MATERNIDADE, UM CLAMOR PELA VIDA - Dra. Márcia Léon AME Planalto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Sejam bem-vindos a essa casa de Jesus. É sempre muito bom estarmos juntos. Boa tarde também aos nossos irmãos que nos assistem pelo pela TV Comunhão e pelos outros diversos meios tecnológicos, né? Para nós hoje é um motivo assim de grande alegria. A a diretoria de atendimento e orientação. Nós temos vários momentos de alegria que nós compartilhamos aqui com vocês, né? E esse é mais um desses momentos onde nós eh escolhemos um tema por meio dos das temáticas que vão se mostrando um pouco mais presentes no atendimento fraterno que a casa oferece. E e nós vamos então dentre esses temas, buscando pessoas amorosas, pessoas qualificadas, irmãs e irmãos queridos, para vir refletir conosco sobre esse tema. Então, a diretoria de atendimento e orientação selecionando esse esses temas, o que que ela vai fazendo? ela vai buscando oferecer aos trabalhadores da casa uma formação continuada para melhor atender aqueles que procuram a casa em busca de consolo, orientação e também oferecer a todos vocês que vêm estar conosco nas tardes de sábado temas que ajudem nesse processo de edificação do reino de Deus nos nossos corações. E hoje uma temática que nós vamos abordar nesse em dois momentos, agora às 17 horas e depois às 19, refere-se à maternidade. Então nós vamos falar um pouquinho sobre essa possibilidade, essa tarefa para alguns espíritos, né? E para que nós possamos então envolver a nós mesmos, a nossa irmã que vai nos trazer essa temática numa egrégora de boas energias, vibrando para que nós possamos estar abertos e disponíveis a bem recebermos essas reflexões e que a espiritualidade amiga também possa inspirar na nossa irmã. trouxe uma mensagem para que a gente possa se harmonizar e nos preparar logo em seguida para fazermos a prece, né? E essa mensagem, ela tá no livro Maria, mãe de Jesus, escrito pela nossa irmã eh Ivone do Amaral, trazida por dona Ivone, mas já dona Ivone em espírito, né? O coordenador físico dessa dessa obra é Edson Carneiro. Então, ela traz pra gente aqui uma mensagem de Anália Franco
irmã eh Ivone do Amaral, trazida por dona Ivone, mas já dona Ivone em espírito, né? O coordenador físico dessa dessa obra é Edson Carneiro. Então, ela traz pra gente aqui uma mensagem de Anália Franco que eu quero compartilhar com vocês. Mãe santíssima, enquanto as mães do mundo são reverenciadas, deixa-te recordemos a pureza incomparável e o exemplo sublime. Soana, que recebeste na palha singela o redentor da humanidade, sem te rebelares contra as mães felizes que afagavam espíritos criminosos em palácios de ouro. Ensina-nos a entesourar as bênçãos da humildade. Lâmpada de ternura, que apagaste o próprio brilho para que a luz do Cristo fulgurasse entre os homens. Ajuda-nos a buscar na construção do bem para com os outros o apoio de nossa própria felicidade. Benfeitora, que te desvelaste incessantemente pelo mensageiro da eterna sabedoria, sofrendo-lhe as dores e compartilhando-lhe as dificuldades, sem qualquer pretensão de furtá-lo aos propósitos de Deus. auxilia-nos a estirpar do sentimento as raízes do egoísmo e da crueldade com que tantas vezes tentamos reter nas inconformações e no desespero os corações que mais amamos. Senhora que viste na cruz da morte o filho divino, acompanhando-lhe a agonia com as lágrimas silenciosas da tua dor, sem qualquer sinal de reclamação contra as criaturas da terra. Conduze-nos para a fé que redime e para a renúncia que eleva. Missionária, salva-nos do erro. Anjo, estende sobre nós as nívias asas. Mãe querida, agasalha-nos a existência em teu manto constelado de amor e que todas nós, mulheres desencarnadas e encarnadas em serviço na terra, possamos repetir diante de Deus cada dia a tua oração de suprema felicidade. Senhor, eis aqui tua serva, cumpra-se em mim, segundo a tua palavra. É a mensagem trazida por nós, pela querida Anália Franco. E assim, buscando a presença de Maria, nossa querida mãezinha, nós vamos pedir a nossa irmã, Dra. Débora Moraes, representante da AMDF, para fazer a nossa prece inicial. Boa tarde a todos. Vamos orar.
E assim, buscando a presença de Maria, nossa querida mãezinha, nós vamos pedir a nossa irmã, Dra. Débora Moraes, representante da AMDF, para fazer a nossa prece inicial. Boa tarde a todos. Vamos orar. Aqueles que se sentirem à vontade, quiserem fechar os olhos, nesses instantes, nos dirigimos ao amor infinito de Deus, nosso pai, para agradecer pela oportunidade que nos foi concedida de estarmos aqui hoje. tomando parte neste momento de amor, que os ensinamentos que nos forem trazidos na tarde de hoje possam encontrar em nossos corações um terreno preparado, um terreno fértil, onde essas sementes criem raízes, floresçam, frutifiquem. Nesse momento, rogamos, Senhor, aclara-nos o entendimento, sensibiliza-nos as fibras mais sutis da emoção, rogando ainda a espiritualidade amiga responsável pelos trabalhos que terão curso aqui na tarde de hoje. que ampare a nossa irmã palestrante e que ela possa ser o instrumento útil, operoso, a nos trazer os ensinamentos. Que possamos todos permanecer na paz de Deus. Que assim seja. E sem maiores delongas, eu convido a nossa irmã, Dra. Márcia Leon, eh, trabalhadora da Associação Médico Espírita. Quando nós falamos AM, né? Que que é Ame? Associação Médico Espírita do Planalto, para nos falar um pouquinho sobre o tema maternidade, o clamor pela vida. Boa noite a boa noite não, boa tarde, né, a todos. A gente tá acostumado a fazer palestra aqui à noite, né, Rut? Mas uma alegria estarmos aqui, amigos. E já vou dizendo, é uma bênção para Brasília ter duas associações médicoespíritas, a do DF, representada aqui pela Débora, e a AM Planalto. Por associações médicoespíritas é uma por cada cidade. Mas Brasília não é uma cidade. Brasília é uma cidade estado, ela não é uma cidade comum. Então ela pode ter mais do que uma am, né? E a gente fica muito feliz eh em receber o convite de trabalhar esse tema dentro do mês das mães, né? Não o mês comercial, mas o mês dedicado à maternidade. Então, em nome, né, da AM Planalto, da AMDF, representada pela Débora, a gente
ceber o convite de trabalhar esse tema dentro do mês das mães, né? Não o mês comercial, mas o mês dedicado à maternidade. Então, em nome, né, da AM Planalto, da AMDF, representada pela Débora, a gente agradece muito pelo convite estendido da Rute, da Patrícia pra gente trabalhar essa temática no livro N Luz no Lar, por espíritos diversos, eh, na psicografia de Chico Xavier, capítulo 48, intitulado Trovas, de mãe em que Delfina benigna da Cunha espírito diz pra gente: "Dia das mães alegrias das mais puras, das mais belas, mas é preciso saber o dia que não é delas". O nosso berço sem que ninguém o defina, é um segredo entre a mulher e a providência divina. Mãe possui onde apareça, dois títulos a contento. Escrava do sacrifício, rainha do sofrimento. Mulher quando se faz mãe, seja ela de onde for. Por fora é sempre mulher, por dentro é um anjo de amor. Maternidade na vida, que o saiba quem não souber, é uma luz que Deus acende no coração da mulher. Coração de mãe parece no lar em que se em que se aprimora. Padecimento que ri. Felicidade que chora pela escritura que trago na história dos sonhos meus, mãe é uma estrela formada de uma esperança em Deus. Quantas mães lembram roseira? Quantos filhos rosa são? Quanta rosa junto à festa. Quanta roseira no chão. Essa poesia, amigos, trovas de mãe do espírito, Delfina Benigna da Cunha traz para nós motivo de muita reflexão. Esta trova, ela diz, é um segredo entre a mulher e a providência divina, que muitos trazem na conta de Chico Xavier a seguinte frase: "A maternidade é um segredo entre a mulher e Deus". E é verdade, porque nenhum de nós aqui neste salão e aos amigos que nos acompanham pela TV Comunhão, ninguém veio ao mundo que não fosse pelo útero materno. E André Luiz vai trazer no livro Missionários da Luz o capítulo intitulado Reencarnação de Segismundo, dizendo que a ambiência psíquica para o nosso projeto reencarnatório parte de uma programação estabelecida entre o Espírito Reencarnante, seu futuro pai, sua futura mãe,
do Reencarnação de Segismundo, dizendo que a ambiência psíquica para o nosso projeto reencarnatório parte de uma programação estabelecida entre o Espírito Reencarnante, seu futuro pai, sua futura mãe, e seus futuros membros familiares, nos dizendo que em uma programação prévia, espíritos que estiveram vinculados pelos laços do amor ou pelos laços da intemperança, ou pelos laços das discórdias, ou pelos laços dos desenganos no passado. tem sempre uma nova oportunidade de, ao estarem estreitados pelos laços familiares, terão nova chance de reorganização, não só familiar, mas espiritual. Daí, dentro deste capítulo, o instrutor Alexandre vai trazer para nós todo um aparato relativo a Seismundo. que neste momento atual da sua programação reencarnatória, terá acumular uma amada de uma vida anterior, que seria sua mãe na vida atual, e um desafeto da vida anterior que foi morto por ele, porque disputavam O amor de Raquel será o seu pai. E durante esta ambiência entre eles, trabalhada pelo instrutor Alexandre e pelos construtores espirituais, que mobilizam não só o aparato do processo reencarnatório, mas todas as premissas que este trio teria a superar. no campo dos sentimentos, mas que teria também que superar no campo da vida física. Por quê? Porque tanto Adelino quanto Raquel teriam na condição de filho se gismundo, mas não seria uma vida fácil, seria uma uma vida de grandes provações para todos. Porque antes do renascimento, esta provação já começou. O Adelino, percebendo então que seria Segismundo seu filho e que fora no passado o autor da sua morte, trabalhou mentalmente para que a sua fertilidade, então o pensamento atuando nas células germinativas do seu corpo físico. trabalhou através de emanações fluídicas sobre as os seus espermatozoides, elementos deletérios que diminuiriam então a produção, a quantidade e a qualidade para evitar que este momento viesse à tona. A ambiência psíquica de Adelino para comismundo tão deletéria e ecoando no plano maior através da irradiação do seu pensamento
o, a quantidade e a qualidade para evitar que este momento viesse à tona. A ambiência psíquica de Adelino para comismundo tão deletéria e ecoando no plano maior através da irradiação do seu pensamento sobre aquele núcleo familiar que iria se formar posteriormente, fez com que se gismundo quase desistisse do projeto reencarnatório. Porém, existia entre os dois o amor do passado e o o amor da atualidade, que sabedoura de todas essas intemperes, dedicou-se no plano espiritual e também quando reencarnada após o seu casamento com Adelino aqui na terra, trabalhar a desconstrução destes processo de reencarnação do próprio serismundo, trazendo consigo a prece, o entendimento, a renúncia, a firmeza de propósito, para que ela possibilitasse então que esse espírito viesse à luz. E quando nós falamos sobre o clamor da vida da maternidade, nós estamos falando de uma criatura, um espírito em processo reencarnatório, fruto da união de dois gametas, masculino e feminino, onde cada um deles traz o seu material genético de pai masculino. e de mãe feminino. E que esse material genético, ao se fundir o processo da reencarnação, confere dois aparatos importantes para valorizarmos a nossa vida. Primeiro, a fusão de um material genético da mãe e a fusão do material genético do pai confere ao filho um material genético diferente do seu pai e da sua mãe, trazendo então para nós o entendimento de que não é propriedade da mãe e nem do pai este filho, porque genética Ele é diferente dos seus pais. Ele é uma persona única. Ele é alguém que tem características próprias, que traz o seu passado muitas vezes atrelado ao passado dos seus pais na vida atual, pelos laços que existem entre eles, mas que é uma individualidade. Então, cada um de nós aqui nesse auditório e cada um dos nossos irmãos que estão nos assistindo online, somos únicos, espíritos únicos neste universo e em todos os universos que existem. E quando acontece essa fertilização, essa fecundação da célula feminina pela célula masculina,
nos assistindo online, somos únicos, espíritos únicos neste universo e em todos os universos que existem. E quando acontece essa fertilização, essa fecundação da célula feminina pela célula masculina, formando a célula ovo ou zigoto, é exatamente neste momento que Kardec vai nos trazer no capítulo do retorno à vida corporal, que se liga o espírito reencarnante. Então, para que todos nós que estamos aqui tivéssemos a oportunidade de viver, a vida para nós é conferida neste momento, a vida enquanto espírito encarnado. Porque a vida existe nos dois planos da existência, no plano espiritual e aqui neste mundo físico. Então, amigos, a maternidade, sim, é um segredo entre a mulher e Deus. É um segredo entre a mulher e a providência divina. Porque se não fosse pelas mães, se não fosse por esta oportunidade de retornarmos à vida física, para que o nosso projeto reencarnatório, o nosso crescimento espiritual acontecesse de forma adequada dentro de padrões estabelecidos por nós mesmos quando conscientes desta programação reencarnatória. Se não fosse por um órgão chamado útero, nós não teríamos esta oportunidade. Aí a excelência de levantarmos a seguinte questão: será que a vida é um bem maior ou será que a vida é algo descartável? É algo que eu posso utilizar a meu belo prazer? É algo que eu possa refutar só porque não me agradou estar gestante. É algo muito complexo esta pergunta, porque para a maioria das pessoas que mesmo militando em algumas religiões, em alguns credos religiosos, é possível que eu opte por não seguir com este processo de gestão. E ao fazermos esta escolha, nós estamos atentando contra a vida de um espírito que tem a oportunidade neste momento de trazer a sua experiência, as suas dificuldades. as suas desconexões interiores para serem trabalhadas no valor familiar. Nós estamos impedindo que esta criatura venha à luz. E ao tomarmos esta opção, amigos, nós estamos reagindo contra a lei de Deus. Como pediatra, eu vejo no meu consultório e nos ambientes de trabalho
Nós estamos impedindo que esta criatura venha à luz. E ao tomarmos esta opção, amigos, nós estamos reagindo contra a lei de Deus. Como pediatra, eu vejo no meu consultório e nos ambientes de trabalho por onde a gente passa, muitos desses questionamentos, muitas destas reflexões que muitas vezes não têm um encadeamento adequado. As pessoas se sentem perdidas como se a vida fosse algo descartável. Mas se a vida fosse algo descartável, quem estaria aqui nos bancos da comunhão buscando a compreensão do que a doutrina espírita nos traz de consolo, mas também de instrução? Nenhum de nós estaríamos aqui, porque poderíamos ter tido a oportunidade de não nascermos se as nossas mães e os nossos pais optassem por esta decisão. Mas graças a Deus não. Nós estamos aqui e nós temos como cristãos, porque acima da doutrina espírita está o evangelho de Jesus, estão as máximas do Cristo, estão as leis morais que regem as nossas vidas. E estas leis, por serem altamente misericordiosas, nos dão a oportunidade de escolhermos entre manter a vida ou desfazê-la. Porém, amigos, gostaria de alertá-los. mesmo aqueles que fizeram a opção, muitas vezes no momento de desespero, muitas vezes num momento em que lhe foi cobrada um posicionamento, muitas vezes por famílias que não acolheram estas mães, por vezes, por muitas vezes que os seus cônjuges ou parceiros de vida lhes dessem a seguinte afirmativa: ou ele ou ninguém faz esta escolha de sanciência que não seja definido para eles, que eles elas que elas tomem este posicionamento. Nós trabalhamos com mães que chegam aos consultórios com estes questionamentos. E agora o que fazer? A misericórdia divina abraça a todos porque essas essa decisão foi sobre e sob fonte muitas vezes de pressão interna. Mas nós temos a oportunidade, amigos, de readadiguir mesmo nesta vida, posicionamentos em que a vida para nós torna-se importante de várias maneiras que nós possamos atuar. Então, quando nós falamos da vida, nós estamos falando de algo sublime, de algo
mesmo nesta vida, posicionamentos em que a vida para nós torna-se importante de várias maneiras que nós possamos atuar. Então, quando nós falamos da vida, nós estamos falando de algo sublime, de algo imaterial, de algo que nós deveremos defender até o último instante das nossas possibilidades, porque a vida e toda a vida importa. independente da sua faixa etária, independente da problemática dentro do lar, independente se o lar é disfuncional, independente se eu tenho filhos que vão estão neste momento passando por dificuldades junto às drogas, aos transtornos mentais, porque para a mãe para o Pai são preciosidades independentes daquilo que aconteça. Nós já tivemos a oportunidade, como a codificação nos traz, de estarmos nos dois polos, masculino e feminino, porque o espírito não tem sexo definido. Ele vai estar no polo feminino ou masculino quando ele tiver a necessidade da experimentação para a aquisição de valores morais. Porque estes valores são do espírito, não são exclusivas da mulher e nem do homem, é do espírito. Por isso, a necessidade de nós compreendermos esta temática de valorização da vida, ela faz parte de algo muito maior. Ela faz parte de algo que transcende a nossa compreensão, porque ela está dentro das leis da vida de conquista do espírito no seu crescimento interior. Porque hoje nós ocupamos na escala espírita a qualidade de espíritos imperfeitos e estamos de um planeta de expiações e provas. Querendo ou não, relutando bastante, mesmo que queiramos, seremos espíritos puros em mundos felizes. Porque existe um contínuo da vida. A vida, como nós sabemos, ela não acaba com a desencarnação e ela não começa com a reencarnação. Ela persiste nos dois planos da existência. E à medida que vamos crescendo em termos das conquistas morais e dos valores do espírito, nós conseguimos influenciar beneficamente todos aqueles que desconhecem esta verdade. Influenciar pelas palavras? nem sempre, mas influenciar pelo exemplo do minuto a minuto no nosso dia a dia da
ito, nós conseguimos influenciar beneficamente todos aqueles que desconhecem esta verdade. Influenciar pelas palavras? nem sempre, mas influenciar pelo exemplo do minuto a minuto no nosso dia a dia da vida comum. Então, quando nós trabalhamos pelo clamor da vida, amigos, nós estamos falando não do outro, nós estamos falando de nós mesmos. Nós estamos falando nessa possibilidade da perfectibilidade em que o espírito lá na frente, em que eu lá na frente terei a oportunidade de chegar. Mas nós estamos falando no dia de hoje, neste sábado à tarde, na tentativa de compreendermos que é obrigação nossa defendermos o nascituro, aquele que cresce dentro do nosso ventre, aquele que faz parte já do nosso núcleo familiar, desde a programação reencarnatória no plano espiritual. Nós não estamos falando de qualquer um, nós estamos falando de um filho de Deus que tem direito à vida, já guarnecido pela nossa constituição. Ele é uma persona porque ele tem um material genético diferente do seu pai e da sua mãe. Então ele tem uma individualidade própria, ele traz um passado, como nós colocamos no início, e ele precisa, nós precisamos desta oportunidade atual para aprendermos coisas básicas do dia a dia, como aprender a respeitar o outro, como aprendermos a escutar o outro. Como aprendemos a ressignificar a nossa vida? Como aprendignificar a sua vida sem esperarmos um mínimo de obrigado. Fazer o bem sem olhar a quem. Esta é a oportunidade deste clamor da vida através da maternidade e da paternidade responsável. Mesmo para aqueles que são vítimas de abusos psicológicos sexuais, a vida que está ali naquele ventre, ela importa, porque é este mesmo espírito que por estas vias tem a oportunidade de vir à luz. E aí nós aqui não fazemos nenhum julgamento de valor, porque não é o objeto desta nossa fala fazer algum julgamento. Mas como lidamos com essas situações no nosso dia a dia, nós temos a oportunidade de esclarecer a quem passa por estas situações que existem possibilidades outras que não seja o
azer algum julgamento. Mas como lidamos com essas situações no nosso dia a dia, nós temos a oportunidade de esclarecer a quem passa por estas situações que existem possibilidades outras que não seja o aborto induzido. várias organizações não governamentais que trabalham com estas mães vítimas de uma gravidez indesejada ou de um abuso sexual. Várias delas acolhem essas mães, porque em pleno século XX ainda muitas dessas mães são colocadas para foras do lar, do seu lar ou do lar de origem. E elas vão para estes locais para que as suas gestações cheguem ao fim. E muitas daselas, daquelas que falaram: "Eu não quero esta criança". E ela vai paraa adoção. Depois que o bebê nasce, na grande maioria das vezes, ao esperar o tempo já predito dentro dos estatutos judiciais, estas mães começam a olhar para esses filhos. com outros olhos e a grande maioria desiste da adoção, de colocar os seus filhos para adoção. E aí não há nenhum poder de convencimento, mas há a oportunidade de estruturar na cabeça dessas mães, em suas mentes, que são filhas de Deus, que poderão ter uma assistência própria, que poderão seguir adiante nas suas jornadas, tendo como retaguarda tudo aquilo que podemos os ofertar e ajudar materialmente, mas principalmente aquilo que nós podemos ofertar do melhor de nós, para que elas possam ter a segurança de seguirem adiante. Porque nenhuma história, amigos, nenhuma história acontece a revelia da providência divina. Todos nós somos acolhidos, amados, orientados e principalmente somos abraçados pela espiritualidade amiga, por Deus, nosso pai, por Jesus, governador planetário desta deste orb terreno em que nada passa desapercebido, mas que trazem para nós esperança e fé através da confiança dos dizeres e das palavras do Evangelho. em Maria, mãe de Jesus, que traz para todos nós, através da sua falange de trabalhadores no plano espiritual, que viu seu filho passado por tudo aquilo que ele passou, mas que ao início do processo da vinda de Jesus, eis aqui a serva do
a todos nós, através da sua falange de trabalhadores no plano espiritual, que viu seu filho passado por tudo aquilo que ele passou, mas que ao início do processo da vinda de Jesus, eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim a tua vontade, trazendo para nós de uma maneira muito maior, de um aspecto muito mais sublime, o respeito à vida, a perseverança de atributos internos. a continuidade de um projeto estabelecido por Deus, que era o processo da encarnação de Jesus. Ela que ao ser educada por sua família de origem, teve a oportunidade de estabelecer como espírito elevado que era tudo aquilo que o que Jesus precisasse. Existe uma cena muito linda num dos filmes que retratam a vida de Jesus, em que Maria vendo Jesus passando pela via sacra com a cruz nos ombros, sendo açoitado pelos romanos, pelos soldados romanos, com a cruz nos ombros e com todos os espinhos perfurando. a sua face através da coroa. Quando Jesus cai, em que o Sirineu veio obrigado a ajudar a Jesus se levantar, naquele momento é retratado tua seguinte cena. Quando Jesus cai com a cruz e custa levantar, na memória de Maria veio a cena em que ela lavando os pratos numa fonte dentro da sua casa, Jesus vinha correndo de fora da casa e descendo as escadas e ele cai. criança de dois, de um ano e meio, 2 anos, no retrato do filme e Maria interrompe tudo, joga os pratos para lá e sai correndo em direção ao Jesus criança. E ali ela se debruça sobre ele, o pega e o acolhe. abraça como mãe amorosa que é. E ela então volta à cena atual e vê o seu filho ali na via sacra em padecimento e ali ela não pode correr e acudir-o. Porém, depois do regresso de Jesus ao plano espiritual, Maria acolheu todos os que bateram na sua porta. aconselhou muitas mulheres a não se desfazerem das suas gestações. Acolheu inúmeras crianças abandonadas pelos seus pais naquele momento em que ela morava em Éfasio. Éfeso com João. para todas aquelas pessoas que lhe procuraram com as dores da alma dentro dos seus transtornos mentais. Trouxe acolhimento, trouxe a
s pais naquele momento em que ela morava em Éfasio. Éfeso com João. para todas aquelas pessoas que lhe procuraram com as dores da alma dentro dos seus transtornos mentais. Trouxe acolhimento, trouxe a amorosidade, trouxe o abraço, trouxe o amor que ela distribuía cada vez mais para todos que batiam a sua porta. Então, amigos, quando nós temos na inspiração de Maria uma maternidade consagrada a tudo aquilo que é sublime, a tudo aquilo que é elevado, a tudo aquilo que vem de Deus, a tudo aquilo que é do espírito, não nos cabe fazer julgamento algum sobre aquilo o que nos afetaria no plano material, mas nos cabe agradecer a oportunidade que todos nós tivemos de renascer no meio familiar, de ter a dádiva da bênção. do renascimento, para que se cumprisse em nós, por nós mesmos, o nosso crescimento espiritual, o nosso rejuvenecimento espiritual nas conquistas do valor do espírito. Porque a vida é um bem outorgado por Deus. Ele é indisponível em qualquer situação e em todas as faixas etárias, mas é na maternidade, amigos, que nós temos a oportunidade de elevar o nosso clamor de agradecimento por cada um de nós, por todas as nossas dificuldades, mas também por todos os nossos aprendizados. No dia a dia, falando de vida, nós estamos falando de família. E quando nós estamos falando de família, nós estamos falando do mundo aí fora. O mundo aí fora é um reflexo do que vai dentro do lar. E se ele é um reflexo do que vai dentro do lar, o nosso trabalho ainda é muito grande nas conquistas dos valores espirituais. Porque todos nós sabemos que não está fácil no momento, mas nós sabemos que é possível modificar à medida que nós entendemos e entronizamos no nosso coração tudo aquilo que o evangelho nos traz da boa nova, da boa notícia, da boa orientação, do bom pilar que constrói uma casa sedimentada na rocha e não na areia. Então, amigos, fica o convite para que nós possamos fazer diferente, não nos acostumarmos só porque a grande maioria está fazendo do mesmo jeito. Nós temos a oportunidade de, ao
rocha e não na areia. Então, amigos, fica o convite para que nós possamos fazer diferente, não nos acostumarmos só porque a grande maioria está fazendo do mesmo jeito. Nós temos a oportunidade de, ao repensarmos na nossa vida, ao repensarmos nas bênçãos que Jesus nos dá e que Deus nos oferece de ressignificação do nosso entendimento, nós temos oportunidade de influenciar beneficamente todos aqueles à nossa volta. E vale a pena. Porque ir estar aqui num planeta de prova expiações, onde o mal ainda predomina, é maravilhoso ver uma flor, um galinho verde, simbolizando a nossa vida brotar num chão seco. É fantástico observar esta cena porque nos dá exatamente a complementação de que somos responsáveis pelo nosso hoje, somos responsáveis pelo nosso passado espiritual, mas poderemos construir belas oportunidades do nosso futuro enquanto espíritos imortais. A existência é eterna. Uma vez criado, nunca desapareceremos, mas sempre teremos a oportunidade de recomeçar e fazer um fim diferente. Amigos, muito obrigada pela oportunidade da reflexão e que possamos debulhar na nossa mente que a vida é um bem outorgado por Deus. e que a maternidade é um segredo entre a mulher e a providência divina. Gratidão. Que assim seja. Envolvidos nessa energia de amorosidade, eu convido a nossa irmã Rutidaia, que é a vice-diretora de atendimento e orientação da nossa casa, para fazer a nossa prece de encerramento. Fica até difícil fazer uma prece final, né? Porque eu acredito que foi uma prece desde o começo até agora, nesses últimos momentos. Mas lembrando a fala da Márcia sobre a flor naquele chão pedregoso, difícil de brotar, a gente lembra do Deluca que falou que a gente tem que florir onde Deus nos plantou. Às vezes é florir numa família muito difícil. Às vezes é florir numa numa mãe, num pai que não queria a nossa vinda, mas que a gente flore, vai florir sempre. e mostrar que nós temos uma beleza muito maior do que a gente pensa. Então, é muito bom saber disto. E agradecendo a esse pai, esse pai que nos
a nossa vinda, mas que a gente flore, vai florir sempre. e mostrar que nós temos uma beleza muito maior do que a gente pensa. Então, é muito bom saber disto. E agradecendo a esse pai, esse pai que nos criou com toda a capacidade de sobreviver independente de onde nós estamos plantados. Então, agradecer também os nossos pais biológicos, como ela disse, todos nós viemos de um pai e uma mãe. Então, agradecer, mesmo que não sej aspiramos ou aspirávamos, mas foram os pais que permitiram o sim para que aqui a gente tivesse, né? Então, com esse agradecimento, nós encerramos a primeira parte do nosso momento, porque a segunda vai ser daqui a pouquinho, que vai ser a onde nós vamos reunir para perguntas e resposta. Então, que Jesus nos abençoa, que o Dr. Bezerra esteja conosco sempre e agradecendo aos pais que nós temos, que tivemos e que vamos ter. Que assim seja. Uma boa noite, um beijo no coração de cada um. que saímos daqui floridos, mais floridos, mais belos, mais perfumados. Até mais tarde. Eh, antes de nós partirmos paraa parte dos passes, a casa nos pede para fazermos alguns avisos. Um deles é a nossa campanha do agasalho. Então, nós estamos aqui no mês friozinho, né, já em Brasília. Então, que nós possamos eh verificar nos nossos armários, na nossa casa, algum agasalho que esteja em bom estado, que nós possamos oferecer a um irmão em necessidade. A, pode ser entregue aqui na no nosso almoxarifado ou então na portaria da casa. Ah, o outro convite é a festa junina do nosso lar, que será no dia 1eo de junho, no domingo. Então, quem quiser participar já adquirir as suas cartelas, logo aqui na entrada do nosso auditório tem uma pessoa lá para dar informação sobre essa atividade. E como a Rute falou, nós temos um segundo momento ainda pra gente continuar as reflexões sobre a maternidade, né? Então, daqui a pouquinho, menos de uma hora, nós estaremos aqui novamente reunidos para que nós possamos continuar refletindo sobre essa temática, né? Reflexões sobre a maternidade com Maria. E aí é uma
tão, daqui a pouquinho, menos de uma hora, nós estaremos aqui novamente reunidos para que nós possamos continuar refletindo sobre essa temática, né? Reflexões sobre a maternidade com Maria. E aí é uma oportunidade que nós podemos fazer perguntas. Dra. A Márcia vai permanecer com a gente. Teremos junto dela nosso irmão Saulo para que nós possamos fazer perguntas, tirar dúvida, fazer algum comentário e podermos continuar refletindo sobre a temática iniciada. Então, eu espero poder vê-los daqui a pouco, se não for possível, que nos acompanhe pelo YouTube e que participem da nossa campanha do agasalho, da festa junina do nosso lar. Permaneçam participando das atividades dessa casa abençoada. Uma boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os
bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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