CAMINHOS E DESCAMINHOS - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor [música] Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. >> Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado a comunhão [música] espírita de Brasília. Dia. Bom dia a todos. Sintam-se muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília, que nos traz serenidade, paz e muito aconchego. Para iniciarmos este momento, eu abri, eu sempre acredito que não é por acaso que alguém me direcionou para isso, o Evangelho Segundo Espiritismo que eu tenho no meu celular. E ele abriu no capítulo dois, no item quatro. E eu vou ler um pequeno trecho, porque hoje nós temos a Robertinha, então eu não quero ocupar muito tempo, não. Eh, a realeza de Jesus. que não é deste mundo o reino de Jesus todos compreendem, mas também na terra não terá ele uma realeza? Nem sempre o título de rei implica o exercício do poder temporal. Aí ele continua. É nesse sentido que se costuma dizer o rei ou príncipe dos filósofos, dos artistas, dos poetas, dos escritores, etc. Essa realisa oriunda do mérito pessoal, consagrada pela posteridade não revela muitas vezes preponderância bem maior do que a que cinge a coroa real. Nossa, eu captei tudinho para mim. Então eu vou sugerir agora que fechemos os olhos e vamos sentir esse abraço dos amigos queridos que se encontram ao nosso lado, que nos amparam, que nos sustentam em nossas
eu captei tudinho para mim. Então eu vou sugerir agora que fechemos os olhos e vamos sentir esse abraço dos amigos queridos que se encontram ao nosso lado, que nos amparam, que nos sustentam em nossas dificuldades. Vamos agradecer aquele a quem chamamos de pai, Deus de amor e de bondade. Vamos agradecer ao nosso irmão maior Jesus, que com muito carinho nos mostrou o caminho a seguir. Vamos agradecer a Bezerra de Menezes, mentor desta casa tão querida, que nos traz força e coragem para prosseguirmos nossa jornada. E vamos agradecer hoje, especialmente neste momento, a dona Ivone do Amaral Pereira, que nasceu no interior do Rio, que viveu muitos anos em Juiz de Fora. e que agora precisa de amor, precisa de sustentação e de muita paz. Assim, cercados desses entes tão amados, vou pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, hoje eu tô com uma querida amiga aqui ao lado, né, a Robertinha. E a Roberta vai conversar conosco sobre caminhos e descaminhos. Miriest tão mais nos descaminhos do que nos caminhos, mas ela vai nos ensinar e nos ajudar. Com a palavra, Roberta. Bom dia a todas e todos. alegria a gente poder estar aqui, começar o dia com os nossos mentores, os guias desta casa, né, que nos alcançam onde quer que nós estejamos, nós que estamos aqui presencialmente, mas todos aqueles que sintonizam, né, nessa faixa e vão ouvir essas reflexões, os nossos mentores nos alcançam e nos abraçam e isso é um privilégio. E eu não vou ensinar nada, Valéria. Eu vou tentar aprender também [risadas] que em caminhos e descaminhos, né? Eh, é a história de todos nós que jornadeamos aqui, né, em mais uma encarnação, né, nós aqui encarnados nessa tarefa incessante do aprendizado, né, que desde que nós fomos aí eh saímos, fomos individualizados, saímos das mãos do nosso criador, do amor que rege ao universo e todas as suas realidades, E tempo esse que já se perde na poeira, né, e memorial, mas desde lá nós trilhamos esse essa jornada de aprendizado que tá longe de
so criador, do amor que rege ao universo e todas as suas realidades, E tempo esse que já se perde na poeira, né, e memorial, mas desde lá nós trilhamos esse essa jornada de aprendizado que tá longe de acabar. E hoje a gente vai conversar um pouco sobre esse processo de amadurecer, sobre caminhos e descaminhos de nós que estamos trilhando essa jornada encarnatória. Nós que somos viajantes, nós que somos andarilhos, muito embora a nossa realidade encarnatória pode possa ser bastante enraizada e sólida, eh nenhum de nós deixa de ser um viajante, pois que estamos encarnados neste planeta numa passagem, numa de tantas passagens que são as nossas encarnações. É bom que a gente vá trazendo essa lembrança pra nossa consciência, pra nossa reflexão e sobretudo para o nosso dia a dia. Quando a gente se lembra cotidianamente de que esta é mais uma passagem que nós estamos no planeta e ocupamos um corpo, e não somos um corpo que tem experiências espirituais, mas somos, ao contrário, um espírito nesta experiência de ocuparmos um corpo e estarmos numa realidade material. No momento o planeta Terra que nos acolhe nessa nossa jornada de aprendizado. Essa consciência fará com que a gente viva os nossos dias de uma maneira um pouco diferente. sobretudo vai nos auxiliar a estarmos mais tranquilos e mais relaxados diante de qualquer coisa que esteja acontecendo conosco no momento. Nós vamos de fato conseguindo enxergar a vida pelo que ela é um processo de aprendizado e um processo de contínuas escolhas de um andarilho que precisa prosseguir. Nós vivemos eh na encarnação regidos pelo tempo cronológico. Passam-se os minutos, passam-se as horas, as semanas, os dias no calendário, os meses, os anos. E assim a gente mede o tempo. E enquanto a gente tá encarnado, muitas vezes a gente confunde a Jando que o tempo é só isso mesmo, a passagem do calendário, a o rodar dos relógios. Mas o tempo é muito mais do que isso. E estamos todos envolvidos no tempo oportuno de Deus, que é um tanto quanto
a Jando que o tempo é só isso mesmo, a passagem do calendário, a o rodar dos relógios. Mas o tempo é muito mais do que isso. E estamos todos envolvidos no tempo oportuno de Deus, que é um tanto quanto diferente dos relógios e dos calendários. A encarnação é mais uma oportunidade de, no tempo oportuno de Deus, nós amadurecermos. Tudo o que acontece nos favorece nesse sentido. Nenhum de nós está abandonado da misericórdia e do amor divino. Então, mesmo quando vivemos circunstâncias bastante difíceis que nos arrancam lágrimas, não nos esqueçamos de que o tempo oportuno de Deus sempre nos favorece, ainda mesmo nessas situações. Quando nós estamos atravessando essa esses momentos difíceis, muitas vezes é consequências de escolhas, a gente já vai conversar um pouquinho mais sobre isso, que nós mesmos fizemos, ainda assim é processo de aprendizado e sobretudo no momento em que nós colhemos os frutos de escolhas que não foram as melhores e que nos trazem consequências difíceis, sobretudo neste momento em que as lágrimas descem ao nosso rosto. A misericórdia nos ampara e está ao nosso lado. Que nós nos lembremos que nos momentos de dores profundas, maior é o auxílio que é direcionado a cada um de nós pela espiritualidade, pelo amor de Deus. É preciso que nós consigamos estabelecer esta conexão com as forças que vem em nosso socorro, com as forças da misericórdia. Poxa, como a gente faz isso? vai fazendo o que a gente tá fazendo aqui agora. A gente vai se reunir e refletir sobre o evangelho. A gente vai se reunir e vai pedir forças, refazimento, entendimento. A gente vai aprender a descansar e não a desistir. E aí a gente vai fazer de tudo ao longo do tempo oportuno, a gente vai fazendo uma nova compreensão, entendendo, né, que tem uma passagenzinha que eu gosto, né, que diz que um aprendiz e um sábio estavam conversando. E o o aprendiz fala assim: "Ah, eh, qual a consequência de ser sábio, né?" né? Fala, fazer boas escolhas. Ah, e como eu faço boas escolhas? Eh, aprendendo, discernindo. E como eu
estavam conversando. E o o aprendiz fala assim: "Ah, eh, qual a consequência de ser sábio, né?" né? Fala, fazer boas escolhas. Ah, e como eu faço boas escolhas? Eh, aprendendo, discernindo. E como eu aprendo a discernir fazendo mais escolhas. Então, é preciso que a gente tenha um pouco de compaixão conosco e com todos, porque a gente tem uma certa mania de não querer errar. Quem não erra no nosso estágio evolutivo é porque está congelado e não está fazendo nada. Porque no nosso estágio evolutivo a gente ignora muito mais do que a gente sabe sobre tudo, inclusive as leis do universo que nos regem. Então é normal que a gente vá neste processo cometendo erros, acertos. Os erros orientam os acertos. Ah, eu já eu sei que desse jeito, como diria Thomas Edson, né? Eu já sei não sei quantas miliras de não inventar a lâmpada. [risadas] a gente vai aprendendo muitas vezes é nas quedas. Então a gente vai parar de brigar com a gente mesmo no seguinte sentido. Ai, mas eu devia ter feito diferente. E a gente vai começar a integrar essas nossas escolhas. E isso eu já sei que não me convém eu fazer. Eu já vou escolher melhor na próxima oportunidade, porque eu sei que quando eu escolho assim, isso traz consequências que me causam dor, sofrimento e eu não quero mais isso. Então eu vou escolher diferente. Nós vamos ter essa postura. Em vez de ficar assim: "Ah, mas eu não devia ter feito isso. Ah, mas eu não devia ter feito aquilo." Gente, a gente já fez. O que a gente pode e o que a gente deve é pegar esse conjunto de aprendizado, entender, entrar em consenso com a gente, mas mas por que que eu escolhi isso e não escolhi aquilo? Foi ignorância, foi temosia. Ignorância no sentido de não saber a coisas que agora eu sei. Foi temosia, eu já sabia, mas ainda assim eu quis insistir porque eu estava em negação. A gente precisa fazer esse diálogo interno e aí fazer uma amizade com a gente mesmo, né? Falando: "Não, agora eu vou mudar porque chega, eu estou cansada desse nível de sofrimento, então chega,
gação. A gente precisa fazer esse diálogo interno e aí fazer uma amizade com a gente mesmo, né? Falando: "Não, agora eu vou mudar porque chega, eu estou cansada desse nível de sofrimento, então chega, vou mudar". Isso nos favorece muito mais do que a gente ficar se remoendo. Ah, mas eu não devia ter feito. Ah, o erro faz parte do aprendizado. Os nossos mentores, Deus não está com raiva da gente. Quando acontece alguma coisa e que a gente não gostaria em decorrência de outras atitudes do passado que nos alcançam ou mesmo de vidas passadas, não é que Deus está nos punindo e tá com raiva da gente, não, gente. É o simples mecanismo do aprendizado. O que a vida está é favorecendo a nossa compreensão, integração e aprendizado com segurança, que a gente possa superar. E somos amparados nesse processo. Nossos mentores, a espiritualidade vai nos auxiliar a ter forças para superar esses momentos difíceis e seguir adiante. Não fosse assim, todas as portas de todos os templos religiosos do planeta estariam cerradas e a misericórdia divina ia falar: "Olha, se virem aí". Não é assim. Não é assim que Deus age. Deus age amorosamente nos sustentando na retomada, mas também não vai deixar que não vai obstar o aprendizado, não vai afastar as consequências, não vai retirar as provas que nós já damos conta de realizar, vai nos sustentar as forças, vai aguardar pacientemente o nosso progresso, mas todo o progresso é realizado por nós. Seremos amparados, sustentados, mas nós teremos que atravessar os nossos caminhos. Então, é nessa, é nesse, é nessa compreensão que a gente vai nesse texto aqui de hoje, finalmente, né? Vou falar do texto, mas eu tava falando do texto, vocês vão ver. Caminhos e descaminhos é uma mensagem do Rodrigo no livro Bilhetes Fraternais. E ele começa fazendo uma citaçãozinha do Emmanuel e diz assim: "Não temas o caminho onde o bem permanece, Deus está". É importante que a gente se conscientize que o medo, o medo é para ser para nós um conselheiro que a gente deve usar com bastante cuidado e
ssim: "Não temas o caminho onde o bem permanece, Deus está". É importante que a gente se conscientize que o medo, o medo é para ser para nós um conselheiro que a gente deve usar com bastante cuidado e cautela. O medo nos preserva muitas vezes de ah situações arriscad e arriscadas e que nos colocariam em vári vários tipos de risco. Mas é para ser só isso, esse essa chamada de atenção para que a gente esteja desperto e atento com relação a tudo que a gente faz na vida. Mas se a gente começa a deixar que o medo se espraie em tudo na nossa vida, por exemplo, o medo de errar, a consequência imediata é que nós vamos nos paralisar. Se eu só aceitar fazer o que brilhar, o resultado bom, e isso, gente, é fruto de uma alma orgulhosa, não é? O perfeccionista, me conto entre eles, né? Perfeccionistas em redenção, em aprendizado, é sobretudo uma alma orgulhosa que não aceita falar: "É, tirei uma nota ruim, fui mal, não executei bem". E o perfeccionista não aprende, não progride, porque a gente tem que se colocar a teste e só não erra quem não faz nada. Todo mundo que está em atividade vai cometer erros, faz parte. A grande questão é como a gente lida com esses erros. É identificá-los com mais rapidez, aceitá-los para poder aprender com eles e seguir adiante. Então, o medo é um conselheiro que a gente usa com muito cuidado, mas ele não deve impedir de viver a nossa vida e de realizar tudo o que podemos realizar. Mas vamos lá. O Rodrigo vai chamar a atenção da gente pro seguinte. Põe atenção na estrada da tua vida. Examina as tuas opções, os caminhos que vem escolhendo. É preciso que a gente tenha espaço reflexivo na nossa vida. Se a gente quer mesmo construir paz, se a gente quer mesmo melhorar, se a gente tá firme nesse compromisso com a gente mesmo, né? Com esse com essa esse espaço de autoamor, é preciso que a gente tenha espaço para reflexão, para autorreflexão. Como é que é que tá a minha vida, o que que é que eu não tô gostando? Onde eu gostaria de chegar? Quais são os meus
o de autoamor, é preciso que a gente tenha espaço para reflexão, para autorreflexão. Como é que é que tá a minha vida, o que que é que eu não tô gostando? Onde eu gostaria de chegar? Quais são os meus valores? Em que eu acredito? Por que que para mim não é negociável? É preciso que a gente saiba essas respostas. Mas pra gente saber essas respostas, a gente tem que ter um espaço de diálogo interno, momentos de autorreflexão, porque como eu vou mudar aquilo que eu sequer conheço, aquilo que eu sequer paro para pensar, nossa, mas tudo dá errado na minha vida. Não é verdade. Não existe um ser humano em que tudo dá errado na vida, assim como também não existe um ser humano em que tudo dá certo na vida. É uma questão de perspectiva para começar. Hum. Quando a gente tá nessas fases, né? Nossa, mas tudo dá errado. É bom a gente dar uma parada e a gente avaliar o que que na sua vida você agradece, o que que você ama e que tá presente na sua vida. Quais são as pessoas que te cercam que você ama muito e que você tem acesso ou já teve acesso a elas nessa encarnação e elas tearam amor, aprendizado? É de agradecer. Tudo é forma. No começo da semana eu tava fazendo um exame que é bem chato de ser realizado e certa altura a moça para mim e falou assim: "Nossa, mas você não reclama, né?" Falei: "Moço, olha, vou falar, é bem enjoado mesmo esse exame, mas eu tava aqui. Mas isso, gente, porque é fruto de esforço, tá? Não tô falando que eu tô brilhando, não é fruto de esforço, porque eu não posso brincar, falar e não tentar fazer o que eu tô falando. Falei, moça, na verdade eu tava aqui agradecendo. Em vez de ficar pensando no incômodo do exame, eu tava aqui agradecendo a oportunidade que eu tenho de realizá-lo. E isso é muito, isso é muito significativo, isso é muito importante para mim, pra minha saúde. Então eu tava agradecendo que aí o incômodo passa mais rápido, a gente termina mais rápido, fico mais tranquila. Entendem? Em tudo a gente precisa renovar o nosso olhar. O que que é de
ra minha saúde. Então eu tava agradecendo que aí o incômodo passa mais rápido, a gente termina mais rápido, fico mais tranquila. Entendem? Em tudo a gente precisa renovar o nosso olhar. O que que é de agradecer? Porque bem pouca coisa de reclamar. Quando a gente tá já evoluído nessa estrada, a gente vai vendo que nada, na verdade é de reclamar. Tudo é de agradecer, mas a gente ainda leva tempo nessa estrada para chegar lá, mas a gente chega, a gente vai pequenos passos. Então é importante que a gente olhe hoje, né? Fica o convite para vocês. Em algum momento do dia vocês parem, o que que na minha vida é de agradecer, o que que tá dando certo? E encontrem essa resposta, porque muitas vezes a gente consegue fazer trazer, não é só uma coisa, não, é uma lista de coisas que a gente pode agradecer. Aí a gente vai olhar para essa lista, anotem, escrevam, façam essa lista. Aí a gente vai olhar essa lista, eu falo assim: "Ah, tá, realmente isso aqui tá ruim, tá dando errado, tá tirando meu juízo, mas olha o tanto de coisa, entende? Daí a gente traz de volta o equilíbrio. Lógico que todos nós estamos confrontados com dificuldades e problemas chama encarnação. Nós pedimos essa oportunidade de aprendizado e mais fomos avaliados como capazes de viver esses desafios. Isso às vezes a gente também não pensa que muito embora a gente esteja atravessando provas difíceis e às vezes assustadoras, a espiritualidade, vida, Deus, Jesus avalia que nós somos capazes de viver essas situações e crescer com elas. Nós somos capazes. A espiritualidade olha para nós com olhos de misericórdia, de acolhimento, mas também enxerga criaturas capazes de lidar com as suas questões e crescerem. Então, é importante que a gente comece a espelhar isso nós também, a nosso respeito, de nos enxergarmos capazes, tá? difícil, mas eu dou conta. A gente precisa começar a repetir isso para nós, porque ao fim e ao cabo, gente, é meio impossível acreditar em Deus sem acreditar em nós, porque Deus acredita em nós, porque somos criaturas
ou conta. A gente precisa começar a repetir isso para nós, porque ao fim e ao cabo, gente, é meio impossível acreditar em Deus sem acreditar em nós, porque Deus acredita em nós, porque somos criaturas deste criador. cada um de nós uma pequena centelha desse amor que nós não conseguimos nem compreender ainda. E no Evangelho Segundo Espiritismo tem um, né, tem um item que eu gosto muito, a fé humana e divina. Então existem esses essas duas dimensões. É preciso que a gente acredite também na nossa capacidade, porque certamente os nossos mentores acreditam e o meu conjunto de crenças é algo que eu escolho. É aquela história, eu posso acreditar que eu sou capaz e que eu não sou capaz. E aí alguém mais sábio apontaria: "Nas duas respostas, você estará correto. Escolhamos acreditar com Deus, acreditar com a espiritualidade. Muitas vezes a nossa oração vai ser assim: "Olha, eu tô achando assim um tanto quanto ousado da parte de vocês acharem que eu dou conta disso tudo, porque eu mesma tô assim com um pouco de dificuldade de acreditar. Mas se vocês acreditam, eu também vou acreditar. Eu também vou acreditar que eu sou capaz." E aí, gente, o passo que a gente vem receber, a oração que a gente faz, ganha outro dinamismo dentro de nós. As nossas forças se restauram de uma maneira muito mais efetiva, porque tem a nossa colaboração. Então, qualquer que seja o cenário, a gente se fortalece. Vamos mais aqui com o Rodrigo. Observa se, com efeito, tens à frente um caminho que te conduz aos objetivos maiores da existência ou se é apenas um desvio, por assim dizer, um descaminho, que é importante que a gente compreenda o seguinte. Se a gente escolheu caminhar com o Cristo, nós vamos enfrentar dificuldades. O caminho nem sempre vai ser fácil. E aí aquela história, né? A gente vai precisar escolher entre fazer o que é certo e o que é fácil. Fazer o que é certo para nós espíritos. E aí nós vamos precisar nos alinhar com Cristo. nos alinhando com Cristo vai ser difícil mesmo, porque aprender, por
entre fazer o que é certo e o que é fácil. Fazer o que é certo para nós espíritos. E aí nós vamos precisar nos alinhar com Cristo. nos alinhando com Cristo vai ser difícil mesmo, porque aprender, por exemplo, a ser gentil com os nossos inimigos, a favorecê-los sempre que nos for possível, auxiliá-los sempre que nos for possível, porque essa orientação do Cristo é difícil, é bem menos difícil, é bem mais fácil a gente dar vazão paraa nossa raiva e depois ainda justificar, mas também, né, pessoa não vale nada, mereceu. Não fiquei calado. E não é sempre sobre ficar calado, é sobre responder de forma equilibrada. É cessar ciclos de agressão. É não prejudicar, mas sobretudo ajudar quem a gente não gosta. E para isso a gente vai precisar educar a gente mesmo. O exercício é todo interior e é bastante desafiador. Mas a gente não quer estabelecer a paz íntima. Queremos, não escolhemos seguir com o Cristo nesse nessa rota que ele nos fala. Você quer a paz interior? Faz o que eu tô te falando para fazer. Porque o evangelho não é outra coisa diferente disso do que um faz como eu tô te falando para fazer. Pega lá o sermão da montanha, gente. É um como fazer. Todas as orientações mais importantes do Cristo estão lá. Elas serão repetidas em outras passagens, serão sublinhadas em outros testemunhos do Cristo. Mas o que precisa fazer tá lá. Ai, Roberto, onde é que tá o sermão da montanha? Pode atacar lá no, né, no buscador da internet. Pode tacar lá. Sermão da montanha vai vir para vocês. Mas tá lá em Mateus, capítulo 5 em diante. Pode ler e coloca em prática. é para colocar em prática, porque a gente conhece, a gente, algumas passagens a gente sabe até de cor, mas a gente não coloca em prática de verdade. Por isso que a gente não sabe o resultado exatamente, porque a gente ainda não testou. É chegada a hora da gente testar. Fica aí mais um desafio pra semana de vocês de fazerem algo gentil para alguém que vocês não gostam. E não me vem com essa conversa não, mas eu não tenho antipatia
u. É chegada a hora da gente testar. Fica aí mais um desafio pra semana de vocês de fazerem algo gentil para alguém que vocês não gostam. E não me vem com essa conversa não, mas eu não tenho antipatia com ninguém porque é mentira. Então fica aí o desafio para nós todos essa semana, para mim também, de sermos gentis, de fazer uma gentileza para alguém que a gente não gosta. E não vamos fazer muito caso disso não, tá gente? que é discretamente. A única pessoa que vai prestar atenção nisso é a gente mesmo. E aí a gente vai entender aqui o que que o Rodrigo tá falando com a gente. O caminho, por vezes, apresenta-se árido, impondo-nos o despêndio de grandes esforços para palmilhá-lo. Quando enfrentamos a sede, a sede do afeto, os obstáculos da solidão, as pedras da ingratidão ou os princípios ou os precipícios das desilusões. Contudo, após os grandes esforços durante o percurso, a estrada enche-se das flores da amizade. A água pura do amor, a placa, a sede do carinho e o terreno sempre plano afasta o perigo dos abismos da solidão, substituídos pela estabilidade das afeições legítimas. É preciso esforço, mas ele vale a pena. É isso que o Rodrigo tá dizendo para nós. O descaminho, ao contrário, apresenta-se em geral florido pelos afetos mentirosos, porque calcados nos interesses materiais. A ausência de princípios, a ausência de precipícios é apenas a ilusão na planura dos enganos fatais. A inexistência das pedras na estrada é a ilusão dos sentidos, enganados pelas ânsias da ambição, que pisa os interesses alheios, aparentemente aplainando o percurso. Uma boa notícia para nós é que se tá difícil é porque a gente tá fazendo direito. É difícil mesmo fazer o que convém, o que é o melhor, o que é mais adequado do ponto de vista do espírito, do ponto de vista do evangelho. Trá sempre uma dificuldade, mas vale a pena. Estaremos construindo afetos legítimos e equilíbrio interior. Tem pois cuidado. Examina bem antes de seguires em frente, a fim de escolheres o caminho da renovação moral, detendo-te
, mas vale a pena. Estaremos construindo afetos legítimos e equilíbrio interior. Tem pois cuidado. Examina bem antes de seguires em frente, a fim de escolheres o caminho da renovação moral, detendo-te ante as fugas enganosas pelos descaminhos da destruição de ti mesmo perante os olhos da própria consciência. Encerrando porque já se passou meia hora. A nossa melhor e maior conselheira é a nossa própria consciência, a paz de espírito. Quando a gente faz alguma coisa e está tranquilo, quando se lemb falar: "Não, eu fiz o melhor que eu podia. Aí não importa, né? Tanto se foi, né? é o melhor que eu posso. Valéria, talvez nessa situação fizesse bem melhor do que eu, mas eu nessa situação eu fiz o melhor que eu podia. Pronto. Isso é a paz da consciência tranquila. Deus conversa conosco a partir de nós mesmos, a partir do nosso senso de dever e da resposta da nossa própria consciência. Esse deve ser o nosso guia, que a gente se esforce pelo bem na nossa vida, trazendo as melhores atitudes, escolhendo dentro do nosso repertório as melhores atitudes, os melhores sentimentos que a gente tem, não só durante essa semana, mas que a gente siga nesse esforço repetidas vezes, construindo cada vez mais paz dentro de nós. Um bom dia para todos. Muito obrigada, Robertinha, por esse momento em que nos abraça com esse carinho imenso, nos incentivando, né, a sermos um pouquinho melhores. E hoje eu vim com muita, tem alguns momentos que eu lembro muito dele porque me ajudou em momentos muito difíceis, Santo Agostinho. E peguei uma oração que ele costumava fazer todos os dias a Deus para encerrar o nosso momento com essa oração. Espírito Santo, Deus de amor, concede-me a inteligência que te conheça, a angústia que te procure, a sabedoria que te encontre, a vida que te agrade, a perseverança que enfim te possua. Assim, agradecidos por estarmos aqui mais uma vez, vamos pedir licença para encerrarmos dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, eu tenho alguns recados antes, se vocês me permitirem. E só para
im, agradecidos por estarmos aqui mais uma vez, vamos pedir licença para encerrarmos dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, eu tenho alguns recados antes, se vocês me permitirem. E só para dizer, eu fico sempre no celular, mas é para olhar as mensagens que porventura alguém esteja pedindo algum tipo de socorro ou só cumprimentando, tá? Nós temos um teatro hoje. O nosso grupo da casa é um grupo teatral, mas é um grupo bem profissional, porque muitos deles trabalham fora também como profissionais. O Teatro Vida vai apresentar um musical, Chico Xavier, o anjo das escritas iluminadas, nos dias 13, 14 e 15 de março, no Teatro Nacional Cláudio Touro, na sala Martins Pena, gente, na sala Martins Pena, na sexta às 20, sábado e domingo tem tanto as 16 horas quanto às 20 estão todos convidados. Nesse caso há ingresso porque temos que pagar o teatro, tá? Então, é justamente para ampliar eh essa esse conhecimento que nós já estamos adquirindo sobre o bem que a vida pode ser e que Chico nos trouxe com tanto amor, com tanto carinho. Então, se puderem ir e convidar outros a irem, agradecemos de todo coração que vocês sabem que essa casa ela dá assistência a mais de 300 famílias. Por isso, às vezes, os outros olham assim: "Nossa, mas tem tanta doação". Sim, são 300 famílias. 300 famílias que contam conosco, que estão passando por situações muito difíceis. Além deles, nós auxiliamos outros centros espíritas que são menores e não conseguem ter tantos recursos porque não tem tanta gente trafegando por lá, mas tem muita gente a ser assistida. E temos também os moradores, esses que estão em situação de rua. Minha filha sempre me corrige, não é morador, mãe, é situação. Ele não quer estar lá. Então, que a casa também assiste. E se você está passando por momentos difíceis, nós temos os grupos de dependência química nas segundas e terças. Na sala 13 é só chegar 19 horas. Na quarta temos o grupo Viver, que é um grupo lindo, é um grupo na sala 14 que também nos traz muito carinho,
s os grupos de dependência química nas segundas e terças. Na sala 13 é só chegar 19 horas. Na quarta temos o grupo Viver, que é um grupo lindo, é um grupo na sala 14 que também nos traz muito carinho, muita paz. no dependente química, segunda e quarta, desculpa. E na quinta e na sexta temos o grupo Acolher, também na sala 13, que nos ajuda a nas questões da ansiedade, porque dificuldades todos temos, mas às vezes o socorro vem de uma forma inusitada. Então é muito bom se vocês quiserem, precisarem ou souberem de alguém, está às ordens. O atendimento fraterno, a casa oferece online e presencial. Só entrar no site também, tá tudo lá. E e nós agradecemos muito a presença de cada um de vocês. Que Jesus os abençoe e que Bezerra de Menezes nos traga serenidade e paz para prosseguirmos a nossa jornada. Muito obrigada de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música]
enéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os [música] nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos [música] momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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