Paulo e Estevão 2a parte Capítulo 7 03112025
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A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GE. Então vamos lá, gente. Eh, a mensagem é do livro Palavras de Vida Eterna, intitulada Pai e Amigo, número 97. E levantando-se, foi para seu pai. E quando ainda estava longe, o Pai chegou a vê-lo, moveu-se de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. Jesus, Lucas, capítulo 15, versículo 20. É possível que essa ou aquela falta de te sombreie o coração impelindo-te ao desânimo. Anseias respirar a fé pura, entregar-te aos mistérios do bem. Contudo, trazes remorço e tristeza. Dissipaste as forças da vida, extraviastes votos santificantes, erraste, caíste na negação. Qual viajor que perdesse a luz? Entretanto, recorda a providência divina e regue-te. O amor de Deus nunca falta. Para toda ferida haverá remédio adequado. Para todo desequilíbrio aparecerá reajuste. Fixa-te no ensinamento do Cristo, enunciando o retorno do filho pródigo. O reencontro não se deu em casa, com remoques e humilhações para o moço em desvalimento, assinalando-o no caminho de volta. E quando ainda estava longe, o pai ao vê-lo, moveu-se de íntima compaixão e correndo, lançou-se ao pescoço e o beijou. O pai não esperou que o filho se penitenciasse, não exigiu escusas, não solicitou justificativas e nem impôs condições de qualquer natureza para estender-lhe os braços. apenas aguardou que o filho se levantasse e lhe desejasse o calor do coração. Vamos aproveitar esse momento, momento de elevação dos nossos espíritos, momento em que nós ansiamos porque as informações que vêm para nós através dos estudos dos nossos companheiros de grupo tem aberto muito entendimento, tem nos colocado a par da história, tem nos feito refletir sobre o trabalho que acontece entre o começo e o fim das nossas jornadas, porque a gente começa de uma forma e muitas vezes no fim a gente se vangloria pelas conquistas
istória, tem nos feito refletir sobre o trabalho que acontece entre o começo e o fim das nossas jornadas, porque a gente começa de uma forma e muitas vezes no fim a gente se vangloria pelas conquistas e muitos se vangloriam conosco, mas no meio do caminho há muita dor, há muito sofrimento, há muita renúncia, há muito trabalho a ser feito, há muita reflexão para que o crescimento seja efetivo. Então, vamos agradecer a Deus por essa oportunidade de estarmos aqui, pelas lições que aprendemos quando erramos e quando acertamos e por toda oportunidade que a vida nos dá. Agradecer aos amigos espirituais que dirigem esse trabalho, ao mentor do nosso companheiro Tom, que com certeza o inspirará para trazer as suas palavras, as suas reflexões na noite de hoje. Que essas bênçãos de luz e de paz possam entrar em nossos lares e conosco e com todos aqueles que o compartilham conosco, elas possam permanecer assim sobre as bênçãos e o amparo da espiritualidade amiga. E com a vossa permissão, Senhor, nós iniciamos o nosso encontro dizendo graças a Deus e a Jesus. Muito bem, Tom. Eu vou te passar a palavra. E aí, agora é tudo por sua conta, meu amigo. Se precisar de ajuda para alguma coisa, é só falar, tá bom? >> Nosso capítulo hoje é o item, é o capítulo sete da segunda parte, né? Ele vai tratar das epístolas de Paulo. Epístolas são cartas, né? Um termo antigo, mas são cartas. Então, a gente vai falar desse assunto, como é que ele, como é que o Paulo optou por fazer cartas e o conteúdo das cartas para quem ele escreveu, né? Esse é o nosso objetivo hoje. Vamos dividir o capítulo em duas partes, a parte histórica disso e depois entrar no propriamente no livro. Então eu fiz uma uma uma apresentação tentando fazer os dois lados, o lado da história e também o lado do próprio livro nosso aqui, né? Para ver se os dois se juntam no tempo, no período histórico, tá? Aí eu coloquei na primeira lana, é o mapa, o mapa da época, se vocês verificarem, e é olha o tanto que o Paulo andou. É um, ele começa aqui
ver se os dois se juntam no tempo, no período histórico, tá? Aí eu coloquei na primeira lana, é o mapa, o mapa da época, se vocês verificarem, e é olha o tanto que o Paulo andou. É um, ele começa aqui em Jerusalém, a, à direita embaixo, e ele vai andando aí, ele vai andando eh por toda essa região, Antioquia, Éfeso, Tessalônica, Macedônia, e onde ele estava quando as cartas foram escritas, né? Veja que é um é uma distância muito grande. Então ele começa aqui Antioquia, vai andando para Éfeso, Corinto. Corinto foi onde nasceu o o Nossa, agora tá fugindo até os nomes, né? A namorada dele, o irmão Estevão >> Estevão e Hab >> como >> Estevão e Abigail. >> Isso, Estevan e Abigaí. Foi na região de Corinto aqui, ó, na Grécia, né, para você ver. Esse foi a região toda que ela andou e é muito lugar, gente, muito grande. Eh, ele fez pela história cerca de três viagens, primeira, segunda, terceira viagem, depois fez uma direto para Roma, né? Olha o tanto que esse homem trabalhou, né? Andando toda essa região. E mais de uma vez, né? Ele foi, ele ia e depois voltava, né? A Capadócia que vocês estão vendo aí, Tarso, que ele é Paulo de Tarso, hoje seria turco, né? Hoje seria na Turquia. Eh, começa em Jerusalém, vai andando na Antioquia, depois vai Lista, Verb, Ipônio. Eh, no livro de Paulo cita muito essas cidades, né? Laudiceia, Smirna, AFJ, então ele andou muito. Troad, nós lemos sobre o nome dele aqui, Tessalônica, Filipos, né? E Corinto na Grécia hoje, Atenas, tudo isso ele andou, né? Depois ele também nos últimos momentos da encarnação dele, ele foi, chegou até até na Itália, lá em Roma. Era um sonho dele lá, né? Foi lá que ele, né, finalizou esta encarnação. Veja aqui, é uma região muito grande. Toda uma mediterrânea praticamente ela exceto na exceto na África aí, né, no Egito para baixo. Líbia é tudo África, né? Então ele não ele não foi, ele ficou mais na Europa mesmo, na Ásia e na Europa, né? Macedônia hoje é onde ficam ali as ah Iugoslávia. Eh, vamos ver mais aqui, ó. Tá vendo? Eu
Líbia é tudo África, né? Então ele não ele não foi, ele ficou mais na Europa mesmo, na Ásia e na Europa, né? Macedônia hoje é onde ficam ali as ah Iugoslávia. Eh, vamos ver mais aqui, ó. Tá vendo? Eu trouxe um mapa atual para vocês verem onde é que esse homem andou, ó. Então, hoje é a Turquia, é a é é a a Barca, Éfeso, eh, Antioquia, né? Eh, Tárcio, tudo isso aí, né? E a Grécia tem Corinto. É muito grande a região dele, ó. Mar Mediterrâneo tudo veio onde ele andou. Então hoje nas regiões todas seriam lá na Iugoslávia, na Sérvia, hoje não é mais Iugoslávia, né? Desde 85 mudou de eh foi dividida lá. Então ele andou bastante. É bom ter uma assim, na minha opinião, tem uma visão geral do da região por onde ele andou, né? Aqui tem um mapa, gente, que eu peguei numa, fiz uma pesquisa e dá de tanto que que ele andou em questão de quilômetros, né? Ele andou bastante, olha só, por via Terra ele andou quase 13.000 km. Só que tem uma viagem paraa Espanha aí, tá relacionado como que ele tivesse sido na Espanha, mas não é confirmada não. Ele não chegou aí na Espanha. No livro ele faz um desejo de ir na Espanha. No livro aqui que nós vamos falar, ele fala assim: "Eu tenho sonho de ir na Espanha e em Roma". Mas na Espanha ele nunca foi. Mas se somar a ideia que ele foi lá seriam mais 1000 km, né? Então 13.000 km por terra. E aí a maioria a pé, né? É pode ter pego uma carona aqui de uma carroça, alguma, algum cavalo mais é raro, né? Mas talvez, né? Mas a maioria foi a pé mesmo, né? Por mar ele andou mais 11.000 km. E somando aí um total de 24.000 km, se considerarmos que ele foi na Espanha, mas ele não foi, né? Mas tá somado aí. Veja que é um trabalho árduo. Quanto tempo? Cerca de 30 anos. Então ele fez esses 24.000 km em cerca de 30 anos. O trabalho do Paulo, ele tá tá situado nesse período histórico aí de 35 depois de Cristo a 65 depois de Cristo. Eh, porque se Jesus foi crucificado em 33 e vamos dar aí do anos para ele eh perseguir os cristãos no começo, né, e até o final da carreira dele. Então, 35
e 35 depois de Cristo a 65 depois de Cristo. Eh, porque se Jesus foi crucificado em 33 e vamos dar aí do anos para ele eh perseguir os cristãos no começo, né, e até o final da carreira dele. Então, 35 mais 65, 30 anos de trabalho, né? Então vamos falar desse período histórico aqui. O termo que aí no livro se fala muito das igrejas que ele saia fundando. Em cada cidade que ele ia, ele se preocupava muito em deixar ali uma uma semente, um orador, alguém que fizesse a continuidade do trabalho dele. Então ele falava que queria fundar uma igreja, né? O termo igreja, esse termo surgiu das cidades estados grego-romanas. Eh, porque naquela época as pessoas se formavam em assembleia de cidadães na praça, né, num local na praça Ágora, e para resolver os problemas da comunidade. Então, o povo se reunia na lá no espaço público e decidiam as coisas, né? E esse termo vem da eclésia. E também as primeiras comunidades que o Paulo andou fundando também era assim. Ele chegava em praça pública, montava a barraca dele e pregava. E a partir daí ele ia fundando uma pequena comunidade na casa de alguém, né? E o nome Igreja Eclesia vem daí, né? Porque os primeiros cristãos se apropriaram desse termo, né? Quando foi traduzido o evangelho, os evangelhos foram traduzidos do hebraico para o grego, que era a língua da época, né? O inglês da época era o grego. Então eles eh traduziram para o hebraico, do hebraico para o grego e levou esse tema eclésia, igreja, no caso. Aí nós estamos falando de aspectos históricos dos livros mesmo. Ó, os historiadores de hoje eles se apoiam muito nos escritos do Paulo e nos atos dos Apóstolos. Eh, o Atos do Apóstolo, os Atos, né, foram escritos por Lucas. esses esses esses esses períodos históricos eh tidos são tidos como fontes históricas porque são importantes para compreender o o aquele período, aquele momento da história do cristianismo, do surgimento e do fortalecimento do cristianismo. Por quê? É porque o Paulo escreveu de própria mão, espontâneo, ele mesmo, ele escrevia
o aquele período, aquele momento da história do cristianismo, do surgimento e do fortalecimento do cristianismo. Por quê? É porque o Paulo escreveu de própria mão, espontâneo, ele mesmo, ele escrevia fatos concretos para comunidades reais da época, né, pessoas existentes. E nessas cartas ele tratava das vidas das pessoas da época e de seus problemas concretos. Então, as cartas de Paulo são documentos históricos, não só não são não são só não são só documentos religiosos, mas são documentos históricos mesmo, né? Porque trata das pessoas e comunidades existentes na época, né? E os documentos ajudam a entender a complexidade das primeiras comunidades cristãs. O Paulo, nessas epístolas, nessas cartas que a gente vai falar aqui, ele tratava de problemas reais das pessoas, da como esses aí que nós citamos, ó, aqueles primeiros cristãos e a compreensão sobre Jesus. dele tentava escrever isso porque ele falava do de Jesus e as pessoas ficavam meio em dúvidas, criavam confusão. Ele mandava cartas para escrever, ele falava da lei, né, judaica e a sua interpretação, a luz do evangelho, que as pessoas viviam sob a lei de Moisés, né? E aí as pessoas passaram a ter uma nova interpretação com o evangelho. E havia sempre uma dúvida nesse período de transição, né? falava muito da liberdade dos cristãos em relação a essa lei, porque a lei aprisionava muito o comportamento das pessoas. E Jesus trouxe uma uma um refrescamento do da compreensão, né? Então, nas cartas ele comentava, porque as primeiras comunidades viviam nessa nesse sentimento de estar negar negando a lei, indo para Jesus, né? Então ele tentava explicar, tentou explicar a ressurreição, como foi a ressurreição. Ele falava da participação dos gentios nas comunidades, porque a princípio ele pregava pros judeus e também pregou pros gentios. E havia assim uma eh meio uma separação, né? Os gentios eram considerados povos de segunda linha, vamos dizer assim. E aí ele tentava explicar que eles podiam participar das comunidades, né? com a circuncisão, né,
uma eh meio uma separação, né? Os gentios eram considerados povos de segunda linha, vamos dizer assim. E aí ele tentava explicar que eles podiam participar das comunidades, né? com a circuncisão, né, ou não. Eh, a seia do Senhor. Ele falou muito sobre aquela aquela se da última noite. Falou sobre os dons espirituais, que era falar os as falas, né, as compreensões, né, os fenômenos que na época eram fenômenos para nós no entanto, né, falava sobre as dúvidas éticas e costumes de comportamento, saúde, higiene. falava muito também isso aí falava sobre eh quando fala em ética e comportamento, sobre uso e costumes com com com o regramento, com as com as famílias, né, com a libertinagem, né, falou da circuncisão e é foi até um ponto muito grande no livro que que a Maria Hermínia comentou, né, o capítulo que ela falou, se circuncidava ou não, papel da mulher, falar do pecado e falou bastante, né, de comer ou não. comer mais nessas cartas você veja que ele tratava de muitos, é mais mesmo dos dos da da vida comum da realidade das pessoas, dos primeiros cristãos, né? Então, teve também os Atos dos Apóstolos são é é um documento histórico, né? E os historiadores usam muito isso aí. Eu citei muito aqui embaixo o professor Jonathan Mati. É um jovem muito bom. Se vocês procurarem na internet, ele faz um trabalho magnífico sobre os primeiros cristãos. Ele primeiro era era eh judeu, messiânico. Depois tem uma mistura daí, vocês vão ver lá se vocês se interessarem. Muito bom esse senhor, esse rapaz, né? O ato do apóstolo, os atos foram escritos por volta aí do ano 80, 90 depois de Cristo, né? Porque Lucas, com a experiência com Paulo, ele foi buscar mais informações, né? Eh, ele foi baseado nos evangelhos anteriores. Portanto, nessa conclusão, o Evangelho teria que ter sido escrito antes de o ano 80, 90, né? Né? Então, o os Atos dos Apóstolos são e o ou é o segundo livro de do Evangelho, o Evangelho de Lucas. Depois ele acrescentou falando eh dos Atos, descreveu os Atos dos Apóstolos, né? Eh,
80, 90, né? Né? Então, o os Atos dos Apóstolos são e o ou é o segundo livro de do Evangelho, o Evangelho de Lucas. Depois ele acrescentou falando eh dos Atos, descreveu os Atos dos Apóstolos, né? Eh, é um relato muito importante porque abrange informações que não foram abordadas nas epístolas de Paulo, né? Então, veja, são documentos históricos, gente. Não é não não são documentos assim evangélicos, católicos, não. Os historiadores usam muito isso aí. Vou citar um um os quatro evangelhos aqui an passando, mas pra gente ter uma situação que eu quero comentar na lâmina seguinte, né? Os quatro evangelhos nós sabemos quais são, né? O Marcos, por exemplo, acredita-se que tenha sido escrito por João Marcos, que foi um companheiro missionário de Paulo. Ele comenta do João Marcos aqui no livro Paulo Estevão, eh, aparece a figura do João Marcos, né? E ele fala que é possí é possível que a a a origem do João Marcos tenha sido as memórias de Pedro lá, quando ele foi lá e perguntar para Pedro que houve, né? Repara que historicamente eh ele deve ter sido escrito entre 65 e 70 depois de Cristo. Os historiadores acreditam isso que o, né, pela análise mais profunda dos exegetas, eles acreditam que esse evangelho foi escrito entre 65 e 70, né? Ele é considerado o mais antigo evangelho, o Marcos, né? Eh, e escreveu, ele escreveu aí para para os leitores gentivos, né? Ele não escreveu para os ele não escreveu para os judeus. Porque a linguagem do evangelho de Marcos dá a entender que ele esclarecia comportamentos que o judeu já saberiam, né? O Mateus, eh, acredita-se que seja o coletor de impostos lá que fala na Bíblia, né, que é um dos um dos apóstolos, né, eh, quem estuda diz que ele é vinculado com o Evangelho de Marcos, então parece que é o segundo, né, eh, escrito provavelmente entre 80 e 95 depois de Cristo. é destinado aos judeus, que a linguagem não explica tanto como Marcos explica comportamento, né? Então, veja as datas aí, 65, 80, né? O Lucas, que é o nosso Lucas, que foi
re 80 e 95 depois de Cristo. é destinado aos judeus, que a linguagem não explica tanto como Marcos explica comportamento, né? Então, veja as datas aí, 65, 80, né? O Lucas, que é o nosso Lucas, que foi companheiro de Paulo aí nos nos diversos capítulos deste livro, né? Eh, ele deve ter escrito entre 80 e 90, 80 e 90 depois de Cristo, né? Eh, as fontes dele, as coletas de informação foram as testemunhas oculares dos outros evangelhos anteriores, né, do próprio do próprio São Paulo, de Maria que ele visitou, né? né? Então ele foi coletando informações para fazer o o esse o seu evangelho. E o João, né, e deve acredita-se que é o João, o João evangelista, não João Batista, mas o João evangelista, que era o discípulo que Jesus amava, né? Eh, as testemunhas do João foi testemunho ocular, né? Então, esse também foi escrito em 90 e 110. Veja que eu quero citar isso, que a gente é importante citar essa frase aqui do do Emanuel. Se os evangelhos forem escritos com essas datas posteriores, aqui no livro que nós lemos, o Paulo usa um evangelho que lá no livro, no nosso livro, Gamaliel fala para ele assim: "Tem uma cópia integral das anotações de Levi." Poxa, mas se o evangelho foi escrito mais paraa frente, como é que eh o Paulo aqui teria uma cópia integral das anotações de Levi, né? Aí o Gamaliel presenteia o nosso irmão Paulo com essa anotação de Levi e ele guarda com muito carinho, né? Tem uma lembrança, foi muito, uma lembrança muito boa que o Gamaliel recebeu, né? E o Emanuel faz um comentário sobre isso na abertura, na introdução do nosso livro aqui. Se os historiadores falam que o evangelho foi escrito depois de 60, 70, como é que o Levi deu uma cópia para ele, né? Então o Emanuel diz assim que desde já vejo os críticos consultando textos e combinando versículos para trazerem a tono erro de nós tentar. Tá falando para mim porque eu sou criterioso, sabe? Eu fui atrás da informação. Ele tá falando assim, Tom, você tô te vendo já consultando aí os os aspectos históricos, né, para você tá para você
tar. Tá falando para mim porque eu sou criterioso, sabe? Eu fui atrás da informação. Ele tá falando assim, Tom, você tô te vendo já consultando aí os os aspectos históricos, né, para você tá para você comprovar essas coisas que eu tô escrevendo aqui, né? Então eles fala para mim, ao pedantismo dogmático ou literário de todos os tempos, recorremos ao próprio evangelho para repetir que se a letra mata o espírito verifica. Então já se ele já se precatou sobre isso, porque como é que Paulo tinha uma anotação de Levi se o evangelho foi escrito posteriormente, né? Levi, nesse caso que ele tá citando aqui, era o próprio Mateus. Eu acrescentei uma informação hoje aí, viu? Mateus, também conhecido como Levi, era o cobrador de impostos e foi convidado por Jesus para o seguir. Naquela época, gente, Jesus, as pessoas mudavam de nome de certa forma. Fazer outra coisa, vamos mudar de nome como se fosse um recomeço. Simão virou Pedro, Levi virou Mateus, né? Eh, um homem novo, vamos dizer assim, né? Então, não nos preocupemos com as datas aqui, porque Emanuel já tá justificando, né? E não há essa preocupação. O Paulo escreveu aí cerca de 13 ou 14 epístolas, eh, mas somente sete são tidas originalmente para ele. Duas, quis. Sete são confirmadas como autênticas que vieram da lavra dele, do punho dele, né, da escrita particular espontaneamente dele. Os historiadores acredita que sete são dele. São essas aí, ó. E as datas que foram escritas e outras 6, 7, 6, 13, 14 são chamadas deuteropaulinas. Os historiadores consideram que não são do próprio punho de Paulo, mas são de eh atribuídas a Paulo, escritas por um seguidor de Paulo ou sob a orientação de Paulo, né? Porque veja, era muito e ele ou talvez ele escrevesse, ó, a gente vai ver num texto aqui adiante, no próprio nosso livro que confirma isso. Então, das 14 13, na realidade, essa essa é 2 4 6. Essa de Hebreus é uma anônima, ela não foi escrita por Paulo, ninguém sabe quem escreveu, mas é atribuída a ele por alguns, né? Então, essa essa essa
Então, das 14 13, na realidade, essa essa é 2 4 6. Essa de Hebreus é uma anônima, ela não foi escrita por Paulo, ninguém sabe quem escreveu, mas é atribuída a ele por alguns, né? Então, essa essa essa epístola aos hebreus, os historiadores acreditam que não é de mim deles, tá? Aí eu só coloquei passando também aqui o o conteúdo das cartas e ele escrevia, né? Veja, Tessalonicensa primeira, eh, são consideradas por todos os estudiosos como as primeiras cartas de Paulo, a e primeira do Novo Testamento, né? Foram escritas por aí, 50, 52, né? Fala da esperança na volta do Cristo, encoraja os cristãos a perseverarem, né? Eh, quando ele fala na volta do Cristo, na segunda Tessalonicense, ele já começa a corrigir os malentendidos, porque as pessoas estavam esperando que Cristo voltasse amanhã ou naquele mesmo período histórico que ele estava vivendo, né? Então, ele corrige o mal entendido eh para ajustar essas pequenas compreensões, né? Depois ele escreve para Gálatas, né? Que é lá na Galáia, os Gálatas, né? a liberdade, ele fala muito sobre as questões que viviam, as pessoas estavam no judaísmo e é escravizante e ele ele fala sobre a liberdade dos cristãos e seus comportamentos, né? Eh, sobre a viviam sobre a o o julgo da lei, a lei de Moisés, né? Então ele ele tenta quebrar esse comportamento, né? Ele fala pela justificação. Justificação é um termo muito usado, é salvação. Justificação, a pessoa ficar salvo, justo, salvo, né? Eh, alguns termos aqui são termos usados nas religiões, porque a gente capta informações em alguns textos religiosos, né? E eles são assim, eh, direcionados para aquele público. Então, nós temos que olhar aqui com o nosso olhar de espírita e tentando extrair a compreensão natural do texto, sem assim a a entendendo que é eh é para universal, né? Mas o texto queria dizer isso. Então ele fala que a justificação pela fé e a liberdade em Cristo combate a imposição. Ele vai falando aqui, né? Primeiro Coríntios. Coríntios é lá onde nasceu a a a Abigail, né? E o e o
a dizer isso. Então ele fala que a justificação pela fé e a liberdade em Cristo combate a imposição. Ele vai falando aqui, né? Primeiro Coríntios. Coríntios é lá onde nasceu a a a Abigail, né? E o e o Estevon. Então ele fala assim, aborda os temas da unidade dos cristãos. Eh, ali você vê, havia muita divisão entre os primeiros cristãos, né? comportamentos morais e os abusos, a pedofilia, talvez, né? Os insclusão, gente, né? Difícil. E ele tentava combater isso, né? Explica a natureza do matrimônio, da castidade, tentando combater comportamentos da da sociedade da época, né? Os problemas da igreja, eh, casamento. Na segunda Coríntios, ele trata de defender a sua autoridade apóstola. Porque eh para a o pessoal da época, os apóstolos eram somente aqueles que conviveram pessoalmente com Jesus, os 12, né, ou que viram Jesus. Mas ele, Paulo, é, e até hoje é assim, é considerado apóstolo porque ele teve um contato com Jesus, né, quando ele estava lá na direção de eh de Damasco, né, quando ele caiu do camelo lá de Damasco, ele teve um contato com Jesus, ouviu Jesus falar e, portanto, ele é considerado apóstolo por esse momento aí, né? Então, ele é como se fosse os dois. Então ele defende muito a sua autoridade, né, que foi chamado diretamente por Cristo. Como os outros foram, ele também foi, né? Então ele foi incorporado ao grupo dos 12. Romanos, né? Foi a última, praticamente a última carta que ele fez naquela época. Última não, mas é umas maiores. Ele vai explicar aqui na frente no nosso análise, né? E vai tratando aí, quem quiser aprofundar, tá escrito aí o que que ele fez, tá? frente, nosso tempo não permite muito aprofundamento, mas é isso. Eh, trata da obra redentora do Cristo. é o que ele vem tratando sempre, né, gente, de comportamento, a teologia dele, eh a vivência das das comunidades, o comportamento moral, né, eh a o afastamento da lei moisa para assumir como Jesus, né? Eh, essas aqui ele tá falando, ele já escreveu quando ele tava na cadeia lá em Roma para Filemon. Filemon, ele era um
portamento moral, né, eh a o afastamento da lei moisa para assumir como Jesus, né? Eh, essas aqui ele tá falando, ele já escreveu quando ele tava na cadeia lá em Roma para Filemon. Filemon, ele era um saudável, né? Eh, escravo dele. Era, ele escreveu para as comunidades soldados. A gente tem a ideia que os romanos eram todos malvados, violentos, mas tinha comunidade de soldados que foram convertidos, se converteram. O soldado Longinos, vocês devem lembrar, né? Então, ele escrevia também antigos legionários retirados, né? Para os escravos. Ele escrevia para muita gente, muita gente, né? eh, Colossenses, Efésios, né? Eh, e vai falando então as as as cartas todas. Ele escreveu a para duas para Tito, Timóteo e Tito, né, nas suas tarefas pastorais. E aí ele defendeu muito, muita gente se apoia aqui nessas cartas eh das epístolas para Timóteo e Tito como a hierarquia da igreja, a hierarquia eclesiástica, porque na época lá tava uma confusão nessas igrejas e eles não sabiam como ordenar, né? Quem era o chefe da igreja na cidade que ele fundou, quem ficaria e ele escreveu fazendo assim uma certa organização, né? Quem podia ficar, né? Bispos, presbíteros, essas coisas assim. que era os nomes da época, né? Mas e até hoje se usa esses termos diáconos, né? Usa muito esses termos hoje nas igrejas a partir dessa organização eclesiástica de Paulo. Mas os termos aqui são utilizados, meus irmãos, pra gente entender o que tá na carta, né? Para nós espíritas, nós temos que abrir mais um pouco o pensamento, né? Essa de Hebreus, ela não sabe quem foi, né? Ela muito provavelmente foi escrita por um discípulo de Paulo, mas transmite a ideia dele, né? Porque tinha muita gente que ficava junto. Então vai falando. Muito bem. Aí nós chegamos no nosso livro aqui para nos situar como é que ele passou a como ele decidiu eh passar a escrever por cartas, né? Na na semana passada a Carlsa deixou um ponto em que ele saía da de Atenas. Ele tinha um sonho em pregar na Grécia, porque ele ele era lá, ele tava lá em
e decidiu eh passar a escrever por cartas, né? Na na semana passada a Carlsa deixou um ponto em que ele saía da de Atenas. Ele tinha um sonho em pregar na Grécia, porque ele ele era lá, ele tava lá em Corinto, mas ele queria ir para Atenas, porque na cabeça dele Atenas era um centro da cultura, as pessoas eram maravilhosas, tinha cultura, tinha conhecimento. E então ele foi para lá, só que ele chegou lá, ele ficou muito decepcionado. Ele só tinha cultura, mas não tinha espaço para entender, né? nos Atos dos Apóstolos fala lá umas frases que falavam dele, que estará querendo dizer esse tagarela. Eh, eh, falou que ele era tagarela e quem fez os atos foram o Lucas, né? Então, essas frases foram ouvidas pelo Paulo, né? Eh, podemos saber qual é a nova doutrina que está expondo, né? Só que ele falava, falava e quando ele entrava na ressurreição dos mortos, aí ninguém queria ouvir ele, né? Então ele ficou muito triste com essa história toda, muito decepcionado, resolveu voltar. Então entramos no livro aqui, ele ele saiu de Atenas abatido. E ele então começou a compreender porque que o mestre Jesus preferia a Galileia com as pessoas humildes, simples de coração, né? Eh, porque porque que Jesus pregava entre aquelas pessoas? E ele próprio foi um exemplo claro disso, porque ele era um homem estudado, fal falante idiomas, né, cheio de cultura, mas rejeitou, rechaçou a mensagem de Jesus, assim como em Atenas ele também foi rechaçado, né? Então ele resolveu voltar, abandonou a Atenas com muita tristeza, porque ele não deixou nenhuma nenhuma pessoa lá para tocar o o a nenhuma sementezinha, né? Ele sempre que saia ele deixava uma sementezinha lá. Então ele foi para Corinto, voltou para Corinto. Corinto é na Grécia também, ele venceu até 60 km. E aí entre as pessoas simples ele ficava feliz, né? E ele passava entre os homens do campo, ia falando e falava da alegria da boa nova, né? E ia ficando alegre de novo coração e esquecendo o fracasso entre lá eh lá em Atenas, né? Ia fundando essas pequenas igrejas
a entre os homens do campo, ia falando e falava da alegria da boa nova, né? E ia ficando alegre de novo coração e esquecendo o fracasso entre lá eh lá em Atenas, né? Ia fundando essas pequenas igrejas domésticas, sempre deixando alguém lá, né? Eh, lá em Corinto, ele começa a enfrentar novamente seus problemas, porque os judeus de Corinto haviam declarado guerra franca aos novos princípios. Só que Paulo ele, ele ficava exultante com isso, porque se as pessoas se os judeus declaravam guerra, é porque eles ficavam incomodados com o trabalho dele, dos demais, não é? e com o sucesso que ele tava obtendo, então eles ele exultava, ele gostava, né, ele e as pessoas se machucavam. Eh, guerra significava confusão, né? E havia muita confusão lá. Aí ele ficava muito alegre, dizia que esses martírios eram favores de Jesus, né? Eh, títulos eternos para a glória de Jesus. Então, ele tava com isso, né? Mas em Corinto vocês lembram que era o lugar que ele eh que ele eh eh da origem de Abigail e de Estevão e do pai da família, né? Então ele ele aproveitava alguns momentos de folga, ia passear lá naquelas regiões, ele procurou saber onde ela nasceu. Ele visitou o o velho sítio lá do pai do Yoskad, né? Que eram os pais do dos dois irmãos. Ele contemplou a visão de a noiva dele. Ele teve assim um um momento de alegria íntima. Ele deixou de ser o Paulo pregador e passou a ser naqueles momentos um Paulo emotivo. É assim, ele relembrou aqueles momentos de alegria que teve com a com a com a noiva dele que ele chama, né? Ele ficou muito alegre e passe um tempo andando, né? E aí em Corinto ele falou pela primeira vez na sinagoga de Corinto e aí logrou muitos êxitos. Eh, judeus e gregos falaram de Jesus com entusiasmo, né? O tecelão foi convidado a continuar pregando. Então, veja que ele, apesar de ter causado muita a o trabalho dele causando muita confusão, mas ele conseguia muito sucesso também, né? Mas acontece que toda vez que ele começava a abordar as relações entre a lei, lei moisa e o evangelho, começava a
a o trabalho dele causando muita confusão, mas ele conseguia muito sucesso também, né? Mas acontece que toda vez que ele começava a abordar as relações entre a lei, lei moisa e o evangelho, começava a confusão, gente. Olha, se vocês verem no YouTube, até hoje tem gente com a mesma confusão. Até hoje tem irmãos judeus. Se vocês procurarem hoje, a mesma coisa. Fica discutindo Moisés e Jesus. Moisés era Deus. Moisés não é Jesus não é Deus. É Deus. Jesus é Messias, Jesus não é Messias. Até hoje tem essa confusão, né? E aí os israelitas, os judeus, eles não acreditavam que Jesus podia ser superior a Moisés, como até hoje não acreditam, como até hoje defende, né? Eh, não era salvador. Olha, até pode ser um profeta, porque muitos judeus acreditam, judeus ortodoxos, né, gente? Porque tem judeus messiânicos que acredita que Jesus é o Messias. Então nós temos que separar isso aí. Os judeus ortodoxos, eles não suportam que Jesus seja salvador. Não acredita. Até hoje eu continuo esperando, né? Eu citei uma um pedacinho da da carta de Gálatas, né? Onde ele defende essas coisas, onde ele manda uma carta para Gálatas, né? Onde ele defende que a lei já foi substituída por Jesus, né? Nós não estamos mais na tutela da lei. O nosso tutor agora é Jesus. né? Então, nós todos somos filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus. Então, veja que ele defende veemência e enfrenta essas esses judeus por conta disso. E aí, como ele gostava de ficar em Corinto, viu, gente? Se vocês repararem, ele ele fica muito dos tempos dele ali andando em Coríntios. Era como se fosse uma base para ele, porque ficava meio caminho de muitas direções. Então ele ficou muito ali. É, em Corinto chegava muita gente perguntando por ele, emissário de outras de outras cidades que ele tinha passado, né? Da Galáxia, da Pis, de Icô, de Listra, Tessalônica, de Filipos, né, de Antioquia. Todo mundo chegava lá perguntando por ele para saber porque ele tinha andado por lá, né? Isso gerava dentro dele uma preocupação muito grande, porque ele
ra, Tessalônica, de Filipos, né, de Antioquia. Todo mundo chegava lá perguntando por ele para saber porque ele tinha andado por lá, né? Isso gerava dentro dele uma preocupação muito grande, porque ele começou a ficar soberbado, né? Ele tinha que estar lá. Como é que ele estava lá? Como é que ele poderia estar lá? Mas Paulo, o senhor tem que voltar, tá acontecendo isso. Então ele ficava com os compromissos em Corinto, com a coleta que ele prometeu para Pedro, que ele ia arrumar um dinheirinho lá para levar para Jerusalém. ele ficava preocupando com essas comunidades que ele tinha fundado e estavam praticamente sem assistência, né? Ele não voltava lá. Então, eh, ele compreendeu que não, olha aí o momento que ele começa a refletir sobre as epístolas, né? Ele compreendeu que não bastava enviar emissários, ele mandava missionar, ele recebia a demanda, mandava: "Zé, vai lá, Pedro, vai, Antônio, vai lá". Só que ele compreendeu que isso não era suficiente porque tinha muito pedido e se incomodava muito ele, né? E aí ele se sentia incapaz. Eu imagino ele com com mago, olho fundo, sem sem energias, com tanta exigência, né? E ele uma vez chorou, ele roubou Jesus chorando, né? e pedindo, como é que resolve isso, senhor, né? Como é que como é que eu resolvo? Não dou conta, eu sou só um, ele dizia, né? Então ele ele roubou e aí ele ficou assim e eh envolvido com a luz, né? E aí não temas, dizia a voz, prossegue ensinando a verdade e não te cases, porque estou contigo. Jesus falando para ele, dizia a voz e ele interpretou como Jesus. Não temas, você tem que continuar pregando. Continua ensinando a verdade. Eu tô com você, né? E recomendo ainda a voz. Poderás resolver o problema escrevendo a todos os irmãos em meu nome, em meu nome, né? Então Jesus orienta, vamos escrever, né? Você escreve meu nome que você resolve o problema, né? Porque o valor da tarefa não está na presença do missionário, ou não está somente na presença, né, mas no conteúdo da carta e também da exemplificação.
screve meu nome que você resolve o problema, né? Porque o valor da tarefa não está na presença do missionário, ou não está somente na presença, né, mas no conteúdo da carta e também da exemplificação. E nós todos estamos aqui hoje discutindo essa epístola. Veja então como foi importante essa essa essa aceitação de Jesus aqui, né? Então é isso aí. Ele ele então depois disso ele ficou muito encorajado, muito encorajado, né? Aí ele, olha isí só, Paulo nunca escrevia só, então ele nunca procurava escrever só. Aí vocês vejam as cartas deuteropaulinas que ele estava, muitas pessoas escreviam por ele, né, no seu estilo, mas no estilo do outro escritor, mas dele, né? Eh, então ele foi escrevendo esses documentos sublimes. O próprio Simão Pedro recebeu essas primeiras cópias em Jerusalém, né? Eh, e ele falava que as cartas eram como se fossem escritas pelo próprio Cristo. Irritados com o êxito de Paulo, os irmãos de Corinto, esses que causavam confusão, onde ele estava, né, começaram a perseguir ele. Por quê? Porque a sinagoga vai esvaziando. A medida que o Paulo falava, falava do evangelho de Jesus, a sinagoga e e o e a compreensão e a compreensão eh do da lei de Moisés ia se perdendo força. E os os judeus, né, ficaram muito chateados com ele. Então, começou uma perseguição muito grande. denunciaram ele, causaram confusão, denunciaram ele para o administrador eh Júnior Gao, que era era o romano que tava lá na Grécia administrando, né? E e aí o Júnior Gao falou assim: "Prende o homem também vocês estão falando sem ouvir, sem ouviram o Paulo, prende o rapaz", né? E aí eles resolveram prender o apóstolo na mesma noite, na véspera da da naquele mesmo momento, né? para escandalizar mais gente, causar mais tumulto diante das assembleias lá do que o Paulo ocorria, né? Isso causou muita confusão onde ele estava, né? E aí o Paulo gritou assim no meio da multidão, gritou assim, levantou a voz, né? É, porque havia uma exaltação diante da prisão dele, né? E aí ele gritou assim: "Irmãos, acaso quereis o Cristo sem
né? E aí o Paulo gritou assim no meio da multidão, gritou assim, levantou a voz, né? É, porque havia uma exaltação diante da prisão dele, né? E aí ele gritou assim: "Irmãos, acaso quereis o Cristo sem testemunho?" Essa frase serve muito para nós hoje, né, gente? Diante de algumas dificuldades que nós temos aí na casa espírita nossa. E a gente às vezes a gente esquece que nós temos que ter um testemunho também. E o nosso testemunho não é de nada. E o testemunho dele aqui é é socos e pancadas, chicoteadas, né? Eh, e para nós, que que é o testemunho, né? E aí ele, um desses que estava lá multidão, foi prender, ele bateu na no rosto do Paulo, bateu com o açoite no rosto dele, né? E aí continuou firme, né? Aí ele foi lá para uma uma enxovia e foi chicoteado muitas vezes. E aí ele ele ele sentiu o seu primeiro grande êxtase. O Paulo comenta, o o Emanu conta que nesse momento quando ele estava recebendo as 39 chibatadas, né, ele já não sentia mais dor, não sentia mais o estalar do chicote nas suas carnes. Ele não lhe doía mais, né? Parece que ele entrava assim num num num isolamento. Ele não sentiu mais o grito, o sarcasmo, não ouviu mais nada. Ele só experimentou as sagradas emoções de indefinível Ventura. Olha que situação. Ele aceitou, aceitava de tal maneira Jesus que ele não sentiu mais, né? Nós aqui muitas vezes somos temimosos que a gente não aceita nem a opinião contrária muitas vezes, né, de alguns irmãos nossos que têm posições diferentes para nós. Mas o administrador lá decidiu que não tinha nada, né? Não teve nada. Era confusão do israelita mesmo. Não houve desagrado nenhum, que ele tava falando sério que era só acusações frívolas, né? em que Paulo podia ficar em liberdade. Mas aí o Paulo, diante daquela da situação que estava acontecendo eh em Corinto, ele resolveu mudar de Áries. às vezes eles ele saía dos locais de antes da confusão que ele tava enfrentando, não por ele, claro, mas que para houvesse um alívio nas perseguições que as comunidades sofriam, né, que
udar de Áries. às vezes eles ele saía dos locais de antes da confusão que ele tava enfrentando, não por ele, claro, mas que para houvesse um alívio nas perseguições que as comunidades sofriam, né, que através dele os outros companheiros também poderiam sofrer, né? Então ele foi para Éfeso, porque o Éfeso, lembra que Éfeso era o local onde estava o João Evangelista. Quando Jesus foi crucificado, eh, passou-se um tempo, João foi pregar em Éfeso, né? E ele estava lá. Então, a pedido de João, o Paulo foi dar em Éfeso, né? Dar, foi dar sua presença lá, né? Por quê? E também a mesma coisa que ele enfrentava lá, ó. problemas torturantes. João lutava seriamente para que o esforço evangélico não degenerasse. As mesmas polêmicas, gente, as mesmas polêmicas. Mesma coisa que ele tava enfrentando em Corinto. Ele foi lá em Éfeso. Mesma situação. Veja que nós somos teimosos desde muito tempo, né? Ele estava lá enquanto ele fazia o trabalho dele em Éfeso, tentando acalmar, esclarecer, né? dirimir algumas dúvidas. Ele aproveitou para visitar a mãe de Jesus. Vocês lembram que nesse livro aqui, ó, não sei se estão me vendo aí, né, gente? Aqui tem a história de João e e Maria, que foi morar com João lá em Éfeso, né? Então ele encontrou Maria lá e conversou com a mãe de Jesus, impressionou-se com ela, com a humildade dela. E aí ele se interessou muito pelo pela história que Maria contava a respeito da do nascimento de Jesus, os primeiros a primeira infância, né? Aquelas histórias que Paulo não conhecia e não estava no evangelho de Levi, né? E ele prometeu que voltaria depois para fazer uma uma um evangelho ou fazer uma carta ou fazer um estudo a respeito dessa de que ele ele queria escrever mais aprofundadamente a história da infância de Jesus, né? E com a biografia, mas ele trabalhava tanto e não conseguiu não. Ele ficou um tempo lá em Éfeso fazendo o trabalho, mas novamente resolve partir, né? Ele precisava ir em Jerusalém, né? Porque ele precisava entregar o dinheiro e ele tinha saído coletando. Aí vocês viram no
ou um tempo lá em Éfeso fazendo o trabalho, mas novamente resolve partir, né? Ele precisava ir em Jerusalém, né? Porque ele precisava entregar o dinheiro e ele tinha saído coletando. Aí vocês viram no livro do Paulo Estevon que ele coletava dinheiro para ajudar os irmãos nossos lá em Jerusalém, na casa do caminho. Tinha muita gente lá precisando de ajuda, né? Ele falou para João, João, eu vou lá para Jerusalém agora. E foi, eh, é uma das primeiras visitas dele em Jerusalém, né? Porque ele tinha ido outra vez. Aí quando ele chega, Simão Pedro, né, o Paulo tem a impressão de Simão Pedro. Olha, o Paulo olha para Simão e fala assim: "O Simão apresentava grande abatimento físico em virtude das lutas terríveis. Seus olhos, porém, guardavam a mesma serenidade característica dos discípulos. Veja, o trabalhador de Jesus não tem eh sossego físico, né? é um desgaste muito forte. Então, o Pedro também enfrentava suas batalhas lá em Jerusalém, especialmente batalhas eh de compreensão com Tiago, né? Vamos ler um pouquinho. E aí o o Pedro faz uma observação sobre o Paulo. E o ex-rabino também estava quebrado de corpo. Muito magro, muito pálido, cabelos já grisalhos. Tudo nele denunciava a intensidade das lutas empenhadas. As mãos e o rosto estavam cheios de cicatrizes. Por isso que na na semana passada eu fiz até um comentário com a com a Carl. Carl usou umas imagens, mostrava o Paulo bonitão, né? Com a roupa limpinha, né? Mas o o nosso irmão Emanuel conta como é que estava de fato a aparência do do irmão Paulo, né? Muito machucado. Isso é o que ele via, né? E as costas como deveria estar? E as pernas, né? deveriam estar só a cicatriz das muitas chicotadas que ele levou. Então, os dois se observam e veiam assim a à luta de ambos, né? E compreendem que os dois estão efetivamente em trabalho de Cristo. Aí o Pedro fala com entusiasmo das cartas que ele recebia, conta para o Paulo, Paulo, suas cartas são maravilhosas, né? Estão aí por todas as igrejas, né? falou Paulo, suas cartas elas vêm de
Cristo. Aí o Pedro fala com entusiasmo das cartas que ele recebia, conta para o Paulo, Paulo, suas cartas são maravilhosas, né? Estão aí por todas as igrejas, né? falou Paulo, suas cartas elas vêm de Jesus, né? Vem da inspiração de Jesus, né? E o Paulo recebeu assim aquela informação com com muito comovido, porque ele escrevia de próprio punho, mas Pedro acreditava que havia a intuição do próprio Jesus, né? E ele falou: "Continue firme". eh eh exortou para que Paulo continuasse o seu trabalho e se pudesse escrever mais, que as cartas tinham um trabalho, um valor maravilhoso para paraa sustentação das igrejas que estavam ainda em sipientes, né? Depois de Jerusalém, ele vai paraa Antioquia, né? Se vocês lembram do map do mapa ali, Antioquia fica mais próximo de Jerusalém, né? E depois ele continua andando, vai para Tauro, vai para Frija, Galáia e volta para Éfeso. Éfeso onde estava João, onde estava o João lá novamente e a mãe santíssima, né? Então ele saiu de Éfeso, Jerusalém andou todo esse pedaço aí, anos andando, né, gente? E então hoje imagina a urgência das coisas, 2 anos ele andando. Hoje nós não temos paciência para dois dias, né? Então, nesses nessas andanças, nesses caminhares dele aí por essas regiões todas, ele ia curando o que ele já tinha. Ele pela fé e pela fortaleza, ele tinha o dom da cura. Ia curando também, fazendo aí a princípio seus milagres, entre aspas, né? Eh, aí uma certa vez ele estava em praça pública nesse nesse trabalho de cura. E aí as vozes santificadas que ele tinha escutado em Jerusalém e Antioquia falaram novamente e toda a multidão escutava aquela voz, aquela, aquela exortação de comportamento. vozes falaram, né, novamente para a multidão e as pessoas que estavam aqui, ele ficavam eh eh maravilhadas com o nosso apóstolo, né, e confirmava o evangelho. Então, eu peguei lá no livro do livro dos médiuns sobre essas vozes, né, que a gente fala assim, que vozes são essas? E ele escutou uma voz, né? E o Kardec fala lá no livro dos médiuns que tem 150 e
. Então, eu peguei lá no livro do livro dos médiuns sobre essas vozes, né, que a gente fala assim, que vozes são essas? E ele escutou uma voz, né? E o Kardec fala lá no livro dos médiuns que tem 150 e 151. É um fenômeno ou o fenômeno não é o é a é o trabalho de pneumatofonia. Pneumatofonia, né? E a explicação dessas vozes, ó. Os espíritos podem fazer que ouçam a sua voz, né? Podem fazer sim, né? Eh, pode fazer na num ambiente que nós estamos os espíritos, nós poderemos ouvir essa voz, né? Às vezes é uma voz interior, né? Outras vezes são exteriores e e nitidamente articuladas. De um modo ou de outro, o fenômeno é quase sempre espontâneo e só muito raramente pode ser provocado. Então é possível acontecer, é preciso ter um médium, né, para que haja a manipulação dos fluidos e haja a vocalização. Então é possível que haja a pneumatofonia, como Paulo e a multidão ouviu aqui, né? Então, naquele momento, havia alguns médiuns lá, os espíritos fizeram a manipulação e e as vozes se fizeram ouvir, né? Mas o Paulo fez uma queixa assim, né, assim, algum momento íntimo lá com o João, Paulo faz assim uma uma tava um pouco cansado, ele falou assim: "Olha, estamos em lutas incessantes na Ásia há mais de 20 anos, né? E ele fala que pelo bem que desejamos, fazem todo, fazem-nos todo o mal que pode. E qu ele deseja o bem, recebe chicotada, né? Aí o João fala para ele assim: "Olha, Paulo, você é feliz, né? Se o Cristo partiu sangrando em feridas tão dolorosas, não temos o direito de acompanhá-lo sem cicatrizes. Para nós também é uma exortação muito importante, né, meus irmãos? Se Cristo teve na cruz com feridas e nós que feridas temos de certa forma para mostrar a Jesus, né? Ou quando a gente retornar à papa espiritual, não temos nenhuma ferida, né, meus irmãos? Aliás, nós temos pseudoferidas que a gente mesmo faz com os nossos ressentimentos. O Paulo nessa nessa nessa conversa com o João, ele fala assim: "Tenho a esperança de pregar o evangelho do reino em Roma e na Espanha. Viu lá que eu coloquei para vocês que
m os nossos ressentimentos. O Paulo nessa nessa nessa conversa com o João, ele fala assim: "Tenho a esperança de pregar o evangelho do reino em Roma e na Espanha. Viu lá que eu coloquei para vocês que ele foram porque ele deveria ter ido paraa Espanha aqueles 1000 km, né? Aí esse estudioso aqui fala que esse a viagem para Roma não é confirmada, né? Há uma intenção, há essa intenção dele, tá em Romanos 15. E no e aqui no nosso livro Paulo Estevan também comenta que ele quer ir para Roma, mas eh não é confirmada, gente, talvez não tenha ido, né? Não sei. É algo assim ainda a Mas Roma ele foi, né? E aí ele volta para Corinto. Ele sai de Éfeso, volta para Corinto, né? onde você vê que Corinto para ele é uma base, porque tem as emoções, tem a tem o fortalecimento lá da do Estevão e da Abgail, tem toda aquela história emocional para ele é muito bom ficar lá. Então ele ele volta novamente para Corinto e ratifica suas epístolas, escreve novamente, né? E aí ele ele levanta o ânimo, levanta o ânimo, ele fica mais forte. Ele tava meio fraquinho nessa viagem aí de 2 anos, tava meio fraquinho, né? E ali ele dá uma levantada, fica mais forte, né? E aí ele fala assim: "Vou para Roma, vou falar lá na capital dos romanos", né? E ele pensa isso e faz uma carta aos romanos, né? Precedendo a viagem dele, né? Gasto alguns dias escrevendo essa carta para os romanos, porque lá em Roma também tinha cristãos, tinha igrejas nascentes, né? Ele manda para lá essas cartas, né? Essa carta, essa epístola e depois ele vai para Roma. Mas ele foi para Roma sim, mas ele tava querendo ir para Roma, já tava preparando a carta. Falou: "Daqui de aqui de Corinto agora eu vou para Roma". Eh, porque Corinto estava na Grécia, na metade do caminho para paraa Itália. Hoje Itália é Roma, né? E aí chega um mensageiro falando: "Olha, eh, Paulo, você tem que voltar para Jerusalém". Mas ele pensa, mas eu acabei de sair de lá, tem dois anos que eu tava lá, né? E era voltar, de certa maneira, voltar lá para o início, né? E aí um peregrino de
lo, você tem que voltar para Jerusalém". Mas ele pensa, mas eu acabei de sair de lá, tem dois anos que eu tava lá, né? E era voltar, de certa maneira, voltar lá para o início, né? E aí um peregrino de Jerusalém chega e procura por ele, trazendo a mensagem de Thaiago. O Thago aqui, meus amigos, é o Thiago Menor, viu? filho de Alfeu, que há dois Tiagos no apóstolo de Jesus. E aqui nesse livro aqui, Boa Nova, também fala aqui no capítulo 4, a família Zebedeu. Zebedeu, Zebedeu era João e Tiago, que eram os filhos de Zebedeu. E o Thiago, filho de Zebedeu, é o Thiago maior. No caso aqui é o Thiago Menor, que é filho de Alf, tá? só para separar. Então, ele é tido por o Thago justo. O Tiago falava assim para ele nessa carta: eh olha, nós precisamos de você aqui, Paulo. Os rabinos estão torturando os cristãos, né? Novas perseguições aqui no Sinedre, né? O seu trabalho aí, o que você tá fazendo, né? Está causando eh problemas aqui para para Jerusalém, né? Simão Pedro está banido da cidade. Havia uma perseguição muito grande lá, né? E os os rabinos queriam se entender com o Paulo, iria fazer uma conferência entre rabinhos e Paulo, né, para cessar aí as tréguas, as as contendas, conseguiram uma trégua, né? Eh, então você veja, o trabalho de Paulo estava sendo muito com muito sucesso, os judeus lá de Israel estavam muito chateados com o resultado, né, que as sinagogas estavam ficando vazias, né? Eh, então o Tiago nessa, nesse peregrino, ele pede que fosse Jerusalém, hein? afrontasse a eh as perseguições, né, dos rabinos, né, para esclarecer os doutores do tempo. Vem aqui, Paulo, vem clarear a cabeça desse povo aqui, porque só você consegue, porque você, como foi doutor do tempo, também tem condição de esclarecer melhor, né? Então Tiago pede socorro, pede socorro para Paulo. E no livro aqui Paulo Estevão, o Paulo faz a seguinte reflexão. Com que direito o Thago faz esse pedido para mim, né? Com que direito? Thago sempre se colocar em posição antagônica. Lembra? E a Maria Hermínia falou na
aulo Estevão, o Paulo faz a seguinte reflexão. Com que direito o Thago faz esse pedido para mim, né? Com que direito? Thago sempre se colocar em posição antagônica. Lembra? E a Maria Hermínia falou na semana retrasada que o o Tiago ele era ele ele ele ficou assim. Nós vamos ler aqui o Paulo Estevo até no livro fala na página 175 o comportamento do Thago e a observação do próprio Paulo quando esteve lá em Jerusalém da outra vez, né? O Paulo dizia assim que o Tiago parecia torturado pela influência judaisante, dava as impressões de reingresso nos regulamentos farisaicos. suas preleções fugiam a um padrão de liberdade de amor em Jesus Cristo. E continua que talvez e Tiago, né, filho de Alfeu, não se dignou nem a dirigir uma palavra para o Paulo, arvorado em rígido, cumpridor da lei de Moisés dentro da igreja do caminho. Então, Paulo relembrou esse pensamento e o Thago, ele ele ele parecia que tava voltando a ser judeu, né? Lembra que a Maria Emí falou que Tiago, Pedro e Paulo e outros demais companheiros lutaram muito para que os gentios fossem ficassem livre da circuncisão que o Tiago queria que fossem todos circuncidados com a lei de Moisés para os gentios, né? Então veja que Paulo fez essa reflexão. Com que direito isso, né? pode não pedir isso para mim não. Então, eh tem uma análise de alguns irmãos, né, que fala assim que Thago, uma das grandes contendas de Thago para nós hoje, né, que se analisa muito entre Tiago e Paulo, né, porque o o Paulo defendia muito a justificação pela fé. Somos salvos pela fé. Na nas muitas epístolas dele, ele defendeu esse conceito. Somos salvos pela fé. E o Tiago, como dirigia a igreja do caminho, falava assim: "Não, somos salvos. A fé sem obras é morta". Eu vejo que até para nós espíritas a gente tem que ter um cuidado sobre isso, né? Que nós espíritas trabalhamos muito as obras da caridade, né? Mas o Paulo fala muito em fé e muitos irmãos evangélicos se apoiam nessa convicção de Paulo que basta fé para ser salvo. A obra não é tanto, né?
s espíritas trabalhamos muito as obras da caridade, né? Mas o Paulo fala muito em fé e muitos irmãos evangélicos se apoiam nessa convicção de Paulo que basta fé para ser salvo. A obra não é tanto, né? Então o Thago, ele é um um cristianismo muito prático, muito concreto, tem que trabalhar, tem que ajudar, tem que fazer, né? Né? Por isso que ele dizia assim que a fé sem obras está morta. O Paulo, o trabalho dele foi diferente. Ele trabalhava falando, semeando a fé, semeando a crença em Jesus. Ele não criou assim, não ficou dia a dia cuidando de leproso, de de adoentado. O Tiago ficou, o Paulo não ficou. Então, ambos trabalharam em duas frentes de do cristianismo, né? E o Tiago ficou nas obras e o Paulo ficou na na no fortalecimento da fé, né? Então ele falava assim que eh que as pessoas tinham que ter fé para ser salvo o Paulo, né? Muito bem. E esse é um dos grandes eh hoje para nós é parece que é antagônico esse conhecimento, né? Mas ambos estão falando a mesma coisa, gente. Ambos falam a mesma coisa. É que os dois trabalharam em frente diferentes, né? Paulo falava da causa, da origem. né, do termo salvar ou salvação no sentido eh evangélico, né, gente? Eh, é só um texto que a gente não pode mudar, mas salvação é ficar livre dos pecados, né? Para nós não é a salvação no sentido, é um texto evangélico que a gente pega aqui. Então, Paulo falava dessa causa da origem, né? E Tiago falava da consequência da salvação, né? Então, você tendo fé, a consequência da sua fé é você trabalhar na obra do bem, né? E Paulo falava da origem e Paulo falava da do uso dessa fé, né? E ambas são fundamentais, né? Para quando se trata desse tema de ficar bem, né? A fé é a raiz e as obras são o fruto, né? A fé produz o fruto e as obras, né? vem da raiz, né? A fé é a causa e as obras o resultado. Tá vendo, gente? Não tem diferença nisso, mas, né, são interpretações e a gente como cristão, a gente tem que tentar esclarecer, né? E aí Paulo vai novamente paraas pro seu refúgio do pensar, né?
ado. Tá vendo, gente? Não tem diferença nisso, mas, né, são interpretações e a gente como cristão, a gente tem que tentar esclarecer, né? E aí Paulo vai novamente paraas pro seu refúgio do pensar, né? Consulta o evangelho assim aleatoriamente com os escritos de Levi e tá lá. A primeira coisa que ele fala, concilia-te depressa com o teu adversário. Aí ele fala que não era justo ele ficar alimentando essas querelas, eh, e ficar azedo com com o Thiago, né? Porque não era Thiago, era a igreja. Ele falou: "Não era o Thiago interessado na sua presença, era necessidade da igreja, né?" né? E ele fez a reflexão consigo mesmo, porque ele devia as pessoas de Jerusalém e pelo próprio comportamento dele, né? Porque ele matou muita gente lá, vocês lembram, né? Então ele falou assim: "Eu devo algo para esse pessoal de Jerusalém, eu tenho que restituir que seja pela minha presença, pela minha palavra", né? Eh, então ele achou, essa é uma boa ocasião para ir para para ir para Jerusalém. E aí ele vai para Jerusalém, parte de Corinto, onde ele tava, né? Chama Lucas e Silas, né? E aí ele já começa a ter uma percepção que seriam as últimas assim, ele não vai conseguir mais fazer, né? Ele já tá velhinho, tá cansado, ele já começa a passar assim nas no caminho para Jerusalém. Ele não foi pro mar, foi pro pro caminho, né? Ele foi pregando o evangelho novamente, fortalecendo, revisitando as pessoas, né? e aquelas paisagens todas já ia se despedindo, né? Eh, e ele vai falando com todo mundo, ele entende que as lá em Jerusalém as coisas estão feias, né? E ele fala: "Paulo, para que que o senhor vai lá? Podemos ficar aqui, né?" E as medidas que ele ia falando, as as regiões falavam: "Fica aqui, né?" Ele diz assim: "Os seguidores do Cristo devem estar prontos para mim estou disposto ao testemunho, né? Qual o testemunho? Porque ele tava imaginando a gente ia até morrer lá, né? Né? Porque as coisas não tavam, tava muito difícil em Jerusalém. E ele fala: "Olha, o o seguidor do Cristo tem que tá
o, né? Qual o testemunho? Porque ele tava imaginando a gente ia até morrer lá, né? Né? Porque as coisas não tavam, tava muito difícil em Jerusalém. E ele fala: "Olha, o o seguidor do Cristo tem que tá pronto para tudo, né?" Então ele vai para, ele chega nas portas de Jerusalém, a cidade dos rabinhos. E aquilo para ele é uma emoção. Ele vê aquelas construções, tem as lembranças todas, né? ele já entra envelhecido e ao quebrado. Eh, e aí ele lembra as vcidades, o que ele passou, passa o filme na cabeça dele, né? E ele faz a prece, eleva o pensamento e pede a Jesus, né, que lhe dê força, que o inspire para cumprir o seu sagrado ministério. E ele entra em Jerusalém e o Emvaldo vai contar para nós na próxima semana, né? Eu finalizo aqui a minha a minha falação agradecendo a vocês que que me ouviram aqui junto. >> Então, a palavra é sua. Então eu convido a todos a fechar os nossos olhos no intuito de diminuirmos os estímulos visuais e voltar neste momento para a nossa intimidade com o amado Mestre Jesus. E primeiramente, Senhor, nós queremos agradecer a oportunidade do estudo, agradecer por este grupo que tanto incentiva uns aos outros para o estudo, para o aprendizado com carinho e muita amorosidade. Queremos agradecer também pelo dom de nossas vidas, pela nossa vontade, o nosso desejo de estarmos reencontrando e estudando. Queremos agradecer pelas nossas famílias, pela oportunidade de reencontrarmos também nossos entes queridos para o nosso aprimoramento no nosso dia a dia. aprimoramento espiritual por meio de nossas relações. E quero pedir, amado mestre, por todos os nossos irmãos que não puderam estar aqui hoje e que onde eles estiverem, eles possam receber as nossas melhores vibrações de amor, de compreensão, de luz. Pedimos ainda que nos dê uma noite tranquila, que ao adormecermos o nosso corpo possa ter o repouso necessário para refazimento de suas energias e que o nosso espírito possa reunir novamente mente com grupos de estudo, de aprendizado para o nosso aprimoramento.
rmos o nosso corpo possa ter o repouso necessário para refazimento de suas energias e que o nosso espírito possa reunir novamente mente com grupos de estudo, de aprendizado para o nosso aprimoramento. Pedimos ainda que nos dê uma semana de compreensão, de paz, de trabalho cada dia, sempre voltando para o nosso aprimoramento espiritual. E assim nós encerramos o estudo de hoje, agradecendo e pedindo a Deus que esteja sempre conosco, nos intuindo e nos orientando para sermos pessoas melhores hoje e sempre. Que assim seja.
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