A CRUZ DO CRISTO - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 09/01/2026 (há 2 meses) 44:41 275 visualizações

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Transcrição

Amor [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigada. [música] Espírita de Brasília. >> Boa tarde, amigos. Que a Doce Paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos assistindo, vamos começar esse nosso momento que é a palestra das 18 horas. É a família das 18, né? A gente acostumou já, mas eu acho que ainda tem muita gente viajando, né? Aproveitando, descansando, mas nós estamos aqui, nós estamos esperando por eles, né? Bom, vamos fazer uma leita, uma breve leitura desse livro. Vigiai e orai. É do Carlos Batelli pelo irmão José, o espírito irmão José. Criar oportunidades. Esquematiza as tuas prioridades e não deixes para depois as coisas essenciais. Não absolvas todo o tempo com questões sem relevância para a tua felicidade. Coisas e objetos não são mais importantes que pessoas. Problemas materiais que representam mais ou menos dinheiro para o teu bolso podem ser adiados. Nada mais importante que o investimento da paz. Sacrifica os seus interesses imediatos ao que te proporcionará alegria duradoura. Os que te amam carece mais de tua presença do que do teu talão de cheques. As tuas dádivas amoedadas nunca te substituirão no carinho que deves aos teus. Aprende a criar oportunidades de estar com os que te alimentam o espírito e se constitui no teu ponto de referência moral na vida. Ó, criar oportunidades, né? A gente fez uma listinha, né, para poder ver o que que a gente vai fazer esse ano e já tá isso aqui pode ir pra nossa listinha, criar oportunidades, né? Bom, amigos, vamos fazer a nossa prece, elevando nossos pensamentos, nosso coração a Jesus em agradecimento pelo dia de hoje, pelas oportunidades que ele tem sempre nos presenteado para o nosso crescimento. Agradecendo ao Pai também pelo dom da vida, essa vida tão rica, tão maravilhosa, tão bonita, né, de grandes oportunidades, seres tão perfeitos como somos, né, constituído de um físico perfeito, de oportunidades justas à nossas necessidades. Então, por tudo isso, nós agradecemos,

, tão bonita, né, de grandes oportunidades, seres tão perfeitos como somos, né, constituído de um físico perfeito, de oportunidades justas à nossas necessidades. Então, por tudo isso, nós agradecemos, mas sempre rogamos que a doce paz deles esteja no nosso caminho, nos ajudando, nos intuindo para que nosso crescimento seja um crescimento dentro da paz e do bom, do amor e do bom senso de cada um. Que é doce paz, se fica faça presente hoje e sempre. Bom, nós temos hoje a Márcia Cirotô que vai falar sobre a cruz do Cristo, né? Então, tá com ela a palavra. Meus amigos, boa tarde a todos. Boa tarde as crianças que estão aqui. Que coisa linda. Esse auditório sempre fica mais bonito quando tem criança. Vocês sabem, né, que o coração de criança tem uma energia muito linda e que beneficia nós todos aqui. Então, nós vamos falar hoje sobre essa lição que nos traz Vinícius no livro Em torno do Mestre e que se chama A Cruz do Cristo. É interessante porque nós viemos um momento de Natal, Ano Novo, né? Em que a gente deseja uns aos outros muita paz, muita saúde, né? Ainda agora eu encontrei os amigos ali na frente. Feliz 2026, muitas bênçãos, tudo de bom. Isso tem um pouco a ver com a mensagem que a Rute leu no começo da gente procurar construir a nossa felicidade, fazer escolhas que nos ajudem, porque nós queremos. E nós merecemos ser felizes. Nós queremos ter paz e a gente merece ter essa paz. Só que essa paz ela não é dada para nós de graça. Ela depende de um trabalho nosso que precisa ser feito e que tem muito a ver com essa lição que nos traz Vinícius sobre a cruz do Cristo. Vocês lembram daquela passagem do Evangelho de Jesus quando Jesus fala assim: "Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me." Foi o que Jesus disse. E aí Vinícius traz essa passagem para nos convidar a pensar, mas que cruz é esse? É essa que o Cristo pediu, que a gente tinha que carregar essa cruz. Então veja o que que ele nos falou. Quem quiser vir após mim, primeira coisa, a gente tem

s convidar a pensar, mas que cruz é esse? É essa que o Cristo pediu, que a gente tinha que carregar essa cruz. Então veja o que que ele nos falou. Quem quiser vir após mim, primeira coisa, a gente tem que querer. A gente pode não querer. A gente pode estar com o nosso coração ainda adormecido, pode estar distraído com as coisas do mundo e não tá ligando muito para isso, não entender que Jesus veio nos trazer um roteiro de paz, um presente, mas às vezes a gente não tem ainda aquele aqueles olhos de ver esse presente. Então, a primeira coisa que Jesus falou, o nosso livre arbítrio, quem quiser, bom, se a gente quer, né, a gente já tá aqui reunido, tentando estudar, tentando buscar um pouco dessa paz e dessa alegria. Então, a gente quer, já estamos no caminho. Então, ele diz: "Negue-se a si mesmo". O que que é se negar? Será que é o não me dar valor, não pensar no que eu preciso? Quando ele fala pra gente negar a si mesmo, ele diz no sentido do nosso ego, que é aquela parte da nossa personalidade, em que a gente vai buscar assim a satisfação imediata, o prazer imediato. É aquela parte ainda infantil que a gente traz dentro da gente, muito necessária, mas nós somos mais que esse ego. Nós somos esse eu imortal que trazemos outras personalidades de outras vidas, que temos necessidades que são mais concretas do que aquelas básicas do ser humano, comer, dormir, enfim, muito mais do que isso. e que são necessidades essenciais que a gente a gente às vezes a gente não vê, que são aquelas que nós precisamos executar ou como disse a mensagem, aquilo que a gente precisa vigiar para que a gente possa ir se reconstruindo. Então, negar a si mesmo é no sentido de me negar aquela aquela busca do prazer imediato. Eu só vivo para minha satisfação imediata. Só importa eu, depois eu e depois eu. Isso é o negar-se a si mesmo. É sair desse modelo e entender que nós somos mais do que esse eu que quer se satisfazer ali nas pequenas coisas. E aí Jesus fala: "Tome sua cruz e siga-me". Só ação que

. Isso é o negar-se a si mesmo. É sair desse modelo e entender que nós somos mais do que esse eu que quer se satisfazer ali nas pequenas coisas. E aí Jesus fala: "Tome sua cruz e siga-me". Só ação que ele pede pra gente, né? que a gente queira, que a gente vá, que a gente pegue essa cruz e que a gente siga. E a gente pode entender essa cruz como sendo tudo aquilo que a gente traz no coração. Que que tem no nosso coração? Tem coisa boa? Claro que tem. A gente tem muitas conquistas de várias existências, de vários momentos dessa vida mesmo, em que a gente aprendeu uma lição, em que a gente foi ali se superou, que a gente deu um passinho de luz. são as nossas conquistas, fazem parte da nossa cruz e tem as nossas dificuldades, os conflitos que a gente traz, muitos dos quais a gente não consegue ainda olhar para eles porque nem percebeu que eles estão aí, não é isso? Então, que a gente tome todas as nossas circunstâncias, a gente do jeito que a gente é, e a gente siga esse Cristo que nos convida, então, a uma vida de felicidade, de paz e de tranquilidade. Mas aí, Vinícius vem nos chamar atenção. Tem aí uma incompatibilidadezinha entre o nosso interesse próprio, que a gente poderia falar que são essas esses anseios do ego, esse nosso interesse imediatista e a causa do Cristo são um pouco incompatíveis, porque na hora que eu tô só focada nas minhas necessidades imediatas, eu tô envolvida por uma uma visão ainda muito egoísta, muito pequenininha da situação. E a causa do Cristo é uma causa ampliada, nos convida a gente ver além da gente mesmo. Não é esquecer de mim para ver o outro, não. Porque isso aí não é amor, né? Ele falou que a gente deveria amar o próximo como a gente mesmo. Então, é me olhar com muito carinho, além daquela minha necessidade imediata, me olhar como um espírito imortal em lutas sucessivas aqui na terra para alcançar a própria paz e pensar o que que eu preciso escolher, que caminhos eu preciso seguir, trazer essa reflexão pra nossa consciência ao invés de agir automaticamente, como a

as aqui na terra para alcançar a própria paz e pensar o que que eu preciso escolher, que caminhos eu preciso seguir, trazer essa reflexão pra nossa consciência ao invés de agir automaticamente, como a gente às vezes age. Então, meus amigos Vinícius fala assim: "Para que não haja assim compatibilidade entre o meu interesse e a causa do Cristo, eu preciso renunciar algumas coisinhas aí que estão atrapalhando. Tem umas pedrazinhas no caminho que elas precisam ser retiradas. Que pedrainhas são iss? Que quer renunciar para o cristão? Engraçado, porque na hora que a gente vê a palavra renunciar, a gente pensa assim: largar a mão, deixar para lá, né? É uma coisa ali que eu tô desistindo de algo. Parece uma atitude de não agir. E Vinícius fala muito pelo contrário, renunciar para o cristão não é uma indiferença, não é uma minestra, não é, ah, Jesus, cuida de mim, né? Deixa como é que tá para ver como é que fica. Não é isso, é ao contrário. É uma força moral capaz de colocar a justiça e a verdade acima de todos os interesses. Então, quando nas minhas situações concretas da minha vida, o que que é isso? eu ter aquela vontade, aquela firmeza de caráter para pensar assim, bom, nessa situação que se apresenta, como a demissão de um funcionário, por exemplo, né, que a gente tava conversando, o que que é o certo fazer, eu colocar acima do meu interesse pessoal a minha noção de justiça, de verdade? Ah, a minha noção, ela é maravilhosa, absoluta? Claro que não, porque eu tô evoluindo, mas é um entendimento que eu já consigo ter. Então, a gente ter esse compromisso com a gente mesmo de agir de acordo com a nossa consciência, de fazer o que é certo. Então, colocar a justiça e a verdade acima dos interesses, acima das cobiças. Ah, mas eu quero, se eu fizer isso, eu vou me dar mal e eu vou deixar de ganhar aquilo ali que eu tô visando ali na frente. Não é colocar acima. é a gente agir de uma maneira ética, dando prioridade ao que a gente realmente acredita como certo. A cobiça às vezes vai atender ao meu interesse do

eu tô visando ali na frente. Não é colocar acima. é a gente agir de uma maneira ética, dando prioridade ao que a gente realmente acredita como certo. A cobiça às vezes vai atender ao meu interesse do ego. E Vinícius não falou que às vezes fica incompatível o interesse imediatista com a causa do Cristo. É isso. é renunciar em prol de um entendimento mais amplo das minhas reais necessidades e não apenas procurar satisfazer uma vontade, um capricho meu, um prazer que eu quero ter, é ver um pouquinho além, renunciar a colocar a verdade, a justiça acima das prerrogativas e até mesmo acima da própria vida. Então, vejam que o tomar a sua cruz é essa maneira de nós conduzirmos a nossa vida, é essa mudança de lente que nós somos chamados a fazer em relação à nossa própria observação dos nossos fatos do cotidiano, do dia a dia. É colocar uma lente que vai me ajudar a escolher. A gente escolhe o dia inteiro. A gente tá aqui porque a gente escolheu, né? chuvinha, podia estar em casa, né? às vezes comendo uma pipoca, vendo a Netflix, a gente escolheu tá aqui. Foi uma escolha que nós fizemos porque a gente quer algo mais do que simplesmente ficar na inércia, no comodismo. Então, Vinícius, lembra que Paulo lá na a carta aos Filipenses, Paulo falou dos inimigos da cruz do Cristo, quando ele fala assim que tem muita gente, muitos dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. Paulo dizia pros filipenses, olha, tem muitos que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição, ou seja, viver pro imediatismo, cujo Deus é o ventre. Que Deus que é esse que é o ventre? Que que Paulo dizia? São os prazeres terrenos. É não só o encher a barriga mesmo, como a gente ficar em busca das satisfações materiais e cuja glória é para a confusão deles que só pensa em coisas terrenas. Ou seja, ele vem falar, tem muitos entre nós, né? E nós às vezes estamos incluídos, dependendo do dia que a gente tiver, em que às vezes a gente deixa de ter essa perspectiva de um olhar mais

errenas. Ou seja, ele vem falar, tem muitos entre nós, né? E nós às vezes estamos incluídos, dependendo do dia que a gente tiver, em que às vezes a gente deixa de ter essa perspectiva de um olhar mais amplo e a gente só se preocupa com a nossa satisfação imediata. E isso é ser inimigo da cruz. E aí, Vinícius vai dizer pra gente assim: "Ess indivíduos que Paulo falava, eles até talvez fossem admiradores do Cristo, como nós somos. A gente admira, a gente pensa: "Meu Deus do céu, que ser maravilhoso, que amorosidade, que exemplo a gente admira o Cristo." Mas a pergunta que ele nos faz é: a gente admira a cruz do Cristo? A gente admira os sacrifícios que eu sou convidada a fazer para que eu possa seguir esse caminho. Aí nós esbarramos naquela situação em que nós somos naturalmente levados a procurar o nosso comodismo. É o tal da tal da como é que se diz? Zona de conforto, não é assim? A gente não quer sair da zona de conforto, é esse comodismo. Então, ser adversário da cruz é ser também adversário do Cristo. Não é que a gente tá brigando com Jesus na hora que a gente tá no comodismo, mas a gente está deixando de seguir o caminho que ele indicou. Então, a gente não tá no caminho dele, a gente tá no caminho da estagnação, da inconsciência, do sono. E todos nós já estamos no momento em que precisamos despertar, precisamos trazer pro nosso dia a dia essa indagação. O que que é o certo fazer? O que que é eu assumir as minhas responsabilidades e fazer não o que Jesus faria? Porque eu acho que isso é tão complicado, né? Não sei que que vocês acham, mas quando a gente fala assim: "Ah, vou fazer o que Jesus faria". Gente, eu vou falar para vocês, eu não dou conta. Eu tenho certeza que em 99,999 da da por das vezes na minha vida, Jesus faria muito diferente, muito melhor do que eu. Mas que eu possa pelo menos fazer o que que eu acho que é certo ou que eu possa usar aquela dica que Jesus nos deu pra gente saber se tá no caminho certo ou errado. Pera aí. Se fosse comigo, como é que eu queria que o outro

enos fazer o que que eu acho que é certo ou que eu possa usar aquela dica que Jesus nos deu pra gente saber se tá no caminho certo ou errado. Pera aí. Se fosse comigo, como é que eu queria que o outro agisse? E aí nós temos já um bom norte para seguir. Não há cristianismo sem cruz, nos diz Vinícius. Essa cruz é a renúncia, como ele já falou, são as dificuldades, são os sacrifícios. Que que é o sacrifício? lá o sofrimento. Quanto mais melhor vou sofrer. Não é isso que é sacrifício. Se a gente vai lá na raiz da palavra, vê da onde ela vem e o significado dela, sacrifício é tornar algo sagrado. Então, diante das nossas dificuldades, quando eu procuro tornar aquela dificuldade sagrada, o que que é tornar sagrado? É usar aquilo para eu me aproximar de Deus. é tornar sagrado. A gente pode tornar o olhar uma flor aqui na comunhão tem tanta linda ali, tanta rosa, né? Tornar aquela admiração algo sagrado, porque eu uso aquela situação para me conectar com o mais alto. A gente pode usar uma dificuldade, uma dor para tornar sagrada alguma coisa. Quando eu paro e penso: "Meu Deus do céu, o que que eu tenho que aprender? Que que essa situação veio me ensinar? Por que que eu tô passando por isso? Qual é o proveito que a minha alma imortal precisa tirar disso aí que eu estou vivendo e que só eu tenho recurso para enfrentar aquela situação? Isso a tornar sagrado. E aí Vinícius nos lembra: "Olha, não tem esse negócio da gente achar que a religião é aquela região da moleza". Ele não fala assim, vou dizer daqui a pouco como é que ele fala. Ele fala muito mais elegantemente do que eu tô falando. Mas não tem esse caminho fácil do, ah, eh, vou vou fazer assim, assim, Deus vai me dar isso ou aquilo, ou então eu tô indo na casa espírita, aí agora minha vida é de paz e tranquilidade. Não é. Quantas vezes a pessoa fala assim: "Nossa, eu tô indo lá na na minha igreja ou na comunhão, tanta coisa tá me acontecendo. Nossa, eu fiquei tão doente esses dias, que que será que é?" Foi depois que eu

uantas vezes a pessoa fala assim: "Nossa, eu tô indo lá na na minha igreja ou na comunhão, tanta coisa tá me acontecendo. Nossa, eu fiquei tão doente esses dias, que que será que é?" Foi depois que eu comecei a frequentar ali. Às vezes a gente pode parar e pensar assim também, mas o caminho que nos foi oferecido não é de facilidade, é de ferramentas para o nosso trabalho que vai ser feito por nós e de consolações. Temos muitas consolações quando a gente vê aqueles que já caminharam mais que nós nos falando de uma felicidade que a gente nem de longe sonha, que a gente não imagina. Quando a gente faz, por exemplo, uma prece que a gente se vê envolvido pela espiritualidade maior e a gente fala assim: "Gente, eu tô sentindo uma coisa tão boa dentro de mim, que que é isso?" É essa aventura que nós vamos um dia experimentar à medida que a gente vai evoluindo. Por enquanto, a gente pega só se um gostinho aqui ou troca por lá. É aquela felicidade que a gente sente quando faz alguma coisa boa para alguém. Como é bom isso. São essas pequenas amostras do que nos aguarda à medida que nós formos caminhando. Então, Vinícius, eu falei para vocês que eu ia falar como é que ele fala bonito, né? Que eu falei aqui do jeito mais simplesinho. Olha que lindo ele fala. Religião cômoda e fácil, pronta a moldar-se às veleidades e ao egoísmo humano, não é cristianismo, embora se se rotule. com tal denominação. Então essa toda vez que a gente se aproxima, e eu não tô falando de nenhuma escola religiosa específica, pode até ser o espiritismo, mas na hora que eu me aproximo procurando vantagens, procurando uma vida fácil, não é não é o cristianismo, é o que eu acho que o Cristo pode me dar. Igual nós fizemos naquela época lá de Jesus, quando a gente se aproximou dele e achava que ele ia nos dar o poder, que ele ia ser aqui, os judeus achavam, né, que ele ia ser aquele que ia eliminar o inimigo e que ia me dar prosperidade, paz, tudo a nossa visão equivocada. Mas ainda hoje nós às vezes procuramos assim, quando a

er aqui, os judeus achavam, né, que ele ia ser aquele que ia eliminar o inimigo e que ia me dar prosperidade, paz, tudo a nossa visão equivocada. Mas ainda hoje nós às vezes procuramos assim, quando a gente fala: "Tô fazendo tudo tão certinho, gente, eu vou na comunhão, assisto palestra". Como é que me aconteceu essa coisa? Não acredito. Eu tava com uma doença crescendo dentro de mim e não teve um espírito capaz de me pedir para eu ir pro tratamento eh da sala eh André Luiz e Chico Xavier, né? O tratamento que antigamente nós falávamos escuro, depois físico, espiritual, agora é tratamento integral, né? Eu ainda tô naquela da do cet antigamente, mas enfim, os tratamentos para os nossos corpos físicos que são reflexo do nosso corpo espiritual, que é um reflexo do meu sentimento, da minha vibração, do meu sentimento, né? Então, eh, Vinícius fala assim que em matéria de moral evangélica não vale o rótulo. A gente esquece o rótulo, não vale meu me dizer isso ou aquilo. Tem gente que fala assim, dá até assim um dá um arrepio assim quando eu ouço, não sei se vocês já ouviram falar, a pessoa fala assim: "Eu nasci em berço espírita". Gente, que que é isso? Como se fosse um título ou alguma coisa. Quando a o proveito que nós temos tem a ver com o progresso que o nosso coração fez. Eu tô a 1 ano, há 20 anos, há 100 anos, não importa. Eu usei aquele ensinamento para avançar alguma coisa. Parabéns, estamos no caminho certo. Eu acho que aquilo é um título para me vangloriar. Ô meu Deus do céu, tadinha. não tá vendo o tamanho da vaidade. A tá ali repetindo sem ter a noção. Então vamos ter muito cuidado, porque às vezes a gente se apega em determinada coisa, né? E eu fico pensando que as pessoas que nasceram em famílias espíritas, né, eu não vou dizer para vocês qual é o meu caso, vou deixar na curiosidade, mas às vezes eram aquelas pessoas que mais precisavam de um direcionamento ali desde o começo. Como a gente fala no ditado popular, é de pequeno que se torce o pepino. Às vezes a pessoa teve que vir na rédia

vezes eram aquelas pessoas que mais precisavam de um direcionamento ali desde o começo. Como a gente fala no ditado popular, é de pequeno que se torce o pepino. Às vezes a pessoa teve que vir na rédia curta, sabe lá as dificuldades que aquele espírito trazia. Outras vezes a pessoa não se aproxima de nenhuma religião, mas tem tanta religiosidade no coração, tá tão ligado a Deus que se manifesta através do outro, é uma pessoa tão fraterna que realmente ela não precisa daquele instrumento. Para nós é um instrumento de aproximação com Deus e com nós mesmos. Então não vale essa coisa de rótulo, de aparência, mas vale a gente pensar qual que é a essência, o que que eu tô trazendo para mim. Então Vinícius nos vai falar que a cruz do Cristo para nós é uma coisa muito concreta na nossa vida. Porque a cada passo da nossa vida, a cada momento, essa palavrinha cruz, ela aparece no nosso íntimo, pedindo de nós que que a gente a tome sobre os ombros. Ou seja, a cada momento essa palavrinha se apresenta perguntando para nós qual que é a sua escolha. Você vai me segurar, eu que sou a sua cruz. Você vai me aceitar, você vai me carregar e renunciar às banalidades que estão aí, que você já pode reanunciar, ou você vai me desprezar dando ganho de causa as demandas do nosso egoísmo. Engraçado que a cruz são Opa, bati no microfone para variar. Não tem como, gente. Eu vou, um dia a comunhão vai me pedir indenização e vai tá certo, porque enfim, a cruz não são duas linhas, uma sim e a outra linha cortando a primeira. Engraçado que lembra o quê? Uma encruzilhada, não é? A vem da palavra, vem daí. Não é para nós também um momento de decisão que eu preciso pensar assim: "Para que lado eu vou? Eu escolho fechar os olhos ao que eu tenho aprendido? Eu escolho fechar os olhos a que o Cristo veio me ensinar ou escolho batalhar, porque não é fácil para botar aquilo ali em prática. Aí eu vou consigo uma vez, passa um tantinho, ixe, já fiz errado de novo, mas vamos em frente, vamos seguir. E a gente vai nessa luta

lho batalhar, porque não é fácil para botar aquilo ali em prática. Aí eu vou consigo uma vez, passa um tantinho, ixe, já fiz errado de novo, mas vamos em frente, vamos seguir. E a gente vai nessa luta interna. Por isso que o espiritismo não é uma religião fácil, porque não veio nos falar assim: "Olha, nem o cristianismo, né, não veio nos prometer nada, ao contrário, veio nos mostrar um caminho e nos pedir trabalho, esforço, decisão. Quem que vai decidir? a gente, nós somos os donos do nosso livre arbítrio. Então, Vinícius fala para nós assim, a gente sempre a nossa, a nossa vida ela tá assim inserida nesse grande drama que nós vivenciamos. Ou a gente segue com a cruz, lutando pela justiça e pela verdade, sem nos achar, é claro, os donos da verdade, porque não somos, mas que a gente possa pelo menos agir coerentemente com a verdade que a gente já conseguiu eh vislumbrar, com o melhor senso de de justiça que eu posso ter. Ah, é absoluto? Claro que não. Sou imperfeita. A minha justiça é com aquela J, né? não é minúsculo, é microscópico, de tão pequenininho, mas der a o tanto que a minha consciência conseguiu avançar. Então eu ter a coerência de me ouvir naquele momento e não ouvir só as vontades da minha vaidade, eh da minha cobiça, do meu egoísmo. Não. O que que é certo fazer? Que que eu posso fazer? Não pelo outro, mas por mim. Que que eu posso fazer por mim no sentido de me dar a felicidade que eu mereço? Então, estamos sempre diante desse dilema. Seguimos com a cruz ou sem a cruz? E aí, sem a cruz, pelo interesse, nos deixando orientar pelo interesse e pela hipocrisia. Vinícius fala do século. Ele escreveu esse livro, foi no século passado, né? a gente já tá 2026, mas a gente ainda continua com essa mesma hipocrisia, infelizmente, né? Porque demora muito para que a gente vá tratando essas nossas feridas morais. Então ele diz: "Não vamos vacilar, vamos fazer igual Jesus falou: "Sim, sim, não, não, né? Seja o teu falar: "Sim, sim, não, não, eu quero seguir, eu tô determinada."

ando essas nossas feridas morais. Então ele diz: "Não vamos vacilar, vamos fazer igual Jesus falou: "Sim, sim, não, não, né? Seja o teu falar: "Sim, sim, não, não, eu quero seguir, eu tô determinada." Vejam que não é dizer que a gente não vai falhar, a gente vai falhar. Mas qual que é o nosso norte? Qual que é a nossa direção? Qual que é o meu plano de vida? E aí nós vamos ver que quando a gente olha para Jesus, toda a força que ele tinha, toda a glória que ele tinha, o seu poder vinha da onde? Não vinha dele impor, mas vinha da renúncia máxima que ele se colocou vivenciando o amor como ninguém. vinha do seu sacrifício pessoal, tornando tudo que ele fazia sagrado, inclusive o sacrifício último da própria vida. Vinha da sua energia moral, capaz de triunfar sobre qualquer obstáculo. Aquela energia que nos envolvia de tal maneira que as pessoas ficavam ali sem ação diante, né? É lindíssimo a gente ver a reação de cada um diante do encontro com Jesus, a reação de Saulo, a relação de Emanuel quando era o senador Públos Lentos, né? um momento lindíssimo que tá no livro há 2000 anos, absolutamente nebriados pelo aquele magnetismo amoroso. Então, vinha daí, o poder de Jesus vinha daí e nós andamos atrás de glória, de poder, de riqueza, de sabedoria. Mas Vinícius nos lembra, se a gente quiser seguir o Cristo, a gente precisa renunciar ao falso poder, a falsa glória, a falsa autoridade, a falsa riqueza, ao falso saber do século presente. A o nosso poder não tem a ver com a nossa capacidade de mandar e o outro obedecer. A gente não entende assim hoje em dia, não. Como é que é? eh, manda quem pode e obedece quem tem juízo. Não é assim que fala o ditado popular. Mas o nosso poder não é esse. Esse é o falso poder. O nosso real poder é a gente domar as nossas mais inclinações. Aí hage esforço, porque não é fácil a situação. Esse é o verdadeiro poder. O poder de eu colocar em prática aquilo que eu acredito, deixando de atender aos meus interesses imediatistas. A gente vive atrás de glória, mas às

e não é fácil a situação. Esse é o verdadeiro poder. O poder de eu colocar em prática aquilo que eu acredito, deixando de atender aos meus interesses imediatistas. A gente vive atrás de glória, mas às vezes quem tá realmente alcançando a glória é aquela pessoa ali obscura que ninguém tá vendo lá jogada em um muquifo qualquer que tá se superando. Esta é a verdadeira glória. Autoridade. A gente busca autoridade material, mas e a nossa autoridade moral que tem a ver com exemplo? A gente tá dando o exemplo para aqueles que nos cercam, nós que somos pais, avós, tios, né? Tem as crianças, né, que nos observam. Será que a gente dá o exemplo ou a gente é aquele, não faz o que eu digo, não faz o que eu faço. É a falsa autoridade, a falsa riqueza. É o dinheiro no banco, gente. É a riqueza. Mas se eu morro, o dinheiro fica lá no banco do mesmo jeito. O povo ainda vai brigar por conta daquele dinheiro. Qual que é a riqueza verdadeira? É aquela que me abastece. Não é esse o conceito de riqueza? A riqueza material. Para que que a gente quer ter riqueza? Não, que eu tenho uma segurança, eu tenho um pé de meia, acontecer qualquer coisa. Ou seja, a gente procura meios de se abastecer, de que não nos falte o essencial, mas nos falta o essencial, que essa riqueza que nós ainda temos que procurar e construir, que é a riqueza dos dos valores morais, é a riqueza das batalhas que nós vamos vencendo contra nós mesmos. Então são buscas que a gente precisa ainda fazer. Então, meus amigos, eh o verdadeiro poder é esse poder que a gente precisa exercitar de dominar nós mesmos. Eu queria pra gente encerrar contar só uma pequena história que eu não resisto, que eu adoro essa história que é da é uma historinha que está no livro Terapias da Paz, que fala do verdadeiro poder. Então, conta eh essa história que havia um grupo eh de guerreiros muito cruéis e onde eles passavam, eles saíam devastando tudo, queimando tudo, matando todo mundo. Era um horror. Então, cada cidadezinha, à medida que aquele exército vinha se

grupo eh de guerreiros muito cruéis e onde eles passavam, eles saíam devastando tudo, queimando tudo, matando todo mundo. Era um horror. Então, cada cidadezinha, à medida que aquele exército vinha se aproximando, o povo tremia nas bases, apavorados. E aí nessa cidadezinha em questão, se soube que o grupo dos guerreiros estava se aproximando. Pessoal saiu correndo pras montanhas, para onde puderam, fugiram as pressas e tal. E um velhinho, muito velhinho, ficou, ele não tinha condição de sair correndo. E aí esse grupo chega para botar fogo em tudo. E aí o o chefe dos guerreiros fala assim: "Você é louco, seu velho inútil. Você ficou aqui para morrer porque você sabe, nunca ouviu minha fama. por onde eu passo não resta ninguém vivo, é tudo destruído e você tá aqui? Aí ele falou assim: "É, eu fiquei realmente aqui esperando e aí o guerreiro fala: "Ah, tudo bem, vou deixar você fazer aí um último pedido, já que você vai morrer mesmo". Aí ele, que bom. Então eu gostaria que nós, para eu fazer esse meu pedido, a gente tem que caminhar até aquele bosque lá próximo e lá que eu vou fazer o pedido. Aí o o guerreiro fal, mas é louco mesmo, coitado, deve tá sem o que que o último pedido da criatura, em vez de ser uma comida boa, alguma coisa, é ir pro bosque para ele me falar alguma coisa, tá? Então vamos. Aí chegou nesse bosque e aí o ancião faz o pedido. Nobre guerreiro, eu desejo que o senhor corte um pedaço, um galho de uma árvore qualquer dessas aí. Pode escolher. E aí ele, meu Deus do céu, vai dar até pena. Último pedido, tenho certeza? Até é esse mesmo. E ele vai, pega sua espada e corta um pedaço lá do galho da árvore. Aí o velhinho fala para ele assim: "Agora recoloque no lugar". Aí ele fala que perdeu completamente o juízo. Velho tolo. Você sabe muito bem que é impossível recolocar esse galho no lugar. E aí o velhinho fala para ele: "Esse é o verdadeiro poder. Destruir é muito fácil. Qualquer um de nós pode reconstruir, somente com verdadeiro amor se pode reconstruir. É esse o verdadeiro

o no lugar. E aí o velhinho fala para ele: "Esse é o verdadeiro poder. Destruir é muito fácil. Qualquer um de nós pode reconstruir, somente com verdadeiro amor se pode reconstruir. É esse o verdadeiro poder. Então, meus amigos, essa história eu deixo para nós, para que a gente se lembre disso quando nós formos tomar nossa cruz e seguir ao Cristo. Que a gente busque o verdadeiro poder, que a gente busque a verdadeira autoridade e não as falsas do mundo. Porque Jesus falou para nós que quem quisesse salvar a sua vida iria perdê-la. E quem perder a sua vida por amor de mim e do evangelho iria salvar a sua vida. Que que ele que quer dizer tão enigmático? É a gente perder a vida no sentido de não dar essa demasiada atenção nos iludindo com as coisas da matéria que são necessárias. Claro que sim. É uma bção estarmos aqui, mas precisamos manter aberta a nossa visão para nos vermos como realmente somos espíritos imortais que tem a graça de estar no corpo de carne para aprender, para construir a própria felicidade e a própria paz. Eu agradeço a vocês esse momento. Fiquem com Deus e até a próxima. Agradecemos imensamente a Márcia, né, pela reflexão da da do tema. Esses temas do Vinícius são muito bons, né? Ele às vezes aprofunda muito, mas as as palestrantes da quarta-feira, os palestrantes, né? Nós temos o Ilter, né, que vai ser daqui a pouco vai estar conosco. Sempre traz de uma forma muito agradável, muito esclarecedora e que a gente sai assim extremamente ricos, né, de tanta informação. Essa cruz ficou muito bom, porque a gente às vezes deixa, não carrega, né? Corta ela, né? vai cortando uns pedacinhos para aliviar o peso e depois vai ter que juntar todos os pedaços porque tem uma passagem que nós vamos ter que fazer e que a gente vai ter que usar toda ela para facilitar o nosso crescimento. Então a gente agradece você, Márcia, e a gente vai estar em fevereiro novamente juntas, né, aqui nessa palestra de quarta-feira que junta nós estamos direto. E agradecendo também a Jesus, a

escimento. Então a gente agradece você, Márcia, e a gente vai estar em fevereiro novamente juntas, né, aqui nessa palestra de quarta-feira que junta nós estamos direto. E agradecendo também a Jesus, a Dr. de Menezes, o mentor dessa casa, essa casa que nos acolhe, né, que é um lar para nós, né, às vezes quando a gente reúne nesse bem-estar também, às vezes é uma escola onde nós aprendemos como hoje, às vezes é um hospital onde a gente vem fazer o nosso tratamento esperando a a nossa cura. E hoje nós aprendemos também que hoje nós temos uma cruz e que a gente tem a paciência, né, a boa vontade de carregá-la para a nossa felicidade, para o nosso crescimento. Então nós despedimos nessa doce paz e até quarta-feira que vem. Uma boa noite, um bom finalzinho de tarde para você, todos nós aqui do salão, para aqueles que estão nos assistindo. Então, fiquemos agora com o passe, vocês estão entregos cuidados do Antônio. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento [música] que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do

osso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música]

lhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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