ONDE HOUVER ÓDIO QUE EU LEVE O AMOR - Jefferson Bellomo [ESPIRITISMO EM DIÁLOGO]
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Toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim. >> Sejam muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. À sextas-feiras nós temos o nosso projeto Espiritismo em Diálogo. Aliás, segunda, sexta-feira do mês, nós temos o o nosso projeto Espiritismo em Diálogo, onde nós trazemos assuntos do dia a dia para pensar, refletir sobre esses assuntos à luz da doutrina espírita. E nós estamos fazendo uma série sobre a oração de São Francisco. Hoje vai ser a segunda, o segundo tema, né, que é onde houver ódio, que eu leve o amor. Nós vamos fazer toda a oração de chamada oração de São Francisco, acredito eu que deva pegar o ano de 2026 inteirinho. Meu nome é Jeferson Belombo, sou dirigente palestrante dessa casa. Vamos fazer a nossa prece inicial e depois a gente já começa com a palestra. Antes, uma pequena leitura pra gente entrar no clima. Aplicativo de celular tem as suas vantagens do livro Minutos de Sabedoria. Se tuas palavras forem ásperas e duras, se em todas as criaturas você descobrir um adversário, a vida se tornará uma tortura. No entanto, repare que a Terra é uma escola sagrada e você poderá ser feliz se conseguir ver em todos a boa vontade que os anima. Atraia para sua convivência amigos devotados, por meio de palavras, mas sobretudo de seus pensamentos voltados sem prepar sem preparo o amor e o serviço para o próximo. Vamos à nossa prece. Então, sugiro a todos fecharmos os nossos olhos, acalmarmos as nossas mentes, trazermos a nossa atenção para esse local, para este momento, entrando em sintonia uns com os outros, em sintonia também com os amigos espirituais que estão junto conosco, esses irmãos que já foram encarnados como nós e que agora olham a vida por um outro aspecto, pelo aspecto espiritual. sem as barreiras do corpo físico, juntos, encarnados e desencarnados, unidos num só pensamento, num só coração, dirigindo-nos a Deus, nosso
olham a vida por um outro aspecto, pelo aspecto espiritual. sem as barreiras do corpo físico, juntos, encarnados e desencarnados, unidos num só pensamento, num só coração, dirigindo-nos a Deus, nosso pai, nosso criador, pedindo que ele nos ilumine, que ele nos inspire, que ele acalme os nossos corações, que ele oriente os nossos passos e que possamos aqui encontrar o alimento para as nossas almas e sairmos daqui melhor do que aqui chegamos. Agradecemos a ti, Senhor, pela tua presença em nossas vidas. Que possamos receber tudo que o Senhor nos dá, que possamos estar aptos para perceber as tuas bênçãos no nosso dia a dia. Que assim seja. Graças a Deus. Então, meus amigos, uma boa noite para todo mundo. Vamos falar então um pouquinho sobre esse onde houver ódio que eu leve o amor. E para quem não veio no no mês passado, no mês passado nós tratamos sobre fazei-nos, fazei-nos um instrumento da vossa paz. E nós falamos muito sobre a questão da paz. Como uma sequência natural, a oração nos mostra uma série de combinações de onde tem um problema que eu leve à solução. E o que é interessante é que às vezes quando a gente fala de ódio e de amor, a gente pensa muito de um ponto de vista assim meio filosófico, meio romântico, meio poético. que ódio e amor fazem parte não só da nossa vida, como também da nossa natureza humana. Odiar é humano, amar é humano. Se nós não entendermos que isso está na nossa natureza, nós não teremos o controle sobre esses sentimentos e nem seremos capazes de dar a esses sentimentos o direcionamento cabível para que isso sendo uma energia, essa energia sendo seja transformada em algo a nosso favor e não algo em nosso prejuízo. Por isso que quando a gente trata, né, dessa série espiritismo em diálogo e nós pegamos esses temas, é para entender todos esses temas, não só à luz da doutrina espírita, mas esses temas à luz do nosso cotidiano. Porque é muito bonito a gente falar assim: "Ah, onde houver ódio, que eu leve o amor". Eu lembro que em um dos grupos mediúnicos que eu já trabalhei,
spírita, mas esses temas à luz do nosso cotidiano. Porque é muito bonito a gente falar assim: "Ah, onde houver ódio, que eu leve o amor". Eu lembro que em um dos grupos mediúnicos que eu já trabalhei, nós temos, né, no Brasil essa eh configuração de assistência mediúnica, principalmente para espíritos desencarnados em sofrimento. Aqui no Brasil a gente praticamente não tem grupos mediúnicos de pesquisa, de estudo, né, de diálogo com os parentes. 99,9% dos grupos mediúnicos são para atender pessoas desencarnadas em sofrimento ou em perturbação. E aí eu lembro de um grupo de desobsessão que eu fazia parte e o colega lá foi eh doutrinar o espírito, foi conversar com o espírito e ele falou assim: "Meu irmão, você tem que perdoar. Meu irmão, você tem que amar. Meu irmão, você tem que esquecer". E o espírito no médium, né, se manifestando pelo médium, olhou para ele e falou assim: "Se tivessem torturado toda a tua família na tua frente, se tivessem matado os teus filhos, você testemunhando o assassinato dos teus filhos e por último, terem queimado a tua casa contigo dentro vivo, você perdoaria? Porque é fácil, né?" Ah, você tem que amar, você tem que perdoar. A questão é colocando os nossos pés no calçado do outro. É algo tão fácil? É algo tão simples? Porque uma das raízes do ódio que a gente não fala é que quem odeia não pensa que odiar é ruim, que odiar é mal, que odiar traz prejuízo, que odiar acaba com as relações humanas. Não, a pessoa pensa que odiar é justo, que odiar faz parte do direito impreterível que ela tem, que odiar é uma punição para aquele que é o objeto do seu ódio. Por isso que quem odeia não acha que está fazendo nada de errado, porque seja por um um por fatos ou seja pela própria imaginação, pela sua interpretação do que possa acontecer, quem odeia acha que está com a razão em odiar. E a gente não tá falando do João, não tá falando da Maria, não tá falando do padeiro, do vendedor de pipoca na esquina. A gente tá falando de nós. Nós não estamos falando dos outros.
a razão em odiar. E a gente não tá falando do João, não tá falando da Maria, não tá falando do padeiro, do vendedor de pipoca na esquina. A gente tá falando de nós. Nós não estamos falando dos outros. Nós estamos falando daquilo que se passa no nosso coração, porque somos seres humanos. E odiar faz parte do nosso processo evolutivo enquanto seres humanos. A nossa espécie tem mais ou menos 300.000 anos, a depender de quem faz a avaliação. 300, 200.000 anos, 100.000 anos. Mas vamos colocar 300.000 anos. Os nossos ancestrais primatas vai na casa aí de quase 2 milhões de anos. Para sobreviver, nós aprendemos a farinha pouca meu pirão. Primeiro, para sobreviver, nós aprendemos que nós temos que nos impor, que nós temos que ser agressivos, que nós temos que dominar. Não estamos falando aqui de pessoas civilizadas do ocidente do século XX. Nós estamos falando, os nossos antepassados começaram a cultivar a Terra e viver daquilo que plantavam 10.000 anos atrás. As primeiras cidades aproximadamente 5.000 anos, mas nós somos uma espécie de 300.000 anos. Então, o que valia nessa maior parte da nossa jornada enquanto espécie humana, farinha pouca meu pirão primeiro. Aquele que tem a força tem o direito. Essa história de direitos humanos, minorias, tudo isso na história humana é muito recente. Nós desenvolvemos mecanismos biológicos para defendermos a nossa existência. E entre esses mecanismos de defesa, o ódio. Então, o ódio é algo instintivo em nós, seja por ameaças reais, sejam por ameaças veladas. Então, por exemplo, a pessoa do partido A, quando ela odeia a pessoa do partido B, a pessoa do time A, quando ela odeia o fulano do time B, não é algo recente. Essa pessoa ativa em todo o mecanismo cerebral dela aproximadamente 2 milhões de anos de história para sobreviver. Do mesmo jeito que nós procuramos alimentos gordurosos, do mesmo jeito que nós procuramos alimentos calóricos com açúcar. E por que que a gente procura isso? Porque os nossos antepassados precisavam fazer reserva de energia,
rocuramos alimentos gordurosos, do mesmo jeito que nós procuramos alimentos calóricos com açúcar. E por que que a gente procura isso? Porque os nossos antepassados precisavam fazer reserva de energia, porque o sujeito, ele não sabia se quando ele fosse dormir, ele ia dormir com a barriga cheia e ele não sabia se ele ia se alimentar no dia seguinte. Então, nós desenvolvemos um processo de procurar alimentos extremamente calóricos. Hoje nós não vamos mais para a savana africana. Hoje nós não disputamos mais alimentos na floresta. Nós não somos mais coletores e caçadores. Nós simplesmente vamos a um fast food. Nós simplesmente vamos ao mercado ou nós entramos no aplicativo e pedimos comida. Mas esse processo evolutivo de pegar caloria, de se alimentar, de ter energia, ele tá tão enraizado em nós que nós, com toda a tranquilidade de podermos ir no mercado sem disputar com urso, com tigre, com leão, com jacaré, tá lá o mamão, tá ali o frango, o sorvete, é só pegar com tanto que pague, é só pegar. Por que que a gente pega os alimentos mais calóricos? Porque o nosso DNA, a nossa evolução, ela diz assim: "Pega o alimento mais calórico, porque se você não pegar o alimento mais calórico, amanhã você pode estar passando fome e você tem que sobreviver". Algo que também as pessoas não sabem, boa parte da evolução da nossa espécie foi na chamada era do gelo, onde tinha que ter muita caloria, onde nós tínhamos que disputar espaços com outros grupos e com animais selvagens. Isso está em nós. Então, o fato de o cara do time A odiar o cara do time B, o cara da ideologia A e odiar o cara da ideologia B, da religião A, odiar o cara da religião B, ele ativa no cérebro dele a mesma coisa que o nosso ancestral com Tacape na caverna caçando ativava. sem ter a mesma disputa de território, sem ter a mesma disputa familiar, sem ter a mesma disputa pela sobrevivência, mas todo o mecanismo cerebral é o mesmo que é ativado. Da mesma forma que nós procuramos os alimentos calóricos sem tendo geladeira
mesma disputa familiar, sem ter a mesma disputa pela sobrevivência, mas todo o mecanismo cerebral é o mesmo que é ativado. Da mesma forma que nós procuramos os alimentos calóricos sem tendo geladeira em casa. Para que que eu vou estocar gordura no meu corpo se eu tenho geladeira em casa? Se eu tenho freezer? porque faz parte do mecanismo do nosso cérebro. E aí, né, as pessoas podem perguntar assim: "Poxa, mas isso me acompanha até hoje?" A gente tá falando de milhões, né? Só que a gente esquece que nós somos esses espíritos lá de trás que viemos evoluindo até os dias de hoje através das diversas reencarnações. E todas essas experiências, elas ficaram gravadas no nosso corpo espiritual. Quando nós reencarnamos, o nosso corpo físico, ele vai ser moldado pelo nosso corpo perespiritual. E esse corpo perespiritual, ou seja, o corpo do espírito, ele vai determinar as nossas eh relações neurais e também todo o mecanismo do nosso DNA. Por isso que a gente tem todo esse mecanismo instintivo, agressivo. Faria pouca meu pirão primeiro. Por isso que nós somos capazes de fazer coisas terríveis. Nós somos capazes de ter sentimentos baixos, mesmo conhecendo os quatro evangelhos canônicos, mesmo sabendo a vida de Jesus de de core salteado, mesmo entendendo, né, como cristãos, a importância do perdão, a importância do amor. Mas se nós não exercitarmos essas conexões, se nós não exercitarmos esses valores, esse lado instintivo, ele vai vir com força. E ele vem com força, desde uma fechada no trânsito ou de uma pessoa que corta a fila num mercado e aí nós temos aquele sentimento pá, raiva. Depois passa rancor, eu fico remoendo. Rancor é uma espécie de microondas do sentimento. Toda hora que a coisa esfria, eu vou lá e dou uma aquecidinha. E nós temos o ódio. Tudo isso são distorções ou são variações do nosso instinto de sobrevivência. E só para nós nos situarmos, os espíritos, nós que habitamos esse planeta, somos espíritos ainda muito agarrados às coisas da matéria. Via de regra, a matéria nos influencia
instinto de sobrevivência. E só para nós nos situarmos, os espíritos, nós que habitamos esse planeta, somos espíritos ainda muito agarrados às coisas da matéria. Via de regra, a matéria nos influencia muito mais do que nós influenciamos a matéria. Por isso que essas variações de neurotransmissores, essas variações hormonais, elas nos afetam muito mais do que nós conseguimos controlar essa essas químicas do nosso corpo. E aí acaba acontecendo de nós ficarmos pessoas em desequilíbrio, pessoas destemperadas. E quando a química cerebral ela volta ao seu estado normal, vem aquela rebordosa e a gente fala: "Puxa vida, onde é que eu tava com a cabeça? Tem um famoso assim: "Você me desculpa, eu não queria dizer, não queria sim. Tanto queria que disse. Só que ele não tava com filtro". Aí falou e particularmente eu acredito que nós não deveríamos ficar tão ofendidos quanto as pessoas falam o que elas pensam de nós, porque de outra forma nós não saberíamos o que as pessoas pensam. É preferível você ter um inimigo declarado do que um amigo hipócrita. Então, é bom a gente saber o que as pessoas falam. É bom quando as pessoas elas têm esses surtos e mostram realmente o que elas pensam da gente, porque muita coisa que não chega a superfície nessa hora eclode. E olha o que é interessante. O nosso mecanismo cerebral, ele é feito de tal forma para reagir a esses estímulos que o nosso, nós temos uma parte do nosso cérebro que é a parte que a gente raciocina, que a gente pesa ação e reação. Se vale ou não vale a pena, se é bom ou se é mau, é uma área do cérebro chamado córtex pré-frontal. Só o ser humano tem essa parte, os outros não têm. As outras espécies não têm córtex pré-frontal. É uma conquista da nossa espécie. Quando a gente se sente ameaçado, quando a gente se sente com raiva, quando vem o ódio, essa parte fica nublada. E uma outra partezinha que é do tamanho de uma amêndoa no centro do nosso cérebro chamado amídala, é que assume. E essa amídala, ela vai assumir para nos proteger.
vem o ódio, essa parte fica nublada. E uma outra partezinha que é do tamanho de uma amêndoa no centro do nosso cérebro chamado amídala, é que assume. E essa amídala, ela vai assumir para nos proteger. E a resposta dela, via de regra, é agressividade. Ou parte para cima e vai pro braço, vai no braço ou foge. E quando odiamos alguém, tem outra parte que nosso cérebro que chama insular, que é aquilo que nós olhamos, por exemplo, ã, eu vou ter que ser indelicado, mas só pra gente entender como essa parte funciona. Imagina que você tá esperando um bife no restaurante e aí vem o garçom com o seu prato e aquela tampa em cima, aquela cobertura. Quando ele levanta a tampa e tem o prato, imagina que no bife tem vermes andando. O sentimento de nojo que nós vamos ter é dessa parte do cérebro chamado insular. É o mesmo, é a mesma reação neuroquímica que nós temos quando vemos uma pessoa que nós odiamos. Detalhe quando nós lembramos da pessoa, a mesma reação que de nojo que você tem de ver uma doença, uma infecção, o seu cérebro vai interpretar com a pessoa que você odeia. E qual é a consequência disso no nosso corpo? Bom, o nosso corpo vai ter o cortisol, que é o elemento, né? neuroquímico do stress em pico. A nossa amídala, que é uma espécie de radar, que é um sistema de alarme, ela vai ficar atenta o tempo inteiro, vai aumentar o cortisol, nós vamos ficar em alerta, nós vamos ter estress, nós vamos despejar no nosso corpo uma enchurrada de elementos químicos e as nossas veias, as nossas artérias, elas vão começar a tentar dar conta de tanta substância no sangue, elas vão engrossando. Tudo isso às vezes porque nós lembramos de uma pessoa que em algum momento nos agrediu, de uma pessoa que de algum momento nos ofendeu. E a coisa é tão séria. Lembram-se, lembrem-se que eu falei do córtex préfrontal. Eles fizeram pesquisa, se não me engano, em 2023 com pessoas que são de grupos conhecidos pelo ódio. Então, neonazistas e girradistas islâmicos, que são grupos que têm ódio por outros
rtex préfrontal. Eles fizeram pesquisa, se não me engano, em 2023 com pessoas que são de grupos conhecidos pelo ódio. Então, neonazistas e girradistas islâmicos, que são grupos que têm ódio por outros grupos. Ali é ódio, ódio mesmo. Ele quer que o cara quebre a perna, ele quer que o cara suma do planeta Terra. Quando é mostrada imagens para essas pessoas do grupo oposto, recebendo algum tipo de maltrato, algum tipo de ferimento, o córtex pré-frontal fica praticamente sem atividade. A pessoa não tem empatia pelo outro. E olha que curioso também a neuroimagem, ela possibilita isso no estudo do cérebro. Quando nós planejamos a vingança em relação a alguém, não precisa fazer nada, só planejar. A gente inunda o nosso cérebro de dopamina, que é o neurotransmissor do bem-estar. Então, o fato de nós querermos o mal de alguém planejando uma vingança nos dá a sensação de prêmio, de premiação. E aí nós voltamos a porque nós queremos nos vingar, nós temos que entender porque que nós queremos nos vingar. Então, nós temos que lembrar da ofensa. Se nós lembramos da ofensa, nós começamos a ativar todo aquele mecanismo de envenenar o nosso corpo. Por isso que odiar, do ponto de vista da nossa fisiologia é um mau negócio. Por isso, quando se fala, você tem que perdoar as pessoas e entendam, não existe como você obrigar alguém a perdoar alguém. Não existe como você obrigar uma pessoa a amar outra. E também não tem como você pegar e eh forçar alguém a odiar outra pessoa. A pessoa pode ser educada, convencida, ela pode ser manipulada para odiar alguém, mas ela não pode ser obrigada. Você não obriga sentimento nos outros. Por isso que essa coisa do você tem que perdoar não funciona, porque você não tem como obrigar alguém a perdoar, você não tem como obrigar alguém a amar, mas você tem como convencer. E vejam que interessante, nos processos terapêuticos existe a terapia da compaixão, onde a pessoa exercita a compaixão em relação ao objeto do seu ódio. Porque ela quer ficar o espírito iluminado, quer ser santificado, não.
e, nos processos terapêuticos existe a terapia da compaixão, onde a pessoa exercita a compaixão em relação ao objeto do seu ódio. Porque ela quer ficar o espírito iluminado, quer ser santificado, não. Para ela ter paz. O ódio ele consome quem o guarda. É como se você tivesse uma faca dentro do seu bolso e uma faca enferrujada. Antes de você tirar a faca do bolso, provavelmente você já se feriu em todos os movimentos que você fez. Tirar essa faca do bolso é uma forma de você parar de se machucar antes mesmo de você pensar em usar essa faca contra alguém. Nós vamos falar daqui a pouquinho também sobre o uso inteligente dessa energia, porque é uma energia, como eu falei no começo, faz parte da nossa condição, nos envolve. Então, é importante que a gente dê um direcionamento, transforme essa água em eletricidade e não em inundação. Pensem numa represa. Todo aquele volume de água é transformado em eletricidade porque ele é canalizado para uma turbina. Se você explodir as paredes da represa, não canaliza para nada e ainda causa um estrago gigantesco e que e incomensurável. O ódio é a água represada. Não só ódio, qualquer tipo de sentimento. A inteligência está em canalizar esse sentimento. Então, quando se fala que, olha só, vamos tentar amar o próximo, tem um porém nessa história. Eu só amo quem eu conheço. Eu não consigo odiar ou amar pessoas desconhecidas, mesmo quando tem essa questão de grupos e rede social tá ótima para isso. Eu posso odiar uma pessoa que nunca me viu na vida pelo simples fato daquela pessoa estar em evidência. Tem um caso muito curioso, né, no Twitter agora, o XX, que foi o caso do William Bonner, que ele quando separou da Fátima Bernardes, tinha uma moça que entrava todo dia para xingar ele várias vezes ao dia para ele voltar para Fátima Bernardes. E ele falou assim: "Gente, mas eu nem conheço essa criatura. Ela não sabe do meu relacionamento, ela não sabe do meu casamento. É normal todo dia a pessoa se alimentar de ficar me xingando? Porque tem aquela eh imagem totalmente
as eu nem conheço essa criatura. Ela não sabe do meu relacionamento, ela não sabe do meu casamento. É normal todo dia a pessoa se alimentar de ficar me xingando? Porque tem aquela eh imagem totalmente equivocada de que o mundo virtual é incógnita. Não, você rastreia a pessoa facinho, facinho. Você consegue o IP do celular dela ou o IP do da do computador dela, facinho, mas a pessoa acha que é incógnita, então ela pode pegar e descer o sarrafo no outro. O prazer da criatura era todo dia entrar na conta do William Bonner. para xingá-lo, porque ele havia se separado da Fátima Bernardes e a mulher nem conhecia o o casal, nem convivia com eles. Nós podemos, veja como é uma distorção do mecanismo de defesa, como é um redirecionamento da energia nossa para dar algum propósito para uma para uma vida vazia de propósito, porque odiar também dá um propósito, né? odiar acaba dando alguma coisa para ser feita. Só que o que que sai de bom disso? Para amar ou para odiar, eu tenho que conhecer alguém. Então, quando nós falamos em exercitar o entendimento para que eu arrefeça o meu ódio em relação a uma pessoa, a primeira coisa que eu tenho que entender que aquela, o objeto do meu ódio não é Lúcifer, não é um demônio, não é alguém que não é humano, é uma pessoa como eu. Porque a primeira coisa que se faz para se odiar é desumanizar a pessoa. Como se desumaniza alguém? Você tira todas as qualidades da pessoa, você tira toda a dignidade que ela tem enquanto ser humano e aí você se sente livre para fazer todo tipo de maldade. Foi exatamente o que se o que foi feito pelo regime nazista com o povo judeu, com os homossexuais, com os ciganos. eles com eh com eh os marxistas, eles desumanizaram esses grupos. Não é uma questão de pensar diferente, valores diferentes, ideias diferentes. Eu não reconheço naquela pessoa o direito de pensar, o direito de ter direito. Então, a primeira coisa que eu tenho que trabalhar para arrefecer todo esse sentimento que é uma energia que me consome, eu não tô deixando de odiar porque eu
eito de pensar, o direito de ter direito. Então, a primeira coisa que eu tenho que trabalhar para arrefecer todo esse sentimento que é uma energia que me consome, eu não tô deixando de odiar porque eu sou bonzinho, porque eu sou legal. Eu tô deixando de odiar porque odiar me faz mal. Quanto mais eu odeio, menos eu eu progrido, menos eu avanço, menos eu tenho plenitude. Então, tenho que tirar isso da minha vida. Primeira coisa que eu tenho que fazer é humanizar o objeto de meu ódio, porque aquela pessoa tem os seus valores, ela tem também as suas qualidades. E via de regra, podem perceber, a gente não odeia pessoas, a gente odeia ações, comportamentos. Um exercício muito simples. Imaginem uma pessoa que você odeia. Imagine o por que você odeia essa pessoa. E você que vai ver que, via de regra, não é de graça. Eu não odeio porque simplesmente eu olho pra cara do sujeito e comecei a odiar assim: "Oba, vou te odiar". Não, eu odeio porque aquela pessoa falou, aquela pessoa representa, aquela pessoa agiu de uma maneira que me agride. Por isso que eu me sinto no direito de poder odiar aquela pessoa. E se eu tiver condição até de machucar, primeira coisa, vamos tentar imaginar. E se essa pessoa agisse de um jeito que eu acho legal, que eu valorizo, se essa pessoa agisse de uma forma que eu admiro a mesma pessoa, essa pessoa tem uma postura a que me agride, que eu não gosto, que me dá ranço. Pensa na mesma pessoa com a postura B, que eu acho legal. A pessoa é a mesma, muda só a atitude. Então, eu não odeio a pessoa. Eu odeio o que essa pessoa faz ou o que eu imagino que ela faz ou o que eu imagino que ela representa. Se eu imaginar essa pessoa fazendo coisas que eu admiro, naturalmente me arrefesso o ódio. Aí tem um detalhe. Se eu desumanizo essa pessoa, eu nunca vou imaginar que ela faça absolutamente nada de bom, que essa pessoa é incapaz de ser sincera, que essa pessoa é incapaz de amar de verdade, que essa pessoa é incapaz de ser justa, ou melhor dizendo, que ela seja capaz de ser
absolutamente nada de bom, que essa pessoa é incapaz de ser sincera, que essa pessoa é incapaz de amar de verdade, que essa pessoa é incapaz de ser justa, ou melhor dizendo, que ela seja capaz de ser justa. Porque eu desumanizei e eu desumanizando, essa pessoa não tem mais direito a nada. E foi exatamente isso que aconteceu em várias épocas da história. Não tem direito a nada. Por isso que um povo quando vencia outro ele escravizava. Por que que os romanos escravizavam os gaules os teotônicos, os judeus? Porque aquelas pessoas não tinham valor, eram menos humanos porque perderam. Então isso motivava eles da mesma forma porque que os nazistas ou porque que Maltetung lá na China, todos os adversários dele, ele desqualificava, ele fazia execção pública em palco na frente da multidão para desqualificar, desumanizar, porque a pessoa estando desumanizada, eu não tenho problema em fazer qualquer coisa contra aquela pessoa. antídoto para isso, eu retornar à humanização desse sujeito. E é um exercício. E aí normalmente, né, eh, alguém pode estar pensando assim: "Legal, é porque você não sabe o que essa pessoa me fez. Você não sabe o tanto que eu sofri. Você não sabe o pão que o diabo amassou, que eu comi por causa do fulano ou da fulana. Verdade. Então aí nós achamos que essa pessoa ela não merece nenhum tipo de bom sentimento, meu nenhum tipo de estender a mão para tentar reconciliação, porque meu foco é a pessoa e não o tanto que esse sentimento me traz dor, me causa mágoa, me traz sofrimento. E os, normalmente esse tipo de sentimento, ele é mais forte com pessoas que em tese nós gostamos mais. Por isso que é difícil da vida ir pra frente quando a gente odeia essas pessoas. pai, mãe, esposa, esposo, filhos, irmãos, relacionamentos, eh amigos, namorados, namoradas, pessoas que fomos traídas de alguma forma, pessoas que nos magoaram de alguma forma. Quanto maior a proximidade, maior meu sentimento de injustiça, maior a minha vontade de punição. É assim que funciona. Só que isso é algo que aquela pessoa não
essoas que nos magoaram de alguma forma. Quanto maior a proximidade, maior meu sentimento de injustiça, maior a minha vontade de punição. É assim que funciona. Só que isso é algo que aquela pessoa não vai me dar. Ela pode pedir perdão o tanto que ela quiser. Ela não vai conseguir, porque esse sentimento ele está como se fosse uma foto emoldurada na parede. Ele vai perdurar independente dos fatos, independente das situações, porque de certa forma aquele sentimento, ele me identifica como eu sou. me dá uma razão de ser, uma razão de viver. E se eu perdoar? E se eu seguir adiante? Será que essa pessoa ainda vai lembrar de mim? Será que eu ainda vou ser importante para esse alguém? Será que a justiça vai ser feita? De alguma forma, o universo vai lembrar o tanto que essa pessoa me machucou? Então, o fato de lembrar é uma maneira. O fato de remoer, o fato de ficar reaquecendo isso é uma maneira de eu perpetuar a minha importância para o outro, ou pelo menos para que eu receba aquilo que eu acho que é justo. E às vezes isso até tem grupos sociais, né? A chamada dívida histórica. O que que é a dívida histórica? É um grupo remoer séculos o que foi feito pelos antepassados do outro grupo lá atrás. Mesmo que a pessoa da geração atual não tenha a mínima coisa a ver com abacaxi. Mas se eu não remoer isso, eu não posso assumir o papel de vítima. Se eu não posso assumir o papel de vítima, eu não posso assumir que a minha vida tá nas minhas mãos. E o que tá de certo ou que tá de errado, o que deu certo é errado, o que é bom e o que é mau, a culpa não é dos outros, não é do destino. A responsabilidade é minha e precisa muita maturidade para assumir a responsabilidade pela própria vida. Por isso que ser espírita não é fácil. Por isso que o número de espíritas nunca vai bater na casa da metade da população brasileira, bilhões no planeta. Se o espiritismo chegar a um número tão expressivo, é porque é um espiritismo adulterado. Porque o espiritismo vinculado à suas origens, ele vai dizer o seguinte:
lação brasileira, bilhões no planeta. Se o espiritismo chegar a um número tão expressivo, é porque é um espiritismo adulterado. Porque o espiritismo vinculado à suas origens, ele vai dizer o seguinte: "A responsabilidade pela sua vida é antes de tudo sua, não é de mais ninguém. Mas e a família que eu nasci? A família onde você nasceu? São vínculos feitos pelas necessidades evolutivas da tua pessoa. Jura? aquele meu pai desequilibrado, alcólatra, aquela minha mãe prostituta, totalmente e agressiva. É porque em algum momento eu empurrei essas pessoas, barranco abaixo e agora eu estou encontrando com essas pessoas feridas aonde eu as deixei para que possamos reequilibrar toda essa agressividade, toda essa ofensa no espiritismo. Não rola essa história do eu não pedi para nascer. Pediu, pediu e não só pediu, como lutou para ter um espaço. No livro Roteiro, psicografado pelo Chico Xavier do o espírito Emanuel, ele diz que são mais ou menos 20 bilhões de desencarnados. Aliás, entre encarnados e desencarnados no planeta Terra são 20 bilhões de almas. Hoje encarnadas nós só temos oito. E o resto, os outros 12 bilhões. Quem está reencarnado pode se considerar com sorte. lutou para conseguir esse espaço, lutou para conseguir esse corpo, porque outros 12 bilhões queriam estar tendo essa oportunidade. Então, pediu para nascer. E não só pediu para nascer, como lutou para nascer, fez o máximo. E é por isso que quando nós trazemos isso para uma visão espírita, se eu sou responsável pela minha vida, eu tenho que escolher muito bem qual é a vida que eu quero ter, quais são as relações que eu quero cultivar, porque tudo são vínculos. Amor é vínculo, paixão é vínculo, medo é vínculo, ódio é vínculo. A única coisa que não é vínculo é o desinteresse. Quando a gente perde o interesse pela outra pessoa e a pessoa perde o interesse pela gente, todos os vínculos estão desfeitos. Por isso que às vezes a gente também tem dificuldade de perdoar, porque a gente sabe que se perdoar, qual é o vínculo
pessoa e a pessoa perde o interesse pela gente, todos os vínculos estão desfeitos. Por isso que às vezes a gente também tem dificuldade de perdoar, porque a gente sabe que se perdoar, qual é o vínculo que a gente vai ter com quem a gente já amou? É complicado. Por isso que no espiritismo eu não posso, por exemplo, né, na em igrejas cristãs de uma forma geral, eu posso dizer assim: "Não, eu não consigo fazer isso porque o demônio me tenta, o demônio me possuiu, o demônio não deixa." Se eu for ateu, eu posso dizer assim: "Olha, é porque eu tenho uma propensão genética. Se eu entender alguma coisa de psicanálise, eu vou falar: "A culpa é da mãe". Mas como espírita, difícil. Eu vou falar que é o obsessor, mas o obsessor ele ele encontra em mim ressonância, por isso que ele me obsedia. Se ele não encontrar em mim ressonância, ele não tem como me influenciar em nada. Eu vou falar que a culpa é do pai e da mãe, mas eu nasci na família que eu precisava, com as pessoas que eu precisava para ter o crescimento que eu precisava. Eu vou falar que a culpa é da minha genética, do meu corpo, mas o corpo ele é organizado pelo meu perespírito, que é, por sua vez, é organizado pela minha mente. Então, se por acaso o corpo tem esse ou aquele transtorno, essa ou aquela deficiência, que é a responsabilidade, por aí a gente vai vendo. E é curioso, né, porque as pessoas do passado, esses dramas são dramas humanos. Então são dramas humanos para hoje, como eram dramas para os gregos, né, da época pré-socrática, até mais antigo. E eles, os gregos, jogavam a culpa nos normalmente nos deuses. Provavelmente vocês já ouviram falar de um uma expressão chamada o pomocórdia. Então, por exemplo, tá a família reunida. E aí com a família reunida vai se discutir o uso de máscara na COVID. O uso da máscara na COVID no grupo de WhatsApp vira o pomo discórdia. Pouca gente sabe da onde é que veio essa expressão. Pomo é a maçã, é o fruto. A maçã entre as deusas tinha uma deusa da discórdia. chamada Eris. E num casamento entre um herói e uma
o pomo discórdia. Pouca gente sabe da onde é que veio essa expressão. Pomo é a maçã, é o fruto. A maçã entre as deusas tinha uma deusa da discórdia. chamada Eris. E num casamento entre um herói e uma ninfa, todos os deuses do Olimpo foram convidados e esqueceram de convidar a ela aparece no banquete porque os gregos, né, como os antigos, eles eram bons em fazer banquetes. Então as pessoas ficavam naqueles triclínios com as combucas dos seus acíips, né, da sua das suas comidas, pegando ali a tacinha de vinho, os servos vindo servir, se materializa a deusa da discórdia, eres. E ela não fala nada, ela pega o pomo, a maçã. Eu não sei qual é o problema da humanidade com maçã, mas sempre que aparece uma maçã numa história da Chabu, ela pega a maçã e joga no meio da sala. Quando a maçã para de rolar, tá escrito assim: "Para a deusa mais bonita". Na mesma hora, Atena, Afrodite, era estenda em mão. E as três começam a brigar pela maçã e Elis vai embora. E aí Zeus e as três chegam para Zeus e perguntam para ele: "Zeus, você é o chefe de todos os deuses. Você é o deus dos deuses. Qual de nós três é a mais bonita? a mulher e duas filhas. Zeus, como todo bom homem, viu que estava encrencado. Aí ele lembrou de um mortal. Mortal que era Paris, um dos príncipes de de Troia. Olha, tem um moço muito bonito, extremamente inteligente e justo chamado Pares. Vocês vão lá e perguntam para ele qual é a deusa mais bonita. As três vão. E aí o que Zeus não resolveu, o Deus dos deuses não resolveu, jogou o pepino, a batata quente pro mortal com três deusas. As três tentam suborar pares. No final ele escolhe Afrodite, Vênus. Aí Atena e eh eres não era se organizam para vingança e fazem com que Paris junto com seu irmão Heitor, visitando o rei Agamenon, ele se apaixonasse por Helena e Helena se apaixonasse por Paris. Ele sequestra Helena e leva para a Troia. 10 anos depois, inúmeros milhares de gregos e troianos mortos. Uma cidade completamente destruída, uma dinastia que era dinastia de Troia,
ixonasse por Paris. Ele sequestra Helena e leva para a Troia. 10 anos depois, inúmeros milhares de gregos e troianos mortos. Uma cidade completamente destruída, uma dinastia que era dinastia de Troia, dos reis de Troia, acabada por uma maçã que ninguém comeu, lançada pela deusa da discórdia. Não precisa de muito pra gente arranjar confusão, não precisa de muito. E aí a sacada dos gregos foi exatamente eles entenderem que sempre vai ter o pomoc. sempre entre as reuniões, entre seres humanos, de alguma forma alguém vai jogar a maçã e as pessoas vão disputar aquela maçã como se fosse a última fruta da face da terra. Lembrando que eu tô falando não de fruta, eu tô falando de situações da vida. Pode ser opiniões políticas, opiniões filosóficas, opiniões ideológicas, opiniões religiosas, opiniões. O pomo discórdia, onde não há o diálogo, a ideia de vencer o outro para que a minha ideia prevaleça. Todo mundo que está no planeta Terra convive com pessoas no planeta Terra que são tão carentes, tão desequilibradas, tão legais, tão problemáticas quanto a si mesmo, porque somos nós. Isso aqui não é formado por anjos, é formado por gente. gente como a gente. Então, está em nós tudo, todos esses sentimentos, né? está em nós toda essa condição e cabe a nós educar essa condição. E o que é legal, a plasticidade do nosso cérebro, ela permite que a gente exercite formas de nos livrarmos desses sentimentos que acabam acabam trazendo limitações, transtornos, dores para nós. E aí tem algumas técnicas, mas eu prefiro exemplos. Michael Jordan no armário do maior jogador de basquete de todos os tempos, ele ganhou nove vezes o anel de melhor jogador da NBA. NBA é a liga de basquete norte-americana. Ele ganhou uma coroa de maior jogador de todos os tempos de basquete. No armário dele tinha a carta que ele recebeu do seu primeiro treinador quando ele foi para o basquete profissional. Na carta dizia assim: "Você não é bom o suficiente". Ele olhava para aquela carta toda vez que ele abriu o armário e ele vestiu o
do seu primeiro treinador quando ele foi para o basquete profissional. Na carta dizia assim: "Você não é bom o suficiente". Ele olhava para aquela carta toda vez que ele abriu o armário e ele vestiu o uniforme para entrar em quadra. E ele odiava aquelas palavras. Ele odiava com todas as forças. Toda vez que ele entrava na quadra, ele entrava com ódio daquilo que aquele treinador tinha dito para ele. E aquele ódio é que direcionava para que ele fosse o melhor jogador de todos os tempos. A autora de Harry Potter, a Holling, ela viveu uma boa parte da vida dela como mãe solo, tinha acabado o relacionamento desempregada e ela odiava ser parte da estatística de pessoas que sobreviviam recebendo voucher do estado. Ela começou a escrever Harry Potter em guardanapo, dos guardanapos, dos cafés que ela ia. E hoje é a mulher mais rica do Reino Unido, mais rica do que a própria na época, a rainha da Inglaterra. Salvo engano, na última contagem que eu vi, a fortuna dela era avaliada em mais de 40 bilhões de dólares. E ela fez o que ela fez, porque ela odiava ser vítima, odiava ser coitadinha, odiava fazer parte da estatística do Bolsa Família deles. Aquilo dava raiva para ela. E foi aí que ela fez uma grande saga para adolescentes, né, jovens dos anos 2000. E se consagrou, né, se mortalizou para todo mundo. Um dos, agora eu não vou me lembrar o nome dele, mas um dos maiores atletas de Iron Man. Ele pesava 130 kg e ele limpava quarto de hotel, banheiro, cama, latrina. E um belo dia ele se olhou no espelho e ele odiou o que ele viu no espelho e virou um dos maiores atletas. foi Sil, né, a elite da Marinha norte-americana de combate, fez todo o treinamento e hoje é um palestrante, não lembro o nome dele, mas depois joguem na internet, é um dos eh palestrantes de maior sucesso nos Estados Unidos. A questão não é odiar, a questão é o que que a gente odeia, qual é a disposição que nós temos, o que que a gente odeia na nossa vida? O que que a gente botaria num papel dizendo na minha vida eu odeio?
questão não é odiar, a questão é o que que a gente odeia, qual é a disposição que nós temos, o que que a gente odeia na nossa vida? O que que a gente botaria num papel dizendo na minha vida eu odeio? Mas não é assim, né? Uma coisa genérica. Eu odeio ser pobre. Eu odeio não ter paciência. Isso é muito, né? Uma coisa bem específica. Eu odeio chegar atrasado nos meus encontros. Eu odeio mentir compulsivamente. Eu odeio trair. Eu odeio ser uma pessoa preguiçosa. Uma coisa que seja mensurável. Todo dia a pessoa olha para aquele papel e aquele papel tem que ser o motivo dela acordar cedo todo santo dia e fazer um dia diferente. É a mesma energia que você usa para odiar uma pessoa. A mesma. sem tirar nem pôr. Só que toda aquela água que tá na represa, ela tá sendo direcionada para uma turbina que vai gerar energia. A frase, né, que se diz assim, vocês já devem ter em algum lugar ouvido, devemos odiar o pecado e amar o pecador? Na verdade, essa frase é de Aristóteles e não trata de pecado, trata de crime. Nós devemos odiar o crime sem odiar o criminoso. Cai naquilo que nós falamos sobre mudança de comportamento, porque nós mudamos a nossa visão em relação ao outro. É a mesma coisa que uma pessoa se apresenta com câncer para nós e nós odiamos o paciente porque ele tem câncer, enquanto que odiar o câncer é trazer a saúde para o paciente. Falei do Michael Jordan, mas também tem, né, o capitão A ou Aby de Mob Dick. Mob di uma baleia branca. Num belo momento, numa pescaria, ela arrancou uma das pernas do capitão Aby. Todo o livro Mob Dick é dedicado à vingança do capitão Ab contra a Baleia. Como o livro tem mais de 100 anos, eu acredito que não é spoiler dizer que no final ele morre, mas ele não morre sozinho. Ele morre com os 30 tripulantes do navio dele porque ele odiava o raio da baleia, porque ele preferia morrer do que pegar e seguir a vida dele. Não, eu morro, mas a baleia vai junto. A baleia não foi junto. Os 30 tripulantes forem o navio. Michael Jordan. Capitão Abe. Ódio, ódio. Qual é a direção que a gente
do que pegar e seguir a vida dele. Não, eu morro, mas a baleia vai junto. A baleia não foi junto. Os 30 tripulantes forem o navio. Michael Jordan. Capitão Abe. Ódio, ódio. Qual é a direção que a gente vai dar pro ódio? Por isso que, né, nós só encontraremos paz em nós quando nós aprendermos realmente parar de odiar pessoas, não comportamentos. Não as nossas misérias, não que torna a nossa vida triste, sacrificada, eh sofrida. Isso aí a gente tem que odiar para que a gente possa reagir, mas não odiar pessoas, porque as pessoas são pessoas tão confusas, tão transtornadas, tão desequilibradas quanto nós mesmos. E para encerrar, eu lembro sempre quando eu penso nisso, que as pessoas elas acham que têm o direito, né, de agredir os outros porque elas foram feridas, não é isso? Eu fui ferido, logo eu tenho o direito de agredir o outro. Quem me feriu, eu sempre lembro da ostra. Ostra. A ostra, ela tem aquela carapaça. A carapaça é a primeira, é a principal defesa dela. Dentro da ostra é só carne mole. Tem parasita que perfura a carcaça e entra para se alimentar da parte mole da ostra. Sabe como é que a ostra reage? ela começa a formar uma substância mineral em volta do parasita e ela vai, quanto mais o parasita agride ela, quanto mais o parasita eh fere, mais ela vai crescendo essa substância que se chama madre pérola até chegar no ponto que o parasita é todo envolvido por uma joia. Quanto mais ferida a ostra, mais valiosa é a joia. Que possamos sair com essa reflexão, transformar tudo que nos fere em joias para a nossa vida. Vamos paraa nossa prece. Vamos fechar os nossos olhos, agradecer a Deus por mais esse encontro, por mais esse momento, pedindo a Deus que ilumine as nossas mentes, pacifique os nossos corações, direcione os nossos passos, guie, Senhor, para que possamos encontrar no Teu Evangelho, na tua luz, no teu amor, as forças necessárias para sairmos dessa rotina milenar de erros, dessa rotina milenar de mágoa, dessa rotina milenar de ressentimento. Temos a consciência, Senhor, que isso
, na tua luz, no teu amor, as forças necessárias para sairmos dessa rotina milenar de erros, dessa rotina milenar de mágoa, dessa rotina milenar de ressentimento. Temos a consciência, Senhor, que isso nos impede de vivermos em plenitude para a plenitude para a qual nós somos criados. Auxilia-nos, Senhor, para que possamos, saindo daqui, desenvolvermos a empatia para com o nosso próximo e tendo empatia para o nosso próximo, possamos perdoar a nós mesmos em todos os momentos da nossa vida. Que assim seja. Graças a Deus. Uma ótima noite a todos. Aguardem o passe. Segunda, sexta-feira da do próximo mês, a gente continua, né, falando do perdão das ofensas. Fiquem com Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia [música] com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade.
[música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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