PALESTRA ESPÍRITA | NA LUZ DA INDULGÊNCIA - Leila Parreira
Assista a Palestra Espírita "NA LUZ DA INDULGÊNCIA", realizada na Comunhão Espírita de Brasília, pela Oradora Espírita, Leila Parreira. Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. https://www.youtube.com/c/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 #ComunhaoEspirita #PalestraEspirita #Espiritismo Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básico
Boa noite a todos. Que Jesus nos abençoe e nos conceda a sua paz. Toda a leitura de hoje remonta a conduta, a escolhas que fazemos frente às adversidades, às ocorrências, aos sentimentos que fluem dentro de nós. Diante das dos acontecimentos, nós sempre temos caminhos. Ou guardamos o ressentimento ou nos libertamos deles. Hoje o assunto é na luz da indulgência. E o propósito desse estudo da noite de hoje é que nós busquemos imprimir em nossa conduta, por meio das nossas escolhas, mais doçura, dúere, indulgência. É preciso que nós nos perdoemos, que aceitemos a nossa própria inadequação, a nossa imperfeição, porque somos aprendizes ainda, não estamos prontos completamente, mas somos perfectíveis. Deus nos criou simples e ignorantes, mas abriu para nós todo um horizonte de realizações que podemos e devemos enfrentar, batalhar tenazmente para alcançarmos o burilamento que nos cabe alcançar como espíritos imortais. Então, é preciso que a gente pense a nossa realidade, é preciso que a gente se analise e ao invés de sensores das atitudes alheias, que nós nos inspiremos em Jesus, nosso mestre, guia, modelo de toda a humanidade, como foi dito aí na leitura, diante da mulher adúltera, Jesus não censurou, não incriminou. não ajuizou, não se fez de maior e mais importante, mas se nivelou e disse: "Mulher, ninguém te condenou? Eu também não te condeno. Vá e não peques mais." Isso tem um alto significado. É preciso que a gente seja bastante lúcido para num autoexame diário compreender todas aquelas atitudes nossas que feriram o nosso interesse, o nosso propósito de sermos promotores da paz. Nunca seremos promotores da paz quando nós nos posicionamos diante daquele irmão nosso, do semelhante que erra como criaturas diferentes, superiores, juízes, sensores das atitudes alheias. Indulgência faz parte do conteúdo da caridade, da cortesia, da gentileza que nos devemos uns aos outros. Então, é preciso atentar para isso. Ah, mas eu sou indulgente, eu sou compassivo, eu sou misericordioso.
ia faz parte do conteúdo da caridade, da cortesia, da gentileza que nos devemos uns aos outros. Então, é preciso atentar para isso. Ah, mas eu sou indulgente, eu sou compassivo, eu sou misericordioso. Mas deixamos de ser. Toda vez que nos sentimos ofendidos, magoados, feridos por uma atitude do nosso irmão e nos recusamos a compreender. Graças a Deus e iluminados por essa doutrina que é o consolador prometido, que tem como objetivo maior, objetivos maiores esclarecer e consolar, são os objetivos do Espiritismo. nos mostra nesse esclarecimento que nós temos que estar mesmo atentos, buscar o autoconhecimento, a autoeducação e irmos trabalhando a nossa individualidade no sentido de adquirirmos tolerância construtiva, compreensão natural, solidariedade para com o nosso semelhante entendimento e que nos despertemos para a importância da cooperação e da solidariedade como pilares da fraternidade desse mundo novo que todos nós somos incumbidos de construir a pouco e pouco, iluminando cada um de nós o nosso íntimo mais profundo. Mas não há como iluminar esse íntimo mais profundo se nós não nos conhecemos, se temos medo de chegar lá dentro de nós e vislumbrar o que realmente ainda existe. Ora, sombras em nós são naturais, luzes também são. Então, vamos nos apegar às luzes e batalhar contra as sombras, desenvolvendo o que é luminoso em nós. Essa é a nossa tarefa mais importante, trabalhar a nós mesmos. Temos dito, temos refletido que nós todos estamos vestidos com uniforme de trabalho. Aqui nessa reencarnação, como em todas as outras, nossa vestimenta é a da do uniforme do trabalho. Aqui estamos para trabalhar em primeiro lugar a nós próprios. Para quê? para que nós tenhamos saúde em todos os níveis. E isso vai depender das nossas escolhas. Como será a nossa conduta quando tivermos lucidez e maturidade espiritual suficiente? Como será a nossa conduta em relação a nós próprios, ao próximo e ao sagrado, a Deus? Será que uma pessoa madura, espiritualmente lúcida, ela deixará de cultivar
ez e maturidade espiritual suficiente? Como será a nossa conduta em relação a nós próprios, ao próximo e ao sagrado, a Deus? Será que uma pessoa madura, espiritualmente lúcida, ela deixará de cultivar a tranquilidade íntima, a paz de consciência? deixará de trabalhar e de conservar o seu patrimônio legítimo de conquistas que representam os frutos do espírito. Não. A pessoa consciente lúcida vai trabalhar para manter esse padrão de equilíbrio, esse padrão de harmonia em sua própria vida, compreendendo que o excesso de rigidez, a severidade, a natural inclinação de nós atribuirmos ao outro as nossas desditas. Culpar o outro pelas nossas escolhas não nos trará alegria de viver, não nos conferirá saúde em nenhum aspecto. Por quê? Porque estaremos fugindo de nós mesmos. nós estaremos perdendo o nosso endereço. Então, é preciso que a gente se cuide no sentido de trabalhar o nosso olhar sobre os outros, não reparar tanto ou tão rigidamente aquilo de errado que o outro fez. Por é preciso considerar os ensinos de Jesus nessa hora. Se ele diz que ao invés de nós observarmos o cisco no olho do outro, que nós observássemos a trave em nosso próprio olho, significando que a gente não tem que vivenciar a nossa vida subindo sobre os outros para alcançar algum destaque, para sermos importantes. Então, é muito mais significativo que nós busquemos nos tornar participantes, inclusivos. Porque quanto mais participarmos uns dos outros com olhar de bênção, com um olhar estruturante de bondade, nós nos tornamos mais humanos, que é o objetivo da vida aqui, é que nós alcancemos essa condição, essa qualificação humana a que estamos vivenciando alternativamente mente, alternadamente, tempos de muita facilidade, de alegria, de prazer e tempos outros de dificuldades, alternâncias em nosso viver. Por isso, temos que estar preparados, fazer aquilo que nos compete, cuidar da nossa iluminação interior. Quando nos iluminamos, nos fortalecemos. É por isso que Néo Lúcio, nesse livrinho Jesus nos no Lar, diz assim,
que estar preparados, fazer aquilo que nos compete, cuidar da nossa iluminação interior. Quando nos iluminamos, nos fortalecemos. É por isso que Néo Lúcio, nesse livrinho Jesus nos no Lar, diz assim, nesse capítulo que é o capítulo 17, que tem como nome a exaltação da cortesia, diz assim: Bem-aventurados os homens de trato amêno. Quem tem trato ameno é um trabalhador, um batalhador pela paz. é um um sujeito, um indivíduo que busca adorsicar o seu íntimo, que procura amenizar a selvageria, a crueldade, que são resquícios que nós trazemos de outros tempos vivenciados aqui na terra ou em outro lugar, mas tempos pretérditos. tempos antigos em que precisávamos ou nos guiávamos muito mais pelos instintos de sobrevivência, por exemplo. Mas hoje estamos vivenciando um patamar diferente, de maior lucidez, de maiores oportunidades. Então, já podemos repensar a nossa conduta e imprimir nela suavidade, mansidão, gentileza, cortesia. Há uma tribo na uma história de uma tribo africana em que as pessoas que compunha tribo se reuniam toda vez que um dos elementos era acusado de cometer um crime ou um erro, um erro grave que prejudicava a comunidade. Então, as pessoas que compunhaam a tribo, ao invés de sacrificar aquele sujeito, o que faziam? pediam para que ele se sentasse ali na clareira e contornavam aquela pessoa de tal maneira que aconchegados a ele iam recordando todas as boas obras, todos os trabalhos a benefício dele próprio e dos outros, aquele indivíduo tinha se dedicado a realizar para levantar a autoestima. daquele componente do grupo, para não o deixar desolado com consciência de culpa, para que ele não corresse o risco de se paralisar e de nada mais realizar em favor do bem. Então, é uma medida doce, é uma medida de indulgência, de verdadeiro amor. É um reconhecimento da nossa falibilidade humana. Todos nós que estamos interdependentes somos, precisamos uns dos outros. E quando ocorrer conosco uma queda grave, como é que nós queremos ser tratados? Nós queremos que nos perdoem. Nós
idade humana. Todos nós que estamos interdependentes somos, precisamos uns dos outros. E quando ocorrer conosco uma queda grave, como é que nós queremos ser tratados? Nós queremos que nos perdoem. Nós queremos que nos compreendam, que entendam a nossa fragilidade momentânea e que nos deem forças para nos levantarmos. Isso é indulgência. Portanto, a caridade, conforme a entendia Jesus, tem como elemento importante a indulgência. É benevolência, indulgência e perdão. É o bip, né? benevolência com as atitudes as a o alheias, indulgência não só com os outros, mas conosco também, porque precisamos desarmar, precisamos aprender a não ser mais infelizes, precisamos aprender a nos amar a nós próprios. Então, desculpar a nós mesmos os nossos erros é uma atitude de grande humildade, porque revela uma compreensão do nosso patamar, revela que nós não que queremos ficar detidos no erro, impedidos de caminhar para a frente, para o alto. é uma atitude dinâmica, importante para o nosso crescimento. Então, continua Néo Lúcio nessa página. Bem-aventurados os homens de trato ameno que sabem usar a energia construtiva entre o gesto de bondade e o verbo da compreensão. Gesto de bondade é o quê? é nós sermos capazes de acolhimento, de não nos posicionarmos como superiores num momento crítico que o nosso semelhante esteja vivenciando. é nós criarmos a empatia para que aquela pessoa possa confiar em nós, na nossa capacidade de estarmos presentes, mesmo que o silêncio nosso seja a forma mais adequada para consolarmos o nosso semelhante em determinadas ocasiões. Silêncio é colo Deus. Então, quando estamos presentes criando empatia e mesmo em silêncio, podemos acolher e amparar e fazer a diferença no mundo naquele momento, amparando esse movimento da vida. Porque se uma pessoa que se acha desgraçada em determinado momento e encontra acolhimento, simpatia, ela pode sim revitalizar-se, renovar-se e retomar a sua caminhada. É importante e é tão natural que nós ofereçamos a nossa mão, a nossa ajuda a
em determinado momento e encontra acolhimento, simpatia, ela pode sim revitalizar-se, renovar-se e retomar a sua caminhada. É importante e é tão natural que nós ofereçamos a nossa mão, a nossa ajuda a quem precisa. Continua Néo Lúcio. Gesto de bondade, verbo da compreensão. Todos nós sabemos a importância da palavra, do verbo. Quando nós falamos alguma coisa, esse falar vem já com um magnetismo, vem com uma energia própria. Então, é preciso ser sincero com o nosso próximo, mas ser também ameno, ser gentil. Então, esse é um instrumento de socorro para as pessoas que estejam vivenciando conflito, crises, dificuldades. A nossa palavra pode erguer, soerguer, bem como destruir e causar queda nos outros. toda vez que nós a usamos para detonar, para prejudicar, traindo o objetivo para a qual ela veio no nosso mundo. A palavra só tem um objetivo, foi criada para transmitir ou para trabalhar o bem. O bem que é regra imutável do Criador, que é condição de felicidade, de paz, de espírito, de espiritualidade. Quando nós nos desviamos do bem, estamos desviando da lei divina. E aí nós nos infelicitamos, deixamos de ser felizes por conta desse desvio. Então, que nós saibamos claramente que a felicidade está intimamente relacionada com o bom uso que nós fazemos dos instrumentos que trazemos como seres humanos, da noss das nossas escolhas e da nossa forma de nos relacionarmos uns com os outros. É preciso aprender passo a passo aquele amor incondicional. Por no entardecer da nossa vida aqui na Terra, seremos julgados por nossa consciência e pelo cosmo, pelo mínimo de amor que tivermos tido pelos nossos irmãos desamparados, pelos nossos irmãos marginalizados, por nossos irmãos sofridos. Então é preciso atentar para essa realidade. E toda vez que surgir a oportunidade de nós vivenciarmos com o nosso semelhante a mansidão verdadeira, a indulgência nas nossas palavras, na nossa conduta, nós devemos aproveitar essa oportunidade que é muito valiosa aos olhos das testemunhas que observam
s com o nosso semelhante a mansidão verdadeira, a indulgência nas nossas palavras, na nossa conduta, nós devemos aproveitar essa oportunidade que é muito valiosa aos olhos das testemunhas que observam as nossas escolhas. Como assim? Tem testemunha? Tem. Tem testemunhas invisíveis também. Tem as testemunhas encarnadas, muitos vivenciando conflitos. Quando nós temos uma postura lúcida, inteligente, cristã, nós vamos inspirar pessoas. estaremos semeando, evangelizando, sem palavras, só com a nossa postura. E isso é muito bom e muito eficiente. Mas temos também uma testemunha, uma nuvem de testemunha a olhar para nós. São os espíritos amigos interessados em nosso progresso espiritual. E quando nós realizamos algum pequenino bem, alguma pequenina ação de boa vontade, tenhamos a certeza que a retribuição virá em dobro, em nosso favor. Então, importa muito que nós nos amemos a nós mesmos e que compreendamos que as os as os nossos sucessos e os nossos insucessos, a nossa alegria e a nossa desdita realmente se reportam às nossas obras. Então, que tenhamos o cuidado de eleger as boas condutas, as boas escolhas e as boas obras para que nós nos garantamos nesse caminhar suave. Mesmo porque aquele que é muito duro com outro, que é muito duro consigo, atrai dureza. Então, o propósito dessa lição, eu acredito, seja inspirar-nos a trabalhar, desmanchar a dureza dos nossos corações, encontrarmos uma forma mais humanizada que nos facilite a aproximação com o nosso próximo. Isso começa lá em casa, no ambiente doméstico, quando nós nos recusamos a bater a porta, a nos irarmos, quando nós nos silenciamos ou temos uma palavra de compreensão para um dos elementos que possa terse equivocado. Então, nesse treino, nesse exercício, nós vamos nos tornando melhores, alcançando o objetivo que nos traz aqui. Ele diz ainda: "Bem-aventurados os filhos do equilíbrio e da gentileza, que aprendem a negar o mal sem ferir o irmão ignorante, que solicita esse mal sem saber o que pede." Então, quer dizer que nós não temos que
a: "Bem-aventurados os filhos do equilíbrio e da gentileza, que aprendem a negar o mal sem ferir o irmão ignorante, que solicita esse mal sem saber o que pede." Então, quer dizer que nós não temos que deitar na cama do enfermo junto com ele, que não temos que fazer aquilo que o equivocado faz para podermos dar uma demonstração de amizade, de intimidade, não. Nós podemos equilibradamente continuar com os nossos mesmos os nossos valores, sem ferir o outro que quer caminhar por caminhos diferentes, que quer cultivar valores, outros que já não são mais os nossos valores. Então, com a nossa postura, com o nosso jeito de ser, contribuímos para que ele se inspire ou ela se inspire a repensar a sua própria conduta. Por aquele que opta por caminhos incertos vai se sentir mal agora ou depois, e com isso vai retomar o raciocínio para uma caminhada melhorada. Abençoados os que repetem mil vezes a mesma lição, mas sem alarde, sem barulho, sem querer aplausos, para que o próximo lhes aproveite a influenciação na felicidade justa de todos. Então é fazer o bem com essa mão, mas essa não fica sabendo. Repetir a lição. Quem faz isso comumente e que a gente tem exemplos, milhares deles, são os pais. Mãe repete a mesma lição todo dia, incansavelmente, não é verdade? O amigo, amigo de verdade, também esclarece. O professor, o mestre que realmente abraça essa tarefa de ensinar também repete as mesmas lições para que no momento adequado aquele discípulo, aquele aprendiz possa captar o sentido, a essência do ensino, a essência da lição. Então, nós somos convidados pela vida a trabalhar, trabalhar o nosso, a nossa própria iluminação e trabalhar oferecendo o nosso contributo pessoal para aqueles que nos cercam. Diz ainda bem-aventurados aqueles que sabem tratar o rico e o pobre, o sábio e o inculto, o bom e o ma com espírito de serviço e entendimento. Nós estamos aqui para servir, igual Jesus fez. Não vim para ser servido, disse ele, mas para servir. E quem quiser ser o melhor que sirva a
nculto, o bom e o ma com espírito de serviço e entendimento. Nós estamos aqui para servir, igual Jesus fez. Não vim para ser servido, disse ele, mas para servir. E quem quiser ser o melhor que sirva a todos. Ele estabeleceu a lei do serviço. Isso nos garante felicidade. É impossível sermos contentes, felizes, genuinamente felizes, sem nos dedicarmos ao serviço, sem o sentido de utilidade. Precisamos ser úteis, precisamos cultivar a prática do bem ao nosso semelhante e a nós mesmos, dando a cada um de conformidade com seus méritos e necessidades e deixando sinais e deixando sinais de melhoria, de elevação, bem-estar e contentamento por onde cruzam. Em verdade, diz Néo Lúcio, olha que importante, em verdade vos digo que a eles, a essas pessoas que são bem-aventuradas porque são brandos, pacíficos, promotores da paz, são eh que a eles pertencerá o domínio espiritual da terra. Porque todo aquele que acolhe os semelhantes dentro das normas do amor e do respeito é senhor dos corações que se aperfeiçoam no mundo. Então, em qualquer circunstância que nós saibamos abrir esse receptáculo do coração para acolher os nossos semelhantes. Nesse livro, Cartas e Crônicas, Humberto de Campos, psicografa, com a ajuda da psicograf da mediunidade de Chico Xavier, uma lição é a terceira chamada a petição de Jesus. Dizem, diz Humberto de Campos que Jesus estava muito envolvido nas tarefas com as multidões. E ele recorre a Pedro, a Simão Pedro, um dos apóstolos que trabalhavam junto com ele para que ele fosse à casa de, deixa eu ver o nome, Jeremias. Vá, por favor, Pedro, à casa de Jeremias, porque a filha dele, Sara, está muito enferma e precisa de ajuda. Então, você, por favor, vá à casa de Jeremias e cuide desse assunto em meu nome. Muito bem. Mal o sol raiou. No dia seguinte, Pedro foi à casa de Jeremias com o objetivo de cuidar, de servir de instrumento de compreensão e pacificação para aquela menina que se achava muito doente. Mas chegando lá, o que ele viu? De cara ele já ficou muito
sa de Jeremias com o objetivo de cuidar, de servir de instrumento de compreensão e pacificação para aquela menina que se achava muito doente. Mas chegando lá, o que ele viu? De cara ele já ficou muito assustado, porque ele viu Jeremias bêbado no portal da entrada da casa. E aos pés Jeremias, uma serva toda sensual, igualmente bêbada. E ele saiu esbafurido dali, penetrando na casa. Jeremias perguntou se a cabeça dele tava cheia de piolhos e ele achou que isso era uma desconsideração, um desaforo, uma um abuso de Jeremias em relação à sua própria pessoa. Mas continuou. Entrando pela casa, encontrou o o filho mais velho de Jeremias, que estava jogando com um elemento mal visto na sociedade da época e perdendo ali grandes somas de dinheiro. Tava enfesadíssimo, aborrecidíssimo e tratou muito mal. Ele diz porque veio e pede para ver a irmã. E ele diz: "Eu não quero nem saber dessa irmã". Mas encaminhou, mostrou qual seria o aposento em que ela estava lá repousando. Só que no caminho ele foi pro aposento, mas encontrou outro irmão. O outro irmão desse filho mais velho de Jeremias. Esse outro irmão estava com a mão dentro de um cofre, cofre de joias valiosas. E quando percebeu que estava sendo visto por alguém e ele não sabia quem era Pedro, e ele já tomou de grande agressividade, pronto para bater em Pedro, que pede pelo amor de Deus que ele tava ali na condição de visitante e que ele viera auxiliar. Então ele sai do quarto, encontra com a esposa de Jeremias, que tava dando uma bela surra numa servazinha pequena, numa menina, até sangrar, dizendo que ela tinha roubado uma fruta, um figo. E a menina gritava: "Não, não, não fui eu, foram os galos que destruíram o figo." E aí a mãe, a mulher de Jeremias indica para ele, depois de dar a surre até sair sangue da menina, indica para ele o lugar certo onde está a filha doente. Quando ele chega no aposento da filha doente, o que ele sente? O que ele vê? ele, a filha, ao vê-lo, a Sara, ao vê-lo, começa a desenvolver a a eh a fazer gestos sensuais, inadequados,
a filha doente. Quando ele chega no aposento da filha doente, o que ele sente? O que ele vê? ele, a filha, ao vê-lo, a Sara, ao vê-lo, começa a desenvolver a a eh a fazer gestos sensuais, inadequados, descabidos, e a utilizar a palavra com com eh eh expressões de baixo calão. E ele fica apavorado e se sente incapaz, impotente de oferecer qualquer ajuda. Volta e narra tudo isso para Jesus. Jesus olha para ele serenamente e diz: "Ah, Pedro, eu eu conheço Jeremias, conheço a esposa, conheço os filhos. Eu só pedi que você fosse lá para auxiliá-los". Então, auxiliá-los, não julgá-los, não censurá-los, mas oferecer uma boa vontade, uma compreensão, o passe ou a oração junto. O passe talvez não fosse possível, né, Jackson? Mas uma oração sentida, uma oração verdadeira, um amor que pudesse sair do seu peito, do seu coração, sentido, poderia ter ajudado a acalmar aquela situação naquela família tão comprometida. Então Jesus mostra para ele e para todos nós, seja qualquer que seja a circunstância, o conflito, a guerra, violência, nós podemos estar em paz com a nossa própria consciência e fazermos uso dessa conexão consagrado para abrandar os ambientes mais trebosos. Que Jesus nos ampare, que nós possamos sempre nos inspirar nos ensinos e na iluminação dessa doutrina que é farol para nós em nossa caminhada, possamos estar de bem conosco, animados para realizar a nossa jornada com doçura, com indulgência para conosco próprios e para com os nossos semelhantes. Obrigada pela atenção. Uma boa noite,
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