Palestra Pública | Vida futura: impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo | Adriana Pizzutti

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 13/10/2025 (há 5 meses) 32:04 960 visualizações 117 curtidas

No próximo domingo, 12 de outubro, o tema do 13º Congresso Espírita do RS será apresentado pela Vice-Presidente Administrativa da Fergs, Adriana Pizzutti, na palestra pública mensal online promovida pela Federação Espírita do RS! ✨ Venha refletir conosco sobre Vida Futura: impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo. 🗓️ As palestras da Fergs acontecem sempre no segundo domingo de cada mês, ao longo de 2025. Programe-se e participe! 📲 Acompanhe a transmissão ao vivo pelas redes sociais da Fergs e também pela Fergs Rádio em www.radio.fergs.org.br . Baixe gratuitamente o aplicativo na Apple Store ou Play Store. #PalestraPública #FergsRádio

Transcrição

Tudo muda ao nosso redor. As estações passam, os dias chegam ao fim. Teorias se modificam, costumes se alteram, patrimônios materiais são transferidos, lideranças se sucedem umas às outras. De um instante para outro, tudo se transforma. Diante da impermanência das situações da vida física, a imortalidade se apresenta como realidade inevitável. Ergueu-se o véu. O mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática. Não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa. São os próprios habitantes desse mundo que nos vem descrever a sua situação. Ante a certeza da sobrevivência do espírito, o preparo para a vida após a vida começa agora. A Federação Espírita do Rio Grande do Sul convida para o seu 13º congresso sob o tema Vida Futura em permanência e imortalidade à luz do Espiritismo. Participe desta experiência imersiva que reunirá estudiosos do Espiritismo em um ambiente de aprendizado, reflexão e reencontro. E mais, todo carbono gerado pelo evento será compensado com um plantil de árvores, reafirmando o compromisso dos espíritas com a sustentabilidade ambiental. Agregue novos sentidos à sua vida nos dias 17, 18 e 19 de outubro de 2025 no salão de atos da PUC em Porto Alegre. Acesse congressespiritrs.org.br e realize a sua inscrição. Olá, queridos amigos. Sejam todos bem-vindos a mais uma palestra pública da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Hoje, na companhia dessa querida amiga, Adriana, compartilhará conosco preciosos momentos e ensinamentos. Antes de darmos início à nossa palestra, faremos a leitura de harmonização e a nossa prece de abertura. O tema escolhido é a lição 169. Busquemos a eternidade do livro Fonte Viva de Chico Xavier pelo Espírito Emanuel. Ainda que o homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova dia a dia. Paulo Coríntios 4:16. Não te deixes abater antes as alterações do equipamento físico. Busquemos a eternidade. Moléstias não atingem a alma quando não se filiam aos remorços da consciência.

dia a dia. Paulo Coríntios 4:16. Não te deixes abater antes as alterações do equipamento físico. Busquemos a eternidade. Moléstias não atingem a alma quando não se filiam aos remorços da consciência. A velice não alcança o espírito quando procuramos viver segundo a luz da imortalidade. Juventude estado da carne. Há moços que transitam no mundo trazendo o coração repleto de pavorosas ruínas. Lembremo-nos de que o homem interior se renova sempre. A luta enriquece-o de experiência. A dor aprimora-lhe o as emoções e o sacrifício tempera-lhe o caráter. O espírito encarnado sofre constantes transformações por fora, a fim de acrisolar-se e engrandecer-se por dentro. Recorda que o estágio na Terra é simples jornada espiritual. Assim como o viajante usa sandálias, gastando-as pelo caminho, nossa alma aprimora-se das formas, utilizando-as na marcha ascensional para a grande luz. Descerra, pois, o receptor do teu coração, a onda sublime dos mais nobres ideais e dos mais belos pensamentos, e aprendamos a viver longe do cupim do desânimo. E nosso espírito, ainda mesmo nas mais avançadas provas da enfermidade ou da senctude, será como sol radiante a exteriorizar-lhes os cânticos de trabalho e alegria, expulsando a sombra e amargura onde estivermos. E assim, queridos amigos, amparados por essa espiritualidade que nos protege e nos orienta, pedimos que neste dia possamos ser intuídas pelos bons espíritos, para que assim, nesta atividade grandiosa da nossa Federação Espírita, possamos adentrar ao coração de cada irmão que nos assiste e que está conosco nessa jornada terrena. Que possamos, emanadas pela espiritualidade, pelos benfeitores que nos amparam, termos uma proveitosa atividade e que nossa irmã Adriana seja intuída sempre para que nos traga as palavras consoladoras desta doutrina que nos orienta e nos acolhe. E assim damos início às atividades da palestra pública deste dia. O tema então da nossa palestra de hoje é vida e imortalidade em alusão ao tema do nosso 13º Congresso

na que nos orienta e nos acolhe. E assim damos início às atividades da palestra pública deste dia. O tema então da nossa palestra de hoje é vida e imortalidade em alusão ao tema do nosso 13º Congresso Espírita. E para nos falar sobre esse tema, contamos com a presença dessa nossa querida amiga, Adriana Fisuti. Adriana é trabalhadora da Sociedade Espírita Natanael, aqui da cidade de Porto Alegre e atualmente é a vice-presidente administrativa da nossa federação. Seja bem-vinda, querida amiga. É tudo contigo. >> Ah, muito obrigada, Tana. Eh, a todos que nos acompanham, os meus votos de muita paz. É uma honra realizar esse trabalho e tratar de um dos pilares da doutrina espírita, a imortalidade da alma, que também será um dos eixos temáticos do nosso 13º congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Eu fico muito feliz de ocupar esse espaço para refletir com todos vocês sobre a vida, a imortalidade e apresentar as contribuições do espiritismo ao tema. Nós sabemos que são muitas as contribuições. E começo contando algo que me aconteceu durante a preparação do material. Eu encontrei um amigo e nós conversamos sobre os ciclos da vida. comentamos como o tempo havia passado rápido e num piscar de olhos os filhos já estavam adultos, vivendo por conta própria. E aí falamos sobre muitas coisas, coisas até das quais nos arrependíamos, enfim. E aconteceu que ao terminar aquela conversa, eu voltei para minha casa e voltei pensando nessa questão assim, na finitude desses ciclos, na finitude de uma existência. E confesso para vocês que eu fui ficando um pouco desencantada com a constatação. Eu fui ficando quase triste até que eu lembrei, né? Eu lembrei que eu sou imortal. Lembrei que nós todos somos imortais e e isso não é uma novidade. Como disse Eclesiastes, nada há de novo debaixo do sol. Basta lembrar de Jesus, ele mesmo, que ao reaparecer depois da crucificação e conviver durante vários dias com os discípulos, ali ele já deixou muito claro que a alma sobrevive à morte do corpo. Então não é nenhuma

de Jesus, ele mesmo, que ao reaparecer depois da crucificação e conviver durante vários dias com os discípulos, ali ele já deixou muito claro que a alma sobrevive à morte do corpo. Então não é nenhuma novidade. O Cristo, ele mesmo, demonstrou que a vida não se encerra no túmulo. E foi o que Allan Kardec também concluiu a partir das observações, dos experimentos, daquela análise minuciosa que ele fez das mensagens, das manifestações dos espíritos e que levaram ao advento do espiritismo. Então, um certo momento, ele vai dizer que há no homem um princípio inteligente, aqui se chama alma ou espírito, que sobrevive ao corpo e que conserva a sua individualidade após a morte deixe. Ou seja, ainda que se esteja profundamente identificado com o corpo físico, ainda que alguém esteja profundamente identificado com a matéria, nós não somos o corpo. Nós não somos o corpo. E nós todos recebemos uma herança divina, uma herança de Deus, do nosso pai. Essa herança é a imortalidade. Nós viveremos para sempre. A vida é assim um contínuo que se iniciou quando fomos criados por ele e que não terminará nunca. De modo que nós já existimos antes dessa experiência carnal e continuaremos vivos após a morte mecânica. Como vocês podem imaginar, as consequências disto são muitas e eu trouxe apenas algumas pra nossa análise. Vamos, por exemplo, pensar em alguém que nós amamos profundamente e que já morreu. Vamos pensar. Eu pensei no meu pai e na minha mãe. Pois bem, o meu pai está vivo e a minha mãe está viva. Os nossos amores vivem fora do corpo e podem estar nesse momento ao nosso lado cuidando de nós. Felizes porque estamos estudando sobre o assunto, quem sabe estão até aprendendo junto com a gente. A vida não cessa. Todos os nossos entes queridos que já morreram estão vivos. Depois de um tempo estudando, refletindo sobre os postulados da doutrina espírita, é claro que vai ficando isso cada vez mais natural. Eh, a sobrevivência da alma após a morte vai se tornando algo muito lógico, porque a

estudando, refletindo sobre os postulados da doutrina espírita, é claro que vai ficando isso cada vez mais natural. Eh, a sobrevivência da alma após a morte vai se tornando algo muito lógico, porque a própria experiência vai comprovando que nós somos espíritos mortais. E desse modo nós construímos a fé na vida futura. A fé na vida futura. A fé na vida futura que é, portanto, uma fé racional. Ou seja, eu sei, eu me entrego, eu confio, porque eu conheço as bases sobre as quais está assentada essa constatação, essa crença. E essas bases para mim são lógicas, falam a minha inteligência, falam a minha razão. Então, então eu sei, eu sei que existe uma vida para além desta vida. Isso é fé no futuro. E é uma das condições possíveis, né? é uma das condições necessárias, vamos dizer assim, paraa felicidade, a felicidade que é possível nesse mundo, conforme nós aprendemos lá no livro dos espíritos, a fórmula da felicidade, a posse do necessário, mais a consciência tranquila e mais fé no futuro. Então, a fé no futuro é indispensável para que a gente possa fruir de alguma felicidade neste mundo em que nós nos encontramos. E Karatec também irá dizer lá na revista espírita, numa edição, uma edição de dezembro de 1859, que com efeito o espiritismo é a destruição do materialismo, é a prova patente e recusável da existência de Deus, da imortalidade da alma e da vida cultura. Então aí nós temos mais uma importante consequência a da crença na imortalidade. A crença na imortalidade aniquila com o materialismo. O materialismo que é esta ideia que ainda é bastante vigente no nosso mundo de que com a morte tudo se termina. Com a morte se vão os amores, se perdem as conquistas intelectuais, as conquistas morais. E essa ideia leva muitas pessoas a aproveitar a existência apenas no gozar as sensações físicas. E assim elas permanecem como ensino Emanuel lá na obra Ceifa de Luz, no capítulo 37, ele diz que as que por esse motivo as pessoas permanecem absolutamente despreocupadas com o desenvolvimento dos recursos que a

s permanecem como ensino Emanuel lá na obra Ceifa de Luz, no capítulo 37, ele diz que as que por esse motivo as pessoas permanecem absolutamente despreocupadas com o desenvolvimento dos recursos que a alma necessita para enfrentar. Olha, vejam só o que que ele diz, que quem vive assim, eh, desta forma materialista, vive despreocupada em desenvolver recursos, recursos que a alma vai precisar para enfrentar os atritos necessários à sua evolução e os conflitos resultantes das lutas regenerativas que estão previstas na nossa pauta reencarnatória. Então, para quem aposta todas as suas fichas nas experiências relacionadas à matéria, naturalmente, num determinado momento, a vida perde o sentido. Por quê? Porque aquilo que é próprio do mundo material é provisório, com o tempo termina e aí acabam as falsas expectativas, acabam as ilusões e com elas se vai também o sentido da vida. Mas é claro que as situações que nos dão alegria, como adquirir bens materiais, participar de festas, viagens, reuniões sociais, são sim prgativas que Deus nos concedeu pra gente aproveitar e pra gente acumular experiências, né? Então, a questão é que nós não devemos depositar nessas situações da vida material o sentido da vida ou a nossa felicidade. Por quê? Porque essas situações estão com os dias contados. É assim que a certeza da imortalidade da alma acaba por conferir um rumo diferente às nossas ideias, as nossas expectativas. A vida ganha um sentido. E qual é o sentido? Também nós aprendemos com a doutrina espírita qual é o sentido existencial profundo. Porque é que nós estamos neste momento numa experiência eh da matéria, é o aperfeiçoamento intelecto, moral da alma. Assim, cada existência é uma oportunidade de renovação moral, de amadurecimento psicológico, de desenvolvimento dos dos potenciais intelectuais, dos nossos potenciais intelectuais. Cada existência é oportunidade e progresso para todos os seres. Nós estamos no mundo para cumprir com esse propósito. A cada existência corporal, conforme ensina Kardec, nós

s potenciais intelectuais. Cada existência é oportunidade e progresso para todos os seres. Nós estamos no mundo para cumprir com esse propósito. A cada existência corporal, conforme ensina Kardec, nós damos um passo adiante no caminho do progresso, pela reencarnação, nas múltiplas existências, nós prosseguimos nessa tarefa que a morte interrompeu. que todos nós, todos nós estamos destinados à pureza espiritual, a plena sabedoria, ao amor. Isso, apenas isso permanecerá. Tudo mais é passageiro, tudo mais está em processo. A nossa existência atual é, portanto, como um anel de uma grande cadeia de todas as nossas existências. E agora nós podemos avaliar melhor o valor da vida na matéria. Importante tirar um tempo. E eu tenho feito isso porque é uma das maneiras eh que eu encontre de poder aprofundar esse conceito da imortalidade, porque nós sa nós temos esse conceito a nível intelectual, mas isso precisa passar efetivamente por nossas ações, né? Então eu eu frequentemente me pergunto, mas essa escolha que eu estou fazendo, eu tô fazendo eh como alguém que vai morrer ou como alguém que vai viver para sempre? Então, eh uma sugestão que eu deixo também para que eh a gente efetivamente se pergunte isso, né? Ao avaliar a maneira como nós estamos vivendo, lidando com as pessoas, nos relacionando. Será que nós estamos fazendo isso como alguém que vai morrer ou como alguém que vai viver para sempre? Para mim isso tem sido muito útil. Bem, e um outro efeito da crença da imortalidade é conferir sentido as aflições, porque observar as dores desse mundo sobre um ângulo exclusivamente material, que tudo começa no berço e termina no túmulo, vai deixando a vida sem sentido e viver é um se torn parece um fardo muito pesado. Mas estudando o espiritismo, nós passamos a compreender que o sofrimento, que as situações difíceis são, em verdade ferramentas divinas. que tem por finalidade a correção dos rumos que nós estamos dando à nossa existência e ao reposicionamento na direção do autoaperfeiçoamento.

as situações difíceis são, em verdade ferramentas divinas. que tem por finalidade a correção dos rumos que nós estamos dando à nossa existência e ao reposicionamento na direção do autoaperfeiçoamento. E Kardec vai tratar eh de maneira muito profunda, muito didática das aflições lá no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo. E ali ele afirma, por exemplo, que nós podemos suavizar ou aumentar o amargor das nossas provas, justamente conforme essa maneira que nós encaramos a vida terrena. diz que aquele que eh considera a vida terrena do prisma espiritual avalia as alegrias, as decepções, as dificuldades e aflições, os acertos e os erros como experiências que irão amadurecer o espírito e permitir que no futuro eh ele acerte nas suas escolhas, né? Então, e quando André Luiz escreve lá na mensagem inicial do livro Nosso Lar, que uma existência é um ato, ele está fazendo referência a isto, né? que uma existência é apenas uma experiência muito singela, muito rápida nesse conjunto das nossas existências, diante da imortalidade. E nesta perspectiva, os problemas perdem a força. E nós passamos também a enxergar com mais humildade as nossas vitórias, porque sabemos que serão necessárias muitas para que efetivamente cada qual ingresse nesse nessa fase, né, de de angelitude que todos nós almejamos. E aqui também eu convido a uma reflexão. Será que nós estamos enfrentando as aflições como alguém que vai morrer ou como alguém que vai viver para sempre? Diante dos sofrimentos, dos desafios existenciais, que são muitos, nós estamos certos de que eles são passageiros, que tudo vai se renovar, que tudo será transformado para melhor ou nós estamos vivenciando a situação desafiadora com quem acredita que aquilo vai ser eterno? Então, importante também essa reflexão. E agora nós podemos tratar de uma outra questão muito importante, que é a contribuição da doutrina espírita à prevenção do suicídio. O suicídio que via de regra é a culminância de um processo que leva a pessoa a acreditar

ratar de uma outra questão muito importante, que é a contribuição da doutrina espírita à prevenção do suicídio. O suicídio que via de regra é a culminância de um processo que leva a pessoa a acreditar que essa seja a melhor saída pra situação de dor, de sofrimento, insuportável que ela esteja enfrentando. No fundo mesmo suicida, ele não quer morrer, ele quer acabar com o sofrimento. E especialistas no assunto identificaram que em mais de 90% dos casos de suicídio há um transtorno mental relacionado e que na grande maioria dessas dessas desses casos do diagnóstico associado era de depressão. E vejam que o codificador Allan Kardec já na sua época também percebeu isso. Segundo ele, a maior parte dos casos de suicídio se devem, nas palavras de Kardec, se devem à comoção produzida pelas vicissitudes que o homem não tem a coragem de suportar e que então levam ao desgosto pela vida, à desesperança, ao desespero, ao profundo desequilíbrio psíquico e mental. E ele escreve que para o que não crê na imortalidade, para aquele que julga que com a vida tudo se acaba, se os infortúnios e as aflições acabrunam unicamente na morte vê uma solução paraas suas amarguras. Portanto, as ideias materialistas têm sido uma das grandes causas desse flagelo. Acreditar que a morte, ao fim de tudo, leva muitas pessoas a optarem por essa saída enganosa que é o indivíduo acredita que fugirá de uma doença grave, de uma situação difícil, deu uma decepção amorosa, da ruína financeira ou que reencontrará aqueles que morreram, de quem eles sente saudade. Só que nós sabemos que nada disso acontece, que o resultado oposto ao que esperava e o que se destrói é apenas o corpo físico. E a consciência continua existindo, a consciência continua sentindo, continua sofrendo apenas em outra dimensão. Daí o desapontamento, a grande decepção sofrida pelos que retornam espiritual pro meio do suicídio. Sonharam com a morte e encontram a vida. pensaram fugiros problemas e os encontros maiores. E Kardec então vai concluir lá

a grande decepção sofrida pelos que retornam espiritual pro meio do suicídio. Sonharam com a morte e encontram a vida. pensaram fugiros problemas e os encontros maiores. E Kardec então vai concluir lá no capítulo 5 do Evangelho que quando observamos a existência corporal, que quando observamos a nossa cota de labor e de miséria, de sofrimentos e decepções, sim, neste mundo todos temos uma cota de labor e de miséria, de sofrimentos e decepções. Mas diz Kardec que quando observamos isto do prisma da imortalidade, da vida futura, em que seremos mais felizes conforme tivermos vencido com resignação essas lutas existenciais, nas palavras dele sobrevém a calma e a resignação que dão ao espírito a coragem moral e a serenidade necessárias para se prevenir da loucura, do transtorno mental e do suicídio. Felizmente nós estamos tendo a possibilidade de estudar e aos poucos incorporar esses conhecimentos trazidos pelo espiritismo que possibilitam desenvolver a fé raciocinada. Esta fé é que irá nos proteger nos momentos de dor, fazendo que o nosso coração e a nossa mente se transforme em uma verdadeira fortaleza. Só que esse patrimônio, meus irmãos, não é propriedade dos espíritas. Esta mensagem consoladora é para toda a humanidade. E agora todos sentimos na pele que o fenômeno da transição planetária está assim atingindo o clímax. Há um conjunto de fatores produzindo um nível enorme de fragilidade psíquica, de fragilidade emocional em todos nós e que está ao mesmo tempo parando o solo dos corações, preparando o terreno, mas há essa fragilidade. Então nós espíritas temos um compromisso com essa doutrina. lançar a semente, contar por aí, dar notoriedade a esses princípios, na nossa família, no ambiente de trabalho, nas nossas redes sociais, nós temos o compromisso de fazer, pelo menos, o exercício de pensar em termos da imortalidade, porque o pensamento também vai espalhar essa ideia. E eu estou aqui hoje falando sobre o assunto porque há 31 anos. Um colega de trabalho que hoje

nos, o exercício de pensar em termos da imortalidade, porque o pensamento também vai espalhar essa ideia. E eu estou aqui hoje falando sobre o assunto porque há 31 anos. Um colega de trabalho que hoje é um grande amigo com muita caridade me aproximou do espiritismo. Durante 7 anos ele me entregou o jornal do Centro Espírita que ele estudava. Ele compartilhou a visão dele sobre os assuntos durante discussões que surgiam. Ele convidou paraas palestras, né? Ele falava sobre a existência de Deus, imortalidade, reencarnação. Ele foi incansável. Eu não perdi uma oportunidade até que eu tomei a decisão de conhecer o espiritismo. Então importa semear, porque no devido momento o Senhor da vinha, nós sabemos, providenciará as condições necessárias para sementes germinarem. E é claro que esses dias terríveis eles vão passar, como já aconteceu com outros momentos igualmente dolorosos do passado. Enquanto isso, estejamos atentos ao sofrimento daqueles que nos rodeiam. Vamos nos apoiar uns aos outros. A nossa caminhada ruma à regeneração deve ser feita em conjunto. Uns mais à frente, outros um pouco mais atrás, às vezes trocando de lugar, mas nós temos que ir juntos. valorizando a vida o que ela tem sentido. Eu sou muito grata pela atenção de todos. >> Muito obrigada, minha amiga querida. Muito bom ouvir sobre esse tema com essa com toda essa leveza que tu nos traz, que tu nos trouxe e com toda essa grandeza que traz o espiritismo nessas reflexões. Eu que fico muito grata. Nós ficamos muito gratos pela tua participação hoje aqui. Foi uma alegria muito grande. E antes de nós nos encaminharmos para o final, agradecemos então a presença de todos, né, que estão aqui conosco através da nossa Fair Display, assistindo a essa a essa exposição. Agradecendo também a nossa equipe técnica que nos auxilia sempre na condução aqui da transmissão e a equipe da comunicação da FERS, responsável pela coordenação dessa atividade e pela mediação no nosso chat ali, pelas contribuições que também vocês nos

xilia sempre na condução aqui da transmissão e a equipe da comunicação da FERS, responsável pela coordenação dessa atividade e pela mediação no nosso chat ali, pelas contribuições que também vocês nos trazem ali e nos deixam muito satisfeitos e felizes. E antes, então, como eu disse, de nos encaminharmos, nós temos um convite muito especial. Nós estamos no mês do nosso tão esperado 13º Congresso Espírita que vai ser realizado agora nos dias 17, 18 e 19 de outubro ali no salão de atos da PUC. E gostaríamos de convidar a todos para nos acompanharem, nos acompanharem em nosso congresso através das nossas redes sociais e pela transmissão ao vivo através da nossa F Play. Esperamos a todos para este grande encontro da família Espírita Gaúcha. Nós estamos com um coração apertado para nos encontrarmos agora nos dias 17, 18 e 19, que fará no nosso congresso uma grande união de dos corações espíritas aqui no solo gaúcho. E assim agradecidas que somos por estarmos aqui, nos vemos na próxima palestra pública da nossa federação, que está será transmitida no dia 19, no dia 9 de novembro às 17 horas pelos nossos canais. Muito obrigada realmente a todos. Convido então para nós realizarmos a nossa prece de encerramento, agradecendo novamente a Adriana por essa participação maravilhosa conosco hoje. Obrigado, amiga. >> Eu que agradeço, querido. Eu que agradeço. Então vamos assim, com o coração alegre por essa oportunidade de estarmos reunidas em nome da nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul nesta atividade que nos traz tanto esclarecimento e consolo, tantas informações necessárias ao nosso aprimoramento pessoal, ao nosso aprimoramento espiritual. Pedimos e agradecemos novamente a Jesus, que ele nos oriente e que nos acolha sempre em seu senhor. Ao nosso pai, ao nosso criador, por esta oportunidade maravilhosa de estarmos aqui hoje encarnados nesta atividade de difusão da doutrina espírita. que os nossos benfeitores, amigos, que os coordenadores e dirigentes espirituais da nossa federação possam

maravilhosa de estarmos aqui hoje encarnados nesta atividade de difusão da doutrina espírita. que os nossos benfeitores, amigos, que os coordenadores e dirigentes espirituais da nossa federação possam sempre nos guiar no caminho do bem, possam sempre nos proporcionar momentos como este de aprendizado, de acolhimento e de amor. Que Jesus, nosso guia, o nosso mestre, esteja conosco hoje e sempre. E que assim seja. Até mais, amigos. Mais adormecer para despertar a certeza de que a vida vai continuar me entender como imortal. Educar o coração de forma natural. O amor ensina que as dores são pequenos instantes em meio à imensidão da existência infinita, vida nova, transformação, justiça divina. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. Um amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. Adormecer para despertar a certeza de que a vida vai continuar. me entender como imortal, educar o coração de forma natural. A dor ensina humildade para servir. Fraternidade no futuro a construir. Como estrela que ilumina o porv. Vejo renovação e um novo começo que inicia no partir. Que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. Amor e explosão já não posso reprimir. Super nova que insiste em evoluir.

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