🎙️ Podcast CONECTA ESPIRITISMO – CONECTA.ON com Gustavo Musa
O espaço onde as grandes ideias ganham voz. Um bate-papo leve, inteligente e inspirador com as principais personalidades presentes no Congresso Espírita de Campinas 2026. Conversas que conectam experiências, ampliam visões e aproximam corações. Aqui, o conteúdo vai além do palco — ele pulsa, dialoga e transforma. Realização: Conecta Espiritismo Produção e Gestão: TV IDEAK 🌐 www.conectaespiritismo.com.br
A bola se fala, olá, minhas queridas amigas, meus queridos amigos. diretamente aqui de Campinas no nosso Conecta Espiritismo. E agora recebendo Gustavo Musa, um grande amigo, uma pessoa que eu tive a oportunidade de conhecer, já considero um grande amigo. Seja muito bem-vindo. Diga para nós o que que você tá achando do Conecta, como tem sido a sua interação nos momentos de atividade, no intercâmbio com as pessoas. Obrigado pelo convite. Sabe que a recíproca é verdadeira. A gente se conheceu há pouco tempo, se eu não me engano, foi em Aracaju que nós nos conhecemos e também considero que você como amigo uma referência os seus livros, a sua obra. Gosto muito. E o Conecta é essa oportunidade também, né, de nós encontrarmos os amigos, de sair de trás das telas, né, onde a gente tá na gravação dos vídeos, do conteúdo todos os dias. a gente tem a oportunidade aqui de encontrar os amigos que a gente não sempre encontra e também as pessoas que acompanham o nosso trabalho, que podem encontrar com a gente pelos corredores e trocar o abraço, né? Nós passamos por uma pandemia, já tem algum tempo, é verdade, mas nós ficamos distantes pelo afastamento que aquele momento pedia e então a gente sente que os congressos espíritas agora estão tomando fôlego de novo, né? No começo tava meio tímido ainda e agora a gente vê o Conecta aqui lotado, tudo vendido, esgotado. Então dá parabéns ao pessoal do Conecta, aos organizadores que podem promover um evento desse tamanho, né? Levando para as pessoas uma quantidade de informação eh enorme. E eu tenho prazer, satisfação de estar participando e poder colaborar aquela sementinha. Fico muito feliz por isso. >> Pode ter certeza, Gustavo, que a alegria é nossa. Nos foi pedido conversar com você. O tema é longo e como a gente é muito espontâneo, eu me permito ler o tema Sombra e luz nos relacionamentos, diálogo sobre como as adversidades em família e na sociedade são laboratórios para a nossa harmonia. E o laboratórios aqui vem entre aspas, ou seja, como que
r o tema Sombra e luz nos relacionamentos, diálogo sobre como as adversidades em família e na sociedade são laboratórios para a nossa harmonia. E o laboratórios aqui vem entre aspas, ou seja, como que a família é esse grande laboratório onde a gente vivencia a sombra, vivencia a luz, mas ao mesmo tempo se prepara para grande vida em sociedade? >> É, na verdade, esse laboratório, eu até tiraria essa aspas, porque nós somos realmente estamos ali sendo testados, né? Estamos ali para sermos eh formados, forjados no seio da família. A família, a gente sabe, não é uma reunião de espíritos que se amam eternamente, estão ali por uma ligação estritamente de amor. Há também relações de muito amor entre os membros da família, mas sabemos que também no nosso núcleo familiar estão encarnados pessoas próximas a nós, as quais nós ainda precisamos nos realinharmos. Então, a gente vem realmente pro seio familiar, ao lado daqueles que nós ainda precisamos reajustar algumas pendências em nós mesmos, né? É importante que a gente diga que esse reajuste é nosso, não é o outro que tem que se reajustar, somos nós. Cada um precisa olhar primeiro para si, entender o que é que em mim precisa ser reajustado para que eu possa então colaborar com reajuste familiar total. E então ali naquela convivência diária, a gente é convidado a amar, a gente é convidado a respeitar, né? a nossa convivência familiar, ela às vezes nos dá ah um campo um pouco mais amplo para que a gente tenha mais intimidade. Então, nem sempre a gente fala num tom mais cordial, a gente às vezes perde um pouquinho na fala. Então, como diria o Chico, né, ninguém encarna endereço errado. A gente tá no núcleo familiar que a gente precisa, exatamente onde a gente merece estar naquele momento. Então, que a gente possa olhar os nossos familiares, Rafael, né, eh, primeiro através de nós mesmos, porque a gente vai identificar no outro aquilo que tem na gente. Então, quando a gente identifica um familiar em que a gente tem por ele muito amor, muito respeito,
eh, primeiro através de nós mesmos, porque a gente vai identificar no outro aquilo que tem na gente. Então, quando a gente identifica um familiar em que a gente tem por ele muito amor, muito respeito, é porque nós temos amor e respeito. Mas quando eu identifico um familiar que às vezes tem um pouquinho de dificuldade, porque seja qual for a característica, é porque aquela característica também está presente em nós, né? Então uma grande oportunidade de olhando para o outro eu passo a fazer o autoconhecimento como um espelho, que aquele meu familiar é um espelho para mim, na verdade todos os são, todos são, né? E através desse espelho eu encontrar os ajustes necessários para que a gente possa caminhar bem. A ideia não é sair daqui, né? eh, perfeitos. A ideia não é sair daqui eh já no estádio onde o mestre está hoje. Jamais nós temos não temos essa capacidade para esse momento. A ideia é que a gente possa ir se reajustando pouco a pouco e não é com o próximo. André Luiz fala no livro ação e reação que ninguém deve nada para ninguém. A gente deve pra gente mesmo e pra lei, né? Lei, qual lei? A lei de Deus. Então, o outro que me fere, o outro que me agride, ele não deve nada para mim. Nós devemos para nós mesmos e para Deus. Para nós mesmos, porque nós precisamos nos reajustar com o nosso passado e para Deus, porque a lei é dele e a gente precisa se adequar à lei perfeita de Deus. Olha, o papo tá muito gostoso. Eu quero te fazer uma pergunta que talvez seja um pouco mais provocativa. Tem aquele familiar, um familiar igual a você, que a gente tem vontade de abraçar, vontade de conversar, >> não convive comigo, >> vontade de conviver. Mas tem aquele familiar que a gente se aproxima e diz assim: "Parece que o santo não bate, parece que algo em mim diz que essa pessoa, sei lá, deve ser algum karma." e colocando aqui de uma forma bem usual para deixar agradável para as pessoas que estão nos assistindo. Se você pudesse aqui agora deixar um hashtag fica a dica. Como conviver com esses
algum karma." e colocando aqui de uma forma bem usual para deixar agradável para as pessoas que estão nos assistindo. Se você pudesse aqui agora deixar um hashtag fica a dica. Como conviver com esses parentes mais complicados? >> Olhando para eles como a gente gostaria de ser olhado por eles, né? Invertendo a posição e entendendo que todos nós temos luz e sombra. Talvez eu esteja enxergando naquele familiar apenas a sombra, mas quando a gente para para olhar com mais carinho e com mais cuidado, a gente vai identificar naquele familiar também a luz. E se a gente se apega muito à sombra, a gente só enxerga a sombra, a gente escolhe, né? Nós somos eh seres humanos que somos dotados do livre arbítrio. Tá lá no livro dos espíritos, como eu brinco nos meus vídeos, né? Tá lá o livro dos vírus, questão 843, que nós temos a capacidade da escolha e a gente pode escolher também o que identificar no próximo, né? Então que a gente possa olhar para esses parênteses, o #ficaadica é esse. Procura um pontinho de luz, nem que seja pequeno, nem que seja difícil pra gente reconhecer valor naquele que ainda me incomoda. Mas sabendo que todos têm valores, a gente pode encontrar a sintonia. E aí quando a gente olha assim, a gente se aproxima, quando a gente olha paraas diferenças, a gente se afasta. Então que a gente possa olhar para as nossas semelhanças, porque a semelhança é o que vai nos aproximar. >> Eu quero aproveitar uma deixa que você no nos trouxe, tá lá no livro dos espíritos, porque o Gustavo hoje é conhecido das redes sociais. Tenho certeza que grande parte de vocês já assisti um real, já viu um post, porque ele hoje vem fazendo esse trabalho e um trabalho bem feito. Mas muitos de nós, Gustavo, quando pensamos em rede social fica um paradoxo na nossa cabeça. Será que vale a pena essa exposição? Será que isso não seria uma forma de um culto à personalidade daquele que está se expondo? ou pelo contrário, isso não seria uma forma de nós divulgarmos o espiritismo, contribuir com que a
exposição? Será que isso não seria uma forma de um culto à personalidade daquele que está se expondo? ou pelo contrário, isso não seria uma forma de nós divulgarmos o espiritismo, contribuir com que a mensagem chegue a mais corações, uma forma de nós nos apropriarmos das ferramentas da modernidade para que se cumpra aquilo que Emanuel colocou no livro Estude Viva, a maior caridade que podemos fazer ao Espiritismo e a sua divulgação. E como você tem feito esse trabalho de uma forma apropriada, a gente pergunta como que a gente entende e se apropria dessa divulgação pelas redes sociais. >> É muito legal a sua colocação, porque na verdade a rede social só traz para as câmeras aquilo que já existe há muito tempo, que são divulgadores da palavra do Cristo, né? Antes das redes sociais, nós tínhamos grandes palestrantes que já se expunham para levar a palavra do Cristo. Então, a rede social só trouxe esses divulgadores para a tela, mas nada mais é do que mais um divulgador. Em todos os meios existem aqueles que estão ali pela divulgação e talvez aqueles que têm um pouquinho de interesse pessoal. E esse é o grande lance, que a gente possa olhar para as pessoas e encontrar nelas mensagem do Cristo, porque às vezes não é nenhum divulgador. Nós mesmos temos essa essa propensão a idolatrar alguém, a tornar alguém um popstar, né? Mas o caminho é o inverso, é que nós possamos eh valorizar a mensagem do Cristo, a mensagem que está sendo passada, é que deve estar em evidência. A rede social é só uma nova forma de nós fazermos isso, de nós espalharmos o evangelho pela terra. E dia desses eu fazia uma palestra numa casa espírita. E enquanto eu fazia palestra, um irmão psicografava uma mensagem logo ao lado. E ao final da nossa exposição a mensagem foi lida, né? Eles leem a mensagem ao público. E naquele dia eu terminei a palestra, sentei e o expositor, outro rapaz, pegou a mensagem e foi ler. Ele falou assim: "A mensagem hoje é para você, Gustavo". Eu falei: "Opa, vamos lá, quero ouvir,
co. E naquele dia eu terminei a palestra, sentei e o expositor, outro rapaz, pegou a mensagem e foi ler. Ele falou assim: "A mensagem hoje é para você, Gustavo". Eu falei: "Opa, vamos lá, quero ouvir, né? Que que tem para me dizer?" E o espírito vinha dizendo assim, olha que legal. O espírito vinha dizendo assim: "Novas formas de comunicação exigem novos comunicadores. Estamos felizes com o seu trabalho. Mantenha-se fiel a Kardec. Estaremos sempre aqui." E eu fico emocionado quando falo disso, porque a rede social é uma nova forma de se comunicar. Não adianta a gente pegar um jogador de futebol, de campo, e colocar no salão. Não dá certo. Parece que é igual, mas não é. e nem do salão e colocar no campo não é igual. A rede social tem uma forma específica de se comunicar e eu entendo sim que novas formas de comunicação exigem novos comunicadores, né? E nessa nessa leva aí, nessa tendência eu tenho tentado encontrar o caminho de falar de uma forma mais leve para poder contribuir apenas com a mensagem espírita. A gente acaba ficando em exposição porque não tem como. Rede social é imagem o tempo todo, né? Mas a nossa intenção é sempre propagar o evangelho em nome do Cristo, colaborando aí com um pouquinho que a gente pode para levar de uma forma leve, descontraída. >> Muito bom. Aproveitando esse essa mesma temática, nós sabemos que os jovens gostam das redes sociais e quando a gente consegue aproveitar as redes sociais para assuntos nobres, para ideias que tirem o foco às vezes de uma fofoca, de um tema que vai causar ebulição e trazer pra proposta espírita, esse objetivo é muito nobre. E os jovens também gostam de produzir conteúdo. E como você tem feito isso de uma forma apropriada, que dica você deixa pros jovens ou para aqueles que eu quero produzir conteúdo, eu quero falar de espiritismo nas redes sociais, o que que você deixa de aconselhamento para essas pessoas? Estude. Ah, eu quero ser um criador de conteúdo. Eu quero fazer vídeo espírita. Que legal. Seja bem-vindo. O espaço tá aí.
nas redes sociais, o que que você deixa de aconselhamento para essas pessoas? Estude. Ah, eu quero ser um criador de conteúdo. Eu quero fazer vídeo espírita. Que legal. Seja bem-vindo. O espaço tá aí. Tem muita gente ainda para essa mensagem chegar, corações que não foram tocados, mas a primeira coisa, estude para que você possa ter um conteúdo apropriado, para que a gente não se perca na mensagem, para que essa mensagem chegue limpa, chega, chegue a mais, o mais transparente possível, que a gente não perca a essência que Kardec nos trouxe. Então, o preparo é muito importante. Então, eu sempre digo isso por onde passo, por onde eu começo? falo, começa pelo estudo, né? Mesmo que você faça um vídeo que ainda não é espontâneo, eu tô lendo, né? Não tem problema que você tá lendo, mas que seja lendo algo que realmente está na obra espírita para que a gente possa o vídeo chegar longe. E os vídeos chegam muito longe. Os vídeos salvam vidas. Eu falo pela experiência própria. Minha esposa que tá ali, ela é testemunha. Quantas e quantas vezes eu fui agraciado, posso dizer assim, por Deus, por colocar no meu caminho pessoas que estavam a um passo de desistir da vida, estavam em cima do no alto de um prédio e me ligaram. Gustavo, eu tava aqui no alto de um prédio, eu não te conheço. Não sei por apareceu um vídeo seu para mim e uma voz falou: "Liga para ele, manda um direct. Eu ia tirar minha vida". E aí eu pego a mensagem, começo a conversar com a pessoa, então o vídeo salva. Agora a pouco eu encontrei ali uma senhora que me deixou muito emocionado. Ela disse que ela tem um grupo de estudos para pessoas analfabetas. E como as pessoas analfabetas não conseguem ler, ela usa os meus vídeos com o grupo de estudos do Evangelho para pessoas analfabetas. Olha a força de um vídeo, né? Então, ainda que a pessoa não seja um criador de conteúdo, Gustavo, eu queria divulgar, mas eu não tenho essa desenvoltura, eu não sei gravar vídeo. Não precisa gravar vídeo, coleguinha, fica tranquilo, deixa
inda que a pessoa não seja um criador de conteúdo, Gustavo, eu queria divulgar, mas eu não tenho essa desenvoltura, eu não sei gravar vídeo. Não precisa gravar vídeo, coleguinha, fica tranquilo, deixa que a gente grava. Você compartilhando, você já tá fazendo a sua parte. Então você pode também ajudar a divulgar, mesmo que você não tenha facilidade com a gravação, com a edição. Replica os vídeos, joga nos grupos, porque isso faz a mensagem chegar mais longe. A gente dá as mãos, faz uma corrente só do bem, porque o videozinho ele chega, ele toca, ele salva e ele ajuda. >> Excelente. E isso fica pra gente, Gustavo. Não basta o vídeo ser bonito, não basta o vídeo ter um bom recorte, é preciso ter conteúdo. >> Sim. e a gente percebe que os seus vídeos, além de bonitos, trazem um bom conteúdo. Então, nós o incentivamos a continuar com o trabalho e aqueles que queiram trilhar pelos mesmos caminhos, que nós estudemos a doutrina espírita. Gustavo, partindo para um terceiro lá, um terceiro ponto aqui da nossa conversa, ele escreveu um livro, gente, e olha que livro bonito, Manual sobrevivência para gente cansada. Como encontrar a paz quando a vida ainda dói? Eu acho que a realidade da dor é a realidade de todos nós. >> Como que a gente encontra a paz quando a realidade ainda pesa? >> Olhando para dentro, Rafael, a primeira coisa é olhar para dentro. E quando a gente olha para dentro, no primeiro momento, às vezes, não é agradável. A gente se se choca um pouco com o que a gente encontra lá dentro, com o que a gente vê. E nesse momento a gente fica um pouco assustado e até desesperançoso muitas vezes para seguir em frente porque aquilo dói, aquilo incomoda e tudo aquilo que nos dói, que nos incomoda, a gente tem uma tendência a recalcar, que é o que o Freud vem nos dizendo na aba psicanalítica, né? Então, a primeira forma da gente se aliviar, né? Esse cansaço que nos incomoda, que o sono não resolve, eu tô cansado o tempo todo, que alma para dentro, né? praticando lá a questão
psicanalítica, né? Então, a primeira forma da gente se aliviar, né? Esse cansaço que nos incomoda, que o sono não resolve, eu tô cansado o tempo todo, que alma para dentro, né? praticando lá a questão do 21 que nos traz na obra espírita quando ele cita Sócrates que a gente deve olhar para dentro. Então o primeiro passo, tá cansado, algo tá incomodando, olha para dentro, porque esse incômodo é da alma, não é do corpo. E Jesus também já nos disse há tantos anos, já nos deu a dica, né, quando ele fala: "Vinde a mim, vós que estais aflitos sobrecarregados, que eu vos aliviarei". Ele continua a frase e no final da frase ele fala: "Encontrareis cura para as vossas almas". Ou seja, ele tá dizendo assim pra gente, quando ele fala encontrarei cura, ele tá dizendo vai passar, fica tranquilo que não vai durar para sempre. E quando ele fala assim, encontrarei cura para as vossas almas, ele tá nos dando a dica. O que tá sobrecarregado é a alma, não é o corpo. O corpo é o reflexo dessa sobrecarga, a gastrite, a dor de cabeça, a insônia, a queda de cabelo, isso tudo são reflexos de uma alma sobrecarregada. Então, o tratamento deve ser feito em conjunto. É muito importante o psiquiatra, é muito importante o psicólogo, mas nós temos que entender que existe também uma vertente espiritual que precisa ser olhada e a gente precisa tratar de todas as frentes, que é a frente do corpo, através dos médicos, da medicina terrestre. Muitas vezes precisamos do remédio, não devemos abrir mão dele. Precisamos tratar também da mente com profissionais da área da mente e precisamos tratar também do espírito, que é a gente mesmo que trata através da reforma íntima. Enquanto a gente não fizer reforma íntima, é enxugar gelo. A gente vai estar tomando remédio, tomando remédio, melhora, claro que melhora, dá um alívio, mas o o alívio total é da junção, corpo, mente, espírito, pra gente poder caminhar melhor. >> Meus amigos, eu dei uma foliada aqui no livro e na parte três intitulada A calma, tem um subtítulo aqui que me
o o alívio total é da junção, corpo, mente, espírito, pra gente poder caminhar melhor. >> Meus amigos, eu dei uma foliada aqui no livro e na parte três intitulada A calma, tem um subtítulo aqui que me chamou muita atenção. A jornada entre extremos é o caminho do meio. Ou seja, nós vivemos um mundo de muitos extremismos. Pessoas se comportando quase como o pêndulo de um relógio. Ou eu tô no oito ou eu tô no 80. >> Eu gosto da mediunidade porque eu ia falar do pêndulo do relógio. Ele falou: "Adorei". >> E você fala do caminho do meio. Como nós encontrarmos esse caminho do meio? O caminho da sensibilidade, o caminho do equilíbrio, o caminho de sereno no meio de tanta gente cansada? >> Pois é, esse é o grande desafio, né? Porque a gente vive de extremos, a gente vive num mundo muito agitado, a gente vive num mundo muito rápido, um mundo que nos cobra respostas para ontem. A gente precisa ter algo para devolver o tempo todo, as redes sociais, é tudo muito corrido. E esse agito em que a gente vive, ele precisa ser apenas exterior. Porque quando esse agito é interior, aí eu perco o equilíbrio e não consigo caminhar com naturalidade no mundo em que a gente vive. O caminho do meio olhar para dentro, né? O reino de Deus está dentro de vós. Porque a gente não vai desacelerar o mundo. O mundo hoje ele tem um ritmo mais frenético, ele nos cobra um pouco mais de pressa para algumas coisas, mas a gente não consegue desacelerar o mundo, mas consegue desacelerar a mente, consegue desacelerar o coração. E quando a gente encontra o caminho de desacelerar o coração, e essa é a proposta que o livro traz, então a gente acha o caminho do meio, deixa de viver nos extremos que a vida nos convida e a gente passa a encontrar o caminho do meio que tá aqui dentro da gente. Só depende do nosso esforço e da nossa e do nosso empenho em entender aquilo que Deus quer da gente. Quando a gente entende o propósito, então o mundo exterior pode estar acelerado, mas o mundo interior tá calmo e a gente encontrou o caminho do meio.
empenho em entender aquilo que Deus quer da gente. Quando a gente entende o propósito, então o mundo exterior pode estar acelerado, mas o mundo interior tá calmo e a gente encontrou o caminho do meio. >> Gustavo, você é jovem e nós sabemos de grandes desafios no movimento espírita hoje, no que tange a juventude, participação do jovem, integração do jovem nas tarefas espíritas. Como que a gente pode tentar equacionar essa dificuldade? Porque a gente olha as casas espíritas, as pessoas estão ficando mais velhas no processo natural do envelhecimento >> e ao mesmo tempo a gente não tem a mesma pujança na entrada dos jovens. Há um descompasso? Há alguma coisa que a gente possa fazer? Como que a gente lida com essa questão? >> Rafael, essa é a pergunta de 1 milhão de dólares. Hoje a gente tá buscando essa resposta congresso a congresso, que a gente tem a oportunidade de de participar. Esse assunto ele é pauta para que nós possamos entender o que que tá acontecendo, porque de fato hoje o movimento espírita ele é um movimento envelhecido, né? Aquelas pessoas que estão mais atuantes no movimento espírita já não são mais jovens. Eu agradeço você me chamar de jovem, mas eu tô chegando nos 50. Eu já não sou tão jovem assim, aquele jovem de 19, aquele jovem de 20. A gente percebe até pelos dados que nós temos aí uma boa participação até os 11, 12 anos. Depois existe uma evasão desses jovens até os 35, 40, quando começa a retornar. Que que isso mostra pra gente? Que até ali com 10, 11 anos, o papai e a mamãe leva o filho na evangelização. Ele não tem escolha. Leva, ele vai lá, ele fica lá, ele aprende. Mas por volta dos 12, 13, quando começa a ter um pouquinho mais de liberdade no convívio social, começa ir ao cinema, começa a passear com os amigos, então ele identifica a linguagem dele com a dos outros amiguinhos que estão em outras crenças. e acabam deixando o centro um pouquinho de lado, porque o mundo convida, às vezes é mais atrativo e ele acaba indo para lá. E aí quando a dor aparece por volta dos 35
nhos que estão em outras crenças. e acabam deixando o centro um pouquinho de lado, porque o mundo convida, às vezes é mais atrativo e ele acaba indo para lá. E aí quando a dor aparece por volta dos 35 anos, começam a vir as decepções que a vida traz, as dificuldades. Então ele relembra das aulinhas da evangelização que fez, que brotou sementinha no coração e então ele volta pra casa espírita com força e quer trabalhar e quer se engajar. Mas existe aí uma lacuna, realmente dos 11, 12 até os 35, alguma coisa assim. Existe um buraco. Eu acho que é falta de comunicação. Eu acho que nós estamos nerrando. Não é no conteúdo, é na forma de entregar o que nós temos. Porque eu vou puxar sardinha pro lado do espiritismo aqui. Nós temos a melhor mensagem. A gente fala como ninguém fala pro luto. A gente fala como ninguém fala pra tristeza. A gente fala como ninguém fala pra lei de causa e ação, causa e consequência, né? Mas às vezes a forma de entregar precisa ser um pouquinho mais ajustada, sem perder a essência de Kardec, mas que a gente possa ajustar, enlatar isso melhor para poder entregar aos jovens aquilo que eles precisam, eh, que eles de fato querem ouvir, porque o que eles precisam, eles sabem, a gente sabe, mas como a gente tem entregado, eu acho que a gente precisa pensar um pouco melhor nisso. >> Olha, o papo tá muito bom, mas a gente precisa caminhar pro encerramento. Então, na sua fala final, eu peço que você deixe uma mensagem pros jovens, uma mensagem pros espíritas, olhando para essa sociedade contemporânea que nós estamos vivendo, pensando na sobrevivência, não pra gente cansada, mas para espíritos que nos cansamos dos equívocos que praticamos, mas ao mesmo tempo queremos ter um olhar de otimismo pros dias futuros. Então você que nos acompanha agora, quero falar o seu coração. Se nesse momento você se identifica com as palavras do Rafael, o cansaço lhe toma, o desânimo é permanente, que você possa dar uma oportunidade para você mesmo de se aproximar um pouco mais do evangelho.
nesse momento você se identifica com as palavras do Rafael, o cansaço lhe toma, o desânimo é permanente, que você possa dar uma oportunidade para você mesmo de se aproximar um pouco mais do evangelho. E quando a gente se aproxima do evangelho, a gente não precisa ser careta para se aproximar do evangelho. A gente pode passear, a gente pode ir à festa, a gente pode se divertir e a gente pode encontrar nesse evangelho o alimento para as nossas almas. Então, que você agora reflita sobre o momento em que você passa e se essa mensagem tocar o seu coração, se entregue a ao conteúdo em que a doutrina espírita tem para oferecer, sem o proselitismo. Talvez se você se identifica com outra mensagem cristã, não há problema nenhum. O importante é que a gente entenda que a nossa felicidade está em Jesus. Viver as felicidades do mundo com limite. Pois também o livro dos espíritos a gente entende isso, que o mal não está nas coisas e sim nos excessos, né? Mas que a gente possa encontrar em Jesus a felicidade e viver a vida com equilíbrio. E é muito possível fazer isso. Eu deixo esse convite a você. Muito obrigado pela sua participação. Agradeço, querido. >> Que os bons espíritos continuem abençoando o seu trabalho, as suas palestras, o conteúdo que você coloca nas redes sociais e que nós sigamos no Conecta Espiritismo. Mantenha-se conectado conosco. Beijo grande.
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