Paulo e Estevão 2a parte Capítulo 6 27102025
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A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GA. >> Então, mais uma vez, boa noite a todos. Vou fazer uma leitura do livro Palavras de Vida Eterna, uma mensagem de Emanuel. O título da mensagem é Diante da providência. É a mensagem número 132 que diz o seguinte: "Procura apresentar-te a Deus aprovado como obreiro que não tem de que se envergonhar." Paulo, segunda epístola a Timóteo, capítulo 2, versículo 15. digna de registro a observação do apóstolo Paulo a Timóteo sobre a melhor maneira de mostrar-se a Deus. Contrariamente à inquietação de muitos religiosos do mundo que aspiram ao supremo destaque espiritual, o amigo da gentilidade, cuja fé amadurecera em ásperos testemunhos de sofrimento, não recomenda ao discípulo qualquer aquisição de atributos especiais. Não lhe pede entretecer laureas de herói para a cabeça e nem lhe aconselha demandar o excesso encontro alardeando certidões de santidade. Não articula regras, a fim de que se sobrepõe à presença dos outros e nem lhe traça penitências ou rituais tendentes a bajolar a paternidade divina. Roga-lhe simplesmente viver de tal modo que possa comparecer diante de Deus na posição do trabalhador de reta consciência, honrado nas obrigações bem cumpridas. Se queres, por tua vez atingir a esfera superior para compartilhar as alegrias dos que se identificaram com o infinito amor, não te percas em fantasiosa expectativa de imunidade perante a lei. Atende cada dia aos deveres que a vida te prescreveu, leal ao serviço e à paciência, e estejamos convencidos de que a mais alta forma de apresentar-nos à providência será sempre a do obreiro honesto, aprovado na tarefa de que foi incumbido e que nada tenha de que se envergonhar. Então, vamos elevar a Deus os nossos pensamentos. Vamos agradecer pela oportunidade de estarmos aqui reunidos juntos sobre o amparo e a proteção da espiritualidade
ue nada tenha de que se envergonhar. Então, vamos elevar a Deus os nossos pensamentos. Vamos agradecer pela oportunidade de estarmos aqui reunidos juntos sobre o amparo e a proteção da espiritualidade amiga, que nos inspira, que nos traz os elementos necessários à nossa ao nosso aprendizado, a nossa colocação diante da vida, ao nosso entendimento mais amplo do que seja. a nossa presença na Terra exatamente nesse momento, o que ela significa para nós, o que significam as tarefas que assumimos, as situações que nos são dadas a viver e a importância de desenvolvermos o nosso discernimento e a nossa fé para seguirmos juntos, para seguirmos na nossa trajetória de espírito. que desejam crescer, evoluir, aprender, modificar e renovar, sobre o amparo, sobre a proteção e a inspiração da espiritualidade amiga, que com certeza estará junto à nossa irmã Carlência nesta noite. E também sob a vossa permissão e proteção, Senhor, nós iniciamos o encontro desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. É o capítulo seis da segunda parte, né, Carl? >> Isso. >> E aqui já vamos lá pro segundo slide, capítulo 6 da segunda parte intitulado Peregrinações e sacrifícios. Então, querida, a palavra é sua. >> Obrigada, Cintia. Olá, gente. Boa noite a todos. Essa é a imagem clássica, né, que a gente sempre lembra do nosso querido Paulo de Tasso, eh, o judeu para quem Jesus se apresentou, né? A gente lembra que nessa nesse momento ele tava em perseguição, né? ele estava atrás de Ananias, eh, que segundo ele teria, eh, desencaminhado a sua noiva. Então, ele teria sido responsável, de certa forma, pela sua infelicidade. Então, ele vai atrás de Ananias e no caminho ele já tava pronto para se encontrar com o nosso amado mestre Jesus. Então, acontece esse encontro, né? E a partir daí toda uma transformação, né, que a gente já acompanhou durante os capítulos passados. E eu gostaria só de remorar eh quem era Paulo de Tarso, né? Então, quando como todos nós sabemos, ele era um jovem judeu, né, de mais ou menos uns
a gente já acompanhou durante os capítulos passados. E eu gostaria só de remorar eh quem era Paulo de Tarso, né? Então, quando como todos nós sabemos, ele era um jovem judeu, né, de mais ou menos uns 30 anos. E eu vou fazer a descrição aqui que Emanuel faz dele na sua juventude, né, antes dele começar o apostolado. Emanuel nos diz assim: "O jovem Saulo apresentava toda a vivacidade de um homem solteiro bordejando os seus 30 anos. Na fisionomia cheia de virilidade e mascula, os traços israelitas fixavam-se particularmente nos olhos profundos e percantes, próprios dos temperamentos apaixonados e indomáveis, ricos de agudez e resolução, trajando a túnica do patriciato. falava de preferência o grego, a que se afeiçoara na cidade natal, ao convívio de mestres bem amados, trabalhados pelas escolas de Atenas e Alexandria. Então a gente vê aqui, né, que ele teve excelentes mestres, né, que ele teve conhecimento da filosofia dos gregos, né, porque os seus mestres, né, com quem ele teve estudando durante a sua juventude, traziam também esse conhecimento, essa filosofia. Eh, e a seguir eu vou trazer, porque eu considero muito interessante, um curto diálogo que ele tem com amigo Sadoc. Eu não sei se vocês se lembram, mas ele tinha um amigo querido que era Sadoc e eles estavam ansiosos, né, pelo reencontro um com o outro e se encontram. Então, e como chega Paulo? Paulo chega numa carruagem romana e falando em grego, né? O que surpreende um pouco Sadoque, né? Aí Sadoque o questiona, ele fala: "Mas como estáis modificado um carro a Romana, a conversação em grego?" E Saulo, porém, não deixou nem ele terminar. E fale no coração a lei, sempre desejoso de submeter Roma e Atenas aos nossos princípios. Então, olha só que interessante esse desejo dele, essa vivacidade, né? Ele tinha bons propósitos, né? Olha só. E nada modesto, submeter Roma e Atenas aos nossos princípios. E arremata, é preciso não esquecer que Roma é poderosa e que Atenas é sábia, tornando-se indispensável acordar a eterna hegemonia
Olha só. E nada modesto, submeter Roma e Atenas aos nossos princípios. E arremata, é preciso não esquecer que Roma é poderosa e que Atenas é sábia, tornando-se indispensável acordar a eterna hegemonia de Jerusalém como o tabernáculo do Deus único. Precisamos, pois, dobrar os joelhos de gregos e romanos. ante a lei de Moisés. Então, esse era o Saulo e esse era o objetivo dele, né? Nada mais, nada menos que submeter, né, Atenas, né, e Roma aos costumes judeus, né, a sua lei. Então, vamos iniciar. O próximo slide nos mostra eh as viagens, né, as peregrinações, né, em preto tem riscadinho, né, o a primeira viagem e agora em vermelho é a segunda viagem que ele está fazendo. E a gente está agora é indo pra ele tá em companhia de Silas, né, que era um jovem, né, que se entendia muito bem com Paulo, né, aqui ele fala que ele era um jovem dócil, né, e que tinha os mesmos propósitos e que compreendia a missão, né, e que Paulo tava muito satisfeito com a colaboração dele, né, que os dois eh tavam no trajeto né, um caminho extremamente difícil, né, intransitável praticamente, mas que eles estavam alegres, porque eles eh tinham um objetivo bem interessante, né? Então, apesar de toda a dificuldade, como diz aqui, né, que os caminhos eram impérvios. O que que significa isso? Intransitáveis. Então, olha só. E mesmo assim eles estavam bem animados, um na companhia do outro. em companhia de Silas, que se harmonizara com as suas aspirações de trabalho, o ex-Rabino preferiu, partiu de Antioquia, só então ele tava indo de Antioquia para Tasso, internando-se pelas montanhas e atingindo sua cidade natal depois de enormes dificuldades. brevio, o companheiro indicado por Simão Pedro, que é Silas, né, habituava-se com o seu método de trabalho. Silas era um temperamento pacífico que se enriquecia de notáveis qualidades espirituais pelo seu devotamento integral ao divino mestre. Paulo, por sua vez, estava plenamente satisfeito com a sua colaboração, palmilhando longos e impérvidos caminhos,
cia de notáveis qualidades espirituais pelo seu devotamento integral ao divino mestre. Paulo, por sua vez, estava plenamente satisfeito com a sua colaboração, palmilhando longos e impérvidos caminhos, alimentavam-se parcamente, quase só de frutas eventualmente encontradas. Então, vejamos aqui, gente, a dificuldade tanto de transitar, né, pelos caminhos, como ele fala aqui, intransitáveis, caminhos intransitáveis e pela falta de alimento. A gente sabe o quanto é difícil a gente carregar provisões, né? eh alimentos, é água, essas coisas, é pesada e pelos caminhos difíceis, então aqui mostra que eles, para não tá transportando, né, tudo isso, talvez eles até conseguissem, né, mas seria de maior dificuldade. Então eles se alimentavam apenas de frutas eventualmente encontradas. Antes de atingir Tarso, pregaram a boa nova no curso mesmo da viagem. Soldados romanos. Olha só quem estava disposto a ouvir a mensagem deles. Soldados romanos, escravos misérimos, caravaneiros humildes, receberam de seus lábios as confortadoras notícias de Jesus. E não poucos escreveram à pressa, uma que outra, das anotações de Levi, preferindo as que mais se ajustavam ao seu caso particular. Por esse processo, o Evangelho difundia-se cada vez mais, enchendo de esperança os corações. Então, olha só quem a quem ele ia encontrando pelo caminho. Ele não perdia oportunidade e já ia pregando, falando do evangelho de Jesus, né? E as pessoas que percebiam alguma coisa de interessante que lhes tocava particularmente já faziam as anotações, né? Isso era muito interessante porque já ia difundindo o evangelho. Imagina isso passado de mão em mão, né? Então é maravilhoso ver isso na cidade do seu berço, que é Tarso, né? nosso famoso Paulo de Tarso. Mas senhor das convicções próprias, o tecelão que se consagrara a Jesus espalhou a manche mancheia os júbilos do evangelho da redenção. Muitos admiraram o conterrâneo cada vez mais singularmente transformado. Outros prosseguiram na tarefa ingrata e irônica, ingrata da ironia e do lamentável
ancheia os júbilos do evangelho da redenção. Muitos admiraram o conterrâneo cada vez mais singularmente transformado. Outros prosseguiram na tarefa ingrata e irônica, ingrata da ironia e do lamentável esquecimento de si mesma. Paulo, no entanto, sentia-se forte na fé como nunca. defrontou a velha casa em que nascera, revio sítio Ameno, onde brincaram os primeiros tempos da infância, contemplou o campo de esportes onde guiara sua big romana, mas esumou as recordações sem lhe sofrer a influência depressiva, porque tudo entregava ao Cristo como patrimônio em cuja posse poderia entrar mais tarde, quando houvesse cumprido o seu divino mandato. Então ele de volta ao lar, né, visitando tudo com aquelas recordações saudosas, né, ele percebe tudo que ele tinha perdido, que ele não tinha mais. A gente sabe, né, da desarmonia com o pai. O pai não soube compreendê-lo, né? Ele, a gente não ouve falar na mãe de Saulo. Eu não sei se o que aconteceu com ela, não me recordo, mas é fato que fala no pai e na irmã da Lila, né? Então ele sente muita saudade, mas olha só que interessante aqui, ele entrega tudo ao Cristo, né, como patrimônio em cuja posse poderia entrar mais tarde. Então ele já tinha toda essa compreensão da vida futura, né, da ressurreição. Ele sabia que em algum momento esse reencontro seria possível. Então ele não se deixava abater tanto, né, pela saudade, pelo sofrimento dessas desavenças familiares e dele não ter mais o contato tão querido dos familiares. seguindo as viagens, noites ao relento, sacrifícios numerosos, ameaças de malfeitores, perigos sem conta foram enfrentados pelos missionários, que todas as noites entregavam ao divino mestre os resultados da recolta, e pela manhã rogavam a sua misericórdia não lhes faltasse com a oportunidade do trabalho, por mais dura que se fosse a tarefa. diária. >> Então, olha aqui que interessante para nós, para o nosso dia a dia, né? Eles enfrentavam o tempo todo essas dificuldades imensas, né? Eles entregavam o seu dia a Deus, né? Rogando
a tarefa. diária. >> Então, olha aqui que interessante para nós, para o nosso dia a dia, né? Eles enfrentavam o tempo todo essas dificuldades imensas, né? Eles entregavam o seu dia a Deus, né? Rogando a oportunidade de trabalho, né? A gente sabe que eles chegavam de cidade em cidade e procuravam trabalho. Por mais difícil e penoso que fosse, eles não escolhiam. Então, eles trabalhavam para se manter. A gente sabe disso, né? e sempre em oração, né, pedindo orientação e certamente eram guiados sempre e Deus não deixava faltar o essencial, né? O evangelho continuava a estender o seu raio de ação em todos os setores. O jovem filho de Eunice, pelo que lhe informava, souber enriquecer de maneira prodigiosa os conhecimentos adquiridos, disseminava curas e consolações. Seu nome era abençoado de todos, cheio de júbilo, após o término término de suas tarefas diárias. naquela cidade pequenina, o ex-rebino demandou listra com ansiedade carinhosa. Então, de quem que se fala aqui? Do jovem Timóteo. A gente sabe que Paulo de Tácio tinha um enorme carinho pelo Timóteo. Eh, ele considerava seu filho espiritual. Eh, Timóteo era neto e filho de Lid Eunice, né? Eu acredito que seriam duas viúvas que moravam sozinhas, longe da família, né? E Timóteo era um jovem que ao se encontrar com Paulo, né, os dois se afeiçoaram um ao outro e foi montada, né, uma igreja, né, onde ele passou a dirigir, mesmo jovem, né, aproximadamente com a idade de 13 anos, mais ou menos, é o que eu tive eh pesquisando sobre. Então, desde cedo ele pegou essa responsabilidade de cuidar dessa igreja nascente, né? E isso deixava Paulo muito contente, né? O moço cristão, Timóteo, né? conseguira a renovação de muita gente, dos judeus mais influentes na administração pública, destacando destacados entre os que promoveram assim os que promoveram a lapidação do apóstolo, né? Então na outra viagem, né? dois dos que promoveram a lapidação de Paulo. A gente sabe que ele foi apedrejado. Agora o Timóteo, né, tinha conquistado eles, eh,
e promoveram a lapidação do apóstolo, né? Então na outra viagem, né? dois dos que promoveram a lapidação de Paulo. A gente sabe que ele foi apedrejado. Agora o Timóteo, né, tinha conquistado eles, eh, e eles agora faziam parte, né, dos fiéis seguidores da doutrina do Cristo. Então, olha só que maravilhoso feito de Timóteo. Esse jovem maravilhoso cuidava-se da construção de uma igreja onde os doentes fossem amparados e as crianças abandonadas encontrassem um ninho acolhedor. Paulo regozijou-se. Então, olha só, a no início da criação das igrejas primitivas, eh, tinha muito essa parte da beneficência, né, o acolhimento. Eh, a gente lembra, né, que na casa do caminho, lá onde Paulo e conheceu eh Pedro e os outros apóstolos, funcionava exatamente assim. Tinha a assistência, né, do do de todos os apóstolos. é para aquelas pessoas que estavam em condição, né, muito difícil, muitos doentes, eh, órfãs, e todo esse auxílio era prestado. Eh, a gente sabe que essas pessoas não tinham lá muita condição financeira, né, eh, mas que se uniam e se auxiliavam uns aos outros, de modo que tudo funcionava muito bem. Então, o importante salientar, né, que a boa vontade conta muito, né, mais para frente a gente vê a ver da dificuldade de outras pessoas que tão sempre impondo dificuldades, né, obstáculos para fazer alguma coisa, enquanto que aqui eles pobres, sem recursos, né, conseguiam manter esse trabalho com a ajuda de muitas pessoas que se associavam. Paulo não cabia em si de contentamento, observando o triunfo tangível do esforço de Timóteo nas camadas populares. Desejava que Timóteo se consagrasse ao serviço de Jesus, iluminando o coração e a inteligência. A generosa velhinha e a filha projetavam então a mudança definitiva que consultavam o apóstolo sobre a possibilidade de aceitar a companhia do rapaz, pelo menos durante algum tempo, pois só não para que ele adquirisse novos valores no terreno da da prática, como também porque isso facilitaria a transferência de todos para lugar tão
panhia do rapaz, pelo menos durante algum tempo, pois só não para que ele adquirisse novos valores no terreno da da prática, como também porque isso facilitaria a transferência de todos para lugar tão distante. Então, a família precisava se mudar, né, porque eles não tinham mais recursos financeiros, né? E para a mãe e para a avó seria muito importante que Timóteo, né, seguisse com Paulo para que ele adquirisse esse conhecimento prático, né? E assim foi feito. Paulo ficou muito feliz, né? Eh, e aceitou essa colaboração, né? E as mamãe e vovó partiram para encontrar os familiares, né? E futuramente eles se reencontrarão, né? E o que deixa Paulo muito contente, né? Mais essa companhia de Timóteo. Então eles seguem, né? Eh, agora Paulo, Timóteo e Silas. Então eles continuam a viagem. Os emissários da boa nova atravessavam a frig e a galácia, sem perseguições de grande envergadura. O nome de Jesus era agora pronunciado com mais respeito. O ex-rabino continuava em franca atividade para a difusão do Evangelho na Ásia, quando uma noite após as preces habituais, ouviu a voz que lhe dizia com amoroso assento. Então, olha só, a gente percebe aqui que as orações elas eram constantes, né, o tempo todo. Ele tava em oração, pedindo a intuição necessária, né? Quando ele tinha alguma ideia, ele fazia as orações, né? Rogando a intuição de Jesus para que ele tomasse a decisão mais acertada, né? Aí ele ouve a voz: "Paulo, sigamos adiante. Levemos a luz do céu às sombras. Outros irmãos te esperam no caminho infinito." Então era Estevão, né? O amigo de todos os minutos. Olha aqui, é o amigo de todos os minutos. Então a gente apercebe percebe aqui que Estevão tava bem aconchegado a Paulo, né? E essa essa intuição e orientação e proteção também certamente ela era constante, né? o amigo de todos os minutos, que representando o mestre divino junto do apóstolo dos gentios, o concitava a semeadura noutros rumos, né? Então, além de todo esse desejo apaixonado de Paulo, né, de levar a mensagem de Jesus, ainda tinha equipe
ando o mestre divino junto do apóstolo dos gentios, o concitava a semeadura noutros rumos, né? Então, além de todo esse desejo apaixonado de Paulo, né, de levar a mensagem de Jesus, ainda tinha equipe espiritual incentivando o tempo todo. Enquanto isso, ele tem uma visão. A gente percebeu que há pouco tempo ele teve a audição, né? Então, ele ouviu claramente eh Estevão e ele sabia que era Estevão convidando-o para seguir adiante, né? E agora ele tem uma visão à distância. Eh, vi um homem da Macedônia, né, ele identificava até o local pelas roupas, né, a cená ansiosamente chamando. Então, esse homem dizia: "Vem e ajuda-nos". E o ex-doutor interpretou o fato como ordenação de Jesus a respeito dos seus novos encargos. Então, ele tava sempre recebendo, né, as mensagens espirituais guiando a sua jornada. Próximo. Agora essa aqui, essa parte eu acho muito legal e me emociona muito. Eu reencontro com Lucas. Eu sou encantada com Lucas antes de conhecer a doutrina. Eu já lia a Bíblia antigamente eu gostava muito das narrativas de Lucas, só que eu não compreendia direito quem era. E foi tão emocionante para mim, depois de conhecer o livro Paulo Estevo, saber o papel de Lucas, né, na divulgação do Evangelho. Então, saindo a rua cheia de sol pela manhã, eis que o apóstolo fixa o olhar numa casa de comércio e para lá se dirige com ansiosa alegria. Lucas, que parecia fazer compras. O ex-Rabino aproximou-se com um dos discípulos e bateu-lhe carinhosamente no ombro. Por aqui, disse Paulo com grande sorriso. Olha que coisa gostosa a gente reencontrar um amigo, alguém que a gente confia, alguém que a gente sabe que vai somar. Tem uma passagem de Emanuel que nos diz assim: "Grangeai amigos", que eu acho maravilhosa aí eles se cumprimentam, né? Todos felizes e tal. É quando surge o convite, né, de Paulo, fala: "Ora, por que não segues comigo?" Aí ele fala: "Bom, mas eu sou médico, eu trabalho aqui, eu tenho que considerar os deveres da minha profissão". Aí Paulo fala para ele, né, que as
né, de Paulo, fala: "Ora, por que não segues comigo?" Aí ele fala: "Bom, mas eu sou médico, eu trabalho aqui, eu tenho que considerar os deveres da minha profissão". Aí Paulo fala para ele, né, que as os trabalhos espirituais são muito mais importantes, né? E segue aqui o texto muito interessante, né, Lucas? Por que não te dedicas inteiramente aos trabalhos do mestre divino? É a pergunta de Paulo, né? Aí ele responde: "Sim, mas há que considerar os deveres da profissão, porque ele era um médico, ele tava trabalhando em um navio, né? E acho que já fazia mais de 2 anos que ele tava nesse lugar trabalhando, né? Aí, olha só a resposta de Paulo, que inspiração maravilhosa." Aí ele pergunta: "Mas quem foi Jesus senão o divino médico do mundo inteiro? Até agora tens cuidado de corpos. que de qualquer modo cedo ou tarde hão de perecer. Tratar do espírito não seria um esforço mais justo. Com isso, não quero dizer que se deva desprezar a medicina propriamente do mundo. No entanto, essa tarefa ficaria para aqueles que ainda não possuem os valores espirituais que trazes contigo. Sempre acreditei que a medicina do corpo é um conjunto de experiências sagradas de que o homem não poderá prescindir até que se resolva a fazer experiência divina e imutável da cura espiritual. Então, o que que ele fala aqui? Que é importantíssimo o trabalho da medicina, né, que a gente tem que buscar e recorrer todos os dias, mas que o mais importante ainda é a gente cuidar da nossa saúde espiritual, né? Uma vez que a gente conquiste, o nosso corpo físico, a gente já sabe disso, ele vai se harmonizar, né? Então, a importância, né, da gente tá buscando equilíbrio espiritual, né, o alimento espiritual que a gente consegue através dos estudos, através do trabalho, seja na casa espírita, seja na igreja católica, seja na igreja evangélica ou em qualquer outro lugar onde a criatura se adapte, né, onde ela se sinta bem. Então, participar e buscar eh o conhecimento espiritual é o que nos vai trazer a paz e o equilíbrio é a
reja evangélica ou em qualquer outro lugar onde a criatura se adapte, né, onde ela se sinta bem. Então, participar e buscar eh o conhecimento espiritual é o que nos vai trazer a paz e o equilíbrio é a saúde do corpo físico, na harmonia, né? Agora a gente vai falar um pouquinho eh da cidade de Felipes. Aí ele fala aqui, Felipes não possuía sinagoga, né? O o santuário destinado às preces, embora tomasse o título de casa, não era mais que um recanto ameno da natureza, rodeado de muros em ruínas. Viúva digna e generosa, aproximou-se dos missionários e, confessando-se convertida ao Salvador esperado, ofereceu a própria casa. para fundarem uma nova igreja. Então, essa já era Lídia, né? Ela era simpatizante já da mensagem de Jesus e ofereceu, né, o seu próprio lar para que fosse fundada uma nova igreja, né, visto que eles não tinham, a cidade não tinha igreja, eles se reuniam em algum lugar na rua ao relento. E o que tornava tudo mais difícil, né? E nessa mesma cidade, né, em Felipes, né, não tinha sinagoga. Lídia se ofereceu para fundar a igreja nova, né, e possuía Felipes uma pitonisa. Aqui a gente vai fal mediunidade, né? Possuía uma pitonisa que se celebrizara nas redondezas, como nas tradições de Delfos. suas palavras eram interpretadas como oráculo infalível. A gente sabe lá que eles na Grécia eles também praticava mediunidade, né? Nos templos todo mundo tinha o direito de ir lá consultar. Eh, e tinha muitos médiuns, né? Aí ele vai esclarecer aqui pra gente um pouquinho sobre a mediunidade, como nós devemos eh utilizá-la, né? A importância de utilizar de forma útil. Aí essa pitonisa, ela observava que tinha pessoas novas na cidade, né, e que eles estavam pregando, que era Paulo e Silas, né, eles tinham ido paraas ruas, né, para chamar a atenção das pessoas, ficavam falando e durante uma semana, né, essa médium ficava exaltando, falando, né, sobre eles, como que querendo ganhar uma certa validação. porque ela sabia que eles eram homens poderosos e que também tinham
lando e durante uma semana, né, essa médium ficava exaltando, falando, né, sobre eles, como que querendo ganhar uma certa validação. porque ela sabia que eles eram homens poderosos e que também tinham mediunidade, né? Então ela ficava elogiando, né? E ela dizia: "Recebei os enviados do Deus Altíssimo. Eles anunciam a salvação". E isso se deu por uma semana. E olha só a paciência de Paulo, né? Durante uma semana ele não tomou nenhuma atitude. E ao decorrer de uma semana ele procurou se informar direitinho quem era, o que acontecia, né? E ele descobriu que era uma jovem, né, que a princípio ela tava sendo usada, né, por alguns homens, né, para fazer esse comércio da mediunidade, o que dava muitos lucros e que de vítima ela já era sócia, então ela ganhava também, né, e ela exaltava Paulo e Silas para, de certa forma, ganhar uma aceitação, uma credibilidade para o trabalho que ela fazia. Mas Paulo viu que aquilo não era bacana. Aí ele chega nela e fala: "Espírito perverso, não somos anjos. Somos trabalhadores em luta com as próprias fraquezas. Por amor ao evangelho, em nome de Jesus Cristo, ordeno que te retires para sempre. Proíbo-te, em nome do Senhor, estabeleceres confusão entre as criaturas, incentivando interesses mesquinhos do mundo em detrimento dos sagrados interesses de Deus. Então, enquanto Paulo falava, né, de Jesus, da mensagem de amor, de ressurreição, do evangelho do Deus vivo, eh essa médium apenas falava em questões de interesses materiais, né, em eh dessas encrencas corriqueiras do dia a dia, onde as pessoas iam lá, pagavam e consultavam e os espíritos sabiam orientar, né, de modo que era uma satisfação mútua, né, tanto da população da cidade que gostava muito muito desse trabalho dela e vinham até pessoas de fora, né, para fazer as suas consultas. E Paulo enxerga que aquilo não era uma coisa boa, né? ele entendia que não seria interessante comercializar os dons, né, do espírito. Aí é quando ele chama atenção, né, e proíbe, proíbe para sempre, né, que esse espírito volte a fazer esse
coisa boa, né? ele entendia que não seria interessante comercializar os dons, né, do espírito. Aí é quando ele chama atenção, né, e proíbe, proíbe para sempre, né, que esse espírito volte a fazer esse tipo de trabalho lá nessa cidade. E isso gera um certo desconforto em Silas, porque Silas estava se sentindo assim: "Poxa, agora se essa mulher tá falando dessa forma, nos elogiando, a gente vai ganhar a credibilidade da cidade inteira e a gente vai ficar mais confortável para fazer a nossa pregação." Enquanto que Paulo via exatamente o contrário. Aí Silas questiona, né, a Paulo, mas como assim ela não estava nos eh favorecendo? Aí é onde ele explica aquele espírito poderia falar em Deus, mas não vinha de Deus. Que fizemos para receber elogios? Dia e noite estamos lutando contra as imperfeições da nossa alma. Jesus mandou que ensinássemos a fim de aprendermos duramente. Não ignoras como vivo em batalha com o espinho dos desejos inferiores? Então, seria justo aceitarmos títulos e merecidos quando o mestre rejeitou o qualitativo qualificativo de bom? Claro que se aquele espírito viesse de Jesus, outras seriam suas palavras. Estimularia o nosso esforço, compreendendo nossas fraquezas. Então, olha só, Paulo ele já sabia identificar, né? Aqueles elogios não tinham nada de verdadeiros, né, de de edificação para o trabalho de Paulo, né? Porque Sila já se sentiu todo confortável, de certa forma ficou até vaidoso. Opa. tá elogiando o nosso trabalho, vai facilitar a nossa vida aqui na cidade. Aí Paulo vai explica para ele. A gente sabe que Paulo já era um espírito missionário, um espírito evoluído lá no livro. É muito interessante também, gente, até recomendo ler o livro A Caminho da Luz antes de ler o Paulo Estevão, porque a Caminho da Luz ele vai citando toda a trajetória, né, da programação de Jesus para implantar, né, a terceira revelação para a vinda de Jesus. E lá mostra que Jesus, a Emanuel afirma que Jesus chamou um espírito luminoso, que é Paulo de Tasso, né, para esse trabalho. E olha só o que acontece
r, né, a terceira revelação para a vinda de Jesus. E lá mostra que Jesus, a Emanuel afirma que Jesus chamou um espírito luminoso, que é Paulo de Tasso, né, para esse trabalho. E olha só o que acontece quando ele chega aqui e entra em contato com a carne, com o corpo físico, com esquecimento da missão espiritual. Olha só o que ele fala, né? Isso é pesado pra gente compreender, né? Não ignoras que viva em batalha com o espinho dos desejos inferiores? Então, olha só, qualquer espírito quando chega aqui, exceto Jesus, né? Porque Jesus era perfeito já, espírito puro, né? Saulo um espírito luminoso, Jesus um espírito puro, mas ele já tinha esse discernimento de que ele tava em batalha, né? Como ele fala, fala várias vezes no livro, a gente tá em batalha. batalha pela vitória do Cristo. Então ele se anulava completamente, né? E se de repente ele deixa se envaidecer, né, por alguns dizeres de um certo espírito que ele soube identificar muito bem o que era, então já aqui ele poda, né? E isso serve pra gente também. Às vezes a gente vê um palestrante todo empolgado, aquela coisa toda no final da palestra, eh, inúmeros aplausos que não acaba nunca, aquela coisa toda. Já os mais esclarecidos e e espiritualizados falam que as palmas, os aplausos devem ser para para a doutrina e para Jesus, né, que verdadeiramente é que a gente deve prestar, né, toda a nossa homenagem, né, à doutrina e a Jesus. Então, como Paulo fala, né, a mensagem é a do Cristo. Próximo. Aí Silas pergunta, né, ora, mas eh e como assim a gente não pode eh ter esse contato com o plano invisível? Aí ele explica, né, que claro que a gente tem que ter esse contato o tempo todo com a espiritualidade, né, porque Silas teria entendido que talvez seria melhor cessasse a mediunidade, mas não, eles mesmos a gente sabe que tem orientação dos espíritos o tempo todo, né? Paulo tem contato com a mediunidade o tempo todo, mas guiado por bons espíritos, né, e agindo para o bem. Aí ele fala aqui, né? O cristianismo sem profetismo seria um corpo sem alma.
o tempo todo, né? Paulo tem contato com a mediunidade o tempo todo, mas guiado por bons espíritos, né, e agindo para o bem. Aí ele fala aqui, né? O cristianismo sem profetismo seria um corpo sem alma. Se fecharmos a porta da comunicação com a esfera do mestre, como receber seus ensinos? Os sacerdotes são homens, os templos são de pedra. Que seria da nossa tarefa sem as luzes do plano superior? Do solo brota muito alimento, mas apenas para o corpo, para a nutrição do espírito, é necessário abrir as possibilidades da nossa alma para o alto e contar com o amparo divino. Então, olha aqui a importância do intercâmbio espiritual pra gente, né? E mais importante ainda lembrar que se dá todos os dias, né? Esse intercâmbio que a gente tem que ter através da oração, né? Nada melhor do que acordar, fazer uma oração, pedindo proteção, auxílio, discernimento, né? agradecendo a Deus pela oportunidade de um novo dia, um recomeço a cada dia, né, para realizarmos nossas tarefas, né, no final do dia, fazer a nossa oração, agradecimento e pedir intuição, né, pedir aos nossos bons anjos da guarda que nos levem, né, para o plano espiritual, para escolas, para estudos, para trabalhos, né, isso é muito importante. Então, esse intercâmbio, ele tem que se dar o tempo todo, todos os dias, nunca cessar. né, mas de forma educada e cautelosa, né, para que a gente consiga ter sempre o contato dos bons e não dos maus espíritos. Aí ele continua aqui, né, nesse particular, toda a nossa atividade repousa nas dádivas recebidas. Já pensaste no Cristo sem ressurreição e sem intercâmbio com os discípulos? Ninguém poderá fechar as portas que se comunicam com o céu, que nos comunicam com o céu. Então ele fala aqui, né, deixa bem claro que ninguém nunca poderá fechar essas portas, né, que o intercâmbio se dá o tempo todo. O Cristo está vivo e nunca morrerá. Conviveu com os amigos depois do Calvário, em Jerusalém e na Galileia. Trouxe uma chuva de luz e sabedoria aos cooperadores galileus. no Pentecoste,
á o tempo todo. O Cristo está vivo e nunca morrerá. Conviveu com os amigos depois do Calvário, em Jerusalém e na Galileia. Trouxe uma chuva de luz e sabedoria aos cooperadores galileus. no Pentecoste, chamou-me à porta de à portas de Damasco, mandou um emissário para a libertação de Pedro, enquanto o generoso pescador chorava no Cácere. Então, tudo isso aqui foi eh realizado através da mediunidade, né? Ele deixa bem claro tudo isso pra gente, né? Então, a mediunidade a gente tem que ver como algo maravilhoso, né? E não como algo a ser reprimido, punido, né? Muitas pessoas não gostam, muitas pessoas têm medo, mas por ignorância, né, a gente ouve muito que as pessoas chegam inclusive no atendimento fraterno ou na casa espírita falando que quer que fecha a mediunidade. E a gente vai explicar, né, que não existe isso de fechar a mediunidade, né, que isso é impossível, que a gente tem que estudar, se educar, se elevar moralmente para lidar bem com ela, né? Aqui a gente já está em uma parte onde Paulo eh ele foi preso justamente por conta dessa ptonisa, né, que ele fez isso e a população toda da cidade se revoltou. Então ficaram todos contrariados com o acontecido e foram para cima de Paulo. E como não é diferente, né, foram atrás deles e prenderam, né, surraram bastante, né, e tavam lá. todos presos. Aí acontece um episódio lá, talvez um terremoto, talvez um efeito eh físico de mediunidade, é certo que as portas se abrem, né? Assim como aconteceu com Pedro anteriormente, eh, na época de Jesus, né? Depois que Jesus foi morto, ele tava preso e as portas se abriram, as portas das prisões. Agora também acontece quando Paulo e Silas estão presos nessa cidade de Filipos porque eh fecharam a mediunidade, fecharam não, que não existe fechar, né? Fizeram com que esse espírito se afastasse dessa moça. Aí lá ele começa a orar e todos eles eh ficam observando aquilo, né? E Paulo, como sempre, aproveita a oportunidade para pregar. E ele começa a falar de Jesus lá dentro da prisão, né?
asse dessa moça. Aí lá ele começa a orar e todos eles eh ficam observando aquilo, né? E Paulo, como sempre, aproveita a oportunidade para pregar. E ele começa a falar de Jesus lá dentro da prisão, né? E quando as portas se abrem, eh, eh, o, o Silas fica todo espantado, né, apavorado vendo o fenômeno, né? E Paulo, né, com toda a sua paciência, a sua cautela, vai explicando para eles que todos que fiquem calmos, que permaneçam nos seus lugares, né, e que não tentem fugir. Aí ele explica, né, que os que se reconhecessem culpados agradecessem ao pai os benefícios da corrigenda, né, e os que se julgassem inocentes dessem a expansão ao regozijo, porque só o martírio dos justos podiam salvar o mundo. Olha que bonito, né, gente? Só o martírio dos justos pode salvar o mundo. Eh, nas obras de Ivon Pereira, ela mostra eh no livro Amor e ódio, né, a história de um rapaz que ele é preso, é, injustamente, mas que na realidade ele tava apenas cumprindo, né, um digamos assim, uma uma dívida que ele tinha de encarnação anterior. Então, nessa vida, ele não tinha praticado algo que fosse que legalizasse essa prisão dele, mas que anteriormente, em outras vidas, ele tinha passado despercebido, não tinha sido punido. E nessa, então ele tava tendo a oportunidade de quitar, né, esses débitos de outras eh encarnações. Então, olha aqui o que Paulo fala, como é interessante, né? Que mesmo que não fosse culpado, que seria interessante permanecer lá quietinhos na cadeia, né? Porque só o martírio dos justos poderiam salvar o mundo. E ele tinha um magnetismo tão forte, né, a ponto de convencer esses presos, né, para que eles obedecessem, né, porque eu acredito que quem tá preso, a vontade que tem é de fugir, principalmente se foi inocente, que é o que acontecia muito naquela época, né, gente? A gente lembra mesmo de de Abigail, de Estevão e do seu pai, né? Foram todos presos, né? E pagaram assim, o rapaz era inocente, né? Estevão era inocente. Que que aconteceu com ele? A tragédia em cima de tragédia, né? Até
de de Abigail, de Estevão e do seu pai, né? Foram todos presos, né? E pagaram assim, o rapaz era inocente, né? Estevão era inocente. Que que aconteceu com ele? A tragédia em cima de tragédia, né? Até a morte. O apóstolo anuncia-lhes o reino de Deus. É a pregação que ele faz, né? Anuncia o reino de Deus. e obriga-os a escutar suas suas dissertações. E isso é depois que eles são libertados da prisão, né? Porque o cereiro depois de ver aquilo, ele fica meio que estasiado, inclusive ele tenta o suicídio, né? Mas Paulo não permite, né? E ele percebendo, né, a ação, eh, o poder de Paulo a sua oratório, o convence também e ele passa a auxiliar e ele pega eles, né, leva para casa, cuida, a casa era mesmo do presídio, né, e o cacereiro cuida deles, né, e se converte também à mensagem de Jesus, né, ele explica o que eles estavam fazendo e o cceiro passa a auxiliar-lhes. E Paulo, depois desse episódio, né, ele de certa forma ele dá uma carteirada lá e pede para que os maioráis da cidade eh aceitem e de certa forma protejam a a nova sinagoga nascente, né, que é na Casa da Purpureira. Eh, tava sendo implantada, né, uma nova igreja. Então, ele fala quem ele é, que ele é grego e tal e tal. E depois de tudo isso que aconteceu, ele fazendo a Pitonisa parar de profetizar e os portões se abrirem eh na prisão, ele adquire assim um certo poder sobre aquelas pessoas. Então as pessoas obedecem ele, né? Então ele deixa bem claro que ele é grego, né? Ele tem cidadania, não grega não, grego não. Ele tem cidadania romana e que pede para que eles auxiliem a igreja nascente. Próximo. Aí ele fala aqui, né, que os magistrados pedem desculpa, ainda pedem desculpas para Paulo, né, garantindo a a manutenção da paz para a igreja nascente e alegando a extensão de suas responsabilidades perante o povo, rogando a Paulo e Silas que deixassem a cidade para evitar maiores complicações. Então, olha só, tudo bem, vocês podem ir, mas querem se libertar logo de Paulo, né? Porque sabe que ele pode causar mais confusões se ele ficar na
deixassem a cidade para evitar maiores complicações. Então, olha só, tudo bem, vocês podem ir, mas querem se libertar logo de Paulo, né? Porque sabe que ele pode causar mais confusões se ele ficar na cidade e assim se dá. Ele continua próximo. Continuando em toda parte os mesmos choques. Judeus preconceituosos, homens de máfé, ingratos e indiferentes. Coluiavam-se contra o ex-doutor de Jerusalém e seus devotados companheiros. E Paulo mantinha-se forte e superior nas mínimas refregas. sobreviam de sabores, angústias, acusações, calúnias e tudo isso. Mas ele se mantinha forte e prosseguia sempre, sereno e firme, através das tormentas, vivendo integralmente do seu trabalho e compelindo os amigos a fazerem o mesmo. era indispensável que Jesus triunfasse nos corações e seu programa primordial. Então, ele era exemplo para os outros, né? E pedia que os colegas, né, se mant mantivessem fiéis, né, e honestos como ele em todas as situações, né, todos os lugares que chegassem. Agora chega uma parte que é bem triste, Atenas, né? A gente lembra que lá anteriormente eh o sonho dele era submeter, né, Grécia, Atenas, Roma, a lei judaica, né, ao seu Deus, o Deus de Israel. E ele seguindo para lá e a gente vê o que acontece. por mais de uma semana, perseverou nas pregações públicas sem resultado. Ninguém se interessava e não lhe ofereciam também hospedagem, né? Eu lembro que algumas poucas pessoas, alguns serviçais foram que se ofereceram para auxiliar, auxiliá-lo e ele tentava pregar em um lugar e outro e nada dava certo, né? Ninguém se interessou nem pela leitura dos textos evangélicos. Aí ele vai pregar em praça pública, né? ninguém tem interesse. Depois ele pede para ser levado a um lugar, se eu não me engano, é o aerópago, um lugar onde tinha muitos sábios, né, muitos filósofos. E ele pensa que talvez ele conseguisse, né, fazer a conversão de alguns deles, né, mas ele tem uma grande decepção, porque ninguém tem interesse. E as pessoas criticavam muito ele, né, porque observavam mais a aparência
vez ele conseguisse, né, fazer a conversão de alguns deles, né, mas ele tem uma grande decepção, porque ninguém tem interesse. E as pessoas criticavam muito ele, né, porque observavam mais a aparência física. Eh, muitas vezes a sua palavra eloquente convencia algumas pessoas, mas de repente quando ele tocava em algum ponto, né, principalmente no ponto da ressurreição, ele era totalmente ridicularizado, né, e desacreditado. Então isso dificultava muito, né, a dificuldade, né, que as pessoas tinham em compreender e aceitar a mensagem, né? Eh, aí tem esse dizer dele aqui. O apóstolo então lembrou que seria preferível arrostar o tumulto dos judeus. Onde houvesse luta, haveria sempre frutos a colher. As discussões e os atritos, em muitos casos, representavam o revolvimento da terra espiritual para a sementeira divina. Entretanto, encontrar a frieza da pedra, o mármore das colunas soberbas, deu-lhe imediatamente a imagem da situação. A cultura ateniense era bela e bem cuidada. Impressionava pelo exterior magnífico, mas estava fria com a rigidez da morte intelectual, ou seja, ninguém tinha interesse, né? Eh, a filosofia deles bastava para eles. Para eles o mais interessante era a cultura deles, né? E nada de novo que chegasse despertava interesse. Talvez um pouco de curiosidade no início, né? Mas depois quando tocava em certos pontos começavam a chacota, né? As risadas, a ironia, né? E isso desanimava o nosso Paulo. Falou da da possibilidade, né, de fundar uma igreja, sugeriu, né, ainda que fosse um humilde santuário doméstico, como na casa de Lídia, né, a purpureira, a gente sabe que lá era uma uma simples casa, né, que seria fundada uma igreja >> onde se estudasse e comentasse o evangelho. Olha a proposta dele. Mas as pessoas não regatearam excusativas e pretextos. As pessoas que tinham permitido que ele falasse antes, ó Dionísio era um deles. Afirmou que lamentava não lhe ser possível amparar o cometimento, dada a angústia de tempo. Damares alegou os impedimentos domésticos.
tinham permitido que ele falasse antes, ó Dionísio era um deles. Afirmou que lamentava não lhe ser possível amparar o cometimento, dada a angústia de tempo. Damares alegou os impedimentos domésticos. Os servos do aerópago, um por um, manifestaram dificuldades extremas. Um era muito pobre, outro muito incompreendido. E Paulo percebeu todas as recusas, mantendo singular expressão fisionônima fisionômica. Como o semeador que se vê rodeado somente de pedras e espinheiros. Então, era a primeira vez que ele não conseguia, né, implantar uma igreja e era onde ele mais desejava eh levar a mensagem de Jesus. Então, Atenas não tava pronta ainda. No livro A Caminho da Luz, Emanuel deixa bem claro que o único povo que tava mais espiritualmente preparado era o povo judeu, que tava mais receptivo pra mensagem de Jesus. Nenhum dos outros estava tão preparado, porque o povo judeu adorava o seu Deus, né? cria muito nele e de certa forma eram obedientes à lei, então já eram bem mais espiritualizados, de modo que foi para eles que Jesus veio, né? Quando a gente vê Jesus chegando e começando as pregações e a gente pensa: "Nossa, mas justamente para esse povo judeu, tão rebelde, tão senhor de si, acha que é o mais poderoso de todos?" Porque a gente lembra que os judeus eles queriam eh que o Messias viesse, submetesse todo mundo a seus pés, né? Porque afinal de contas eles eram o povo escolhido, né? E a coisa não funciona bem assim, né? Aos pouquinhos a gente vai percebendo que há muita resistência, né? Em todas as filosofias, né? Todas as, só mesmo quem tava mais disposto era quem tava mais necessitado espiritualmente, né? Os enfermos, como dizem eles na época de Jesus, ele é o Deus de mendigos, prostitutas e ladrões. Então essa era a verdadeira terra fértil, né, que tava eh pronta para receber a semente do evangelho, né? Então ele fala que é preferível enfrentar os judeus, as surras e tudo e pregar lá que vai dar mais frutos do que aqui eh no coração desse povo endurecido, né, que não
ceber a semente do evangelho, né? Então ele fala que é preferível enfrentar os judeus, as surras e tudo e pregar lá que vai dar mais frutos do que aqui eh no coração desse povo endurecido, né, que não aceita, que já tem a sua filosofia, né? E para terminar o último slide, o apóstolo dos gentios despediu-se com serenidade, mas tão logo se viu só chorou copiosamente. Então, olha só como ele fica depois da tentativa dele em Atenas. A que atribuir o doloroso insucesso? não pôde compreender imediatamente que Atenas padecia de seculares intoxicações intelectuais e, supondo-se desamparado pelas energias do plano superior, o ex-rabino deu a expansão a terrível desalento. não se conformava com a frieza geral, mesmo porque a nova doutrina não lhe pertencia, mas sim a Cristo. Quando não chorava, refletindo na própria dor, chorava pelo mestre, julgando que ele, Paulo, não havia correspondido à expectativa do Salvador. Então, olha como ele fica arrasado, gente. São nossos sentimentos, nossos sentimentos humanos. Quando a gente fica frustrado, que não consegue realizar tal coisa, mas a mensagem que fica mais importante pra gente é não desistir, persistir sempre, continuar sempre, como dizem aqui os benfeitores, os guias espirituais de Paulo, tem que continuar seguindo em frente, né, na aí na na trajetória infinita, né, como diz Estevão, né? A gente tem sempre que persistir, confiar em Deus. Aqui ele pensa, não, eu fui abandonado, né? Eu falhei com Jesus, eu não tô recebendo assistências dos benfeitores espirituais. Mas isso não é verdade. Ele tinha toda essa assistência. A única questão é que ele não encontrou nenhum coração receptivo e disposto, né, como ele desejava, né, submeter Atenas a sua filosofia. a sua religião. Mas não fiquemos tristes, porque nas próximos capítulos o trom o tom vai trazer notícias boas. Tem coisa boa aí pela frente, gente, no capítulo sete tem alegrias, não é só tristeza. E é isso o que eu pude trazer para vocês. >> Então, levemos o nosso pensamento a
o tom vai trazer notícias boas. Tem coisa boa aí pela frente, gente, no capítulo sete tem alegrias, não é só tristeza. E é isso o que eu pude trazer para vocês. >> Então, levemos o nosso pensamento a Deus, nosso pai e a Jesus, o nosso mestre, e também a Paulo, apóstolo, que nos propiciou toda a sua história, que nos trouxe todas suas emoções, sentimentos. E a luta que ele teve nos demonstra que também podemos vencer as nossas próprias lutas. Agradecemos a Jesus por essa noite tão especial. Agradecemos aos nossos maiores que nos nos direcionam também para a vida, né, os nossos anjos da guarda e nos propiciaram esse momento tão especial. Agradecemos especialmente ao Solar de Maria, a Casa Estudantes do Evangelho, que nos permitem essa reunião de corações fraternos para o estudo e dizemos graças a graças a Jesus, graças à mãe santíssima, graças a São Paulo apóstolo. Finalizamos pedindo a Jesus que nos abençoe sempre onde quer que estivermos pelos caminhos da vida. Que assim seja, irmãos.
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