NAS DIRETRIZES DO EVANGELHO - Márcia Sirotheau [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 13/06/2025 (há 10 meses) 31:16 153 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Bom dia, meus amigos. Sejam muito bem-vindos no nosso dia de harmonização, nosso momento de harmonização da comunhão espírita de Brasília. Eu convido a todos para que façamos a nossa prece, pedindo ao nosso Pai, ao nosso mestre Jesus, que nos abençoe. Mestre querido, aqui estamos para harmonizar o nosso coração em busca da tranquilidade, em busca de sentimentos de esperança, de otimismo, para que tenhamos as forças necessárias para prosseguir no desempenho das nossas tarefas, das nossas missões. Por isso, amigo querido, pedimos a tua bênção e a tua permissão para esse momento que se inicia. Graças a Deus. Meus amigos, hoje nós temos a lição que nos traz o espírito Emanuel e que se chama nas diretrizes no do Evangelho, no rumo do evangelho. Que que o evangelho nos fala? E é interessante nós lembrarmos o que que a palavra evangelho quer dizer. quer dizer a boa nova, a boa notícia, a boa novidade. Então é essa boa novidade que nós precisamos trazer paraa nossa vida. O melhor que nos aconteceu nos últimos séculos foi a vinda de Jesus e o evangelho, que veio nos dar um caminho, uma diretriz, um rumo a seguir. Vocês eh sabem, né? Acho que percebem que no decorrer das nossas vidas, às vezes a gente se encontra em momentos assim de encruzilhada, em que a gente se sente um pouco perdido. Tem outras vezes que parece que alguma coisa acontece e que o nosso chão até é retirado de nós, né? a gente fala: "Puxa, perdi meu chão, perdi meu eixo diante dos acontecimentos que a gente não espera e que fazem parte da nossa jornada evolutiva. esses desafios, esses momentos em que nós somos chamados a nos superar, a oferecer algo mais, algo que muitas vezes a gente olha para o nosso, a nossa reserva de de forças e acho até que não tem, mas nós somos chamados a apresentar. E nesses momentos, esse rumo que o evangelho nos dá é de vital importância para nós, porque é o instrumento que vai nos ajudar na conquista do nosso equilíbrio. Nós,

s nós somos chamados a apresentar. E nesses momentos, esse rumo que o evangelho nos dá é de vital importância para nós, porque é o instrumento que vai nos ajudar na conquista do nosso equilíbrio. Nós, quantos de nós falamos assim: "Puxa, principalmente quando a gente passa de uma certa idade, os nossos sonhos começam a tomar um outro rumo. Quando mais novos, nós queremos uma realização profissional. na área sentimental, casar, não casar, ter filhos, morar aqui ou acular, ter uma casa, um carro e aí a gente vai sonhando e chega uma certa idade, e eu tenho percebido muito isso, conversado com as pessoas, em que quando nós somos defrontados com a pergunta, o que que você quer? Que que você espera da vida? Numa certa idade, nós costumamos observar uma resposta muito semelhante das pessoas, que é: "Eu quero ter paz. Eu quero paz." Nós já passamos por fases em que nos desiludimos, vimos que a vida não é exatamente como nós queremos e começamos a aprender a lidar com essas desilusões, com essas decepções. E é nesse momento em que nós percebemos o valor da conquista da paz. E por que que eu estou trazendo esse assunto para nossa reflexão hoje? Porque a lição do espírito Emmanuel vai nos falar da conquista dessa paz nas diretrizes do evangelho. É o caminho que nós precisamos, podemos, né, e precisamos seguir para que a gente vá conquistando a nossa paz. Então, o espírito Emmanuel vai nos dizer que vai nos lembrar de uma lição do nosso mestre Jesus, na qual ele nos dizia que se conhece a árvore pelos frutos. Vocês lembram dessa lição? É muito conhecida. E Emanuel pega essa lição de Jesus e nos propõe que nós reflitamos um pouquinho sobre ela e que nos aprofundemos um pouquinho para perceber o que Jesus quis dizer. E mais importante perceber o que Jesus quis dizer e que se aplica à nossa vida, ao nosso dia a dia. Conhece-se a árvore pelos frutos. E Emanuel chama atenção nossa, dizendo o seguinte: "O Senhor Jesus não nos induziu a conhecer o valor da árvore pelas exterioridades

à nossa vida, ao nosso dia a dia. Conhece-se a árvore pelos frutos. E Emanuel chama atenção nossa, dizendo o seguinte: "O Senhor Jesus não nos induziu a conhecer o valor da árvore pelas exterioridades ou dificuldades de sua vinculação com a Terra. Nós não reconhecemos que uma árvore vale mais." E nesse ponto vamos fazer aqui uma uma pausa para dizer que por árvore nós estamos nos referindo às pessoas ou as obras das pessoas, à doutrinas. O cristianismo, por exemplo, é uma grande árvore que muitas vezes tentou ser podada, mas que segue cada vez mais viva, graças à nossa capacidade, em razão da nossa evolução, de irmos pouco a pouco entendendo o que que é esse cristianismo, o que que Jesus quis nos dizer, o que é o que nós fazemos aqui nesse momento. Então Jesus então nos explicou que a gente não vai conhecer o valor da árvore pelas exterioridades, ou seja, pela aparência. E como é complicado isso, quando nós olhamos para a nossa realidade, quando nós olhamos para a nossa vida e ainda com alguma tristeza no coração, eu confesso, a gente às vezes se pega julgando alguém pela aparência. Pode ser uma pessoa que se aproxima de nós na rua e que tem uma aparência que para nós é mais assustador ou mais hostil. Nós acabamos julgando a pessoa pela aparência, talvez no mecanismo nosso de defesa, mas um mecanismo que nós já podemos ultrapassar e aprofundar um pouco mais o nosso olhar para que a gente tenha hora de ver, que a gente veja e perceba o que está por trás da aparência. O que que está por trás daquilo que os meus sentidos me dizem? O sentido, a visão aponta uma realidade, mas ela não é a realidade total. Muitas vezes não é nem aquilo que corresponde à verdade, muitas vezes é uma ilusão. Então, que a gente não julgue pelas exterioridades, pela aparência, pelo que nós vemos ao redor daquela pessoa, que a gente possa se permitir conhecer um pouco mais a pessoa. Quantas vezes a gente se indispõe com alguém porque a gente pega aquela pessoa no momento em que ela não está nos seus

or daquela pessoa, que a gente possa se permitir conhecer um pouco mais a pessoa. Quantas vezes a gente se indispõe com alguém porque a gente pega aquela pessoa no momento em que ela não está nos seus melhores dias. E aí a gente vê uma atitude que a gente não gosta muito e é o bastante para que a gente rotule aquela pessoa daquela maneira, frequentemente, uma maneira negativa. Então que a gente lembre de Jesus, ele não não nos ensinou a fazer isso, a julgar a árvore, a árvore pela exterioridade ou a sua vinculação com a terra. Ele nos ensinou a ir um pouco mais adiante e a perceber quais são os frutos que essa árvore segue Emanuel a julgar uma árvore, a conhecer uma árvore pela configuração do tronco dela. Ah, meu, esse aqui tá mais tá mais robusto ou tá menos robusto ou é de uma cor marrom mais claro ou é mais bege. Não, não, nada disso. Tem mais casca, tem menos casca. Ele não nos ensinou dessa maneira, nem pelo tecido da sua folhagem. Ai, que folhagem linda. Às vezes uma folhagem linda é de uma planta venenosa. A gente sabe disso. Então, como as aparências enganam? Nem pelas flores, flores muito bonitas podem trazer para nós um dano muito grande. Nós temos as flores venenosas também e tem flores que estão ali enfeitando aquela árvore, embelezando, mas se a gente vai aprofundar mais e vai esperar pelos frutos, não tem nada, não tem nada de concreto produzido para eh de alguma maneira que significar que aquela árvore contribui para o bem geral. Então ele fala da folhagem, das flores, dos troncos. Ele não mandou, diz Emanuel, Jesus não mandou que a gente pesquisasse os defeitos de apresentação de uma árvore, muitas vezes criados pela fúria das tempestades, que o exame posterior dos melhores botânicos não conseguem determinar. E nesse ponto, meus amigos, eu acho essa lição valiosíssima e merecedora de uma reflexão mais profunda. Vejam, Emanuel nos diz que Jesus, quando ele disse que julgássemos a árvore pelos frutos, ele não falou pra gente examinar se aquela árvore tá ali

iosíssima e merecedora de uma reflexão mais profunda. Vejam, Emanuel nos diz que Jesus, quando ele disse que julgássemos a árvore pelos frutos, ele não falou pra gente examinar se aquela árvore tá ali meio troncha, meio meio meio baqueada por conta muitas vezes de tempestades que ela precisou atravessar. E assim somos nós também. Quantas vezes nós nos apresentamos de uma maneira deformada, deformada até em termos de da nossa essência. Quando a gente está machucado, muitas vezes a gente não consegue oferecer às vezes ao o benefício da confiança. Não é assim? É só a gente passar por um processo de traição, de decepção. E é como se o nosso coração ficasse ali um pouco deformado. A gente não é capaz de oferecer a espontaneidade que a gente tinha antigamente. Então, são as tempestades da vida que muitas vezes causam essas deformações. Mas é preciso que nós nos lembremos da nossa essência divina. É preciso que a gente tenha isso muito, mas muito claro. Não importa as tempestades que a gente atravesse, não importe que às vezes eu tropece ali e eu tombe mais adiante, nós sempre nos reergueremos, porque somos filhos de Deus, criados para a felicidade, criados para a plenitude, criados para exteriorizar puro amor. Ah, mas a gente não dá conta disso ainda? Claro que não. Nós estamos no mundo ainda em evolução. Nosso planeta ainda é o de provas expiações, onde ainda o mal predomina. E cabe, meus amigos, a cada um de nós promover as mudanças necessárias dentro do nosso coração, para que a gente possa apresentar a nossa melhor possibilidade de de compreensão, a nossa melhor possibilidade de ação para o bem, a nossa contribuição, vamos dizer assim, para a reforma de nós mesmos, para que a a gente possa se reerguer do nosso passado, de tantos erros. E não é preciso nesse momento que a gente se coloque numa posição de autoflagelação. Meu Deus, como eu sou pecadora, como eu sou horrível. Ah, as encarnações passadas, meu Deus do céu, nem te conto. Sabe lá o que que eu fiz. Não podemos

gente se coloque numa posição de autoflagelação. Meu Deus, como eu sou pecadora, como eu sou horrível. Ah, as encarnações passadas, meu Deus do céu, nem te conto. Sabe lá o que que eu fiz. Não podemos nos colocar nessa posição, porque também precisamos ter muito claro na nossa mente que nós somos espíritos em evolução, o que quer dizer espíritos em processo de aprendizado. E dessa maneira nós vamos nos construindo e reconstruindo o tempo inteiro na exata medida em que vamos nos dando conta das nossas falhas morais que já podem ser trabalhadas. Por que que eu digo das que já podem ser trabalhadas? Porque algumas das nossas falhas a gente nem percebe. E aí, como é que a gente vai trabalhar o que a gente ainda não percebe? Então, cuidado quando nós, ao olhar para o outro ou para nós mesmos, acharmos alguma coisa de diferente, de defeituosa, de ali mal colocada, vamos nos lembrar que nós atravessamos tempestades e que essas tempestades elas deixam em nós marcas profundas, mas todas passíveis de regeneração. todas passivas de aprimoramento. Nós vamos suplantando, superando as nossas dificuldades com a ajuda do tempo, com a ajuda na nossa vontade e com esse guia maravilhoso que é o evangelho que nos dá a diretriz, o rumo do caminho que nós precisamos seguir. E Emanuel Segue, dizendo ainda sobre a lição de Jesus, que ele não recomendou que nós, ao observarmos uma árvore, uma pessoa, nos fixássemos nas desvantagens causadas pelos insetos que lhe carcomem as energias e que os obreiros do bem saberão extirpar a preço de amor. Quantas vezes as pessoas ao nosso redor estão, é interessante a palavra que ele usa aqui, fazendo analogia com a árvore, estão carcomidas, né? É como se aqueles ataques de fora fossem devorando a nossa essência. Carcomida é uma palavra interessante porque vem falar dessa dessa consumição, né, desse desse exaurimento diante de ataques que nós sofremos. Então, às vezes a gente vê uma pessoa tem uma trajetória tão difícil, às vezes já começou o processo reencarnatório na

dessa consumição, né, desse desse exaurimento diante de ataques que nós sofremos. Então, às vezes a gente vê uma pessoa tem uma trajetória tão difícil, às vezes já começou o processo reencarnatório na Terra, passando por tantas dificuldades. Às vezes, desde o berço nós sabemos que existem causa para as experiências que nós vivenciamos. Nisso, o espiritismo é maravilhoso ao nos apresentar uma explicação muito racional e muito lógica a respeito da lei de causa e efeito. Mas ainda assim não é possível, ou possível é, mas não é assim recomendável que a gente deixe o nosso coração anestesiado. dificuldades que as pessoas passam, esses insetos, vamos dizer assim, são os ataques de fora que vão nos minando a resistência. Então Jesus não recomendou que a gente na nossa vida de relação com o outro, né, que afinal de contas é o que nos faz evoluir, a gente parasse para reparar, meu Deus do céu, olha só como que essa essa árvore ou essa pessoa tacar comida pelas dificuldades, pelos insetos que a vida apresentou. Meu Deus, como é que a gente fala assim? Que pessoa mal educada, que coração amargo, mas como é que pode? E nós não nos colocamos no lugar do outro para saber, para concluir muitas vezes que se submetidos à situação semelhante, muitas vezes nós teríamos que até com um pouco de vergonha para nós no nosso coração, reconhecer que às vezes a gente não daria conta. Então, que a gente não fixe, não se fixe nessas nessas, nesses machucados, vamos dizer assim, do outro. Jesus não exigiu que a gente percebesse, inventariasse o número dos viajores que lhe espancaram ou que lhe quebraram os ramos, a fim de se lhe apropriarem dos recursos. Muitas vezes a gente olha para uma pessoa e fica penalizada, meu Deus, ela foi eh de alguma forma sofreu um abuso ou sofreu uma violência por parte de A, B ou C. Se nós nos fixarmos nessa circunstância, nós vamos estar deixando muitas vezes passar a lição principal, que é olhar aquela pessoa na sua essência. Às vezes a gente fica com pena e até

e de A, B ou C. Se nós nos fixarmos nessa circunstância, nós vamos estar deixando muitas vezes passar a lição principal, que é olhar aquela pessoa na sua essência. Às vezes a gente fica com pena e até desmerece a pessoa, ô uma pobre coitada, né? E não é isso que nós devemos fazer. E nem quando nós estivermos nos avaliando, meu Deus, foi tirado tanto de mim, tanta gente veio e e me roubou a esperança e me roubou a alegria de viver e a gente vai e coloca culpa no outro. Ou seja, estamos fixado nos viajores que passaram e arrancaram os nossos galhos. Isso aí não é proveitoso para nós, porque nos coloca numa posição de vitimismo, nos coloca numa posição em que muitas vezes a gente deixa de perceber o nosso poder de reação, reação positiva, a nossa força de reconstrução. Se eu tô só fixada no outro, o que que ele me tirou? Como é que eu vou perceber o meu tesouro que eu trago dentro de mim em termos de fortaleza, de possibilidade de luta, de reação, de reconstrução? Então, seguindo a nossa lição, Emmanuel nos diz assim: "O mestre apenas anunciou que a árvore será sempre conhecida pelos frutos quando as circunstâncias nos impelirem a julgar ou analisar. os irmãos de experiência e caminho e vamos acrescentar também julgar e analisar a nós mesmos. Não nos esqueçamos, aliás, esqueçamos as figuras passageiras que reporteem no lado externo da vida e recordemos o ensino de Jesus. Pelos frutos os reconhecereis. E eu lembro aqui, meus amigos, de uma outra frase de Jesus quando ele se referindo aos discípulos dele, ele disse que os discípulos seriam conhecidos pelo muito que se amassem. E nós somos também esses discípulos. É claro que não estamos de forma alguma ainda à altura daqueles com os quais ele compartilhou o seu período de existência na Terra. os apóstolos, claro que não, mas nós somos aprendizes do evangelho também. E a recomendação vale para todos nós. A árvore se reconhece pelo fruto. Os discípulos serão reconhecidos pelo muito que se amarem. Esse deve ser o nosso distintivo. Não

aprendizes do evangelho também. E a recomendação vale para todos nós. A árvore se reconhece pelo fruto. Os discípulos serão reconhecidos pelo muito que se amarem. Esse deve ser o nosso distintivo. Não são as exterioridades, é a nossa capacidade de nós demonstrarmos amor nas situações da nossa vida, nas situações de agressão, nas situações em que nós somos de alguma maneira atacados, roubados em alguma coisa que a gente acha que nos pertence. Às vezes nós achamos que a própria vida nos roubou uma oportunidade. Aquilo ali me era devido, tinha que ser assim e não assado. Vamos nos lembrar da recomendação do nosso mestre. Os discípulos serão reconhecidos pelo muito que se amarem. É capacidade de amar o maior fruto que nós podemos apresentar. E aí sim, aí esse fruto começa a tomar forma. A nossa amorosidade, ela começa a se manifestar de diferentes formas. E eu acho lindo quando a gente fala da caridade. Eu sempre me lembro daquela liçãozinha que a gente aprende no primário, né? Sobre o vento. Nunca esqueci. A tia me ensinou e eu não esqueci. Que que é o vento? Ar em movimento. Eu acho que por causa da rima da poética. E eu trago essa lição para pensar sobre a caridade. A caridade é o amor em movimento. É o amor que eu coloco para gerar. É esse amor que vai representar os frutos da árvore, a árvore do evangelho, do espiritismo. E vamos nos lembrar, meus amigos, para que a gente possa encerrar o nosso minuto, o nosso momento de reflexão da recomendação do Kardec sobre os espíritas. Os espíritas, mas nós podemos falar os cristãos também. Reconhece-se o verdadeiro espírita, o verdadeiro cristão, pela sua transformação moral. São esses os frutos que nós precisamos produzir. Transformação moral, prossegue Kardec, e a os esforços para domar as mais inclinações. temos nos transformado, claro que não é da noite pro dia, mas um pouquinho, de pouquinho em pouquinho, temos nos transformado, ou melhor, queremos nos transformar, nos esforçamos para domar as nossas mais inclinações.

rmado, claro que não é da noite pro dia, mas um pouquinho, de pouquinho em pouquinho, temos nos transformado, ou melhor, queremos nos transformar, nos esforçamos para domar as nossas mais inclinações. Esses são os frutos que são esperados de nós. Esses são os frutos que a árvore do cristianismo abençoado nos convida a produzir. De nós é esperado o quê? a boa vontade, colocar o pé na estrada. Temos proteção, temos diretrizes, temos rumo a seguir. Então, vamos em frente, meus amigos, e que Jesus nos abençoe. Agradeço a vocês esse momento e convido a todos para o passe virtual. Fiquem com Deus e uma excelente tarde a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

ha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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