LIVE | Jefferson Bellomo - NÃO SE TURBE O VOSSO CORAÇÃO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 29/03/2020 (há 6 anos) 45:50 1,324 visualizações

Palestra "NÃO SE TURBE O VOSSO CORAÇÃO", realizada por Jefferson Bellomo. Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. https://www.youtube.com/c/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 #ComunhaoEspirita #PalestraEspirita #Espiritismo Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.

Transcrição

Boa noite, amigos. Bem-vindos a mais uma palestra virtual da comunhão espírita de Brasília. Muito bem-vindos a todos que estão nos assistindo aí pelas ondas da internet, né? Se quecer que a gente pode se referir assim. Eh, meu nome é Jeferson Bel que estarei com vocês na noite deste sábado. Vamos começar então com uma leitura preparatória, depois a prece e aí a gente vai pro tema da nossa palestra de hoje, tudo bem? Vamos lá. Nós vamos ler uma mensagem desse livrinho chamado Conduta Espírita. É um livro do espírito André Luiz, pisticografado pelo recém-falecido médium Valdo Vieira. E ele diz o seguinte, o capítulo 13, na propaganda, a propaganda de certo da doutrina espírita. Estudar-se na humildade constante ao desenvolver qualquer atividade de propaganda doutrinária, evitando alarde, sensacionalismo, demonstrações publicitárias, pretenciosas ou métodos de ação suscetíveis a perturbar a tranquilidade pública. Sem orientação segura, não há propaganda produtiva. como critério e temperança, estender a propaganda libertadora dos postulados espíritas até o recesso das penitenciárias e das colônias de isolamento sanitário, sem depreciar crenças ou sentimentos. Os mais doentes requerem maior ajuda. Incentivar um intercâmbio fraterno entre as pessoas e organizações doutrinárias por meio de cartas e publicações, livros e mensagens, visitas e certames especializados, buscando a unificação das tarefas e o esclarecimento comum. A permuta de experiências equilibra o progresso geral. Us, opa, pelo rádio ou pela imprensa leiga não se estender demasiadamente a fim de não se afastar o aprendiz incipiente. A doutrina deve ser ministrada em pequenas porções. Para não se desviar das finalidades espíritas, selecionar com ponderação e bom senso os meios usados na propaganda, mormente aqueles que se relacionem com atividades comerciais ou mundanas. Torna-se inútil a elevação dos objetivos sempre que acha rebaixamento moral nos meios. Usar com prudência ou substituir toda expressão verbal que indique

acionem com atividades comerciais ou mundanas. Torna-se inútil a elevação dos objetivos sempre que acha rebaixamento moral nos meios. Usar com prudência ou substituir toda expressão verbal que indique costumes, práticas, ideias políticas, sociais ou religiosas contrárias ao pensamento espírita, quais sejam sorte, acaso, sobrenatural, milagre e outras, preferindo-se em qualquer circunstância uso da terminologia doutrinária pura. Uma palavra inadequada pode imacular a bandeira mais nobre, a redar de si qualquer ansiedade no tocante a modificação rápida do ponto de vista dos companheiros. A fé significa um prêmio da experiência. Com quanto precisemos batalhar incansavelmente no esclarecimento geral, usando processos justos e honestos, não esquecer que a propaganda principal é sempre aquela desenvolvida pelos próprios atos da criatura. Por meio da exemplificação eloquente da nossa reforma íntima nos padrões do Evangelho. A doutrina espírita prescinde do proselitismo de ocasião. É necessário que ele cresça e que eu diminua. João Batista do Evangelho de João, capítulo 3, versículo 30. Como sempre, André Luiz, muito inspirado. Aquilo que ele coloca é muito importante, principalmente em época de coronavírus. A gente que tem o dever de ser o propagador da doutrina pelo simples fato de sermos espíritas. Então, na nossa família, no nosso local de trabalho, no nosso condomínio, com as pessoas que convivem conosco, nós temos essa obrigação de divulgar a doutrina espírita através das nossas ações e das nossas palavras, mas não aquela pregação que tenta converter as pessoas, mas aquela eh palavra que tenta iluminar, que tenta confortar, que tenta orientar. É nessa hora que nós fazemos a nossa propaganda doutrinária. Não é dizendo: "Som espíritas e venho para o espiritismo, mas muito ao contrário, é dando serenidade para as pessoas nervosas, dando paciência para as pessoas ansiosas, dando luz para aqueles que se encontram nas trevas, dando uma palavra de conforto àqueles que estão em

contrário, é dando serenidade para as pessoas nervosas, dando paciência para as pessoas ansiosas, dando luz para aqueles que se encontram nas trevas, dando uma palavra de conforto àqueles que estão em conflito. E assim que a gente consegue mostrar a beleza do espiritismo e aí cabendo a quem está ouvindo, se quer entrar conosco no centro espírita ou se prefere continuar o seu caminho, seja lá pela opção religiosa, ideológica, doutrinária que tenha por gosto. Feito a leitura preparatória, vamos agora paraa nossa prece. convido a todos a fecharmos os nossos olhos, dirigir o nosso pensamento para o Pai Celestial, aquele a quem Jesus chamava de aba de papai e paizinho, esse ser criador incriado que sempre está conosco nas horas mais alegres, nas horas mais difíceis, nas horas mais luminosas, nas horas mais escuras. Que esse Deus Pai, que esse Deus maravilhoso, que esse Deus criador possa receber as nossas melhores intenções, os nossos melhores pensamentos, os nossos melhores propósitos, abençoando neste momento as nossas intenções. Abençoa, Senhor, as nossas mentes, os nossos corações. abençoa a nossa casa, os nossos familiares e as pessoas que nos vem à lembrança, para que todos neste momento possam se sentir convidados a participar da reflexão da noite de hoje. Que assim seja, graças a Deus. E a reflexão da noite de hoje, o tema que nós escolhemos para a palestra tá no Evangelho de João, capítulo 14. versículo primeiro que é: "Não se turbe o vosso coração." E é muito interessante que João ele escreve esta passagem num momento muito crítico, um momento muito sensível que Jesus está vivendo com seus discípulos. É a última Páscoa que eles vão passar juntos. Jesus tá consciente disso, mas os seus discípulos não fazem a mínima ideia. Jesus tem um diálogo longo no Evangelho de João. O diálogo da última ceia é o que tem mais discursos de Jesus e ele tá preparando as pessoas porque daqui a pouco ele não vai estar mais no meio daqueles que o amam e daqueles a quem ele ama. E ele preparando para esse momento, ele

ue tem mais discursos de Jesus e ele tá preparando as pessoas porque daqui a pouco ele não vai estar mais no meio daqueles que o amam e daqueles a quem ele ama. E ele preparando para esse momento, ele fala exatamente isso. Não se turbe o vosso coração. Ele tá indo pro Pai. Mas aqueles que cumprem as suas palavras, aqueles que o amam, são aqueles que exercitam os seus mandamentos, as suas orientações. O Pai e ele, Jesus, sempre estará com essas pessoas. E mais adiante, no capítulo 14, ele vai falar assim: "Olha, vocês não devem ficar perturbados, porque eu vou mandar para vocês o espírito de verdade, Paráclito, paracleto, o consolador prometido, e ele vai lembrar do que eu falei e vai mostrar coisas que eu não pude mostrar, vai ensinar coisas que eu não pude ensinar." Essa é a tarefa do consolador. E eu acho que esse tema é muito próprio para esse certo momento de aflição que as pessoas estão vivendo. Estamos vivendo momentos muito eh diferentes que nós não inéditos. A última epidemia que o Brasil viveu foi da gripe espanhola. Isso nos idos da primeira primeira quinzena do século XX, né? Finalzinho ali antes de 1920, 1917 a 1920, que foi uma pandemia também, só que com uma letalidade muito grande. Nessa ocasião, calcula-se que no mundo inteiro morreram entre 30 a 60 milhões de pessoas. Existem relatos das pessoas que viviam naquela época que os cadáveres, as pessoas morriam em casa e os cadáveres eram deixados na rua para que se passassem as carroças e levassem os corpos para necroério, porque não tinha condições nem de velar as pessoas. Tamanha era letalidade da chamada gripe espanhola. E para quem não sabe, a gripe espanhola não é da Espanha. Foi na Primeira Guerra Mundial, onde os meios de comunicação eram censurados. Na verdade foi um posto de chegada dos soldados britânicos e americanos na França. E ali na França, esse posto que recebi os soldados tinha um hospital de campanha que, por sua vez, recebiam os feridos de guerra, os doentes. que perto desse hospital de campanha tinha uma um

França. E ali na França, esse posto que recebi os soldados tinha um hospital de campanha que, por sua vez, recebiam os feridos de guerra, os doentes. que perto desse hospital de campanha tinha uma um chiqueiro onde estavam os animais para que fossem abatidos e servissem de alimentos para os soldados, para os militares. E suspeita-se que foi dali que começa essa chamada gripe, que nada mais é do que hoje conhecido H1 N1. Tem até vacina, né? já tá entrando na época de vacinação para as pessoas se prevenirem do H1 N1. E como a Espanha era um país que não participava da guerra, ela tem a liberdade da sua imprensa de colocar esses esses fatos dessa na época epidemia que começa na França e depois se espalha pelo mundo inteiro. E por isso que a gripe é conhecida como gripe espanhola, porque é a Espanha que dava notícias dessa gripe. E como eu já falei, realmente o grau de letalidade do H1N1 nessa época foi terrível. 30 milhões a 60 milhões de pessoas. Se a gente pensar que é no começo do século XX, é muita gente, proporcionalmente muita gente, e não fazia distinção entre jovens, velhos, saudáveis, doentes crônicos, eh era uma doença que dava um problema grande. Mas antes disso ainda tivemos uma outra epidemia muito mais complicada que foi na Idade Média, uma epidemia que veio pela rota da seda, veio da China também, que era a chamada peste negra. Veio pelos ratos pretos que traziam as pulgas e as pulgas traziam o vírus da agora não lembro se era vírus ou bactéria da peste bombônica. inoculava as pessoas. Puga inoculava as pessoas e as pessoas contraíam a peste bomica, na época conhecida como peste negra, por causa das pústulas enormes e pretas que ficavam no corpo e via de regra acabava levando, né, os doentes ao óbito. E foi tão sério isso. Só na Europa calcula-se que faleceram em decorrência da peste bombônica ou da peste negra de 1/3 a metade da população da Europa. Foi muita gente. Eh, no começo do cristianismo, um dos motivos de perseguição aos cristãos é que Roma, por volta do século II,

peste bombônica ou da peste negra de 1/3 a metade da população da Europa. Foi muita gente. Eh, no começo do cristianismo, um dos motivos de perseguição aos cristãos é que Roma, por volta do século II, século II, século ter viveu também uma peste. Os romanos, as condições de higiene eram muito difíceis, né? Eram muito complicadas. as condições sanitárias da cidade de Roma, que tinha mais de 1 milhão de habitantes, vocês imaginem 1 milhão de habitantes convivendo num local que não tinha o mesmo sistema de saneamento, o mesmo sistema de salubridade que nós temos hoje nas capitais. Então, quando tinha qualquer tipo de doença, qualquer tipo de epidemia, o grau de letalidade também era altíssimo. E a maioria das pessoas eram politeístas e elas culpavam e perseguiam os cristãos porque elas entendiam que aquela doença se instalou, que os deuses estavam bravos, porque aquelas pessoas estavam adorando a um carpinteiro da Galileia que tinha morrido numa cruz. E então Zeus, né, Afrodite, eh, Juno e outros deuses acabavam ficando eh magoados por isso, bravos por isso e mandavam a peste. E com isso as pessoas, para agradar os deuses, matavam os cristãos. E na época de Jesus, na Galileia, eh, nós não temos relatos de pestes na Galileia, nós temos relatos de um fenômeno muito grande de lepra. e de loucura, aquilo que no evangelho tem como os possuídos, né, os possessos que era o louco era considerado sobre possessão demoníaca. Então, essas pessoas elas tinham, a gente lendo o evangelho e vendo Jesus exorcizando aquele número de pessoas, nos dá a ideia que muitas pessoas tinham graves problemas, ou espirituais ou mentais, mas também grandes problemas de saúde, sendo que o número de pessoas com lepra ali também, que é uma era uma doença que era incurável pra época. Nem toda a doença de pele hoje nós consideraríamos como lepra, mas na época eram várias doenças de pele que o nome era o mesmo, era lepra. E essas pessoas nós temos a o relato dos Evangelhos, que eram as pessoas curadas por Jesus. E tem um

ideraríamos como lepra, mas na época eram várias doenças de pele que o nome era o mesmo, era lepra. E essas pessoas nós temos a o relato dos Evangelhos, que eram as pessoas curadas por Jesus. E tem um fator interessante. O que matava bastante naquela região era a malária. As pessoas morriam bastante de malária. E também pelas condições que nós conhecemos, né, que não eram as melhores, elas nem sabiam o que que ocasionavam aquelas febres. E por que que nós estamos fazendo esse histórico nesses momentos tão complicados, tão difíceis? É para entender que a humanidade sobrevive, que a humanidade ela acaba, é a humanidade forte. Nós, como humanos, indivíduos, nós somos frágeis, mas nós, enquanto espécie, nós somos uma espécie forte, sem ter garra, sem ter presas, sem ter couro, sem ter força em comparação a outras espécies, nós conquistamos todo o planeta. Nós eh estamos em todos os continentes. Nós já chegamos ao nosso satélite natural, que é a lua. Mandamos satélites artificiais pro espaço. Nós sobrevivemos a tudo isso. O ser humano, a raça humana, a espécie humana, ela sobrevive, ela é forte, ela é capaz de se superar nesses momentos. E desses momentos sempre vem grandes aprendizados. E essa tem que esse tem que ser o nosso foco. A gente não pode entrar na visão materialista das coisas. Na visão materialista não tem Deus. Se não tem Deus, o que se põe é o acaso. Porque as coisas não seguem um plano, elas não seguem uma ordem. É uma questão de sorte ou azar, porque as leis da natureza são leis cegas. Então, como a natureza não tem uma ordem divina, ela segue as leis aleatórias. E é curioso, né? Porque se como eh aonde a sorte, nós podemos falar em leis. E aí nós vemos pessoas que são materialistas impondo uma visão materialista de que nós estamos vivendo o caos, que não existe um planejamento, que não existe uma visão superior. E aí o nosso coração se turba, nós ficamos nervosos, nós ficamos ansiosos. O jornalismo ele vive de notícia e notícia é aquilo que não é ordinário, ou

planejamento, que não existe uma visão superior. E aí o nosso coração se turba, nós ficamos nervosos, nós ficamos ansiosos. O jornalismo ele vive de notícia e notícia é aquilo que não é ordinário, ou seja, aquilo que não está na ordem. Notícia é aquilo que é extraordinário, é o bizarro, é o que não está no dia a dia. Então, todos os meios de comunicação, inclusive meios nacionais e internacionais, todos eles estão focados agora no drama que muitos países estão vivendo em decorrência do coronavírus. E parece, do jeito que é mostrado, que o mundo inteiro tá morrendo, que é só botar o pé na rua, é só tirar o lixo de casa e levar para ser recolhido na rua ou na lixeira do nosso prédio e pronto, já estamos contaminados. E não é assim. Eh, isso vem de notícia. É importante a gente entender, existe um comércio por trás dessas notícias. A notícia, ela é de fato extraordinária. Quanto mais extraordinário, mais bizarro, mais capta a atenção das pessoas, porque foge do comum. O comum é que as pessoas são saudáveis. O comum é que as famílias continuem em ordem. O comum é que as pessoas toquem as suas vidas. o extraordinário que as pessoas morram por conta de uma epidemia. Então o jornalismo vai focar no extraordinário, naquilo que não é ordinário. E graças a Deus, o nosso país, ele também é um país abençoado pela sua população, que não é uma população de maioria tabagista e não é uma população com doenças crônicas adivinas ou de problemas genéticos ou da propriidade. Somos um país ainda jovem e somos um país muito responsável. Então, não se turbe o vosso coração que tem Deus. Tem Deus. Não cai uma folha de uma árvore, não cai um fio de cabelo sem autorização do pai. Então, se nós tomarmos as nossas medidas de segurança, as medidas eh de profilaxia que estão sendo colocadas pelas organizações de saúde, a nossa chance de entrarmos no grupo de risco é mínima. E se entrarmos por algum evento da lei aos nossos cuidados, nós temos que entender que existe também aí uma mão do destino que não cai o fio de cabelo sem

ance de entrarmos no grupo de risco é mínima. E se entrarmos por algum evento da lei aos nossos cuidados, nós temos que entender que existe também aí uma mão do destino que não cai o fio de cabelo sem que nós estejamos autorizados pelo pai. Claro que as pessoas irresponsáveis responde pela sua irresponsabilidade. Teve um caso curioso de um youtuber famoso que pegou coronavírus de uma forma muito pitoresca, passando a língua em, não vou nem falar o nome do objeto, mas um objeto que não tem nenhuma coisa de de cuidado sanitário, pelo contrário. E aí adquiriu o coronavírus. Não pode dizer que foi vontade de Deus. Não pode dizer que foi como as pessoas gostam de falar que foi karma, que foi obsessor, que não foi, foi desleixo mesmo. Existe isso, né? Existe isso. Mas se nós tomarmos os cuidados de vidas, não estando no nosso destino, não vai ocorrer nenhuma fatalidade, superaremos. Interessante, porque nós somos espíritas. Eh, espiritismo é fé raciocinada. Tem que ter as duas coisas. Tem que ter fé e tem que ter raciocínio. Nós não podemos entrar nessa energia, nessa histeria de quem não acredita em Deus. Nós não podemos entrar num comportamento de quem acha que o vírus é mais determinante do que a nossa nosso livre arbítrio, nosso destino, do que uma mão divina. Mais uma vez, cada um tem que ter as suas medidas, os seus cuidados e seguir aquilo que o Ministério da Saúde, a Secretaria de Saúde, a Organização Mundial de Saúde, os outros órgãos de saúde determinam. Eh, sendo sério, tudo bem. Como diz, como dizem os muçulmanos, confiem em Alá, mas amarra o seu camelo. Confia em Deus, mas tome as suas medidas de segurança. Agora, o que nós não podemos achar é que nós somos, estamos a mercer da sorte ou do azar, que nós estamos a mercer de uma situação que pode comprometer a nossa saúde por toda a vida ou pode nos tirar a vida sem autorização de Deus. Se nós tomarmos as medidas de saúde e no espiritismo também alguns confrades eles têm uma ideia que em tudo eles vêm a mudança de

aúde por toda a vida ou pode nos tirar a vida sem autorização de Deus. Se nós tomarmos as medidas de saúde e no espiritismo também alguns confrades eles têm uma ideia que em tudo eles vêm a mudança de planeta de provas, expiações para o planeta de transição. Então agora estão olhando pro coronavírus, olha, tá vendo? É uma forma que os espíritos superiores, os espíritos amigos estão fazendo uma limpa na terra para levar as pessoas. Gente, não é por aí. Mais uma vez, epidemias, situações de crise, guerras fazem parte da humanidade. A humanidade já teve, experimentou diversas situações extremamente graves e ainda vai experimentar outras tantas. Aí a pessoa vê uma tsunã e olha, tá vendo, né? É um momento de transição. Aí tem o atentado de 11 de setembro vendo. É um momento de transição. Aí tem o H1N1, é o momento de transição. Aí tem o coronavírus, é o momento de transição. Todo momento é de transição. O nosso planeta é uma grande rodoviária. Chegam espíritos de vários locais, saem espíritos daqui para irem para vários locais. A humanidade não tá ainda no seu momento os bons ficarem e dos maus saírem, porque se for fazer uma limpa, provavelmente vai ficar só coqueiro, samambaia e eh girassol. Quem é tão bom para ficar aqui na terra? Quem são os tão ruins, né, os tão maus que serão levados por essa crise? Que isso? A gente olha paraa humanidade e vê uma média. Nessa média ainda tem muita coisa para as pessoas que estão aqui se melhorarem, reencarnarem aqui na terra. aqui na Terra passaria por suas provas e expiações. Estamos muito longe de entrarmos no planeta de regeneração. Essa é uma mentalidade chamada eh pelos teólogos de uma mentalidade escatológica apocalíptica ou apocalíptica escatológica. Escatologia significa o fim das coisas. É o estudo do fim das coisas. é quando acaba uma ordem e começa uma nova ordem mundial do ponto de vista divino. Então, por exemplo, o livro do Apocalipse, ele é um livro escatológico. Ali fala do final de uma era e o início de uma outra era, onde Deus vai reinar,

uma nova ordem mundial do ponto de vista divino. Então, por exemplo, o livro do Apocalipse, ele é um livro escatológico. Ali fala do final de uma era e o início de uma outra era, onde Deus vai reinar, uma nova Jerusalém, vai descer dos céus. E Paulo fala na primeira primeira epístola aos Tessalonicenses sobre um arrebatamento. Isso é uma visão escatológica de fim de uma ordem e começo de uma outra. Isso vem da tradição judaica, principalmente no livro de Daniel, do profeta Daniel. perpassa por todo o discurso dos Evangelhos, pelo discurso que se a gente ler atentamente as epístolas, a gente vai ver um forte discurso escatológico e chega ao ápice, ao clímax, no livro da revelação ou apocalipse do de João, João de Pátimos. E acredita-se que essa mentalidade ela pertenha toda a cultura ocidental. Então, sempre que eh houve guerras, por exemplo, quando teve a invasão de Gjiscan, de Atila Uno, a queda de Roma para Alar, todo mundo acreditava que ali eles estavam vivendo o fim de uma ordem. E depois teve a peste negra, né? E depois, eh, bem depois teve a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial. na Segunda Guerra Mundial, mais de 40 milhões de mortes relacionadas à guerra. Não foi pouca gente. Houve uma mudança global e as pessoas sempre acreditam na crise dos mísseis em Cuba e as pessoas acreditando, pronto, agora eu chega um momento escatológico, momento do fim das coisas. E a gente continua, a gente prossegue, porque Deus conhece os nossos corações. Sabe que nós ainda somos espíritos jovens, sabe que ainda nós somos pessoas em um processo de aprendiz de aprendizado, em um processo de evolução, em um processo de crescimento. Se Deus fosse ceifar agora, fazer a colheita, quantos frutos verdes, quantas sementes ainda germinando seriam mortas, seriam ceifadas antes do tempo. Ele é Deus, gente. Então não estamos vivendo nenhum momento mais grave, mais agudo do que o natural para o planeta de pras expensões. Não estão fazendo uma limpa, como o pessoal diz, aqui na Terra.

o. Ele é Deus, gente. Então não estamos vivendo nenhum momento mais grave, mais agudo do que o natural para o planeta de pras expensões. Não estão fazendo uma limpa, como o pessoal diz, aqui na Terra. Eh, infelizmente, sim, pessoas vão falecer em virtude dessa epidemia, dessa pandemia. Infelizmente pessoas vão falecer também de outras causas. E aqui no nosso país, principalmente de acidente de trânsito e de morte violenta, faz parte da nossa condição de um planeta de provas e expiações. que muitas dessa dessas mortes poderiam ser evitadas se tivéssemos uma situação melhor, se as pessoas fossem mais educadas no sentido de mais conscientes. Muita gente que falece com problemas de saúde, como diz o espírito André Luiz no livro Nosso Lar, são suicidas inconscientes, falecem com anos de antecedência a problemas de saúde que, em tese, não deveriam ter, por falta de cuidado com a sua saúde, falta de cuidado com a sua higiene, com a sua alimentação, com seus hábitos, com seu estress, com seu dia a dia. Quanta gente não vai embora mais cedo? Por isso que essas mortes elas têm que ser entendidas dentro de um planeta que aqui está somos espíritos sendo lapidados e normalmente lapidados pelas nossas próprias deficiências. Tenhamos fé. Tentemos acender a luz dentro de nós. Nós somos testemunhas do evangelho. A palavra grega para testemunha é mártir. Quando nós testemunhamos a luz no meio das trevas, é natural que as trevas não queiram que a luz brilhe. Se nós que somos leitores do evangelho, que se nós que somos pessoas que paramos para orar, se nós que somos pessoas que que acreditam em Deus, acreditam na vida após a morte, nós não temos serenidade. Como nós podemos ser agentes de consolo para as pessoas que não tem nenhuma preparação dessas, que não tem esses mesmos hábitos? que não compartilham das nossas mesmas crenças. Como nós vamos ser esse incentivo? Como nós vamos ser essas pessoas que possam dar o consolo? As pessoas acham que o consolador prometido são os espíritos, mas se os espíritos não

ssas mesmas crenças. Como nós vamos ser esse incentivo? Como nós vamos ser essas pessoas que possam dar o consolo? As pessoas acham que o consolador prometido são os espíritos, mas se os espíritos não encontram uma caixa de ressonância nos encarnados, como que eles consolam? como que a doutrina espírita se estabelece, onde as pessoas não resolvem emudecer, não dar o seu testemunho, não se transformarem em mártires, testemunhas. Os espíritos podem muito, conseguem muita coisa, mas entre os encarnados eles só podem agir na vontade daqueles que estão encarnados. Se nós encarnados não servirmos de altofalantes para paz, para serenidade, para esperança, para a alegria, onde é que a gente acha que eles vão encontrar isso? para que eles possam passar paz, esperança, serenidade, alegria para as pessoas que não têm esse conhecimento, que cuidam às vezes muito do seu corpo, fazem dietas eh rígidas, são extremamente disciplinadas nas suas atividades físicas, são pessoas com hábitos de leitura muito intenso, de estudo muito profundo. mas que são desleixados da alma. Então, quando vem uma situação dessa onde tem toda um o interesse comercial da venda de notícias, de prender a atenção das pessoas para que as pessoas consumam aquelas notícias que são dadas, essas pessoas se desharmonizam, essas pessoas se desequilibram. Quem se desequilibra tende a querer se segurar e quem está próximo. Se nós tivermos equilibrados, nós tiramos essas pessoas do desequilíbrio. Mas se nós que somos espíritas, nós que somos eh cultuadores da chamada terceira revelação, se nós não fizermos a nossa parte de fortalecer as nossas bases, a nossa fé e fé raciocinada. Fé raciocinada é vamos pesquisar, vamos ler, vamos nos interar do que está acontecendo com fontes confiáveis. E aí sim, com elementos sólidos, entregar as nossas vidas a Deus, tomando sempre os devidos cuidados de higiene, né? Os devidos cuidados de profilaxia. E aí sim, quando essas pessoas em desequilíbrio nos procurarem, veja, você viu o que que tá acontecendo, o mundo, o

omando sempre os devidos cuidados de higiene, né? Os devidos cuidados de profilaxia. E aí sim, quando essas pessoas em desequilíbrio nos procurarem, veja, você viu o que que tá acontecendo, o mundo, o corona. a gente ser aquele porto seguro como o fundo do oceano, que às vezes a tempestade tá ali nas ondas e o leito do oceano não se abala porque ele repousa em bases sólidas. E tá sendo um bom momento para nós vermos onde é que estão as nossas bases da nossa fé. É tão bonito, né? Ah, eu acredito em Deus. Eu oro para Jesus. Ah, eu sou devoto, né, do fulano, do beltrano. E onde é que tá essa devoção toda na hora que nós somos chamados a mostrar isso? Onde é que está a nossa contribuição, a nossa parte, a nossa tranquilidade, a nossa serenidade? Porque em algum momento nós vamos ter que deixar a terra. E se somos espíritas, temos a tranquilidade de saber que o corpo fica, nós continuamos, porque nós não temos um espírito, nós somos espíritos. Seja por qual problema que nos que venha a nos ocorrer, nós temos que ter essa serenidade. Isso aqui tem prazo de validade. Tem momento para entrar, tem um momento para sair, tem um momento que nós pegamos, vai ter um momento que nós vamos ter que largar. Nesse ponto sugiro a todos que leem a revista espírita de Allan Kardec. Na revista espírita de Allan Kardec não é incomum caso de espíritas convictos que estão com graves problemas de saúde autorizarem Kardec na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas dizendo o seguinte: "Olha, quando o meu corpo morrer, eu quero que vocês me evoquem na sociedade parisense de estudos espíritas, porque eu quero ajudar no estudo do Espiritismo. contando as minhas percepções depois de desencarnado. Olha a convicção dessas pessoas, elas não têm dúvida. Olha, quando eu morrer, ou seja, quando o corpo descer a tumba, eu tenho certeza que é o corpo que tá descendo, eu continuo existindo e não pode me invocar. Isso é ser espírito. Isso é ter tranquilidade. Lembrando sempre mais uma vez, temos que cuidar da nossa saúde,

tenho certeza que é o corpo que tá descendo, eu continuo existindo e não pode me invocar. Isso é ser espírito. Isso é ter tranquilidade. Lembrando sempre mais uma vez, temos que cuidar da nossa saúde, temos que seguir as orientações dos órgãos de saúde. A partir daí ter a tranquilidade que não caia um fio de cabelo nosso sem a autorização do pai. Porque se você não incorpora essa ideia, você se desespera e só não há esperança onde não tem fé. A fé é a mãe da esperança. Quem tem fé espera algo em Deus. Se você não tem fé, você espera o quê? Esse é o questionamento, porque essa crise vai passar e outras crises virão, sejam de ordem pessoal, sejam de ordem coletiva. E aí, lembram do leito do oceano? Que as bases são firmes, as bases são sólidas? Lembram de Jesus no barco de pesca dormindo no fundo do barco? Enquanto seus discípulos estavam desesperados com a tempestade, ele dormia. E dormia porque ele era tranquilo, não porque ele era alienado, mas porque ele sabia que não caiu um fio de cabelo sem autorização do pai. Se as pessoas acreditassem nisso, elas também ficariam tranquilas. Claro que elas tirariam a água do bar. Claro que elas procurariam remar para as margens. Fariam a sua parte, mas elas saberiam que sem a vontade de Deus não ia se perder uma única vida. Espiritismo é fé, raciocidade. Então, não se perturbe o vosso coração. Haverá momentos que naturalmente a gente vai se perturbar. Haverá momentos que a vida vai exigir de nós toda a nossa capacidade de resistência. A vida vai exigir de nós toda a capacidade de nós darmos a volta por cima de situações extremamente complicadas. Então, não vamos trazer paraa nossa vida problemas não existem. Não vamos trazer para a nossa vida problemas que não nos pertencem. A préocupação é ocupar-se antes das coisas acontecerem. Eh, a hipocondria é você apresentar os sintomas sem ter doença. Tá sendo um bom momento pra gente olhar para nós mesmos e ver se a nossa alma, antes de tudo, se ela está saudável, se nossa mente está saudável.

ocondria é você apresentar os sintomas sem ter doença. Tá sendo um bom momento pra gente olhar para nós mesmos e ver se a nossa alma, antes de tudo, se ela está saudável, se nossa mente está saudável. E mais, o que que a gente tá fazendo com tanta palestra espírita que a gente consome? O que que a gente tá fazendo com tanto livro de mensagem que a gente lê, com tanta oração? Se na hora que nós precisamos mostrar esse patrimônio, mostrar o nosso currículo espiritual, a gente age como uma pessoa, não faz absolutamente nada disso. Se a gente age como aquele, simplesmente ignora o que nós conhecemos, que não acredita porque nós acreditamos. Então, por quê? Vamos fazer valer o nosso tempo, vamos fazer valer os nossos estudos, vamos fazer valer a sementinha que foi plantada do evangelho nos nossos corações. E se por acaso percebermos que essa semente ainda é frágil, que ainda não tem raízes, vamos trabalhar para que a gente possa dar suporte. em um terreno mais fértil, menos pedregoso, com mais esperança, com mais alegria, com mais otimismo. Mas não aquele otimismo bobo de acreditar em nada que possa ser alcançável, mas note mesmo de saber que Deus é pai. Ó Deus altíssimo, Senhor dos exércitos, dos hebreus dos do deserto, daqueles pastores nómades, Jesus nos mostra como o pai amoroso, o pai que conhece as nossas necessidades. Nos liguemos a essa força fantástica. tenhamos coragem e que possamos ser, antes de tudo, testemunhas do evangelho. Espero, meus amigos, ter deixado com vocês uma boa reflexão. E retorno à pergunta: o que estamos fazendo de tanta coisa que nós lemos, de tantas palestras que nós assistimos, de tantos estudos que nós fizemos? Se momentos como este a gente entrar em desespero, a medida do teu desespero é inversamente proporcional ao tamanho da tua fé. penso sobre isso. E deixando essa reflexão, convido a todos que estão nos acompanhando para que possamos fazer a nossa prece de encerramento, pedindo a que Deus Pai nos ilumine neste momento. Sugiro fecharmos os nossos olhos para

essa reflexão, convido a todos que estão nos acompanhando para que possamos fazer a nossa prece de encerramento, pedindo a que Deus Pai nos ilumine neste momento. Sugiro fecharmos os nossos olhos para que as bênçãos desse momento cheguem aos nossos lares e que todos nos só pensamento aonde nos encontrarmos. Dizemos: "Pai amigo, pai querido, a quem estamos. Seja feita a tua vontade, estena as nossas mentes, aquece os nossos corações, orienta, Senhor, os nossos passos. Ajuda-nos, Senhor, a que possamos amadurecer no nosso entendimento, das tuas leis e das tuas ações no mundo. Pai, auxilia todos aqueles que agora estão nos hospitais, auxilia aqueles que se encontram nas penitenciárias, aqueles, Senhor, que se encontram na solidão da sua casa, aos que estão em desespero, aos que vivem na rua, que não tem um teto para se abrigar, as pessoas dos mais diferentes países que, infelizmente, perderam por um motivo ou por outro os seus familiares queridos. Que todas essas pessoas sintam através do Senhor a nossa solidariedade, o nosso ato, Pai, de consciência, de sabermos que nós somos irmãos em ti e que, como irmãos, desejamos o melhor para todos aqueles que estão passando por um momento tão difícil. Em teu nome, Senhor, em nome dessa espiritualidade amiga que nos ajuda, que nos orienta, que nos ilumina. Pedimos que abençoe as nossas casas, as nossas casas espíritas, que este momento também passam pelas dificuldades naturais de uma quarentena para que possamos sair mais fortalecidos do que chegamos. Meus amigos, uma ótima noite. Espero ter contribuído paraa reflexão de todos e que sejamos otimistas em Jesus. Fique com Deus. Até uma próxima oportunidade. Ча.

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