A paciência, com João Rabelo | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. A paciência. ESE, Cap. 9, item 7. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Boa tarde a todos os que estão presentes, os que nos acompanham pelas mídias virtuais. É uma alegria muito grande recebê-los aqui na casa do Ismael. Igualmente é uma alegria muito grande chegar na casa daqueles que não podem estar aqui e nos acompanham à distância. Mais uma vez retomamos o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo, que é o nosso estudo do domingo transmitido pelas mídias sociais. Mas antes, não esqueçamos de levar o nosso pensamento àquele que é causa de todas as causas ou a causa encausada, como diz Joana de Angeles. Então, nós pedimos, auxilia-nos, Senhor, a aceitar sempre a tua vontade, compreendendo que nela está o que é de melhor para nós. Clareia o nosso pensar para aceitarmos as nossas fraquezas. Dai-nos a força necessária para que compreendamos estas fraquezas e possamos transformá-las em fortalezas. Com a robustez da fé, somos capazes de derrubar barreiras, eliminar a nossa ignorância, atravessar os obstáculos e vivenciar o teu evangelho de luz. Para isso, pedimos, Senhor, que mantenha a nossa mente aberta para que saibamos da atual insignificância e de sua magnitude, para que os irmãos que vão conduzir os nossos pensamentos desta noite sejam inspirados e possam encontrar a melhor maneira de nos apresentar as mensagens que estão a seu cargo. Que assim seja. Sen eu vou pedir pro Robson conduzir a gente aqui na primeira reflexão com base na mensagem 144 do Fonte Viva da Viva Fonte. Obrigado. Boa noite a todos. Então hoje, né, como já foi dito, o livro Fonte Viva, a lição 144. Ajudemos a vida mental. E seguia uma grande multidão da Galileia, de Decápolis, de Jerusalém, da Judeia e de além de do Jordão. Está em Mateus, no capítulo 4, no versículo 25. Que que Emanu então discorre sobre isso? Diz assim: "A multidão continua seguindo Jesus na ânsia de encontrá-lo, mobilizando todos os recursos ao seu alcance. Procede de todos os lugares, sequiosa de conforto e revelação. Inútil a interferência de quantos se interpõe entre ela e o Senhor. Porque de século a século a
lizando todos os recursos ao seu alcance. Procede de todos os lugares, sequiosa de conforto e revelação. Inútil a interferência de quantos se interpõe entre ela e o Senhor. Porque de século a século a busca e a esperança se intensificam. Não nos esqueçamos, pois de que abençoada será sempre toda a colaboração que pudermos prestar ao povo em nossa condição de aprendizes. Ninguém precisa ser estadista ou administrador para ajudá-lo a engrandecer-se. Boa vontade e cooperação representam as duas colunas mestras no edifício da fraternidade humana. E contribuir para que a coletividade aprenda a pensar na extensão do bem é colaborar para que se efetive a sintonia da mente terrestre com a mente divina. Descerra-se à nossa frente precioso programa nesse particular. Alfabetização, leitura edificante. Palestra educativa, exemplo contagiante na prática da bondade simples. Divulgação de páginas consoladoras e instrutivas. Exercício da meditação. Seja nossa tarefa primordial o despertamento dos valores íntimos e pessoais. Auxiliemos o companheiro a produzir quanto possa dar de melhor ao progresso comum no plano, no ideal e na atividade em que se encontra. Orientar o pensamento, esclarecê-lo e sublimá-lo é garantir a redenção do mundo, descortinando novos e ricos horizontes para nós mesmos. Ajudemos a vida mental da multidão e o povo conosco encontrará Jesus mais facilmente para a vitória da vida eterna. Então essa lição aqui, Emanuel, ele já começa nos lembrando que a multidão ainda continua seguindo Jesus na ânsia de encontrá-lo. Infelizmente, algumas pessoas ainda pensam que apenas Jesus em algum momento descerá que a terra cada um tem uma crença. Mas o que que podemos colocar sobre isso? Que que podemos fazer para despertar no companheiro, no irmão encarnado ou aqueles que estão à nossa volta, a certeza que Jesus está ainda entre nós, querendo nos tocar, cercando-se dos nossos corações, dos nossos sentimentos, através da espiritualidade amiga. E aí essa lição vem nos dizer que
nossa volta, a certeza que Jesus está ainda entre nós, querendo nos tocar, cercando-se dos nossos corações, dos nossos sentimentos, através da espiritualidade amiga. E aí essa lição vem nos dizer que nós podemos auxiliar a essa multidão a encontrar Jesus. Não necessariamente, e é interessante aqui que ele coloca, quando ele fala: "Ninguém precisa ser estadista ou administrador para ajudá-lo". Até porque no parágrafo anterior ele diz que nós podemos prestar ao povo em nossa condição de aprendizes. Que que a gente verifica com isso? Não precisamos ser um grande palestrante, um grande líder. Somos ainda aprendizes, mas podemos colaborar aqueles que estão à nossa volta. Os pais às vezes ensinando aos filhos, da mesma maneira que a higiene física do banho ou do escovar dos dentes, precisa também da higienizar a mente, a alma, através de uma leitura edificante, de uma religião, não precisa ser necessariamente a espírita, mas uma religião, algo que consiga levar até eles a lição do Cristo, os seus ensinamentos, para que eles possam ter um exemplo para seguir em sua vida e através disto encontrar Jesus. Também podemos acercar daqueles nossos familiares, amigos, que por algum motivo, uma doença, uma perda, uma dificuldade, estão necessitando de alguém que os conduza, que lembre que o Cristo pode a todo momento estar junto a nós através da sua lição, do seu exemplo. Temos muito e por onde fazer. Aqui é interessante também quando ele fala que para isso a gente precisa lembrar que existe duas colunas mestra mestras no edifício da fraternidade que na lição ele coloca como boa vontade e cooperação. E aí a gente pode refletir, será que eu tenho boa vontade e espírito de cooperação para de alguma maneira auxiliar aqueles que ainda estão perdidos ou que buscam Jesus a encontrá-lo através de uma mensagem, de uma atividade, de um serviço ao próximo? ele coloca aqui, a gente pode ter alguns programas para facilitar isso e ele enumera aqui dizendo alfabetização, leitura edificante, palestra educativa e
m, de uma atividade, de um serviço ao próximo? ele coloca aqui, a gente pode ter alguns programas para facilitar isso e ele enumera aqui dizendo alfabetização, leitura edificante, palestra educativa e toca alguns temas aqui. Mas um pouco depois ele fala: "Olha, a gente precisa lembrar um pouco antes, na realidade, ele fala eh a gente pensar aqui, será que a mente terrestre tá aliada com a mente divina? Com toda certeza a gente sabe que não. E por isso que ele fala, ó, contribuir para que a coletividade aprenda a pensar na extensão do bem é colaborar para que se se efetive a sintonia da mente terrestre com a mente divina. Nosso planeta temos pensar são 8 bilhões de encarnados. Nós desejamos todos os dias que um dia o nosso mundo passa a ser um mundo de regeneração. Quando será que isso vai acontecer? Vai acontecer simplesmente de um dia pro outro. fazemos a nossa parte, nos melhorando, fazendo a nossa reforma íntima, mas tem o nosso irmão ao lado que nós precisamos colaborar para que ele possa também junto conosco seguir. Tanto que ao final ele falar: "Ajudemos a vida mental da multidão e o povo conosco, ou seja, junto a nós, encontrará Jesus mais facilmente para a vitória da vida eterna. A nossa vida não irá cessar quando perdermos esse corpo físico e podemos iniciar desde já essa colaboração a todos que nos cercam a encontrar. Ele coloca também aqui que orientar o pensamento e esclarecê-lo e sublimá-lo é garantir a redenção do mundo, descortinando também novos e ricos horizontes para nós mesmos. Muitas vezes recebemos um convite, uma atividade que podemos auxiliar aquele que está à nossa volta. Pensamos às vezes que estaremos apenas auxiliando o próximo e esquecemos, como na lição coloca, estaremos descortinando novos e ricos horizontes para nós mesmos. O primeiro a ser ajudado quando nos expomos a auxiliar aqueles que estão à nossa volta. Começamos por nós. Lições de são sempre significativas, mas essa de hoje eu quando a, né, eu já li, já tinha lido alguns dias atrás e quando eu a
os expomos a auxiliar aqueles que estão à nossa volta. Começamos por nós. Lições de são sempre significativas, mas essa de hoje eu quando a, né, eu já li, já tinha lido alguns dias atrás e quando eu a reencontrei, fiquei pensando, é um convite significativo a todos nós. Jesus tem a certeza que todos nós temos um um potencial latente. A questão é quando será que nós iremos, como na parábola dos talentos, deixar de terrar um talento e multiplicá-lo? Quando será que nós não deixaremos oportunidades de serviço aos nossos irmãos? Nós podemos começar de alguma maneira a auxiliá-los e também nos auxiliar. E essa lição é um convite, diz como poderemos começar, enumera aqui um programa que podemos colocar como particular isso, para tal. E mais do que isso, a sintonia reforçando da mente terrestre, com essas atitudes cada vez mais estará alinhadas com a mente divina. Então, queridos, essa eu encerro aqui, então, para que a gente possa fazer a reflexão. Vamos aceitar o convite, tá? A nossa, o nosso momento à nossa frente. Fique em paz a todos. Obrigado. Agradecemos a Robson pelas reflexões iniciais, tocantes, convidativas. Eh, antes de entrarmos propriamente no tema de hoje, que está no capítulo 9, item 7, muito apropriado até a paciência, eh, lembro-me aqui que Joana certa feita diz, ficou registrado, é filho, é por andares, deixe pegadas luminosas no seu caminho. como estrelas apontando o rumo da felicidade. E não deixe ninguém afastar-se de ti sem que leve um traço de bondade ou um sinal de paz de sua vida. Você pode falar um pouquinho disso? Muito boa tarde a todos. Jesus nos abençoe. Nós estamos estudando o capítulo 9 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que o codificador Allan Kardec, orientado pelos benfeitores, intitularam bem-aventurados que são brandos e pacíficos. E a nossa benfeitora Jana de Angângeles, ela nos traz eh um, na verdade, ela sina como espírito amigo. Espírito amigo, segundo Divaldo Franco, é a nossa benfeitora Joana de Ângeles. E foi uma mulher que teve uma
enfeitora Jana de Angângeles, ela nos traz eh um, na verdade, ela sina como espírito amigo. Espírito amigo, segundo Divaldo Franco, é a nossa benfeitora Joana de Ângeles. E foi uma mulher que teve uma vida inteira, a notícia que se tem reencarnações dela é que exerceu e praticou a paciência ao longo de todas as encarnações. O nosso estudo da tarde. Então, bemventurados que são brandos e pacíficos, é o título do capítulo. Os que são brandos, começa dizendo aqui os benfeitores, é uma mensagem de Mateus nos dois casos, injúrias e violências. Bem-aventurados que são brandos, porque possuirão a terra. Possuirão a terra para quê? Fazer o que com a terra? Para que que nós queremos ser possuidores da terra? Muitas pessoas podem se perguntar. No entanto, o nosso benfeitor e os espíritos nobres quer nos dizer que o processo evolutivo é inexorável. Nós podemos retardar, podemos chegar mais tarde um pouco, podemos antecipar, mas é inevitável que nós todos iremos um dia habital a terra em que a vida espiritual e moral sejam condizentes com a mensagem de Jesus de Nazaré. E logo em seguida diz: "Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus". Tem impressão que não poderíamos querer nada melhor do que isso, né? Ser chamados filhos de Deus. Nós sabemos que a humanidade presente, todos nós estamos num estágio evolutivo muito atrasado. Infelizmente nós ainda, o nosso planeta é um planeta de provas e as expiações. Uma classificação que foi dada pelos espíritos superiores, a Allan Kardec e nos diz que uma certa classificação dos mundos. O nosso mundo, a Terra, ela está classificada como um planeta de provas e de aspiações. Significa dizer onde predomina o mal. Lamentavelmente, predomin notícia dos jornais, de assassinato, de acidentes, de guerra, de coisas lamentáveis que estão ocorrendo por aí aa mas nos abeirando de uma mudança significativa na Terra. planeta de provas e expiações para planeta de regeneração. Significa dizer onde o bem vai predominar ao invés do mal. Mas o
ocorrendo por aí aa mas nos abeirando de uma mudança significativa na Terra. planeta de provas e expiações para planeta de regeneração. Significa dizer onde o bem vai predominar ao invés do mal. Mas o tema que é tão rico para o nosso aprendizado, tudo no evangelho de Jesus é a promessa do Criador. Jesus dizia: "Eu e o Pai somos um". o mesmo pensamento, a mesma ideia, o mesmo propósito e nos anima a acreditar que nós estamos ajudando em construir um mundo novo e construímos com a nossa maneira de ser, com o nosso procedimento, com o nosso modo de agir. Então, nossa benfeitora Joana de Ângeles, todos os capítulos do Evangelho, quase todos, começa com alguns algumas relembranças daquilo que escreveram os evangelistas. Depois vem um comentário do codificador Allan Kardec e tem a contribuição dos espíritos nobres chamado instruções dos espíritos. Nesse capítulo que nós temos que estudar nessa tarde, o tema é a paciência. E logo depois vem o espírito que escreve outro que é Lázaro. Lázaro é aquele cidadão que nós temos conhecimento, que foi ressuscitado pelo Cristo de Deus. Então a paciência, Joana começa dizendo, a dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos. Pode parecer até contraditório, né? Mas ela nos diz a dor. Isso aqui foi cantada por Nando Cordel, que escreveu uma música bonita do Divaldo chamado Paz pela Paz. Então a dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos. Não vos aflijais. A vida às vezes nos aperta um pouco e nós temos alguns momentos de dificuldade. Não vos afijais, pois quando sofrerdes antes, bendizei de Deus onipotente, que pela dor deste mundo vos marcou para a glória nos céus. E continua a nossa benfeitura. Sede paciência, sede paciência. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a paridade ensinada pelo Cristo de Deus, enviado de Deus. a mensagem toda para ser lida, estudada, mas nós queríamos eh comentar quem assina é o espírito amigo. É o espírito que assinou esse capítulo. Essas mensagens são escritas por Paulo, pro Pedro, pro João, Santo Agostinho,
ser lida, estudada, mas nós queríamos eh comentar quem assina é o espírito amigo. É o espírito que assinou esse capítulo. Essas mensagens são escritas por Paulo, pro Pedro, pro João, Santo Agostinho, Fênelo e muitos outros espíritos nobres. Nesse aqui, esta mensagem Allan Kardec selecionou entre muitas e elegeu essa de Joana de Angeles, que intitulava e assinou pelo pessônimo de espírito amigo. Nós entendemos então que ela própria estaria muito apropriado o que ela escreve com aquilo que ela foi, que ela viveu, que ela praticou na terra. João de Ângeles, a mentora da do Ivaldo Pereira Franco, foi a mãe dele no tempo de Jesus e foi queimada viva lá em Roma, naquele tempo da da difícil da humanidade, o cristianismo nascente. Segundo informações dos espíritos, aproximadamente 1 milhão de cristãos foram sacrificados nos circos. É muita gente. Paraa época, a população da Terra era tão menor. Então nós tivemos aproximadamente 1 milhão de criaturas que por amor a Jesus para testemunhar, elas foram sacrificadas, foram entregas aos animais, alguns foram queimadas vivos, sacrifício de toda ordem. Então, Joana, pelo que nós sabemos, ela era casada com um cidadão chamado Cusa. Naquela época, as pessoas não tinham sobredome. Jesus de Nazaré, Maria de Nazaré, Maria de Magdala, era assim que elas pessoas eram chamadas. Simão Pedro, filho de Pedro. As pessoas eram conhecidas dessa forma. É por isso que nos países pânicos, onde essas mensagens chegaram mais tempo, de um modo geral, as ruas poucos têm números, rua tal, esquina com tal, você vai aqui no Paraguai, na Argentina, Uruguai, na Bolívia, Guatemala, esse país todo tem um pouco desse modo ainda de apresentar-se. Mas no caso da nossa Joana, ela viveu com esse homem que era a pessoa que transitava na política. Quando lhe convinha, ele estava trabalhando nos interesses do povo romano, porque dominava o mundo. O povo romano dominou o mundo por aproximadamente 600 anos. Uma civilização talvez mais poderosa do que os americanos hoje. Eles dominaram o
ndo nos interesses do povo romano, porque dominava o mundo. O povo romano dominou o mundo por aproximadamente 600 anos. Uma civilização talvez mais poderosa do que os americanos hoje. Eles dominaram o mundo conhecido, andando a cavalo, olha as condições, andando de barco a vela e conseguiram impor ao mundo eh a sua civilização, o seu modo de ser. cometeram muitos equívocos, mas naturalmente trouxeram contribuições importantes para o processo evolutivo da humanidade da época. Então, Joana era casada com esse cidadão e ele vivia pendulando. Quando convinha tava o lado dos judeus, quando não convinha tava o lado do do povo romano. Até que entrou em desgraça. É sempre assim. As pessoas que não tem uma postura que fica pedulando, há um momento em que eh cai desgraça descoberto nos seus equívocos e ele terminou sendo sacrificado. Joana ficou pobre porque eramas com os romanos eram tinha um poder enorme. Você quer dizer, eu sou um cidadão romano ele era privilegiado em qualquer parte do mundo conhecido da época. E Joana, ela foi chamada pelo estado. O povo, as as cidadãs que eram eh de origem romana tinha direito à pensão, tinha direito a a alguns favoridade que entendia que deveria prosseguir, prosperar e se ofereceu para trabalhar como empregada doméstica. Na época era uma humilhação suprema, era que era uma mulher nobre da corte do império romano. Foi trabalhar para poder manter os seus dois filhos. Tinha dois filhos, segundo a história. Quem tiver interessado, Humberto de Campos em e no livro Boa Nova, conta bem essas histórias que nós temos aqui na nossa livraria. Ela então foi trabalhar como empregada doméstica e foi depois para Roma. Tinha dois filhos, como dissemos. Um deles, segundo informações, era Divaldo Franco, que desencarnou agora a semana passada, e outro é Nilson de Sousa Pereira, que desencarnou há 8 anos atrás, mais ou menos, e que os dois juntos fundaram a Mansão do Caminho em Salvador, que é uma obra social, talvez a maior do Brasil, onde durante todos os
de Sousa Pereira, que desencarnou há 8 anos atrás, mais ou menos, e que os dois juntos fundaram a Mansão do Caminho em Salvador, que é uma obra social, talvez a maior do Brasil, onde durante todos os dias passam ali 5.000 pessoas. É difícil imaginar como é que dois cidadãos, funcionário público, salaram modeste na época, manter uma obra, construir uma obra em que você chega lá 6 da manhã, estão chegando as mãezinhas que vão trabalhar fora, não tem com quem deixar seus filhos, seus filhos pequeninos, 3 meses, 4 meses, um ano, etc. E as crianças ficam ali quando chega o meta para receber o enfermeiro. As crianças têm que tomar banho porque a roupinha às vezes uma roupa contaminada. É lavada a roupa, vesta a roupa da instituição. O médico dá a medicação que necessita, tem alimentação durante todo o dia e vai para casa quando a mãe vem do trabalho lá pro final da tarde. Então é muito interessante observar que quando chega na manção do caminho às 6 da manhã tá vindo uma música que sai em todos os lados. fazer uma prece coletiva e essas crianças ali são atendidas uma a uma dessa maneira bonita. Então, entre escolas, essas escolas são 3.200 e alguma coisa de crianças, acre aproximadamente 400 crianças e nós temos ainda lar de velhinhos, doentes, pessoas enfermas de algum de outro de vários modos e aqueles jovens que vão lá para fazer ter uma profissão, macineiro, padeiro, etc. além de trocar instrumentos vários. Então, Joana, ela deixou e inspirou Adivaldo na época seus filhos para poderem criar a mansão do caminho. Então, ela teve essa vida de exercício perene da paciência. O que ela diz aqui nessa mensagem é o exercício da sua vida ou a sua vida é o exercício dessa mensagem de Jesus. Ela foi para Roma porque se tornou cristã, conheceu Jesus. o seu marido tinha um caráter um tanto duvidoso. E ela foi perguntar a Jesus o que fazer, já que ela queria seguir o mestre e os seus ensinos e a a postura do seu marido era da moral um tanto duvidosa. Então ele pediu paciência. Joana, tende paciência. Que
oi perguntar a Jesus o que fazer, já que ela queria seguir o mestre e os seus ensinos e a a postura do seu marido era da moral um tanto duvidosa. Então ele pediu paciência. Joana, tende paciência. Que fazer, senhor? Muitas vezes nós precisamos perguntar à divindade que fazer. Muitas vezes nós temos um problema em casa. com o casal, com os filhos, com os vizinhos no trabalho, com o chefe, com subordinados. E a gente muitas vezes fica na dúvida qual a melhor postura, como proceder. Então, Joana procurou Jesus no final de tarde, depois que ele fazia as pregações no lago de Genesaré, ele foi, ela foi perguntar, ele quer fazer? Eu vou largar esse homem que tanto mal me faz pela sua postura, que não dá um exemplo digno para os meus filhos. Jesus lhe diz: "Joana, tenha paciência. Faz as palavras de Jesus. Se Jesus, se Deus lhe entregou esse barro bruto, essa matéria bruta, é para que você utilize o transforme numa obra de beleza e de arte". É difícil exigir de uma mulher essa esse sacrifício. E Joana exercitou a paciência. Até onde nós sabemos, são várias histórias. tem um livrinho dela própria chamado Joana e Jesus, uma história de amor pisiografada por Divaldo Franco. Eu creio, eu creio que aqui na nossa livraria é possível que tenha. Então ela terminou, ele f cai miséria, desgraça, ele torrou o dinheiro todo fazendo coisas erradas e ela foi presa porque foi era cristã e foi levada para Roma, para o circo romano, e foi queimada viva com seu filho Nilson. Na época o Nilson era uma jovem, estava ali com a mãe, foram prisioneiros, foram queimados. Divaldo na época era o mais velho e era legionário. Legionário significa soldado romano. Naquele tempo as pessoas profissão era pequeno agricultor, pequeno comerciante e era ou era soldado. As profissões eram essas. Então ele tava ali de eh quando no momento em que ela foi prisioneira, eu eu por a questão de vaidade pessoal não não deixo de reconhecer, eu queria ver onde é que foi que eu estive em Roma. Eu queria ver onde é que foi o local que o Jor foi
o em que ela foi prisioneira, eu eu por a questão de vaidade pessoal não não deixo de reconhecer, eu queria ver onde é que foi que eu estive em Roma. Eu queria ver onde é que foi o local que o Jor foi queimado. Fui no circo romano, olhei o lá o palá da justiça, olhei a casa de Nero, a casa de Nero chamado Homos Dora. Dora, que é a história, a casa de ouro. Domos. Domos é casa em em latim. Domos áureas, casa de ouro. A casa de de Nero era toda de ouro na entrada. Olha quanta gente tinha dinheiro na época, né? Em troca de miséria dos demais, né? E ela ali. Então eu eu cheguei imaginando que eu poderia, com a medidade modesta, localizar o local onde Joana foi queimada no circo romano e a casa de Nero que ficava logo depois. Fiquei ali e meditei, meditei, não vi nada. Ainda baixou a minha vaidade na hora. Então eu perguntei depois de Divald, eu não consegui ver nada. Cabeça tava olhando pro lado errado. A casa de Joana não fica lá no coliseu. Ela foi queimada no circo máximo. Quem vai a Roma vê lá ainda os resíduos do coliseu. Mas enquanto a televisão mostra ali, os gladiadores lutaram naquele templo para deleite da nobreza romana. E o Vaticano, Roma, tem sete colinas, pontos mais altos. E o Vaticano está exatamente em cima do está em cima do círculo, do círculo. Má, foi ali que Joana foi queimado. E os primeiros cristalos era de uma maldade extrema aquela gente da época, que talvez fôssemos nós, quem sabe, né? Como saber. Mas o fato é que os poderosos eram pessoas absolutamente desumanas e maldosas. E Joana, por amor a Jesus, teve ali. Há uma história que está escrita no livro Boa Nova, em que é esse momento em que Nilson, que era o mais velho, mais jovem, estava ali com a mãe e os soldados amarraram os cristãos nos postes, porque ia chegar um general famoso, vinha pela Via Ápeno e vinha carregar de escravo, de riqueza, de saques para o império. E para poder homenageá-lo, a viapia toda ela era colocado cristãos de um lado e de outro pressão postes untados embaixo com
Via Ápeno e vinha carregar de escravo, de riqueza, de saques para o império. E para poder homenageá-lo, a viapia toda ela era colocado cristãos de um lado e de outro pressão postes untados embaixo com lenha, com petróleo e as pessoas eram queimadas vivas para iluminar a caminhada daquele general. Olha que coisa. Mas infelizmente a história da humanidade tem esses lados lamentáveis. E ali que Joana naquele momento, Nilson, que era o menor dizia: "Mamãe, negue a Jesus". E os soldados chicoteavam aquelas pessoas indefesas. Os cristãos eram considerado pessoas anormais, culpadas, porque Nero queria queimar para manifestar poder, queimar uma parte da cidade de Roma, a chamada cidade eterna. Esses dias todo, a televisão, por causa da morte do Papa, ela ela ficou muito, mostrou muito a praça de São Pedro que é bonita, tudo ali é bonito. A catedral de São Pedro é uma coisa extraordinariamente bela. E a Capela Cistina, estudante de arte do mundo inteiro. Muitos vão ali, ficam deitado no chão, de barriga para cima, olhando para o teto, que é a história da criação da humanidade. Não há como ser diferente, porque como é que o gênio humano foi capaz de fazer pintar eh de maneira absolutamente anormal e uma obra tão extraordinária e mesmo as pessoas insensíveis não pode deixar de ver e se admirar de tanta beleza. Então o homem que é capaz de fazer tanta beleza, tanta grandeza, comete tantos crimes. É difícil entender essa dicotomia que a criatura humana ainda se deixa levar e conduzir. Então falei que Joana e o seu filho dizia: "Mamãe, negue". E ele dizia: "Quem negar a Jesus abjura o crucificado e serão salvos. Aqueles que negassem a Jesus seriam liberados". Mas Joan olhou para ele e disse: "Ô meu filho". E ele grita: "Mamãe, mamãe, sou teu filho. Nega Jesus, depois você volta." E ela disse apenas em lágrimas não posso negar a Jesus. Ao que se sabe, na hora que ela estava sendo queimada, as vestes queimadas pelo fogo, o soldado deu uma chicotada no seu rosto e lhe perguntou seu carpinteiro
enas em lágrimas não posso negar a Jesus. Ao que se sabe, na hora que ela estava sendo queimada, as vestes queimadas pelo fogo, o soldado deu uma chicotada no seu rosto e lhe perguntou seu carpinteiro lhe ensinou apenas a morrer. Ele olhou para ele em lágrimas e disse: "Não apenas a morrer, mas também a lhe perdoar e amar." Então Joana teve essa paciência infinita a ponto de sacrificar a própria vida. É muita coragem e grandeza para uma criatura chegar a esse ponto de testemunho a Jesus. Ao que se sabe, o próprio Cristo vai buscá-la no mundo espiritual. Ela diz nas duas mensagens que ela viu duas mãos que entravam entre as chamas e a retirou do corpo. Essa maneira linda que o evangelho nos mostra dessas criaturas grandiosas porque belas, absolutamente santas porque são criaturas puras e absolutamente leais, honestas com a mensagem de Jesus. Nós segundo a tradição ainda e segundo o livro logo depois chega de volta. Eu tava em viagem, chegou, soube que a mãe estava sendo queimada, correu lá e se ofereceu: "Quero também ser queimado, quero me entregar por amor a Jesus". O soldado disseram: "Agora já acabou, já não pode mais". E de vol teria prometido a Jesus que ele também se entregaria por inteiro ao Cristo de Deus. E levou a vida nas muitas encarnações. Ele levou a vida dedicada ao trabalho de honrar a imagem de Jesus de Nazaré. O fato é que Joana de Anes que nós estamos falando, Joana que trouxe essa mensagem tão bonita, o espírito amigo, ela passou por esses momentos difíceis. Depois de desencarnada, ela foi clara de Assis. Nós sabemos que todos os grandes espíritos tem que ter alguém para apoiar. O próprio Cristo trouxe 12. É sempre assim. Jesus trouxe 12, depois 72, depois os 500 da Galileia. São aqueles muitos que vão vendo a ideia, a mensagem e se tornam participando do processo. Então foi ali que ela, como Clara de Assis, fundou a Ordem das Clariças. E nós sabemos foi a primeira mulher, uma menina linda, de 17 anos. Eu digo linda porque Joana, ela própria diz
ndo do processo. Então foi ali que ela, como Clara de Assis, fundou a Ordem das Clariças. E nós sabemos foi a primeira mulher, uma menina linda, de 17 anos. Eu digo linda porque Joana, ela própria diz isso. Era uma menina linda, ela chega a dizer isso. E no cinema o filme Irmão Só Molu era uma menina belíssima e ela vem lá com os pães para os leprosos e pedi ao Francisco que lhe cortasse os cabelos. Era a maneira de manifestar solidariedade e adesão ao franciscanismo que estava nascendo por Francisco de Assis. trazendo 200 companheiros ali. Então, Joana de exerceu a paciência de família nobre. Clara de Assis abriu mão da herança do poder da vida social e se entregou ao trabalho da solidariedade humana. A solidariedade humana está presente nas alicerces do processo da da evolução do homem, das criaturas da terra. E foi ali que Clara com Francisco, criou as primeiras casas de socorro, de amparo aos necessitados. Consta quando a gente visita o primeiro convênio de Clara, é um casarão de pedra ainda hoje existente. E os bárbaros quando invadiram o império romano e começou o processo de decadência, chegaram primeiros e tentaram invadir o convento de Clara. O que diz a tradição contada pela própria igreja? É que naquela hora ela pegou lá o sacrário, veio com ele, aquele que tem aquela grande, ela veio junto com as as clariças, ficaram na frente da porta, entrem se forem capaz de vencer Jesus de Nazaré. Quando a gente vai lá, a gente se arrepia ainda hoje de ver aquela impregnação de fé e de coragem desta mulher em comum. E os guardas sentiram-se tão violentados pela força de uma energia nova que simplesmente voltaram temerosos. Então essa mulher Joana de Cuza, depois Clara de Assis, foi o amor platônico de Francisco e mais tarde Joana de Ramirez Gonzales, que nasceu aqui no México, quem gosta de ler, tem um livro aqui na comunhão ou nas livrarias comum, Juana De Cusa, Juana de Ramirez e Gonzales, e que ela reencarnou religiosa sempre. E ali então a Inquisição a perseguiu porque ela foi
sta de ler, tem um livro aqui na comunhão ou nas livrarias comum, Juana De Cusa, Juana de Ramirez e Gonzales, e que ela reencarnou religiosa sempre. E ali então a Inquisição a perseguiu porque ela foi a maior poetisa de língua hispânica. Ainda hoje, quando se vai ao México, anota papel moeda de 1000 pesos mexicanos. Estfige de Juana de Ramirez e Gonzales. É orgulho da cultura do povo do povo mexicano. E ela foi perseguida pela Inquisição, a despediz religiosa e teve que se desfazer da maior biblioteca da Europa na época. Ela podia dizer que era a primeira feminista da época pela sua coragem. e tocava praticamente todos os instrumentos. Era uma inteligência privilegiada. E na hora que a Inquisição voltou a persegui-la, ela largou, pediu licença e foi cuidar dos leprosos, dos doentes, dos pesteados. Naquela época teve pés que morreu tantas pessoas na Europa sobretudo. Então ela pra rua cuidar das pessoas doentes, porque os hospitais não tinham recursos, não tinham meios e ela ia cuidar, terminou pegando a doença, desencarnou pacientemente. O que se sabe é que Joana ao longo da vida, depois veio pro Brasil, reencarnou aqui na cidade do Salvador, no tempo ainda do império, como Juana eh, Joana de, meu Deus, vou lembrar. Quando a gente chega em São Paulo, no museu do Ipiranga, é um museu lindo, quem for São Paulo, tiver tempo, vale a pena conhecer, que sobe as escadas, é um prédio renovado, lindíssimo, que conta um pouco da história do nosso progresso brasileiro na sua vida política. E lá na frente está eh uma homenagem a Juana Inês da Cruz, que na época chamava Madre Joana, vou lembrar o segundo nome. E ela estava lá no convento e o Brasil tava dando os primeiros passos pela independência. Quando chegou ali nós tivemos, ela foi pra porta do saudade viriam porque tava lá as meninas jovens, eh, e eles queriam avançar para se viciar aquelas jovens. Tinha um portão por baixo. As igrejas eram muito comum na época. Tinha algum canal por baixo para fugir de situações difíceis. Ela
nas jovens, eh, e eles queriam avançar para se viciar aquelas jovens. Tinha um portão por baixo. As igrejas eram muito comum na época. Tinha algum canal por baixo para fugir de situações difíceis. Ela deixou que as minas fugissem e ela foi pra frente da porta e disse: "Só entrarão aqui por cima do meu cadáver". Pacientemente, corajosamente. Um soldado português usou a baioneta. A baioneta, para quem não conhece, é uma espécie de uma facão, uma faca, algo assim, que se prende no fuzil. Antigamente era assim, hoje isso tá tudo vencido, embora se use em alguns lugares, né? Mas ali ela foi foi morta daquela maneira, caiu no sofá sangrando, amando a Jesus. Na última encarnação, Joana de Joana Ramire, Joana de Cusa, Joana de Ângeles, Clara de Assis, estava ali, fundou o primeiro convento da Bahia. Fica ali quem goia Salvador, fica no terreiro perto do Pelourinho. Hoje é um hotel, estão aproveitando esses casarões antigos para fazer hotéis, hospedaria, etc. E ali Joana continuou sendo esse trabalho e pediu a Francisco de Assis para ajudá-la a construir uma casa para servir aos necessitados. Divaldo, filho dela na época, nesta encarnação, nascido em Feira de Santana, Nilson, nascido nos arredoros Salvador, os dois são primos carnais e os dois foram franciscano no primeiro momento do franciscanismo. E ali eles criaram com salário modesto de servidor público, criaram primeiros passos da mansão do caminho. Como eu falei, 5.000 1 pessoas todos os dias se alimenta ali, tem aula só criança. Na escola são 3200 crianças. A manção do caminho, o Divaldo desencarnou nesses dias e deixou aí esse esforço enorme de um trabalho dedicado ao amor. Muita gente pergunta, ele teve no final 98 anos. Eh, 98 anos já passou da média brasileira, mas o desencar do Edivaldo, por muita gente pergunta como é que foi, eu estive lá, estive lá acompanhando o presidente da FEB e mais o Carlos Campet foi um companheiro nosso, Godinho. E nós chegamos lá e fomos pro sepultamento do Divaldo. É um dever da FEB. Divaldo
oi, eu estive lá, estive lá acompanhando o presidente da FEB e mais o Carlos Campet foi um companheiro nosso, Godinho. E nós chegamos lá e fomos pro sepultamento do Divaldo. É um dever da FEB. Divaldo nesses dias o maior propagandista da doutrina espírita depois de Chico Xavier. os dois juntos, cada um na sua tarefa, cada um na sua órbita, todos os dois foram enormes trabalhadores. Então o Divaldo estava lá no caixão, claro, caixão coberto. Ele pediu para deixar coberto e o pessoal colocou da mansão lá uma fotografia grande dele, essa lembrança trabalhando. Diz a ele, eu quero morrer trabalhando, falando para o povo, falando sobre Jesus de Nazaré. Então, naquele ambiente de beleza, uma seta, chegamos lá na quarta-feira, eh, fizeram lá, tem um ginásio coberto onde as crianças praticam esportes e lá estavam as pessoas, muitíssimas pessoas. Eu não sei se estou exagerando, mas eu acho que tinha aproximadamente 50 coroas espalhadas, já não tinha onde colocar mais coroas e pessoas, autoridades, gente do povo. O Divaldo sempre valorizou as religiões afros, as religiões todas são escolas de aprendizado para que cresçamos todos. Estavam lá, algumas pessoas se ajoelhavam, é a cultura deles. Alguns faziam o sinal da cruz, era a maneira como manifestavam. Outros apenas colocavam a mão no peito para dizer: "Divaldo, Deus abençoe". É lindo observar essas manifestações espontâneas em que as criaturas dizem aquilo que tinha na alma, no fundo do coração. E eu observei quase todas elas, disse uma lágrima numa manifestação de saudade. Ali nós ficamos até tarde da noite orando, lendo, colocando mensagens, homenageando esse homem que deixou, nasceu de Feira Santana e visitou 72 países, proferiu mais de 20.000 palestras públicas e seminários. Eu me lembro que eu morava em Portugal por razões profissionais e fui com ele na Alemanha fazer uma um seminário e quando chegamos lá o Divaldo não fala alemão e pediu então contratou-se um profissional para fazer tradução simultânea. Tinha lá mais ou menos 500,
s e fui com ele na Alemanha fazer uma um seminário e quando chegamos lá o Divaldo não fala alemão e pediu então contratou-se um profissional para fazer tradução simultânea. Tinha lá mais ou menos 500, 600 pessoas e aí a pessoa, o tema era reencarnação. E tava havendo dificuldade de compreensão, porque ele era pastor batista. E eles não entendem reencarnação, entendeurreição, que é diferente, são coisas diferentes. Ressurreição é a pessoa sair do corpo depois e crescer. Reencarnação, como nós entendemos na doutrina espírita, é renascer de novo novo corpo, numa nova experiência. Então ali na hora tava tendo dificuldade e J falou: "Divaldo, o nosso companheiro é honesto, mas está prejudicando o que nós desejamos. Então você vai falar alemão?" Mas não sei falar alemão. Então vou lhe incorporar e você vai fazer o seminário em alemão. Que fenômeno bonito, né? Ela incorporou Divaldo e tivemos o seminário de 8 horas. Divaldo falou seminário em alemã. Esses fenômenos vou contar todos os que eu vi e do que eu ouvi falar. São tantos que a gente apenas sente a grandeza do trabalho da dedicação mestre. Foi o trabalho do Divaldo Franco. Então ali tava lá o corpo do Edivaldo e muitíssimas pessoas chegando. No dia seguinte no cemitério onde está o Nilson também nós estávamos lá também tinha perturbou o cemitério. A quantidade de gente era tão grande que não tinha onde pisar. E as ruas e os carros e engarrafamento, coisa dessa natureza. Quando chegamos lá, eh, houve na hora que o Divaldo estava disse no médico, um amigo nosso, é um psiquiatra lá que está lá em Salvador, ele ele prepara médicos para a psiquiatria e nós sabemos psiquiatria é uma especialidade médica. Então ele estava lá e sou muito amigo nosso, ele nos mostrou, vai sair no reformador, reformador, essa revistinha da FEB, ele mostrou a hora em que o Dival tava 9:45 da noite. Ele estava dando o último suspiro, cara. dificuldade respiratória. Na hora em que a pessoa está em coma e começa desligar o o corpo vai te esperando, vai separando, vai
que o Dival tava 9:45 da noite. Ele estava dando o último suspiro, cara. dificuldade respiratória. Na hora em que a pessoa está em coma e começa desligar o o corpo vai te esperando, vai separando, vai desligando. Os espíritos nos dizem que começa esfriar os pés, as extremidades, as mãos e depois vai liberando o espírito das demor
Vídeos relacionados
Parábola dos Talentos, com João Rabelo | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · João Rabelo, Maurício Johann
PALESTRA ESPÍRITA | MUITOS OS CHAMADOS, POUCOS OS ESCOLHIDOS - João Rabelo
Comunhão Espírita de Brasília · João Rabelo
Verdadeira pureza: Mãos não lavadas, com João Rabelo | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · João Rabelo
Motivos de resignação, com João Rabelo | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · João Rabelo
Os infortúnios ocultos, com João Rabelo | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · João Rabelo
Deixai vir a mim as criancinhas, com João Rabelo | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · João Rabelo
Ressureição e reencarnação com João Rabelo | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · João Rabelo
O homem de bem | Palestras FEB
FEBtv Brasil · João Rabelo