O céu e o inferno na dinâmica familiar, com Alberto Almeida
5º Congresso Espírita de Mato Grosso do Sul, realizado em Campo Grande, entre os dias 8 a 10 de agosto de 2025. Tema central: “160 anos de O Céu e o Inferno”
a minha alegria de poder estar com vocês. E eu quero apresentar vocês uma pessoa estrelar que está do seu lado. Então você vai levantarse se apresentar pra pessoa que está seu lado de pé para o lado direito ou para o lado esquerdo ou para ambos. Ok. Ok, só para se apresentar, não era para fazer amizade, não. Ora direis ouvir estrelas, certo? perdeste o senso. Eu vos direi, no entanto, que para ouvi-las, muita vez desperto e abro as janelas pálido de espanto. E conversamos a noite inteira, enquanto a via lacta como um pallio aberto, senti-la, e, ao vir do sol, saudoso e impranto aindas procuro pelo céu deserto. ocado amigo que tu conversas com ela. O que dizem quando estão contigo? Direi: Amai para entendê-las. Pois só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e entender estrelas. Somos estrelas emboscadas num corpo. E por isso eu pedi para você se apresentar a pessoa do lado, dando uma chance para você estender um pouco a carcaça. Temos uma possibilidade que se revela no nosso cotidiano de olhar para o céu. O céu é sempre um convite à contemplação. Hoje, especialmente, uma lua flutuante convidada pela federação está disponível a todos aqueles que são os amantes da lua para contemplá-la à saída. Não há quem não se detenha no céu para olhar as estrelas flutuantes, as cadentes, mas aquelas outras que compõem as constelações. obstante, você seja muita ignorante acerca da astronomia, você fica a contemplá-las, tanto mais quanto você tá na escuridão, longe das luzes da grande cidade, distante da presença do magnetismo lunar, quando o céu está absolutamente só estrelas no interior, bem interior, não tem quem se não se detenha a contemplar o sol. Há uma magia e há um tropismo do ser humano para fixar-se na luz. O heliotropismo faz parte da nossa natureza e que nos embute, desde apontar para uma estrela que cai, a uma vela que está na nossa frente enquanto crianças ou adultos ou crianças dentro dos adultos que brincamos com uma vela acesa que substitui a luz que circunstancialmente se ausentou.
trela que cai, a uma vela que está na nossa frente enquanto crianças ou adultos ou crianças dentro dos adultos que brincamos com uma vela acesa que substitui a luz que circunstancialmente se ausentou. Todos nós gostamos de estar em torno de uma fogueira improvisada para diminuir o frio ou simplesmente nas festas juninas, quando se busca essa tradição evocada e ali nós estamos em torno de uma fogueira a brincar com ela. Todos nós temos um tropismo para a luz e não há quem olhando para alguém que está sepultado numa cama sendo preparado para ser levado para o último a Deus e que esteja ali na antissala do próprio sepulcro, seja no caixão. Quando você olha e você parece que está pateticamente diante de alguém que está ausente. E se você tiver a oportunidade de olhar um cadáver e lhe fixar os olhos, você tem um impacto. Como eu tive a primeira vez que num pronto socorro, ao atender uma pessoa que estava entre tantas ali nas macas, eu me aproximei de um e notei que o olhos, os olhos estavam basso. Há uma luminosidade nos olhos que fala, que comunica de que a vida psíquica ali se ausentou. Há, portanto, uma magia entre todos nós que somos chamados para esse périplo há, portanto, um desejo arquetípico de olhar para o céu e procurá-lo na verticalidade, mas ele na horizontalidade nos habita quando olhamos para alguém que está ao nosso lado. E numa apresentação singela que fizemos aqui, mas mais profundamente em casa, quando você olha para o brilho dos olhos do seu filho, do seu parceiro de caminhada, da sua esposa, ou para os olhos já tremeluzentes do teu avô, da tua avó, ali são estrelas emboscadas dentro de um corpo que falam de uma vida pulsa. sante que é muito difícil para o materialista ter a coragem de olhar nos olhos, de dizer que a vida é finita. Há um não sei o quê que faz vibrar a nossa movimentação ocular. E nesse brilho suave que a lágrima faz diluída no globo ocular externamente, comunicando, portanto, a luminosidade, ela quase que nos choca. Quando alguém chora, ficamos incomodados quando a
o ocular. E nesse brilho suave que a lágrima faz diluída no globo ocular externamente, comunicando, portanto, a luminosidade, ela quase que nos choca. Quando alguém chora, ficamos incomodados quando a lágrima ela fica abundante. Qual aconteceu a bem pouco quando, na homenagem que se fez a Divaldo Franco, alguns de nós lágrimamos? Há que ter, portanto, muita coragem para deixar fluir as lágrimas e para olhar alguém que lágrima sem oferecer o lenço. O desejo de oferecer o lenço é que nós perdemos a naturalidade de chorar. nos castramos, ficamos fixados nas nossas emoções e não permitimos que a partilha possa se estabelecer quando ela emerge. Se somos homens, as mulheres têm a licença de poder expressar-se com as lágrimas, mas nós, os homens castrados, seguramos a todo custo. E se alguém nos indaga, nós dizemos que estamos com uma conjutivite que caiu um cisco. Temos vergonha de nos revelar humanos, porque simplesmente somos humanos. E se choramos, alguém começa a duvidar acerca da nossa masculinidade, como se chorar não fosse másculo. E como se Jesus não tivesse chorado quando visitou o amigo que estava sepultado até então num transveria de ressuscitar Lázaro. Sim, todos somos convidados a fazer essa contemplação na horizontalidade das estrelas que somos, na definição que Allan Kardec postulou quando indagou para os espíritos sobre a natureza essencial do ser na questão 88 do livro dos espíritos. E os espíritos nos definiram como um clarão, uma centelha, como luz. Foi a metáfora mais próxima que eles encontraram para falar do ser que somos, que habita um corpo e que se expressa pelos olhos que são na tradição popular as janelas da alma. Buscar as estrelas que convivem numa constelação dentro de casa é encontrar o céu dentro de casa. é poder resgatar essa natureza sagrada da qual nós fomos feitos, tanto quanto aqueles que coabitam conosco e poder fazer dessa interação uma interação graciosa, vivificante, uma constelação que se move, uma constelação desafiante, porque olhar nos olhos de alguém é
tanto quanto aqueles que coabitam conosco e poder fazer dessa interação uma interação graciosa, vivificante, uma constelação que se move, uma constelação desafiante, porque olhar nos olhos de alguém é mergulhar na profundidade da alma. Quando fiz um curso de regressão de memória, nós ficávamos um diante do outro por 10 minutos olhando-lhe nos olhos e procurávamos entrar nas entranhas dele e começávamos a falar e alguém anotava. Foi curioso e surpreendente para o grupo de de datas que faziam o curso a quantidade de verdades que foram emergindo a partir daquilo que foi narrada. algumas delas que foram reveladas só depois que na regressão didática os membros regrediram. Há muito que fala de nós mesmos nos olhos. E é por isso, talvez que exista essa magia de dizer a alguém: "Não, eu quero falar para com você" olhando nos seus olhos. E como dizemos na conjugalidade, olhe nos meus olhos. Quando você quer falar aquilo que você quer falar autenticamente, você quer fazer uma confissão de fé falando das suas entranhas para as entrhas do outro que te contempla. E é por isso, talvez que temos dificuldade de olhar para alguém quando estamos mentindo e procuramos pegar a criança e dizer: "Olhe meus olhos". E a criança mentindo não consegue olhar nos olhos. quando talvez a abordagem pudesse ser menos castrativa e pudéssemos guardar essa relação do grau de ocular, quando pudéssemos chamar a nossa criança e dizer: "Olhe meus olhos, puxa, foi tão bonito que você fez". Perdemos a natureza de olhar nos olhos. Porque só nos chamávamos quando pequenos para olhar nos olhos para saber se a gente tinha errado, cometido uma tolice, faltado a aula, batido no irmão, olhar nos olhos, talvez seja um ensaio que nós perdemos a pureza de fazermos esse contacto para resgatarm-nos na relação com outro de modo intrínseco e profundo. Talvez tenha sido também por isso que Jesus era difícil de contemplá-lo. Parece que ele falava tanto a alma que ouvia que impressionava de forma definitiva um contacto ocular. E talvez, talvez
ofundo. Talvez tenha sido também por isso que Jesus era difícil de contemplá-lo. Parece que ele falava tanto a alma que ouvia que impressionava de forma definitiva um contacto ocular. E talvez, talvez seja também por isso que ninguém consegue nas tradições da execução de alguém que cometeu um crime condenado à morte pelo enforcamento, fazê-lo com os olhos abertos. É difícil olhar, botamos um capuche. É difícil olhar nos olhos de alguém que vamos matar na posição de um carrasco ou que alguém que vai ser assassinado, ser olhado por alguém. Mas na verdade todos precisamos tirar daquilo que é esse esquecimento, esse aliamento para podermos fazer esse contacto com essa constelação aonde você nasceu e com essa constelação do lar que você gerou, criando uma esposa, filhos, companheiros de caminhada, estrelas fulantes que habitam corpos dos entre os quais estão numa posição dentro da família. E fazê-lo na atualidade é uma necessidade emergente. Há tanta necessidade do cuidado. Porque qualquer criança mais inquieta, parece que logo nós estereotipandos, chamando-a de transtorno de hiperatividade, com a atenção comprometida. E qualquer criança que se mostre um pouco mais recolhida, melancólica, nós achamos que ela está depressiva. E uma outra que se mostra tímida, que ela é necessariamente autista. ou então uma outra que seja um pouco mais atirada, nós achamos que ela tem um transtorno opositor diante de uma mãe, porque ela se atira quanto a qualquer argumentação mais firme. E nós já catalogamos como sendo uma criança que tenha um transtorno desafiador, opositor. Há um silêncio por trás de tudo isso numa indústria farmacêutica que buscando o céu dos seus lucros tentam traduzir para a família, para a escola, a necessidade de enquadrar a naturalidade do ser que surge na atualidade. Sim. Sim. Nada contra as patologias, nem tampouco contra a academia que faz os seus diagnósticos e contra as medicações justas quando elas são mediadas para modular e ajudar alguém a se encontrar. Mas tudo contra a
contra as patologias, nem tampouco contra a academia que faz os seus diagnósticos e contra as medicações justas quando elas são mediadas para modular e ajudar alguém a se encontrar. Mas tudo contra a desatenção, o descuidado que existe hoje com a família, que transfere paraa escola, que transfere para os profissionais e que robotizadamente dedicados às crianças, elas caminham para a alegria triste de todos. Há uma reflexão que precisamos fazer na atualidade. Os neurodivergentes, coitados, quem tem altas habilidades, superdotação, autismo, transtornos da atenção, da hiperatividade, todos eles são olhados hoje como potencial de investimento lucrativo comercial. A família fica como que quieta, a escola também fica confortável, muita gente, um professor fica quase um heróico solitário para dar conta de tudo e de todos. E é uma humanidade doente, faz com que os nossos filhos e netos possam de algum modo se acomodar esse status de adoecimento sistêmico através da medicação. A medicação é justa quando tem uma justa indicação, mas não tem nenhuma medicação que substitua o cuidado, a atenção, a compreensão dos neurodivergentes, dos atípicos na atualidade, que aos montes vem sendo diagnosticado e aos montes vem reencarnando, anunciando uma nova era para a humanidade, que fala de um outro jeito de ser, que não é esse ser neurotípico que somos desengonçado, atrapalhados, sem propósito de vida, sem capacidade de dar um significado para a existência e vivemos nesse inferno querendo o céu. O céu talvez se encontre um outro caminho. Há que resgatarmos as nossas relações domésticas, a nossa família de origem e a nossa família, sobretudo aquela que criamos, pelas qual pela qual nós somos responsáveis. E diante da primeira demanda, desafio que possamos escutar, observar, acolher antes de buscarmos no mediatismo de uma vida apressada, logo uma solução para um problema que às vezes não é um problema, é apenas um jeito de ser. Há que fazermos, portanto, um olhar diferenciado, diferenciado
uscarmos no mediatismo de uma vida apressada, logo uma solução para um problema que às vezes não é um problema, é apenas um jeito de ser. Há que fazermos, portanto, um olhar diferenciado, diferenciado na qualidade, para entrendermos de que o mundo está adoecido e de que a família, numa certa medida, fala desse mundo e esse mundo fala dessa família dialeticamente, porque aquilo que acontece no lar é replicado socialmente para os outros grupos. sociais. E a família nesses dias que t sido tão atacada, os acasalamentos, as conjugalidades que tem sido colocado em cheque mostram que o mundo está doente. Quando a gente vê o bebê reborne colocado aí, quando a gente vê as mulheres substitutivas das mulheres, reborne também colocado aí. Quando observamos na atualidade, nesses dias que passam, a investida daqueles que produzem uma chupeta para atender necessidades de chupeta entre os adultos e de que um determinado ingrediente para ser sorvido, guardando o gosto de leite, estoca-se, estanca-se, destrói-se e como que uma fumaça é todo ele vendido. O que tá acontecendo com a nossa com a nossa humanidade? A necessidade da oralidade, da alimentação, da nutrição, da validação. Lá no berço, adultos como crianças brincando sem saber que estão alienados. e uma sociedade alienante vendendo bebês, vendendo mulheres, reborne, vendendo sorvetes com gosto de leite materno e chupeta para as para os adultos. Uma humanidade que faz um robô através do qual o japonês queria casar com robô e queria a permissão da justiça casando com robô legalmente ou com uma humanidade que desconhecendo-se a si mesma como se fôssemos viandantes sem saber o rumo, a pessoa vai e casa, monta um casamento e formula toda aquela que seria o cerimonial com caráter jurídico e faz aquilo que é a sologamia. Ela casou com ela mesma e se separou depois de um ano porque é impossível. Ela disse que sofria muito de carência e resolveu juridicamente descasar-se. Não era alguém que estava fazendo autoencontro para poder ir amandose está
se separou depois de um ano porque é impossível. Ela disse que sofria muito de carência e resolveu juridicamente descasar-se. Não era alguém que estava fazendo autoencontro para poder ir amandose está pronto para amar alguém. Era alguém que demonstrando uma aversão ao casamento, a incompetência de lidar com o outro, com a outra, casava-se. Porque também teve um homem que fez esse casamento, o casamento solo, o a sologamia. Mas esse ainda eu não sei se já separou-se. Há, portanto, uma necessidade imensa de nós nos resgatarmos enquanto família que os espíritos disseram de forma categórica em Oro dos Espíritos na lei de sociedade que é lei da natureza. Família não é uma conjuntura de uma cultura de um povo, é lei da natureza. Não podemos menprezar a família. Ela é o núcleo formador da psique, do indivíduo. Ela é o viés estruturante, resgatante das nossas demandas internas multimilenárias. É necessário afirmar e confirmar e investir na família, talvez ganhando um pouco menos para poder dar um pouco mais dentro de casa, para que, sobretudo, aqueles que são os filhos, aqueles que são de menor idade ou aqueles que já alcançaram a adolescência, tenham um tempo de supervisionamento, de contacto, de convivência. capaz de reitinerar pequenos desvios. Se na infância não se logrou estabelecer uma boa base, é necessário ter tempo de bom tempo para os filhos e olhar-lhe nos olhos e contemplar uma estrela que ali habita, muito embora se esses olhinhos não queiram cruzar o seu por conta de um processo de neurodivergência e ele sempre desvia o olhar. Não é porque esteja mentindo, até porque os autistas, na maioria das vezes, eles são muito verazes, direto quando fazem suas afirmativas, olharmo-nos no espelho para podermos ver quem somos e podermos, talvez redefinir a quantas anda a nossa caminhada estrelar e podermos fazer isso com mais frequência, porque quando olhamos pros olhos, às vezes o fazemos para olhar um calzo, um terçol, ou para fazermos um desenho no nos olhos, fazendo um
caminhada estrelar e podermos fazer isso com mais frequência, porque quando olhamos pros olhos, às vezes o fazemos para olhar um calzo, um terçol, ou para fazermos um desenho no nos olhos, fazendo um contorno que dê uma estética que muitas vezes vem a serviço de esconder aquilo que se passa na intimidade. Nada contra a estética. Mas a medicina estética no nosso país ganhou fóruns de cidadania a tal ponto que se tornou um problema. É necessário a estética da alma. irmos para além do corpo. Quando alguém se demora muito para poder ajustar o corpo, é porque alguma coisa muito profundamente está situado dentro do ser. Os cirurgiões plásticos sabem disso. Quando alguém vem de múltiplas intervenções, eles ficam reticentes porque ele sabe que o problema não está no corpo, não estar em ajustar a forma, atualizar uma parte, fazer uma intervenção que resgate a autoestima de uma pessoa, está em uma pessoa que ainda não se encontrou e olha para o corpo e nunca se vê, ela tem uma percepção de si mesma disforme, disfuncional. Então, resgatar este céu que está na terra ou trazer esse céu para a terra é podermos nos exercitarmos numa convivência capaz de poder exercitar aquilo que nos faz ouvir e entender estrelas, que é o exercício da capacidade da amorosidade. entendermos de que sem a amorosidade não lograremos dar conta da nossa demanda planejada no mundo espiritual e que vamos mergulhar no corpo sem poder vencer as próprias limitações no contacto com outro que é conosco o protagonista da felicidade doméstica. É necessário, portanto, este olhar mais decisivo, mais corajoso e uma família não está no céu, não é porque não tenha problema, porque uma família que não tem problema é problemática. Ela está tão alienada que ela não consegue ver problema. Eles não se encontram. Ninguém fala de si. Cada um vive no seu quarto e a sua vida e o seu jeito de ser. Não há celebrações, não há rituais de passagem, não há refeições feitas juntos, não há orações, não há encontros e lá está tudo
ala de si. Cada um vive no seu quarto e a sua vida e o seu jeito de ser. Não há celebrações, não há rituais de passagem, não há refeições feitas juntos, não há orações, não há encontros e lá está tudo mal. Muito embora se diga que está tudo bem. Isso está tudo muito bem. É só numa foto que se faz quando alguém não pode falar de de si mesmo ou do ouvir o outro e bate uma foto todo mundo junto e depois todo mundo se dispersa. Uma família que resgata o céu para as suas entranhas faz aquilo que Allan Kardecos trouxe um céu inferno. O céu inferno é uma pesquisa de campo que All Kardec fez. é uma pesquisa científica, acadêmica nos moldes de hoje. Ele vai trazer lá aquilo que se passa aqui e define com clareza que duas pessoas que não conseguem respeitar os limites da vida, por exemplo, quando traz Palmire e o Senr. B que depois de 4 anos, essas duas personalidades que se sentiam atraída umas pela outra e que acabaram se acasalando com outros parceiros em função da cultura da época, depois de 4 anos de resistência, elas cedem e culminam com suicídio porque não conseguiam viver uma longe da outra. E surgem no mundo espiritual desencontradas. Porque fizeram isso para se encontrar. do outro lado da vida. E os espíritos alinhavam de que era impossível o reencontro, dado o drama que as duas pessoas assim se permitiram ter cometido o suicídio e que deveriam sofrer essa grande carência e essa grande busca desse outro ser dito amado, pelo qual se sentiu atraído por algumas vidas, correndo risco do atenuamento ou do agravamento, dependendo da forma como se conduzissem. é lamentável, porque quando ela se comunica, ela diz que não o encontrou e não consegue dialogar com o codificador. Apenas ouve as orações de alguém que fervorosamente fazia uma intercessão por aquela mulher. A fala de Kardec é uma fala, portanto, que nos traz os dramas familiares e diz o codificador, analisando todas as mortes, e define claramente de que chega no mundo espiritual, no céu quem faz o bem. Não é quem tem uma religião ou não
anto, que nos traz os dramas familiares e diz o codificador, analisando todas as mortes, e define claramente de que chega no mundo espiritual, no céu quem faz o bem. Não é quem tem uma religião ou não tem nenhuma, é quem faz o bem. O segundo ponto mais importante é se eu estudo o mundo espiritual. Aí eu tenho condições de compreendendo chegar lá, mas é secundário. O mais importante é fazer o bem, é amar nas suas múltiplos semblantes, que são as virtudes. E ali ele consegue demonstrar para nós que o céu está aqui, não está lá. Porque quando você faz uma anestesia e sai da anestesia, você é o mesmo. Mesmo tendo tirado um pedaço de você, uma vesícula, um apêndice, um pedaço de qualquer do seu corpo, quando você sai, você é igualzinho, menos um pedaço. Quando a gente desencarna, a gente deixa o corpo e continua igualzinho do lado de lá, no céu ou no inferno que cultivamos aqui. Então, uma família que traz o céu para a terra é aquela que acolhe os seus membros, notadamente aqueles que são os que desafiam a capacidade de amar, que trazem uma problemática, uma deficiência, uma limitação, que trazem emoções desencontradas, por exemplo, que traz uma limitação, por exemplo, sensorial. São esses espíritos que quando reencarnam dentro de uma família, eles estão ali para fazer com que essa família maximize a amorosidade e viva o céu com a antecedência antes de desencarnar. Porque desencarnar será apenas deixar o corpo, mas o estado psíquico de amorosidade que nos conduz ao céu já existe vivente, pleno, existente na forma como nós nos relacionamos. Então, esses dias que rolam na humanidade, velozes, aonde tudo é descartável, aonde as relações são muito passageiras, aonde fica-se com os outros, aonde multiplica-se as tentativas do exercício dos encontros amorosos nos diversos matizes, nos diversos formatos, falando falando dessa carência do Você falando da falência dos lares emergentes nesses adultos, aonde a gente vê tanto suicídio que não alcança só os adultos, vem mais precocemente, como Allan Kardec
falando falando dessa carência do Você falando da falência dos lares emergentes nesses adultos, aonde a gente vê tanto suicídio que não alcança só os adultos, vem mais precocemente, como Allan Kardec assinalou em obras póstumas, fazendo uma previsão desses tempos. É necessário nesses dias realinharmos posições, fazermos uma pequena pausa e olharmos para que estamos aqui? Qual é o propósito da sua existência? Quem reencarnou ao seu lado na posição de filho, pai, irmão, cônjuge, quem é esse que está coabitando com você e que fala do exercício de viver o evangelho em casa, no cotidiano? no desafio de amar no cotidiano. Porque o amar explosivo, monumental, bombástico, poético, ele é muito bonito, mas ele é apenas circunstancial. Amar prosaicamente no cotidiano é a necessidade de todos que queremos formatar uma relação familiar de céu, aonde as estrelas se encontram, aonde uma estrela não tem uma ponta, a outra não brilha tanto, a outra brilha de vez em quando, aonde cada um tem a sua problemática, mas aonde nós nos juntando formamos uma constelação. que nos honra o criador através de um corpo dando a oportunidade de evoluirmos. Hoje de manhã atendi online uma pessoa e ela falava da desencarnação de um tio. E enquanto eu atendia lá pelas tantas, eu entrei numa emoção incomum porque perdi a convivência física de um irmão que faz aproximadamente dois meses. De repente, a vacina para COVID ou a própria COVID, aquilo que deriva dessa junção, levou-o a um processo de demência neurológica. precipitou a um quadro de falência física e uma simples virose comprometeu o pulmão e ele desencarnou. E era um companheiro, minha família, somos oito, mas era um companheiro que ombreava comigo. E eu me percebia emocionado, a minha esposa me acolheu e eu fiquei ali um pouco ali sentindo a emoção. e o consolo de saber que o amor não tem a Deus. Vendo o esforço da minha mãe do outro lado, atendendo de uma forma incrível o meu irmão doente e dias antes, num transe através da minha esposa, ela disse: "Fique
o de saber que o amor não tem a Deus. Vendo o esforço da minha mãe do outro lado, atendendo de uma forma incrível o meu irmão doente e dias antes, num transe através da minha esposa, ela disse: "Fique tranquilo, já está agendado a volta dele, nós vamos trazê-lo de volta." Há quatro dias depois ele desencarnou, adoeceu rapidamente do pulmão, entrou para a UTI e num sopro saiu do corpo. Porque assim é a vida. Não deixemos para depois pendências. Eu tava trabalhando com a minha pendência, com a minha paciente, as pendências com o tio. Não deixemos pendências porque fica mais difícil quando o outro vai pro outro lado da vida. E olhando a minha mãe, eu vi o quanto eu dizia a ela, minha mãe, tudo que fizermos, 50% é teu no banco da vida. E ela diz: "Que é isso, meu filho?" Ela é uma pessoa muito séria, muito consciente dos seus deveres e humilde na no exercício da maternidade, uma maternidade bem centrada, porque a casalou-se com o meu pai muito cedo, eh não tão muito cedo, mas numa idade em que precisava já fazer o caminho, porque eram oito, eu já tava preocupado, eu sou o quarto, que não desse tempo para eu ver, eu di, vai Empurrei. Ela era muito católica e o meu pai com uma deficiência psíquica e física teve que ir ao encontro dela. E deu certo. E deu tempo de eu ver os outros. Só faltou um que depois veio pel uma outra via, o a oitava, oitavo irmão. E ela nessa dedicação que só as mães são capazes de ter no sentido do desprendimento, essa coisa que vem desde o animal arquetipicamente, que vai para as outras espécies, essa coisa bonita, ela dava-me um exemplo todos os dias e que eu compartilhava ainda hoje com o nosso amigo Lacé, quando ela aos 92 anos de idade a gente fazia fazendo evangelho em casa. Ela disse: "Meu filho, eu quero aprender inglês". Aprender inglês, papagaio fé. Eu achei que ela tava me zoando. Não, ela tava falando sério. Não, meu filho, eu quero aprender inglês. Eu acho que ela já deve ter aprendido do outro lado de lá. Eu digo: "Mamãe, a gente não sabe
fé. Eu achei que ela tava me zoando. Não, ela tava falando sério. Não, meu filho, eu quero aprender inglês. Eu acho que ela já deve ter aprendido do outro lado de lá. Eu digo: "Mamãe, a gente não sabe falar nenhum português, que você quiser aprender inglês?" Uma mulher determinada sobre uma cama, já com dificuldade da deambulação por conta de um parço demorado, quedas múltiplas, que levou a uma falência dos músculos. E ela estava sobre uma cama e me dando um tapa com luva de pelica. Eu disse: "Mamãe, a senhora tá me dando um tapa com luva de pelica." Quando eu percebi que ela tava falando sério, que ela queria aprender inglês com 92 anos numa cama, era essa mulher que dizia: "A, minha mãe, metade do que você sofreu, eu já tinha jogado a toalha". Eu disse para ela. Ela disse: "Que isso?" Ela era sempre muito firme para dar as orientações e era essa pessoa que sabia fazer o jogo doméstico. E nesse jogo doméstico, vocês sabem, as estrelas elas estão mais próximas um do que dos outros. E tinha um irmão meu que ele estava mais próximo do meu pai. Ele chama-se Eduardo. Era o quindim pai. O meu pai não tinha muito senso da econimidade, então ele demonstrava o amor como se fosse igual, mas pelo Eduardo era muito diferente, todo mundo via menos ele. A tal ponto que nós dizíamos: "Olha, o Eduardo é o filho de ouro e eu sou o filho, nós somos o filho de Latão." Mas a Kaculá ele se traía o de ouro. Aí dis não que vocês dizem que é o de ouro, porque era o de ouro para ele. Mas é bonito ver a constelação vencendo os obstáculos, porque eu fui entendendo com o tempo que o meu pai amava o Eduardo e o Eduardo amava o meu pai de um jeito paciente que eu não tinha. Eu tinha uma inveja cinza do Eduardo porque ele conseguia fazer sendo menos espírita que eu. Por quê? Porque eu me dedicava, lia, fazia os trabalhos. O Eduardo era lfé aqui, ia acular uma vez ou outra e tudo, mas ele tinha uma competência para ser filial, de amor filial, que eu não tinha, me sentia meio envergonhado diante da dedicação que o Eduardo tinha,
o era lfé aqui, ia acular uma vez ou outra e tudo, mas ele tinha uma competência para ser filial, de amor filial, que eu não tinha, me sentia meio envergonhado diante da dedicação que o Eduardo tinha, que era o meu pai. Porque as situações mais espinhosas era naturalmente o Eduardo que era chamado para resolver. Eu digo espinhosa, porque ele entrava em crises psiquiátrica, precisava de um manejo de cerceamento da liberdade e uma internação circunstancial para tilado da crise do transtorno de humor bipolar. E o Eduardo e a minha mãe eram as duas personalidades que tinham trânsito tráfego fácil no coração do meu pai e eu não tinha. Ou outras coisas mais simples, como por exemplo, fazer um exame de próstata. Quem disse que a gente convencia o papai a fazer um exame de próstata? Nós chamamos quem? O Eduardo. Meu irmão Eduardo era anestesista. Pegou meu pai botou no carro, sentou, olhou para ele, disse: "O senhor já sabe, né, que o senhor vai levar uma hoje". E ele ria. Ele ria. E nós ficávamos pasmados de ver aquele aquela dificuldade conosco. O Eduardo ele ria mesmo diante dessa fala do Eduardo escrachada e foi fazer o exame de próstata. E quando ele estava para dizer o adeus, o meu pai com 94 anos, adivine qual foi o último filho a ir visitá-lo na UTI? >> O Eduardo, anestesista. Eu quando fui, ele olhou para mim, o meu pai disse: "Cadê o Eduardo? É bonito ver o amor. Era um amor cultivado, era um amor construído que não estava nessa vida. Ele era muito parcial a favor do Eduardo e o Eduardo era muito mais do que todos nós juntos no acolhimento dele. Até que um dia o neto, filho do Eduardo, veio do Rio Grande do Sul a Belém do Pará e disse: "Como é, o senhor vai visitar o seu velho ou não vai? O seu velho tá para desencarnar". E o Eduardo foi visitar o meu pai. É difícil dar a Deus para quem a gente ama muito. Olhar nos olhos e perceber que eles ficaram bassos, que a alma já não mais habita aquele corpo. Eu com meu pai tinha essa dificuldade. Só para vocês verem, eu gosto de colocar
quem a gente ama muito. Olhar nos olhos e perceber que eles ficaram bassos, que a alma já não mais habita aquele corpo. Eu com meu pai tinha essa dificuldade. Só para vocês verem, eu gosto de colocar esse lance porque é um lance bonito. Ele estava se servindo num jantar e estava botando comida no prato. Meu pai gostava de comer. E Belém é um lugar ruim. Porque a comida, tudo lá é gostoso. A melhor culinária do mundo, não é só do Brasil, é de Belém do Pará. Não é só o açaí, é tudo que se faz lá é gostoso. E ele estava botando no prato, no prato. E eu vendo que ele botando no prato, no aniversário, visitas, não era na nossa casa, inclusive eu cheguei e disse: "Papai, olha o tamanho do seu prato". E ele nem aí, ele ia fazer alpinismo, ele não ia almoçar. Aí eu disse: "O senhor morre pela boca. Esse meu jeito, querendo educá-lo na marra, né? O senhor morre pela boca. Ele se virou e disse: "Mas morro de barriga cheia". E foi. E eu não vi que a minha mãe supervisionava esse diálogo fraternal que eu tive com ele. E eu fui me servindo e era paca ou tucupi. Tucupi é um ingrediente fantástico que tem em Belém, que vem junto com taca e que é delicioso. Tudo que você come no tucupi é delicioso. E eu estava me servindo. Era uma caça ao tucupi. E eu botando o tucupi, disse: "Tudo no tucupi fica gostoso, porque era uma caça, né?" E a minha mãe atrás disse: "Eu acho que eu vou colocar o seu pai no tucup. Nós precisamos trazer o tucupi para as nossas relações para vencer limites, adocicar a voz quando é necessário, ser mais firme quando é necessário, falar mas ouvir, manter a hierarquia parental, porque o pai e a mãe às vezes se orgulham de ser amigo dos seus filhos, mas esquecem de ser pais. E ninguém consegue ser amigo de um filho deixando de ser pai, porque amigos eles vão ter aos montes, mas pai, mãe é um só. Ser pai e mãe e se puder ser até amigo confidente, tudo bem, mas não deixar de ser pai e mãe. Filhos precisam desse desse norte para gozarem o céu em família. Pai e mãe,
montes, mas pai, mãe é um só. Ser pai e mãe e se puder ser até amigo confidente, tudo bem, mas não deixar de ser pai e mãe. Filhos precisam desse desse norte para gozarem o céu em família. Pai e mãe, que estabeleçam limites, que falem e ouçam, que deem conselhos, mas deem exemplos para os seus filhos, pais e mães capazes não só de oferecer as roupas de grife, os ingredientes do entretenimento desejado pelos filhos, mas sobretudo a melhor ração capaz de dar uma estrutura pro ser que não é a proteína, nem aos carboidratos, nem os minerais, nem as gorduras, é o exercício de uma amorosidade que dá sustentação pro filho pro resto da vida. Porque as nossas crianças desatendidas, tratadas como se fosse um problema e medicalizadas, elas aprendem desde cedo a fidelização ao tratamento médico burro. Permita-me o reforço dessa expressão que pode parecer grosseira. Eu digo burro porque é disfuncional. E quando você mete na criança que ela é um ser doente, é difícil tirar de um adulto essa crença falsa estabelecida lá na infância. E falsa porque era falsa mesmo. E porque se fosse positiva, o olhar tinha que ser outro, porque o tratamento do corpo é a remediação para que a alma se supere. Não é o garoto, a garota, meu filho, a minha filha que é torto, mal feito, mal formado. É a alma que precisa aperfeiçoar-se. e de que o corpo reflete essa imperfeição e às vezes traz algumas demandas em algumas circunstâncias que precisa de remédio e de bons profissionais para que essa mediação possa modular o caminho para a saúde, para o céu da saúde a pouco e pouco e para que esse adulto cresça tanto quanto possível mais saudável. Nesse olhar, nós vamos perceber que a família experimenta o céu quando os pais conseguem ouvir os seus filhos, não só falar. Não é monólogo, sermão, é diálogo. É difícil estabelecer um diálogo com os filhos quando nós somos autoridade. Aí a gente resvala para o o autoritarismo e perdemos a capacidade da alteridade, a capacidade de se colocar no lugar dele, a capacidade de olharmos com uma
o com os filhos quando nós somos autoridade. Aí a gente resvala para o o autoritarismo e perdemos a capacidade da alteridade, a capacidade de se colocar no lugar dele, a capacidade de olharmos com uma autoridade amorosa, com pureza. A autoridade, portanto, capaz de não meter medo nos filhos, mas aproximá-los de você, mesmo dizendo não. Um céu na família tem sim, tem não. O céu e família tem bom, tem piada. E a piada é sempre quando todos rim juntos, não é quando você ri do outro, porque senão é bullying ou assédio moral, se for já um adulto. Mas o bom humor em família é um fermento para que a gente possa superar as circunstâncias mais difíceis. O lar experimenta o céu quando tem abraço. Dizia-me a paciente de hoje, eu pegava os braços de me abraça, meu tio e ele não me abraçava. Eu pegava o abraço dele, os braços dele e fazia ele me abraçar, eu já adulta e ele não conseguia me abraçar e ele ria desconsiderada, desconcertadamente, porque ela dizia: "A minha família não aprendeu a abraçar. Abrace pelo menos quatro vezes para que o filho possa sobreviver. oito vezes se você quiser que ele fique bem, mas se você quiser que ele fique maduro 12 vezes, segundo Virgínia Sati, nós deveríamos abraçar os nossos filhos. Não é 12 vezes assim, 12 vezes. É 12 vezes falando do contacto físico para que os braços de alguém não corrompa nossa filha, o nosso filho na primeira esquina, porque eles não aprenderam o toque da amorosidade. Nesses dias de céu e de inferno na nossa sociedade, há muito nublado o o céu com que se apresentam e a nossa sociedade demonstrando que precisa ser revisionada, traduzindo um pouco daquilo que se passa nos lares, ela tentar atentar contra o casamento, contra a família, contra o sagrado, contra o divino. E nós nos perdemos estrelas decadentes, ao invés de ser estrelas viçosas, ampliando a sua capacidade para podermos contemplar esse céu, esse céu de 3 trilhões de galáxias, não é de estrela, de galáxias. Dois a 3 trilhões. É tão imenso que as divergências entre dois a
çosas, ampliando a sua capacidade para podermos contemplar esse céu, esse céu de 3 trilhões de galáxias, não é de estrela, de galáxias. Dois a 3 trilhões. É tão imenso que as divergências entre dois a 3 trilhões de galáxias. Precisamos construir dentro de casa essa colmeia de amorosidade e podermos ensejar a capacidade de poder ouvir essas estrelas, compreendê-las, entregando-nos a uma amorosidade contínua buscada naturalmente na fonte, que é a figura de Jesus, o espírito mais íntegro que a terra já conheceu, mais saudável. que a terra já conheceu. céu ambulante que passou pela terra, deixando-nos um rastro que, se quisermos, absorvermos as suas pegadas e trazermos para casa, lograremos alcançar o objetivo para o qual estamos num corpo e juntos, para que um pouco mais lá adiante, ao sair vitoriosos, possamos olhar para trás e dizer: "Valeu a pena viver o cristianismo com tantas dificuldades e poder agora no mundo espiritual olhar nos olhos do outro sem vergonha, sem medo, porque desencarnar e não poder encarar alguém que você fez mal, alguém que você tem vergonha, poder sair do corpo e poder espiritualmente olhar para aqueles que estão no mundo espiritual, que vem receber você é o que você vai receber. E poder olhar nos olhos sem botar capuz, sem virar os olhos. Talvez signifique que você conseguiu fazer do evangelho dando um sentido para ele à luz do pensamento espírita. e de que essa claridade que somos fala do divino que nos criou para a felicidade, para a plenitude, para o crescimento, para a saúde e deu-nos o lar como lei da natureza para fazermos um nexo com a sua natureza. E quando fizermos o nexo com a sua natureza, já não precisamos fazer o que o poeta faz. quando olhando para a natureza faz mil perguntas, querendo saber a ingenosidade dessa harmonia, da beleza, da estesia, que é a criação, ao dizer, percebendo a grandiosidade do tempo e do templo em que vivemos, que é o universo, que Deus habita a tudo e todo. e de que só lograremos alcançar a vitória sobre nós mesmos e sobre todas
ção, ao dizer, percebendo a grandiosidade do tempo e do templo em que vivemos, que é o universo, que Deus habita a tudo e todo. e de que só lograremos alcançar a vitória sobre nós mesmos e sobre todas as demandas que se nos apresentam se fizermos como Olava Bilac diante do materialista e diante daquele que era o espiritualista conectado consagrado. O materialista diz: "Ora, dizereis ouvir estrelas, certo? Tu perdeste o senso. Eu vos direi, no entanto, que para ouvi-las, muita vez desperto e abro a janela pálido de espanto, e contemplamos a noite inteira o pário que se abre. E quando surge o sol saudoso em pranto, ainda procuro as estrelas no céu deserto. Rocado amigo, que conversa com elas? Que sentido tem o que diz quando estão contigo? Direi: Amai para entendê-las. Pois só quem ama pode ter ouvido, capaz de ouvir e entender estrelas. Gratidão.
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