A MATERNIDADE é uma MISSÃO? - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 28/05/2025 (há 10 meses) 1:06:21 374 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando A ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigada a comunhão espírita de Boa noite, minhas irmãs, meus irmãos. É uma alegria muito grande estarmos juntos. E hoje nós vamos refletir e estudar um pouco um tema bastante significativo sobre a maternidade, né? O título do nosso estudo hoje é a maternidade é uma missão. Mas nós vamos começar com a nossa prece. Por que que nós espíritas começamos as reuniões com preces, né? É o ritual espírita. Ah, o espiritismo não tem rito e vocês sempre iniciam com uma prece. É interessante que Kardec, no próprio Evangelho Segundo Espiritismo, ele coloca prece para reuniões espíritas no sentido de que a prece nossa ligação mais profunda, né, com a vida mais alta. Nós somos seres espirituais vivendo uma experiência numa vida material, não é verdade, né? Isso que nós somos. E quando nós oramos, nós emitimos os pensamentos mais elevados. E quando nós emitimos os pensamentos mais elevados, naturalmente nós vamos nos sintonizar com almas elevadas também. Então, a prece é esse recurso que a misericórdia de Deus nos oferece para que nós possamos aliviar o nosso coração, para que nós possamos elevar as nossas almas, para que nós possamos ter clareza diante das dificuldades em que nós nos encontramos, né? Não, eu me lembro de uma filha que me dizia, né? Deus já sabe tudo que eu quero e que eu preciso, então eu não preciso falar. Eu digo que eu sei. Todo mundo sabe que ele sabe. Agora, de vez em quando é bom você conversar com ele, porque assim, a medida que você vai falando, as coisas

e eu preciso, então eu não preciso falar. Eu digo que eu sei. Todo mundo sabe que ele sabe. Agora, de vez em quando é bom você conversar com ele, porque assim, a medida que você vai falando, as coisas vão ficando mais claras para você, né? Então é isso. E vamos pensar nos nossos irmãos em humanidade, em todos aqueles que sofrem as dores mais atrozes, aqueles que sofrem as dificuldades para nós inimagináveis, os que são vítimas da guerra, vítimas dos preconceitos mais terríveis, aqueles que são vítimas da miséria, aqueles que são vítimas das situações dolorosas. que nós muitas vezes vemos, observamos, temos notícia, mas oremos também pelas grandes vítimas, as maiores de todas, que são as vítimas de si mesmos e são aqueles corações que se afastam do bem de tal modo que espalham o mal onde estão. Então, oremos. Peçamos a Jesus por nós mesmos, porque nos é permitido. Peçamos por aqueles que nós amamos. Ofereçamos a Deus as nossas vibrações de gratidão, de esperança e juntos, quem quiser pode acompanhar em voz alta, assim, não tem o menor problema. Juntos oremos aquela prece que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os que não nos são devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Porque vosso é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja. Muito bem, pessoas queridas e amadas. Nosso título de hoje vem do livro dos espíritos, a pergunta 582. Pode se considerar a paternidade como missão? E nós colocamos aqui maternidade porque não há filho que não tenha pai e mãe, né? Então a responsabilidade é de ambos. Então nessa reflexão sobre a a responsabilidade da maternidade e da paternidade, nós vamos encontrar uma das respostas mais incríveis que os e claras que os espíritos nos oferecem. Normalmente, quando nós pensamos em espíritos missionários, nós pensamos nos

idade e da paternidade, nós vamos encontrar uma das respostas mais incríveis que os e claras que os espíritos nos oferecem. Normalmente, quando nós pensamos em espíritos missionários, nós pensamos nos grandes médiuns, né, naqueles que têm responsabilidades imensas, naqueles que fundam trabalhos extraordinários, aqueles que mudam, que transformam a face da terra com o seu trabalho. Normalmente a gente diz, né, esse é um espírito missionário. Esse veio com uma tarefa imensa. Esse sim trouxe uma missão do alto. Eu não sei qual é a minha missão, nunca me foi dita. Eu gostaria até de saber, de ter um oráculo que me trouxesse essa informação tão importante, mas aqui os espíritos dizem eh sem dúvida ele vai dizer a resposta é uma missão. A paternidade, a maternidade é uma missão. Alguém pode estar aqui dizer: "Terezinha, não tenho filhos, não pretendo ter filhos, não quero essa tarefa para mim". A gente vai aprendendo com a obra de André Luiz que maternidade e paternidade não se refere apenas às criações das formas físicas, as criações espirituais, as tudo aquilo que o ser humano cria, produz, também são suas obras, são suas filhas. Mas vamos lá. Ele vai dizer que a paternidade, a maternidade é uma missão e ao mesmo tempo um dever muito grande, porque envolve algo muito maior do que o homem pensa, que é a sua responsabilidade quanto ao futuro. É interessante que quando nós temos um filho, quando nós sonhamos com o filho, normalmente é aquele ser que vem para a nossa vida, né, para trazer alegria, né, para uma às vezes nós nós somos tão utilitários que determinamos até o que vai ser, né, qual é a posição que um filho vai ocupar na vida. Mas aqui os espíritos estão nos chamando a responsabilidade quanto ao futuro, o futuro da humanidade. Porque nós não podemos nos esquecer que a reencarnação é justamente essa lei divina que faz com que nós tenhamos a a grande oportunidade da evolução. Nós vamos crescendo, né? A reencarnação, como nos ensina o livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, a

ção é justamente essa lei divina que faz com que nós tenhamos a a grande oportunidade da evolução. Nós vamos crescendo, né? A reencarnação, como nos ensina o livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, a reencarnação vai fortalecendo esses laços, os laços de família. Nós vamos transformando a nossa parentela em família, nós vamos ampliando os nossos laços, né? Nós vamos ampliando os laços porque os nossos amigos também constituem a nossa família espiritual. Então, a reencarnação tem esse objetivo, né, essa finalidade de nos auxiliar nesse processo evolutivo. Às vezes tem, é muito interessante porque às vezes a gente se prende muito a ideia de débitos, que que eu fui fui na outra vida, os erros passados, mas a a reencarnação, a ideia da reencarnação não é essa. há uma tarefa que não foi completada ou que foi mal feita ou que alguns problemas nós criamos, nós renascemos com uma tarefa idêntica justamente para que nós possamos consertar, né? Então essa é a ideia da reencarnação. Então ele vai dizer que Deus coloca o filho sobre a tutela dos pais a fim de que estes o dirijam para o caminho do bem. Primeira tarefa é exatamente esta educação, né? Esse cuidado, esse amor. Não há como ser pai e mãe sem necessitar de uma dose imensa de renúncia, de abnegação. Às vezes as pessoas dizem: "Ah, eu me sinto culpada porque eu não quero ter filho, porque filho dá trabalho". Dá mesmo, né? Quem nega isso, né? Claro que dá trabalho, né? Tudo, aliás, tudo na vida dá trabalho. É claro que um filho eh tem uma série de implicações. Quando a gente engravida, a gente sabe, a partir de agora a vida muda totalmente, totalmente, né? Ah, meu Deus do céu, quero ter filhos, mas eu tenho muito medo. Tem muitas questões que envolvem a maternidade, muitos problemas que só aparecem quando nós estamos grávidas, né? Interessante porque ainda hoje ainda há uma na nossa cultura ainda é assim. a ideia de que aquela mulher grávida é alguém que carrega, né, que tem é uma barriga que é um ventre que carrega um ser lá dentro e

sante porque ainda hoje ainda há uma na nossa cultura ainda é assim. a ideia de que aquela mulher grávida é alguém que carrega, né, que tem é uma barriga que é um ventre que carrega um ser lá dentro e ela é esquecida. Mas a maternidade implica muitos tipos de sofrimento. Há depressões que aparecem durante a gravidez. Há medos, medos que a gente entra em contato, eh, que a gente, meu Deus do céu, há um sofrimento silencioso, a ideia da perda, da liberdade, muitas coisas estão implicadas na maternidade, né? muitas dificuldades e que são assuntos que nós não conversamos muito sobre eles porque há um romantismo, né, da maternidade. Ai, que coisa linda. E só quando nós estamos vivendo aquele aquele momento, aquela aquele aquele momento que é um momento muito especial, vem muitos sentimentos juntos. Existe uma condição que ocorre nos primeiros dias, nos primeiros 15 dias, às vezes prolonga um pouco depois do parto, que é chamado de baby blue, baby blues, que é uma uma depressãozinha, porque vocês imaginam, né, um bombardeio de hormônios, a gente tem um filho e aí pronto, é tudo mexido, o corpo é mexido e às vezes muitas mulheres se sentem profundamente culpadas, né, porque elas estão ali se sentindo cansadas. Eh, elas é é de certo modo é exigido que ela fique bem, que ela fique ótima, né? Que você não pode sentir isso porque você tá grávida, você não pode sentir isso porque você tá amamentando, você não pode sentir isso porque tem um bebezinho aí para você cuidar. Por isso que uma grávida precisa de muito apoio, de muito amor, de muito cuidado, de muito carinho, de um companheiro muito amoroso. É muito bom quando a gente vive essa experiência. né? A grávida, ela precisa de todos esses cuidados. Então, eh, graças a Deus, o mundo tá mudando e vai mudar muito ainda. E no futuro, a maternidade será vista, né, como aquele momento muito especial e único na vida da mulher. Cada filho é um. Você pode ter 500 filhos, que cada filho é um, cada maternagem é uma, cada gravidez é uma,

a maternidade será vista, né, como aquele momento muito especial e único na vida da mulher. Cada filho é um. Você pode ter 500 filhos, que cada filho é um, cada maternagem é uma, cada gravidez é uma, porque há implicações profundas nesse ato de amor. André Luiz, no livro dos nos domínios da mediunidade chega a comparar os pais, né, a um a um processo e a vinda de um filho a um processo de materialização. Você imagina que durante 9 meses nós que trabalhamos mediunicamente, incorporamos às vezes, né, temos e eu sou médium, eu trabalho desde 1988 numa sala mediúnica no mesmo grupo espírita. E é muito interessante a experiência da mediunidade. É muito gratificante. Cada espírito que a gente aceita, que a gente recebe, que a gente orienta, é um filho espiritual que nós vamos criando, vamos dizer assim. E nós sentimos, né, todo tudo aquilo que o espírito sente, nós também sentimos. A mediunidade também é um processo de renúncia. Agora você imagina passar 9 meses, mais ou menos. 9 meses, tempo normal, né? Ali recebendo toda a influência direta de um espírito, sentindo esse espírito, sentindo as dores, as angústias também que esse espírito traz. Então, por isso que cada gravidez é uma, que é cada história é uma, porque não ali não é só a mãe, né? É a mãe e o filho. Esse espírito que estão ligado aos dois. Ai Teresinha, isso não é justo. Se o pai não sente nada, sente. E dependendo do pai, se ele for muito sensível, ele vai sentir sim e muito, porque é um processo dos dois. Mas é claro que essa mãe precisa de carinho, de proteção, de cuidados especiais. E essa responsabilidade do homem realmente naquele momento é muito grande, né? Então ele tá dizendo isso. Para que é que Deus colocou os o filho a fim de que estes o dirijam para o caminho do bem? E aí os espíritos dizem aqui e lhes facilitou a tarefa, dando à criança uma organização física frágil e delicada que a torna acessível a todas as impressões. Olha como isso é forte, eu vou repetir. Torna acessível a todas as impressões. Então a criança, né, esse

à criança uma organização física frágil e delicada que a torna acessível a todas as impressões. Olha como isso é forte, eu vou repetir. Torna acessível a todas as impressões. Então a criança, né, esse espírito que vem ao mundo, que vem recomeçar, gente, é um novo molde. beleza da da do livro do Gênesis no segundo capítulo do do Gênesis, quando ele vai falar da criação, né? Eh, porque no livro do Gênesis é o primeiro capítulo e o segundo capítulo vai falar justamente da criação. E no segundo capítulo ele vai dizer que Deus, né, ele molda o do barro, vai e sopra em suas narinas. E é bem interessante essa ideia do molde do barro. A reencarnação é o quê? um recomeço. A reencarnação é um novo molde. Nós vamos nos ajustando. Por isso a necessidade, né, de que nós temos quando a gente tem uma criança, sejam pais, educadores, os aqueles que estão próximas. Eu gosto muito de um provérbio africano que diz, eu não sei qual é o país da África, mas é um provérbio provérbio africano que diz que é necessário uma aldeia para educar uma criança, né? Isso é muito bonito. Todos temos responsabilidades com esta criança, porque quando você está diante da criança, você está diante do futuro da humanidade. Então ele vai dizer aqui que essa organização física frágil e delicada vai torná-la acessível a todas as impressões. Por isso a responsabilidade tão grande, né? Graças a Deus, a infância na história da humanidade ainda é algo muito novo. A infância é algo muito novo, né? De 200 anos para cá é que se começa a pensar na infância, né? Antes não tinha criança, era um mini adulto. A gente ainda tem relatos terríveis ainda nos dias de hoje de pessoas que viveram situações na infância de abuso de toda a natureza. Nós temos todo tipo de abuso na infância. Tem uma criança aqui presente, a gente, vocês são adultos, então a gente não precisa dizer, não precisa se estender nessa ideia, mas há um sofrimento muito grande, há uma solidão desse ser que volta, que é imenso, né? Cada um aqui na sua infância sabe como

s, então a gente não precisa dizer, não precisa se estender nessa ideia, mas há um sofrimento muito grande, há uma solidão desse ser que volta, que é imenso, né? Cada um aqui na sua infância sabe como era, né? se o seu, se era o seu lugar, o seu cantinho, seus medos, aquilo que você não sabia dizer e só sentia o modo como você era tratado, tratada. Eu fui criada numa família de muito amor. As crianças na minha família eram muito amadas, muito cuidadas. Hoje eu vejo que na minha idade isso é um privilégio e e é interessante isso, né? Nós tínhamos vozes, nós tínhamos vez, né? nós tínhamos espaço, eh, meus pais eram muito carinhosos, mas nem assim deixa de acontecer coisas tão difíceis muitas vezes que marcam, né, para sempre. Eh, tem um psicólogo chamado Jung que ele vai dizer que a gente passa a vida inteira tentando, meio que tentando curar as feridas de infância. Por isso que a infância é tão importante. De repente a gente tá lá com 64 anos de idade e faz um link, tem uma lembrança, vivencia uma situação que vem de de determinadas vivências. Meu Deus, a gente passou por isso, né? E é tão difícil. E outras vezes não, a lembrança tá ali na forma mais dolorosa possível. Por isso que os espíritos estão aqui falando dessa responsabilidade imensa de do pai e da mãe, do cuidador de um modo geral, né? Quando a gente fala pai, mãe, os cuidadores de uma criança. E ele diz aqui também que é uma outra coisa que a gente precisa pensar. Há aqueles que se ocupam mais em endireitar as árvores do seu jardim e fazer com que deem bons frutos. do que endireitar o caráter do seu filho, gente, o caráter do nosso filho. A criança, gente, não é uma tábula rasa, um papel em branco, né? Houve épocas que se pensava isso, não é? Um bebê já tem respostas. Um ser na barriga da mãe, ele tem formas de reagir, né? Então esse cérebro que tá que está aqui se formando é interessante porque ele vai captar, mas vai construir, né, todo um modo de ser, um modo de se expressar esse ser que está aqui mergulhado na carne e tem

esse cérebro que tá que está aqui se formando é interessante porque ele vai captar, mas vai construir, né, todo um modo de ser, um modo de se expressar esse ser que está aqui mergulhado na carne e tem aquilo também que ele traz. Nós somos espíritas, estamos falando para pessoas espíritas e para pessoas não espíritas, a pessoas que acham que a vida começa na concepção, né? Outras acham que não é nada até nascer não tem nada ali. Nasceu sim. Aí agora é um espírito, né? Uma pessoa. Mas nós somos espíritas e sabemos temos as temos provas da reencarnação. Muitos de nós temos lembranças de outra vida. Eu Tererezinha tenho lembranças de outra vida e algumas com comprovação mesmo. Dizer: "Meu Deus do céu, esse lugar existe, né? Isso nesse ano aconteceu isso. Exato. Então há pessoas que têm essa esse sofrimento. Pelo amor de Deus, ninguém saia daqui querendo fazer regressão de memória. É muito difícil. Uma lembrança de outra existência é sempre algo muito doloroso e só é permitido. Acontece com a gente às vezes quando nós estamos diante de provas acerbas que só tem o jeito da espiritualidade dizer: "Olha, é por isso, tá? Aceita então essa questão. Então a criança ela faz milhares de conexões. O cérebro de uma criança até os 4 anos de idade assim. Por isso a gente tem que ter muito cuidado. Às vezes as pessoas dizem: "Ah, as crianças antigamente, né, eram mais atrasadas, menos evoluídas do que hoje". Não, as crianças de hoje, elas têm mais contato, elas têm mais informações, né? Desde bebezinho, muitas e muitas informações. Antigamente as crianças eram empacotadas, né? ficava todo mundo quietinho ali em silêncio para não acordar a criança, para não incomodar os adultos, provavelmente. Não sei, talvez fosse isso. Então, você vai ver desde cedo determinadas tendências. Se você observar, você vai observar, você vai ver determinadas tendências. Começa na barriga, gente. Quem é amanhã aqui talvez tenha essa experiência, né? a gente é aquela mudança, determinadas coisas que a gente

rvar, você vai observar, você vai ver determinadas tendências. Começa na barriga, gente. Quem é amanhã aqui talvez tenha essa experiência, né? a gente é aquela mudança, determinadas coisas que a gente não costuma sentir e durante a gestação nós estamos ali sentindo, né? Não é aquele desejo de comer jumbo aqui da comunhão, como aconteceu comigo. São modos de ser. É interessante. Eu tenho uma filha que quando eu estava grávida, eu tinha uma vontade de comer comida de fazenda, que vocês não têm ideia. Comida de fazenda. Era vontade de ir para uma fazenda. Eu eu tinha muitas lembranças da da minha infância, da casa do meu avô, dos animais. Vivia pensando nisso, né? Mas eu tinha essa vontade, acreditem. Essa moça sonho, ela gosta de praia uma semana, mas o que ela gosta mesmo é de chapada e se ela pudesse, ela teria uma fazenda. Isso é interessante. ão outras outras idiossincrasias, coisas que a gente só percebe e mais tarde eu digo: "Meu Deus, então era isso". E outras coisas, né? Então o seu filho tem um caráter, ele tem um modo de responder. Há crianças que vocês sabem que são capazes de fazer coisas muito sérias. Há crianças que desde cedo elas têm aquele jeitinho amoroso, doce e que nem sempre é tanto assim. Então a gente precisa estar atento, a gente precisa ter cuidados, a gente precisa ter limites. A o maior presente que você pode dar ao seu filho, a sua filha pequena e quanto menor, melhor. São os limites para ele, são as regras claras. Isso vai funcionar muito bem durante a vida. Você não pega um bebezinho, né? Você tá pega um bebezinho que a primeira coisa que você faz, põe as grades no berço para ele não cair. Para você colocar ele na cama, você tem que ensinar ele como é que desce da cama para que ele não role e caia, né? Isso que acontece. A gente faz esse tipo de treinamento pra criança ensinar ela subir na cama, descer, né? Você não pega um bebê um mês de idade, um mês e meio de idade, coloca em cima. Vamos colocar em cima da mesa de banquete lá que a gente tem lá na varanda de casa e deixa

ela subir na cama, descer, né? Você não pega um bebê um mês de idade, um mês e meio de idade, coloca em cima. Vamos colocar em cima da mesa de banquete lá que a gente tem lá na varanda de casa e deixa o bebê ali em cima, ele vai cair, né? Nós temos cuidados. Todos precisamos de limites. Precisamos de uma coisa, gente, é, né? Aquele, como é que a gente chama? Como é que é essa palavra? Aquelas pessoas que são muito rígidas, né? Não, tem que ser assim, tem que ser assim. Outra coisa são os limites claros. À medida que a criança vai compreendendo, é claro que uma criança vai querer tudo do jeito dela, na hora dela, exatamente que ela quer. Isso é uma criança. Se a gente não consegue aprender essa autorregulação emocional aos 3 anos de idade, aos 64 a gente vai est com muita raiva, porque nada é do jeito que a gente quer. A gente não aprendeu ali, né? Uma vez eu perguntei pras minhas filhas: "O que é que vocês aprenderam comigo de tão importante assim?" Elas já eram adultas, né? Hoje são tudo adultas. E uma delas disse assim: "Eu aprendi que a vida é dura para quem é mole. De vez em quando eu falava isso, porque me disseram isso aos 17 anos, né? A vida é dura para quem é mole". Eu disse: "A vida é dura para quem é mole". E eu gostei dessa frase. E a outra disse: "Eu aprendi que a vida não é um parque de diversões." Eu digo: "Ah, que bom!" E a outra: "E você só tem direito a três brinquedos". É que quando a gente saía pro shopping, eu falava para ela, disse: "Tudo bem, hoje nós não vamos comprar nada. Vocês podem escolher aquela determinada loja que todo mundo sabe o nome, né? aquele na praça de alimentação, pode ir lá a a a área de brinquedos, mas você pode escolher três. Então, escolham com sabedoria. Pode entrar em todas as lojas de brinquedos, lojas de livrarias, tudo, mas hoje não me peçam nada, não vou dar nada. Normalmente era assim. Então, as regras eram claras. Então isso é é e gente sério, não é porque eu batia, porque eu brigava, porque eu não não era disso, é porque era claro, desde cedo,

vou dar nada. Normalmente era assim. Então, as regras eram claras. Então isso é é e gente sério, não é porque eu batia, porque eu brigava, porque eu não não era disso, é porque era claro, desde cedo, não pode não pode. Você não pode ser uma criança e pode e outra hora não pode, não. Aí não pode. Então não tinha birra, pelo amor de Deus, eu faria até uma, fazia até uma cara bem engraçada. Pelo amor de Deus, não me matem de vergonha, né? Então isso é importante porque isso dá segurança a saber minimamente, é claro que elas vão fazer coisas erradas, é natural. Eu também como mãe, primeira primeiro, primeira competência que uma mãe desenvolve é a humildade. Ela sabe que ela vai errar muitas vezes ela sabe que vai, ela vai dizer: "Meu Deus, eu disse que jamais faria isso. Olha, eu farei fazendo isso. Ah, eu tô repetindo que a minha mãe fazia todas essas coisas. Porque nós somos humanos, nós somos frágeis, nós somos imperfeitos, mas nós também amamos. Então a gente vai aprendendo a estudar esse caráter da criança, né? Aprender, meu Deus, né? Não é delegar paraa professora, não sei o que que eu faço com essa criatura. Não é chegar lá na psicóloga infantil, dizer: "Olha, tá tudo estragado aqui. A gente precisa aprender. Uma das coisas que a gente precisa é estudar mesmo na condição de pais e mães, como que eu posso fazer para e oferecer o melhor pro meu filho que vem aqui a este mundo, né, justamente com essa tarefa. Aí tem aqui o livro dos espíritos nos lembrando das consequências da nossa falta, da nossa ignorância. Isso não é uma punição, né? A palavra punição, gente, vocês vão encontrar normalmente na na várias nos textos mais antigos, nos textos espíritas. Isso não é um castigo, não é não. O que que é uma punição? É você fazer algo para que um comportamento diminua. Você, né, você não, você quer que um comportamento diminua. O que que você faz? Você vai retirando determinadas situações que reforçam aquele comportamento. Isso é uma lei psicológica. Então você pega ali, você

você não, você quer que um comportamento diminua. O que que você faz? Você vai retirando determinadas situações que reforçam aquele comportamento. Isso é uma lei psicológica. Então você pega ali, você não quer que o seu filho fique com o celular até meia-noite, aí você vai ficar, já falei que eu não quero você meia-noite. Já falei mil vezes. Gente, nunca repita essa frase, mãezinhas, tá? Futuras mãezinhas. Já falei 1000 vezes. Nunca. Você não pode falar 1 vezes com seu filho, nunca. você falar 1000 vezes, você vai falar 2.000. Não é assim. É a regra, né? Então assim, há coisas que você vai dizer, não, você não quer que ele durma com o celular, que ele passe a noite inteira no celular, é muito mais fácil fazer um acordo. Vamos fazer um acordo, então tá. Tal hora da noite eu vou pegar o seu celular e vou guardar. Tudo bem? Ah, mas Pois é. É assim. Então, por quê? A gente precisa saber o que que é melhor para eles. Quando o filho é maior, a gente negocia. Mas para que eu possa negociar com o meu filho maior, com a minha filha maior, e eu falo mesmo por experiência, a gente tem que ter começado lá cedinho. Uma vez uma das minhas filhas, porque filha é forte, vira para mim, eu falei: "Muito bem, senhorita vai lavar os pratos". E era a época da do da campanha de erradicação do trabalho infantil, né? Aquele programa maravilhoso lá nos anos 1992, 93 por aí, já não me lembro. Não, 93 não. Ah, esqueci a data. E ela devia ter uns 7, 8 anos por aí e olhou para mim, a campanha era muito forte na TV e ela vira para mim e diz assim: "Eu trabalho infantil, mamãe". Falei: "Ah, querida, lave os pratos. Domingo no Evangelho, era sexta-feira, domingo, no Evangelho no lar, nós conversamos sobre esse assunto. Tudo bem? E eu sempre gostei de gravar grandes reportagens. Na época, lembra? a gente tinha vídeo cassete. E aí eu gravei um Globo Repórter, é nessa época, é esse ano, um Globo Repórter sobre o trabalho infantil. E ali tinha crianças de 5 anos de idade mutiladas, porque trabalhavam

nte tinha vídeo cassete. E aí eu gravei um Globo Repórter, é nessa época, é esse ano, um Globo Repórter sobre o trabalho infantil. E ali tinha crianças de 5 anos de idade mutiladas, porque trabalhavam na carvoaria, muito muito forte. E aí eu falei: "Hoje o evangelho lá é diferente, nós vamos falar sobre trabalho infantil". Pronto, viram a reportagem, ficaram chocadas assim, era preciso. Conversamos sobre isso e nunca mais ninguém reclamava reclamou de lavar praça. Há há uma idade, há um momento que você tem que convencer pela fala. Eu tive um pai, eu nunca esqueço de um dia, ele disse para mim: "Filha, você pode dar um jeito na cozinha, vai vir um amigo meu daqui a pouco, eu tô esperando por ele. Os pratos estão aí sujos, né? Então a gente acabar de almoçar, ele vai vir mais tarde, não sei que horas, então você dá um jeito, tudo bem." E fiquei lá, devia ter uns 8 anos, fiquei brincando, fazendo bolinhas de sabão, né? bolinha de sabão. E aí chega o meu pai com o amigo dele, maravilha. Tava lá aquela bagunça. E aí o meu pais conversam. Quando ele foi embora, eu me lembro que já era o final da tarde e meu pai me chama, disse assim: "Agora deixa eu te ajudar", né? Me chamou, me fez arrumar outras coisas. Mamãe tava chegando do trabalho e tudo e colocamos tudo, arrumamos tudo. Ele junto comigo iam morrendo de vergonha. Não, o tamanho da vergonha é inesquecível. E ao final ele disse assim: "Filha, fica tudo tão bonito quando tá arrumado, não é mesmo? É, olha a diferença, né? Então é isso. A gente vai aprendendo também a olhar para essa criança que ela tem os limites dela. A criança é criança e nós, os adultos, muitas vezes exigimos das crianças como se elas soubessem. Tem coisa pior. Você tá machucado e alguém ainda te bate porque você tá machucado. Você e mais tarde, né, você vê a sua filha, bate o carro, o que que você faz, né? Você disse: "Meu Deus, você tá bem, meu amor", né? Às vezes há crianças que elas aprendem que as coisas são mais importantes do que elas. Então, e mais tarde na vida

e o carro, o que que você faz, né? Você disse: "Meu Deus, você tá bem, meu amor", né? Às vezes há crianças que elas aprendem que as coisas são mais importantes do que elas. Então, e mais tarde na vida adulta isso continua. Então, quando ele diz aqui, por quê? Porque mais tarde, quando chega um certo momento da vida, quando os nossos filhos vão enfrentar as lutas que são muito grandes, a gente não sabe, gente, que tipo de provação, de sofrimento nós trazemos pra vida. Sabemos os nossos, mas os nossos filhos nós não sabemos. Então, não se trata de viver protegendo, protegendo para que eles não sofram. Eles vão sofrer, mas vão sofrer, que é natural, nós sofremos, é a vida. O que nós precisamos é ensinar aos nossos filhos e é o que os o livro dos espíritos está nos chamando atenção para que nós possamos auxiliá-los a avançar na senda do bem. É justamente isso, né? Olhar para eles, ver as necessidades que eles trazem, saber que eles estão sendo preparados para enfrentar as lutas da vida e fazer deles também ensinar que assim como há dificuldades, né? Assim como há facilidades, também há dificuldades. Então, muitas vezes a gente para se livrar, né, dá alguma coisa, faz alguma coisa, pelo amor de Deus, um filho é um filho, porque mais tarde tem dor maior do que a dor de ver um filho sofrendo. Não, não tem, gente. Não tem. Meu Deus, eu daria tudo pro meu filho não passar por isso, mas ele vai passar. Então assim, aquela professora chata, insuportável, né, que parece que persegue o meu filho, tem tem uma, né, assim, às vezes achei aquela aquela professora que não, ela me persegue, ela não será aquela professora exigente, né? Tem pais que fazem o dever dos filhos. Não estou criticando os pais, não tô criticando ninguém aqui. Tô só lembrando que há comportamentos nossos que acabam reforçando nas crianças, né, essas dificuldades e mais tarde nós vamos sofrer as consequências da nossa ignorância. Porque ninguém faz isso por maldade, né, gente? Por ignorância. Por isso que é é muito delicado e é preciso

, né, essas dificuldades e mais tarde nós vamos sofrer as consequências da nossa ignorância. Porque ninguém faz isso por maldade, né, gente? Por ignorância. Por isso que é é muito delicado e é preciso muita coragem para tocarmos nesses assuntos, né? Então ele vai, ele faz uma pergunta também aqui se os pais e a 583 são responsáveis pelo transviamento de um filho. Olha como isso é forte, né? Um filho que envereda pela senda do mal, apesar dos cuidados que lhe dispensa. Uma das coisas mais comuns que a gente vê é, tá vendo? Pai e mãe. Você vê um filho, um jovem, uma jovem fazendo coisas, né, terríveis. Tá vendo? Se é pai e mãe. Não, gente, nem sempre. O livro dos espíritos diz assim: "Olha, quanto piores forem as propensões dos filhos, mais pesada é a tarefa". Então, há há espíritos que voltam pra Terra com tendências terríveis. Ah, até a gente mesmo, né? Só que nós somos daquele grupo mais controlados, né? Mais, vamos dizer assim, mas há, a gente vai, eu tenho uma uma senhora que a gente eh ela nós temos, ela é do nosso, ela vai ao nosso grupo espírita. Uma vez ela me disse: "Terezinha, eu prefiro prefiro visitar o meu filho na prisão do que no cemitério, porque se ele tivesse eh fora, ele já tinha morrido. Olha como isso é forte, né? Então olha esse coração." E ela diz: "Toda vez, ela toda vez Terzinho passa aquele sermão nele, eu falo, eu falo, eu falo". E é natural, né? Então assim, é aquela mãe que diz: "Meu filho, eu te dei, eu fiz tudo por você, eu fiz aquilo que era possível por você". Agora aproveita essa lição terrível que você tá vivendo. Eu tô falando família espírita. Aproveita essa lição terrível que você tá vivendo para que você possa crescer. Então nós temos que ter consciência de que há um espírito, né? Eu me lembro de uma palestra do Aroldo Dutra que ele fala que tinha um senhor que ele frequentava lá o Centro Espírita e alguém chegava junto de uma criancinha. Ai que coisa fofa. Ele cuidado tem um espírito aí dentro. Então ele diz aqui que a tarefa é muito

que tinha um senhor que ele frequentava lá o Centro Espírita e alguém chegava junto de uma criancinha. Ai que coisa fofa. Ele cuidado tem um espírito aí dentro. Então ele diz aqui que a tarefa é muito pesada, mas também o mérito dos pais é grande quando consegue desviá-lo do mau caminho. Às vezes não consegue. É uma obra começada, como disse um amigo meu, diante da, disse a mãe dele ali junto de mim, diante do do filho que tinha morrido em condições muito difíceis, que você já tem uma ideia por aí mais ou menos qual. Então isso é muito sério. São obras começadas muitas vezes, mas todas essas tarefas são tarefas de amor. É meu filho, é a minha filha, é a minha irmã, é o meu irmão, né? Porque quando há amor, tudo vai se amenizando, né? Ele diz aqui, se um filho se torna um homem de bem a despeito da negligência e dos maus exemplos dos seus pais, isso é possível? Perfeitamente possível. Nós vemos isso todos os dias. Às vezes as pessoas dizem: "Eu não sei como é que eu consegui chegar até aqui com os pais que eu tive, com a família disfuncional que eu tive. Minha família era um castigo, um absurdo, né? Ele é o livro dos dos espíritos Kardec tá fazendo essa pergunta, né? Então eles tiram algum proveito disso? E os espíritos respondem: Deus é justo então assim a gente começa a perceber, né, que nós somos espíritos caminhando nesse mundo com responsabilidades. E eu gostaria de compartilhar com vocês uma página muito bonita sobre a reencarnação, sobre a maternidade e paternidade, que é o livro Missionários da Luz do André Luiz. A reencarnação de Sejismundo. Sejismundo é um espírito que tem uma dívida muito grande numa vida anterior. Ele mata aquele homem para tomar a esposa dele e ele chega ao mundo espiritual. É é tratado, é cuidado e ele precisa, né? desenvolve uma obra de auxílio na espiritualidade. Agora é um espírito regenerado, mas ele precisa voltar, ele precisa espiar aquele aquele aquele sofrimento. É interessante isso porque muitas vezes a gente escuta no espiritismo as pessoas dizendo, né, nas

é um espírito regenerado, mas ele precisa voltar, ele precisa espiar aquele aquele aquele sofrimento. É interessante isso porque muitas vezes a gente escuta no espiritismo as pessoas dizendo, né, nas palestras, nos estudos, eh na família existe aqueles grandes inimigos. A gente é verdade, mas a gente tem que ter cuidado com isso. Eu me lembro de uma amiga muito querida que ela recebeu uma informação espiritual que aquela aquele bebê que tava na barriga dela era um espírito inimigo. Eu falei e ela repetia isso. Eu falei: "Cuidado para você não transformar em novo inimigo nessa vida, né? Porque você fica aqui repetindo isso o tempo inteiro. Se é um inimigo de volta, é para quê? Pra gente amar. Amai os vossos inimigos. É a lei do nosso Senhor Jesus Cristo, né? A lei que Jesus nos traz. E aqui André Luiz fala dessa responsabilidade com o corpo material, com o corpo físico. Gente, a nossa responsabilidade com o corpo físico é muito grande. E quando a gente estuda a obra de André Luiz, meu Deus, me perdoa. Eu juro que eu vou pra academia todos os dias agora, não vou comer açúcar, né? Porque a responsabilidade é a gente voltar à terra, a gente ter uma oportunidade de renascer, é uma uma bênção divina. E a gente aprende isso com a obra de André Luiz. Então aqui esse casal está destinado a ele, esse esse rapaz, ou seja, Ismundo, né? Ele vai voltar como filho do Adelino e Raquel. Adelino é o que foi assassinado por por ele, né? Então ele vai voltar como filhos. Esmundo no plano espiritual, tem uma obra muito bonita, ele tem muitos amigos, chegou a hora de voltar, né? E André Luiz nos mostra a delicadeza que é aquele momento em que eles penetram a câmera, o quarto dos dois estão lá os corpos eh repousando eh na cama e os dois em espírito, Adelino em Raquel, em espírito, recebendo os amigos espirituais prontos para receber aquele filho. Adelin, eles não sabem bem o que vai acontecer, eh, quem é aquele espírito, eles estão prontos para receber um filho, porque não me interessa. Se a gente reencarna é para

os para receber aquele filho. Adelin, eles não sabem bem o que vai acontecer, eh, quem é aquele espírito, eles estão prontos para receber um filho, porque não me interessa. Se a gente reencarna é para esquecer, é para esquecer. Quanto mais esquecer, melhor, né? Então ele ele ele diz assim, ele entrega o seismundo nos braços de Raquel. E aí ele diz assim: "Seja você, minha filha, a portadora do sagrado depósito. É a mãe de Raquel, na verdade, né? Eh, ele é é a mãe da mãe de Raquel que vai entregar para ela. O coração filial que nos espera sentirá novas felicidades ao contato com a sua ternura." Então, a mãe dela vem justamente para isso, né? Em espírito. Então, tá aí. começa a preparação para ligar o corpo, o espírito, seja mundo, ao corpo, ao útero de Raquel. Chega, é uma, é uma operação delicadíssima, eh, não é muito para, não é muito diferente de uma operação de parto, né? E ele diz aqui que o aposento conjucal era lindo, né? Era aquele os mentores espirituais, os amigos espirituais enfeitaram o quarto com flores de luz. E ele diz aqui desde a meia-noite haviam obtido permissão, isso é 2 horas da madrugada, para ingressar no futuro berço de se gismundo com o amoroso propósito de adornar-lhe os caminhos do recomeço. Ali estavam mais de 100 amigos reunidos. Para vocês terem uma ideia, então os os nossos amigos se interessam por nós. As reencarnações de vocês não foi foram diferentes, tá gente? Pode ter certeza disso. Ninguém, eu tenho certeza. Vocês vão encontrar comigo daqui a 100 anos e vão dizer: "Terezinha, você tinha razão, né? Ninguém veio aqui direto das trevas e reencarnou. Não, senão não estaria aqui. Pode ter certeza. Nós somos espíritos que já temos consciência da vida espiritual e mesmo que seja pela primeira vez que estamos entrando em um templo espírita, nós já temos essa inclinação para a vida superior, né? Então chega esse momento em que ele vai, ela ele é entregue a Raquel, né? E André Luiz tá pensando na questão do destino. Como que é o nosso destino, né? Assim,

sa inclinação para a vida superior, né? Então chega esse momento em que ele vai, ela ele é entregue a Raquel, né? E André Luiz tá pensando na questão do destino. Como que é o nosso destino, né? Assim, ele vai ter um plano fixado, né? Como é que como é que vai ser isso? O Alexandre explica que todo plano traçado na esfera superior tem por objetivos fundamentais o bem e a ascensão. Sempre o bem, a elevação espiritual. Ninguém nasce nesse mundo para morrer de fome. Ninguém nasce nesse mundo para ser assassinado. Ninguém nasce nesse mundo para isso, para aquilo. Sempre o bem. Só que nós estamos no mundo onde situações graves acontecem por conta da nossa inferioridade, porque nós estamos distantes do bem ainda, né? Então ele vai dizer: "Toda alma que reencarna no círculo da crosta, ainda aquela que se encontra em condições aparentemente desesperadoras, tem recursos para melhorar sempre. Meu Deus! Mas nasceu naquele lugar que a gente nem pode, não dá nem para pensar. Sim, há recursos, há pessoas que dão um salto mesmo naquelas situações mais terríveis, né? Então ele diz aqui, ele continua dizendo que os construtores, os construtores, eles chamam de espíritos construtores, que são aqueles que são responsáveis pela reencarnação. Ele diz aqui que os os construtores, por intermédio, do mentor que os dirigia, pediram que fizesse a prece da pediram a Alexandre, né, para fazer aquele a prece do ato daquele ato de confiança. E veio aquele silêncio profundo. Raquel, no momento em que o instrutor começa a oração, Raquel, a mãezinha, ela pede para receber ele. Olha que lindo, gente. íssimo amigo, se é possível, desejaria receber meu novo filho de joelhos. E aí o Alexandre faz uma prece belíssima, comovidíssima. Todo mundo ali está emocionado. Raquel está em pranto. Luzes que vocês não têm ideia que são as luzes mais lindas que pode existir. Tudo voltado para Raquel. Aí ele diz aqui, o fenômeno radioso não se circunscreveu a isso. Então, logo meu orientador se calara, leve rumor que apenas encontrava eco em

s mais lindas que pode existir. Tudo voltado para Raquel. Aí ele diz aqui, o fenômeno radioso não se circunscreveu a isso. Então, logo meu orientador se calara, leve rumor que apenas encontrava eco em nossos ouvidos, se fazia sentir acima de nossas cabeças. Ergui-me surpreso e pude ver que uma coroa brilhante e infinitamente bela, descia do alto sobre a fronte de Raquel. Ajoelhada. em silêncio. Os espíritos superiores têm muita reverência, muita reverência pelas mães, pela maternidade, gente. E ele diz aqui: "Tive a impressão de que a auréola se compunha de turmalinas eterizadas que miraculoso ourives houvera tornado resplandescente. A coroa sublime sustentada por espíritos muito superiores a nós, que eu não podia ver, descansou sobre a fronte de Raquel. Agora todo mundo vai querer ser mãe, né? E aí ele diz aqui, ela diz: "Notei a comoção do momento, né, que uma comoção muito grande. E ele diz assim que foi aí que houve, que ele vê aquele mistério infinito da criação de Deus. Ela aperta o seismundo nos braços, né? A forma infantil do seismundo, porque agora é a forma infantil dele ao encontro do coração. Amorosamente, ele diz assim, tão amorosamente que me pareceu uma sacerdotisa do poder da divindade suprema. Sejaismundo ligara-se a ela como uma flor se une aste. Então eu compreendi que desde aquele momento era a alma de sua alma. aquele que seria carne de sua carne. Então assim, é um momento assim de muita reverência. E aqui para finalizar o texto de André Luiz, a Alexandre vai dizer: "Gente, é muito bonito esse livro, Missionários da Luz, por favor, lê". Temos aqui o altar sublime da maternidade humana perante o seu augusto tabernáculo, ao qual devemos a claridade divina de nossas experiências. Devemos cooperar na tarefa do amor, guardando a consciência voltada para a majestade suprema. Aí o André Luiz diz: "Inclinei-me para a organização feminina da nossa irmã reencarnada dentro de uma veneração que nunca até então teria sentido." A gente não tem ideia, né, das

a majestade suprema. Aí o André Luiz diz: "Inclinei-me para a organização feminina da nossa irmã reencarnada dentro de uma veneração que nunca até então teria sentido." A gente não tem ideia, né, das da beleza das coisas espirituais. Aí vem uma questão importante, meus irmãos, minhas irmãs. Eh, às vezes a gente diz assim: "Eu gostaria muito de ter sido mãe e não não tive essa oportunidade". Para muitas mulheres é um sofrimento, porque a maternidade eh na na nossa sociedade é algo, né, bastante debatido para para muitas famílias. É quase que uma obrigação, né? Você tem obrigação de me dar netos. Eu quero netos. Cadê os seus netos que não chegam, né? Você seu marido já tem uma filha, agora você vai ter que dar uma dar um filho pro seu marido, né? Essas coisas assim que a gente escuta. Isso é sério, porque também é um peso muito grande que a gente coloca em outros ombros, né? Às vezes as minhas filhas me perguntam: "Você quer netos?" Eu digo: "Isso é com vocês, gente. Por mim é só trazer as três babás que eu fico tranquila". três filhas, três babás, né? Então assim, porque essa é uma decisão de um casal, isso é outra são outras responsabilidade. E para muitas mulheres, para muitos homens também, não é só mulheres, a dor da de não ser pai, não ser mãe de filhos biológicos é muito grande, porque também faz parte da questão cultural. Não vou falar sobre aquele assuntos que vocês pensaram aí de jeito nenhum, tá? Então vem essa essa questão da da maternidade que é difícil. Jesus numa conversa no livro Boa Nova com Maria de Magdala, eh, ele vai falar do sacrifício das mães, que enquanto os homens travam a batalha no campo de batalha, semeando, né, eh, a morte, cobrindo aquele campo de sangue, as mulheres, os corações maternais, na sua tarefa silenciosa, redificam o jardim da vida. E a gente fica surpreso nas áreas de guerra. Noivos e noivas que se casam, que se apaixonam, homens e mulheres que também se apaixonam, que t seus filhos. Há outras coisas que a gente não precisa

ida. E a gente fica surpreso nas áreas de guerra. Noivos e noivas que se casam, que se apaixonam, homens e mulheres que também se apaixonam, que t seus filhos. Há outras coisas que a gente não precisa comentar aqui, mas a gente vê a vida renascendo. Sempre esse sacrifício sublime e silencioso das mães. Naquela hora, Maria de Magdala, ouvindo aquelas advertências, começou a chorar, né? E ela exclama: "Desgraçada de mim, Senhor, que não podereis ser mãe". E Jesus abraça, né, delicadamente, e pergunta: "Qual será das mães a maior aos olhos de Deus? A que se devotou tão somente aos filhos da sua carne, ou o que se consagrou pelo espírito aos filhos de outras mães?" E aí ele diz assim que aquela interrogação parece despertar Maria para reflexões mais profundas. Às vezes nós não temos, né, filhos biológicos, mas temos um coração doce e maternal. Eu me lembro de um dos lindos casos de Chico Xavier, que está no livro do Ramiro Gama, lindos casos de Chico Xavier, é o título do livro, que é a eh Chico no olhar de uma criança, né? Como que você define, vê Chico Xavier e a criança diz como uma mãe? Então nós vamos compreendendo que a a nós temos a maternidade, André Luiz até fala isso nesse livro, nos eh missionários da Luz, nós temos as maternidade, a paternidade, né, a criação que gera formas físicas, mas nós temos a criação que gera outras formas, né, formas espirituais de grandes ideias. Há espíritos que estão ali juntos realizando um determinado trabalho, nunca se tocaram fisicamente, no entanto, são pais e mães de verdadeiras transformações para esse mundo. Então, a gente precisa deslocar, né, nós espíritas em especial, precisamos deslocar de vez em quando, fazer esse exercício, esse olhar de uma vida puramente material, biológica para a vida espiritual. Precisamos exercitar o olhar e aprender a ver a vida do ponto de vista espiritual. E para finalizar, minhas amadas, meus amados, eu gostaria de lembrar, né, já falamos da maternidade espiritual, nossa, da médium, do médium,

olhar e aprender a ver a vida do ponto de vista espiritual. E para finalizar, minhas amadas, meus amados, eu gostaria de lembrar, né, já falamos da maternidade espiritual, nossa, da médium, do médium, que também é pai e mãe. Agora, para finalizar, nós vamos nos lembrar daquele momento que está no livro no no roteiro de Jesus. O título do texto é: "Eis aqui a escrava do Senhor." E é o momento em que Maria de Nazaré sabe que Jesus foi preso. Você imagina a aflição daquela mãe diante daquele filho? Eu fico imaginando as angústias de Maria com aquele filho que sumia sem celular, sem nada. Meu Deus do céu, onde tá essa criatura, meu Pai Celestial, né? Pai celestial para escutar as orações dela. E aí ela tem a notícia que ele é preso e começa a angústia, a peregrinação dela. Ela é uma pessoa pobre, ela com quem ela vai falar, mas ela guarda no coração aquele sentimento de a qualquer hora o filho dela vai ser libertado. E as notícias são cada vez mais difíceis até que chega a hora em que ela que ele é crucificado. E o Humberto de Campos nos diz aqui que ela se lembra do Isaque, Abraão, Isaque, lembra quando ele é levado ao sacrifício. Então ele fica pensando, eh, não vai aparecer o milagre, né? apareceu o cordeirinho lá para Abraão e no lugar de Isaque, então vai vai acontecer o milagre, meu filho vai ser salvo. E aqui o Humberto de Campos escreve assim: "Ó terrível angústia daquela hora. Por que não ouvira o poderoso pai? Que fizera para não lhe merecer a bênção?" Às vezes, quando nós vemos os nossos filhos em situações difíceis, em situações, né, eh, de grandes provações, eh, a gente às vezes pensa: "Meu Deus, o que que eu fiz de errado? O que que ele fez de errado? Porque eu não mereço uma bênção de ter uma família em paz, né?" E ele diz aqui, "Desalentada e ferida, ouvia a voz do filho. Jesus já tá na cruz agora." tá? Recomendando-lhe os cuidados de João, o companheiro fiel. Registrou-se humilhada, as palavras derradeiras, mas quando a sublime cabeça pendeu inerte, Maria recordou a visita

já tá na cruz agora." tá? Recomendando-lhe os cuidados de João, o companheiro fiel. Registrou-se humilhada, as palavras derradeiras, mas quando a sublime cabeça pendeu inerte, Maria recordou a visita do anjo antes do Natal divino. Em retrospecto maravilhoso, escutou-lhe a saudação celestial. misteriosa força assenorava-lhe o espírito. Sim, Jesus era seu filho. Todavia, antes de tudo, era o mensageiro de Deus. Ela possuía desejos humanos, mas o supremo Senhor guardava eternos e insondáveis desígnios. O carinho materno poderia sofrer. Contudo, a vontade celeste regozijava-se. Poderia haver lágrimas em seus olhos, mas brilhariam festas de vitória do reino de Deus. Suplicara aparentemente em vão, porquanto o todo poderoso atendera-lhe os rogos, não segundo os seus anseios de mãe, e sim de acordo com seus planos divinos. Foi então que Maria, compreendendo a perfeição, a misericórdia, a justiça da vontade do Pai, ajoelhou-se aos pés da cruz e contemplando o Filho morto, repetiu as inesquecíveis afirmações: "Senhor, eis aqui a tua serva, cumpra-se em mim, segundo a tua palavra". Então, para as mães que perderam seus filhos nos na sua concepção, que nós nos lembremos que nós não perdemos os nossos filhos, que há planos divinos para eles e que eles estão, né, cumprindo as suas tarefas. Então, para encerrar, minhas amadas, meus amados, oremos e agradeçamos. Peçamos ao Pai Celestial o dom da compreensão para que nós possamos entender que as nossas filhas, os nossos filhos são filhos que Deus nos confia para que nós possamos conduzi-lo, conduzi-los ao eterno bem. que as obras, as tarefas que nos são confiadas também são os filhos da nossa criação. que nós possamos nesse momento te agradecer sempre, ó Jesus, porque só a tua misericórdia infinita para nos enviar o consolador, a doutrina espírita para despertar em nós a compreensão das leis da vida e atender o nosso raciocínio cansado, cansado de de especular e especular. E com a doutrina espírita, nós temos essa resposta divina de que a vida é

ara despertar em nós a compreensão das leis da vida e atender o nosso raciocínio cansado, cansado de de especular e especular. E com a doutrina espírita, nós temos essa resposta divina de que a vida é soberana e que nós estamos nos desenvolvendo no seio de Deus. Que a tua paz, que a tua luz divina e o teu amor infinito nos alcance hoje e sempre. Assim seja. Obrigada, minhas pessoas queridas. Muita paz e boa noite. Boa noite a todos. Vamos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a

to, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados