Palestra: Quem somos? Quem fomos? Esquecimento do passado - Beth Barbieri

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 12/12/2016 (há 9 anos) 36:33 1,227 visualizações 51 curtidas

Palestra pública na sede da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 08 de dezembro de 2016. www.fergs.org.br

Transcrição

nossa irmã elizabe está conosco para nos falar quem somos quem fomos esquecimento do passado Boa tarde meus amigos minhas amigas o tema é sempre uma oportunidade de reflexão e de imersão nas nossas vivências nas nossas dificuldades e também de renovação de propósitos quando nós nos aproximamos do final do ano já existe um atavismo ou um hábito ou uma tradição seja lá como quisermos de olharmos para trás verificarmos aquilo que fizemos o que deixamos de fazer e lançarmos o nosso olhar para o futuro replanejando o nosso futuro Aliás a nossa Federativa lançou há poucos dias uma obra com esse nome planejando o futuro pois bem quando nos perguntamos quem somos e quem fomos isto é uma pergunta interessante quem somos se nós chegássemos hoje e fôssemos preencher um cadastro em uma loja ou se fôssemos preencher uma ficha para um concurso seja qual for ou retirar um documento a primeira coisa que vem em uma ficha ou um cadastro o que que é o nosso nome Então se olharmos para alguém e perguntarmos quem és E esta pessoa vai dizer eu sou fulano de tal eu sou João Ferreira eu sou Leia Bz eu sou Rogério estelo e por aí vai e nos acostumamos efetivamente quando repetimos isso tenho 50 anos tenho 40 anos sou filha de Maria ou sou filha de João moro em tal lugar isto passa a se constituir na nossa realidade muitas vezes e esta realidade do que nós somos hoje e o que nós somos hoje chama-se personalidade isto tem reflexos reflexos profundos na nossa caminhada isso impacta nas nossas preocupações e nas nossas ocupações porque difícilmente quando nos perguntarem Quem és nós diremos eu sou um espírito Imortal e porque nós não estamos afeitos a responder desta maneira também não somos acostumados a nos ver desta maneira então começamos esta fala lembrando isso nós somos e nós fomos sempre desde a criação simples e ignorante um um espírito Imortal e que hoje transita na personalidade que está aqui mas já tivemos muitas outras que fazem parte da nossa individualidade então o conjunto das

desde a criação simples e ignorante um um espírito Imortal e que hoje transita na personalidade que está aqui mas já tivemos muitas outras que fazem parte da nossa individualidade então o conjunto das personalidades é a individualidade e é claro que esta que está aqui é a que nos ocupa neste momento ela é o instrumento que nós temos e a gente Lê as obras várias vezes eu pelo menos tem obras que já li inúmeras vezes e não raro vou fazer a leitura de novo e as coisas surgem como novidade ou parece que não estavam ali aconteceu esses dias com a obra Nosso Lar logo na entrada da obra apresentação encontramos o seguinte E aí falando quem somos e quem fomos diz o seguinte a existência é um ato Então o que nós estamos vivendo agora é um ato e fiquei pensando que ato o que que é um ato ah pode ser um ato de uma peça teatral quando abre-se a cortina e os atores vê para a representação do ato Aí nós ficamos imaginando se de repente a peça parasse ali o que que ia acontecer com aquele ato com quem estava assistindo ou com quem está representando É uma sensação de incompletude Talvez os participantes não compreendessem o que estaria sendo encenado ficaria sem final da mesma forma se antes da apresentação não nos anunciassem o nome do espetáculo e ele começasse no ato também a gente poderia não saber o que que estava sendo feito que eu estou fazendo agora aqui é um ato Mas ele foi apresentado antes pela Cleusa com maestria para contextualizar Então essa importância de nós contextualizarmos a nossa existência ela está em decorrência de um outro ato e com certeza vai gerar outro ato e outro ato e outro ato então ainda nos fixando no ato de uma peça teatral se os atores se desincumbir bem Daquele nós vamos aguardar o próximo com muita expectativa e quando fechar a cortina todos estarão felizes aplaudindo de pé aquele ato se os atores não se desincumbir tão bem assim quando as cortinas se fecharem vai estar aquele murmúrio aquele Zum zoom na plateia com uma esperança de que o próximo ato seja

plaudindo de pé aquele ato se os atores não se desincumbir tão bem assim quando as cortinas se fecharem vai estar aquele murmúrio aquele Zum zoom na plateia com uma esperança de que o próximo ato seja melhor E assim a nossa existência se nós dermos a este ato o valor que ele tem se nos desincumbir bem das nossas tarefas E se tivermos esta ocupação de saber que aquele ato precisa ser finalizado com sucesso porque dele també dependerá uma forma mais amena do próximo ato nós estaremos Sem dúvida caminhando no sentido de darmos a este ato que é a nossa existência o valor que realmente ele merece ter mas eu também pensei no seguinte que quando nós falamos em Atos nós sabemos que existem existem atos virtuosos e atos viciosos Aristóteles já dizia isto que nós precisamos quebrar o ciclo dos atos viciosos para aprendermos a desenvolver atos virtuosos e não é outra senão a lição dos espíritos na quarta parte do Livro dos Espíritos quando eles são indagados por Kardec que definição se pode dar da virtude eles dizem a virtude toda vez que restis ao vício Então os atos dessa o ato dessa existência ele é muitas vezes o fortalecimento de vícios que trazemos ou a edificação de virtudes por termos resistido aos Vícios e é por isso que as nossas tendências elas são altamente importante quando Nos olhamos e vemos a tendência que nós temos a tendência ao consumismo a tendência ao alcoolismo a tendência à Gula a tendência à maledicência à irritação a a mágoa ao remorço isso diz não só do que somos mas do que fomos dos atos que nós já encenamos no palco da nossa individualidade nas vidas anteriores e que hoje teimam e se expressar e em nos requisitar para que nós repitamos da mesma forma por isto que a nossa transformação moral ela é muito de esforço Porque nós já estamos habituados a Outros Atos a outras existências onde Para nós muitas vezes era comum era usual nós praticarmos atos viciosos Então hoje quando nós estamos edificando virtudes buscando sermos simples buscando nos contrapor ao

os a outras existências onde Para nós muitas vezes era comum era usual nós praticarmos atos viciosos Então hoje quando nós estamos edificando virtudes buscando sermos simples buscando nos contrapor ao orgulho pela humildade como a bela página do Evangelho aqui lida nos diz buscando ser menos vaidosos buscando desenvolver o altruísmo para preencher grande espaço vazio que é o egoísmo nós sentimos tanta dificuldade é porque nós estamos revertendo um círculo vicioso para refazermos um círculo Virtuoso então a existência ela precisa ser vista nesta perspectiva neste ato Que formará hábitos saudáveis ou em um ato que potencial e nos afeiçoar ainda mais aos vícios que trazemos e hoje na no contexto em que nós vivemos esse esforço se torna ainda maior por quê Porque estamos mergulhados no materialismo e os materialistas eles podem Nesta mesma frase que nós estamos anando de dizermos que a existência é um ato mas ele é um ato de uma grande sequência de Atos é uma peça de teatro ou é um elemento formador de Hábito materialista dirá se é um hábito acabou é aquele ato e fim então vamos satisfazer os nossos sentidos os nossos desejos os nossos instintos porque é um ato encerrou e pronto mas para nós não o ato significa o elemento de um contínuo a expressão de uma continuidade e da forma como realizarmos este ato nós estaremos ditando os atos seguintes as vidas seguintes os momentos existenciais seguintes mas no livro Nosso Lar além desta frase na sequência o benfeitor amigo diz o seguinte um corpo uma veste Olha uma expressão simples e de tamanha profundidade E aí nós ficamos vendo as nossas vestes qual a importância que elas têm para nós bastante porque nos protegem do frio alinham de certa forma esteticamente a nossa aparência facilita a nossa convivência então a veste ela é importante porque se nós não higieniz as nossas vestes nós dificultamos tanto a nossa convivência interpessoal quanto colocamos em risco a nossa saúde não é se pegar uma roupa e formos usar todo mês sem higienizar daqui a pouco ninguém

iz as nossas vestes nós dificultamos tanto a nossa convivência interpessoal quanto colocamos em risco a nossa saúde não é se pegar uma roupa e formos usar todo mês sem higienizar daqui a pouco ninguém chega perto da gente tá mas a veste ela tem esta função mesmo operacional eu não me torno melhor eu não me torno mais evoluída mais produtiva em decorrência da ves e a veste ela também é cíclica chega um dado momento em que nós temos que trocar a veste ou por uma questão às vezes climática chega no verão a gente sobe Os casacos de inverno chega no inverno a gente sobe as roupas de verão e aí depois de usar um determinado período nós vamos dar a ela a destinação mais adequada pois se o corpo é uma veste ele para nós precisa ter esta conotação cuidarmos dele em relação à nossa saúde para que ele continue sendo um instrumento do corpo verdadeiro que é o espírito se nós estamos fazendo essa analogia que um corpo é uma veste então o espírito veste-se do corpo temporariamente e esta veste do corpo do Espírito essa veste do Espírito ela necessita ter o cuidado que uma veste tem para o nosso corpo e que às vezes Isto é de certa forma ou subdimensionado né ou nós não cuidamos do corpo físico e comprometemos Esse instrumento e muitas vezes retornamos à espiritualidade de uma forma antecipada porque não cuidamos a veste ou então nós damos a veste um valor extremamente superdimensionado que ela não tem em detrimento do Espírito Então hoje nós vemos assim essas cirurgias estéticas os exercícios físicos exagerados e tantas outras questões que nos dão a dimensão de que o corpo é verdadeiramente aquilo que está tendo valor em determinadas vidas quanto ao Espírito morre muitas vezes a míngua e nós vamos ver belos corpos buscando a morte antecipada pelo suicídio Então essa contextualização com relação ao nosso corpo físico Esse instrumento que é uma doação divina para que nós possamos eh desempenhar a nossa missão de cocriadores o Espírito só age no mundo material através do corpo então todas as nossas funções

po físico Esse instrumento que é uma doação divina para que nós possamos eh desempenhar a nossa missão de cocriadores o Espírito só age no mundo material através do corpo então todas as nossas funções corporais a visão a audição a fala ação através das mãos tudo que nós fazemos com Esse instrumento precisa estar direcionado ao Progresso pessoal e ao Progresso da humanidade então a veste precisa efetivamente ter uma atuação protetiva porque se eu colocar no inverno uma roupa que não seja adequada ao clima eu de frio Se eu colocar no verão uma não me permita a respiração adequada do corpo eu talvez morra desidratado de qualquer outra questão Pois então então quando o corpo físico não está a serviço do espírito Nós também vamos retornar para a espiritualidade vamos perder esse instrumento pela inadequação da sua função indo um pouquinho além André Luiz também diz assim um século é um dia essa é uma questão interessante e a gente sabe né que os dias felizes voam os dias difíceis arrastam-se quando a gente diz Nossa como o tempo passou é porque foram bons dias porque aqueles dias onde as lutas são mais intensas as dores são mais doídas as lágrimas são mais volumosas custam a passar custam muito a passar mas um século é um dia e tem aquela história né de um homem que chegou ao céu a história é assim e foi conversar com Deus e começou a fazer algumas perguntas Deus o que é para o que é quanto o que é um 1 milhão de dólares para o senhor e Deus disse assim para ele há 1 milhão de dólares é 1 centavo meu filho Ah diz ele e o que é 1 milhão de anos pro senhor ah 1 milhão de anos é um minuto Ele olhou esse Deus então o senhor me dá um centavo e Deus disse dou Espera um minuto então um século é um dia E é claro que nós que estamos aqui freados pela matéria densa e que podemos contar assim muito bem o que é o passar de um minuto o passar de 1 hora de 24 horas de um dia a gente fica pensando meu deus como é que isto se encaixa como é que um século é um dia mas não é para que nós possamos

muito bem o que é o passar de um minuto o passar de 1 hora de 24 horas de um dia a gente fica pensando meu deus como é que isto se encaixa como é que um século é um dia mas não é para que nós possamos ficar fazendo esta conta de percepção porque isso enquanto nós estivermos na matéria nós não vamos conseguir fora ela já as coisas se modificam tá lembramos do mesmo livro Nosso Lar quando André luí percebe que já se passaram mais de uma década que ele desencarnou e parece que havia sido um dois dias antes então não é para isto que os espíritos nos trazem essa informação que um século é um dia o que eles estão querendo nos dizer é que na nossa condição de espíritos imort nós precisamos contextualizar o tempo e não fazermos drama porque nós adoramos tragédia grega qualquer coisa que acontece com a gente parece que é o fim do mundo parece que aquilo ali é a nossa realidade que não vai ter mais jeito e que as coisas são assim e nós estamos naquele naqueles micron de tempo de um minuto aquilo terá a su o seu valor nesse momento mas daqui a 100 anos se nós olharmos para trás e procurarmos lembrar muitas muitos dos nossos das nossas guerras dos nossos conflitos das coisas que nós valorizamos a gente nem vai conseguir lembrar quando nós estivermos por alguma dificuldade pensem assim o que que isso Vai representar para mim daqui a 100 anos tenho certeza que muito do nosso ânimo arre é que a gente não contest aliza isto Exatamente porque eu sou a Maria elizabe que tenho 50 anos e que mora em Porto Alegre e eu sou isso desconecto que eu sou sim um espírito Imortal e que todos esses momentos da minha vida Como diria o nosso querido poeta eu passarei eles passarão eu passarinho então um século é um dia para nós termos a dimensão de que tanto as nossas alegrias quanto os nossos dissabores eles duram o tempo necessário para nos ensinar no momento em que Nós aprendemos com uma dificuldade ela é passado porque o espírito transita para a imortalidade e tem outros aprendizados a fazer diz

s eles duram o tempo necessário para nos ensinar no momento em que Nós aprendemos com uma dificuldade ela é passado porque o espírito transita para a imortalidade e tem outros aprendizados a fazer diz também André Luiz um serviço Isso é uma experiência isso aqui é muito importante porque a experiência ela precisa finalizar ou então se nós não finalizamos uma experiência nós não ficaremos com o aprendizado que ela traz isso para nós trabalhadores espíritas é muito importante para que não deixemos os nossos serviços pela metade porque serviço pela metade é experiência não concluída e experiência não concluída é aprendizado não realizado e como nós sabemos que há muitos espíritos aguardando os serviços porque precisam experienciar Às vezes a experiência que nós abandonamos com A misericórdia e a justiça divina elas virão mais complicadas certamente porque o nível de dificuldade que nós acrescentamos as coisas que nós não terminamos é muito grande Experimenta e começar a construir uma casa e deixar esta casa inacabada Para retomar daqui a dois ou TRS anos tu que tem Construtora Rogério será que a gente consegue começar a casa da onde parou Depois de deixar abandonado não né não consegue então um serviço é uma experiência e por isso ela precisa ser levada a termo e o termo do nosso serviço meus amigos não está nas nossas mãos Porque Nós não enxergamos a dimensão daquilo que nos é é atribuído por experiência quando o serviço se encerra ele se encerra naturalmente não por decisão Nossa Somos livres para fazê-lo mas responsáveis por interrompê-los um triunfo é uma aquisição só que é uma coisa alentadora na frase um triunfo é uma aquisição ou seja toda vez que nós triunfamos de alguma forma na nossa existência isto se agrega à nossa bagagem e o triunfo é pessoal é intransferível então as nossas aquisições neste ato que é a existência um triunfo é sempre um talento é sempre um valor é sempre uma moeda que nós agregamos a nossa trajetória e é importante nós termos consciência disso para saber que os

ções neste ato que é a existência um triunfo é sempre um talento é sempre um valor é sempre uma moeda que nós agregamos a nossa trajetória e é importante nós termos consciência disso para saber que os nossos fracassos não são aquisições eles são estímulos para um próximo Triunfo Nós não precisamos carregar os nossos fracassos as nossas experiências negativas senão para nos sinalizarem os caminhos que nós já não devemos percorrer mais os nossos triunfos ninguém nos tira porque eles são aquisições nós pagamos por eles pagamos com o nosso serviço com o nosso esforço com o nosso processo de evolução e finalmente diz André luí uma morte um sopro renovador é tão difícil a gente ver a morte desta forma há poucos dias nós estávamos todos com um nó na garganta com os olhos marejados de Lágrimas diante da tragédia entre aspas do voo do nosso time do estado vizinho da Chapecoense é claro que traz um sofrimento que traz uma perplexidade reflexões mas muitas almas renovam-se ali almas que demandaram de volta à espiritualidade e almas que ficaram Então esse momento de trocar essa veste ele é efetivamente um sopro renovador porque nos oportuniza revermos o ato passado nos oportuniza avaliarmos o serviço realizado contabilizarmos os triunfos e retornarmos com uma benece com o esquecimento de tudo o que vivemos quando a gente Às vezes tem muitas lutas durante o nosso dia Muitas dificuldades conflitos que a gente chega em casa e diz assim nossa eu queria tomar um banho e apagar esquecer pois é quando a gente desencarna e Ren nasce a gente toma esse banho e esquece Para quê Para não carregarmos senão aquilo que não pesa que é o triunfo os nossos triunfos estão conosco hoje mas eles não pesam na bagagem eles estão aqui conosco no que somos apenas para serem acessados como memórias emocionais como habilidades desenvolvidas nos momentos necessários A Cleusa agora me contava uma história do Pequeno Mateus né ele estava puxando o cachorro e claro de repente a corda começou a escapar começou a falar força e ele

esenvolvidas nos momentos necessários A Cleusa agora me contava uma história do Pequeno Mateus né ele estava puxando o cachorro e claro de repente a corda começou a escapar começou a falar força e ele pequeninho que idade e Mateus três aninhos ele foi lá e passou as mãos na terra Tá quanto significado disso Ela perguntou porque que ele fez isso meu filho não sei olha ele precisava ganhar força e precisava ter firmeza para segurar a corda Então os nossos triunfos os nossos aprendizados as nossas habilidades elas estão conosco porque na hora em que a corda escapa da mão a gente sabe sabe que tem que ir lá e renovar as forças agora o demais está ofuscado pelo pelo vé do esquecimento é o vé do esquecimento que coloca na face dos nossos filhos às vezes adversários ferrenhos uma expressão que vaiada por nós que para junto de nós criaturas com quem nós convivemos e às vezes não tivemos convívio feliz para voltarmos a aprender junos sem lembrar daquilo que aconteceu e às vezes a gente fica buscando como diz o vulgo chifre em cabeça de cavalo O que será que eu fiz a ele não importa o que importa é que nós estamos em um novo ato e o que eu fiz para ele foi uma parcela insignificante nesse dia existencial que é um século mas que daqui para frente eu terei muitos séculos para refazer e muitos triunfos para construir junto então meus queridos amigos concluindo olhemos para a nossa existência para este ato que nós estamos representando no mundo agora inspirado pelo nosso diretor de produção o diretor de produção da peça da nossa vida é o mestre Jesus e todas as dificuldades que nós tenhamos nesta representação ele Sempre colocará uma rosa no Sen da nossa existência Onde estará escrito um ensinamento do seu evangelho para que nós possamos trazer para nossa vida e fazer desta Rosa um perfume para o mundo inteiro quero desejar-lhes nesses dias que antecedem o natal e que são dias que nos sensibilizam em que a humanidade olha assim para Jesus eu não acredito que o Papai Noel seja figura

ume para o mundo inteiro quero desejar-lhes nesses dias que antecedem o natal e que são dias que nos sensibilizam em que a humanidade olha assim para Jesus eu não acredito que o Papai Noel seja figura dominante do Natal não é as dores que bebem as almas hoje estão fazendo-as voltar os seus olhos para o Cristo este que tem sido a luz daqueles que querem segui-lo o Amparo e o consolo dos que sofrem porque não devia ser mas é no sofrimento que a presença de Jesus se torna mais nítida Então tenha o nome que tiver para todos aqueles que buscam de alguma maneira aquecer o seu coração com as luzes da Fraternidade e da paz um feliz Natal obrigada

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