Os infortúnios ocultos, com João Rabelo | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Os infortúnios ocultos. ESE, cap. 13, item 4. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doe.com.br e faça sua doação. Eu quero ver. Boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos à casa de Ismael, a casa de nossa causa. Nossos cumprimentos também aqueles que nos acompanham pelas redes sociais. desejando a todos um feliz e próspero encontro. que possamos bem aproveitar estes instantes, mas não sem antes elevar ao Pai o nosso pensamento, a nossa arrogativa de gratidão por tudo que somos, por tudo que nos dá, pelo pão, pela alegria, pela paz, pela oportunidade da vida, por conduzir a este recinto, por permitir sintonizar com este evento onde será explorado aqui com mais detalhes a mensagem que o Cristo nos deixou, que seus emissários de luz nos apresentaram.
a vida, por conduzir a este recinto, por permitir sintonizar com este evento onde será explorado aqui com mais detalhes a mensagem que o Cristo nos deixou, que seus emissários de luz nos apresentaram. Que possamos todos estar com a mente aberta para receber estas instruções, esta orientação, que os nossos irmãos Rabelo e Estela estejam inspirados para encontrar a forma mais amorosa de nos apresentar estas orientações, esta mensagem de luz neste momento tão especial. Que assim seja, Senhor. E antes de passar a palavra paraa Estela, eu dei uma passadinha na livraria para dar uma olhada neste livrinho aqui, Ideal Espírita, em que na mensagem número 17 a nossa irmã vem falar da cultura de graça. Todos os ensinamentos tradicionais que nós temos na vida, as escolas que o mundo material nos apresenta, nós precisamos pagar por elas. Se não pagamos diretamente, as escolas públicas pagamos de uma forma indireta. Mas Sheila vem nos dizer que os alunos que estão matriculados neste curso, nestas instituições da obra do Cristo, a eles nada é cobrado. Basta trazer um sinal de respeito e as mãos vazias. Então, com as mãos vazias, esperamos que esses nossos irmãos as encham de luz e de bênçãos com as mensagens que temos para hoje. Contigo, Est. >> Boa tarde a todas as irmãs, todos os irmãos, almas queridas, encarnadas e desencarnadas aqui presentes. Vamos ao livro Palavras de Vida Eterna. Psicografia de Chico Xavier pelo espírito Emmanuel, capítulo 33, intitulado Acalma-te. A Deus tudo é possível. Quem disse foi Jesus, está em Mateus, capítulo 19, versículo 26. Seja qual for a perturbação reinante, acalma-te e espera, fazendo o melhor que possas. Lembra-te de que o Senhor supremo pede serenidade para espremir-se com segurança. A terra que te sustenta o lar é uma faixa de forças tranquilas. O fruto que te nutre representa um ano inteiro de trabalho silencioso da árvore generosa. Cada dia que se levanta é convite de Deus para que lhe atendamos a obra divina em nosso próprio favor. Se teasperas, não lhe assimilas o plano.
m ano inteiro de trabalho silencioso da árvore generosa. Cada dia que se levanta é convite de Deus para que lhe atendamos a obra divina em nosso próprio favor. Se teasperas, não lhe assimilas o plano. Se te afeiçoas a gritaria, não lhe percebes a voz. Conserva-te, pois confiante, embora a preço de sacrifício. De certo, encontrarás ainda hoje corações envenenados que destilam irritação e desgosto, medo e fé. Ainda mesmo que te firam e apedrejem, aquiieta-te e abençoa-os com a tua paz. Os desesperados tornarão a harmonia, os doentes voltarão à saúde, os loucos serão curados, os ingratos despertarão. É a da lei do Senhor que a luz domine a treva sem ruído e sem violência. Recorda que toda dor, como toda nuvem, forma-se em sombra e passa. Se outros gritam e oprimem, espancam e amaldiçoam, acalma-te e espera. Não ouvides a palavra do Mestre quando nos afirmou que a Deus tudo é possível e garantindo o teu próprio descanso, refugia-te em Deus? Então, que mensagem belíssima que Emanu nessa tarde de hoje. Quando buscamos aqui essa casa que nos acolhe, que nos abriga, estamos aqui buscando, nos refugiando em Deus, pois a vida nos apresenta inúmeros desafios, nos pede coragem, nos pede um olhar atento, mas como Emana nos diz, Deus nos pede serenidade diante das dificuldades que muitas vezes exigem o nosso sacrifício, como aqui a mensagem no diz, nos diz, né? São momentos que encontramos aqui, como ele fala, ainda hoje, né? Provavelmente encontraremos ou amanhã, talvez, mas a certa é que na nossa jornada encontraremos esses momentos desafiadores, sejam com aquelas pessoas com quem ainda não amamos ou que com ainda não nos amam ou com as pessoas que amamos muito e queremos às vezes modificar a caminhada, né? queremos colocar a nosso ponto de vista e que às vezes ao fazermos isso de maneira desajeitada também provocamos nela certas reações, os gritos, né, aqui esses momentos de opressão. Então, tenhamos essa certeza, essa serenidade. Se pararmos um pouco por um momento e pensarmos, nem que seja por
também provocamos nela certas reações, os gritos, né, aqui esses momentos de opressão. Então, tenhamos essa certeza, essa serenidade. Se pararmos um pouco por um momento e pensarmos, nem que seja por aquele breve pensamento, Deus me ajuda, o que eu faço agora? Isso já vai ser uma oração. Já estaremos em contato direto com Deus, com seus benfeitores, com os nossos anjos tutelares que todos nós temos e podemos contar. E quando conseguimos sererenar então a nossa mente, o nosso coração, nós conseguimos ouvir essa voz de Deus, conseguimos entender qual é o recado, qual é o ensinamento que aquela situação nos apresenta, que nos convida, né, ao crescimento, ao aprendizado, mas sempre também ao serviço, como Emano nos lembra aqui. Espera, mas não é esperar parado, fazendo o melhor que possas. E o melhor sempre será orientado por Deus. Se não conseguimos às vezes organizar o nosso pensamento, busquemos a natureza que traz as suas lições a todo instante. E como é lindo aqui, como traz na mensagem, o fruto é um ano inteiro de trabalho silencioso da árvore. Então, muitas vezes não vemos aquela aquele fruto crescendo, se transformando, a movimentação que tem na árvore. Mas quando estamos, né, com esse movimento de esperança, de fé, com essa certeza que tudo que Deus criou tem como destinação o bem, essa verdadeira felicidade e acima de tudo o amor, conseguimos observar e saber da melhor maneira de pensar, de sentir para agir também corretamente. Se gritarmos, se entrarmos em desespero, não conseguiremos entender qual é a mensagem e ficaremos cansados, deixando também o trabalho no meio do caminho. Então, para que consigamos prosseguir de ânimo forte, né, com essa fé, com essa esperança e com essa certeza da nossa destinação, que saibamos nos refugiar em Deus com serenidade, ouvindo o que eles nos diz, com a certeza de que tudo passa e que todas as pessoas, todos os seres chegarão a este caminho do amor, né? Os laços jamais se perdem. Então, possamos seguir com essa serenidade, com essa
les nos diz, com a certeza de que tudo passa e que todas as pessoas, todos os seres chegarão a este caminho do amor, né? Os laços jamais se perdem. Então, possamos seguir com essa serenidade, com essa confiança, com essa calma. nos deixando guiar por Deus hoje e sempre. Muita paz. >> Agradecemos a Estela pelas reflexões e emuel sempre muito preciso, né? Recordo que toda dor, como toda nuvem, forma-se em sombra e passa, né? Então tudo passa. Aquelas dificuldades que sentimos, as dores, as aflições, são passageiras. O que fica são os exemplos e as conquistas interiores, como desta história que vamos ouvir aí com Rabelos, o Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 13, item 4, talvez das, para mim, pelo menos, das mais emblemáticas como exemplo de caridade. É contigo, meu irmão. >> Muito boa tarde. Jesus nos abençoe. Nosso estudo da tarde, Evangelho Segundo Espiritismo, e é o terceiro livro que o codificador editou, que é intitulado: "Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita". E o nosso tema é os infortúnios ocultos. O nosso dirigente tá falando sobre Emanuel. Só lembrar que a Federação Espírita Brasileira está trabalhando um filme chamado Emmanuel, que vai falar sobre a vida de Emmanuel durante esses vários livros que nós temos aí. Então, nós estamos com o terceiro filme pronto, vai chamar nosso latrez, que é com base no livro obeiro da vida eterna, André Luiz e Chico. E nós estaremos em condições de lançá-lo ano que vem, no início do ano. Já estamos pronto o livro Seg destino com base também no livro de Emmanuel que deveremos lançar fevereiro, março, por aí e o outro logo no segundo semestre. O filme Emanuel. Nós estamos iniciando as gravações agora no dia 27, melhor segunda-feira, agora próxima, e teremos aí um ano de trabalho. O filme que demora não é a gravar, é são os os efeitos, a música, a edição. Isso é que é trabalhoso. Até porque a vida de Mân, ele teve um período como senador romano e nós teremos gravar lá em Roma, naquele ambiente onde ele viveu, né?
são os os efeitos, a música, a edição. Isso é que é trabalhoso. Até porque a vida de Mân, ele teve um período como senador romano e nós teremos gravar lá em Roma, naquele ambiente onde ele viveu, né? Então, é importante que o movimento espírita tenha presente maneira de divulgar doutrina por esses canais que o mundo espiritual vai deixando. A FEB tem na sua biblioteca de obras raras cerca de 9.000 livros, mais ou menos. Quem gosta de ler, basta ficar na fila, são 9.000 1 livro, dos quais 900 daria para fazer bons filmes. Então, nós vamos ter que reencarnar muitas vezes para você, voltar a reencarnar e produzir outros filmes, né? Então, o nosso tema tá falando dos infortúnios. Os infortunos são as dificuldades, são as lutas, são os dramas pessoais, são as provações difíceis, são as aqueles dramas difícis de compreender até de aceitar. Mas os espíritos nobres quando optam por enfrentar essas dificuldades, seja como missionário, seja como criaturas que passam por provações, eles fazem ou o fazem com o propósito de ser uma lição para nós que aqui estamos no livro Há 2000 anos, que é do Chico, primeiro romance de Amana, os romances de Amana que não leu, são cinco volumes ou cinco livros riquíssimos, todos eles. Começa com 2000 anos e tem mais uma sequência. Todos eles vão ver a filme. Estamos negociando com a Disney e outros produtores. E o que mais disputado é Paulo Estevão, que até agora a FEB já recusou mais ou menos uns 20 pedidos de pessoas que querem transformar o livro em filme, mas nós consideramos que Paulo Estevo é a joia da coroa. O livro é tão extraordinário que não dá para fazer um um filmete, nem entregar nas mãos de uma impressora, uma editora que não tenha, um produtor que não tenha base, conhecimento e recurso. Vai ser um filme caríssimo, não tem como não ser, né? Porque ele conta a vida de Jesus do próprio Emmanuel lá na Palestina, por aqueles estados todos. Ele foi senador romano. Paulo esteve então e apoio de Paulo. Paulo é o grande responsável pela
ser, né? Porque ele conta a vida de Jesus do próprio Emmanuel lá na Palestina, por aqueles estados todos. Ele foi senador romano. Paulo esteve então e apoio de Paulo. Paulo é o grande responsável pela divulgação do cristianismo. Foi ele que Jesus deu incobça de sair pelo mundo pregando a mensagem. Então a vida vai ser muito importante. Esse filme calcula-se 50 milhões de dólares. É dinheiro que a gente nem tem ideia o tamanho disso, né? Mas a Disney tá disposta até agora, pelo menos nos entendimentos, a cobrir os custos paraa produção do filme. Então o nosso tema 2000 anos, o nosso Emmanuel nos diz de um momento da sua vida pessoal. O nosso Emmanuel é o mentor de Chico Xavier, eh deixou tem uma experiência rica. Foi o padre Manuel da Nóbrega aqui no Brasil. Numa época em Portugal era um país muito importante e o Brasil tava nascendo como nação. E ali o o ele no momento infeliz todos nós estamos sujeito a isso. Alguém andou sussurrando coisa inadequada nos seus ouvidos que ele tomou como verdade e acusou a sua mulher de deslealdade com ele. Ele tinha ido, ela tinha ido buscar um encontro com Pôcio Pilatos, que estava julgando exatamente Jesus naquela hora se crucificava ou não. E o senador Lentúlio estava lá porque ele era a autoridade romana mais importante ali e foi chamado para a decisão importantíssima que gerou a crucificação. E ela foi tentar junto, considerando a importância dela, esposa do senador Romano, ela foi tentar convencer o o Pôcio Pilates a não crucificar Jesus. Orientações não adequadas, aquelas fofocas infelizes. E ele deixou a sua mulher quase 10 anos em casa, proibida de falar com a filha, única na época. E a vida da casa também. E ela aguentou isso durante esse período todo sem se queixar. São almas iluminadas e nobres que deixam lições dessa grandeza para que nós perguntemos, no meu caso, o que é que eu faria com isso? Então vai, não vou detalhar porque o livro vale a pena ler, né, Maurício? Mas ela nos traz, é o livro com tanta beleza. E a gente mostra os primeiros
temos, no meu caso, o que é que eu faria com isso? Então vai, não vou detalhar porque o livro vale a pena ler, né, Maurício? Mas ela nos traz, é o livro com tanta beleza. E a gente mostra os primeiros passos do cristianismo, a dificuldade do mestre, os primeiros trabalhadores, o senador Letulos. Naquele tempo, o senador Romano tinha jurisdição sobre o mundo inteiro. O que dissesse gera lei e ele com essa orgulho era preparado para ser o homem orgulhoso. Todos os senadores eram assim. Senadores romanos era o país mais importante do mundo. Dominou a humanidade durante 700 anos. É muita coisa. Você vai na Europa e qualquer lugar da Europa tem uma marca dos romanos. um povo que teve um uma importância significativa. Então, e ela teve, passou por essa experiência dura. Ele a castigou em casa, está aqui para manter a aparência, mas não sou seu marido, seu marido mais durante quase 10 anos. E o senhora está proibida de falar com a sua filha. Naquele tempo era assim, a prioridade do marido era essa coisa louca, né? e eu diria até brutal, eh, o mais na sua expressão maior. E a filha tinha tido uma experiência, ela foi paraa Palestina porque tava leprosa e não era admissível que a que uma filha de um senador romano ficasse leprosa, porque a lepra era considerar uma doença do povo, gás, simples, sem higiene, etc. E ela foi para lá, pequenina ainda. E na hora que está com o corpinho coberto dos lepromas, eh, a sua esposa do senador, Lívia, e a escrava Ana, estava cuidando da criança, ela chorando com febre de 40º, o corpo coberto de feridas, o odor desagradável que o Lépra gera isso, que ela n que seria uma dermatose. E na hora que o pai chegou penalizado, aquela sensação de querer carregar no coloco de afeto, mas ela tava tão ferida que não tinha como fazer isso. Ele apenas pega no dedinho dela, fala: "Minha filha, em lágrimas, para um senador romano na época chorar era uma coisa inadmissível. O que é que eu faço para que você tenha um pouco de alegria?" Ele colocou a alma naquele naquele
la, fala: "Minha filha, em lágrimas, para um senador romano na época chorar era uma coisa inadmissível. O que é que eu faço para que você tenha um pouco de alegria?" Ele colocou a alma naquele naquele momento ali. Se você quiser, eu mando alguém a Roma buscar todos os seus brinquedos, mas eu queria que você tivesse um pouco de alegria. Ela começa a chorar, uma criança de seis aninhos e apenas olhou para o pai e falou: "Papai, eu quero o profeta de Nazaré. Eu quero o carpinteiro de Nazaré. Apenas isso. Para o orgulho do senador Romanos era coisa impensável ele que era aquela autoridade toda, procurar um homem simples como era Jesus para buscar apoio. Ouvi a sua mãe que ouvira algumas vezes aí a escrava Ana falando dos inúmeros milagres Jesus tinha proporcionado, inclusive dele a próa. Então, a história linda que nós convidamos aqueles que gostam, até quem já leu, leia novamente que é muito importante. Então, dos infortunos ocultos som todos nós conhecemos histórias dolorosas das situações em que pessoas muito corajosas, muito espiritualizadas assumem para deixar o exemplo a nós. Então, a esposa do senador Lentulos ficou esse período todo em casa, mantendo a dignidade, cuidando da sua rotina e tanto quanto possível ouvindo Jesus. Sabia que ele estava por ali pregando, curando as pessoas e ela pediu a autorização dele, tem que ser autorizada para visitar o mestre e se embevereveceu com a sua mensagem. ao momento em que o apóstolo João e essas coisas transcendentes são sempre o apóstolo João, que era o maior deles. O fato de João seu discípulo amado, não é porque Jesus tivesse preferência, é porque ele era o mais próspero em sintonia com o mestre. Daí porque logo depois, quando a Europa estava banhada de sangue, de guerras e a religiosidade tinha caminhado para um rumo não adequado, ele buscou exatamente João, que tinha reencarnado como Francisco de Assis. E ele fez esse trabalho lindo novamente, como Francês de Assis, como como João foi aquele que chegou perto de Maria
adequado, ele buscou exatamente João, que tinha reencarnado como Francisco de Assis. E ele fez esse trabalho lindo novamente, como Francês de Assis, como como João foi aquele que chegou perto de Maria Santíssima na hora da crucificação sem palavras, porque o amor não necessariamente precisa de palavras. Então ele chegou, os apóstolos temerosos fugiram e aquele jovenzinho de pouco mais de 16, 17 anos, cabelos de trigo maduro, estavam lá as mulheres, Maria de Magdala, Maria irmã de Pedro, Maria Viúva, Maria Santíssima e outras mulheres ajoelhadas olhando para aquele homem bom chamado Jesus de Nazaré, crucificado, corado de espí João chegou sem dizer palavras, abraçou a mãe santíssima e ela se deixou envolver por aquela vibração de carinho. Há momento em que nós precisamos apenas de um abraço, precisamos apenas de uma palavra, precisamos apenas de um toque, precisamos apenas da presença. Foi o que João fez. E foi ele que ficou ao lado do mestre em todos os momentos mais significativos. Então nós vamos vendo porque essa relação são os infortúnios ocultos. O de Maria não foi tão oculto, mas foi aquela dor daquela mãe que viu um filho fazer tantos prodígios de ser premiado com as chicotadas, com a cruz infamante, com a crucificação. Mas a vida que tem essas histórias linda e a doutrina espírita nos seus livros nos traz muitíssimos exemplos com essa qualidade. Nós sabemos que Santo Agostinho era um jovem rebelde quando adolescente. E o seu pai, que era o militar famoso na no exército romano, que agredia muito a sua esposa, o filho seguia o mesmo modelo. Olha o papel do pai, seguiu o mesmo madeiro do pai e era muito grosseiro com essa mãe. E ela simplesmente orava, mantinha lá dentro do seu secreto a esperança de que ela tocaria o coração do filho apenas com as orações. Até que um dia ele tinha uma inteligência privilegiada e ele resolveu fazer, fazer debate com as pessoas e ganhava sempre pela sua inteligência ímpar. Até que chegou um sacerdote lá em Milão, na Itália, que era considerado o
uma inteligência privilegiada e ele resolveu fazer, fazer debate com as pessoas e ganhava sempre pela sua inteligência ímpar. Até que chegou um sacerdote lá em Milão, na Itália, que era considerado o maior expositor da época. E ele foi lá exatamente para promover durante a missa um debate com com o bispo e vencê-lo nas discussões. Curiosamente, o tema que ele guardou, três temas que ele guardou para discutir com com o bispo, foi exatamente o tema que o bispo, né, elegeu para aquele domingo. E ele ficou tão desarmado que ele saiu tocado, encontrou com a mãe que chorava e ele disse apenas você venceu. A partir daí, ele se tornou, mais tarde Santo Agostinho, que é o principal dos pais da igreja, uma criatura em comum, de todos eles mais famosos, lá de Bona na África. e deixou uma contribuição, tanto que aqui no livro dos espíritos, que nós estamos sempre estudando, tem uma presença importantíssima dele chamado doutores, os pais da igreja, os doutores da lei. Mas nós gostaríamos de contar uma experiência que nós ouvimos de Divaldo Franco. Divaldo, nós sabemos que o Divaldo desencarnou, deixou uma obra belíssima lá na mansão do caminho que muitos conhecem. E ali já passaram, até onde nós sabemos cerca de 50.000 crianças. Hoje ali o Divaldo tem 700 filhos. Deve ser o homem mais prorífero do planeta, né? 700 filhos, né? Mas ele foi adotando, foi adotando as que chegava ele adotando. O primeiro filho deles nós conhecemos é uma menina que um dia alguém jogou na deixou numa caixa de papelão lá na porta da mansão do caminho, quando ainda era na cidade baixa em Salvador e cheio de formiga ainda assim cortar o bigo, o cordão bilical. O Divaldo foi lá, alguém chamou ele, foi lá, pegou a criança, tirou as formigas, a enfermeira veio, cortou o cordão umbilical e ele foi e ele começou a tratar. Na hora do registro, quem viu o filme leva lembrar desse momento, né? Na hora do registro, ele foi perguntar: "Como é que é o nome do pai?" Divaldo Franco. "E o nome da mãe?" Não tem, não tem mãe. Mas como que
o registro, quem viu o filme leva lembrar desse momento, né? Na hora do registro, ele foi perguntar: "Como é que é o nome do pai?" Divaldo Franco. "E o nome da mãe?" Não tem, não tem mãe. Mas como que não tem mãe? Não ter pai para até admitir, mas ser mãe como é que pode? Aí apareceu espírito, amigo, um poeta do Rio Grande do Norte, disse: "Pode colocar o meu nome de volta?" Então, a mansão do caminho tem muitas crianças que a mãe é Juna de Anel, Amélia Rodrigues e por aí a né? Não tinham mãe que as mães largavam lá e fugiam, né? Sobetudo mães abandonadas pelos seus companheiros. Mas o Divaldo nos relatou uma história curiosa que diz bem desses infortúnios ocultos. Aquelas mães quecaram a criança lá na mansão foram muitas, sobretudo meninas pobres, que o companheiro não apoiou, que a família não aceitou, coisa dessa natureza. Mas nos conta que estava aqui na Europa, eu digo aqui que eu digo não muito longe da gente, e foi insistentemente convidado a visitar uma pessoa que numa cidade não muito distante, cerca de 200 km, 200 km aqui a Goiânia. E ele foi lá porque a pessoa era uma pessoa nobre moralmente deixou uma contribuição enorme. Maior quantidade de creches para crianças pobres essa senhora promoveu. E ele foi lá para fazer uma palestra na expectativa de levar um pouco de conforto. Viajou 200 km levado por dois jovens que eram amigos dele e amigo da família. E quando lá chegou no fim da tarde, eh, fazia muito frio. O outono da Europa é muito frio. Alguns países é muito bonito, porque as folhas caem intensamente e o chão fica um uma grande tapete de flores, as mais diferentes cores. Ele disse que chegou então ali naquele ambiente nobre, era um caso, era um castelo riquíssimo. E quando ele chegou, foi lá logo cumprimentá-la. Ela estava na cama que era uma mulher tão bonita que parecia que um artista trabalhou cada detalhe, olhos verdes e que hora se azulava e o nariz, o rosto era feito assim como as mãos de um grande um grande autor do márbore. Então ele chegou, cumprimentou
arecia que um artista trabalhou cada detalhe, olhos verdes e que hora se azulava e o nariz, o rosto era feito assim como as mãos de um grande um grande autor do márbore. Então ele chegou, cumprimentou e ela com dificuldade se encostou nos travesseiros e disse: "Estamos um pouco atrasados, mas se arrumem porque eu tenho uma longa história para conversarmos. Eu tenho câncer de ossos, não dores são terríveis. Eu tenho que tomar morfina todos os dias, sou médica e hoje eu resolvi não tomar morfina. Eu quero estar lúcida para poder ouvir a oração e as preces que o Senhor vai promover. Então ele saiu dali, foi se aprontar num quarto que tinha sido a ele reservado e foi para o centro espírito local que reservaram para a palestra. Geralmente o Divald quando vai fazer palestra por aí aa costuma-se alugar algum espaço, conseguir algum espaço, porque os espíritas são poucos que cabe de volta. Aqui, por exemplo, nessa casa, sempre que o Divaldo vê aqui, a gente tem que fazer aqui ou fora daqui. Mas quando fazia aqui, fazia cadeiras em volta, muita gente ficava aí na grama, porque as pessoas tinham um prazer muito grande de vir de volta. Eu vi muito lá em na na Europa, quando nós moramos lá, Portugal é um movimento espírita maior na Europa e o Divaldo lá na no norte de Portugal 100 pessoas, 2.000 pessoas, coisa dessa natureza. Então, diz ele que naquele momento se arrumou e quando chegou no local que tinha sido reservado para a palestra, ele geralmente chega cedo para autografar um livro, para cumprimentar as pessoas, dá uma orientação a um ou outro, até que ele de repente observou que tinha duas cadeiras reservadas na frente. Era eram personagens muito importante na cidade e estavam duas cadeiras reservado para ela e para o seu marido. Então ela chegou um pouco atrasada, andando com dificuldades, porque o câncer ósseo, dizem que já teve é profundamente doloroso e tem que tomar morfina para suportar até para respirar e alimentar-se. Então ele foi chegando, os dois e uma secretária que d lhe dava
orque o câncer ósseo, dizem que já teve é profundamente doloroso e tem que tomar morfina para suportar até para respirar e alimentar-se. Então ele foi chegando, os dois e uma secretária que d lhe dava apoio, era uma enfermeira e os dois lugar foi para eles dois. Ele era um jovem, um homem forte, lembrava o povo romano, aquela cabeça leonina, e que devia ter mais ou menos 20 anos mais jovem do que ela. Sentaram os dois, a secretária ficou do lado. Ela tinha dito a ele quando chegou, hoje eu estou tão desejosa de falar com Jesus que eu resolvi aqui na Europa, dizia ela, aqui na Europa as mulheres usam meias. As mesas têm fios de ouro para mostrar autoridade, poder, riqueza. Hoje eu resolvi que vou colocar até muito tempo. A doença é tão grave que eu pedi o interesse por tudo, mas eu resolvi hoje colocar as minhas meias porque eu quero dizer a Jesus, eu sei que vou morrer, mas queria impressionar Jesus. Olha que coisa, né? As mulheres são especiais mesmo, né? Eu quero impressionar Jesus. Então quando ele olhou e ela apontou paraa meia, tava lá com dificuldade, mas mostrou pro de rod que ela estava com a meia de ouro, a meia coberta de ouro, né? Então ele fez aquelas palestras do coração, quem conheceu o Divaldo, há momento que não tem como não se emocionar pela beleza e a riqueza com que ele se expressa nessas suas pregações. Então ali ele fez a palestra, no final, terminou a palestra, ele ficou ali em pé para receber cumprimento de algumas pessoas, falar com um outro, autografar um livro, coisa dessa natureza. Quando ele chegou em casa, ela estava lá inquieta na cama e ele foi diretamente ao quarto. Ela diz: "Olha, eu sou quero falar com o senhor pessoalmente, particularmente, porque os homens dizem que não sou curioso, mas meu marido é curioso, mais novo do que eu, 20 anos. E eu vou deixar que ele fique fora, porque homens não são curiosos, mas ficam roendo as unhas igual as mulheres." Eu não sei se as mulheres roem as unhas, né? E aí então ela, ele se saiu contrariado, ele lhe
u deixar que ele fique fora, porque homens não são curiosos, mas ficam roendo as unhas igual as mulheres." Eu não sei se as mulheres roem as unhas, né? E aí então ela, ele se saiu contrariado, ele lhe preparou, arrumou os travesseiros para ela se acomodar e ela começou dizendo, pegando as mãos do Divalto, eu quero dizer ao senhor que eu sou judia, Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó, que eu muitas vezes apelei, não me aliviou à consciência. Eu era de família muito humilde, muito pobre e concluí que para ter importância na vida econômica, na vida social e até na vida profissional, você tem que ter dinheiro, tem que ter importância, tem que ser reconhecido. Então eu resolvi eh me estudar com dificuldade, me formei enfermeira e depois eu fiz medicina e me tornei obstetra e logo depois me me transformei em abortadeira. Eu fiz tantos abortos que não tem ideia da quantidade e sou uma pessoa muito rica. Devo ser a médica mais rica aqui da minha cidade. Então eu estava um dia, diz ela, eu fiz tantos abortos e a consciência começou a me incomodar. E eu aí por causa da consciência de culpa, eu quis compensar um pouco a minha consciência e a divindade. E eu procurei criar um consultório lá na Vila Miséria, uma favela, um ambiente pobre, para atender as mulheres pobres que queriam ser mais. As ricas me pediam para abortar, para matar. as pobres me pediu a oportunidade de ter filhas. Então eu resolvi fazer isso uma vez na semana, duas vezes na semana eu vou para la Vila Biséria para atender aquelas criaturas carentes e ali eu ofereço a minha contribuição a cada uma delas. Até que um dia eu resolvi criar uma creche. A minha casa é tão grande, é um paracete. Eu reservei uma aula para que as mulheres pobres pudessem ganhar algum dinheiro e eu lhes pagava para fazer enxovaizinhos, roupinhas para criança. E eu lhes remunerava para minha consciência ficar em paz. Até que um dia eu tive um sonho curioso. Eu sonhei que eu estava num lago e esse lago tinha um gosto, a água batia na minha boca, tinha um gosto de
lhes remunerava para minha consciência ficar em paz. Até que um dia eu tive um sonho curioso. Eu sonhei que eu estava num lago e esse lago tinha um gosto, a água batia na minha boca, tinha um gosto de sangue. Eu fui observando que tinha braço de criança, cabeça de criança, perna de criança, porque ela praticava laminária. Laminária é um tipo de aborto absolutamente insensível em que o médico corta a criança dentro do útero materno, esse pedaço e vai retirando. é de uma crueldade que é difícil compreender. Então ela disse que acordou naquele ambiente, no sonho, acordou de um pesadelo e viu afogando até que a voz dizia: "Se não mudar de vida, vai repetir esse estoio a vida inteira". Então ela olhou para aquele ambiente, para aquele clima, diz: "Eu me comprometo, sou uma pessoa que tô acostumado a negociar. Eu sou judia e judia sabe negociar. Então eu negocio, quero ter a vida. Você quer ter a vida? Quero ter vida. Então me salve que eu prometo não mais matar. E ela resolveu não mais aceitar encomenda de aborto. Até que um dia ela estava no consultório e chegou um casal de jovens muito bem vestidos e dizia ela que tivemos uma aventura na noite de festa, bebemos muito e eu resolvi então eh abortar. Eu pedi a ela que eu tava disposto a casar-me e dão manté outros que surgirem, mas ela não queria, quero abortar, quero matar a criança, etc. Então ele diz, mas eu já deixei de fazer isso há muito tempo. Minha consciência não me permitiu mais. Mas ela insistiu, ela diz: "Então, por consideração a vocês, contra a minha consciência, marcou o dia do aborto. E naquele dia ela foi lá e fez o aborto, foi paraa casa incomodada, consciência de culpa. E daí uma semana o jovem apareceu lá, diz: "Olha, eu vi pagar a senhora. Quanto é que eu pago pelo aborto?" Disse: "Olha, eu cobraria muito caro, mas como eu deixei de fazer, fiz apenas por caridade, eu vou, eu não vou receber nada. lhe pergam também apenas por que não trabalha para ajudar, já que tem tanto dinheiro, tem tanto poder, porque não trabalha para dar um pouco de
iz apenas por caridade, eu vou, eu não vou receber nada. lhe pergam também apenas por que não trabalha para ajudar, já que tem tanto dinheiro, tem tanto poder, porque não trabalha para dar um pouco de vida essas crianças humildes que não tem onde ter, aquelas mulheres que apenas filhos à vida dera. Então ele l no dia seguinte ele voltou, ele trouxe um feixe de rosas vermelhas. Eu trouxe pra senhora para manifestar a minha gratidão. recebeu tanto emocionada e ele diz: "Eu quero voltar para conversar mais demoradamente com a senhora". Na outra semana ele voltou trazendo novas flores e uma caixa de chocolate. Entregou para ela: "Doutora, a senhora não quer receber, mas é a minha maneira de manifestar a minha gratidão". Ela disse: "Mas eu não quero, eu não tô precisando de dinheiro. Eu sou muito rica e eu não estou querendo as suas flores. Mas eu quero porque eu queria fazer uma pergunta à senhora. A senhora que é médica, que é rica, por que que essas mãos que estudaram se prepararam para salvar vidas? Por que que a senhora mata? Ela disse, ficou tão embaraçada que não sabia o que responder. Mas eu disse, é porque, infelizmente, a vida, a vida é assim. Se você não tiver dinheiro, se você não tiver poder, a sociedade não lhe reconhece. Então, ela começou a chorar conscientemente. Diz: "E se eu disser a senhora que eu a amo?" Olha, uma coisa assim não esperada. Ela disse: "Tomou o choque." Afinal, aquele rapaz era o mais rico da cidade e era 20 anos mais jovem do que ela. "Senhora, tá aceitaria casar comigo?" Disse: "Eu me dá um tempo para pensar. É tão inesperado que eu preciso pensar". Ela disse: "Na verdade, eu queria dizer sim logo. As mulheres são assim, né?" Mas ela diz, "Mas eu volto a semana que vem". E ela voltou. E ela diz: "Eu queria dizer sim, mas dig para me valorizar, eu esperei uma semana. Ele veio, então e nós programamos o casamento. Foi o casamento mais importante da cidade, as autoridades, as pessoas nobres, as pessoas ricas. E então ele preparou um castelo onde nós
erei uma semana. Ele veio, então e nós programamos o casamento. Foi o casamento mais importante da cidade, as autoridades, as pessoas nobres, as pessoas ricas. E então ele preparou um castelo onde nós moramos. As torneiras, se o senhor observar, as torneiras são cobertas de ouro e as prateleiras das portas, tudo que ele tem tanto dinheiro, eu sou rica, mas ele é muito mais rico do que eu. Então casaram-se e diz ela que foi uma vida em que ele era o amigo, era o companheiro, era o marido, era o amante, era o era o companheiro. E viviam ambos numa alegria e numa felicidade ímpar, até que ela precisou ir a Londres para fazer uma viagem e fazer um tratamento lá, alguma coisa. e começou a sentir um certo desconforto, uma dor no corpo, dificuldade de respirar, o pulmão dando problemas. E ela procurou um médico lá em Londres e disse: "Olha, doutora, você é minha colega e sabe que a sua doença não tem cura". Naquela época o câncer hoje já tinha alguns avanços, mas na época o câncer era declaração de morte. Então ele diz: "Olha, eu estou começando a sentir tanta dores nos ossos que já tenho dificuldade de andar". disse: "Não, a senhora volte para a sua terra, toma os medicamentos, vai ter que tomar morfina, as dores vão não crescendo, mas a senhora sabe que não tem retorno." Ela voltou à sua cidade e quando chegou lá, as dores foram cada dia miudando mais. Até que a moça, a enfermeira que dela cuidava diz: "Olha, eu a senhora tem que, a senhora não tem religião, a senhora é judia". E realmente eu sou judia e não acredito em Deus porque Deus me levou nessa situação que eu estou vivendo agora. Mas ela disse por que não aceitar um passe? Eu conheço uma amiga chamada Maria que frequenta uma casa espírita e há muita gente que vai lá receber o passe, sente alívio, a consciência fica mais leve, muda de ato. Então, então eu aceito convida que eu gostaria de receber. No dia seguinte, a Maria foi, levou o evangelho segundo o espiritismo, deu para ela de presente, disse: "Eu vou aplicar o passo da
da de ato. Então, então eu aceito convida que eu gostaria de receber. No dia seguinte, a Maria foi, levou o evangelho segundo o espiritismo, deu para ela de presente, disse: "Eu vou aplicar o passo da senhora". Mas a senhora se prepara porque a doença, nós sabemos, é uma doença muito grave. Aplicou passe, confortou, falou a de Jesus e ela disse: "Senti um tal conforto que naquele dia ela dormiu sem tomar morfina". A presença da Maria religiosa espírita lhe dava um tal conforto espiritual que ela não tinha necessidade de medicamento. Mas os dias foram passando e ela disse que muito dinheiro, fez uma segunda creche, uma terceira creche, chegou a ter mais de 30 creches que ela mantinha com seus recursos. era maneira de compensar e visitava aquelas crianças pequeninas que nasciam ali daquelas mulheres que ela dava um choval, alimento, recurso e apoiava as suas famílias. Até que o tempo passou e Maria diz: "Senhora, os espíritos estão dizendo que a senhora se prepara porque não vai demorar muito." É muito comum às vezes acontecer essas informações. Então, ela começou a organizar a vida econômica, distribuiu a riqueza que ela tinha. para essas criaturas humildes e fazer um fundo, uma fundação para ajudar no tratamento e educação desses pequeninos empobrecidos. Ela logo depois o Divaldo disse que voltou ao Salvador e ela ele ligou: "Senor Edivaldo, a minha mulher está morrendo. Ela gosta tanto das suas palestras que eu gostaria que ela morresse ouvindo a sua voz. Vou passar o telefone para ela". E o senhor diz uma palavrinha, por favor? Então ele pegou o telefone e falou: "Minha filha, minha irmã, a morte desaparece com o tempo. Ela é apenas uma troca de roupa. Nós todos vamos ter que morrer um dia. Mas o espírito é perene. O espírito não morre, não desaparece. E eu, mas eu queria tanto morrer ouvindo a sua voz. E diz: "Então eu vou orar contigo". E começou a orar. O Senhor é o nosso pastor, nada nos faltará. O Salmo 23 de Davi. Então, ela foi, ele foi citando lentamente e ela foi ouvindo, foi
indo a sua voz. E diz: "Então eu vou orar contigo". E começou a orar. O Senhor é o nosso pastor, nada nos faltará. O Salmo 23 de Davi. Então, ela foi, ele foi citando lentamente e ela foi ouvindo, foi ouvindo e foi acerenando aquelas dores. Quando terminou, ele pegou o telefone, diz: "Ela agora se foi e ele diz: "Não, não se foi, foi o corpo. Ela continua viva. Logo assim que Deus permitir, ela voltará. Mas ela tinha tido uma menina linda, pequenininha, que estava com três aninhos. E quando o Divaldo foi lá a última vez, ele a colocou no colo e falou: "Minha filha, você é o resultado de um grande ambiente de amor." Havia um amor bonito entre a mãe e a filha, o marido. E ele perguntou assim assustado, por acaso é ela? É ela que voltou. Esses acontecimentos ocorrem. Os nossos amores nos atraem. Nós podemos votar na mesma família, algumas pessoas desencarnam e fica em casa, vai pro albospo, jantar num com ali participando com seus dramas pessoais ou ajudando quando tem grandeza para isso. Então ele voltou, o tempo foi passando, quando ele voltou lá tinha mais ou menos 7, 8 anos e ali estava aquela criancinha já, ó, uma menininha caminhando pra pré-adolescência. E ele ouviu, ela estava muitíssimo doente, estava deitado na cama, fez uma traqueostomia. Traqueostomia fura aqui esse espaço, coloca lá um instrumento que o médico coloca para poder respirar. E ela estava com aqueles olhos azuis belíssimos olhando para o teto. E ele chegou, se tocou pelo pai chorando e uma enfermeira chorando. No dia que terminou lá a palestra no Centro Espírito que ela foi para casa, ela confessou para ele assim durante quase 6 horas falando sem parar, que quando a pessoa tá muito abafada, tem necessidade de colocar para fora. E ela falou de volta e chegou a hora que ela tava tão exausta. que apagou. Ele colocou os travesseiros, cobriuas, saiu e quando foi chegar na porta, ele lá estava o marido, estava ali esperando. Diz: "Eu sei que o senhor falou com minha mulher, senhor sabia que ela é cancerosa e é médica, né? Eu sei,
s, cobriuas, saiu e quando foi chegar na porta, ele lá estava o marido, estava ali esperando. Diz: "Eu sei que o senhor falou com minha mulher, senhor sabia que ela é cancerosa e é médica, né? Eu sei, eu tenho experiência, pude imaginar e os espíritos me disseram". Então eu prometi a ela que na hora que ela morrer, eu vou matar essa enfermeira aqui, porque essa enfermeira me disse que me ama, está apaixonada por mim. Como é que a minha mulher doente? Ela me traz uma informação dessa, diz: "Meu filho, se o suicídio fosse uma solução, todos nós suicidaríamos. Mas a vida não é esse o caminho. Se você quer ajudá-la, ore por ela e apoia essa moça que por amor a ela ou a você está aí junto contigo. E quando ele ia saindo que chegou no quarto, ela chegou, colocou o pé na porta, disse: "Divaldo, eu sei que o senhor gosta muito de um cafezinho." Então ele trouxe um cafezinho com leite. Div gostava de um leitinho com café, né? E é o pingado que eu acho tão famoso. E hoje esqueria, eu tô querendo morrer porque eu amo tanto e ele não me dá. Um dia ele me deu um tapa que eu vou falar isso para ele, mas eu amo tanto que eu resolvi morrer junto com ela. E ele então foi guardando essas lembranças, começou a escrever e disse ao Divald: "Eu resolvi fazer uma visita à terra da minha mulher. Ela que é judia. Eu queria conhecer Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Queria conhecer o muro das Lamentações, queria conhecer aquelas igrejas famosas por onde passou Jesus Cristo, queria conhecer o seu povo. E eu voltei cada dia com mais plano de consciência. Mas eu resolvi ajudar as crianças. Aquilo que ela fazia, eu resolvi reforçar em homenagem a ela. E eu queria que você me levigo lá no cemitério para orar Júniors. Não precisa. Ela não está ali. Ali são os restos mortais dela. Ela está aqui conosco orando e deixou uma lembrança linda que essa criança. A criança estava com câncer cerebral, olhos parados, a traqueiostomia, as mãozinhas sem vida, aquele corpo par empalidecida, emagrecido. E ele olhou ali, orou para ela e ele
ça linda que essa criança. A criança estava com câncer cerebral, olhos parados, a traqueiostomia, as mãozinhas sem vida, aquele corpo par empalidecida, emagrecido. E ele olhou ali, orou para ela e ele perguntou: "E agora, Divaldo, ela? Como é que Deus permite uma coisa dessa? Uma criança de 8 anos, onde é que está a misericórdia divina que deixa que uma criança de 8 anos sofre uma experiência dolorosa dessa depois que eu perdi a minha mulher? E o Divaldo lhe respondeu: "Muitos de nós, ou quase todos nós, sempre colocamos a culpa em Deus. Deus é que quer, Deus é que castiga, Deus é que fez assim. Mas olha quantas crianças, quantas crianças ela abortou, quantas crianças ela impediu que viesse a vida. Quantas crianças, quantas mulheres, se ela tivesse orientado, teria tido no outro rumo na vida? Ele diz a verdade. O fato é que daí três dias a criança morreu. E de voltou lá 3 anos depois. Quando voltou, estava a criança morta. Ele foi ao cemitério com ele orar, conversar intensamente. Ele diz: "Olha, eu resolvi casar com a enfermeira. Porque ela amar tanto a minha mulher e minha filha e eu estou sozinho, porque não tinha alguém para conversar, para conviver, para estar perto de mim?" E ela então eh casaram e ele de volta de orientações cabíveis. O tempo foi passando, aquela drama pessoal de não ter feito o que deveria ter feito, de ter acusado Deus de algo que a culpa era dela, foi eleição dela ser abortadeira. E aí, mas ele diz, eu resolvi mudar da minha casa, vou fazer uma outra casa. Vou transformar o meu castelo de uma crece gigante em homenagem a ela. Lar de Eufrasia, tava escrito na porta em mármore negro, lar de Eufrasia. em homenagem a ela. E aqui de repente apareceu uma criança um dia desse aí diferente. Era uma criança que olhava para mim, parecia que meia por dentro, tava nos meus braços, mas olhava com intensidade que eu tinha impressão que ela penetrava dentro da minha consciência. Eu comecei a sentir um apego e medo. E o Divaldo foi lhe orientando e a proximidade do amor. Ela
raços, mas olhava com intensidade que eu tinha impressão que ela penetrava dentro da minha consciência. Eu comecei a sentir um apego e medo. E o Divaldo foi lhe orientando e a proximidade do amor. Ela quer transmitir a você a gratidão pelo que você fez. Mas quem é ela? Essa mulher Eufrasia desencarnou, mas veio que é que tinha que passar por uma aprovação muito difícil, preferiu reencarnar numa família de amores para ser bem tratada e ajudá-la nesse processo redentor. O fato é que lá na cidadezinha, lá em Portugal, ela deixou lá uma creche, essa creche enorme. Tem muitos castelos por até hoje da região de Portugal, sobretudo na região de Leeria. ali uma cidade ali perto de uma cidade burada que os romanos deixaram e ali entre outros havia castelos gigantes ainda hoje assim quando se vai assim no rio Luá Luá e até passa pela Alemanha vai ver lá aqueles vinhedos e ali tem muitos castelos então Divaldo passou ali, conversou com ela e diz: "Ela vem, mas vai ser um drama, uma vida, uma reencarnação de dores e de lágrimas". E ele ali no silêncio resolveu apenas trabalhar para ajudar. Tinha tanto dinheiro que não precisava de trabalhar, não precisava de alugar nada. tinha dinheiro suficiente para viver com os resultados dos recursos e foi transformando a sua vida, uma vida de 20 anos que ele teve ainda voltado apenas para o silêncio, para a oração. Depois que leu o Evangelho Segundo o Espiritismo, ele resolveu frequentar o Centro Espírita e era uma figura estranha porque era um homem muito rico e o Centro Espírita de um modo geral antigamente eram pessoas muito humildes, né, de um modo geral. E ele ficava ali ajudando, procurando ser útil em nome dela. E um dia diz ele que estava em casa orando de madrugada e ele, o Divaldo, gosta muito de música clássica, música erudita. E quando era Víor Hugor que vinha psicografar, ele disse que Víor Hugor começava a psicografar às 10 da noite e às vezes até às 5 da manhã. Então ele passava a noite inteira psicografando e ele, como ele gostava de música clássica, ele
sicografar, ele disse que Víor Hugor começava a psicografar às 10 da noite e às vezes até às 5 da manhã. Então ele passava a noite inteira psicografando e ele, como ele gostava de música clássica, ele colocava naquele tempo para o CD. Hoje é num ainda existe, Mauro, nem sei se ainda existe. Então ela não pegava, ele colocava vários CDs lá com música clássica dos grandes mestres. E Víor Go tinha uma apreciação especial. Observa que aqui tem vários livros de Víor Gô, escrita por Divaldo Franco, psicografada e todos eles é de uma beleza transcendente. Eu acabei de reler agora para um filme que nós vamos fazer o livro Joana Dark Médio. Joana Dark é uma vida linda. Joana Dark foi Judas Iscariote. Segundo os espíritos. Ele cometeu o crime de denunciar Jesus e a consciência de culpa. Judas ficava sempre eh sentindo esse drama com esse infortúnio oculto lá dentro dele. E segundo informações, ele ficou teve 11 encarnações como leproso. Ele Jesus lhe perdoou, mas ele não se perdoou. E como não se perdoou, ele reencarnava e desencarnava leproso, porque era a doença mais grave da época. A pessoa era deserdada, não tinha direito à vida social, não podia ficar com a família, não podia ficar com os amigos, não podia ficar na cidade, ia para o vale dos leprosos ou leprosários improvisados. Então foi ali que o Divalto foi orientando essas essa essa criança e esse cidadão. E ele teve aqui em Salvador, na mansão do Caminho que fica na bairro pobre de Salvador chamado Pau da Lima. Ali todos os dias, se alguém for a Salvador, todos os dias entram 5.000 pessoas. Só crianças nas escolas são 3.200 e alguma coisa. Na creche 300, 400 crianças. No jardim mais um número de crianças. e doentes, leprosa, idéico, pobre, carente. A mansão trata do dente, trata da corpo, trata da escola, cuida dessas crianças. Então, esse cidadão, John, o nome dele, ele passou em si mesmo se vivendo um infortuno, de uma não tinha o direito da alegria, da satisfação, dos prazeres da vida, mesmo com a filhinha que logo depois também
esse cidadão, John, o nome dele, ele passou em si mesmo se vivendo um infortuno, de uma não tinha o direito da alegria, da satisfação, dos prazeres da vida, mesmo com a filhinha que logo depois também desencarnou. Com isso, meus irmãos, a gente precisa estar muito cuidadosos, precisamos estar muito cuidadosos em não praticar coisas que incomoda a nossa consciência. Porque a lei de Deus está no livro dos espíritos. A lei de Deus está escrito em nossa consciência. Quando fazemos coisas inadequadas, o registro está lá. Quando nós investimos na bondade, o registro está lá. Então, é muito comum observarmos isso. O Divaldo disse que estava no Rio de Janeiro e foi fazer uma palestra e o hotel não ficava muito longe. Ele resolveu à noite, à 11 horas, resolveu ir lá eh ajudar. Eu vou a pé mesmo. É tão agradável a noite, tá fresquinho. Quando ele chegou perto do hotel, três cidadãos se chegaram com a arma lá e disse: "Passa o dinheiro porque senão você vai morrer". E ele disse: "Poxa, não tem." Ele disse que não tinha dinheiro nenhum no bolso, que o Edivaldo raramente usava dinheiro. Mas aí de repente um deles falou: "Não, esse é meu tio Divaldo, olha que coisa, né? Esse é meu tio. Olha como é que a providência divina nos atua. Esse é o meu tio Divald e ninguém vai mexer com ele. Eu sou o guarda das costas dele. Daí paraa frente, toda vez que o Divaldo de Rio de Janeiro, aquele cidadão que era o bandido, mas foi filho da mação do caminho, foi jogado na porta lá um dia e foi tratado, orientou, mas optou. pelo crime é um direito. Se você perguntar de fato por que algumas crianças, porque optaram aqui na mansão, receberam a escola, a orientação espiritual, o apoio, a ajuda que nós poderíamos dar, mas muitos de nós poderemos eh optar para fazer o que achar melhor, o bem ou mal. O fato é que a doutrina espírita nos prepara para que nós direcionemos a nossa vida para um trabalho construtivo da nossa vida espiritual. O Divaldo desencarnou há pouco mais de 3, 4 meses. Nós estávamos
ato é que a doutrina espírita nos prepara para que nós direcionemos a nossa vida para um trabalho construtivo da nossa vida espiritual. O Divaldo desencarnou há pouco mais de 3, 4 meses. Nós estávamos lá para o sepultamento, um do cemitério de Salvador, mas tinha tanta gente, mas tanta gente, tanta gente que desordenou o cemitério. Tinha outro sepultamento que as pessoas queriam estar perto, então não tinha onde pisar mais, tava pisando nos túmulos. E na hora que estarmos todos reunidos, chegou o prefeito da cidade que tinha um carinho pelo Edivaldo, chegaram alguns artistas, cantores, esses cantores famosos da Bahia, a Bahia muito pródiga de de cantores, de música. Deve ser o estado mais musical do Brasil. Falar nisso, nós vamos fazer um evento pro Divaldo. Quem tiver interessada, vai ser no dia no mês de maio de 2027, de volta faria 100 anos. Então, quem quiser fazer inscrição para relembrar a Bahia, quem não conhece vai conhecer, vale a pena. Quem não conhece a mansão, vale a pena conhecer. E nós vamos fazer uma homenagem ao Divaldo, como fizemos pro Chico. A FEB fez pro Chico, 100 anos do Chico, um grande evento em Brasília. O Divaldo agora dia 27, meu ano de 27, se ano Divaldo, nós estamos trabalhando nisso. Então as inscrições podem ser abertas até aqui na Olivaria da FEB. chega ali na marca ou no seu telefone, você paga em 12 meses pelo cartão que não não vai nem sentir o valor que é tão pequeno a prestação, né? Então nós queremos dizer que esses momentos de beleza acontecem porque nós estamos com a consciência em paz. Divaldo criou a manção do Câm junto com Nilson. Nilson era primo do Nivaldo, segundo informações, primo de primeiro grau, primo carnal, como se diz, né? E nós estávamos lá, ele tinha viajado para Espanha fazer um seminário de Rabelo, se você puder, quando o Nilson desencarnar, ele tá doente, tá na UTI, mas eu tenho esse congresso, eu não posso deixar de ir, eu estou sou orador, eleito pelo grupo. Você poderia ir lá fazer uma prece também? Eu digo tem tanta gente, n
ncarnar, ele tá doente, tá na UTI, mas eu tenho esse congresso, eu não posso deixar de ir, eu estou sou orador, eleito pelo grupo. Você poderia ir lá fazer uma prece também? Eu digo tem tanta gente, n é tão querido, para que que eu vou lá fazer uma prece? Eu tô lhe pedindo para você ir. Quando foi 5 da manhã, o telefone tocou, foi para aeroporto e chegamos lá, tava lá o Nilson lá naquela capela no cemitério e muitíssimas pessoas, a mansão, os filhos, os netos, Nil tinha bisneto, todos lá orando pelo a gratificação para essa dessa alma que estava partindo. E ele ali, então o Divald pediu que não deixasse o caixão aberto. Queria que as pessoas levassem uma lembrança positiva de Nilson. fez um banho, colocou lá perto da urna mortuária e as pessoas olhavam para aquela figura para manter aquela lembrança de un Nilson carinhoso, amigo, generoso e bom, como sempre foi. Teve uma hora que me pedir para dizer alguma coisa. Eu disse algumas palavras e fiquei ali orando com os olhos fechados e vi que chegou a hora o carro mortuário veio para levar para o túmulo e eu vi chegar Joana de Ângeles. Joana de Angeles nós a conhecemos como a mentora de Edivaldo Franco, que escreveu pelas suas mãos muitíssimos livros, sobretudo a sua obra psicológica. Eu vi Joana chegar e o Nilson tava ainda ligado ao corpo. Quando nós desencarnamos, às vezes ficamos ligado ao corpo por um período. Alguns até se são muito materialistas, a pessoa desencarna fica preso lá aos ossos até que alguém lhe retire, vê o corpo atréfazendo, etc. Então eu vi Jas chegando, pegou na mão dele, diz: "Meu filho, vamos embora. Alguém nos espera à frente". E ele olhou para todo mundo assim chorando, aquela sensação da saudade, do vazio. Não era a consciência de culpa que ele tinha uma vida muito nobre. Mas eu vi que eles foram saindo os dois levitando. Eu olhei para ele, falei: "Ô, Nilson, até quando?" Ele olhou para mim e falou: "Rabelo, até a eternidade". Eu perguntei a eternidade pode ser um ano, pode ser 100 anos, pode ser 50
os dois levitando. Eu olhei para ele, falei: "Ô, Nilson, até quando?" Ele olhou para mim e falou: "Rabelo, até a eternidade". Eu perguntei a eternidade pode ser um ano, pode ser 100 anos, pode ser 50 anos. O fato que quando Divaldo desencarnou, tem pouco mais de três, 4 meses, nós estávamos lá novamente. Estavam lá as autoridades, os cantores da Bahia, um grande número deles e é e delas. E eu fiquei ali orando as pessoas emocionadas, compreensivelmente, e eu vi uma mão chegar, me colocar no ombro. Eu olhei para trás, era o Nilson. espírito. Digo, Nilson, você falou comigo que era eternidade. Ele diz, mas eternidade não tem limite. Pode ser hoje, pode ser daqui a 100 anos. E como é que fica agora com o Divaldo se foi também? Agora é mais trabalho. Porque o Divaldo disse combinou com o Nilson, quando ele desencarnasse qualquer um dos dois, o outro que ficasse tinha que continuar tocando a trabalho. Hoje a mansão do caminho continua lá. Muitíssimas crianças, o trabalho continua. São 5.000 almoço todo dia, 5.000 jantar todo dia. E as crianças 6:30 da manhã começa a chegar. Vão chegando, as mães vão deixando a criança para ir trabalhar, fazer a faxina para ganhar o dinheiro e a criança fica ali cuidada. Um médico examina a criança, a enfermeira examina a criança, troca de roupa, dá o baizinho, veste a roupa da instituição, no fim do dia a mãe vem buscar e leva para casa a mamadeira, os medicamentos, se for o caso, no fim da semana, a cesta básica. Esse é o trabalho grandioso que a doutrina espírita nos ensina para que não tenhamos essa consciência de culpa, para que nos orientemos a nossa caminhada, para que produzamos sempre que possível uma vida cheia de beleza e de grandeza. São muitos assim como aconteceu. Falei aqui na sexta-feira passada lembrando de Chico que morreu, desencarnou e nós fomos lá com o presidente da FEBE, Nestor João Mazote na época está lá e na hora que o corpo ia se preparar para descer, aparece o Chico. Os espíritos iluminados são assim. O Dival tava lá no dia do
s fomos lá com o presidente da FEBE, Nestor João Mazote na época está lá e na hora que o corpo ia se preparar para descer, aparece o Chico. Os espíritos iluminados são assim. O Dival tava lá no dia do desencarno dele, tava lá com Joana, tava lá com a Manuel Fel de Miranda, estava lá com Maria Dolores, estava lá. Esses espíritos que escrevem por ele estavam todos lá, espere, junto com Divald e Joana segurando a sua mão. Porque na hora de desencarna a pessoa tem um certo momento de desarmonia física, entre aspas. Então eu olhei para ele, ele apenas olhou para mim, não me disse nada, mas disse: "Eu estou lhe vendo". Está me dizendo que eu estou aqui lhe vendo? Diga, Divaldo. Então, Divaldo, outro dia ele apareceu aqui, aqui na FEA, na nossa reunião mediúnica, não disse nada. Outra vez nós estávamos na reunião aqui em no Gama, num evento grande que teve lá chamado Evangelho Rede Vivo. Aí aparece o Edivaldo estava lá. Outro dia tava aqui com as entidades nobres. O presidente da FEB desencarnado nesse azote. Eu tava subindo elevador aquele prédio lá, não, elevador é aqui, né? Elevador. E eu vi o Nestor entrar elevador, o presidente com mais duas autoridades e mais ex dois ex-presidente e o Divaldo. Aí eu digo, Nestor, eu não sabia que espírita andava de elevador, não. Dá importância não. Mas observei que ele tava com aquelas roupas longas. Digo, ô ô ô ô, você tá de não tá de calça, palitó como você gosta. Você tá com essa roupa do tempo do Cristo, você foi promovido, cabelo, deixa para lá. O Nessor sempre foi muito humilde, nunca deu muita importância as formalidades, mas está nos dizendo que mesmo no mundo espiritual, quando nós estamos habituados ao trabalho, nós ali continuamos fazendo o nosso trabalho. É muito gratificante sabermos que os nossos amores que foram não acabaram. Continua. Uma hora dessa o Divaldo deve dar uma comunicação aí, deve estar procurando um médium. Eu sou um médum medíacre, pequenininho e um deles chegou perto de mim, me tocou no ombro, eu digo, de volta, por favor, por mim não.
valdo deve dar uma comunicação aí, deve estar procurando um médium. Eu sou um médum medíacre, pequenininho e um deles chegou perto de mim, me tocou no ombro, eu digo, de volta, por favor, por mim não. Como é que a gente agora vári das vezes, né? digo: "Olha, eu gostaria muito de ouvir uma mensagem sua, mas usa Marta, usa esses médes, mais maduro, eu vou vibrar do mesmo jeito, mas me poupe desse. Eu não tire a coragem de ser o portador, o canal para que você traga mensagem a muitíssimos espíritos no Brasil, homenageando o Divaldo no Rio Grande do Sul, São Paulo, na Bahia. Não v fazer em fevereiro aqui, a febre já fez, não vão fazer o congresso lá em Salvador. Então nós queremos dizer que essas almas iluminadas, falamos dessa enfermeira médica que fez essas loucuras todas, arrependeu-se, passou por dramas muito difíceis e agora, ao que se sabe está reencarnado. Nós sabemos que Judas Escariot reencarnou 11 vezes como leproso. E depois Maria de Nazaré, a pedido de Jesus, foi lá, ele estava chorando, se preparando para uma nova reencarnação. Aí ele chegou, ela chegou, colocou no colo, diz, consolou e diz: "Mas quem é essa voz que todo mundo só me condena? Deus sou Maria, a mãe de Jesus". Na reencarnação seguinte, Judas reencarnou como Joana de Joana Delarco. Delarco em espanhol, né? Joana que foi queimada vivo lá em Paris, né? Ela Joana Dark, a menina de Dorremi. Olha como é que a vida desde criança vendo os espíritos e foi quando a França estava. Na França tinha um programa, o tempo estourou, prometo que vou acabar. Ela tinha, a França estava desmoralizada, era o fim do governo da rainha, a rainha, o rei era o filho dela, era uma pessoa que estava passando por uma fase muito complicada. Houve a noite de São Bartolomeu, que morreu muitíssimas pessoas em Paris, eram morte, era chamado chamado guenote. As pessoas que não eram católicas eram condenadas à morte. Então, jogava os corpos no rio cena e os peixes não davam conta de comer todo aquele aqueles corpos. Então ele desencarnou e eu e nós
uenote. As pessoas que não eram católicas eram condenadas à morte. Então, jogava os corpos no rio cena e os peixes não davam conta de comer todo aquele aqueles corpos. Então ele desencarnou e eu e nós fomos visitá-lo última vez tivemos em Paris, tá aqui Luís Antônio ali acompanhando e nós chegamos perto do túmulo de um do de Catarina de Méxe, é o mais bonito do túmulo. Eles foram sepultados todos fora de Paris e quando chegamos lá ele tava lá e tinha dois espíritos com duas setas assim cruzadas. disse: "Não perturbe o sono do meu Senhor." Olha como é que a vida lá fora também. Não perturbe o sono. Porque eu tava falando, discutindo aquilo ali e ele disse, eu digo, mas não, nós estamos apenas estudando, mas não perturbe os me ameaçou inclusive, né? Quando nós saímos, nós vimos que tava celebrando a missa. Tinha um padre desencarnado celebrando a missa e havia muitos espíritos ouvindo a missa. Olha como é que é o processo aqui na FEB. Nós fizemos homenagem a Edivaldo há uns anos atrás, 4 anos, 5 anos por aí, e tinha ali na entrada, alguns devem se lembrar, uma figura de Jana deângeles, que é a mentora do lado da Mação do Caminho. E na hora que nós chegamos ali, aquela foi uma festa muito bonita, o Divaldo ficou muito emocionado, né? Tinha uma exposição lá sobre a natureza, se alguém quiser entrar, fica aqui ao lado da livraria. E então tava chegando a pulsão de freiras e padres à noite, porque à noite os espíritos trabalham, continuam a trabalhar. E uma freira chegou, disse: "Poxa, mas vi para, nós somos católicos, vi para o centro espírita." Aí Joana de Anâng é quem as trazia. Olha bem como é que é a vida, né? No mundo espiritual. Disse: "Mas você vai entrar para você ver como é que é". Quando entraram tava a figura de Joana, nós tínhamos colocado uma figura grande de Joana. E aqui na mesa onde está o nosso Maurício, estava aí Dr. Bezerra de Menezes falando para os religiosos católicos. Então hoje é muito comum aqui na FEB ainda hoje nas reuniões mediúnicas alguns padres, algumas freiras vem aqui
o nosso Maurício, estava aí Dr. Bezerra de Menezes falando para os religiosos católicos. Então hoje é muito comum aqui na FEB ainda hoje nas reuniões mediúnicas alguns padres, algumas freiras vem aqui participar para aprender a visão da doutrina espírita sobre a vida e sobre a morte. Muita paz com todos. Que Jesus nos abençoe. agradecidos a desculpe ao nosso irmão Rabelo pelas notícias, exemplos que nós temos tantos e me lembrava aqui de exemplos mais recentes, palpáveis, conhecíveis, como nós temos na Bahia, próximo à cidade de Barreiras, Um templo espírita cujo cuja existência, a permanência, a longevidade se deve ao trabalho de uma mulher que soube conduzir os seus infortúnios ocultos, em que ela não busca reconhecimento, embora muitos de nós a reconheçam como um exemplo a ser seguido. Ela não busca fama e sim o anonimato para que seu trabalho possa permanecer imaculado como servidora do Cristo. Então, temos sempre exemplos a seguir. Mas tem uns antes de encerrar aqui, eu tenho uns avisos como a funcionamento da FEB em São Paulo, que conta com um centro espírita no bairro da Lapa. Eh, um espaço cultural também com sempre com algum alguma exposição e agora também com uma livraria na capital paulista. Nós já temos esta uma livraria aqui Brasília, uma no Rio de Janeiro e uma em São Paulo agora baixo da Lapa, rua Guaricanga. Se alguém tiver passando por lá, tiver interesse em conhecer. E temos vinculado, posso dizer espiritualmente a um trabalho da FEB, um dos dirigentes que já foi, Guilhon Ribeiro, que hoje eh é o dia da sua desencarnação, que ocorreu em 1943. Guilo, eh, deixou um legado muito forte aqui na Federação Espírita Brasileira e exemplo a ser seguido pela humanidade. Em uma de suas falas diz assim: "Identifiquemo-nos com a tarefa individual que nos compete desenvolver, enquanto o Mestre Excelso estará dirigindo as realizações coletivas que demarcarão a terra os alicerces indefectíveis do almejado reino do Senhor." Ele nos convida que cada um de nós façamos a nossa parte, que o Cristo, sem
so estará dirigindo as realizações coletivas que demarcarão a terra os alicerces indefectíveis do almejado reino do Senhor." Ele nos convida que cada um de nós façamos a nossa parte, que o Cristo, sem dúvida, fará a parte dele. Vamos nos encaminhando para os momentos finais, pedindo ao Pai que possa estender essas bênçãos que todos aqui recebemos a todos os demais irmãos deste planeta, deste orbe. os encarnados e os desencarnados. Que essas luzes que nos chegam sejam ao farol que nos guie na semana que se inicia. Que essas mesmos efúvio de paz, de serenidade, possam visitar os nossos lares, os lares de nossos familiares, dos nossos amigos, das pessoas com as quais nos relacionamos, levando a todos este conforto, esta paz que tanto buscamos. que sejamos sempre nós a estender a mão, servindo como instrumentos do mais alto, seguindo adiante, colaborando, auxiliando e servindo. Lembra-te, Senhor, também dos médiuns passistas que estarão doando amor e energia dentro de poucos instantes aqueles que assim o desejarem. E possam eles ser também instrumentos de tua luz, de tua paz. uma semana de plena luz e de plena paz a todos nós. Que assim seja.
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