PERDÃO * REFLEXÃO - Juliana Ferreira [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 17/01/2026 (há 3 meses) 37:30 210 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Amigos, amigas, sejam todos bem-vindos. Rendamos graças a Jesus pela oportunidade de servir em seu nome, pela alegria de estarmos juntos mais uma vez na nossa harmonização que antecede o passe virtual. Eh, a nossa reflexão continua baseada no livro A busca do melhor do Hamed pela psicografia do Francisco do Espírito Santo Neto. E a mensagem de hoje fala sobre perdão. São reflexões sobre o perdão, mas eh não é uma reflexão comum como nós geralmente fazemos, não é? Quando Jesus nos convida a perdoar 70 x 7. Mas é uma perspectiva do ponto da do perdão da divindade, de como se processa esse perdão que nos é desconhecido. Na verdade, o processo de perdoar de Deus não é alcançado por nós. A sua compreensão não é alcançada por nós. Então ele começa dizendo que Deus perdoa seu módulo e esse módulo nos escapa a compreensão. Por quê? Porque perdoar não é relevar o que eu fiz. Porque uma vez que eu transgrido a lei de Deus, as leis de Deus, aquilo está ali registrado no na minha caminhada, registrado no meu na minha história como espírito imortal. Mas esta relação é sempre uma relação de reparação. É como é que eu vou agir ou como eu posso agir a partir da constatação de que eu cometi um erro? Como é que eu retorno para o caminho da harmonia, comunhão com as leis do divino? E e é interessante porque todas as vezes que nós falamos em erro, em equívoco, tudo isso que nos envolve na nossa caminhada, sempre me vem à mente que a presença da misericórdia de Deus, ela se faz sempre. Se assim não o fosse, nos sentiríamos muito fragilizados, porque transitamos ainda por um caminho de muitos erros, de muitos equívocos. Ramed também nos diz que Deus dá um prazo ilimitado para o devedor para a quitação das suas dívidas e ainda oferta os meios para que o devedor possa fazê-lo. Considerando que nós somos espíritos imortais, todo tempo é tempo de reparação, é tempo de corrigir aquilo que não foi bem vivido, que não foi bem feito, que não foi aprendido. E é maravilhoso pensar que como seres eternos

omos espíritos imortais, todo tempo é tempo de reparação, é tempo de corrigir aquilo que não foi bem vivido, que não foi bem feito, que não foi aprendido. E é maravilhoso pensar que como seres eternos eu vou moldando as minhas conquistas morais a partir da percepção do que eu fiz de errado e desta possibilidade de corrigir. Então, para Deus não há tempo, até porque tempo é uma condição nossa. Os espíritos de alta escolham com esta questão do tempo. É bom que nós nos esforcemos para reparar o máximo que pudermos, o mais rápido possível, mas sempre tendo como norte as nossas possibilidades. Não adianta eu querer dar um salto, porque não vai funcionar. Eu não vou recuperar em uma encarnação todos os erros que provavelmente, possivelmente eu tenha cometido numa só encarnação. Não é? Digamos que eu tô aqui tentando ajustar aquilo que saiu do equilíbrio só da encarnação passada. Uma encarnação é muito pouco, muito pouco. Se considerarmos que ainda somos muito rebeldes, não é? No cumprimento das leis de Deus. Por isso que Jesus nos faz um convite incessante para que nós não pequemos mais, ou seja, não errem mais, corrijam as falhas para que cada vez mais fortalecidos possamos galgar degraus mais altos desta escada que é a evolução espiritual. Depois ele diz que o devedor honesto, ele não quer que a sua dívida seja perdoada. O devedor honesto, ele pede a Deus concessões para pagá-las. Para pagá-la. Olha só, vamos trazer pro nosso dia a dia, né? Quando eu, por qualquer motivo, me individo, nós ficaríamos profundamente felizes se eu não tivesse que pagar aquilo ali. Se eh o meu credor perdoasse esta dívida dizendo: "Olha, você não precisa mais me pagar". Isto mostra como ainda somos infantis, porque dívida, uma vez que eu me individo com alguém, eu preciso quitar esta dívida. Então, o bom devedor, aquele que tem consciência das dívidas que angareou, o que que ele quer fazer perante o pai? Ele quer apenas recursos. para quitar essas dívidas, mas não que Deus as perdoe. Ainda que

, o bom devedor, aquele que tem consciência das dívidas que angareou, o que que ele quer fazer perante o pai? Ele quer apenas recursos. para quitar essas dívidas, mas não que Deus as perdoe. Ainda que nós nas orações peçamos ao Pai que perdoe os nossos equívocos. Assim que lá na na oração que Jesus nos trouxe, não é? Nós pedimos a Deus que perdoe as nossas dívidas, assim como perdoamos a nossos devedores. Mas perdoar as dívidas do ponto de vista da divindade é corrigir aquilo que foi feito de maneira equivocada. Não é simplesmente deixar para lá, é da lei. O que eu faço de errado eu preciso corrigir, não é? Não tenho como fugir de uma lei que é perfeita. Depois ele diz o seguinte: "Seria proveitosa a experiência se Deus de", aliás, ele faz uma pergunta: "Seria proveitosa a experiência se Deus dispensasse os devedores do pagamento de suas dívidas?" E ele mesmo responde: "Não, não seria proveitoso." E por quê? Porque quando eu reparo, como é, começo a reparar os equívocos, os erros que eu cometi, eu passo a ter uma nova percepção dos meus valores. E quando essa nova percepção me chega, eu tenho a oportunidade de construir novos valores, porque uma nova visão é sempre um convite para novas atitudes, para novos comportamentos, não é? O evangelho nos diz que a cada um segundo as suas obras. E isso vale para aquilo que eu conquisto de bom e para aquilo que eu preciso refazer. Eu serei reconhecida pelo que eu eh tiver construído em consonância com as leis de Deus. Este é o nosso propósito, é estar cada vez mais harmonizados com estas leis. Fomos criados sobre a sua tutela, sobre a tutela dessas leis e caminhamos para o fiel cumprimento delas desta forma, né? Então, não existe essa possibilidade de eu não ter que reparar. Claro que eu não preciso reparar, como nós sistematicamente repetimos aqui, pela dor. Eu posso reparar pelo amor. Por que reparamos pela dor? Porque, via de regra, não tomamos as rédias de uma maneira sincera, íntegra, dos erros que nós cometemos. Não tomamos

repetimos aqui, pela dor. Eu posso reparar pelo amor. Por que reparamos pela dor? Porque, via de regra, não tomamos as rédias de uma maneira sincera, íntegra, dos erros que nós cometemos. Não tomamos as rédias, fingimos ou justificamos. Não, eu fiz por Eu fiz porque tudo para Deus é considerado quando nós transgredimos as suas leis. Tudo, absolutamente. Ou seja, Deus se utiliza de tudo aquilo que nos moveu em relação à aquele erro. Mas isso não me exime da responsabilidade de corrigi-los. Não me exime. Isso serve para todos nós. Ele diz que é mais digno e mais nobre para o devedor pagar seu débito do que se eximir do seu dever. Então, eu falei lá no início, quando eu comecei aqui a nossa conversa, que quando nós devemos favor, dinheiro, gratidão, o que nós queremos é que o outro releve os nossos débitos, mas isso demonstra ainda a nossa inferioridade moral. Porque se eu magoei alguém, o que que me cabe fazer? é reparar isso. Precisa ser diretamente com a pessoa? Não necessariamente, né? Melhor que seja, que eu me dirija à pessoa, que eu me desculpe, que eu reconheça e que eu não tente justificar. Acima de tudo, eu errei, sinto muito, eu quero fazer diferente. Eu vou me esforçar para que isso não aconteça novamente. Então, esse é o bom devedor. É aquele que não foge dos erros da sua dívida, mas aquele que honra a sua dívida, que se coloca à disposição para quitá-la. E dentro desta proposta com Deus, né, de Deus, é, eu preciso com o tempo, e o tempo de Deus não é o nosso e para Deus não tem tempo, não é? Eu preciso refazer a lição. Quando eu me preparo para algum, alguma prova, eu digo prova de faculdade, de escola, para concurso, eu estudo os conteúdos e aquele conteúdo que eu não consegui vencer e que me impediu de passar nesta verificação do meu conhecimento, o que que eu preciso fazer com ele? Eu preciso estudar novamente, de tal maneira que vai chegar um momento em que eu terei apreendido este conteúdo e não precisarei mais estudá-lo. E na vida, né, nesta relação com as com as nossas

ele? Eu preciso estudar novamente, de tal maneira que vai chegar um momento em que eu terei apreendido este conteúdo e não precisarei mais estudá-lo. E na vida, né, nesta relação com as com as nossas eh dívidas, nesta relação com o perdão divino, é assim que se processa. Eu vou ter que estudar melhor aquilo que eu o assunto, ah, a área onde eu errei, a pessoa com quem eu não fui honesto, perdão, para que eu modifique a minha postura diante daquele conteúdo, sendo um bom devedor. Ramed nos diz assim: "Olha, quem salda seus compromissos, ainda com que com dificuldades e sacrifícios, observem-se um valor até então desconhecido. Quando a gente se individa de alguma maneira, né, e aquilo vai nos nos perturbando, vai nos incomodando, vai nos maltratando, o que que nós queremos é saber o que que foi que aconteceu para que eu não faça novamente. Então, quando Jesus diz assim, olha lá, quando Jesus cura o paralítico, ele diz: "Levanta, vá e não peques mais". Quando ele diz, "Não peques mais", ele tá dizendo: "Você quitou o seu débito, aquele débito que te levou a essa, a esse problema físico, a essa paralisia. Então, está quitado." Mas para que você possa verdadeiramente caminhar com segurança, você não pode pecar mais. E os fariseus não entenderam isso. Porque quando Jesus diz a ele, diz ao paralítico que ele está perdoado dos seus pecados, os fariseus têm uma reação imediata e dizem assim: "Pera aí, só quem pode pegar pecar eh perdoar os pecados é Deus". E aí Jesus, muito astuto, porque ele era muito astuto, ele vira, fala assim: "Então, mais fácil seria se eu dissesse a ele: "Se levante e caminhe?" Ou seja, mais fácil eu fazer aqui o milagre de ele se levantar desta cadeira de rodas e caminhar do que eu dizer que ele tem os seus pecados eh eh perdoados. Até porque se Jesus faz esta concessão aquele espírito ali, ele já tinha quitado o seu débito. E os fariseus não associavam a noção do das doenças físicas às transgressões da lei, como nós hoje sabemos e trazemos a certeza de que tudo que o meu corpo

rito ali, ele já tinha quitado o seu débito. E os fariseus não associavam a noção do das doenças físicas às transgressões da lei, como nós hoje sabemos e trazemos a certeza de que tudo que o meu corpo vive do ponto de vista da experiência carnal é um reflexo dos meus equívocos como espírito em evolução, não é? Eu já tenho um roteiro lá de reencarnação, quando eu vou reencarnar, que diz: "Olha, Juliana vai ter problemas de estômago, porque durante muitas encarnações ela extrapolou ou na comida ou na bebida e ela precisa curar o seu perespírito que ficou lesado, né? tá ali lesionado, tá ali estragadinho. Então vamos corrigir. Como é que se corrige isso? Trazendo esses registros para que eu identifique esta minha fragilidade e possa corrigi-la. Quando eu tiver quitado o meu débito com essa transgressão que ocasionou o meu problema de estômago, eu não terei mais o problema. Simples assim. Então, é é isso que Jesus mostra, a relação entre pecado ou transgressão ou erro ou equívoco e a quitação desses erros. E ele continua também, nossos esforços para reparar a culpa possibilita-nos aumentar nossas conquistas morais. ofertando-nos novas capacidades. Quanto mais eu me esforço para vencer as minhas dificuldades e, portanto, para corrigir aquilo que ainda me é motivo de de queda, de, não é, de não caminhar bem de acordo com as leis de Deus. Quanto mais eu me esforço, mais eu reconheço em mim potenciais que estariam adormecidos se eu não me esforçasse, se Deus chegasse e perdoasse a as minhas transgressões, os meus erros, não é? Quando nós passamos pela experiência de ter que refazer alguma coisa que fizemos mal feita, o que que o que que isso traz para nós? Uma acuidade maior no sentido de pera aí, eu preciso agora descobrir o que foi que me levou a agir assim. e a partir desta descoberta trabalhar ficando muito atenta para que aquilo não aconteça novamente. Então, o perdoar, não é, do ponto de vista de Deus, são as inúmeras oportunidades, são as inúmeras possibilidades que eu

scoberta trabalhar ficando muito atenta para que aquilo não aconteça novamente. Então, o perdoar, não é, do ponto de vista de Deus, são as inúmeras oportunidades, são as inúmeras possibilidades que eu tenho de me corrigir como criatura em evolução permanente. E aí nós vemos a grandeza do pai. Ele não nos condena, ele apenas nos ajuda a perceber o nosso erro e nos inspira para que possamos fazer diferente, nos fortalecendo, não é? As fibras mais íntimas de mim mesma, usadas para que eu possa fazer diferente. Ele continua dizendo o seguinte: "O nosso patrimônio intelectual e novos sentimentos desabrocham, cresce o nosso patrimônio intelectual e novos sentimentos desabrocham". Quando eu busco a reparação daquilo que eu fiz, não é? Tomar consciência do erro é o primeiro caminho, sem querer dimensioná-lo num primeiro momento. Porque se eu tomo consciência, se eu me culpo, eu entro num processo de de culpa mesmo, não é? Isso pode fazer com que eu paralize o meu movimento para transformar. Culpa em excesso não traz absolutamente nada de positivo. Aliás, culpa não traz nada de positivo. O que traz de positivo é a consciência de que eu errei. É eu me conscientizar de que minha minha atitude foi equivocada. E a partir dali eu poder me preparar para corrigir, não é? Quer dizer que eu vou dar, vou dar conta? Não, não quer dizer. Se eu já tenho a consciência de que aquele ponto ali em mim é um ponto passível de queda, meu olhar vai ficar mais atento para ele mais do que para aqueles equívocos pequenos que eu já deixei para lá, já resolvi. Um exemplo prático, digamos que nós sejamos muito impulsivos, muito reativos quando alguém nos desce alguma crítica. Então, se eu saio de um movimento de reatividade instantânea, rebatendo o que o outro criticou em mim, para a escuta, ainda que eu discorde do que a pessoa está dizendo, se eu escuto, eu abro a possibilidade de que aquela pessoa esteja certa, pelo menos a possibilidade, porque se eu fecho essa possibilidade, Eu estou cega diante da constatação de que eu me

tá dizendo, se eu escuto, eu abro a possibilidade de que aquela pessoa esteja certa, pelo menos a possibilidade, porque se eu fecho essa possibilidade, Eu estou cega diante da constatação de que eu me equivoco várias vezes e vou me equivocar tantas outras vezes, né? Vou errar tantas outras vezes. Ramete diz assim: "Olha, a verdade realmente apreendida, então não basta conhecer, eu preciso saber, não basta ver, eu tenho que internalizar". É aquela que sentimos. Então eu preciso sentir como é, qual foi, o que que desencadeou aquele meu movimento equivocado. Eu preciso sentir a verdade sem sem medo e sem dó nem piedade comigo mesma, não é? com acolhimento sempre, mas com um olhar de quem admite com humildade a possibilidade de ter se equivocado. E só podemos sentir a verdade mediante as experiências. Então ele diz, a verdade só é realmente apreendida se sentirmos e só podemos sentir esta verdade mediante as experiências. Então, eu sinto que eu me equivoquei, que eu errei, que eu transgredi as leis de Deus. E para que eu possa transformar este sentimento em ação, eu preciso vivenciar, experienciar esta. Olha, gente, é muito difícil quando nós constatamos que erramos. É muito difícil. Não é? Mas quando eu sinto isso e vou quitar o meu débito, me disponho a fechar esse círculo, eu estou aprendendo. E é aprendendo, é na vivência que nós conseguimos aprender a lição. E aí Ramed fecha dizendo assim: "Olha, pecados perdoados significa culpas espiadas, tudo quitado, dívida paga, passado ressarcido." Olha que coisa linda, linda, linda. Há muitas questões que eu vivo, eu, Juliana, que eu vejo nesta encarnação que eu ressacio, porque aquilo já não me move mais. E há outras que eu vivo, que eu sinto que já vivi inúmeras outras vezes, já errei inúmeras outras vezes e ainda não estou fortalecida o suficiente ainda para ressarci, mas pensemos sempre naquilo que já conseguimos fechar, que tá todo aquele passado que serviu, que se transformou em lição e não mais em culpa, que me permitiu ser uma outra pessoa e,

da para ressarci, mas pensemos sempre naquilo que já conseguimos fechar, que tá todo aquele passado que serviu, que se transformou em lição e não mais em culpa, que me permitiu ser uma outra pessoa e, portanto, ter um outro olhar para o meu irmão que também erra. Porque no final das contas, o que importa diante desta ideia do perdão da divindade é entender que todos nós estamos sujeitos a nos equivocar, mas estamos muito mais propensos à correção do que a cometer o erro novamente. Isto se chama evolução. Isto se chama misericórdia de Deus. Então, quando nos detivermos por muito tempo lamentando o erro que cometemos, elevemos o nosso pensamento a Deus, lembrando que para ele não há tempo e que ele nos oferta inúmeras possibilidades para corrigirmos, mas que o nosso movimento seja sempre o de correção com urgência, Porque senão nos acomodaremos na ideia de que por sermos imortais teremos todo o tempo do mundo para corrigir. Quanto mais eu adio a quitação dos meus débitos, menos eu cresço em relação às possibilidades de não cometer novamente esses mesmos débitos. Que Jesus, na sua infinita misericórdia possa caminhar conosco, possa nos sustentar quando nos sentirmos fragilizados, quando constatarmos que caímos, que ele esteja ali ao nosso lado, lembrando sempre que a dinâmica da evolução é um movimento, é um movimento incessante de corrigir aquilo que em nós ainda não está em consonância com a proposta do Pai. Que Jesus fique conosco, que possa nos inspirar e possa nos fortalecer. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus e passemos agora ao passe virtual. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o [música] amor. Essa energia amorosa auxilia no

os deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o [música] amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. >> Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre

o o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados