Família, as Dores da Alma e a Justiça Divina: Os Desafios da Sexualidade

FEBtv Brasil 18/05/2025 (há 11 meses) 1:39:11 1,382 visualizações

O quarto ano do projeto de lives da Área da Família do Conselho Federativo Nacional da FEB apresenta “Família, as Dores da Alma e a Justiça Divina” como ponto de partida para reflexões no Movimento Espírita Nacional. No primeiro encontro do ano, o programa convida a palestrante Márcia Leon da AME Planalto, em um bate-papo com o subtema “Os Desafios da Sexualidade”, ao vivo no dia 18 de maio, às 17h, com transmissão pela FEB Lives. Ao total, estão programadas quatro lives, distribuídas ao lon...

Transcrição

Olá, recebam o nosso abraço de boas-vindas ao início de 2025 das nossas lives nacionais da área da família. Estamos começando, como de costume, agora em maio com a Comissão Regional Centro Composta pelos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Tocantins e o Distrito Federal. Nós vamos ter hoje então o início das comemorações na área da família das lives do aniversário céu e inferno. Normalmente a gente sempre escolhe um tema para o ano. Esse ano é exatamente o céu e inferno, onde um tema geral para todas as lives hoje da região centro, mas nós vamos ter as outras três que ao final vocês vão ficar sabendo, é sobre as dores da alma e a justiça divina. Mas vamos dar então as nossas boas-vindas e vamos dar início então à nossa atividade. Vamos. Ei, Marcos, meu querido, quanta alegria poder estar aqui com você de novo, dividindo a abertura de mais um grupo de lives para a nossa regional centro. abrindo aí para todo o Brasil e mais outras várias lives maravilhosas que nós vamos ter durante o ano com pessoas amorosas que foram escolhidas com muito carinho para trazer mensagens de encorajamento e orientação paraas nossas famílias. Uma boa tarde para todos que estão nos vendo ao vivo e bom dia, boa noite para outros que vão ver em outro horário, né? Perfeito. E lembrando que ao final vamos estar passando quando serão as mais lives no segundo semestre. Ah, sim, sim. até o final nós vamos estar aí falando todas as nossas datas para você já ir se programando sempre nesse horário para que você possa aí estar juntinho conosco. Muito, muito bom estar a por aqui. Queridos, nós vamos dar início à nossa atividade apresentando eh uma família musical. Nós temos dois amigos queridos, a Paula Beatriz, o Éder Canto. A Paula, ela é de patrocínio e atualmente com Élder moram em Florestal, ali perto de Belo Horizonte, mas ele esteve, ele é daqui de Divinópolis, de onde eu estou falando, da nossa eh eh regional. E ele tem uma curiosidade, ele é um irmãozinho do coração, porque nós cantamos juntos

de Belo Horizonte, mas ele esteve, ele é daqui de Divinópolis, de onde eu estou falando, da nossa eh eh regional. E ele tem uma curiosidade, ele é um irmãozinho do coração, porque nós cantamos juntos na mocidade, nas integrações, nas atividades dos encontros de jovem. Então, é com muita alegria que eu trago para vocês a nossa atração musical de hoje, que é o a Paula e o Hélder Canto. Um prazer tê-los aqui conosco. Olá, amigos e amigas. Com muita alegria e gratidão que nós estamos aqui para apresentar duas lindas canções sobre a família. Eu, Paula Beatriz eu, Élder Canto. Nós vamos cantar a primeira canção intitulada aí do candar especial da nossa querida amiga Kaká Rezende. 조로 조로 choro choro. as travessias da vida imortal e do candário muito especial, forte, poderoso e resistente, é a família da gente. Cabe quem vem antes e quem vem depois. Juntos misturamos um feijão com arroz, juntos aprendendo a conviver em paz e nos conhecendo sempre mais e mais. e da família. Cuidou primeiro para cuidar melhor do mundo inteiro. Mestre Jesus, bem-vindo em meu lar. Com seu evangelho eu chego lá. das travessias, da vida imortal e do candáo muito especial, forte, poderoso e resistente, é a família da gente. Cabem quem vem antes e quem vem depois. Juntos misturamos um feijão com arroz, juntos aprendendo a conviver em paz e nos conhecendo sempre mais e mais. E da família cuidou primeiro para cuidar melhor do mundo inteiro. Mestre Jesus. Bem-vindo em meu lar. Com seu evangelho eu chego lá. L laá. Com seu evangelho eu chego lá. Alaiá. Jesus seja bem-vindo em nosso lar. Lá laá com seu evangelho eu chego lá. laá la lá laá. Jesus seja bem-vindo em nosso lar. Olá, boa tarde a todos. Sejamos todos bem-vindos. É uma alegria enorme estarmos aqui nessa abertura das lives da AF Nacional, mais particularmente aqui da nossa CRC. Então, estamos hoje com uma palestra da nossa querida irmã, de quem nós já agradecemos, né, a presença, eh, Márcia Leon. Ela é uma médica pediatra, vice-presidente da Associação Médico

i da nossa CRC. Então, estamos hoje com uma palestra da nossa querida irmã, de quem nós já agradecemos, né, a presença, eh, Márcia Leon. Ela é uma médica pediatra, vice-presidente da Associação Médico Espírita do Planalto aqui em Brasília e coordenadora atual do Departamento de Família da Associação Médico Espírita do Brasil, facilitadora dos estudos de André Luiz e do Livro dos Médiuns na FEB em Brasília e é também uma irmã que colabora bastante com a Federação Espírita do Distrito Federal, nos ajudando aí nessa manutenção, né, do trabalho da área de família. Então, com você, Márcia, nós te desejamos. Obrigada, Geovânia. É uma alegria estar aqui com vocês participando dessa atividade da Comissão Regional Centro aqui da do Conselho Federativo Nacional da FEB. E isso para nós nos alegra muito, porque é uma atividade importante para a integração eh de todas as áreas de família das casas espíritas desta região. Então, é, a gente agradece muito o convite por estarmos aqui trabalhando este tema, os desafios da sexualidade. Muito bem, amigos, eu vou contar hoje com a ajuda do nosso Fred para nos ajudar na apresentação dos nossos da nossa atividade de hoje. E nós vamos trabalhar como subtema, né, de as dores da alma e a justiça divina em comemoração ao aniversário, né, do livro Céu Inferno, eh, que traz para nós muitas dores silenciosas em todos os seus depoimentos, em que Kardec traz a luz do nosso conhecimento eh dentro desta obra importantíssima. E hoje nós vamos trabalhar uma um tema muito sensível. Nós vamos estudar como nós podemos romper o silêncio das dores da alma da criança e do adolescente. Nós sabemos que a família, independente da sua composição, ela é um celeiro de almas. Ela é um local na fala de Joana de Angeles. Ela é um laboratório para que nós possamos ajudar tanto os nossos irmãos que nos vêm como tutelados para a sua jornada, assim como a nós mesmos, para que possamos compreender o papel da maternidade e da paternidade responsável. E esse é o mote da área de família,

os irmãos que nos vêm como tutelados para a sua jornada, assim como a nós mesmos, para que possamos compreender o papel da maternidade e da paternidade responsável. E esse é o mote da área de família, trazer para esta esta conotação eh dentro daquilo que nós estudaremos na tarde de hoje, a importância da atenção, do olhar cuidadoso, da orientação segura, trazendo o evangelho como roteiro domiciliar, pelo menos uma vez por semana, no estudo do Evangelho. no lar, mas todos os dias na orientação dos nossos filhos e principalmente daqueles que estão na sob a nossa responsabilidade, sendo filhos biológicos, filhos do coração, importantíssimos para que a constituição da família humana permaneça intocável. E isso nos preocupa muito como médica pediatra, porque nós nos deparamos todos os dias nosos consultórios, né, que que todos os pediatras têm, em especial a minha pessoa, eu me preocupo muito com o quanto que a família está tendo um olhar cuidadoso para com seus filhos. E isso é importante. Então, quando a gente traz o tema rompendo o silêncio das dores da alma da criança e do adolescente, nós estamos então trabalhando algo para que nós possamos entender, para compreender e auxiliar. Esta é o nosso, este é o nosso objetivo central, trazer exatamente eh tudo aquilo que pode nos ajudar a trabalhar esse tema tão sensível. Fred, por favor, o próximo slide e principalmente hoje e que nós estamos no dia 18 de maio, que é o mês de combate nacional ao abuso e violência sexual em crianças e adolescentes. Então, é conhecido como mês laranja, né? E este esse esse trabalho está sob a tutela da Lei Federal 9970/00 e faz menção a a esta temática o episódio que aconteceu em Vitória, no Espírito Santo com a menina de 8 anos, Araceli Cabreira Crespo, em que ela foi raptada violentada e foi abusada sexualmente no dia 18 de maio de 1973, né? Então, a gente vê que esse é um tema que impacta grandemente a vida das famílias e nós vamos ter a oportunidade de ver aqui durante toda a nossa apresentação aquilo que eh de uma forma

io de 1973, né? Então, a gente vê que esse é um tema que impacta grandemente a vida das famílias e nós vamos ter a oportunidade de ver aqui durante toda a nossa apresentação aquilo que eh de uma forma ou de outra nós podemos através de um olhar atento, validando a fala do nosso filho ou do nosso da nossa criança, do nosso adolescente, aquilo que é importante para que ele se sinta seguro dentro do ambiente doméstico. O próximo, Fred, por favor. E aí nós vamos partir de uma fala de que está no Evangelho de João, no capítulo 3, dos versículos de 17 a 18. Nós retiramos esta fala da da versão do João Ferreira de Almeida. a versão revisada, né, em que João traz o seguinte: "Quem, pois, tiver bens do mundo e vendo seu irmão necessitado lhe fechar o coração, como permanece nele o amor de Deus?" Filhinhos, não amemos de palavra nem de língua, mas por obras e verdade. Queridos, isso é importantíssimo porque já foi a época em que o que acontecia dentro de casa e o que acontecia na casa do nosso vizinho ficava restrito ali. Foi a época já em que nós velávamos o nosso, a nossa ajuda, a nossa orientação quando alguém estava passando por um sofrimento, uma violência doméstica. Mas está atualíssimo, como na fala de João, que como poderemos assegurar tratar do evangelho se nós não propomos uma ajuda, se nós não propomos uma orientação, se nós não atuamos viementemente dentro daquilo que está sob o nosso alcance. E isso faz parte de um estudo importante dentro das áreas de família das casas espíritas espalhados pelo Brasil e pelo mundo, de que é importante e necessário falarmos sobre isso e nós veremos o porquê perante as estatísticas. Mas quando nós temos uma criança ou um adolescente sendo cerciado no seu livre trânsito, há algo errado, há algo que faz com que essa criança não se permita dizer, não se permita falar. Muitas vezes ela não tem no seu pai ou na sua mãe a sua confidência natural, diária. às vezes ela faz parte de um lar disfuncional, pois a nossa tutela sobre estas crianças e sobre este

permita falar. Muitas vezes ela não tem no seu pai ou na sua mãe a sua confidência natural, diária. às vezes ela faz parte de um lar disfuncional, pois a nossa tutela sobre estas crianças e sobre este adolescente faz parte de um compromisso nosso desde a nossa programação reencarnatória, quando André Luiz nos descreve no livro Os Missionários da Luz sobre o processo reencarnatório de SX mundo, nós vemos o quanto que aquele casal Adeline e Raquel participaram de um de um processo extremamente angustiante para eles quando da possibilidade de uma nova gestação. Mas sabemos também pelo instrutor Alexandre de que o lar ele deve ser aquele local de aparato físico, moral, emocional e espiritual para os filhos que ali estarão. Nós viemos de um lar. Deveremos então proporcionar aos nossos filhos a segurança de um lar, a amorosidade dentro do lar, para que eles possam ter em nós, quando surgir qualquer dificuldade, a certeza de que estaremos lá para acolhê-los e para validar a sua fala. O próximo, Fred, por favor. E o papel da casa espírita. Kardec já trouxe no discurso aos espíritas de Lyon e Burdô, na viagem espírita de 1862, publicado pela FEB editora. O papel da casa espírita muito explícito para nós. Ela vai dizer, ele vai dizer: "Coloco em primeira linha consolar os que sofrem, levantar a coragem dos abatidos, arrancar um homem de suas paixões, do desespero, do suicídio, detê-lo talvez no abismo do crime." O papel da casa espírita, amigos, é aquele papel de aconselhamento. é o papel de consolo, de acolhimento, principalmente para aqueles que batem a porta do atendimento espiritual dentro do atendimento fraterno, para que esta criatura possa chegar lá e ter a tranquilidade de abrir o seu coração e, principalmente ter a certeza de que ali ela não vai ter um julgamento, ela vai ser acolhida nas suas dores, porque a criança pode não comentar nada do que ela está sendo vitimada, mas o adolescente e muitas vezes aqueles que estão dividindo o lar com esta criança na percepção do problema, muitas vezes

ores, porque a criança pode não comentar nada do que ela está sendo vitimada, mas o adolescente e muitas vezes aqueles que estão dividindo o lar com esta criança na percepção do problema, muitas vezes buscam o auxílio da casa espírita. E dentro da casa espírita, nós vamos ter a área de família, que vai trazer temas familiares a luz da doutrina espírita e que necessariamente precisa passar por estudar temas como este para que possamos instruir aqueles que frequentam esta área de família no sentido de alertá-los para aquilo que é necessário dentro de um lar funcional, que é a segurança, o amor, o acolhimento e frente à diversidade saber como agir dentro dos princípios éticorais e morais do evangelho de Jesus. E a AM A B Brasil se preocupou com isso. Nós trabalhamos desde o ano de 2021 neste projeto Acenda Luz, que é um projeto de parceria à casa espírita, em especial as áreas de família, a área do atendimento espiritual, a área da infância e juventude e a área da promoção social, eh, daquilo que é prevenção ao abuso sexual. na infância e na adolescência. Então, o que vocês vão ver aqui faz parte deste projeto e a gente traz para nossa discussão dentro das reflexões aqui propostas, Fred? E aí, amigos, nós teremos aqui algumas algumas ideias acerca da parte estatística. O slide anterior, por favor, Fred. Nós vamos ver que o abuso sexual se trata de uma violência silenciosa e camuflada. Entre 2019 e 2021, mais de 200.000 1 denúncias pela Ovidoria Nacional dos Direitos Humanos, dos direitos humanos, pelo disque sem, nós vamos ver que todos esses casos denunciados reflete apenas 10% dos casos notificados às autoridades. Então, a gente vê que é algo que é uma violência silenciosa e camuflada. Nem sempre as pessoas têm coragem ou capacidade, através daquilo que são infringidas a ela o papel do silêncio, elas conseguem denunciar. A violência sexual contra crianças e adolescentes é a quarta maior causa de denúncia no disc e muitos casos são subnotificados ou não denunciados, como

a o papel do silêncio, elas conseguem denunciar. A violência sexual contra crianças e adolescentes é a quarta maior causa de denúncia no disc e muitos casos são subnotificados ou não denunciados, como nós falamos anteriormente. 72% dos casos de violência contra crianças e adolescentes ocorrem na casa da vítima ou do agressor. especial são afligidas crianças entre 4 a 10 anos e todas essas incidências são recorrentes dentro do lar. Nos primeiros meses de 2023, ocorreu um aumento de 68% nas violações sexuais contra crianças e adolescentes e a maioria ocorre dentro de casa, como nós afirmamos anteriormente. E detalhe que é um mito dizer que muitos ou quase todos os agressores sofrem de algum transtorno mental e a estatística mostra que a maioria dos agressores sexuais de crianças e adolescentes não sofrem de distúrbios psiquiátricos, né? Então, muitas vezes a gente tenta entender colocando como se o agressor ele fizesse algo fora do seu controle, do seu processo consciencial. E não é isso que acontece. Por favor, Fred. O Brasil é o quinto entre países com mais denúncias de abuso sexual infantil. Entre 2022 e 2024, o Brasil passou do 27º lugar para o quinto lugar entre 51 países que são liderados pela Bulgária, Reino Unido, Holanda e Alemanha. Nesta ordem, esse dado eu peguei eh agora em abril de 2025 dentro do site da Agência Brasil EBC, dentro da eh da temática dos direitos humanos. E com base em dados oficiais do sistema de informação de agravos de notificação, que é o SINAN, registrou em média mais de 156 notificações diárias de violência sexual contra crianças e adolescentes somente em 2024. São sete violações a cada hora e uma violação a cada 8 minutos. Então, no transcorrer do nosso estudo, amigos, quantas crianças adolescentes não estão sendo infligidos por um abuso sexual, né? E aí embaixo nós deixamos os os canais de informação, que é o disc, o WhatsApp do da Secretaria de Direitos Humanos e o Telegram para que todas essas eh para que se nós soubermos de alguém que esteja sendo vítima, nós

deixamos os os canais de informação, que é o disc, o WhatsApp do da Secretaria de Direitos Humanos e o Telegram para que todas essas eh para que se nós soubermos de alguém que esteja sendo vítima, nós poderemos denunciar anonimamente e o sigilo é mantido, né? E inicia-se aí um processo de busca eh e pesquisa para realmente averiguar a veracidade da informação de quem fizer a denúncia. Próximo, por favor. E diante de uma problemática com uma marca de casos tão expressiva, é necessária a reflexão sobre qual é o papel das instituições espíritas frente a esta triste realidade que já adentrou também as suas portas. Nós deveremos ter em mente que a casa espírita recebe essas pessoas que passaram no seu passado, no seu presente ou no futuro que serão ou foram abusadas sexualmente. Então, nós precisamos compreender através da conscientização e auxiliar, trazendo os seguintes questionamentos: Como trabalhar o acolhimento e esclarecimento e o encaminhamento desta criatura que chega trazendo estas dores da alma? Como receber os envolvidos? Como acolher e trabalhar estas dores da alma? Será que nós estamos preparados para o trabalho, amigos? O problema é da família ou também é nosso? E como enxergar e ressignificar esta dor a luz imperecível do evangelho? Então, antes de qualquer julgamento, nós deveremos pensar como seria que o evangelho nos auxiliaria para trabalhar esta temática no nosso dia a dia, na nossa vida de relação e como as áreas de família e como toda a casa espírita pode trabalhar o encaminhamento, o acolhimento e o esclarecimento das pessoas que nos procuram, porque as dores são inúmeras e refletem na vida de relação da pessoa de uma forma tão brutal que muitos eh dos adolescentes e das crianças intentam com a ideiação suicida. ao longo de um curto ou médio prazo. Então, é algo extremamente impactante para todos nós e merecedores da nossa reflexão. Fred, e daí, para que nós possamos entender para compreender, nós precisamos diferenciar o que é abuso sexual do que é exploração sexual.

nte impactante para todos nós e merecedores da nossa reflexão. Fred, e daí, para que nós possamos entender para compreender, nós precisamos diferenciar o que é abuso sexual do que é exploração sexual. Então, quanto ao abuso sexual, é qualquer atividade sexual não consensual com uma criança ou o adolescente, enquanto que na exploração ocorrem atividades sexuais em troca de benefícios materiais, financeiros, presentes, favores ou qualquer outra forma de compensação. Dentro do abuso, ele pode ocorrer num ambiente familiar, na comunidade, nas instituições e também de forma online. Na exploração, pode acontecer nas ruas, também no ambiente familiar, nos estabelecimentos comerciais, nas instituições e também de forma online. Quando nós falamos do abuso, em algumas regiões do nosso país e também de outros países, são endêmicos culturais porque passam pelo perfil das relações incestuosas entre pais e filhos, em especial. E no caso da exploração inclui a prostituição, a pornografia, a exploração sexual online, o tráfico e o turismo sexual. E tratando-se de ambos, tanto o abuso quanto a exploração vai determinar impactos físicos, emocionais e espirituais, não só naquele que sofre o abuso, mas também no abusador, daquele que pratica o abuso, né? Por isso que é importante nós fazermos a discriminação entre abuso e exploração, porque um pode, a depender da situação, culminar para o outro, né? Então a gente vê que é uma relação de dupla via. Fred, por favor, com relação a quem abusa, né? Então, na realidade, geralmente ele é um conhecido da vítima em 82,5% dos casos. Podem ser pais ou padrastos em torno de 40,8% através das relações incestogênicas. Podem ser irmãos, primos e outros parentes que ocupam aí a estatística de 37,2% e a voz em torno de 8,7%. E o que que acontece entre quem abusa e quem sofre o abuso? um pacto de silêncio e conivência, muitas vezes pela impotência ou pela concordância por vantagens que recebem em troca dos atos perversos dos abusadores sexuais, significando que o pacto de

o abuso? um pacto de silêncio e conivência, muitas vezes pela impotência ou pela concordância por vantagens que recebem em troca dos atos perversos dos abusadores sexuais, significando que o pacto de silêncio entre uma criança e o adolescente, o seu abusador pode ter a conivência de alguém que mora dentro do mesmo domicílio, fazendo com que nada seje comentado e muito menos buscado ajuda. Então a gente vê, amigos, que é algo extremamente sensível, porque na realidade quando isto acontece cronicamente, isso vai trazer para a alma do abusado muitas alterações, não só no campo psicológico, quanto no campo psicossomático, também no campo físico, como nós veremos adiante. Por favor, Fred. Então, quando nós vamos olhar para a lente daquele que pela lente daquele que sofre o abuso, nós vamos ver que na criança ou no adolescente ocorre uma mudança de comportamento e de humor. uma criança que ela era, uma criança calma, tranquila, que se dá com todo mundo, é uma criança querida da família, ela vai sair desse comportamento normal e vai migrar muitas vezes para comportamentos agressivos e muitas vezes hostis. Ele sofre um pânico psíquico e também local para que ele possa estar próximo do abusador. Ou seja, esse pânico de ficar perto de algum familiar que provocou um abuso causa nessa criança um um grande encistamento psíquico, um isolamento psíquico. E ele vai afastando naturalmente da convivência familiar. A gente observa nos casos que nos chegam nos consultórios são crianças acuadas, que não gostam de estar próximo da sua família porque sabe que o abusador muitas vezes está ali dentro. Eles têm uma dificuldade incrível, amigos, de conversar com os pais por qualquer motivo. Eles evitam o olhar porque eles têm um sentimento de culpa deste processo ter acontecido. Então, além dele ser violentado, além dele ser e silenciado, ele ainda se sente culpado, na grande maioria das vezes, por ter despertado no abusador um olhar direcionado para ele e, principalmente por ter permitido que

er violentado, além dele ser e silenciado, ele ainda se sente culpado, na grande maioria das vezes, por ter despertado no abusador um olhar direcionado para ele e, principalmente por ter permitido que o abuso o abuso se concretizasse. Então isso vai delimitar para eles uma baixa autoestima, uma fase clássica. Eu não valho nada para ninguém, nem pro meu pai, nem pra minha mãe, para ninguém. Então ele vai ter uma postura de estar carbaixo, entristecido na maior parte do tempo. O correm pesadelos noturnos, como choros recorrentes, e muitas vezes são crianças e adolescentes que passam por períodos longos de insônia, distúrbios do sono. Isso com toda essa nuance emocional leva essa criatura, essa criança ou esse adolescente a um isolamento psíquico. E uma outra característica importante, eles sofrem desespero ao ficar privado do seu celular, das redes sociais, porque muitos deles acabam através desse processo do abuso sendo direcionados para sites de pornografia, para sites que não são adequados para as faixas etárias, principalmente entre dos adolescentes, onde nós vamos ter o as redes de pedofilia, onde eles terão acesso da de imagens de conteúdo sexual, levando muitos a uma verdadeira dependência psíquica. Eles têm medo que os pais ou os coidadores tenham acesso ao seu computador e à suas redes sociais, né? Do ponto de vista escolar, por todo esse processo, eles têm um baixo rendimento com hiper foco em suas emoções em desalinho. Além disso, para passarem desapercebido do seu abusador, eles mudam a aparência, mudam completamente o formato de vestir, né? E principalmente a o jeito de utilizar as roupas. vão preferir roupas mais largas, roupas que não delineiam seu corpo e isso simplesmente para passarem desapercebido. E consequentemente tudo isso desencadeia dores psicossomáticas de de aspecto emocional. Só que para quem está do lado de cada mesa, no caso médico ou psicólogo ou psiquiatra, eh, ou clínico, muitas vezes não é a primeira hipótese que a gente pensa. Mas quando você investiga

to emocional. Só que para quem está do lado de cada mesa, no caso médico ou psicólogo ou psiquiatra, eh, ou clínico, muitas vezes não é a primeira hipótese que a gente pensa. Mas quando você investiga clinicamente e não acha nada que justifica, você afasta causas orgânicas através de vários exames realizados, eh várias investigações laboratoriais de imagem e a gente vai então levantar uma antena de que algo possa estar acontecendo com esse jovem ou com esta criança. O próximo, Fred, por favor. E quais são então as consequências psicoemocionais para este adolescente ou esta criança? Primeiro, tendo a culpa como base, ele vai ter distúrbios comportamentais em espécie eh recorrente. vai adquirir muitas vezes por conta deste processo e por saber que a sua informação não é validada pela família, porque muitos às vezes, amigos, tentam colocar para os pais ou para o cuidador do que algo de ruim esteja acontecendo, como nós já vimos várias vezes no nosso ambiente de trabalho. Mas muitas vezes é dito: "Para de mentir, você tá inventando essa história, que é isso que fulano vai fazer isso com você. você tá querendo o quê com isso, né? Então, a fala desse adolescente, dessa criança não é validada. Então, muitos deles desenvolvem transtornos de ansiedade, né? Porque muitas vezes esta criança pelo pacto de silêncio, ela é proibida de falar pelo abusador. Sofre então chantagens por ele, né? Isso recorrentemente, tendo esse transtorno emocional como o pano de fundo, nós vamos desencadear, além do transtorno de ansiedade, podemos evoluir para o transtorno depressivo, exatamente por conta da conivência e pela falta de validação da fala dessa criança e desse adolescente. Então, ocorre um divórcio emocional dele com a família, né? a família não acredita, coloca ele dentro de uma caixinha como se ele fosse um grande mentiroso, né? E ele então ele se separa emocionalmente deste pai, desta mãe ou desse cuidador. Muitas vezes recorre à automilação e uma um bom percentual quando perguntado, muitos deles, um grande

de mentiroso, né? E ele então ele se separa emocionalmente deste pai, desta mãe ou desse cuidador. Muitas vezes recorre à automilação e uma um bom percentual quando perguntado, muitos deles, um grande percentual já pensaram em se suicidar, em tirar a sua vida, né? exatamente por conta desse processo de não validação da sua queixa ou da sua dor emocional. E essas criaturas para uma visão ao longo prazo, nós poderemos ter uma disfuncionabilidade familiar, ou seja, ele vai gerar também eh lares disfuncionais, pode vir a ter o uso de substâncias lícitas e ilícitas, como a toxicomania e os demais transtornos psíquicos. Ou seja, amigos, numa situação como essa, onde uma criança e o adolescente observa muitas vezes que ele está sozinho, infelizmente nós vamos ter todas essas consequências psicoemocionais em maior ou menor intensidade, mas o principal que é a automutilação, né, a autolesão e a ideiação suicida. Muitas vezes são as rotas de escape para esta criança e para este adolescente. Aí a necessidade de nós orientarmos dentro da área de família, trazermos essa temática, porque muitas vezes isso não faz parte da rotina dos diálogos, mas ele é importante porque o Brasil saiu neste momento do ano de 2025 da 27ª posição para a quinta posição mundial em abuso em violência sexual contra a criança e o adolescente. Por favor, Fred. E daí, onde se pode buscar auxílio na casa espírita? Como trabalhar este auxílio? Então, a APSE, a área do atendimento espiritual, tendo como base o atendimento fraterno, a área da infância e juventude e os grupos de estudos familiares à luz da doutrina espírita, ou seja, as áreas de família, elas são as quatro áreas muito específicas dentro da casa espírita, onde a informação pode chegar e onde nós temos muitas vezes a possibilidade de te ajudar através de uma escutativa sem julgamentos. Ninguém vai estar lá e vai comentar algo querendo ser julgado, porque são as dores daquela alma que estão em discussão, são as dores daquela alma que estão sendo colocadas para

tativa sem julgamentos. Ninguém vai estar lá e vai comentar algo querendo ser julgado, porque são as dores daquela alma que estão em discussão, são as dores daquela alma que estão sendo colocadas para buscar uma luz no final do túnel. Mas dentro dessas quatro áreas, a pergunta fica: "Meu Deus, mas como que eu vou denunciar? É papel da casa espírita fazer isso?" E aí, conversando com a coordenadora do atendimento da da área de assistência e promoção social aqui da FEDEF, nós tivemos, né, uma luz no túnel, porque a APS lida diretamente com estas questões e ela pode promover eh com maior facilidade o encaminhamento. para que estas famílias ou esta esse familiar que está visualizando e resolveu falar ou a criança ou o adolescente que muitas vezes chega na ápice também, principalmente quando pertencente a uma condição socioeconômica que eh delibera para que ele possa, através das dificuldades, procurar ajuda. pode fazer maiores encaminhamentos, né? O próximo, por favor, Fred. E daí o objetivo deste acolhimento, o objetivo eh daquilo que nós possamos entender para compreender e auxiliar é acolher e fortalecer esta criatura, este espírito que está passando por esta prova, fazendo com que ele possa ressignificar a sua vida a partir deste ponto adiante. Porque, amigos, nós ainda estamos de acordo com a escala espírita na condição de espíritos imperfeitos e nós não conseguimos estabelecer o perdão facilmente. Então, quando nós estamos falando de acolhimento e fortalecimento espiritual para ressignificação, nós estamos abrindo o leque de ajuda que nós poderemos ter, de orientação e direcionamento que nós poderemos oferecer, do acolhimento sem julgamento que nós poderemos ofertar para que isso possa ser ressignificado através das várias terapias que este esta criança ou este adolescente deverá ser encaminhado. terapias de cunho psicológico, porque as dores da alma vão trazer consequências e vão trazer comportamentos disfuncionais para o futuro desta criança e deste jovem. Mas também para

rá ser encaminhado. terapias de cunho psicológico, porque as dores da alma vão trazer consequências e vão trazer comportamentos disfuncionais para o futuro desta criança e deste jovem. Mas também para aquele que convive dentro de casa observando a situação e não sendo conivente, ele também precisa de assistência. né? Por quê? Porque as dores não são centradas apenas no adolescente, na criança, mas em todos aqueles que estão à volta. Isso repercute no grupo familiar, isso repercute no grupo de amizades, isso repercute no grupo da escola, isso repercute no grupo do trabalho. Então, assim como nós temos dentro da temática do suicídio, que para um suicídio nós teremos repercussões e pessoas atingidas em escalas eh diferenciadas pelo sofrimento que o suicídio traz em quem conviveu com aquele que optou pela pelo suicídio. que também dentro do abuse da violência sexual, a repercussão é grande. Então, todos vão precisar de uma assistência psicológica, médica e, principalmente do calor humano de quem pode se solidarizar para ajudar a recuperar e a ressignificar todas estas questões. Por favor, Fred. E daí, qual é o convite para nós, trabalhadores espíritas? O convite é olhar com misericórdia a dor do outro e estendermos a mão a quem sofre sem um pingo de julgamento. Então é importante porque quando diante desta situação naturalmente nós vamos julgar, vamos nos revoltar, vamos a muitas vezes às vias de fato no sentido de eh agressões, mas como espíritas, como os cristãos, nós precisamos olhar com misericórdia a dor do outro e estender mos a mão a quem sofre. Por favor, Fred. E Joana de Angeles, na introdução do livro Amor imbatível, amor, que foi a obra que norteou o projeto Assento uma luz, que nós estamos trazendo aqui para vocês, ela vai dizer o seguinte: criado o espírito simples para adquirir experiências a esforço próprio e renascendo para aprimorar-se as realizaçõ se transferem de uma para outra vivência, dando curso aos impositivos da evolução, que, enquanto não vingir o

s para adquirir experiências a esforço próprio e renascendo para aprimorar-se as realizaçõ se transferem de uma para outra vivência, dando curso aos impositivos da evolução, que, enquanto não vingir o amor, se imporão através dos processos aflitivos. Inevitavelmente, porém, momento surge no qual há um despertamento para a emoção superior e o amor brota a princípio como impulso conflitivo para depois agigantar-se de forma excelente, preenchendo os espaços emocionais e liberando as tendências nobres enquanto dilui aquelas de natureza inferior. Dentro da coleção André Luiz, o livro Libertação na pessoa, no personagem de Gregório, traz exatamente esta reflexão. aquele que está vinculado a trazer dor e sofrimento em qualquer área de atuação para aquela criatura. E aí passam-se também pelos obsessores. A misericórdia divina é tão intensa e tão firme que a criatura um dia, nesta existência, daqui 10 existências, daqui 100 existências, ela vai cansar de estar naquele circuito vicioso do seu pensamento e ela vai despertar de algo que era extremamente infringente em termos de dor. para que esta natureza inferior comece através da reparação e da ressignificação dos seus atos despertar para algo mais sublime, ou seja, é a linha do tempo. E para isso nós temos uma eternidade, para que todos os processos deletérios eles venham a ser reparados, ressignificados e trabalhados para que eh aquilo que me fez sofrer hoje possa, no futuro ser material suficiente para que eu ressignifique a minha conduta. E o nosso último slide, Fred, por favor. Joana deângeles, então, continua. O amor tem sido o grande modificador da cultura e da civilização. Embora ainda remaneçam costumes bárbaros que facultam a eclosão de tormentos emocionais complexos. Assim também as guerras, as lutas fratricidas, os conflitos domésticos e sociais. Quando a consciência de justiça suplantar as tendências destrutivas, o amor vencerá. Queiramos ou não, amigos, todos nós que estamos aqui online e todos nós que vivenciamos a rotina da nossa casa

ais. Quando a consciência de justiça suplantar as tendências destrutivas, o amor vencerá. Queiramos ou não, amigos, todos nós que estamos aqui online e todos nós que vivenciamos a rotina da nossa casa espírita no trabalho que nos pertence e onde nos colocamos, querendo ou não, seremos espíritos felizes, espíritos puros. Sairemos da imperfeição de um mundo primitivo e chegaremos a seres a sermos espíritos puros. Nesse meio de campo, nós teremos o trabalho interno. Não existe nada de fora para dentro, mas é sempre de dentro para fora. O que eu vejo no mundo como angústia, como dor, como sofrimento, partiu para o mundo lá fora, dentro de um núcleo familiar. aqui dentro, dentro de um núcleo de pensamentos, dentro do meu campo consciencial. Então, o livre arbítrio é meu, a mudança também é minha, mas o mais difícil é persistir na mudança, porque nós somos, como espíritos imperfeitos, muito influenciáveis pelas distrações. E por sermos influenciáveis pelas distrações do mundo, nós não somos persistentes na nossa vontade de mudar. A gente sempre dá uma escorregada, porque o livre arbítrio nos faculta. Se não modificamos agora, teremos o nosso tempo da mudança interior. Então, tudo que a gente chama de injustiça no mundo partiu do campo mental e do campo das emoções de cada um de nós. Por isso que nós, ao desejarmos, deixarmos um mundo melhor pros nossos filhos, nós precisamos nos perguntar: Como eu estou? preparando meu filho, independente da da do quesito religioso, como eu estou preparando o meu filho para um mundo melhor, porque é ele que vai fazer a diferença, não é a materialidade, sim o processo íntimo de cada família, de cada programação reencarnatória, de cada testemunho feliz. que nós possamos passar pros nossos filhos através do nosso próprio exemplo. Por isso, a necessidade de nós, enquanto área de família, prepararmos toda uma temática que visa despertar a virtude, o valor ético moral em um mundo que tem passado por grandes dificuldades neste momento. 25 não está sendo um ano fácil

anto área de família, prepararmos toda uma temática que visa despertar a virtude, o valor ético moral em um mundo que tem passado por grandes dificuldades neste momento. 25 não está sendo um ano fácil para ninguém, porque o valor da família em muitos locais tem sido desmerecido. É como se fosse algo ampassã, fosse demoder, mas não é. O núcleo familiar ainda é um núcleo de vanguarda dentro do nosso processo de crescimento espiritual e de transformação interior. Então, amigos, eu agradeço muito pela oportunidade de estarmos aqui todos juntos e principalmente pela oportunidade de reflexão junto a vocês. Fico à disposição dos nossos amigos aqui da área eh de família. A gente agradece muito, Márcia, é um assunto eh de suma importância, né? E a gente ainda precisa conhecer muito para poder fazer um atendimento correto, né, dentro da nossa casa espírita, né? a gente precisa eh se preparar para essa demanda que a gente vê que infelizmente cresce, né? Mas fica aí essas reflexões que a gente possa aprofundar aí mais e mais nesse assunto, né, que eu acho que foi de interesse de todos. Eh, antes de eu passar para as perguntas, eu gostaria de agradecer a todas as pessoas que estão aqui compartilhando com a gente no chat. Nós temos Brasil todo aqui, não só a nossa região centro, mas do Acre, lá do Amazonas, lá do norte até no sul. A gente tem companheiros aqui que estão aqui conosco nesse momento que a gente sente a importância do assunto, né, que foi desenvolvido. A gente agradece muito a todos. Eh, vou fazer uma pergunta aqui é da nossa companheira Geralda, que é coordenadora de Goiás. Ela hoje não tá aqui presente, mas ela me mandou uma pergunta. Eh, a exposição excessiva de crianças e jovens a conteúdos sexuais inadequados pode distorcer a visão da sexualidade e levar a comportamentos desequilibrados. Como e o que fazer para reparar essa situação? Daí, né, Regina, a gente precisa agradecer a Geralda por essa pergunta, porque ela é de suma importância, né? Eh, aí nós vemos a responsabilidade dos

os. Como e o que fazer para reparar essa situação? Daí, né, Regina, a gente precisa agradecer a Geralda por essa pergunta, porque ela é de suma importância, né? Eh, aí nós vemos a responsabilidade dos pais sobre aquilo que as crianças assistem. Eu sempre digo pros nossos pacientes que a criança ela não precisa ser exposta a esse tipo de situação por ela mesma, mas porque há uma permissividade para isso. Muitos pais ainda precisam de um comportamento de validação dos seus filhos para consigo mesmos. Então, onde fica tudo permitido, tudo relativizado. E a criança que não tem ainda um processo de julgamento, não tem a maturidade psíquica para poder trabalhar dentro de si essas questões, ela liberada para assistir tudo que quer e não tendo a maturidade própria para discernir entre o certo e o errado, é claro que ela vai ser influenciada por tudo isso. Isso. Então, esta exposição abusiva, a começar dos dos desenhinhos coloridos dos bebês de 9, 10 meses que já passa a mãozinha assim, ó, no celular, né? Então, tudo aquilo altera primeiro a neuroplasticidade do cérebro. A criança nessa faixa etária, eh, desde o nascimento, ela só vai completar essa maturidade cerebral aos 21 anos de idade. Então, tudo aquilo que atrapalha essa neuroplasticidade, como esses desenhos extremamente coloridos, eh como assim você vê que o desenho infantil da primeira infância é diferente do desenho infantil da segunda infância a partir dos 6 anos. Eles são muito recheados em cores, né? E quando expostos, porque toda essa questão da problemática da sexualidade e da pedofilia está embutida nos nos desenhos infantis, comportamentos que não seriam justos, né? Como, por exemplo, uma mãe recentemente eh me mostrou lá que a filha tinha olhado, né? H, o casamento eh das mães de princesas, né? Não que a essas questões sejam erradas, não é isso? Mas a criança não tem poder de julgamento. Então isso influencia de uma maneira eh desfavorável para a criança para que ela possa então trabalhar estas questões de

questões sejam erradas, não é isso? Mas a criança não tem poder de julgamento. Então isso influencia de uma maneira eh desfavorável para a criança para que ela possa então trabalhar estas questões de uma maneira adequada por falta de julgamento próprio, né? uma criança que não tem a maturidade. Então isso, Regina, realmente impacta negativamente eh dentro eh da mente do psiquismo desta criança. É, seria bem interessante a Casa Espírita, né, num grupo de família trazer esse assuntos, né, pro pai e pra mãe, né, que eles precisam ser esclarecidos sobre isso, né? Sim, com toda a certeza. Silvana, nossa companheira lá do Mato Grosso, vai te fazer aí a próxima pergunta. É verdade. Eh, Márcia, nossa, gratidão pela tua explanação. Eu vou te falar a verdade, eu fiquei impactada com as informações. Eh, nós estamos na área da família há um bom tempo, mas de repente a gente percebe que a gente tem trabalhado às vezes em outro foco. É aquilo que vai chegando, né, para nós, né, é a demanda que vai chegando. E realmente a gente nunca se aprofundou nesse assunto tão difícil, tão delicado, mas tão necessário, não é verdade? Com certeza. Então é o que eu falei no início, às vezes a gente não vai ter nem pergunta para você, que eu achei que foi tão completo e a gente, eu vou precisar de um tempo assim para compreensão, como você falou, né? O é o entendimento para uma compreensão. Mas eu vou fazer uma pergunta para você. talvez você vai até fazer aí uma repetição da sua fala, né? Então assim, considerando, né, os os ensinamentos da doutrina espírita, né, de que a vida é bênção, né, do criador, que é uma oportunidade de aprendizado, de crescimento, de evolução, né? Então, como que nós podemos entender o abuso infantil como essa experiência, né, que pode ser trabalhada e superada, mas eu coloco aqui tanto paraa vítima quanto para o agressor, que você ainda mencionou, né, que na na estatística que ele nem sempre ele é considerado um doente. Uhum. E até então assim, dentro daquilo que a gente, né, aprende aí com a vida,

nto para o agressor, que você ainda mencionou, né, que na na estatística que ele nem sempre ele é considerado um doente. Uhum. E até então assim, dentro daquilo que a gente, né, aprende aí com a vida, nossa, eu consideraria alguém com com um transtorno muito grande no âmbito da sexualidade, mas gostaria que você falasse alguma coisa. Sim, assim, na realidade, né, Silvana, eh, para ambos é um adoecimento grave psíquico, né, não só pelas pela causa, quanto principalmente pelas consequências. Então, eh, na realidade, o abuso, a qualquer tipo de violência faz mal para qualquer pessoa, né? Seja uma palavra maldita no sentido de falar mal com alguém, gritar com alguém, trabalhar esta questão eh familiar de uma maneira agressiva que gera a disfuncionabilidade familiar, seja no próprio abuso, seja no uso das substâncias psicoativas, seja nas criaturas que são pessoas que trazem seus transtornos. mentais de alguma forma para dentro do lar, né? Então tudo isso causa e impacta negativamente eh na vivência de qualquer pessoa, né? Então, tanto um quanto o outro são criaturas que precisam de cuidados, né? Porque uma das grandes dificuldades é nós vermos o lado do abusador, né? Nós temos dificuldade sobre isso, nós temos rejeição a essa temática. A gente desfoca o nosso olhar apenas para a vítima que realmente precisa ser olhada, mas nós também precisamos olhar a criatura como um espírito imortal. Ele está abusador hoje? Ele foi um abusador e vidas passadas? Não sabemos, mas é um alto grau de agressividade que se expressa no seu conteúdo formal de vivência diária, porque a maioria não tem transtorno mental, como as estatísticas mostram. Então, nós temos que ter um olhar mais amplo, porque antigamente nós duelaríamos com ele. Hoje, dentro da nossa visão, não vou dizer espírita, porque o cristianismo está acima da visão espírita, mas no olhar de Jesus, o que ele faria? É essa a pergunta que nós temos que ter. Tanto um quanto o outro sofrem as consequências psicológicas, físicas e sociais.

tianismo está acima da visão espírita, mas no olhar de Jesus, o que ele faria? É essa a pergunta que nós temos que ter. Tanto um quanto o outro sofrem as consequências psicológicas, físicas e sociais. Então, a gente tem que ter um olhar mais amplo pra gente não errar, porque ao errar nós também estaremos incendido no erro e estaremos também sendo submetidos a uma reparação do nosso julgamento. Então, é uma situação complexa. Nós ainda vemos que estas, estes abusadores quando entram para o sistema penitenciário, principalmente se são abusadores de infância, né, eh a vida deles não é simples lá dentro também, né? Então a gente vê que o recurso da prisão, de tudo aquilo que advém de tudo isso segue os trâmites normais da nossa sociedade e precisa ser obedecido essa essa questão. Mas se formos olhar do ponto de vista espiritual, nós deveremos ter um olhar mais amplo, porque ambos estão adoecidos. Verdade. Gratidão pela sua resposta. Foi excelente. É um olhar da circunstancial, né? Mas também existencial. Com certeza. Obrigada. Tá fechado seu áudio, Geovânia. Aí, pronto, agora dá. Muito obrigada, Márcia, mais uma vez. Bom demais ter você aqui com a gente, trazendo esses recursos, né, dentro da área médica, mas principalmente conjugando com os princípios doutrinários que nos despertam aí esse olhar mais de com mais amorosidade paraas duas partes da história, né? E a gente fala aqui de duas, mas são muitos os envolvidos e o sofrimento se estende muito, né? né? Então, diante disso, eh, a gente recebeu uma pergunta aqui da nossa, eh, colega de trabalho da FAN, a Rosângela, que não está aqui conosco agora, mas colaborou com uma pergunta. Ela fala aqui que os problemas com crenças, mitos, cultura, a beleza, falta de diálogo, ela pergunta se podem agravar os riscos de violência. Aí ela diz: "Qual pode ser o melhor suporte para minimizar as questões atuais?" Olha, Geovân, qual é o nome dela? Rosângela. Rosângela. É, na realidade, toda vez que a gente observa, né, o nosso status social e a o nossa a nossa

melhor suporte para minimizar as questões atuais?" Olha, Geovân, qual é o nome dela? Rosângela. Rosângela. É, na realidade, toda vez que a gente observa, né, o nosso status social e a o nossa a nossa falta de comprometimento com o outro, nós estimulamos a violência, seja a violência psíquica, seja a violência eh na fala, na atuação, seja a violência emocional. Então isso princípio de que quando nós não aferimos através da rotulagem do evangelho, nós sempre vamos ter disponibilidade para cair em erro. E esta esta disponibilidade para cairmos em erro, ao repararmos, não significa que estaremos kits com a justiça divina, porque a lei é de justiça, amor e caridade. Entre que o processo de reparação ele está inserido para que a criatura recorra através da sua modificação interior naquilo que ela pode colaborar para consigo mesmo, seja no perdão ao outro e no auto perdão. Então, a gente vê que as coisas são implicadas e isto faz com que a sociedade eh como exige esforço e exige dedicação e persistência na modificação interior, isso é trabalhoso. Então, as pessoas fogem desse tipo de situação, vivem um dia atrás do outro, como se não houvesse amanhã, né? E isso dentro do lar, gente. Aí quando eu comecei a minha fala trazendo que a responsabilidade de uma paternidade e de uma maternidade responsável para ser bem redundante, significando que a nossa responsabilidade com estes seres que estão encarnados sobre a nossa tutela, ela é absoluta, ela nunca será relativa. Ela é absoluta. E tanto no Velho Testamento quanto no Novo Testamento, a frase é dita o processo final. A consciência vai dizer assim: "O que fizestes do filho que lhe confiei? E como é que nós vamos responder isso se nós não temos a certeza de que o nosso comprometimento e o nosso trabalho não foi efetivo naquilo que nós estabelecemos dentro da nossa programação reencarnatória. Então, Geovânia, é deveras complexo, mas parte de um princípio da criatura querer melhorar. E a melhora não é instantânea, ela vai obedecendo

estabelecemos dentro da nossa programação reencarnatória. Então, Geovânia, é deveras complexo, mas parte de um princípio da criatura querer melhorar. E a melhora não é instantânea, ela vai obedecendo degraus tomada de consciência para que todo esse processo, independente de que violência nós estivermos falando, que este processo se restaure pela reparação e pela ressignificação das atitudes. Eu acho que é por aí, Geovânia. Gratidão, Márcia. Muito bom, viu Fernanda? Agora vai ter a próxima pergunta. Ei, Márcia, bom, um dia e tanto para nós hoje, né? emoções aqui em ebulição, com tanta com tanta dor que a gente eh esbarra por aí a, né? Mas o nosso amigo Lúcio não pôde estar presente, que também é aqui de Minas Gerais, eh trabalhador também da área da fã federativa, mas ele me mandou uma pergunta que eu acho que é pertinente para abrandar um pouco essa essas dores que a gente está, já que a doutrina ela nos facilita nesse sentido, né? é entendendo e nos prontificando que nós vamos elaborando as dores que a gente vai encontrando no caminho, né? E aí ele questiona se a gente enquanto casa espírita, enquanto federativa ou outras outros órgãos dos movimentos, eh, como que a gente pode estar ajudando no processo de divulgação, conscientização? Vocês têm um material pronto para esse trabalho do projeto que a gente pode estar utilizando? Eh, o que que você nos indica a nível de parceria com órgãos públicos ou até alguns privados, né, que que estão aí eh de mobilização já articulados para que nós possamos, né, est trabalhando nessa divulgação e também eh nos preparando enquanto casa para dar esse suporte para essas duas esferas. para essas duas pontas dessas dores aí que você em vários momentos foi aí citando e culminou aí com a a resposta paraa Geovânia, eh, dessas dores do abusador também, da problemática do abusador, que também pode chegar até nós, né? né? E e também ter que ser atendido no diálogo fraterno em algum momento, né, de já arrependimento, de já entendimento do

sador também, da problemática do abusador, que também pode chegar até nós, né? né? E e também ter que ser atendido no diálogo fraterno em algum momento, né, de já arrependimento, de já entendimento do que tá acontecendo na vida dele. Eh, bom, nos ajude aí a ajudar um pouco mais. Então, Fernanda, esse projeto do Acendum La Luz, até já conversei com o Marco Leite, a gente já teve diálogo sobre isso, a gente já teve aqui na Fedef, acho que o seu áudio tá tendo uma reverberação, Fernanda. Eh, a gente já teve aqui na FEDEF várias exposições sobre o projeto. Esse é um projeto de parceria da AM Brasil. Ele está locado no nosso departamento de família, né, que onde eu sou atual coordenadora. Ele tem todo o material escrito, né? E ele está sendo, é um material em construção permanente, né? Ele vai sendo sempre revalidado, reavaliado e ele é um projeto de parceria, ou seja, aonde existe uma AME, uma associação médico espírita próximo de você, ele pode te ajudar a trabalhar dentro dessa temática eh na casa espírita, porque a função da das associações médicoespíritas é ajudar a casa espírita no que ela precisar nesse conteúdo dentro da área de saúde e espiritualidade. Então esse é o nosso papel. E quando esse projeto foi construído e está alocado no nosso departamento de família, é exatamente para responder a sua pergunta, como nós podemos nos capacitar do ponto de vista técnico? Porque se você for pensar do ponto de vista estritamente doutrinário, que é extremamente importante, ele preenche as lacunas, mas fica faltando algumas vírgulas, né? Então, quando você tem esse projeto técnico doutrinário, você consegue a abarcar uma grande variedade de possibilidades, principalmente os encaminhamentos ao setor das psicoterapias, das terapias ocupacionais, da ajuda familiar pela casa espírita. O encaminhamento, geralmente ele é feito pelos órgãos parceiros vinculados a áreas dos direitos humanos. E aí nós temos várias faculdades, eh principalmente faculdades que t uma área do direito ou de uma área

nhamento, geralmente ele é feito pelos órgãos parceiros vinculados a áreas dos direitos humanos. E aí nós temos várias faculdades, eh principalmente faculdades que t uma área do direito ou de uma área da assistência social ou de uma área da psicologia que oferece recursos de trabalho com essas pessoas. Nós já tivemos também a ciência de que vários abusadores procuraram as casas espíritas, né? E quando deflagraram o seu processo, houve um silêncio. E esse silêncio foi mais devastador na área do atendimento fraterno do que deveria ser. Então, significando que nenhum de nós está preparado de cara para receber esse tipo de situação. Por isso precisamos nos capacitar. Então, o projeto Asendo a uma luz, ele vai de encontro a estas capacitações, né? Nós já tivemos aqui na FEDEF muitas AMES do Nordeste, muitas casas espíritas das federativas do Nordeste já tem acesso a esse material, a essas capacitações. Nós já tivemos também eh em outras áreas do Brasil. Então, assim, eh tudo isso visa a ajudar a casa espírita. E o que que é importante que eu vejo, Fernanda, é a interlocução entre as áreas. Não adianta isso chegar lá na área do atendimento fraterno e não passar pelas demais, porque é uma família que está passando por um processo doloroso. Então, a área de infância e juventude, a área de família, a área de assistência e promoção social, né, elas precisam estar integradas com tudo isso. E a válvula importante nesse processo é a área de assistência e promoção social. É ali que ela pode encaminhar, direcionar para todos os órgãos eh que sejam solidários e que sejam responsáveis também por essa temática para que o processo possa dar encaminhamento, né? Mas é é o dever da casa espírita integrar uma área com a outra para que nós possamos ajustar e afinar esse diálogo e o encaminhamento desses processos. Não sei se eu respondi, Fernanda, que você queria, mas é mais ou menos esse o meu entendimento. Respondeu: "Sim, minha querida. Eh, muito obrigada. Eu acho que agora a gente já tá com o norte, já não

Não sei se eu respondi, Fernanda, que você queria, mas é mais ou menos esse o meu entendimento. Respondeu: "Sim, minha querida. Eh, muito obrigada. Eu acho que agora a gente já tá com o norte, já não estamos tão tão perdidos diante da dor, né? Temos a dor, mas não temos mais o total sofrimento porque podemos fazer alguma coisa. Obrigada. Eu só queria esclarecer antes de você finalizar, Fernanda, vendo aqui nos comentários, todos os gêneros são abusados, meninos e meninas, adolescentes, meninas, adolescentes, meninos, todos são vítimas desse processo. Então, nós estamos usando o linguajar que retrata os dois gêneros. Então, gostaria só de esclarecer para que a gente possa situar a nossa fala dentro de uma forma bem aberta, bem não unifocal, mas bem aberta. Então, ô, Márcia, eh, eu até teria mais aqui alguma pergunta para te fazer, que tiveram várias, mas como a gente tem 5 minutinhos para terminar, eu vou deixar para você as considerações finais para você trazer aí mais alguma coisa que eu acho que vai acrescentar muito mais do que a gente fazer perguntas isoladas. Eu acho que dentro de tudo que você falou, acabou respondendo muita eh das perguntas que foram feitas, né? Então fica aí uns minutinhos para você terminar pra gente. Obrigada, Regina pela deferência. Amigos, o espírito é imortal. Os aprendizados que cada um de nós estaremos inseridos para melhorarm-nos como filhos de Deus, eles são importantes em todos os âmbitos, não só do conhecimento, mas das experienciações. Nós sabemos pelo pentateu que o espírito não tem sexo. ele pode estar em uma orientação ou em outra orientação de acordo com a necessidade do seu aprendizado. E o mais importante é que nós possamos compreender a dor do outro pensando que ela poderia ser minha. Uma coisa é nós trabalharmos o abuso infantil e do adolescente, seja ele menino ou menina, mulher ou homem, porque aconteceem todas as faixas etárias. Mas hoje nós estamos focando aqui na infância e na adolescência. É muito fácil a gente pensar quando está na casa do

a ele menino ou menina, mulher ou homem, porque aconteceem todas as faixas etárias. Mas hoje nós estamos focando aqui na infância e na adolescência. É muito fácil a gente pensar quando está na casa do outro, quando está no lar do outro. Dificilmente nós colocamos a pergunta assim: "Como seria se fosse dentro do meu lar?" Essa é uma reflexão importantíssima, porque eu tenho que partir do princípio que poderia estar acontecendo dentro da minha casa, né? Nós que lidamos com isso no consultório com uma certa frequência, nós vemos o quanto as dores de um pai, de uma mãe, da própria criança, do próprio adolescente, o quanto que isso impacta na gente profundamente. Então, eu preciso olhar para o outro, mas também olhando para mim. O que que eu, como espírita, posso contribuir para melhorar este cenário? Eu tenho o recurso da prece, eu tenho o recurso da irradiação, eu tenho o recurso da água fluidificada, eu tenho o recurso eh da palestra espírita, eu tenho o recurso aqui da nossa live, isto é, informação e orientação. Mas o principal recurso que às vezes, muitas vezes, eu tenho dificuldade de ofertar é o meu próprio acolhimento, é o meu olhar amoroso, porque na grande maioria das vezes o meu olhar é julgador. E esse é um papel que todos nós precisamos ao trabalhar esta temática dentro da área de família da casa espírita, nós precisamos fazer a pergunta: E se fosse na minha casa? Muitas pessoas fal assim: "Deus me livre, isso nunca vai acontecer". Talvez não. Talvez sim. Mas eu precise estar disponível para trabalhar com os meus filhos. a proximidade, a valorização da vida, a valorização da força do amor, a valorização da paternidade da maternidade responsável, a proximidade com eles em todos os aspectos da vida dos nossos filhos, a relação deles com o outro, burilar as tendências de às vezes agressividade, trazendo para eles dentro do estudo do evangelho no lar semanal ou diário, recursos éticomorais para que ele seja um homem de bem, uma mulher de bem. Quando nós ampliarmos, no meu

vezes agressividade, trazendo para eles dentro do estudo do evangelho no lar semanal ou diário, recursos éticomorais para que ele seja um homem de bem, uma mulher de bem. Quando nós ampliarmos, no meu entendimento, quando a gente fizer esta ampliação do nosso da nossa percepção, nós estaremos contribuindo para que o amanhã seja melhor do que hoje. Ah, Márcia, mas a gente não muda assim, do dia paraa noite. A eternidade está aí a nosso favor para nos beneficiar nesta melhoria íntima. Então, o recurso está todo aqui dentro. é a modificação do nosso pensamento, da nossa atitude como homens e mulheres de bem, pelo menos intencionando o bem ao próximo e também valorizando o melhor bem que eu posso fazer ao outro a partir daquilo que é rotina paraa minha vida, para aquilo que é rotina da minha atuação nesta vida e em todas as vidas. que eu tiver a possibilidade de estar. Agradeço profundamente, amigos, por trazer esse tema tão sensível ao meu coração. Acredito que para todos que estão aqui também. Agradeço a todas vocês na pessoa do Marco Leite, que é o nosso coordenador nacional da área de família. E digo para vocês, temos muito trabalho pela frente. Contem com a AM Brasil, contem com o Departamento de Família que a gente com certeza ao darmos as mãos, a gente consegue ir adiante. Gratidão pela oportunidade. Nós é que agradecemos, Márcia, sempre porque pelo carinho com que você abraça a área da família traz pra gente sempre tantas reflexões importantes, né? Eh, não tirando aí a importância do Marco na nossa vida, né, atualmente, porque ele tá ali no nosso pé, mas pra gente poder crescer junto, né? E o Fred voltando aí agora, né? Não esquecendo do Eduardo que também tá sempre com a gente, né? Mas a gente agradece muito e a gente vai estar aí partindo depois para a próxima live nacional, essas nossas lives aí que já viraram, né, Marcos, um marco aí dentro da nossa área da família, né? Então, a gente agradece muito aqui, agradeço em nome das meninas todas aqui dos estados

ive nacional, essas nossas lives aí que já viraram, né, Marcos, um marco aí dentro da nossa área da família, né? Então, a gente agradece muito aqui, agradeço em nome das meninas todas aqui dos estados e todos os estados que aqui estiveram com a gente presente até agora. Então o Fred vai fazer aí as nossas considerações finais e a gente encerra por hoje. Pois é, pessoal, aqui fazer uma breve finalização. Marcinha, meu amor, obrigado pela sua fala, é muito importante e a gente sempre falava isso. Nós estamos na nossa quinta temporada. Se a gente fosse aqui uma série de TV, se a gente tivesse no Netflix, nós temos na quinta temporada das lives da FAN e a gente começou da melhor forma possível, né, Marco, no começo da área, ele sempre disse pra gente assim, a sensibilidade dele, que a área da família era aquela área que ia tocar naqueles assuntos que as outras áreas não estava dando conta de falar, daqueles problemas que estavam dentro dos nossos lares, que estavam ocultos muitas vezes de nós mesmos e que era um papel nosso auxiliar nesse diálogo. Então, nossa área ela surge não para ser mais importante, não para ser mais relevante, mas e aí é uma brincadeira minha, é a área que veio tirar a família do armário. Alguns assuntos estavam guardados, as sete chaves dentro das gavetas, mas e na minha casa, como você colocou, alguns problemas aconteceram acontecem na minha casa e ninguém me falou, ninguém viu. lindos comentários que a gente teve aqui ao longo dessa tarde, noite de hoje, das pessoas entendendo da gravidade do tema, da gravidade, da relevância do tema e que e agora que que eu faço? Então agora o que a gente pode dizer paraos nossos irmãos, paraas nossas irmãs, é: "A gente tirou o assunto do armário, vamos paraa casa espírita, pros grupo de temáticas familiares, conversar sobre esse assunto, admitindo que nenhum de nós é doutor da lei, mas todos nós somos estudantes para aprender a como lidar com isso de uma melhor forma." E aí cumpre a minha agora dizer, anunciar que olha só, tem mais live como

do que nenhum de nós é doutor da lei, mas todos nós somos estudantes para aprender a como lidar com isso de uma melhor forma." E aí cumpre a minha agora dizer, anunciar que olha só, tem mais live como essa, minha gente. A temporada 5 de lives a fã está apenas começando. Então no dia 16 do do 8 a gente tem outra live coordenada pela Comissão Regional do Norte. Depois, no dia 1810, vem da turma do Nordeste para dar mais um colorido e mais um aspecto a ser abordado. E por fim, no dia 7 de dezembro, a turma do Sul vem comentar com a gente, vem dialogar conosco sobre essas temáticas. Como o Marco disse pra gente no começo, estão abordando questões que tocam as nossas dores, que abordam e a temática do ano. Então, o nosso próximo tema de live é família, laços de amor ou correntes de rancor. Acho que o pessoal tá ficando criativo aqui, vai escrever romance daqui a pouco ou as lives da AV vão começar a vir paraar séries de séries coreanas, aquelas que títulos, 30 capítulos, 40 capítulos. Vai ser ótimo. Na verdade, a gente tem uma uma série muito importante, né, que é o família no ar, que acontece toda quarta-feira. Márcia é uma frequentadora habitual dos nossos programas, bem como vários daqui estão presentes, para quem possa dialogar sobre isso, pessoal. Então, cumpre agora a gente agradecer, agradecer muito esse momento, esse assunto. Eh, foram perguntados ao longo das lives se esse assunto fica gravado. Fica sim. Então, dentro do canal FEB Lives, esse assunto vai tá disponível. Divulguem, estudem. A Márcia teve o carinho de colocar todas as referências pra gente, todos os órgãos de apoio para isso. E sem dúvida alguma esses assuntos vão fazer parte de todo o material da família. A gente tem dois grupos muito importantes nos assistindo aqui hoje. Nós temos os trabalhadores das casas espíritas que estudam o tema e que vão ser responsáveis pela multiplicação dos assuntos. E nós temos aquela amiga, aquele amigo que tem sensibilidade com tema ou uma demanda de respostas, poderá

casas espíritas que estudam o tema e que vão ser responsáveis pela multiplicação dos assuntos. E nós temos aquela amiga, aquele amigo que tem sensibilidade com tema ou uma demanda de respostas, poderá também consultar esse material e outros que vão surgir ao longo do ano. A gente só tá começando, a gente só tá começando mais um ano de lives afan. Vem muita coisa boa por aí. E aí, Regina Fernandinha, Giovana Silvânia, representando na comissão regional centro, que eu tenho a honra de pertencer. Muito obrigado por estarem aqui, Marcinha aí também, que aí ela também é comissão regional centro. Marco, meu irmão querido, né? Eh, eu acho uma coisa muito legal, Marco, para falar assim: "Mas a área da fã é coordenado só por meninos, mas olha as meninas mandando na gente aqui. Na verdade, a gente não coordena nada. Nós somos imensos obedecentes. E assim seja, porque nós precisamos de muitos corações, muitas almas unidas, muitas almas sensíveis a essa temática que vai mudar a história do mundo para sempre. Porque como diz Joana, quando você muda ou cuida da célula mat da sociedade, nós vamos cuidar da humanidade para sempre. Que assim possa ser, meus irmãos, minhas irmãs, até o nosso próximo encontro. Eu tô emocionado, desculpa, pela alegria do nosso encontro. Muita paz a todos e até muito breve. Fiquem com Deus. Até mais, pessoal. Até a próxima. Obrigado, gente. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000

momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.

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