APRENDENDO A PERDOAR - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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เ Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando. Amigos, rendamos graças a Jesus pela alegria de aqui estarmos em sua presença, doando também as nossas melhores vibrações na direção de todos aqueles que sofrem. A Leila me pediu que a nossa harmonização fosse feita com uma passagem do Evangelho do capítulo 10, bem-aventurados os que são misericordiosos. E a passagem é sobre o perdão. Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque obterão misericórdia. Se perdoardes aos homens as faltas que cometerem contra vós, também vosso Pai celestial vos perdoará os pecados. Mas se não perdoardes aos homens quando vos tenham ofendido, vosso Pai celestial também não vos perdoará os pecados. Se contra vós pecou vosso irmão, ide-lhe sentir a falta em particular a sós com ele. Se vos atender, terá tereis ganho o vosso irmão. Então, aproximando-se dele, disse-lhe Pedro: "Senhor, quantas vezes perdoarei meu irmão quando houver pecado contra mim?" Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: "Não vos digo que perdoeis até 70 vezes, mas até 70 vezes sete vezes todas as passagens do Evangelho de Mateus. Vamos elevar o nosso pensamento até Jesus, mentalizando a sua figura doce, serena, neste instante ao nosso lado, nos ofertar as suas melhores vibrações, o seu amor, a sua paz, deixando-nos sentir todas essas vibrações que nos alcançam, que restituem as nossas forças, que renovam o nosso bom ânimo e pedindo também ao Mestre que estejamos todos receptivos a mensagem que nos será trazida hoje pela Leila, para que quando daqui sairmos estejamos todos preparados para continuar a nossa caminhada que se faz necessária. Que a paz de Jesus possa nos alcançar a todos neste instante e permanecer conosco. Que assim seja. Uma boa tarde a todos. Que Jesus nos abençoe e nos conceda sua paz. Então, como vimos na leitura, Jesus nos aconselha a perdoar as faltas dos nossos irmãos. Por que Jesus nos aconselharia isso?
seja. Uma boa tarde a todos. Que Jesus nos abençoe e nos conceda sua paz. Então, como vimos na leitura, Jesus nos aconselha a perdoar as faltas dos nossos irmãos. Por que Jesus nos aconselharia isso? Porque ele quer que nós estejamos sempre felizes, contentes. E essa doutrina que tem sido um farol nas nossas vidas, que nos traz esclarecimentos fecundos, que nos oferece a oportunidade de compreender melhor o sentido da vida, nos diz que o perdão é terapêutico e que nós todos somos semelhantes, pertencemos a uma mesma e grande família humana. Significando isso, que todos nós saímos da vontade de Deus simples e ignorantes, ignorantes do saber. Portanto, éramos e ainda continuamos sendo aprendizes, porque não alcançamos ainda o patamar de sabedoria plena. Por sermos aprendizes, acontece em nossa vivência tanto a pregressa já aconteceu, como essa existência atual, como nas futuras, nós como aprendizes, muitas vezes nos desviamos do caminho, do caminho reto. Mas não sou eu que desvio, não é só você que desvia. Todos nós, seres humanos, aqui nesse planeta de provas e expiações, temos como característica a o aprendizado ou a condição de aprendizes. Então, é preciso que a gente, para viver melhor, possamos cultivar uma conduta, um comportamento ou realizar uma escolha que nos felicite ao invés de nos infelicitar. Eu vi agora mesmo, observando aqui o pessoal, vi que um dos participantes hoje do salão estava muito contrito, assim, de mãos postas, pensativo, naturalmente, sentindo em seu coração algum sofrimento, alguma aflição e procurou essa casa de prece, essa casa de orientação, essa casaig OSA que nos acolhe a todos buscando o quê? O que se busca? Nós buscamos consolação. Mas a consolação vem através do esclarecimento. Quando compreendemos, nós passamos a nos sentir melhor diante das dores, das aflições, dos sofrimentos. E um dos papéis da doutrina espírita é esse, de esclarecer e consolar. Então, o que nos esclarece? esclarece que é natural que nós, como aprendizes, muitas vezes nos desviemos
lições, dos sofrimentos. E um dos papéis da doutrina espírita é esse, de esclarecer e consolar. Então, o que nos esclarece? esclarece que é natural que nós, como aprendizes, muitas vezes nos desviemos do caminho e que é preciso que nós construamos uns com os outros um clima de harmonia, de entendimento, de compreensão da realidade que vivenciamos. Então isso nos remete a uma necessidade, a uma diligência, a uma busca. Buscar o quê? Buscar compreender o próximo, buscar desculpar as falhas alheias, assim como devemos desculpar as nossas próprias falhas para termos paz. Então, é preciso que a gente construa no nosso íntimo aquele espaço de aceitação da nossa falibilidade, de compreensão dos nossos desvios. Não é repetir e desculpar sempre, não é refletir sobre as nossas escolhas infelicitantes. Buscar compreender por eu fui por esse caminho ao invés de ir para o outro. Nessa compreensão, vamos crescendo, vamos nos harmonizando, vamos nos tornando mais capazes de desculpar as falhas alheias. Quando Allan Kardec perguntou aos espíritos codificadores como é que Jesus entendia a caridade, eles responderam: Benevolência para com todos, indulgência para com as falhas alheias e perdão das ofensas. É claro que todos nós sabemos que perdoar uma calúnia é muito difícil. Perdoar alguém que nos infelicitou, que nos fez mal de propósito, é muito difícil, mas é preciso. E o chamamento da vida é esse, que a gente aprenda a compreender, a estender o perdão de fato para aquele que erra para conosco. que também nós erramos muitas vezes para com o nosso próximo, para com o nosso semelhante. Então, uma, o primeiro passo para esse treinamento, para esse aprendizado, talvez seja o interesse consciente, o propósito claro, firme de nós nos libertarmos das amarras que nos prendem. E que amarras são essas que não nos permitem crescer, que não nos permitem dar passos para a frente, para o alto e alcançar a alegria de viver. Com toda a certeza, essas amarras são aqueles sentimentos, aquelas emoções deletéas,
não nos permitem crescer, que não nos permitem dar passos para a frente, para o alto e alcançar a alegria de viver. Com toda a certeza, essas amarras são aqueles sentimentos, aquelas emoções deletéas, aqueles, aquelas lembranças que muitas vezes nos faz reportar aquele acontecimento negativo que tanto nos infelicitou. É preciso que a gente se liberte, liberte dessas emoções, dessas lembranças, desses sentimentos e assim estaremos em liberdade para poder caminhar com mais agilidade, com mais leveza e nos tornarmos mais gentis, compreensivos, mais capazes ou melhor capazes de amparar e acolher o nosso semelhante, mesmo que as ideias dele sejam diferentes da das minhas, o comportamento dele seja diferente do comportamento que eu adotaria. Então, nós não somos juízes. É preciso lembrar disso. Nós somos irmãos que estamos aqui sob a lei da sociedade para progredirmos, mas convivendo harmoniosamente, buscando o entendimento, buscando favorecer a paz, a paz doméstica, a paz na sociedade, a paz no templo, em qualquer lugar. que nós estejamos, precisamos adotar a conduta, mas uma conduta sincera, verdadeira, de seguidores do nosso mestre, guia e modelo Jesus. Como é que Jesus vivia com tristeza? Não. Choroso? Não. Acardado diante das dificuldades? Não, nem diante das acusações. Sempre aquele que curava, aquele que acolhia, aquele que amparava, aquele que ensinava com o jeito de ser, a nos tornarmos mais humanos, a nos a desejarmos nos tornarmos mais humanos. Que que é ser mais humano? é ser compreensivo, é ser lúcido, é distinguir o que realmente é importante. Então isso nos torna qualificados como seres humanos. O primeiro passo, então, é a decisão firme de nos libertarmos dos pensamentos e emoções negativas que nos prendam ao a paralisação, a ficarmos ali sem poder caminhar, sempre lembrando dos fatos negativos. Isso faz uma ligação com o ofensor e nós acabamos nos tornando reféns, governados por essas ideias negativas. Nós damos ao outro, ao ofensor, o poder, o governo sobre os nossos dias,
fatos negativos. Isso faz uma ligação com o ofensor e nós acabamos nos tornando reféns, governados por essas ideias negativas. Nós damos ao outro, ao ofensor, o poder, o governo sobre os nossos dias, porque vivemos ligados aos fatos negativos. Então, importantíssimo e primeiro passo para esse aprendizado do perdão é nos libertarmos dos ressentimentos, das mágoas e de tudo aquilo que nos reporta às aos fatos constringentes. E o segundo passo, qual seria? Muitos de nós, muitas vezes, colocamos nas costas de um ente querido a responsabilidade da nossa felicidade, do nosso bem-estar. E cobramos dessas pessoas atitudes e reverências. Cobramos expedientes como se fossem as outras pessoas ou aquela outra pessoa obrigada a cuidar de nós. Então, é preciso desatar, é preciso deixar que a pessoa viva a própria vida. desligar para que ela experimente como é viver o que pensa, como é viver o que sinta. Então esse ato é um ato muito caridoso. Por quê? Porque na verdade é nós acreditarmos no outro, oferecer ao outro credibilidade para que se autoconduza e alcance a solução dos próprios problemas. E aprenda como nós devemos aprender, a não criar expectativas em relação ao atendimento do outro para conosco. Esse desligamento vai nos ajudar a caminhar sem mágoa, porque não criamos expectativa. Marhatm Gand disse certa vez que realmente nunca perdoou ninguém, nunca precisou. porque nunca se sentiu ofendido. É claro que nós estamos ainda distantes desse patamar. Nós ainda não alcançamos, né, essa prática com facilidade, mas podemos treinar. Tendo isso em mente, podemos nos conduzir de tal forma que aquelas criances dos outros, aqueles aborrecimentos que nos chegam, que se desvaneçam com rapidez, que nós não guardemos lixo, detritos em nosso campo íntimo. Mas para que isso aconteça, precisamos também ter o firme propósito de nos de nos treinarmos no sentido de realizarmos um distanciamento psicológico no campo mental, evitar muita proximidade com aquelas pessoas ou com aqueles fatos ou com
também ter o firme propósito de nos de nos treinarmos no sentido de realizarmos um distanciamento psicológico no campo mental, evitar muita proximidade com aquelas pessoas ou com aqueles fatos ou com aquelas ocorrências que nos desestabilizam. Porque afinal de contas os nossos poderes são limitados. Temos que compreender que não podemos solucionar problemas. Todos podemos alguns, mas não todos. Então, é preciso enfrentar a realidade nossa e nos perdoarmos. Perdoar o quê em nós? Todas as vezes que nós fizemos algo e que nos arrependemos, perdoar a nossa finitude. Claro, nós somos finitos como seres carnais, vamos morrer. Então, é preciso perdoar ocorrências que nos infelicitam. É preciso nos perdoarmos em todos os sentidos. aquela aquela aquele investimento que eu fiz ou no campo intelectual ou no campo material ou no campo afetivo que não deu certo. É preciso ter olhar de bênção e observar que há alternativas outras para eu testar a minha potência, para eu experimentar novas novos patamares, novas experiências. Nós somos seres poderosos. Nós somos dotados de inteligência, de sentimento, de emoção, de poder fazer, de poder ir e vir, de poder realizar. Então, por que nos detemos na tristeza ou na infelicidade? Não. A vida, a vida de encarnação é curta, é um tempo só. que aqui estamos como bênção, é uma dádiva divina. E o chamamento da vida, o convite é que a gente se aprimore como ser humano. E aprimorar-se como ser humano é tornar a nossa humanidade mais digna. Então, é preciso sair do horizonte de conforto, buscar compreender melhor a vida. Como é que se faz isso? Estudando, observando, refletindo, amando e treinando os frutos do espírito. Paulo de Tarso nos nos mostrou muitos frutos do espírito, que são a benevolência, a bondade simples, a mansidão, a paciência, a calma, a compreensão, a fé. Ora, estamos aqui todos no mesmo barco e precisamos nos ajudar uns aos outros. E essa melhor ajuda que pode existir é nós cuidarmos, em primeiro lugar da nossa principal tarefa, que é a nossa própria
Ora, estamos aqui todos no mesmo barco e precisamos nos ajudar uns aos outros. E essa melhor ajuda que pode existir é nós cuidarmos, em primeiro lugar da nossa principal tarefa, que é a nossa própria iluminação, o nosso próprio desenvolvimento. Há um capítulo no Evangelho Segundo o Espiritismo em que Jesus fala que é preciso não só perdoar o nosso adversário. Nosso inimigo precisa ser não só perdoado, mas também amado. O amor ao adversário, ao inimigo, é o ponto mais alto que nós podemos alcançar. de realização espiritual. É porque quando perdoamos e amamos o nosso inimigo, que é o nosso semelhante, que é filho de Deus tal como eu sou, eu estou demonstrando um perfeito, uma perfeita compreensão da realidade da vida. Somos irmãos. Essa é a afirmação básica, a primeira delas. Somos semelhantes. Todos nós queremos a mesma coisa, que é nos livrarmos dos sofrimentos e alcançarmos, conquistarmos a felicidade. Felicidade tem como sinônimo também paz de espírito. É quando nós fazemos just também aquilo que nos compete. Então, o que nos compete representa os nossos deveres. Se eu cumpro os deveres que são inerentes à minha pessoa na situação em que eu me encontro, ou como filha, ou como mãe, ou como esposo, ou como pai, ou como amigo, ou como um elemento da coletividade, valorizando essa coletividade da qual eu faço parte. Isso é uma demonstração de maturidade espiritual. E é muito importante que a gente se situe naqu naquela realidade nossa. E por isso mesmo, Ramed, nesse livro que eu acho precioso, renovando atitudes, ele tem, ele coloca algumas, alguns trechos que eu peço licença para ler e comentar com vocês. Ele diz assim sobre o perdão. Perdoar não é ser conivente, é ser compreensivo com a falha alheia, mas não que não aceitar, não aceitar aquele erro. Acolher a pessoa que errou é diferente de ser conivente. Não ser conivente com as condutas inadequadas de parentes e amigos, mas ter compaixão, ou seja, entendimento maior através do amor incondicional. Portanto, quando a gente adota esse
de ser conivente. Não ser conivente com as condutas inadequadas de parentes e amigos, mas ter compaixão, ou seja, entendimento maior através do amor incondicional. Portanto, quando a gente adota esse jeito de viver, acaba se transformando num modo existencial. É um jeito que a gente abraça, né, sem julgamento, sem censura, mas separando o joio do trigo. Aqui mais à frente ele realça, que é preciso que a gente promova essa renovação da atmosfera mental. renovamos a a atmosfera mental quando nos esforçamos para realmente não valorizar os fatos negativos, nem a as ofensas, nem as criances, nem a imaturidade do nosso semelhante quando nos ofendeu. Então, ir nos libertando dessas amarras, disso que nos prende. A qualidade do pensamento determina a ideação construtiva ou negativa. Então, que nós saibamos escolher os pensamentos que queremos abrigar em nossas mentes. Porque se forem pensamentos negativos, criaremos uma atmosfera mental negativa. Encheremos de detritos o nosso campo íntimo e isso com certeza não nos fará bem. Ainda ele diz, desligar-se ou desconectar-se não é um processo que nos torna insensíveis e frios. Continuaremos amando as pessoas que queremos bem. Embora preferiramos por qualidade de vida a nos distanciarmos da problemática que não cabe a mim resolver, mas a própria pessoa testar os seus próprios potenciais. Ao soltar-nos vibracionalmente desses contextos complexos, ao desatar-nos destes fluidos que nos amarram a crises e conflitos existenciais, nós estaremos cumprindo a nobre tarefa de nos compreender e de compreender os outros. Então, quando nós acreditamos que cada ser humano é capaz de resolver seus dramas e é responsável pelos seus feitos na vida, aceitamos fazer esse distanciamento mais facilmente, permitindo que o outro seja e se comporte como queira, dando-nos também essa mesma liberdade. Então essa distância psicológica é fundamental. Um dos mais eficientes, uma das mais eficientes técnicas de perdoar é retomar o vital contato conosco mesmos,
ra, dando-nos também essa mesma liberdade. Então essa distância psicológica é fundamental. Um dos mais eficientes, uma das mais eficientes técnicas de perdoar é retomar o vital contato conosco mesmos, desligando-nos de toda e qualquer intrusão mental para logo em seguida buscar uma real empatia com as pessoas. Deixamos de ser vítimas de forças fora do nosso controle para transformar-nos em pessoas que criam sua própria realidade de vida, baseadas não nas críticas e ofensas do mundo, mas na sua percepção da verdade e na vontade própria. Então, podemos concluir que a vontade de realizar essa transformação, essa conquista do aprendizado do perdão é fundamental, é básica, depende do nosso querer. Eu conheço pessoas que ficam no vitimismo a vida inteira, vivendo do passado e se recusam a dar passos à frente. é porque não criaram dentro dela esse espaço de merecimento e de perdão. E aí a vida deixa de fluir. Não há prosperidade, não há alegria, não há soltura, não há liberdade. Então, o desafio de hoje, dessa conversa que tivemos, é que cada um de nós possa realmente libertar-se dessa inclinação, dessa tendência muitas vezes forte em nossas vidas, em que a gente empaca, fica ali, não anda paraa frente e parece que tem um certo gozo, um ganho secundário pelo sofrimento. Por quê? Com a cara muito triste e com manifestações de doenças cada vez mais graves, nós chamamos atenção. E às vezes o chamar atenção revela a nossa carência, a falta de amor próprio, a falta de conexão com a vida, a falta de gratidão por tudo que vemos. O céu hoje de manhã tava todo azul, as árvores estão verdinhas, o clima tá fresquinho. Quanta coisa maravilhosa nós podemos sentir em nós. Então, vamos cultivando a alegria de viver antes de qualquer outra coisa. Olhar de bênção é olhar as circunstâncias com carinho, com isenção, sem grandes julgamentos severos, desenvolvendo o jogo de cintura, a flexibilidade. Mulhar de bênção é não levar para o lado pessoal aquelas criancíes que os outros fazem chegar até nós. Saber triar,
, sem grandes julgamentos severos, desenvolvendo o jogo de cintura, a flexibilidade. Mulhar de bênção é não levar para o lado pessoal aquelas criancíes que os outros fazem chegar até nós. Saber triar, peneirar aquilo que realmente nos promova e separar daquilo que nos afasta da nossa alegria de viver. Por isso, nós afirmamos há pouco que a primeira e principal tarefa que temos é a própria iluminação, é o nosso desenvolvimento, a nossa evolução que não pode ser terceirizada. Isso não poderá ser atribuído a nenhum guru, a nenhum padre, a nenhum papa, a nenhum bispo, a nenhum pastor. Essa tarefa é indelegável, é nossa. é pessoal. Cada um precisa conhecer-se melhor, educar-se melhor, fazer boas escolhas. Então, a harmonia, a ética, suavizar os sentimentos é necessário. perdoarmo-nos no nosso caráter de humanidade, de falibilidade, trabalhando pela autoeducação, construindo a nossa evolução e utilizando os processos de desconstrução dos hábitos antigos em que nos permitíamos abaixar a cabeça, sofrer um pouco mais e viver da vitimização, esquecendo que o nosso dever ver a nossa felicidade está aqui, ó, no ponto presente, na construção e na das escolhas que fizermos para o nosso amanhã ser ainda mais alegre, mais feliz, mais pleno. A nossa destinação é honrosa e feliz. É por isso que Jesus demonstrou para todos e está registrado no no testamento, perdoando Judas, perdoando as falhas de Pedro, perdoando Maria de Magdala. Ele nos perdoa, a nossa consciência nos perdoa quando nós temos a decisão firme de progredirmos espiritual, moralmente e humanamente. Então, que Jesus nos proteja nesse propósito de alcançarmos esse desiderato que vai, com certeza, nos felicitar. Muito obrigada pela atenção. Uma boa tarde a todos. O nosso obrigado a Leila pelas palavras. Coincidentemente, hoje de manhã eu ouvi uma palestra do Divaldo e ele, de uma maneira engraçada, como ele sempre faz, ele dizia: "Eh, nós temos que perdoar sim 70 vezes sete vezes o nosso irmão, mas é a cada ofensa." Então, imagine, é
ouvi uma palestra do Divaldo e ele, de uma maneira engraçada, como ele sempre faz, ele dizia: "Eh, nós temos que perdoar sim 70 vezes sete vezes o nosso irmão, mas é a cada ofensa." Então, imagine, é um trabalho ergúlio no processo de aprimoramento do perdoar, não é? Mas é maravilhoso porque Deus se utiliza incessantemente de sua misericórdia conosco. Por que não o fazermos também com aqueles que nos ofendem? Vamos elevar o nosso pensamento a Jesus para que na próxima sexta-feira aqui estejamos também mais uma vez. Hoje eu achei interessante porque todo mundo ficou sentado lá atrás. Eu já pensei que tivesse alguma comemoração lá pro fundão, porque o fundão sempre foi eh eh ruim, né, na sala de aula, mas tá todo mundo lá atrás. Mas é uma alegria porque as energias aqui são as melhores possíveis. Então, que Jesus, em sua infinita misericórdia, em seu amor, em sua alegria, como nos lembrou a Leila, possa caminhar conosco, relevar os nossos equívocos, as nossas dificuldades, possa nos mostrar quando ultrapassamos a linha do bom senso na direção daqueles que caminham conosco, que ele possa abrir o nosso coração para o desejo incessante de relevar o a dor que nos chega. Porque todos nós erramos tão somente pela ignorância e pela nossa imaturidade espiritual ainda, mas somos movidos todos por um amor enorme, que é o que nos torna irmãos. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares e que na próxima sexta-feira aqui nos encontremos novamente. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim
e energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.
mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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