ONDE HOUVER DISCÓRDIA, QUE EU LEVE A UNIÃO - Jefferson Bellomo [ESPIRITISMO EM DIÁLOGO]

Comunhão Espírita de Brasília 14/02/2026 (há 1 mês) 1:06:01 368 visualizações

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Transcrição

[música] Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a >> Boa noite, queridos amigos. Estamos aqui mais uma noite para conversar aqui no programa Espiritismo em Diálogo, em que a gente traz questões vinculadas ao Evangelho de Jesus, à doutrina espírita, para que sejam objeto de nossas reflexões e também dessa conversa tão boa para que a gente possa compartilhar e aprender um pouquinho mais sobre a nossa doutrina e sobre o evangelho em qual no qual nos base e para isso temos o nosso professor Jeferson, que nos traz, que compartilha sempre o os seus conhecimentos. E esse programa Espiritismo em Diálogo tem sido feito com a série de temas que t sido colocados. Já tratamos sobre os pecados, os pecados capitais, já tratamos sobre os 10 mandamentos e agora estamos analisando as frases da conhecida oração da paz, também chamada oração de São Francisco. Hoje falaremos sobre a frase de que que diz que onde houver discórdia, eh, que eu leve a união. Quem tiver interesse em conhecer as os programas anteriores, pode encontrá-los no YouTube da comunhão, tanto os que falam sobre os pecados, quanto os que falam sobre os 10 mandamentos e também esses que falam sobre a oração de São Francisco. Para começarmos então essa noite de hoje, eu vou trazer uma pequena mensagem de Emanuel, psicografada por Chico Xavier, no livro Roteiro e em seguida faremos uma prece. Assim nos diz Emanuel: "Sorpreendendo a discórdia, permanece com a verdade e aclara o caminho, mas emite pensamentos de paz no rumo dos irmãos em contenda. E se podes falar, pronuncia a frase edificante que consiga ajudar a extinguir os focos de perturbação ou desequilíbrio. Com isso em mente, elevemos o nosso pensamento a Deus, nosso Pai, a Jesus,

enda. E se podes falar, pronuncia a frase edificante que consiga ajudar a extinguir os focos de perturbação ou desequilíbrio. Com isso em mente, elevemos o nosso pensamento a Deus, nosso Pai, a Jesus, nosso mestre, agradecendo pelas oportunidades que recebendo, primeiramente, a oportunidade da própria vida, dessa encarnação, por termos merecido renascer, renascer e ter essa oportunidade de recomeçar, reconstruir o nosso caminho, refazer aquilo que precisamos, reencontrar aqueles seres queridos do nosso coração, aquele Eles também com que precisamos nos reajustar, ter a oportunidade de aprimorar-nos, de melhorar, de aprender mais, de eliminar os nós, mesmo os nós cegos, transformá-los em laços e seguir jun rumo ao caminho que é inevitável para todos nós, que é a nossa perfeição, a nossa felicidade e a nossa comunhão com Deus. Agradecemos a presença dos nossos mentores que nos conduzem por esse caminho, que nos ajudam, que nos dão força, que nos orientam, torcendo para que nós sigamos essas orientações e sejamos capazes de nos encaminharmos no rumo certo. Agradecemos a Bezerra de Menezes, o mentor aqui da nossa casa, que é o nosso médico, que cuida dos nossos corpos, das nossas emoções, do nosso espírito também, que nos dá os medicamentos que precisamos para tratar o nosso corpo, o nosso espírito, que nos dá uns que aliviam a dor e que tratam as feridas e as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. Agradecemos a Jesus, o nosso mestre, que escolheu nos ensinar, escolheu nos demonstrar o caminho e ser o nosso caminho, a nossa verdade e a nossa vida. Que estejamos sempre com ele, pois ele está sempre conosco. Obrigada, Jesus, e que sigamos contigo hoje e sempre. Que assim seja. Sem maiores delongas, passo a palavra pro Jeferson, que vai falar sobre o tema Onde houver discórdia, que eu leve a união. Obrigada, Jeferson. Pode faltar nada. >> Boa noite a todos. Como a Carla Daniela falou muito bem, nós estamos fazendo uma série de palestras agora dedicadas a chamada

r discórdia, que eu leve a união. Obrigada, Jeferson. Pode faltar nada. >> Boa noite a todos. Como a Carla Daniela falou muito bem, nós estamos fazendo uma série de palestras agora dedicadas a chamada oração de São Francisco. E eu conto a historinha dessa oração de São Francisco na primeira palestra dessa série, aqueles que tiverem curiosidade, tá aí no YouTube aqui no canal da comunhão. E hoje particularmente eh sobre onde haver discórdia que eu leve à união. E é importante a gente pensar um pouquinho sobre união no momento que nós estamos vivendo. É muito natural as pessoas pensarem que nenhuma outra geração, em nenhuma, nenhum outro momento da história passou pelos problemas que nós estamos passando. E isso é um engano. Cada geração tem o seu desafio. Cada sociedade tem o seu desafio. A geração que viveu a época da Segunda Guerra Mundial teve o desafio, a da Guerra Fria teve o seu desafio. O pessoal que viu a Revolução Francesa, a época da Revolução Francesa, a época das grandes revoluções, teve o seu desafio. As pessoas que viveram na época de Jesus, não só ali na no território da Galileia e Israel, mas em todas as áreas do planeta, também tiveram o seu desafio. A nossa geração está tendo, a geração que eu falo, nós encarnados, não o pessoal que geração X, geração Z, geração Y, né, baby boomers, não tô falando disso. Tô falando de nós encarnados. Nós encarnados também temos os nossos desafios nesse momento. E o que tem de diferente em relação a nós para aqueles que nos antecederam? uma coisinha chamada internet, rede social. Não havia isso até mais ou menos uns 20 anos atrás. A internet na década de 90 ainda era um terreno que estava sendo desbravado e de lá para cá a evolução foi muito rápida. Poucas pessoas tinham computador em casa. Hoje não precisa nem ter computador em casa, porque o próprio celular já é um computador que nos dá acesso ao mundo. Chama-se mundo virtual porque é uma realidade, é um mundo que as pessoas vivem e vai ficar cada vez pior. As pessoas cada vez vão ficar mais

prio celular já é um computador que nos dá acesso ao mundo. Chama-se mundo virtual porque é uma realidade, é um mundo que as pessoas vivem e vai ficar cada vez pior. As pessoas cada vez vão ficar mais imersas por conta do que a tecnologia vai oferecer de sair do mundo material, o mundo positivo. Positivo não é joinha. Positivo é o que você pode tocar, cheirar, beber, pode morder, pode segurar. Esse é o mundo positivo, é o que afeta os nossos sentidos. As pessoas, elas vão sair cada vez mais do mundo positivado para o mundo virtual. É a tendência. Pode ter uma mudança, pode, mas é a tendência. E com isso, eh, existe todo um mercado, existe toda um comércio, uma atividade econômica em cima disso. E essa atividade econômica, ela vai pelo tanto de visualizações que tem uma página, que tem um vídeo, que tem um site. E existe uma fórmula chamada algoritmo para separar as pessoas por grupos. e esses grupos por interesse. A coisa ficou de tal forma separada que uma área de interesse não dialoga, não conversa, não sabe o que a outra área está fazendo, o que pensa, e nem trocam ideias. Uma das coisas muito interessantes, né, do chamado eh silogismo da época lá de Aristóteles, o não o silogismo mais recente, né, que é Hegel Marx, mas lá da época de Aristóteles era premissa maior, premissa menor, conclusão, tese, antítese, síntese. Era assim que as coisas funcionavam. Você expõe um pensamento, tese, o teu interlocutor expõe o ponto de vista dele. E aí há um contraargumento, antítese, para que ambos os interlocutores buscando a verdade, cada um criticando a sua ideia e criticando a ideia do outro, procurando a verdade, cheguem a uma síntese. com o algoritmo não dá para fazer isso, porque a gente sempre vai cair para conversar com pessoas que têm os mesmos interesses da gente. E aí agrava algo que é muito natural. Nós temos uma necessidade enquanto seres humanos. Isso é da nossa espécie, mas também pode ser estendido a outras espécies. Necessidade de pertencimento. O ser humano ele é mais complexo. Então

tural. Nós temos uma necessidade enquanto seres humanos. Isso é da nossa espécie, mas também pode ser estendido a outras espécies. Necessidade de pertencimento. O ser humano ele é mais complexo. Então essa necessidade também é mais complexa. Quem já ouviu as minhas palestras sabe que eu costumo muito citar dois instintos que são os instintos básicos, o instinto de sobrevivência e o instinto de reprodução. Todos os organismos giram em torno desses dois instintos. Acordam, saem de casa, trabalham, voltam para casa, dorme, girando em torno de sobreviver e reproduzir. Sobreviver, cuidar dos próprios genes, reproduzir, passar os genes paraa frente. Mas tem outros instintos, não são só esses. E um dos instintos que nós temos é o instinto social. Nós, seres humanos, precisamos viver em sociedade. Foi por isso que a nossa espécie dominou o mundo. Não foram espécies maiores, não foram espécies mais fortes, não foram espécies mais rápidas, não foram eh espécies mais violentas, fomos nós. Porque nós conseguimos nos organizar em grupos enormes que outras espécies não conseguem. Nós conseguimos contar histórias e fazer com que essas histórias virem uma narrativa comum e essa narrativa comum dá nos dê um senso de identidade como grupo. Chipanzé Gorila não consegue fazer isso. Os nossos primos evolutivos, eles não conseguem fazer isso. Você consegue reunir 100 pessoas para ver um jogo de futebol num estádio. Você consegue reunir 50.000 1 pessoas para ver um jogo de futebol no estádio, para ver um show da Lady Gaga. Numa boa, todo mundo canta música. Você não consegue reunir sem chipanzés para fazer nada, porque eles não conseguem ter esse número sem começar a brigar entre eles e brigar com presas, com força para matar mesmo, para rasgar a carne um do outro. Nós, seres humanos, nós conseguimos. Por isso que nós dominamos o planeta. Nós temos esse senso de pertencimento. Por isso que para nós viver em comunidade é muito importante porque faz parte da nossa sobrevivência. Por isso

conseguimos. Por isso que nós dominamos o planeta. Nós temos esse senso de pertencimento. Por isso que para nós viver em comunidade é muito importante porque faz parte da nossa sobrevivência. Por isso que ter o sentido de pertencimento, eu quero fazer parte de alguma coisa. Eu quero ter a camisa do time, a bandeira do meu país, né? O logotipo brasão da família espírita. As pessoas que se reúnem em torno de uma mesma doutrina ou de uma religião, elas querem esse sentimento de pertencimento. Com o algoritmo, esse sentimento de pertencimento, ele é exponenciado na rede social, porque ele não permite que a gente converse com os outros grupos. E aí dá a sensação que é muito comum, vocês já devem ter ouvido falar na grande mídia, chamado dos do movimento nós contra eles. Por que que tem o nós contra eles? Porque eu não consigo entender o eles. Eu não consigo conversar com eles. Eu não me interesso por eles porque eles são os outros. E aí tem um filósofo existencialista chamado Satre, que falava: "O problema são os outros. Problema nunca é a gente. O problema nunca é quem tá conosco. O problema são sempre eles. Isso vai se agravar com a rede social. E o nome, né, discórdia e a etimologia da palavra discórdia é diz aquilo que é contra. Córdia é aquilo que é do coração. É o coração que é contra, o coração que se vira, o coração que é indiferente. Essa etimologia a raiz da palavra em português discórdia. O que é nós estarmos em discórdia? é quando o nosso coração se afasta do coração da outra pessoa. E por que que a discórdia é ruim? Não vamos pensar só do ponto de vista moral, do ponto de vista espírita, que é maravilhoso, mas vamos falar uma linguagem que as pessoas que não são espíritas, que não têm religião, elas também possam concordar conosco. Porque se nós temos um instinto de sociedade, se a nossa espécie sobrevive em grupo, se nós ganhamos o mundo trabalhando juntos, quando nós entramos em discórdia, também raiz da palavra discordar, ou seja, não há concórdia, não há o mesmo coração, o mesmo

a espécie sobrevive em grupo, se nós ganhamos o mundo trabalhando juntos, quando nós entramos em discórdia, também raiz da palavra discordar, ou seja, não há concórdia, não há o mesmo coração, o mesmo sentimento. O sentimento que eu tenho é antagico ao sentimento do outro. Discordo. Isso é ruim para mim enquanto indivíduo que tenho necessidade de pertencimento, de aceitação, a famosa pirâmide de Mlow, que não é só comer, não é só dormir, não é só beber, não é só trabalhar, não é só ganhar dinheiro. Eu preciso ser socialmente reconhecido e socialmente aceito. Não precisa ser espírita católico, ateu para concordar com isso. É uma necessidade humana. E o sentimento de discórdia, ele é um sentimento natural, porque as pessoas não são obrigadas a pensarem umas com as outras, eh, umas iguais às outras, mas ao mesmo tempo é um sentimento que vai contra a nossa natureza, porque a nossa natureza não é enquanto espécie de brigarmos uns com os outros, porque senão a nossa espécie já tinha sumido. As pessoas dizem assim: "Nossa, mas a gente vê tanta violência no mundo, a gente vê tanta guerra, olha a Ucrânia, olha o que tá acontecendo com o Irã agora, olha os problemas que estão espalhados". Verdade. Mas isso aparece na televisão, isso aparece nos jornais, porque isso é o excepcional. O que chama atenção, o que vem de notícia é o bizarro, não é o natural. Nós não vamos ver na capa de um jornal a seguinte manchete: homem pede mulher em casamento e adota os filhos da esposa como seus. Porque isso não é bizarro, isso não é excepcional, isso não é nada fora da curva, é até esperado. Agora, infelizmente, o caso recente, homem é traído pela mulher, se mata e mata os filhos, isso é bizarro, isso é excepcional, isso não acontece todo dia. E isso a gente é bombardeado pelos noticiários o tempo inteiro. O normal é o funcionário público ir para o trabalho, fazer o seu expediente, terminar o seu expediente e voltar para casa. Mas quando a gente vê casos de corrupção, isso não é o normal, isso é o bizarro, é

mal é o funcionário público ir para o trabalho, fazer o seu expediente, terminar o seu expediente e voltar para casa. Mas quando a gente vê casos de corrupção, isso não é o normal, isso é o bizarro, é o excepcional. Porque o dia que deixar de ser excepcional não é mais manchete, não chama mais atenção. O dia que os pais começarem a jogar os filhos pela janela, ao invés de levarem os filhos na escola, a manchete vai ser os pais que levam os filhos na escola. Vai ser o bizarro. Hoje, graças a Deus, não é manchete, porque é o normal. O anormal, o bizarro, o exótico, é os pais maltratarem os filhos. Mas como nós somos, né, famintos de notícias, parece que só tem coisa errada, parece que só tem bandido, parece que só tem violência, parece que só tem corrupção. Porque as notícias que chegam para nós não são as notícias do ordinário. As notícias que chegam para nós são do extraordinário, senão nós não estaríamos aqui reunidos, a gente não sairia nem de casa. Se o mundo fosse só do jeito que a gente vê na televisão, só do jeito do que chega na nossa rede social, a gente não teria coragem de botar a cara para fora da porta, aparecer no corredor, de jeito nenhum. Então, o nosso sentimento de que as coisas estão ruim e aí vale a máxima farinha pouca meu pirão primeiro. Isso é uma falsa impressão da realidade. Isso vai contra a nossa necessidade de convivência. E para termos cidades com milhares, milhões de habitantes e um mundo com bilhões de pessoas. É porque nós conseguimos funcionar bem e muito bem juntos, senão não teríamos 8 bilhões de pessoas, não teríamos mais de 200 milhões de brasileiros, já estaria todo mundo se matando. Graças a Deus que não é o caso. Então, nós temos a necessidade de viver unidos. A palavra união vem de sermos um. É a ação de um grupo ser um. Mas não quer dizer que o grupo tem que ser homogêneo, unificado. Não é combo de restaurante de fast food. que todo restaurante de fast food, fast food, qualquer franquia, o sandu, o combo, o sanduíche é sempre igual.

er que o grupo tem que ser homogêneo, unificado. Não é combo de restaurante de fast food. que todo restaurante de fast food, fast food, qualquer franquia, o sandu, o combo, o sanduíche é sempre igual. União significa vivermos e produzirmos sendo pessoas diferentes, pensando diferente, tendo valores diferentes, mas sabendo que a base que nós temos, essa base comum, é muito maior do que as nossas diferenças. E só como ser humano nós temos inúmeras coisas em comuns. Como brasileiros, temos mais muitas coisas em comuns. Aqueles que estão nos assistindo na internet, talvez não sejam de Brasília, mas aqueles que estão aqui conosco, bom, somos do Distrito Federal, muito mais coisa em comum, somos espíritas. Olha o tanto de valores que nós temos em comum. Nós temos mais coisas para nos unirmos do que para estarmos em discórdia. O meu coração se volta dá as costas para o teu coração. O meu coração dispensa a tua córdia. Discórdia. Eu me afasto, sendo que eu necessito, eu preciso da coletividade, eu preciso da do da sociedade, eu sou um ser gregário, eu sou ser humano. E se eu tenho tantas coisas em comum, por que não olhar primeiro para essa base que nos une, para esse íã que nos atrai? para depois nós tentarmos juntos, tese, antítese, síntese, respeitando a opinião, estando abertos ao contraditório, chegarmos à verdade. O Evangelho de João atribui a Jesus uma frase na última ceia, que é algo que sempre dá muito o que a gente pensar, meditar. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Porque a mentira, o engano, eles nos escravizam. A verdade liberta. Ninguém vivendo na mentira é livre. Não tem como. Não tem como a pessoa viver no engano, vivendo na ignorância, ela ser uma pessoa plena. Nós queremos a plenitude, nós queremos o progresso, nós não nos satisfazemos com pouco. Isso os filósofos desde a antiguidade já diziam que o ser humano ele tem essa comichão de evoluir, de progredir. E aí na década de 90 o Titans me solta uma música que a gente não quer só comida, a gente não quer só bebida, a

a antiguidade já diziam que o ser humano ele tem essa comichão de evoluir, de progredir. E aí na década de 90 o Titans me solta uma música que a gente não quer só comida, a gente não quer só bebida, a gente não quer só diversão. Nós queremos sermos plenos, mas ninguém é pleno sozinho. União não é identidade, não é ditadura. Todo mundo tem que ter o mesmo pensamento, todo mundo tem que ter os mesmos valores, todo mundo tem que ter a mesma ideia. União é sabermos que nós temos bases, base comum que a outra pessoa, o meu interlocutor, é tão digno de respeito, porque esta pessoa que está na minha frente tem a sua história, tem a sua vivência, tem os seus problemas, tem os seus traumas, tem as suas dificuldades como eu. Porque nós somos humanos, nós não somos deuses, nós não somos espíritos puros, nós somos comedores de arroz e feijão. A pessoa que tá sentada na nossa frente também é um comedor de arroz e feijão. Não é ninguém, não é ninguém eh que merece ser desumanizado. Ah, eu sou palmeirense, o cara é corintiano, então ele é desumanizado. aquele corintiano, aquele palmeirense. Eu sou brasileiro, o outro é argentino. Ah, irmano cucaracha. Eu não vejo o outro como ser humano, como semelhante. O primeiro passo para nós acabarmos com qualquer comportamento moral é desumanizar o outro. é dizer que o outro não é tão humano quanto nós. Exatamente essa visão que é a visão da discórdia. Eu ignoro o coração do outro porque eu ignoro a humanidade que essa pessoa tem. E se eu não respeito a humanidade dela, como que eu estarei aberto, disposto ali, né, para conversar, para ouvir opiniões diferentes da minha, porque as minhas eu já conheço. Não quer dizer aceitar qualquer opinião, não quer dizer aceitar qualquer valor. Opiniões são perigosas. ideias são perigosas. Adolf Hitler, quando ele faz o seu primeiro discurso numa cervejaria de Munique, ele faz o seu discurso para 12 pessoas e ele não tinha um canivete, ele não tinha uma arma. E dali começa o movimento nacional socialista, o nazi, o futuro partido

discurso numa cervejaria de Munique, ele faz o seu discurso para 12 pessoas e ele não tinha um canivete, ele não tinha uma arma. E dali começa o movimento nacional socialista, o nazi, o futuro partido nazista, que no final da década de 40, no final dos meados da década de 40, o resultado daquela daquele início de reunião vai resultar em mais ou menos 60 milhões de mortos por causa da Segunda Guerra Mundial. As ideias são perigosas. Eu não tenho que aceitar todas as ideias. Eu não tenho que chegar e falar: "Tudo é relativo, não. Eu tenho que defender os meus valores. E tem valores que eu não não posso me afastar deles. O que não me impede de ouvir a ideia do outro. E vai que o outro esteja certo e eu estou errado. Eh, a segregação racial nos Estados Unidos, que foi muito particular, né, dos países de cultura inglesa, segregação, não tô falando de preconceito, segregação. A segregação, ela era um dado cultural e um dado legal. O estado legalizou a segregação no nazismo. Legalizaram a exclusão dos judeus da vida pública. Começou por não poder dar aula na faculdade, começou por não poder ser funcionário público, começou por não poder fazer parte das forças armadas, depois não podia ter negócio, depois não podia ter direito à própria vida. Eu não tenho que concordar com todas as ideias, mas eu também não tenho o direito de não respeitar as pessoas apesar das suas ideias, porque as pessoas permanecem, as ideias mudam. A gente não costuma não gostar das pessoas. A gente não costuma, a gente costuma não gostar do que as pessoas fazem. A mesma pessoa que a gente não gosta, se ela fizer tudo que nos agrada, é a mesma pessoa. A gente começa a gostar dela. Porque quando nós odiamos alguém, via de regra, esse ódio tem uma motivação, não é gratuito. E a motivação dele está naquilo que aquela pessoa faz ou naquilo que ela representa. Se ela deixa de fazer, deixa de representar, o motivo do ódio deixa de existir. Então, nós não odiamos pessoas, nós odiamos atitudes e as atitudes vêm de

uela pessoa faz ou naquilo que ela representa. Se ela deixa de fazer, deixa de representar, o motivo do ódio deixa de existir. Então, nós não odiamos pessoas, nós odiamos atitudes e as atitudes vêm de crenças. As pessoas agem conforme elas acreditam. mude a crença que você muda as atitudes. Pessoas juntas pensam, enxergam mais longe e melhor do que o indivíduo. Daí, porque o uma das maiores lideranças espíritas que nós já tivemos no Brasil e na espiritualidade continua sendo uma liderança espírita, esse salão, né, da palestra leva o nome dele, que é o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, duas vezes presidente da Federação Espírita Brasileira, ainda, né, no final do século XIX, desencarna no começo do século XX e continua assistindo o movimento espírita até hoje. Dr. Bezerra de Menezes, ele tem uma frase, o Dr. Bezerra de Menezes, espírito, ele tem uma frase que sempre ela ecoa muito para pessoas de boa vontade. Sozinho. Eu sou um ponto de vista. Juntos. Eu sou união. Uma andurinha não faz verão. Várias trabalham e fazem muito. Grandes ideias da humanidade, elas não ganharam o mundo porque elas começaram por uma multidão de pessoas. Elas comentam, elas normalmente começam e dão continuidade por um grupo pequeno, mas muito motivado. O cristianismo começa com 12 seguidores e um deles ainda abandona o barco. Os grupos cristãos, quando a gente pega aquelas epístolas paulinas, ah, epístola aos coríntios, epístola aos a ao pessoal de Efésio, epístola ao pessoal Gálatas, a igreja. O que que era a igreja? Era um grupo de pessoas que se reunia na casa de alguém. Então, epístola aos Coríntios tinha menos gente para ler aquela carta do que tem hoje aqui nesse salão. Eh, arqueólogos pegaram ruínas da cidade de Corinto e viram as maiores e o pátio e colocaram pessoas ombro a ombro para ver quantas pessoas davam num pátio. 50 pessoas. Isso casa de gente muito rica. E historicamente a gente sabe que os cristãos durante muitos séculos eles não, os grupos cristãos não eram formados pelas pessoas mais ricas do

am num pátio. 50 pessoas. Isso casa de gente muito rica. E historicamente a gente sabe que os cristãos durante muitos séculos eles não, os grupos cristãos não eram formados pelas pessoas mais ricas do Império Romano. Muito ao contrário. Era a raia miúda, mas uma raia miúda, pouca gente, mas pouca gente motivada, pouca gente fiel aos seus eh ao seu a sua crença. E se hoje nós temos Bíblia, se hoje nós falamos de Jesus, é por causa desse pessoal. É por causa desse pessoal. E eles tiveram problemas de desunião. Eh, as pessoas não costumam estudar isso, mas no começo, desde o começo do cristianismo, haviam grupos que eram grupos separatistas. A palavra em inglês de a palavra em grego de separação é aereses, da onde vem o termo heresia. Eram os heréticos. E esses heréticos, eles faziam as suas igrejas, tentavam dividir os grupos. O grupo melhor unido, o grupo melhor organizado, o grupo mais motivado, foi o grupo que venceu. Aí algumas pessoas vão dizer assim: "Ah, mas isso foi por causa de Constantino? Constantino foi só no século séculos até Constantino foram essas pessoas. Trabalhar com união é trabalhar com pessoas diferentes. Não é trabalhar com gente que pensa igual à gente. Não é trabalhar com gente que tem os mesmos todos os valores iguais ao nosso. E isso vale em família também. Hoje tá muito eh na moda a palavra alteridade. É um termo acadêmico relativamente novo. O que que significa alteridade? Espremendo, saindo o suquinho, alteridade significa o outro é o outro. O outro não sou eu. Por mais que eu gostasse, por mais que eu queira, o outro pensa do jeito dele. É assim que funciona. E eu tenho que respeitar a opinião do outro, ou pelo menos os valores do outro, porque eu também tenho os meus valores e eu sei que uma sociedade não convive, um grupo, uma família, um casal. não convive sem respeito. A base de qualquer relação, a base de qualquer relação é o respeito. Ah, não é o amor, não. Não. Se você fica 30, é, você tá com uma pessoa, o cônjuge, o namorado, a namorada. Vocês

vive sem respeito. A base de qualquer relação, a base de qualquer relação é o respeito. Ah, não é o amor, não. Não. Se você fica 30, é, você tá com uma pessoa, o cônjuge, o namorado, a namorada. Vocês se amam, mas vocês não se respeitam. Vocês não vão muito longe. Podem ir até pro hospital, pra delegacia, mas não vão longe. Agora, um casal, namorados, noivos, cônjuges já não se amam. O fogo já se apagou, mas se respeitam. Você viaja pro exterior, você passa 12 horas no avião, você pega uma canoa, atravessa de Belém a Manaus, passa 30 anos juntos porque tem respeito. Ah, mas é xoxo. É xoxo, mas vive junto. Não vive na delegacia porque se respeita. empregado, patrão. Respeito, respeito, estado, cidadão, respeito. Se não for assim, aí a desconfiança. E aonde há desconfiança vale a máxima. farinha pouca meu pirão primeiro. Então, quando nós trazemos esse assunto, esses assuntos, por isso que o nome, né, desses encontros da segunda sexta-feira do mês é espiritismo em diálogo. Nós não estamos falando de coisas que são alheias ao nosso dia a dia. Nós não estamos falando de coisas fluídicas. Nós não estamos falando da vida em outros planetas. Nós estamos falando do aqui e do agora e como a vida pode ser bem menos pesada. Temos por ranço, por hábito, achar que falar de evangelho é falar de assunto chato. E tem uma visão de que assunto, porque nós olhamos para o evangelho como código penal. Como é que é um código penal? Tem uma coisa chamada tipo penal, por exemplo, artigo 121, matar alguém, tipo penal. Logo depois vem a pena. O tipo é a descrição do crime, matar alguém. Pena tanto a tanto. Evangelho não é código penal. Evangelho é manual de sobrevivência. Para os mais velhos, vão lembrar, né, que falava muito na história em quadrinho do tio Patinhas do Manual do escoteiro Mirim, que era como sobreviver os sobrinhos do Pato Donald, como sobreviver nas mais diferentes situações, no mar, na floresta, no deserto. Era o manual do escoteiro mirim. O evangelho é uma espécie de manual do escoteiro, do

viver os sobrinhos do Pato Donald, como sobreviver nas mais diferentes situações, no mar, na floresta, no deserto. Era o manual do escoteiro mirim. O evangelho é uma espécie de manual do escoteiro, do espírito, não é o código penal. Quando nós pensamos sobre os valores do evangelho, nós estamos pensando no manual de sobrevivência. Ah, eu tenho que me unir as pessoas porque é obrigado unir alguém. Pena de tanto a tanto? Não é porque eu sou um ser social. Eu vivo melhor quando eu tô unido com os outros. Quando eu estou em desunião, eu estou indo contra a minha própria natureza. Estou me agredindo. Tem gente que fala, né? Eu vivo muito bem sozinho. Obrigado. Não tô nem aí pra opinião dos outros. Só não tá nem aí para o que os outros pensam uma categoria muito própria de pessoas que são chamadas de psicopatas. Esses realmente não estão nem aí pros outros. O resto se preocupa com a opinião dos outros porque são pessoas saudáveis. E uma das questões sociais, né, que tá, a gente tá vendo isso no nosso dia a dia é exatamente isso. Cada um se veste do jeito que quer, cada um corta o cabelo do jeito que quer, cada um pinta o cabelo do jeito que quer. Beleza? OK. Mas é bom ter uma crítica social, porque a crítica social faz com que o seu gosto fique mais refinado. Quando não tem crítica social, as pessoas vão ficando cada vez mais deslechadas, porque elas não têm ninguém para fazer o contrapeso. A gente vai virando bicho. Por isso que é bom a sociedade ela ter um padrão de crítica, uma normatividade cultural. Isso não é ruim. Só pessoas que não gostam de submeter a padrões sociais é que acham isso ruim, porque elas querem que o padrão delas equivalha pros outros. E a sociedade ela é interessante porque ela é orgânica. Ela através das diversas gerações, por tentativa e erro, ela vai aprendendo o que é melhor para a sociedade. Por isso que a gente tem que respeitar, né? Eu hoje já coroa com cabelo branco, eu tô um cara assim fã de ditado popular, ditados que eu ouvia quando era criança.

endo o que é melhor para a sociedade. Por isso que a gente tem que respeitar, né? Eu hoje já coroa com cabelo branco, eu tô um cara assim fã de ditado popular, ditados que eu ouvia quando era criança. Hoje eu penso, cara, esses ditados são sábios. São sábios. Eles não nasceram de graça. Não foi um sujeito que pensou no seu divã, né, fumando um cachimbo igual Sherlock Holmes que chegou à conclusão daquele ditado. Não, esses ditados eles emergem da convivência social, da chamada sabedoria popular. Por isso que é bom ter esse filtro, porque esse filtro ajuda com que nós nos tornemos pessoas melhores em diversos sentidos e não pessoas acomodadas. Claro que existem exageros, existem. Existem uma série de desvios, com certeza, mas isso não invalida a regra. A exceção nunca invalida a regra, não obstante haver exceção. Sempre vai ter. Quando é interessante, né, que Jesus, as pessoas, quando eu dei as palestras sobre os 10 mandamentos, uma das coisas que eu discutindo com pessoas queridas, conhecidas, as pessoas não entendiam que mandamento não é conselho. Na Bíblia não tá assim, os 10 conselhos, porque conselho não é obrigatório, né? Quando você dá um conselho para alguém, você não pode ficar chateado se a pessoa não segue, porque é um conselho, não é uma ordem. Você não tá dando uma ordem pra pessoa. Que que você acha? Eu uso a jaqueta verde ou a jaqueta amarela? Eu sugiro você usar a jaqueta amarela. Ah, mas eu acho que ela é muito cheguei. Eu vou usar a verde, aí eu fico brabo. O cara pediu minha opinião. Eu dei a minha opinião. Ele não é obrigado a seguir. 10 mandamentos não são 10 opiniões, não são 10 sugestões. Mandamento é mandamento, é ordem. Quando os 10 mandamentos é chamado Antigo Testamento, êxodo, Deuteronômio. Quando a gente vai pro chamado Novo Testamento, aí a gente tem assim Jesus falando. Jesus fazia pregações para um público que tava bem bem lascadinho. Era muita gente endividada, muita gente doente, muita gente com deficiência. muita gente com problema em família. E é

Jesus falando. Jesus fazia pregações para um público que tava bem bem lascadinho. Era muita gente endividada, muita gente doente, muita gente com deficiência. muita gente com problema em família. E é para esse público que Jesus tá falando, um país invadido. E o rei que tinha lá era um fantoche de César em Roma. Era o rei Herodes Antípas, filho de Herodes o Grande. Esse era o público de Jesus. Não era um público de gente, todo mundo que meditava, acendia incenso, era gente perturbada. E com razão para estar perturbada. Jesus, ele quando fala assim: "Ama a teu inimigo, ama a teu próximo como a ti mesmo." Se alguém te bate na face, oferece à esquerda, ele não tá dizendo assim: "Olha, eu vou dar uma sugestão para vocês. Andei pensando aqui, eu tava com Pedro ali no barquinho, aí olhando o mar da Galileia, aquelas ondas me trouxeram uma inspiração pra gente amar os inimigos. Eu vou dar esse conselho para vocês. Jesus não deu conselho. Se a gente ler os quatro evangelhos canônicos, Mateus, Marcos, Lucas e João, Jesus não dá conselho. Jesus dá mandamento. Amai o vosso próximo. Não é um conselho. E funciona, porque o próximo é o cara que eu convivo. Se eu odiar esse cara, a minha vida é uma porcaria. Porque eu convivo com ele? Porque ele é meu próximo. Ele não é meu distante. A sabedoria tá aí. Ama o teu próximo. Por que que eu tenho que amar o meu próximo? Porque ele tá próximo. Se eu não amar ele, odiar ele, minha vida é uma droga, porque o cara tá do meu lado. Lembrando que amar é um conselho, é um conceito muito elástico para o idioma aramaico, não é como a gente, né? Eu amo bolo de chocolate, não é a mesma coisa. Amar o próximo é viver harmonicamente com o teu com o teu inimigo, com o teu próximo. Não é dar abraço, beijo, cartão de Natal, não é isso. O idioma era muito pobre, são poucos vocábulos. Não é que nem um português que a gente pega um dicionário bom, é dessa grossura de vocábulos, né? Não é isso? O aramaico, como várias línguas daquela época, eram línguas muito pobres. Uma palavra

los. Não é que nem um português que a gente pega um dicionário bom, é dessa grossura de vocábulos, né? Não é isso? O aramaico, como várias línguas daquela época, eram línguas muito pobres. Uma palavra significava 500 coisas. Então, amar o próximo é viver bem com o próximo. Vive bem com o teu próximo não é um conselho, é um mandamento. Porque se eu não seguir isso, eu me ferro. Não é o outro que se ferra, sou eu. Jesus não diz assim: "Perdoa os teus amigos". São amigos. Quem você precisa conviver bem é que não vai com a tua cara. Porque o amigo ele muito pouco, ele vai pisar na bola porque ele é ser humano, mas normalmente o amigo ele pisa na bola por fraqueza, por ignorância, por falta de tato. O inimigo não. O inimigo pisa com gosto, com vontade, de caso pensado, porque ele é inimigo. É esse que dá úlcera, é esse que dá insônia, é esse que traumatiza, é esse que dá melancolia. Se eu não aprender a conviver com essa pessoa, eu tô trazendo doença pra minha vida. Por isso que evangelho não é código penal. E para nós que somos espíritas, é tão curioso, porque quando nós estamos em grupo mediúnico, atendendo pessoas que o corpo já foi pro cemitério, o corpo morreu, mas a pessoa não morreu. Ela continua pensando, desejando, sonhando, tendo problemas. A pessoa tá lá. E como é triste ver pessoas que o corpo já morreu e às vezes décadas e essa pessoa se mantém na escuridão porque ela não consegue apaziguar o ódio que ela traz de alguém. Por isso que no espiritismo nós explicamos a ação maléfica de um espírito sobre uma pessoa, uma ação maléfica persistente, contínua, nós damos o nome de obsessão. É uma obsessão espiritual. E a obsessão espiritual é como qualquer outra obsessão. A pessoa só pensa naquilo. E além dela prejudicar o outro, ela vive nas trevas, no sofrimento, na angústia, no desespero. Desespero é onde não há esperança, que é um lugarzinho pior para se estar um lugar onde não há esperança. A famosa história de Pandora que os deuses colocam todos os males da humanidade numa caixa

ro. Desespero é onde não há esperança, que é um lugarzinho pior para se estar um lugar onde não há esperança. A famosa história de Pandora que os deuses colocam todos os males da humanidade numa caixa e Pandora, por curiosidade, resolve abrir a caixa e saem todos os males. Ela entra em eh em surto quando ela vê tudo saindo da caixa e aí ela corre para fechar. Quando ela fecha, o único mal que não sai da caixa é o mal que mata a esperança. Daí que vem o ditado, a esperança é a última que morre. Mas o obsessor, o obsessor espiritual, um ser humano que morreu e que odeia tão profundamente alguém que não consegue se afastar desse ódio e, portanto, da pessoa que é o objeto do seu ódio, a caixa de Pandora foi aberta porque essa pessoa mora onde não há esperança. Só tem um jeito de se libertar disso, perdoado. Eu não perdoo pelo outro. Eu perdoo para me ver livre da minha falta de esperança, da minha dor, do meu sofrimento. Olha que beleza Jesus quando fala numa época de um país dominado, espoliado, empobrecido. Se alguém vos bater na face oferece à esquerda. Se alguém te obrigar a andar 10 passos, anda com ele sem. Se alguém te pedir a túnica, entrega também a capa. Porque para fazer o óbvio, qualquer um faz, mas uma pessoa evangelizada, ela vai além. ela vai mais longe porque ela enxerga mais longe. E aí nós, enquanto seres humanos, vivemos em plenitude. Nós nascemos, fomos criados não para sermos pessoas em dificuldade, não para sermos mendicantes. É muito triste. No meio espírita é muito comum nós pedirmos em qualquer reunião espírita para alguém fazer uma prece. E as pessoas começam a prece e terminam a prece pedindo, nunca agradecendo. E aí reclama: Deus, eu oro, rezo e Deus não conversa comigo. Você quer saber o quanto que Deus é importante na sua vida? Agradeça. Você quer saber como Deus faz a diferença na sua vida? Comece a sua oração agradecendo. Porque não adianta nós falarmos em onde houver discórdia que haja união, se eu não consigo me unir enquanto criatura ao

er saber como Deus faz a diferença na sua vida? Comece a sua oração agradecendo. Porque não adianta nós falarmos em onde houver discórdia que haja união, se eu não consigo me unir enquanto criatura ao criador. Porque nenhuma outra união é boa, é plena, é perfeita. Se não vier precedida da união da criatura com o criador. É um vazio que nós carregamos que só Deus pode preencher. No meio espírito é muito comum e com razão as pessoas falarem que nós vivemos num planeta de provas e expiações que pode ser traduzido como um planeta onde mora gente complicada. A maioria da população da Terra não é de santo. A maioria da população desse planeta é de gente muito complicada. Se eu não me unir a Deus, eu não tenho como estar em concórdia com as criaturas de Deus, porque me falta o amparo, a base, a fortaleza que me ajuda a superar todo o resto. Deus é chamado pelos judeus lá na antiguidade como a rocha dos séculos. Os séculos passam e a fortaleza fica. O objetivo do espiritismo não é as pessoas falarem com espíritos. Isso é um procedimento, isso é um caminho. O objetivo do espiritismo é que as pessoas encontrem Deus. Porque sem Deus não há como nós entrarmos em concórdia nem com os outros, nem com nós mesmos. Uma ótima noite a todos. Boas reflexões e para aqueles que forem aproveitar, bom carnaval. Para os outros como eu de pijama, bom descanso. >> Muito obrigada, Jeferson, por esses ensinamentos compartilhados conosco aqui nesse espiritismo em diálogo. Pedimos sempre que estejamos concordes, que os nossos corações estejam unidos, unidos uns aos outros e unidos a Deus nesses propósitos maiores. Quero lembrar que esse programa Espiritismo em Diálogo é uma sequência de programas que tratam de temas da doutrina espírita e do Evangelho de Jesus também, sobretudo dentro da eh trazendo reflexões e estudos para que a gente possa melhor compreender. Já foi feito uma sequência de temas sobre os pecados, outro sobre os 10 mandamentos e agora estamos falando sobre as frases da oração de São Francisco. Hoje falando

e a gente possa melhor compreender. Já foi feito uma sequência de temas sobre os pecados, outro sobre os 10 mandamentos e agora estamos falando sobre as frases da oração de São Francisco. Hoje falando sobre onde houver discórdia que eu leve ao amor. Quem quiser conhecer os programas anteriores estão disponíveis no nosso site da comunhão também e no YouTube também pesquisando pelo espiritismo em diálogo. você consegue encontrar todos os programas, estão todos lá e todas as segundas, sextas-feiras do mês seguiremos essa sequência. Então, se quiserem conhecer um pouquinho mais, é só nos acompanhar por aqui ou pelas redes sociais da comunhão. Finalizando, eh convido-vos a mais uma prece, elevando o nosso pensamento a Deus, colocando o nosso coração sintonizado com ele, sintonizado com os nossos irmãos, agradecendo por mais essa noite em que nós estivemos juntos, em que os nossos corações permaneceram unidos, em que nós podemos aprender um pouco mais, que esses ensinos sejam como sementes que sejam trazidos paraas nossas vidas e que nossos corações, nossas mentes sejam terrenos férteis para que eles possam proliferar, que nós estejamos sempre dispostos a aprender e a viver esses aprendizados, a refletir sobre aquilo que que aprendemos, a trazer esse olhar, ter esses olhos de ver que o Cristo nos ensinou e perceber além do que nós Vemos além do raso que nós percebemos, perceber com profundidade as verdades do Cristo que tem tanto a nos ensinar. Que Jesus esteja conosco, que o nosso coração esteja com ele, que ele seja sempre o nosso caminho, a nossa verdade e a nossa vida. Que nós unamos o nosso coração ao dele e ao de nossos irmãos. Que o carnaval seja um período de reflexão, de alegria, de corações unidos e que fortaleça o nosso propósito de viver e de trazer o melhor de nós para esse mundo. Que assim seja. Graças a Deus. Muito obrigada a todos pela presença. Muito obrigado por nos acompanhar. Desejamos um ótimo carnaval, um ótimo feriado e muito juízo para todos nesse

ós para esse mundo. Que assim seja. Graças a Deus. Muito obrigada a todos pela presença. Muito obrigado por nos acompanhar. Desejamos um ótimo carnaval, um ótimo feriado e muito juízo para todos nesse período. Grande abraço e até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam

oando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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