Papo com o Autor: Alberto Almeida - A Arte do Reencontro - Casamento | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 12 de junho de 2024, abordaremos o tema "Papo com o Autor: Alberto Almeida - A Art...
Olá meus amigos boa noite a todos nós que aqui estamos novamente no família no ar uma noite tão especial quando receberemos um amigo nosso autor de um livro que vai ser hoje exatamente sobre isso que a gente vai estar falando do amor e do casamento e nada melhor para escolher nesse dia que no Brasil a gente comemora o dia dos namorados né nosso querido Alberto Almeida é Médico homeopata terapeuta pessoal e de família e fundador do grupo espírita Jardim das Oliveiras lá em beré do Pará Alberto seja bem-vindo meu amigo a minha alegria amigos queridos do coração Marco Cristina e aos internautas que estão conectados conosco A satisfação é imensa de podermos estar nesta noite com todas muito bom Alberto receber você aqui com a gente para começar o nosso bate-papo seu livro traz vários causos como você mesmo diz Algum deles você gostaria de destacar como sendo mais palpitante para os nossos internautas E aí só Relembrando né hoje a gente tá trabalhando com Alberto num dos livros que ele escreveu ó a Cristina apresentando o livro ali né arte do reencontro arte do reencontro casamento um livro fundamental para quem quer é viver bem eu penso que eh são muitas e muitas e muitas histórias mas eu gostaria de fazer uma Evocação e uma homenagem àquela que me diz intrínsecamente nas entranhas que são os meus pais que fizeram Um percurso Fantástico e para vocês perceberem como foi Fantástico eu a minha mãe antes de eu de o meu pai desencarnar estava na UTI ela foi ia visitá-lo e escorregou ela tinha parx caiu e fraturou a mão e quando as pessoas queriam levá-la eu estava de viagem queriam levar lá o Pronto Socorro Eos meus irmãos são médicos e tudo ela quis ir ao hospital e foi ao Hospital falou com o meu pai depois ela foi ao pronto socorro e tinha fraturado de fato à mão então eu fiz uma crônica que eu coloquei no livro eh eh que citado eh fazendo como se fosse dois jovens Encantados um com o outro e no Evangelho no Lar eu li a crônica né narrando a história e quando eu acabei de ler o
rônica que eu coloquei no livro eh eh que citado eh fazendo como se fosse dois jovens Encantados um com o outro e no Evangelho no Lar eu li a crônica né narrando a história e quando eu acabei de ler o livro ela me olhou e disse Faltou o beijo que eu dei nele que você não colocou aí eles estavam fazendo 60 anos de conjugalidade naquele dia e a despeito de cair e fazer uma fratura no dedo eh el ela preferiu antes Celebrar as bodas de Diamante Indo ao Hospital momentos antes dias antes que ele desencarnar porque tava previsível que ele ia desencarnar ela deu-nos esse magnífico exemplo de de que o amor faz um percurso às vezes muito longo e ele ganha um status que às vezes nós não conseguimos avaliar então fica eh como ficou como um grande de legado um um casamento absolutamente eh desafiador porque ela era uma alma alinhada com muitos valores e meu pai tinha uma dificuldade de natureza psiquiátrica e eles conseguiram fazer esse percurso por 60 anos e no final eu já não olhava mais ela como sendo aquele anjo Tutelar eu olhava ele como sendo também um herói que foi capaz de fazer um percurso com tantas limitações físicas tinam defeito físico físico e com um transtorno psiquiátrico naturalmente que acolhido e amparado e fazendo um dueto com a minha mãe que tinha uma elegância espiritual superior bacana né Ou seja é um livro cheio de histórias mesmo pra gente est lendo se deliciando mesmo com tudo isso que você fala e nesse livro você nos coloca muito do crescimento individual que que o casamento a vida em dois né termina propiciando para cada um de nós destacando a importância da pessoa se amar ou do autoamor para que essa para que o indivíduo possa exercer melhor os seus diferentes papéis Alberto na sua avaliação Por que que a gente ainda encontra tanta dificuldade para nos amar para nos amarmos como nós deveríamos né porque a gente fala muito desse alto amor da pessoa o próprio eh segundo mandamento fala assim amai ao próximo como a si mesmo ou seja já traz muito isso né que a gente tem que
como nós deveríamos né porque a gente fala muito desse alto amor da pessoa o próprio eh segundo mandamento fala assim amai ao próximo como a si mesmo ou seja já traz muito isso né que a gente tem que estando Por que que a gente encontra tanta dificuldade porque na realidade nós anseamos que alguém venha nos salvar mesmo na cristandade nós evocamos Jesus como o Salvador e nos acomodamos porque ele foi para a cruz liberou com seu sangue e fazemos uma eloquente curso de acomodação como se não pudéssemos ouvir que ele também disse aquele que quiser vir após mim renuncie a si mesmo tome a sua cruz e siga-me tome as minhas pegadas pegue Vá nas minhas pegadas com a sua cruz nós não nós somos aqueles que ainda estamos numa posição do conforto do leite do culto religiosamente falando e na relação de conjugalidade a gente quer um príncipe sem ser princesa ou uma princesa sem ser príncipe nós queremos que alguém nos faça feliz como se alguém pudesse usurpar o nosso direito de poder construir uma felicidade interna ninguém salva ninguém ninguém faz feliz ninguém e ninguém ama pelos dois então essa expectativa eu vivi uma experiência na juventude muito interessante quando eu era coordenador de juventude porque um casal de jovens se consorciar muito cedo eh em torno ali de 18 19 anos e depois de seis meses deu problema e eles nos chamaram e fui eu e uma outra amiga visitá-los e quando chegou lá ela disse assim eu disse para ele que não tinha amor suficientemente para casar mas ele disse que ele amava por nós dois Olha aí a a arrogância ou ignorância né ignorância né e mas ela é natural que seis meses depois acabou a relação ninguém consegue a amar pelo outro fazer pelo outro então essa esse adiamento do autoamor nos leva a uma posição de paralisia claudicantes pernas mas a gente não vai montado no outro a gente deve ir lado a lado numa posição exatamente de alguém que segue um caminho numa Equidade de um de um caminhar aonde as diferenças caminham para um bom rumo todavia O Desamor ou autod desamor ou a ausência
ir lado a lado numa posição exatamente de alguém que segue um caminho numa Equidade de um de um caminhar aonde as diferenças caminham para um bom rumo todavia O Desamor ou autod desamor ou a ausência do autoamor nos leva a precárias perspectivas relacionais porque alguém que assim não se ama não só não vai casar bem mas também não vai ser pai nem bem não vai trabalhar bem porque os outros não nos substituem eles não fazem por nós aquilo que devemos fazer por nós mesmos a nossa autonomia e a nossa competência de contribuir para uma relação de conjugalidade numa partilha ela diz respeito a uma autonomia amorosa que deve viger dentro dos nossos corações como uma assertiva da Qual é inarredável nós não conseguiremos avançar se nós não amarmos nos amarmos e não conseguiremos na arrogância de achar que a gente vai amar a gente e vai amar pelo outro e vai salvar o casamento não o casamento é uma caminhada a dois na qual ambos precisam trazer a sua parte para essa contribuição como cnjuge para que a caminhada efetivamente seja operosa cada um assim se amando a partilha do amor ao outro será muito rica e quanto mais eu me amando amando o outro e o outro me amando mais eu vou eleger no outro a possibilidade de poder fazer um dueto de excelência porque o amor com que o outro me reciprocamente me devolve ele me estimula mais ainda a fortalecer o meu alto amor e não me acomodar Então esse é um caminho que não tem outra saída a não ser o conhecer-se a si mesmo e fazer o autor resgate de quem somos porque ninguém ama o desconhecido ninguém assim se ama sem se conhecer e al que consiga estar bem consigo mesmo em dia consigo mesmo naturalmente se bem quer tem autoestima e vai fazer o extravazamento dessa relação com aquele que vai L dividir a cama porque até a cama é interessante Marcos e Cris porque até a cama Um amigo me dizia assim eu estava viajando com ele para Manaus e a a a 10.000 M da da Terra no céu Portanto ele dizia assim Alberto não casa Alberto não casa eu digo mas por qu disse porque até
a cama Um amigo me dizia assim eu estava viajando com ele para Manaus e a a a 10.000 M da da Terra no céu Portanto ele dizia assim Alberto não casa Alberto não casa eu digo mas por qu disse porque até para deitar na cama ele só tem um lado para deitar então ele estava decepcionado com a conjugalidade porque ele pensava que era um mar de rosas e ele encontrou na esposa um obstáculo até na cama para rolar na cama Como ele rolava quando era solteiro e nós nos ríamos mas ele falava jocosamente mas ele trazia metaforicamente uma realidade que é pujante de que efetivamente o exercício do autoamor nos faz recepcionar o outro e respeitar o outro e estabelecer relações de permuta de intimidade e de reciprocidade muito ricas quando o auto amor de cada um é partilhado o regime de reciprocidade perfeito muito bom excelente Alberto no no livro você fala que Nós aprendemos a ser esposo e esposa na convivência com os nossos pais no domingo passado estava dialogando exatamente sobre isso na Federação com o nosso grupo de estudo de temas familiares falando da nossa responsabilidade como pais de exemplificar esse caminho mesmo com as nossas dificuldades como os pais podem melhorar esse seu papel de de orientadores de bons exemplos para os filhos para uma conjugalidade futura que eles terão é importante dizer isso porque efetivamente um relacionamento que se Estabeleça no campo da matrimônio requer que se faça uma performance anterior eu vejo as pessoas que fazem cursos para o casamento a intenção é muito boa mas ninguém prepara pessoas para uma vida conjugal em regime de curso pré-nupcial como se isso habilit asse alguém a poder fazer um bom casamento isso é a uma atitude de boa vontade de boa intencionalidade que oferece algumas informações que vão ser até úteis mas nós nos preparamos para casar com os nossos pais quando somos educados quando os nossos pais nos enriquecem esse caminho para dentro do Bem Querer da autovalorização do auto amor esses pais nos ajudam nesse curso de casamento que a educação ao longo da
ndo somos educados quando os nossos pais nos enriquecem esse caminho para dentro do Bem Querer da autovalorização do auto amor esses pais nos ajudam nesse curso de casamento que a educação ao longo da primeira infância e da segunda infância e refinado na adolescência quando eles nos dão um exemplo de respeito de cuidado com um com o outro quando eles elegantemente trabalham as diferenças quando os conflitos são solucionados na base do bom senso do Diálogo quando eles percebem o quanto um e outro são extremamente responsáveis pelo compromisso afetivo o quanto um e outro se cuidam Então os filhos Eles estão ali observando a despeito da relação de conjugalidade ser uma relação que no âmbito íntimo é privada tem uma uma uma porta e o casal não deve compartilhar a intimidade sexual com seus filhos mas é inevitável que os filhos na convivência com os pais eles estejam diante daquilo que são os as suas referências Aonde eles vão introspectar o modelo de homem e de mulher no caso de ser um casamento hétero seexual para poder ali depois repetir isso mais tarde com a sua parceira com o seu parceiro quando a gente faz no âmbito psicoterapêutico o atendimento de casais e família é quase que uma quase sempre ou seja é uma lei de que nós repetimos os padrão dos Pais nas nossas relações afetivas e isso é bom e ruim bom quando os nossos pais souberam eh estabeleceram uma relação harmoniosa e funcional e ruim quando os nossos pais eh se degladiar se ofenderam eh Se maltrataram se separaram com de forma À vezes grosseiramente com lesões afetivas quando nós levamos também esse patrimônio para nossas relações afetivas de conjugalidade quando nós fazemos isso inconscientemente quando nós nos damos conta e o espiritismo nos ajuda a entender muito bem isso ao lado da Psicologia de que nós temos que estar muito atento para a vida conjugal dos nossos pais como eles funcionavam como cônjuges e como Pais para que a gente possa eh se despir de algumas crenças limitantes que eles nos ofereceram de
que estar muito atento para a vida conjugal dos nossos pais como eles funcionavam como cônjuges e como Pais para que a gente possa eh se despir de algumas crenças limitantes que eles nos ofereceram de exemplos de mau exemplos que também el nos trouxeram e ficar só com aquilo que é bom então esse olhar aonde a gente vai filtrar o que recebemos dos nossos pais reconhecendo sendo grato pelo que as coisas boas que eles nos ofereceram e honrando-os e deixando com eles as distonias as disfuncionalidades as encrencas deles e as crenças limitantes e escassa deles com eles quando nós fazemos isso nós estamos fazendo uma escolha sábia de autorregulação para fazermos o segmento da nossa relação replicando o lar de origem num lar que a gente vai criar porém sempre melhor do que o lar de onde nós emergimos então efetivamente os pais podem contribuir E muito se educarem bem os seus filhos trazendo todo esse conteúdo de amor de moralidade e dando exemplo de bom exemplo no que Tang ao respeito ao cuidado à atenção à gentileza eh enfim a todo esse gabarito que deve eh permear uma relação doméstica conjugal e que os filhos testemunhando eles por mais que não queiram eles vão repetir isso mais tarde com os seus parceiros se os pais são legais Vai ser muito bom mas se os pais não forem nós vamos ter atrapalhações é é bacana isso que você fala porque a gente vê a grandiosidade da doutrina espírita que Kardec trouxe isso no Livro dos Espíritos em 1857 né na questão 383 quando ele diz da importância do Espírito passar no estado da infância ele coloca Exatamente isso porque esse é o estado em que os responsáveis pelo processo de educação vão gravar naquele ser que está vindo à terra o que pode e não pode o que é certo e errado e os exemplos é base para isso né a doutrina espírita sempre teve muito à frente nesse esquema e traz para nós exatamente isso que você falou aí tá Ó Alberto hoje a gente vê com cada vez mais frequências os casais começando a morar junto por comodidade para facilitar o cotidiano né
esse esquema e traz para nós exatamente isso que você falou aí tá Ó Alberto hoje a gente vê com cada vez mais frequências os casais começando a morar junto por comodidade para facilitar o cotidiano né Eh no livro você aborda sobre a importância de um rito de passagem para marcar ou para destacar o casamento na vida desses desenvolvidos Fala um pouquinho para nós sobre isso então o mundo moderno e as dificuldades que sugerem o mundo moderno estabelecem Muita confusão Nisso porque nós nos amalgam com alguém nós nos misturamos com alguém e perdemos o sentido de que é que é o relacionamento ainda esta semana eu tive a oportunidade de poder saber de que os hoje de namorados podem fazer no cartório eh a homologação o contrato de relacionamento de namoro por quê Porque é tanta atrapalhação as pessoas estão convivendo e um acha que tá casado o outro acha que não tá e como é que é depois que eles se separam aí um reivindica a união estável com direitos inevitáveis e o outro disse não nós estávamos apenas ficando Então essa confusão ela decorre exatamente Desse nosso aliamento ao que é a nossa relação quando eu vejo um casal assim funcionando eu sempre pergunto o que é que é para você a relação de vocês depois pergunto pro outro e é curioso que dificilmente coincide e muitas vezes nenhum dos dois ou ambos ou um só não consegue nem dizer o que é a relação Então essas etapas como ritos de passagem elas fazem sentido para que eu e a outra pessoa saibamos O que é a nossa relação seja o que seja o que é que é É namoro eu tô ficando com o outro eu tô namorando com o outro é aliança de compromisso é noivado ou é casamento é união estável é casamento eu quero enfim o que é que é a nossa relação isso me ajuda do ponto de vista psicológico a me responsabilizar pela relação a saber o que o outro pensa acerca do nosso relacionamento e o outro saber o que eu penso acerca do nosso relacionamento e não nós iros levando como se nós não tivéssemos Compromisso nenhum uma das partes pensa assim e o outro acha que tá
nosso relacionamento e o outro saber o que eu penso acerca do nosso relacionamento e não nós iros levando como se nós não tivéssemos Compromisso nenhum uma das partes pensa assim e o outro acha que tá fielmente casado e quando há uma ruptura aí os tribunais se enchem de processos quando as reivindicações justas porque alguém conviveu 5 anos disse não nós estávamos apenas namorando como é que se pode ficar namorando 5 anos numa coabitação isso não não existe mas alguém ingenuamente pode pensar que sim eu não estou nem falando aqui dos assaltos ao bolso porque muita gente se vincula ao outro com objetivos financeiros e faz questão de poder fazer uma média para depois entrar nos tribunais por isso que está acontecendo agora que o cartório está autorizado a reconhecer o contrato de namoro que era só entre os ricos os grandes ricos que faziam isso quando namoravam mas eu quero dizer que no cotidiano quando nós definimos O que é que nós somos na relação nós estamos protegendo a nossa relação nós estamos cuidando um do outro e estamos nos responsabilizando reciprocamente por aquele momento que estamos vivendo por aquela etapa e avaliando se podemos ir para outra etapa ou não isso nos ajuda portanto num funcionamento psicológico ético moral a fim de que a gente não se perca na relação e não depois termine com decepções com lesões afetivas e com processos judiciais absolutamente desejáveis uhum perfeito né é quando quando você falou existem tantas formas atualmente para designar o relacionamento a dois o o ficar o relação estável e as palavras namoro e noivado parece que causam um verdadeiro medo nos jovenzinhos porque são muito diferentes do que eles pensam acerca de compromisso né Alberto muito bom É eu vi uma jovem me dizer isso sabe Cris dizer assim mas não é namoro eles estavam há 7 meses convivendo numa relação de namoro ela disse é mas a gente não diz porque é muita responsabilidade eu achei o máximo ela reconhecer mas quer dizer o fato de eu não dizer é mas é medo porque as
7 meses convivendo numa relação de namoro ela disse é mas a gente não diz porque é muita responsabilidade eu achei o máximo ela reconhecer mas quer dizer o fato de eu não dizer é mas é medo porque as relações afetivas É como diz o provérbio chinês o casamento é uma fortaleza sitiada queem está fora que entrá quem está dentro quer sair para dizer o quão desafiante é a relação de conjugalidade porque de todas as relações aqui nos suscita maior crescimento maior desafios é uma relação das relações sociais afetivas é a relação de conjugalidade essa é uma fala do guia por EVA Pier rcos que traz essa fala que me chamou muita atenção quando ele mostra que essa relação é uma relação muito desafiadora por quê Porque não é só desnudar-se não é só intimidade sexual é intimidade afetiva psicológica moral espiritual é uma relação de entranhas aonde você tá muito próximo do outro tão próximo E precisa que se faça essa proximidade com um regime de coerência para que ninguém possa coapt o outro né numa relação eh às vezes tóxica ou então para que você durma com alguém que você depois de 30 anos Como disse me certa feita uma paciente Men disse assim não eu fiquei decepcionado com o meu esposo porque eu sempre ouv a sertanejao achava que ele gostava de sertanejo e ele diz que não suporta sertanejo que ele só via sertanejo porque eu gostava quer dizer um casal que não é capaz ela chateada com ele porque ele nunca falou para ela que ele não gostava de música sertaneja e ficava com ela ouvindo música sertaneja somente porque podi fazer um outro manejo uma outra modulação uma dobradinha né mas ela achava que ele era apaixonado por música sertaneja eu tô falando de música mas tem coisas muito mais graves que a pessoa depois de 30 anos 25 anos ou mais descobre o outro com uma atitude assim eu nunca pensei que eu estivesse dormido com esse monstro com essa monstra no sentido de que há um profundo desconhecimento É verdade nós começamos há pouco aqui falando do alto amor que às vezes a gente se desconhece tanto que a gente
rmido com esse monstro com essa monstra no sentido de que há um profundo desconhecimento É verdade nós começamos há pouco aqui falando do alto amor que às vezes a gente se desconhece tanto que a gente mesmo se surpreende com a gente a gente se vê com comportamentos às vezes sobejamente altruísta e às vezes grandemente maniqueísta eh assombrados e a gente fica surpreso com a gente para cima ou para baixo todavia uma relação de conjugalidade que haja partilha que haja conversa que haja troca que haja eh eh esse desnudamento de almas ela é uma relação sempre mais possível de previsibilidade ela é mais aderente ela é mais profunda ela é menas menos afeita à surpresas ela é uma relação mais madura e mais rica ahum perfeito Alberto você no livro Faz um faz uma descrição de três tipos Gerais de casamento Mas gostei muito quando você compara eh a relação a do equilibrada com o jogo de frescobol e eu fiquei pensando quando você des creve aquele casamento competitivo que nós temos muito mais casamentos como com o formato de partida de tênis para eliminar o outro com saques fatais do que com com um jogo de frescobol explica melhor pros nossos internautas um pouquinho esses três tipos de casamento que a gente vê mais no nosso cotidiano e como poder Como podemos jogar esse frescobol de uma maneira mais suave então eh tem um relacionamento que fazia muito parte da ancestralidade lá da década de 50 40 onde tinha um que mandava e o outro que obedecia habitualmente estava centrado no homem ou então às vezes disfarçadamente na mulher por exemplo em casa o papai era o vozeirão era mas quem mandava era minha mãe a gente sabia que o domínio era dela silencioso mas ela dominava a relação ele fazia tudo que ela queria mas ele achava que era ele que mandava nela até na votação e dizer Olha você vai votar em tal candidato ele gostava muito do Jarbas Passarinho Você vai votar no Jarbas Passarinho mas a mamãe votava em quem ela queria e esse processo a gente via muito nesse domínio de uma relação
i votar em tal candidato ele gostava muito do Jarbas Passarinho Você vai votar no Jarbas Passarinho mas a mamãe votava em quem ela queria e esse processo a gente via muito nesse domínio de uma relação às vezes num formato diferente aonde um aceitava a submissão e o outro aceitava ser o dominador da relação e a relação poderia perdurar longamente Às vezes a vida inteira e não tinha nada demais se o casal assim se mantivesse dentro de um perfil de harmonia e e e de construção familiar saudável mas o que vai acontecendo e o que suscita sobretudo na modernidade nesse modelo de casamento é que quem conduz a relação arrastando o outro num processo de dominação pode se cansar o outro funciona como uma mala ou o outro cansa de ser mandado levado conduzido sem ter voz e aí ele rompe ele surge o atrit para ameaça da ruptura Então esse casamento aonde um é mais do que o outro um é maior do que o outro um é superior a outro é muito ruim porque essas diferenças que são colocadas nesse formato que eu estou trazendo ela desqualifica um dos par um dos membros do par da relação e isso é muito ameaçador então na atualidade esse modelo de conjugalidade ele ele cedeu muito agora forma-se mais frequente eh eu vou falar uma palavra médica epidemiologicamente Porque caso mesmo de adoecimento é a competição é a disputa para ver quem é que tá no Pedaço mandando mais quem é que tem o mais amigo quem é que tem mais dinheiro quem é que tem mais poder então com o avanço da feminilidade num feminismo que se tornou autoritário que se tornou às vezes tão machista quanto o machismo esse processo ele é muito recorrente da disputa né então quem é o mais sarado quem é o que consegue mais eh com os filhos enfim é uma disputa aonde a gente gasta muita energia nesse nesse esgrima não é um dueto é um duelo a maioria na minha experiência profissional a maioria dos acasalamentos eles vivem esse formato que é o do que é o formato do tênis de quadro de mesa aonde eu quero dar o saque aonde eu quero marcar ponto aonde quando eu venço
ncia profissional a maioria dos acasalamentos eles vivem esse formato que é o do que é o formato do tênis de quadro de mesa aonde eu quero dar o saque aonde eu quero marcar ponto aonde quando eu venço eu digo Venci eu sou melhor do que você olha Quantas vezes você já errou e eu acertei isso tá no cotidiano da relação a disputa essa disputa a gente eh emprega demasiada energia nesse processo que falta para uma conjugalidade mais rica e o casal vai se dilapidando porque alguém que perde acaba cedendo para a derrota assumindo o relacionamento com uma outra pessoa alguém que acha que não tem valor vai ser chamado para ter valor com alguém que lhe confere valor enfim ou alguém que se sente muito superior ao outro acha que o outro é menos então eu vou encontrar alguém do meu nível e no mundo volátil como nós muito superficial e muito descartável essas relações ser a compreensão da da do planejamento espiritual da reencarnação e de valores ético-morais as pessoas abrem mão da relação com muita facilidade quando percebem que estão perdendo o relacionamento ou o outro que perdeu faz com que o vencedor se senta vencido porque ele venceu quem venu o parceiro dele a parceira dele e aí ele se sente também sem motivação para manter a relação Então essa esse formato de relação e essa performance doentia ela é a mais vigente nos dias atuais ela é muito ruim e ela é emergente do estilo de comportamento social que nós vivemos hoje uma sociedade de disputa e de concurso aonde eu ter que superar o outro é sempre o outro como inimigo quase E aí as relações às vezes elas ganham esse esse jeito desengonçado de ser aonde Alguém tem que vencer quando alguém vence na relação de conjugalidade o casal perdeu o casamento perdeu ou nós vencemos ou nós perdemos então o terceiro formato de conjugalidade já se refere a um a um relacionamento mais aberto e maduro aberto no sentido de que nós estamos aberto para fazermos o processo de reciprocidade lado a lado é uma relação equânime que procura na equidade troca
ere a um a um relacionamento mais aberto e maduro aberto no sentido de que nós estamos aberto para fazermos o processo de reciprocidade lado a lado é uma relação equânime que procura na equidade troca Então eu estou ao lado de você não é na frente de você não é aquela famosa expressão atrás de grande homem Existe uma grande mulher né E que as mulheres dizem não tem que estar atrás mesmo para segurar o homem porque ele vai cair né então são formatos que que não não não cabem mas existem É verdade que existem então estar ao lado porque quando um homem está atrás ou uma mulher está atrás ou abaixo ele perde ou ela que está em condição desfavorável perde a dignidade e quando você perde a dignidade na conjugalidade a conjugalidade está em risco Então a gente tem que est um ao lado do outro e nessa nesse jeito de relacionar-se nós estamos com as nossas diferenças lidando e com as nossas competências similares estamos lidando de uma forma a estabelecermos sempre afetivamente uma troca uma composição aonde a gente permuta valores permuta conhecimentos permuta habilidades permuta competências e trata as nossas pontos cegos as nossas sombras as nossas encrencas individuais junto com o outro Esse casal é o do frescobol que que que se a bola cai o casal perde então ele tem que segurar a bola do outro mal dada Então se um um parceiro foi mal eu procuro eh estar ao lado dele para para que ele eh corrija-se ou para que ele se levante se ele caiu eu não esmago ele dizer você caiu Tá vendo você não vale nada porque esse é o casamento do segundo tipo né da disputa não se eu percebo que o outro está ruim o outro deprimiu por exemplo então eu tenho que estar ao lado do outro ele deprimiu eu não posso deixar a peteca cair do por isso que é o frescobol eu faça o esforço para manter aquela conjugalidade mesmo sabendo que naquela circunstância alguém está doente na relação alguém ficou desempregado quando um homem fica desempregado sobretudo essa questão de gênero homem ele se sente muito abalado na sua
smo sabendo que naquela circunstância alguém está doente na relação alguém ficou desempregado quando um homem fica desempregado sobretudo essa questão de gênero homem ele se sente muito abalado na sua competência Às vezes tem reflexo na sua sexualidade então é a hora da parceira ter paciência com ele e poder colocando-se ao lado dele ser a parceira que ele precisa porque ele está numa circunstância desfavorável às vezes é ela está entrando na menopausa Outro dia eu vi uma situação dessa ordem ela estava na menopausa foi ao genecologista porque ele dizia ela é muito fria ela é muito fria e o problema era sexual porque ela na menopausa apresentou uma apetite sexual muito aqu quem e ele estava muito e o casamento tava em risco a profissional que é o atender o casal pode então regularizar fazendo os exames viu que de fato ela tinha uma depreciação hormonal própria da transição e que tinha aquela repercussão no apetite sexual e medicou a mulher ficou fogosa de um jeito tal que o cara não dava conta a depois eles voltaram já foi por o problema ao contrário é porque ele não dava conta dela e Aí Já Era ao contrário disse não a senhora pilhou a minha esposa minha esposa tá que eu não aguento quer dizer ele não tava dando conta Porque ela passou a medicação naturalmente fez a regulas hormonal com testosterona também e para poder salvar o casamento mas aí a mulher cresceu vejam todos nós esses momentos É na saúde sexual na saúde emocional na saúde profissional na saúde espiritual um entra em obsessão e aí como é que fica o outro de ao lado daquele que está obsediado entrou num processo de obsessão se não houver a paridade a parceria o Aconchego alguém que possa pegar essa peteca que tá querendo cair a pessoa não sai da da obsessão então é nesse nível que nós nós entendemos que o casamento evolui quando ele deixa de ser uma disputa do Duelo para ser um dueto aonde a gente vai procurando sempre estar regulando a relação para que a relação possa ser produtiva para os dois e para que nenhum
volui quando ele deixa de ser uma disputa do Duelo para ser um dueto aonde a gente vai procurando sempre estar regulando a relação para que a relação possa ser produtiva para os dois e para que nenhum nem outra seja mais do que o outro e para que ambos estejam caminhando lado a lado olhando por uma mesma direção perfeito né ah para quem está nos ouvindo vindo ao vivo agora Nessa noite do dia dos namorados né Nós estamos com o Alberto aqui conosco e Gostaríamos que você Internauta fizesse a sua pergunta mas enquanto as perguntas não chegam vamos lá ã tudo isso que você falou Alberto termina sendo a base de uma relação e a gente encontra no livro você descrevendo que a gente fala que são os pinares que sustentam a vida dois é interessante né Ó o pirar moral o pirar espiritual o sóciocultural o intelectual que você já falou o Pilar afetivo e até mesmo o Pilar da sexualidade explica um pouquinho mais pra gente essa dinâmica desses Pilares de uma maneira geral apesar de você ter já tocado no assunto né detalhe um pouco mais essa questão desses Pilares para est dando um equilíbrio na vida do casal Kardec define muito bem correla ionamento conjugal sendo norteado por duas leis divinas uma de natureza física que é a união sexual e a outra de natureza moral que é o amor um casamento Portanto ele tem como Matriz fundamental a atração sexual e a amorosidade se não houver a combinação desses dois elementos não há conjugalidade e é divino não dá para considerar de que você vai casar e com um casal de amigo que não conseguia ter filhos e o orientador disse assim não vocês tem que suspender Ave Maria de gô à noite Vocês ficam muito na Ave Maria de gun e quem tem para reencarnar não pode reencarnar porque vocês não estão transando esse amigo dizia que tinha intimidade brincando mas ele acabou dizendo então União sexual não tem nada de pecaminoso não tem nada de doentio não tem nada de fora de formato de moral de antiético nós saímos de eh de uma tradição eh na qual o sexo era tomado como
u dizendo então União sexual não tem nada de pecaminoso não tem nada de doentio não tem nada de fora de formato de moral de antiético nós saímos de eh de uma tradição eh na qual o sexo era tomado como Demoníaco e ficamos com essa esse ranço de uma sexualidade negada como se fosse algo suja e moral e isso às vezes repercute nos casais dependendo da formação religiosa dependendo da cultura da família enquanto que outros no âmbito do sexo fazem uma abordagem no sentido oposto depois da liberação com a psicologia da pós partida de Freud quando se propõe de que a energia sexual ela efetivamente estava na base dos processos histéricos né e e Freud foi estudando eh todas as patologias mentais e os distúrbios que eram a castração da sexualidade houve uma debandagem naturalmente que explorada também pela mídia pelos órgãos de consumo pelas empresas que usaram o sexo como um produto que negado agora era cobiçado então Saímos de um extremo proibitivo para um extremo libertino de um extremo pecaminoso para um extremo eh eh eh estático do ponto de vista Divino nós saímos dos porons das superstições para a praça comum da vulgaridade nó movimento pendular nós fomos para o outro lado então muitos casais or às vezes estão num or às vezes estão no outro e às vezes o encontro dos parceiros das pessoas eh também colidem com essas formações seja ancestrais reencarnatória vida sejam culturais sejam familiares e o que faz com que o sexo perca fique desnaturalizado então a Sexualidade e Kardec ao colocar isso o evangelho segundo espiritismo o fez com mor ele coloca como lei divina para caracterizar a conjugalidade e o amor como lei Divina moral que deve fazer com que permitir com que o indivíduo possa fazer a vinculação de natureza conjugal subordinando esse vínculo dependendo do país a legislação desse país dependendo da religião a oficialização religiosa desro daquela crença e mas o que que é de efetivamente da natureza é o amor e o sexo então esses dois elementos eles precisam estar presente num casal que eh
endo da religião a oficialização religiosa desro daquela crença e mas o que que é de efetivamente da natureza é o amor e o sexo então esses dois elementos eles precisam estar presente num casal que eh faça essa esse percurso para a conjugalidade agora é natural compreender que ao lado deles constel não-sei-o-quê eles interferem na relação às vezes é dramático né Eh por exemplo eu tenho um amigo que ele é judeu e ela é libanesa deu certo até hoje estão casados aí vocês conhecem esses amigos aí não vou citar o nome mas mas eles são amigos que eu acompanho ele desde namoros Mas é difícil né É muito difícil um judeu casar com um árabe é muito difícil por conta da famílias das crenças da cultura é muito difícil então Eh algumas diferenças elas desafiam o casal então olhar para os aspectos socioculturais né para os aspectos familiares emergentes de um e de outro olhar para a religiosidade a pessoas que são religiosas Mas elas são encastelados que é difícil de transigir e um outro que é materialista dificilmente vai conseguir romper precisa ter muito amor e compromisso espiritual para superar um fanático religioso e um fanático materialista porque o materialista é um fanático também não é quando a gente trata de fanatismo a gente pensa que é só religioso né não tem o o Fanático materialista e tem o que da crença materialista e o Fanático da crença espiritualista que cultiva uma religião de uma forma fanática então esses essas desses Pilares às vezes não considerados elas podem interferir demasiadamente na relação então é necessário de que o casal faça esse checklist do ponto de vista da ecologia da aproximação de conjugalidade quando daí Porque a Cristina levantou a questão do do do do noivado né daí Porque o noivado aliança de compromisso noivado não é um noivado não é uma palavra só noivado é um aonde eu saio do namoro e prospecto uma data de conjugalidade aonde eu afirmo ali naquele período eu aprumo se o o avião vai sair da ponte e vai começar a taxiar para voar no casamento então esse
é um aonde eu saio do namoro e prospecto uma data de conjugalidade aonde eu afirmo ali naquele período eu aprumo se o o avião vai sair da ponte e vai começar a taxiar para voar no casamento então esse taxiamento diria que é o noivado ele vai fazendo o cheque ali dos equipamentos é o que a gente faz como é que a gente vai educar os nossos filhos Qual é o padrão de relacionamento social que a gente vai ter eh como é que nós vamos quant filhos vamos ter hã quantos filhos né quantos filhos se vamos ter filhos se não vamos ter enfim esses ajustes eles estão noivado aonde a gente faz uma proposição a gente firma taxiando a relação de que a gente vai voar no casamento porque um avião ele não sai do solo se tem a emergência de uma Pan vamos subir é uma panzinha mas não sai ele volta pra Ponte ele sai com 100% de dar certo eu sei que no casamento a gente não pode casar achando que 100% vai dar certo mas a gente conversar a relação já achando que não vai dar certo já com o livro caixa tem casais que casam com o livro caixa porque se separar já tem o livro do caixa quer dizer eu já casei separando eu já casei separado então não dá isso isso é no noivado isso é definidor de como é que eu lido com a questão financeira eu parceiria parceiro ou ou as pessoas que estão se conjugando Então tudo isso é importante ser analisado e o noivado é esse momento onde a gente vai discutir família por exemplo tem sempre o almoço de família na casa dela ou dele a gente vai todosos almoços de família a religião batiza a gente vai batizar todos os filhos que eh eh eh vão emergir da nossa relação ou a gente não vai vai batizar então esses pontos eles são Pontos importantes para os casais sobretudo que estão iniciando a relação que estão se aproximando de um porque o casal que já casou muitas vezes ele já tem ele já tem uma compreensão já sabe e ambos maduros eles podem diríamos assim fazer um percurso mais otimizado mas imagine dois jovens que vão se consorciar um de 24 ti 23 anos eles são muito inexperientes então essa ajuda
ensão já sabe e ambos maduros eles podem diríamos assim fazer um percurso mais otimizado mas imagine dois jovens que vão se consorciar um de 24 ti 23 anos eles são muito inexperientes então essa ajuda esse olhar da história de cada um né se você quer casar com alguém olhe pros pais desse alguém veja como é que ela vai ficar como é que ele vai ficar em boa medida Isso é verdade né mas mas V além olhe lá para paraa dinâmica psicoemocional social como é que funciona religiosa enfim esse olhar ao lado do amor e da sexualidade que são fundantes na relação eles permitem que a gente taxiando o na o avião do casamento a gente possa fazer um bom voo encontrar um céu de brigadeiro uhum perfeito Alberto é interessante quando você nos traz a doutrina espírita deixando claro essa base do sexo e do amor né esses dias estava ouvindo um amigo nosso nos trouxe um pastor evangélico trazendo exatamente essa questão sexual que às vezes era proibido conversar né E esse pastor Trazendo com uma clareza falou assim ó você tá com a sua companheira você tá com o seu companheiro um tem que tá olhando assim pro outro e desejando estar ele até foi mais além tá rolando na cama né dizendo assim que é exatamente aquele momento aí alguém falou assim Ah isso é o demônio eu falou assim não isso é hormônio não é demônio hormônio né Exatamente Essa questão aí que às vezes a gente confunde esse lado e eh a doutrina por isso que eu coloco claramente Kardec com a doutrina espírita estava muito além do tempo século X já trazia com uma clareza essa questão da sexualidade na relação do casamento como uma coisa Divina inclusive né divina mas vamos lá CR Vamos à pergunta enquanto tá chegando aqui as perguntas dos internautas a nossa irmã Luciana Luciana nos pergunta como trabalhar casos de diferentes conformidades nos centros espíritas os casamentos s afetivos com diferenças de idade de Cultura etc e do ponto de vista da casamento Centro Espírita ele não oficializa relações ritualísticas Eu já fui demandado muitas
centros espíritas os casamentos s afetivos com diferenças de idade de Cultura etc e do ponto de vista da casamento Centro Espírita ele não oficializa relações ritualísticas Eu já fui demandado muitas vezes eu posso falar isso de cátedra porque quando jovem todos os jovens que iam casar me convidavam pro casamento e eu dei uma convidava para oficializar mas convidava para fazer aquela prece Zinha que era a substituição do sacerdote ou do pastor eu fui me dando conta disso e quando eu me dei conta todos os casamentos entre aspas que eu fiz se separaram todos eu então eu já tinha até esse argumento muito forte quando vinho me convidar para ir ao casamento se eu podia fazer uma prece e digo Olha o espiritismo não tem prece especial din nuubes eh dirigentes de orador e a tem mais todo o casamento que eu fiz se separado Se você quiser eu posso até ir lá e fazer uma prece mas já fazia tão jocoso e a pessoa não por amor de Deus um amigo que casou disse assim Alberto nem fecha o olho no meu casamento me convidou pro casamento mas dizia assim nem fecha o olho porque ele já sabia dessa minha história de conjugalidade que eu era danado para fazer a separação das pessoas com a minha Prece Poderosa então o espiritismo não tem ritual de casamento quem casa é os casant os nubentes os noivos as famílias estabelecem-se numa relação de aproximação e or se acham necessário a minada por exemplo casou em São Paulo e foi muito rico porque Eles escolheram eh a mãe para fazer uma fala eles não escolheram eh um um um um sacerdote uma sacerdotisa um pastor um orador espírita Eu por exemplo sou uma pessoa que atuo como orador Espírita não Eles escolheram a Adriana que era mãe e foi um casamento absolutamente diferente porque não tinha ritual nenhum ela fez uma fala da mãe falando da história deles e tudo não teve a a a não houve um casamento religioso porque eles sendo espíritas eles não entendem claramente que não tem casamento Espírita casamento Espírita é dar César O que é de César oficializar
tudo não teve a a a não houve um casamento religioso porque eles sendo espíritas eles não entendem claramente que não tem casamento Espírita casamento Espírita é dar César O que é de César oficializar perante as leis humanas no caso cartório se for o caso né o rito de passagem é legal com a família com os parentes ou com os amigos se você achar que pode deve fazer e e o e Amor e Sexo e os pilares ali Amor e Sexo o Divino isso é o casamento na Perspectiva Espírita não tem uma celebração como não tem outras celebrações porque o espiritismo não inclui na sua dinâmica cultos então o casamento dentro da perspectiva do Centro Espírita ele não faz casamento nem de homo nem de hétero nem de trans nem de ninguém porque o Centro Espírita não está eh categorizado para exercer essa função porque essa função não é dele os casais se casem Eu já vi casamento de um amigo com uma amiga aonde ele falou do casamento Quem fez o casamento foi eles dois ele teve o juiz de paz e e ele fez uma fala ela fez uma fala achei bonito aqui depois os pais pediram a palavra fizeram Foi Bonito porque é a família é a família porque e não um alguém externo que vem ocupar um lugar e um papel que é um papel de o culto externo de uma religiosidade de um casamento que é respeitável nas outras agremiações religiosas mas de que não comparece dentro do centro espírito que se desfigura quando o Centro Espírita começa a entrar por esse caminho encomendando o corpo batizando criança que não existe isso dentro do espiritismo e celebração de casamento isso não existe uhum Alberto deixa só fazer um aditamento a pergunta da nossa irmã Luciana eh tudo que você está falando aqui de casamento de reencontro Ele cabe para qualquer tipo de casamento porque nós não vamos fazer a distinção de uma relação com e é onde não devo estar presente tudo que você colocou da cooperação da amorosidade É isso mesmo é isso mesmo eu acho que você colocou já claramente como é que a gente pode encarar essa essa abordagem da conjugalidade
estar presente tudo que você colocou da cooperação da amorosidade É isso mesmo é isso mesmo eu acho que você colocou já claramente como é que a gente pode encarar essa essa abordagem da conjugalidade é o mesmo mesma perspectiva sempre é o pano de fundo que suscita a conjugalidade exatamenteo ISS que a gente disse que você agora evocou aham Marco Alberto hoje 12 de junho no Brasil a gente comemora o dia dos namorados né E como você mesmo indica é preciso que o casamento não perca esse namoro porque as pessoas às vezes fal assim não já casei né esquece que o namoro tem que continuar após casamento É isso mesmo então Qual o segredo para que isso possa estar acontecendo eh eu quero responder se quero até compartilhar tá em cima da o criado do meu cartãozinho assim eh eu pergunto às vezes Quanto tempo vocês tem de casada aí as pessoas costumam dizer assim não nós temos tivemos 5 anos de namoro e temos 10 de casamento aí eu faço essa pergunta já como uma intervenção terapêutica depois que casaram deixaram de namorar uhum para que as pessoas se deem conta perfeito de que a palavra namoro que tem amor dentro dela ela caracteriza exatamente a conjugalidade que a o sentimento que deve permear a conjugalidade E então não se pode abrir mão do exercício do enamoramento permanente e eu vi por exemplo uma fala do I Gandra esse jurista católico nobilíssimo de uma retidão incrível que a esposa desencarnou ele fazia um soneto para ela toda toda a semana eu não sei agora se era semana ou mês mas ele fazia um soneto você vejam num casamento de várias décadas ele Manteve essa forma-se é muito enamoramento é muito né então eu penso que o o enamoramento ele faz parte da conjugalidade indispensavelmente eu quero compartilhar com vocês aqui com a permissão da minha parceira de caminhada minha esposa o que eu fiz para ela hoje eu quero partilhar com vocês aqui então eu botei assim por causa dessa questão do dia dos namorados que eu sou muito avesso essa questão de dia sabe dia de mãe dia de pai
sa o que eu fiz para ela hoje eu quero partilhar com vocês aqui então eu botei assim por causa dessa questão do dia dos namorados que eu sou muito avesso essa questão de dia sabe dia de mãe dia de pai Porque então eu aproveito esses dias Dia dos Pais eu digo é o dia dos filhos ingratos eu brinco né É aí então eu escrevi para ela aqui o Dia dos Namorados quantas horas tem o Dia dos Namorados não é aquele que se origina do ficar nasce do ser não é aquele que deságua no casamento ultrapassa o no perenemente não é aquele que tem idade é manifestação de claridade não é aquele que só oferece presente a presença é o presente enfim o dia a dia dos namorados não é um só dia é amor todo dia Aí eu pus o amor n o amor grande e o ozinho pequenininho para Taca o amor todo dia então é aqui é meu meu viés poético aqui hoje funcionou Que lindo Alberto que linda ela deve ter ficado muito feliz é não foi psicografia viu não foi psicografia foi foi animismo mesmo não sei Se animou bou ou mal mas como eu costumo dizer versos fracos bateu forte no coração dela com certeza é né aham bom Alberto eh você partilhou com a gente tanta coisa de uma maneira tão generosa e acaba nos brindando aqui nesse final com esse esse seu poema de Dia dos Namorados Para sua parceira você gostaria de deixar um recadinho final que nosso programa já tá chegando chegando ao fim sobre essa obra tão maravilhosa né que a gente recomenda que todos leiam um recadinho para que haja esse encontro no casamento e não os desencontros que a gente vê tanto aí aproveita Alberto que você falou que tinha um convite para fazer pra gente né já junta as duas coisas nesse momento Ok Então essa é uma obra é a primeira que eu escrevi de uma de uma outros que vieram depois eh D da minha experiência profissional eu fiz um link dos aspectos psicológicos com o aspecto doutrina e ela é uma uma obra eh bem sintética bem fácil leitura não é uma obra complexa eu não gosto de escrever complexidade eu gosto de escrever de modo que as pessoas possam aproveitar o
o aspecto doutrina e ela é uma uma obra eh bem sintética bem fácil leitura não é uma obra complexa eu não gosto de escrever complexidade eu gosto de escrever de modo que as pessoas possam aproveitar o leitor comum não é uma leitura de especialistas e ela ajuda demasiadamente aqueles que assim aspirarem eh aprofundar esse tema eu sugiro sempre que o casal Leia junto e leia um Capítulo e debata e discuta não não avance para ler a obra inteira valendo porque ela é uma obra de fácil leitura Mas ela é uma obra para reflexão e eu conto casos eh e depois eu de um caso eu faço uma discorro sobre um tema tomando o caso como um um um apoio chamando a atenção para o tema ela foi publicada pela federação espírita do Paraná que publicou essa obra e o acesso a ela á portanto a essa Federativa que vende esse livro A benefício da própria Federativa eu quero aproveitar então e dizer que nós estamos montando um curso para relações românticas Ou seja aquele que é casado descasado tá namorando tá casado tá com dificuldade quer casar enfim separou em vi vou relações românticas eh como compreender para aprender a ldar esse é o curso que nós vamos fazer em agosto e e ele será um curso doado para o Jardim das Oliveiras os recursos aurid dele vão se prestar a sustentar ali as obras do Jardim das Oliveiras aqueles que tiverem intencionalidade de fazer esse curso podem estar atentos no meu Instagram Alberto under Almeida under Belém ou então ficarem atentos no YouTube do Jardim das Oliveiras e El terão a essa informação de quando ele será lançado será em agosto provavelmente Tá previsto para Agosto E será um curso aonde as pessoas acessarão o hotmart e poderão fazê-lo com uma interação prevista em todos os temas eh portanto será um uma oportunidade de aprofundarmos mais detalhadamente aquele que a gente discutiu aqui trazer outros temas que não foram traz aqui que envolve relações românticas e e como lidar num dia em dias que a gente tem relações muito esquisitas né experiências às vezes muito desafiadoras
iu aqui trazer outros temas que não foram traz aqui que envolve relações românticas e e como lidar num dia em dias que a gente tem relações muito esquisitas né experiências às vezes muito desafiadoras para o entendimento nós vamos estar trazendo sobre um olhar transpessoal esse curso é um é um portanto é uma abordagem profissional eh que vai nos ensejar numa abordagem transpessoal olhar para esse tema e e vai ajudar provavelmente muita gente quero deixar essa recomendação aí tá no meu Instagram as informações ficarão no meu Instagram quando ele for lançado Alberto under Almeida under Belém bacana meu querido é que papo gostoso tivemos nessa noite né nossa gratidão a você meu querido Alberto P sua partilha tão generosa conosco agradecemos também a você Internauta que esteve conosco e esperamos encontrar na PR quarta-feira sempre às 20 horas nosso programa Família noar Boa noite a todos e lembre-se de deixar o seu like ativar o Sininho para não perder nenhum dos programas nos vemos então quarta-feira que vem Alberto nossa gratidão com Deus em paz boa noite somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vi Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui
es audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse do. febtv.com.br e faça sua doação you
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