Roberta Assis | VIDA (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 18/11/2024 (há 1 ano) 37:09 755 visualizações

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Transcrição

sempre uma alegria e um privilégio a gente poder começar a semana conversando um pouco sobre o Evangelho, conversando um pouco sobre essa doutrina que nos auxilia a nos reposicionarmos diante da vida, que é o nosso tema de hoje. Esse esse nós vamos abordar esse tema a partir do livro do Chico Xavier pelo espírito Emanuel. meditações diárias e a gente vai carinhosa, mas firmemente conduzidos pelo Emanuel. Emanuel foi o mentor de Chico Xavier, um espírito bastante firme e muitas vezes sempre que a gente fala de Emanuel, a gente fala: "Nossa, mas né, um espírito tão exigente". E de fato Emanuel o é, mas ele o é em nosso favor. e potencialidade muito além da nossa própria desconfiança sobre nós mesmos. Então, a gente vai aceitar esse desafio amoroso que é dialogar com Emanuel sobre o Evangelho e sobre a doutrina espírita. E nesse capítulo é bastante interessante porque o título, ao mesmo tempo que é curto é bastante amplo, né? que que a gente vai conversar sobre a vida considerada. Mas Emanuel nos chama a uma reflexão sobretudo a respeito de ponto de vista. É preciso que a gente se lembre que nós não temos um espírito. Nós somos um espírito. Somos um espírito encarnado. E é daí que Emanuel vai puxar a nossa reflexão. E ele começa essa mensagem dizendo assim: "Aprende a pensar em termos de eternidade, para que o internato no corpo físico não te empane a visão da vida. É bastante importante que a gente faça um esforço cotidiano diário para nos lembrarmos, para nos despertarmos. Hoje todo mundo acordou, levantou, veio para cá. E mas muitas vezes a gente nesse repetir diário de acordar pelas manhãs, a gente se esquece de despertar espiritualmente. A gente se esquece de renovar ou de reencontrar Deus em nós mesmos todas as manhãs. juntamente com esse ato simples de despertarmos, despertar também a consciência de que somos espíritos encarnados, que a vida se estende para além da encarnação, paraa compreensão que a encarnação é uma etapa da vida do espírito. Por mais longue os espíritos nos chamam

onsciência de que somos espíritos encarnados, que a vida se estende para além da encarnação, paraa compreensão que a encarnação é uma etapa da vida do espírito. Por mais longue os espíritos nos chamam a atenção, a reflexão nesse particular reiteradas vezes, por mais longa que nos pareça, a encarnação presente e por mais dura que ela possa apecer neste momento em que atravessamos os desafios que atravessamos, ela não é mais do que um grão de areia na eternidade das nossas existências. Somos espíritos imortais. A encarnação que no momento nós experimentamos é uma pérola num colar extenso de várias e várias encarnações que já tivemos antes e de tantas outras que ainda experimentaremos adiante. Nessa conscientização de que a encarnação é um momento da vida do espírito, é preciso que nós também despertemos a consciência de que ela tem um propósito. E o propósito não é sofrermos indefinidamente, muito embora no momento estejamos todos nós, sem dúvida nenhuma, experimentando desafios, dores de maior ou de menor intensidade. No entanto, é preciso que a gente reflita que o propósito da encarnação é a depuração do espírito, é a evolução do espírito. Isso a gente já consegue repetir na casa espírita, a gente repete até com bastante frequência. No entanto, a gente ainda não consegue interiorizar este conhecimento para o profundo do nosso coração e da nossa mente. uma visita ilustre, porque a gente ainda não consegue permanecer nessa consciência constante de que os problemas fazem parte natural da vida, que as dores são um desdobramento natural de se estar encarnado, porque o propósito da encarnação é que a gente vá despertando a nossa, expandindo a nossa consciência, despertando as nossas forças ocultas. E não faremos isso sem enfrentarmos a nós mesmos e as nossas dificuldades íntimas e também as dificuldades exteriores. E Emanuel então continua nessa reflexão com a gente sobre a vida, mas a vida além da encarnação. Gente, agora toda vez que a gente falar sobre a nossa vida, nós vamos falar sobre a nossa vida

eriores. E Emanuel então continua nessa reflexão com a gente sobre a vida, mas a vida além da encarnação. Gente, agora toda vez que a gente falar sobre a nossa vida, nós vamos falar sobre a nossa vida nesse nesse nessa dimensão. Tô falando da vida ou estamos falando da encarnação? Porque são coisas que se entrelaçam, porém diferentes. Porque a nossa vida vem de antes e segue além. E Em Emanuel diz assim: "Uma existência na Terra constitui precioso, mas breve aprendizado, em que sob a ficha de certo reduto familiar, conquistas o privilégio de avançar para adiante nas sendas evolutivas ou a permissão de recapitular as nossas próprias existências. Então, vamos lá. Por mais difícil que seja, Emanuel tá dizendo pra gente, por mais difícil que seja, por mais difícil que te pareça, compreende. O momento é de brevidade. A encarnação, por mais longa que ela seja, ela é um breve período. Porém, não é porque o período é breve ou porque temos a consciência de que encarnaremos novamente, que nós vamos desprezar este momento, porque ele é único na existência do espírito. E aí a gente reflete que aquela frase da sabedoria popular que eh se diz: "Só se vive uma vez". Ela é a um só tempo uma verdade, uma mentira. A gente fala sobre isso com alguma frequência. Ela é uma mentira porque a gente vive várias vezes várias encarnações, não só neste planeta, mas em tantos outros. Já vivemos outras encarnações, viveremos tantas outras. Teremos oportunidade de revisitar, de recapitular, de aprender adiante, se não aproveitarmos muito bem a atual, certamente, mas é também uma verdade que só se vive uma vez. Nesse contexto em que nós estamos inseridos neste momento, é só uma vez. Ele não se repetirá. Eu não terei novamente a mesma identidade encarnatória. Esse contexto no qual eu me expresso, ele é único. esse pai, essa mãe, esses espíritos que me receberam e fizeram parte do arcabolso desta encarnação. Provavelmente nós não repetiremos essa configuração como pai, mãe e filha, talvez alguma outra, espero eu, porque

a mãe, esses espíritos que me receberam e fizeram parte do arcabolso desta encarnação. Provavelmente nós não repetiremos essa configuração como pai, mãe e filha, talvez alguma outra, espero eu, porque espíritos muito queridos, tive esse privilégio, mas esse contexto provavelmente não se repetirá. Esse CPF, essa identidade, esses cabelos cacheados provavelmente não se repetirão, porque em nova encarnação, novos conjuntos serão trabalhados, novos contextos, novos espíritos, novas circunstâncias. Isso não se repetirá. Então, se nós estamos vivendo uma experiência única, é preciso que nós a tratemos. como tal, ela é preciosa, é preciso que a gente dê dimensão a ela. A gente sempre gosta de refletir que para que nós tivéssemos nessa encarnação presente, vários desenhos precisaram ser feitos, vários ajustes. Existe todo o meu contexto e a minha necessidade reencarnatória, mas também de todos que me cercam. e integrar todo esse contexto para um momento ótimo em que a encarnação pudesse acontecer. Não é coisa simples. Nos livros de André Luiz, há uma conversa de André Luiz ah com um amigo no plano espiritual em que o amigo relata, ele que esperava já há longos anos que os contextos encarnatórios daqueles espíritos com os quais ele precisava reencarnar se apresentassem. Ele ainda não havia tido essa oportunidade porque aguardava que tudo se encaixasse. Ele estava pronto, mas aqueles que encarnariam com ele ainda não. E ele esperava. Então, a gente vai refletir também no sentido de darmos a dimensão e a importância para nós deste momento. Porque talvez uma das piores sensações que a gente possa experimentar é de perda de oportunidade. fala: "Nossa, mas eu devia ter aproveitado essa consciência de uma maneira mais adequada a meu favor. Todos nós que temos contato com a doutrina espírita, todos nós que aqui estamos nesse tempo espaço, não podemos mais alegar em nosso favor a ignorância. Mas eu não sabia que a encarnação é importante. A gente sabe? a gente já sabe. Então, é preciso que a gente faça

e aqui estamos nesse tempo espaço, não podemos mais alegar em nosso favor a ignorância. Mas eu não sabia que a encarnação é importante. A gente sabe? a gente já sabe. Então, é preciso que a gente faça um acordo, uma amizade com a gente mesmo, por mais difícil que pareça. Talvez o primeiro e o mais importante desafio que nós tenhamos, mas que faremos uma prova de amizade com a gente mesmo, é sustentar os dias, sustentar a existência. não desistirmos, não desistiremos de nós. Há um propósito, há um propósito geral para toda a humanidade. As encarnações t esse propósito geral de propiciar ao espírito oportunidade, oportunidade de aprendizado, de dinamizar suas forças, de sair mais forte, mais consciente através da superação de problemas, dores e desafios. Também é uma oportunidade de resgate, de nós revisitarmos emoções, circunstâncias, sentimentos em que nós, num passado próximo ou remoto, nos saímos muito mal e temos a oportunidade de refazer, reaprender, revisitar contextos semelhantes para que a gente possa ter uma resposta melhor. E nesse sentido, a encarnação é também autores na consciência da preciosidade que isso significa para o nosso espírito, nós vamos sustentar os dias na certeza de que para além deste propósito coletivo, há um propósito ou vários propósitos individuais. A vida conversa conosco em todas as fases da nossa vida. Todo o nosso contexto sinaliza para nós. É a vida conversando conosco. Às vezes como Emanuel, de uma maneira bastante exigente, fala: "Vida, pera aí, calma, não dá para ser mais devagar." Mas é a vida conversando com a gente sobre mobilizações necessárias que nós precisamos fazer, conscientizações necessárias que nós precisamos fazer acerca de nós mesmos, acerca do nosso posicionamento na vida e no mundo que precisa mudar. A gente precisa mudar. Como evoluir sem mudar? Às vezes a gente fica nessa loucura, não, eu quero realmente evoluir, mas eu não quero mudar nada, porque vai ficar um pouco complicado, porque mesmo para melhor, eu preciso mudar,

evoluir sem mudar? Às vezes a gente fica nessa loucura, não, eu quero realmente evoluir, mas eu não quero mudar nada, porque vai ficar um pouco complicado, porque mesmo para melhor, eu preciso mudar, eu vou precisar deixar para trás conceitos que já não me servem mais, comportamentos que eu sei que são inadequados e me causam dor a mim, ao quem está ao meu redor, Eu vou precisar mudar. E outra coisa muito importante que a gente às vezes não reflete, não importa em qual fase da vida encarnatória que nós estejamos, seja na infância, na adolescência, na vida adulta, na maturidade. A vida vai continuar exigindo de nós mudança, trabalho ativo, claro que adequados aos contextos de cada fase encarnatória, mas não há descanso no sentido de que não, agora eu não preciso mais fazer nada, porque né, gente, não. A vida é constante nesse convite de transformação, de superação. é esse diálogo constante e muitas vezes ela vai bater na nossa porta com esse chamado, com o nome de dor e a gente vai aprender a fazer as pazes com isso. É difícil. Eu sei que é, é difícil para mim também, mas nós vamos fazer as pazes com a vida, entendendo que ela nunca vem para nos prejudicar, mas ela vem como portais transformadores, olha, a sacudir as nossas forças, a dizer: "Olha, é hora de mais um passo, é hora de seguir adiante, é hora de dizer a Deus alguns conceitos. e abraçar conceitos novos. É hora de se reconhecer melhor, mais capaz do que antes. E eu estou te convidando a essa transformação. E a gente vai fazendo as pazes com a vida, entendendo tudo como oportunidades e sustentando a nossa luta cotidianamente. Mas não acabou, tá gente? Emanu ainda continua falando com a gente e ele vai dizer assim: "Não te esqueças, porém, de que a morte se incumbirá de interromper-te o uso fruto das regalias humanas na afeição dos valores ou dos prejuízos, na aferição dos valores ou dos prejuízos, que hajas angareado em favor ou desfavor de ti próprio, a fim de que não percas a necessária renovação para o grande amanhã.

ção dos valores ou dos prejuízos, na aferição dos valores ou dos prejuízos, que hajas angareado em favor ou desfavor de ti próprio, a fim de que não percas a necessária renovação para o grande amanhã. Emanuel tá nos chamando aqui a viver conscientes de que nós vamos desencarnar, a conversarmos sobre a morte. Se a gente está conversando sobre vida, necessariamente precisamos também conversar sobre morte. Mas o que é a morte? Afinal, nós culturalmente temos uma certa aversão a conversar sobre o desencarne. Ai, Deus me livre, gente. Vai acontecer com todos nós. É inescapável. Só por isso já seria uma questão que a gente precisa olhar, que a gente precisa conversar. Certamente que nos despedirmos pela porta do desencarne é dos maiores desafios que nós atravessamos, especialmente ainda neste momento em que nós estamos, de pouca compreensão do funcionamento do amor, que nós jamais perderemos aqueles que amamos em razão do extremo apego que nós ainda temos, porque o nosso apego não é apenas material. Nosso apego é também emocional. Nós temos muita dificuldade em amar sem prender. Nós temos ainda bastante dificuldade com essa conscientização de que somos espíritos imortais e que a morte física é apenas um portal, uma passagem para uma outra dimensão e uma realidade da vida que prossegue. E por a gente tem tanta dificuldade internamente se conscientizar com isso, o desencarne daqueles que amamos ou os nossos próprios desencarnes acabam sendo mais dolorosos do que eles necessitariam ser. Certamente é difícil e a gente sente saudades, mas é temporário. E toda vez, e toda vez mesmo que a gente se recolhe pela prece e ainda que com lágrimas de saudade, mas sem revolta, nós sentiremos a aproximação daqueles que amamos e o saberemos. para além das palavras, vivos e próximos. e pensarmos sobre a morte do corpo orgânico, do veículo orgânico com alguma frequência, eu convido a que façam isso, que mobilizem a coragem nesse sentido, fará com que a gente ressignifique os nossos dias, que a gente viva a nossa

rpo orgânico, do veículo orgânico com alguma frequência, eu convido a que façam isso, que mobilizem a coragem nesse sentido, fará com que a gente ressignifique os nossos dias, que a gente viva a nossa vida de uma maneira mais plena. Hoje nenhum de vocês vai deixar o dia terminar sem falar eu te amo de uma maneira profunda, presente, com as pessoas que você amam mesmo e convivem. Porque tudo muda, né? Já diria uma música do Lulu Santos, tudo muda o tempo todo no mundo. Não há garantias, aliás, a única garantia que a gente tem é que a nossa vida vai mudar. Ela não vai permanecer como ela está neste momento. Seja as coisas que a gente não gosta, isso é um alívio, pensa: "Nossa, vai acabar esse ciclo uma hora ou outra, graças a Deus". Mas também há aquelas a que nós estamos afeiçoados. Esses ciclos também vão se encerrar e vão mudar. E vai será e vai ser preciso e será preciso que a gente consiga nestes momentos abençoar e deixar na certeza de que o amor que é semeado, vivido e compartilhado permanece para além dos estritos limites da matéria. E também permanecemos nós para além dos estritos limites da matéria. Então, cada dia passa a ter um significado muito precioso e todos ao nosso redor passam a significar oportunidades bastante significativas de mudança de nós mesmos, não do outro, de novas interpretações, mas sobretudo da gente olhar e perceber que muitas vezes por deixarmos passar o cotidiano ou por estarmos ocupados com pequenezas materiais que parecem muito grandes para nós neste momento, nós esquecemos do essencial, do quanto nós amamos quem está ao nosso lado e do quanto a gente ama inclusive compartilhar a luta dos dias com essas pessoas. Então hoje a gente não vai deixar passar a oportunidade de dizer: "Fal, olha como eu sou grato. A vida é difícil, mas como eu sou grato de atravessá-la ao seu lado. Obrigado." E aí a gente vai sentir o amor enquanto a gente tá vivendo o amor, nos processos de despedida que o luto nos traz também. Aí uma das maiores dificuldades é quando a gente fala:

ao seu lado. Obrigado." E aí a gente vai sentir o amor enquanto a gente tá vivendo o amor, nos processos de despedida que o luto nos traz também. Aí uma das maiores dificuldades é quando a gente fala: "Poxa, mas eu não disse o quanto que eu amava. Poxa, mas eu não aproveitei". E é muito diferente quando a gente consegue dizer esse a Deus e dizer: "Mas valeu a pena. Cada passo da jornada vai em paz. Eu vou sentir uma falta danada. Mas não faltou nada. Não faltou eu te dizer que eu te amava. Não faltou a gente compartilhar os dias. Mesmo nas nossas discussões e brigas, a gente sempre conseguiu colocar a nota do respeito na consciência de que o amor que nos une é muito maior e a gente consegue atravessar este período de luto com maior equilíbrio. E a gente alcança esse patamar dessa saudade sentida. É difícil mesmo. Porém, arrimada num amor que viveu o que precisava viver. e que sabe que o reencontro é certo, porque a vida, a vida é muito mais do que a encarnação presente. E porque o nosso tempo já vai caminhando pro final, a gente até queria ficar conversando mais tempo aqui com Emanuel, mas a gente vai encerrar aqui com ele, com a reflexão que ele nos traz, que é bastante importante. Recebe a aflição e a dificuldade, aliviando as aflições e as dificuldades alheias. Pede auxílio auxiliando. Roga o socorro do céu, socorrendo aos que te rodeiam na terra. Porque entre os panos do berço e os panos do túmulo, desfrutas simplesmente um dia curto no tempo ilimitado, dentro da vida imperecível. baseada na justiça perfeita e no amor sem fim. Estamos todos nessa encarnação abraçados pela misericórdia do Pai e na vida como um todo. Mas Emanuel nos chama atenção para algo precioso neste final. Vamos pedir ajuda, vamos rogar apoio, vamos pedir misericórdia, claro. Mas enquanto isso, enquanto as nossas rogativas são processadas, porque toda prece que a gente faz é ouvida e é atendida no nosso melhor proveito, não necessariamente na forma como a gente pediu. Enquanto esse processo se desenrola,

ossas rogativas são processadas, porque toda prece que a gente faz é ouvida e é atendida no nosso melhor proveito, não necessariamente na forma como a gente pediu. Enquanto esse processo se desenrola, nós vamos fazer isso que Emanuel recomenda. Nós vamos auxiliar, nós vamos nos reconhecer capazes nesse contexto da vida, da vida como um todo, da vida em todas as letras maiúsculas, capazes de fazermos o bem, capazes de auxiliar mesmo com dores, ou talvez auxiliemos melhor, porque atravessamos dores. Isso desperta em nós o sentimento da empatia, de querer ajudar, porque eu não quero que ninguém passe o que eu estou passando. E aí a gente vai curando não só a nós mesmos, mas também o mundo. E a gente vai se reconhecendo maior do que os nossos problemas, porque assim é. E nós vamos nos reconhecendo maiores que as nossas dores, porque assim é. E aí a gente vai estabelecendo um uma atmosfera de amor e fraternidade dentro de nós e ao nosso redor. E talvez a gente perceba que o que a vida queria mesmo era que a gente aprendesse essa singela lição, auxiliar. Então, que a nossa nota da semana esteja nos nossos lábios com a frase: "Em que posso ajudar". Uma boa semana para todos nós. Então, meus amigos, vamos agradecer a excelente palestra tão elucidativa da nossa irmã Roberta, que nos alertou para as nossas atitudes do dia a dia, visando, não é, uma melhora, uma diferença na nossa reencarnação. Ela foi bastante elucidativa, bastante clara sobre o que nós estamos fazendo aqui, sobre a nossa vida e também como encararmos a morte, que é um fenômeno natural da vida, né? Então, agradecendo a presença da nossa irmã Roberta e vamos agradecer a Deus, nosso pai, nosso criador, que nos está dando as oportunidades de conhecermos melhor a sua criação, a criação do universo e do homem inserido nele. possamos, pai, procurando entender a nossa missão, a nossa vida aqui na terra, que possamos ajudar a todo irmão necessitado, a todo aquele que vier nos pedir um auxílio, um favor. E que esta ajuda,

e. possamos, pai, procurando entender a nossa missão, a nossa vida aqui na terra, que possamos ajudar a todo irmão necessitado, a todo aquele que vier nos pedir um auxílio, um favor. E que esta ajuda, Pai, possa ser tão velada, tão sozinha, tão escondida, que serás um segredo entre vós e nós, pois assim teremos o vosso auxílio sempre. Agradecemos a Jesus, nosso mestre. Agradecemos a equipe do Dr. Bezerra de Menezes, patrono desta casa, por esta oportunidade de ouvirmos mais um pouquinho e de nos eh de nos compreendermos a nossa missão aqui na Terra. Assim seja. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os

e me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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