PALESTRA E PROSA - Tema: Você tem Medo da Morte?
PRODUÇÃO IGESE Convidado da Noite: Jorge Cecílio Daher Parceiros de Transmissão: Lar de Jesus Goiânia, WebRadio Fraternidade, TVCETE, RAETV, TV CEECAL e RÁDIO PORTAL DA LUZ. "Ninguém quer falar sobre isso. Mas ela, a morte, faz parte da nossa existência – é, provavelmente, nossa única grande certeza. Mesmo assim, fugimos dessa conversa a qualquer custo. Precisamos entender por que fazemos isso e perceber que, ao trazê-la para perto, estamos na verdade mergulhando em nós mesmos e na maneira como olhamos para a vida!!!"
Boa noite, amigos do Jes. Tudo bem com vocês? Estamos agora estreando o novo programa nas segundas-feiras às 19 horas, que é o nosso Palestra e Prosa. E como nosso primeiro convidado, né, dessas edições do Palestra Prosa, temos aqui conosco Dr. Jorge Daer, que ele é muito conhecido do movimento espírita. Ele é secretário geral da AM Brasil, vice-presidente do INCEB, que é o o sanatório lá de Anápolis, né, Dr. Jorge, é trabalhador da AM Brasil também e militante aí na na área espírita. E hoje Jorge vai falar para nós sobre a morte. Você tem medo da morte, né? É um assunto complicado para nós. Mas antes da gente começar, vamos aqui fazer a nossa prece de início do programa, né? Convido a vocês a fecharem os seus olhos. Vamos fechar os nossos olhos, mentalizar nosso mestre Jesus aqui conosco nesse instante, nos abençoando, abençoando essa semana que começa, né, nessa segunda-feira e trazendo aos nossos lares uma energia de amor, de luz, para que possamos, né, com isso sentir fortes e felizes. Então, gente, com essa prece a gente inicia o nosso programa. aconteceu alguma coisa com o Dr. Jorge que ele caiu fora. Mas enquanto o Jorge não entra, nós vamos agradecer aqui, né, aos nossos parceiros de transmissão, nossos amigos, né, que ajudam a divulgar a doutrina espírita pelo mundo invisível da internet. a Web Rádio Fraternidade, a Rede Amigo Espírita, TV7, TV Secal, Rádio Portal da Luz e o nosso a nossa querida casa espírita aqui de Goiânia, Lar de Jesus, que tá também hoje como parceiro de transmissão. Certo? Bom, já temos alguns internautas aqui nos acompanhando. A Carla Rodrigues aqui do Iges, Rosângela lá da TV Secal. Muito obrigada, Rosângela. Ivana Heinsk, né? Que maravilha. Estreando mais uma programação. É isso aí. Ah, ela tá dizendo que eu tô linda aqui de vermelho, gente. Olha que barato. A a Lázara também, né? E o Dr. Jorge voltou, minha gente. Jorge Cecílio voltou. Vamos colocá-lo aqui na tela. E aí, Jorge, você caiu, né? Centraliza sua imagem aí para ficar bem bonitão. Aí [risadas]
A a Lázara também, né? E o Dr. Jorge voltou, minha gente. Jorge Cecílio voltou. Vamos colocá-lo aqui na tela. E aí, Jorge, você caiu, né? Centraliza sua imagem aí para ficar bem bonitão. Aí [risadas] eu me caíram, me caíram. É, eu vi que você tava congelado, mas eu falei: "Eu vou fazer a pressa e ainda vai dar tempo dele entrar". Você fez uma prece quente, ardorosa. Fiz uma uma prece maravilhosa. Deixa eu te falar. Eh, vamos falar então, né? Você tem medo da morte? Gente, eu quero saber o que vocês aí, internautas, pensam sobre isso. Coloquem suas dúvidas, digam se vocês têm medo da morte. E agora a palavra está com Jorge Daia, nosso convidado à noite. Obrigado. Eu pessoalmente não tenho medo da morte, mas eu tô naquela posição de Monten o filósofo francês. A questão não é morrer, mas como morrer, né? Como que nós vamos nos preparar para isso? Eu preparei alguns alguns slides porque quando a gente eh fala em morte e aí a pergunta, quem tem medo da morte? Morte, a gente deve entender morte como censação das atividades biológicas e da manifestação da consciência. Então, a gente tá diante de uma de uma condição em que as atividades biológicas naturais elas cessam. Agora, quando a gente pergunta o que é morte, a outra pergunta que vem e o questionamento que vem é o que que é vida? Porque muitos colocam a morte como algo que como término da vida, mas a morte é o término de funções biológicas. Você consegue reduzir sua vida apenas aos aspectos biológicos da vida. muitos materialistas conseguem, e essa é a tentativa de de explicação deles, que a vida ela só existe em função de funções biológicas. Uma das funções biológicas que é mais eh badalada é a função cerebral. Mas quando você reduz a sua vida a funções biológicas, você passa a não explicar manifestações como, por exemplo, a busca de conhecimento, de interesse, a cultura de um modo geral, a organização da da de alguns sentimentos como sentimento de amor. Então, a a religiosidade, então, a vida não é apenas eh a vida não se compõe de
nhecimento, de interesse, a cultura de um modo geral, a organização da da de alguns sentimentos como sentimento de amor. Então, a a religiosidade, então, a vida não é apenas eh a vida não se compõe de manifestações biológicas. E eu tive a oportunidade de, essa aqui é a tese da verdade mestrado. Isso virou um artigo científico publicado na revista The Journal of eh eh Journal of Nerves and Mental Diseas. E nessa análise bibliométrica, a gente percorreu eh cerca de 9.000 1 publicações que falam da possibilidade da autonomia da consciência além do cérebro, demonstrando que é um campo de interesse da medicina. Porque quando a gente fala na consciência, nós temos duas grandes escolas. A escola do materialismo filosófico que predomina. Muitos perguntam: "Ah, ciência não pesquisa espírito". Gente, 98% dos membros da Academia Americana de Ciências, que é o país um dos países que mais produzem ciência, 98% dos seus membros são agnósticos. 100% dos que financiam pesquisas científicas não tem interesse no tópico. A quando que a ciência vai comprovar? vai ser um pouquinho difícil, pelo menos ainda no mundo de expiação e provas. Mas quando a gente olha o materialismo, compar o materialismo filosófico com espiritualismo filosófico, que é a segunda corrente de de dentro do dos pesquisadores, e aqui é um esquema feito pelo professor Saulo da Universidade Federal de Juiz de Fora, da área de filosofia. Segundo materialismo filosófico, o corpo físico é o mais importante. Então, cérebro gera a mente. A consciência ela é só uma função cerebral. Acabou a função cerebral, acabou a consciência, vem a morte. E a imortalidade é um conceito para eles não científico, de caráter religioso e especulação filosófica. Para nós que somos espiritualistas, eh, o ser é constituído de corpo, alma e mente ou consciência. A consciência é autônoma em relação ao cérebro. O cérebro é só um instrumento. A consciência sobrevive à morte do cérebro. Imortalidade é um conceito científico, filosófico e religioso. É
consciência. A consciência é autônoma em relação ao cérebro. O cérebro é só um instrumento. A consciência sobrevive à morte do cérebro. Imortalidade é um conceito científico, filosófico e religioso. É assim que a gente encara. E quando a gente olha os períodos históricos de pesquisas em imortalidade, nós vamos ver alguns períodos distintos, segundo o esquema proposto pelo Dr. Ian Stevenson da Virginia University, em que começa em 1880 com a fundação da Society for Psychic Research em em Londres. É um período predominante que foi teve o predomínio da coleta e análise das alegadas manifestações espontâneas de personalidades desencarnadas. O que é interessante é o seguinte. Eh, nem todos os membros da Society for Psych Research eram acreditavam nas manifestações. Muitos entraram para pra sociedade para pesquisar e mostrar que aquelas manifestações eram fraudulentas. Por exemplo, nós tivemos um segundo período de 1930 a 1960 e aí a parapsicologia entrou em foco e a partir de 1960 nós tivemos retorno das experiências que poderiam gerar evidência sobre a respeito, né, da da sobrevivência após a morte. Então, nós vamos pegar nessa nessa apresentação eh duas condições que sugerem que a que a consciência sobrevive após a morte e por isso a gente não pode e nem necessita temer a morte. A primeira são as experiências de quase morte. As experiências de quase morte, elas ocorrem em 10 a 18% de todos os casos de ressuscitação exitosa de parada cardiorrespiratória e ocorre outras situações de morte iminente ou em decorrência de outras situações clínicas de condições não clínicas, acometendo crianças e adultos. E nós temos características comuns às experiências de quase morte, inefabilidade, dificuldade em descrever a experiência linguisticamente, escutar os relatos da própria morte pronunciada pela equipe médica, familiares ou outros. Eu tenho alguns pacientes que tiveram experiência de quase morte e quase todos eles eh dizem exatamente isso, que escutou o médico dar o diagnóstico
onunciada pela equipe médica, familiares ou outros. Eu tenho alguns pacientes que tiveram experiência de quase morte e quase todos eles eh dizem exatamente isso, que escutou o médico dar o diagnóstico da morte deles. Sensação de paz contagiante, barulhos algumas vezes descritos como música, uma música bela, sirenes ou então campaninhas desagradáveis em experiências não muito boas, né? Sensação de túnel ou lugar escuro e fechado. A pessoa vê um lugar escuro, fechado e como se vai entrar dentro de um túnel. Sensação de estar fora do corpo, algumas vezes acompanhada da visão do próprio corpo em outro local. Outras vezes são acompanhadas de sensações e emoções não pertencentes ao corpo físico. Uma sensação de expansão muito grande, como se a consciência preenchesse todo o ambiente, todo o universo, uma sensação de pertencimento. Encontro com seres espirituais, algumas vezes não identificados, mas outras vezes identificados como seres desencarnados ou figuras religiosas. Geralmente eles falam num ser de luz com frequência de escrito como entidade amorosa que tem uma luz sobrenatural e muito brilhante. E as pessoas geralmente fazem uma revisão da própria vida, algumas vezes sob a tutela do ser de luz e algumas vezes acompanhada de uma sensação de julgamento. Ou seja, a pessoa tem um sentimento de culpa. Pode ocorrer isso. Compreendem que existe uma fronteira que demarca os limites entre a vida terrestre e a vida após a morte. a pessoa como se olhasse e visse um limite, uma uma divisa, uma fronteira. O retorno à vida, algumas vezes descrito como tomada de decisão de voltar ao corpo físico ou veio pro corpo de uma forma involuntária. Eu tive o relato de uma senhora que trabalhou comigo no hospital no Rio de Janeiro, em que ela relata a experiência de quase morte. Ela foi levada para um local maravilhoso, passou por um túnel e chega numa cachoeira, ela ouve o barulho das águas, ela se sente toda envolvida uma música muito grande. Ela vê um anjo, ela descreve como um anjo que a abraça e diz: "Está na hora
ssou por um túnel e chega numa cachoeira, ela ouve o barulho das águas, ela se sente toda envolvida uma música muito grande. Ela vê um anjo, ela descreve como um anjo que a abraça e diz: "Está na hora de você voltar" e ela volta involuntariamente. Essas pessoas geralmente têm uma certação em dizer os outros contar pros outros a experiência que tiveram. Podem ser tomados como loucos, dizem as pessoas que passaram por isso. E as as EQMs tem uns tem efeito sobre a própria vida e e essa esse efeito com frequência é descrito como interesse em assuntos de espiritualidade, aumento da da valorização da vida, amor aos outros. A pessoa se modifica. uma diminuição do medo da morte e convicção na sobrevivência após a morte. E existe a confirmação por parte da equipe médica e dos familiares que os conhecimentos adquiridos por quem passou pela experiência de quase morte durante o evento descrito não poôde ser obtido por vias normais de percepção. Vejam, Dra. Elizabeth Cubler Rose. Ela conta a história de um homem cego de nascença, que tem uma parada cardiorrespiratória e ele é socorrido por um médico prontamente, o médico demora em torno de uma hora fazendo massagem eh eh ressuscitação eh massagem cardíaca, né? cardiorrespiratória. E esse homem, quando ele retorna da experiência de quase da da retorna da parada cardiorespresiratória, ele descreve todo o ambiente. Ele diz: "Enquanto eu estava morto, eu saí do meu corpo. Eu e conta, eu passei e eh fiquei boiando, de repente entrei em um túnel, uma luz maravilhosa e eu enxergava tudo. As cores eram maravilhosas. Quando eu voltei, eu tive a oportunidade de observar o doutor que me fazia massagem, um jovem médico que usava uma gravata de uma gravata borboleta de bolinhas azuis e fundo amarelo que era linda. Ele era cego de nascença. Então, esse tipo de percepção, ele não poderia ter obtido por vias normais. Então, a EQM ela é um grande desafio porque a pessoa mantém a consciência enquanto ele está clinicamente morto. Esse é o artigo mais eh que deu maior
pção, ele não poderia ter obtido por vias normais. Então, a EQM ela é um grande desafio porque a pessoa mantém a consciência enquanto ele está clinicamente morto. Esse é o artigo mais eh que deu maior autoridade à as experiências de quase morte. Um artigo publicado pelo Dr. Pin Van Lomel em dezembro de 2001, em que ele fala da experiência de quase morte em sobreviventes de parada cardíaca. um estudo prospectivo na Holanda, né? Então, a gente termina aqui esse tópico de experiência de quase morte para falar agora de reencarnação. Como a gente tem meia hora de de bate-papo, eu quero apresentar para sobrar um tempinho, né? A ideia da reencarnação pode explicar aspectos da personalidade não alcançados ou explicados pelas teorias em vog, diz o Dr. Ein Stevenson. Eh, nesse artigo muito interessante, é um artigo inclusive aberto, eh, como, por exemplo, os medos e as atrações que ocorrem na infância sem que haja melhor compreensão por parte da psicologia. Habilidades inatas não aprendidas, crianças que, por exemplo, nascem sabendo tocar música ou pintar ou com alguma outra habilidade especial. Disforias de gênero de ocorrência na infância. de de gênero, ele não usou esse termo. Eu que traduzi as identificações com o outro sexo, as chamadas inversões, que algumas pessoas não aceitam como adequado esse termo. Então, as memórias sugestivas de reencarnação ocorrem geralmente em crianças e nas diversas culturas, não é só cultura que aceita a reencarnação. e, descrevem experiências de uma possível existência anterior e geralmente se começam, as crianças começam a falar sobre isso a partir dos 2 anos de idade, 2 e 3 anos de idade e mais de 2.500 casos tinham sido relatados até 2008. Hoje em dia, estima-se que nós temos mais de 3.000 casos eh relatados. O tipo de morte ele influencia. Geralmente essas crianças falam de mortes traumáticas e até 35% dessas crianças existem marcas de nascença. Então, essas memórias de vidas passadas elas podem continuar na fase adulta, segundo o estudo de
lmente essas crianças falam de mortes traumáticas e até 35% dessas crianças existem marcas de nascença. Então, essas memórias de vidas passadas elas podem continuar na fase adulta, segundo o estudo de Haraldson. Então nós, o grande o nome da publicação desses, desses artigos e desses estudos foi Dr. Stevenson. E quando ele fala em marcas de nascença que correspondem exatamente a feridas eh das da personalidade anterior, nós vamos ver alguns fatos interessantes. Esse aqui é uma um um garoto indiano. Ele tinha uma mácula hipopigmentada no peito e ele se lembrar, ele dizia ter sido na outra vida um comerciante de outra cidade e outro extremo da Índia que tinha uma um pequeno bar, uma mercearia, um um um comércio. E ele foi assaltado, ele tentou reagir contra os ladrões e tomou um tiro no peito. ele deu a identidade e e forneceu muitos detalhes a essa criança. E nós vemos aqui então essa marca de nascença que corresponde exatamente ao local onde a personalidade que essa criança disse ter sido recebeu tiros. aqui é uma um desenho de necrópsia, ou seja, a personalidade que ele disse habitar recebeu tiro nessa região e deixou essas marcas, as marcas de entrada que correspondem exatamente à mancha hipocrômica que essa criança trazia no peito. Esse é um menino que nasceu com uma braquidactilia na mão, em uma única mão. Isso é raro, não é muito frequente. E ele lembrava que na outra vida ele foi um personagem eh que perdeu os dedos numa máquina de moer capim. essa essa personalidade, ela foi também identificada, realmente havia existido e o relato da criança estava absolutamente correto e ela nasceu sem os dedos, exatamente os mesmos dedos em que a a pessoa havia perdido quando tinha tido a o acidente numa máquina de moer capim. E essa é uma criança que traz uma ausência congênita, uma ausência congênita da perna esquerda por banda miniótica. E ela lembrava que na outra encarnação, ela dizia na outra encarnação eu, que foi fulana de tal e fulana de tal na outra encarnação morreu atropelada na
ongênita da perna esquerda por banda miniótica. E ela lembrava que na outra encarnação, ela dizia na outra encarnação eu, que foi fulana de tal e fulana de tal na outra encarnação morreu atropelada na linha pela na linha do trem. E em sendo acidente de trem na Índia ocorre demais, né? O trem passou por cima da da perna e amputou a sua a sua perna direita. E ela nasceu então com uma amputação espontânea por banda miniótica. Uma banda da da membrana amiótica sai do útero, envolve a perna. A criança perdeu então o restante do membro e coincidindo exatamente com a lesão que ela tinha sofrido na alegada existência anterior. Então são casos que nos chamam muita atenção. Dr. Stevenson, ele mereceu, as pesquisas dele mereceram comentários de pessoas que são agnósticas, de cientistas sérios agnósticos, que dizem que o critério científico dele era tão grande que é difícil não eh eh se questionar e não deixar de questionar na veracidade do dos fatos apresentados. Então, o Dr. eh Jim Tucker, ele traz uma uma hipótese de como a reencarnação poderia existir. E ele diz que a consciência ela operaria em nível quântico e a física quântica ela ela vai além da da questão da da matéria, né? Ela estuda partículas e comportamento de partículas. E por por conta disso, a consciência, por não ser por ser não física, ela interage de uma forma eh muito peculiar com o novo corpo físico. Então, a gente pode concluir que a que a ciência e devemos reconhecer que a ciência não é um estabelecimento uniforme. Existem 10 distintas que se degladiam e os materialistas, infelizmente, predominam. Desde o século XIX, a produção científica sobre evidências da imortalidade é contínua. Vários campos de pesquisa abordam a questão da imortalidade. Eu apresentei só dois. A produção científica brasileira é crescente, a gente tem pesquisado muito mediunidade intimamente e morte não se opõe à vida, mas encerra um ciclo que se inicia com o nascimento. Então, a gente quis trazer nesses slides eh duas e fontes de de pesquisa ou duas
squisado muito mediunidade intimamente e morte não se opõe à vida, mas encerra um ciclo que se inicia com o nascimento. Então, a gente quis trazer nesses slides eh duas e fontes de de pesquisa ou duas fontes de de duas linhas de pesquisa e mais uma fonte de conhecimento que é o conhecimento científico, mostrando que existe sim existe sim uma evidência científica muito muito sugestiva da sobrevivência. Então, por que que nós devemos temer a morte? Os espíritas não temem a morte. Allan Kardec diz: "E dá as razões porque os espíritas não temem a morte no". E ele dá essas razões no Evangelho Segundo Espiritismo, né? Desculpa, no livro Céu e Inferno. E aí caberíamos eh perguntar por que que muitas vezes nós acabamos por temer a morte? Por que que muitas vezes nós somos seres que temos tanto apego e Ana Greg vai dizer que é exatamente eh por isso, nós apegamos por demais na vida e nas sensações de materialidade. Esse é o o ponto principal que leva a pessoa a temer a morte. Mas a morte é um fenômeno, é um fenômeno biológico, é algo inevitável. Todos nós que nascemos iremos morrer. E viver é exatamente isso. Viver é esse eh perigo maravilhoso. Viver é é é maravilhoso. Exatamente por isso, porque nos coloca sempre diante do que é arriscado, diante do que pode nos deixar de calças curtas. Eu estou conversando aqui com vocês, com a Isabela, que acabou de aparecer, mas eu não sei o que que está acontecendo no meu coração. Eu posso daqui a pouco ter um infarto. Tomara que não, né? Vai ficar feio eu morrer aqui enfartado na frente de todos vocês, mas isso pode acontecer. Então, eh, a gente fica com um pé no caos e um pé na segurança. Aquelas pessoas que temem a morte, elas têm um horror, a incerteza, mas a vida é feita de incertezas e de e de possibilidades. Allan Kardec nos diz que essas incertezas que a vida nos traz, pelo menos um conjunto delas, o espiritismo dissipa, porque nos dá convicção de que somos seres espirituais e sobreviveremos à morte. Quem tem medo da morte? Muita gente tem. Se me
ue a vida nos traz, pelo menos um conjunto delas, o espiritismo dissipa, porque nos dá convicção de que somos seres espirituais e sobreviveremos à morte. Quem tem medo da morte? Muita gente tem. Se me perguntar, você tem medo da morte, com sinceridade, não me assusta. Não me assusta. Eu tenho medo do que que eu vou encontrar do lado de lá. Eu acho que não vai ser coisa muito boa, não. Mas não devemos temer a morte, porque se eu tenho fé apenas na ciência, a ciência nos dá elemento de sobras para para que possamos afirmar a morte não existe. É só uma etapa. Parece que isso tá tá eh dentro de nós, seres humanos, porque pelas civilizações antigas, né, você vê o Egito, já no antigo Egito, o pessoal já acreditava em vida após a morte e outros povos também. Você pode contar nos dedos quem era realmente materialista, né, que não acreditava na vida após a morte. Será que está na nossa alma? O ser humano precisa acreditar em algo além da vida? Que que você acha, Jorge? Eu acho que que o ser humano tem intuição de algo além da vida, né? Ele não necessariamente ele necessita acreditar, mas certamente ele acredita porque tem essa intuição de que existe algo além da vida, de que a vida não se encerra com ou ou a vida não começou no nascimento. Muitos têm intuição de que já viveram outras vezes sem que isso seja um pensamento mágico ou uma fantasia. Então, eh, as culturas que falam da vida além da morte são culturas que tiveram proximidade, as culturas antigas, né, tiveram proximidade eh com fatos de manifestação de espíritos. Tiveram um contato muito mais simples, muito mais natural com espíritos daqueles que morreram. Então, foi muito mais simples e e mais lógico eh incorporarem essa convicção no seu dia a dia e fazer um culto sobre isso, porque afinal de contas aqueles estão eh aqueles [risadas] que se manifestam porque morreram eh eles estão no lugar que muitos descrevem como divino e outros descrevem como um lugar meio ruim de sofrimento. Então isso tá em todas as culturas, né?
es [risadas] que se manifestam porque morreram eh eles estão no lugar que muitos descrevem como divino e outros descrevem como um lugar meio ruim de sofrimento. Então isso tá em todas as culturas, né? Ex. A cultura grega você vai botar, você vai levar a moeda pro barqueiro, né, para ele poder atravessar o o o rio, né, melhor para Ades. É, tudo começa. Lembra de Sócrates na hora da morte? Sim. Que ele pensa, né? O que ele fala, ele acredita na vida após a morte. Quando prenderam, disseram: "Vocês prenderam o meu corpo, mas a minha alma é livre". Ele tinha aquela intuição em si, né? E e todos nós, apesar da morte ser a única certeza da vida, minha mãe já falava isso. Todos nós eh não queremos nem pensar sobre isso. Interessante, né? Verdade. Temos esse Quantas vezes você já conversou sobre morte com as pessoas que você conhece, com seus filhos? É, na verdade o o eu tenho uma experiência muito interessante, uma uma minha paciente espírita aqui de Anápolis, durante muito tempo militou no no movimento ela e o esposo. Ela estava numa fase final de insuficiência cardíaca e eu fui visitá-la e ela tinha me dito: "Olha, eu sonhei com o meu esposo essa noite." falou o nome da esposa, não vou, questão óbvia, não, não vou falar. Ele esteve aqui e tudo tava lindo. Então, coincidentemente, um colega cardiologista entrou no quarto quando tava falando, falei: "Olha, então faz o seguinte, se prepara, quando ele voltar essa noite, se abrace a ele, se entregue, vá com confiança, deixa ele te levar, faz sua passagem tranquila." Aí na saind do quarto, o colega chegou, falou: "Você tá maluco? Você tá falando pra paciente o quê? Você tá causando medo na paciente?" Eu falei: "Eu acho que você que tá com medo porque ela tá muito tranquila, o marido dela que [risadas] vem buscar." E efetivamente naquela noite ela desencarnou. você eh deixou ela livre, né, para desapegar, porque eu não sei se você leu aquele livro Voltei. No livro Voltei, é, no livro Voltei, você vê a dificuldade que uma alma passa para se
ela desencarnou. você eh deixou ela livre, né, para desapegar, porque eu não sei se você leu aquele livro Voltei. No livro Voltei, é, no livro Voltei, você vê a dificuldade que uma alma passa para se libertar das coisas materiais. Ele entrava na lá no no ambiente, na casa dele, a os pertences dele puxavam para ele ficar. Impressionante, né? É verdade. Nós temos aqui uma participação, uma pessoa aqui. Vamos ver. Neton André, no caso dessas pessoas das fotos não estão sendo penalizadas duas vezes? aquelas fotos que você mostrou, né, da Índia, como o Espiritismo explica isso? No caso, não fizeram nada a outras pessoas, mas se acidentaram. Não há expiação. E são pessoas que que desencarnaram extremamente traumatizadas com e aquelas lesões traumatizaram e é uma uma impressão mental e é uma reencarnação, ela se dá quase que no intervalo muito curto, Neilton. Então, o Dr. Stevenson, eh, no seu livro Reincarnation and Biology, ele vai dizer e eh a interseção eh where where where e biology and incarnation e intersect, onde e a a biologia e a reencarnação eh se cruzam. Ele começa dando exemplo dos casos muito bem pesquisados, documentados, a gente pouco fala até porque não faz parte da da cultura espírita, das manifestações espontâneas de estigmas que nós vemos muito eh no meio católico, principalmente alguns santos e algumas pessoas histéricas eh não santificadas. Então, os estigmas, a gente tem um exemplo muito clássico de estigma que ocorreu no Padre Pio, Padre Pio de Petreutina, que foi quase que contemporâneo do Chico, né? Mas morreu em em teve um período de vida junto com o período de vida do Chico. Ele morreu em 68. Padre Pio, ele tinha todos os estigmas eh de Jesus nas mãos, nos pés e no peito. Como que surgiu? Eh, ele tem uma visão, entra no estado de êxtase e tem dor lancinante nos locais onde Jesus foi ferido. São os estigmas. Então, os estigmas eles foram e são ainda estudados, eles não ocorrem eh nos casos sérios. Tem pessoas que se autoinflingem um um ferimento, mas ele
nos locais onde Jesus foi ferido. São os estigmas. Então, os estigmas eles foram e são ainda estudados, eles não ocorrem eh nos casos sérios. Tem pessoas que se autoinflingem um um ferimento, mas ele ele ocorre e sai de dentro para fora, surge o surgem os estigmas. Então, muitos dizem, vão para uma explicação cérebrocêntrica. Ah, o cérebro que produziu, afinal de contas, a pessoa tá encarnada. Mas no caso dessas crianças, o Dr. a Steve diz que é a mesma coisa, elas são traumatizadas, elas reencarnam quase que que eh instantaneamente, um período de tempo muito curto entre a morte e a reencarnação. E elas trazem como que um estresse pós-traumático eh essas feridas. Então elas se produzem espontaneamente de dentro para fora, como manifestação do do perespírito. E nós vemos então esses tipo estigmas, essas marcas de nascença. Talvez você ficou um tanto apiedado, né, dos do achando que podem sofrer ou não. Eh, mas efetiva, principalmente o menino com com com bracketil, a menina com banda miniótica, mas isso acontece. né? Não significa que seja um processo expiatório. E por que não um processo expiatório? Eh, nós não sabemos como foi o comportamento moral dessas pessoas quando encarnadas. Pessoa pode ter morrido com tiro no peito e ser o maior escravizador de de dentro do lar. Pode ter perdido a mão na na noedor de capim porque era alcólatra. pode ter perdido a perna porque eh eh tava tentando suicídio. Então não dá pra gente dizer também isso, né, Neo? Que não que não fizeram nada a ninguém. Talvez fizeram a si mesmos. Por isso que reencarnaram talvez tão rapidamente, né? Mas não dá pra gente ficar especulando, é só especulação. Interessante que os casos que que ele investigou eh era na Índia, né? Tudo na Índia, não é? Não tem casa no Brasil, no Líbano, nos Estados Unidos, na Europa, que você apresentou, né? Hã, mas então isso tá sendo estudado, não é só porque na Índia o pessoal acredita, né? No Brasil tem muitos casos no Brasil também, né? Ah, interessante. E não e ocorrendo não entre espíritas,
ou, né? Hã, mas então isso tá sendo estudado, não é só porque na Índia o pessoal acredita, né? No Brasil tem muitos casos no Brasil também, né? Ah, interessante. E não e ocorrendo não entre espíritas, né? Então tem a tem alguns casos. Estados Unidos tem entre indígenas americanos que não cultuam a reencarnação. Tem tem casos de de crianças indígenas que se lembram espontaneamente de vidas passadas. Então é é muito rico. O material [risadas] dele é muito rico. Olha, tem uma participação aqui da Graça Pólvora. Ela falando aqui, ó, de acordo com o palestrante, eu não temo a morte não, mas eu tenho eu temo eu tenho medo de como é que eu vou morrer? Não, a morte. Mas o como [risadas] morrer, na verdade, o morrer já nos mostra que é um fenômeno diferente. O morrer é um processo, é um processo que vai além da da questão biológica. O morrer é um processo psíquico, né? A questão é é como eu vou chegar no mundo espiritual, o que que eu vou levar para o mundo espiritual? Quais são as minhas conquistas? Então, se eu for questionado que conquistas me traz, aí eu vou ter que olhar, meus bolsos estão vazios e meus interesses na terra quais foram? Meus interesses foram unicamente interesses passageiros. Se foram, eles passaram. Então, a a gente tem essa tem esse desafio, né? É, talvez o medo dela também seja assim, ah, morrer de acidente ou morrer com uma doença que, sei lá, tem um derrame, fique sofrendo, né? É, a gente não sabe como vai morrer, né? A gente não sabe, a gente tem que estar preparada. É o que o Jorge falou aí. Hoje eu tô bem, tal, posso ter um problema e perder parte das minhas funções, né? Isso aí pode acontecer. Mas enquanto a gente eh tiver fé, tiver esperança, a gente vai vivendo um dia de cada vez. E se, infelizmente, a gente a nossa morte for for trágica, né, Jorge? Verdade. Que que a gente vai fazer? Eu sei que a minha mãe uma vez sofreu um acidente, né? Eu gosto de citar minha mãe que ela era muito espirituosa. Eu não sei se você conheceu ela, João. Conheci, conheci.
e. Que que a gente vai fazer? Eu sei que a minha mãe uma vez sofreu um acidente, né? Eu gosto de citar minha mãe que ela era muito espirituosa. Eu não sei se você conheceu ela, João. Conheci, conheci. Conheceu, né? Ela sofreu um acidente, ela falou assim: "Rapaz, quando ela acordou no hospital, né?" Falei: "E aí, mãe? Nossa, o acidente foi horroroso, né?" Ela falou: "Rapaz, se eu morrer, eu quero morrer de acidente". Eu não vi nada, não vi nada. Acordei aqui no hospital, então acorda lá do outro lado, né? Eu, se eu puder escolher, eu prefiro ir devagarzinho. Vou lá uma parte por vez, vai se soltando, dá tempo da gente pensar, refletir, arrepender. É, é isso aí. [risadas] Vamos ver aqui. Tem mais uma participação aqui da Simone Pereira da Silva, tá falando lá de São Bernardo do Campo, São Paulo. Ela diz que tem medo de ser sepultada ainda viva. Da morte em si, ela não tem medo, mas tem medo de ser. É tipo, eh, aquele estado de catatonia, né, que a gente fala que a pessoa tem. É catalepsia. Catalepsia. Isso mesmo. O medo de ser sepultado ainda vivo é um tipo de medo da morte, né? É um um uma forma que a gente dá uma desviada para tentar enganar a morte ou enganar a si próprio que não tem medo da morte. Mas e é e ocorre em muitas pessoas, não é só eh em vocês, mano. A é algo muito frequente. Porém, pessoas sepultadas vivas, se você for eh olhar a estatística de pessoas sepultadas vivas, você não vai encontrar um número grande, você não vai encontrar uma uma estatística anual de pessoas sepultadas vivas. A chance de socorrer é mínima, mínima, mínima. Mas começa a pensar se se o medo efetivo não é o medo da morte, né? A gente tem um problema porque a gente é espírita e aí, ah, porque eu sou espírita eu não posso ter medo da morte. Porque eu sou espírita, eu não posso isso, não posso aquilo, porque eu sou espírita. Nós somos espíritas, mas num processo de o a a nossa crença, ela se desenvolve, ela amadurece devagarzinho. Tem muito espírita que que teme morrer. Eu recentemente atendi um um amigo que é
u espírita. Nós somos espíritas, mas num processo de o a a nossa crença, ela se desenvolve, ela amadurece devagarzinho. Tem muito espírita que que teme morrer. Eu recentemente atendi um um amigo que é sacerdote, ele com Covid, ele morrendo de pelo morte e envergonhado por conta disso. E depois ele ele chegou, falou cá para nós, eu não não vergonha vai pro espaço. Eu eu tô com medo de morrer sem algo que eu tenho que trabalhar em mim. Então a gente como espírita, a gente vai trabalhando e vai amadurecendo. Tem gente que que se sente pressionado. Ah, eu sou eu sou espírita, então eu não posso isso, eu não posso aquilo porque eu sou espírita. como se fosse uma précondição. Não, eu vou ter essas conquistas. Ter medo da morte é muito frequente e muito frequente em espíritas, tá? Eu vejo como alguns companheiros espíritas reagem mal à morte de parentes, como alguns companheiros espíritas reagem muito mal a, por exemplo, a pandemia, o medo de de contraírem a doença. Ah, não, porque eu não quero sofrer. Ou seja, o espiritismo, ele nos dá convicção de que o sofrimento faz parte eh do processo. A gente também sabe que todos na terra iremos sofrer, mas se eu ainda tenho medo do sofrimento, não significa que eu não seja espírita, mas que eu ainda não atingi a plena compreensão íntima lá dentro do do meu coração. Então, ter medo da morte não é não é vergonha para ninguém, né? E a ciência, né, nessas experiências que a ciência tem feito ao longo dos anos, aí você acha que ela já chegou à conclusão de que mente e corpo não são a mesma coisa com a mente, né? O nosso espírito não morre com a com a morte do corpo. A ciência é feita de interesses, né, Isabela? o e o interesse da da ciência é de quem financia. Hoje nos estudos da consciência, quem financia os estudos da consciência são grandes laboratórios que querem ter lucro. Então, é muito mais interessante eles dizerem que toda a nossa consciência, manifestação do cérebro e tem um remédio que atua no cérebro para melhorar a depressão, para
oratórios que querem ter lucro. Então, é muito mais interessante eles dizerem que toda a nossa consciência, manifestação do cérebro e tem um remédio que atua no cérebro para melhorar a depressão, para melhorar pensamentos ruins, isso e aquilo. Então você não vai ter uma pesquisa eh financiada e com nível de sofisticação e que consiga ser publicada em uma revista de grande impacto que diga exatamente isso. Mas foi surpreendente a recepção que do artigo que escrevi na na Journal ofs e Mental Disease, que teve um um é uma revista que tem um impacto relativo, não é não é alto impacto, mas foi citado várias vezes por vários pesquisadores mundo afora, ou seja, tem pessoas que que pesquisam isso, né? É, graças a Deus, né? Ainda bem. Às vezes, como a a acontece com a ciência, às vezes, eh, por acaso ou por algum motivo que a gente ainda não sabe, talvez esses cientistas se unam para poder chegar numa conclusão, né? Uma conclusão definitiva disso aí. Eu acho que difícil tem essa esperança. Os Ah, não, J. Ah, não. Ciência não. Ciência é feita de interesse, né? quem financia que é o retorno. Os pesquisadores que são espiritualistas podem até publicar isso e aquilo. Agora, eu sempre digo, eu não tenho eu não tenho ilusão alguma com ciência. Eu não preciso de de confirmação científica paraas minhas convicções. As minhas convicções são muito mais de de dedução, de e vai no campo do pensamento. Eu eu aceito muito mais as deduções religiosas e filosóficas do que as científicas. O científico é só mais um método de conhecimento. Não tem ilusão com a ciência, não. Interessante que esse tema mexe com as pessoas, né? Não sei se você tem reparado tanto de filme que tem surgido com essa temática de vida após a morte, experiência de quase morte, documentário. Recentemente o o Netflix soltou um documentário sobre experiências de quase morte, né? Então assim, o isso mexe com as pessoas, né? E muito, muito. Como mexe com as pessoas, vende. Netflix também não soltou porque o pessoal do Netflix acredita. Porque vende, da
ncias de quase morte, né? Então assim, o isso mexe com as pessoas, né? E muito, muito. Como mexe com as pessoas, vende. Netflix também não soltou porque o pessoal do Netflix acredita. Porque vende, da audiência. Porque vende. Exatamente. O nosso mundo ainda tá muito materialista, né? Olha a participação da Leda Lúcia Braga Miraglia. Sou espírita, adoro a vida, mas me amedronta a hora da morte. Participar do enterro, esperá-la, devo ter alguém me aguardando. Ah, eh, no, no enterro dela, será que vai ter alguém aguardando que meu espírito e se desprenda e me leve logo pro plano espiritual? Ela tem medo de ver o próprio terro, né? No caso, ela tá perguntando, será que alguém vai me esperar lá? Tomara que quando ocorra o seu passamento e tétrico é é é tenebroso isso, né? Todos nós vamos morrer. Mas quando ocorra, se Deus quiser, você já você não precisa participar do seu velório, né? Do seu enterro, né? O o E aí a misericórdia divina pode atender a sua aspiração, né? Tomara. a gente reza por isso. Pois é, mas vai depender muito do nosso estado, né? A gente vê eh a questão da da consciência. Quanto mais a gente estuda sobre a doutrina espírita e entende desses processos, a gente quando a gente fizer a passagem, a gente vai estar mais apto a perceber as coisas ao redor e com isso atrair, né? Porque até no livro voltei lá. Ah, se vocês puderem ler, é muito bom. Tem uma hora que eles vão, eles estão indo, né, pro plano espiritual e tem que passar numa ponte e nessa ponte ali que era o perigo. Então tinha um pessoal de suporte do plano espiritual fazendo a vibração para que eh todos conseguissem passar por aquela ponte sem ser atraído pelas forças umbralinas que estavam por lá. por causa da sintonia. Então, a sintonia dos nossos pensamentos, elas podem, né, nos levar. Então, tava toda uma equipe espiritual acompanhando o pessoal eles passarem por essa ponte. E ele lá do do livro Voltei, eu esqueci o nome do personagem agora, que faz algum tempo que eu li, ele percebeu tudo, irmão. Jacó,
quipe espiritual acompanhando o pessoal eles passarem por essa ponte. E ele lá do do livro Voltei, eu esqueci o nome do personagem agora, que faz algum tempo que eu li, ele percebeu tudo, irmão. Jacó, teve medo. É, o irmão Jacó, né? Isso mesmo. Ele percebeu tudo, teve medo, mas ele viu que aquela equipe mantendo, protegendo uma série de espíritos que tava indo com ele. É bem interessante. Então depende muito da nossa sintonia, né, Jorge? Verdade. O nosso quanto mais a gente estuda e quanto mais acredita, eu até tive uma experiência pessoal aí foi interessante quando minha mãe desencarnou, eh, tem dois anos que ela desencarnou. Eh, eu tinha muito medo desse dia, porque eu era muito apegada a ela. Eu acabei ficando filha única, ficou eu e ela, né, a nossa família base. E no dia do velório dela, eu senti um conforto assim, um amparo tão grande, como se a minha fé tivesse me abraçando. A certeza de não tê-la perdido, gente. Aí que eu vi que eu sou espírita mesmo. Eu falei: "Gente, eu sou espírita porque eu fui abraçada naquele momento, talvez até por familiares que vieram lá buscá-la, né? Eh, a minha mãe." Então, não sei se você teve essa experiência, Jorge, de perder pessoa tão próxima assim, mas é um momento, né? Meu pai desencarnou e tudo. Eu tive uma experiência muito interessante na desencarnação da Dra. da Marlene, Marlene Nobre, e no velório dela, como se ela tivesse abraçando cada um de nós e a equipe espiritual ali. Foi foi algo bem marcante, mas a com o passamento eh do meu pai também, eu senti uma tranquilidade muito grande de Augustios próximos. Era como se percebesse a equipe espiritual ali em volta, trazendo paz e tranquilidade. Pois é, já no quando meu pai faleceu, eu não era espírita, eu sofri demais. Na morte do meu irmão, a mesma coisa. Eu fui pro espiritismo, eu e minha mãe fomos, né, por causa da morte do meu irmão. Eu fui convidada aí pro espiritismo e e nós fomos uma ancorada na outra que a gente estava arrasada. E foi muito bom aí desde daquela época,
eu e minha mãe fomos, né, por causa da morte do meu irmão. Eu fui convidada aí pro espiritismo e e nós fomos uma ancorada na outra que a gente estava arrasada. E foi muito bom aí desde daquela época, né? Já tem ele ele desencarnou em 91, então desde 91 que eu estou no espiritismo e e é uma fé que é maravilhosa, né? Vamos fazer aniversário de 30 anos, ó. É, é isso mesmo. Olha a Lázaro aí. Lázara, senti o mesmo, Isabela, quando minha mãe retornou ao plano espiritual. Tá vendo? É isso aí. E tem uma pessoa falando aqui do livro Voltei, ó, que é um livro muito elucidativo. Você teria algum outro livro também para sugerir pra gente aí, Jorge? Que que fala da temática? E Elizabeth Ross. Elizabeth Publer Ross. Morte o novo alvorecer. É um livro interessante. Ah, deixa eu até anotar aqui. Morte o novo avorecer, né? Elizabeth rocks, salvo engano, é da Cultrix. o livro do que é mais difícil de achar que que é Ouvida Após a vida, que é muito interessante e que sempre eh e eh falando nessa temática, 20 casos sugestivos de reencarnação do a Stevenson, não sei se ele foi reeditado, reencarnação do Brasil do do Dr. Hernan Guimarães Andrade. Então a gente tem um monte desses desses livros aí, né? E no livro dos espíritos também trata disso aí, né? Se alguém quiser estudar mais, você lembra que parte que é livro dos espíritos? Ah, da volta do do do dos espíritos ao ao mundo corporal, né? quando ele fala também da reencarnação e a a nós temos também, acho que o o maior livro de educação para a morte é o céu e o inferno, porque o céu e inferno nos traz uma a gente acompanha o raciocínio de Allan Kardec no capítulo 7, quando ele fala do Código Penal da Vida Futura, que é um código de 33 artigos em que ele disse eh o móvel de nossas ações e as consequências que nós engendramos. E ele traz toda a justiça divina ou o aspecto da justiça divina em cima disso e depois ele traz os exemplos práticos de espíritos em todas as condições. Então é um livro de educação para a morte. E aí a a eu sempre acho
ustiça divina ou o aspecto da justiça divina em cima disso e depois ele traz os exemplos práticos de espíritos em todas as condições. Então é um livro de educação para a morte. E aí a a eu sempre acho interessante e eh ler também o livro Justiça Divina de Emanuel, psicografia do Chico, que é um estudo do livro do Céu e Inferno. Bacana. Ó, tem uma participação aqui do Silvio. Silvio Escaraboto. Nossa, um nome difícil, Silvio seu. Olha só o que que ele fala. [risadas] Todo bandido volta para o lugar do crime. Reencarnação quer dizer que você volta exatamente no lugar que cometeu crimes no passado, ou seja, aqui na Terra. É, isso é é uma afirmação, mas nem todos que aqui reencarnam, a grande maioria que tá reencarnando está num processo de expiação. Afinal de contas, somos um planeta de expiação e provas, mas nós temos alguns espíritos que aqui reencarnam por pura abnegação e amor à à humanidade. A gente conta nos dedos. Então não dá para, viu, Silvio, não dá para dizer que todo retorno, toda reencarnação é retornar ao local onde você cometeu crimes, né? A Vera, a Vera Rodrigues aqui, ó. Não tenho medo, só não sei que plano espiritual eu vou. [risadas] Ai, Vera, a gente não sabe, né? Se a gente soubesse. Eh, eu lembro que a gente falava assim: "Pô, mas será que quando eu morrer, eu vou ficar no mesmo plano espiritual que você, né? Eu falava pro meu irmão, porque se a gente tiver junto vai ser tão bom, né? Mas e se não tiver, né?" Você vê, André Luiz não tava no mesmo plano espiritual da mãe dele. É. E e Vera, isso aí também é uma tergiversação do medo da morte, viu? É também, né? É. Ó, mais uma participação aqui do João. Espírita é igual ferreiro nessa hora. Para quem não conhece, em casa de ferreira, espet espeto de pau. Sente a perda igual aos outros, mas eu estou pronto para aceitar naturalmente a hora de eu retornar. É isso mesmo. Na hora do vamos ver, né? Seria estranho se você não sentir uma perda, gente. Poxa, alguém que se conviveu o tempo todo. Eh, você não vai
para aceitar naturalmente a hora de eu retornar. É isso mesmo. Na hora do vamos ver, né? Seria estranho se você não sentir uma perda, gente. Poxa, alguém que se conviveu o tempo todo. Eh, você não vai sentir a perda? Lógico que sente a espírita não chora em velório. Para com isso. Chora. Lógico. Chora sim. Besteira. O quem conhece o velório é importante, né, Jorge? A gente Verdade. Às vezes você fica se segurando aquilo e para quem conhece bem o espiritismo, você não fica preso naquela tristeza. Você fica, você vai ter a saudade, vai ter a tristeza da saudade, a asperação de um dia estar junto, mas vai deixar o espírito seguir o caminho dele no mundo espiritual. Mas que a gente sente, a gente sente sim, nossa, uma perda é inestimável, né? Não tem como não sentir. Mas é isso aí, a casa de de Ferreira. Ferreir de pau, né? Espírita sente também. Nós somos. Porque sabe o que que é? Não é só a separação física é que a gente sente. A gente sabe que tem o outro lado, mas que a a gente ter a pessoa perto da gente é outra coisa, completamente diferente. Então, como somos seres humanos, nós sentimos, mas a nossa fé é consoladora, né, Jorge? É isso aí que faz que faz a gente conseguir não transformar o luto numa depressão. Sim, porque o luto pode virar uma depressão se ele ficar muito prolongado. Aí você vai precisar de ajuda médica, né, e muito mais. Pois é, Jorge, foi muito bom, né? Estarmos juntos aqui na na estreia do do nosso Palestra e Prosa. É um programa que tá começando agora, como a Ivana falou, na inclusive na próxima semana vamos fazer o merchandis aqui, né? Na próxima semana nós estaremos aqui com o nosso irmão Artur Ferreira falando da influência dos espíritos em nossas vidas. Vai ser um tema bastante interessante. E agora às 21 horas, né, nós temos um programa de entrevista aí com Adriano Máo, né? O assunto vai ser nos padrões de Jesus com Cleomar de Castro Lopes. É isso aí. E toda quarta-feira também a Ivana colocou aqui, ó, nós temos o estudo das leis morais. É uma série de
m Adriano Máo, né? O assunto vai ser nos padrões de Jesus com Cleomar de Castro Lopes. É isso aí. E toda quarta-feira também a Ivana colocou aqui, ó, nós temos o estudo das leis morais. É uma série de estudo em 12 episódios. Estamos no episódio número quatro com a lei de reprodução. Estarão participando Álvaro Mor e Rafael Lavarini. É isso aí, Jorge. Estamos encarção. Quero ser igual esse pessoa igual a Ivan e tal que não gosta de futebol e tal, fica só fazendo live. Pois é. Quarta-feira agora não tem mais futebol na Globo, né? A Globo perdeu o futebol com o SBT. Se você quiser assistir futebol agora, vai ter que mudar pro SBT. Onde tem futebol? Não, mas as lives você não precisa assistir no horário. Jorge, vou te contar uma coisa maravilhosa. Elas ficam gravadas tanto lá no site dos nossos parceiros, né, e também aqui. E eu peço para vocês que estão assistindo aí para curtir, para compartilhar, para inscrever no canal, para ajudar a gente, tá? ativar o sininho, porque quando outra live lembrados, né? Quando não tiver futebol, você tá aqui com a gente. Nem a novela, né? Tem gente que gosta de novela. Se bem que as novelas agora tá tudo repetida, [risadas] mas Jorge, vamos fazer aí suas considerações finais pro nosso pessoal. Nós estamos aí com 45 pessoas nos acompanhando. Opa, foi alegria estar com vocês, Almerina, que tá sempre presente nas atividades de espíritas, né? E e todo mundo que participou. Agradeço muito a Isabela pela gentileza do convite, pela honra de ser a estreia e isso aí muito me enaltece até além do que do que do que mereço no caso. E Jorge mora no nosso coração aqui, ó. Sano dei da aqui, né Jorge que a gente trabalhou foi muito bom. A Isabela e o e o Luís Antônio, eles eh se a gente hoje tem um um algumas pessoas que estão muito envolvidas em transmissão e tudo, o Luís Antônio e a e a Isabela participaram ativamente, inclusive financeiramente, um estúdio maravilhoso que eles montaram e doaram completamente pro pro movimento espírita. Isso aí a muitos não sabem,
Luís Antônio e a e a Isabela participaram ativamente, inclusive financeiramente, um estúdio maravilhoso que eles montaram e doaram completamente pro pro movimento espírita. Isso aí a muitos não sabem, mas um trabalho de de de abnegação muito grande. Alegria estar com vocês. Espero que todos estejam vivos na semana que vem, encarnados, porque vivos estarão mesmo desencarnados. E que Jesus esteja conosco, nos abençoe, nos inspire e fortaleça todos os parceiros do Igésio Lar de Jesus. nosso irmão Veimar, que eu sei que no plano espiritual está vibrando por pelo sucesso de nosso movimento espírita. Uma alegria grande estar com vocês. Falou. E para terminar vamos colocar a banda Ilumina cantando sobre há muitas moradas. Boa noite, gente. Até segunda-feira que vem. Muito obrigada Jorge. Agradece de coração. Até mais. Um beijo. Tchau.
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