Parábola dos Talentos, com João Rabelo | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Parábola dos Talentos. ESE, cap. 16, item 6. Palestrante: João Rabelo Direção: Maurício Johann Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos à Casa de Ismael, a Federação Espírita Brasileira nos recebe a todos com alegria no coração. Aos que aqui se encontram, aqueles que nos acompanham pelas redes sociais, pelas mídias. a nossa gratidão por este momento de união em que nos unimos em uma só vibração para elevar o nosso pensamento ao Pai, para tomar contato com a mensagem do seu emissário de luz, o nosso mestre, e também buscar o aprendizado e transformar esse aprendizado em ações no nosso dia a dia. Olhava há pouco ali na nossa livraria, neste inspirador livro aqui, Ideal Espírita, uma edição da FEB, o ideal consegue. E tem uma mensagem muito interessante do André Luiz, só um trechinho dela. Sem obediência ao próprio dever, não há caminho para a ascensão. Está na mensagem 54, sem as cristã. ele começa estudo e trabalho. Então, que tenhamos um bom estudo preparando-nos para o trabalho. Assim convido a todos para que elevemos o nosso pensamento ao Pai Criador, ao mestre Jesus, a este sol do amanhecer de nossas vidas, a este que é o propósito maior da nossa estada aqui. a este que oferece luz, amparo, abrigo e proteção. Nós te agradecemos, mestre de todo amor, pela oportunidade que nos oferta de podermos aqui estar contigo, com os demais espíritos que nos auxiliam, que nos prestam amparo, orientação e inspiração. que tenhamos uma tarde e noite repleta de aproveitamento dos teus ensinamentos de amor, da boa nova. Senhor, pedimos que mantenha os nossos ouvidos abertos para bem compreendermos as lições que serão abordadas. que inspire os nossos irmãos para que encontrem a melhor forma de nos apresentar as mensagens de hoje. Que assim seja, Senhor. Eu já convido a nossa irmã Estela para nos apresentar a mensagem de hoje do Palavras de Vida Eterna. >> Boa tarde a todas e todos. Então, queridas irmãs e irmãos, vamos à leitura então do livro Palavras de Vida Eterna, de autoria do espírito Emanuel, pela psicografia do nosso querido Chico Xavier. O capítulo de hoje é o capítulo 84, que
queridas irmãs e irmãos, vamos à leitura então do livro Palavras de Vida Eterna, de autoria do espírito Emanuel, pela psicografia do nosso querido Chico Xavier. O capítulo de hoje é o capítulo 84, que tem por título Divinos Dons. Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, de amor e de moderação. É Paulo na segunda carta a Timóteo, no capítulo 1, versículo 17. Realmente não foi o Pai Excelo quem nos instilou o espírito do medo. Ao revés disso, conferiu-nos largamente a fortaleza, o amor e a moderação. Todos somos assim dotados de recursos para desenvolver ao infinito os dons divinos da fortaleza, que é valor moral, do amor, que é serviço incessante no bem e da moderação, que define equilíbrio. Entretanto, a maneira do operário que foge a máquina, acreditando receber impunmente o salário da oficina sem o suor do trabalho, desertamos da responsabilidade, supuondo obter sem paga os benefícios da vida sem o esforço do próprio burilamento. O operário, nessas circunstâncias, ganha vantagens materiais. Contudo, na intimidade permanece no nível da incompetência. E nós outros, em semelhante atitude, podemos desfrutar considerações do plano terrestre, mas por dentro estacamos na sombra da ignorância. É por isso que geramos em nosso prejuízo o clima do medo, em que os monstros do egoísmo e da discórdia, do desespero e da crueldade se desenvolvem tanto quanto a cultura de várias enfermidades prolifera na podridão. Não te percas deste modo nas ideias enquistantes ou destruidoras do medo, capazes de operar a ruína dos melhores impulsos. Porque se utilizas a fortaleza, o amor e a moderação, talentos de que o Senhor te investiu em favor do próprio aperfeiçoamento, seguirás para adiante, na terra e além da terra, com a luz do coração e a e a paz da consciência. Bom, Emmanuel nos traz um alerta muito importante nessa mensagem quando ele fala sobre o medo. Então, quantas vezes deixamos nos paralisar pelo medo que os espíritos, né, a espiritualidade vem nos dizer, que
manuel nos traz um alerta muito importante nessa mensagem quando ele fala sobre o medo. Então, quantas vezes deixamos nos paralisar pelo medo que os espíritos, né, a espiritualidade vem nos dizer, que é esse desconhecimento da realidade que vai tomando conta do nosso íntimo, dos nossos pensamentos diante de qualquer possibilidade, muitas vezes irreal, como a espiritualidade coloca, que o medo não tem sentido, mas a possibilidade de passarmos por alguma dor, pelas aparentes perdas que enfrentamos na caminhada terrestre. e ainda nos coloca em baixa sintonia. Então, como quando sintonizamos nesse sentimento do medo, e é muito fácil sintonizar em todas as épocas da humanidade, acompanhando os acontecimentos que são naturais da nossa trajetória evolutiva, nós sentimos aquela sensação de medo que vai tomando na conta da gente, como se fosse um veneno corroendo ali o nosso organismo e nos colocando em sintonia de baixa vibração, né? Trazendo também companhias menos felizes que vão acalentando cada vez mais esse medo que nos afasta do trabalho sadio, do dever bem cumprido e da consciência tranquila. E quando nós falamos aqui das aparentes perdas, né, que é um dos maiores motivos dos medos, né, enquanto aqui encarnados, falamos isso porque nós já sabemos que se no campo material nada é nosso, nós temos aquilo que somos. E o que temos transitoriamente aqui enquanto encarnados materialmente é para que possamos utilizar em benefício da coletividade, né, como como ali tendo aquele aquele material para colocarmos, né, à disposição de Deus em benefício da coletividade. Já no campo intelectual ou sentimental também dos nossos laços, nós já sabemos que nós nada perdemos, nem aquele conhecimento que já adquirimos. Não perdemos os nossos valores morais, as nossas conquistas morais e muito menos os nossos laços, os nossos afetos que nós sabemos que são imortais. Isso não só porque a espiritualidade, os espíritos nos vêm trazer esses relatos a partir da doutrina espírita, mas o próprio relato dos primeiros cristãos
ssos afetos que nós sabemos que são imortais. Isso não só porque a espiritualidade, os espíritos nos vêm trazer esses relatos a partir da doutrina espírita, mas o próprio relato dos primeiros cristãos inspirados pelo Cristo. Então, nessa carta aqui de Paulo a Timóteo, quando ele fala sobre medo, ele tá está num contexto de prisão, né? Então, Nero é imperador e ele começa a perseguir os cristãos, né? E Paulo então é preso e sabendo daquela morte próxima, que ele passaria por aquela morte próxima, que Samão Pedro já tinha passado também pela crucificação, ele escreve então a Timóteo que não se deixe levar pelo sentimento do medo diante dos testemunhos que seriam necessários aquela época. Esses testemunhos ainda continuam sendo pedidos a cada um de nós, mas são pedidos no nosso campo íntimo hoje, né? Então, o nosso papel de testemunho é sempre cumprir as nossas obrigações, né? O que vai nos nortear, o que vai direcionar as nossas ações, é o dever bem cumprido com aval da nossa consciência. Então, se no dia a dia buscamos cumprimento desses deveres, buscamos a nossa consciência para nos colocarmos em ação perante as pessoas, perante o trabalho, os estudos, perante a coletividade, nós conseguimos ir fortalecendo esses valores morais que vão também nos amparando, nos fortificando o espírito para que saibamos passar por cada uma das situações. Buscamos o amor, que é esse serviço incessante no bem. Então, a todo momento temos a oportunidade de colocar o amor em ação, servindo ao bem. E por fim, a moderação, né, que define esse equilíbrio. Então, é o que a gente precisa buscar, nem tão rígido, mas também de maneira nenhuma indisciplinado, buscando a indisciplina, buscando a moderação para que possamos fazer com tranquilidade aquilo que nos cabe no dia a dia, com a certeza de que todos esses talentos pertencem a todas as pessoas e nos foram dados por Deus para nos desenvolvermos ao infinito. Então, que tenhamos a certeza de que carregamos esses germes, essas sementes e no nosso íntimo e que cabe a cada um
m a todas as pessoas e nos foram dados por Deus para nos desenvolvermos ao infinito. Então, que tenhamos a certeza de que carregamos esses germes, essas sementes e no nosso íntimo e que cabe a cada um desenvolvê-la. O benefício, o amparo de inúmeras, né, almas queridas, sejam encarnadas, desencarnadas, nós já temos, ninguém faz nada sozinho, mas precisamos colocar o nosso próprio esforço para essa conquista, não só na terra, mas além da terra, como aqui em Emanu lembra, né? a nossa nosso destino de imortalidade, esse nosso destino em uma pluralidade de existências e de a de também de locais, né, que poderemos habitar com a certeza dessa luz no nosso coração e sempre com a paz da consciência. Muita paz. >> Agradecemos a Estela. Eu lembrava aqui de que essa semana, conversando com um grande amigo que está aqui ao lado, vi na mesa dele um livro de Victor Frankel sobre o sentido da vida. E logo nas primeiras páginas, Vittor Frankel vai citar Rabindranator. Adormeci e sonhei. Sonhei que a vida era alegria. Despertei e vi que a vida era obrigação. Trabalhei e vejo que a obrigação era alegria. E Víctor Franco completa. A felicidade não pode nem deve nunca ser objetivo, porque ela é sempre o resultado. Então, pedimos aqui o nosso Rabelo com a sua forma peculiar, sempre recheada de muita amorosidade, de muito carinho, nos conduzir nas reflexões da tarde, na parábola dos talentos. Muito boa tarde a todos. Que Jesus nos abençoe. Nós temos a incubência de estudar hoje eh o capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo, intitulado Não se pode servir a Deus e a mamã. Esse é um tema que se debate muito até nas demais religiões, o comportamento do cristão, seja o entendimento que seja, que cada um compreende. Antes, nesse capítulo, os nossos companheiros já examinaram eh salvação dos ricos. Como é que como é que procede, como é que ocorre, o que é que ele cobra, o que que ele pode fazer para não ser cobrado, coisa dessa natureza. E logo depois nós tivemos a preservar-se da avareza. Aareza é sempre
como é que procede, como é que ocorre, o que é que ele cobra, o que que ele pode fazer para não ser cobrado, coisa dessa natureza. E logo depois nós tivemos a preservar-se da avareza. Aareza é sempre um fenômeno perigoso, porque a pessoa muito avaro, ele termina sendo muito egoísta. É ele e os e os não importa os demais. E ainda na casa de Zaqueu. Há quem diga que Zaqueu seria o Dr. Bezerra de Menezes. Não sistém informações seguras. Mas há quem diga que foi Dr. Adolfo Bezerra de Menez Cavalcante. Foi, quer dizer, porque nós espíritas estamos falando de reencarnação. Eh, a salvação, parábola do mau rico e finalmente para nós aqui hoje, parábola dos talentos. Jesus utilizava as parábolas, era o seu recurso didático de conduzir a linguagem, o entendimento, de tal maneira que as pessoas pudessem com compreender melhor o seu discurso. Mais tarde nós vemos que o nosso Divaldo Franco, ele utilizava essa mesma metodologia. Divaldo fazia, sempre contava histórias e as histórias muitas pessoas não sabiam o que foi dito, às vezes esquece, mas guardava a história. Então é um recurso didático para a pessoa lembrar da mensagem que foi oferecida no dia. E Jesus todo o seu discurso, ele sempre contava histórias que eram as parábolas. No nosso de hoje, nós vamos ler um pouco do capítulo, do texto para facilitar a nossa compreensão. E o que é que diz aqui? o codificador Allan Kardec, depois de ouvir o registro de Mateus, que foi eh discípulo de Jesus e foi o primeiro e maior detalhista dos discursos do mestre, nós tivemos quatro grandes escritores que são os evangelistas e Mateus foi aquele que mais escreveu, que mais detalhou e traz para nossa compreensão. O codificador Allan Kardec, ele edificou, juntou, né, porque a codificação, as mensagens ao longo de 2000 anos, muita coisa se perdeu, muita coisa ficou e muita coisa ficou disperso. As os entendimentos religiosos, das várias religiões, cada uma entendia a seu modo, da seu jeito, aquilo que Jesus disse. E naturalmente com a compreensão do tradutor. Jesus
uita coisa ficou disperso. As os entendimentos religiosos, das várias religiões, cada uma entendia a seu modo, da seu jeito, aquilo que Jesus disse. E naturalmente com a compreensão do tradutor. Jesus escreveu isso, ele não escreveu nada, mas diz isso em aramaico, depois traduzido para hebraico, depois traduzido pro grego e depois para as muitas religiões. Até que a base foi grego e latim, porque na época a Igreja Apostólica Romana, Igreja Católica Apostólica Romana, ela conseguiu lá com seu pessoal de apoio, ela conseguiu juntar o material disponível que trabalhou durante muito tempo e se construiu o evangelho pelos quatro evangelistas. Os demais são considerados apócrifos. Existem outros e são muitos que estão sendo estudados por algumas pessoas que se dedicam a esses estudos. Mas o que é que diz aqui nosso Mateus que inspirou o codificador Allan Kardec? Pará dos talentos. O que que nós podíamos entender por talentos? O que que seria isso? Seria recursos? Seriam prêmios? Seriam valores? Seriam experiências? Seriam manifestações da misericórdia divina em nós? Então, o que é que é talento? Do que é receber isso? A lição é tão clara de tão objetiva que a gente vai ler para entender melhor. Aqui diz o que é que diz aqui o codificador. O Senhor age como homem que tendo que fazer longa viagem fora do seu país, podu até entender fora do seu país. Longa viagem de uma encarnação em outra, né? Nós encarnamos em uma viagem longa, vezes de muito tempo. Nós sabemos que nem não necessariamente a gente reencarna logo. Quanto mais primitivo o espírito, mais ele reencarna próximamente. Quanto mais maduro o espírito, a tendência, diz os espíritos, é reencarnar mais demoradamente. Demora muito a reencarnar. Mas, por exemplo, os selvagens encarna e reencarna muito próximamente, porque os seus valores, os seus apegos estão naquele ambiente ali. Então, onde está o seu tesouro, diz o evangelho, onde está o seu tesouro, está o seu coração. Então os nossos irmãos servícolas, eles vivem ali da caça, da
, os seus apegos estão naquele ambiente ali. Então, onde está o seu tesouro, diz o evangelho, onde está o seu tesouro, está o seu coração. Então os nossos irmãos servícolas, eles vivem ali da caça, da pesca, daquele ambiente modesto e normalmente, sobretudo os primeiros momentos, eles reencarna quase que imediatamente, salvo às vezes que o espírito precisa ou a família precisa de reencarnação mais imediata por razões que os próprios valores do evangelho nos ensina. O Senhor age como o Senhor que, tendo de fazer longa viagem fora do seu país, chamou seus servidores e lhes entregou seus bens. Quando nós estamos aqui na doutrina, nós estamos recebendo os bens das lições do mestre. A nossa irmã acabou de comentar ali um trabalho do nosso mentor, Emmanuel. Então, os primeiros evangelistas trouxeram esses registros, escreveram, já que Jesus não escreveu nada. E Allan Kardec codificou, deu ordem, deu a codificação, deu um entendimento. Mais tarde, nos nossos dias, os espíritos decodificaram a codificação. Então, Manuel, André Luiz, Sheila, Bezerra, Joana de Angeles e outros foram decodificando para nossa melhor compreensão. Chamou seu servidor e lhes entregou seus bens. Depois de dar cinco talentos a um, dois a outro e um ao outro, a cada um segundo a sua capacidade, de acordo com o interesse, a competidade, o compromisso, foi entregando a ele esses valores ou esses talentos. Partiu imediatamente. Então, o que recebeu cinco talentos foi-se e negociou com aquele dinheiro e ganhou cinco outros. O que recebera dois ganhou do mesmo modo outros tantos. Mas o que recebeu apenas um. Cavou um buraco na terra e aí escondeu o dinheiro do seu senhor. Passado longo tempo, o a reencarnação pode realmente demorar muitos anos. Logo tempo podíamos entender a reencarnação. Passado longo tempo, o amo daqueles servidores voltou e os chamou a contas. Veio que receberam cinco talentos e lhe apresentou outros cinco, dizendo: "Senhor, entregaste-me cinco talentos. Aqui estão além desses mais cinco que
daqueles servidores voltou e os chamou a contas. Veio que receberam cinco talentos e lhe apresentou outros cinco, dizendo: "Senhor, entregaste-me cinco talentos. Aqui estão além desses mais cinco que ganhei. Respondeu-lhe o amo. Servidor bom e fiel. Pois que foste fiel no pouco, confiarte ei muitas outras compartilha da alegria do teu Senhor. O que receberam dois talentos, apresentou-se a seu turno e lhe disse: "Senhor, entregaste-me dois talentos. Aqui estão, além desses dois outros que ganhei. O amo lhe respondeu: Bom e fiel servidor, pois que foste fiel em pouco, confiarte ei muitas outras. compartilha da alegria do seu Senhor. Veio em seguida o que recebera, apenas um talento e disse: "Senhor, sei que és homem severo, que seifa onde não semeastes e colhes do de onde não plantastes. Por isso, como te temia, escondiu o teu o teu talento na terra. Aqui o tens, restitu que me entregastes. O homem, porém, lhe respondeu: Servidor mau e preguiçoso, se sabias que o seif onde não semeiei e que cohe onde nada pus, devias pôr o meu dinheiro na mão dos banqueiros, a fim de que, regressando ao regressando-me, tivesse os juros acrescentados. Tire-nois, o talento que está com ele e doe-lhe aos que têm dois 10 talentos, porquanto dá-seá a todos os que já têm, e esses ficarão cumulados de bens, quanto aquele que nada tem, tira-lhe o mesmo e que pareça que pareça ter. E seja esse servidor inútil, lançado nas trevas exteriores, onde haverá prantos e ranger de dens. Vamos examinar aqui para nossa compreensão. Todos nós reencarnamos segundo os espíritos, reencarnamos na família melhor que que nos é possível para a programação que está para o nosso crescimento espiritual. Nós estamos vivendo no melhor momento, na melhor família, convivendo com as mesas e as melhores pessoas, que nos favoreça o processo de crescer. Muita gente pergunta: "Eu disse que não tô interessado nessa família, não me dou bem com o meu pai, com a minha mãe, com o meu irmão, coisa, coisa dessa natureza". E então muitos se queixam que
escer. Muita gente pergunta: "Eu disse que não tô interessado nessa família, não me dou bem com o meu pai, com a minha mãe, com o meu irmão, coisa, coisa dessa natureza". E então muitos se queixam que não pediu para nascer. Tem muitos que dizem realmente isso. Às vezes quando a relação em casa não está muito adequada ou como não está como ele imaginava ter, faz essas queixas que Deus não me deu o pai ou a mãe como eu desejava e coisas assim. Mas os espíritos nos afirma que dentro da programação divina, como não há favoritismo, todos recebem exatamente aquilo que é melhor lhe convém. Então, a divindade nos dá a chance de nascer numa família que com quem temos compromissos, seja para favorecer aquele contexto, seja para que nós nos enriqueçamos no trabalho que ali pudermos ser. É por isso que toda família, sobretudo as famílias maiores, tem sempre alguém que é o anjo bom da família. Anjo bom no sentido da bondade, da compreensão, da tolerância, aquele que aconselha todos, aqueles com quem todos ou quase todos se apoiam no seu programa de vida. Porque durante a vida nós temos os altos e os baixos é normal. Mas quase toda a família tem um alguém que é que se chama a ovelha negra. aqueles que só cria problema, só cria dificuldade, que não favorece, que não provoca relacionamento, que não enriquece a relação, nem o entendimento. Durante a vida, esses testes, essas provas, esses acontecimentos ocorrem para testar, porque o nosso planeta Terra é um planeta de provas e provas e expiações. O que é que é? são provas, dificuldades, lutas, problemas, enfermidades. Expiações são coisas mais graves. Quando nós reencarnações anteriores cometemos erros muito graves, reencarnamos normalmente com grandes dificuldades, exatamente para não repetir o mesmo erro. Por exemplo, cidadão que bebeu demais durante a encarnação, ele cedeu-se na alimentação, na bebida, no comprometo do fígado, por exemplo, do ins, etc. A tendência é que na reencarnação seguinte ele nasça ou renasça ou reencarne com dificuldade
te a encarnação, ele cedeu-se na alimentação, na bebida, no comprometo do fígado, por exemplo, do ins, etc. A tendência é que na reencarnação seguinte ele nasça ou renasça ou reencarne com dificuldade nesses órgãos. Então, o órgão fica, foi tão maltratado numa encarnação, bebe demais, compromete demais e vai filmando a medir tudo aquilo que nós fazemos. Jesus não tem lá alguém copiando da nossa vida, tudo tudo que fizemos, mas tem um livro chamado perespírito, que é o nosso próprio corpo. Nós temos três corpos normalmente ou três apresentações. O espírito que não é visível, um perespírito que pode se tornar visível e o corpo, o corpo é mais denso. Quando nós desencarnamos, o corpo vai ser cremado ou vai ser enterrado. O perespírito registra as nossas atividades e acompanha o corpo. Então esse esse perespírito, esse instrumento meio que favorece a relação do espírito com o corpo, ele é o nosso computador. Tudo que fazemos está ali escrito. Não vai ter alguém escriturado lá no céu olhando, olha para Pedro, Manuel, Joaquim, etc. E vai registrando a sua vida. Mas o dentro de nós está o nosso computador, a história nossa está ali escrita. Nós é que escrevemos. Então Deus não é injusto. Nós é que somos justos ou injustos conosco mesmo. É por isso que muitas pessoas desencarnam muito bem e muitas pessoas desencarnam com muitas dificuldades. Vamos exemplificar. Nós tivemos aqui recentemente, pouco mais de um mês, dois meses, desencarnou a companheira nossa, Marta Antunes, acho que quase todo mundo aqui conheceu a Marta, ela deixou uma uma contribuição à FEB e a doutrina espírita muitíssimo grande. Marta foi foi bióloga, psicóloga, trabalhou intensamente, deixou, se eu não estou muito equivocado, algo de 15 a 20 livros escritos, todos importante, quase todos os cursos que a FEBA favorece hoje oferece. Brasília tem uma contribuição da Marta. Ela trabalhou intensamente, trabalhou muito na comunhão, trabalhou na federação local e trabalhou especialmente aqui na FEB. fez trabalhos, palestras, participações
ília tem uma contribuição da Marta. Ela trabalhou intensamente, trabalhou muito na comunhão, trabalhou na federação local e trabalhou especialmente aqui na FEB. fez trabalhos, palestras, participações em vários congressos do Brasil aa e deixou sempre uma marca de bondade, de dedicação aqui na nossa casa. Então, ela teve um câncer complicado, parecia que ia recuperar. Nós, a casa se prontificou a da passe, toda semana um de nós ia lá, um ou dois aplicar a passe nela e os mentores dava a entender que a Marta ia recuperar do câncer. venceu o câncer. Algumas pessoas por alguma razão maior conseguem romperu. Ela melhorou então melhorou tanto que começou a trabalhar normalmente. Começou a produzir livro, começou a fazer palestra, começou a produzir e trabalhar. E nós tínhamos até programado, chegamos a programar, nós estamos organizando, a Federação Espírita Brasileira está organizando para o mês de maio do ano que vem um centenário em homenagem aos 100 anos de Divaldo Pereira Franco. de volta também todos nós conhecemos. deve ter sido, até onde nós sabemos, o maior expositor espírito do Brasil e nosso ver do mundo, na doutrina espírita, é o Divaldo. O Divaldo criou lá na Bahia uma instituição chamada Mansão do Caminho com a companhia dos de Nilson de Souza Pereira que era seu primo. Eles fundaram por inspiração de Joana de Ângeles, que é sua mentora, e inspiração de Francisco de Assis. Ao que sabemos, Joana, antes de iniciar o trabalho, ela pediu ao Francisco de Assis. Nós sabemos que Francisco de Assis é reencarnação do apóstolo João, o evangelista. Olha como é que é o processo. Nós vamos sempre é por isso que é uma pergunta, eu fui rei, fui padre, fui salvador, carpinteiro, maciro, lavrador, a gente sempre quer ser grande. Ninguém foi pobre, né? Todo mundo foi autoridado, todo mundo foi bonito, todo mundo foi feito, todo mundo teve poder. Nós sempre nos imaginamos assim, mas eh nem não é sempre assim, nem necessariamente assim. Então, o João, evangelista, discípulo amado, a figura mais próxima
do mundo foi feito, todo mundo teve poder. Nós sempre nos imaginamos assim, mas eh nem não é sempre assim, nem necessariamente assim. Então, o João, evangelista, discípulo amado, a figura mais próxima de Jesus, numa hora em que a igreja estava passando por um momento muito difícil na Europa, diante das muitas guerras, Jesus foi buscar o João. Está preparado para missão na terra? Sim, senhor. Os bons discípulos estão sempre prontos. E reencarnou. Ele escolheu, como é que é lindo o processo, ele escolheu o mesmo ambiente que ele tinha lá na Palestina, onde viveu, comércio, e escolheu uma cidadezinha que lembra Belém, Assis na na Europa, lá na Itália. Uma cidade bonita, pequena, feita de pedra. Eh, ela é uma bem bem bem antiga, bonito. Ainda hoje tá tudo em pé porque era de pedra e conseguiu preservar nesses quase 2000 anos. E ali então, Francisco, a casa do pai de Francisco, que era a casa em que ele vivia, está lá até hoje. Quando a gente visita a SIS, aquelas ruas de pedra, aquelas construções antigas, está tudo lá. O ano que vem vai ter um congresso também, 27 vai ter um congresso lá internacional lá em Assis, que vai ser um problema, porque a cidade é pequena, não tem tantos hotéis. e um congresso mundial é uma coisa muito grande. Mas no dia 20, no dia 2 e 3 de maio de 2027, o ano próximo, a Federação Espírita Brasileira, junto com a Federação do Estado da Bahia, junto com o Conselho Espírita Internacional e a Mansão do Caminho, nós estaremos promovendo um centenário lá em Salvador para homenagear os 100 anos de Divaldo Pereira Fran. Já foi reservado o espaço no centro de convenções e as equipes estão trabalhando para fazer com que ocorra. Se alguém tiver interessado, ali na frente do nosso prédio tem lá um um um banner gigante que é o cartaz convidando as pessoas para esse congresso. Então quem não conhece Salvador quer conhecer, é uma boa oportunidade. Quem não conhece a mansão quer conhecer, é uma boa oportunidade. A mansão do caminho tem 88.000 m². gigante, passa por dia ali
o. Então quem não conhece Salvador quer conhecer, é uma boa oportunidade. Quem não conhece a mansão quer conhecer, é uma boa oportunidade. A mansão do caminho tem 88.000 m². gigante, passa por dia ali aproximadamente 5.000 pessoas quase todos os dias. Só creche mais ou menos 400 crianças. E é bonito ver aquela meninada naqueles bercinhos, tudo muito limpo, tudo muito bem cuidado. Depois tem um jardim, você passa na hora do almoço, eles almoçam, estão dormindo ali no colchãozinho, tem as escolas, músicas, tem o primeiro e segundo grau e depois tem a profissionalização. Se examinar coisa puramente do lado econômico e financeiro, eu não consegue entender como é que o de volta consiga fazer isso. Mas ele passa diariamente 5.000 pessoas. Às 6:30 da manhã começam a chegar as crianças. As mães vão ali, deixa a criança e ela vai trabalhar. Mas deixa porque tem confiança no trabalho que ela se realiza. Deixa o médico, o enfermeiro, cuida, limpa a criança, tira a roupinha dela, dá banho, porque a criança vem de um ambiente em que não há muita higiene. Então, para evitar que transmita para outras crianças, ela toma banho, troca de roupa, veste a roupinha da instituição. Na hora que a mãe volta 5 se pr pra casa, passa lá, leva a criança, veste a roupinha que ela trouxe de casa e leva mamadeira, leva os remédios, leva a comida e leva também eh uma cesta básica semanalmente. Como é que Divald consegue? Só a Jana de An que vai explicar, né? Então é muito comum a criança levava sempre um pão. Toda criança levava um pão que é produzido lá. Mas depois descobriu-se que muitas famílias são tão pobres que o jantar da família era um pão. É aquele que a criança levou. Então hoje a mansão fez um cadastro e toda criança, a família tem cinco pessoas, cinco pães, três pessoas, três pães e assim por diante. Então esse é um trabalho grandioso que o nosso Nilson e Divaldo Pereira Franco criaram a mansão do caminho orientado por Francisco de Assis. Então, Jonas de Angel perguntou a Francisco se ele
diante. Então esse é um trabalho grandioso que o nosso Nilson e Divaldo Pereira Franco criaram a mansão do caminho orientado por Francisco de Assis. Então, Jonas de Angel perguntou a Francisco se ele poderia mentorar seu o dirigente espiritual da Maçã do Caminho. É difícil entender como é que se constre uma obra numa encarnação só tão grande e tão rica, rica de valores. Então, Francisco se comprometeu, disse a mentora Juna de Angeles, aceito desde que ninguém bata aqui à porta e não tenha pelo menos um prato de sopa. e uma palavra de carinho. Então ali tem atividades todos os dias separar durante dias e dias do ano. A mansão vai fazer agora em 7 de setembro, se eu não estou equivocada, 79 anos, 80 anos, algo assim. Então esse trabalho e curioso é que não falta, eu tô falando aqui dos talentos. O Divaldo e Nilson não eram ricos nenhum dos dois. O Nilson era trabalhava nos Correios e o Divaldo Franco trabalhava no Ipaze. Ipaz, para quem não sabe, uma espécie de NSS, algo parecido. Antigamente cada estado tinha um IPAS, Instituto de Aposentadoria e Pensões. Depois que e no governo federal tinha lá industriais, PTEC quem trabalhava o transporte e a P B quem trabalhava em banco e a PC quem trabalhava em no comércio e assim por diante. Depois no período da revolução brasileira os economistas da época sugeriram ao governo criar um instituto um e juntar tudo para facilitar a a administração. Então junta tudo de NS. Só para ter uma ideia como é que funciona o processo. Então, naquela aquela situação, esse contexto de receber os talentos, de volta trabalhava gava um salário pequeno, news também um salário pequeno e foram criar o primeiro. Eles estavam viajando de trem. Brasil já teve muitos trens nas cidades. Hoje numa época aí pensou se modernizar, tirou os velhos trilhos e não fez nenhum novo e nem o velho. Então o Brasil isso dificulta muito a vida do país. Sem dúvida que dificulta. Então eles começaram trabalhando. Ele viu Divaldo, diz ele próprio que ele estava viajando e teve
nhum novo e nem o velho. Então o Brasil isso dificulta muito a vida do país. Sem dúvida que dificulta. Então eles começaram trabalhando. Ele viu Divaldo, diz ele próprio que ele estava viajando e teve no entardecer, numa cidadezinha lá perto de Salvador. No entard ele via Joana o desdobrou. O que que é desdobrar? O espírito vem e nos atira do corpo. Você tá ali sentado, tá vendo as pessoas, mas você está vendo além da fronteira do corpo. E ali ele projetou para aí há mais 60 anos. Esse vai ser o seu futuro. Então é bem verdade que no nosso nível nós não temos esse privilégio do o benfeitor chegar e dizer: "Olha, você vai ser isso, aquilo, etc. A sua profissão vai ser essa ou aquela". Não é bem assim. Mas as pessoas missionárias, o mundo espiritual permite-se dessa informação. Então o Divaldo recebeu aquilo como recado do mundo espiritual e passou a trabalhar com esse objetivo, ganhando um saláriozinho modesto. E foram trabalhando, começaram com evangelho sempre e começou na cidade baixa ali em Salvador. Cidade baixa não tá o mercado modelo na beira do mar por ali. E foi no crescendo, crescendo e vão chegando trabalhadores, muitos trabalhadores ajudando, pessoas de boa vontade, pessoas sintonizadas, porque Jesus não trouxe de cara os 12. Ele foi convidar os dois, mas já eram comprometidos, eram trabalhadores da causa. Quando Jesus encontrou com Paulo em Damasco, nós temos aprendido com todas as religiões. Eh, Jesus teria perguntado a Paulo, Paulo, Saulo, Saulo, por que me persegues? que Saulo era o perseguidor dos cristãos e até matador em algum caso, como aconteceu com Stev, que é o primeiro sacrificado do cristianismo. Então nós ouvimos sempre is Saulo, Saulo, porque me persegue? Quem és tu, Senhor? Sou Jesus de Nazaré, a quem tu persegues. Imagina bem, pode imaginar, imaginando se Jesus aparecesse aqui e fala par você comprometeu comigo isso e aquilo. Por que que você não fez? Então Jesus segundo os espíritos, acrescentou: Saulo, nós temos um projeto, nós programamos um trabalho para fazer, nós
aqui e fala par você comprometeu comigo isso e aquilo. Por que que você não fez? Então Jesus segundo os espíritos, acrescentou: Saulo, nós temos um projeto, nós programamos um trabalho para fazer, nós temos uma grande missão. Por que que você esqueceu? Então ele caiu em si. Todos nós temos esses momentos, uma vida, um trabalho e de repente a gente cai em si, parece que dá um clique e a gente lembra do compromisso. Isso acontece também nos casamentos, que às vezes uma cidadã que nasceu lá no outro lado do mundo ou aqui dentro do Brasil, por acaso, entre aspas, encontra-se e dá um clique. É essa aí ou é essa aí? começa a relação, começa a formar a família, começa o trabalho de construção do novo lar. Então, ninguém nasce para casa, é todo dentro de um programa. Claro que os as famílias tem um livre arbítrio, não quer separ, é o direito que cada um tem e vai assumir as suas consequências. Vai ter um filho, cinco filhos, 10 filhos. Tem até um companheiro aqui da FEB que tem três filhinhos e todos homens e queria a mulher dele sonhava ter uma menina e eles foram numa instituição aí que tem crianças para a serem adotadas e ela viu uma criancinha lá, uma menininha ficou tão feliz que pediu cara adotar essa criança, ver o que que eu vou fazer, documentação, essas coisas na hora da criança vir paraa casa deles, ela apareceu com quatro irmãos. Então eram cinco. Que que vou fazer com os outros quatro? Leva os cinco. Então é muita coragem, né? Então ele que já tinha três, de repente passou a ter oito. Então pegou cinco crianças e levou para casa e adotou cinco. Sinceramente eu não sei se eu teria coragem de fazer tomar uma atitude dessa, né? Mas acasos não são poucos de pessoas que se dedicam assim. E tinha aquelas pessoas como o Divaldo. Divaldo tem deve ser o homem mais plorífero da terra. Divaldo tem mais de 600 filhos. Imagine 600 filhos. Como é que a pessoa pode ter 600 filhos? Ele disse que a primeira criança que chegou lá, ele tava trabalhando a noite, que ele psicografava livro Divald deixou 256
s de 600 filhos. Imagine 600 filhos. Como é que a pessoa pode ter 600 filhos? Ele disse que a primeira criança que chegou lá, ele tava trabalhando a noite, que ele psicografava livro Divald deixou 256 livros sobre os mais diferentes dela. Chico, até agora 450. A FEB tá atrás de casas espíritas que Chico Xavier, ele quando sabia que a casa tava com dificuldades, ele produziu um livro e dava paraa casa para você, olha, você faz o livro, imprime e venda e o livro para manter essação. Algumas casas que não tinham uma boa administração, fazia uma vaquinha, imprimi o livro, mas para vender o livro entra, entra devagar, demora 1 2, 4 meses, 2 meses, um ano, sei lá. E como a necessidade é grande, o dinheiro vai sendo consumido e a casa não consegue reeditar. Então a FEB está trabalhando para descobrir esses livros e reproduzir, porque tudo que Chico escreveu foi nobre. Na Mação do Caminho, o nosso Divaldo, ele então desse contexto ele foi produzindo e Joana foi lhe escrevendo pelas mãos. Segundo ele, ele trabalhou 10 anos, 10 anos e que tava lá, ele era organizadíssimo, tudo assim montadinho, arrumadinho, bonitinho. E começou a pensar em produzir um livro, editar um livro, não tinha dinheiro. Até que um companheiro falou com ele: "Olha, você pode, eu faço, eu pago a impressão do livro". Mas aí mentura de Divaldo, não é para imprimir agora. Isso aí era apenas exercícios. você vai queimar tudo isso. Ele disse que chorou. Não é que teve fazer a fogueira, mas queimar tudo isso. 10 anos de trabalho, era só exercício. Agora você vai começar a escrever. Então, há muitas vezes o médium numa casa espírita e aqui na febre não deve ser muito diferente, acha que já pode publicar porque recebeu uma mensagem, duas, três, sei lá. De volta trabalhou 10 anos. Segundo Joana e segundo Emmanuel, que é o mentor de Chico, o médium só é confiável. com pelo menos 10 anos de dedicação. 10 anos. Então a gente vai ali distribui uma sopinha pro pobre, vai na rodoviária, dá um bel de pão para alguém, escreve uma
tor de Chico, o médium só é confiável. com pelo menos 10 anos de dedicação. 10 anos. Então a gente vai ali distribui uma sopinha pro pobre, vai na rodoviária, dá um bel de pão para alguém, escreve uma mensagem e acha que já é uma pessoa grandiosa e merece uma atenção especial da espiritualidade. É bem verdade que o mundo espiritual vai empurrando, vai incentivando, vai encorajando e ajudando. E acontece a multiplicação dos pães. Eu não digo dos pães porque Jesus multiplicou, segundo o evangelho, Jesus multiplicou pães para mais de 5.000 pessoas. Curiosamente, a manção são 5.000 também, né? E pães e peixes. O nosso pão são as nossas lutas, são as nossas conquistas que Jesus multiplica e coloca em nossas mãos. São os talentos. Então, nós estamos falando que a pessoa ao longo dessas tarefas ela vai realizando. Então, por exemplo, aqui no Brasil nós moramos numa cidade que eu pessoalmente considero que é um privilégio morar em Brasília. Maurício é paranaense, não sei se pensa assim, né? Mas eu acho que morar em Brasília é um privilégio. É uma cidade organizada, que tem muito recurso, tem problemas, mas em considerando Brasil, quero crer que Brasília é uma cidade que difere praticamente de todo o resto do Brasil. Nesse contexto, então, é que a pessoa recebe os talentos para cumprir o seu papel. Nós estamos falando a Marta, nossa amiga, que foi eh que esteve aqui conosco, trabalhou tanto tempo, quando ela começou a melhorar, ela começou a trabalhar e nós a escalamos, nós digebrama que vai ser lá em Salvador, no dia 2 e 3, 1 2 e 3 de maio do ano que vem. As inscrições estão abertas. Se alguém quiser, é só olhar aqui na bem na frente do prédio, tem lá o a as inscrições, a pessoa inscreve pelo cartão, paga em 12 parcelas, bem baratinho, né, Maurícia? Maurício é financeiro, então ele é pão duro, né? Então tanto financeiro, se não for seguro quebra a empresa, né? Então quando desencarnou, ela ficou nos finalmenta tava bem, tava bem, de repente começou a complicar e a coisa não foi embora. esgotou, esgotou o
o financeiro, se não for seguro quebra a empresa, né? Então quando desencarnou, ela ficou nos finalmenta tava bem, tava bem, de repente começou a complicar e a coisa não foi embora. esgotou, esgotou o quanto de energia quando nós encarnamos, nós trazemos no nosso corpo um quanto, quanto em latim, um quanto de energia para manter esse corpo durante um ano, 5 anos, 100 anos. Já tem gente até mais de 100 anos por aí. Então aquela energia vai nos vitalizando durante esse período. É como a vela vai se apagando com o tempo. Algumas pessoas que cuidam bem do corpo, ela pode chegar até mais de 100 anos. Alguns casos, naturalmente dependendo do tipo de vida, da alimentação, do cuidado, do zelo, do repouso, etc., das coisas sadias e do talento, colocação do talento em prática. Ou seja, recebeu da divindade essa tarefa, esse recurso da saúde para viver durante 70, 80, 90, 100, 120 anos. E muitas vezes a gente queima esse talento. A maioria das vezes nós queimamos o talento, destruímos o nosso corpo. Não devemos, não demos a ele o devido cuidado. Algumas pessoas têm muita dificuldade até para alimentar, mas a divindade sempre nos dá meios de poder zelar por ele. Então a nossa Marta, que a gente tá falando, desencarnou há pouco, ainda ontem houve homenagem para ela aqui com a palavra do presidente da casa. E na hora que ela desencarnou, os companheiros estavam lá na lá no cemitério da Boa Esperança, lá no na Aaçu, no finalzinho. Ali é enorme, tem muita gente ali. Na hora que Marta desencarnou, que levou para lá o corpo, segundo dona Cecília Rocha, que foi vice-presidente da casa, morou aqui há muito tempo, trabalhou muitíssimo com a Marta e com outro, diz ela que ela chegou lá no cemitério porque na hora que a gente desencarna, você não vai lá, de repente o espírito desliga e joga fora o corpo, né? É bem assim. Há um processo lento de separação do espírito do corpo. O espírito está ligado a cada célula do seu corpo. É por isso que a pessoa morre pelos por último dos pés e pelas e pelas mãos, pelas
bem assim. Há um processo lento de separação do espírito do corpo. O espírito está ligado a cada célula do seu corpo. É por isso que a pessoa morre pelos por último dos pés e pelas e pelas mãos, pelas extremidades. Por quê? Porque o coração deixa de ter força e o pulmão para levar oxigênio até as extremidades. Aí a pessoa quando começa a morrer, as mãos ficam frias, os dedos ficam sem vitalidade e o coração já não consegue levar o sangue é oxigenado até lá. Aí a pessoa dá os sinais de estar desligando. O espírito vai desligando célula por célula e o espírito separa por último do cérebro. Exatamente. Um infta aqui atrás é o último que sai e leva a sua história. Cada espírito leva a sua história. Por isso que quem julga o espírito é o próprio cidadão. Então por isso que se pergunta onde é que está escrito Allan Kardec perguntou-se onde é que tá escrita a lei de Deus? Respondeu na consciência. Cada um sabe o que foi, o que é. É por isso que na questão 919 o livro dos espíritos, Santo Agostinho, que foi um dos pais da igreja, ele ele recomenda todos os dias antes de dormir, eu faço um exame de consciência e me pergunto se naquele dia eu cometi algum erro, se eu fiz o mal alguém e se eu constatar que fiz, eu vou assumo o compromisso de não repetir o erro ou de corrigir se precisar. Então é um é um caminho para a gente levar uma vida tanto quanto possível sadia. Então a nossa Marta diz dona Cecília, ela na hora que a Marta tava sendo desligada, na hora que ela tá sendo desligada do corpo, os benfeitores vem nos ajudar. Os espíritos amigos, o anjo da guarda. A gente nunca lembra do anjo da guarda. Não vou perguntar se alguém aqui se lembra disso, mas a gente não lembra do anjo da guarda. Ele acompanha a gente desde que a gente reencarnou, nos dá a vida inteira do nosso lar ajudando. Raramente a gente lembra de agradecer. De um modo geral, nós somos muito ingratos, não agradecemos. Como a gente não acontece, por exemplo, aqui no Brasil, não tá muito longe, nó tem uma doença aí complicada que a
ente lembra de agradecer. De um modo geral, nós somos muito ingratos, não agradecemos. Como a gente não acontece, por exemplo, aqui no Brasil, não tá muito longe, nó tem uma doença aí complicada que a criança nascia com problemas. E ficava com perninha torta, duas duas. E como é que chama essa doença mesmo? É poli, não sei o quê, né? É isso mesmo. Poliamelite. Até que alguém, um senhor médico descobriu uma vacinazinha que é uma gotinha colocada na boca. Acabou. matou o verme. Dis no Brasil tá limpo disso, mas raramente uma mãe lembra de agradecer a Deus pro seu filho nascer com isso. Se é que lembra, nunca lembro de oferecer, de dizer muito obrigado pela sua ajuda, por isso que me estimulou a treinar o meu filho, vacinar o meu filho. Nós somos grado de modo geral. Quer dizer que a nossa Marta não que desencarnou lá no cemitério, dona Cecília, que que tá fora do corpo, que tá no mundo espiritual, ela disse que chegou lá, tava um momento de comoção. Eu acho que a febre inteira tava lá. Todos funcionários, até os jardineiros fizeram questão de ir e a fé possibilitou. Até os faxineiros fizeram questão de ir. Olha como é que a pessoa constrói ao longo da vida esses laços de beleza que vai crescendo. Aí dona Cecília disse que chegou ali, ficou tão comovida que ela voltou, lembrou do tempo dela quando morava aqui e disse: "Meu Deus, se a Marta tá aqui com esse amor todo, essas manifestações de carinho todas, será que eu fiz o mesmo?" Aí a pessoa se julgando, ela própria. Então conosco acontece também nós ali que o espírita normalmente quando tem um espírita desencarnando por aí no cemitério ninguém ou raramente é alguém começa a gritar aquelas coisas porque nós sabemos que não é esse o caminho. Aquele é o momento importante de orar por aquele cidadão a cidadã que está sendo desligada ali para cumprir uma nova tarefa. É um momento importante. Então a gente tem que chegar ali e orar. Mas a pessoa fala de futebol, fala de política, fala de mil coisas, menos de orar raramente para orar. Então aquele
r uma nova tarefa. É um momento importante. Então a gente tem que chegar ali e orar. Mas a pessoa fala de futebol, fala de política, fala de mil coisas, menos de orar raramente para orar. Então aquele ambiente ali do diz dona Cecília que os espíritos que estavam por ali, tem muita gente no cemitério que já morreu há 10, 20, 30, 50 anos. Tá lá colado nos ossos. Que coisa triste. A pessoa vê os micróbios comendo o corpo lá. Olha que coisa dolorosa. Se não é uma pessoa espiritualizada, então cada um tornemo-nos espiritualizados para não passar esse constrangimento. Tem um livrinho chamado A vida depois da Morte, que é escrito pelo Edivaldo, uma senhora que trabalhava na mansão, cuidava das crianças lá e ela ela tinha um amor pelo marido assim fora do comum e um ciúme doentil. Então quando ela sentiu que teve um infarto, começou a desligar do corpo e ela agarrou no corpo, o corpo foi enrijecendo e ela não quer largar, vou deixar paraa outra. Como é que é a vida, né? Então ela não largava e os espíritos de Jana de Angeles, benfeitora, lá ajudando ela. Não vou largar não. Então o corpo foi pro cemitério, ela enterrou junto com o corpo, ficou lá. Depois de algum tempo, uma semana, segundo ela própria, no livro, o livro começa assim: "Minha filha, escrevendo pra filha dela para não fazer o que ela fez". Então, ela disse que naquele momento ali ela agarrada no corpo e de repente ela viu os micróbios lá, o corpo vai decompondo. Aí apareceu a mentora e disse: "Por que que você tá aí?" "Bom, eu tô aqui pedindo, mas ninguém me ajuda. Você lembrou de orar?" Não orei. Depois deito dias você não ligou a tomada. Então vai chegar um dia que a gente ninguém tem pressa, mas um dia nós tem que ir todos nós. Então os espíritos recomendam: ore, habitua-te a orar. Então ela de repente ela ajoelhou-se ali, começou a pedir o apoio dos céus. A mentora veio e a retirou. É uma experiência para nós que estamos ainda aqui na cara. Então quer dizer que esse talento que a pessoa recebeu, ele se transforma, ele se reveste dessas
apoio dos céus. A mentora veio e a retirou. É uma experiência para nós que estamos ainda aqui na cara. Então quer dizer que esse talento que a pessoa recebeu, ele se transforma, ele se reveste dessas acontecimento, a presença do mundo espiritual em nossas vidas. Nós sabemos que tira dentes aqui no Brasil, na época da causas libertárias, as causas libertárias temos da preparação paraa independência do Brasil, um grupo de cidadãos tiradenos eram líder, um grupo se reuniam para trabalhar para retirar, libertar o Brasil. Tira dentes. Alguém denunciou que era o viscon de barbacena, alguém denunciou e entregou pro império a dona Maria, que era mãe de D, era dona Maria Ira Piedosa, que ela comungava todo dia e a missa todo dia, né? E depois dona Maria primeira louca, porque ela tinha mediunidade e começou a fazer coisas que obsessão, começou a coisas estranhas, né? Então ela condenou os Claud Manuel da Costa, o poeta Tomás Antônio Gozaga, o poeta, Padre Rolim, que era um dos idealistas e outros companheiros foram exilados. Na hora que a coisa ficou muito feia, eles vão condenar da morte. A rainha e eu condenou a morte todos. tira dent fez uma carta e pediu a rainha aqui, não. Olhou pros companheiros, estavam todos moralmente destruídos depois de 3 anos de prisão. Ele fez uma carta dizendo que o culpad era ele. Ele olhou para os companheiros, tava votou tão moralmente mal que diz: "Não, eu tenho que assumir isso, eu vou morrer sozinho." Fez uma carta rainha dizendo: "O culpado sou eu, mande matar apenas a mim." Mas os meus companheiros não estão preparados para o sacrifício. E foram exilados na África portuguesa, Angola, Moçambique, São Tomá Príncipe, Macau na China que fala português também. Então ali tiradente na hora que eles subiram cadafals a condenação era ser degolado, esquartejado e deixar lá pros urubus para exemplificar. Era a horda da rainha que era mãe de Dom João VI. O que diz os espíritos? Quem tiver interessado ler o livro Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho que tem
xar lá pros urubus para exemplificar. Era a horda da rainha que era mãe de Dom João VI. O que diz os espíritos? Quem tiver interessado ler o livro Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho que tem aqui na nossa livraria que mostra o destino do Brasil, qual é a programação para esse país aparentemente complicada. Então, naquela hora, o anjo Ismael, que é o mentor do Brasil, pelo gesto de nobreza, de Tiradentes, era homem de bem, o retirou do corpo. Retirou o quê? tirou o espírito antes do corpo morrer. A vitalidade desapareceu. Ele não sentiu a dor do escartejamento. O mundo espiritual é o talento pela que investiu de dignidade. Ele foi retirado do corpo, o anjo Ismael recebeu e ele saiu dali sem participar do sofrimento. É assim dessa maneira. Quando nós estamos falando que na hora que a gente tá desligando o corpo, vem a enfermidade, vai vai reduzindo a vitalidade, os espíritos vão separando lentamente. Algumas pessoas demoram, mas inevitavelmente, alguns abruptamente no acidente, alguma coisa assim, no infarto do meio cardio, por exemplo, né? Então, a nossa Joana de Ângeles, que é Joana de Ângeles, espírito, é a mentora do Divaldo, ela foi Joana de Cuza. Naquela época as pessoas não tinham sobrenome. Então, Pedro, eh, Joana de Cusa, filha de mulher de Cusa, ele era referente porque ele era uma autoridade importante. Então, Joana decusa, Simão Bar Jonas, Pedro, seu nome original era Simão, então era oficialmente chamado como Simão. Bá significa felo de filho de Jonas. Era assim que era as ligações da época. Só mais tarde, depois do censo, é que o império romano criou os nomes que existe sobrenome, até porque no Brasil tem João Pedro, João Pinto, eh, não sei que lá, Cavaliro, Carvalho da Planta e por aí fora. Foi assim que o Brasil foi se organizando para organizar a legislação da do país nessa hora. Então, Jus, que era mãe do Divaldo e do Nilsos dois lá no templo do Cristo, ela era uma trabalhadora do mestre, o seu nome era Joana Decusa. Ela ajudava Jesus e os
a legislação da do país nessa hora. Então, Jus, que era mãe do Divaldo e do Nilsos dois lá no templo do Cristo, ela era uma trabalhadora do mestre, o seu nome era Joana Decusa. Ela ajudava Jesus e os apóstolos, acompanhava para ajudar as pessoas. E o seu marido era uma pessoazinha bem complicada. Então, ela perguntou um dia, tava tão cansada desse excesso de equívocos dele, era um homem de moral um tanto relativo. E ela perguntou: "O que que eu faz com esse cidadão, senhor? Eu quero largar isso tudo, não aguento mais e vou lhe seguir. Eu faço o quê? Largo ou eu vou com vou contigo? Alguém pode estar com esse problema aí? Espero que não. Jesus disse: "Se Deus lhe entregou esse barro bruto, é para que você o transforme numa obra de arte". Olha bem, se Deus lhe entregou esse barro bruto, é para que você o transforme num obra de arte. Valores morais, novos, experiência, aprendizado. Essa é a sua missão, essa é a sua tarefa, esse é seu karma, essa é a sua prova, essa é a sua inspiração. Tudolerar esse cidadão e ajudá-lo, até o fim da vida para crescer. Essa é a sua tarefa. Então, não enterrar, como tá aqui na lição evangélica, não enterrar o talento, mas multiplicá-lo. O cidadão aplicou o dinheiro, mas você pode considerar sua encarnação de 50, de 60, de 80, 90 anos. para ajudar aquela criatura que está contigo, formando uma família, multiplicar e entregar de volta ao criador ou ao Senhor aquilo que recebeu crescido pelos valores novos. É por isso que os espíritos e se puder, tem hora que eu não aguento mais cidadão. Eh, tem muito marido complicado, naturalmente mulheres também, né? e diz enquanto puder e se puder tu lere até o final. Se puder e se quiser, porque tem um livre arbítrio. Cada um tem o seu livre, o direito de ir até onde quiser, mas é uma tarefa. você enterra o talento que nós vemos aqui ou então aplica de valores acrescentando as suas lições. Depois os filhos, que é sempre um aprendizado. Essas coisas ocorrem com todos nós. Nós estamos falando de Joana de Ang, nós
que nós vemos aqui ou então aplica de valores acrescentando as suas lições. Depois os filhos, que é sempre um aprendizado. Essas coisas ocorrem com todos nós. Nós estamos falando de Joana de Ang, nós falamos da nossa Marta. Essa Joana de Anes que é a mentora da mansão do Caminho, que orienta o Divaldo, escreveu por ele 87 livros psicografados onde Divaldjava pelo mundo. Divaldo viajou por 73 países sem dominar língua e saiu por aí pregando. Olha que grandeza e coragem, né? sem dinheiro. Muitas vezes terminava a palestra e ele não tinha dinheiro para comprar um sanduíche e continuava trabalhando. Diz o Divaldo que algumas chegou tal ponto que tinha dia que ele dizia: "Olha, eu tô com fome, nada para comer". O Nilson tinha o Valdo Vieira, tinha aí nos alguns livros nossos aqui tem escrito pro Chico e e Valdo. Valdo morava no Rio, Chico morava em Uberaba e Emanu dava missão a ele de escrever o livro. Chico escreviu um capítulo em Uberaba. E Valdo Vieira escreveu no Rio o segundo capítulo e o livro e o seguinte, sem precisar os dois estarem juntos. E o Valdo Vieira, ele se apaixonou por uma mulher americana lá de Washington. E ele convidou o Chico para ir lá fazer uma pregação, estimular divulgação pela grandeza da mediunidade do Chico. Só que ele diz, falou com o Chico, entrava em 9 horico, eu vou a Uberaba, eu vou a a ao Boston ver a namorada, a noiva e volto, você fica aí dois dias que eu vou e volto só que ele foi lá com a namorada, com a noiva e esqueceu que o Chico tava lá e o Chico não tinha dinheiro e não falava inglês. Então ele veio, esqueceu o Chico. Um dia o Chico tava com tanta fome que ele olhou pela janela assim, tão sozinho, gostoso e ele não sabia nem perguntar nada. Aí desceu. Nos Estados Unidos não tem café da manhã nos hotéis, você tem que pagar. Não tá incluído na diária, né? Então ele disse que desceu com uma fome doida, né? Ele foi andando pelas ruas, sempre olhando pro hotel para não se perder. De repente parou do lado ao lado dele uma senhora com um carro
a diária, né? Então ele disse que desceu com uma fome doida, né? Ele foi andando pelas ruas, sempre olhando pro hotel para não se perder. De repente parou do lado ao lado dele uma senhora com um carro enorme, limpo, todo cheio de de de de riquezas. A senhora parou e falou: "Good morning". Chico olhou para ela, repetiu: "Morning, good morning, posso ajudar você?" E ela foi falando devagarinho para ele entender. E ela falava: "Espaiol, foi alguma coisa em espanhol pro Chico compreender. E Chico como não sabia, I'm hungry. Estou com fome em inglês que eu estou com fome. I'm hungry. Tô com fome. Ela diz: "Olha, eu fiz um, eu fui receber uma graça, sou católica. Recebi uma graça tão importante que eu prometi a mim mesmo que o primeiro mendigo que eu encontrasse, o mendigo era Chico, o primeiro mendigo que eu encontrasse ia dar apoio a ele." Então, pegou o Chico com dificuldade, o Chico indicou o hotel, ela foi lá, o hotel traduziu para português e ele não tinha tomado café, nem almoçado durante três dias. Então ela foi lá, pagou o hotel, ofereceu a comida pro Chico, levou o Chico aeroporto, pagou a passagem e mandou o Chico de volta. são os talentos, os valores do Chico, que a divindidade vai acrescentando esses valores para nós. Eu me lembro que o Divaldo esteve na Itália, esteve na Alemanha, especialmente na Alemanha, ele foi fazer um seminário de 8 horas e contrata, existe na Europa muitos especialistas em traduzir palestra, conferência, seminários e o Divot, por não dominar alemão, que é uma língua difícil, foram contratado para fazer um seminário lá para um certo número de pessoas. Só que na hora o tema era reencarnação. A pessoa que tava fazendo isso era pastor batista. E os protestantes evangélicos não não admitem a reencarnação. Ele fala ressurreição. É diferente. Ressurreição é quando o espírito, você morre e eles entendem que vai chegar uma hora que Deus vai chamar todo mundo de volta, sai do cemitério e cada um assume a sua personalidade, porque a ciência prova
surreição é quando o espírito, você morre e eles entendem que vai chegar uma hora que Deus vai chamar todo mundo de volta, sai do cemitério e cada um assume a sua personalidade, porque a ciência prova que é absolutamente impossível. Mas reencarnar é o outro corpo. Nasce, renasce lá no no ventre materno e vem um novo cidadão. Então, na cabeça do pastor, que era o tradutor, ele não conseguia, ele misturava encarnação e eh ressurreição. Então, o Joana falou: "Divaldo, olha, o nosso amigo honesto tá fazendo um belo trabalho, mas ele tá perturbando o nosso objetivo. Eu quero falar sobre reencarnação, mas como ele na cabeça dele, os valores religiosos dele fala de ressurreição, ele tá falando dessa e as pessoas não entendem. Então eu vou lhe preparar para você falar em alemão. Oxe, mas eu não falo alemão. Tem problema. Eu incorpore você e você faz em alemão. Olha que fenômeno bonito, né? Joan incorporou de volta e ele fez a palestra durante 8 horas em alemão. No final o senador falou: "Ovalo, você me contratou e você no final fala melhor que eu?" Olha que fenômenos lindos que acontece. Então, esses acontecimentos ocorrem muito com muito de nós, muitas vezes que nós nem nos damos conta, mas muitas vezes aquelas pessoas que tiveram uma vida difícil, uma infância de pobreza, uma família com dificuldades, coisa dessa natureza. E a vida foi lhe acrescentando uma escola nobre, alguém que lhe um professor que lhe educava com carinho, uns pais que eram amigos. A vida foi lhe favorecendo, faz um concurso, melhora certo e a pessoa muda o padrão de vida. São talentos. Você vai recebendo para cumprir o seu papel, que é devolver depois lá o Senhor da Vinha, os talentos que você recebeu, a sua saúde, a sua inteligência, as suas condições para que você deixe a sua marca. é o seu legado. A nossa Marta deixou o seu legado. Joana de Cuza, que é a mãe de Divaldo ou foi mãe de Edivalda, ela reencarnou depois outras encarnações, uma delas como Clara de Assis. Clara de Assis era o amor platônico de Francisco de Assis
legado. Joana de Cuza, que é a mãe de Divaldo ou foi mãe de Edivalda, ela reencarnou depois outras encarnações, uma delas como Clara de Assis. Clara de Assis era o amor platônico de Francisco de Assis também cuidando com ele dos leprosos naquela região de Assis na por Siúncula. Quem for a Itália e puder vai até Assis. Você é banhado por uma vibração de Francisco, que anda por aqueles ambientes. Fui lá três vezes. Aqueles ambientes, você sente que está com ele ali, tá tudo tão impregnado da presença de Francisco que a gente se emociona. Então, meus irmãos, o talento é a sua riqueza, é o seu patrimônio moral, intelectual, sua inteligência, aquilo que a vida está lhe favorecendo. E assim sendo, cresça que puder, o mais que puder, para que os seus talentos sejam multiplicados e receba a cada encarnação nova cota de talentos para cumprir o seu papel no programa da divindade a favor de todos nós. Que Jesus nos abençoe, nos dê muitíssima saúde, paz e talento, talento de coisas boas para crescer. Muita paz com todos. Agradecemos ao nosso irmão Rabelo pela brilhante condição. Me lembrava aqui de Joana que vai dizer assim: "A coragem nasce da fé, que sabe o que deseja e se empenha para consegui-lo. enfrenta os obstáculos sem enfraquecer-se e resiste ao tempo sem perder o valor. Então, que tenhamos coragem para o trabalho, a fé que nos move e nos leva. Mas está chegando o final. Acabou, >> né? Mais uma vez renovamos o nosso agradecimento a todos e convidamos a todos por uma rápida oração final. rogando ao Pai mais uma vez que suas bênçãos que aqui foram depositadas permaneçam conosco, Senhor. Agradecidos pela luminosidade que nos alcança. Nós te pedimos que possamos levar conosco um pouco desta luz, desta esperança, que elas possam nos acompanhar no retorno aos nossos lares, na semana que se inicia, e que sejamos capazes de repartir estas energias com todos aqueles que nos encontrarmos no caminho. Que assim seja, Senhor. Agradecemos a todos e aqueles irmãos que desejarem o benefício do passe e pedimos
sejamos capazes de repartir estas energias com todos aqueles que nos encontrarmos no caminho. Que assim seja, Senhor. Agradecemos a todos e aqueles irmãos que desejarem o benefício do passe e pedimos que aguardem seus lugares. A equipe vai preparar o ambiente e assim que concluída a preparação irá convidá-los. Muita paz.
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