POR QUE O MAL? - Denizard de Souza [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que há. Meus amigos, minhas amigas, sejamos todos fraternalmente acolhidos pela comunhão espírita de Brasília nesta tarde ensolarada de novembro. que possamos todos ter a oportunidade de vivenciar uma experiência de significativo aprendizado espiritual, inclusive em torno do tema desta tarde, tema da palestra que será por o mal na forma interrogativa. Por que o mal? Também queremos partilhar desta mesma alegria com aqueles que estão fisicamente à distância, mas estão conectados conosco e com a comunhão espírita quanto nós outros que aqui estamos presencialmente, os amigos que acompanham a palestra pelo canal YouTube da comunhão, mas também pelas outras redes sociais. A todos os nossos melhores votos de muita paz. E pensando em relacionar o tema à leitura desta hora, pensando em conectar o nosso assunto da tarde, por o mal, nós vamos ler uma página que nos dará elementos de reflexão. página que está que consta do nosso livro, livro de caráter psicográfico, Cartas Vivas por diversos espíritos. Esse livro vocês encontram na livraria Mário Carvalho, no primeiro andar da comunhão espírita. E o título da mensagem que nos é sugerida nessa tarde é muito significativo. Radiosa luz, luz intensa, luz brilhante, não é? Então, escreve o espírito Adriana de Jesus. A doutrina de Jesus ressuscitada pelo Espiritismo, é radiosa luz no caminho de todos. Somente a escuridão onde prevalece a ignorância. O Espiritismo enseja a todos a verdade clara e cristalina, como o alvorecer de um novo dia. A doutrina espírita desfaz as sombras mantidas pela ignorância. Ignorância do bem, prevalência do mal. ignora-se a arte de perdoar, prevalece a vingança. Ignora-se a imortalidade, prevalece o pavor da morte. Ignora-se o sentido da vida. Prevalece o caos existencial. Ignora-se a solidariedade,
a do mal. ignora-se a arte de perdoar, prevalece a vingança. Ignora-se a imortalidade, prevalece o pavor da morte. Ignora-se o sentido da vida. Prevalece o caos existencial. Ignora-se a solidariedade, prevalece a solidão, ignora-se o amor, prevalece o ódio. Sendo assim, coloquemos radiosa luz, coloquemos a radiosa luz do evangelho e da doutrina espírita a serviço de todos. na palavra que se ilumina, na sabedoria do evangelho, no gesto de caridade que testemunha a grandeza da doutrina dos espíritos no perdão sem limites que que recorda Jesus no conhecimento da reencarnação que esclarece a justiça divina. no amor ao próximo que faz resplandecer a presença divina na criatura humana. Adriana de Jesus Espírito. Então agora vamos aproveitar este momento inicial da palestra para que nos reunamos todos em oração. Aqueles que assim o desejarem podem fechar os olhos. Lembrando que o momento de oração é um momento de contato conosco mesmo e com a divina presença no espírito que somos. Repousemos as pálpebras suave e profundamente. Relaxemos os músculos do nosso faces e em resposta à divina presença que habita cada um de nós na presença dos bons espíritos. Agradeçamos dizendo obrigado, criador, autor da criação universal, porque conosco partilhas a tua eternidade, dela extraindo a nossa imortalidade. Obrigado criador pela existência espiritual antes mesmo da vida física. Obrigado, supremo criador do universo, porque nos renovastes a oportunidade, oferecendo-nos encarnação nova. Obrigado pela saúde física que dispomos e pela saúde mental. Muito obrigado. Obrigado por aqueles que constituem o nosso núcleo familiar e por todos os que tornam-se nossos amigos ao longo da existência. Obrigado pelos laços de afeto genuínos. pelo trabalho realizado até aqui, pelo trabalho por vir. Obrigado por mais um dia que nos concedes na crosta terrestre, na jornada da vida. Obrigado criador do universo por esta casa que nos acolhe a todos fraternalmente. Obrigado por este momento de oração, pela luz esplendorosa
a que nos concedes na crosta terrestre, na jornada da vida. Obrigado criador do universo por esta casa que nos acolhe a todos fraternalmente. Obrigado por este momento de oração, pela luz esplendorosa da Estrela Mãe, que nos concede o final de mais um dia em claridade. Obrigado por este momento de oração, pelos estudos a realizar. Muito obrigado. Tão somente pedimos que, recordando Jesus conosco, quando nos prometeu que se duas ou mais pessoas se reunissem em seu nome, ali estaria. Então pedimos ser conosco, Jesus uma vez mais. e que os teus emissários conduzam toda a nossa atividade da palestra ao passe, para que nos fortaleçamos e aprendamos um pouco mais da sabedoria, da doutrina espírita do evangelho de Jesus. Em nome de Deus, criador do universo, em nome de Jesus, o sublime crucificado, na luz e na paz dos bons espíritos, iniciamos o nosso trabalho dizendo graças a Deus. Então, meus amigos, vamos meditar juntos sobre essa questão que nos parece ser tão antiga quanto a própria história da humanidade. Quando filósofos da antiguidade se perguntavam, ou mesmo os grandes humanistas do século XVI para cá, quando vem a crueldade espalhar-se pela terra, as guerras, o sofrimento humano imposto imposto por outros seres humanos. Perguntava-se Sócrates na antiguidade: "Por que o mal e o extraordinário mestre de Atenas, que dividir a filosofia em três períodos antes de Sócrates, período socrático e pós-socrático, considerado por Kardecão, precursores do Espiritismo. Quando Sócrates, com a sua maêutica, sua capacidade de responder a perguntas com outras perguntas, na ironia filosófica, ele se pergunta: "Por que o mal?" Responde Sócrates com profundidade e propriedade, que o mal não tinha uma existência real, mas resultava em verdade de uma ausência. Nós, os modernos ocidentais nos acostumamos a imaginar o mal na figura temerária e terrível do imaginário diabólico. Chegamos a imaginar o mal como sendo uma contraposição a Deus. Sócrates, na sua capacidade filosófica diria: "Não, o mal é apenas uma
inar o mal na figura temerária e terrível do imaginário diabólico. Chegamos a imaginar o mal como sendo uma contraposição a Deus. Sócrates, na sua capacidade filosófica diria: "Não, o mal é apenas uma ausência, uma estrutura ausente." E aí se referia ele a uma contraposição dialética. sendo mal, estando mal na raiz de uma ignorância, dizia ele que tudo aquilo que o homem não sabe e tudo aquilo que ele não compreende, especialmente sobre as relações humanas, sobre a natureza última das coisas que a constituir na filosofia socrática. uma um eidos, uma ideia divina a povoar o projeto de tudo por ignorar a natureza essencial da realidade. Dizia Sócrates que essa ignorância era a causa de todos os males, conforme apontara o espírito Adriana de Jesus na mensagem, a ignorância é uma estrutura ausente que pesa sobre os ombros da natureza humana. E assistimos a história a repetir, século após século, as mais terríveis maldades e crueldades humanas que poderiam poderíamos lembrar na miséria da perseguição religiosa num século da nossa era, quando a intolerância do império romano crescia a intolerância religiosa daqueles judeus antigos que eram doutores da lei e que inspirados num fanatismo lamentável trazia o mal da perseguição religiosa aos cristãos da primeira hora, diferentes aqueles cristãos da atualidade, Porque eles preferiam sofrer a máxima perseguição do que era realizá-la e preferiam submeter-se à dor a negar os princípios que eles acreditavam. Na hora primeira da alvorada do evangelho, era o mal que se desabava sobre os cristãos primitivos. Isso durou séculos após séculos. consumindo a vida de exatos 153.000 pessoas que foram levadas às arenas romanas e a diversão lamentável dos cidadãos de Roma que gostavam de ver não apenas gladiadores trazidos da Ásia, da África, do Oriente Médio para se degladearem, mas também se compraziam de ver os cristãos serem queimados vivos como considera no ano de 63, quando Nero espalhou a miséria da perseguição e da máxima perseguição em
iente Médio para se degladearem, mas também se compraziam de ver os cristãos serem queimados vivos como considera no ano de 63, quando Nero espalhou a miséria da perseguição e da máxima perseguição em Roma, culpabilizando o apóstolo Paulo e também os cristãos pela pelo incêndio ocorrido em Roma. Ali estava um dos mais terríveis males humanos, a intolerância religiosa, a não aceitação de uma doutrina nova que, apesar de fundada na mansuetude, da serenidade e da renúncia aos bens materiais, contrastando completamente com a nossa prática cristã dos dias que correm, muito ligadas à teologia da prosperidade e aos projetos de poder. Quando se limpa a religião e a política, aqueles cristãos primeiros eram tão mansos quanto corajosos. E temos o mal da perseguição religiosa. Por que este mal senão a ignorância para compreender princípios mais altos? que nos foge a percepção, seja da imortalidade da alma, seja da vida espiritual, que muitos dirão: "Eu não creio naquilo que não vejo". E cai em um outro tipo de mal, a ignorância das leis espirituais, como a fim Maria Sócrates. Como imaginar a existência tão breve quanto a vida humana? sem um propósito e um sentido que nos conecte com o universo. Como olhar uma breve existência de 90 anos que seja, ou de 108 ou de 113. E de repente a existência e sua provisoriedade completamente desconectada com um planeta que já tem 4,5 bilhões de ano a nos conceder vida. Ou como desconectar essa vida com a história do universo que tem 14 bilhões? Por que o universo se manteria se expandindo? complexificando suas galáxias e colocando um bilhão de estrelas somente na nossa galáxia, com diversos planetas a girar em torno delas para nos conceder à espécie humana a miserável existência de 90 ou 100 anos. Isso é a ignorância da desconexão, aquela que faz com que com que imaginássemos ou imaginamos que é uma existência breve de tão poucas décadas comparada ao período que a Terra ainda vai ter outros tantos, 5 bilhões de anos. E eu estou a apresentar dados
que com que imaginássemos ou imaginamos que é uma existência breve de tão poucas décadas comparada ao período que a Terra ainda vai ter outros tantos, 5 bilhões de anos. E eu estou a apresentar dados científicos da astrofísica porque os cientistas calcularam a quantidade de gases, hidrogênio e nitrogênio, sobretudo hidrogênio, demonstrando que o sol tem hidrogênio suficiente para queimar por mais 5 bilhões de anos. Ele é o resultado de um fenômeno termonuclear com uma temperatura no seu núcleo de 400 milhões de graus C. E lá está ele garantindo-nos a vida na Terra e provendo-nos a existência biológica de todas as espécies por mais 5 bilhões de anos. Quando desconectamos a vida humana, dizia Sócrates, daquilo que os gregos chamavam de cosmos, caímos em um caos nos trazido pela ignorância. Então, quando dizemos só acredito no que vejo, no que pego e no que sinto elimine 95% do universo, que é constituído de energia escura e de dimensões completamente inacessíveis aos sentidos. E a ignorância da vida espiritual nos levou ao longo dos séculos, continua Sócrates a afirmar, sem compreender o sentido da existência humana. Passaram-se os séculos, chegou a modernidade com a sua promessa, com os iluministas, que representaram um grande passo de evolução para a cultura, que trouxe o estado laico, a democracia, que voltou ao passado, retornando à Grécia 500 anos antes de Cristo, para resgatar as ciências que lá estavam brotando. e que se apagaram com a Idade Média, os humanistas que tanto valorizaram a natureza humana e colocaram o homem no centro de todas as coisas, que pregar os direitos humanos, seja na carta dos direitos humanos da revolução francesa, seja na carta dos direitos humanos após a Segunda Grande Guerra Mundial. E no entanto, a modernidade que nos prometia paz manteve, século após século, as guerras, a gerar o diálogo em plena década de 1930, entre dois dos maiores cientistas da história, Einstein e Freud. Eles trocaram cartas quando o nazismo levantava a sua terrível ideologia
século, as guerras, a gerar o diálogo em plena década de 1930, entre dois dos maiores cientistas da história, Einstein e Freud. Eles trocaram cartas quando o nazismo levantava a sua terrível ideologia de perseguição racial judeus e de exclusão de todos os povos que não fossem ariano na Alemanha. Einstein e Freud trocaram cartas com a pergunta que é parecida com a que formulamos hoje para vocês. Por que a guerra? E ambos buscaram explicações porque século após século, a humanidade nunca tivera um século inteiro de paz. Não sei se sabem disso. Um século inteiro nunca tivemos. século após século, perguntava-se a Einstein e Freud, por a guerra, porque o mal e os grande psicanalista Sigmon Freud, criador da psicanálise, dirá que há uma certa agressividade inata na espécie humana. E ele não estava equivocado, porque a nossa biologia, o nosso cérebro, nessa condição de adolescente evolucionário que somos, percebam, a nossa espécie tem 100.000 1 anos o sapiens e ele é um elo entre uma evolução que a primatologia demonstrou estudando os primatas que passaram por alterações genéticas e culminaram no do homem de Netfal e depois num sáps. Esta natureza só tem 100.000 anos. Façam as contas. A vida tem 3 bilhões de anos. Os dinossauros desapareceram em um ecatombe de um grande meteoro a 70 milhões. A nossa espécie só tem 100.000 anos. Existem animais na terra que derivaram dos grandes jacarés, dos grandes anfíbios, até mesmo os elefantes que derivaram dos mamutes que t milhões de anos. A nossa espécie só tem 100.000. Se nós só temos 100.000 1 anos. Nós somos um elo entre a cadeia revolucionária que nos antecedeu, muito mais antiga, deixando em nós um registro biológico, diria Freud, de uma agressividade nata. Não sei se sabem, mas o nosso cérebro é provido de estruturas que nos garantem a agressividade. Aqui agora é importante não confundir agressividade com violência. A agressividade é a resposta de defesa da espécie que lá atrás, 100.000 1 anos atrás precisava de estabelecer uma
em a agressividade. Aqui agora é importante não confundir agressividade com violência. A agressividade é a resposta de defesa da espécie que lá atrás, 100.000 1 anos atrás precisava de estabelecer uma relação entre predador e presa, porque não se esqueçam que há 100.000 anos a floresta, nós éramos a espécie mais frágil e a evolução biológica manteve em nós um cérebro reptiliano, que é o mais antigo das camadas do cérebro, tendo córtex a mais recente e garantiu em nós um instintos primários agressivos. E essa agressividade é fundamento das nossas respostas inadequadas transformadas em violência. Então nós temos uma natureza que é um elo entre um passado altamente agressivo, onde a competição mais entre as espécies, onde a relação predatória se multiplicou e se desdobrou na forma de guerras. Então, a guerra se mantém como essa tragédia que nenhum de nós esperava ver ressuscitada, seja na guerra contra o Iraque, seja na guerra no Afeganistão, seja nas duas guerras entre a Rússia e a Ucrânia e entre Israel e a Palestina. Tais guerras fazem com que essa pergunta continue viva. Mas não somente as guerras que fala dessa agressividade humana, desse instinto de morte que se opõe à pulsão de vida e fala de uma natureza humana incompleta, de uma civilização, como ensina o livro dos espíritos, incompleta. Kardec, quando perguntou: "Que pensais da nossa civilização moderna?" Os espíritos disseram: "Civilização vírgula incompleta, porque não desenvolveu o senso moral, a visão espiritual da realidade?" Então, nós estamos diante do desafio de combater o mal sem que nos tornemos tão maus quanto aqueles que praticam as mais terríveis crueldades e não apenas aquelas que são visíveis na mídia como a guerra, mas esse mal cotidiano que resulta da ignorância. A nossa ignorância é tão imensa que nós não sabemos lidar com as nossas emoções. Emoções que são lastreadas nessa natureza agressiva e ancestral dos sápiens, como a raiva, o ódio, o desamor, a intolerância. Imagina o que é lidar com a raiva de
sabemos lidar com as nossas emoções. Emoções que são lastreadas nessa natureza agressiva e ancestral dos sápiens, como a raiva, o ódio, o desamor, a intolerância. Imagina o que é lidar com a raiva de todo dia. A raiva diante de um trânsito caótico. A raiva de uma diante de um acidente previsto de trânsito. A raiva entre cônjuges com passados anos e o desgaste dos relacionamentos. A raiva do patrão, a raiva do trabalhador, a raiva de não saber porque tá com tanta raiva. Emoções agressivas. que precisam e são necessárias que tenhamos a capacidade de dar conta delas. Então, o Espiritismo nos traz a fórmula da ignorância como a raiz de todos os males em Sócrates. A ignorância da nossa própria natureza emocional, da nossa necessidade de utilizar uma função precariamente utilizada por nós. Nós somos tão pouco evoluídos que nós somos pessoas instruídas, porém pouco conscientes. E eu não falo agora de imediato da consciência espiritual. Não temos consciência social, não temos consciência ambiental, não temos consciência das nossas próprias emoções. E por essa ignorância, essa condição de inconsciência, alimentamos todas as nossas misérias. Então, o projeto espírita reencarnacionista da evolução criativa, da psicanálise, é que estabeleçamos uma relação consciente conosco mesmo, nos perguntando por sinto tanto medo de determinado objeto, porque está estou apavorado com o envelhecimento do meu corpo, porque sou uma pessoa intolerante, porque não tenho resiliência às adversidades da vida, os porquês daquilo que ignoram, porque ignoro a arte de conviver e não consigo aceitar o outro tal qual ele é, porque tenho uma dificuldade, ignoro a arte de entender as minhas respostas emocionais. E a doutrina espírita nos traz um projeto de consciência, tomada de consciência para que possamos ir além do cérebro antigo reptiliano. Observem, a maioria de nós fazemos muito bem o sono e muita gente tá sem dormir. Devo lhe dar a mal má notícia que de três de nós aqui, um vai dormir essa noite, porque há uma epidemia de insônia
ano. Observem, a maioria de nós fazemos muito bem o sono e muita gente tá sem dormir. Devo lhe dar a mal má notícia que de três de nós aqui, um vai dormir essa noite, porque há uma epidemia de insônia no planeta. Mas deixando o sono para lá, aqueles que sabem dormir ainda dormem. comer, alimentar-se e alimentar o sistema digestivo e o organismo. Ter a possibilidade do intercurso sexual e alimentar a libido. Alimentar-se do pescoço para baixo e nutrir as necessidades básicas. Isso tudo os animais o fazem e é um circuito inconsciente que cuida disso, hipotálamo. De modo que nós estamos sendo mais seres hipotalâmicos do que propriamente seres do córtex. Então, o espiritismo nos propõe que façamos essa viagem de autoconsciência primeiro para observar a provisoriedade da vida e dizer: "Sim, a vida corporal é provisória". Mas não é possível que essa coisa, permitam-me, a brincadeira lindra que eu sou vai desaparecer completamente. Cada um diga consigo naturalmente, só porque a morte da vestimenta se deu é impossível. Segundo a lei da conservação da energia, uma energia tão complexa que sustentou a individualidade desaparecer. Então, um dia perguntaram a Yung, qual Gustavo Yung na Califórnia nos anos 60 para uma transmissão de TV ao vivo nos Estados Unidos. O senhor acredita na alma? Ele disse: "Não, eu não preciso acreditar. Eu sei. Este saber da imortalidade da alma, este saber sobre nós mesmos e nossas emoções, este saber que nos leva a uma consciência do selfie. Eu sou espírito imortal, ainda que saiba que um dia o corpo dormirá para sempre e eu ressurgirei na imortalidade da alma que todas as culturas ensinam. Essa autoconsciência que nos leva ao desvelamento para a superação do mal não tem outra fórmula. Ou eu sei quem eu sou, ou eu descubro o significado da própria humanidade perante o universo. Pensando, por exemplo, nas outras civilizações, imagine a estatística, gente. Nós terrestres somos tão tolos e tão arrogantes que conseguimos imaginar que uma galáxia com um bilhão de estrelas,
verso. Pensando, por exemplo, nas outras civilizações, imagine a estatística, gente. Nós terrestres somos tão tolos e tão arrogantes que conseguimos imaginar que uma galáxia com um bilhão de estrelas, cada estrela semelhante ao Sol, fazendo circular 9, 10 planetas. faria com que só a terra fosse habitada na hora que estes seres extraterrestres terrestres colocado pelo Espiritismo no capítulo da pluralidade dos mundos habitados resolverem e se interessar por nós, porque eles não têm, sobretudo os evoluídos, haverá uma mudança tão drástica de paradigma na Terra, porque eles conhecerão leis que nós, os terráqueos, continuamos ignorantes delas. Então, a ignorância é a causa de todo mal. O espiritismo nos propõe um salto também para o conhecimento. Espíritas, amai-vos. O primeiro mandamento, superar a ignorância da inteligência emocional, que nos levaria ao amor e não a catastrofe do ódio, mas também instruir-vos, porque nós nos tornamos péssimos leitores. Nunca o livro e a leitura esteve tão em crise, porque estamos agora no resumo, no release das do resumo da introdução da pequena parte que a internet oferece. Então, precisamos resgatar o hábito da boa leitura para que haja instrução, mas também o hábito de descobrir a necessidade de romper a ignorância e despertar a consciência em nós. A consciência que nos habita, que segundo o Espiritismo, na questão do livro dos espíritos, onde está escrita a lei de Deus, onde a presença de Deus na consciência. Daí todos aqueles que trabalham por promover consciência para a humanidade em si, ambiental, espiritual, emocional, está trabalhando pela presença de Deus a acordar em cada um de nós. Então, meus amigos, a resposta de porquer o mal, que é uma questão muito complexa, que exigiria um seminário de muitas horas para que falássemos da herança filogenética das espécies, dos condicionamentos culturais que repetem, século após século, o aprendizado da guerra, teríamos que falar de tantas dimensões. Aqui fazemos o resumo da fórmula da
herança filogenética das espécies, dos condicionamentos culturais que repetem, século após século, o aprendizado da guerra, teríamos que falar de tantas dimensões. Aqui fazemos o resumo da fórmula da doutrina espírita. Porque a guerra e porque o mal, porque a violência, senão a resposta da ignorância. E para que esforçamos minimamente que seja a ignorância que nos habita, a inconsciência que nos governa. Recordemos o poema a convidar-nos ao grande despertar. O despertar pela oração, o despertar pela meditação, o despertar da compaixão uns com os outros, o despertar da solidariedade, da fraternidade, da caridade. O despertar que diz: "Desperta a tua alma adormecida nas ilusões perigosas desta vida. Não te detenhas ante as sombras do caminho. As belas rosas também trazem seus espinhos. Se alguém magoou teu coração, não te entristeças. Segues em oração, sendo a vida na terra passageira. Segue para a tua evolução. Se tens conhecimento do evangelho, se praticas um pouco a caridade, não podes dizer que não sabes ou não conheces o que é a felicidade. Ergue teu olhar, fta a natureza. Pensa que pode ser leve o teu fardo, suave a tua cruz. Se tiveres no teu coração, Jesus. que ele nos abençoe, a nos guardar a vida, mas sobretudo a nos auxiliar na mais difícil tarefa que a alma humana tem a enfrentar, o despertar espiritual da própria consciência. Assim nós terminamos agradecendo a atenção de vocês e dizendo que aqueles que tiverem interesse, o nosso livro Cartas Vivas está na livraria Mário Carvalho. Nós vamos lá tomar um café e autografar o livro para quem assim o desejar. Um bom passe para vocês, um bom retorno para os vossos lares e até a próxima oportunidade. Muita paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,
dade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o [música] amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da
erenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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