PARTIDAS E CHEGADAS - Eduardo Gomes [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim. que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. O nosso muito boa tarde a todos que nos ouvem, aqueles que comparecem aqui a nossa querida comunhão espírita de Brasília, aqueles que nos assistem pelas mídias sociais, os nossos cumprimentos de paz. Antes de iniciarmos as nossas reflexões do dia de hoje, façamos a nossa oração. Amado Mestre Jesus, divino amigo, esteja conosco nesta nossa reflexão da tarde de hoje, nos mostrando o caminho a seguir, soprando a vela do nosso barro. Que o teu evangelho, que as tuas mensagens estejam sempre presentes na nossa vida, nos mostrando como proceder, que elas sejam letras vivas que saltem dos livros para a nossa vida cotidiana. Assim, pedindo ajuda dos nossos amigos espirituais, nossos mentores e os da casa que nos ajudem. é que pedimos permissão para iniciarmos os trabalhos do dia de hoje. O tema de hoje trata de partidas e chegadas e é um tema que eu escolhi para refletir neste momento em que a gente se modifica, que a gente com grande frequência muda. Mas antes de falar de partidas e chegadas, a gente tem que falar de planejamento. E por quê? Nós temos dois fatos na nossa vida que são dois fatos certos. os outros podem ocorrer ou não. E esses dois fatos são o nosso nascimento e a nossa partida como seres materiais. Nesse percurso, nós podemos suplantar problemas, podemos cair, podemos errar, podemos acertar, podemos inclusive ter ou não algum problema médico, físico, mas o certo mesmo é que viemos, somos seres imortais e partiremos um dia das outras coisas que nós nos preocupamos no dia a dia, como eu falei, elas podem ocorrer ou não. Então, às vezes eu tô preocupado se vou conseguir pagar o boleto, se eu vou conseguir chegar no horário no meu trabalho, se eu vou conseguir fazer com que meu filho se forme numa boa faculdade, se eu vou fazer com que meus filhos tenham uma educação, saibam falar um
se eu vou conseguir chegar no horário no meu trabalho, se eu vou conseguir fazer com que meu filho se forme numa boa faculdade, se eu vou fazer com que meus filhos tenham uma educação, saibam falar um idioma. As preocupações são muitas e são legítimas, mas tudo que fazemos nessa vida carrega uma certa quantidade de probabilidade de acontecer ou não. Enquanto que a nossa partida ela é certa. O interessante é que nós fazemos o planejamento da nossa vida para aquilo que pode acontecer ou não, mas deixamos de lado o planejamento de quem já sabe o resultado final da vida, que é a partida, que é a ida deste mundo e o retorno à pátria espiritual. É interessante que quando a gente fala de partida e chegada, a chegada aqui representada pelo nosso nascimento e a partida, obviamente pelo nosso desencarne, estas mesmas palavras mudam de sintonia e de significado quando são vistas pelo outro lado. mundo espiritual. A nossa chegada aqui é a partida de lá e a nossa partida daqui é a chegada no mundo espiritual. Então, neste intervalo de tempo, a gente se esquece de fazer o planejamento. É só procurar um pouco nos livros ou na própria internet a quantidade de palestras, de temas, de livros que falam sobre planejamento, planejamento empresarial, planejamento econômico, né, planejamento físico. Existem planejamentos dos mais diversos tipos. E aí nós temos esse instrumento, mas não usamos para aquilo que vai acontecer. Então vamos pegar um exemplo simples de uma viagem que tenhamos marcado daqui para São Paulo. Só que essa viagem nós a faremos a pé. Essa a ideia. Mas se eu vou a pé, eu tenho que planejar. Qual o tênis que eu vou usar? onde que eu vou parar, sobretudo o que que eu vou levar comigo. E nesse percurso nós encontraremos com outras pessoas na mesma direção, outras cruzando o nosso caminho. E neste planejamento, às vezes a gente peca por excesso de peso. Não, eu vou levar umas duas, uns 2 L de água. Vou levar frutas porque eu vou comer no caminho, não vou passar fome. Vou levar mais um pá de tênis,
nejamento, às vezes a gente peca por excesso de peso. Não, eu vou levar umas duas, uns 2 L de água. Vou levar frutas porque eu vou comer no caminho, não vou passar fome. Vou levar mais um pá de tênis, vou levar uma galocha pra chuva e a mochila vai aumentando. Quando você mal percebe, a sua mochila da viagem está mais pesada do que você. Aí você olha pro lado e tem uma outra pessoa cujo planejamento é diferente. Planejamento é mais enxuto, porque ele sabe que aquilo que ele vai levar na mochila se transformará em peso no caminho. Então ele prioriza o que é mais importante, deixando para mais à frente preocupar-se com aquilo aquilo que pode lhe faltar. Por exemplo, em vez de levar vários litros de água, ele leva menos água, significa menos peso, mas ele vai estar em melhores condições de prosseguir. O fato é que nesta caminhada e neste planejamento eu vou levar um bom tempo, mas eu sei aonde vou chegar. E o interessante é que todos chegam na mesma condição física, que é a condição da partida, seja ela às vezes um pouco encurtada em em decorrência de um acidente, mas na maioria das vezes em decorrência do próprio desgaste do nosso corpo físico. E ao chegar ao final dessa caminhada, e a me reporto ao exemplo em São Paulo, nós estaremos com o tênis rasgado, aqueles que ainda tênis, a blusa, camisa, a roupa esfarrapada, os pés com calos, o corpo cansado. Esta é a chegada para todos. Mas a pergunta ao final é: o que que você trouxe dessa viagem? E o primeiro pode falar: "Eu reservei a minha energia para trazer frutas, para trazer os meus tesouros, mas durante o caminho eu não consegui trazer até aqui." E o outro também. vai chegar nas mesmas condições. Mas a pergunta que fica é: o que vocês dois têm a oferecer? O que realmente conquistaram nesta caminhada? E o a resposta é os valores. Será que nesse caminho eu ajudei alguém? Será que neste caminho eu fiz amigos? Será que neste caminho eu consegui perdoar? Será que neste caminho eu compartilhei um pouco da minha energia, daquilo que
Será que nesse caminho eu ajudei alguém? Será que neste caminho eu fiz amigos? Será que neste caminho eu consegui perdoar? Será que neste caminho eu compartilhei um pouco da minha energia, daquilo que eu trazia com o semelhante? Quantas pessoas eu cruzei? Essa é a primeira ideia. A nossa vida é uma grande caminhada. O grande problema é que nós não planejamos ela. Nós planejamos sim a vida material, como eu falei, e é justo que isto aconteça, mas nos esquecemos desse planejamento da partida. Voltando à ideia de chegada, ao nos depararmos com a partida desta vida, o que nós podemos carregar são os nossos valores e aquilo que a gente conquistou. E o interessante é que as partidas e chegadas elas continuarão. E aí eu vou me preparar para uma nova vinda aqui. E o que que eu vou usar? Eu vou usar daquilo que eu conquistei. Quando for planejar a nossa a nova vinda a esse a esta vida, eu vou usar o que eu fiz com a minha mão. Quais são as qualidades que eu trouxe com a minha mão? ou quais são os defeitos que eu angariei com ela. E a nossa próxima vida, ela vai estar cheia desta vida, vai estar cheia das minhas realizações. Um outro modelo que a gente pode usar para a nossa vida aqui é o modelo do barco. É como se nós, ao começarmos a nossa vida, recebêssemos um barco e tivéssemos um porto a chegar. Só que como marinheiro de primeira viagem, nós não sabemos qual é esse porto, não sabemos nem em que direção seguir. Entramos no barco, mergulhamos nele, tentamos fazer um monte de coisa. Tentamos pescar, tentamos navegar, mas há algo que se diz e é uma verdade. É até uma passagem de um determinado filme onde um determinado gato, né, pergunta para uma menina: "Onde você quer chegar?" Não sei. E como ela tinha perguntado qual caminho a seguir, ele fala: "Para onde você vai, qualquer caminho serve". E aí faço a comparação com a nossa vida. Se nós realmente temos a vida e não sabemos para onde seguir, o nosso barco sempre será um barco perdido. Não importa que direção o vento sopre,
aminho serve". E aí faço a comparação com a nossa vida. Se nós realmente temos a vida e não sabemos para onde seguir, o nosso barco sempre será um barco perdido. Não importa que direção o vento sopre, qual a corrente marítima que nos leve, nós estaremos a mercer. E no nosso dia a dia, na maioria das vezes, é assim que nós procedemos. Nós acordamos maquinalmente, olhamos para o relógio, saímos para o nosso trabalho, às vezes nem fazemos a nossa oração, nos dirigimos, trabalhamos incansavelmente, sem ao menos pensar o que estamos fazendo. Alguns até a prejuízo dos seus próprios valores, dependendo do trabalho. Voltamos, ou melhor, saímos na hora do almoço, almoçamos maquinalmente, voltamos para o trabalho, trabalhamos até o final do dia, retornamos para casa, jantamos, dormimos. Nesse intervalo de tempo, eu pergunto, nós vivemos? Qual a importância que nós demos a nós mesmos nesse processo? o que não quer dizer que não trabalhemos. Mas quanto desse tempo nós reservamos para fazer o nosso planejamento? E como é que deve ser esse planejamento? Afinal, Jesus lá atrás falou pra gente: "Onde estiver a o teu tesouro, aí estará o teu coração". Então, neste planejamento, nós podemos traçar metas. E a meta que começa com uma grande pergunta: onde você quer estar ou o que você quer estar fazendo daqui a 10 anos, daqui a 20 anos? Como que você quer chegar ao final da vida? Essa é a pergunta inicial básica para um planejamento detalhado, com metas, objetivos a serem conquistados. Será que a gente tem condições de fazer isso? Eu acredito que sim. Quais são as metas? Eu quero ser uma pessoa melhor. Eu quero ser uma pessoa que ame ao próximo. Eu quero ser uma pessoa em que as pessoas confiem. Eu quero ser uma pessoa que as pessoas sintam saudade quando eu partir. Eu quero ser uma pessoa por onde eu ande, eu faça amigos. Eu quero ser uma pessoa querida. Eu quero ser uma pessoa que tem a consciência tranquila, tem a paz no coração daquilo que se faz. Estes são algumas metas que a gente pode
nde eu ande, eu faça amigos. Eu quero ser uma pessoa querida. Eu quero ser uma pessoa que tem a consciência tranquila, tem a paz no coração daquilo que se faz. Estes são algumas metas que a gente pode colocar. E aí a gente destaca algumas que são mais importantes se tivermos alinhados com os objetivos do Cristo. Uma delas é a caridade. Será que eu estou desempenhando? E não a caridade, quando a gente fala em dar dinheiro e a caridade no sentido amplo de ter o amor pelo próximo, de ser caridoso em todos os sentidos, não só dando dinheiro, dando atenção, que é importante. Mas será que eu sou caridoso com meu chefe quando eu compreendo o momento que ele está passando ou caridoso com o meu subordinado? Será que eu sou caridoso com a minha esposa ou com meu marido? Então, a caridade no sentido amplo. Será que eu tô estou procurando fazer o bem na medida da minha energia? Será que eu estou trabalhando para que o meu corpo seja realmente um instrumento da prática do bem? E aí é importante a gente lembrar que Deus ele atende as nossas súplicas. Todas, todas, não necessariamente da forma que a gente pede, mas ele as atende, porque ele sabe que nós estamos sofrendo. Estar reencarnado é sempre mais difícil, mas ele precisa de um agente, porque ele não age direto, ele permite que nós participemos do banquete. Então, aquela ideia do Cristo que sempre convidava os seus apóstolos para juntos fazerem a refeição, é o sentido de que Deus nos convida para juntos participarmos do banquete dele, que ajuda a todos. Então, nós somos o canal da ação do próprio Deus para o nosso semelhante. Essa é a regra. Não existe regra diferente e não existe forma de fazer chegar a ajuda que nós tanto pedimos. Essa é a nossa necessidade. Daí serem dois os objetivos de nós estarmos aqui reencarnados. O primeiro deles e muito lógico, é que nós estamos aqui pro progresso espiritual nosso, individual, intelectual. no trabalho do dia a dia, superando nossas limitações, deixando para trás nossos vícios e imperfeições.
e muito lógico, é que nós estamos aqui pro progresso espiritual nosso, individual, intelectual. no trabalho do dia a dia, superando nossas limitações, deixando para trás nossos vícios e imperfeições. Esse é um objetivo que muita gente acha que é único, mas existe um outro que é contribuir para a harmonia universal. É como só se nós fizéssemos parte de uma grande engrenagem. que deve funcionar na medida em que a gente seja realmente um instrumento ajeitado, equilibrado para a harmonia universal, nós seremos mais felizes. Então são esses dois objetivos, progresso espiritual próprio e contribuir paraa harmonia universal. E como que eu posso fazer isso? todos os dias. É interessante que as palavras do evangelho, e quando eu coloco evangelho, eu coloco o Novo Testamento, que nós não podemos esquecer que a primeira revelação, né, trazida por Moisés, ela foi e é muito importante para a raça humana, para nós todos. Mas vem um outro evangelho que é o evangelho do Cristo que atualizou aquele primeiro. Esse sim é o evangelho e a mensagem que temos que ter no nosso dia a dia. O Cristo quando ele era sempre cobrado pela comparação, Cristo, nós devemos cumprir isso que tá previsto no evangelho ou devemos cumprir a no testamento ou devemos cumprir isso aqui? Ele sempre dava um jeito de responder, sem deixar para trás as leis mosaicas, mas colocando a nova interpretação. Quando, por exemplo, perguntam para ele se deve apedrejar a mulher adúltera, porque era previsto na lei. Ele não responde que a lei está errada, apesar de ter uma nova interpretação. Ele só pergunta para aqueles que querem apedrejá-la e dizendo o seguinte: "Aquele que não tiver defeitos pode atirar a primeira pedra". E o que acontece? Ninguém julga e ninguém atira a pedra na mulher adúltera. E ele pergunta para ela: "Mulher, cadê aqueles que queriam te apedrejar?" Ela responde: "Não sei." Foram embora. E aí vem a mensagem que tem a ver com partida e chegada. Ele fala: "Eu também não te condeno. Vá e não peques. Vá.
ulher, cadê aqueles que queriam te apedrejar?" Ela responde: "Não sei." Foram embora. E aí vem a mensagem que tem a ver com partida e chegada. Ele fala: "Eu também não te condeno. Vá e não peques. Vá. Todos os dias nós estamos partindo e chegando. Todos os dias nós estamos tendo uma nova oportunidade. A maior delas, a reencarnação. E nesta partida que é a reencarnação de lá para cá, a chegada aqui, ela vem com uma grande dádiva que é o vel do esquecimento. Olha só. Nós temos uma vida cheia de problemas aqui nesta cidade e resolvemos nos mudar para uma cidade. E nessa cidade aqui nós erramos muito. Nós pecamos, tivemos inimigos, desviamos recursos, fizemos algo que não estava de acordo nem com a lei do homem, nem com a com a lei de Deus. e fomos para uma nova cidade. Se nós chegarmos nessa cidade e tudo que nós fizemos ainda estiver conosco, nós não estaremos começando do zero, nós estaremos com aquela carga toda. A reencarnação que chega com vé do esquecimento permite que deixemos para trás tudo aquilo de errado que nós fizemos. ao mesmo tempo nos oferece a oportunidade de junto com aquelas pessoas que nós erramos no passado, que acertamos também, estejamos juntos de novo. E aí eu volto pra ideia do barco. É como se naquele barco nós fôssemos com aqueles que, como conosco, partilharam, irão partilhar esta caminhada. E ao chegarmos no porto, que é a nossa desencarnação, faremos um novo planejamento para uma nova viagem com aquela mesma tripulação de seres que conviveram conosco naquele barco e viram nossas qualidades e defeitos. A pergunta é: como é que eu quero preparar esta tripulação que vai viajar conosco? Não é muito mais interessante eu planejar, fazer amigos, agir corretamente, seguir as leis divinas e aí sim na próxima vida está num barco maior, mais potente, mais veloz, com a bússola mais apontada. É interessante que sabedor de que o nosso, a nossa vida é um caminho, o Cristo falou: "Eu sou o caminho da verdade e da vida. para outros, o caminho, a verdade e a vida,
, com a bússola mais apontada. É interessante que sabedor de que o nosso, a nossa vida é um caminho, o Cristo falou: "Eu sou o caminho da verdade e da vida. para outros, o caminho, a verdade e a vida, que não modifica muita coisa, mas ele é o caminho. Ou seja, nós estamos sempre em movimento. Se nós acertarmos a bússola com aquilo que o Cristo nos ensinou, que nada mais é do que as leis divinas, a lei de progresso, lei de causa efeito, né? as leis que que regem o universo, que servem pro mundo material como pro mundo espiritual. Se eu seguir essas leis, eu vou estar no caminho certo naquele trajeto de caminhada a pé até São Paulo. Eu vou estar no caminho certo no meu barco, soprando com vento de popa na direção certa. Para isso a gente conta com apoio. Tanto a literatura espírita nos ensina, nos esclarece, nos tira as dúvidas, nos atualiza e nos dá a interpretação correta do evangelho, que ela nos aponta a direção certa. A comparação que eu gosto de fazer entre nós e a nossa busca pela felicidade é o que a gente encontra nas plantas. A planta ela nasce com um desejo de sol. Até aquelas que são de sombra, mas elas procuram a claridade. Toda a planta se volta pro sol. Se ela não tem a claridade suficiente, ela vai crescer mais para ultrapassar e conseguir. Nós também. Nós nascemos com essa capacidade plantada por Deus dentro de nós de buscarmos a Deus. O problema é que nem sempre nós entendemos isso e aí apontamos a nossa bússola na direção errada. Às vezes nos importamos muito com a riqueza, às vezes apostamos muito no poder, às vezes nos perdemos e nos entregamos às drogas, aí incluído todas elas, mas uma coisa em comum nós temos. Toda essa busca e essa esse jeito errado de proceder vem dessa necessidade de ir na direção de Deus. E a gente está às vezes está perdido, não sabe para onde apontar. A partir do momento que nós decidirmos fazer aquele planejamento que eu havia falado, como é que está indo a minha vida? Será que eu não posso sentar, refletir neste momento que estou aqui assistindo pela
rtir do momento que nós decidirmos fazer aquele planejamento que eu havia falado, como é que está indo a minha vida? Será que eu não posso sentar, refletir neste momento que estou aqui assistindo pela internet, sentado na minha casa ou no meu jardim ou no banco de um auditório? Será que eu não posso planejar? Como que eu quero estar daqui a 10, 20 anos? Como que eu quero chegar ao final da minha vida? o que eu quero levar, ou melhor, o que eu posso levar. Sabendo disso, de que nós temos um ponto de chegada, sabendo o que nós podemos levar, por que não fazer um planejamento em cima disso? Por que não planejar em multiplicar as minhas qualidades? Estar reencarnado é por si só um objetivo difícil. Mas todas as vezes que a gente lê algo do Evangelho ou na própria literatura espírita, ninguém não nos ninguém nos cobra a perfeição. Nós seremos perfeitos um dia, mas nos cobra a tentativa, nos cobra a repetição, nos cobra estarmos a cada dia melhorando, a cada dia atualizando um pouco mais o nosso planejamento. Assim que a gente se lembre de todos os dias termos um planejamento e seguirmos aquele planejamento. Qual a minha meta? Para onde vai o meu espírito? Esta a reflexão de hoje com relação às partidas e chegadas, que nós tenhamos o planejamento, que é o evangelho do Cristo. Estando alinhado com ele, nós estaremos apontando com a búlsa na direção certa. Assim, agradecemos a Deus, agradecemos a Jesus a oportunidade de termos conversado, refletido sobre alguma coisa que possa contribuir para a nossa felicidade futura. Muito obrigado, Deus. Muito obrigado, Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no
os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino,
da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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