LE 0314
Este é um projeto criado com o apoio de inteligência artificial para gerar voz e legendas. Pedimos desculpas antecipadamente por eventuais falhas. Nosso objetivo é compartilhar reflexões fraternas sobre O Livro dos Espíritos, obra fundamental da doutrina espírita, que nos convida a entender a vida, a morte e a evolução espiritual. Acompanhe e reflita conosco! 💙✨ Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho
Quem morre deixa sua obra inacabada. Bem-vindos ao nosso estudo do livro dos espíritos. A pergunta 314 indaga: Aquele que deu começo a trabalhos de vulto com um fim útil e que os vem interrompidos pela morte, lamenta no outro mundo tê-los deixado por acabar. Os espíritos respondem: "Não, porque vê que outros estão destinados a concluí-los". trata, ao contrário, de influenciar outros espíritos humanos para que os ultimem. Seu objetivo na Terra era o bem da humanidade. O mesmo objetivo continua a ter no mundo [música] dos espíritos. A resposta é libertadora. Nada se perde na obra do bem. O que é útil [música] permanece. O que é sincero encontra continuidade. A morte não interrompe o propósito, apenas [música] muda o plano de atuação. É como um construtor que inicia uma ponte. Se não a termina, outros assumem [música] as ferramentas. A travessia continuará. O espírito lúcido não lamenta. Ele compreende o encadeamento das ações. Sabe que o bem é coletivo, sabe que ninguém trabalha sozinho. Do plano espiritual. [música] Continua inspirando, continua sustentando, continua cooperando. O verdadeiro trabalhador do bem não busca [música] posse da obra, busca o resultado útil. Joana de Angeles ensina: "O bem que se faz [música] jamais se perde. Se a intenção foi nobre, a vibração permanece ativa. Outros corações [música] captarão a ideia, outras mãos executarão a tarefa. O ego sofre com a interrupção. O espírito amadurecido compreende a continuidade. [música] Não somos proprietários do bem, somos instrumentos temporários. Se hoje iniciamos algo útil, façamos [música] com dedicação, mas sem apego à autoria. A obra pertence à humanidade, [música] o bem pertence a Deus. que possamos trabalhar com amor, sabendo que se a jornada mudar, outros continuarão a construção sob o mesmo céu de esperança.
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