ENTENDENDO A DESPEDIDA - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado a [música] comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui. para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver. Doando [música] amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o valor. [música] >> Muito bom dia a todos e a todas. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas. a Com espírita de Brasília. Estamos aqui com a nossa irmã Bárbara Brito, trazendo o tema Entendendo a despedida. Eu também saúdo os que estão pela internet aqui ao vivo. Um bom dia paraa Sônia, para Rosana, Fátima, Inês, Alíia, o Gilmar e todos os outros que vão entrar aqui, né, eh, virtualmente, e também aqueles que vão nos acompanhar de forma agravada posteriormente. Comé de pr. Eu vou trouxe aqui hoje o livro Agenda Cristã, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médico Chico Xavier, né? E abrindo aqui o livro, caiu no capítulo 15, lucrará fazendo assim: "Reconforte o desesperado. Você não escapará as tentações do desânimo nos ciclos de luta. Levante o caído. Você ignora onde seus pés tropeçarão. Estenda a mão ao que necessita de apoio. chegará o seu dia de receber cooperação. Ampare o doente. Sua alma não está usando um corpo invulnerável. Esforce-se por entender o companheiro menos esclarecido. Nem sempre você dispõe de recursos para compreender como é indispensável. Acolha o infortunado. Nem sempre o céu estará inteiramente azul para seus olhos. Tolere-o ignorante e ajude-o. Lembre-se de que há espíritos sublimes que nos suportam e socorrem com heróica bondade. Console o triste. Você não pode relacionar as surpresas da própria sorte. Auxilie o ofensor com seus bons pensamentos. Ele nos ensina quão agressivos e desagradáveis somos ao ferir alguém. Seja benévolo para com os dependentes. Não se esqueça de que o próprio Cristo foi encopelido a obedecer. Então, André Luiz, né, trazendo em cada frase, né, em cada parágrafo
eis somos ao ferir alguém. Seja benévolo para com os dependentes. Não se esqueça de que o próprio Cristo foi encopelido a obedecer. Então, André Luiz, né, trazendo em cada frase, né, em cada parágrafo aqui, uma reflexão de ajudarmos quem tá ao nosso lado, né? A gente sempre vai ter alguém precisando da ajuda e a gente não sabe em que momento a gente também precisará de ajuda na mesma intensidade, né? E aí o título do capítulo que ele colocou foi lucrará fazendo assim. após essa leitura inicial, que tem a intenção de acalmar nossos pensamentos, nos ajudar a estar presente neste momento e auxiliar nossa atenção para acompanharmos a palestra e refletirmos sobre ela. Nesse sentimento, agradecemos a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, nosso guia e amigo, a toda a espiritualidade que aqui se faz presente, nos amparando e nos acolhendo. que possamos agora reunidos em um só pensamento, refletirmos sobre o tema da palestra e assim fortalecer a cada um de nós nossas energias próprias. E ampare, Senhor, nossa irmã Bárbara, para que ela seja intuída em seus pensamentos, trazendo conforto e consolo para os nossos corações. Que assim seja. Bom dia a todos. Estão ouvindo bem aí no fundo? Tá legal o áudio? Então, vamos falar da das despedidas, né? Entender um pouquinho dessa proposta de experiência que a gente vive o tempo todo na vida. Um dos grandes aprendizados que a gente veio ter na vida física, na encarnação, é exatamente a transitoriedade das coisas, né? Estamos tendo umas instalações aqui no no microfone, né? Será que é na caixa de som? Tá, vou continuar aqui testando. Eh, então, uma das um dos grandes aprendizados que a gente veio e adquirir na vida física exatamente sobre a transitoriedade das coisas, porque Deus na sua grande casa, que é o universo, possui uma uma proposta de múltiplas moradas que nos oferecem diversas comunicações, diversas educativas, diversas experiências em que cada uma delas provoca em nós um desenvolvimento da inteligência e a oportunidade de pôr a
e múltiplas moradas que nos oferecem diversas comunicações, diversas educativas, diversas experiências em que cada uma delas provoca em nós um desenvolvimento da inteligência e a oportunidade de pôr a inteligência em prática servindo, né? Então, nós que somos espíritos, somos e inteligências, né? inteligência sendo chamadas a servir. Esse é o propósito da nossa vida, servir. Mas a gente ainda precisa compreender como servir eh em coerência com amor, né? Integração com o amor, que é a lei da vida. Então, ora eu vou precisar estar numa morada, ora em outra, né? né? Quando a gente estuda doutrina espírita, a gente aprende que a gente pode encarnar na Terra ou em outras moradas da casa do Pai, em outros planetas, outras outros mundos materiais que podem nos receber a depender do grau de moralidade que temos desenvolvido, que vai determinar o tipo de educativa, de desenvolvimento que a gente vai precisar ter, né? E aí, por isso nós estamos sempre mudando o nosso cenário de vida e as nossas experiências, porque cada contexto, cada cenário, cada situação vai provocar em mim um ponto de vista, né? E esse ponto de vista é que vai mexer nas minhas reflexões. Não tá legal. Será que a gente consegue? Hã, é o microfone. Perdão, pessoal que tá que tá na internet, não sei se vocês estão acompanhando, é porque aqui no presencial a gente tá com problema no som. Deixa eu ver se eles desligou essa aqui lá. Oi. Ufa. Pronto, agora eu consigo me concentrar mais aqui. Beleza? Então, vamos lá. Eh, então, cada experiência, cada cenário, cada contexto vai desenvolvendo na gente uma reflexão, vai mexendo nas nossas emoções de uma maneira mais personalizada, né, a situação que tá sendo proposta. Portanto, nós estamos o tempo todo precisando vivenciar experiências diferentes. E aí quando a gente encarna é planejado ali, né, o lugar que a gente vai encarnar, o contexto que a gente vai encarnar, a aparência física, fisiologia, tudo como como que vai receber a gente, cultura, política da época que nós vamos
anejado ali, né, o lugar que a gente vai encarnar, o contexto que a gente vai encarnar, a aparência física, fisiologia, tudo como como que vai receber a gente, cultura, política da época que nós vamos encarnar, né? Tudo isso tá tá planejado para favorecer a inteligência que eu tô pronta para desenvolver. E aí eu venho e conheço pessoas, pessoas entram na minha vida e essas pessoas com suas personalidades e sua conduta me provocam em reflexões e em sentimentos que tem somente um objetivo, me apresentar para mim mesmo, né? Então, quando eu interajo com as pessoas, eu estou sendo chamada pelo pai. a sentir. E aí quando eu sinto, eu reflito, eu tenho reflexões e eu faço escolhas de como agir, de como reagir. E é através dessa experiência de relacionamento em que eu sinto, reflito, faço escolhas, atuo, vivo o efeito, sinto de novo, reflito e assim vai, é que vai mexendo na minha bagagem de conhecimento e me provocando. Chega uma hora que o contexto em que eu vim não tem mais a me oferecer de desenvolvimento. E aí é quando Deus decide por me levar novamente à pátria espiritual para que eu revise, né, a experiência que eu tive, tire minhas novas conclusões, estude ainda no plano espiritual, me cure no plano espiritual. trabalho no plano espiritual, dando continuidade ao meu desenvolvimento. Então, cada desencarne, eu posso ir para lugares diferentes no plano espiritual, inclusive eu posso ser mentorada por por espíritos diferentes e aí depois planeja-se novamente uma encarnação. E quando eu vou reencarnar, eu tô ali envolvida com outros relacionamentos no plano espiritual. Vir para cá significa me despedir desses irmãos, do convívio deles, né? E aí eu venho para cá numa nova roupagem física, num novo contexto, num novo cenário para ser provocada de outra maneira e dar continuidade ao meu desenvolvimento da inteligência. Então, quando a gente estuda a doutrina espírita, uma das primeiras coisas que a gente precisa focar em assimilar é justamente a transitoriedade das coisas,
ade ao meu desenvolvimento da inteligência. Então, quando a gente estuda a doutrina espírita, uma das primeiras coisas que a gente precisa focar em assimilar é justamente a transitoriedade das coisas, porque tudo é recurso. Até que a gente aprenda a servir, a amar, tudo é recurso de desenvolvimento. Aí quando eu aprendo a amar, aí sim eu construo laços eternos que não estão condicionados a nossa presença. Então hoje eu estou aqui encarnada com o meu nome é Bárbara nessa encarnação. Eu tenho essa aparência física, eh tenho o meu trabalho, minha família, amigos, vivo dentro de um contexto de vida, dou palestra aqui, trabalho na na comunhão espírita. Esse é meu momento agora, né? Eh, é o que eu estou fazendo hoje. Só que existem irmãos que não fazem parte da minha vida hoje física aqui, mas que eu amo e que me amam. Porque nós vivemos histórias onde construímos vínculos, laços afetivos, onde aprendemos a respeitar um ao outro, aceitar, a amar, a fortalecer. Alguns deles estão eh desencarnados nesse instante, podendo participar da minha trajetória. Então, vira e mexe eles me encontram, dialogam comigo, me ajudam, me trazem alegria, me trazem ânimo, colaboram com os meus processos de cura. E tem alguns que estão encarnados e não estão fazendo parte da minha vida, estão encarnados aí vivendo a trajetória de desenvolvimento. E tem os outros que não estão encarnados, estão desencarnados, mas não estão aqui eh se relacionando comigo, né, mesmo no invisível, porque estão envolvidos com outras tarefas, estão em outras moradas, não na terra. E é aí que a gente vai conseguindo entender o nosso relacionamento com o universo. A nossa visão é tão pequena, porque nós somos limitados ao corpo físico. Eu só consigo ir até onde o corpo físico me permite ir. Então a gente sempre cria um perímetro desses relacionamentos, mas como espírito não há perímetro, né? Eh, o universo é infinito dentro do nosso da nossa capacidade de compreender, né? universo. E nas muitas moradas dessa casa do Pai,
etro desses relacionamentos, mas como espírito não há perímetro, né? Eh, o universo é infinito dentro do nosso da nossa capacidade de compreender, né? universo. E nas muitas moradas dessa casa do Pai, há múltiplos espíritos que já passaram pela minha vida espiritual, seja encarnado ou seja desencarnado. E dentre eles há os que eu amo na capacidade que eu já aprendi de amar e os que me amam na capacidade que já aprenderam a amar. Quer dizer, tem espíritos muito mais evoluídos que eu, que me amam. tem espíritos menos evoluídos do que eu, que me amam e vice-versa e que eu amo e assim vai. Então, o único objetivo da da vida espiritual é o amor. Mas a gente ainda para entender isso, a gente precisa realmente viver uma série de experiências. E quando a gente se apega a uma experiência, a gente limita o nosso desenvolvimento. Porque dentre todas, assim, a todas as variedades de experiências que eu posso ter, que vão me provocar a inteligência, eu me apego a uma e eu digo: "Eu só quero viver essa. Eu só quero viver nesse contexto, eu me apego à aparência física. Eu quero ser assim, né? Eu quero eh ser mulher, eu quero ser homem, eu quero estar nesses lugares com essas pessoas. Então eu eu vou limitando a minha própria liberdade de espírito, a minha própria natureza por apego, porque eu tenho medo. Eu tenho medo do que? do desconhecido. Eu não tenho. Por isso que Jesus enfatizou tanto a importância da fé e ele trouxe um comparativo de que a gente não consegue ainda ter a fé do tamanho de um grão de mostarda. Porque a fé é ex é aceitar a ignorância e confiar na superioridade, na perfeição do criador, né? Então, quando eu me apego, eu não estou confiando na condução do criador. Eu estou querendo ser o Deus da minha vida. Eu estou querendo determinar meus contextos. Enquanto o Pai tá dizendo: "Filho, segue o fluxo, né? Segue a minha correnteza, confia em mim. As portas que eu abro são a representação da minha correnteza. Eu estou te levando para esse lugar. As portas que eu fecho
dizendo: "Filho, segue o fluxo, né? Segue a minha correnteza, confia em mim. As portas que eu abro são a representação da minha correnteza. Eu estou te levando para esse lugar. As portas que eu fecho são a representação da minha correnteza. Eu estou te tirando desse lugar, porque como justo e bom que sou e teu criador, vou sempre ser fiel ao seu destino. Eu não vou me curvar a nenhuma negociação que vá ferir o objetivo de eu ter te criado, mas nós estamos sempre ali nos apegando. Então, quando a gente fala da despedida, nós estamos falando de mudança. Porque eu me, como se tem uma pessoa, por exemplo, que faz parte da minha vida, Deus introduziu ela, né? Deus permitiu que houvesse essa essa atração, essa junção. Nós nos unimos em algum contexto, seja ele qual for, seja no contexto profissional, eh no contexto familiar, eh afetivo, seja o que for, houve essa junção para que houvesse uma troca entre as nossas bagagens de conhecimento e as nossas ignorâncias. Quer dizer, a ignorância do outro vai me provocar sentimentos. Esses sentimentos vão me trazer reflexões e eu vou tomar decisões. Aí eu vou agir e vou gerar efeitos, né? Os efeitos vão me ensinar e eu continuo na relação. Então essa pessoa continua agindo na ignorância dela e nas virtudes já conquistadas. Então, tanto as virtudes dela quanto as ignorâncias dela vão me provocar sentimentos. Esses sentimentos são ali o movimento da maré, né? Deus me colocou naquele lugar do seu oceano dizendo: "Olha, agora se movimenta aqui. Vai ter hora que você vai ter que nadar, vai ter hora que você vai levar um cachote, né? Caixote. A gente a gente chama quando vem uma onda e a gente não consegue fugir da onda ou afundar muito. Aí o movimento rotatório ali da onda leva o nosso corpo e aí um braço vai para um lado, a perna vai pro outro, o cabelo vai pro outro, a roupa de banho também por vezes eh some ou sai do lugar. É uma confusão e a gente só torce para conseguir sair desse dessa muvuca ali do mar e respirar, né? A gente perde a dignidade quando a gente
a roupa de banho também por vezes eh some ou sai do lugar. É uma confusão e a gente só torce para conseguir sair desse dessa muvuca ali do mar e respirar, né? A gente perde a dignidade quando a gente sai do mar, fala: "Meu Deus do céu, o que que aconteceu?" Ufa. Sobrevivia. A gente chama isso de de caixote, né? Então tem hora que a gente que a proposta é essa, ó, minha minha filha, vou mandar uma onda aí que você não tava esperando. Você vai viver um caixote e vai sentir dificuldade de respirar, não vai entender nada do que vai acontecer, mas você vai se levantar, botar as coisas no lugar e seguir em frente, né? Vai ter hora que vai ser aquele mar brando, aquela coisa, a gente até quer uma onda, né, um movimento, mas não tá aquela coisa assim tranquila demais, a gente estranha, né, pessoal pergunta: "Como é que você tá?" Não tá tão tranquilo que eu tô tô até com medo, né? Porque eu sei que eu vim para cá para exercitar inteligência, as coisas tranquilas demais. né? É estranho. Vai ter hora que que vai est com tempestade a gente naquele mar, vai ter hora que vai est aquele aquele sol tranquilo. Então, quando alguém interage com a gente, é exatamente Deus nos colocando num lugar do oceano dele para que esse lugar, né, essa relação nos provoque sentimentos e reflexões que vão nos influenciar a tomadas de decisões. Nós vamos tomar a decisão baseada na nas virtudes adquiridas e na ignorância que ainda temos e vai ter o efeito que me ensina. Chega uma hora que a proposta e o propósito, né, desse encontro, dessa troca finda, porque as duas partes já adquiriram as provocações necessárias nessa relação. Tem situação em que o próprio criador provoca essa separação, cria cenários na vida de um ou do outro que faz com que a gente realmente faça escolhas que vá nos distanciar, né? Então, às vezes, é uma condição profissional que Deus me apresenta, que ele sabe que frente a essa condição eu vou ter que aceitar ir para outro lugar, né? Então, às vezes Deus me coloca é o que a gente chama de providência divina.
profissional que Deus me apresenta, que ele sabe que frente a essa condição eu vou ter que aceitar ir para outro lugar, né? Então, às vezes Deus me coloca é o que a gente chama de providência divina. Ele providencia uma situação que vai me provocar um caminho diferente. E tem situações que Deus não faz, ele quer que a gente faça. Porque se eu não aprender a hora de me unir e a hora de despedir, eu não vou conquistar a liberdade de espírito. Eu vou ser sempre aquela criança dizendo: "Pai, agora eu vou pra direita ou pra esquerda?" aquele espírito dependente que nunca vai conseguir assumir a própria responsabilidade das escolhas porque não desenvolve a sabedoria de escolher. Então, dentre as experiências e as relações, Deus nos coloca em condições em que a gente deseja fazer uma escolha, mas a gente não tem a coragem. E aí a gente se prende a argumentos ou conceitos descabidos por conta da representando, né, o equívoco mesmo da da nossa ignorância. E a gente fica vivendo o efeito, né? A gente vive mais do mesmo, a gente não sai daquela dor. Quer dizer, eu já não consigo contribuir e a situação já não consegue mais contribuir comigo, mas eu não escolho a despedida. E aqui eu tô falando da despedida das relações com as pessoas e da despedida de contextos, de lugares e de situações que já não me cabem mais e que eu deveria reconhecer que agora eu não sou a mesma, eu não sou o mesmo. Então isso que um dia fez muito sentido para mim, tocou meu coração, me trouxe reflexões, provocou mudança de conduta e amadurecimento, hoje só me destrói. Por quê? Porque eu estou apegado, né? É aquele, é aquela parte do mar em que os salvavidas colocam uma bandeirinha vermelha ali na frente, dizendo: "Olha, perigo, se você entrar ali, é capaz de você não conseguir sair." E aí a gente fica ali, a gente fica ali e vem a correnteza e a situação não tá legal, mas a gente insiste até daqui a pouco a gente está num processo praticamente de afogamento, perdendo a a condição física de continuar lutando
nte fica ali e vem a correnteza e a situação não tá legal, mas a gente insiste até daqui a pouco a gente está num processo praticamente de afogamento, perdendo a a condição física de continuar lutando para ficar ali nadando, respirando. E aí a gente precisa de socorro, né? né? Precisa de braços nos ajudando a sair desse lugar. E olha como Deus é bom, né? O criador conhece o processo porque ele que criou, ele respeita a própria criação, a própria lei. Então ele deixa, se eu quero ficar, ele deixa e ele tá lá, bom, filho, tá bom, né? Na hora que você quiser sair, existem esses recursos, mas não vai ser fácil, porque até para você ser salvo de um afogamento existe um esforço, né? O salvavidas fica ali tentando te te motivar a colaborar de alguma forma, porque senão fica muito pesado, fica muito difícil, eh, e pode não dar tempo, né? mesmo com toda a técnica e maestria que eles têm para nos ajudar. E tá tudo bem, porque a gente tem a vida eterna. Se eu me afogar ali, vou viver as consequências do afogamento, vou desencarnar, vou e vou continuar aprendendo, OK? Então isso vem aí até como reflexão para as pessoas que no meio do caminho desistem, né, e interrompem a experiência, mas continuam vivendo, continuam aprendendo na morada, na caminhada e na condição que escolheu. Então a despedida é evitada por nós porque ela deixa um vazio, né? Quer dizer, o que eu vivo de experiência preenche um lugar na minha vida. preenche um lugar, preenche horários no meu dia, preenche pensamentos e reflexões e ações. Exigem ações de mim, mesma coisa ruim. Ah, poxa, todo dia eh, coloca um casco de banana aqui na mesa e eu que tenho que tirar. E eu reclamo e eu acho ruim. Mas se quem colocar o casco de banana ali depois sai da minha vida, eu tô tão acostumada a preencher a minha vida com aquele casco de banana que até o casco de banana faz falta. Até o que me faz mal faz falta. Porque eu tô tão acostumada com o preenchimento disso que quando eu não vejo o casco de banana, eu sinto um vazio
e casco de banana que até o casco de banana faz falta. Até o que me faz mal faz falta. Porque eu tô tão acostumada com o preenchimento disso que quando eu não vejo o casco de banana, eu sinto um vazio e aí vem uma enchurrada de emoções. A depender das experiências psíquicas e emocionais que nós temos e da nossa história, dos nossos traumas, dos nossos medos e dos nossos desejos, eu posso sentir o abandono, eu posso sentir solidão, eu posso sentir medo desse lugar novo, eu posso sentir ansiedade porque eu quero controlar o que tá por vir, né, por conta do medo do que tá acontecendo. E aí vem as dependências que eu vou criando, a dependência afetiva, a dependência de um alimento, a dependência química, a dependência de um trabalho, né? Quer dizer, são os vícios que nós vamos criando, porque eu não consigo abrir mão. Eu não suporto o desconforto do vazio que isso me deixa. E é isso que nos destrói. Porque eu fui criada para ter um progresso contínuo. Mesmo ao me aperfeiçoar, quando a gente estuda a doutrina espírita, a gente aprende que o progresso não cessa, porque Deus está sempre criando. Então, sempre temos algo a mais para construir junto com Deus, para servir a Deus. Então, estamos sempre exercitando nossa inteligência e aprendendo. Então, nós não fomos criados para ficar inertes, para viver mais dos mesmos, mais do mesmo, para estar sempre com as mesmas pessoas, nos mesmos lugares e nas mesmas situações. Nós fomos criados como inteligência para se desenvolver e para agir. Então, cabe a mim essa esse desprendimento de compreender a transitoriedade de tudo e de todos. Porque a única coisa fixa que existe na minha vida é a minha própria existência e o relacionamento com o criador. O meu anjo da guarda muda, meu nome muda, meu corpo físico muda, meu perespírito muda, a minha inteligência muda, tudo muda, mas eu, quem eu sou, a minha individuação, né, continua aqui comigo. Onde eu vou, eu tô, né? É o que eu tenho. E não tem como eu ter vida sem ser derivada da criação, da divindade.
ia muda, tudo muda, mas eu, quem eu sou, a minha individuação, né, continua aqui comigo. Onde eu vou, eu tô, né? É o que eu tenho. E não tem como eu ter vida sem ser derivada da criação, da divindade. Então, eu sempre, desde a minha criação, da minha existência, estou integrada a Deus. Quando eu não sinto, quando eu não compreendo, é porque eu não sei. Eu não desenvolvi habilidade, eu não desenvolvi a minha inteligência ainda para usufruir dessa relação de integração com Deus. Se eu entender isso, eu topo tudo. É a tal da fé, eu topo tudo. Qual vai ser meu direcionador? Os frutos. Por isso que Jesus disse, se você não tá preparado para abrir mão do seu pai, da sua mãe, da sua família para me seguir, você não entendeu nada. Ele não tá dizendo que você tem que abandonar as pessoas, né? Pelo contrário, ele nos ensina a honrar pai e mãe. O que ele tá querendo dizer é que o pai e a mãe são os vínculos mais apegados que nós temos na vida física. Então, se eu não aprender a viver o sacrifício da despedida, a suportar o desconforto do vazio nessa transitoriedade para seguir o caminho que eu preciso seguir, que eu preciso seguir, eu fui criada para seguir, que é o progresso, é a libertação, então eu não vou conseguir seguir os passos de desenvolvimento e de aperfeiçoamento que estão me sendo propostos, porque eu estou apegada a rótulos, conceitos que nós, enquanto sociedade criamos. Nós criamos, nós determinamos que a gente precisa ter aqueles amigos. Precisamos ter amigos, precisamos ter a galera, precisamos ter o bando, senão eu sou solitário. Precisamos estar casados, senão somos infelizes. Precisamos ter filhos. Precisamos ter saúde. A maior contradição do progresso espiritual é determinar que saúde é um índice de sucesso. Se a doença é a materialização de um processo de cura que eu vim vivenciar e eu coloco a saúde como índice de sucesso. me reduzo à minha própria existência porque eu me coloco na dependência de condições que são transitórias porque são somente recursos para
eu vim vivenciar e eu coloco a saúde como índice de sucesso. me reduzo à minha própria existência porque eu me coloco na dependência de condições que são transitórias porque são somente recursos para provocar em mim o desenvolvimento. Na dor, no vazio, chora. No cansaço, descansa, mas busque recursos para seguir em frente. está difícil sozinho, busque ajuda, busque a casa espírita, busque reforço fluídico através do passe, busque estudo e palestras e leituras que edifiquem a mente, reflexões que ajudam, mas suporta, porque você é um espírito livre, foi criado para ser feliz. Permita-se. Bom dia a todos. Bom fim de semana e até a próxima. Bem, obrigado primeiramente a Bárbara, né, trazer essas reflexões, de entender a a despedida e faço couro ao a reta final da fala dela, né, que é necessário a gente pedir ajuda, né, não é fácil. Cada um tem sua luta, né, seus desafios do dia a dia. E a casa espírita, ela tá de portas abertas, né, para nos receber e nos acolher. E é um um é um aviso aqui que é contínuo, né, que a gente faz. O atendimento fraterno é uma dessas portas, né? E aí, hoje, sexta-feira, o atendimento fraterno começou agora às 8:30, vai até às isso, vai até às 10:30 e depois retorna às 13:30 e vai até às 21 horas. Eh, todos os dias aqui na comunhão tem atendimento fraterno presencial e também temos o atendimento online, que é de segunda a sexta. O agendamento é pelo e-mail. Todas as informações tão no site da comunhão espírita de Brasília. Eh, também agradecer a todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes, né? Formamos aqui uma conexão mental, energética e refletimos muito, né, nessa manhã sobre as despedidas, né, e essa mensagem da da Bárbara, né, de que somos espíritos, né, eh, imortais e é isso não muda, né, o resto tudo é possível de mudança, né? agradecer também todos que estão aqui no no chat, né, tem bastante mensagem convidando essa questão da reflexão com relação às mudanças, as despedidas. Sintam-se todos abraçados. Eh, tenho mais um recado para dar que a
odos que estão aqui no no chat, né, tem bastante mensagem convidando essa questão da reflexão com relação às mudanças, as despedidas. Sintam-se todos abraçados. Eh, tenho mais um recado para dar que a comunhão Espírita de Brasília, ela começou a montar as cestas de Natal, né? A comunhão ela acompanha eh cerca de 300 famílias e nessa nessa proximidade com o Natal, a comunhão monta, né, eh cesta de Natal e tá aberto, né, para receber doações, o que for possível de ser feita doação. Ela tem que ser entregue aqui no mochxarifado, que chegando no auditório fica à esquerda, né? Eh, e o prazo para entregar, né, os itens são até o dia 30 de novembro. Então, volto a agradecer todos, né, presencialmente e virtualmente, em especial, né, a amiga Bárbara pelas reflexões desta manhã. E aí, nesse sentimento de gratidão também agradecer toda a espiritualidade, a Jesus, nosso amigo, porque ele disse que onde dois ou mais estiverem presentes em nome dele, ele também ali se faria presente. E agradecer a Deus, nosso pai, criador de todas as coisas. inteligência suprema de todo o universo. Dai-nos força, Senhor, na batalha do dia a dia, nesse esforço individual que é necessário para o aprimoramento, para irmos melhorando, subindo degrau a degrau ao seu encontro. nos dê força, Senhor, para passarmos pelas despedidas, pelos desafios que a vida nos apresenta, de nos separarmos de entes queridos, de separarmos, de nos separarmos de coisas do dia a dia, que a gente possa internalizar a certeza de que tu sabes o melhor caminho, de que tu é o amor infinito e apresenta justiça, mas com misericórdia, que saibas o que é melhor para mim. E também temos a certeza de que laços de amor são para sempre, nem mesmo tempo pode apagar. E ainda que a gente tenha se despedido de alguém provisoriamente, com certeza um dia a gente vai voltar a se encontrar, que a gente possa sair daqui melhores do que que chegamos. Mantenhamos esse momento interno de reflexão, nos preparando para o passe, seja presencial ou virtual,
dia a gente vai voltar a se encontrar, que a gente possa sair daqui melhores do que que chegamos. Mantenhamos esse momento interno de reflexão, nos preparando para o passe, seja presencial ou virtual, que a gente possa ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o
caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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