CARMA E PARENTELA - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/03/2026 (há 2 semanas) 47:56 753 visualizações

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Transcrição

para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim [música] que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza. >> Boa tarde, noite para todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília, aos que estão aqui presencialmente no auditório Bezerra de Menezes, esse auditório que leva o nome do nosso diretor espiritual. A todos que nos ouvem aqui pelos canais, não esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página, deixar o seu like, que é o seu aplauso, compartilhar, enviar essa palestra para um amigo, se gostou, e para que possamos continuar levando o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita a todos os cantos que alcançamos. Estamos aqui com nossa irmã Roberta Assis, que nos traz o tema karma e parentela. Vamos fazer a nossa leitura de harmonização, a nossa prece inicial e passar a palavra para a nossa irmã. Estamos aqui com esse livro Conselhos úteis. Ele é psicografado pela Hilda Alonso, que foi trabalhadora da casa e ditada pelo espírito Hilda Pereira Magalhães. É mãe e filha. A dona Hilda recebia as mensagens de sua mãe e resolveu transformar em livros para que a gente possa ter acesso a essas mensagens maravilhosas. É um livro editado pela comunhão espírita de Brasília. Temos ele aí na nossa livraria de fácil acesso e bem baratinho. E a mensagem que a dona Yúilda nos traz é aparências. O aspecto exterior das pessoas nem sempre reflete o seu interior. Não te impressiones com a decadência do físico. Este necessariamente terá que aos poucos ir perdendo o seu víço. Mas isso não significa que o ser interior esteja sendo prejudicado na sua individualidade, na sua realidade. Às vezes acontece exatamente o inverso. Desfigura-se o corpo para que brilhe e resplandeça o espírito. Medita, pois, na grandeza e na sabedoria

do prejudicado na sua individualidade, na sua realidade. Às vezes acontece exatamente o inverso. Desfigura-se o corpo para que brilhe e resplandeça o espírito. Medita, pois, na grandeza e na sabedoria do Pai Celestial, que a tudo provê e que tudo faz pelo bem dos seus filhos, apesar das aparências enganosas. A gente é muito ligado a aparências físicas, né? a gente vê cada vez mais as pessoas aí buscando eh não que eu seja contra, mas buscando a plástica exterior e nós sabemos que temos que ter a renovação interior. Não que não devemos cuidar do corpo, sim, devemos, mas cuidar muito mais do espírito, porque Jesus nos disse: "Meu reino não é deste mundo, a vida futura". Vamos fazer a nossa prece. Aqueles que puderem, eu convido a fechar os olhos. que não puderem podem permanecer de olho aberto, que não sentirem confortáveis aqui presencialmente, que nos ouvem através dos nossos canais da TV Comunhão, dizendo: "Pai amado, Deus pai de infinita bondade, causa primária de todas as coisas, inteligência suprema, mestre amado Jesus, nossa querida mãe, Mãe do coração Maria de Nazaré, aos mentores e trabalhadores deste horário, os espíritos, amigos, aos desencarnados aqui presente. É com muito bom ânimo que estamos aqui agradecendo a Deus pela boa vontade, pelo ânimo de chegarmos aqui, por ter vencido as dificuldades e os obstáculos. que quase impediram da gente estar aqui hoje nessa tarde de estudo de palestra pública da comunhão espírita de Brasília. Assim, mestre, te agradecemos pelo ambiente a Dr. Bezerra de Menezes, que com seus trabalhadores, seus amigos espirituais preparam este ambiente para que adentrarmos, sentirmos a harmonização, a paz, a tranquilidade. E é nesse ambiente, nessa harmonia de amor e de paz que abrimos os nossos corações e a nossa mente para que a nossa irmã Roberta Assis possa nos trazer suas inspirações do alto naquilo que ela preparou. E, ó mestre, pai amado, pedimos permissão e aos diretores espirituais deste momento para dar início à nossa palestra de hoje, dando graças a Deus e

r suas inspirações do alto naquilo que ela preparou. E, ó mestre, pai amado, pedimos permissão e aos diretores espirituais deste momento para dar início à nossa palestra de hoje, dando graças a Deus e graças a Jesus. Peço a todos que verifiquem seus celulares para que estejam no modo silencioso e não tenhamos nenhuma interrupção na nossa concentração e na fala da nossa irmã. Muito obrigado a todos. Uma boa palestra. Um bom começo de noite, né? Porque a partir das 18 horas a gente já pode dar boa noite, um bom começo de noite, então, para todas e todos. Hoje a gente vai conversar sobre um tema que mexe com todos nós, né? a gente vai falar de laços familiares e os nossos vínculos além desta encarnação, né? O tema eh que dá a bibliografia para essa nossa reflexão de hoje. Ele tá lá no livro Renovando Atitudes, chama Karma e Parentela e é uma psicografia do Francisco do Espírito Santo Neto pelo espírito AMED. Então, a gente vai ter boas reflexões aqui hoje. A média, assim como Joana de Ângeles, assim como irmãs do F, né? são mentores que vão nos chamar a uma reflexão psicológica, uma reflexão acerca dos ensinamentos da doutrina espírita, mas com uma perspectiva de autoconhecimento. Então, todos os temas vão ser abordados a partir dessa, desse convite para que a gente mergulhe nosso universo íntimo e traga o que está no Evangelho para uma reflexão própria que favoreça este processo de autotransformação e pacificação interior. Nesse entendimento e nessa dimensão que o único universo em que nós temos absoluto poder transformativo é o universo íntimo. Então, a gente vai também seguir inspirados pela pela essa mensagem, né, da nossa querida Hildo Alonso, no sentido de que também ao olharmos para os nossos contextos familiares, precisaremos refletir um pouco além das aparências. Para começar essa reflexão sobre karma e parentela, então o Amed, ele faz uma citaçãozinha de um trecho do item 19 do capítulo 4 do Evangelho Segundo o Espiritismo. E o capítulo quarto do Evangelho Segundo o

meçar essa reflexão sobre karma e parentela, então o Amed, ele faz uma citaçãozinha de um trecho do item 19 do capítulo 4 do Evangelho Segundo o Espiritismo. E o capítulo quarto do Evangelho Segundo o Espiritismo, ele trata da reencarnação. Ele fala, o título do capítulo é: "Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo". Então, a gente na doutrina espírita vai entender os nossos contextos familiares a partir do conceito da reencarnação. Então, nós temos, vivemos várias vidas na matéria. Esta não é a primeira vida na matéria que nós experimentamos. Certamente não será a última. Estamos aí viajando entre vários processos encarnatórios e nessa jornada a oportunidade é para que a gente se transforme profundamente a cada ciclo. E o o item 19, ele fala assim, do Evangelho Segundo Espiritismo, fala assim: "A união e a afeição que existem entre pessoas parentes são o índice da simpatia anterior que as aproximou. Daí vem que, falando-se alguém, cujo caráter, gostos, pendores, nenhuma semelhança apresentam com o dos seus parentes mais próximos, se costuma dizer que não é da família. Dizendo-se isso, enuncia-se uma verdade mais profunda do que se supõe. Deus permite que nas famílias ocorram essas encarnações de espíritos antipáticos ou estranhos, com o duplo objetivo de servir de prova para uns e para outros meio de progresso. Aqui a gente vai fazer uma pequena parada e uma pequena reflexão que nos nossos contextos familiares nós teremos nesse pequeno universo, nós teremos espíritos afins, espíritos com os quais nós temos uma diferença, uma antipatia, um antagonismo. E teremos espíritos que a gente não conhece, que são estranhos para nós, que tudo que esta pessoa faz pra gente é novidade. Então, nós temos todo um conjunto circunstancial de experiências que daí a gente já vai imaginando, porque não é só uma coisa, é tudo ao mesmo tempo. Então nós temos os nossos afetos que já vem de outra vida, né? Com aquelas pessoas que mesmo que a gente discuta, né? Mesmo aquelas das pessoas que a

porque não é só uma coisa, é tudo ao mesmo tempo. Então nós temos os nossos afetos que já vem de outra vida, né? Com aquelas pessoas que mesmo que a gente discuta, né? Mesmo aquelas das pessoas que a gente se desentende, logo a gente já resolve, logo a gente já faz as pazes, logo a gente a gente é aquela coisa, né? A gente divide o mesmo neurônios, a gente tá vivendo, passando alguma situação, a gente não precisa nem falar, né? Com o pai, com uma mãe, com uma filha, com o irmão, com uma prima, a gente não precisa nem falar. Só pra gente se olhar, a gente já entendeu tudo. E é interessante que com essas pessoas muitas vezes a gente tem diálogos silenciosos, porque a gente tá vivendo uma situação, olha para uma pessoa e olha para aí a gente responde e ninguém disse uma palavra e todo mundo já entendeu ali que esses são os espíritos afins que fazem parte da nossa família espiritual, espíritos com os quais nós estamos já afinados nessa nesse aprendizado amoroso onde cabe, não quer dizer que são pessoas com quem a a gente nunca se desentende, mas cabe nesse relacionamento, inclusive o espaço para o, né, a discordância saudável. Esses são os que fortalecem uns aos outros nessa jornada. Nós nos sustentamos. É no ombro de quem a gente chora. São as pessoas com quem a gente primeiro comemora todas as nossas vitórias. Mas também haverá no nosso conjunto reencarnatório pessoas que a gente não encontrou antes na encarnação, em nenhuma encarnação. São espíritos completamente diferentes de nós. E aí a gente precisa ter um pouco de cuidado, porque a gente tem muita dificuldade com a diferença, com o diferente. Porque nós que ainda carregamos uma dose de orgulho bastante grande, a gente tende a achar que a gente sabe de tudo e que as pessoas têm que ser ou existir da forma como a gente acha que o mundo é, de acordo com os parâmetros que a gente estabeleceu ou daquilo que a gente consegue conceber do mundo. Só que o mundo é muito mais amplo e vasto do que o nosso o a nossa evolução consciencial

mundo é, de acordo com os parâmetros que a gente estabeleceu ou daquilo que a gente consegue conceber do mundo. Só que o mundo é muito mais amplo e vasto do que o nosso o a nossa evolução consciencial permite que a gente abarque. E são esses espíritos que nos desafiam com o diferente, que podem nos trazer grandes aprendizados. A gente sempre gosta de trazer o exemplo, um problema matemático, por exemplo, uma situação, um problema, coisa simples, né, assim, que a gente estuda no ensino médio, uma situação, problema que o professor passa lá pra gente resolver, normalmente ela tem mais de uma forma de ser resolvida. Eu tenho mais de um caminho para chegar a uma solução. Dado um conjunto de informações que pede uma solução, eu tenho mais de um caminho para chegar, às vezes dois ou três. E esses caminhos chegarão no mesmo resultado, no resultado correto, esperado pelo professor. Mas na vida a gente tem muita dificuldade com isso. Quando a gente vê alguém trilhando um caminho diferente do que a gente escolheria, a gente não espera para ver não, mas deixa eu ver aqui. Nunca pensei desse jeito, nunca pensei dessa forma, mas será que dá certo? E aí a pessoa consegue. E se a gente tiver humildade de aprender, nós vamos aprender muitas coisas com o diferente. Ao invés de simplesmente nós tentarmos eh desmerecer ou falar: "Não, desse jeito não é do jeito aqui que eu tô te falando." Será? Será que não existem outras formas possíveis de existir e alcançaremos igualmente o objetivo de evoluir passo a passo na encarnação? O mundo em que nós somos chamados a experimentar a encarnação, o planeta Terra é um planeta que ele, a natureza é diversa. São mil formas, mil maneiras de existir. As a natureza, ela é uma explosão de diferenças que se equilibram nos ecossistemas. Normalmente quem desequilibra os ecossistemas somos nós, né, humanos, que costumamos agir com desrespeito, aí com egoísmo, né? Tudo para mim e para os meus. Se tiver causando prejuízo para os demais, azar. Sendo os demais, o que

a os ecossistemas somos nós, né, humanos, que costumamos agir com desrespeito, aí com egoísmo, né? Tudo para mim e para os meus. Se tiver causando prejuízo para os demais, azar. Sendo os demais, o que quer que seja. Mas então a gente vai refletir um pouco das pessoas da nossa família que nos desafiam por optarem por caminhos, por formas de existir que a gente nem imaginava que era possível. Falou agora isso. Toda novidade do mundo é essa pessoa que vai me trazer aqui agora. Não dá para ser mais normal, né? Quantas vezes a gente pergunta isso para um filho, para uma filha, não dava para ser mais normal assim, mais igual todo mundo, mais igual ao que eu esperava que você fosse. Obviamente que não, porque a pessoa está sendo a integralidade de quem ela é. O desafio de expandir a minha compreensão da vida é meu. A encarnação chama a transformação a mim, não ao outro. a que eu seja menos resistente, que eu me abra para novas realidades. Na nossa família, nós também teremos aqueles que são as pessoas com quem nós já trazemos eh contextos difíceis de outros ciclos encarnatórios. Quando acontece isso, são pessoas que a gente já tem um ranço imediato. São pessoas que qualquer coisa que elas falem a gente vai achar ruim. Se fosse alguém que está entre os nossos afetos falasse a mesma coisa, a gente não ia se incomodar. Mas a pessoa fala branco, a gente tem vontade de falar preto. A pessoa fala céu, a gente tem vontade de falar mar. E assim vai. Isso sinaliza para nós que há uma relação aí que continua em processo de saneamento, em processo de reequilíbrio. Todas as vezes que reencarnamos próximos de pessoas com as quais nós temos um conteúdo de mágoa e de dor de vidas passadas, nós estamos diante de uma oportunidade de reequilíbrio e não de reclamação e não de agravamento dos problemas. Então, é preciso que a gente perceba a nossa reação, a nossa cópia e o nosso quinhão. Eh, sobre isso que a média vai nos chamar a atenção. E, pessoal, por que que o Amé coloca de volta a reflexão

mas. Então, é preciso que a gente perceba a nossa reação, a nossa cópia e o nosso quinhão. Eh, sobre isso que a média vai nos chamar a atenção. E, pessoal, por que que o Amé coloca de volta a reflexão dentro de nós mesmos, né? Não é só pelo prazer de nos chamar atenção, não. É, porque às vezes a gente fica assim um pouco cansado com a Med, com a Joana, né? Com emana. Nós estamos sempre puxando a orelha da gente, para que não faz nada certo. Não é assim. Mas é nos chamando a esse amadurecimento, porque nós já temos condições de de fato estabelecer mais paz interior. Mas para isso a gente vai precisar amadurecer um pouco. A gente vai precisar de achar que todos os nossos problemas são exteriores a nós e nos adonarmos do nosso conjunto de crenças, nos adonarmos da nossa responsabilidade em mudar padrões de comportamento para melhor. Ah, mas o outro não tá fazendo a parte dele. Problema do outro. Eu fiz um compromisso comigo mesmo de mudança. Então, eu vou seguir neste compromisso de mudança, ainda que o outro não mude. E vamos lá, então, para que o Amed conversa com a gente. Importante lembrar que se fomos reunidos aqui e agora, é porque este é o melhor tempo para solucionarmos comportamentos inconvenientes, posturas de vida intransigentes e para promovermos nossa transformação interior. Fatores imprescindíveis para o crescimento da alma. A transformação é nossa, gente. Os padrões de comportamento que não servem, mas são os nossos. Ah, mas o Sim, ninguém tá falando que é fácil, porque não é. Ninguém está falando que nós não vamos verter lágrimas neste processo, porque nós vamos. Mas o que a média está sinalizando, o evangelho sinaliza para nós, o processo reencarnatório sinaliza para nós, é criatura se atenha ao aqui e agora. Se nós formos reunidos com esses espíritos neste ciclo, é porque temos condições apropriadas para integração e superação. Não é à toa que desce sobre nós o véu do esquecimento. É justamente para que a gente não fique voltando nem os padrões do passado, para

porque temos condições apropriadas para integração e superação. Não é à toa que desce sobre nós o véu do esquecimento. É justamente para que a gente não fique voltando nem os padrões do passado, para que a gente possa de fato construir algo novo. A gente intui, a gente sente. É claro que há há algo no nosso espírito que se movimenta, seja confortavelmente ou seja com incômodo a presença desses nossos familiares. Mas em vez da gente ficar diferindo ou jogando tudo pras vidas passadas, ah, porque isso aqui é um desafé de várias, tenho certeza que a gente é desafet de vidas passadas. Isso aqui é o karma, né? Meu marido, meu filho, meu irmão, meu pai, minha mãe, meu karma. Não. E é bom a gente refletir que se a gente tá falando assim, eles podem estar falando do mesmo jeito sobre nós. É sempre via de mão dupla. Nós não somos também eh espíritos já em estado de perfeição e evolução. O que importa para nós agora é este, é o aqui e o agora. Exatamente. O estarmos vivenciando a circunstância do agora. O que hoje eu posso fazer para que essa relação se equilibre? Como hoje eu posso começar a colocar camadas de respeito? Como hoje eu posso abrir espaço nessa relação para que não haja mais agressão? Como eu encerrarei esse ciclo de agressões? Porque alguém vai ter que parar. que seja eu, por que não? E aí a gente vai naqueles exercícios do perdão, né? E quantas vezes a gente fala: "Não, mas eu não levo desaforo para casa, eu vou fazer o fulano ver. Não, nem a gente não vai fazer ninguém ver. Se a pessoa não quiser ver, ela não vai enxergar". E não é esse o nosso papel. O nosso papel é que nós enxerguemos as nossas dores e as nossas mágoas. Por que a gente ficou tão frustrada? Por que a gente esperava diferente? Como eu posso reagir de maneira equilibrada? Porque também não é sobre a gente ficar aceitando agressões, não é isso. É sobre como impor limites de maneira respeitosa, segura e pacífica, mas firme. Olha, de agora por diante a gente não vai mais berrar um pro um com o outro.

ente ficar aceitando agressões, não é isso. É sobre como impor limites de maneira respeitosa, segura e pacífica, mas firme. Olha, de agora por diante a gente não vai mais berrar um pro um com o outro. E aí o outro continua berrando, você vai berrar sozinho. Eu não vou fazer isso mais. Eu não quero isso mais. É aqui e é agora. Muitas vezes demora-se muito tempo. A espiritualidade leva muito tempo para conseguir o desenho reencarnatório que a gente tem agora. A gente, todos nós que estamos encarnados num contexto familiar, todos nós temos inúmeros vínculos espirituais. Todos nós vivemos várias vidas. Mas neste momento agora é um momento ótimo em que nós conseguimos reunir condições para estarmos próximos o suficiente para convivermos de maneira inexorável com um prognóstico positivo. Pessoas que estão assinaladas no nosso círculo familiar, seja qual for a natureza, elas estão assinaladas para nós como pessoas chaves para a nossa evolução, para que nós possamos acertar esta relação. Eu posso respeitar o outro, ainda que ele não me compreenda. Esse é o desafio. E por isso que ele é tão difícil, porque é sermos respeitosos quando somos desrespeitados. É não devolver na mesma moeda. É oferecer outra face. Esse o sentido quando Jesus nos fala: "Se alguém te bater numa face, oferece a outra". Não no sentido de continuar sendo agredido, mas responde de outra forma. Responde com equilíbrio, responde com limite, mas sem violência. E é difícil. Entenda onde está a sua dor, a sua mágoa, e cure a sua mágoa. O processo de perdão é uma libertação do nosso coração, da nossa mente, da mágoa, da tristeza, de termos sido frustrados, enganados, traídos, o que quer que seja, e seguirmos adiante. o que o outro fez ou deixou de fazer, isso permanece com o outro. Mas eu posso evoluir deste lugar para uma compreensão de que talvez este ser não seja ou não esteja pronto para fazer o que eu esperava que ele fizesse agora. Então, eu vou lidar com esta pessoa de outra forma, da agora para diante, e não

uma compreensão de que talvez este ser não seja ou não esteja pronto para fazer o que eu esperava que ele fizesse agora. Então, eu vou lidar com esta pessoa de outra forma, da agora para diante, e não vou me frustrar mais. A gente vai ser capaz de olhar para esses essas feridas do passado como quem olha para uma cicatriz, né, gente? Perdoar não é ter amnésia. Perdoar é conseguir lembrar sem doer. Quando a gente olha para uma para um para um machucado, uma ferida que deixou uma cicatriz, a gente passa a mão e não dói. Mas quando a gente olha, a gente lembra do que que aconteceu. Mas a gente superou, a gente integrou, a gente seguiu adiante. É esse o objetivo do perdão, nos libertar para seguir adiante, para caminharmos melhor. O vel do esquecimento traz, então essa circunstância da gente poder viver o contexto atual e no contexto atual sermos mais fiéis à opção que nós fizemos conosco mesmos de construir a paz interior. Não dá para construir a paz interior. Se a toda oportunidade que a gente tem, a gente agarra na briga porque a gente quer tá certo. Importa mesmo que o outro fale: "Não, você tá certo, eu tô errado". Quem é que tem que ter essa convicção sobre o que que eu estou fazendo? É o mais adequado no estado do que eu compreendo da realidade. Se eu compreendo assim, pronto, o outro não precisa me validar. Precisa. É preciso que a gente vá firmando um espaço pessoal de autorespeito, de autoamor, de compreensão da gente, de aceitação da gente, como a gente é também. Isso é o que eu dou conta. Isso é o que eu compreendo. Eu vou permanecer fazendo aquilo que eu acredito. E se o outro me compreender, maravilhoso. Se não, paciência, que é reagir com gentileza, paciência tantas coisas, né? Mas também é reagir com paciência quando nós somos contrariados. É reagir com gentileza. é reagir com educação quando nós somos contrariados. Paciência. Aqui a Med vai vai falar os nossos corações também de uma maneira um pouco firme. Não são situações de vida passadas, de vidas passadas que te complicam os

ão quando nós somos contrariados. Paciência. Aqui a Med vai vai falar os nossos corações também de uma maneira um pouco firme. Não são situações de vida passadas, de vidas passadas que te complicam os relacionamentos afetivos. e sim a continuidade dos velhos modos de pensar, das crenças incoerentes e da permanência em doentios pontos de vista de onipotência. Nós não podemos e também não devemos viver a vida dos outros, tercer a escolha dos outros, dizer como o outro tem que achar, pensar, vestir, existir. Quando a gente se liberta disso e passa a respeitar as individualidades ao nosso redor, a vida vai distensionando, a gente vai vendo que a vida realmente vai trazendo mais leveza. os nossos passos vão ficando mais suaves e a gente vai encontrando também espaço paraa nossa própria autenticidade. Porque da mesma forma que eu não exijo dos outros que vivam de acordo com os meus padrões morais, eu respeito o caminhar dos outros. Eu também criarei um espaço de autogestão e autodeterminação, em que eu conseguirei existir de acordo com que eu acredito que é certo e não perseguindo a provação externa. e não tentando me moldar a algo que não tem sentido para mim, para ver se assim o outro vai me dar o amor que eu estou negando a mim mesmo. É preciso que a gente reflita que nessa busca insana aí, para terminar voltando no nosso texto de entrada, né, muitas vezes a nossa busca insana em torno de uma aparência que eh se projeta como a desejável. Então, eu tenho que ter o cabelo assim, a a roupa assada, o corpo daquele outro jeito e nisso a gente vai perdendo dias e dias. Se eu atingir esse ideal que nunca é alcançado, então eu serei amado. Porque eu não posso me amar hoje? Porque eu não posso oferecer a mim mesmo a noção de que eu tenho valor, de que eu sou importante, de que eu sou digno de ser amado, de que eu sou da forma como eu me expressar no mundo uma criatura, expansão de do amor mais puro que há, porque somos todos criaturas. de Deus. Nas palavras de Joana de Angeles,

ou digno de ser amado, de que eu sou da forma como eu me expressar no mundo uma criatura, expansão de do amor mais puro que há, porque somos todos criaturas. de Deus. Nas palavras de Joana de Angeles, lucigênitos, nascidos da luz, o que nós somos basta. Tá certo que a gente vai se transformando aí no caminho, mas o que eu sou hoje é belo, não é perfeito, mas é belo, muito belo, desejável, inestimável. Se a gente criar esse espaço de autorespeito, nós deixaremos também nós de buscar ideais que estão fora daquilo que a gente entende por aceitável. a gente vai se permitir ser autêntico e sobretudo a gente vai se permitir se sentir amado. Porque honestamente Deus não se importa se a gente é alto, baixo, gordo, magro, louro, moreno. O que importa é que a gente consiga ir expandindo a nossa capacidade de compreensão e de amorosidade. Amor é também compreensão. Amor é muitas coisas. Amor é tudo que há, é o início e também o fim. E nós estamos nessa jornada de aprendizado. Que a gente abre espaço para essa tolerância. conosco e com todos ao nosso redor. Não importa quem fomos nas vidas passadas, se nossos parentes eram perseguidores nossos ou nós os perseguimos. O que importa é que agora nós estamos juntos para criar uma história de respeito, de compreensão, que a gente olhe paraa nossa família e tente de fato compreender aqueles que estão ao nosso redor. Por ele age assim, por ela age assim, porque ela fala desse jeito e compreendendo que a gente estabeleça um diálogo de respeito. Olha, eu tô entendendo que você espera que eu faça isso, isso e aquilo, mas dessa forma eu não posso fazer porque eu entendo diferente a vida. E a gente vai mudando o padrão das nossas relações, pacificando as nossas relações. O objetivo da encarnação, da nossa família, que a gente consiga pacificar as nossas relações com esses que estão vinculados a nós. Isso passa pela autocompreensão e pela compreensão do outro. que a gente possa ter uma boa noite. É bom ouvir a Roberta falando, né? Eu torci muito por esse momento para

es que estão vinculados a nós. Isso passa pela autocompreensão e pela compreensão do outro. que a gente possa ter uma boa noite. É bom ouvir a Roberta falando, né? Eu torci muito por esse momento para dirigir uma palestra dela. Roberta é uma querida trabalhadora da casa que traz as o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita com muita clareza. Como diz Ramed, tem um capítulo que ele fala clareza de pensamentos e ela traz de clareza nas palavras simplicidade. E é isso que Jesus pediu. Quero agradecer aqui aos nossos irmãos que estão pedindo aqui. Boa noite, família comunhão. Que a palestra maravilhosa que chega aos nossos corações. O Luciano, realmente, Luciano, a Verônica, a Tânia, a Eliane, a Roberta. tem uma xá sua aqui. Boa noite, de Juiz de Fora, Roberta e a Marta também de Ibi, Minas Gerais, Minas Gerais, o Bxo do Espiritismo. E é com muita gratidão que a gente encerra essa palestra de hoje com a nossa prece final. Queremos só dar o aviso do atendimento fraterno. A casa tem o atendimento fraterno agora de segunda a segunda também aos domingos. aos domingos é de 17:30 às 19:30 e os demais horários estão no nosso painel. Aquela pessoa que às vezes tá na palestra ou que chega aqui na casa, que tá precisando de um atendimento, de um papo fraterno, é só procurar ali na recepção, na entrada da comunhão, que eles encaminham. Nós temos atendente durante todos os horários. Então, se precisarem, procurem a casa espírita para cuidar desse espírito, como diz a nossa irmã Roberta, procuramos o hospital para cuidar do corpo e aqui é o hospital, o pronto socorro dos espíritos. que possamos fechar os nossos olhos, nos preparar para o encerramento dessa palestra, dizendo: Pai amado, Deus, Pai de infinita bondade, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, que possamos sair daqui um pouco melhor do que chegamos, neste acolhimento espiritual que tivemos, nesse consolo, no esclarecimento trazido pela nossa irmã, pelo Espírito Ramed, que possamos saber que esta encarnação, a

aqui um pouco melhor do que chegamos, neste acolhimento espiritual que tivemos, nesse consolo, no esclarecimento trazido pela nossa irmã, pelo Espírito Ramed, que possamos saber que esta encarnação, a responsabilidade dela é somente minha. Assim, mestre, te agradeço e peço por dar encerrado a palestra pública de hoje, 16 de março, da comunhão espírita de Brasília, às 18:35. Muito obrigado a todos. Uma boa semana. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Peço que permaneçam com os celulares no silencioso, pois o nosso irmão Antônio já está ali ansioso para chamar pelo passe. Que possamos nos colocar à disposição quando chegarmos no passe e nos mantermos aqui em silêncio, em pressa, em oração. E aqueles que estão saindo que possam sair em silêncio. Obrigado a todos. Uma boa semana. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons

, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a [música] alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, [música] santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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