiares e levar essas sementes que hoje é plantada para que haja paciência, tolerância, benevolência. Por isso, pedimos a Jesus, a Maria Santíssima, que possa nos acolher e nos ajudar nessa estrada evolutiva. Que Jesus nos abençoe e ampare sempre. Graças a Deus. Graças a Jesus. Bom, amigos, a Dra. Márcia Leon, ela é da Associação Médica Planalto. Ela já é uma trabalhadora aqui da casa porque os nossos seminários a gente sempre conta com ela, porque sempre tem uma fala muito especial, muito, muito firme dentro de qualquer assunto que a gente peça para ela falar para nós, para todos nós. Então hoje nós trouxemos para ela, né, um assunto que é amar em família, como cuidar sem aprisionar. Todas os temas das palestras do
r assunto que a gente peça para ela falar para nós, para todos nós. Então hoje nós trouxemos para ela, né, um assunto que é amar em família, como cuidar sem aprisionar. Todas os temas das palestras do seminário, elas estão relacionada com a família e o ente querido que está vivendo aquele momento da doença, da dependência. Então, amor em família, como cuidar sem aprisionar. É com você, Márcia. Boa noite a todos, amigos. Vamos pedir a Jesus e a Maria Santíssima que possam aclarar a nossa mente para que nós possamos trazer essa temática do amor em família. Para a nossa reflexão da noite de hoje, eu gostaria de iniciar a nossa fala no entendimento de como cuidar-se para não se para não se aprisionar. O amor em família e do livro Gotas de Luz, psicografado por Chico Xavier pelo espírito Casimiro Cunha, a lição 39 intitulada Aviso Fraternal vem trazer para nós o espírito de Casimiro Cunha. Meu irmão, se tu já sabes que a vida nunca termina, renova-te enquanto é tempo a bênção da luz divina. Ninguém renasce na terra para dar-se ao gozo vão, mas para multiplicar-se em obra de perfeição. Aquele que foge à luta, temendo a infelicidade, despreza sem perceber o dom da oportunidade. O charco, o espinheiro, o dissabor ferida, expressam em toda parte sagradas lições da vida. Os desafios da sorte e as dolorosas contendas trazem sempre ao nosso meio avisos e corrigendas. Nas flores envenenadas, no afeto que desilude, podemos consolidar a plantação da virtude. Junto à boca enegrecida que nos condena ou magoa, seremos iluminados na glória de quem perdoa. Na cruz de sarcasmo e fé, de desencanto e aflição, de toosos encontraremos a paz e a ressurreição. Melhora-te pois e esquece. A senda resvaladiça, ninguém escapa o rigor dos tribunais da justiça. Essa mensagem trazida em forma de trova por Casimiro Cunha vem trabalhar conosco avisos do plano maior para todos nós. Nós sabemos, amigos, que nós formamos uma família universal. Se somos todos filhos de Deus, criados à sua imagem e semelhança,
asimiro Cunha vem trabalhar conosco avisos do plano maior para todos nós. Nós sabemos, amigos, que nós formamos uma família universal. Se somos todos filhos de Deus, criados à sua imagem e semelhança, todos nós somos irmãos pela filiação divina. Mas em especial quando nós falamos da família universal, nós não podemos deixar de lembrar da família que formamos, da família da qual originamos e da família para a qual os nossos filhos irão formar. E nós falamos de uma maneira muito amorosa nesse sentido, porque a família é um núcleo vital para o despertamento das almas. O livro Missionários da Luz vai trazer para nós um momento em que uma família se encontra no plano espiritual para que recebam ao encarnar um desafeto de laços familiares passados. Mas também o Evangelho segundo o Espiritismo no capítulo Rai Pai e Mãe, vem trazer para nós de que os laços familiares vinculados pela consanguinidade, mas também pelas afinidades espirituais, eles trazem para nós, como um todo, a oportunidade de renascermos aonde é necessário para que nós possamos consagrar cada mudança, cada alteração de comportamento para renovar a esperança na fraternidade familiar. Portanto, quando Deus nos oportunizou a formação de um núcleo familiar, qualquer que seje a sua conformação, ele nos oportuniza algo que é extremamente importante e que, na realidade traz para a criatura humana a esperança em dias melhores, através da reunião desses membros em família na busca do burilamento interpessoal, na busca da reorganização de desafetos do passado, na busca de uma construção esperançosa em se sentir pertencido a esta família, Mas principalmente que esta família seja um pálido, porém ditoso, reflexo do amor divino. E não é por acaso que os espíritos se reúnem para trabalhar esses laços do afeto. Uns doando mais, outros recebendo mais, mas todos buscando a melhoria coletiva. E quando nós trabalhamos a dependência química, nós sabemos que toda a família ao ter dentro do seu componente familiar, dentro da sua estrutura familiar,
mais, mas todos buscando a melhoria coletiva. E quando nós trabalhamos a dependência química, nós sabemos que toda a família ao ter dentro do seu componente familiar, dentro da sua estrutura familiar, alguém que traz muitas vezes vazios existenciais, adivinha. de outras experiências reencarnatórias, criaturas que muitas vezes desde criança, já trazem dentro das suas almas aquela insegurança, aquela dificuldade do auto olhar, mas que busca muitas vezes na compreensão do que seja uma família, um olhar carinhoso, um olhar amoroso e fazendo um relato pessoal daquilo que nós temos e que nós vivenciamos em família, mas agora do lado de cá do profissional da área médica. Durante toda a nossa existência, enquanto profissionais da área de saúde, nós tivemos a oportunidade de estar de frente com famílias que traziam as dores das suas almas através da vivência de um filho, de um pai, de uma mãe, de uma filha vinculado ao uso de substâncias. E na minha família todos nós somos profissionais da área médica. meu esposo, meus filhos e eu. Para quem neste momento eu direciono o meu pensamento amoroso a eles pela expressão do trabalho em conjunto, em família, dentro da doutrina espírita, atendendo aqueles que nos procuram. E não é indiferente pensar que muitas vezes estamos nos consultórios ou nos prontos socorros vivenciando o drama das famílias. Muitas vezes mães, pais, que junto com seus filhos, passando por toda essa experiência da dependência química, onde o sofrimento de um esparge para todo o contexto familiar. E não foi mais do que uma vez que nós fomos procurados. cada um de nós na sua área de atuação para trabalhar não só o tratamento medicamentoso, a internação, mas principalmente o acolhimento, porque ali estava e está uma família necessitada de acolhimento. de pertencimento, de compreensão, de compaixão. Porque quando nós estamos do lado de cá, de um balcão de pronto socorro no atendimento ou na sala de um consultório, nós temos que ter a capacidade de nos colocar no lugar daquele que está ali
paixão. Porque quando nós estamos do lado de cá, de um balcão de pronto socorro no atendimento ou na sala de um consultório, nós temos que ter a capacidade de nos colocar no lugar daquele que está ali com as suas dores da alma, flamejando no sentido de busca de socorro. E não foi mais do que uma vez que nós tivemos a oportunidade de deixar a prescrição médica do lado para dar a prescrição da escuta ativa, de escutar quem tava ali buscando por socorro. pais e mães que dispensaram durante toda a sua existência e dedicaram para cada um dos seus filhos aquilo que eles mais puderam dar do melhor de si. muitas vezes pais fragilizados nas suas famílias de origem, buscando então num novo contexto familiar transformar muitas vezes o que estava faltando naquilo que poderia ofertar da melhor maneira possível. E durante muitos anos, nesses atendimentos, nós escutávamos e o porquê. Por que, doutora? Por que a minha filha? Por que o meu filho? Se eu dediquei tanto a eles, eu ofereci tudo que eu não recebi. Eu fiz de tudo que estava ao meu alcance. Eu busquei trazer para ele ou para ela ou para o meu esposo ou para a minha esposa tudo aquilo que eu eu nem eu mesmo tinha, mas eu busquei no celeiro divino o que eu poderia ofertar e por que as coisas estão acontecendo aqui. E muitas vezes essas perguntas que nos são feitas, amigos, elas são feitas com extrema dor, extrema laceração do coração. que ao colocarem estas perguntas, estão buscando as respostas que eles mesmos não sabem, porque ofertaram de tudo e não foram reconhecidos e não foram compreendidos e não acataram aquilo que eles ofertavam. Para muitos de nós, amigos, quando falamos na dependência química, nós sabemos o quão dolorido é para as almas que convivem com estas criaturas. O quanto que a disfuncionabilidade emocional traz de sofrimento para cada uma delas? E o quanto que há muito por fazer, mas não se sabe por onde começar. O amor de um pai, o amor de uma mãe, o amor de um filho, de uma filha, a gente não consegue mensurar.
frimento para cada uma delas? E o quanto que há muito por fazer, mas não se sabe por onde começar. O amor de um pai, o amor de uma mãe, o amor de um filho, de uma filha, a gente não consegue mensurar. A gente não consegue compreender na sua extensão aquilo que traz conforto à aquele que tanto necessita. Mas muitas vezes esse amor sufoca. Às vezes esse amor oblitera. Às vezes esse amor não deixa a criatura conseguir andar pelas próprias pernas. E muitas vezes este amor ofertado de uma maneira plena, mas sem muitas vezes o respeito para aquele que recebe, ele consegue muitas vezes mais ofuscar a criatura em sofrimento, porque ela se acha em dívida de não atender. a tudo aquilo que lhe é ofertado. Na coleção A vida no mundo espiritual de André Luiz, nós vamos ver inúmeros casos onde o amor liberta, mas também inúmeros casos onde o excesso de transposição dos sentimentos oblitera aquele que às vezes tem a sua dificuldade de respirar, de caminhar por pernas próprias. E às vezes no consultório, eu sou pediatra, a gente observa cada vez mais aquele amor que não deixa a criança agir por si, não deixa ela experienciar aquilo que ela necessita. Não deixa ela vivenciar as dificuldades, porque o meu amor de mãe, o meu amor de pai está ali para proteger ao máximo para que a criatura não sofra. É tão contra aquilo que a gente entende por amar. Amar é se doar. Mas amar também é reconhecer quando nós precisamos soltar a mão para que a criatura consiga andar por si mesma. E no caso dos nossos irmãos que passam pelo processo da dependência química, eles necessitam do amor. Eles necessitam desse sentimento amoroso, leve. Eles necessitam do sentimento que transborda, mas que não prenda. Porque muitas vezes os nossos irmãos podem se sentir culpados, frustrados por não poderem corresponder aquilo que tanto de nó, o tanto que nós estamos ali para ofertar. Então, não são dois pesos e duas medidas, mas é necessário equilíbrio. E no caso desses nossos irmãos que passam por tantas aflições,
aquilo que tanto de nó, o tanto que nós estamos ali para ofertar. Então, não são dois pesos e duas medidas, mas é necessário equilíbrio. E no caso desses nossos irmãos que passam por tantas aflições, o amor de um pai, o amor de uma mãe, o amor de um cuidador e também o amor familiar. Ele necessita abraçar, ele necessita compartilhar, ele necessita pertencer, ele necessita amparar, mas nunca ofuscar. é uma linha tênue entre tudo aquilo que nós compreendemos como amar e entre tudo aquilo que nós muitas vezes, por amar demais, nós não damos a chance desses nossos irmãos retornarem para nós, porque para eles também é necessário, mas na medida que eles podem retornar, se manifestar, oferecer para cada um dos nós, dos seus familiares. E quando nós pensamos nisso, amigos, o amor ele pacifica. A função dele é pacificar, é trazer paz ao coração, é trazer esperança, é trazer confiança, mas ele tem que vir de dentro da própria alma. Porque falar: "Eu te amo, meu filho? Eu te amo, minha filha". é algo muito sério, porque ele é necessário sentir verdadeiramente. E muitas vezes as palavras são muito importantes, mas o sentimento de captura desse amor transbordado, ele faz toda a diferença. Não existe amar em troca. Eu te amo. Eu estou do seu lado. Eu estou aqui para te ajudar se esse amor sufoca. Então, o amor oferecido, ele é pacificador. Ele precisa ser o refrigério de uma alma. Ele precisa ser ofertado da melhor maneira possível nas nos mínimos gestos. É no cuidado, é na escuta, é na prece junto, é sentar à beira do leito quando as coisas não estão bem e às vezes se calar para escutar. Porque todo aquele que depende quimicamente de uma substância, ele está usando na sua totalidade para sufocar as dores da alma que às vezes não estão nessa vida. Às vezes elas vêm de vidas anteriores onde esse mesmo grupo muito provavelmente também estava junto. Então é necessário a gente compreender a linha do tempo. Mesmo que esse tempo não comece hoje, ele já venha acompanhando estas criaturas já bastante
esmo grupo muito provavelmente também estava junto. Então é necessário a gente compreender a linha do tempo. Mesmo que esse tempo não comece hoje, ele já venha acompanhando estas criaturas já bastante em experiências reencarnatórias. Mas aquele que tem o conhecimento doutrinário sabe que este é o melhor momento para que nós possamos instituir no lar a confiança, o respeito, o equilíbrio, a serenidade, mesmo no tumultuar do dia ou da noite. A família que tem e trabalha dentro da dependência química, nós já sabemos e vocês já escutaram ao longo desta semana, também tem seus componentes adoecidos. também às vezes perdem o rumo do amor. Porque falar em amor, amigos, para nós que somos espíritos imperfeitos, é uma coisa muito complicada, porque a gente ainda não sabe amar verdadeiramente. Joana deângeles em SOS Família e Emmanuel no livro O Consolador vão dizer a mesma coisa em frases diferentes de que nós como conseguiremos amar 5.000 se não conseguimos amar cinco dentro do mesmo lar? Porque é difícil para nós sermos esse agente pacificador das almas em sofrimento. Uma vez tendo esta visão panorâmica de que as aflições da vida atual elas perpassam o tempo e o espaço, nós poderemos ter uma tênue lembrança e uma tênue concordância de que nós poderemos ser essas criaturas que fazem a diferença na vida de alguém. E quando nós pensamos nisso, nós vamos ver que este sentimento amoroso, que esta preocupação, que este cuidado, que este amparo, que este olhar, que esta maneira de cuidar Ela traz pra criatura uma transformação no seu destino, sem sufocar, mas doar-se não necessariamente por palavras, mas por comportamentos, por ações, por demandar este sentimento. aos quatro cantos, mas com o foco direcionado à aquele que é digno da nossa atenção. Nós também temos neste compromisso do lado de cá da mesa de um consultório, o compromisso de trazer aos pais a educação baseada na evidência da moral cristã. Porque a criatura que tem em si o conhecimento de que ela não está sozinha, de que ela
e cá da mesa de um consultório, o compromisso de trazer aos pais a educação baseada na evidência da moral cristã. Porque a criatura que tem em si o conhecimento de que ela não está sozinha, de que ela é amada, de que ela é observada, de que ela é cuidada já em terra infância, as pesquisas mostram dentro do tema de saúde e espiritualidade, que O número de dependentes de qualquer ordem, ele é diminuto na adolescência. Ele existe, mas nas famílias que investem através da reorganização do campo do pensamento, observando a atitude da criança, observando com o comportamento do adolescente, mas com pais presentes em em que ele não precisa estar fisicamente presente. Mas a criança e o adolescente tem a compreensão de que a aura familiar o acompanha onde ele for. Mesmo que ele passe por duras dificuldades de um vazio interior, ele sabe que ele pode buscar ajuda. Ele sabe que ele pode contar com seus pais, com seus familiares. E o número de criaturas que buscam as substâncias para suplementar esta carência interna, ela diminui em frequência e em quantidade, principalmente quando esta amorosidade ela é eterna e fraterna. Quando o pai, a mãe, o cuidador ou a família está ali lado a lado com aquele que passa por essas dificuldades. Portanto, quando nós observamos tudo isso, amigos, nós vamos vendo o quanto que nós precisamos aprender a demonstrar os nossos sentimentos de uma maneira clara e objetiva. Mas, Márcia, quem é que não gosta do seu filho? Quem é que não gosta da sua filha? Uma vez eu recebi uma mãe que disse: "Eu amo profundamente o meu filho, profundamente a minha filha, mas eu não amo a maternidade." Aqui ela estava se referindo aos cuidados que estão ali vinculados ao maternar e ao paternar responsavelmente. Mas o sentimento do amor filial, como nos coloca o Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo honrar pai e mãe estava presente. E as crianças desta família, cuidadas na sua maternagem e paternagem por outras pessoas dentro do próprio ambiente domiciliar, tinham naquela mãe o porto seguro.
tulo honrar pai e mãe estava presente. E as crianças desta família, cuidadas na sua maternagem e paternagem por outras pessoas dentro do próprio ambiente domiciliar, tinham naquela mãe o porto seguro. Então, maternidade e paternidade, ação cuidadora, ela é extremamente importante. Ela define a vida de uma criança, a vida de um adolescente, porque está ali de olhos postos. Mas a ação desta mãe em estar presencialmente, quando ela não está fisicamente perto dos seus filhos, superou e supera para estas crianças a sensação de filiação nesta família. Então, amigos, quando nós falamos neste sentimento, nós estamos falando de algo que transcende a expectativa de vida do indivíduo, que transcende o hábito familiar, que transcende os cuidados materiais. E a gente só aprende repetindo a transcendência, vivenciando a experiência, observando aquilo que é importante dentro de um lar, aquilo que é importante vivenciar e experienciar em família, seja a dois, a três, a quatro ou muito mais do Que isso? Porque a gente como não é, nós não somos espíritos ainda plenos na nossa capacidade de amar, nós precisamos experimentar e experienciar as vivências. Então, depende de nós, depende na nossa vontade, depende da nossa decisão e depende também da nossa persistência. E nesta persistência do dia a dia, nós conseguimos pouco a pouco aprender a transferir o nosso afeto para aquele que vive conosco ou para aquele que, mesmo institucionalizado, sabe que estamos plenamente experienciando através do pensamento. Para nós que compreendemos a doutrina espírita, nós sabemos que o nosso pensamento é força viva de ação em qualquer parte nos dois planos da existência. E é por isso que o codificador dedicou no capítulo dos fluidos lá em a Gênese, uma parte importante através da fotografia do pensamento, do que ele é capaz de atuar com a criatura, por ela, para ela e para com o próximo. E quando nós pensamos neste nessa vivência plena da experiência, nós lembramos de algo que é extremamente importante no Evangelho,
apaz de atuar com a criatura, por ela, para ela e para com o próximo. E quando nós pensamos neste nessa vivência plena da experiência, nós lembramos de algo que é extremamente importante no Evangelho, tanto no primeiro testamento quanto no segundo. O amar Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Nós ainda estamos muito nos jardins da infância em termos de amar ao próximo. Nós ainda precisamos muito de buscar recursos internos para trabalhar este amor sem aprisionar. Aquele que é o nosso foco amoroso, ele tem que estar ligado a nós pelo tênulo e fio da vivência, da experiência juntos. Mas esse tenue e fio, ele é forte, ele é vivaz, ele é pleno quando se transborda no pensamento a criatura que que é o foco da nossa atenção. Por isso que a psicosfera do planeta depende essencialmente daquilo que nós pensamos. Quanto muito a psicosfera dentro de um lar, dentro de uma instituição, dentro de uma sociedade, porque é através deste pensamento que nós conseguimos atuar e compreender as causas profundas da dor que estes nossos irmãos passam. minuto a minuto. Portanto, amigos, nós somos eternamente responsáveis por quem cativamos, já dizia Santuperri no Pequeno Príncipe, mas nós somos extremamente responsáveis por aqueles que ainda não cativamos plenamente pelos laços do amor pleno. Ainda temos muita dificuldade em experienciar espontaneamente todos esses sentimentos, mas somos completamente capazes de ressignificar todas as relações que estão ao nosso lado. depende de nós, depende do nosso esforço íntimo, depende da nossa vontade, mas depende da nossa persistência nesta mudança. O amor de Deus é pleno, ele está por toda parte. Ele é carreado pelo fluido cósmico universal que onde nós estamos mergulhados nos dois planos da existência. Ele é completamente dispersível em quantidade, qualidade e vai diretamente no foco do pensamento daquele que necessita, trazendo essa sensação de pertencimento. Mas nós ainda precisamos aprender a caminhar dentro desta vivência
ível em quantidade, qualidade e vai diretamente no foco do pensamento daquele que necessita, trazendo essa sensação de pertencimento. Mas nós ainda precisamos aprender a caminhar dentro desta vivência de amorosidade. O coração que ama está cheio do poder renovador. já nos trouxe Calderário no livro No Mundo Maior. E o que que será que ele quis dizer com esta afirmação? Ele traz para nós o convite de que ao nos doarmos em prol daquele que convive conosco dentro do mesmo lar, através do cuidado, através do olhar compassivo, através da não exigência, principalmente quando passa pela dependência, através daquilo que eu posso doar para ele, ele captar o que eu estou ofertando, ele renova esperança. E o evangelho do Cristo é extremamente amoroso, renovador, esperançoso. É lá que nós vamos buscar tudo aquilo que é necessário para cada um de nós, porque ele é ofertado a mãos cheias sempre que nós precisarmos. E a família faz parte deste cadinho gigantesco de amorosidade que nós plantamos dentro de um lar. E isso é tão real que ele oferece a criaturas que não ainda se amam de verdade espontaneamente, mas que estão na convivência fraterna para aprenderem a ama. É tão bom, né, gente, quando a gente observa alguém que está ali te olhando, transmitindo através da onda do pensamento ou do olhar amoroso, essa sensação de pertencimento, de plenitude. criança, ela ama espontaneamente. Ela corre pros braços espontaneamente, mesmo nos lares disfuncionais. Quando a coisa aperta pro lado da criança, ela corre para sua mãe e quando ela corre pro seu pai, quando ela passa um aperto na escola, ela busca coloco, essa espontaneidade vai ficando de lado e passa então a ser substituída muitas vezes pela convivência. ência social. Porque nós ainda temos muito medo, amigos, de nos mostrarmos como realmente somos para o outro. Nós ainda temos muitas dificuldades de nos amar, mas nós temos todas as possibilidades de começar aqui agora a mudar o curso dessa história. Não é basta querer, não é basta ter oportunidade,
o outro. Nós ainda temos muitas dificuldades de nos amar, mas nós temos todas as possibilidades de começar aqui agora a mudar o curso dessa história. Não é basta querer, não é basta ter oportunidade, é querer viver esta nova história conosco mesmo. É querer exportar de dentro de nós tudo que de bom nós temos. E aí a gente lembra do óbvulo da viúva que Jesus também trouxe no Evangelho, ensinando aos discípulos que o que se doa é o que você mais tem, mas o que menos aparece você tira de si para ofertar ao outro. Você tira espontaneamente do lado interno do coração para amparar o outro. Você retira de si aquilo que mais te faria falta, mas você vê que está muito bem empregado naquele que recebe. Isto é uma das grandes formas de amorosidade, de amor pleno dentro do nosso tamanho enquanto espíritos imortais. mas extremamente valoroso aos olhos de Deus. E para aquele que vivencia a experiência da dependência química, seje o dependente, ou seja, o codependente, ou seja, aquele que convive com ele dentro de casa, todos precisam receber, experienciar essa vontade de se doar um pelo outro. Nas vezes que nós acompanhamos famílias que vivenciavam toda as dificuldades envolvidas na dependência, no uso de substâncias, quaisquer que seja elas. Um dos grandes motes que a gente escuta é o seguinte. Eu me senti tão bem quando meu pai veio me visitar ou quando a minha mãe nos institucionalizados, quando a minha mãe eu acordei e tinha uma mensagem para mim, eu me senti tão bem e tão fortalecido quando eu percebi que eu estava sendo lembrado por fulano, por ciclano e por belrano. Eu me senti tão bem quando a minha avó ou meu tio veio me visitar e pegou nas minhas mãos e me abraçou com vontade. Então, amigos, são coisas simples, são atos simples. Para muitas pessoas ainda muito difícil, mas como eu disse, como espíritos imperfeitos, a gente precisa arrepetir o processo para ele se tornar espontâneo. Emanuel nos traz, a disciplina antecede a espontaneidade, mas sem a disciplina nós não chegamos na
isse, como espíritos imperfeitos, a gente precisa arrepetir o processo para ele se tornar espontâneo. Emanuel nos traz, a disciplina antecede a espontaneidade, mas sem a disciplina nós não chegamos na facilidade de abraçar espontaneamente, a doar o amor espontaneamente, adoar o que de melhor nós temos para trazer conforto, solicitude, compaixão, amorosidade, esperança, confiança em dias melhores para os nossos irmãos que estão nesta jornada encarnatória. E eu termino a minha fala com a primeira estrofe do aviso fraternal de Casimiro Cunha. Meu irmão, se tu já sabes que a vida nunca termina, renova-te enquanto é tempo a bênção da luz divina. Só Deus, só o Pai amoroso nos conhece verdadeiramente pelo nome. Só ele sabe das necessidades desse espírito caminhante. nas estradas das experiências reencarnatórias. Só ele sabe as dificuldades que vão na alma de cada um de nós, mas só ele sabe o quanto nós podemos doar de nós mesmos para aquele que necessita, para aquele que precisa de nós, para aquele que é fruto do nosso amor e para aquele principalmente que junto conosco, tendo A nossa fortaleza interior tem a capacidade de dar o primeiro passo em direção da sua própria redenção. Muitas vezes ele não conta com outros estranhos, mas ele conta conosco, os que estão próximos dentro de um mesmo lar. Que Jesus nos abençoe, que pacifique as nossas almas, que nos ajude a aprender, a transbordar esse sentimento que todos nós estamos plenos, mas que nós precisamos ofertar ao outro para que nós nos sintamos completos e pertencentes à filiação divina. Que assim seja, amigos. Bom, amigos, antes das nossas prece final, a gente vai dar um recadinho para vocês, porque nosso evento ainda continua, né? Amanhã nós temos dois momentos. Nós temos às 17 horas que vai o Dr. Edson Luiz Cardoso, que é da AM Santo Ângelo, lá do Rio Grande do Sul. Amanhã ele vai estar aqui na comunhão às 17 horas falando da dependência química e espiritualidade. E às 19 horas ele vai falar do grupo de autoajuda. É uma roda de conversa entre ele e a
ande do Sul. Amanhã ele vai estar aqui na comunhão às 17 horas falando da dependência química e espiritualidade. E às 19 horas ele vai falar do grupo de autoajuda. É uma roda de conversa entre ele e a Dra. Márcia que vai conduzir essa conversa que vai que vamos ter com ele. Então eu convido vocês a estarem aqui conosco. Se por um acaso não puderem, nós vamos pode assistir pelo YouTube, mas por que não a presença que é tão agradável, né? É tão bom a gente ver todos aqui querendo saber mais um pouquinho, né? E até porque nós temos um convidado que não é da nossa cidade e a gente tem que fazer as honras, não? Então você que vocês possam estar aqui, vai ser um prazer muito grande. Eh, nossa casa, ela tem dois grupos de de mútua ajuda à dependência química. Funciona as segundas-feiras e às quartas-feiras às 19 horas. É na sala 13, é naquele andar do café comunhão do bazar. Então precisa de passar pelo atendimento fraterno. Não, não é necessário, basta comparecer. Nós temos depois do grupo, nós temos o tratamento espiritual, que é o tratamento obsessão. Esse grupo, ele tem do grupo de mult. E nós temos colhido muitos, muitas flores, né? muitas flores, porque chega a florzinha murcha, mas daqui a pouco ela vai cres se se alimentando da fala de cada um e temos resultados bem positivos, muito, muito amorosidade. É um grupo extremamente sigiloso, extremamente sigiloso, não precisa te preocupar. Eh, nós não comentamos quando saímos da sala de maneira nenhuma. Não apontamos, não perguntamos as pessoas que encontramos a rua. E aí, tá gostando do grupo? Porque às vezes as pessoas estão no grupo sem o familiar saber, é um codependente, é um familiar ou é o próprio ente querido, né, que está lá. Então a gente trabalha com esse sigilo absoluto. É um grupo ecumênico. É bem-vindo qualquer religião, qualquer pessoa de qualquer religião. Não se faz diferença nenhuma, nenhuma. E a gente fica muito feliz. Foi dito aqui na segunda-feira, eh, aliás, de segunda até quarta-feira, Patrícia que coordenou,
qualquer pessoa de qualquer religião. Não se faz diferença nenhuma, nenhuma. E a gente fica muito feliz. Foi dito aqui na segunda-feira, eh, aliás, de segunda até quarta-feira, Patrícia que coordenou, ela falou muito dos miozotes. Por que miozotes? Antes ele tinha eram três grupos de três horários diferentes e eram tinha nomes de mentores. Veio a pandemia, tivemos que afastar, os grupos foram os últimos a voltarem porque se reuniu um número muito grande de pessoas numa sala fechada. Então a presidência achou melhor que ficasse 3 anos afastado e quando voltamos nós mudamos tudo, né? Fizemos diferente. Botamos o nome Meiozotes. E Meozotes, a Patrícia falou também. A Márcia seotou na primeira palestra, falou dos miozotes, mas foi baseado no grupo dos miozotes Volta Florir do Espírito Luís Sérgio. E ele escreveu, é um livro bem fininho, é lá dos primeiros livros que ele escreveu. E nós achamos que, por que não mosotes? Porque miozotes da a gente lembra da florzinha, se vocês não lembram, vai lá procura. Ela é bem singela, bem simples e dá uma paz quando a gente vê aquela beleza de uma coisa assim, eh, um azul arrocheado, né? Eu nem sei como fala. E Patrícia falou muito bem a Márcia e eu falei: "Então, deixa eu procurar essa miozote, né? Eh, o que que é, né? E procurei pelo livro, porque se nós colocamos o nome Meiozotes por causa do livro, o que que foi?" e falou muito do livro, mas falou do do amor fiel, né? Do amor fiel. E ali aquele persistente, um vínculo duradouro. Quando a Dra. Márcia falou aqui da família, da família adicida, do ente querido, e ela não falou que ele abandona, a família abandona. Ela falou desse amor que tá presente o tempo todo. Ela falou desse vínculo, né, que a gente veio para estar naquela família independente do que vai se passar. E se tem uma dependência, nós continuamos ali com esse vínculo, né? Eh, reencontro afetivos, às vezes muito doloridos, que a gente sabe que é quem tem um problema desse na família sabe o tanto que é difícil. Mas o tanto que a gente tá ali naquelas
om esse vínculo, né? Eh, reencontro afetivos, às vezes muito doloridos, que a gente sabe que é quem tem um problema desse na família sabe o tanto que é difícil. Mas o tanto que a gente tá ali naquelas provas, né, naquelas provas que viemos todos ali para cumprir uma trajetória e é tão bom quando cumpre, independente do resultado de tudo isto, né? É, é uma paz, é um retornar de paz quando a gente consegue a estar na família com essa problemática, mas estamos em paz, mas estamos ali firmes, né? Juntos venceremos, né? Não é isso? Venceremos. Não queremos saber se vai ser como que vai ser amanhã, mas só por hoje que é um passo do ar, nós vamos estar juntos, né? Essa paz que dá aqui dentro, sabe de quê? Missão cumprida a cada dia. Eu estou com ele e ele sabe que eu estou. Isso é tão importante. E ela disse sobre isso, né? É reacender essa fé de que eu vim nessa família, eu eu falei que viria, acontece o que acontecer, eu vou estar de mãos dadas, né? Então ela fala da reconciliação lá. reconciliação. Viemos porque temos algo para reconciliar. E como é bom reconciliar, principalmente dentro de uma doença tão séria. E hora que a gente senta aí que tá tudo tranquilo, tudo tranquilo, modo de dizer, né? Mas saber que aquele dia eu cumpri aquela etapa. Aquele dia eu aceitei aquela aquele ente querido e ela falou muito de criança. E por incrível que pareça, nossos grupos não tm jovens. Nossos grupos têm adulto, muito adulto. Ano que vem nós vamos trazer algumas palestras sobre o adulto adocido. Nós já tivemos jovens de 15 anos, 14 anos, mas hoje nós temos todos acima de 30 anos. Então isso não acontece só com a criança, com o jovenzinho. Nós temos muitos, muitos, porque a gente procura lá fora o que nós temos aqui dentro e lá fora pras angústias nossas. O que que é? É uma droga, porque ela é rápida, né? Ela é rápida, ela dá um prazer rápido, um conforto e eu esqueço. Só porque depois ela te cobra, mais tarde ela te cobra, né? Eh, e o amor se renovando, porque viemos para amar. E nada melhor,
ida, né? Ela é rápida, ela dá um prazer rápido, um conforto e eu esqueço. Só porque depois ela te cobra, mais tarde ela te cobra, né? Eh, e o amor se renovando, porque viemos para amar. E nada melhor, eu acredito melhor no modo de dizer, quando nós temos a oportunidade de ter uma doença nas nossa casa para provar o tanto de amor que eu vou ter para dar naquele momento. Naquele momento. Então, e a essa a esperança, né, depois no final eu retornar pra parte espiritual e chegar lá, não é prção de conta, não. quer chegar lá e falar assim: "Pai, olha, eu te entrego meu filho. Eu estou aqui, deu tudo certo, eu cumpri aquilo que eu te pedi, pedi para estar com aquela família, que seja um companheiro, que seja um pai, que seja um filho, que seja um um amigo, que nós temos amigos que vão por causa do outro amigo. Então, a gente entregar esse nosso trabalho a esse pai é uma felicidade muito grande, mesmo que seja uma dor também bem bem grandinha. Então, a gente termina, então a gente já sabe que mosotes é tudo isto e mais um tanto, né? E mais um tanto, mas dá vontade de botar miozotes. Aqui a gente botou hortéssia que é um pouquinho mais clara, né? Mas isso aqui é para homenagear nosso palestrante amanhã, porque ele é de uma terra onde tem muitas hortécias. Então ele já tava preparado. Se ele tá nos ouvindo lá lá da de onde ele está agora, ele sabe que já tem a florzinha aqui para homenageá-lo. Então vamos terminando esse momento. Agradecida a vocês pela presença, a vocês que nos assistem pela pelas TV Comunhão. E vamos convidar nosso conselheiro. Conselheiro é muito bom, porque conselheiro só tem a função quando tem problema, né? E a gente vive resolvendo problemas. Então, a gente convida o Tomás para fazer a prece final por todos nós. Achei tão doce. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. É muita alegria que poder receber todas essas bênçãos. Então, iniciamos a nossa prece agradecendo a nossa irmã Márcia Leon pelo trabalho, pela dedicação que ela
sica] da comunhão espírita de Brasília. É muita alegria que poder receber todas essas bênçãos. Então, iniciamos a nossa prece agradecendo a nossa irmã Márcia Leon pelo trabalho, pela dedicação que ela faz e por nos ajudar mais uma vez, Jesus amado, que nós possamos, Senhor, continuarmos amparados pelo Teu amor, por intermédio de tantos trabalhadores que chegam até nós. que nós possamos aproveitar esses momentos que nos fazem muito bem, nos deixam melhores. esta casa comunhão espírita de Brasília para possa continuar trazendo essas lições abençoadas, lições que nos fazem bem, que nos abrem o coração para doar o nosso amor, que muitas vezes está em germen dentro de cada um. Então, que nós possamos aproveitar tudo que chega até nós e multiplicarmos no nosso dia a dia. Agradecemos ao mentor da nossa casa, Bezerra de Menezes, ao mentor do nosso grupo Quimiozotes e também a José Grosso, nosso mentor da diretoria de atendimento orientação e a todos aqueles que colaboram conosco. Que nós possamos sairmos daqui bem melhores do que quando aqui chegamos. Agradecemos também a frequência dos internautas que estão aí mandando mensagens gratificantes, agradecendo por esse momento. Pedimos então permissão para encerrar o nosso encontro, dizendo: "Graças a Deus e graças a ti, Jesus". Que assim seja. >> Agora vocês, quem deseja tomar o passe, nosso irmão ali vai conduzir vocês todos. Uma boa noite, que a doce e paz continue com cada um. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado.
gia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário [música] para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.
sus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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