Papo Espírita | #292 - A OBSESSÃO NA PSIQUIATRIA - Dr. Marcus Ribeiro
Papo Espírita | #292 - A OBSESSÃO NA PSIQUIATRIA - Dr. Marcus Ribeiro O Podcast "Papo Espírita" é um espaço dedicado a explorar e compreender os ensinamentos da Doutrina Espírita. Nossos convidados são médiuns, estudiosos e praticantes da doutrina, que compartilharão suas experiências e conhecimentos sobre os ensinamentos de Jesus e dos Espíritos. Juntos, vamos ampliar nossos horizontes e aprofundar nossa compreensão sobre a vida após a morte, reencarnação, mediunidade e muito mais. Não perca a oportunidade de se conectar com o mundo espiritual e se enriquecer com essas discussões. Inscreva-se agora e fique por dentro de todos os episódios do "Papo Espírita"!" O Programa PAPO ESPÍRITA, é uma produção da Comunhão Espírita de Brasília, através da TV Comunhão. Uma nova edição do programa Papo Espírita vai ao ar toda quinta, às 19 horas, no canal da Comunhão Espírita, no Youtube! #PapoEspirita #comunhaoespirita #tvcomunhao Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
bem-vindo ao papo Espírita A espiritualidade na sua vida boa noite papo Espírita está no ar hoje nós vamos conversar sobre a obsessão na psiquiatria então nós trouxemos como convidado especial o psiquiatra e presidente da associação médico Espírita de São Paulo Dr Marcos Ribeiro além da Mir dos angelos Dr Marcos seja muito bem-vindo tudo bem contigo tudo joia Muito obrigado muito obrigado miram pelo convite pela oportunidade da gente estar aqui nesse momento conversando sobre um assunto ao mesmo tempo tão instigante ao mesmo tempo tão delicado mas é importante que a gente fale sobre isso e e discuta sobre isso para que a gente também possa crescer e aprender então eu agradeço não só o convite mas o espaço também para que a gente possa falar sobre esse tema e tenho certeza que disso eh pessoas vão se beneficiar e a gente também vai aprender muito aqui nessa troca hoje com certeza muito obrigado obrigado mesmo Dr Marcos eh entrando já aqui no nosso assunto a psiquiatria ela tem ignorado essa questão eh da da espiritualidade né dessa questão da obsessão da mediunidade que perpassa essas questões de transtornos mentais e emocionais por outro lado a gente vê que a medicina ela tem avançado no sentido de a a achar que é é eh vale a pena que a pessoa que passa por problemas PS átrios tenha algum sentido de espiritualidade alguma prática religiosa que isso é benéfico Então a nossa primeira pergunta seria assim no caso dos transtornos psiquiátricos mediunidade e obsessão deveriam fazer parte de algum diagnóstico legal essa pergunta é muito importante até pra gente abrir a nossa conversa e só para responder ela eu vou precisar fazer um pequeno recorte histórico assim que eu acho que é importante pra gente entender porque quando a gente olha por exemplo hoje paraa visão da medicina convencional ou da psiquiatria formal a gente tende a entender que aquilo ali é traduzido para muitas pessoas como uma verdade absoluta Ou pelo menos como a única verdade a ser vista ou ser percebida da forma de
l ou da psiquiatria formal a gente tende a entender que aquilo ali é traduzido para muitas pessoas como uma verdade absoluta Ou pelo menos como a única verdade a ser vista ou ser percebida da forma de cuidar do outro só que se a gente olha pra história da humanidade na maior parte da história a as questões espirituais as questões de ordem e transcendental sempre estiveram envolvidas dentro do Cuidado das pessoas desde os tempos mais remotos indo lá para Hipócrates PR pr pra Grécia antiga já se pensava nessa relação da transcendência enquanto não só uma ferramenta de cuidado para aqueles que precisavam de alguma ajuda mas também pensando o próprio diagnóstico e a própria manifestação dos sintomas isso perdurou durante grande parte da nossa existência só mais recentemente a com a vinda do positivismo e uma visão eh mas eh que cortou um pouco essa relação entre o transcendente a ciência entre a religião e a ciência que vai aí do começo do século XIX perdura durante todo o século XX é que houve essa separação e buscou-se então de uma forma muito mais incisiva eh um olhar exclusivo materialista como causa como explicação única para desdobramentos ou paraas eh manifestações dos sintomas de uma forma geral é claro que isso teve um impacto muito positivo e a gente avançou muito em questão de ciência e graças a isso hoje a gente tem muitas ferramentas terapêuticas sejam elas medicamentosas ou não que vieram como fruto dessa busca e que auxiliam milhares de pessoas e tem que serem vista também como um cuidado importante Principalmente quando a gente tá falando de transtorno mental Mas a nossa grande questão aqui pontuando isso é que foi se excluído uma parte importante e inerente ao ser humano que é o transcendente que é a vivência não só da espiritualidade mas até mesmo explicações metafísicas nesse sentido ou transcendentais ou espirituais para muitas coisas que acontecem conosco enquanto indivíduos se nós vamos beber na fonte Espírita que é a doutrina e a filosofia que nós abraçamos nós temos a
sentido ou transcendentais ou espirituais para muitas coisas que acontecem conosco enquanto indivíduos se nós vamos beber na fonte Espírita que é a doutrina e a filosofia que nós abraçamos nós temos a oportunidade compreender ainda de uma forma mais clara como se dá essa relação e a gente vai entendendo a partir principalmente das obras de André Luiz e daquilo que a gente vai também trazendo de Kardec que dentro dos adoecimentos ou dos transtornos mentais a gente sempre vai ter um que de espiritual seja esse espiritual é nosso das nossas próprias questões das nossas próprias vivências daquilo que a gente precisa ainda trabalhar e transformar enquanto experiência de vida seja o espiritual enquanto das influências com com as quais nós nós podemos nos sintonizar né então há um impacto eh talvez nem sempre causal da obsessão como a única explicação ou única causa do adoecimento mental mas se não causa eh Com certeza na nossa experiência assim pelo que André Luiz nos traz uma questão que trabalha junto ou que está lado a lado em paralelo e que precisa ser dada olhada de uma forma também diferenciada então quando a gente fala dessa dessa questão da obsessão ou da mediunidade da psiquiatria convencionalmente hoje no que se entende como psiquiatria formal ainda não se tem isso enquanto uma formalidade com uma prescrição né uma uma ética assim ou uma recomendação dentro da psiquiatria formal mas existem muitos Campos eh que vê se abrindo pro estudo disso paraa vida depois da da morte para as experiências espirituais paraa espiritualidade enquanto no sentido mais abrangente e que tem entendido já um pouco dessa relação da espiritualidade com o adoecimento mental ainda um pouco longe da ideia de espiritualidade enquanto vida após a morte ou do Espírito OB sediando mas o entendimento mais abrangente no sentido de busca de uma vivência mais pessoal de uma conexão com o transcendente com o sagrado com uma vivência de algo maior do que nós isso já é bem estabelecido hoje na Psiquiatria e já se entende o valor e o
busca de uma vivência mais pessoal de uma conexão com o transcendente com o sagrado com uma vivência de algo maior do que nós isso já é bem estabelecido hoje na Psiquiatria e já se entende o valor e o impacto disso no Cuidado dos pacientes e também no seu adoecimento é interessante né quando a gente começa a olhar em especial né os transtornos mentais porque quando dói o dedo quando a né é fácil da gente identificar né Dr Marcos mas eh identificar e às vezes também a gente ainda vive um pouco de de preconceito né em relação às doenças mentais porque por muito tempo nós as vimos de uma outra forma né de uma forma eh muito agressiva em termos de acolhimento daquele que passa por isso essa esse diálogo então da psiquiatria em especial com a transcendência né que é a nossa verdadeira origem né Nós somos seres transcendentes me recorda também eh o trabalho do Dr Inácio Ferreira realizado no Sanatório eh Espírita né em Uberaba exato em Uberaba que eu penso que ele começou a eh a tentar fazer esse diálogo né entre a questão da psiquiatria aos nossos fundamentos do do Espiritismo trazido por Kardec nesse sentido eh vou eu queria colocar não muito específico né Com relação à questão espírita né com que nós somos né e a doutrina que abraçamos mas para aquele que não é espírita como é que ele pode perceber a importância de se olhar paraa questão transcendente ou pra questão Espírita relacionada à psiquiatria eh deixa eu colocar de uma forma talvez um pouquinho mais clara eh como é que a Psiquiatria e as os embasamentos da doutrina espírita podem auxiliar aquele que passa ou tem alguém próximo que passa pelo transtorno mental compreender um pouquinho a luz dessa nossa transcedência Dr marvos legal Obrigado Miriam pela pergunta primeiro acho muito importante você citar o Dr Inácio primeiro porque ele foi quem me inspirou a fazer psiquiatria não em vivo né que eu não conheci mas pelas obras e pelo trabalho eu sou natural de uma cidade que cham ar chá que fica a Sei lá nem do lado ali de
porque ele foi quem me inspirou a fazer psiquiatria não em vivo né que eu não conheci mas pelas obras e pelo trabalho eu sou natural de uma cidade que cham ar chá que fica a Sei lá nem do lado ali de Uberaba né tipo é 50 minutos de Uberaba então a história dele vivência dele ela é muito atrelada a toda a minha vida assim então uma é um espírito que para mim tem uma um poder de de síntese e de direcionamento na minha vida muito importante nesse sentido da obra que ele traz e é justamente o trabalho dele se a gente for ver as publicações e os e como ele atuava Nessas questões e buscando Essa aliança entre a Psiquiatria e essa visão mais transcendente que eu acho que nos ilustra muito para poder responder essa pergunta que você trouxe porque uma coisa que ele tinha muito importante na forma dele trabalhar eram duas posturas que para mim são muito significativas a primeira era de sempre olhar para aquele indivíduo a partir do adoecimento ou do sintoma que ele trazia para ele enquanto psiquiatra eu como profissional de saúde pela Ótica do Espírito Imortal então quando eu venho uma queixa da tristeza quando eu venho a queixa da depressão quando vem a queixa da ansiedade ou ou de qualquer outro adoecimento para além do pensamento formal que tem que ser feito dentro da estrutura que a gente aprende na na academia por exemplo existia uma procura um olhar para entender Quais eram da onde vinha aquele sentimento da onde aquela pessoa buscava aquela vivência Talvez um questionamento no sentido de por esse sentimento vem se reproduzindo talvez agora novamente nessa experiência encarnatória e o que que isso significa e a partir disso uma pergunta que para mim é mais importante o que essa experiência agora de dor de Sofrimento ou dificuldade tem para ensinar para esse indivíduo e para mim enquanto terapeuta que tô ali olhando que é importante a gente se implicar nisso quando eu muda essa perspectiva e que eu saio desse olhar de muitas das vezes de dó em que um olhar de dó muitas vezes a gente
o terapeuta que tô ali olhando que é importante a gente se implicar nisso quando eu muda essa perspectiva e que eu saio desse olhar de muitas das vezes de dó em que um olhar de dó muitas vezes a gente diminui o indivíduo que tá na minha frente e eu olho para ele enquanto um espírito em evolução que enxergo nele as potências e as possibilidades de transformar aquela vivência em algo que vai o construir para ele enquanto indivíduo na experiência evolutiva isso já muda toda a forma de pensar isso não exclui a necessidade da psicoterapia não exclui a necessidade da medicação mas a gente já é convidado aí além E aí quando eu tenho essa perspectiva que é a segunda postura que ele adotava eu consigo às vezes estar mais aberto e enxergar mais possibilidades para que eu possa acessar aquele indivíduo na sua particularidade na sua singularidade para desenvolver o caminho dele de transcendência porque para nós ou para um paciente que tem uma vivência já espiritual tem uma abertura para isso Ou uma vivência Espírita eu já tenho um caminho ali que eu posso buscar e a partir disso eu vou buscar aquilo que é uma vivência positiva daquela experiência pessoal dele e vou incentivar esses mecanismos enquanto enfrentamento enquanto fortalecimento enquanto forças para que ele possa buscar essas soluções internas mas se o indivíduo não tem uma abertura para isso eh religiosa específica ou isso não é muito dito M das vezes eu vou ter que buscar essa transcendência por outras relações que às vezes vai se dar na relação mais direta com o familiar às vezes vai se dar numa relação mais direta com a natureza vai se dar numa relação mais direta com uma vivência muito importante que o marcou de uma forma positiva e a partir desse movimento que a gente vai convidando o indivíduo a sair de si e ir em direção ao a algo eu vou ajudando ele a ampliar cada vez ou possa ajudar né Isso é um ele precisa est aberto para isso também eu vou pelo menos incentivando ele a ampliar essa visão de transcendência
direção ao a algo eu vou ajudando ele a ampliar cada vez ou possa ajudar né Isso é um ele precisa est aberto para isso também eu vou pelo menos incentivando ele a ampliar essa visão de transcendência como se fosse realmente eh uma esfera que vai se abrindo cada vez mais vai se ampliando uma esfera Dent dentro da outra né então às vezes o trabalho ali vai ser de formiguinha para que em algum momento ele vai ampliando ampliando ampliando e a partir de um movimento ou en quando ele sentir uma necessidade ele possa ampliar isso por uma visão realmente mais transcendente ou mais espiritual se assim for o caminho dele mas é é essa essa camada de cebola né que a gente vai abrindo abrindo abrindo e a partir Mas a partir sempre daquilo que o paciente traz então o d inar tinha muito isso na forma dele de trazer e de abordar essas questões e eu eu vejo isso como um caminho muito lúcido assim e muito assertivo inclusive nos dias de hoje para que a gente possa incentivar essas vivências hoje nos pacientes sempre a partir daquilo que eles experienciam aquilo que eles trazem né agora Dr Marcos eh essa questão a gente não sei a gente tem a impressão de que como a gente tem uma Parece que tem uma epidemia de transtornos emocionais né ultimamente se fala muito né em depressão em transtorno do pânico eh em bipolaridade a gente já trouxe compulsão a gente já trouxe diversos psiquiatras e psicólogos aqui sobre esses temas todos à luz da doutrina espírita agora eh a gente fica se perguntando se isso fica esse entendimento né Essa visão tão vanguardista fica muito restrita a quem professa essa doutrina né a quem tem essa visão profissional que abraça essas ideias ou se a academia já está formando mais pessoas eh médicos né Eh e terapeutas direcionados a isso porque eu fazendo uma pesquisa eu vi que o termo TRANS e Possessão é utilizado na classificação internacional de doenças CID 10 da Organização Mundial de Saúde quer dizer usou um termo eh nosso né dia a nos no entanto isso não é considerado
o termo TRANS e Possessão é utilizado na classificação internacional de doenças CID 10 da Organização Mundial de Saúde quer dizer usou um termo eh nosso né dia a nos no entanto isso não é considerado como a consequente a ação dos Espíritos esse Sid não tem nada a ver com a ação espiritual com obsessão então eh eh essas duas perguntas né a primeira que eu lhe fiz se essa visão da transcendência já está se tornando eh mais consolidada na academia E se esses transtornos dissociativos eh que tão incluídos nesse C 10 São oriundos da obsessão e da da mediunidade como que um psiquiatra Espírita auxilia nesse caso legal duas perguntas bem interessantes e bem difíceis também tem várias perguntas aqui mas vamos lá eh a primeira por exemplo eh hoje não se tem ainda uma abertura para essa visão transcendente assim transcendente eu vou definir aqui como entendimento eh da vida enquanto um momento e que a vida real seria a vida espiritual né Então essa visão dualista entre corpo e espírito e o Espírito como Aquela estrutura que é eterna e que continua a sobrevivência mesmo após a morte ela ainda não é uma visão compartilhada ou colocada dentro da psiquiatria e ainda assim hoje é muito estigmatizada vista como uma questão não científica ou como é visto de uma forma negativa ainda no na maioria eh dos movimentos dentro da psiquiatria existem vários movimentos sendo feitos nessa direção de construir esse caminho que a gente faz parte disso mas ainda eh se encontra muito preconceito muitas portas fechadas situações difíceis quando a gente vai pro meio científico pro meio acadêmico né Então essa visão é mais fechada o que vem acontecendo dentro do movimento da psiquiatria de uma forma muito importante e eu entendo isso como um passo inicial para que a gente chegue nesse segundo momento é o entendimento que as vivências espirituais das pessoas a crença ou a espiritualidade nesse sentido mais amplo como a busca de sentido e significado paraa Vida a partir de uma experiência transcendente
entendimento que as vivências espirituais das pessoas a crença ou a espiritualidade nesse sentido mais amplo como a busca de sentido e significado paraa Vida a partir de uma experiência transcendente individual tem um impacto importante na saúde mental e mais do que isso tem um impacto muito positivo tanto em fatores de proteção como em fatores de melhora quando o indivíduo adoece e tem uma vivência um coping que a gente fala religioso ou espiritual positivo isso tem um desfecho clínico melhor ou seja a doença vai ser melhor evoluir de uma forma mais positiva com menos tempo de doença ou com uma um desfecho mais saudável Isso já é uma coisa que pra gente a gente comemora muito porque se a gente for pensar 10 Anos Atrás a realidade era muito diferente e falar sobre isso dentro de uma universidade você era taxado de uma de formas muito pejorativas para ser bem Ameno aqui nas palavras que nós vamos usar e hoje não hoje a gente a gente já tem uma visão que eh as pessoas que ignoram isso ou que não acreditam nessa segundo nessa segunda fala né ou que acham que isso é besteira elas já são as anticientíficas Nesse sentido porque a gente já não tem a ciência a psiquiatria já não tem dúvida da importância disso e o impacto disso na vida das pessoas então eu vejo isso como um caminho que a gente vai trilhando e agora Talvez a gente esteja numa segunda fase de tentar abraçar mais essa questão da sobrevivência da alma a a pós a morte do corpo né é um caminho que vai sendo construído então Mas ainda é muito difícil falar sobre isso em algumas situações a gente encontra eh muitas barreiras né e a segunda pergunta que era sobre o termo no Sid 10 né o transtorno de trans e ou Possessão ele tá dentro do Capítulo dos transtornos dissociativos né nesse sentido e aí o que se entende enquanto esse termo é quando a pessoa atribui uma vivência dissociativa que é um estado muito comum em qu quos como ansiedade quadros psicóticos ou outros quadros importantes que é o quê é quando a pessoa perde a
e termo é quando a pessoa atribui uma vivência dissociativa que é um estado muito comum em qu quos como ansiedade quadros psicóticos ou outros quadros importantes que é o quê é quando a pessoa perde a noção de si mesma então ela perde a noção de si mesma ela pode atribuir isso a uma outra personalidade naquele momento e aí eles definem como transtorno de transão mas esse diagnóstico é dado a partir daquilo que a pessoa refere que aconteceu ou não mas como você bem disse isso não é atribuído dentro do Cid 10 nem do dcm H uma influência espiritual né e eles são muito categóricos nisso e há brigas homéricas em torno disso assim nesse sentido agora dentro da prática o que a gente vai usar enquanto critério E aí tem um artigo muito interessante que foi publicado pelo Alexander Moreira que é um grande pesquisador sobre esse tema da Universidade de Juiz de Fora e que coordena lá o nups que é o núcleo eh Universitário de saúde e espiritualidade ele vai trazer alguns pontos que nos ajudam muito nesse sentido né E que a gente pode compartilhar aqui com vocês em geral essa diferença entre o que é espiritual e o que é o que pode ser espiritual e o que é físico ou da saúde mental ela nunca vai se dar numa um corte vertical Então se o indivíduo chega para mim com uma sintomatologia e eu tenho um olhar para ele nesse momento muito dificilmente eu vou conseguir definir o que é uma coisa e o que é uma outra coisa o que nos ajuda é como a coisa vai evoluindo como o processo vai se dando ao longo do momento porque quando eu tô falando de uma patologia mental exclusiva ou mesmo associada a um processo obsessivo em geral eu vou ter uma um prejuízo ao longo da vida das pessoas né então sei lá vamos pensar no estereótipo da esquizofrenia por exemplo em que eu tenho alucinações ou seja escuto vozes e vejo coisas isso pode ser um sintoma também da mediunidade o que que vai diferenciar Talvez uma coisa da outra junto com isso na esquizofrenia eu tenho uma série de outros sintomas eu tenho uma pobreza cognitiva a pessoa vai
r um sintoma também da mediunidade o que que vai diferenciar Talvez uma coisa da outra junto com isso na esquizofrenia eu tenho uma série de outros sintomas eu tenho uma pobreza cognitiva a pessoa vai vai ficando mais embotada mais excluída tem uma série de outras coisas que no no passar do tempo vai gerando cada vez um decaimento do funcionamento daquele indivíduo e um prejuízo em vários Campos da sua vivência pessoal social do relacionamento do trabalho quando eu tô falando de sintomas espirituais claro que no começo eles também trazem podem trazer sofrimento e dificuldade mas se bem orientados e trabalhados em geral o que a gente percebe e os estudos falam isso eles proporcionam um crescimento na vida da pessoa então a pessoa vai ampliar a rede de cuidado ela vai estar inserida dentro de um contexto aquilo ela vai ter uma crítica sobre aquilo que ela tá pensando ou sentindo será que é meu será que não é meu essa dúvida ela sempre permanece se a gente fala hoje mesmo com médiuns muito experientes sempre tem essa esse crítico né de Será que eu tô pensando isso ou será que é uma influência e o indivíduo com uma doença mental nesse sentido ele geralmente ele tem uma uma certeza ele não tem uma dúvida ele não questiona não se Interroga não se avalia sobre isso né uma outra Confundi com mediunidade né dá para confundir se você faz um olhar eh muito direto e não vai olhar pra história da vida desse indivíduo você pode acabar fazendo diagnósticos incorretos Com certeza e que vão poder trazer alguma dificuldade para esse indivídu mas esse tipo de de Diagnóstico ou de situação também pode ser a obsessão né que instalada naquela pessoa sim pode quando ela quando a pessoa é somente médium e ela tá desequilibrada aquilo e como você disse vai eh bem trabalhada ela não vai ter um desfecho prejudicial para aquela pessoa mas no caso de um quadro eh obsessivo né e aquilo não tem jeito a pessoa ela vai precisar da Medicina e também da da parte espiritual não sim com certeza inclusive por exemplo uma coisa que a
a pessoa mas no caso de um quadro eh obsessivo né e aquilo não tem jeito a pessoa ela vai precisar da Medicina e também da da parte espiritual não sim com certeza inclusive por exemplo uma coisa que a gente vai ver nas obras de André Luiz na obra do Dr Inácio também é que por exemplo eu posso abrir um quadro só obsessivo por exemplo e a depender isso dentro da visão espírita da intensidade né e daação desse processo sem que a pessoa faça nenhum movimento interno aquele processo ele vaiando lesões físicas né de forma que em algum momento mesmo resolvida a obsessão nesse sentido né Eu ainda permaneço com a sintomatologia porque já foi instalada no corpo uma doença mental né então existe tudo isso também é muito difícil Separar uma coisa da outra por isso que a gente sempre fala que às vezes o melhor caminho é sempre cuidar dos dois porque isso vai nos ajudar a guiar eh como que as a a saber como que o processo vai evoluir né se eu tô falando de um processo obsessivo isso tende de a melhorar de uma forma mais rápid etc não vai se fazer necessário mais a medicação em algum momento mas eu preciso de um acompanhamento para saber disso se eu tô falando de uma doença mental enquanto estrutura física Muito provavelmente talvez eu vou precisar de um acompanhamento de um tratamento dependendo da patologia por um longo período né e tudo Varia muito de indivíduo para indivíduo é eu vejo a riqueza que é olhar o paciente tendo uma eh Espírita né vou trazer pro nosso lado porque é olhar o paciente de uma forma integral ele não é apenas aquela personalidade ali na frente com transtorno naquele né naquele presente momento mas é um espírito que vem trazendo notícias né e fico pensando também na grande dificuldade Porque nós não somos psiquiatras né Ana Mas nós somos médiuns e trabalhamos na casa Espírita então tratamos eh lidamos né no nosso no nosso trabalho com a obsessão com a os médiuns que iniciam a sua mediunidade os médicos que já são mais eh tem mais tempo de trabalho e vem nos
a casa Espírita então tratamos eh lidamos né no nosso no nosso trabalho com a obsessão com a os médiuns que iniciam a sua mediunidade os médicos que já são mais eh tem mais tempo de trabalho e vem nos trazendo pro nosso conteúdo essas transtornos mentais no olhar da psiquiatria no entendimento da Psicologia né em especial vindo pela a mentora Joana De Angeles e o que eu quero dizer é que nesse caminhar né como há uma dificuldade da questão de identificação se é uma questão mediúnica né seja ela eh com mediunidade ostensiva seja ela uma mediunidade que favorece a questão da obsessão porque influenciado Somos Todos nós né Nós somos influenciados e influenciamos e às vezes temos ideias que achamos que são nossas e não são dentro da nossa vou chamar assim dentro de uma linha de normalidade né mas eh me trouxe uma curiosidade também Dr Marcos não sei se isso seria possível mas eh fazendo essa associação entre obsessão né e a os transtornos psiquiátricos você nos trouxe a esquizofrenia né Uhum seria possível eh na sua prática determinado sintoma de um transtorno psiquiátrico ser mais claramente eh atribuído a uma interferência espiritual ou também há uma dificuldade nesse sentido daquele médico com a forma com a base Espírita atendendo o paciente de transtorno mental com transtorno mental de não né claro eh eu acho assim quanto maior o aprendizado o conhecimento do médico da doutrina espírita e quanto maior a experiência dele nesse sentido acho que isso vai facilitando a gente ter algumas noções assim do como que a coisa tá caminhando para um lado e como que a coisa tá caminhando pro outro né algumas coisas chamam atenção por exemplo né então um paciente que chega por exemplo com uma alteração de comportamento inexplicável às vezes muito aguda sem nenhum pródromo antes né você olha pra vida dele a vida não tem nada que te chama de fator de risco para aquela doença e de repente aquilo surge num contexto específico numa duração específica né por um tempo específico Então tudo isso vai exigindo
a vida não tem nada que te chama de fator de risco para aquela doença e de repente aquilo surge num contexto específico numa duração específica né por um tempo específico Então tudo isso vai exigindo eh um olhar mais Agu ado mesmo e treinado no sentido da experiência para entendendo a como que a coisa caminha para um lado ou como a coisa caminha pro outro né mas é possível assim a gente ir refinando isso né é difícil a gente ter um grau de certeza a gente nunca vai ter um exame né um uma coisa que vai dizer mas o que que eu costumo dizer se eu tenho essa abertura para pensar nisso né para levantar essa possibilidade né Isso já muda todo o olhar assim porque você vai começar fazer perguntas e tentar entender aspectos que vão te ajudar a a discriminar isso agora se isso é uma questão ignorada ou não pensada eu não vou pensar nisso então a minha condução ela já vai ser direcionada por um por um caminho né E por uma circunstância E aí eu tenho que ponderar isso tudo e e pensar muitas coisas nesse sentido né pensar só pontuando que eu acho que é importante pensar por exemplo o apoio daquele indivíduo se ele tem uma estrutura o quanto aqueles sintomas estão colocando ele em risco ou não se é algo que dá para me segurar um pouco esperar para ver como que aquilo vai evoluir E para ver se vai melhorar às vezes se ele tem uma crença espiritual com um tratamento espiritual que ele quer mas eu consigo supervisionar a família consegue dar uma ajuda ou não é uma uma coisa que começou sei lá num sábado e tem um mês todos os dias com aqueles sintomas intensos assim a gente já começa a questionar né né Será uma mesmo na mediunidade na obsessão será que quando abre um quadro assim isso dura interminavelmente assim não tem nenum momento a não ser naqueles casos complexos né de de obsessão complexa quando a gente vai falar na na Fascinação ou aí mesmo ou na na Possessão né nesse sentido Então tudo isso à medida que a gente vai olhando para isso vai trazendo uma uma certa refinamento não pra gente explicar mas
vai falar na na Fascinação ou aí mesmo ou na na Possessão né nesse sentido Então tudo isso à medida que a gente vai olhando para isso vai trazendo uma uma certa refinamento não pra gente explicar mas pra gente começar a pensar nessas coisas assim né aqui na na de São Paulo a gente tem o Amem foco que é um programa onde que a gente discute casos clínicos nesse sentido e aí nesse ano a gente teve a oportunidade de lançar eu e o Dr Rafael Latorraca que é outro psiquiatra aqui também um livro que é a espiritualidade da Medicina que são justamente casos clínicos que a gente acompanhou a maioria deles ali são em Saúde Mental e aonde Justamente a gente discute essa interface assim de o que que é o que e o que que não é assim como que eu olho para isso E aí geralmente a gente faz uma equipe de três quatro com psicólogo etc a gente vai discutindo aquilo e juntos a gente às vezes consegue pensar em em mais critérios assim de uma forma mais clara eh o que que faz sentido o que que não faz eh miram a gente aqui no no no nosso mundo Espírita né porque a gente faz amizades no mundo Espírita e tudo Às vezes a gente quer procurar um um psicólogo né um terapeuta às vezes um psiquiatra às vezes um cardiologista e a gente muitos muitas pessoas até nos perguntam ou a gente busca mas ele é espírita né psicólogo Espírita é uma coisa até que a gente procura né é espírita muitas vezes perguntam pra gente porque a pessoa quer abordar aquilo quer alguém que entenda o que ela está falando não que um outro psicólogo que não tenha não seja Espírita não vá trabalhar de forma muito muito boa também né mas a minha pergunta é a seguinte uma curiosidade quando a pessoa é espírita e sabe que o psiquiatra é espírita é diferente esse atendimento essa a a tendência é melhorar fluir mais porque o seu olhar talvez eh Observe questões espirituais é claro né porque vocês são estudiosos da doutrina os psiquiatras espíritas tem diferença nessa na condução como é que funcionaria legal essa pergunta eu acho que essa
eh Observe questões espirituais é claro né porque vocês são estudiosos da doutrina os psiquiatras espíritas tem diferença nessa na condução como é que funcionaria legal essa pergunta eu acho que essa condição ela quebra uma barreira né Assim que o paciente ele vai muitas vezes o paciente tem medo né Ah vou falar isso pro psiquiatra ele já vai falar que eu sou esquizofrênico é que a gente tá falando médico ouvindo voz não vou falar disso De jeito nenhum né então com certeza eu acho que isso quebra uma barreira e as pessoas se sentem mais à vontade para falar de algumas experiências sem Às vezes o receio e o medo assim né de que vai ser interpretado ali como uma patologia mental como uma doença mental Então eu acho que tem esse ganho assim mas ao mesmo tempo também eu acho que vai muito do indivíduo né Eu como psiquiatra Espírita Eu também atendo muitos espíritas nesse sentido que nos procuram assim e eu costumo brincar que tem alguns momentos que os espírit é mais difícil de atender do que os noos espíritas acredito eh porque vem também com uma vivência disso às vezes muito muito equivocada assim né E tem uma procura muito procura muito ao invés da Medicina procura solução espiritual Não e às vezes só espiritual é uma questão né E às vezes você tem tá falando de uma questão que tem o espiritual a gente nunca negligencia isso mas olha não tem como ser só nesse caminho aqui olha você tenta mostrar todos os prejuízos que tá acontecendo e às vezes há uma resistência muito grande assim né e uma outra coisa que eu percebo muito assim pra gente refletir né nesse sentido de como a gente construir é também muit das vezes o que eu acho que vem de uma de uma vivência às vezes né de uma pessoa que tá começando às vezes não entendeu que é olhar para tudo que tá acontecendo na vida e colocar a a responsabilidade na vida passada também né Isso foi da vida passada tô assim porque da vida passada ou do obsessor né Dr Marcos ou obsessor que tá fazendo isso comigo a culpa é dele e eu falo assim gente mas
abilidade na vida passada também né Isso foi da vida passada tô assim porque da vida passada ou do obsessor né Dr Marcos ou obsessor que tá fazendo isso comigo a culpa é dele e eu falo assim gente mas você tá você tá vivendo a vida do presente aqui o passado tá lá como nós vamos fazer isso aqui e aquilo ali então tem essas tem essas eu acho que os pontos positivos são maiores Com certeza do que as dificuldades mas também tem algumas peculiaridades também que são interessantes da gente refletindo assim da gente ir pensando que às vezes são até engraçadas também mas a pessoa tem que se abrir como Espírita né ela tem que provocar o profissional o médico para para essa questão né senão é em geral eu sempre pergunto né Isso é uma pergunta que faz parte da minha annese então a vivência espiritual e a religiosidade do indivíduo hoje existem inclusive ferramentas oficiais né de de se trabalhar a espiritualidade do paciente naquele sentido outro mais amplo e a partir disso claro que a o paciente vai trazer esses aspectos né então isso já é possível de fazer E aí a partir disso eh fica mais fácil as pessoas vão se identificando e vão falando mais sobre isso eh eu eu acho bastante interessante o que a Ana trouxe né você também falou Dr Marcos porque eh em qualquer expressão né de fé que a gente tem a gente tem uma tendência né a expressá-la né então conforme o nosso entendimento falei brincando a culpa tá sempre no outro Porque até então a a gente não consegue se autorresponsabilize eh não digo que que que há necessidade de que haja um embasamento eh Espírita exclusivamente Espírita mas que haja um embasamento da nossa transcendência eu acho que de uma forma mais Global eh E como você mesmo trouxe no início a transcendência ela já é tratada há muitos anos atrás né Muito Antes do próprio espiritismo sendo trazido como doutrina por Kardec pensando numa medicina do Futuro eh se nós imaginássemos que houvesse uma aceitação de fato dessa nossa transcendência de que que sofremos e também influenciamos
sendo trazido como doutrina por Kardec pensando numa medicina do Futuro eh se nós imaginássemos que houvesse uma aceitação de fato dessa nossa transcendência de que que sofremos e também influenciamos né a nossa energia mental não vou chamar nem desper mas nós comunicamos pelo nosso campo mental né se pensássemos assim como que você poderia numa que agora aqui numa viagem filosófica como seria esse tratamento no futuro se nós pudéssemos levar esses conteúdos para o auxílio do paciente e também trazendo as questões da família né porque as Imagino que a as famílias também possam juntamente com o paciente adoecerem né com certeza tem eu sempre brinco brinco não né não uma brincadeira mas eu sempre falo isso assim né que a a doença psiquiátrica ela é uma doença da família Ela não é uma doença do paciente o paciente que nasceu com essa questão ou com essa possibilidade certamente existe uma responsabilidade uma questão individual ali mas existe uma questão do núcleo com certeza né isso aí eu sempre falo eh mas achei interessante a sua pergunta assim claro que eu eu vislumbro né e não vislumbro por eu vislumbrar mais baseado no que André Luiz escreve principalmente que nós vamos chegar nessa realidade tão logo seja possível de do entendimento da compreensão geral eh dessa existência do espírito né e da vivência da implicação disso na nossa vida e eu acho que isso vai transformar Ou pelo menos tem o potencial de transformar e revolucionar todas as nossas estratégias de cuidado o que eu sempre brinco porque eu escuto muito isso e vejo muito isso com as pessoas é que eu acho acho que as pessoas tê uma ideia o seguinte assim que a gente vai descobrir o espírito que o espírito a gente vai descobrir não né a ciência vai concordar de uma forma geral que existe o espírito e aí o tratamento vai ser qual vai ser expulsar os espíritos ou tomar um fazer mas ser revolucionário no mínimo é revolucionário você precisa tirar todo mundo ou que você vai no médico o médico vai dar um passo para
to vai ser qual vai ser expulsar os espíritos ou tomar um fazer mas ser revolucionário no mínimo é revolucionário você precisa tirar todo mundo ou que você vai no médico o médico vai dar um passo para tirar suas energi ruim deixar as energias boas e aí já ex prende o espírito num no too de ensaio E aí já existe uma um um entendimento muito equivocado de tudo isso porque o que eu acredito que vai ser a grande revolução a partir disso é porque o médico aqui não só o médico qualquer profissional de saúde aquele que vai estar cuidando dos indivíduos ele vai se transformar Na verdade eu acho que a gente tá sendo convidado a ISS o tempo todo no papel do cuidador educador porque o entendimento isso é um entendimento também vem no espiritismo Qual que é a consequência eh filosófica filosófica ou moral do entendimento da existência do espírito que tá lá no Kardec é a implicação que isso tem na nossa autoresponsabilidade na gerência dos nossos próprios pensamentos na transformação dos nossos sentimentos da implicação do meu pensamento da minha postura da minha fala na manifestação das doenças físicas e das doenças mentais no meu corpo Essa é a verdadeira revolução né não é que arrumar uma técnica um periscópio lá que eu vou ver onde tá manchado o seu coração porque se eu ver onde tá manchado e não fizer nada para mudar isso não vai adiantar vai continuar da mesma forma Então acho que a grande revolução é a implicação que nós vamos ser chamados a ter mais de uma forma ainda mais clara porque hoje isso já é possível da nossa responsabilidade sobre nós mesmos e aí o convite terapêutico E aí a terapêutica vai ser A Terapeuta a terapêutica de Jesus que é a nossa Transform formação que é a vivência e aplicação das bem-aventuranças no nosso dia a dia que é a vivência do amor da Fraternidade e reconhecimento de uma família Universal a o o a melhoria e a transformação das nossas dificuldades das nossas imperfeições Esse vai ser o tratamento do Futuro que já tá aqui mas não é reconhecido né então eh acho que isso é
amília Universal a o o a melhoria e a transformação das nossas dificuldades das nossas imperfeições Esse vai ser o tratamento do Futuro que já tá aqui mas não é reconhecido né então eh acho que isso é um importante porque eu fico vendo muitas pessoas Ah tô torcendo para descobrir que o espírito existe eu falei e aí que você vai fazer Ah vai ter uma energia um aparelho que vai Pô uma energia em mim tomar um passe e melhora e tira falei vai melhorar um pouquinho na hora né um paliativo ali mas o tratamento real o que que é aí a pessoa fica às vezes sem pensar e eu falo olha pode começar agora o tratamento vai ser o mesmo começa agora que você já vai garantindo esse tratamento pro futuro então isso é uma ainda não tem o entendimento de que tudo começa em nós mesmos o espírito não é o de lá de fora é o nosso que está aqui dentro nesse corpo vivendo essas essas questões todas né Eh mas eu acho que você respondeu a a a pergunta final que eu ia lhe fazer porque a gente tá com o tempo aqui já estourado mas era para que você deixasse um recado de repente existe algo mais para você complementar como a terapêutica Espírita aliada à psiquiatria pode transformar a vida das pessoas que carregam esses graves transtornos mentais nesta Encarnação e para que a próxima né às próximas a gente não carregue esses graves essas graves questões ainda emocionais né legal isso é importante primeiro acho assim além disso que a gente tá falando né a própria água fluída o o passe tudo isso tem uma implicação energética importante que a gente precisa reconhecer e tem um papel importantíssimo né no alívio do sofrimento na melhora da energia na disposição e na e no tratamento até mesmo de cura a partir do movimento individual do indivíduo né a partir do movimento pessoal porque a cura é sempre do indivíduo e nunca do outro iso é importante a gente fala Jesus já dizia isso quando ele mencionava a tua fé te curou e A Tua Fé Te Salvou então a cura é sempre nossa claro que isso pode ser eh aurid de pessoas e energias de fora
so é importante a gente fala Jesus já dizia isso quando ele mencionava a tua fé te curou e A Tua Fé Te Salvou então a cura é sempre nossa claro que isso pode ser eh aurid de pessoas e energias de fora mas a partir de um movimento interno então o passe a reunião desobsessão o evangelho eh água fluidificada tudo isso são recursos Que a misericórdia divina nos propicia para que a gente possa nos cuidar nos fortalecer porque ele já reconhece as nossas dificuldades então isso nos ajuda o que é importante a gente ter Claro em mente é que isso são instrumentos de fortalecimento para que a verdadeira mudança aconteça No íntimo de cada um de nós quando eu penso em cura e enquanto cura real dentro da filosofia espírita entendendo o espírito como aquele que é o ser real permanente e eterno E aí eu tô procurando a cura nesse sentido ela se dá a partir de uma transformação interna e ela é uma construção ela não é algo dado como a gente pensa no corpo físico tomei um remédio me curei tomei um antibiótico e me curei a cura ela é o processo de caminhar em direção à melhoria de mim mesmo n Esse é um processo de transformação e é um processo de cura a ausência de doença física pelo menos no momento que nós vivenciamos aqui ela não necessariamente representa uma saúde do do Espírito uma saúde real e às vezes indivíduos muito adoecidos podem estar muito mais saudáveis do ponto de vista Espiritual do que indivíduos livres de qualquer enfermidade física Então essa Ótica essa perspectiva que eu acho que a doutrina espírita nos convida ela não é fácil porque ela nos responsabiliza mas a gente sabe pelo menos menos a gente entende assim que é o caminho né agora cabe a cada um de nós eh muitas das vezes decidir ou não por esse caminho claro que Vamos enfrentar dificuldades e para isso a gente vai precisar e é importante a gente frisar isso a lançar mão dos recursos físicos sejam ele por exemplo na minha área a medicação a psicoterapia e todos os recursos possíveis para que a gente possa se
vai precisar e é importante a gente frisar isso a lançar mão dos recursos físicos sejam ele por exemplo na minha área a medicação a psicoterapia e todos os recursos possíveis para que a gente possa se cuidar e não há problema e demérito nenhum nisso eu vejo isso como a própria misericórdia Divina que permite que a gente tenha acesso a isso para nos fortalecer Mas a gente não pode negligenciar uma outra parte tão ou quão importante que é essa vivência espiritual os recursos espirituais e até mesmo esse movimento interno de Equilíbrio então é essa que eu acho que eu contribuo aqui para finalizando a nossa conversa e agradeço mais uma vez aí para por vocês a a oportunidade de conversar trocar e discutir sobre coisas aí importantes nós que agradecemos né e nós e as pessoas que nos acompanham aqui no papo Espírita Dr Marcos Tem muita gente que não é estudioso da doutrina mas é um simpatizante e às vezes no nosso programa encontra muitas respostas para questões internas dúvidas e a gente recebe esse retorno através do do próprio YouTube dos comentários e e a gente vê como a gente amplia essa visão né E nessa área da psiquiatria a gente tem trazido muitos temas relativos né Eh trouxemos recentemente também tamb a Psicose né na visão espírita a associação médico Espírita tem colaborado muitíssimo conosco então só temos agradecer a sua presença eh o seu conteúdo né e o seu conhecimento repartido aqui conosco miram obrigada também pela sua presença e todos vocês que nos acompanharam nós vamos ao ar Todas as quintas às 19 horas nessa TV comunhão inscreva-se no nosso canal acompanha a nossa playlist dê seu like compartilhe e comente conosco muito obrigada e até prossim
Vídeos relacionados
A FAMÍLIA: CIRCUITO SALVACIONISTA DA CODEPENDÊNCIA - Dr. Wesley Oliveira Assis (COMUNHÃO INSPIRA)
Comunhão Espírita de Brasília · Dr. Wesley Oliveira
T5:E3 • Nas Fronteiras da Loucura • A visita à enferma
Mansão do Caminho · João Korngold, Laudelino Risso
T4:E25 • Tramas do Destino • Drama, solução e bênção
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, João Korngold, Marcelo Netto, Vitor Silvestre
AUTO-OBSESSÃO - Dr. Wesley Assis [COMUNHÃO INSPIRA]
Comunhão Espírita de Brasília · Wesley Assis
TENSÃO EMOCIONAL - Cláudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Claudia Piva
POR QUE DORMIMOS? - Arnaldo Paiva (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Arnaldo Paiva
A Voz do Coração | A CURA COMEÇA NO PENSAMENTO
Comunhão Espírita de Brasília
Papo Espírita | #289 - A PSICOSE NA VISÃO ESPÍRITA - Dr. Flávio Braun
Comunhão Espírita de Brasília · Dr. Flávio Braun