PÃO DA VIDA - Márcia Sirotheau [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Bom dia, meus amigos. Sejam muito bem-vindos ao nosso momento de harmonização da comunhão espírita de Brasília. Eu sou a Márcia e trago para todos nós hoje uma reflexão a respeito do pão nosso de cada dia. Antes eu gostaria de convidar a todos para que nós nos uníssemos e fizéssemos uma breve prece, breve, mas com os nossos corações envolvidos nessa nossa ideia de conexão com o mais alto. Então vamos pedir a Deus, nosso pai, a Jesus nosso mestre, que nos abençoe nesse instante. Mestre querido, aqui estamos nesses minutinhos em que paramos um pouquinho as nossas atividades e procuramos nos harmonizar, nos reequilibrar. Te pedimos, Senhor, as forças necessárias para continuar a nossa jornada, cada vez com maior consciência de nós mesmos, cada vez fazendo escolhas mais saudáveis e melhores para a construção da nossa própria felicidade que já aprendemos, Senhor. Vem do nosso equilíbrio, da nossa capacidade de amar, da nossa capacidade de perdoar. Por isso, Jesus, nós te pedimos, nos abençoa nesses nossos esforços e nos dá a tua permissão e a tua proteção para o início da nossa atividade de hoje. Graças a Deus, meus amigos, o nosso tema de hoje é um tema que nos é proposto pelo espírito Ramed no livro Pão da Vida e ele vem nos dizer justamente sobre esse pão que nós buscamos. esse pão que nós necessitamos para o nosso reequilíbrio. E ele começa fazendo um estudo sobre um trechozinho do evangelho que nos é trazido pelo espírito George e que se intitula Cuidar do Corpo e do Espírito. George, um espírito protetor, traz essa mensagem em Paris em 1863. E ainda é para todos nós uma mensagem muito atual, é uma mensagem muito bonita. E o espírito Ramed pega um trechozinho dessa mensagem para nos convidar para essa reflexão. E esse trecho diz assim: "Amai pois a vossa alma, mas cuidai do corpo, instrumento da alma, desconhecer as necessidades que lhe são que são indicadas. pela própria natureza é desconhecer a lei de Deus. Então, o espírito George nos convida a esse trabalho de equilíbrio entre o
umento da alma, desconhecer as necessidades que lhe são que são indicadas. pela própria natureza é desconhecer a lei de Deus. Então, o espírito George nos convida a esse trabalho de equilíbrio entre o nosso corpo e a nossa alma. Ou nós podemos pensar entre as necessidades do nosso corpo e as necessidades da nossa alma. E é interessante porque nós no nosso dia a dia, nós às vezes estamos naquela correria, aquela aquela confusão mesmo do das tarefas diárias e nós muitas vezes vamos vivendo automaticamente. Mas se a gente esquecer, por exemplo, de se alimentar, vai passar um tempinho e a gente se tiver muito ocupado, não vai nem reparar. Mas daqui a pouco vai apertar assim aquela fome e nós vamos nos lembrar de atender a uma necessidade fisiológica nossa que é a alimentação. E com a nossa alma acontece algo muito parecido, mas que é mais sutil. a gente não percebe de uma maneira tão clara como, por exemplo, percebemos uma fome, uma sede. As necessidades da nossa alma também nos provocam um desconforto. E esse desconforto aparece muitas vezes como uma falta de sentido, como uma espécie de angústia, como um vazio que nós experimentamos. é o nosso espírito nos pedindo o pão do espírito, que a gente se alimente de atitudes, de pensamentos, de relações que sejam para nós nutritivas, que nos façam bem no sentido melhor dessa palavra, no sentido de não nos trazer aquele bem imediato que muitas vezes nós confundimos com a satisfação de uma necessidade, de um desejo. Não é desse bem que o Cristo nos falou quando ele nos ensinou a pedir ao Pai: "Dai-nos o pão nosso de cada dia." É o bem maior para o nosso crescimento espiritual. A Med nos fala então nessa lição, pão da vida, que nem só de pão vive o homem, mas sobretudo da palavra de Deus. Essa é uma citação que está em Mateus, capítulo 4to, versículo 4to, e que vem nos lembrar, nos nos propor uma reflexão a respeito dessa relação tão profunda entre o que seria o pão da vida e o que seria o pão de trigo, a comida mesmo. Existe uma
lo 4to, versículo 4to, e que vem nos lembrar, nos nos propor uma reflexão a respeito dessa relação tão profunda entre o que seria o pão da vida e o que seria o pão de trigo, a comida mesmo. Existe uma relação entre ambos, porque Jesus disse que nem só de pão o homem vive, mas da palavra de Deus. essa palavra que nos alimenta. A palavra não apenas no sentido de nós buscarmos um livro ou de nós estudarmos o evangelho, mas de nós nos alimentarmos dessa palavra. Por quê? Se eu apenas leio aquele livro ou estudo aquela mensagem e até desfruto daquele momento, vamos supor uma palestra em que a gente esteja aqui como hoje nessa nossa conversa, reunidos para fazer uma pausazinha e pensar sobre o que o Cristo nos trouxe, por mais que a gente faça essa pausa, isso é a ingerir parcialmente esse alimento, mas para que eu possa realmente aproveitar esse alimento, eu preciso fazer com que essas lições que eu aprendo tenham sentido no meu dia a dia, ou seja, colocar em prática aquilo que eu estou lendo e aí refletir como que isso pode melhorar o meu dia a dia, em que isso me serve, em que isso me ajuda a conquistar aquela base que eu tanto almejo. Tive que pegar aqui meu relógio que caiu, gente. Desculpa, mas é que eu precisava ficar atenta ao nosso horário, né? Então, é essa, esse colocar em prática que significa realmente nós nos deixarmos alimentar por esse pão da vida. A média nos fala nessa lição que quando nós nos referimos ao pão de trigo, falamos do alimento físico, né? Claro, mas que entre o corpo e a alma existe uma intercomunicação. Ele vai nos falar que é como se fosse uma via de mão dupla. O que quer dizer isso? Que o meu corpo influencia no meu espírito e o contrário também. A vida material vai repercutir na minha vida espiritual e vice-versa. Ou seja, o alimento material vai impactar no meu estado de espírito. Claro, é só a gente ver alguém com fome, gente, fica nervosa. Eu mesmo fico, fica um pouco agitada, malumorada. Claro, um está impactando no outro. E muitas vezes
i impactar no meu estado de espírito. Claro, é só a gente ver alguém com fome, gente, fica nervosa. Eu mesmo fico, fica um pouco agitada, malumorada. Claro, um está impactando no outro. E muitas vezes a gente está ali com um corpo bem cuidado, bem nutrido, mas estamos esquecendo do nosso alimento espiritual. Muitas vezes nós nos esquecemos da nossa real condição. E qual é a nossa real condição? Nós somos um espírito imortal temporariamente encarnados em um corpo de carne, que é para nós um instrumento de progresso, que é para nós um instrumento para que a gente possa construir a nossa felicidade. Porque quando a gente fala assim: "Ah, progresso espiritual fica tão amplo, o que que é progresso espiritual?" Mas quando eu penso, não, a cada avançozinho que eu faço, eu vou como que colocando um tijolinho na construção da minha felicidade, porque domando as nossas mais inclinações, porque superando a nós mesmos, a gente vai pouco a pouco construindo aquela paz que a gente tanto quer, que é aquela paz que o Cristo nos deixou quando ele falou que nos dava a paz dele. Essa paz é maravilhosa, é uma herança nossa que decorre de sermos filhos de Deus. Mas essa paz, ela não nos dada de presente à toa do nada. Ela precisa ser conquistada a cada dia por nós. E para que a gente conquiste essa paz, essa felicidade, precisamos estar, meus amigos, muito, muito vigilantes e muito atentos a nós mesmos, às nossas próprias reações diante do que nos acontece, que que eu tenho pensado, de que eu tenho me alimentado. Então, quantas vezes a gente tá assim num momento de tristeza porque tá passando por alguma coisa grave, aquilo ali faz sentido para nós? Se, claro, experimentar aquela tristeza, mas quantas vezes eu me deixo envolver naquelas vibrações de uma maneira muito prolongada ou sem opor qualquer resistência àquele sentimento que acaba me dominando. Se nós estamos experimentando uma dificuldade, é natural que nós registremos os sentimentos que aquela dificuldade provoca em nós, que a gente
uer resistência àquele sentimento que acaba me dominando. Se nós estamos experimentando uma dificuldade, é natural que nós registremos os sentimentos que aquela dificuldade provoca em nós, que a gente reconheça o que tá sentindo é natural. e é saudável. Mas quantas vezes eu me deixo ali meio que entregar aquele sentimento? como se eu pudesse, como se fosse uma opção para mim, desistir de buscar a minha própria felicidade, desistir de buscar o meu equilíbrio. Então, precisamos nessas horas perceber que o que nós sentimos é como se fosse uma fome. É a fome do espírito. Não é aquela fome que um pedaço de pão, que uma boa macarronada pra gente trazer pro nosso dia a dia, vai nos ajudar. Mas é aquela fome de sentido da vida em que eu vou descobrir esse sentido. Eu vou me alimentar a partir do momento em que eu amplio um pouquinho a minha capacidade de percepção de mim mesma, que eu me vejo como um espírito encarnado momentaneamente para ter algumas experiências que são necessárias para o meu progresso. Não sou essa pessoa com essa idade X nesse determinado tipo de corpo. Eu sou muito mais. Eu estou experimentando essa condição para que essa experiência me enriqueça, mas daqui a pouco essa experiência acaba e eu parto em direção a outra experiência sem o corpo de carne e depois eu parto em relação a uma outra experiência ainda novamente contando com a bênção de um corpo de carne e assim nós vamos evoluindo, nos encontrando com essas ou aquelas companhias. Então, Ramed nos fala nessa lição, Pão da Vida, que a alma se reflete no corpo e vice-versa, que é como se fosse uma uma via de mão dupla. E que a gente fique muito atento aos sinais, porque nós somos essa plenitude, corpo espírito. Não adianta eu só cuidar de um, esquecer de outro, do outro. Não adianta eu só viver a pegar a matéria como se ela fosse tudo para mim, como se eu fosse a matéria. Não adianta. E não adianta eu achar que eu sou só um espírito e esquecer dos cuidados que eu preciso ter com esse corpo, porque ele é
téria como se ela fosse tudo para mim, como se eu fosse a matéria. Não adianta. E não adianta eu achar que eu sou só um espírito e esquecer dos cuidados que eu preciso ter com esse corpo, porque ele é um instrumento para o meu trabalho, para o meu crescimento. Então é interessante que quando nós vamos aqui à lição que inspirou Ramed no Evangelho, que é cuidar do corpo e do espírito, o espírito George vem nos falar que quantas vezes nós acabamos castigando o nosso corpo por conta de alguma coisa que a gente não tá muito satisfeito. Então, quantas vezes a gente, sei lá, tá chateado com alguma coisa, tá chateado porque, bom, isso era muito comum no passado, né? como quando a gente eh ia atrás de penitências e tal para mortificar o corpo, achando que a gente estava dessa maneira purificando o espírito. Mas quantas vezes a gente tá chateado com alguma coisa e a gente não dá atenção pro nosso corpo que é sagrado e a gente acaba descuidando às vezes de da nossa alimentação, de medicações que a gente pode, precisa tomar, porque a ciência já avançou a um ponto em que conseguimos ter esse amparo das medicações para o estabelecimento da nossa saúde, nos lembrando que a saúde ela sempre de dentro para fora. A medicação sempre nos traz um alívio, mas só nós somos os responsáveis pela nossa cura. E quando nós falamos em cura, falamos das da cura das nossas das nossas enfermidades do corpo, mas sobretudo das nossas enfermidades morais, porque são elas que vão se refletir no corpo, porque essa via de mão dupla, como Ramed nos falou, então ele nos diz que a vida plena é como essa essa via de mão dupla. Muitas vezes não é proibida a ultrapassagem, mas é preciso observar os conjuntos de sinais luminosos, visuais e acústicos utilizados como meio de comunicação. O que que ele quer dizer com isso? que nós estejamos atentos, que sejamos observadores, preocupados com nós mesmos, com nosso estado, que a gente possa, às vezes a gente tá num momento em que estamos nos levando, deixando levar por desequilíbrio. Eu tô
atentos, que sejamos observadores, preocupados com nós mesmos, com nosso estado, que a gente possa, às vezes a gente tá num momento em que estamos nos levando, deixando levar por desequilíbrio. Eu tô toda hora raivosa no trabalho e todo toda hora reclamando e malmorada. E daqui a pouco aparece um sinal desses queed nos fala, luminosos, visuais, acústicos, de repente é uma dorzinha no estômago que não passa, é alguma coisa, eu vou lá e tomo um remédio para resolver. Mas esa aí, aquela dor, ela é um sinal de algo mais. Nesse exemplo que eu citei, é um sinal do meu próprio desequilíbrio. Ora, se eu tô toda hora me envolvendo ali em vibrações de raiva, de rancor, de pessimismo, como é que eu quero que meu corpo reaja? Como é que eu quero me sentir bem? Não tem como. Uma hora ou outra vai aparecer um sinalzinho e ainda bem que aparece esse sinalzinho, porque é isso que vai me fazer parar um pouquinho, pensar e olhar, pera aí, da onde vem isso? Por que que eu tô sentindo dessa maneira? É uma dor de cabeça, é uma dificuldade de dormir, né? E eu preciso estar atenta o que que eu estou emitindo em termos de sentimentos, de pensamentos, de vibrações. Às vezes a gente tem até consciência do que nós andamos falando por aí. Às vezes nós podemos ter essa consciência. A gente para, faz uma reflexão e faz uma autocrítica. Mas nós temos consciência real do que nós estamos pensando ou sentindo, ou a gente apenas se deixa atropelar por aqueles sentimentos sem se dar conta da direção que nós estamos imprimindo a nossa própria existência. Porque é isso que nós fazemos quando nós estamos pensando, sentindo, nós estamos sempre diante de uma possibilidade de escolha. O pensamento é bom. Que ótimo. Eu escolho perpetuar esse pensamento. O pensamento é negativo, faz parte também. É o nosso nível evolutivo. Qual a minha escolha diante daquele pensamento? É perpetuá-lo? É colocar fermento para que ele vá crescendo? Ou é procurar trabalhar esse pensamento substituindo por outro que eu entendo. Escolho que é
ual a minha escolha diante daquele pensamento? É perpetuá-lo? É colocar fermento para que ele vá crescendo? Ou é procurar trabalhar esse pensamento substituindo por outro que eu entendo. Escolho que é mais saudável, que é mais eh benéfico para mim. Então, meus amigos, Ramed nos lembra que nem só de pão vive o homem. E ele propô então que a nós entendamos essa lição de Jesus tendo a percepção que as coisas que ele vai dizer do céu ou as coisas espirituais são até muito mais importantes que as coisas da terra, porque são a nossa porque representam a nossa realidade. Nós somos espírito num corpo de carne e não o corpo de carne que, ah, por acaso tem o espírito. Então, precisamos cuidar do corpo e a da alma e assim termos a qualidade de vida e assim irmos cultivando o nosso bem viver. E ele prossegue nos dizendo assim, que de forma figurada podemos dizer que a prudência e a cautela são necessárias quando se envolvem corpo e alma nos conflitos da existência humana. podemos mudar o nosso destino para pior ou para melhor, de acordo com os nossos atos e atitudes. Então, isso que ele nos fala aqui no final é extremamente rico, porque ele chama a nossa atenção para a nossa responsabilidade. O nosso destino está nas nossas mãos. É interessante porque ontem eu fazia um estudo de uma outra obra do Hamed As Dores da Alma. É um livro belíssimo, tem também os Prazeres da Alma, outro livro belíssimo. Mas ontem eu fazia um estudo sobre a nossa responsabilidade no livro Dores da Alma. E é muito interessante porque a média, já que nós estamos falando dele, vai nos dizer que nós que somos nós mesmos que fazemos os nossos caminhos. É o que ele diz aqui, que nós fiquemos atentos porque podemos mudar o nosso destino para pior ou para melhor, de acordo com os nossos atos e atitudes. Poderíamos dizer também pensamentos. Nós podemos mudar o nosso próprio destino. E nessa obra Dores da Alma, que eu trago como uma ajuda para que a gente possa entender melhor essa lição, ele vai nos dizer que somos nós mesmos que fazemos
Nós podemos mudar o nosso próprio destino. E nessa obra Dores da Alma, que eu trago como uma ajuda para que a gente possa entender melhor essa lição, ele vai nos dizer que somos nós mesmos que fazemos os nossos caminhos e depois os denominando os denominamos de fatalidade. O que ele quer dizer com isso? que nós estamos o tempo inteiro escolhendo. Nós escolhemos a natureza das provas que nós queremos experimentar através das nossas ações. Então, nessa determin nesse meu determinado momento, de acordo com o que eu faço, de acordo com a maneira que eu me relaciono com o outro, eu estou escolhendo a natureza das provas que eu terei que experimentar no futuro para que eu possa me reconstruir. Eu estou escolhendo as facilidades que eu posso experimentar e também as dificuldades através dos meus pensamentos. sentimentos e atos. Nós estamos sempre escolhendo de que maneira nós queremos nos relacionar com o outro. E quando nós falamos maneira com que podemos nos relacionar com outro, nós englobamos a nossa relação com os nossos filhos, com os nossos cônjuges, com com os pais, com os colegas de trabalho. Qual é a relação que eu quero ter? Aí a gente pode falar: "Ah, não é bem assim não, porque muitas vezes a escolha não tá em mim, às vezes o outro determina como eu ajo." E isso, meus amigos, é um sintoma da nossa imaturidade, porque na hora que eu deixo que o outro determine como eu ajo, eu estou me eximindo, tirando o corpo fora da responsabilidade que é minha de escolher como eu quero agir diante dessa determinada circunstância que eu estou experimentando. Seja essa circunstância algo que vem da relação com o outro, seja essa circunstância uma circunstância física, por exemplo, algo que o meu próprio corpo experimenta e que, claro, repercute na minha na minha alma, que eu sinto de alguma maneira dentro, né, da do do meu espírito imortal. Vamos pensar, por exemplo, numa situação de uma enfermidade. Como eu escolho me relacionar com aquela enfermidade que eu estou experimentando?
alguma maneira dentro, né, da do do meu espírito imortal. Vamos pensar, por exemplo, numa situação de uma enfermidade. Como eu escolho me relacionar com aquela enfermidade que eu estou experimentando? Como eu escolho me relacionar com aquela circunstância social, eh, econômica que eu tô ali experimentando? É um problema que eu cai no cheque especial, que eu tô ali numa situação financeira complicada, como é que eu vou me relacionar com essa situação? com desespero, com vitimismo ou eu vou me relacionar com confiança, com vontade de vencer, com determinação. Podemos sempre escolher. E é disso que ele nos fala quando nos orienta dessa maneira. Podemos mudar o nosso destino para pior ou para melhor de acordo com os nossos atos, de acordo também com as nossas crenças. Quais são as crenças que me determinam? crenças que muitas vezes estão ali em nós de uma maneira inconsciente. Por exemplo, quando eu tenho certeza absoluta que vai dar tudo errado, é uma crença que está me determinando. Então eu posso, na medida em que eu tomo consciência daquela minha crença, começar a trabalhar aquilo ali dentro de mim. E aí eu vou mudando a minha realidade. Aí eu vou mudando o meu próprio destino. Ah, da noite pro dia. Claro que não. São ações sucessivas que nós vamos escolhendo adotar para nós. Maneiras de enxergar a vida que eu vou escolhendo cultivar. E por isso ele nos diz: "Atenção, alerta! Sejamos cuidadosos na ultrapassagem pelas estradas da vida. que possamos estar sempre muito atentos às nossas reais necessidades, ao que realmente me alimenta e não irmos em busca de soluções que parecem para nós ali adequadas, mas que muitas vezes estão só agravando o nosso problema. Precisamos desse alimento espiritual que é absorvido por nós na medida em que nós nos permitimos o contato com essas lições maravilhosas do evangelho, que sejam através de livros, de palestras, de filmes, de conversas, de observar a natureza e que essas lições possam ser por nós digeridas para que aquele alimento espiritual realmente
s do evangelho, que sejam através de livros, de palestras, de filmes, de conversas, de observar a natureza e que essas lições possam ser por nós digeridas para que aquele alimento espiritual realmente chegue onde ele precisa. prisa chegar para que esse alimento realmente possa me fortalecer, para que eu possa seguir adiante. Meus amigos, eu agradeço muito a vocês por esse momento, por estarmos juntos nesse nessa nossa harmonização e convido a todos para o passe virtual que virá em seguida. Fiquem todos com Deus e uma excelente tarde. Também finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de [música] maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam
amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
A CRUZ DO CRISTO - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
O OBJETIVO DO ESPIRITISMO - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
EM ESPÍRITO E VERDADE - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
QUEM SOU EU? - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
O REINO DE DEUS - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
QUEM SOU EU? - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
BUSCAI E ACHAREIS - Anete Vidal [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Anete Vidal
NATAL, JESUS NASCEU. E EU? - Cláudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Claudia Piva